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-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 23

-PÚBLICO-

N-2318

REV. H

N-2318 REV. H 07 / 2016

07 / 2016

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 23 Inspeção

CONTEC

Comissão de Normalização Técnica

SC - 23

Inspeção de Sistemas e Equipamentos em Operação

Inspeção em Serviço de Tanque de Armazenamento Atmosférico

Procedimento

Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.

Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e enumerações.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la (“não conformidade” com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter não impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

Cópias dos registros das “não conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora.

As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO

S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e Subsidiárias,

devendo ser usada pelos seus fornecedores de bens e serviços, conveniados ou similares conforme as condições estabelecidas em Licitação, Contrato, Convênio ou similar.

A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos

governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos

próprios usuários.”

de respon sabilidade exclusiva dos próprios usuários.” Apresentação As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas

Apresentação

As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

1 Escopo -PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 1.1 Esta armazenamento atmosférico cobertos pela

1 Escopo

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N-2318

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N-2318 REV. H 07 / 2016

07 / 2016

1.1 Esta

armazenamento atmosférico cobertos pela PETROBRAS N-270.

Norma

fixa

as

condições

exigíveis

para

a

inspeção

em

serviço

de

tanques

de

1.2 Esta Norma não se aplica a:

a) tanques refrigerados;

b) tanques não metálicos;

c) tanques em plataformas “offshore”;

d) tanques de costado não circular.

1.3 Esta Norma não se aplica aos tanques cobertos pela PETROBRAS N-2789.

1.4 Esta Norma se aplica à inspeção em serviço de tanques de armazenamento atmosférico

realizada a partir da data de sua edição.

1.5 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.

2 Referências Normativas

Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos.

Portaria n o 3214 de 8/6/78 - Norma Regulamentadora n o 33 (NR-33) - Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados;

PETROBRAS

Hidrojateamento;

N-9

-

Tratamento

de

Superfícies

de

Aço

com

Jato

Abrasivo

e

PETROBRAS N-13 - Requisitos Técnicos para Serviços de Pintura;

PETROBRAS N-270 - Projeto de Tanque de Armazenamento Atmosférico;

PETROBRAS N-271 - Montagem de Tanque de Armazenamento;

PETROBRAS N-1203 - Projeto de Sistemas Fixos de Proteção Contra Incêndio em Instalações Industriais Terrestres

PETROBRAS N-1593 - Ensaio Não Destrutivo - Estanqueidade;

PETROBRAS N-1596 - Ensaio Não Destrutivo - Líquido Penetrante;

PETROBRAS N-1597 - Ensaio Não Destrutivo - Visual;

PETROBRAS N-1598 - Ensaio Não Destrutivo - Partículas Magnéticas;

PETROBRAS N-1742 - Tanque de Teto Flutuante - Selo PW;

PETROBRAS N-2162 - Permissão para Trabalho;

PETROBRAS N-2298 - Proteção Catódica de Dutos Terrestres;

PETROBRAS N-2637 - Segurança no Trabalho em Espaço Confinado;

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 PETROBRAS N-2789 - Inspeção em Serviço de Reservat

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PETROBRAS N-2789 - Inspeção em Serviço de Reservatórios Atmosféricos de Uso Geral;

ABNT NBR 15248 - Ensaios Não Destrutivos - Inspeção por ACFM - Procedimento;

ABNT NBR 15824 - Ensaios Não Destrutivos - Ultrassom - Medição de Espessura;

API STD 650 - Welded Tanks for Oil Storage;

API STD 653 - Tank Inspection, Repair, Alteration and Reconstruction;

ASTM D 610 - Standard Practice for Evaluating Degree of Rusting on Painted Steel Surfaces;

ASTM D 661 - Standard Test Method for Evaluating Degree of Cracking of Exterior Paints;

ASTM D 714 - Standard Test Method of Evaluating Degree of Blistering of Paints;

ASTM D 4214 - Standard Test Method for Evaluating the Degree of Chalking of Exterior Paints Films.

3 Termos e Definições

Para os efeitos deste documento aplicam-se os termos e definições das PETROBRAS N-270 e N-271 e os seguintes.

3.1

barriga deformação do costado do tanque, caracterizada pelo afastamento em relação à geratriz do cilindro

3.2

chapa de soleira da porta de limpeza chapa do fundo pertencente ao conjunto da porta de limpeza

3.3

inspeção externa inspeção de todos os componentes que devem ser verificados com o tanque em operação, incluindo base, diques e bacia de contenção

3.4

inspeção geral executada com o tanque fora de operação consistindo de inspeção interna e externa de todos os seus componentes, incluindo base, diques e bacia de contenção

3.5

produtos pesados produtos de alta densidade tais como: asfalto, óleo combustível e óleo de desasfaltação

3.6

profissional habilitado profissional que tem competência legal para o exercício da profissão de engenheiro nas atividades

referentes a acompanhamento de operação, manutenção e inspeção

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 3.7 rodo ou rodapé região de transição entre

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3.7

rodo ou rodapé região de transição entre o primeiro anel do costado e fundo do tanque

3.8

selo de vidro componente de vedação da câmara de espuma conforme PETROBRAS N-1203

4 Condições Gerais

4.1 Programação de Inspeção Externa

Deve ser elaborada a programação de inspeção externa considerando o intervalo de inspeção definido em 4.3.1.

4.2 Programação de Inspeção Geral

Deve ser elaborada e revista anualmente, com a participação de representantes das áreas de manutenção, inspeção e operação, considerando as seguintes informações:

 

a)

prazo de inspeção conforme descrito em 4.3.2;

b)

recomendações emitidas decorrentes da inspeção externa;

c)

histórico de problemas ocorridos em campanha.

NOTA

Recomenda-se a participação de representantes das áreas de programação de produção, segurança e meio ambiente. [Prática Recomendada]

4.3 Intervalos de Inspeção

4.3.1 Inspeção Externa

A inspeção externa deve ser realizada no máximo a cada 5 anos.

NOTA

Em nenhum caso a inspeção externa deve ultrapassar o prazo de 1/4 da vida útil estimada para o costado e teto.

4.3.2

Inspeção Geral

Os intervalos de inspeção geral devem atender aos critérios descritos no API STD 653.

NOTA Em caso de incêndio, vazamento ou dano mecânico que possa afetar a integridade do equipamento, as partes afetadas devem ser inspecionadas extraordinariamente para avaliar as condições físicas antes do retorno do equipamento à operação.

4.3.3 Inspeção do Sistema de Proteção Catódica

Quando houver sistema de proteção catódica por corrente impressa, deve ser inspecionado os retificadores do sistema e fazer a leitura dos potenciais conforme especificado na PETROBRAS

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 4.4 Requisitos de Segurança, Meio Ambiente e Saúde

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4.4 Requisitos de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS)

4.4.1 Devem ser considerados os aspectos, riscos e impactos ambientais causados pela atividade de

inspeção em serviço de tanque de armazenamento atmosférico.

4.4.2 Antes do início dos trabalhos de inspeção, deve ser obtida uma permissão de trabalho,

conforme a PETROBRAS N-2162, onde são definidos os requisitos de segurança para a execução dos trabalhos de inspeção. Em caso de não conformidade, comunicar ao órgão gestor da segurança industrial e meio ambiente.

4.4.3 Verificar as condições físicas antes de andar sobre o teto. Nos tetos com suspeita de baixa

espessura, deve ser realizada uma análise prévia de risco junto com a operação e o órgão gestor de

segurança industrial e meio ambiente, com o objetivo de avaliar a viabilidade da inspeção.

NOTA

A

inspeção

não

deve

ser

executada

quando

o

produto

do

tanque

estiver

sendo

movimentado.

 

4.4.4

Nos tanques de teto flutuante, a inspeção externa do teto deve ser realizada com o teto no

nível máximo. Inspeção em nível inferior ao máximo ou no interior dos flutuadores pode ser realizada desde que autorizada pelo órgão gestor da segurança industrial e meio ambiente.

4.4.5 Utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessários para execução dos serviços

de inspeção.

4.4.6 Não deve ser realizado o teste com martelo, com o tanque em operação.

4.4.7 Verificar se os acessos, andaimes e iluminação são suficientes e adequados.

4.4.8 Verificar se os trabalhos de manutenção em paralelo não oferecem riscos à segurança pessoal.

4.4.9 Para serviços em espaços confinados devem ser atendidos os requisitos das PETROBRAS

N-2637 e NR-33.

4.5 Registro da Inspeção

As condições físicas observadas, os reparos e testes efetuados, bem como os valores de medição de espessura, devem ser registrados em relatórios de inspeção.

4.6 Medições de Espessura

Todas as medições de espessura citadas nesta Norma devem ser realizadas conforme a ABNT NBR 15824.

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 5 Roteiro de Inspeção Externa - Tanque em

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5 Roteiro de Inspeção Externa - Tanque em Operação

5.1 Bacia de Contenção

5.1.1 Inspecionar visualmente o dique quanto às condições físicas e integridade dos taludes. A

grama do dique deve ser rasteira.

5.1.2 Inspecionar visualmente a bacia quanto ao acúmulo de sujeira, indícios de vazamentos e

condições físicas.

5.1.3 Inspecionar visualmente o sistema de drenagem, em relação aos seguintes itens:

a) canaletas: quanto ao acúmulo de detritos;

b) válvulas e grades: quanto à corrosão e emperramento;

c) adufas ou comportas: quanto à corrosão e emperramento;

d) minidiques (quando existentes): quanto à estanqueidade e acúmulo de detritos.

5.1.4 Verificar as condições físicas das plataformas sobre o dique, os cruzamentos das linhas de

entrada e saída de produto com o talude da bacia e dos acessos para veículos ao interior da bacia.

5.1.5 Verificar as condições físicas dos eletrodutos: do sistema de iluminação, dos misturadores, da

instrumentação eletrônica e dos atuadores das válvulas.

5.2 Base

5.2.1 Verificar a existência de recalques. Caso necessário, executar medição do prumo do costado

e/ou levantamento topográfico.

5.2.2 Inspecionar visualmente o anel de concreto ou berma quanto às fissuras, ferragens expostas,

avarias mecânicas, desagregação do concreto e declividade.

5.2.3 Inspecionar

impermeabilização.

visualmente

a

extremidade

da

chapa

de

fundo

quanto

à

corrosão

e

5.2.4 Verificar a existência de possíveis vazamentos nas regiões dos drenos de fundo ou pelo

concreto da berma.

5.2.5 Inspecionar visualmente a impermeabilização da base, principalmente sob a porta de limpeza e

drenos do fundo, quando aplicável.

5.2.6 Verificar as condições físicas e fixação do cabo terra, quando aplicável.

5.3 Pintura e Isolamento Térmico

5.3.1 O estado físico da pintura deve ser verificado e avaliado em comparação com os padrões

fotográficos das ASTM D 610, D 661, D 714 e D 4214.

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 5.3.2 Verificar as condições físicas do isolamento térmico.

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5.3.2 Verificar as condições físicas do isolamento térmico.

5.4 Escadas, Plataformas e Passadiços

5.4.1 Inspecionar visualmente todos os degraus, corrimãos e plataformas quanto à corrosão e peças

danificadas.

5.4.2 Verificar a existência de furos para o escoamento de água nos degraus e pisos das

plataformas.

5.4.3 Verificar as condições físicas dos dispositivos antiderrapantes dos degraus e pisos.

5.4.4 Inspecionar visualmente, conforme a PETROBRAS N-1597, as soldas de fixação das

estruturas ao tanque, quanto à existência de trincas ou corrosão. Caso necessário, realizar ensaio por líquido penetrante conforme PETROBRAS N-1596.

5.4.5 Para os tanques de teto flutuante, verificar a escada de acesso ao teto: quanto à corrosão nos

trilhos, quanto à verticalidade das rodas e folgas nas buchas. Verificar também se a articulação e o

sistema rolante da escada podem se mover livremente, verificando visualmente a existência de algum obstáculo que possa impedir a movimentação da escada.

5.4.6 Inspecionar o aterramento entre o costado e o teto flutuante e entre a escada do teto e o teto

flutuante.

5.5 Costado

5.5.1 Inspecionar visualmente, em todo o costado, os seguintes itens:

a) vazamentos;

b) corrosão nas chapas e juntas soldadas (locais mais susceptíveis: rodo, região sob degraus da escada helicoidal, eventuais frestas entre os perfis soldados e o costado e regiões de acúmulo de vegetação);

c) deformação nas chapas;

d) verticalidade.

5.5.2 Realizar medição de espessura em todos os anéis, em pontos predeterminados pela área de

Inspeção, ao longo da escada. No anel superior deve-se efetuar uma medição na região abaixo do nível de líquido e outra medição na região correspondente à fase gasosa. Caso constatada baixa espessura ou alta taxa de corrosão, aumentar a quantidade de medições e, sendo necessário, providenciar acesso para medição em outras regiões.

5.5.3 Inspecionar visualmente as conexões do costado e as respectivas válvulas quanto à corrosão

nas faces dos flanges, vazamentos e condição dos estojos.

5.5.4 Realizar medição de espessura nas conexões do costado, quando aplicável.

5.5.5 Inspecionar visualmente a porta de limpeza e as bocas de visita quanto a vazamento, corrosão

e condição dos estojos.

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 5.5.6 Verificar as condições físicas do sistema de

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5.5.6 Verificar as condições físicas do sistema de combate a incêndio tais como tubulação, câmara

de espuma e selo de vidro, quanto à deterioração.

5.5.7 Inspecionar visualmente os acessórios, equipamentos e instrumentos quanto às condições

físicas, conforme a seguir:

a) sistema de içamento do tubo móvel (cabos e roldanas);

b) misturadores: bocais, tirantes, motores e suportes;

c) indicador de nível;

d) indicador de temperatura;

e) demais acessórios existentes.

5.5.8 Inspecionar visualmente o anel de contraventamento e suportes quanto à corrosão. Verificar a

existência e a situação dos furos para escoamento de águas pluviais.

5.6 Teto

5.6.1 Teto Fixo

5.6.1.1 Inspecionar visualmente as chapas e juntas soldadas quanto à corrosão, deformação e furos

(regiões mais susceptíveis: regiões de acúmulo de água e sob isolamento térmico deteriorado, caso existente).

5.6.1.2 Executar medição de espessura em no mínimo 5 % das chapas do teto ou em 20 chapas (o

que resultar na maior quantidade de chapas), proporcionalmente distribuídas pelas regiões periférica, intermediária e central.

NOTA 1 Os pontos de medição devem ser escolhidos, preferencialmente, nas regiões de empoçamento de água, regiões de maior insolação, próximo aos amostradores e respiros e nas regiões de apoio sobre as vigas. NOTA 2 Em cada chapa deve ser executada uma medição no centro e outra próxima à solda na região de sobreposição. Caso constatada baixa espessura ou alta taxa de corrosão, aumentar a quantidade de medições. NOTA 3 Se a taxa de corrosão indicar que na próxima inspeção programada o teto apresente espessura inferior a 3 mm, a medição do teto deve ser antecipada para a data em que a espessura projetada atingir 3 mm. Nesta ocasião, antes de a medição ser realizada, o acesso ao teto deve ser restringido, ficando condicionado à Análise de Risco (AR) específica, que deve definir as medidas mitigadoras para o controle dos riscos associados. NOTA 4 Para os tetos com histórico de furos ou previsão de corrosão localizada, recomenda-se a realização de varredura com o ensaio de ultrassom automatizado C-scan, para a avaliação da integridade do teto. A amostragem da área a ser ensaiada deve ser definida por profissional habilitado. [Prática Recomendada] NOTA 5 Para os tetos fixos fabricados em aço inoxidável, o critério de amostragem descrito acima pode ser redefinido por profissional habilitado.

5.6.1.3 Inspecionar visualmente as bocas de visita e conexões do teto quanto à corrosão e

vazamentos.

5.6.1.4 Inspecionar

conforme a seguir:

visualmente

os

acessórios

a) válvulas de pressão e vácuo;

b) corta-chamas;

quanto

à

corrosão,

limpeza

e

estanqueidade,

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 c) respiros ou “vent’s”; d) dispositivo de emergência;

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c) respiros ou “vent’s”;

d) dispositivo de emergência;

e) guarda-corpo;

f) sistema de medição e tomada de amostra (verificar se a escotilha de medição atende à condição antifaiscante).

NOTA Para os dispositivos de segurança citados de a) a d) deve ser elaborado pela UO um Plano de Inspeção, Manutenção e Calibração abordando requisitos específicos desses acessórios, tais como: periodicidade, procedimentos de manutenção e reparo.

5.6.2 Teto Flutuante

5.6.2.1 Inspecionar visualmente as chapas e juntas soldadas quanto à corrosão, deformação e

vazamentos.

NOTA

Nos tanques de teto pontão, regiões com deformações devem ser avaliadas quanto à condição de drenagem do teto.

5.6.2.2

Executar medição de espessura no disco central dos tetos tipo pontão de acordo com o

seguinte critério:

a) diâmetro do disco < 20 m : no mínimo 5 chapas sendo 4 na periferia e 1 no centro;

b) diâmetro do disco > 20 m : no mínimo em 8 chapas sendo 4 na periferia, 3 na região intermediária e 1 no centro.

NOTA

Em cada chapa deve ser executada uma medição no centro e outra próxima à solda na região de sobreposição.

5.6.2.3

Executar medição de espessura no lençol superior em 10 % dos flutuadores periféricos dos

tetos tipo pontão, uniformemente defasados, com o mínimo de 4 flutuadores.

NOTA

Em cada chapa deve ser executada uma medição no centro e outra próxima à solda na região de sobreposição.

5.6.2.4

Executar medição de espessura no lençol superior do teto duplo, de acordo com o seguinte

critério:

 

a) diâmetro do teto < 20 m: no mínimo 5 chapas sendo 4 na periferia e 1 no centro;

b) diâmetro do teto > 20 m: no mínimo em 8 chapas sendo 4 na periferia, 3 na região intermediária e 1 no centro.

NOTA

Em cada chapa deve ser executada uma medição no centro e outra próxima à solda na região de sobreposição.

5.6.2.5

Remover a tampa dos flutuadores para verificar se há vazamento de produto ou deformação

das chapas. Caso haja suspeita de baixa espessura, realizar medições de espessura seguindo os requisitos de segurança necessários.

5.6.2.6 Inspecionar visualmente as bocas de visita e conexões do teto quanto à corrosão e

vazamentos.

5.6.2.7 Inspecionar visualmente o sistema de sustentação do teto (pernas, camisas e chapas de

reforço), quanto à corrosão e trincas.

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 NOTA 1 Recomenda-se remover com o teto flutuando

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NOTA 1 Recomenda-se remover com o teto flutuando 10 % das pernas de sustentação ou 5 pernas, o que for maior. No caso da necessidade da operação apoiar o teto, recomenda-se remover 30 % das pernas de sustentação ou 5 pernas, o que for maior. [Prática Recomendada] NOTA 2 Remover apenas 1 perna de cada vez para evitar trocas das respectivas posições originais. NOTA 3 Deve ser realizada uma análise prévia de risco junto com a operação e o órgão gestor de segurança industrial e meio ambiente, com o objetivo de avaliar a viabilidade da remoção das pernas.

5.6.2.8 Verificar o selo de vedação do teto quanto à falha na vedação e condições físicas.

5.6.2.9 Inspecionar visualmente o anel de contenção de espuma, quando aplicável.

5.6.2.10 Inspecionar visualmente os acessórios quanto à corrosão, limpeza e funcionamento,

conforme a seguir:

a) quebra -vácuo;

b) tubo antirrotacional, roletes e selo;

c) sistema de medição e tomada de amostra;

d) dreno do teto (bacia, válvula de retenção e grade);

e) drenos de emergência;

f) dentre outros acessórios existentes.

5.6.2.11 Verificar se a tampa da tomada de amostra atende à condição antifaiscante.

5.6.2.12 Verificar o sistema de aterramento do teto flutuante com o costado.

6 Roteiro de Inspeção Geral - Tanque Fora de Operação

6.1 Inspeção Externa

Seguir conforme descrito na Seção 5.

NOTA

Antes da parada do tanque, recomenda-se realizar a inspeção preliminar externa, e emitir recomendação prévia. [Prática Recomendada]

Para os tanques de teto flutuante, antes de apoiar o teto, o sistema de sustentação deve ser inspecionado quanto à corrosão e trincas com remoção de no mínimo 30 % das pernas de sustentação.

NOTA 1 Remover apenas 1 perna de cada vez para evitar trocas das respectivas posições originais. NOTA 2 Realizar uma análise prévia de risco junto com a operação e área de SMS antes da remoção das pernas.

6.1.1 Tanque de Teto Fixo

6.1.1.1 Executar teste com martelo em todas as conexões.

6.1.1.2 Executar medição de espessura em conexões com diâmetro maior ou igual a 2”.

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 6.1.1.3 Para tetos isolado termicamente, recomend a-se retirar

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6.1.1.3 Para tetos isolado termicamente, recomenda-se retirar 2 faixas do isolamento (defasadas de

90°), com 1 m de largura e comprimento igual ao raio do teto para exame visual e medição de espessura das chapas. A remoção do isolamento deve ser executada, preferencialmente, nos pontos de infiltração de água, depressões do teto ou nas regiões de descolamento da proteção do isolamento térmico. [Prática Recomendada]

NOTA

Caso seja constatada corrosão severa sob o isolamento, remover integralmente o isolamento térmico e inspecionar as chapas do teto.

6.1.1.4

As válvulas de pressão e vácuo devem ser desmontadas, limpas, inspecionadas quanto à

corrosão, entupimento, estanqueidade, movimentação e verificadas quanto à calibração.

6.1.1.5 Os

entupimento e estanqueidade.

corta-chamas

devem

ser

removidos,

limpos

e

inspecionados

quanto

à

corrosão,

6.1.1.6 Remover os tampões “caps” dos esticadores dos cabos-guia da boia, para inspeção visual

das molas, quando aplicável.

6.1.1.7

Inspecionar visualmente os flanges das conexões e bocas de visita (ressalto e ranhuras).

NOTA

Recomenda-se, após a manutenção, pintar as faces dos flanges, exceto as ranhuras, e vedar o espaço entre as abas após a montagem. [Prática Recomendada]

6.1.1.8

Retirar os filtros e purgadores do sistema de aquecimento para limpeza e manutenção,

quando aplicável.

6.1.1.9 Para costados isolados termicamente, remover o trecho do isolamento térmico do costado em

amostragem conforme 6.1.1.3.

6.1.2 Tanques de Teto Flutuante

Seguir conforme descrito em 6.1.1.1 a 6.1.1.7, quando aplicáveis, complementados com os seguintes itens:

a) inspecionar visualmente os flutuadores quanto à estanqueidade;

b) retirar os roletes e selo do tubo anti-rotacional para inspeção;

c) retirar a válvula de retenção do dreno primário para inspeção, limpeza e teste hidrostático de vedação;

d) nos compartimentos flutuadores periféricos, executar 2 medições de espessura no lençol inferior (no centro e na região de sobreposição) e também executar uma medição nas chapas laterais externas dos compartimentos no mínimo em 10 % do total de compartimentos periféricos (com um mínimo de 4 flutuadores defasados de 90º).

NOTA

Nos tanques com flutuadores não periféricos, a amostragem de flutuadores não periféricos a inspecionar deve contemplar, de forma representativa, o projeto do teto e seu histórico de corrosão.

6.2 Inspeção Interna -PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 Antes de iniciar a inspeção,

6.2 Inspeção Interna

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Antes de iniciar a inspeção, verificar se as superfícies internas do tanque tais como chapas, juntas soldadas no teto, fundo, costado e os equipamentos e acessórios internos estão limpos, sem incrustações, carepas e produto aderido. Caso não apresentem condições adequadas para inspeção, deve ser aplicado hidrojateamento ou jateamento comercial, parcial ou em toda superfície a examinar.

NOTA

O jateamento abrasivo, quando aplicado, deve seguir o padrão Sa 2, e o hidrojateamento o padrão WJ-1, conforme descrito na PETROBRAS N-9.

6.2.1

Pintura

Verificar o estado da pintura interna.

6.2.2 Fundo

6.2.2.1 Inspecionar visualmente a existência de recalques das chapas do fundo, principalmente nas

chapas sob as colunas de sustentação e periferia. Caso o recalque se localize na periferia, executar medição da profundidade do recalque e ensaio por partículas magnéticas conforme PETROBRAS N-1598, líquido penetrante conforme PETROBRAS N-1596 ou “Alternating Current Field Measurement” (ACFM) conforme ABNT NBR 15248 das soldas do rodo na região do recalque.

6.2.2.2 Inspecionar as chapas e juntas soldadas, através de ensaio visual e medição de espessura,

quanto à corrosão e trincas.

NOTA 1 Regiões mais susceptíveis: depressões, periferia, chapa de soleira da porta de limpeza, ao redor das colunas, ao redor de suportes, região de apoio das pernas de sustentação em tanque de teto flutuante e bacias de drenagem. NOTA 2 O critério de medição de espessura deve seguir conforme descrito em 5.6.1.2.

6.2.2.3 Verificar as condições físicas da mesa de medição, quando aplicável.

6.2.2.4 Os drenos por baixo devem ser removidos, por corte, se necessário, visando ter melhor

acesso para teste com martelo e medição de espessura. Para os drenos sifonados realizar inspeção

visual e medição de espessura.

6.2.2.5 Realizar ensaio de vazamento de fluxo magnético “Magnetic Flux Leakage” (MFL) e/ou outros

métodos aplicáveis em 100 % das chapas do fundo para avaliar as condições físicas das chapas.

NOTA 1 Caso não seja possível o ensaio MFL ou outros métodos aplicáveis para avaliar as condições físicas das chapas, retirar no mínimo 5 discos com diâmetro mínimo de 500 mm, sendo 4 na periferia e 1 no centro, para inspeção visual e medição de espessura, sendo que um dos discos da periferia deve estar localizado em frente à porta de limpeza e calcular a taxa de corrosão e vida remanescente. NOTA 2 Quando houver indicação de corrosão externa acima de 50 % de perda de espessura, recomenda-se que seja realizada correlação, por amostragem, com ensaio de medição de espessura por ultrassom, conforme ABNT NBR 15824, ou remoção de discos nessa região. [Prática Recomendada]

6.2.2.6 Após limpeza geral dos anodos, quando existentes, realizar inspeção visual para verificação

quanto ao desgaste e avaliação da eficiência da proteção catódica. Durante a inspeção avaliar a necessidade da substituição, adição ou redistribuição dos anodos, conforme critério descrito em 9.6.

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 6.2.2.7 Quando houver sistema de proteção catódica por

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6.2.2.7 Quando houver sistema de proteção catódica por corrente impressa e não houver semi-célula

de medição de potencial instalada, devem ser removidos discos da chaparia de fundo para realizar o

levantamento do potencial fundo/solo e avaliar a proteção do fundo do equipamento.

NOTA Os discos devem ser removidos ao longo de um diâmetro do tanque, com espaçamento de 5 m a 10 m entre cada disco, com pelo menos um disco próximo ao centro do fundo do equipamento.

6.2.2.8 Para tanques com vazamentos em operação através do fundo, executar inspeção conforme

descrito em 6.2.2.2 e 6.2.2.5.

NOTA Caso o vazamento não seja detectado, realizar jateamento do fundo conforme padrão Sa 2 conforme PETROBRAS N-9 e, em seguida, realizar ensaio de estanqueidade com caixa de vácuo, conforme PETROBRAS N-1593 ou outro método alternativo aceitável pelo API STD 650.

6.2.3 Costado

6.2.3.1 Inspecionar, através de ensaio visual e medição de espessura, as chapas e juntas soldadas

quanto à corrosão.

NOTA

Deve ser dada especial atenção aos seguintes locais: último anel (acima do nível do líquido), região do rodo (acúmulo de água no fundo), solda do rodo, regiões de maior incidência solar e regiões posicionadas na direção preferencial de incidência de ventos.

6.2.3.2

Inspecionar internamente, através de ensaio visual e medição de espessura, as conexões,

bocas de visita e portas de limpeza, quanto à corrosão e trincas nas soldas. Nas conexões e acessórios dos misturadores mecânicos e nas portas de limpeza realizar, no caso de suspeita de trinca, inspeção por partículas magnéticas conforme a PETROBRAS N-1598, líquido penetrante conforme PETROBRAS N-1596 ou ACFM conforme ABNT NBR 15248.

6.2.3.3 Nos tanques de teto flutuante verificar se as chapas do costado não apresentam rebarbas

internas que possam danificar o selo de vedação. Durante o esvaziamento do tanque, acompanhar a descida do teto e verificar o assentamento do selo ao costado (deformações do costado e pressão do selo).

6.2.4 Teto - Tanques de Teto Fixo

6.2.4.1 Inspecionar visualmente as chapas quanto à corrosão dando especial atenção aos seguintes

locais: acima da estrutura de suportação do teto, regiões das juntas sobrepostas, regiões próximas às

conexões que permitam entrada de ar, regiões com maior incidência solar e regiões com empoçamento de água.

NOTA

Caso seja necessário, remover as chapas para inspeção da região de sobreposição com as vigas.

6.2.4.2

Inspecionar visualmente e, quando necessário, executar medição de espessura da estrutura

de sustentação do teto, conforme a seguir:

a) coroa central e chapas de fixação quanto à corrosão;

b) colunas quanto à corrosão, verticalidade e flecha;

c) vigas radiais e transversais quanto à corrosão e flecha;

d) parafusos quanto à corrosão, desgaste e trincas.

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 NOTA Observar as posições dos componentes da estrutura

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NOTA Observar as posições dos componentes da estrutura de sustentação em relação aos furos oblongos e, caso necessário, prolongar os furos após verificação do recalque de fundo. De acordo com o resultado obtido na inspeção visual dos parafusos instalados na estrutura, remover no mínimo 10 % do total para a execução de inspeção mais detalhada (visual, dimensional e líquido penetrante conforme PETROBRAS N-1596).

6.2.4.3

Inspecionar visualmente as conexões e bocas de visita quanto à corrosão.

NOTA

Verificar a existência de obstrução na conexão do dispositivo de alívio de pressão.

6.2.5

Teto - Tanques de Teto Flutuante

6.2.5.1 Inspecionar visualmente as chapas quanto à corrosão dando especial atenção aos seguintes

locais: regiões das juntas sobrepostas, periferia, abaixo dos perfis de reforço e chapas laterais externas dos flutuadores (espaço de vapor).

6.2.5.2 Inspecionar visualmente quanto à existência de trincas nas soldas e chapas do lençol inferior

do teto nas regiões das divisórias dos flutuadores do teto, ao redor do sistema de sustentação do teto e nos locais sujeitos à concentração de tensões.

NOTA 1 Para tanques de grande diâmetro com relação D/H 4 (diâmetro/altura), inspecionar por amostragem as intersecções de cordões de solda e as quinas das caixas boias, através de partículas magnéticas conforme PETROBRAS N-1598, ACFM conforme ABNT NBR 15248 ou líquido penetrante conforme PETROBRAS N-1596. NOTA 2 Para tanques de teto duplo com diâmetro superior a 20 m, inspecionar todas as soldas das camisas das pernas de sustentação com o lençol inferior, com líquido penetrante conforme PETROBRAS N-1596, partículas magnéticas conforme PETROBRAS N-1598 ou ACFM conforme ABNT NBR 15248. Para os tanques de teto duplo com diâmetro inferior a 20 m, adotar uma amostragem de 30 % do total das pernas de sustentação. NOTA 3 Para os tanques de teto pontão, inspecionar com amostragem mínima de 10 % as soldas das camisas das pernas de sustentação com o lençol inferior, com líquido penetrante conforme PETROBRAS N-1596, partículas magnéticas conforme PETROBRAS N-1598 ou ACFM conforme ABNT NBR 15248.

6.2.5.3 Inspecionar visualmente o sistema de sustentação do teto (pernas, camisas e chapas de

reforço) quanto à corrosão e adequado apoio no fundo.

NOTA 1 Retirar as pernas de sustentação, para inspeção visual, tomando cuidado quanto à suportação do teto e reposição da perna na posição original. NOTA 2 Executar medição de espessura, no mínimo em 30 % das camisas das pernas de sustentação, principalmente na região de nível de líquido.

6.2.5.4 Inspecionar visualmente as bacias de drenagem e os drenos do teto. Caso as juntas do dreno

sejam removíveis, retirar e desmontar todas as juntas para inspeção e manutenção.

NOTA 1 Caso existente, inspecionar visualmente o mangote de ligação do dreno do teto com o costado. NOTA 2 Realizar teste hidrostático do dreno articulado ou mangueira flexível para verificação de estanqueidade.

6.2.5.5 Inspecionar visualmente o tubo antirrotacional e suportes quanto à verticalidade, corrosão e

estado da pintura.

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 6.2.5.6 Inspecionar visualmente as conexões, bocas de visita

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6.2.5.6 Inspecionar visualmente as conexões, bocas de visita e drenos de emergência quanto à

corrosão.

6.2.5.7 Inspecionar visualmente o estado físico do selo de vedação do teto. Avaliar se há regiões do

selo com folgas em relação ao costado ou excesso de compressão. Caso necessário, realizar avaliação dimensional do selo.

NOTA

Para selos PW seguir orientações da PETROBRAS N-1742.

6.2.6

Acessórios e Equipamentos Auxiliares Internos

Avaliar as condições físicas dos acessórios e equipamentos internos existentes, conforme a seguir:

a) sistema de aquecimento (serpentina, aquecedores, linhas de vapor e condensado e feixe tubular);

b) sistema de medição de nível (boia e cabos suportes); verificar a existência de produto no interior da boia de medição de nível;

c) tubo móvel e sistema de içamento (tubo, cabos e roldanas);

d) misturador;

e) instrumentação;

f) sistema anti-vortex;

g) sistema de amostragem.

NOTA 1 Para a inspeção de serpentinas, recomenda-se a retirada de amostras, para possibilitar a inspeção visual interna. [Prática Recomendada] NOTA 2 Realizar ensaio por líquido penetrante conforme PETROBRAS N-1596, nas hélices dos misturadores e boias de medição de nível.

7 Controle da Qualidade de Reparos

Realizar a inspeção dos reparos efetuados conforme os critérios descritos no API STD 650, API STD 653, PETROBRAS N-271 ou outras normas aplicáveis.

8 Teste Hidrostático

8.1 Sistema de Aquecimento

No sistema de aquecimento (serpentina ou aquecedores) deve ser realizado teste hidrostático com pressão de 1,5 vezes o valor da pressão do projeto, permanecendo no valor da pressão de projeto durante 30 minutos somados ao tempo de inspeção. Para o sistema tipo feixe tubular, a pressão utilizada deve ser a especificada no projeto.

NOTA

Na ausência de realização de reparos, o teste hidrostático pode ser substituído por teste de estanqueidade utilizando como fluido de teste o próprio vapor do sistema.

8.2 Tanque

8.2.1 O teste hidrostático deve ser realizado quando ocorrer um grande reparo ou uma grande

modificação conforme descrito no API STD 653.

8.2.2 O teste hidrostático pode ser dispensado desde que atendidos todos os requisitos técnicos do

API STD 653 e as seguintes autorizações formais por escrito:

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 a) do engenheiro PETROBRAS, com experiênci a em

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a) do engenheiro PETROBRAS, com experiência em construção, montagem, manutenção ou inspeção de tanques de armazenamento, que aprovou o reparo;

b) da gerência operacional responsável onde o tanque está instalado.

NOTA

Nessa situação, o tanque deve ser observado durante os primeiros 5 dias de operação.

8.2.3

A temperatura da água de teste deve seguir conforme a PETROBRAS N-271.

8.2.4

Antes do início do teste e durante o enchimento do tanque, verificar a existência de umidade

proveniente de fatores externos (produto ou água infiltrada entre o fundo e o solo).

8.2.5 Verificar se a altura máxima de enchimento é compatível com a resistência do tanque

(espessuras remanescentes).

8.2.6 A inspeção deve ser iniciada de 1 dia a 2 dias após o enchimento completo do tanque. Caso

não seja constatado nenhum problema, após a inspeção, o teste hidrostático é considerado aprovado.

8.2.7 Durante a inspeção do teste, a base do tanque não deve apresentar umidade, com exceção da

umidade constatada em 8.2.4.

8.2.8 Caso ocorra à reprovação do teste hidrostático, um novo teste deve ser realizado após os

reparos necessários.

8.2.9 Para tanques que armazenam produtos pesados, recomenda-se a utilização do sistema de

aquecimento durante o teste hidrostático para facilitar o escoamento de produtos acumulados entre o fundo e a base, decorrentes de vazamentos anteriores, permitindo assim a livre passagem da água de teste. [Prática Recomendada]

8.2.10 Caso não haja possibilidade de enchimento total do tanque, realizar ensaio de estanqueidade, conforme PETROBRAS N-1593, nas soldas do costado que passaram por manutenção na região que não foi verificada pelo teste hidrostático.

9 Critérios de Aceitação

9.1 Base

9.1.1 Recalque

Conforme descrito no API STD 653.

9.1.2 Anel de Concreto

Fissuras com abertura igual ou superior a 2,0 mm são inaceitáveis independente do comprimento ou localização. Não deve haver ferragens expostas.

9.2 Costado -PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 9.2.1 Espessura Mínima Conforme descrito no

9.2 Costado

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07 / 2016

9.2.1 Espessura Mínima

Conforme descrito no API STD 653.

9.2.2 Deformação

No caso de existência de barriga, avaliar conforme descrito na PETROBRAS N-271.

9.2.3 Verticalidade

Conforme descrito no API STD 650.

9.2.4 Circularidade

Conforme descrito no API STD 650.

9.3 Fundo

9.3.1 Chapas Recortadas

A espessura mínima das chapas deve ser igual a 2,5 mm.

NOTA

Recomenda-se, caso mais de 50 % da área do fundo apresente espessura abaixo da mínima, efetuar a troca total das chapas do fundo. [Prática Recomendada]

9.3.2

Chapas Anulares

A espessura mínima das chapas deve atender o API STD 653.

9.3.3 Recalque

Conforme descrito no API STD 653.

9.4 Teto

9.4.1 Chapas

9.4.1 A espessura mínima deve ser igual a 2,5 mm. Para avaliar a necessidade de troca ou de reparo de chapas do teto, devem ser utilizados os seguintes critérios:

a) quando um determinado ponto apresentar espessura inferior a 2,5 mm, deve ser realizado mapeamento da espessura em uma área de 250 mm x 250 mm (o ponto medido deve estar incluído), utilizando uma matriz quadrada 5 por 5 (ver Figura 1). Caso a espessura média encontrada na área pesquisada (250 mm x 250 mm) seja inferior a 2,5 mm, a chapa deve ser reparada ou substituída; b) se alguma chapa do teto estiver furada, a mesma deve ser reparada ou substituída.

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 NOTA 1 Para tanques de teto fixo armazenando

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NOTA 1 Para tanques de teto fixo armazenando produto com ponto de fulgor inferior a 60 ºC, a espessura mínima das chapas do teto deve ser de 4,0 mm. O valor de espessura mínima de 2,5 mm somente pode ser adotado quando houver uma criteriosa análise de risco do equipamento, levando-se em consideração: produto armazenado, tipo de estrutura, material do costado e do teto, localização do tanque, topografia, índice isoceraunico da região e uso de sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA). NOTA 2 Para os tanques de teto autoportante, a espessura mínima operacional do teto deve ser determinada considerando o peso próprio da chapa do teto e uma sobrecarga de 60 kgf/m 2 no teto. Atender no mínimo 2,5 mm e os critérios definidos na Nota 1 de 9.4.1.

mínimo 2,5 mm e os critérios definidos na Nota 1 de 9.4.1. Figura 1 - Exemplo

Figura 1 - Exemplo de Matriz para Mapeamento de Espessura

9.4.2 Estrutura do Teto

a) área da seção reta: redução máxima de 15 %;

b) flecha vertical das vigas: conforme PETROBRAS N-271;

c) verticalidade das colunas: altura da coluna/200.

9.4.3 Deformação do Teto Flutuante Tipo Pontão

Em regiões com deformações que impeçam a drenagem pelos drenos existentes, colocando em risco a estabilidade do teto, a drenagem multiponto é obrigatória, conforme PETROBRAS N-270.

NOTA Deformações que impeçam a instalação da drenagem multiponto (cota inferior da região deformada abaixo do fundo da bacia do dreno primário) devem ser obrigatoriamente corrigidas.

9.5 Pintura

Conforme descrito na PETROBRAS N-13.

NOTA

Caso seja verificado deterioração da pintura em pontos esparsos e generalizados, somando mais de 30 % da área total de uma determinada região do tanque, efetuar a repintura total da região.

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016 9.6 Anodos de Sacrifício Trocar os anodos quando

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9.6 Anodos de Sacrifício

Trocar os anodos quando o percentual da massa média residual dos anodos instalados for menor que 100 - F.

Onde:

M residual

M inicial

F

M

M

residual

inicial

x 100

(100 - F)

é o fator de utilização do anodo conforme projeto de proteção catódica; é a massa residual; é a massa inicial.

9.7 Ensaios Não Destrutivos

Conforme descrito no API STD 653.

-PÚBLICO- N-2318 REV. H 07 / 2016   ÍNDICE DE REVISÕES REV. A, B, C

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07 / 2016

 

ÍNDICE DE REVISÕES

REV. A, B, C e D

Não existe índice de revisão

REV. E

Partes Atingidas

Descrição da Alteração

Todas

Revisadas

REV. F

Partes Atingidas

Descrição da Alteração

Todas

Revisadas

REV. G

Partes Atingidas

Descrição da Alteração

Todas

Revisadas

REV. H

 

Partes Atingidas

Descrição da Alteração

5.6.1.2

Revisado

9.4.1

Revisado

Figura 1

Incluída