ANÁLISE COM BASE NOS ELEMENTOS ESTRUTURAIS DO CONTO “A

CARTOMANTE”, DE MACHADO DE ASSIS¹

Alexande Silva PELOSI²
Edis Leonardo de Assis FRANÇA²
Katryne Victória Ribas do NASCIMENTO²
Linalva²

Resumo: O presente artigo possui o objetivo de analisar elementos estruturais: personagem,
tempo, narrador e espaço contidos no conto “A Cartomante” do autor Machado de Assis.
Palavras-chave: Machado de Assis, A cartomante, elementos estruturais da narrativa.

A cartomante é a história de Camilo, Rita e Vilela. Vilela e Camilo eram amigos de
infância, Vilela era casado com Rita, que mantinha um caso com Camilo. Se encontraram
durante muito tempo às escondidas, até que Camilo começou a receber cartas anônimas o
ameaçando, falando sobre a traição, chamando-o de imoral e pérfido. Devido a isso, Camilo
resolveu afastar-se de Rita. Assim fez com que Rita imaginasse que ele não a amava mais, então
ela procurou uma cartomante para saber se ele ainda a amava. Depois disso os dois se
reencontraram, Rita contou sobre a Cartomante para ele e Camilo zombou de Rita pois não
acreditava nessas coisas, era um incrédulo desde pequeno. Após um tempo Vilela manda uma
carta a Camilo dizendo para que ele aparecesse em sua casa urgentemente, Camilo fica
apavorado logo achando que Vilela descobriu sobre a traição. Quando Camilo estava indo a
casa de Vilela, no meio do caminho uma carroça o faz parar em frente à casa da cartomante;
mesmo não acreditando nessas coisas ele entra pois parecia ser “obra do destino”. Ela consultou
as cartas e disse que ele não tinha nada o que temer, que Vilela não sabia da traição e que ele e
Rita seriam felizes com seu amor. Acreditando na cartomante, Camilo foi até a casa de Vilela,
chegando lá se deparou com Vilela transtornado e Rita morta, caída ao chão; Camilo é morto
pelo amigo que apenas o esperava para vingar sua traição.
A Cartomante é uma obra literária de suspense que leva a uma reflexão mais profunda
sobre o ser humano, a exemplo de muitos outros contos escritos por Machado de Assis. O
sentido se constrói por meio de valores contraditórios, em que a cartomante tem função
significativa, pois interfere no comportamento das personagens, utilizando-se da mentira e
falsidade. A expectativa negativa projetada no leitor no início da narrativa é quebrada quando
aparece a cartomante que tranquiliza Camilo. O efeito contraditório é causado no desfecho, com
a morte de Rita e Camilo. Por isso pode-se afirmar que, sem a personagem cartomante, os
efeitos literários não teriam sido os mesmos, pois tanto ela quanto o narrador tentam decifrar o
comportamento humano. A Cartomante é, portanto, um conto que reflete a contradição entre
¹ Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908), é o maior escritor do Brasil, na opinião unanime dos
estudiosos da literatura brasileira.
² Acadêmicos de Letras – Português e suas literaturas, da UNIR – Campus Vilhena, Turma XXIV

1998. No dia em que deixou cair toda essa vegetação parasita.] saiba que fui. estirou-o morto no chão.] e ainda depois. 1). boca fina e interrogativa. Outro personagem importante na narrativa. Vilela descobre e acaba matando os dois. estava Rita morta e ensanguentada. Uma das características dessa fase é o adultério. com dois tiros de revólver. um trecho comprova isso: Vilela não lhe respondeu. (ASSIS. olhos cálidos. como tivesse recebido da mãe ambos os ensinos. que não toma decisões por si mesmo e . após dar um flashback para explicar as origens do personagem. mas parecia velho por seu porte grave. p. Camilo não acreditava em nada. como uma cartomante. presente no conto. faz parte da fase realista do escritor.. “uma dama formosa e tonta”. 1998. Rita e Vilela pareciam ter o casamento perfeito até que Camilo chega em Botafogo e começa um caso com Rita. “era graciosa e viva nos gestos. traiu o melhor amigo. o protagonista da história é amigo de infância de Vilela. (ASSIS. e que ela adivinhou o motivo da consulta. antes mesmo que eu lhe dissesse o que era. pois Rita está em busca de um relacionamento extraconjugal como forma de preencher um grande vazio em sua vida adúltera o que a torna amante de Camilo. um advogado. Vilela. em que a punição é a pior possível. que a mãe lhe incutiu e que aos vinte anos desapareceram. combinou-as e no fim declarou-me que eu tinha medo que você me esquecesse. foi supersticioso. teve um arsenal inteiro de crendices. valores estes como o casamento. radical. e logo depois em uma só negação total. As características de Rita são reveladas gradativamente no decorrer da narrativa.. a primeira característica revelada é o fato de ela ser uma moça ingênua devido a sua fé e insegurança. isso significa que os realistas trocavam a religião e as crendices pela razão e a ciência. 30 anos”. envolveu-os na mesma dúvida.. descrente. mas que não aparece muito é Vilela. fingia ter na época. Rita. esposo de Rita. na narrativa Camilo é muito descrente devido aos acontecimentos desde quando era pequeno como se observa no trecho: [. depois de certo tempo. a morte. então.pg. empregado público. Continua. Ao serem analisadas as personagens presentes no conto percebemos quatro personagens principais. mas que não era verdade” (ASSIS. tinha as feições decompostas.. amante de Rita. fez-lhe sinal. casada com Vilela. traído por seu melhor amigo. a confiança e as amizades que são postos em dúvida e não se sabe até onde chega ao real. O personagem Camilo.. 1998. e. e foram para uma saleta interior. não podem vencer a razão. a mentira e a verdade. os valores da sociedade são questionados no realismo apresentado pelo autor em A Cartomante. 26 anos. que pretende desmascarar a hipocrisia da sociedade que parecia ser moralista. 2) Portanto. e ficou só o tronco da religião. entre o parecer e o ser. 11) Outra característica presente no conto é o racionalismo e a antirreligiosidade. Camilo e a Cartomante. em seguida podemos observar as características psicológicas. Vilela pegou-o pela gola.a máscara e o desejo. p. Entrando. O final é trágico mostra ao leitor que coisas irreais. Camilo é caracterizado psicologicamente como um homem fraco. já que precisa recorrer a cartomantes para saber se Camilo realmente a ama: “[. a saber. ele.. amigo de infância de Camilo. 29 anos. Conto escrito por Machado de Assis. Camilo não pôde sufocar um grito de terror: — ao fundo sobre o canapé.

102). Utilizando-se de anacronias. substituída depois por um emprego público. 1998. 1998. caracterizado como um homem bom. Há também o tempo psicológico. já que são construídas ao redor de uma única ideia ou qualidade [. “No princípio de 1869. numa sexta-feira de novembro de 1869 [. (BRAIT.]” (ASSIS. como no trecho: “Imaginariamente. italiana. p..vivera durante algum tempo na ociosidade. Rita. como os óculos de cristal.. Esse tempo ocorre quando Camilo logo após receber o bilhete de Vilela começa a ficar pensando no que está acontecendo. p. “Era a mesma explicação que dava a bela Rita ao moço Camilo. se Vilela descobriu o romance. antes um bom amigo.40-41) O conto A cartomante. Faltava-lhe tanto a ação do tempo. longos dedos finos. pois começa como uma boa esposa para Vilela. 12) A Cartomante é uma incógnita na história. que apresenta um índice da catástrofe final e o diálogo de Rita e Camilo já citado com a ida à cartomante. 2007. “Hamlet observa Horácio que há mais cousas no céu e na terra do que sonha a nossa filosofia. mulher de 40 anos. 1998. coloca as personagens como frágeis seres à mercê de um destino incerto. arranjado pela mãe. no caso. nem meio. podemos observar qual o seu tipo. nota-se um distanciamento moral e afetivo de Camilo como podemos observar no trecho: (. nem fim” (MOISÉS. Camilo e Vilela são personagens redondos. além de gerar expectativas no leitor. Vilela indignado. Nem experiência. 1). a prolepse que “é uma figura de estilo mediante a qual se adianta o enunciado de um epíteto. viu a ponta da orelha de um drama. unhas descuradas e uma mulher esperta. mata Rita e Camilo surpreendendo o leitor. p. Já a Cartomante é uma personagem plana. “caracterizado por desobedecer ao calendário e fluir dentro das personagens. pegando da pena e escrevendo o bilhete. sem começo. 1998. como se já tivesse ocorrido a circunstância (MOISÉS. 2004. p.. voltou Vilela da província [. 6). de forma que as suas ações apenas confirmem a impressão de personagens estáticas. 1985. por sofrerem variações durante o texto.) Camilo era um ingênuo na vida moral e prática. p. mas que cede às investidas de Rita e Vilela. utiliza-se do discurso direto que deixa maravilhado seus clientes e ao mesmo tempo os ilude com falsa vidência. como um eterno presente. o narrador constrói uma representação dramática da fábula que. que indica o tempo cronológico. um argumento ou uma ação. mas quando Camilo aparece inicia um romance com este.]” (ASSIS. 1998... Logo no início a trama faz referência à tragédia Hamlet. A partir das análises físicas e psicológicas das personagens presentes no conto. com grandes olhos sonsos e agudos. aquele que se pode medir. não reservando qual quer surpresa ao leitor”. 371). morena e magra. ” (ASSIS.. 1). 3). ” (ASSIS. que a natureza põe no berço de alguns para adiantar os anos. p. nem intuição. podemos observar a mudança de Rita. A tragédia de Hamlet se assemelha muito . e esperando-o para matá-lo. por relógio e calendário. p. mas que ao final do conto. certo de que ele acudiria. P. (ASSIS.. quando reaparece. Camilo.. Rita subjugada e lacrimosa. pois a mesma não apresenta alterações durante todo o enredo.] “estão imunes à evolução no transcorrer da narrativa. se passa no ano de 1869. tanto mudanças psicológicas como comportamentais.

desejos. quando um está com 29 anos e o outro com 26.] os dois primeiros eram amigos de infância [. Camilo. e de outro tempo. O conto apresenta uma maior predominância o narrador onisciente. ” (ASSIS..Desculpa. Vilela seguiu a carreira de magistrado.]”.3). pg. é aquele que descreve o jeito íntimo dos personagens. tudo sentiu de mistura. Veremos ainda o poder de onipresença do narrador. O conto. se coloca acima das . e mal teve tempo de bater. mas ao mesmo tempo impregnada de uma ideologia conservadora e que costumam ter no final da história um significado com apelo moral. A Cartomante. possui uma pluralidade de vozes em relação ao narrador. encerrando a história com uma catástrofe.. Vamos a ela. 19989.. é um “termo da retórica moderna. 3). as superstições antigas” (ASSIS. após toda a descoberta. (ASSIS. “abrevia os acontecimentos num tempo menor que o de sua suposta duração [.. as velhas crenças. voltou Vilela da província. o narrador mostra o pensamento de Camilo frente à angústia que o bilhete lhe causou. e. onde os dois estão em um romance. o traído. não pude vir mais cedo. Neste caso. “A agitação dele era grande. O narrador onisciente.]”.. O que comprova isso é a traição de Rita com o melhor amigo de seu esposo. pois Vilela mata os dois. Vilela pegou-o pela gola. 1998. . Entrando.. como no trecho: “Ele ficou atordoado e subjugado.. sustos. p. “No princípio de 1969. Vexame. Este conto é uma narrativa estereotipada.. onisciente e apresenta a narrativa em terceira pessoa. no final o bem prevaleceu sobre o mal.. equivalente ao flashback”.. p. Camilo e Rita. Subiu os seis degraus de pedra. Camilo entrou para o funcionalismo [. No aspecto temporal da duração ocorre no conto a presença do sumário que. na qual possui um enredo simples. e apareceu-lhe Vilela. onde casara [. mas tudo começa a desabar quando recebem bilhetes dizendo que sabia o que os dois estavam fazendo. sabe de tudo e onde estão todos.] Vilela vinte e nove e Camilo vinte e seis [.]” (ASSIS. remorsos. para Massaud Moisés (2004.ao fundo. estava Rita morta e ensanguentada. fez sinal. com dois tiros de revólver.]”. p. Camilo e Vilela eram amigos de infância. que há? Vilela não lhe responde: tinhas feições descompostas.. como uma espécie de defesa da honra como pode se observar: A casa estava silenciosa. 34). perceberemos então. extraordinária. cada um seguiu seu caminho e se reencontram em 1869. podemos observar nos seguintes trechos: “[. que o narrador mostra seu poder de onipresença.à de Rita e Camilo. O autor faz também nesse mesmo conto o uso da analepse que. segundo Nunes (2000. Os dois primeiros eram amigos de infância. e nenhuma explicação de suas origens. 4). 24). conforme vemos no fragmento a seguir: “Vilela. apenas conta a história não participando ativamente dela. e foram para uma saleta interior.. 1998..]” (ASSIS. mas conhece os sentimentos mais internos dos personagens. p.. mas a batalha foi curta e a vitória delirante. 1998. Machado de. ou seja. três nomes. 11). p. mata os dois.7). e logo depois ao final da história Vilela. Camilo não pôde sufocar o grito de terror: . a porta abriu-se. estirou-o morto no chão. O narrador é heterodiegético. um retroceder da narrativa. sobre o canapé. uma aventura. p. “[.

] Em cima. servindo de pano-de-fundo para o desenvolvimento das ações das personagens. e ainda depois. No trecho Camilo após seguir sua viagem.personagens e de forma impessoal. 1998. É o espaço das coincidências. em certas ruas da época. uma câmera. numa sexta-feira de novembro de 1869. em criança. Era a mesma explicação que dava a bela Rita ao moço Camilo. explicando motivações e consequências mais remotas da ação romanesca. empurrou a porta de ferro do jardim e entrou. de tranquilidade. de segurança. e logo depois em uma só negação total. das equivalências. o corrimão pegajoso [. interseção etc. os degraus comidos dos pés. O espaço tópico é aquele que se conhece.11) O foco narrativo é a focalização zero. em que nada interfere. “Hamlet observa a Horácio que há mais coisas no céu e na terra do que sonha a nossa filosofia. ” (ASSIS. relação com a mãe e a religião. Dentre o espaço dimensional ainda há uma diferença entre os espaços: tópicos. Quando partimos para a análise do espaço há uma diferença em relação ao espaço dimensional e não-dimensional.. que a mãe lhe incutiu e que aos vinte anos desapareceram. foi supersticioso. só o interesse é altivo e pródigo. desconhecido. já o espaço não-dimensional é psicológico. corrupção. ” (ASSIS. como no trecho: “Tal foi a opinião de Rita. p. envolveu-os na mesma dúvida. onde transmite um lugar sombrio e sobrenatural. formulou este pensamento: . mal alumiada por uma janela. afirmamos que o enredo se desenrola num ambiente carioca. real. e ficou só o tronco da religião. o drama localiza-se em Botafogo. Subiu os seis degraus de pedras [. pois narra como. Quanto ao espaço vertical. atópicos e utópicos.2) No trecho que segue o narrador onisciente neutro. composto de elementos da paisagem interior. das semelhanças e das diferenças. havia uma salinha. Camilo não acreditava em nada. ele como tivesse recebido da mãe ambos os ensinos. mostrará saber de tudo que se passa no interior de Camilo. que por outras palavras mal compostas. Hamlet e logo em seguida. o trecho a seguir prova isso: Também ele. conflitos. o espaço dimensional é físico. na casa de Vilela.5) Em um trecho podemos identificar o narrador câmera. p. desejo. “A luz era pouca. No dia em que deixou cair toda essa vegetação parasita. (ASSIS. caracterizando exaustivamente espaços e personagens. pois é um espaço hostil. já o espaço atópico.1) O narrador apresenta discursos indiretos livres. descreve logo no início do conto um possível desfecho trágico.]” (idem. este é o oposto da onisciência. chega à casa de Vilela. no que se refere a horizontalidade. descreve dia e data do acontecimento. p. os anseios e pensamentos dos personagens. estranho. onde o próprio revela com palavras seu interior. felicidade e proteção. O espaço dimensional. do sofrimento e por último o espaço utópico. teve um arsenal inteiro de crendices. apenas mostra o que está acontecendo. depois de sair da casa da Cartomante. Apeou-se. 1998.. não gasta tempo nem papel. “Daí a pouco chegou à casa de Vilela. Um trecho que comprova seria.. fantasia. Estabelecido em zonas de clausura. como o nome sugere é o contrário de tópico. inclusive da sua infância. p.. . A casa estava silenciosa.a virtude é preguiçosa e avara. espaço da imaginação. composto de elementos da paisagem exterior. virtual. ela é feita pelo narrador que conhece todo o desenvolvimento da diegese. quando faz referência à tragédia de Shakespeare. 1998. seria a casa da cartomante.

aquele espaço maior onde ocorre a trama. A casa estava silenciosa. havia uma salinha. “A casa do encontro era na antiga Rua dos Barbonos. 1998. e mal teve tempo de bater. já os micros espaços são aqueles espaços menores da história. pois é lá que Camilo e Rita começam um romance. empurrou a porta de ferro do jardim e entrou. Os micros espaços presentes no conto. especificamente o bairro Botafogo. e foram para uma saleta interior.. um ar de pobreza. 11). a porta abriu-se. os abertos. “[. 2). pareces sombrias. 1998. O macro espaço. Descansa. p. p. 1998. ao pé da porta: disse ao cocheiro que esperasse. p. mal alumiada por uma janela. 1998. na Rua da Guarda Velha. ” (ASSIS. Apeou-se. que antes aumentava do que destruía o prestigio. que dava para o telhado dos fundos. ” (ASSIS. de paz. Contém no conto o espaço tópico. O espaço físico é composto por acidentes geográficos e materiais que formam o pano de fundo da ação: países. onde morava uma comprovinciana de Rita. p. que seria a casa de Vilela. ” (ASSIS. o espaço utópico seria a casa da cartomante. eu não sou maluca. florestas. que transmite a paz de espírito para os personagens. como podemos ver nos trechos a seguir: “— Aqui perto. velhos trastes. 1998. (ASSIS. “Dali subiram ao sótão. Em cima.11) .que dava para o telhado os fundos. “Daí a pouco chegou à casa de Vilela. 1).8). O macro espaço é a cidade do Rio de Janeiro. paisagens. e apareceu-lhe Vilela. Subiu os seis degraus de pedra. nos momentos que Camilo teme as idas a casa do amigo e é onde ocorre o assassinato dele e de Rita. por uma escada ainda pior que a primeira e mais escura. não passava ninguém nessa ocasião.] fez-lhe sinal. Há também os espaços fechados. 8). ” (ASSIS. cidades. ” (ASSIS. ” (ASSIS. p.. a casa da Cartomante.8) e a Casa de Vilela. e beleza. 1998. falando de amor. “Deu por si na calçada. regiões. p. 1998. O espaço atópico seria também a casa de Vilela. p.

1987. ed. A personagem. Beth. BRAIT. 2. 1995. 5.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSIS. . Benedito. Contos. O foco narrativo. NUNES. Massaud. Machado de. LEITE. ed. São Paulo: Objetivo. 10. ed. São Paulo: Ática. 1998. São Paulo: Ática. ed. Dicionário de termos literários. São Paulo: Cultrix. São Paulo: Ática. 1974. 3. O tempo na narrativa. MOISÉS. Ligia Chiappini Moraes.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful