Você está na página 1de 93

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

Luís Inácio Lula da Silva

Presidente

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO

Guilherme Cassel

Ministro

DELEGACIA FEDERAL DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO NO AMAPÁ

Max Ataliba Ferreira Pires

Delegado/MDA

INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA

Raimundo Nonato Picanço Souto

Superintendente SR-21/AP

GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ

Antônio Waldez Góes da Silva

Governador

SECRETARIA ESPECIAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

Antônio Carlos da Silva Farias

Secretário Especial

SECRETARIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL

José de Ribamar Oliveira Quintas

Secretário

INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO RURAL DO AMAPÁ

Jaezer de Lima Dantas

Diretor-Presidente

INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO RURAL DO AMAPÁ

DIRETORIA EXECUTIVA

Jaezer de Lima Dantas

Diretor-Presidente

Maria da Salvação Brito Maciel

Chefe de Gabinete

Osvaldo Hélio Dantas Soares

Coordenador de Assistência Técnica e Extensão Rural

José Maria Darmasso Lima

Coordenador de Técnicas Agropecuárias

Nazaré de Fátima Guimarães Mareco

Coordenadora de Processamento e Qualidade Agroalimentar

Eduardo Andrade Smith Junior

Coordenador de Administração e Finanças

ÍNDICE

Pág.

  • 1 – Título do Projeto....................................................................5

  • 2 – Identificação da Entidade.......................................................5

  • 3 – Missão Institucional...............................................................5

  • 4 – Apresentação........................................................................6

  • 5 – Justificativa...........................................................................7

  • 6 – Objetivo................................................................................10

6.1 – Objetivo Geral....................................................................10

6.2. – Objetivos Específicos..........................................................10

  • 7 – Público Beneficiário...............................................................12

  • 8 – Área de Abrangência..............................................................13

  • 9 – Período de Execução..............................................................42

    • 10 – Metas Físicas.......................................................................42

    • 11 – Atividades...........................................................................69

    • 12 – Estrutura do Núcleo Operacional...........................................71

    • 13 – Metodologia........................................................................81

    • 14 – Recursos Orçamentários.......................................................81

    • 15 – Monitoramento e Avaliação..................................................87

ANEXOS

1. Título do Projeto

Serviço de Assessoria Técnica, Social

e

Ambiental

aos

Projetos

de

Assentamentos da Reforma Agrária do Amapá.

 

2.

Identificação da Entidade

 

Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá –

CNPJ:

34.926.188/0001-

RURAP

15

Endereço:

 

Rod. BR 156, Km 02 s/nº, Bairro São Lázaro.

 

Cidade:

 

UF:

CEP:

DDD/Telefone:

 

E.A.:

Macapá

Amapá

68.909 – 130

(96)

3212-

Estadual

 

9546

 

Conta Corrente:

Banco

 

Agência:

 

Praça

 

de

   

Pagamento:

Nome do Responsável:

 

CPF:

 

JAEZER DE LIMA DANTAS

 

215.821.652-20

 

CI/Órgão Exp.:

Cargo:

 

Função:

Matrícula:

 

092.790 –

SSP/

Diretor-Presidente

Historiador

   

AC

 

Endereço:

 

CEP:

 

Rua Almirante Barroso, 375, Bairro Santa Rita

 

68.900-000

 

3.

Missão Institucional

 

“Implementar a política de desenvolvimento rural do estado, através dos serviços de assistência técnica e extensão rural aos agricultores familiares, assim como da ação articulada junto a toda a cadeia produtiva do setor, visando promover as condições de sustentabilidade alimentar, sócio-econômica e ambiental do Amapá”.

4.

APRESENTAÇÃO

 

O Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá - RURAP vem apresentar ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA (SR21/AP), a proposta para Prestação do Serviço de Assessoria Técnica, Social e Ambiental – ATES aos Projetos de Assentamentos da Reforma Agrária, beneficiando 2.653 famílias assentadas e contemplando os seguintes Projetos de Assentamentos: Cruzeiro, Cujubim, Bom Jesus dos Fernandes, Cedro, Governador Janary, São Benedito do Aporema, Nova Vida, Ferreirinha, Nova Colina, Manoel Jacinto, Nova Canaã, Munguba, Pedra Branca, Perimetral Norte, Serra do Navio, Pancada do Camaipi, Piquiazal, Maracá e Maria de Nazaré Mineiro.

A proposição foi planejada para ser executada durante o período programático outubro/2009 à Setembro/2010, podendo ser redimensionada à medida em que os descritores e indicadores de desempenho, apontados na avaliação dos atores envolvidos neste processo, revelarem as eventuais falhas e sugerirem as adequações do plano. Tal proposta visa consolidar a Política Nacional de Reforma Agrária, com um serviço de extensão rural voltada a promoção do desenvolvimento sustentável focado nos sistemas agroecológicos locais e privilegiando os cidadãos que vivem e produzem em regime de economia familiar. Dar-se-á bastante ênfase nas atividades que proporcionem mecanismos de redução da pobreza rural, a produção e aumento da oferta de alimentos sadios, a minimização da dependência de insumos externos na unidade de produção familiar, a segurança alimentar das famílias envolvidas, a geração de renda e agregação de valor aos produtos e atividades agrícolas e não agrícolas, além de oportunizar novas possibilidades de trabalho após a capacitação das famílias assentadas. O aporte de recurso financeiro para o referido período programático é da ordem de R$ 1.167.320,00 (hum milhão, cento e sessenta e sete mil e trezentos e vinte reais), e que será repassado à instituição proponente conforme o cronograma de desembolso expresso no Plano de Trabalho, em anexo.

5. JUSTIFICATIVA

A importância do setor primário para a sociedade brasileira pode ser inferida através das estatísticas, que apontam cerca de 90% dos municípios tendo a produção agropecuária como sua base econômica e de existência. No Estado do Amapá, este segmento da economia, ocupa importância secundária, onde a atividade se baseia na exploração dos recursos naturais e na agricultura de subsistência, que não tem proporcionado a auto-suficiência no abastecimento interno de alimentos. Por outro lado, o crescimento populacional verificado nestes últimos anos, principalmente nos municípios de Macapá e Santana, causado, dentre outros fatores, pela imigração, tem levado a uma importação cada vez maior de produtos alimentares. Nos demais municípios, onde as desigualdades sociais acentuam, se verifica uma dependência maior pelas transferências de subvenções tributárias e o aquecimento do mercado que geralmente somente ocorre por ocasião dos proventos do funcionalismo público.

A situação de infra-estruturas econômica e social na zona rural do Estado ainda é bastante carente. As precárias condições de tráfego nas estradas e vicinais que dão acesso às unidades produtivas, dificultam e encarecem o escoamento da produção e a comercialização, respectivamente. A eletrificação rural ainda é incipiente na maioria dos municípios e até inexistente em algumas comunidades. Alguns avanços já foram dados, mas ainda falta maior investimento que dê suporte a transformação da matéria- prima na própria região de produção. Quanto ao aspecto social, de maior relevância neste contexto do desenvolvimento rural, se observa que muitas famílias continuam sem acesso à educação, saúde, habitação, saneamento, segurança, documentação cívica e serviços básicos, principalmente, de água tratada e comunicação. E estas condições sociais desestabilizam qualquer iniciativa do poder público em promover o viés econômico. Associada a estas situações infra-estruturais concorrem as de natureza conjunturais. O Estado, pela condição de não apresentar reservas naturais de fertilizantes, torna-se um potencial importador daqueles insumos, oportunizando a abertura de lojas de revenda de diversos produtos

agropecuários que, ao incorporarem os encargos tributários, fomentam a elevação dos custos de produção, inibindo o investimento em tecnologia e à competitividade. Data vênia, o poder público também não disponibiliza de uma política de fomento que viabilize a oferta destes produtos ou até mesmo de incentivos fiscais que reduza a sua tributação. A mecanização agrícola é outro requisito importante na produção agrícola, onde não disponibilizamos de equipamentos adequados e suficientes para atender à demanda dos agricultores familiares; e da frota que se dispõe, poucos sabem operar com conhecimento técnico sobre o manejo adequado do solo. Quanto ao crédito rural, o montante do recurso destinado ao Estado, aparentemente tem sido suficiente, pois sempre há devolução. Mas perdura a questão se isso se deve à burocracia ou ao difícil acesso à carteira agrícola, de vez que a exigência pela regularização fundiária e o licenciamento ambiental vem sendo apontadas como um dos percalços neste processo. Ainda com relação a este cenário agrícola, tendo como fato às ocorrências de pragas e doenças de origem animal e vegetal de importância econômica, ao Estado se decretou barreiras de vigilância e controle sanitário. Com isso, se gera um impedimento de produção in natura com vistas ao mercado externo e maior atração de capital dos investidores. Apesar destes entraves que necessitam de medidas corretivas, o Estado apresenta potencialidades e aspectos geofísicos que vislumbram em vantagens competitivas e comparativas. A biodiversidade nos diferentes ecossistemas, ainda bastante intactas e preservadas, reserva à exploração de produtos que interessam às indústrias alimentares, de fármacos, moveleiras, naval, cosméticos, têxteis, dentre outras. O conhecimento das populações locais sobre o uso múltiplo de suas propriedades, associado ao conhecimento científico, pode gerar o domínio de patentes. Os estoques pesqueiros e madeireiros, que apresentam sinais de escassez em outras regiões, precisam de orientação política que valorizem a exploração manejada e privilegiando os produtos com valores agregados. E neste rumo já existem manifestações preliminares. O fantástico paisagismo que a natureza incumbiu-se de arquitetar e as manifestações históricas e culturais de nosso povo tornam-se geradoras de emprego e renda com a exploração do turismo.

Na agricultura, pecuária e extrativismo é possível haver sustentabilidade econômica, desde que haja o desenvolvimento e o emprego de tecnologias geradas e adaptadas aos diferentes ecossistemas. O uso dos Planos de Desenvolvimento – PDA, dos Planos de Recuperação – PRA, dos Planos de Utilização dos assentamentos associados ao estudo de zoneamento agroecológico pode identificar as áreas potenciais e as que oferecem riscos, favorecendo o planejamento de atividades que apresentem viabilidades ecológica e econômica. Em complementação às ações, deve ser priorizada e contemplada em qualquer programa a capacitação tecnológica das famílias assentadas, no tocante ao emprego das tecnologias de produção à transformação, na gestão do agronegócio e na formação empreendedora. Neste mesmo prisma, embora em diferentes níveis, deve-se promover a atualização técnica e o aperfeiçoamento dos profissionais mais diretamente envolvidos na execução e gerenciamento dos respectivos projetos. E dando suporte a este conjunto de medidas, providenciar a devida adequação da estrutura física e o fortalecimento da Instituição que executa as políticas públicas para a reforma agrária, em especial da prestadora do serviço de ATES, de forma que a mesma possa efetivamente promover as condições de sustentabilidade alimentar, social, econômica e ambiental das famílias assentadas. Nesta perspectiva o serviço de assessoria técnica, social e ambiental – ATES se justifica à partir de um novo compromisso com o seu público beneficiário e com os resultados econômicos e sócio-ambientais relacionados e derivados de sua ação, não podendo omitir-se diante de eventuais externalidades gerados por sua intervenção e pelas recomendações técnicas, como ocorreram no período da Revolução Verde. Isto evidentemente que exige uma nova postura institucional e um novo profissionalismo, que esteja centrado em uma práxis que respeite os diferentes sistemas culturais, contribua para melhorar os patamares de sustentabilidade ambiental dos agroecossistemas, a conservação e recuperação dos recursos naturais e, ao mesmo tempo, assegure a produção de alimentos, com melhor qualidade. Para tal é fundamental que técnicos – extensionistas, empreendedores sociais – gerentes de projetos de assentamentos, e beneficiários do serviço – as

famílias assentadas, possuam os conhecimentos e habilidades requeridas para a execução de ações compatíveis com a nova política de ATES, levando em conta as dimensões ambiental, cultural, social, econômica e da segurança alimentar e nutricional. Diante deste contexto, compatível com os princípios e diretrizes já enunciados, a intervenção dos agentes de ATES deverá ocorrer de forma democrática, adotando metodologia participativa, tendo como ponto de partida a realidade e conhecimento local para alcançar soluções compatíveis com os interesses, necessidades e possibilidades dos protagonistas envolvidos, no presente caso, os assentados.

6. OBJETIVO

  • 6.1. Geral

Prestar o Serviço de Assessoria Técnica, Social e Ambiental aos Projetos de Assentamentos da Reforma Agrária: Cruzeiro, Cujubim, Bom Jesus dos Fernandes, Cedro, Governador Janary, São Benedito do Aporema, Nova Vida, Ferreirinha, Nova Colina, Manoel Jacinto, Nova

Canaã, Munguba, Pedra Branca, Perimetral, Serra do Navio, Pancada do Camaipi, Piquiazal, Maracá e Maria de Nazaré Mineiro, para promover as condições de sustentabilidade alimentar, social, econômica e ambiental das famílias assentadas.

  • 6.2. Específicos

Divulgar as políticas públicas do Ministério do Desenvolvimento Agrário voltadas para a reforma agrária; Nivelar a proposta desse projeto básico de ATES em suas respectivas áreas de intervenção; Elaborar o cadastro das famílias beneficiárias;

Promover a adoção de novos enfoques metodológicos e participativos, orientados aos paradigmas baseados nos princípios da agricultura familiar e com foco na agroecologia; Desenvolver processos educativos permanentes e continuados, a partir de um enfoque dialético, humanista e construtivista, visando a formação de competências, mudanças de atitudes e procedimentos dos atores sociais, que potencializem os objetivos de melhoria da qualidade de vida e de promoção do desenvolvimento rural sustentável; Promover a inserção da mulher e dos jovens como sujeitos do processo de construção e consolidação da reforma agrária, animar sua participação nos distintos mecanismos que viabilizem o desenvolvimento sustentável nos assentamentos; Desenvolver ações que potencializem o uso racional dos agroecossistemas e orientado para a recuperação dos recursos naturais e à proteção dos ecossistemas e da biodiversidade; Incentivar o trabalho grupal e fortalecer as organizações dos assentados; Interagir com as demais Instituições públicas e privadas na melhoria das condições infra-estruturais e sócio-ambientais dos assentamentos; Valorizar e apoiar as manifestações folclóricas e culturais das comunidades; Melhorar a qualidade dos produtos com as boas práticas de fabricação;

Capacitar os assentados sobre práticas agroecológicas, na perspectiva da produção sustentável para a melhoria da qualidade de vida e da preservação ambiental; Priorizar ações voltadas para os jovens rurais, principalmente os alunos das Escolas Famílias Agrícolas e Agroextrativistas; Orientar as famílias quanto às ações de saneamento básico, saúde preventiva e alimentação saudável; Aumentar a oferta de proteína animal para consumo doméstico, a partir da produção de ração dos produtos extraídos da floresta; Diversificar e agregar mais renda das famílias pela incorporação de atividades não agrícolas e transformação dos produtos in natura; Orientar o acesso dos assentados às diferentes modalidades do crédito rural - Pronaf;

Elaborar e acompanhar os projetos técnicos, assim como orientar na correta aplicação dos recursos.

7. PÚBLICO BENEFICIÁRIO

O público beneficiário do serviço de ATES é constituído de famílias assentadas pelo programa de reforma agrária do Estado do Amapá em 19 projetos de assentamentos, formada por grupo de agricultores familiares, ribeirinhos, extrativistas, quilombolas, mulheres trabalhadoras rurais e jovens, que estarão participando de diversos eventos programados neste projeto, totalizando 2.653 famílias beneficiárias, conforme detalhamento abaixo:

P.A. Bom Jesus: 180 famílias

P.A. Cedro: 180 famílias

P.A. Cruzeiro: 40 famílias

P.A. Cujubim: 10 famílias

P.A. Piquiazal: 120 famílias

P.A. Pancada do Camaipi: 150 famílias

P.A. Maracá: 718 famílias

P.A. Maria de Nazaré de Souza Mineiro: 100 famílias

P.A. Governador Janary: 120 famílias

P.A. São Benedito do Aporema: 40 famílias

P.A. Nova Vida: 100 famílias

P.A. Munguba: 119 famílias

P.A. Manoel Jacinto: 80 famílias

P.A. Nova Canaã: 80 famílias

P.A. Nova Colina: 90 famílias

P.A. Serra do Navio: 120 famílias

P.A. Ferreirinha: 40 famílias

P.A. Pedra Branca: 100 famílias

P.A. Perimetral: 176 famílias

8. AREA DE ABRANGÊNCIA

Conforme definido pela Instituição concedente, o serviço de ATES será desenvolvido em 19 Projetos de Assentamentos: Cruzeiro, Cujubim, Bom Jesus dos Fernandes, Cedro, Governador Janary, São Benedito do Aporema, Nova Vida, Ferreirinha, Nova Colina, Manoel Jacinto, Nova Canaã, Munguba, Pedra Branca, Perimetral, Serra do Navio, Pancada do Camaipi, Piquiazal, Maracá e Maria de Nazaré Mineiro.

  • 8.1 P.A. Piquiazal

Identificação do Imóvel:

Nome do Imóvel: Gleba Mazagão Decreto: N 0 92.627 de 02/maio/1986, publicado no D.O.U em 05.05.1986

Identificação do Assentamento:

Nome: Projeto de Assentamento Piquiazal Criação: 01 de abril de 1987 Área total: 26.000,0000 ha Área aproveitável: 20.000,0000 ha Área de reserva legal: 13.000,0000 ha Área inaproveitável: 6.000,0000 ha Tamanho dos lotes: 50,0000 ha Capacidade do Assentamento: 67 famílias Nº de famílias beneficiárias da ATES: 120

Localização e Acesso:

O P. A. Piquiazal fica localizado no Município de Mazagão-AP, distrito de Mazagão Velho, na Micro-Região 27.

Mazagão: 30 km

75 km

Vias de Acesso:

Distância

da

Sede

do

Município

de

Distância da Capital do Estado (Macapá):

Terrestre: através da Rodovia AP110 - Macapá/Mazagão.

8.2 P.A. Pancada do Camaipi Identificação do Imóvel: Nome do Imóvel : Gleba Mazagão Portaria de
  • 8.2 P.A. Pancada do Camaipi

Identificação do Imóvel:

Nome do Imóvel: Gleba Mazagão Portaria de obtenção: 5ª discriminatória Data de emissão da posse: 31/08/1976 Registro do Imóvel: Matrícula: nº 52 – fls. 225, do livro 2-A de Registro Geral da Comarca de Mazagão em 05/01/1977. Aquisição: deu-se pela União Federal, na forma do art. 4º- item I, através do procedimento discriminatório administrativo, estatuído nos arts. 19 a 31, do decreto lei 9.760 de 05/09/1946 – Macapá-Ap, 05/07/1976.

Identificação do Assentamento:

Nome: Projeto de Assentamento Pancada do Camaipi. Criação: Portaria/INCRA/SR-(21) nº 54, de 16 de setembro de 1998. Código do Projeto: AP 002500 Código do Município: 061026 Área total: 24.054,8384 ha (vinte e quatro mil e cinqüenta e quatro hectares, oitenta e três ares e oitenta e quatro centiares). Área aproveitável: 27.952,6000 ha. Área de reserva legal: 19.243,0000 ha. Área inaproveitável: 3.054,8384 ha. Tamanho dos lotes: 50,0000 ha. Capacidade do Assentamento: 400 famílias. Nº de famílias beneficiárias da ATES: 150

Localização e Acesso:

O

P.

A. Pancada do Camaipi fica localizado no Município de Mazagão, com

altitude de 9,49 m, latitude 00º07’50” e longitude de 51º25’04” W. O P. A. Pancada do Camaipi apresenta como referências:

Limites: O P. A. Pancada do Camaipi está situado ao sul do município de

Porto Grande, em terras do nordeste de Mazagão e oeste de Santana, na região sul do Estado do Amapá.

Mazagão: 18 km

85 km

Vias de Acesso:

Distância da Sede do Município de

Distância da Capital do Estado (Macapá):

Terrestre: através da BR 156, Rodovia Macapá/Jarí, Km 85. Fluvial: pelos Rios Vila Nova, Camaipi e Curumuri.

8.3 P.A. Maracá Identificação do Imóvel: Nome do Imóvel : Gleba Macacoari Portaria de obtenção :
  • 8.3 P.A. Maracá

Identificação do Imóvel:

Nome do Imóvel: Gleba Macacoari

Portaria de obtenção:

  • - Maracá I: n 0 1440/88, com 75.000 há

  • - Maracá II: n 0 1441/88, com 22.500 há

  • - Maracá III: n 0 1442/88, com 226.000 há Portaria de Unificação: GM/n0 17, de 28.04.97

Emissão da posse: Portaria/INCRA/CE/AP-01/n o 001/79, de 16.03.79 Código do SIPRA:

  • - Maracá I: AP0008000

  • - Maracá II: AP0007000

  • - Maracá III: AP0006000

Identificação do Assentamento:

Nome: Projeto de Assentamento Agroextrativista Maracá Data da Criação: 27 de outubro de 1988 Código do Projeto: AP 002500 Código do Município: 061026 Área total (gleba Macacoari): 210.200 ha Área total do projeto: 569.208,5407 ha Área aproveitável: 5.253 ha Área para infra-estrutura: 3,00 ha Área de reserva legal: 6.300 ha Área inaproveitável: 1.024,7837 ha Tamanho dos lotes: 50,00 ha. Capacidade do Assentamento: 1.500 famílias Nº de famílias beneficiárias da ATES: 728 Localização e Acesso:

8.4 P.A. Maria de Nazaré de Souza Mineiro Identificação do Imóvel: Nome do Imóvel : Gleba
  • 8.4 P.A. Maria de Nazaré de Souza Mineiro

Identificação do Imóvel:

Nome do Imóvel: Gleba Mazagão

Portaria de criação: Portaria/INCRA/SR-(21) n º 321, de 11 de setembro de

1.997.

Decreto: N 0 140/2000- GAB/PMLJ de 07 de Janeiro de 2000.

Data de emissão da posse: 07/01/2000

Identificação do Assentamento:

Nome: Projeto de Assentamento Casulo Maria de Nazaré de Souza Mineiro Criação: 07 de janeiro de 2000 Código do Projeto: AP 002700 Área total: 650,2003 ha Área do projeto: 200,0000 ha Área de infra-estrutura: 32,0000 ha

Área aproveitável: 20.000,0000 ha Área de reserva legal: 13.000,0000 ha Área inaproveitável: 6.000,0000 ha Tamanho dos lotes: 2,0000 ha Capacidade do Assentamento: 100 famílias Nº de famílias beneficiárias da ATES: 90

Localização:

O P. A. Maria de Nazaré de Souza Mineiro fica localizado no Município de Laranjal do Jari-AP.

do Jari: 5 km

285 km

Vias de Acesso:

Distância da Sede do Município de Laranjal

Distância da Capital do Estado (Macapá):

Terrestre: através da Rodovia BR156 - Macapá/Jari.

8.5. P.A. Perimetral

Identificação do Imóvel:

Nome: Projeto de Assentamento Perimetral Criação: Portaria/INCRA/SR Nº 00290, de 01/04/1987. Código do Projeto : AP

Nome: Projeto de Assentamento Perimetral Criação: Portaria/INCRA/SR Nº 00290, de 01/04/1987. Código do Projeto: AP 004000 Código do Município: 061069 Área total: 34.000,00 ha Tamanho dos lotes: 80,0000 ha Capacidade do assentamento: 680 famílias. Nº de famílias beneficiárias da ATES: 175 Localização:

Estado: Amapá (AP)

Município: Pedra Branca do Amapari

Distância entre a Comunidade Riozinho e a capital do Estado (Macapá):

 
  • 216 Km;

Distância entre a Comunidade Sete Ilhas e a Capital do Estado (Macapá):

  • 225 km;

Distância entre a Comunidade Tucano e a Capital do Estado (Macapá):

 
  • 244 km;

Distância Entre a Comunidade Tucano e a Sede do Município de Água Branca do Amapari: 70 km

Vias de Acesso:

Terrestre: Através da Rodovia BR – 210 Ferroviário: Estrada de Ferro Santana / Serra do Navio

8.6. P.A. Serra do Navio

Identificação do Imóvel

Nome do Imóvel: Gleba Água Branca Portaria de obtenção: Portaria INCRA/DF/AP – 01 de 077/112/11982. Data de Emissão de Posse: 07/12/1982. Registro/Matrícula: matriculado em nome da União, sob o nº 1.043, fls. 278 do livro nº 2 – C de Registro Geral do CRI da 1ª circunscrição judiciária do Amapá, Comarca de Macapá, em 16/01/1983.

Identificação do Assentamento:

 Distância Entre a Comunidade Tucano e a Sede do Município de Água Branca do Amapari:

Nome: P. A. Serra do Navio. Criação: 31/10/1995 Código do Projeto: UA 0010000 Código do Município: 061107 Área Total: 25.000 ha Área Aproveitável: 22.500 ha Área de Reserva Legal: 12.500 ha Área Inaproveitável: 2.500 ha Tamanho dos Lotes: 50 ha Capacidade do Assentamento: 250 famílias Nº de famílias beneficiárias da ATES: 120

Localização: O Projeto de Assentamento Serra do Navio, está localizado no Município de Serra do Navio / AP a uma altitude de 148,5 m, latitude de 00º53’56’’ N e longitude de 52º00’06’’ W.

Distância da Capital (Macapá) ao Assentamento Serra do

Navio: 219 Km Distância do Assentamento à Sede do Município de Serra do Navio: 15 Km

8.7. P.A. Cujubim

Identificação do Imóvel

Denominação do imóvel: Gleba Tartarugalzinho.

Data da Emissão de Posse: Gleba AD-08, Edital 27/09/1978, publicado D.O.U.

Portaria de criação: 16/09/1998.

Portaria de Obtenção: Área Discriminada.

Registro do Imóvel: Matrícula n° 50, folhas 245 V a 246, livro n° 2 do Registro Geral da Comarca de Macapá. Área total (Gleba): 279.877,000 ha

Identificação do Assentamento:

Identificação do Assentamento: Área total do projeto: 13.000,000 ha Área aproveitável: 11.500,000 ha Área inaproveitável: 1.500,000

Área total do projeto: 13.000,000 ha

Área aproveitável: 11.500,000 ha

Área inaproveitável: 1.500,000 ha

Área de reserva legal: 10.400,000 ha

Área média das parcelas: 50 ha

Área para infra-estrutura: 500,000 ha

N o de famílias (capacidade do imóvel): 220.

N o total de famílias na R.B.: 215.

Nº de famílias beneficiárias da ATES: 100

Localização e acesso:

O PA Cujubim está localizado no município de Pracuuba, centro-leste do estado. Toda a sua face norte e noroeste é limitada pelo rio Flechal e a nordeste pelo igarapé Catitu; no oeste e sudoeste, o limite é feito pelo igarapé da Triste. O restante do perímetro do PA, correspondente ao sul, sudeste e leste, é limitado por linhas secas. O ponto de referência mais próximo do assentamento é a vila Cujubim, distante 5,35km da agrovila, instalada no interior do assentamento, e a 242,8km de Macapá pela BR-156 que representa

G ra nd e Pracu uba P e rna m buco F lech al Ig .
G ra nd e
Pracu uba
P e rna m buco
F lech al
Ig .
P .A
C u ju b im
Am a pá
Ig.
R io
Fle ch al
BR
P.A
CU J UB IM
156
Ita uba l
P ra cu u ba
C u ju bim
u
A g rov ila
Ta rta ru ga lz in ho
R io
C utia s
C ujub im
da
Ferre ira
G om es
P orto
G ra nd e
C ujub
in z inh o
Ita ub al
M ac apá
S ant a n a
Ita u bal
it
Itau bal
R io
G a
inl
h a
t
R i o
Tim bó
d a
T ris te
Ig .
Ig .
Ig .
A m a z o n a s
Ig .
a
C

o principal meio de acessá-lo. Esta rodovia, que vai até o Oiapoque, encontra- se em obras de pavimentação e, no momento, faltam apenas 8,3km para a conclusão do asfaltamento até a vila Cujubim, partindo de Macapá. A distância entre a agrovila e a sede municipal de Pracuuba é de 32,07km e de 16,5km até uma outra vila do PA, a do Pernambuco, situada mais ao norte, a 5km da BR- 156. O acesso ao assentamento também pode ser feito por via fluvial, utilizando o rio Flechal que cruza a BR-156. O percurso deste ponto da estrada até o início do assentamento é de 9km. Internamente, o PA é servido por três linhas utilizadas como vias de acesso aos lotes. Uma delas parte da agrovila (linha B), outra tem início na vila Pernambuco (linha E), medindo, respectivamente, 7,3km e 9,2km. A terceira, de 4,65km (linha A), que se localiza bem ao sul, faz conexão com a linha B através de um ramal de 2km. Além dessas linhas já implantadas, estão projetadas mais duas, as linhas C e D

com extensões aproximadas de 7km e 10,5km, respectivamente, intercaladas com espaçamento de 2km entre elas.

8.8. P.A. Cruzeiro

Identificação do Imóvel:

Nome do Imóvel: Gleba Amapá Grande Área Total: 168.898,5441 ha (cento e sessenta e oito mil, oitocentos e noventa e oito hectares, cinqüenta e quatro ares e quarenta e um centiares). Registro do Imóvel: matriculada em nome da União, sob o nº 103, às fls 4 e 5 v, do livro nº 2 - A, de Registro Geral do CRI da 3ª circunscrição judiciária da Comarca de Amapá, em 13/12/1983. Aquisição: pela União Federal na forma do art. 4º. Item I da Constituição Federal e art. 2º do Decreto-Lei nº 1164, de 1º de abril de 1971, através de procedimento discriminatório administrativo, com base nos arts. 19 a 31, do decreto lei nº 9.760, de 05/09/1946.

Identificação do Assentamento:

Nome : Projeto de Assentamento Cruzeiro Criação : Portaria/INCRA/SR nº 00045, de 18/08/1998. Código do Projeto

Nome: Projeto de Assentamento Cruzeiro Criação: Portaria/INCRA/SR nº 00045, de 18/08/1998. Código do Projeto: AP 002200 Código do Município: 062026 Área total do Projeto: 5.930,0653 ha Área aproveitável: 5.100,0000 ha Área de reserva legal: 4.744,0522 ha Área de Inaproveitável: 830,0653 ha Tamanho dos lotes: 50,000 ha Capacidade do assentamento: 96 famílias Nº de famílias beneficiárias da ATES: 40 Localização: de acordo com o Anuário Estatístico do Estado do Amapá, versão 1998 – 2000, o Município do Amapá, onde fica localizado o P. A. Cruzeiro, está situado na mesorregião 1 e microrregião 2, a uma altitude de 8,64 metros.

8.9. P.A. Nova Canaã

Identificação do Imóvel:

Nome do Imóvel: Gleba Matapi I Documento de Obtenção: Edital de 31/08/1974 – Publicado no D.O.T.F.do Amapá. Registro/Matrícula: matriculado em nome da União, sob o nº 13, às fls 13 do livro 02 de Registro Geral do Cartório de Registro de Imóveis da 1ª circunscrição judiciária do Amapá, comarca de Macapá e sob o nº 02, fls 194 v e 195 do livro nº 02 de Registro Geral do Cartório de Registro de Imóveis da 3ª circunscrição judiciária do Amapá, comarca do Amapá. Matriculado em 13/12/1983.

Identificação do Assentamento:

Identificação do Imóvel: Nome do Imóvel : Gleba Matapi I Documento de Obtenção : Edital de

Nome: Projeto de Assentamento Nova Canaã Criação: Portaria/INCRA/SR Nº 00046, de 20/08/1998. Código do Projeto: AP 0023000 Código do Município: 061093 Área total: 20.554,4200 ha Tamanho dos lotes: 50,0000 ha Capacidade do assentamento: 340 famílias. Nº de famílias beneficiárias da ATES: 80 Natureza do assentamento: Agrícola/Agroextrativista.

Localização: O P. A. Nova Canaã fica localizado no Município de Porto Grande / AP, apresentando latitude 00º42’25’’ N e longitude 51º25’16’’ W, a uma altitude de 71 m.

Distância da Capital do Estado (Macapá): 149 Km

 

Distância do Assentamento à Sede do Município (Porto Grande): 42 km

Vias

de Acesso: BR – 210 (Perimetral Norte)

e Estrada

de Ferro

do

Amapá – EFA.

8.10. P.A. Pedra Branca Identificação do Imóvel: Denominação do imóvel: Gleba Água Fria Portaria: N :

8.10. P.A. Pedra Branca

Identificação do Imóvel:

Denominação do imóvel: Gleba Água Fria Portaria: N o : 054 de 30.11.1999 Data da desapropriação: Processo (INCRA/SR(21)/ N o : 54350. 002652/99-13 Código do SIPRA: Uf0028000 Emissão de posse: Portaria/INCRA/DF/AP-01/no 279, de 24.08.83

Identificação do Assentamento:

Data da criação do assentamento: 30/11/1999

Área total do projeto: 29.831,6316 ha Área aproveitável: 23.000 ha Área para infra-estrutura: 3,000 ha Área de reserva legal: 29.900,0000 ha Área inaproveitável: 6.831,6316 ha Área média das parcelas: 50 ha Nº de famílias (capacidade do assentamento): 400 famílias Nº de famílias beneficiárias da ATES: 100

Vias de acesso:

1- De Macapá

pela rodovia BR-156, até a cidade de Porto Grande (105km), mais 70 Km pela BR-210 até as linhas de acesso interno ao assentamento, todas derivando diretamente desta BR, também conhecida como Perimetral Norte. 2- De Santana por via ferroviária, Estrada de Ferro do Amapá (EFA), 180km ou 4/5 horas, até a estação na cidade de Pedra Branca, distante cerca de 1 km da BR-210, no trecho de contato com as linhas de acesso interno ao assentamento. 3- De Serra do Navio pela rodovia BR-210, 20km até a cidade de Pedra Branca, no trecho de contato com as linhas de acesso interno ao assentamento.

Localização e Acesso
Localização e Acesso

por via ferroviária, Estrada de Ferro do Amapá (EFA), 20km até a estação na cidade de Pedra Branca, distante cerca de 1 km da BR-210, no trecho de contato com as linhas de acesso interno ao assentamento.

8.11. P.A. Bom Jesus dos Fernandes

Identificação do Imóvel:

Nome do Imóvel: Gleba Tartarugal Grande. Área Total: 33.031,0381 ha (trinta e três mil, e trinta e um hectares, três ares e oitenta e um centiares). Data da Emissão de Posse: Gleba AD 03, Edital 11/08/75, publicado no Diário Oficial do Território Federal do Amapá. Aquisição: pela União Federal na forma do art. 4º. Item I da Constituição Federal e art. 2º do Decreto-Lei nº 1164, de 1º de abril de 1971, através de procedimento discriminatório administrativo, com base nos arts. 19 a 31, do decreto lei nº 9.760, de 05/09/1946.

Identificação do Assentamento:

PLANO DE REVITALIZAÇÃO PLANO DE REVITALIZAÇÃO DO ASSENTAMENTO DO ASSENTAMENTO BOM JESUS DOS FERNANDES BOM JESUS
PLANO DE REVITALIZAÇÃO
PLANO DE REVITALIZAÇÃO
DO ASSENTAMENTO
DO ASSENTAMENTO
BOM JESUS DOS FERNANDES
BOM JESUS DOS FERNANDES
Município de Tartarugalzinho
Município de Tartarugalzinho
Bom
Jesus
2
9
(^
# Ù
Mapa de Localização:
28
Y#
S u rina m e
G uia n a Fr
a nc
es
a
P.A. C ujubim
(^
Pa rá
Ta rtaru g a lzi nh o
Y#
30
P.A. B OM JESU S
(^
27
26
P.A. Cedro
P .A. G overnador
J anary
(^
(^
31
(^
P .A. Sã o Benedito
do A po rema
P.A . N ova Vida
C uti as
#Y
(/ 1 5 6
32
(^
P.A. Cedro
(^
Ù
#
Mutum
(^
P.A. Governador
Janary
Divisão de Geoprocessamento - DGEO
Centro de Ordenamento Terrfitorial - COT
Inst.de Pesq.Científicas e Tecnológicas do AP - IEPA

Nome: Projeto de Assentamento Bom Jesus dos Fernandes. Criação: Portaria/INCRA/SR21, nº 00222, de 25/03/1994. Código do Projeto: AP0009000 Código do Município: 1600709 Área total do Projeto: 33,031,0381 ha Área aproveitável: 5.100,0000 ha Área de reserva legal: 4.744,0522 ha Tamanho dos lotes: 50,000 ha Capacidade do assentamento: 450 famílias Nº de famílias beneficiárias da ATES: 180 Localização: de acordo com o Anuário Estatístico do Estado do Amapá, versão 1998 – 2000, o Município do Tartarugalzinho, onde fica localizado o P. A. Bom Jesus dos Fernandes está situado na mesorregião 1 e microrregião 2, a uma altitude de 14,98 metros.

Posição Geográfica:

 

Extremo

Norte:

latitude

01º15’68,7

“N

-

longitude

50º29’67,6’’ W”.

 

Extremo Sul: latitude 01º14’48,3 “N - longitude 50º00’14,7” W

Extremo

Leste:

latitude

01º14’97,5

“N

-

longitude

50º20’71,1” W

 

Extremo

Oeste:

latitude

01º14’48,3

“N

-

longitude

49º30’04,0” W

 

Limites do P.A. Bom Jesus dos Fernandes:

 

Norte: Lote do Sr. Antônio José Duarte e terras de quem de

direito Sul: P.A. Governador Janary e P.A. Colônia do Cedro

Leste: P.A. Governador Janary e terras de quem de direito

Oeste: Terras de quem de direito

Distância da Capital do Estado: 222 km.

Distância da sede do município assentamento: 22 km.

a

entrada

do

ramal

do

Distância da entrada do ramal (BR-156) até a agrovila: 15 Km.

Vias de Acesso: Terrestre – através da Rod. BR-156.

8.12. P.A. Cedro

Identificação do Imóvel:

Nome do Imóvel: Gleba Tartarugal Grande.

Área Total: 59.716,9171 ha (cinqüenta e nove mil, setecentos e dezesseis hectares, noventa e um ares e setenta e um centiares). Portaria de Obtenção da Área: Portaria/INCRA/SR21-AP, nº 024/96, de 04 de setembro de 1996. Data da Emissão de Posse: Gleba AD 03, Edital 11/08/75, publicado no Diário Oficial do Território Federal do Amapá. Registro do Imóvel: matriculado sob o nº 15, à fl. 15 do livro nº 02. Aquisição: pela União Federal na forma do art. 4º. Item I da Constituição Federal e art. 2º do Decreto-Lei nº 1164, de 1º de abril de 1971, através de procedimento discriminatório administrativo, com base nos arts. 19 a 31, do decreto lei nº 9.760, de 05/09/1946.

Identificação do Assentamento:

465000 470000 475000 480000 485000 490000 495000 500000 PLANO DE REVITALIZAÇÃO DO PLANO DE REVITALIZAÇÃO DO
465000
470000
475000
480000
485000
490000
495000
500000
PLANO DE REVITALIZAÇÃO DO
PLANO DE REVITALIZAÇÃO DO
ASSENTAMENTO CEDRO
ASSENTAMENTO CEDRO
Município de Tartarugalzinho
Município de Tartarugalzinho
VVeeggeettaaççããoo
P.A . Bom Jesus
dos Fernandes
Simbologia:
Drenagem
#
(^
Ù
Comunidade
Amostras de Vegetação
Escola
Assentam entos
25
24
Rede Viária
Ù
#
Mutum
BR - 156
15
Ramais
(^
9
17
Vegetação
(^
18
(^
(^
P.A. Governador
Floresta
Mata de Galeria
Cerrado
5
Transição C errado/Floresta
(^
16
Janary
(^
Alteração
13
3
(^
(^
20
Colônia
12
4
Ù
(^
Ù
do Cedro
Ù
1
(^ (^
(^
#
(^
EFACE
14
Mapa de Localização:
(^
19
(^
11
10
(^
P.A .
Cuju bim
S ur
ina m e
G u i
an a F r
an ce sa
21
P a rá
Ta rta r ug alz in ho
(^
#Y
P .A.
B om Je sus
dos F erna ndes
P .A . C E D RO
P .A. Gover nador
J anar y
6
P .A.
do
Sã o Be nedit o
A po re ma
(^
Vila
P. A . No va
Vi da
Progresso
C utia s
#Y
(/ 156
#
8
(^
7
(^
23
(^
Escala Gráfica
AMCEL
Entre
Ù
Rios
2
0
2
4
Km
#
(^
22
Escala 1:125.000
Projeção UTM
Datum SAD 69
2005
Divisão de G eo processamento - DGEO
Centro de Ordenam ento Terrfitorial - CO T
Inst.de Pesq.Científicas e Tecnológicas do AP - IEPA
/( 156
465000
470000
475000
480000
485000
490000
495000
500000
10155000
10150000
10145000
10140000
10135000
10130000
10125000
10125000
10130000
10135000
10140000
10145000
10150000
10155000

Nome: Projeto de Assentamento Colônia do Cedro Criação: Portaria/INCRA/SR21-AP, nº 0024/96, de 04/09/1996. Código do Projeto: AP0012000 Código do Município: 1600709 Área total do Projeto: 59.716,9171 ha (retificado no D.O. nº 155-E, de

14/08/01).

Área aproveitável: 50.773,5400 ha Área de reserva legal: 47.773,54 ha Área Inaproveitável: 8.943,3771 ha Área média estimada p/ família, segundo a cap. do P.A.: 99,5282

ha

Capacidade do assentamento: 600 famílias Nº de famílias beneficiárias da ATES: 180 Localização: de acordo com o Anuário Estatístico do Estado do Amapá, versão 1998 – 2000, o Município do Tartarugalzinho, onde fica localizado o P. A. Colônia do Cedro, está situado na mesorregião 1 e microregião 2, a uma altitude de 14,98 metros.

a) Posição Geográfica:

Extremo

Norte:

latitude

01º15’47,4

“N

-

longitude

47º02’56,9’’ W”

 

Extremo Sul: latitude 01º12’01,9 “N - longitude 47º58’99,8” W

Extremo

Leste:

latitude

01º14’70,9

“N

-

longitude

48º97’32,4” W

 

Extremo

Oeste:

latitude

01º13’04,8

“N

-

longitude

51º01’59,4” W

 

b) Limites do P.A. Cedro:

Norte:

P.A. Bom Jesus dos Fernandes

 

Sul:

Comunidade Água Viva

e

terras

de quem

de

direito

Leste:

P.A.

Governador

Janary

e

terras

de

quem de

direito

Oeste:

Terras de quem de direito

 

Distância da Capital do Estado: aproximadamente 212 km. Distância da sede do Município: aproximadamente 65 km. Vias de Acesso: Terrestre – através da Rod. BR-156.

8.13. P.A. São Benedito do Aporema

Identificação do Imóvel:

Denominação do imóvel: Gleba Ad – 03 – Tartarugal Grande Portaria de criação: n o : 00012/97 Data da desapropriação: Processo (INCRA/SR(21)/ N o : 54350.

0002651/99-45.

Código do SIPRA: Uf0029000 Data da criação do assentamento: 08.01.1997 Área total (Gleba Macacoari): 210.200 ha

Identificação do Assentamento:

Área total do projeto: 2.900 ha Área aproveitável: 2.700 ha Área para infra-estrutura: 150 ha Área de reserva legal: 2.300 ha Área inaproveitável: 300 ha Fração mínima de parcelamento: 50 ha N o de famílias (capacidade do imóvel): 51 Nº de famílias beneficiárias da ATES: 40

Identificação do Assentamento: Área total do projeto: 2.900 ha Área aproveitável: 2.700 ha Área para infra-estrutura:

LOCALIZAÇÃO E ACESSO

O assentamento de São Benedito localiza-se na porção sul do município de Tartarugalzinho, distrito de Aporema e a leste da BR-156. Sua área insere-se integralmente na bacia hidrográfica do rio Aporema, um afluente do Araguari. Mais, especificamente, sua porção leste se distribui pelos formadores do igarapé Jenipapo e a área correspondente ao lado oeste está inserida na sub- bacia do rio Cobre. A maior parte do seu perímetro está representada por linhas secas que seccionam um grande número de canais de drenagem. A

exceção é feita ao sul, limitado por um ramal cujo traçado coincide com alguns divisores de pequenas bacias hidrográficas. A porção norte e nordeste desse assentamento faz divisa com terras da AMCEL e o complemento do seu perímetro também é limite com propriedades particulares de menor porte. Os acessos, tanto a partir da sede municipal de Tartarugalzinho quanto de Macapá, é feito pela BR-156 em percursos asfaltados medindo, respectivamente, 89km e 235km até o entroncamento com o ramal do assentamento. Desse ponto, são mais 23km até o início da linha 02, que também constitui a entrada principal do assentamento. Prosseguindo aproximadamente 14km por esse mesmo ramal, chega-se à margem direita do Aporema, na comunidade de São Benedito do Aporema, que é tido com um entreposto comercial para as comunidades ribeirinhas locais.

8.14. P.A. Manoel Jacinto

Identificação do Imóvel:

Denominação do imóvel: PA Manoel Jacinto

Portaria de Criação: 0200-27/04/1998

Código do Projeto: AP 0026000

Identificação do Assentamento:

Área oficial do projeto: 16.390,64 ha

Área de reserva legal coletiva: 3830ha

Área sujeita a inundação: 1.094,5 ha

Área média das parcelas: 50 ha

N o de famílias (capacidade do imóvel): 270.

Nº de famílias beneficiárias da ATES: 80

#Y Ferreira P.A. Manoel Gomes /( 156 Jacinto #Y Porto Escola Municipal Rio Araguari Grande /(
#Y
Ferreira
P.A. Manoel
Gomes
/( 156
Jacinto
#Y
Porto
Escola Municipal
Rio Araguari
Grande
/( 210
/( 156
210
%g
340
Porto Bene
T
Sede Munipal
de Porto Grande
EFA
Simbologia
g%
070
(/ 210
Estrada de ferro do Amapá -EFA
Estrada Federal não pavimentada
Projeto de Assentamento
Manoel J acinto
/(
/( 156
Estrada Federal pavimentada
Ilhas
/(
Macapá
%g
010
#Y
g%
Estrada Estadual não pavimentada
#Y
Capital
Estrada Estadual pavimentada
g%
#Y
Sede Municpal
%g
%g
010
Trilhas
010
#Y
T
Porto Bené
Limite Municipal
Santana
Escola
Drenagem
Ig. Boca Limpa
Ramal do
Linhão

Localização e Acesso:

O PA Manoel Jacinto localiza-se no município de Porto Grande, região centro-sudeste do estado. Seu perímetro é composto principalmente pelo rio Araguari numa extensão de 41km que cobre as regiões oeste, sudoeste, sul e parte do sudeste. A continuidade desta última é feita pelo igarapé Manoel Jacinto que segue até o leste. O setor norte e nordeste está limitado pelo igarapé Areia (Ribeira) e por linha seca.

O acesso principal ao PA é feito via sede municipal de Porto Grande:

chegando à cidade, basta atravessar o rio Araguari que já se adentra o assentamento, propriamente dito. Isto significa que a distância que separa Porto Grande (sede) de Macapá é a mesma do PA (106km, aproximadamente). Durante o período seco, a travessia do rio Araguari fica prejudicada pela pedregosidade do seu leito, dificultando a navegação de embarcações de maior porte. Para se chegar a Porto Grande, utiliza-se a BR-156 e um pequeno trecho da Perimetral Norte (BR-210), ambos asfaltados. Ainda por terra, pode- se acessar por ferrovia que vai até o porto de Santana. Outra alternativa é a

fluvial pelo Araguari que faz parte do seu perímetro, como já mencionado. Internamente, a locomoção terrestre pode ser feita por bicicleta, animais e a pé ou fluvial, durante o inverno, pelo igarapé Manoel Jacinto, utilizando pequenas embarcações (catraia, por exemplo). O assentamento possui duas linhas que têm início na margem do Araguari e penetram o território no sentido noroeste. Uma delas é denominada de trilha do Manoel Jacinto, de 11,7km de extensão, atualmente muito em evidência devido a maior atividade dos assentados ao longo do seu percurso. Uma outra, acompanha aproximadamente a trajetória da linha de transmissão de energia elétrica. Essa última, denominada de linhão, pode ser acessado a partir de dois pontos na margem do Araguari: um deles corresponde ao início da linha e situa-se mais próximo de Porto Grande. A sua extensão total mede 23,82km, atravessando inteiramente o assentamento. Outro acesso ao linhão, dá-se pelo porto Bené através de uma trilha de 3,24km que alcança o linhão na altura do final do terço inferior do seu traçado.

8.15. P.A. Nova Vida

Identificação do Imóvel:

Denominação do imóvel: Gleba Tartarugal Grande Portaria de criação: n o : 00046/98 Código do SIPRA: 0021000 Data da criação do assentamento: 03.08.1998

Identificação do Assentamento:

Área total do projeto: 9.511,3765 ha Área para infra-estrutura: 549,00 ha Área de reserva legal: 7.609,1012 ha Área inaproveitável: 962,3765 ha Fração mínima de parcelamento: 59,4461 ha N o de famílias (capacidade do imóvel): 160 Nº de famílias beneficiárias da ATES: 100

  • 8.16. P.A. Munguba

Identificação do Imóvel:

Denominação do imóvel: Projeto de Assentamento Munguba Portaria de criação: n o : 0025/96 Código do SIPRA: AP001300000000 Data da criação do assentamento: 01.10.1996

Identificação do Assentamento:

Área total do projeto: 37.500 ha Área para infra-estrutura: 100,00 ha Área de reserva legal: 22.400 ha Fração mínima de parcelamento: 50,0000 ha N o de famílias (capacidade do imóvel): 300 Nº de famílias beneficiárias da ATES: 120

Localização e Acesso: Município de Porto Grande, distante 160 km de Macapá e 58 km de Porto Grande. O acesso se dá pela Rod. BR-210.

  • 8.17. P.A. Governador Janary

Identificação do Imóvel:

Denominação do imóvel: Projeto de Assentamento Governador Janary – Gleba Tartarugal Grande. Portaria de criação: n o : 00052/98

Data da criação do assentamento: 06.09.1998

Identificação do Assentamento:

Área total do projeto: 11.304,7994 ha Área para infra-estrutura: 1.000,00 ha Área de reserva legal: 9.043,8397 ha Área média das parcelas: 56,5240ha N o de famílias (capacidade do imóvel): 200 Nº de famílias beneficiárias da ATES: 120

Localização e Acesso: Município de Tartarugalzinho, distante 200 km de Macapá e 35 km de Tartarugalzinho. O acesso se dá pela Rod. BR-210.

8.18. P.A. Nova Colina

Identificação do Imóvel:

Denominação do imóvel: Projeto de Assentamento Nova Colina Portaria de criação: n o : 00017/97 Data da criação do assentamento: 24.01.97

Identificação do Assentamento:

Área total do projeto: 22.700 ha Área média das parcelas: 100 ha N o de famílias (capacidade do imóvel): 227 Nº de famílias beneficiárias da ATES: 90

Localização e Acesso: Município de Porto Grande, distante 126 km de Macapá e 30 km de Porto Grande.

O acesso terrestre é feito pela Rodovia BR-156.

9. PERÍODO DE EXECUÇÃO

Os serviços serão executados no período de Outubro Setembro de 2010.

de 2009

a

10. METAS FÍSICAS

As metas físicas planejadas para a execução do serviço de Assessoria Técnica, Social e Ambiental junto aos Projetos de Assentamentos da Reforma Agrária, para o período programático 2009-2010, encontram-se discriminadas e quantificadas nos quadros abaixo e foram organizadas pela seguinte ordem de área temática:

10.1

- Nivelamento das Políticas de ATES

Gestão em cooperativismo

Organização associativa

Orientação sobre a política de crédito do PRONAF

Orientação sobre a política de crédito do PRONAF-Jovem

Orientação sobre a política de crédito do PRONAF-Mulher

10.2

- Capacitação das Famílias Assentadas

Administração da propriedade rural familiar

Boas práticas de manejo da castanha

Cultivo orgânico de hortaliças

Desenvolvimento sustentável em bases agroecológicas

Manejo e sanidade do rebanho

Manejo extrativo sustentável da castanheira

Manejo extrativo sustentável da seringueira

Meliponicultura

Produção de composto orgânico

Produção de mudas

Técnicas de prevenção de acidentes no trabalho rural

Unidade Demonstrativa de apicultura

Unidade Demonstrativa de meliponicultura

10.3

- Agroindústria Familiar

Boas práticas de fabricação do biscoito da castanha

Boas práticas de fabricação dos produtos derivados da mandioca

Fabricação artesanal de farinha de mandioca

10.4

- Promoção do Desenvolvimento Social e da Segurança Alimentar

Alimentação saudável – horta na escola

Alimentação saudável para a família – horta doméstica

Controle de endemias tropicais

Destino do lixo domiciliar

Informações sobre os benefícios sociais

Planejamento familiar

Primeiros socorros

Produção e uso de medicamentos caseiros

Saneamento básico

Saúde preventiva da família

Tratamento de água para consumo doméstico

10.5

- Comercialização de Produtos da Agricultura Familiar

Certificação de produtos da biodiversidade

Critérios para comercialização no âmbito do PAA

Inserção em mercados institucionais

10.6

- Produtos e Mercados Diferenciados da Agricultura Familiar

Artesanato com artefatos da madeira

Artesanato do extrativismo – biojóias (cipó, palha e semente)

Confecção de móveis

Cultivo de plantas medicinais e fitoterápicas

Unidade Demonstrativa de plantas medicinais e fitoterápicas

10.7

- Manejo de Agrossistema Florestal

Manejo agroflorestal regenerativo

Manejo de açaizal nativo

10.8

- Educação Ambiental

Legislação ambiental para conversão de uso do solo

Prevenção e controle de desmatamentos e queimadas

Proteção da mata ciliar

10.9

- Assistência Técnica, Social e Ambiental para Famílias

Assentadas

ATES para famílias assentadas da reforma agrária: compreende as visitas periódicas as famílias para levantamento de informações e orientações quanto aos aspectos sociais, produtivos e ambientais.

10.10 - Monitoramento e Avaliação das atividades de ATES

Monitoramento das atividades de ATES

Avaliação do serviço de ATES

1 –

P. A. CRUZEIRO

10

METAS, CRONOGRAMA E BENEFICIÁRIOS DA ATES

 

Meta

Descrição

Indicador Físico

Duração (mm/aa)

 

Beneficiários

Unidade

Quant.

Início

Término

Localização

Tipo

Quant.

 

P.A. CRUZEIRO 2009

 

9

Assistência Técnica, Social e Ambiental para Famílias Assentadas

  • 9.1 ATES para famílias assentadas da reforma agrária

Visita

120

Out/2009

Dez/2009

Cruzeiro

Família

40

  • 9.2 Planejamento Operacional do Serviço de ATES

Oficina

1

Out/2009

Out/2009

Cruzeiro

Assentado

15

10

Monitoramento e Avaliação das atividades de ATES

10.1

Monitoramento das atividades de ATES

Reunião

1

Dez/2009

Dez/2009

Cruzeiro

Associação

1

 

P.A. CRUZEIRO 2010

 

1

Nivelamento das Políticas de ATES

  • 1.1 Orientação sobre a Política de Crédito do Pronaf

Palestra

1

Jan/2010

Jan/2010

Cruzeiro

Assentado

30

  • 1.2 Organização Associativa

Curso

1

Mar/2010

Mar/2010

Cruzeiro

Associação

1

3

Agroindústria Familiar

3.1

Fabricação Artesanal de Farinha de Mandioca

Curso

1

Ago/2010

Ago/2010

Cruzeiro

Assentado

15

4

Promoção do Desenvolvimento Social e da Segurança Alimentar

4.1

Planejamento Familiar

Palestra

1

Abr/2010

Abr/2010

Cruzeiro

Família

30

9

Assistência Técnica, Social e Ambiental para Famílias Assentadas

9.1

ATES para famílias assentadas da reforma agrária

Visita

360

Jan/2010

Set/2010

Cruzeiro

Família

40

10

Monitoramento e Avaliação das atividades de ATES

  • 10.1 Monitoramento das atividades de ATES

Reunião

3

Mar/2010

Set/2010

Cruzeiro

Associação

1

  • 10.2 Avaliação do serviço de ATES

Reunião

1

Set/2010

Set/2010

Cruzeiro

Família

40

  • 2 –

P. A. CUJUBIM

10

METAS, CRONOGRAMA E BENEFICIÁRIOS DA ATES

 
   

Indicador Físico

Duração (mm/aa)

 

Beneficiários

Meta

Descrição

Unidade

Quant.

Início

Término

Localização

Tipo

Quant.

 

P.A. CUJUBIM 2009

 
 

1

Nivelamento das Políticas de ATES

 

1.1

Orientação sobre a Política de Crédito do Pronaf

Palestra

1

Dez/2009

Dez/2009

Cujubim

Assentado

30

 

4

Promoção do Desenvolvimento Social e da Segurança Alimentar

 
 

4.1

Saúde Preventiva da Família

Palestra

1

Nov/2009

Nov/2009

Cujubim

Família

30

 

4.2

Saneamento Básico

Palestra

1

Dez/2009

Dez/2009

Cujubim

Família

30

 

4.3

Planejamento Familiar

Palestra

1

Out/2009

Out/2009

Cujubim

Família

30

 

4.4

Alimentação saudável - horta na escola

UTD

1

Dez/2009

Dez/2009

Cujubim

Jovem

45

 

9

Assessoria Técnica, Social e Ambiental para Famílias Assentadas

 
 

9.1

ATES para famílias assentadas da reforma agrária

Visita

300

Out/2009

Dez/2009

Cujubim

Família

100

 

9.2

Planejamento Operacional do Serviço de ATES

Oficina

1

Out/2009

Out/2009

Cujubim

Assentado

30

 

10

Monitoramento e Avaliação das atividades de ATES

10.1

Monitoramento das atividades de ATES

Reunião

1

Dez/2009

Dez/2009

Cujubim

Associação

1

 

P.A. CUJUBIM 2010

 
 

2

Capacitação das Famílias Assentadas

 

2.1

Unidade Demonstrativa de Produção de mudas

UTD

1

Jan/2010

Jul/2010

Cujubim

Associação

1

 

2.2

Unidade Demonstrativa de Apicultura

UTD

1

Jan/2010

Set/2010

Cujubim

Jovem

15

 

5

Comercialização de Produtos da Agricultura Familiar

 

5.1

Critérios para comercialização no âmbito do PAA

Palestra

1

Fev/2010

Fev/2010

Cujubim

Assentado

30

 

6

Produtos e Mercados Diferenciados da Agricultura Familiar

 
 

6.1

Artesanato do Extrativismo (cipó e palha)

Curso

1

Abr/2010

Abr/2010

Cujubim

Mulher

15

 

8

Educação Ambiental

 

8.1

Prevenção e controle de desmatamento e queimadas

Palestra

1

Jun/2010

Jun/2010

Cujubim

Assentado

30

 

8.2

Legislação ambiental

Palestra

1

Mai/2010

Mai/2010

Cujubim

Assentado

30

 

9

Assistência Técnica, Social e Ambiental para Famílias Assentadas

 
 

9.1

ATES para famílias assentadas da reforma agrária

Visita

900

Jan/2010

Set/2010

Cujubim

Família

100

 

10

Monitoramento e Avaliação das atividades de ATES

10.1

Monitoramento das atividades de ATES

Reunião

3

Mar/2010

Set/2010

Cujubim

Associação

1

10.2

Avaliação do serviço de ATES

Reunião

1

Set/2010

Set/2010

Cujubim

Família

50

  • 3 –

P. A. BOM JESUS DOS FERNANDES

 

10

METAS, CRONOGRAMA E BENEFICIÁRIOS DA ATES

 

Meta

Descrição

Indicador Físico

Duração (mm/aa)

 

Beneficiários

Unidade

Quant.

Início

Término

Localização

Tipo

Quant.

 

P.A. BOM JESUS DOS FERNANDES 2009

 

1

Nivelamento das Políticas de ATES

  • 1.1 Orientação sobre a Política de Crédito do Pronaf-Mulher

Palestra

1

Out/2009

Out/2009

Bom Jesus

Mulher

30

  • 1.2 Organização Associativa

Oficina

1

Nov/2009

Nov/2009

Bom Jesus

Associação

1

2

Capacitação das Famílias Assentadas

2.1

Produção de composto orgânico

Curso

1

Nov/2009

Nov/2009

Bom Jesus

Assentado

20

3

Agroindústria Familiar

3.1

Fabricação Artesanal de Farinha de Mandioca

Curso

1

Nov/2009

Nov/2009

Bom Jesus

Assentado

15

4

Promoção do Desenvolvimento Social e da Segurança Alimentar

  • 4.1 Planejamento Familiar

Palestra

1

Nov/2009

Nov/2009

Bom Jesus

Família

50

  • 4.2 Controle de Endemias Tropicais

Palestra

1

Dez/2009

Dez/2009

Bom Jesus

Família

50

  • 4.3 Informação sobre os benefícios sociais

Palestra

1

Nov/2009

Nov/2009

Bom Jesus

Família

60

  • 4.4 Alimentação saudável - horta na escola

UTD

1

Dez/2009

Dez/2009

Bom Jesus

Jovem

45

  • 4.5 Saúde Preventiva da Família

Palestra

1

Dez/2009

Dez/2009

Bom Jesus

Família

50

5

Comercialização de Produtos da Agricultura Familiar

5.1

Critérios para comercialização no âmbito do PAA

Palestra

1

Dez/2009

Dez/2009

Bom Jesus

Assentado

50

9

Assistência Técnica, Social e Ambiental para Famílias Assentadas

  • 9.1 ATES para famílias assentadas da reforma agrária

Visita

540

Out/2009

Dez/2009

Bom Jesus

Família

180

  • 9.2 Planejamento Operacional do Serviço de ATES

Oficina

1

Out/2009

Out/2009

Bom Jesus

Assentado

50

10

Monitoramento e Avaliação das atividades de ATES

10.1

Monitoramento das atividades de ATES

Reunião

1

Dez/2009

Dez/2009

Bom Jesus

Associação

1

 

P.A. BOM JESUS DOS FERNANDES 2010

 

2

Capacitação das Famílias Assentadas

  • 2.1 Unidade Demonstrativa de Produção de mudas

UTD

1

Jan/2010

Jul/2010

Bom Jesus

Associação

1

  • 2.2 Desenvolvimento Sustentável em bases agroecológicas

Palestra

1

Fev/2010

Fev/2010

Bom Jesus

Assentado

50

  • 2.3 Manejo e Sanidade do Rebanho

Treinamento

1

Jul/2010

Jul/2010

Bom Jesus

Assentado

20

  • 2.4 Unidade Demonstrativa de Apicultura

UTD

1

Jan/2010

Set/2010

Bom Jesus

Jovem

15

  • 2.5 Unidade Demonstrativa de Meliponicultura

UTD

1

Fev/2010

Set/2010

Bom Jesus

Jovem Rural

30

  • 2.6 Administração da Propriedade Rural Familiar

Curso

1

Abr/2010

Abr/2010

Bom Jesus

Assentado

15

4

Promoção do Desenvolvimento Social e da Segurança Alimentar

4.1

Tratamento de água para consumo doméstico

Palestra

2

Mar/2010

Mai/2010

Bom Jesus

Família

100

 
  • 4.2 Primeiros Socorros

 

Treinamento

2

Jul/2010

Ago/2010

Bom Jesus

Família

50

 
  • 4.3 Alimentação saudável para a Família - Horta doméstica

DM

6

Abr/2010

Ago/2010

Bom Jesus

Família

60

 
  • 4.4 Destino do lixo domiciliar

DM

4

Mar/2010

Abr/2010

Bom Jesus

Família

80

 

6

Produtos e Mercados Diferenciados da Agricultura Familiar

 
 
  • 6.1 Cultivo de Plantas Medicinais e Fitoterápicas

Curso

1

Mar/2010

Mar/2010

Bom Jesus

Família

20

 
  • 6.2 Produção e Uso de Medicamentos Caseiros

Excursão

1

Fev/2010

Fev/2010

Bom Jesus

Mulher

20

 
  • 6.3 Unidade Demonstrativa de Plantas Medicianais e Fitoterápicas

UTD

1

Mar/2010

Mar/2010

Bom Jesus

Família

20

 

8

Educação Ambiental

 
  • 8.1 Prevenção e controle de desmatamento e queimadas

Palestra

1

Jun/2010

Jun/2010

Bom Jesus

Assentado

60

 
  • 8.2 Legislação ambiental para conversão de uso do solo

Palestra

1

Jul/2010

Jul/2010

Bom Jesus

Assentado

60

 
  • 8.3 Proteção da mata ciliar

 

Campanha

1

Abr/2010

Abr/2010

Bom Jesus

Jovem Rural

60

 

9

Assistência Técnica, Social e Ambiental para Famílias Assentadas

 
 

9.1

ATES para famílias assentadas da reforma agrária

Visita

1620

Jan/2010

Set/2010

Bom Jesus

Família

180

 

10

Monitoramento e Avaliação das atividades de ATES

 
 
  • 10.1 Monitoramento das atividades de ATES

Reunião

3

Mar/2010

Set/2010

Bom Jesus

Associação

1

 
  • 10.2 Avaliação do serviço de ATES

Reunião

1

Set/2010

Set/2010

Bom Jesus

Família

60

 

4 –

P. A. CEDRO

 
 

10

METAS, CRONOGRAMA E BENEFICIÁRIOS DA ATES

 

Meta

 

Descrição

Indicador Físico

Duração (mm/aa)

 

Beneficiários

Unidade

Quant.

Início

Término

Localização

Tipo

Quant.

 

P.A. CEDRO 2009

 
 

1

Nivelamento das Políticas de ATES

 
 
  • 1.1 Orientação sobre a Política de Crédito do Pronaf-Mulher

Palestra

1

Out/2009

Out/2009

Cedro

Mulher

30

 
  • 1.2 Organização Associativa

 

Oficina

1

Nov/2009

Nov/2009

Cedro

Associação

1

 

2

Capacitação das Famílias Assentadas

 
 

2.1

Produção de composto orgânico

Treinamento

1

Nov/2009

Nov/2009

Cedro

Assentado

20

 

3

Agroindústria Familiar

 

3.1

Fabricação Artesanal de Farinha de Mandioca

Curso

1

Nov/2009

Nov/2009

Cedro

Assentado

15

 

4

Promoção do Desenvolvimento Social e da Segurança Alimentar

 
 

4.1

Planejamento Familiar

Palestra

1

Nov/2009

Nov/2009

Cedro

Família

50

  • 4.2 Controle de Endemias Tropicais

Palestra

1

Dez/2009

Dez/2009

Cedro

Família

50

  • 4.3 Informação sobre os benefícios sociais

Palestra

1

Nov/2009

Nov/2009

Cedro

Família

60

  • 4.4 Alimentação saudável - horta na escola

UTD

1

Dez/2009

Dez/2009

Cedro

Jovem

45

  • 4.5 Saúde Preventiva da Família

Palestra

1

Dez/2009

Dez/2009

Cedro

Família

50

9

Assistência Técnica, Social e Ambiental para Famílias Assentadas

  • 9.1 ATES para famílias assentadas da reforma agrária

Visita

540

Out/2009

Dez/2009

Cedro

Família

180

  • 9.2 Planejamento Operacional do Serviço de ATES

Oficina

1

Out/2009

Out/2009

Cedro

Assentado

50

10

Monitoramento e Avaliação das atividades de ATES

10.1

Monitoramento das atividades de ATES

Reunião

1

Dez/2009

Dez/2009

Cedro

Associação

1

 

P.A. CEDRO 2010

 

1

Nivelamento das Políticas de ATES

1.1

Gestão em Cooperativismo

Oficina

1

Fev/2010

Fev/2010

Cedro

Associação

1

2

Capacitação das Famílias Assentadas

  • 2.1 Unidade Demonstrativa de Produção de mudas

UTD

1

Jan/2010

Jul/2010

Cedro

Associação

1

  • 2.2 Desenvolvimento Sustentável em bases agroecológicas

Palestra

1

Fev/2010

Fev/2010

Cedro

Assentado

50

  • 2.3 Manejo e Sanidade do Rebanho

Treinamento

1

Jul/2010

Jul/2010

Cedro

Assentado

20

4

Promoção do Desenvolvimento Social e da Segurança Alimentar

  • 4.1 Tratamento de água para consumo doméstico

Palestra

2

Mar/2010

Mai/2010

Cedro

Família

100

  • 4.2 Primeiros Socorros

Treinamento

2

Jul/2010

Ago/2010

Cedro

Família

50

  • 4.3 Alimentação saudável para a Família - Horta doméstica

DM

6

Abr/2010

Ago/2010

Cedro

Família

60

  • 4.4 Destino do lixo domiciliar

DM

4

Mar/2010

Abr/2010

Cedro

Família

80

5

Comercialização de Produtos da Agricultura Familiar

5.1

Critérios para comercialização no âmbito do PAA

Palestra

1

Jan/2010

Jan/2010

Cedro

Assentado

50

6

Produtos e Mercados Diferenciados da Agricultura Familiar

  • 6.1 Cultivo de Plantas Medicinais e Fitoterápicas

Curso

1

Mar/2010

Mar/2010

Cedro

Família

20

  • 6.2 Produção e Uso de Medicamentos Caseiros

Excursão

1

Fev/2010

Fev/2010

Cedro

Mulher

20

  • 6.3 Unidade Demonstrativa de Plantas Medicianais e Fitoterápicas

UTD

1

Mar/2010

Mar/2010

Cedro

Família

20

7

Manejo de Agrossistema Florestal

  • 7.1 Manejo Florestal Comunitário

Oficina

1

Abr/2010

Abr/2010

Cedro

Assentado

25

  • 7.2 Manejo Agroflorestal Regenerativo

Oficina

1

Fev/2010

Fev/2010

Cedro

Assentado

25

8

Educação Ambiental

  • 8.1 Prevenção e controle de desmatamento e queimadas

Palestra

1

Jun/2010