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CTR2000

CAPA

Pág.1 / 191

Controle em Tempo Real

Versão 1.1

INTER - PROG S.r.1.- Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000lRO

2

REQUISITOS HARDWARE I

9

4

PARTIDA DO PROGRAMA

13

5

APRESENTAÇÃO DA INTERFACE

14

 

8

Conceitos gerais sobre o programa

16

8

Dragger Box

 

17

8

Legenda

 

17

6

MENU ARQUIVO

 

18

 

8

Novo

 

18

8

Abrir

18

8

Abrir Mesa de trabalho

19

8

Abrir Workspace

 

19

8

Fechar Workspace

21

8

Salvar

 

22

8

Salvar como

 

23

8

Saída Parcial

24

8

Criação TEK

26

8

CNV2000

 

26

 

ã)

apresentação da Interface

26

 

8

Imprimir

 

33

8

Imprimir

em arquivo

 

33

8

Visualizar impressão

34

8

Configurar impressora

34

8

1

2

3

4

34

8

Sair

34

7

MENU EXIBIR

 

-36

 

8

Barras de ferramentas

36

 

O

Mensagens

 

36

0

lntroduçÃo de dados

37

O

Filtros de seleção (Pick seletivo)

37

 

8

Divisão

 

37

8

Zoom

38

8

Desenho total

 

38

8

MENU CONTROLE

-39

 

8

Configuração CMM

 

39

8

Medida

 

43

 

O

GERAL

 

43

O

TOLERÂNCIAS

44

O

Medida RELATIVA

46

O

DISPLAY

 

47

 

.

 

8

Digitalização

 

50

'\/

INTER .PROG S.r.1. - Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000/RO

CTR2000

ÍNDICE

Pág.3 1191

X

Parâmetros

50

 

O

GERAL

51

O

vhas

52

O

TOLERÂNCIAS De VOLUME

53

O

TOLERÂNCIASDe BORDa

54

O

TOLERÂNCIAS de FUROS.fendas. RETâNGuLos

55

X

Ciclos

56

O

CAD

56

O

TECLADO

60

O

PROCURA

60

X

Fim da Medida

60

X

Pontos de perfil

61

0

DISPLAY

64

X

Alinhamentos

65

O

RPS

65

6

CAD

67

O

3 PLANOS

71

X

Troca de Eixos

72

X

Comentários

75

X

Best-Fit

76

X

Apalpador

76

 

@

CALIBRAGEM 1QUALIFICAção

76

0

TROCAR

78

9 MENU ENTIDADES 2D

79

 

Plano

79

Ponto

82

Segmento

84

 

Círculo

87

Arco

90

Polígono

91

X

Retificação 2d

93

O

SUB~~~ENURETIFICA ÇÃO 20

93

Retificaçáo Única

93

Retificação Múltipla

95

Retificação Múltipla de 2 entidades

96

Corte Único

97

Junções 2D

98

Chanfradura

99

10 NIENU PONTOS 3D

100

Isoparamétricos

100

X

Parâmetro U-V

100

Direção Normal

102

 

Distância

102

Em retificação

104

%

Projeção Normal

104

X

Interseção (pontos)

104

X

Pontos de Controle

104

11 MENU CURVAS

105

Seções

105

Aproximação

108

Interpelação

108

Soma

108

Interseção (curvas)

108

INTER .PROG S.r.1, - Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000RO

CTR2000

I'NDICE

Pág.4 1191

Offset (curvas)

108

Bordas

108

Continuidade(curvas)

109

Limitação

109

Isoparamétrichas

109

X

Blend

109

X

Tangência (curvas)

109

12 MENU SUPERFÍCIES

i io

X

Canônicas

110

X

Criação

110

X

Modifica

110

X

Confronto de Superficies

110

O

SUBMENU CAN~NICAS

112

Plano

112

Cilindro

112

 

Elipsóide

112

Revolução

112

O SUBMENUCR~AÇÃO

113

Listrada

113

 

3 Bordas

113

4 Bordas

113

Raiada

113

Sequênciade Curvas (Skin)

113

Piping

113

Rede de Curvas (Gordon)

113

Rede de pontos

113

Corte

114

Corte Duplo

114

Offset (superfícies)

114

Aba1 14 Estendida

114

X

Tampa buraco

114

O SUBMENU MODIFICAR

115

Continuidade(superficies)

115

Tangência (superficies)

115

Retificação (superficies)

115

13 MENU VISTAS

116

X

Ortogonais

116

X

Axionometrias

116

Plano Corrente

116

O

SUBMENU ORTOGONAIS

116

O

SUBMENU AXIONOMETRrAS

118

14

MENU MOVER

119

Rototranslações

119

 

Simetrias

123

Balancearnento

126

i5 MENUVÁRIAS

129

X

Layer

129

Cancelar

129

MTER .PROG S.r.1. - Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000/RO

%g

Análises

133

ãg

Programafles

133

Mesa de Trabalho

133

X

Complexity

133

O SUBMENU LA IIER

136

Tabela

136

Mover

140

Troca de Cor

-

142

O SUBMENU ANÁLISES

,.-

149

Cotas a video

143

Cotas Superficies

-

1444

Entidades

144

%g

Superfícies

145

X

Curvas

145

O

SUEMENUPROGRAUA ÇÕES

,

=

146

X

ProgramaçaeS Gerais

 

146

%g

Proptmç6es

Controle

147

16 MENU PAGINAS

148

 

Formato

148

Entrada PAgina

148,

Deslocar Ptigina

149

Alinhar Pagina

150

Retículos

151

Acrescentar Layer

151

Retúar Layer

153

Anáiises Pagina

153

17

MENU TEXTOS

154

Inserir Texto

154

Deslocar Texto

154

Modificar Texto

154

18 MENU COTAS ENTIDADES

156

Cota Ponto

156

Cota Linear

156

Cota Ângulo

158

Cota Label

159

Modificar Atributos Cota

159

Programações Atributos Cotas

159

Deslocar cotas

160

19 MENLJ TABELAS

161

Cria Tabela/Cabeçaiho

161

Abrir Cab-0

161

Deslocar Cabeçalho

161

20 MENU RELAT~RIO

,162

X

ConfiguraçS[o

162

X

Relatório - Batch

162

X

Relatório - Real Time

171

%g

Trocar Página

171

X

Colorjet (Imprimir Relat6rio)

172

MTER .PROG S.r.1. -Manual de uso CTR.2000 ver. 1.1 MUICTR2000/RO

21

MENUMO

175

K

Momações CTR2000

175

%

Help index

175

X

Help using

;

175

X

Help Context

175

22 BARRA DE FEWENTAS (JANELA 3D)

176

X

Rotx

176

Bg

Roty

176

X

Zoom

176

Sei-o

177

Mover

177

Help

177

Vista memorizada (Horne)

177

Memorizar vista (Set Home)

177

Panorâmica (View ALI)

177

Centro de Rotação

178

Perspectiva

178

23

MENU POPUP (JANELA 3D)

179

24

BARRA DE FERRAMENTAS (JANELA 2D)

181

X TransX

181

% TransY

I81

ãg

Zoom

181

25 MENU POPUP (JANELA 2D)

26 BREVE GUIDA DE USO

âg

ABERTURA DO MODELO MAT~TICO

X T~WNSLAÇ~ESE ROTAÇ~ESGRAFICAS

X CONFRONTO DE MATE~TICAS

X RECONSTRUÇAO DE FUROS (Cirdos.

X CÁLCULO DE SEÇ~ES

x TRANSLAÇ~ESE ROTAÇ~ESMATEMATICAS

X

%

%

%6

INICIAR UMA MESA DE TRABALHO IMPRESSAO DA JANELA ATIVA SALVAMENTO DE UM TRABALHO FECHAMENTO DE UM TRABALHO

27 CONCEITOS GERAIS DE CONTROLE

182

-183

 

183

183

184

)

184

185

185

185

186

186

187

188

O

ALJNHAmNTO

188

X

Determinaçáo das referências teóricas

188

X

Regra 3-2- 1

189

O

CONTROLE

-190

28 PARA ENTRAR EM CONTATO COM A NTER PROG

X Assistência Técnica

191

191

TNTER .PROG S.r.1.- Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000/RO

CTR2000

1 INTRODUÇÃO

Pág.7 / 191

O objetivo principal do CTR2000 é:

FORNECER AOS OPERADORES DE SALAS METROL~GICAS O COMPLETO GERENCIAMENTO DO MODELO MATEMÁTICO CAD PARA AS DIVERSAS APLICAÇÕES DO CONTROLE DIMENSIONAL.

O conjunto de prestações e especificações que o CTR2000 satisfaz é complexo

e articulado, mas seu uso e a interface são simples e intuitivos.

O TROCA DE DADOS ENTRE SOFTWARE EXTERNO E CTR2000 Cada sistema utiliza um modo diferente par escrever as informações matemáticas de projeto (curvas, superficies, etc.).

O CTR2000 é capaz de importar: os arquivos nativos dos sistemas CAD

CATIA, PTC, ComputerVision (aumentando a segurança e a eficácia de

transferência das informações) e o formato padrão IGES.

Os formatos padrão VDA, SET; os formatos específicos de grandes empresas,

como o arquivo Neutro FIAT, o "FORD standard tape", o formato LNISURF

da Renault estão em fase de implementação.

A leitura do arquivo de dados geométricos com o CTR2000 garante a total

correspondênciacom o modelo original.

O formato .DIP (Database Inter-Prog) utilizado por esse programa também

pode ser obtido transformando o modelo matemático do velho formato Inter- Prog .SUR ou diretamente através dos arquivos externos citados, com o

programa CNV-2000.

As possibilidades de exportar informaçaes do CTR2000 para outros sohare

são diversas de acordo com as necessidades: BMP, JPEG, POST-SCRiPT, TIF. O formato IGES está em fase de implementação. (~llINTERFACE COM AS MÁQUINAS DE MEDIDA Podemos afirmar que o CTR2000 tem interface com qualquer máquina de medida, manual, automática ou não tradicional (braços de medida articulados,

traçadores laser, teodolitos, sistemas de fotogrametria); isso porque cada vez que é necessário o uso do CTR2000 para uma determinada máquina, se já não faz parte da vasta lista de máquinas com as quais ele comunica, avaliamos a possibilidade de faze-10. A interface não é somente física, como por exemplo uma ligação através de cabo serial, mas também de interpretação da linguagem

do controle numérico.

Graças à colaboração que existe entre a INTER-PROG e alguns fabricantes de

máquinas de medida, podemos, sempre com maior frequência, instalar o CTR2000 no mesmo PC que controla a máquina.

a ANALISES GRÁFICAS DO MODELO MATEMÁTICO

O programa permite analisar o modelo em cada vista e posição efetuando

rotações gráficas, engrandecimentos, captação de cotas e distâncias inclusive sobre as superficies. Pode-se escolher a representação gráfica preferida: da box

de dimensões ao wireframe, ao shading.

matemáticos simultaneamente e controlar as propriedades (cor, ativo, visível)

É possível ler vários modelos

de 256 layers.

MTER - PROG S.r.1. - Manual de uso CTR2000ver. 1.1 MU1CTR20001'0

OFUNÇÕES CAD Com o CTR2000 podem ser executadas numerosas funções CAD, daquelas de base àquelas para a modelagem de curvas e superfícies, aquelas estudadas principalmente para facilitar o trabalho de controle. Entre todas as funções, lembramos: rotação, simetria, balanceamento, comparação de modelos (ante modificação-modificado), construção de furos e fendas, seção (a reticulo, birradial, inclinada), criação de superfícies 'gordon', 'skin', 'tapa buraco' e 'aba. O MESA DE TRABALHO Pode-se criar rapidamente e imprimirtplotar uma mesa de trabalho com texto, cabeçalho e cotas, em folhas de qualquer formato (de A4 a AO ou livre). a ALINHAMENTO DA PEÇA A SER MEDIDA A MATEMÁTICA Pode-se integrar os métodos "matemáticos" com os tradicionais: se vai da simples troca de eixos ao alinhamento calculado em elementos CAD. É disponível o BEST FIT (otimização) que permite reduzir a dispersão dos dados medidos com relação nominais e é de grande ajuda durante a análise dos deslocamentos, a preparação das referências, a compreensão dos problemas dimensionais da peça. O CONTROLE EM TEMPO REAL É o controle com relatórios instantâneos, para as medidas de superfícies, curvas, contornos, e figuras geométricas clássicas. e CRIAÇÃO DO RELATÓRIO DOS RESULTADOS

O tabulado ou o gráfico das medidas de controle deve responder a numerosas

exigèncias de utilizado (documento de certificação para o cliente, para o processo de melhoramento ou de preparação, para a elaboração estatística) ou normas do destinatári~(outras funções ou divisões da empresa, a direção de qualidade, a direção da empresa, o cliente final, etc.).

Por esse motivo, com o CTR2000 os mesmos dados podem ser organizados e apresentar uma grande variedade de soluções (cerca de 50) obtidas de forma rápida e automática.

O DIGITALIZAÇÃO

A digitalização pode ser útil para protótipos, modelo de estilos, estudos de

O CTR2000 recolhe os pontos captados e constrói

imediatamente curvas de interpelação de cada sequência de pontos. As numerosas funções CAD disponíveis permitem a modelagem a partir dos pontos ou das curvas digitalizadas.

forros de chapas, etc

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CTR2000

2 REQUISITOS HARD WARE/ S.O.

Pág.91191

2 REQUISITOS HARDWARE I S.O.

As características técnicas que, com os testes feitos até hoje, consideramos as mais indicadaspara o uso do programa CTR2000 são as seguintes:

PC com Sistema Operativo WINDOWS NT@ Processador Pentium I1 > 400 MHz RAM > 256 Mb Hard Disk > 4 Gb Memória virtual > 300Mb Unidade de disco flexível 1,44 Mb Unidade de CD ROM Placa gráfica com acelerador 3D para OpenGL

Riva TNT2 Ultra AGP 32 Mb) Placa Ethernet Monitor a cores > 17" Mouse com três botões de füncãp Impressora a cores ou plotter com driver WindowsB (NT) Porta seria1 Porta paralela

(por exemplo a 3D Blaster

INTER - PROG S.r.1. - Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000íRO

O processo de instalação cria de forma automática o ambiente operativo do

CTR2000.

Nas pastas C:\EXE e C:\CTR2000, ou em uma outra escolhida durante a instalação, estão os arquivos necessários para o funcionamento do CTR2000 e

do CNV2000. No grupo de programas INTER-PROG (PartidalProgramasIINTER-PROG) estão os icones para ativar o CTR2000 e o CNV2000.

Para instalar é necessário inserir o disquete no 1 no leitor 'A' ou o Cd no leitor 'E' do Personal Computer (ou nos respectivos leitores se diversos de 'A' e 'E'). Antes de ativar a instalação, é conveniente fechar todas as aplicações ativas, pois, para terminá-la corretamente, o PC deve ser reiniciado.

A instalação deve ser feita pelo WindowsB NT clicando INICIAR e depois

EXECUTAR.

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CTR2000

3 INSTALAÇÃO

Pág.11 / 191

Para instalar a partir de disquete, abrir o arquivo CTR2000.EXE do primeiro disquete e seguir as indicações dadas de processo.

IL- Digitare il nome de1 programma della cariella o de1 documento che si desidera aprire.

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Para instalar a partir de Cd-Rom, abrir o arquivo CTR2000CD.EXE do CD e seguir as indicações dadas de processo.

fl

Digitare il nome de1 programma. della caitella o de1 dorxmento cho si desidera aprire.

DEPOIS DE CADA INSTALAÇÃO É NECESSÁRIO PROGRAMAR A MÁQUINA DE MEDIDA ATRAVÉS DO COMANDO CONFIGURAÇÃO CMM.

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CTR2000

4 PARTIDA DO PROGRAMA

Pág.I3 / I91

4 PARTIDA DO PROGRAMA

Clicar a tecla Iniciar, ir com a seta do mouse para Programas, depois para INTER-PROG e, então clicar CTR2000.

Apn

mce

Nuovo documento Oflice

Nuovo documento Oflice

@ Accssson

&J Esewzione automatiai

@ IntemetExplorei

Gestionensorse

fi Pmrnpt dei mrnandi

 

@ AladdinExpander2.0

b

@ Awio

,

@ BibliotecaMicrosofi

b

@ Esecuzionaautornatica

h

,

@ IomegaTools perVvindows NT

,

@

MicmsoííRicercarapidaWeb

b

,' @ MicrosoftVisual C++5.0

,

 

@ PegasusMailforWin32

, ,

@ Stiumenti di arnminishzione(Comune)

@ TGSOpen Inventor2.5.0

b

3 wnZip

b

 

'23 ws-te,

,

MicmsofiExcel

MicrosoftPowerPoint

W MicmsofiWord

RacniglitoreOffice

Também é possível iniciar o CTR2000 clicando duas vezes o ícone de conexão presente no Desktop.

INTER - PROG S.r.1. - Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000MO

CTR2000

5 APRESENTAÇÃODA INTERFACE

Pág. 14 / 191

5 APRESENTAÇÃO DA INTERFACE

1 MENU'

IBARRE DEGLI STRUMENTI,

O programa é composto por uma série de barras com alguns comandos

tipicamente Windows@e muitos outros específicos do nosso software.

MENU É o menu com estrutura típica de Windowsa, no qual é possível abrir os modelos matemáticos, visualizá-los, ativar e desativar as árias barras de ferramentas, etc

BARRAS DE FERRAMENTAS Os comandos presentes nos vários menu do CTR2000, são agrupados em algumas Barras de Ferramentas em forma de ícones. Cada barra pode ser deixada invisíveUvisíve1 e pode ser posicionada em qualquer parte da tela simplesmente arrastando-a. Parando com a seta do mouse sobre um ícone, aparece o nome do respectivo comando e uma mensagem na barra específica.

BARRA DE MENSAGENS

Na

Barra de Mensagens aparecem informações sobre o comando de uma Barra

de

Ferramentas na qual está parada a seta do mouse, ou são escritas indicações

sobre o comando em uso. Em uma casa à direita é sempre indicado o número

do layer corrente.

BARRA DE ACESS~RIOS Existem duas Barras de Acessórios distintas: uma com relação à Janela 3D (o mundo do modelo matemático), a outra com relação à Janela 2D (o mundo da folha de desenho). Compreendem tanto os ícones quanto o volante do zoom e aqueles das rotações o das translações.

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As funções da Janela 3D permitem mover o modelo matemático, memorizar uma vista especial e chamá-la, determinar um ponto de rotação, engrandecer ou diminuir, girar ao redor de dois eixos. Na Janela 2D é possível efetuar a translação, engrandecer ou diminuir a folha de desenho (mesa de trabalho ou relatório de medida).

MENU POPLTP Esse menu aparece somente com o clique do botão direito do mouse sobre a Janela 3D ou sobre a Janela 2D e compreende numerosos comandos para o gerenciamento de uma ou da outra janela; somente os comandos para a escolha do estilo de representação gráfica também têm efeito sobre a outra janela.

MODELO MATEMÁTICO É a imagem da matemática, objeto do trabalho em curso.

JANELA 3D

É a janela com um fundo PRETO na qual aparece o modelo matemático lido e

na qual ele é elaborado; nessa janela são construídos no espaço tato as entidades 2D (pontos, círculos, segmentos, etc.), quanto as entidades 3D (curvas, superfícies, etc.). É a zona que será reproduzida fielmente em caso de impressão. Cada construção, cancelamento ou modificação feita nessa janela poderá ser salva em um arquivo .DIP que pode ser transformado em outros formatos e lido por outros sistemas CAD.

JANELA 2D

É a janela com um fundo BRANCO na qual aparece a folha de desenho no

formato escolhido. Nessa janela não é possível fazer qualquer tipo de construção porque não é um

ambiente 3D mas é equivalente a uma folha de papel na qual reproduzir na maneira desejada o modelo matemático, escrever textos, cotar, fazer o relatório das medidas. A Janela 2D é rigorosamente ligada à Janela 3D (na direção 3D

3 2D): cada modificação 1 construção feita na Janela 3D pode provocar

modificação no conteúdo das páginas na Janela 2D; o estilo de representação gráfica escolhido para o modelo na Janela 3D é utilizado também na Janela 2D

e vice-versa.

FOLHA DE DESENHO

É a zona da Janela 2D delimitadapelas margens que representam as dimensões

úteis da folha escolhida. Para compor um relatório das medidas ou uma mesa de trabalho são posicionados todos os elementos (páginas, cotas, textos, etc.) dentro dessa zona. As margens da folha delimitam a área que será reproduzida utilizando o comando de impressão. Para cada matemática podem ser produzidos vários relatórios, cada um salvo em um arquivo com extensão .TAB e cujo nome é rigorosamente ligado ao nome do arquivo .DIP ao qual se refere. Para garantir sempre a congruência entre a Janela 2D e a Janela 3D, o CTR2000 salva também o .DIP cada vez que salva o .TAB.

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CTR2000

5 APRESENTAÇÃO DA INTERFACE

Pág.16 / 191

Conceitos gerais sobre o programa

Para trabalhar com o CTR2000, é possível utilizar um mouse com dois botões ou com três. 0,Q pois o botão central substitui as teclas CTRL e SHIFT para comandar os movimentos gráficos dos objetos, e a tecla ENTER no uso das funções de construção.

Quando a seta do mouse é representada por uma mão n,os

e central do mouse servem para mover a gráfica no vídeo (translações, rotações, zoom).

O botão direita serve sempre para abrir um Menu Popug (clicando sobre a

Janela 2D o sobre a 3D) ou para abrir o menu para a escolha das barras a serem visualizadas (clicando na zona das barras de ferramentas ou de mensagens). Os comandos são divididos em menu de acordo com o que se quer obter: por exemplo, o comando Seções, que gera curvas, está no menu Curvas mesmo se manipula superficies. E, dessa forma, o comando Interseção, que está no menu Pontos 3D dá como resultado os pontos de interseção entre curvas ou superficies e aquele que está no menu Curvas dá as curvas de interseção entre superficies. Para usar os comandos, a seta do mouse deve ser representada por uma seta

4.

Dessa forma, o botão esauerdo do mouse serve para selecionar (um comando ou um elemento); o botão centrd do mouse (Enter no teclado) serve para executar o comando. A Barra de Espaco serve para "gutra escolha" quando existem vários elementos sobrepostos ou próximos e aquele em evidência selecionado não é o elemento desejado. Se um comando pode dar vários resultados, a primeira solução será representada em "visualização"com cor vermelha; se não é a solução desejada, para ver uma outra é necessário selecionar (botão esquerdo do mouse) aquela visível nesse momento; feita a escolha, confirmar com o botão central do mouse ou com Enter. Quando durante o uso de um comando aparece uma seta vermelha, para mudar a sua direção é necessário clicar sobre ela com o botão esquerdo do mouse e confirmar a escolha com o botão central do mouse ou com Enter. Para muitos comandos é necessário o uso tanto do mouse quanto do teclado, especialmente para a emissão de valores através da barra de Introdução de Dados ou outras janelas específicas do comando. Na barra de Introdução de Dados, é necessário escrever os valores sem o sinal igual '=I e não é necessário deixar espaços. Para terminar a introducão. clicar Enter e. quando a seta estiver na área da janela 3D. com o botão central do mouse ou Enter .executar o comando.

INTER - PROG S.r.1.- Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000/RO

-.

CTR2000

5 APRESENTAÇÃO DA INTERFACE

Pág.171191

e

Dragger Box

 

A

Dragger Box aparece na Janela 2D quando são introduzidos, deslocados ou

cancelados páginas, textos ou cabeçalhos.

O

uso da Dragger Box é muito simples.

Ir

com a seta do mouse dentro da Box e, com o MB1 apertado, arrastar a box

na

posição desejada na folha; confirmar, então, com o MB2.

NOTA.: Os retângulos vermelhos cheios (punhos) da Box servem para modificar a escala das páginas e a dimensão de textos e cabeçalhos; arrastando

com o MB1 os punhos nos vértices da Box, se modifica a escala em ambos os eixos. Arrastando os punhos dos eixos, se modifica somente a escala do eixo do punho selecionado; para as páginas, o programa deixa automaticamente na mesma escala os dois eixos, dando ao eixo vertical o mesmo valor de escala do eixo horizontal.

e

Legenda

 

MB = Mouse Button (botão do mouse)

MB1= botão esquerdo do rnouse

MB2 = botão central do mouse

-

MB3 = botão direito do mouse V

(Enter no teclado)

d=Enter no teclado k22J = o comando necessita do plano de construção ou de um resultado diferente de acordo com o plano corrente Tecla = elemento hardware (do teclado ou do mouse) Seta = elemento sohare (no vídeo).

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CTR2000

6 MENU ARQUIVO

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6

MENU ARQUIVO

 

4

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a

Novo

Limpa tanto a Janela 3D quanto a Janela 2D e reativa o plano de construção a

z=o.

Respondendo 'Yes', todo o trabalho feito é anulado sem salva^. Caso se esteja trabalhando com um Workspace aberto, o comando permite abrir outros arquivos do ambiente de trabalho e eventualmente somá-los (vide Abrir Workspace).

a

Abrir

d

Abre um novo modelo matemático. Selecionar o arquivo a ser aberto através da clássicajanela do Windowsn. Com a abertura do arquivo, é necessário responder à seguinte pergunta:

INTER - PROG S.r.1. - Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000/RO

CTR2000

6 MENU ARQUIVO

Input su Layer Unico {O-255 / [N 1) >

Pág.I9 I 191

I

Dando simplesmente Enter, ou um clique na tecla OK, ou escrevendo 'N', o modelo será lido subdividido por layers, como foi criado com o CAD. Querendo ter todo o modelo em um único layer, é suficiente indicar o número dele (entre O e 255) no espaço especifico, e clicar OK. Caso já estivesse aberto um modelo matemático, o novo será unido ao anterior, mantendo cada um as próprias origens e, salvo indicações contrárias, os próprios Layers. Caso se esteja trabalhando com um Workspace aberto, o comando permite abrir outros arquivos do ambiente de trabalho e eventualmente somá-los (vide Abrir Workspace).

Abrir Mesa de trabalho

Abre um arquivo .TAB que contém uma mesa de trabalho relativa a matemática carregada. Através da clássica janela do WindowsB, selecionar o arquivo a ser aberto. Não é possível ler uma mesa de trabalho sem ter lido antes o modelo matemático da qual foi obtida. Um 'filtro' no nome do arquivo .TAB impõe a escolha somente entre aqueles que começam com o mesmo nome do arquivo .DIP.

e Abrir Workspace

&a &ar o ambiente de trabalho do controle (WIP = Workspace Inter-Prog). 8 O ARQUIVO WIP O controle previa, no velho CTR, o uso de diversos arquivos: o .SURe o .TEK para as matemáticas (hoje .DIP), o .RES para os alinhamentos (hoje .ALG), o .N para os resultados da medida (hoje .N2K), etc Para facilitar o trabalho de quem controla, foi introduzido no CTR2000 um novo arquivo .WIP que abrange toda a história de um controle, ou seja, todos os nomes dos arquivos usados e a posição deles, caso estejam no mesmo computador ou caso tenham sido abertos elou salvos em um outro computador em rede. Dessa forma, quem controla tem sempre sob controle todo o trabalho feito, quer tenha sido organizado por encomenda, quer tenha sido subdividido entre várias pessoas; as matemáticas, utilizadas por várias estações de controle, podem ser captadas por todos os operadores diretamente do mesmo computador, reduzindo o risco de trabalhar com uma versão errada e economizandomemória. O CRIAÇÃO DE UM ARQUIVO WIP Querendo iniciar um novo trabalho, escolher o nome a ser atribuído ao arquivo .WIP (por exemplo, o número da encomenda) no qual serão salvas todas as informações sobre os arquivos utilizados para esse trabalho (colocação e nomes de matemáticas, alinhamentos, medidas, etc.).

MTER - PROG S.r.1. - Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000lRO

CTR2000

6MENUARQUIVO

Pág.20 I 191

3 [D:)

9 [E:)

Filename:

r

pace InterProg[".wip)

:-

-

Atribuído o nome e a posição de salvamento do arquivo .WIP (pode ser conveniente arquivar os arquivos .WIP na pasta Controle), é necessário indicar os nomes e as posições dos arquivos que serão utilizados para o trabalho.

Ei y Matematiche

D:\collaudo\prove\27Oi

134 Misure 4 D:\collaudo\prove\270i Riferimenti a Allineamenti Impostazioni

r Matematiche

I

r Report-MessamTavola

I

r

Misure

I

r

Riferimenti

I

r

Allineamenti

I

Com a tecla 'Folhear' é possível selecionar um arquivo da categoria indicada (Matemáticas, Relatórios, Medidas, Referências, Alinhamentos, Programações) que será acrescentado sob o respectivo item tanto no campo da esquerda quanto na linha preta à direita.

INTER - PROG S.r.1. - Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000RO

CTR2000

6 MENUARQUIVO

Pág.211191

Com 'Folhear é possível selecionar simultaneamente vários arquivos da mesma categoria: todos os arquivos são acrescentados no campo da esquerda e somente o primeiro selecionado aparecerá no campo da direita, para a abertura. Não existem limites ao número de arquivos que podem ser acrescentados na lista de cada categoria. Nessa fase seguramente deve-se selecionar um arquivo .DIP já existente, mas quase sempre todos os outros arquivos devem ainda ser criados; portanto, com a tecla folhear, se escolhe somente onde salvá-los e com qual nome. Com a tecla 'SALVAR .wipté salvo o arquivo .WIP mas nenhum dos arquivos necessários para o trabalho é aberto. Com a tecla 'ABRIR' é salvo o arquivo .WIP e são abertos os arquivos com os quais decidiu-se trabalhar (aqueles presentes nos campos com um fundo preto).

A tecla 'RESET' limpa os campos com um fundo preto, ou seja, desfaz a

seleção de todos os arquivos escolhidos para trabalhar. Para eliminar a escolha de somente uma categoria, é necessário clicar a linha

preta em questão e depois dar 'RESET'. Para remover definitivamenteum arquivo da lista e do workspace, é necessário selecioná-10 na lista à esquerda e clicar o ícone que foi ativado:

Com a tecla 'Cancel' se fecha a janela do workspace. Com a tecla 'Visualizar' é possível visualizar os arquivos de tipo .N2K e .DSC. Selecionar o campo com fundo preto desejado (Medidas ou Programações) e clicar a tecla 'Visualizar'; será ativada uma janela na qual é visualizado o arquivo selecionado. Por Programações se intende o conjunto de escolhas feitas durante a criação dos relatórios batch. Utilizando um arquivo de programações existente, é possível, durante a criação dos relatórios utilizar uma programação padrão já criada. O ABERTURA DE UM ARQUIVO WIP EXISTENTE

Se deseja-se continuar um trabalho já iniciado, selecionar o respectivo arquivo

.WIP: nos campos com fundo preto à direita são introduzidos os nomes dos arquivos com os quais se estava trabalhando a última vez; ou então, na lista de

arquivos à esquerda, escolher aqueles com os quais trabalhar. Também é possível atualizar a lista indicando, por exemplo, um novo arquivo de medida se não se quer acrescentar as medidas que serão feitas a um daqueles usados antes. O WORKSPACE ABERTO Estando trabalhando com ambiente de trabalho aberto, os comandos Novo, Abrir e Abrir Workspace se comportam da mesma forma:

também é possível trocar somente os arquivos com os quais trabalhar acrescentando novos, que, de qualquer modo, farão parte do mesmo ambiente

de trabalho.

Para abrir um novo workspace, é indispensável fechar antes aquelejá aberto.

Fechar Workspace

Para terminar o uso do Workspace aberto (o arquivo .N2K com o trabalho feito é, de qualquer forma, salvo).

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CTR2000

6MENUARQUIVO

Pág.22 1191

Salvar

Salva o modelols matemáticols (todos os layers) com o nome do último aberto. Se foi feita uma mesa de trabalho, o programa pede automaticamenteo nome a ser atribuído a ela. O nome da mesa de trabalho será composto sempre pelo nome do arquivo (nome.DIP) mais o sinal '-' e uma parte a escolha do operador e uma extensão .TAB (nome-aescolha.TAB). Para garantir sempre a congruência entre a Folha 2D e a Folha 3D,o CTR2000 salva também o .DIP cada vez que salva o .TAB.

Salvataggiodella Messa in Tavola Inserire il postfisso de1 nome ->Untitled

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CTR2000

Salvar como

6MENU ARQUIVO

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Salva o modelo/os matemático/os (todos os lavers) com o nome de arquivo desejado. Através da clássica janela do WindowsB é possível escolher a posição e o nome do arquivo. Se foi feita uma mesa de trabalho, o programa pede automaticamenteo nome a ser atribuído. O nome da mesa de trabalho será composto sempre pelo nome do arquivo (nome.DIP) mais o sinal '-', uma parte escolhida pelo operador e a extensão .TAB (nome-aescolher.TAl3). Para garantir sempre a congruência entre a Folha 2D e a Folha 3D, o CTR2000 salva também o .DIP cada vez que salva o .TAB.

Salvataggio della Messa in Tavola. Inserireii postfissode1 nome -->Untitled

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CTR2000

Saída Parcial

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Salva somente as partes desejadas do modelo/os matemático/os, com um novo nome para o arquivo; -Q. Através da clássica janela do Windows@, é possível escolher a posição e o nome do arquivo.

'

Save jn:

1] My Computer

3H Floppy [A:) rs# [C:] a [D:]

'a[E:]

' - - a

>

I

Filecarne:

Save as bpe: Ilnterprog Files P.dip)

1

Impostazioni

- piq

Antes do salvamento, com a teclaa PROGRAMAÇ~ES,é possível mudar a indicação do que se quer memorizar no novo arquivo; salvo indicação diferente, serão sempre salvas somente todas as entidades dos layers ativos.

iNTER - PROG S.r.1. - Manual de uso CTR2000ver. 1.1 MUICTR2000/RO

CTR2000

6 MENUARQUIVO

Save jn:

I

1

r

r

Ia My Computer

Seleziona Enti

Laya -1

I @ Tutti Layer Attivi

. m.

'

S

,

<

.

Tutti gli enti I r Superfici r Curve

I

I $ ~in~e

r Cerchi

fl Punti

r Poligoni

Impostazioni

I

Pág.25 1191

 

I

I

I

I

cacei

I

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CTR2000

Criação TEK

6 MENUARQUIVO

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Salva automaticamente a matemática .DLP carregada, em um arquivo .TEK com o mesmo nome na mesma área de origem do arquivo .DIP.

O comando também vale em caso de várias matemáticas carregadas ao mesmo

tempo; nesse caso, o nome de saída corresponde ao último DIP carregado. Também é possível ativar somente os layers desejados para criar um arquivo .TEK parcial.

O Cnv2000 nasce com o objetivo de agrupar todos os programas de conversão

do pacote Inter-Prog em um único programa que, desmitando os potenciais da interface Windows, permita uma maior versatilidade durante a preparação e execução de conversões múltiplas, inclusive a partir de base de dados de tipo diverso.

O programa se apresenta com uma janela Windows com três áreas funcionais (menu- bar [a], tool-bar [b] , status-bar [c] ) e três áreas de trabalho (para navegar entre as

1% 3 -TNF

uso

1

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0DLVhlw

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01=-+

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Ci 'iWilVECAIIPu*mins?0lsl?

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Fig 1

É possível modificar as dimensões das três janelas centrais posicionando-se com o mouse nas bordas internas e, quando o mouse muda de aspecto (fig .2), deslocando a borda mantendo apertado o botáo esquerdo do mouse.

do mouse

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INTER - PROG S.r.1. - Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000RO

CTR2000

6MENU ARQUIVO

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Menu-bar

Compreende os comandos do programa; os mais usados também aparecem na tool-bar.

Tool-bar

Agrupa em forma de botões os comandos mais usados. Esses botões estão "ativos", pois mudam de aspecto, quando o mouse passa sobre eles, para indicar que estão prontos para executar sua função. Não estão ativos e são cinzas os botões que, em um determinado momento, não devem ser selecionados. Os comandos são:

Executar: para executar a conversão dos arquivos presentes na área 'Preparação da saída. Interromper: para interromper a conversão em ação. Programação: para definir elou modificar alguns dados que podem geralmente ser válidos para todas as conversões (fig. 3).

(

I

CATIA:

PTC:

IGES:

).mocl .~IV

j.prt

(.igs.

.ige

c

I

I

1

I

R DIP

rsuR

r Enti da comertire:

I m ~utti

r Supefia

r curve

r Rpl(i

~icopnouipui~

I

I

r Entinascotti

Se i MAdo deiia ronvasiona deve fiie in una cartda n iate. b possas ccegiae una cartePa locds in ai bocisieuna copiadeiFSsoreali La caitela "c\ternp\Cnv~b sdo ma caitela d appogpio e non può ewa utihzata pa i1 s8ivaiagio Ma

Fig. 3

Com o botão 'Salvar' as novas programações são salvas no arquivo Cnv2000-Config.ini na pasta principal do Windows e permanecem disponíveis para os trabalhos seguintes. Com o botão ' OK', as novas programações são aplicadas somente ao trabalho em curso. Informações: para ter informações sobre o programa.

Status-bar

Essa barra é dividida em algumas partes necessárias para uma visualização interativa do trabalho. Na primeira parte aparecem as descrições dos comandos e as informações sobre a conversão em curso; na segunda, o contador das entidades convertidas; na terceira, é visualizada a barra de avanço da execução em curso; na quarta, o número total das entidades a serem convertidas.

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CTR2000

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Árvore de pastas

Nessa área, é possível navegar entre as pastas do próprio pc ou em rede para encontrar os arquivos a serem convertidos. As pastas são visualizadas como ramos de uma árvore que inicia pelo nome do disco. Ao lado do nome da pasta, aparece um quadrado com um [+] se a pasta contém subpastas, caso contrário não aparece. Se é selecionado o [+I, são acrescentadas h árvore as subpastas e o [+I transforma-se em [-I para indicar que já está aberta. Para selecionar as pastas e visualizar os arquivos na janela ao lado é necessário selecionar o nome da pasta.

Lista de arquivos Nessa área aparece a lista dos arquivos da última pasta selecionada na árvore. É possivel atualizar a lista dos arquivos clicando o botão 'Atualiza arquivo'. Os arquivos podem ser dispostos em ordem alfabética clicando o cabeçalho da

coluna 'Nome do arquivo' ou em ordem cronológica clicando o cabeçalho da

coluna 'Última modificação'.

A lista de arquivos se baseia na modalidade escolhida na janela abaixo (fig. 4).

Fig 4

Através dessa janela, de tipo combo-box, é possivel escolher as extensaes dos arquivos que aparecerão na lista; cada conversor tem extensões de default que podem ser personalizadas através da tabela de programações (nota: os conversores de Sur a Dip e vice-versa não aceitam extensões que não sejam, respectivamente, .sur ou .dip). Se permanece programado '*.*', são visualizados todos os arquivos. Existem outros modos para selecionar os

arquivos:

O mais imediato é clicar duas vezes com o mouse sobre o arquivo: o arquivo é

automaticamente aceito.

O botão 'Selecionar tudo' permite selecionar todos os arquivos na janela.

Podem ser selecionadosvários arquivos mantendo apertada a tecla "Ctri".

Pode ser selecionado um grupo de arquivos passando sobre os nomes e mantendo apertado o botão esquerdo do mouse. Pode ser selecionado um grupo de arquivos mantendo apertada a tecla de minúsculo e selecionando os dois arquivos extremos do gmpo. A parte o primeiro caso, para aceitar a ou as seleções de arquivos feitas na janela, deve-se clicar o botão direito do mouse e clicar o comando 'Acrescentar arquivos selecionados' (fig.5).

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CTR2000

6MENUARQUIVO

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Fig. 5

Os arquivos já confirmados não podem ser selecionados novamente e ao lado deles aparece o ícone como na fig.6

Fig 6

Visualizar saída: se é selecionado um arquivo com extensão .DIP, .TEK ou .LOG, é possível visualizar o conteúdo dele clicando o comando 'Visualizar arquivo' no menu que se abre clicando com o botão direito do mouse (fig. 5). Atualizar arquivos: efetua um refiesh da pasta. Clicando no final de uma conversão, aparece a lista dos arquivos produzidos. Preparaçaio da saída Nessa área aparece a lista dos arquivos selecionados e confirmados na área precedente 'Lista de arquivos'. Cada arquivo ocupa uma linha que é subdividida em oito colunas que contém informações sobre o arquivo e sobre a sua conversão (fig. 7).

Numrnodda

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DIP

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DIP

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A

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D WO /E-READI?JUd\abn\9

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N

DIP

0255.

A

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DIP

0-55

A

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D \PRO\iE-PROIRcucco\4554

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DIP

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A

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16ES

DIP

0.255.

A

D \PROVE-IGESLges\

D WRO~/E-IGES\~~~\~I~SIIgr

JMINIPAOGRES

fig. 7

I

1MPX

As colunas correspondem a:

Nome do modelo: nome do arquivo de saída precedido por um ícone que identifica o conversor associado. Quando um arquivo é acrescentado a essa lista, se controla se, através da sua extensão, pode ser associado automaticamente a um conversor; se isso é possível, ao lado do arquivo é colocado um ícone que identifica o tipo de conversor, se não é possível, ao lado do arquivo é colocado um ícone com o '?'. É possível modificar o nome do arquivo de três maneiras diversas:

com um clique duplo sobre o nome aparece a janela padrão para escolher um nome de arquivo. Dessa forma, é possível trocar o diretório de saída (fig. 8).

INTER - PROG S.r.l.1 Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000íRO

CTR2000

6MENU ARQUIVO

denia

Cmrdtek

COIMU

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i3 damo

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Fig. 8

CI esunpi-TNF-ca$

LI f~a

0 Fm1.188

Gah

Ü giorga

Pág.30 1191

Com um duplo clique lento sobre o nome é possível escrever diretamente o nome na linha (fig.9).

I

I

Fig. 9

Clicando com o botão da direita, aparece um menu no qual se pode escolher a opção 'Renomear saída' que equivale ao duplo clique lento descrito acima

(fig.1O).

 

SUH

DIP

N

DIP

0

255.

A

D \PROVE_READIN\3d\

D \PRWEREA@CV\3d\dan\9

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DIP

0 255

A

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0

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A

O \PROVE-CATIP\dcp%

G \PRD~'E-CATIP\~~WSIIUU~1

 
 

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A

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5

0.255.

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3 ~&iShw Ro

I p@g@r~ian

Fig 10

L

Conversor: é escrito por extenso o tipo de conversor associado ao arquivo. Se nào é associado nenhum tipo de conversor ao arquivo, aparece uma '?' nesse campo. Pode-se modificar o tipo de conversor selecionando a opção 'Escolher conversor' no menu que aparece clicando o botão direito do mouse ou clicando o cabeçalho da coluna 'Conversor' (fig. 10-11).

INTER - PROG S.r.1.- Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000RO

CTR2000

6 MENUAROUNO

Pág.311191

~repaiaioutput

I

Nomemodello

I convertitoie I Tipo out~

lid46468137

 

ESU

I

Pronto

Fig. 11

Tipo de saída: é escrita a extensão da saída da conversão: pode ser .DIP, .SUR ou arnbas. É possível modificá-la através da opção 'Trocar tipo de saída no menu que aparece clicando o botão direito do mouse ou clicando o cabeçalho da coluna 'Tipo de saída' (fig. 10-12).

Fig. 12

Layers: aparece a lista dos layers a serem convertidos. Pori default, são todos de O a 255, mas é possível modificá-los através da opção 'Escolher layers' no menu que aparece clicando o botão direito do mouse ou clicando o cabeçalho da coluna 'Layers' (fig. 10-13).

Immetterei numerodo gii intetvallideilayersdasiideiati, sepaati da viigda E% 0.3.54-59.11 5. Attsmbne i layeis

vmo da 0-255

Fig. 13

I

Tipo de entidades: aparece a lista de tipos de entidades a serem convertidas. Por default, aparecem todas, mas é possível modificá-las através da opção 'Escolher entidades' no menu que aparece clicando o botão direito do mouse ou clicando o cabeçalho da coluna 'Tipo de entidades' (fig. 10-14). A cada tipo é associada uma letra (A = todas, S = superficies, C = curvas, P = pontos, H = escondidas).

MTER - PROG S.r.1.- Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000RO

CTR2000

6 MENU ARQUIVO

r Entinasmsti

Fig. 14

I

Pág.32 1191

Pasta de saída: é escrita a pasta onde deve andar o resultado da conversão. Por default, corresponde à pasta do arquivo de entrada, mas pode ser modificada através da opção 'Trocar diret6rio9 no menu que aparece clicando o botão direito do mouse ou clicando o cabeçalho da coluna 'Pasta de saída9(fig. 10-15). É possível escolher uma pasta em um pc em rede.

Fig. 15

Log-arquivos: é a pasta na qual é arquivado o arquivo .LOG. Esse arquivo contém informações sobre a conversão feita.

Arquivo de entrada: é escrito o nome completo do arquivo de entrada; serve para não perder o rastro em caso de modificações feitas ao nome ou à pasta de saída.

Mod: se o arquivo é uma base de dados catia exportada como dlv, é possível que contenha mais de um modelo. Nesse caso, é ocupada uma linha para cada modelo e nessa coluna é escrita a ordem na qual foram encontrados.

MTER - PROGT.~.- Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000/RO

CTR.2000

e

imprimir

I

6 MENU ARQUIVO

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Permite imprimir a janela ativa (2D ou 3D). Caso esteja ativa a janela 3D, imprime reproduzindo fielmente tudo o que é visível na janela 3D (toda a área com um fundo preto) respeitando o estilo gráfico escolhido. Caso esteja ativa a janela 2D, imprime tudo aquilo que se encontra dentro da folha, no formato escolhido, respeitando exatamente a escala, independente do que esteja visível nesse momento.

e Imprimir em arquivo

Salva em um arquivo com formato gráfico Windows Bitrnap (.BMP), Postscript (.PS), JPEG Compliant (.PG), ou Tagged Image File Format (.TIF)

o conteúdo da janela ativa (2D o 3D) como visualizado na tela.

Através do clássico gerenciamento do WindowsB, é possível escolher a

posição, o nome do arquivo e o tipo de arquivo (formato).

4 (E:]

Filename:

LI"

Save aslype: 18itmap di Windows ['bmp]

Antes de salvar, através da tecla DPI (Pontos por Polegadas), é possível mudar

a resolução da imagem no formato escolhido.

,

INTER - PROG S.r.1.- Manual de uso CTR2.000 ver. 1.1 MUICTR2.000íRO

CTR2000

6MENU ARQUIVO

Pág.34 1191

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Veloce

175

DPI [punti per pollici, default 751

Qualitb

Pode-se escolher um valor compreendido entre 75 e 300 pontos por polegadas (step 25); com a resolução mínima (73, temos a velocidade máxima de criação do arquivo; programando 300 DPI, temos a máxima qualidade, mas o arquivo é -15 vezes maior. O arquivo no formato .JPG é o menor, o .PS é o maior (-50 vezes maior).

Visualizar Impressão

Visualiza o resultado que será obtido com a impressão da janela ativa (2D ou

3D).

Configurar impressora

Configurações típicas do ambiente WindowsO da impressora a ser usada e de suas propriedades.

são os últimos quatro arquivos .DIP lidos. Querendo abrir um deles, é suficiente selecioná-10.

Sair

Pede confirmação e fecha o programa (sem salvá-lo).

INTER - PROG S.r.1. - Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000/RO

CTR2000

6 MENU ARQUIVO

Confeirni hircila dal pogramma ?
i

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No 1

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INTER - PROG S.r.1.- Manual de uso CTR.2000 ver. 1.1 MUICTR2000RO

CTR2000

7MENU EXIBIR

Pág.36 / 191

7

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MENU EXIBIR

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Barras de ferramentas

Abre uma janela para a escolha das toolbar a serem ativadas ou desativadas.

Attivazione o Disattivazione Toolbar

+ Viste Secondari

+ Costrr~zioni2D

+ Superfici Canoni

Através dessa janela, é controlada somente a ativação ou desativação de todas as barras de ferramentas: um sinal ao lado do nome indica aquelas ativas. Todas as Barras de ferramentas (menos as barras de Mensagens e de Introdução de dados) são 'recipientes' de icones. Cada icone serve para chamar um dos comandos também presentes em um menu. Cada Barra de ferramentas pode ser deixada invisível e pode ser deslocada para qualquer parte da tela, arrastando ela com o MB 1 apertado. Passando com o mouse sobre um icone, aparece o nome do comando ao qual é associado e, na barra de mensagens, são descritas outras informações sobre o ícone. Com relação às modalidades de uso do comando chamado através de um ícone, é necessário consultar o capítulo no qual é descrito amplamente o comando. A barra de Mensagens, a de Introdução de Dados e de Pick aparecem somente como barras e não nos menu; servem durante a execução de outros comandos.

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MENSAGENS

MTER - PROG S.r.1. - Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000RO

CTR2000

7 MENU EíYTBIR

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É a barra situada na borda inferior do programa; nesse espaço são descritos diversos tipos de mensagens: estado do programa, pedidos de dados, informações úteis sobre os comandos e sobre os ícones. Em um quadro a direita é sempre indicado o número do layer corrente. Por esses motivos, é aconselháveldeixá-la sempre ativa.

INTRODUÇÃO DE DADOS

É a barra na qual introduzir os valores necessários, de vez em vez, para as construções CAD, especialmentepara as Entidades 2D.

FILTROS DE SELEÇÃO (PICK SELE'TIVO)

O Pick Seletivo permite deixar 'sensíveis' à seleção com o mouse (pick) somente as entidades escolhidas na barra. Dessa forma, é mais simples selecionar um tipo de entidade que está sobreposta a outras (por exemplo, os pontos de trirnrning que estão na borda de uma superficie). Nessa barra é possível clicar e ativar contemporaneamente várias teclas, tendo a sensibilidade ao pick do mouse simultaneamente sobre várias entidades; somente a tecla 'todas as entidades' desativa as outras teclas.

Todas as entidades

Pick Pontos

.?dPick Linhas

4 Pick Polígonos

Pick Círculos

A Pick Curvas

Pick Superficies

4 Pick Medidas

Divisão

INTER - PROG S.r.1.- Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000/RO

CTR2000

7MENU EXIBIR

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Leva a seta do mouse h divisão entre a Janela 3D e a Janela 2D, para que seja redimensionada: deslocar o mouse para a direita ou para a esquerda e clicar o MB1 quando a dimensão das janelas 2D e 3D for aquela desejada; não é necessário que ambas as janelas estejam sempre visíveis.

a Zoom

Ativa o zoom com o mouse: clicar o MB1 na janela ativa (2D ou 3D), para o ângulo de partida do zoom e mantê-lo apertado, arrastando o mouse até que seja evidenciada a zona a ser engrandecida.

a Desenho total

Mostra todo o conteúdo da janela ativa (2D ou 3D).

INTER - PROG S.r.1.-Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000/RO

CTR2000

8 MENU CONTROLE

MENU CONTROLE

.

- Ele Yea j Cdado EH2D

-

--

.-.--

Die

PranelR

U

Fm Miara

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Configuração CMM

Md

Vgis

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Pah

Tsob'

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-

Tabsb

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Repott

- -

Ido

Permite predispor o CTR2000 A recepção dos pontos no formato enviado pela máquina de medida (CMM = Coordinate Measuring Machine) A qual ele está conectado. Até que não seja feita uma configuração qualquer, durante a partida do CTR2000 aparece a seguinte mensagem:

Com essas condições não é possível executar qualquer operação de controle, mas podem ser usadas todas as outras funções (CAD). A configuração da comunicação é feita através da escolha feita na seguinte tabela:

INTER - PROG S.r.1. -

anual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000RO

CTR2000

8 MENU CONTROLE

 

1

CTR connessocon CMM

 
 

ADP

BLM

CAMIB

COORD3

DEA

FARO

GARDA

ITP

LEICAIAxyz

LEICA/SMAAT

LEICA/TEODOLITE

 

Madia OTTICA

MDM

MORA

MITUTOYO

MilNnlN

CTR selezionato

I

SIRIALPORT

I

&OM

-

- -

-

- r

-

rf

Output

CTRQ: selezione NC

ADP

CHORUS

ECS

GEOSOFT

MEIL

PJM

SELCA

TUTOR WINDOWS

CTRQ selezionato

l------

/

SOCKET

I

Pág.40 1191

DLL

EXiT

I

I

1

INTER - PROG S.r.1.- Manual de uso CTR2000 ver. 1.1 MUICTR2000/RO

CTR2000

8 MENU CONTROLE

Pág.411 191

Na parte "Seleção" é necessário escolher a máquina de medida com a qual se deseja controlar e eventualmente o visualizador ou o software ligado àa máquina e o formato de envio dos pontos (R=ponto único, RD=ponto duplo, M2=ponto com centésimos ou M3=ponto com milésimos sem sinal decimal).

Na parte "Saída" aparece o tipo de CTR selecionado, por exemplo "COORD , STANDARD ,6".

Na Última parte é programado o tipo e os parâmetros de comunicação (serial, dcom, socket, dll). {Socket é um 'saco no qual um sistema escreve e outro lê; dcom é um sistema parecido com o socket e funciona com uma área e arquivos específicos -> para Poli; as dll são como executáveis -> para Garda. Nesses três casos o CTR2000 pode estar no mesmo Pc que o software da máquina de medida.) Se se utiliza uma porta serial, é necessário configurar todos os parâmetros:

MTER - PROG S.r.1. - Manual de uso CTW000 ver. 1.1 MUICTWOOO/RO

CTR2000

8 MENU CONTROLE

-Porta

@ Com1

- Baud

P 300

P 600

1200

r 2400

3" 4800

f

F 9600

i? 19200

:

:

r Com2

- ParitA

r None

f

Even

$ Odd

.

r Com3