30/11/2016

Gmail ­ A “República de Bananas” e sua Amoralidade

Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

A “República de Bananas” e sua Amoralidade 
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Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcos@pliniomarcosmr.com.br>
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29 de novembro de 2016 19:04

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“República de Bananas” e
sua Amoralidade
 
 
https://pt.scribd.com/
document/332679706/A­
Republica­de­Bananas­e­sua­
Amoralidade  
 
 
Estamos, 
empiricamente,
tentando  avaliar,  a  partir  de
Despachos  sem  Respaldo,
fatos, concretos, que permitem
enveredar  por  reflexões
outras,  que  envolvem  as
diversas  incoerências  do
Poder  Judiciário  Brasileiro,
que,  apenas  e  tão  somente,
PREJUDICA, 
e
ENVERGONHA,  a  Sociedade
Brasileira,  de  tal  forma,  ser
possível, 
mesmo 
que
injustamente, 
alcunhá­la
como  uma  Sociedade  de
Ignorantes, e uma Sociedade
de 
Alienados, 
uma
Sociedade      de  Bárbaros,
quiçá  uma  Sociedade  de
Cruéis.
 
Plinio Marcos
 

 

 

A “República de Bananas” e sua Amoralidade

 
          No  Brasil,  que  é  “Terra  de  Zé  NINGUÉM”,  onde  o  “Judiciário
PROTEGE,  e  PERSEGUE,  politicamente”,  para  alguns  que  não  Eu,  é
possível,  é  crível,  é  legítimo,  é  legal,  é  constitucional,  entender,  e
aceitar,  que  esteja  em  trâmite,  a  “aprovação”,  pelo  Congresso
Nacional,  de  “Outras  PECs  casuísticas”,  que  por  NEFAS,  na  prática,
ELIMINAM  todos  os  referenciais  da  Construção  de  uma  Sociedade
LIVRE,  JUSTA  e  SOLIDÁRIA,  possivelmente,  calcados,  no  IDEAL  DE
JUSTIÇA.
 
              Esta  situação  toma  vulto,  exacerbado,  quando  algum(ns)
“menino(s)  que  brinca(m)  em  um  tribunal  nazista”, reconhece(m)  que
Legisladores  ORDINÁRIOS  (em  Duplo  sentido),  podem,  sem  qualquer
respaldo  SIGNIFICATIVO,  e  FUNDAMENTADO,  descaracterizar,  o  que
Legisladores  CONSTITUCIONAIS,  especificaram  na  “NOVA  ORDEM
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&th=158b1e718744ed24&siml=158b1e718744ed24

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Legisladores  CONSTITUCIONAIS,  especificaram  na  “NOVA  ORDEM
Jurídica”,  no  concreto,  da  Constituição  da  República  Federativa  do
Brasil, promulgada em 1988.
 
                        A  notícia  “Negada  liminar  em  MS  sobre  PEC  do  Teto  dos
Gastos Públicos”, veiculada no site oficial do Supremo Tribunal Federal,
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=330142
,  nos  apresenta  a  certeza  de  que  a  Suprema  Corte  Constitucional  da
República de Bananas, através de um “outro menino que brinca em um
tribunal nazista”, que, em algum momento recente, “se percebeu numa
República  de  Bananas”,  entende  que  Legisladores  ORDINÁRIOS,
através  do  Instrumento  Jurídico  PEC  –  Proposta  de  Emenda
Constitucional,  com  uma  sua  simples  “APROVAÇÃO”,  pelo  Congresso
Nacional,  pode  DESCARACTERIZAR  o  Direito  CONSTITUCIONAL
estabelecido, já reconhecido.
 
          Afinal, em seu “despacho”, um “outro menino que brinca em um
tribunal nazista”, que, em algum momento recente, “se percebeu numa
República de Bananas”, claramente, e ricamente, reconhece :
 
Em  análise  preliminar  do  caso,  o  ministro  ressaltou  que  não  se  está
diante  de  ameaça  ao  núcleo  essencial  da  separação  dos  Poderes.
Segundo  ele,  a  cláusula  pétrea  de  que  trata  o  artigo  60,  parágrafo  4º,
inciso III, da Constituição Federal não imobiliza os artigos que delineiam
a  forma  de  relacionamento  entre  Executivo,  Legislativo  e  Judiciário.
Além  disso,  segundo  o  relator,  os  Poderes  e  órgãos  não  possuem  um
direito  oponível  à  Constituição  de  ampliar  sua  atuação  ilimitadamente.
“Ao contrário, devem atuar a partir das previsões orçamentárias feitas
de acordo com as normas constitucionais em vigor”.

Ainda  segundo  o  ministro,  não  há,  em  tese,  inconstitucionalidade  na
instituição  de  um  modelo  de  despesas  limitadas,  uma  vez  que  os
recursos  não  são  infinitos.  Políticas  de  expansão  em  determinadas
áreas  terão  de  ser  compensadas  com  a  redução  em  outras,  e  essas
escolhas  deverão  ser  feitas  dentro  do  marco  constitucional  vigente,
ressaltou o relator, destacando que as alocações de recursos devem ser
feitas  anualmente,  por  via  da  lei  orçamentária.  “Como  consequência,
quer  a  disputa  legítima  por  verbas,  quer  a  valoração  de  eventual
inconstitucionalidade nos cortes de despesas específicas hão de ser
aferidos  em  relação  à  lei  orçamentária,  e  não  quanto  à  PEC  de
limitação de gastos”, concluiu.
 
                        Reconhecendo,  minha,  mais  pura,  e  total,  IGNORÂNCIA,  meu,
mais simples, e total, DESPREPARO, não consigo entender, como uma
PEC,  que  substitui  referenciais,  de  evolução  de  Índice  de
ARRECADAÇÃO,  por  evolução  de  ÍNDICE  INFLACIONÁRIO,
independentemente  de  existir,  ou  não,  Estabilidade  Econômica,
introduzindo,  inclusive,  LIMITAÇÕES  de  VERBAS  específicas,  podem
não  estar  FERINDO  DE  MORTE  a  essência  da  existência  da  lei
orçamentária,  uma  vez  que,  o  próprio  “outro  menino  que  brinca  num
tribunal nazista”, que tardiamente, “se PERCEBEU , numa República de
Bananas”,  em  meu  empírico,  pífio  entendimento,  introduziu  um  impasse,
uma vez que, reconheceu :
 
“quer  a  disputa  legítima  por  verbas,  quer  a  valoração  de  eventual
inconstitucionalidade nos cortes de despesas específicas hão de ser
aferidos  em  relação  à  lei  orçamentária,  e  não  quanto  à  PEC  de
limitação de gastos”.
 

https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&th=158b1e718744ed24&siml=158b1e718744ed24

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                        Afinal,  para  que  “a  disputa  legítima  por  verbas,  quer  a
valoração de eventual inconstitucionalidade nos cortes de despesas
específicas,  efetivamente,  sejam    aferidos  em  relação  à  lei
orçamentária”,  é  imprescindível,  é  imperioso,  quiçá  visceral,  que
TODOS os esforços para a adequação da lei  orçamentária  à  realidade
do  momento,  estejam  livres  de  quaisquer  “AMARRAS”,  impostas,  ao
Poder Executivo, e ao Poder Legislativo, do MOMENTO, por qualquer de
seus  ANTECESSORES,  exceção  feita  ao  Índice  de  Evolução  da
ARRECADAÇÃO, já determinado pela Lei de Responsabilidade Fiscal,
que de forma RICA, e CLARA, coloca LIMITES RAZOÁVEIS à  proposta,
e  avaliação,  do  Orçamento  da  União,  presumivelmente,  em  contexto
ADEQUADO à realidade, e às necessidades, do MOMENTO.
 
                        Razão  pela  qual  voltamos  a  apresentar  o  documento  “PEC
Casuística  SUBVERTE  Constituição  Federal”,  https://pt.scribd.com/
document/327279430/PEC­Casuistica­SUBVERTE­Constituicao­Federal  ,
onde  estamos,  empiricamente,  tentando  questionar,  fato,  concreto,  a
PEC 241: projeto que limita gastos públicos, que de forma inconteste,
irrefutável,  indecorosa  inquestionável,  ilegal,  e  inconstitucional,
SUBVERTE os princípios de Autonomia entre os Poderes Institucionais,
da República Federativa do Brasil, uma vez que, determina “LIMITES  de
Gastos  FUTUROS”,  quando  CABE  à  Presidência  da  República,  a
CADA  Ano  Fiscal,  identificar,  especificar,  e  propor,  ao  Congresso
Nacional,    o  ÚNICO  Responsável  pela  aprovação,  de  suas
NECESSIDADES  Financeiras,  no  concreto,  do  Orçamento  Geral  da
União.
 
            Igualmente, a notícia “Negada liminar em ação contra o Uber em
João  Pessoa  (PB)”,  veiculada  no  site  oficial  do  Supremo  Tribunal
Federal, 
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?
idConteudo=329998 , nos apresenta a certeza de que a Suprema  Corte
Constitucional  da  República  de  Bananas,  um  “outro  menino  que
brinca  em  um  tribunal  nazista”,  entende  que  atividades  econômicas
IGUAIS,  podem  ser  reconhecidas  como  DIFERENTES,  desde  que  para
isto,  possam  ser  enquadradas  em  repartição  constitucional  de
competências diferentes, uma vez que, concluiu:
 
“O  julgador,  com  base  na  repartição  constitucional  de  competências,
entendeu  aplicável  ao  caso  em  espécie  a  legislação  federal  de
regência”,  afirmou.  No  caso,  o  desembargador  local  fez  alusão  ao
transporte  privado  de  passageiros  como  previsto  na  Lei  Federal
12.587/2012.
 
           Segundo a LEI Nº 12.587, DE 3 DE JANEIRO DE 2012, que Institui
as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana; revoga dispositivo
do  DecretoLei  de  nº  3.326,  de  3  de  junho  de  1941,  do  DecretoLei  de  nº
5.405,  de  13  de  abril  de  1943,  da  Consolidação  das  Leis  do  Trabalho
(CLT), aprovada pelo DecretoLei de nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e da
Lei de nº 5.917, de 10 de setembro de 1973, e da Lei de nº 6.261, de 14
de  novembro  de  1975;  e  dá  outras  providências.  CAPÍTULO  II  ­  DAS
DIRETRIZES PARA A REGULAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRANSPORTE
PÚBLICO  COLETIVO;    Art.  12.  ­    Os  serviços  de  utilidade  pública  de
transporte  individual  de  passageiros  deverão  ser  organizados,
disciplinados  e  fiscalizados  pelo  poder  público  municipal,  com  base
nos  requisitos  mínimos  de  segurança,  de  conforto,  de  higiene,  de
qualidade  dos  serviços  e  de  fixação  prévia  dos  valores  máximos  das
tarifas a serem cobradas. Art. 12A. ­ O direito à exploração de serviços
de  táxi  poderá  ser  outorgado  a  qualquer  interessado  que  satisfaça  os

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de  táxi  poderá  ser  outorgado  a  qualquer  interessado  que  satisfaça  os
requisitos  exigidos  pelo  poder  público  local.  §  1º  ­  É  permitida  a
transferência  da  outorga  a  terceiros  que  atendam  aos  requisitos
exigidos em legislação municipal.
 
        Reconhecendo, novamente, minha, mais pura, e total, IGNORÂNCIA,
meu, mais simples, e total, DESPREPARO, não consigo entender, como
é possível, que o “menino  que  brinca  num  tribunal nazista”, mais uma
vez,  “tenha  se  deparado”  com  as  “forças  ocultas”  que  provocaram
“outro  tropeço  na  Democracia  Brasileira”,  pois,  a  utilização  de
“artifícios”  imorais,  indecorosos,  abjetos,  quiçá  Amorais,  nos
apresentam  “despacho”,  sem  qualquer  fundamentação  crível,  sem
qualquer fundamentação  razoável,  uma  vez  que,  a  Lei  de  nº  12.587,  de
03  de  Janeiro  de  2012,  citada  no  “Despacho”,  de  forma
inquestionável,  de  forma  irrefutável,  coloca  como  líquido,  e  certo,  a
COMPETÊNCIA  MUNICIPAL  para,  Legislar,    e  Fiscalizar,  o  transporte
público  individual  de  passageiros,  bem  como,  para  FIXAR
PREVIAMENTE  os  Valores  Máximos  de  Tarifa,  ora  representado  pelo
uso, em todo o território nacional, do TAXÍMETRO.
 
          Razão pela qual voltamos a apresentar o documento “Solicitação
de  Ajuda  Ação  Popular  no  TJERJ  ­  Caso  UBER”,
https://pt.scribd.com/doc/307385872/Solicitacao­de­Ajuda­Acao­Popular­
no­TJERJ­Caso­UBER,  onde  tentamos  efetuar  Ação  Popular  com  a
preocupação  de  eliminar,  de  vez,  a  bagunça  generalizada,  criada  por
autoridades institucionais, com visão distorcida do lógico, do ético, do
moral,  do  Legal,  e  do  Constitucional,  uma  vez  que,  reconhecem  ser
necessário  subverter  a  ordem  moral,  ética,  e,  as  próprias  Leis,  e
Regulamentos,  existentes,  apenas  e  tão  somente,  para  garantirem  a
atuação da UBER no Brasil. Quando “Chefes de Famílias”, na aparente
legalidade,  em  concreta  marginalidade,  são  iludidos,  ao  ponto  de  se
enfrentarem, em combate físico, com Outros “Chefes de Famílias” que
trabalham  dentro  das  leis,  e  das  Normas,  vemos  um  Judiciário
PODRE,  PUTREFADO,  alimentando,  sabe  Deus  porque,  tamanha
“Desobediência  Civil”,  como  se  nada  estivesse  ocorrendo.  A  Justiça
no  Brasil,  não  só  é  CEGA,  mas  “BURRA”,  pois,  não  consegue  definir
com  clareza  o  que  é  Direito,  o  que  é  Lei,  o  que  é  JUSTO,  o  que
LEGÍTIMO, o que é Permitido, de tal forma, que embates, como o acima
mencionado,  são  apenas  e  tão  somente,  reconhecidos  com
inaceitáveis, mas, na essência, inaceitáveis calcado em algo,  que,  me
esforço,  me  esforço,  tento  me  esforçar  mais  um  pouco,  e  não
consigo,  vislumbrar,  qualquer  “coisa”  que  explique,  que  justifique,  a
“baderna  institucionalizada”,  exceção  feita,  ao  “CAOS  JURÍDICO”
alicerçado  no  “PURO  FAZER  DE  CONTAS”  em  que  historicamente
“SOBREVIVE” a Sociedade Brasileira.
 
            Quando então, deve ser ressaltado, o fato, concreto, de que VANS
foram  CRIMINALIZADAS,  e  a  Uber,  introduziu,  a  indecorosa,  abjeta,
imoral,  e  Amoral,  “LOTADA”  em  seus  serviços,  isto  é,  o  carro  que  esta
servindo  a  um  “passageiro”,  pode,  em  conveniência  do  motorista,  ao
longo do percurso, atender a “outro(s) passageiro(s)”,  mesmo que seja
necessário desviar do itinerário natural.
 
                        Igualmente.  o  tratamento  diferenciado, e exclusivo,  dado  aos
Militares  integrantes  das  Forças  Armadas,  quando  da  discussão,  no
Congresso  Nacional,  da    reforma  da  Previdência,  uma  vez  que,  já  foi
anunciado  que  nesta  revisão,  Estes  estarão  excluídos,  nos  permite
afirmar,  sem  medo  de  errar,  que  qualquer  seu  projeto,  nascerá  sob  o
estigma  da  INCONSTITUCIONALIDADE,  em  função,  da  quebra  da

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estigma  da  INCONSTITUCIONALIDADE,  em  função,  da  quebra  da
ISONOMIA,  algo,  inconcebível,  inaceitável,  que,  relutantemente,
entendo, vir, a explicar, o imediato, e incondicional, apoio das Forças
Armadas a TUDO que aí esta.
 
           Afinal no site oficial do Supremo Tribunal Federal, na página “A
Constituição e o Supremo”, nos assegura a certeza de que não basta o
Congresso Nacional decidir, é imperioso, que seja Legítimo,  Justo,  e
Legal, uma vez que, consta:
 

http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
 
              “Separação  dos  poderes.  Possibilidade  de  análise  de  ato  do  Poder
Executivo pelo Poder Judiciário. (...) Cabe ao Poder Judiciário a análise
da  legalidade  e  constitucionalidade  dos  atos  dos  três  Poderes
constitucionais, e, em vislumbrando mácula no ato impugnado, afastar a
sua  aplicação.”  (AI  640.272­AgR,  Rel.  Min.  Ricardo  Lewandowski,
julgamento em 2­10­09, 1ª Turma, DJ de 31­10­07). No mesmo sentido: AI
746.260­AgR,  Rel.  Min.  Cármen  Lúcia,  julgamento  em  9­6­09,  1ª  Turma,
DJE de 7­8­09.
 

                      "Ninguém  é  obrigado  a  cumprir  ordem  ilegal,  ou  a  ela  se
submeter, ainda que emanada de autoridade judicial. Mais: é dever de
cidadania opor­se à ordem ilegal; caso contrário, nega­se o Estado de
Direito."  (HC  73.454,  Rel.  Min.  Maurício  Corrêa,  julgamento  em  22­4­96,
2ª Turma, DJ de 7­6­96)
 

            "A decisão, como ato de inteligência, há de ser a mais completa
e  convincente  possível.  Incumbe  ao  Estado­Juiz  observar  a  estrutura
imposta  por  lei,  formalizando  o  relatório,  a  fundamentação  e  o
dispositivo.  Transgride  comezinha  noção  do  devido  processo  legal,
desafiando  os  recursos  de  revista,  especial  e  extraordinário
pronunciamento  que,  inexistente  incompatibilidade  com  o  já  assentado,
implique recusa em apreciar causa de pedir veiculada por autor ou réu.
         O juiz é um perito na arte de proceder e julgar, devendo enfrentar
as matérias suscitadas pelas partes, sob pena de, em vez de examinar
no todo o conflito de interesses, simplesmente decidi­lo, em verdadeiro
ato de força, olvidando o ditame constitucional da fundamentação, o
princípio  básico  do  aperfeiçoamento  da  prestação  jurisdicional.”  (RE
435.256, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 26­5­09, 1ª Turma, DJE
de 21­8­09)
 

                        “Devem  ser  postos  em  relevo  os  valores  que  norteiam  a
Constituição e que devem servir de orientação para a correta interpretação
e  aplicação  das  normas  constitucionais  e  apreciação  da  subsunção,  ou
não,  da  Lei  n.  8.899/94  a  elas.  Vale,  assim,  uma  palavra,  ainda  que
brevíssima,  ao  Preâmbulo  da  Constituição,  no  qual  se  contém  a
explicitação dos valores que dominam a obra constitucional de 1988 (...).
Não apenas o Estado haverá de ser convocado para formular as políticas
públicas que podem conduzir ao bem­estar, à igualdade e à justiça, mas a
sociedade haverá de se organizar segundo aqueles valores, a fim de
que  se  firme  como  uma  comunidade  fraterna,  pluralista  e  sem
preconceitos  (...).  E,  referindo­se,  expressamente,  ao  Preâmbulo  da
Constituição  brasileira  de  1988,  escolia  José  Afonso  da  Silva  que  ‘O
Estado Democrático de Direito destina­se a assegurar o exercício de
determinados  valores  supremos.  ‘Assegurar’,  tem,  no  contexto,
função de garantia dogmático­constitucional; não, porém, de garantia
dos valores abstratamente considerados, mas do seu ‘exercício’. Este
signo  desempenha,  aí,  função  pragmática,  porque,  com  o  objetivo  de
‘assegurar’, tem o efeito imediato de prescrever ao Estado uma ação em
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‘assegurar’, tem o efeito imediato de prescrever ao Estado uma ação em
favor  da  efetiva  realização  dos  ditos  valores  em  direção  (função  diretiva)
de  destinatários  das  normas  constitucionais  que  dão  a  esses  valores
conteúdo  específico’  (...).  Na  esteira  destes  valores  supremos
explicitados  no  Preâmbulo  da  Constituição  brasileira  de  1988  é  que
se  afirma,  nas  normas  constitucionais  vigentes,  o  princípio  jurídico
da solidariedade.” (ADI 2.649, voto da Min. Cármen Lúcia, julgamento em
8­5­08,  Plenário,  DJE  de  17­10­08)  como  também,  os  princípios  da
Segurança  (Inclusa  a  Jurídica),  da  Liberdade,  da  Justiça,  da
Igualdade,  que,  efetivamente,  permitirão  a  Construção  de  uma
Sociedade Livre, Justa e Fraterna. (Plinio Marcos Moreira da Rocha)
 

                        “O  sistema  público  de  previdência  social  é  fundamentado  no
princípio da solidariedade (art. 3º, I, da CB/1988), contribuindo os ativos
para  financiar  os  benefícios  pagos  aos  inativos.  Se  todos,  inclusive
inativos  e  pensionistas,  estão  sujeitos  ao  pagamento  das  contribuições,
bem como aos aumentos de suas alíquotas, seria flagrante a afronta ao
princípio da isonomia se o legislador distinguisse, entre os beneficiários,
alguns  mais  e  outros  menos  privilegiados,  eis  que  todos  contribuem,
conforme  as  mesmas  regras,  para  financiar  o  sistema.  Se  as  alterações
na  legislação  sobre  custeio  atingem  a  todos,  indiscriminadamente,  já
que  as  contribuições  previdenciárias  têm  natureza  tributária,  não  há  que
se  estabelecer  discriminação  entre  os  beneficiários,  sob  pena  de
violação  do  princípio  constitucional  da  isonomia.”  (RE  450.855­AgR,
Rel. Min. Eros Grau, julgamento em 23­8­2005, Primeira Turma, DJ de 9­
12­2005.)
 
                      “Enquanto  os  direitos  de  primeira  geração  (direitos  civis  e
políticos)  –  que  compreendem  as  liberdades  clássicas,  negativas  ou
formais  –  realçam  o  princípio  da  liberdade  e  os  direitos  de  segunda
geração (direitos econômicos, sociais e culturais) – que se identifica com
as  liberdades  positivas,  reais  ou  concretas  –  acentuam  o  princípio  da
igualdade, os direitos de terceira geração, que materializam poderes de
titularidade  coletiva  atribuídos  genericamente  a  todas  as  formações
sociais,  consagram  o  princípio  da  solidariedade  e  constituem  um
momento  importante  no  processo  de  desenvolvimento,  expansão  e
reconhecimento  dos  direitos  humanos,  caracterizados,  enquanto  valores
fundamentais  indisponíveis,  nota  de  uma  essencial  inexauribilidade.”  (MS
22.164, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 30­10­1995, Plenário, DJ
de 17­11­1995.)
 
          “O princípio da isonomia, que se reveste de auto­aplicabilidade,
não é – enquanto postulado fundamental de nossa ordem político­jurídica
–  suscetível  de  regulamentação  ou  de  complementação  normativa.  Esse
princípio  –  cuja  observância  vincula,  incondicionalmente,  todas  as
manifestações  do  Poder  Público  –  deve  ser  considerado,  em  sua
precípua  função  de  obstar  discriminações  e  de  extinguir  privilégios
(RDA  55/114),  sob  duplo  aspecto:  (a)  o  da  igualdade  na  lei;  e  (b)  o  da
igualdade  perante  a  lei.  A  igualdade  na  lei  –  que  opera  numa  fase  de
generalidade  puramente  abstrata  –  constitui  exigência  destinada  ao
legislador  que,  no  processo  de  sua  formação,  nela  não  poderá  incluir
fatores  de  discriminação,  responsáveis  pela  ruptura  da  ordem
isonômica.  A  igualdade  perante  a  lei,  contudo,  pressupondo  lei  já
elaborada,  traduz  imposição  destinada  aos  demais  poderes  estatais,
que,  na  aplicação  da  norma  legal,  não  poderão  subordiná­la  a
critérios  que  ensejem  tratamento  seletivo  ou  discriminatório.  A
eventual  inobservância  desse  postulado  pelo  legislador  imporá  ao  ato
estatal por ele elaborado e produzido a eiva de inconstitucionalidade.” (MI
58, Rel. p/ o ac. Min. Celso de Mello, julgamento em 14­12­1990, Plenário,
DJ de 19­4­1991.)
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&th=158b1e718744ed24&siml=158b1e718744ed24

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Gmail ­ A “República de Bananas” e sua Amoralidade

DJ de 19­4­1991.)
 
­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­  ALERTA ­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­
 
        Somente  o  comportamento  do  Supremo  Tribunal  Federal,
“contaminado”  por  “meninos  que  brincam  em  tribunal  nazista”,  que,
em  alguns  casos,  ainda  que  tardiamente,  “se  PERCEBEM  ,  numa
República  de  Bananas”,  relacionado  a  AUTOMATICIDADE  da
ACEITAÇÃO,  entre  outros,  dos  instrumentos  jurídicos  PEC  –  Projeto  de
Emenda  Constitucional,  mesmo  que  “CASUÍSTICAS”,  nos  permite
EXPLICAR,  nunca  JUSTIFICAR,  o  MEDO,  o  ASSOMBRO,  e  o  PAVOR,
pelas  manobras Abjetas,  Indecorosas,  Imorais,  e  Amorais,  em  curso,
no  Congresso  Nacional,  em  que,  presumivelmente  serão  ANISTIADOS
todos  os  CRIMINOSOS,  que  “se  loclupetaram,  e  se  locupletam,  do
dinheiro de um País de Miseráveis”, fazendo uma analogia a dito de fhc,
principalmente,  quando  a  “saída  de  geddel”,  provocou  pelo  Presidente
da  República,  pelo  Presidente  do  Senado  Federal,  e  pelo  Presidente
da  Câmara  de  Deputados,  sem  qualquer  participação,  da  Presidente
do Supremo Tribunal Federal, e do Procurador­Geral da República,  o
COMPROMISSO de que NÃO HAVERÁ ANISTIA AO CAIXA 2.
           
            O colocado acima, nos a permite afirmar, sem medo de errar, que
a  República  Federativa  do  Brasil,  uma  verdadeira  “República  de
Bananas”,  é  HOJE,  uma  BOMBA  ATÔMICA,  prestes  a  explodir,
principalmente,  quando  a  manipulação  do  “sentimento  sentido”  do
POVO  Brasileiro,  de  forma  massificada,  vem  sistematicamente  os
orientando  a  efetuar  “manifestações  de  rua”,  uma  vez  que,  a  partir  do
momento  que  estas  existirem,  com  a  participação  significativa  de  sua
parcela,  o  descontrole  será  INEVITÁVEL,  onde  um  de  seus
desdobramentos  naturais  será,  Brasileiros  MATANDO  Brasileiros,  por
“sentimentos  partidários”,  e/ou  “sentimentos  separatistas”,  num
contexto, onde a miscigenação é de RAÇAS, e  de REGIÕES.
 
                        Logo,  como  aceitar,  e  entender,  que  um  POVO  de  Índole
Pacifista,  possa,  ser  conduzido,  de  forma  tão  clara,  e  tão
irresponsável,  “às  vias  de  fato”,  sem  que  qualquer  Autoridade
Institucional,  venha  a  EXIGIR  MORALIDADE,  no  trato  com  as  “Coisas
Públicas”,  incluso  Recursos  Materiais,  Recursos  Humanos,  e
principalmente, a ORDEM JURÍDICA.
 
 
Atenciosamente,
 

Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha
 

“Colando”  (copiando)  Grau  de  Doutor,  com  Doutorado  em  Direito  de
“Merda”  (inexistente),  em  Estabelecimento  de  “Merda”  (inexistente),
reconhecido  pelo  Ministério  de  Estado  da  Educação  de  “Merda"  (que
TUDO assiste, duplo sentido), de um Estado de Direito de “Merda” (que
TUDO  permite),  conforme  o  documento  “Resposta  a  Sérgio  Rodas  de
um  Cinquentão  com  Índole  de  Jovem”,  onde  estamos  utilizando  do
direito  de  resposta,  face  a  tendenciosa,  e  achincalhada,  “avaliação”  do
documento  “Petição  como  Amicus  curiae”,  feita,  e  publicada,  pelo
“repórter” Sérgio Rodas da Revista Consultor Jurídico.
 

https://pt.scribd.com/doc/282176485/Resposta­a­Sergio­Rodas­de­Um­
Cinquentao­Com­Indole­de­Jovem 
http://www.conjur.com.br/2015­set­16/cinquentao­indole­jovem­participar­
julgamento­stf
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&th=158b1e718744ed24&siml=158b1e718744ed24

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Gmail ­ A “República de Bananas” e sua Amoralidade
julgamento­stf
https://pt.scribd.com/document/142382500/Porque­Sou­Doutor­Em­Direito­
de­Merda

 

           Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 – LEME – Rio de Janeiro –
RJ
           CEP – 22.010­010
           Tel. (Res) 2542­7710           
           Tel. (Cel) 9 8618­3350
 

Penso, não só Existo, Me Faço PRESENTE
 

Um Cinquentão com índole de um Jovem revolucionário apaixonado por
TUDO que se envolve, por isso, tem a Despreocupação Responsável em
MUDAR Conceitos e Valores.
 

A Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e Valores
La leggerezza responsabile di MODIFICARE Concetti e Valori
Die Nachlässige verantwortlich zu ändern Konzepte und Werte
Descuidos a la Responsable de CAMBIAR conceptos y valores
De onzorgvuldige Verantwoordelijke VERANDERING van concepten en
Waarden
The Responsible Easiness in CHANGING Concepts and Values
Le négligent responsable de changement Concepts et valeurs
                                                                                                  ‫ﺇﻫﻣﺎﻝ‬ ‫ﺇﻥ‬
‫ﻭﺍﻟﻘﻳﻡ‬ ‫ﺍﻟﻣﻔﺎﻫﻳﻡ‬ ‫ﺗﻐﻳﻳﺭ‬ ‫ﺇﻟﻰ‬ ‫ﺍﻟﻣﺳﺅﻭﻟﻳﻥ‬
不注意な変更概念と値に責任
 

Analista  de  Sistemas,  presumivelmente  único  Cidadão  Brasileiro
COMUM,  que  mesmo  não  tendo  nível  superior  completo  (interrompi  o
Curso  de  Executivo,  com  o  primeiro  semestre  completo  em  1977),
portanto, não sendo Advogado, nem Bacharél, nem Estudante de Direito,
teve  suas  práticas  inscritas  nas  6ª,  e  7ª,  edições  do  Prêmio
INNOVARE,  ambas  calcadas  no  CAOS  JURÍDICO  que  tem  como
premissa  o  PURO  FAZER  DE  CONTAS,  reconhecidas,  e  DEFERIDAS
pelo  Conselho  Julgador,  conforme  o  documento  INNOVARE  Um
Brasileiro COMUM No Meio Juridico II.
 

http://pt.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE­Um­Brasileiro­COMUM­No­
Meio­Juridico­II   
 
 

Se você não deseja mais receber nossos e­mails,  cancele a sua inscrição aqui.  

https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&th=158b1e718744ed24&siml=158b1e718744ed24

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