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Associação Catarinense das Fundações Educacionais - ACAFE

 

PRESID EN TE

CÂ M ARA D E ED U CAÇÃ O A D ISTÂ N CIA

ANTÔNIO MILIOLI FILHO

CO O RD EN AÇÃ O

U

niversidade do Extrem o SulCatarinense –

SU ELY SCHERER

U

NESC

Centro U nversitário de Jaraguá D o Sul-

 

U

NERJ

 

V ICE–PRESID EN TE

 

V ICE-CO O RD EN AÇÃ O

PAU LO IVO KOEHNTOPP

ELISA NETTO ZANETTE

U

niversidade da Região de Joinville -

U

niversidade do Extrem o SulCatarinense -

U

NIVILLE

U

NESC

Produção do M aterialD idático:Leitura e Produção de Textos

 

PRO FESSO RES AU TO RES

CO O RD EN AÇÃ O

VÍCTOR CÉSAR D A SILVA NU NES

G

RAZIELA FÁTIMA G IACOMAZZO

U

niversidade Regional de Blum enau -

U

niversidade do Extrem o SulCatarinense -

FU RB

U

NESC

ALMERIND A TEREZA BIANCA BEZ BATTI

PRO JETO G RÁ FICO

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IAS

U

niversidade do Extrem o SulCatarinense -

U

niversidade do Extrem o SulCatarinense -

U

NESC

U

NESC

 

D IAG RAM AÇÃ O

MÁRCIA M.JU NKES

 

Centro U niversitário de Brusque - U NIFEBE

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IANA COLOMBO PELEG RIN

U

niversidade do Extrem o SulCatarinense -

ROSANA PAZA Centro U niversitário de Brusque - U NIFEBE

U

NESC

 

ILU STRAÇÃ O

REG INA BACK CAVASSIN

 

U

niversidade da Região de Joinville -

ALAN CICHELA

U

NIVILLE

U

niversidade do Extrem o SulCatarinense -

 

U

NESC

MARY NEIVA SU RD I D A LU Z

 

U

niversidade Com unitária Regionalde

Chapecó - U NOCHAPECÓ

Instituições do Sistem a ACAFE

CEN TRO U N IV ERSITÁ RIO D E BRU SQ U E –

U

N IV ERSID AD E D O V ALE D O ITAJAÍ–

U

nifebe

U

N IV ALI

site:w w w .unifebe.edu.br

site:w w w .univali.br

Reitora:ProfªMaria de LourdesBusnardo Tridapalli

Reitor:Prof°José Roberto Provesi

CEN TRO U N IV ERSITÁ RIO BARRIG A

U

N IV ERSID AD E D O SU L D E SAN TA

V

ERD E – U N IBAV E

CATARIN A – U N ISU L

site:w w w .febave.org.br Reitor:Prof°Celso de Oliveira Souza

site:w w w .unisul.br Reitor:Prof°G erson Luiz Joner da Silveira

CEN TRO U N IV ERSITÁ RIO D E JARAG U Á

U

N IV ERSID AD E D O ESTAD O D E SAN TA

D

O SU L – U N ERJ

CATARIN A – U D ESC

 

site:w w w .unerj.br Reitora:ProfªCarla Schreiner

site:w w w .udesc.br Reitor:Prof°Anselm o Fábio de Moraes

U

N IV ERSID AD E PARA O

U

N IV ERSID AD E D O CO N TESTAD O - U nC

D

ESEN V O LV IM EN TO D O ALTO V ALE D O

ITAJAI– U N ID AV I

(Reitoria) site:w w w .unc.br

site:w w w .unidavi.edu.br

Reitor:Prof°W erner José Bertoldi

Reitor:Prof°Viegand Eger

U

N IV ERSID AD E REG IO N AL D E

U

N IV ERSID AD E D O O ESTE D E SAN TA

BLU M EN AU – FU RB

CATARIN A – U N O ESC

site:w w w .furb.br

site:w w w .unoesc.edu.br

Reitor:Prof°Eduardo D escham ps

Reitor:Prof°AristidesCim adon

U

N IV ERSID AD E D O PLAN ALTO

U

N IV ERSID AD E CO M U N ITÁ RIA REG IO N AL

CATARIN EN SE – U N IPLAC

D

E CH APECÓ - U N O CH APECÓ

site:w w w .uniplac.net

site:w w w .unochapeco.edu.br

Reitora:Prof°G ilberto Borgesde Sá

Reitor:Prof°G ilberto Luiz Agnolin

U

N IV ERSID AD E D O EXTREM O SU L

CEN TRO U N IV ERSITÁ RIO M U N ICIPAL D E

 

CATARIN EN SE – U N ESC

SÃ O JO SÉ - U SJ

site:w w w .unesc.net Reitor:Prof°Antônio MilioliFilho

site:w w w .usj.edu.br Reitor:Prof°Telm o Pedro Vieira

U N IV ERSID AD E D A REG IÃ O D E JO IN V ILLE

– U N IV ILLE

site:w w w .univille.br Reitor:Paulo Ivo Koehntopp

Instituições Participantes do Projeto

U niversidade Regionalde Blum enau – FU RB

Centro U niversitário de Jaraguá do Sul–

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N ERJ

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niversidade do Extrem o SulCatarinense –

U

N ESC

U niversidade para o D esenvolvim ento do Alto Vale do Itajai–

U N ID AV I

Centro U niversitário de Brusque –

U N IFEBE

U niversidade do Planalto Catarinense – U N IPLAC U niversidade do Vale do Itajaí–
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niversidade do Planalto Catarinense –
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N IPLAC
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niversidade do Vale do Itajaí–
U N IV ALI
U
niversidade da Região de Joinville –
U
N IV ILLE
U
niversidade Com unitária Regionalde
Chapecó –
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N O CH APECÓ
Centro U niversitário Municipalde São José -
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SJ

Instituições do Sistem a ACAFE

U N ERJ

Suely Scherer

U N ESC

Elisa Netto Zanette /G raziela Fátim a

G iacom azzo

FU RB Henriette D am m

U D ESC

Sonia Maria MartinsD e Melo

Friske

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N C

G

ilm ar LuisMazurkievicz/Liam ara S.

Com assetto

U N IBAV E

Celso de Oliveira Souza

U N ID AV I

Marco Aurélio Butzke

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N IFEBE

Rogério SantosPedroso

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N IPLAC

Tania Mara da Silva Bellato

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N ISU L

Jucim ara Roesler

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N IV ALI

Margarete LazzarisKleis

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N IV ILLE

G elta M.J.Pedroso

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N O CH APECÓ

Josim ar de Aparecido Vieira

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N O ESC

Rosa Maria Pascoali

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SJ

Solange Vitória Alves

Apresentação

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Olá! Sou Aurélio, graduado em Letras. Im aginem a origem do m eu nom e?Acertaram ,em hom enagem ao nosso querido Aurélio Buarque de H olanda! Crítico, ensaísta, tradutor, filólogo, professor de língua portuguesa e literatura,além de ser um apaixonado pelas palavras da nossa língua portuguesa, por isso escreveu seu próprio dicionário.

portuguesa, por isso escreveu seu próprio dicionário. http://w w w .aureliopositivo.com .br/ aurelio/biografia.asp

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http://w w w .aureliopositivo.com .br/ aurelio/biografia.asp Oi! Eu sou a Lygia,colega do Aurélio e sua tam

Oi! Eu sou a Lygia,colega do Aurélio e sua tam bém . Conhecio Aurélio na graduação de Letras, nossa form atura foi inesquecível. G osto de ler e escrever com o a Lygia Fagundes Telles, a qual adm iro e é m inha inspiração.Seu prim eiro livro de contos,Porão e Sobrado,é o m eu preferido.

http://acervos.im s.uol.com .br/ php/level.php?lang=pt&com p onent=37&item =44

e Sobrado,é o m eu preferido. http://acervos.im s.uol.com .br/ php/level.php?lang=pt&com p onent=37&item =44

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Sumário

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Leitura

Você já parou para pensar sobre o papel da leitura em nossa vida? Pois chegou a hora!N esta unidade,estudaremos sobre o que e como se lê.Vamos ver que lemos além das palavras escritas.Lemos também o mundo,ou seja,tudo o que está ao nosso redor.Lemos as placas,os gestos, a natureza, os olhares. É, na palavra escrita, contudo, que centraremos nossa atenção,pois a leitura das palavras e do que está por trás delas é fundamental para nossa formação acadêmica e humana.

O bjetivo da U nidade

Ao concluir esta unidade,você deverá ser capaz de:

Identificar os diversos tipos de leituras com que nos deparamos em nosso dia-a-dia;

Reconhecer as diferentes estratégias utilizadas para compreender o que lemos;

Analisar textos e reconhecer os recursos de argumentação utilizados pelos autores.

Tema 1 – Leitura na nossa vida

O bjetivo Compreender a importância da leitura na formação humana e acadêmica.
O bjetivo
Compreender a importância da leitura na formação humana e acadêmica.

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LEITU RA E PRO D U ÇÃ O D E TEXTO S

U nidade I– Leitura Tema 1 – Leitura na nossa Vida

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Agora,olhe ao seu redor e veja o que mais pode ser lido. Reflita Se você
Agora,olhe ao seu
redor e veja o que
mais pode ser lido.
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Se você pode ver pela janela,como está o céu? Leia o que o céu diz:Vai chover?
Se você está numa sala cheia de colegas trabalhando,leia seus rostos,seus gestos:estão
todos bem?

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Paulo Freire (w w w .sergeicartoons.com)
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LEITU RA E PRO D U ÇÃ O D E TEXTO S

U nidade I– Leitura Tema 1 – Leitura na nossa Vida

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Você sabe o que são suportes de leitura?
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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

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U nidade I– Leitura Tema 1 – Leitura na nossa Vida

(http://clubedamafalda.blogspot.com/2006_01_01_archive.html)
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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

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U nidade I– Leitura Tema 1 – Leitura na nossa Vida

AM ARAL, H eloisa. Como e por que trabalhar com gêneros textuais no Prêmio Escrevendo o Futuro. Disponível em: <http://w w w .cenpec.org.br/modules/xt_conteudo/index.php?id=262>. Acesso em:

20/04/2007.

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Sempre há os que acham graça e os que se ofendem.
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Isso acontece, Aurélio, em função de aspectos de caráterpessoal que influenciam no modo de ler.
Isso acontece, Aurélio,
em função de aspectos
de caráterpessoal que
influenciam no modo
de ler.

Tem a 2 – Leitura e escrita

Objetivo Refletirsobre as relações entre leitura e escrita e compreenderque são empregadas diferentes estratégias de
Objetivo
Refletirsobre as relações entre leitura e escrita e
compreenderque são empregadas diferentes estratégias de leitura para
a compreensão de diferentes textos.

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Com o com eceia escrever

Carlos Drummond de Andrade

do poderde expressão contido nos sinais reunidos em palavras.

estava

descobrindo

a literatura. Alguns elogios da professora me animavam a

germinando.

M eu irmão, estudante na Capital, mandava-me revistas e livros, e

Disponível em: <http://w w w .casadobruxo.com.br/poesia/c/prosa14.htm>. Acesso em: 30/03/2007.

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 2 – Leitura e Escrita

DE TEXTOS U nidade I– Leitura Tema 2 – Leitura e Escrita Dica DICA DE G

Dica

DICA DE G RAM ÁTICA:

O caso do “e”

Veja que, neste texto, o autor utiliza uma vírgula antes do E. U samos a vírgula antes do E quando a segunda oração possui um sujeito diferente da primeira. Observe estes exemplos:

“Os soldados ganham as batalhas, e os generais recebem o crédito.”

Viajamos durante dois dias e encontramos o lugartão esperado.

Saiba M ais Saiba sobre o autor: Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) N asceu em
Saiba M ais
Saiba sobre o autor:
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)
N asceu em Itabira (M G ), em 1902. Fez os estudos secundários
em Belo H orizonte, num colégio interno, onde permaneceu
até que um período de doença o levou de novo para Itabira.
Voltou para outro internato, desta vez em N ova Friburgo, no
estado do Rio de Janeiro. Pouco ficaria nessa escola: acusado
de "insubordinação mental" – sabe-se lá o que poderia ser
isso!–, foi expulso do colégio. Em 1921, passou a colaborar
com o Diário de M inas. Em 1925, diplomou-se em farmácia,
profissão pela qual demonstrou pouco interesse. N essa
época, já redator do Diário de M inas, tinha contato com os
modernistas de São Paulo. N a Revista de Antropofagia,
publicou, em 1928, o poema No meio do caminho, que
provocaria muitos comentários.
Carlos Drumond de Andrade
http://w w w .copacabana.com/fot
os/thumbnails.php?album=3&pa
ge=2
Disponível em: <http://w w w .culturabrasil.org/cda.htm>. Acesso em: 20/04/2007.
w w .culturabrasil.org/cda.htm>. Acesso em: 20/04/2007. Atividade Você viu como a leitura foi importante na vida

Atividade

Você viu como a leitura foi importante na vida do escritor. E na sua?Você lembra como foi seu ingresso no universo da leitura?Conte um pouco sobre isso .

Com o aprendia ler.

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 2 – Leitura e Escrita

DE TEXTOS U nidade I– Leitura Tema 2 – Leitura e Escrita Desde que aprendemos a
DE TEXTOS U nidade I– Leitura Tema 2 – Leitura e Escrita Desde que aprendemos a
Desde que aprendemos a ler, somos chamados de leitores. M as o que é serleitor?
Desde que aprendemos a ler,
somos chamados de leitores.
M as o que é serleitor?

U m leitorcompetente é alguém que, poriniciativa própria, é capaz de selecionar, dentre os trechos que circulam socialmente, aqueles que podem atender a uma necessidade sua, que consegue utilizar estratégias de leitura adequada para abordá-los de forma a atendera essa necessidade. (PCN , 1997, p.36).

U m leitor competente só pode constituir-se mediante uma prática constante de leitura de textos de fato, a partirde um trabalho que deve organizar-se em torno da diversidade de textos que circulam socialmente. (PCN , 1997, p.36).

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Reflita

Qual a sua postura como leitor: você se utiliza da leitura para resolverproblemas no seu dia-a- dia? Você seleciona o que lê?Como você tem acesso à leitura? Você lê jornais? Revistas? Visita bibliotecas públicas? Tem sua própria biblioteca? Poderíamos aqui listaruma série de outras perguntas, mas essas aqui já vão ajudá-lo a começarpensarsobre a importância da leitura em todos os aspectos da nossa vida e na nossa postura como leitores.

Antes de vermos quais são os objetivos que nos levam a ler, pense e responda:
Antes de vermos quais são os
objetivos que nos levam a ler,
pense e responda: Porque eu
leio?Em que situações eu faço
uso da leitura?

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 2 – Leitura e Escrita

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Agora que você está em um curso superior, a leitura tem um papel muito importante
Agora que você está em um
curso superior, a leitura tem
um papel muito importante
para a sua formação.
E nesta disciplina realizada a
distância, você vai vivenciar
vários exercícios de leitura.
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Lerpara obterum a inform ação precisa

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 2 – Leitura e Escrita

DE TEXTOS U nidade I– Leitura Tema 2 – Leitura e Escrita Exem plo H á

Exem plo

H á várias situações nas quais buscamos apenas uma entre várias informações. São exemplos desse tipo de leitura: quando procuramos um número de telefone em uma lista; quando buscamos uma palavra no dicionário. Esses são apenas alguns exemplos dentre as inúmeras vezes em que buscamos apenas uma informação entre outras que não recebem nossa atenção.

Lerpara seguirinstruções

que não recebem nossa atenção. Lerpara seguirinstruções Exem plo BOLO DE CEN OU RA IN G
Exem plo BOLO DE CEN OU RA IN G REDIEN TES: 1/2 xícara (chá) de
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BOLO DE CEN OU RA
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xícaras (chá) de açúcar
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1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
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colher(sopa) de fermento em pó
Cobertura
1
colher(sopa) de manteiga
3
colheres (sopa) de chocolate em pó ou N escau
1
xícara (chá) de açúcar
Se desejaruma cobertura molinha, coloque 5 colheres de leite
M
ODO DE PREPARO:
Bata tudo no liquidificador, primeiro a cenoura com os ovos e o óleo, depois os outros
ingredientes misturando tudo, menos o fermento.
Esse é misturado lentamente com uma colher.
Asse em forno pré-aquecido (l80ºC) por40 minutos.
Para a cobertura: misture todos os ingredientes, leve ao fogo, faça uma calda e coloque por
cima do bolo.
Disponível em: http://tudogostoso.uol.com.br/receita/23-bolo-de-cenoura.html. Acesso em: 15 de mar. 2007.

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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 2 – Leitura e Escrita

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Você sabe o que é uma notícia?A notícia também é um gênero textual.
Você sabe o que é uma
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do Jornalismo, normalmente reconhecida como algum dado ou evento ) Disponível em: <http://pt.w
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Jornalismo,
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como
algum
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Disponível em: <http://pt.w ikipedia.org/w iki/N ot% C3% ADcia#N ot.C3.ADcia>. Acesso em: 20/04/2007.

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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 2 – Leitura e Escrita

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Dica N ão revise apenas na véspera ou no dia da prova. Todo mundo já
Dica
N ão revise apenas na véspera ou no dia da prova. Todo mundo já sabe que isso não
funciona
Peça ajuda nas dificuldades: professores, pais, orientadores, amigos podem ajudá-lo.
Enfrente os desafios e faça o melhorque puder. N ão desista tão fácil.
N ão seja dependente do professor. Pesquise e descubra você mesmo!
Relacione os conteúdos de diferentes disciplinas e procure sentir a relação entre as
matérias.

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escrito próprio

entre as matérias. Lerpara revisarum escrito próprio K ' ' ' , ' M ( '

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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 2 – Leitura e Escrita

DE TEXTOS U nidade I– Leitura Tema 2 – Leitura e Escrita Dica A auto-revisão das

Dica

A auto-revisão das produções escritas é muito útil para se aprender a escrever. Quando lemos o que escrevemos e percebemos se o texto está bom ou se tem problemas, aprimoramos as habilidades de leitura e escrita!

Lerporprazer

as habilidades de leitura e escrita! Lerporprazer * %A==8 =8& O 6( !" ) !" (

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voz alta

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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 2 – Leitura e Escrita

Reflita Qual é a estratégia de leitura que você usa quando lê uma bula? Qual
Reflita
Qual é a estratégia de leitura que você usa quando lê uma bula? Qual é o seu objetivo ao ler
uma bula?E ao lerum romance policial?E o cardápio de uma lanchonete?
Agora, responda mentalmente às questões abaixo, refletindo sobre as suas posturas como
leitor:
Eu leio para obteruma informação precisa?
Eu leio para seguirinstruções?
Eu leio para obteruma informação de carátergeral?
Eu leio para aprender?
Eu leio para revisarum escrito próprio?
Eu leio porprazer?
Eu leio para comunicartextos em voz alta?

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Porisso, é fundamental o nosso contato com textos dos mais variados gêneros. Saiba M ais
Porisso, é fundamental
o nosso contato com
textos dos mais
variados gêneros.
Saiba M ais
Sugestão de Leitura:
O'SAG AE, Peter. Da capa para dentro do livro: estratégias para enredar o leitor na
história. Disponível
em: 15/03/2007.
em:
<http://w w w .dobrasdaleitura.com/revisao/index.html>. Acesso

Tem a 3 – Com o se lê

Objetivo Elaboraresquemas para auxiliarna compreensão da leitura.
Objetivo
Elaboraresquemas para auxiliarna compreensão da leitura.

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Conseguiu ler?Se não conseguiu, tente novamente. Olhe para o conjunto de letras e não para
Conseguiu ler?Se não
conseguiu, tente novamente.
Olhe para o conjunto de letras
e não para as letras
isoladamente.

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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 3 – Como se lê

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Lygia, você sabe como fazerisso? Isso é o que veremos a seguir. Dica Para chegarà
Lygia, você sabe
como fazerisso?
Isso é o que veremos
a seguir.
Dica
Para chegarà informação essencial de um texto, você pode fazero seguinte:
localize as palavras ou seqüência de palavras mais importantes de cada parágrafo;
essas palavras representam as palavras-chave ou idéias-chave do texto;
usando essas palavras-chave, ou idéias-chave, forme um esquema (não um resumo) que
lhe dará a noção de como o texto lido está organizado.

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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 3 – Como se lê

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' 0 A arte,a ciência e a tecnologia na educação Olympio de M enezes N
' 0
A arte,a ciência e a tecnologia na educação
Olympio de M enezes N eto
Compreendida por muitos como a ciência de educar e por outros como a arte de
ensinar, ou de cultivara aprendizagem, a educação reveste-se, atualmente, mais do que
nunca, de tecnologia, para poderdesempenharcom sucesso o seu papel de agente de
transformação e de formação de novos seres, capazes de dominar novos
conhecimentos e convivercom novas realidades.
Por essas razões, entre tantas outras, o papel dos novos educadores se torna cada dia
mais desafiante, diante não apenas de um número crescente de novas ferramentas à
disposição dos educandos, como também e principalmente diante de uma questão
simples, mas cuja resposta torna-se mais complexa a cada dia: como melhor utilizar
essas ferramentas que se encontram disponíveis e a respeito das quais somos cada vez
mais cobrados?
Ou, ainda: como tornar eficiente o processo de educação, considerando todas as
limitações, mas aproveitando todo o potencial existente, tanto nas pessoas, ávidas de
inovações e facilidades, quanto nas ferramentas, cada vez mais poderosas e, por que
não, maravilhosas?
O
sonho do aprendizado mágico (sem esforço) e rápido (instantâneo) persegue, desde a
Antigüidade, os seres humanos e originou as mais diversas técnicas didáticas e
pedagógicas, de como se aprender, isto é, modificar o seu próprio comportamento,
fosse, em si, um comportamento plenamente contrário à N atureza e, portanto,
traumatizante e trabalhoso, como se fosse um castigo, à semelhança da própria noção
do trabalho.
Esse modelo, ainda que subconsciente e não-declarado por educadores e educandos,
de repente passa a serencarado de forma diferente, porque o uso da tecnologia fascina,
cativa e chega mesmo, em alguns casos, a viciar os seus usuários. N este cenário, o
processo de aprender pode transformar-se em uma atividade interessantemente
prazerosa, diferente de tudo o que se conhecia até então, em termos de atividades
lúdicas aplicadas aos métodos educacionais clássicos. E a pergunta que não quercalar
indaga-nos exatamente isto: será que estamos todos sendo vítimas de uma imensa
hipnose mercadológica? Como se estivéssemos hipnotizados por um truque de
marketing? Ou será que, de fato, a tecnologia da informação possui realmente algo a
acrescentarde valorao mundo da educação contemporânea?
Só o tempo nos permitirá confirmarou rejeitartais teses. Entretanto a despeito de toda
e
qualquerdigressão filosófica que se possa elaborar sobre a questão de utilizar-se ou
não, de forma intensiva, a tecnologia nos processos educacionais, precisamos
compreenderque esta inserção dos recursos computacionais nos ambientes de ensino
e
aprendizagem é, hoje, algo irreversível, como em qualqueroutra área das atividades
humanas de nossos tempos; mas o grande desafio não é amar ou odiar os novos
instrumentos de trabalhos, mas sim aprendermos todos, mestres e discípulos, a
manipulá-los com maestria, para que se tornem tão úteis quanto foram os lápis e os
cadernos para as gerações que nos antecederam. Este é, portanto, o grande desafio
desta nova era da educação.
Disponível
em:
<http://w w w .profissaomestre.com.br/smu/smu_vmat.php?vm_idmat=783&s=501>.
Acesso
em:
07/03/2007.

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 3 – Como se lê

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Idéias-chave 1ºparágrafo U so da tecnologia na educação para a formação. 2ºparágrafo Educandos e educadores
Idéias-chave
1ºparágrafo
U so da tecnologia na educação para a formação.
2ºparágrafo
Educandos e educadores devem descobrircomo melhorusara tecnologia.
3ºparágrafo
Como conciliarferramentas e pessoas para tornareficiente a educação.
4ºparágrafo
Aprendernão pode sertraumatizante.
5ºparágrafo
A tecnologia pode fascinar, mas é preciso cautela.
6ºparágrafo
É preciso aprendera usaras tecnologias de forma eficiente.

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 3 – Como se lê

Atividade Agora é a sua vez!Leia o texto A leitura da imagem e elabore um
Atividade
Agora é a sua vez!Leia o texto A leitura da imagem e elabore um esquema com as idéias-chave.

Lucília H elena do Carmo G arcez

Diante dessa evidência, a escola não pode continuar restrita ao texto verbal escrito,

diante

das mensagens transmitidas,

cada vez de forma mais intensa, por meio

de

um

leitor/espectador maduro

diante de uma mensagem visual, como um

Esse

"envisionamento" mental

é

diferenciado

de

indivíduo

para indivíduo, mas

ajudar a

desenvolver.

São

habilidades relacionadas à observação, à atenção, à

espacial, ao sentido de

à associação, à análise, à síntese, à orientação

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 3 – Como se lê

da Im agem – Continuação dimensão, ao pensamento lógico e ao pensamento criativo. Elas nos
da Im agem
– Continuação
dimensão,
ao
pensamento
lógico
e
ao
pensamento
criativo. Elas nos permitem
Além
disso,
precisamos
também
associar tudo
o
que observamos com outras
Disponível
em:
<http://w w w .tvebrasil.com.br/SALTO/boletins2002/tedh/tedhtxt3b.htm>.
Acesso
em:
20/03/2007.

Tem a 4 – Leitura e argum entação

Objetivo Refletirsobre e reconheceras diferentes estratégias de argumentação empregadas nos textos escritos.
Objetivo
Refletirsobre e reconheceras diferentes estratégias de
argumentação empregadas nos textos escritos.

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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 4 – Leitura e argumentação

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Estratégias

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Fique de olho

Quando lemos um texto argumentativo em que o autordefende alguma idéia, precisamos estar atentos para as estratégias utilizadas pelo autor para tentar convencer os outros de sua tese. Aqui é importante não confundiros argumentos com as estratégias.

importante não confundiros argumentos com as estratégias. 4 , C F %A==A& ' ( !" 0

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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 4 – Leitura e argumentação

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1.Consistência de raciocínio

e argumentação !" 1.Consistência de raciocínio A consistência do raciocínio se apóia nos princípios da

A consistência do raciocínio se apóia nos princípios da lógica, que não se perde em especulações vãs, na esterilidade vazia e sem conteúdo. Ao mesmo tempo, um bom texto argumentativo deve apresentar provas específicas, de acordo com a área, no sentido de reforçaros argumentos.

2.Evidência de provas

sentido de reforçaros argumentos. 2.Evidência de provas *" 0 ) !+ 1 % B & ,

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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 4 – Leitura e argumentação

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!" * ( ( Podemos acrescentar ainda a citação. Fique de olho Além de observar como

Fique de olho

Além de observar como esses recursos aparecem nos textos que você lê, também comece a prestaratenção em como eles podem auxiliá-lo na hora de produzirseu texto.

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 4 – Leitura e argumentação

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O que você acha da idéia de a escola se abrira profissionais não habilitados?Veja o
O que você acha da idéia de a
escola se abrira profissionais não
habilitados?Veja o texto que
G ilberto Dimenstein publicou no
início de fevereiro de 2007.

dia nascerfeliz

G ilberto Dimenstein

A

cidade de N ova York está transformando um enorme problema numa grande

O

programa atraiu talentos das mais variadas áreas, como marketing, finanças, mídia e

artes,

muitos

dos

quais

interessados

em

uma nova experiência profissional ou

Esse

é

apenas

um

detalhe

da

reinvenção

das escolas públicas de N ova York,

por um

inusitado

desafio:

o

prefeito

M ichael

Bloomberg

pediu aos

contente: além do alto nível de evasão, 51%

dos alunos exibiam um desempenho de

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 4 – Leitura e argumentação

Com a ajuda de empresas, começaram a ser construídas pequenas escolas, na convicção de que,
Com
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começaram
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ser construídas
pequenas
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convicção
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que,
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menores,
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se
sentiriam
mais
acolhidos,
mexer
na
gestão.
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ganharam
autonomia, mas, em
Estavam
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sua
disposição
mais verbas para inovação curricular, formação de
dos alunos
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que N ova York nos mostra, em números, é que, nesses termos, a chance de
Disponível em:
<http://aprendiz.uol.com.br/content.view .action?uuid=92e250c30af47010003c9c3114278eb2>. Acesso
em: 08/03/2007.

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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 4 – Leitura e argumentação

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e

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convite feito na matéria é para examinarmos essas propostas com o propósito de

a

 

sabemos,

as escolas, as realidades, os problemas, as soluções e as condições

graves

corporativismo

existentes

brasileira, como o elevado número de faltas, o

sindical, a ausência de avaliação de desempenho pautada em

na

educação

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 4 – Leitura e argumentação

Sobre N ova York,professores e escolas públicas – Continuação

problemas

estejam

assentadas

inaceitável equívoco de desqualificar os

responsabilizando-os, única e exclusivamente, pelo

no

a qualidade das escolas públicas e das aprendizagens dos alunos. Da compra de

educação.

Por trás

dessas

propostas,

de

forma

mascarada,

o

que se propõe é

cidade

ou

região, com o

respectivo

caderno

do professor e atividades pré-

quase

todo

o país professores e professoras que teimam em acreditar e fazer

e

 

se

oferecerem

aos

educadores

os

recursos,

o

tempo

e as condições

institucionais

que

favorecem

o

protagonismo na construção dessa escola de

conquistar uns 10%

ou 15%

a mais de reajuste salarial ao ano significa oferecer aos

desejos, frustrações profissionais, compromissos e lutas

mas, do que pude conhecer

Disponível em: < http://carosamigos.terra.com.br/nova/ed119/so_no_site_geral>. Acesso em:

30/03/2007.

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 4 – Leitura e argumentação

Atividades Agora, vamos daruma olhada em alguns pontos dos dois textos. Com base na leitura
Atividades
Agora, vamos daruma olhada em alguns pontos dos dois textos. Com base na leitura e análise
dos textos, responda às seguintes. Bom trabalho!
a)
Que experiências Dimenstein utiliza como exemplos para construira argumentação de seu
texto? Aparecem dados estatísticos? Quais? Qual é a intenção do autor ao fazer uso desses
recursos?
b)
Preste atenção no seguinte enunciado do texto de Dimenstein: “Esse é apenas um detalhe
da reinvenção das escolas públicas de N ova York, embaladas porum inusitado desafio
”Qual
é
o efeito produzido pelo emprego da palavra apenas?O que você compreendeu?
trabalho, o que vemos
c) N o penúltimo parágrafo, Dimenstein inicia dizendo: “Devido às baixas condições de
e continua com “além de um excesso de faltas
introduzindo uma
série de fatos que ajudam a explicar o fracasso da educação no Brasil. Qual deles é, na sua
opinião, o mais grave?Justifique.
d)
Observe que Takemoto utiliza pontos de exclamação e aspas em seu texto. Identifique os
trechos em que esses recursos aparecem e reflita sobre os efeitos desse uso. O que, na sua
opinião, eles indicam?Transcreva dois desses trechos.
e)
Takemoto diz que concorda com algumas posições de Dimenstein, citando-as. Quais são?
N
o parágrafo seguinte, ele inicia com N o entanto. O que essa expressão introduz no texto?
f) Afinal qual é a tese (mensagem defendida) pelos autores em casa um dos textos?

Tem a 5 - A influência do contexto histórico na interpretação

Objetivo da aula Ao encerrarmos este tema, o acadêmico deverá percebera influência que o conhecimento
Objetivo da aula
Ao encerrarmos este tema, o acadêmico deverá percebera influência que o conhecimento
do contexto histórico no qual o texto foi produzido e/ou que ele resgata modifica a
interpretação.

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O peráriosde Tarsila do Amaral (http://revistaescola.abril.uol.com.br/edicoes/0178/aberto /tarsila.shtml)
O peráriosde Tarsila do Amaral
(http://revistaescola.abril.uol.com.br/edicoes/0178/aberto
/tarsila.shtml)

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 5 –A influência do contexto histórico na interpretação

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(D iário Catarinense, 26/08/2005) Saiba M ais Charge A charge é um gênero considerado temporal,
(D iário Catarinense, 26/08/2005)
Saiba M ais
Charge
A charge é um gênero considerado temporal, porque, de forma muitas vezes irônica, trata
de temas da atualidade, sempre fazendo uma reflexão sobre questões geralmente de
política, economia, sociedade que estão na mídia no momento de sua publicação. Para
entendê-la, é preciso estara pardesses assuntos. É um texto argumentativo, pois pretende
convencero leitoracerca da opinião do autorsobre o tema abordado.

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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS

U nidade I– Leitura Tema 5 –A influência do contexto histórico na interpretação

M eu caro Am igo M eu caro amigo eu quis até telefonar M eu
M eu caro Am igo
M
eu caro amigo eu quis até telefonar
M
eu caro amigo me perdoe, porfavor
M
as a tarifa não tem graça
Se eu não lhe faço uma visita
Aqui na terra tão
jogando futebol
Tem muito
samba, muito
choro e
rock'n'roll
Uns dias chove,
noutros dias
bate sol
Eu ando aflito pra fazervocê ficar
M
as como agora apareceu um
A
parde tudo que se passa
portador
M
ando notícias nessa fita
Refrão
Refrão
M
uita careta
pra engolira transação
M
uita mutreta pra levara situação
E
a gente tá engolindo cada sapo no
Que a gente vai levando de teimoso e
de pirraça
caminho
Mas o que eu
quero é lhe dizer
que a coisa aqui
tá preta