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ESUD 2013 X Congresso Brasileiro de Ensino Superior a Distância Belém/PA, 11 13 de junho de 2013 - UNIREDE

PROPOSTA DE MELHORIA NA INTERFACE DO MOODLE

Teste de Usabilidade com alunos do Curso de Bacharelado em Administração Pública na Modalidade à Distância da UFPA.

Eduardo Costa de Carvalho 1 , Marianne Kogut Eliasquevici 1

  • 1 Universidade Federal do Pará/Faculdade de Computação/duducostacarvalho@gmail.com, mari@ufpa.br

Resumo Este trabalho teve como objetivo identificar pontos de interface do Moodle que não estão de acordo com as conformidades da usabilidade. Para tal, a abordagem quantitativa foi empregada, por meio da realização de uma pesquisa de campo com alunos da Faculdade de Administração pública da UFPA na modalidade a distância. A pesquisa pode ser considerada descritiva quanto aos objetivos, assumindo a forma de levantamento. Como instrumento de coleta de dados, empregou-se o questionário, com perguntas fechadas e abertas como forma de trazer à tona pontos de latência que levam às disparidades comportamentais. Os resultados foram tabulados e ilustrados de forma gráfica com acompanhamento textual explicativo. Constatou-se que a atividade de tarefa presente no ambiente foi apontada como a que possui mais problemas de usabilidade segundo os relatos dos alunos, assim como a necessidade de modificação no layout do Moodle. De posse dos resultados uma proposta de melhoria ao ambiente Moodle foi exemplificada na forma de telas de páginas web comparando itens de interface presentes no ambiente Moodle utilizado pelos alunos e o proposto.

Palavras-chave: Ambientes Virtuais de Aprendizagem; Moodle; Usabilidade

Abstract This study identifies interface points of Moodle that are not in accordance with the compliance of usability. For this purpose, the quantitative approach was employed by conducting a field survey with students of the Faculty of Public Administration of UFPA in the distance. The research can be regarded as descriptive about the objectives, assuming the form of survey. As an instrument of data collection, we used the questionnaire with closed and open questions as a way of bringing out latent points that lead to behavioral differences. The results were

tabulated and illustrated graphically with accompanying explanatory text. It was found that the activity of this task in the environment has been identified as having more usability problems according to the reports of the students, as well as the need

to change the Moodle’s layout. With the results of a proposed improvement to the

Moodle environment was exemplified in the form of web pages screens comparing items in the environment Moodle interface used by students and proposed.

Keywords: Learning Management Systems, Moodle , Usability.

1.

Introdução

Ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) são ferramentas que auxiliam o professor fora da sala de aula, combinando aspectos de educação, informática e comunicação, educação a

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distância (EAD), segundo Klering e Schröeder (2011).

Um exemplo de AVA é o Modular Object-Oriented Dynamic Environment (Moodle) que utiliza o modo online para prover cursos e disseminar conhecimento. Os métodos utilizados para tais cursos podem ser: fóruns de discussão, bancos de dados de documentos, ou páginas de internet para disseminação do conteúdo. O Moodle, além de promover cursos totalmente online, também suporta cursos semipresenciais e auxilia na gestão pedagógica de cursos presenciais.

A usabilidade é um termo que indica certas características para melhorar a interação do usuário com o computador (ROCHA e BARANAUSKAS, 2003). Conforme Nielsen (1993), existem dez heurísticas que auxiliam o processo de construção de websites, tais como, visibilidade do status do sistema, compatibilidade do sistema com o mundo real, controle e liberdade do usuário, consistência a padrões, prevenção de erros, reconhecimento ao invés de lembrança, flexibilidade e eficiência de uso, estética e design minimalista, ajudar os usuários a reconhecer erros e ajudas e documentação.

A preocupação com a usabilidade voltada para ambientes virtuais de aprendizagem começa a se tornar uma realidade, à medida que amplia a oferta de cursos que fazem uso de AVAs. Assim, estudos nesta área tornam-se necessários e despontam como temas de pesquisa. Entre estes se pode citar o de Granic, Granic e Stankov (2004), o qual apresenta um estudo conceitual sobre a usabilidade em sistemas de ensino à distância, apresentando apenas itens que consideram importantes para esses ambientes. Custódio (2008), também conduziu uma pesquisa voltada para testes de usabilidade no ambiente Moodle identificando aspectos problemáticos do ponto de vista dos professores.

Outras linhas de pesquisa foram aplicadas para testes e avaliações de ambientes virtuais de aprendizagem, como em Carvalho e Duduchi (2009), que realizaram um estudo conceitual, e em Kakasecki et al. (2008), com um estudo aplicando treinamentos, questionários e entrevistas levantando informações sobre o sistema no ponto de vista dos usuários do mesmo.

Assim como em Ferreira e Marques (2007) ou Lisboa et al. (2011), este trabalho centra- se na pesquisa conceitual e experimental da usabilidade em AVAs, com o auxílio de questionário, para avaliar e propor alterações no ambiente virtual de aprendizagem Moodle empregado pela Universidade Federal do Pará, no curso de Bacharelado em Administração Pública na modalidade a distância, a partir da percepção dos estudantes.

2.

Usabilidade

Usabilidade é um termo utilizado na percepção de todas as possíveis pessoas que possam vir a usar um sistema inserido ou não na internet. Este termo é o centro de outro conceito utilizado na informática, segundo Nielsen (1993), que é a Interação Humano Computador (IHC).

Hewett et al. (1992, p. 5) definiram IHC como: “A interação Homem-Computador é uma disciplina que diz respeito ao projeto, avaliação e implementação de sistemas de computador

interativos para uso humano e ao estudo dos principais fenômenos que os cercam”. Esta

definição demonstra a necessidade de entendimento de duas áreas distintas, a máquina, e o homem. As máquinas podem ser compreendidas por meio de interfaces, que devem

proporcionar aos homens, através dos sentidos o entendimento das informações que nelas

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aparecem.

As definições que envolvem a usabilidade podem ser expressas pelas normas da Internacional Standard Organization (ISO/IEC) (ISO/IEC 9126, 1991; ISO/IEC 9241 - 11, 2002), assim como por Jakob Nielsen, um dos maiores estudiosos no assunto. Nielsen (1993) mostra que a usabilidade não é uma única propriedade de interface ao usuário, e sim uma junção de cinco fatores que formam essa definição, são estes: capacidade de aprendizado, eficiência, memória ao invés de relembrança, erros e satisfação do usuário.

Conforme a ISO/IEC, as definições para usabilidade partem de dois documentos diferentes. A ISO 9126 (ISO/IEC 9126, 1991) afirma que a usabilidade é a capacidade de o software seguir certos aspectos como ser aprendido, compreendido, utilizado e atrativo ao usuário. A ISO 9241 (ISO/IEC 9241 - 11, 2002, p. 3) é a outra norma que denomina usabilidade como a Medida na qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com eficácia, eficiência e satisfação em um contexto específico de uso.

Regras de usabilidade são retornos (feedbacks) que usuários fazem a fim de melhorar um sistema, de modo que alguns itens sejam modificados para aperfeiçoar a interação do usuário com o sistema. Essas regras estão diretamente relacionadas às heurísticas de Nielsen (1993), visto que muitas delas foram propostas pelo próprio.

Para interface, estas regras são importantes à medida que quanto melhor projetada uma interface, mais usuários podem aproveitar um sistema, e para exemplificar isso Prates e Barbosa (2003) mostra que um sistema deve ser projetado sempre se levando em conta qual será seu público alvo, para que suas tarefas possam apoiar adequadamente os usuários, cabendo ao projetista desse sistema garantir a qualidade do ambiente para todos os que o usam.

Todo usuário tem direito de utilização de qualquer sistema web, seja ele idoso, jovem, ou com deficiências, isto é, qualquer potencial usuário deve estar inserido no projeto desse sistema. Caso um sistema web necessite de alterações quanto a adaptações em interfaces, ou inserção de novos perfis de usuários em sua matriz, um teste de usabilidade deve ser proposto para identificação de problemas existentes para os novos usuários.

Testes de usabilidade são propostos, também, para usuários considerados antigos em um sistema. A intenção é aprimorar e aperfeiçoar a participação desse usuário, por exemplo, diminuindo o tempo de aprendizagem e diminuição de interações para a realização de uma tarefa.

  • 3. Usabilidade em Ambientes Virtuais de Aprendizagem

Ambientes virtuais de aprendizagem são elementos de uma das últimas gerações da educação a distância (EaD), que possui três grandes momentos, segundo Peters (2003). A primeira geração parte do pressuposto de aprendizado autodidata, com apoio de livros, artigos e comentários de professores e pessoas. A segunda geração conta com o crescimento da telefonia e televisão, com os chamados telecursos, em que o aluno possui videoaulas sobre os assuntos e tira dúvidas com pessoas em chamadas. Machado Junior (2008) afirma que a terceira geração foi provocada a partir da revolução com uso da internet e as chamadas “salas

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virtuais”, que utilizadas até hoje (2013) receberam, no Brasil, o nome de ambientes virtuais de aprendizagem (AVA).

Mehlecke e Tarouco (2003) elencam diversas ferramentas que podem fazer parte de um AVA, como e-mails, listas de discussão, downloads de documentos, chats, áudios e videoconferências, entre outros. Para esses autores, essas ferramentas são essenciais para promover as comunicações e interações entre alunos, professores e conteúdos em um ambiente.

Questões envolvendo usabilidade em AVAs partem da ideia de que a interface do ambiente não está de acordo com o público proposto (BITTENCOURT e BITTENCOURT, 2011). Assim, é de extrema importância que o professor ou o administrador do sistema conheça seu público e modifique suas funcionalidades de acordo com esse público.

Um AVA irá atender bem seus usuários caso consiga oferecer conforto de utilização para seu usuário, com um layout definido e coerente, e não apenas informações “jogadas” em uma página web com um conjunto de ferramentas que auxiliam o usuário.

  • 3.1. Ambientes Virtuais de Aprendizagem

Segundo Eliasquevici e Fonseca (2009, p. 86), ambientes virtuais de aprendizagem:

são ambientes digitais que utilizam recursos e ferramentas da internet com fins educacionais e permitem a concepção, administração, gerenciamento e desenvolvimento de diversos tipos de ações, como cursos à distância, complemento

a cursos presenciais e distintas outras formas de apoio a distância aos processos de

ensino e de aprendizagem. [

...

].

Com o crescimento da internet e de tecnologias que propiciam a sua chegada em locais mais distantes, como via satélite, as populações mais afastadas possuem maiores chances de acessar outros meios para sua formação.

Educação a distância é uma:

[

...

]

Modalidade educacional que implica a separação espacial e temporal (quase

permanente) entre o aluno e o professor, durante atividades de aprendizagem, o

provimento de assistência aos alunos, o reconhecimento (por meio da certificação)

da compleição de um curso por uma instituição de ensino superior (IES), e a disponibilização de TIC para o diálogo e a interação dos alunos entre si e com seus

professores. [

]”

(BERNARD et al,, 2004 apud RIBEIRO, MILL e OLIVEIRA,

2010).

  • 3.2. Modular Object Oriented Distance Learning (MOODLE)

Em seu livro, Machado Junior (2008) apresenta algumas ferramentas (fórum de discussão, chat, e-mail, entre outras) que auxiliam os professores a utilizar o Moodle. O emprego de e- mail e fóruns em AVAs é vista por Ferreira, Lôbo e Santos (2005), que confirmam o e-mail como uma das mais importantes ferramentas para realização de cursos semipresenciais em AVAs.

Assim como toda página na internet possui elementos de interface, por mais simples que

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ela seja (textos, imagens, formato de disposição de informação, e quase tudo o que é visível em uma página web), um AVA inserido na rede também contém elementos de interface em todas as páginas os quais devem proporcionar aos seus usuários maneiras de mudança, escape ou cancelamento, ou cancelar o envio de um documento, por exemplo.

O suporte à mudança, ou customização em um AVA é essencial para o atendimento de todos os alunos inseridos nesse ambiente. Elementos como menus, imagens, além dos já mencionados, que fazem parte de um layout de um AVA em formato de blog, por exemplo, devem sofrer mudanças sem alterações em sua estrutura global, ou seja, não pode haver deformações na página.

Segundo Machado Junior (2008), a evolução da internet proporcionou a preocupação dos administradores em adequar os ambientes virtuais de aprendizagem com as tendências que estão sendo seguidas pelos usuários na rede. Machado Junior ainda afirma que a incorporação de elementos de gerenciamento de conteúdo presentes em sistemas como Joomla ou Drupal que utilizam de templates pré-fabricados para customização de suas páginas.

  • 3.3. Usabilidade no Moodle

Bittencourt e Bittencourt (2011) afirmam que o Moodle apresenta sérios problemas referentes à usabilidade, de acordo com opiniões de alunos que apontaram diversos pontos do ambiente com falhas presentes em fóruns, na ocorrência de ícones excessivos sem uso, na organização e exposição das disciplinas no curso, entre outras.

O Moodle, por ser um ambiente utilizado por várias pessoas, deveria possuir um nível elevado de usabilidade e de customização. Isso pode ser possível, à medida que este oferece ao administrador do ambiente grande variedade de modelos (templates) a serem utilizados. Os sites comerciais propostos por empresas, caracterizados como portais são exemplos de modelos criados para o Moodle.

Lisboa et al. (2011) realizaram uma pesquisa baseada em perfis de usuário para investigar problemas de usabilidade e outros fatores no AVA Moodle, com resultados definindo os participantes e mostrando falhas de interface, por exemplo no retorno a página principal por todas as classes de usuários definidas no trabalho.

As atividades presentes no Moodle, como os fóruns ou as tarefas, oferecem mais interatividade na realização de atividades (HAGUENAUER, LIMA e CORDEIRO FILHO, 2010), e podem sofrer modificações para melhorar ainda mais.

Tarefas são atividades no Moodle que podem deixar a desejar quanto a sua usabilidade, pois por se tratar de realizar uploads de arquivos no ambiente, muitos problemas podem ser verificados nesse tipo de atividade, como o retorno de informação ao aluno (se o documento foi postado corretamente), se o documento foi para avaliação com os professores, caso de cancelamento de envio de arquivo, ou troca do mesmo. Essas são pequenas alterações que fazem a diferença para que o aluno se torne seguro com o envio de suas atividades, que é um fator importante para AVAs.

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  • 4. Pesquisa no curso de Bacharelado em Administração Pública na Modalidade a Distância da UFPA

Esta pesquisa investiga a percepção que os alunos do Curso de Bacharelado em Administração Pública na Modalidade a Distância da UFPA possuem sobre o ambiente Moodle que está sendo empregado para oferta do curso. Essa escolha da população baseia-se no fato de o curso ser o único da graduação da Instituição a ser ofertado online, por meio do Moodle.

Por descrever as opiniões dos envolvidos, não havendo interferência direta do pesquisador no fenômeno, assumindo a forma de levantamento, a pesquisa pode ser considerada descritiva. Como instrumento de coleta de dados, foi escolhido o questionário para extrair dos alunos do referido Curso, uma avaliação e perfil de como se encontra o ambiente Moodle, local que são realizadas as atividades do Curso.

O Curso de Bacharelado em Administração Pública na modalidade a distância da UFPA possui 380 vagas no total, divididas em sete turmas e em dois períodos diferentes. A primeira experiência do curso foi iniciada em 2010 com três turmas divididas em três polos diferentes (Benevides, Dom Eliseu e Oriximiná), com o máximo de 60 vagas por turma. Já em 2011, mais quatro turmas foram criadas em mais quatro polos diferentes (Cametá, Capanema, Marabá e Parauapebas), com o máximo de 50 alunos por turma. Segundo a direção da Faculdade, aproximadamente 30 alunos abandonaram os cursos por diferentes motivos.

Diante dessa população já definida (350 alunos), a margem de erro da pesquisa foi calculada para verificar a diferença máxima entre a proporção amostral e a verdadeira proporção populacional (da amostra). A Fórmula 1 mostra a fórmula utilizada para tal cálculo.

n (N.p.q.(Z)^2)/( p.q.(Z)^2 (N 1).E^2) (1).

Segundo a fórmula, “n” é o número de indivíduos na amostra, “p” é a proporção populacional de indivíduos que pertence a categoria que se está interessada em estudar, “q” é proporção populacional de indivíduos que não pertence a categoria que se está interessada em

estudar, “Z” é o valor crítico que corresponde ao nível de confiança, “E” é a margem de erro e

“N” é o número de indivíduos total da população.

Após os cálculos, descobriu-se que o desvio padrão para a amostra foi de 9,7%, significando que para a população a amostra encontra-se quase no limite (10%), segundo Triola (1999), para generalizar os resultados encontrados no instrumento (79 respostas) para a população completa de alunos (350).

  • 4.1. Apresentação dos Resultados

Os resultados apresentados seguem as cinco sessões do questionário, sendo que os dados são apresentados de três formas: textuais, com a porcentagem referente às respostas; em forma de tabelas, com os percentuais das respostas; e por meio de gráficos em barra contendo as respostas dos usuários.

  • 4.1.1. Perfil do aluno

A primeira parte do questionário procurou traçar o perfil do usuário. A faixa etária dos alunos

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que participaram da pesquisa vai de 19 até a idade de 54 anos. Cabe ressaltar que essas extremidades são a minoria do curso, visto que 17% dos alunos possuem idade entre 19 e 23 e 19% estão acima dos 38 anos. Logo, 64% dos estudantes estão com idades entre 24 anos e 37 anos, mostrando que o curso é frequentado por pessoas na idade adulta.

Quanto ao tempo em que o estudante faz uso do Moodle no curso de Bacharelado em Administração Pública (Gráfico 1), a resposta que mais se destacou foi um período entre um ano e dois anos (55,38%), porém não foram somente essas respostas com significância. Os alunos com mais de dois anos de atividade são uma parcela considerável da amostra, haja vista que são os que estão nos últimos módulos do curso.

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Gráfico 1 Tempo de curso dos alunos no curso

  • 4.1.2. Quanto à Navegação

A segunda preocupação do questionário foi identificar padrões ou ausência deles no AVA Moodle da UFPA quanto à questão de navegação dos alunos nas páginas. Assim, foram feitas perguntas simples sobre percepção de interfaces, dificuldade de localização e busca de conteúdo.

Todo usuário deve saber onde ele se encontra no ambiente (PRIMO, 2001). De acordo com a pesquisa realizada, 62% dos respondentes identificaram que o ambiente Moodle mostra onde o aluno se encontra, 37% dos participantes afirmaram que somente em certas ocasiões o usuário sabe onde está e somente 1% apontou que o Moodle não mostra onde o usuário se encontra. Este é um resultado positivo que indica que o ambiente proporciona ao usuário a página em que ele está e seu caminho percorrido até onde ele se encontra.

Metade dos respondentes se mostra satisfeita com a interface proposta pelo ambiente e dentre as alternativas presentes no Gráfico 2, a maioria dos alunos insatisfeitos (46,56%) responde que a interface do ambiente é apenas um pouco confusa. Devido o elevado número de alunos utilizarem o ambiente há bastante tempo, eles podem ter aprendido a se acostumar com a interface, porém ainda demonstram um pouco de dificuldade de interação com a mesma.

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Gráfico 2 Opinião sobre a interface do Moodle

Dos respondentes que participaram da pesquisa, de acordo com a Tabela 1, 52,56% opinaram que os atalhos, links e saídas de atividades em uma sala do ambiente são adequados. Alguns alunos demonstram pequena insatisfação (33,89%) quanto aos atalhos e links. Uma renovação de layout e itens de interface pode amenizar essa insatisfação, pois foi um pedido muito significante dos respondentes

Tabela 1 Adequação de atalhos e links no Moodle

Alternativa

Frequência

Percentual

Não Adequados

2

3,39%

Pouco Adequados

6

10,16%

Medianamente Adequados

20

33,89%

Adequados

31

52,56%

Total

59

100,00%

No instrumento existem questões direcionadas a itens considerados problemáticos no Moodle, de acordo com Bittencourt e Bittencourt (2011), tais como realização de tarefas ou comentar em fóruns. O Gráfico 3 retrata as respostas referentes à(às) principal(is) dificuldade(s) na atividade que o aluno teve/tem quando inicia ou finaliza uma atividade “Tarefa” presente no curso. Verifica-se que os alunos apresentam dificuldades tanto na inicialização quanto na finalização de tarefas no Moodle, porém a finalização das tarefas apresenta mais problemas com a incerteza de documentos postados corretamente ou conclusão das tarefas.

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Gráfico 3 Dificuldades encontradas em Tarefa

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Como citado pelos alunos, o ambiente Moodle apresenta dificuldades na notificação de conclusão da atividade e a certeza do comentário postado, assim como na finalização de tarefas.

  • 4.1.3. Quanto à Visualização e Padronização

A terceira parte do questionário para avaliação da usabilidade do Moodle foi quanto à visualização e padronização do sistema. A visualização e padronização de um sistema interativo na internet partem de elementos de interface como: imagens, botões, teclas de atalho, ou entrada de dados, assim como a disposição desses elementos na página de um ambiente.

A primeira pergunta foi direcionada para a interface do programa questionando aos alunos se a organização dos elementos das páginas é adequada ou não. Conforme a Tabela 2, a maioria dos respondentes afirma que os elementos são claros ou pouco confusos.

Tabela 2 Organização das informações no Moodle

Alternativa

Frequência

Percentual

Confusa

5

3,44%

Muito Confusa

2

8,62%

Indiferente

3

5,17%

Pouco Confusa

20

34,48%

Clara

28

48,29%

Total

58

100,00%

A entrada de dados em um AVA é importante, pois a troca de conteúdo citada por Machado Junior (2008) é essencial para a comunicação entre alunos e professores nesse tipo de ambiente. Assim, sobre a entrada de dados no Moodle (Gráfico 4), os respondentes mostram que, apesar de a maioria (66,13%) afirmar que é fácil essa inserção, uma parcela significativa ainda apresenta um pouco de dificuldade, provavelmente presente na realização de upload de arquivos ou postagem de comentários, tendo em vista as respostas às perguntas de dificuldades encontradas em atividades de tarefa e postar comentário em fóruns.

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Gráfico 4 Dificuldades com a entrada de dados

  • 4.1.4. Quanto à Facilidade de Uso

A quarta parte do questionário diz respeito à facilidade de uso dos alunos sobre o sistema. Silva e Freitas (20-?) discutem que quantidade de passos até certas etapas, questões sobre documentação e ajudas são essenciais para definir se o sistema é fácil de utilizar por iniciantes, e se usuários experientes conseguem criar formas de aperfeiçoar seus comandos

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para melhorar seu desempenho no sistema.

O fato de haver respostas contrárias às perguntas referentes ao caminho até a realização de uma ação e à facilidade de aprendizado do ambiente pode ser explicado por Machado Junior (2008), o qual aponta que é normal um ambiente apresentar mais de uma maneira de se realizar uma ação na internet.

Para um ambiente interativo, além da inserção de conteúdos, o retorno do sistema de que essa informação foi recebida é importante para que o usuário tenha certeza de que sua atividade foi concluída. Assim, foi questionado aos alunos se o Moodle informa a conclusão de suas atividades (Gráfico 5). Para pouco mais da metade dos usuários (52,84%), o sistema não informa, ou informa de vez em quando, se uma atividade termina.

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Gráfico 5 Índice de retorno de informações pelo sistema

Dos respondentes, 39,21% afirmam que aprenderam a realizar a atividade de postar arquivos em tarefas rapidamente, com um período de um mês ou menos (Tabela 3). Juntando- se com o período de 2 a 6 meses (29,41%) é marcante verificar esses dois períodos, pois é quando um aluno realiza a transição de ensino médio para ensino superior (Teixeira et al. 2008), e leva aproximadamente este período para se adaptar a nova realidade.

Tabela 3 Tempo de Aprendizagem da atividade postar arquivos em Tarefas

Categoria

Frequência

Percentual

Justificativas

Com 1 mês ou menos

20

39,21%

1 dia 1 semana

De 2 a 6 meses

15

29,41%

2 meses Seis meses

De 7 meses a 1 ano

5

9,80%

2° bloco 1 ano

Não entendeu a pergunta

1

1,97%

Não sei especificar

Respostas conotativas

10

19,61%

Início

 

Imediato

Total

51

100,00%

  • 4.1.5. Quanto a Sugestões de Melhoria

A última pergunta do questionário, subjetiva, foi destinada aos alunos mandarem sugestões para modificações do Moodle e, como já esperadas em função dos resultados da pergunta

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sobre a interface do sistema, o aluno, mais uma vez, demonstrou que essa é uma mudança que deve ocorrer no sistema.

Levantamentos e sugestões para a interface do Moodle são os links e atalhos, como os alunos relatam: “É um ambiente virtual bastante simples, de fácil compreensão. Contudo, pode ser aprimorado, conter mais opções de links, atalhos e etc.”.

Segundo os alunos, o Moodle também deve melhorar na questão de ajuda aos usuários principiantes, como citado por um aluno que elogia o sistema: “Acho que é eficiente, mas gostaria de mais dados e detalhes para os principiantes.”.

  • 5. Proposta de Melhoria em Elementos de Interface do Moodle

De posse dos resultados coletados dos alunos, uma proposta de melhoria foi desenvolvida visando a melhoraria da usabilidade no Moodle empregado pelo Curso de Bacharelado em Administração Pública na modalidade à distância. Pontos importantes levantados pelos alunos foram considerados, assim como práticas comuns de usabilidades definidas pelas regras e heurísticas.

Para a criação do template proposto, foi utilizada uma ferramenta que possui módulos definidos para criação de templates para o Moodle, intitulada Themato Template Engine, e possui diversos tipos de interfaces para caracterização do ambiente. No decorrer do capítulo as páginas propostas pelo autor deste trabalho são concebidas para o perfil de aluno, devido à pesquisa ser baseada toda nesse perfil. Antes de exemplificar o modelo proposto, é necessária a verificação da atual página que está sendo utilizada pelos cursos (Figura 1).

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Figura 1 Página de disciplinas do Moodle do curso de Administração Pública da UFPA

Na figura 1, a página que contém as disciplinas do Curso de Bacharelado em Administração Pública na modalidade a distância é mostrada para ilustrar as mudanças que foram propostas (Figura 2). A primeira mudança é quanto à cor do fundo que passaria a ser o azul (mesma cor do curso). A página que apresenta ao aluno as turmas disponíveis para inscrição é modificada para oferecer mais destaque as disciplinas, com o nome da mesma e

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um pequeno resumo ao lado. A área de login do ambiente e uma região de links que pode ser inserido qualquer tipo de conteúdo como links para tutoriais para iniciantes ou o corpo docente dos professores.

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Figura 2 Página de cursos da proposta para o Moodle da Administração Pública

Nas tarefas do Moodle alunos apresentaram dificuldades de inicialização e finalização da atividade, a seguir na Figura 3, o início da tarefa é apresentado para realização do upload de um arquivo na atual interface que os alunos utilizam.

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Figura 3 Página inicial de tarefa do Moodle da Administração Pública

A Figura 4 apresenta a sugestão para inicialização de upload de um documento no Moodle. As principais diferenças ficam a cargo da informação de arquivos enviados a base de

dados do ambiente, em que um usuário carregue um arquivo e o mesmo é apresentado em

uma “caixa” destacada, em que na Figura 4 aparece a mensagem “Nenhum arquivo enviado ainda”.

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Figura 4 Página inicial de tarefa proposta para o Moodle para Administração Pública

Na Figura 5 o arquivo pode ser excluído através do botão “X” ao lado do nome do

documento para que outro arquivo possa ser carregado para envio da tarefa. Essa imagem possibilita ao aluno a exclusão de seu trabalho, caso o mesmo tenha sido enviado erroneamente, seja por causa de uma extensão de arquivo errada, ou correção do trabalho para ser enviado ao avaliador.

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Figura 5 Upload de documento de tarefa proposta para o Moodle para Administração Pública

A Figura 6 apresenta a continuação, e finalização, da ação de exclusão de um trabalho que é carregado no ambiente, proposta que foi sugerida por vários alunos, e é importante para conserto e atualização dos trabalhos feitos pelos alunos, como dito anteriormente.

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Figura 6 Exclusão de documento de tarefa proposta para o Moodle da Administração Pública

Na maioria das vezes a adição de uma etapa a uma ação é prejudicial, porém nesse caso ela ajuda o aluno a finalizar sua atividade. Por exemplo, o aluno carrega um arquivo para realização da tarefa e está certo que sua atividade está totalmente correta, então ele envia a tarefa para avaliação e não precisa ficar na incerteza de saber se sua tarefa está ou não concluída.

A Figura 7 mostra o término de uma tarefa, com o envio para avaliação do trabalho, ficando a certeza de tarefa terminada e com o trabalho tendo sido enviado aos professores ou tutores para avaliação. Uma proposta de melhoria muito requisitada pelos alunos, que foi inserida na proposta.

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Figura 7 Finalização de tarefa proposta para o Moodle para Administração Pública

O ambiente Moodle possui ainda muitas possibilidades de melhorias, não somente em nível de interface e elementos de interface, como propostos. Com a criação de novas versões do ambiente, alguns erros foram consertados, as interatividades melhoradas e várias outras melhorias, como botão de retorno a página inicial em todas as páginas, ou logout no final da página acompanhando a movimentação da mesma.

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  • 6. Considerações Finais

De acordo com os resultados, verificou-se que o ambiente agrada a maioria dos alunos, porém possui algumas falhas que podem ser modificadas a fim de projetar um novo layout ser considerado. Das opiniões solicitadas aos alunos, as que mais se destacaram e que serviram de base para a proposta de melhorias foram: o layout do sistema é julgado ultrapassado; o modelo de carregamento de arquivos em tarefas; a postagem de comentários em fóruns; e a incerteza com relação a tarefas concluídas, com ou sem sucesso pelo sistema.

Sugestões de melhoria para esses itens problemáticos foram apresentadas para amenizar as reclamações que os alunos fazem. Mesmo sendo apenas uma proposta, é válido verificar o modelo de como ficará o mecanismo para inserção, cancelamento e envio de tarefas ao professor no ambiente, em que a qualquer instante o aluno pode reenviar seu trabalho, bem como ter certeza de que o seu trabalho foi para correção.

A questão do layout do ambiente foi modificada, a partir de ferramentas disponíveis na internet por simplificar a mudança de cores, e customização das partes do sistema. Os comentários em um fórum seguem um modelo de apresentação nas respostas que é baseado em uma estrutura de dados importante para visualização, que é a árvore, em que respostas ficam abaixo de suas perguntas e comentários de respostas ficam abaixo de respostas às perguntas.

Os alunos sugeriram melhorias, ofereceram algumas reclamações sobre o Moodle, além de elogiarem o sistema. É uma tarefa muito difícil agradar a todos os usuários em um ambiente, porém é importante recolher o feedback do aluno para que uma evolução seja realizada para aprimoramento do ambiente que eles utilizam.

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