02/12/2016

Gmail ­ Carmén Lúcia, Aposentadoria é PUNIÇÃO ?

Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

Carmén Lúcia, Aposentadoria é PUNIÇÃO ? 
1 mensagem
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcos@pliniomarcosmr.com.br>
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2 de dezembro de 2016 17:20

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Carmén Lúcia,
Aposentadoria é PUNIÇÃO ?
 
https://pt.scribd.com/
document/332972148/Carmen­
Lucia­Aposentadoria­e­
PUNICAO
 
Estamos, 
empiricamente,
tentando  questionar,  a  partir
de 
Declaração 
sem
Respaldo,  da  Presidente  do
Supremo  Tribunal  Federal,
com  fatos,  concretos,  da  mais
PURA  IMPUNIDADE,  do  mais
PURO  ABUSO  DE  PODER,
perpetrados 
por 
Juízes,
transformando, “Despachos”,
em  “peças  DECISÓRIAS”,  as
vezes, 
em 
“peças
CRIMINOSAS”,  tanto  uma
como  outra,  sem  “qualquer
FUNDAMENTAÇÃO”, 
que
permitem  enveredar 
por
reflexões 
outras, 
que
envolvem 
as 
diversas
incoerências 
do 
Poder
Judiciário  Brasileiro,  que,
apenas  e  tão  somente,
PREJUDICA, 
e
ENVERGONHA,  a  Sociedade
Brasileira,  de  tal  forma,  ser
possível, 
mesmo 
que
injustamente, 
alcunhá­la
como  uma  Sociedade  de
Ignorantes,  e  uma  Sociedade
de Alienados,  uma  Sociedade
de  Bárbaros,  quiçá  uma
Sociedade de Cruéis.
 
Afinal,  é  inconcebível,  é
inaceitável, 
que
Aposentadoria  compulsória,
com 
vencimentos
INTEGRAIS,  seja  PUNIÇÃO,
mais gravosa a ser aplicada a
um Juiz de Direito.
 
Plinio Marcos
 
 

 Carmén Lúcia, Aposentadoria é PUNIÇÃO ?
 

 
          No  Brasil,  que  é  “Terra  de  Zé  NINGUÉM”,  onde  o  “Judiciário
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PROTEGE,  e  PERSEGUE,  politicamente”,  para  alguns  que  não  Eu,  é

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          No  Brasil,  que  é  “Terra 
de  Zé  NINGUÉM”,  onde  o  “Judiciário
PROTEGE,  e  PERSEGUE,  politicamente”,  para  alguns  que  não  Eu,  é
possível,  é  crível,  é  legítimo,  é  legal,  é  constitucional,  entender,  e
aceitar,  que  a  Presidente  do  Supremo  Tribunal  Federal,  esteja
COBERTA  DE  RAZÃO,  ao  AFIRMAR  que  os  Juízes,  já  são  PUNIDOS,
por  ABUSO  DE  PODER,  em  função  da  aplicação  do  Estatuto  da
Magistratura,  uma  vez  que,  no  Brasil,  na  Prática,  o  Sistema  Jurídico  é
DECISÓRIO,  caracterizado,  muitas  vezes,  pela  AUSÊNCIA  de
FUNDAMENTAÇÃO, 
onde 

DNA 
(Obrigatoriedade 
da
FUNDAMENTAÇÃO)  do  Estatuto  da  Magistratura  é  PUERILMENTE
IGNORADO,  que  por  NEFAS,  ELIMINA,  todos  os  referenciais  da
Construção  de  uma  Sociedade  LIVRE,  JUSTA  e  SOLIDÁRIA,
possivelmente, calcados, no IDEAL DE JUSTIÇA.
 
              Esta  situação  toma  vulto,  exacerbado,  quando  algum(ns)
“menino(s)  que  brinca(m)  em  um  tribunal  nazista”, reconhece(m)  que
Legisladores  ORDINÁRIOS  (em  Duplo  sentido),  podem,  sem  qualquer
respaldo  SIGNIFICATIVO,  e  FUNDAMENTADO,  descaracterizar,  o  que
Legisladores  CONSTITUCIONAIS,  especificaram  na  “NOVA  ORDEM
Jurídica”,  no  concreto,  da  Constituição  da  República  Federativa  do
Brasil, promulgada em 1988.
 

 

             As notícias “Presidente do CNJ diz que juízes devem ser éticos
e sérios”, http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016­09/presidente­
do­cnj­diz­que­juizes­devem­ser­eticos­e­serios  ,  “Presidente  do  STF
recebe  carta  aberta  contra  corrupção  e  impunidade”,
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=330963
,  '“Nunca  se  conseguiu,  nem  se  conseguirá,  calar  a  Justiça",  afirma
Cármen  Lúcia',  http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?
idConteudo=330793  ,  nos  apresentam,  a  estapafúrdia,  certeza,  de  que,
manipulações  pueris,  tentam  preservar  “interesses  corporativistas”,
uma  vez  que,  Juiz  condenado  por  favorecer  “Amigos”,  teve  como
“PUNIÇÃO”, a “pena de censura”, muito embora, sua “PIOR” pena fosse
a “Aposentadoria Compulsória”, com “vencimentos INTEGRAIS”.
 
            Afinal, como entender, e aceitar, que, CRIMINOSOS, travestidos de
Juízes,  tenham  como  PUNIÇÃO,  a  mais  INDECOROSA,  IMORAL,
AMORAL,  ABJETA  e  ILEGÍTIMA,  APOSENTADORIA  compulsória,  com
vencimentos  INTEGRAIS,  algo,  que  é  de  um  SURREALISMO
“DANTESCO”,  inimaginável,  inconcebível,  de  tal  forma,  que  me  faz,
questionar, se o voto, proferido, no julgamento da ADI 2.649, em 8­5­08,
Plenário, DJE de 17­10­08, abaixo reproduzido, é realMENTE, da, então
Ministra,  e  Atual  Presidente,  do  Supremo  Tribunal  Federal,  Sra.
Cármen Lúcia.
 

                      Razão  pela  qual  reapresento  o  documento  “Petição  Amicus
Curiae  ­  STF  ­  Juiz  é  DEUS  porque  TUDO  PODE”,
https://pt.scribd.com/doc/317081800/Peticao­Amicus­Curiae­STF­Juiz­e­
DEUS­Porque­TUDO­PODE  ,  onde  estamos  contestando  o  entendimento
restritivo  do  Supremo  Tribunal  Federal  quanto  as  Atribuições  e
Responsabilidades  do  Conselho  Nacional  de  Justiça,  que  hoje  já  é
objeto de apreciação no CNJ, uma vez que, o Estatuto da Magistratura
tem  em  seu  cerne  o  DNA  –  Constitucional  de  que  “todas  as  decisões
devem  ser  fundamentadas  sob  pena  de  serem  nulas”,  ressaltando  que
na  atribuição  administrativa  esta  incluso  a  FISCALIZAÇÃO  do
cumprimento  do  Estatuto  da  Magistratura,  portanto,  CABE  ao
Conselho  Nacional  de  Justiça  a  Fiscalização  da  QUALIDADE  da
Fundamentação,  sem  que  para  isto  seja  necessário  avaliar  o  mérito  da
demanda, reconhecendo sua nulidade quando a mesma for insuficiente,

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demanda, reconhecendo sua nulidade quando a mesma for insuficiente,
ou  puro  abuso  de  poder.  Afinal,  o  Conselho  Nacional  de  Justiça
representa  os  interesses  Fiscalizadores  da  Sociedade  Brasileira  que,
formalmente foi inserida no Poder Judiciário, com o, concreto objetivo,
de alcançar, o IDEAL DE JUSTIÇA.
 

            Razão pela qual reapresento o documento “Representação  14ª
Câmara  Cível  LEGITIMA  Carteirada”,  https://pt.scribd.com/doc/
248496188/Representacao­14%C2%AA­Camara­C...,  onde  estamos
representando contra a 14ª Câmara Cível do Estado do Rio de Janeiro,
frente  a  sua  concreta  INOPERÂNCIA,  no  processo  nº0176073­
33.2011.8.19.0001,  uma  vez  que,  por  ignorância,  ou  em  conveniência
corporativista,  sob,  e  com  base,  no  Direito  Constituído,  reconheceu
uma  “Carteirada”,  como  LEGÍTIMA,  onde,  temos  a  certeza,  de  que  o
IDEAL  DE  JUSTIÇA,  NÃO  é  uma  REALIDADE,  e  TÃO  POUCO  seja
motivo de ORGULHO, de um POVO trabalhador, e merecedor, de TODO,
e  QUALQUER,  RESPEITO,  de  tal  forma,  que  a  mínima  possibilidade,
desta  prática,  deveria,  no  mínimo,  ser  coibida,  e  estirparda,  do
inconsciente,  e  consciente,  coletivo,  uma  vez  que,  esta  calcada  em
atitude  abjeta,  indecorosa,  imoral,  e  amoral,  principalmente,  no  caso
em  questão,  por  ter  sido  perpretada,  por  um  Juiz  de  Direito,
Responsável  primeiro,  por  Zelar,  Preservar,  e  Fazer  Cumprir,  em
Plenitude, o Direito Constituído.
 

             Razão pela qual reapresento o documento “Representação  36ª
Vara 
Cível 
LEGITIMA 
Carteirada”, 
https://pt.scribd.com/doc/
248495946/Representacao­36%C2%AA­Vara­Civ..., 
onde 
estamos
representando contra o Magistrado da 36ª Vara Cível do Estado do Rio
de  Janeiro,  frente  a  sua  concreta  INOPERÂNCIA,  no
processo nº0176073­33.2011.8.19.0001, uma vez que, por ignorância, ou
em  conveniência  corporativista,  sob,  e  com  base,  no    Direito
Constituído,  reconheceu  uma  “Carteirada”,  como  LEGÍTIMA,  onde,
temos  a  certeza,  de  que  o  IDEAL  DE  JUSTIÇA,  NÃO
é  uma  REALIDADE,  e  TÃO  POUCO  seja  motivo  de  ORGULHO,  de
um 
POVO 
trabalhador, 

merecedor, 
de 
TODO,
e  QUALQUER,  RESPEITO,  de  tal  forma,  que  a  mínima  possibilidade,
desta  prática,    deveria,  no  mínimo,  ser  coibida,  e  estirparda,
do  inconsciente,  e  consciente,    coletivo,  uma  vez  que,  esta
calcada  em  atitude  abjeta,  indecorosa,  imoral,  e  amoral,
principalmente,  no  caso  em  questão,  por  ter  sido  perpretada,  por
um  Juiz  de  Direito,    Responsável  primeiro,  por  Zelar,  Preservar,
e Fazer Cumprir, em Plenitude, o Direito Constituído.
 

                Razão pela qual reapresento o documento “Situação Atual do
e­CNJ  Processo  0006149­17­2015­2­00­000  ­  DNA  Constitucional”,
https://pt.scribd.com/doc/307689479/Situacao­Atual­do­e­CNJ­Processo­
0006149­17­2015­2­00­000­DNA­Constitucional 

onde 
estamos
apresentando o nosso esforço “hercúleo” para que o Conselho Nacional
de  Justiça,  criado  para  Fiscalizar  Financeiramente,  e
Administrativamente,  o  Poder  Judiciário,  em  nome  da  Sociedde
Brasileira,  entenda  a  Importância,  e  Relevância,  do  DNA
Constitucional,  nas  Atribuições,  e  Responsabilidades,  Deste
Conselho.  Afinal  o  DNA  Constitucional  esta  especificado  no  Art.  93  da
Constituição  da  República  Federativa  do  Brasil,  onde  consta  que  o
Estatuto  da  Magistratura  tem  como  PRÍNCIPIO  (Constitucional)  “que
todos  os  julgamentos  dos  órgãos  do  Poder  Judiciário  serão  públicos,  e
fundamentadas  todas  as  decisões,  sob  pena  de  nulidade”,  associado
com o Art. 103­B., § 4º, da Constituição Federal , onde esta especificado,
que  ao  Conselho  Nacional  de  Justiça  “COMPETE  além  de  outras
atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura:  I  ­
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&th=158c0fb20686b571&siml=158c0fb20686b571

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atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura:  I  ­
zelar  pela  autonomia  do  Poder  Judiciário  e  pelo  cumprimento  do
Estatuto  da  Magistratura,  podendo  expedir  atos  regulamentares,  no
âmbito  de  sua  competência,  ou  recomendar  providências;”.  Nossa
preocupação  esta  relacionada  ao  fato  de  que  a  última  decisão  da
Corregedora Nacional de Justiça ocorreu em 11/02/2016, contudo só foi
anexado  aos  Autos  em  23/02/2016,  dia  em  que  presumivelmente  foi
arquivada  definitivamente,  em  função  da  decisão,  que  nela  estava
determinada,  quando  então,  coloco  sem  medo  de  errar,  que  tal
arquivamento  é  um  GRITANTE  impecilho  a  Ampla  Defesa  e  qualquer
possibilidade de Contraditório, razão pela qual, chamo a atenção para o
fato concreto de que meus Embargos de Declaração foram anexados ao
Processo  em  24/02/2016  às  00:43:55,  uma  vez  que,  somente  posso
atuar em horário de laser, pois, não sou Advogado, e nem pretendo sê­lo.
 
 

                            Razão  pela  qual  reapresento  o  documento  “Representação
contra  a  Décima  Terceira  Câmara  Cível”,  https://pt.scribd.com/doc/
244951490/Representacao­Contra­a­Decima­T..., 
onde 
estamos
representando  contra  a  Décima  Terceira  Câmara  Cível  do  Estado  do
Rio  de  Janeiro,  frente  a  sua  concreta  INOPERÂNCIA,  no  processo
nº0398132­02­2009­8­19­0001,  uma  vez  que,  apesar  dos  meus
“hercúleos”  esforços,  tem  sua  Decisão  Final  já  “transitada  em  julgado”,
agredindo, de forma mortal, o Direito Constituído.
 

                            Razão  pela  qual  reapresento  o  documento  “Representação
contra  a  Defensora  Pública  responsáveis  pela  13ª  Câmara  Cível”,
https://pt.scribd.com/doc/244950676/Representacao­Contra­a­Defensor...,
onde estamos representando contra a Defensora Pública responsável
pela Décima Terceira Câmara Cível do Estado do Rio de Janeiro, frente
a  sua  concreta  INOPERÂNCIA,  no  processo  nº0398132­02­2009­8­19­
0001,  uma  vez  que,  apesar  dos  meus  “hercúleos”  esforços,  tem  sua
Decisão  Final  já  “transitada  em  julgado”,  agredindo,  de  forma  mortal,  o
Direito Constituído.
 

                          Razão  pela  qual  reapresento  o  documento  “Representação
contra  Magistrados  da  15ª  Vara  Cível”,  https://pt.scribd.com/doc/
244950194/Representacao­Contra­Magistrado..., 
onde 
estamos
representando contra Magistrados da 15ª Vara Cível do Estado do Rio
de  Janeiro,  frente  a  sua  concreta  INOPERÂNCIA,  no  processo
nº0398132­02­2009­8­19­0001,  uma  vez  que,  apesar  dos  meus
“hercúleos”  esforços,  tem  sua  Decisão  Final  já  “transitada  em  julgado”,
agredindo, de forma mortal, o Direito Constituído.
 

                    Razão pela qual reapresento o documento “Representação
contra  Defensora  Pública  responsável  15ª  Vara  Cível”,
https://pt.scribd.com/doc/244949833/Representacao­Contra­Defensora­...,
onde estamos representando contra a Defensora Pública responsável
pela 15ª Vara Cível do Estado do Rio de Janeiro, frente a sua concreta
INOPERÂNCIA,  no  processo  nº0398132­02­2009­8­19­0001,  uma  vez
que,  apesar  dos  meus  “hercúleos”  esforços,  tem  sua  Decisão  Final  já
“transitada em julgado”, agredindo, de forma mortal, o Direito Constituído.
 
 

           Afinal no site oficial do Supremo Tribunal Federal, na página “A
Constituição e o Supremo”, nos assegura a certeza de que não basta o
Congresso Nacional decidir, é imperioso, que seja Legítimo,  Justo,  e
Legal, uma vez que, consta:
 

http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
 
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&th=158c0fb20686b571&siml=158c0fb20686b571

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              “Separação  dos  poderes.  Possibilidade  de  análise  de  ato  do  Poder
Executivo pelo Poder Judiciário. (...) Cabe ao Poder Judiciário a análise
da  legalidade  e  constitucionalidade  dos  atos  dos  três  Poderes
constitucionais, e, em vislumbrando mácula no ato impugnado, afastar a
sua  aplicação.”  (AI  640.272­AgR,  Rel.  Min.  Ricardo  Lewandowski,
julgamento em 2­10­09, 1ª Turma, DJ de 31­10­07). No mesmo sentido: AI
746.260­AgR,  Rel.  Min.  Cármen  Lúcia,  julgamento  em  9­6­09,  1ª  Turma,
DJE de 7­8­09.
 

                      "Ninguém  é  obrigado  a  cumprir  ordem  ilegal,  ou  a  ela  se
submeter, ainda que emanada de autoridade judicial. Mais: é dever de
cidadania opor­se à ordem ilegal; caso contrário, nega­se o Estado de
Direito."  (HC  73.454,  Rel.  Min.  Maurício  Corrêa,  julgamento  em  22­4­96,
2ª Turma, DJ de 7­6­96)
 

            "A decisão, como ato de inteligência, há de ser a mais completa
e  convincente  possível.  Incumbe  ao  Estado­Juiz  observar  a  estrutura
imposta  por  lei,  formalizando  o  relatório,  a  fundamentação  e  o
dispositivo.  Transgride  comezinha  noção  do  devido  processo  legal,
desafiando  os  recursos  de  revista,  especial  e  extraordinário
pronunciamento  que,  inexistente  incompatibilidade  com  o  já  assentado,
implique recusa em apreciar causa de pedir veiculada por autor ou réu.
         O juiz é um perito na arte de proceder e julgar, devendo enfrentar
as matérias suscitadas pelas partes, sob pena de, em vez de examinar
no todo o conflito de interesses, simplesmente decidi­lo, em verdadeiro
ato de força, olvidando o ditame constitucional da fundamentação, o
princípio  básico  do  aperfeiçoamento  da  prestação  jurisdicional.”  (RE
435.256, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 26­5­09, 1ª Turma, DJE
de 21­8­09)
 

                        “Devem  ser  postos  em  relevo  os  valores  que  norteiam  a
Constituição e que devem servir de orientação para a correta interpretação
e  aplicação  das  normas  constitucionais  e  apreciação  da  subsunção,  ou
não,  da  Lei  n.  8.899/94  a  elas.  Vale,  assim,  uma  palavra,  ainda  que
brevíssima,  ao  Preâmbulo  da  Constituição,  no  qual  se  contém  a
explicitação dos valores que dominam a obra constitucional de 1988 (...).
Não apenas o Estado haverá de ser convocado para formular as políticas
públicas que podem conduzir ao bem­estar, à igualdade e à justiça, mas a
sociedade haverá de se organizar segundo aqueles valores, a fim de
que  se  firme  como  uma  comunidade  fraterna,  pluralista  e  sem
preconceitos  (...).  E,  referindo­se,  expressamente,  ao  Preâmbulo  da
Constituição  brasileira  de  1988,  escolia  José  Afonso  da  Silva  que  ‘O
Estado Democrático de Direito destina­se a assegurar o exercício de
determinados  valores  supremos.  ‘Assegurar’,  tem,  no  contexto,
função de garantia dogmático­constitucional; não, porém, de garantia
dos valores abstratamente considerados, mas do seu ‘exercício’. Este
signo  desempenha,  aí,  função  pragmática,  porque,  com  o  objetivo  de
‘assegurar’, tem o efeito imediato de prescrever ao Estado uma ação em
favor  da  efetiva  realização  dos  ditos  valores  em  direção  (função  diretiva)
de  destinatários  das  normas  constitucionais  que  dão  a  esses  valores
conteúdo  específico’  (...).  Na  esteira  destes  valores  supremos
explicitados  no  Preâmbulo  da  Constituição  brasileira  de  1988  é  que
se  afirma,  nas  normas  constitucionais  vigentes,  o  princípio  jurídico
da solidariedade.” (ADI 2.649, voto da Min. Cármen Lúcia, julgamento em
8­5­08,  Plenário,  DJE  de  17­10­08)  como  também,  os  princípios  da
Segurança  (Inclusa  a  Jurídica),  da  Liberdade,  da  Justiça,  da
Igualdade,  que,  efetivamente,  permitirão  a  Construção  de  uma
Sociedade Livre, Justa e Fraterna. (Plinio Marcos Moreira da Rocha)

 
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&th=158c0fb20686b571&siml=158c0fb20686b571

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Sociedade Livre, Justa e Fraterna. (Plinio Marcos Moreira da Rocha)

 

                        “O  sistema  público  de  previdência  social  é  fundamentado  no
princípio da solidariedade (art. 3º, I, da CB/1988), contribuindo os ativos
para  financiar  os  benefícios  pagos  aos  inativos.  Se  todos,  inclusive
inativos  e  pensionistas,  estão  sujeitos  ao  pagamento  das  contribuições,
bem como aos aumentos de suas alíquotas, seria flagrante a afronta ao
princípio da isonomia se o legislador distinguisse, entre os beneficiários,
alguns  mais  e  outros  menos  privilegiados,  eis  que  todos  contribuem,
conforme  as  mesmas  regras,  para  financiar  o  sistema.  Se  as  alterações
na  legislação  sobre  custeio  atingem  a  todos,  indiscriminadamente,  já
que  as  contribuições  previdenciárias  têm  natureza  tributária,  não  há  que
se  estabelecer  discriminação  entre  os  beneficiários,  sob  pena  de
violação  do  princípio  constitucional  da  isonomia.”  (RE  450.855­AgR,
Rel. Min. Eros Grau, julgamento em 23­8­2005, Primeira Turma, DJ de 9­
12­2005.)
 
                      “Enquanto  os  direitos  de  primeira  geração  (direitos  civis  e
políticos)  –  que  compreendem  as  liberdades  clássicas,  negativas  ou
formais  –  realçam  o  princípio  da  liberdade  e  os  direitos  de  segunda
geração (direitos econômicos, sociais e culturais) – que se identifica com
as  liberdades  positivas,  reais  ou  concretas  –  acentuam  o  princípio  da
igualdade, os direitos de terceira geração, que materializam poderes de
titularidade  coletiva  atribuídos  genericamente  a  todas  as  formações
sociais,  consagram  o  princípio  da  solidariedade  e  constituem  um
momento  importante  no  processo  de  desenvolvimento,  expansão  e
reconhecimento  dos  direitos  humanos,  caracterizados,  enquanto  valores
fundamentais  indisponíveis,  nota  de  uma  essencial  inexauribilidade.”  (MS
22.164, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 30­10­1995, Plenário, DJ
de 17­11­1995.)
 
 
­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­  ALERTA ­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­
 
    Somente o comportamento do Poder Judiciário, e do Poder Ministério
Público,  “contaminado”  por  “meninos  que  brincam  em  tribunal
nazista”,  relacionado  ao,  concreto,  DESRESPEITO,  ao  DNA
Constitucional,  do  Estatuto  da  Magistratura,  PODE,  e  DEVE,
Substanciar  a  Criminalização,  dos  DESVIOS  de  Conduta,  e  dos
ABUSOS DE PODER, efetivamente, perpretados, pelo Poder Judiciário,
e  pelo  Poder  Ministério  Público,  ressaltando,  que  Estes,  mesmo
criminalizados,  devem  estar  sob  a  Responsabilidade  de
FISCALIZAÇÃO,  do  Conselho  Nacional  de  Justiça,  e  do  Conselho
Nacional  do  Ministério  Público,  respectivamente,  cujas  Presidências
não  deveriam  ser  Atribuições  do  Presidente  do  Supremo  Tribunal
Federal,  nem  do  Procurador­Geral  da  República,  em  função  de
simplório conflito de interesses.
           
              Aproveito para chamar a atenção para o vídeo “que nos permite
afirmar,  sem  medo  de  errar,  que,  a  pura,  e  a  simples,
Responsabilização  por  Desvio  de  Conduta,  ou  Abuso  de  Poder,  não
implica,  qualquer  tipo  de  CERCEAMENTO,  ao  PLENO,  ao  LEGÍTIMO,
exercício,  das  Atribuições  Funcionais,  de  Juízes,  e  de  Procuradores”,
https://www.facebook.com/pliniomarcosmr/videos/1749968108598467/  ,
onde  ressalto  a  importância,  e  relevância,  do  fato,  concreto,  de  que  a
CRIMINALIZAÇÃO de Desvios de Conduta, e de ABUSOS de PODER,
do  Poder  Judiciário,  e  do  Poder  Ministério  Público,  com  toda  a
CERTEZA, implica na garantia de que Estas, estarão, dentro do LINDES
da Legitimidade, da Ética, do Justo, e do Legal, que são os alicerces, e
as bases, naturais, do IDEAL de JUSTIÇA.
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&th=158c0fb20686b571&siml=158c0fb20686b571

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as bases, naturais, do IDEAL de JUSTIÇA.
 

               Pelo colocado acima, continuo percebendo, que a República
Federativa  do  Brasil,  ainda  hoje,  É,  efetivamente,  uma  verdadeira
“República de Bananas”, bem como, que, HOJE, mais do que ontem, É
uma  BOMBA  ATÔMICA,  prestes  a  explodir,  principalmente,  quando  a
manipulação  do  “sentimento  sentido”  do  POVO  Brasileiro,  de  forma
massificada,  vem  sistematicamente  os  orientando  a  efetuar
“manifestações  de  rua”,  uma  vez  que,  a  partir  do  momento  que  estas
existirem,  com  a  participação  significativa  de  sua  parcela,  o
descontrole  será  INEVITÁVEL,  onde  um  de  seus  desdobramentos
naturais  será,  Brasileiros  MATANDO  Brasileiros,  por  “sentimentos
partidários”,  e/ou  “sentimentos  separatistas”,  num  contexto,  onde  a
miscigenação é de RAÇAS, e de REGIÕES.
 

            Logo, como aceitar, e entender, que um POVO de Índole
Pacifista, possa, ser conduzido, de forma tão clara, e tão
irresponsável, “às vias de fato”, sem que qualquer Autoridade
Institucional, venha a EXIGIR MORALIDADE, no trato com as “Coisas
Públicas”, incluso Recursos Materiais, Recursos Humanos, e
principalmente, a ORDEM JURÍDICA.
 

            Com o intuito de enriquecer o colocado, listo abaixo, alguns
documentos já divulgados.
           
 
Atenciosamente,
 

Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha
 

“Colando”  (copiando)  Grau  de  Doutor,  com  Doutorado  em  Direito  de
“Merda”  (inexistente),  em  Estabelecimento  de  “Merda”  (inexistente),
reconhecido  pelo  Ministério  de  Estado  da  Educação  de  “Merda"  (que
TUDO assiste, duplo sentido), de um Estado de Direito de “Merda” (que
TUDO  permite),  conforme  o  documento  “Resposta  a  Sérgio  Rodas  de
um  Cinquentão  com  Índole  de  Jovem”,  onde  estamos  utilizando  do
direito  de  resposta,  face  a  tendenciosa,  e  achincalhada,  “avaliação”  do
documento  “Petição  como  Amicus  curiae”,  feita,  e  publicada,  pelo
“repórter” Sérgio Rodas da Revista Consultor Jurídico.
 

https://pt.scribd.com/doc/282176485/Resposta­a­Sergio­Rodas­de­Um­
Cinquentao­Com­Indole­de­Jovem 
http://www.conjur.com.br/2015­set­16/cinquentao­indole­jovem­participar­
julgamento­stf
https://pt.scribd.com/document/142382500/Porque­Sou­Doutor­Em­Direito­
de­Merda
 

           Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 – LEME – Rio de Janeiro –
RJ
           CEP – 22.010­010
           Tel. (Res) 2542­7710           
           Tel. (Cel) 9 8618­3350
 

Penso, não só Existo, Me Faço PRESENTE
 

Um Cinquentão com índole de um Jovem revolucionário apaixonado por
TUDO que se envolve, por isso, tem a Despreocupação Responsável em
MUDAR Conceitos e Valores.
 

A Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e Valores
La leggerezza responsabile di MODIFICARE Concetti e Valori

https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&th=158c0fb20686b571&siml=158c0fb20686b571

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La leggerezza responsabile di MODIFICARE Concetti e Valori
Die Nachlässige verantwortlich zu ändern Konzepte und Werte
Descuidos a la Responsable de CAMBIAR conceptos y valores
De onzorgvuldige Verantwoordelijke VERANDERING van concepten en
Waarden
The Responsible Easiness in CHANGING Concepts and Values
Le négligent responsable de changement Concepts et valeurs
                                                                                                  ‫ﺇﻫﻣﺎﻝ‬ ‫ﺇﻥ‬
‫ﻭﺍﻟﻘﻳﻡ‬ ‫ﺍﻟﻣﻔﺎﻫﻳﻡ‬ ‫ﺗﻐﻳﻳﺭ‬ ‫ﺇﻟﻰ‬ ‫ﺍﻟﻣﺳﺅﻭﻟﻳﻥ‬
不注意な変更概念と値に責任
 

Analista  de  Sistemas,  presumivelmente  único  Cidadão  Brasileiro
COMUM,  que  mesmo  não  tendo  nível  superior  completo  (interrompi  o
Curso  de  Executivo,  com  o  primeiro  semestre  completo  em  1977),
portanto, não sendo Advogado, nem Bacharél, nem Estudante de Direito,
teve  suas  práticas  inscritas  nas  6ª,  e  7ª,  edições  do  Prêmio
INNOVARE,  ambas  calcadas  no  CAOS  JURÍDICO  que  tem  como
premissa  o  PURO  FAZER  DE  CONTAS,  reconhecidas,  e  DEFERIDAS
pelo  Conselho  Julgador,  conforme  o  documento  INNOVARE  Um
Brasileiro COMUM No Meio Juridico II.
 

http://pt.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE­Um­Brasileiro­COMUM­No­
Meio­Juridico­II   

 
 
Reapresento  o  documento  A  “República  de  Bananas”  e  sua  Amoralidade,
https://pt.scribd.com/document/332679706/A­Republica­de­Bananas­e­sua­Amoralidade 
,
onde estamos, empiricamente, tentando avaliar, a partir de Despachos sem Respaldo, fatos,
concretos,  que  permitem  enveredar  por  reflexões  outras,  que  envolvem  as  diversas
incoerências  do  Poder  Judiciário  Brasileiro,  que,  apenas  e  tão  somente,  PREJUDICA,  e
ENVERGONHA, a Sociedade Brasileira, de tal forma, ser possível, mesmo que injustamente,
alcunhá­la  como  uma  Sociedade  de  Ignorantes,  e  uma  Sociedade  de  Alienados,  uma
Sociedade de Bárbaros, quiçá uma Sociedade de Cruéis.
 
Reapresento  o  documento  “Espelho  meu,  existe  alguém  mais  HIPÓCRITA  do  que  EU  ?”,
https://pt.scribd.com/document/332205570/Espelho­MEU­existe­alguem­mais­HIPOCRITA­do­
que­EU  ,  onde  estamos,  empiricamente,  tentando  avaliar,  a  partir  de  manifestação
HIPÓCRITA, fatos, concretos, que permitem enveredar por reflexões outras, que envolvem as
diversas incoerências do Poder Judiciário Brasileiro, que, apenas e tão somente, PREJUDICA,
e ENVERGONHA, a Sociedade Brasileira, de tal forma, ser possível, mesmo que injustamente,
alcunhá­la  como  uma  Sociedade  de  Ignorantes,  e  uma  Sociedade  de  Alienados,  uma
Sociedade de Bárbaros, quiçá uma Sociedade de Cruéis.
 
Reapresento  o  documento  “Tetos  Constitucionais  e  suas  Controvérsias  no  judiciário”,
https://pt.scribd.com/document/331462228/Tetos­Constitucionais­e­suas­Controversias­no­
Judiciario  ,  onde  estamos,  aturdido,  e  perplexo,  efetuando  empíricas  considerações,  ao
despropositado, ao incompatível, ao desesperado, ao indecoroso, ao imoral, comportamento
da  Presidente  do  Supremo  Tribunal  Federal,  que,  contrariando,  postura,  decisões,  e
interpretação,  do  Plenário  do  Supremo  Tribunal  Federal,  formalmente  reconhecida  pelo
Superior  Tribunal  de  Justiça,  e  pelo  Conselho  nacional  de  Justiça,  se  permite  “negociar”,
quando  então,  chamamos  a  atenção,  para  o  fato,  concreto,  de  que  várias  avaliações,  já
efetuadas, pelo Supremo Tribunal Federal, foram ao seu encontro, portanto, a questão esta,
ou  deveria  estar,  PACIFICADA  na  República  Federativa  do  Brasil,  caso  contrário,  estaremos
frente,  ao  “pior  dos  mundos”,  onde  a  Suprema  Corte  Constitucional,  fragorosamente,
DESRESPEITANDO, seu entendimento, e suas práticas jurisdicionais, RECONHECE, de forma
inquestionável,  e  irrefutável,  ser  o  implementador,  Irresponsável,  da  mais  ABSURDA
Insegurança jurídica.
 
Reapresento  o  documento  “Na  República  de  Bananas  o  DESEQUILÍBRIO  É  Moral”,
https://pt.scribd.com/document/328640340/Na­Republica­de­Bananas­o­DESEQUILIBRIO­E­
Moral  ,  onde  estamos,  empiricamente,  tentando  avaliar,  fatos,  concretos,  relacionado  à
Previdência,  e  a  Tetos  Constitucionais,  que  permitem  enveredar  por  reflexões  outras,  que
envolvem  as  diversas  incoerências  do  contexto  político  jurídico  Brasileiro,  que,  apenas  e  tão
somente,  PREJUDICA,  e  ENVERGONHA,  a  Sociedade  Brasileira,  de  tal  forma,  ser  possível,
mesmo que injustamente, alcunhá­la como uma Sociedade de Ignorantes, e uma Sociedade
de Alienados, uma Sociedade de Bárbaros, quiçá uma Sociedade de Cruéis.
 
Reapresento  o  documento  “To  be,  or  not  to  be,  (PARDON),  that  is  the  question”,
https://pt.scribd.com/document/328232841/To­Be­Or­Not­to­Be­PARDON­That­is­the­Question
,  onde  estamos,  empiricamente,  tentando  avaliar,  fatos,  concretos,  que  permitem  enveredar

https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&th=158c0fb20686b571&siml=158c0fb20686b571

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,  onde  estamos,  empiricamente,  tentando  avaliar,  fatos,  concretos,  que  permitem  enveredar
por  reflexões  outras,  que  envolvem  as  diversas  incoerências  do  contexto  jurídico­político
Brasileiro, que, apenas e tão somente, PREJUDICA, e ENVERGONHA, a Sociedade Brasileira,
de  tal  forma,  ser  possível,  mesmo  que  injustamente,  alcunhá­la  como  uma  Sociedade  de
Ignorantes,  e  uma  Sociedade  de  Alienados,  uma  Sociedade  de  Bárbaros,  quiçá  uma
Sociedade de Cruéis. Afinal, se INDULTA, porque CORRUPÇÃO NÃO MATA, mesmo que seja,
criminoso já condenado, réu em tantos processos, e investigado em outros vários processos,
contudo,  NÃO  SE  AVALIA  Habeas  Corpus  (HC  131033)  de  PERSEGUIDO  POLITICAMENTE,
que  INOCENTE,  foi  condenado  por  Tribunal  de  Exceção,  pelo  simples  fato,  concreto,  de
INCOMPETÊNCIA JURÍDICA (Duplo Sentido). Ser, ou NÃO Ser, (INDULTO), esta é a questão.
Afinal  é  possível,  que  alguém,  INDULTADO,  com  extinção  de  pena,  possa,  ainda  assim,
permanecer PRESO ?
 
Reapresento  o  documento  “Enquanto  isso,  na  República  de  Bananas...”,
https://pt.scribd.com/document/326316473/Enquanto­isso­na­Republica­de­Bananas  ,  onde
estamos,  empiricamente,  tentando  avaliar,  fatos,  concretos,  que  permitem  enveredar  por
reflexões  outras,  que  envolvem  as  diversas  incoerências  do  contexto  político  Brasileiro,  que,
apenas  e  tão  somente,  PREJUDICA,  e  ENVERGONHA,  a  Sociedade  Brasileira,  de  tal  forma,
ser possível, mesmo que injustamente, alcunhá­la como uma Sociedade de Ignorantes, e uma
Sociedade de Alienados, uma Sociedade de Bárbaros, quiçá uma Sociedade de Cruéis.
 
Reapresento  o  documento  “Judiciário  pratica  Proteção,  e  Perseguição,  Política”,
https://pt.scribd.com/document/325244615/Judiciario­Brasileiro­Protege­e­Persegue­
PoliticaMENTE  ,  onde  estamos,  empiricamente,  tentando  avaliar,  fatos,  concretos,  que
permitem  enveredar  por  reflexões  outras,  que  envolvem  as  diversas  incoerências  do  Poder
Judiciário Brasileiro, que, apenas e tão somente, PREJUDICA, e ENVERGONHA, a Sociedade
Brasileira,  de  tal  forma,  ser  possível,  mesmo  que  injustamente,  alcunhá­la  como  uma
Sociedade de Ignorantes, e uma Sociedade de Alienados, uma Sociedade de Bárbaros, quiçá
uma Sociedade de Cruéis.
 
Reapresento  o  documento  “Promiscuidade  Eleitoral  uma  REALIDADE  inconteste”,
https://pt.scribd.com/document/324055588/Promiscuidade­Eleitoral­uma­REALIDADE­
Inconteste  ,  onde  estamos,  empiricamente,  avaliando  os  pontos  apresentados  na  PEC
36/2016, que foi proposta pelo psdb, com relatoria do próprio psdb, ratificando, a crença, e a
certeza,  de  que  no  Brasil,  a  Legislação  Eleitoral,  é  MANIPULADA,  em  conveniência,  pelos
partidos  grandes,  bem  como,  que  algumas  PECs  tem  caráter  “CASUÍSTICO”,  com  a
OMISSÃO do Ministério Público, e do Supremo Tribunal Federal.
 
Reapresento o documento “Petição Amicus Curiae ­ STF ­ Boa Prática ­ Bandido Gênero
Feminino”, 
https://pt.scribd.com/doc/317091926/Peticao­Amicus­Curiae­STF­Boa­Pratica­
Bandido­Genero­Feminino , onde estamos contestando, o entendimento restritivo do Supremo
Tribunal  Federal,  quanto  ao  fato  de  insistir  em  IGNORAR,  que  a  Constituição  de  República
Federativa  do  Brasil,  promulgada  em  1988,  DETERMINA,  ainda  HOJE,  que  Tráfico  de
entorpecentes  e  drogas  afins,  deve  ser  EQUIPARADO,  à  Crime  Hediondo,  portanto,  é  pura
aberração  jurisdicional  que  uma  Lei  Ordinária  de  2006  possa  subverter  o  DETERMINADO
pela  Constituição  Federal,  principalmente,  quando  se  afirma  que  “correios”,  ou  “mulas”,  não
apresentam um perfil delinquencial típico por não possuirem “papel relevante”, principalmente,
porque  68%  das  mulheres  presas  estão  envovidas  com  o  tráfico.  Afinal,  como  entender,  e
aceitar,  que  “executores”  do  tráfico  de  entorpecentes  ou  drogas  afins,  não  tenham  “papel
relevante”,  apenas  e  tão  somente,  por  serem  “Mulheres”,  quando  estas  funções,  estão
relacionadas diretamente a necessidade de descentralizar o transporte das substâncias, de tal
forma, ficar difícil a qualquer aperelho repressor, sua localização, e apreenção.
 
 

Se você não deseja mais receber nossos e­mails,  cancele a sua inscrição aqui.  

https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&th=158c0fb20686b571&siml=158c0fb20686b571

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Notícias STF
Quinta-feira, 01 de dezembro de 2016
Presidente do STF recebe carta aberta contra corrupção e impunidade
Após uma manifestação em que centenas de juízes e
membros do Ministério Público deram um abraço
simbólico no edifício sede do Supremo Tribunal
Federal (STF), a ministra Cármen Lúcia, presidente
do STF, recebeu das mãos da presidente da Frente
Associativa da Magistratura e do Ministério Público
(Frentas), Norma Cavalcanti, na tarde desta
quinta-feira (1º/12), uma carta aberta contra a
corrupção e a impunidade. O movimento é um
protesto contra a aprovação, pela Câmara dos
Deputados, de dispositivo incluído no projeto de lei
de combate à corrupção que tipifica como crime de
abuso de autoridade determinadas ações de
magistrados e promotores.
Ao receber o documento, a ministra Cármen Lúcia
salientou que todos os juízes têm preocupação com a
democracia brasileira, e que os Três Poderes
constituídos (Judiciário, Executivo e Legislativo) têm
compromisso com o Brasil, com o povo brasileiro e estão interessados num Brasil melhor. “Estamos juntos para que a
Constituição seja garantida e tenhamos um país justo para todos”.
A presidente da Frente, que reúne diversas entidades, diz que a carta é uma forma de protesto e também um pedido à
presidente do Supremo para que oriente as categorias nesse momento difícil pelo qual passam o Judiciário e o Ministério
Público. Promotores e magistrados, que têm obrigação de investigar e punir, se for o caso, estão sendo perseguidos, disse
ela, num desvirtuamento total do projeto das 10 medidas contra a corrupção, que foi acolhido pela população brasileira.
De acordo com os autores da Carta, o país vive a iminência de grave atentado contra a independência e a autonomia da
magistratura e do Ministério Público brasileiros, tendo em vista “recentíssimas investidas de certos parlamentares que agora
propõem a criminalização da atividade judicial e ministerial”. Salientam que a independência da magistratura e do Ministério
Público são garantias constitucionais da cidadania, as quais permitem a atuação de seus membros “com destemor, sem
receio de represálias orquestradas por autoridades políticas, grupos econômicos, organizações de toda espécie ou
personagens influentes”.
Para as entidades que subscrevem o documento, o acréscimo de novos crimes de responsabilidade no “Projeto das 10
medidas contra a corrupção”, apreciado no Congresso Nacional, transformou-se em um projeto de intimidação de juízes,
promotores e procuradores nos esforços de combate à corrupção. “Combatamos todos juntos, com imparcialidade, justiça e
rigor jurídico, o bom combate republicano”.
Segundo a presidente da Frentas, que também preside a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp),
a magistratura e o Ministério Público não podem ser punidos porque estão cumprindo a Constituição e as leis do país. A
ideia, de acordo com ela, é buscar um diálogo com o Poder Legislativo, para que no Senado Federal haja uma discussão
para evitar que sejam aprovadas leis que possam ser consideradas inconstitucionais, como as que criminalizam a atuação
de magistrados e promotores. Com a discussão, disse ela, a esperança é que o Senado aprove um projeto muito melhor do
que o que foi aprovado na Câmara.
Para o presidente da Associação de Magistrados Brasileiros (AMB), juiz João Ricardo Costa, o que está acontecendo é que
está se acabando com um projeto de combate à corrupção que foi construído pela sociedade. “A transformação desse
projeto num projeto de blindagem dos agentes que estão envolvidos em investigações faz com que toda a magistratura e o
Ministério Público estejam aqui pedindo para a cidadania se mobilizar contra essa ação.” O presidente da Associação

02/12/2016 01:58

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Paulista de Magistrados (Apamagis), juiz Jayme Martins de Oliveira Neto, que assume este mês a presidência da AMB,
salientou que “o respeito à independência do Poder Judiciário está em jogo nesse momento”.
Já o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, José Robalinho Cavalcanti, disse que a entidade se
fez representar na manifestação para defender as prerrogativas da magistratura, para combater a impunidade e defender o
Brasil. “Que fique como símbolo para a população brasileira que os membros do MP e os magistrados se sentem
incomodados e atingidos por tentativas de combater sua independência de atuação”.
A Justiça Federal, hoje, comanda as principais operações policiais em curso no Brasil, incluindo a Lava-jato e Zelotes, entre
outras, lembrou o presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), juiz Roberto Veloso. Nessas operações, revelou o
magistrado, estão sendo presas pessoas que antes estavam imunes à jurisdição, situação que até há bem pouco tempo não
existia no Brasil. “Poderosos não eram presos. A partir do momento em que essas pessoas começaram a ser processadas, a
ser presas, e os processos começaram a andar, o que nós estamos vendo é uma proposta de retaliação da magistratura e
do Ministério Público.”, afirmou.
A carta é assinada pelos presidentes da AMB, da AJUFE, da ANPR, da Conamp, da Associação Nacional dos Procuradores do
Trabalho (ANPT), da Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM), da Associação do Ministério Público do
Distrito Federal e Territórios (AMPDFT), da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), da
Associação dos Magistrados (Amagis) e da Associação dos Magistrados da Justiça Militar da União (Amajum).
MB/EH

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02/12/2016 01:58

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