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Política pra Quê

Política Para Quê?

Carmen Souto Ares Daniela Korol Gabriela Aragão Souza de Oliveira Karina Gaspar de Oliveira RIO DE JANEIRO

2014

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Política pra Quê

Dedicatória aos nossos filhos, Alberto Filho, Caio Korol, Gabriel Aragão

Montassier

e Pablo Leis.

Agradecimentos Agradecemos aos alunos do CE Hispano Brasileiro Joao Cabral de Melo Neto pelo interesse e comprometimento com o trabalho desde o primeiro dia.

2013 Karina Gaspar de Oliveira Oliveira, Karina Gaspar de. Política pra quê? Obra não publicada. Rio de Janeiro: 2013.

48p.

Registrado na FBN Obra em domínio público podendo ser reproduzida para fins educacionais. 1. Filosofia para jovens. 2. Curiosidade 3. Filosofia na escola. 4. Política nas escolas.

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Política pra Quê

Política pra quê? É um livro que traz várias vozes, vários pedidos, vários autores e um único sentimento: O de indignação. Nas aulas de filosofia no Colégio Estadual Hispano Brasileiro João Cabral de Melo Neto o processo democrático foi amplamente debatido, questionado e várias vertentes e conceitos abordados: Como o voto, as políticas públicas, a ética, a cidadania dentre outros.

Nas aulas de Espanhol iniciamos um amplo trabalho de análise e lançamos um desafio: Que os alunos pudessem protagonizar as traduções para criar uma edição trilíngue. Resultando em textos que levam o leitor a questionar o seu cotidiano, sua vida e a sociedade em que vivemos. Os alunos abraçaram este projeto com muita motivação e vontade. Ele se desenvolveu ao longo de 2014 e culminou neste e-book com a participação da professora de Inglês. Nas aulas de Educação Física os impactos que o desconhecimento e a indiferença pela política causam no esporte no país.

As autoras do Projeto.

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Política pra Quê

Política, pra quê? Lendo Gráficos Lotação esgotada Convidar amigos Tem lógica?

Hábitos

O povo

Educação Ambiental Ética e Estética Voto e Revolta

Praia

Lógica do Consumo

Terceirizar

Gratuidades

Transportes

Bicicleta

Vândalos ou manifestantes?

Escravidão

Até quando? Jovem da periferia

Cidadania

Moto Taxi

Padrão FIFA

Presídio

O menino e a Pipa

Sumário

Genocídio nas favelas Polis Leis Greve O país das bolsas Atitude política Em Desenvolvimento Mudar Política, O quê é Isso?

HOMENZINHOS DO GRAMADO

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Política pra Quê

Política pra quê?

¿Y política, para qué?

Politics, what for?

 

IPVA.

IPVA. IPTU. INSS. So many acronyms. So many taxes. But the roads still have their potholes. The avenues barely signed, The retired people earning less. And the citizen? Keeps on saying he does not like politics, He does not discuss politics. Politics, what for? - They ask in a choir They forget all this is politics. The flood is politics. The shooting is politics. The epidemics are politics. Even the ignorance… Oh… this is… politics

IPVA. IPTU. INSS. Tantas siglas. Tantas taxas. Tantos impostos. Mas as estradas continuam esburacadas As avenidas mal sinalizadas, O aposentado ganhando cada vez menos. E o cidadão? Segue afirmando que não gosta de política,

Que não discute política. Política pra quê? perguntam em coro. Esquecem que tudo isso é política.

IPTU. INSS. Tantas siglas. Tantas taxis. Tantos impuestos. Y las carreteras siguen estropeadas. Las avenidas mal indicadas. El jubilado ganando menos. ¿Y el ciudadano? Sigue diciendo que no le gusta la política. Que no discute política. ¿Y política,para qué? preguntan en coro. Olvidan que todo esto es política. Inundación es política. Tiroteo es político.

A

enchente é política.

Epidemias son políticas. Incluso la ignorancia

O tiroteio é político.

 

A

epidemia é política.

Ah

esa sí es

política.

Até mesmo a ignorância

 

Ah

essa sim é

política!

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Política pra Quê

Lendo Gráficos

É preciso cada vez mais em números. Elaborar gráficos. Medir. Multiplicar. Dividir. Transformar a educação, a saúde, o lazer, a habitação em números. Dezenas, Centenas, Milhões de assistidos. De beneficiados. Geram um incrível marketing político. Jogo de imagens. Obras. Desenvolvimento?!

Leyendo las gráficas

Es necesario cada vez más, en números, Dibujar gráficos. Medir. Multiplicar. Compartir. Transformar la educación, la salud, él ocio, la habitación en números. Docenas, Cientos, Millones de asistidos. De beneficiados. Generan un increíble marketing político. Juego de imágenes. Obras. ¡¿Desarrollo?!

Reading Graphics

It is necessary more and more in Numbers. Create graphs. Measure. Multiply. Divide. Transform the education, the health, the Leisure, the dwelling in numbers. Dozens, Hundreds of, Millions of assisted, Benefited, Generate incredible politics marketing. Games of images. Construction work Development?!

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Lotação esgotada

Sangue. Sirene. Ambulância. Choro. Gritos. Macas. Feridos. Rotina incessante e frenética na maioria dos hospitais brasileiros. “Não temos emergência”. “Lotação esgotada”. Frases escritas em papeis que sinalizam o que todos já sabem:

Saúde é para quem pode pagar!

Todo agotado

Sangre. Sirena. Ambulancia. Llanto. Gritos. Macas. Heridos. Rutina incesante y frenética en la mayoría de los hospitales brasileños ‘’No tenemos emergencia.’’ ‘’Todo agotado.’’ Frases escritas en carteles que señalan lo que todos ya saben:

¡Salud es para quién puede pagar por ella!

Sold out

Blood. Siren. Ambulance. Choir. Screaming. Stretcher. Injured people. Incessant and frenetic in Most Brazilian hospitals “We have no emergency room” Crowded hospitals Sentences written on a paper That shows what everybody knows:

Health care is only for those who can afford it!

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Convidar amigos

Convidar amigos . Nas redes sociais Encontramos melhores amigos. Novos amigos. Amigo agora é palavra corriqueira. Sem muito valor. Amigo é descartável, Fácil de substituir. Qualquer contrariedade? Exclui! Bloqueia! E no mundo real?

Invitar amigos

Invita amigos. En las redes sociales. Encontramos los mejores amigos. Nuevos amigos. Amigo ahora es palabra corriente. Sin mucho valor. Amigo es desechable. Fácil de sustituir. ¿Se puso en contra? ¡Exclúyelo! ¡Bloquéalo! ¿Y en el mundo real?

Invite Friends

Invite friends In Social networks We meet best friends, New friends Friends now are current use only It is worthless Friend is disposable Easy to substitute Any opposing ideas? Delete! Block! And in real world?

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Tem lógica?

¿Hay Lógica?

Is There Logics?

Cada dia mais a lógica

Cada día más la lógica pierde lugar para la verdad

.

perde lugar para verdade.

Each passing day logics loses ground to Truth. It is necessary to be sure, Believe. The doubt essence of creation And innovation loses ground to willing in Believing. Believing is not asking. Believing is conforming. Believing is a habit.

É preciso ter certezas. Acreditar.

Es necesario tener seguridad. Creer.

A dúvida- essência da

La duda esencial a la creación y a la innovación- Pierde lugar para las ganas de creer. Creer no es contestar. Creer es conformarse. Creer es un hábito.

criação e da inovação- Perder lugar para a vontade de crer. Crer não é contestar. Crer é se conformar. Crer é um hábito.

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Hábitos

Acorda. Levanta. Veste-se. Sai correndo. Ônibus cheio. Elevador cheio. De saco cheio? Atende telefone. Assina. Carimba. Olha e-mail. Adiciona novo amigo. Atualiza status. Almoça. Atende telefone. Assina. Carimba. Limpa caixa de e-mail. Lancha. Sai. Elevador cheio. Transito irritante. Casa. Banho. Janta. TV. Internet. TV. Dormir. Segunda. Terça. Quarta Janeiro, Fevereiro Hábitos, Probabilidade, Certezas, Estabilidade, Repetição.

TV. Dormir. Segunda. Terça. Quarta Janeiro, Fevereiro Hábitos, Probabilidade, Certezas, Estabilidade, Repetição.

Hábitos

Despertarse. Levantarse. Salir corriendo. Autobús lleno. Ascensor lleno. ¿Tienes la paciencia llena? Suena el teléfono. Firma. Escribe. Mira el correo email. Añade nuevo amigo. Actualiza status. Almuerza. Llama el teléfono. Firma. Limpia el correo electrónico. Merienda. Sale. Ascensor lleno. Tráfico terrible. Hogar. Ducharse. Cenar. Ver la tele. Internet. Tele. Dormir. Lunes. Martes. Miércoles… Enero. Febrero… Hábitos, Probabilidad. Seguridad. Repetición.

Internet. Tele. Dormir. Lunes. Martes. Miércoles… Enero. Febrero… Hábitos, Probabilidad. Seguridad. Repetición.

Habits

Wake up, get up, get Going Full bus Full elevator Fed up? Answer the phone. Sign. Stamp

Check email Add a new friend Update status Have lunch Answer the phone Sign. Stamp. Clean the mailbox. Have a snack Go out. Full elevator. Irritating traffic. Home. Bath. Have dinner. TV. Internet. TV. Sleep. Monday. Tuesday. Wednesday… January. February. Habits. Probability. Stability. Repetition.

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O povo

Reclama. Lamenta. Xinga. Faz piada. Compartilha imagem.

O que o povo quer?

Mudança? Estabilidade? Revolução? Difícil saber Em geral o que vemos É o povo alegre Satisfeito Feliz Com pouco ou quase nada. Sem saúde, Sem salário, Sem lazer,

Sem luxos, Mas que Canta, dança, ri e vive de esperança. Nesta espera se acomoda.

O quê o incomoda?

El pueblo

Reclama. Queja. Putea. Hace broma. Reparte imagen. ¿Qué quiere el pueblo? ¿Cambio? ¿Estabilidad? ¿Revolución? Difícil saber… En general lo que vemos… Es el pueblo alegre… Satisfecho Contento. Con poco o casi nada. Sien salud, Sien sueldo, Sin ocio, Sin lujos, Pero, que sin embargo… Canta, baila, se ríe y vive de esperanza. En esta espera se acomoda. ¿Qué te molesta, Pueblo?

The People

Complain, regret, calling names, Make jokes, share image. What do people want? Change? Stability? Revolution? Hard to know… Usually what we see Is happy people, Satisfied, Happy, With little or hardly nothing No health, No salary, No leisure, No luxury, But they Dance, sing, laugh, and live on Hope. In this waiting they resign. What disturbs them?

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Educação ambiental

Indústrias. Multinacionais. Capital estrangeiro. Lençol freático contaminado. Ar poluído. Doenças crônicas. A sacola plástica e a garrafa pet são mesmo as grandes vilãs? Educar ou enganar? Quem? Até quando?

Educación ambiental

Industrias. Multinacionales. Capital extranjero. Manto freático contaminado. Ar poluído. Enfermedades crónicas ¿La bolsa plástica y la botella pet son los grandes malos? ¿Educar o engañar? ¿Quién? ¿Hasta cuándo?

Environment

Education

Industries, Multinationals, Foreign money, Contaminated groundwater Polluted air Chronic diseases. Are Plastic bag and PET bottle Really villain? Educate or deceive? Who? Until when?

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Ética e Estética

É preciso um pouco de

beleza para que uma ação pareça ética:

Pagar à família para que a criança estude Construir pontes que ligam

nada a lugar nenhum

Incentivar a criação de planos de saúde num país onde os hospitais são um caos; Embelezar o absurdo Maquiar, Reformar, Pintar, Com cores vibrantes

Ética y Estética

Se necesita un poco de belleza a una acción que parece ética:

Páguese a la familia para que el niño estudie! Se construyen puentes que conectan nada a ninguna parte. Fomentar la creación de un seguro de salud en un país donde los hospitales están en caos; Embellezar el absurdo Maquillar, Reformar, Pintar, Con colores vibrantes La pared que esconde La miseria La desigualdad La ignorancia ¡Voten en mí!

Ethics or Appearance

It is necessary little beauty so that an Action seems ethical:

Pay to family so kids study! Build bridges that connects nothing to Nowhere. Encourage the creation of health insurance in A country where hospitals are chaos. Beautify the absurd Put make up on Reform Paint with vivid colors The walls that hides The poverty, The inequality, The ignorance, Vote for me!

O muro que esconde A miséria A desigualdade A ignorância Votem em mim!!

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Voto e revolta

Eleição. Comissão eleitoral. Zona eleitoral. Seção. Urna. Voto. Aperte o verde. Confirma. Confirma o sistema de verdade, de impunidade, de indiferença social. Igualdade? De impostos a pagar. Nem isso. Impostos pertencem apenas aos honestos.

Voto y Revuelta

Elección. Comisión electoral. Zona electoral. Sección. Urna. Voto. Aprieta el verde. Confirma. Confirma el sistema de verdad, de mpunidad de indiferencias sociales. ¿Igualdad? De impuesto a pagar. Ni eso. Impuestos pertenecen apenas a los honesto

Vote and Revolt

Election. Election commission. Election Zone. Section. Urn. Vote. Push the green. Confirm. Confirm the system of true, Of impunity, of social difference. Equality? Of Taxes to pay. Not even this. Taxes belong to those who are Honest.

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Praia

Privatizaram a praia. É preciso pagar. E pagar caro. Caro para ir ao Resort. Eis o novo nome da praia. Para mantê-la limpa? Pobreza pega?

Playa

Privatizaron la playa Es necesario pagar Y pagar caro. Caro para ir a un Resort. hí tenemos el nuevo nombre de la playa… Para mantenerla limpiar ¿Nos contaminamos de la probreza?

Beach

The beaches were privatized. It is necessary to pay. And pay a lot. A lot to go to a Resort. That’s the new name for beach. To keep it clean. Are we contaminated by poverty?

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Lógica do consumo

Lógica de consumo

Consume Logics

Trabalha.

 

Work. Work. Work. Earn. Spend. Pay. Save Save the unnecessary Dream, desire, dissatisfaction

Trabalha.

Trabaja. Trabaja. Trabaja. Recibe. Gasta. Pagar. Apila, apila el innecesario. Sueño, deseo, insatisfacción Trabaja más… Stress. Depresión. Pánico. Gasta Paga ¿Felicidad? res coches, cinco casas, ochenta y ove pares de zapatos, treinta y sete relojes, seis celulares. ¿Tiempo? Tiempo es dinero Trabaja

Trabalha.

Recebe.

Gasta.

Paga.

Acumula.

Acumula

o

desnecessário. Sonha, desejo, insatisfação. Trabalha mais.

Stress. Depressão. Pânico. Gasta. Paga. Felicidade?

Work more… Stress. Depression. Panic. Spend. Pay. Happiness? Three cars, five houses,

Três

carros,

cinco

casas,

oitenta

e

nove

pares

de

sapato,

trinta

e

sete

eighty-

relógios, seis celulares.

Nine pairs of shoes, thirty-

Tempo? Tempo é dinheiro. Trabalha

 

seven Watches, six mobiles. Time? Time is money. Work…

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Terceirizar

Tercerizar

Outsourcing

A política de se isentar da responsabilidade leva o governo a repetir um verbo

La política de isentarse de la responsabilidad lleva el gobierno a repetir un verbo diariamente:

The political thought of not taking Responsibility takes the Government to repeat a verb Daily:

 

diariamente:

Terceirizar. Terceiriza-se tudo e todos.

Tercerizar. Tercerizar todo y todos. El médico no es del hospital. El profesor no es de la escuela. El ingeniero no es de la obra. Todos están. Están temporariamente sin vínculos. Sin vínculo empleo. Sin vínculo afectivo. Sin crear identidad.

O

médico não é do

hospital. O professor não é da escola. O engenheiro não é da obra. Todos estão. Estão temporariamente sem vínculos. Sem vínculo empregatício. Sem vínculo afetivo. Sem criar identidade.

To outsource. It outsources everything and everybody. The doctor is not from the hospital. The teacher is not from the school. The engineer is not from the street work. Everybody is temporarily With no bonds. No labor bonds. No love bonds. Not creating an identity.

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Gratuidades

Um dia a gratuidade foi inventada Inventada para justificar O salário mínimo insuficiente O desemprego A pobreza A miséria A exclusão social. Criar, inventar novas relações sociais? Pra quê? Melhor converter impostos em Gratuidades. Mas de trabalho de uns para pagar a gratuidade de todos. Em um país serio todos Teriam emprego, teriam profissão, Orgulho do seu trabalho. Gratuidade não é cidadania. Gratuidade não é democracia. Gratuidade é um paliativo Para uma doença social Chamada paternalismo.

não é cidadania. Gratuidade não é democracia. Gratuidade é um paliativo Para uma doença social Chamada

Gratuidades

Un día la gratuidad fue inventada Inventada para justificar El sueldo mínimo insuficiente El desempleo, La pobreza, La miseria, La exclusión social. ¿Crear, inventar nuevas relaciones sociales? ¿Para qué? Mejor convertir impuestos en:

GRATUIDADES. El trabajo de unos paga la gratuidad de todos. En un país serio todos Tendrían empleo, tendrían profesión, Orgulloso de su trabajo. Gratuidad no es ciudadanía. Gratuidad no es democracia. Gratuidad es un paliativo. Para una enfermedad social Llamada paternalismo.

Free of charging

One day free of charging was invented. The Invented to justify The insufficient minimum wage, The unemployment, The poverty, The misery, Social exclusion. Create, invent new social relations? What For? It is better turning taxes into Free charging. One’s job to pay for all’s gratuity Free of charging is not citizenship Free of charging is not democracy Free of charging is palliative To a social disease Called paternalism.

not citizenship Free of charging is not democracy Free of charging is palliative To a social

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Transportes

Ônibus. Trem. Metro. Carro? Não vá de carro. Use o transporte público. Como? Se faltam Linhas Se sobram Intervalos longos Se se multiplicam Veículos superlotados Da teoria à prática- o que falta? Boa vontade do povo ou política pública?

Transportes

Autobús. Tren. Metro. ¿Coche? No vaya en coche. Use el transporte público. ¿Cómo? Faltan Ómnibus Sobran Largos intervalos Se multiplican Vehículos abarrotados ¿ De la teoría a la práctica, qué falta? ¿Buena voluntad del pueblo o políticas públicas?

Transportation

Bus. Train. Subway. Car? Don’t go by car. Use public transportation How? No buses Long breaks It multiplies Crowded vehicles! From theory to practice, what’s missing? People’s goodwill or Public politics?

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Bicicleta

La Bici

Bicycle

A

bicicleta é incrível:

La bici es increíble:

Não polui,

No contamina y además es un excelente ejercicio físico. Tiene buen precio, Proporciona recreación. Mientras se transforma en un desafío en las calles llenas de baches, En barrios… Sin ciclovías. Adentro de tráficos que juzgan ser el ciclista un criminal.

The bicycle is incredible. It does not pollute, It’s a physical exercise. It’s affordable, It brings pleasure. Nevertheless, It is a challenge in Streets with holes, In neighborhood with no bike path, In a traffic, Where the cyclist is Seen as marginal.

É

um exercício físico,

Tem preço acessível, Propicia lazer. Entretanto Ela se torna um desafio Em ruas Esburacadas Em bairros Sem ciclovia Em um trânsito Onde o ciclista é visto como um marginal.

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Política pra Quê

Tortura

 

Tortura

Torture

O que significa tortura?

¿Qué significa tortura? ¿Violencia física? ¿Brutalidad psicológica? ¿Violación sexual? ¿Prisión? Son inúmeras las técnicas utilizadas desde la Antigüedad para… Descubrir algo secreto… Punir a alguien… Servir de ejemplo.

What does torture mean? Physical violence? Psychological violence? Sexual violence? Prison? There are innumerable techniques used Since Ancient times To find out something secret And punish somebody. As an example. Torture is essentially politics. It joins fear, it paralyses Popular movements. It intimidates groups and their ideals. Only torture authors are free from them. More and more…

Violência

física?

Violência

psicológica?

Violência

sexual?

Prisão? São inúmeras as técnicas utilizadas desde

Antiguidade para Se descobrir algo Se punir alguém

 

Servir de exemplo.

A

tortura

é

La tortura es, más que todo, política. Se la unen al miedo los movimientos populares, paralizándolos. Acobarda los grupos y sus ideales. Sólo sus autores siguen libres de ella, cada vez más…

essencialmente política. Ela se une ao medo, paralisa movimentos populares,

Intimida

grupos e seus

ideais. Somente seus autores continuam livres dela. Cada vez mais

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Quem me protege?

Polícia. Tráfico. Milícia. Quem me protege? Dependendo do bairro ou região a resposta varia. Ou não existe. Nossos impostos pagam o salário da polícia. O tráfico paga à polícia. A milícia é a polícia? Não, a polícia punida é a milícia.; Será? A milícia, a polícia e o tráfico seguem impunes. Os políticos, muitos milicianos, seguem impunes. As leis seguem ultrapassadas.

¿Y a mí, quién defiende?

Policía, tráfico, Milicia¿Y a mí, quién defiende? Bueno, ¡veamos a qué región perteneces! Las respuestas son variadas o inexistentes. Nuestros impuestos pagan el sueldo del policía. El narco paga a la policía. ¿La milicia es la policía? No, la policía en punición es la milicia: ¿será? La milicia, la policía y el tráfico siguen sin punición. Los políticos, muchos de ellos milicianos, siguen impunes. Las leyes siguen ultrapasadas y yo sigo a preguntar: ¿y a mí, quién defiende?

Who protects me?

Police? Drug dealing? Milice? Who protects me? Well, it depends where you belong? There are several answers. Or no answers. Our taxes pay the police Salary. The drug dealing pays the police. Milice is police? No, the punished police are the Milice. Is it? Milice, police and the dealing are still Unpunished. Laws are still old. And I keep on asking Who protects me?

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Vândalos ou manifestantes?

Salvajes o manifestantes

Vandal or Protest?

Protesto. Passeata. Cartazes. Máscaras. Polícia. Spray de pimenta. Correria. Palavras de ordem. Hino nacional. Bombas de gás. Pedidos de saúde, educação, habitação e emprego. Crianças, estudantes e idosos em coro. Pedras, fogo, violência. Vandalismo ou democracia? Não seria vandalismo esperar seis horas por uma ambulância ou estudar em uma escola em que falta tudo?

Protestas, Carteles, máscaras Policía, Gas tóxico y correría. Palabras de orden, Himno nacional Pedidos de salud, educación, habitación y empleo. Niños, Estudiantes y ancianos “en coro”. Piedras, fuego, violencia. ¿Vandalismo o democracia? ¿No sería vandalismo esperar seis horas por una ambulancia o estudiar en una escuela que falta de todo?

Protest. Parades. Posters. Masks. Police. Peppery spray, Running. Words of order, National Anthem, Gas bomb. Education, health, Dwelling, Job claims Children, students, old people in a choir Stones, fire, violence. Vandalism or democracy? Wouldn’t it be vandalism to wait for six Hours for an ambulance or to study In a school that has nothing?

.

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Política pra Quê

Escravidão

Escravidão nos remete ao passado.

Ela não acabou!

Mas

Apenas se camuflou. Reinventou-se. Criou novas redes de relacionamento. Ela está no trabalho temporário. Na carteira de trabalho em branco. Na mão-de-obra infantil. Nas ruas, Nas fazendas, Nos sinais de trânsito, Na cara de todos nós!

Esclavitud

El tema de la esclavitud nos hace volver al pasado. Sin embargo, ¡la esclavitud no ha terminado! Se ha camuflado, modificado, reinventado. Creó nuevas maneras de mostrarse:

Se nos presenta en los labores temporarios, en la falta de garantías de los empleados, en la mano de obra infantil. Por las calles, en las haciendas, en los semáforos: ¡Transborda por la cara de todos!

Slavery

Slavery drives us To the past. But It is not over. It is only masked. It is reinvented. It created new relationship nets:

It is in a temporary job. No guarantee to workers, In children’s job. On the streets, On farms, In traffic lights. Under everybody’s eyes!

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Política pra Quê

Até quando?

¿Hasta cuándo?

Until when??

Bumba. Teresópolis. Itajaí. Ilha Grande. O que eles tem em comum? Tragédias anunciadas. Tragédias esperadas. Fruto da irresponsabilidade. De quem não fiscaliza. De quem permite habitar locais inviáveis. Chuva. Deslizamento. Choro. Desespero. Corpos. Escombros. Busca. Desabrigados. Promessas. Promessas. Promessas.

Bumba. Teresópolis. Itajaí. Ilha Grande. ¿Qué tienen en común este sitios ¿ Tragedias anunciadas Tragedias esperadas. Testigo de irresponsabilidad De quien no fiscaliza, de quienes permiten que locales peligrosos sean ocupados. Lluvias Deslizamientos. Llanto. Desesperación. Cuerpos Destrucción. Búsquedas. Sin tierras. ¡ Y los “sin hogar”! Promesas, promesas, promesas

Bumba. Teresópolis. Itajaí. Ilha Grande. What do they have in common? Announced tragedies. Awaited tragedies. Irresponsibility Of those who do not supervise, Of those who allow people To live in dangerous places. Rain, Landslide, Crying, Desperation, Corpses, Debris, Searching, Homeless, Promises, promises, promise…

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Política pra Quê

Jovem da periferia

Do que precisa o jovem da periferia? De esmola? De escola? Ou apenas jogar bola?

O jovem da periferia precisa de Oportunidade Informação Espaço Orientação

Para Desenvolver Suas habilidades Seus talentos Sua criatividade.

E exercitar

O que gosta de fazer O que sabe fazer

E aprender Na troca, Na experiência, No diálogo Novas formas de se inserir na sociedade.

Joven de la periferia

Outskirt youth

What does outskirt youth need? Charity? School? Or only play ball? The outskirt youth need Information, Space, orientation To develop their abilities Their talents and creativity. And do what they like

What they know And learn from Exchanging of experience, In a dialogue, new ways of entering In society.

¿ De qué necesita el joven de la periferia? ¿De limosna? ¿De escuela? ¿O sólo jugar al fútbol?

El joven de la periferia necesita de: oportunidad de información, espacio

y

orientación

Para… Desarrollar sus habilidades, sus talentos y su creatividad.

Y ejercitar lo que le

gusta hacer, lo que le gusta saber. Y aprender … Con el cambio de experiencias, en diálogo con nuevas formas de inserción en la sociedad.

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Política pra Quê

Cidadania

Cidadania virou uma palavra corriqueira:

Todo mundo fala; Poucos sabem o que é; Alguns praticam, mas a maioria continua sem ter acesso aos ingredientes desta receita política:

Saúde, Segurança, Educação Política habitacional Lazer Ensino profissional Emprego, Mobilidade urbana, Conhecimento de seus direitos e deveres, Conhecimento das leis, Ter Fazer Exercer Cidadania é uma prática que só se mantém viva no diálogo, na informação, na educação.

Ciudadanía

La ciudadanía se volvió en una palabra común. Todos hablan; pocos saben lo que es. Algunos la practican, pero la mayoría no tiene

se volvió en una palabra común. Todos hablan; pocos saben lo que es. Algunos la practican,

acceso a los ingredientes de esta prescripción de política:

salud, seguridad, educación, ocio, formación profesional, empleo, movilidad urbana, conocer derechos y deberes, conocer las leyes, tener y poder ejercerla La ciudadanía es una práctica que se mantiene viva sólo y a través del diálogo, de la formación y de la educación.

Citizenship

Citizenship became a common word, Everybody says, Some practice, but the most Do not have the ingredients To this politic receipt. Health, Security, Education, Dwelling system, Leisure, Professional studies, Job, Urban mobility, Knowing your rights and duties, Knowing the laws. Having and practicing them. Citizenship is a practice that is Only alive through dialog, Through information and Through education.

practicing them. Citizenship is a practice that is Only alive through dialog, Through information and Through
practicing them. Citizenship is a practice that is Only alive through dialog, Through information and Through

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Política pra Quê

Moto Taxi

Criatividade! Na total ausência de políticas públicas O brasileiro inventa soluções muito inovadoras. Um exemplo disso é o moto taxi. Como circular no trânsito caótico das grandes cidades ou nas vielas das periferias e favelas? Rapidez e baixo custo. Moto taxi é mobilidade urbana Inventada por quem precisa dela. A iniciativa deveria ser apoiada. Seus “pilotos” deveriam receber treinamento e c conhecimentos necessários. Quem sabe um dia

El Taxi-bicicleta

¡Creatividad! Ante la ausencia total de políticas públicas los brasileños inventan soluciones muy innovadoras. Un ejemplo de esto es el taxi-bicicleta. ¿Moverse en el caótico tráfico de las grandes ciudades o en los callejones de los suburbios y barrios marginales? Rápido y económico, el Taxi-bicicleta es la movilidad urbana inventada por los que la necesitan. La iniciativa debe tener apoyo. Sus “pilotos” deberían recibir formación y conocimientos necesarios. ¡Quizá un día!

Moto taxi

Creativity! In a total lack of public Politics, Brazilians invented New solutions. For example, the Moto taxi. How to ride in a big city Chaotic traffic or on narrow Streets in outskirts and slums? Fast and cheap Moto taxi is an urban mobility, Invented by those who need. This initiative should be sustained. The riders should receive traffic training. And basic traffic rule knowledge. Maybe one day…

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Política pra Quê

Padrão FIFA

Calidad FIFA

FIFA Quality

A FIFA Estabelece, Manda, Desmanda, Ordena, Destrói a história, O patrimônio, A sede, a tradição. Tudo em nome de seu próprio padrão. Sem nacionalidade Torna todos seus súditos. Interesses Políticos, Econômicos, Mesquinhos Os países e sua história valem tão pouco assim?

FIFA establece, manda, deshace, ordena, destruye la historia, el patrimonio el país matriz, la tradición. ¡Todo en nombre de su propio patrón! Sin nacionalidad, convierte a todos en súbditos Intereses… políticos, económicos y egoísta. ¿Los países y su historia valen tan poco?

FIFA Establishes, Give orders, Undo orders, Make rules, Destroy history, Destroy patrimony, The host country, the tradition. Everything in its own standard! No nationality, Turn everyone in its followers. Political, economic and self Interests. Are the country and its value so worthless?

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Política pra Quê

Presídio

Toca o sinal. Todos enfileirados e uniformizados caminham pelo corredor. Sobem as escadas em silêncio. Cabeça baixa. As câmeras vigiam. Todos são vistos o tempo todo. Chegam ao seu lugar de destino, sua sala. Sentam enfileirados. Recebem instruções:

não pode, não pode, não pode! O silêncio e o corpo imóvel devem prevalecer. A interação e o diálogo devem ser evitados. Angústia. Inquietação. Ansiedade. Se falar, será advertido. Se contestar será punido. Intimidação. Violência psicológica. Escola ou presídio?

Cárcel

Toca el timbre. Todos en cola y uniformizados caminando por el pasillo. Suben las escaleras en silencio. Cabeza baja. Las cámaras vigilan. Todos son vigilados todo el tiempo. Llegan a su sitio de destino, su sala. Se sientan en cola. Reciben instrucción: ¡no pueden, no pueden, no pueden! El silencio y el cuerpo inmóvil deben prevalecer. La interacción y el diálogo deben ser evitados:

Angustia, inquietud, ansiedad… Si habla usted, será advertido… Si responde, será punido… Intimidación. Violencia psicológica. ¿Escuela o cárcel?

Prison

The siren rings. All wearing uniform in a row Walk by the hall. Go upstairs in silence, Looking down. The camcorders watch. All of them are observed all the time. They come to their destiny: the cell. Sit down in a row, Orders are given: They can’t, they can’t They can’t. Silence and standing still prevail. The interaction and the dialog must be avoided. Anguish, Unrest, Anxiety, If one talks, he’ll be penalized! If one answers, he’ll be punished! Intimidation! Psychological violence! School or prison?

he’ll be penalized! If one answers, he’ll be punished! Intimidation! Psychological violence! School or prison?

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Política pra Quê

O menino e a pipa

Favela. Viela. Casas coloridas. Inacabadas. A família cresce. Faz um “puxadinho”. Na laje, o menino solta pipa. Na laje, o menino canta, dança, joga capoeira. Na pracinha da Rua 1 todos jogam futebol. A favela é carente. Carente de investimento. Faltam políticas públicas. Sobram talentos, criatividade, alegria, energia. Energia que de tão abundante é desperdiçada com a violência; com as drogas.

El niño y el barrilete

Chabolas, callejones, Casas coloridas, sin terminar. La familia crece. Se aumenta la chabola. En el techo el niño juega al barrilete. En el techo el niño canta, danza, juega “capoeira”. En la plaza de la calle, todos juegan al fútbol. En la villa falta de todo. Falta inversión. Faltan políticas públicas. Sobran talentos, creatividad, alegría, energía. Energía enorme, Que a veces se va en violencia y en drogas.

The Boy and the Kite

Slums, narrow streets, Colorful houses, unfinished. The family grows Add another room. On the roof, the boy flies the kite. On the roof the boy sings, Dance and has “capoeira”. On the street square, Everybody plays soccer. The slum is need. Needy of investments. No public politics. Lot of talents, Creativity, happiness, energy. It’s so much energy that It is wasted in violence; In drugs.

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Política pra Quê

Genocídio nas favelas

Ruas estreitas.

Ruas de terra. Pobreza. Mais que pobreza:

miséria. Violência doméstica. Violência gratuita. Violência policial. Pra quem mora no asfalto politicas públicas, pra quem mora na favela é colocar a polícia. Polícia que humilha, Polícia que violenta, Polícia que encobre, Polícia que mata, Que extermina Dezenas, centenas de jovens negros, pobres, marginais, trabalhadores, estudantes, músicos. O genocídio nas favelas é tão silencioso quanto a indiferença da sociedade.

Genocidios en chabolas

Calles estrechas. Calles de tierra.

Pobreza. Más que pobreza:

miseria. Violencia doméstica. Violencia gratuita. Violencia policial. Para quien vive en la ciudad:

Políticas públicas; para quién vive en las villas es poner la policía arriba. Policía que humilla, Policía que violenta, Policía que mata, Que extermina Docenas, centenas de jóvenes negros, pobres, marginales, trabajadores, estudiantes, músicos. El genocidio en las chabolas es tan silencioso cuanto la indiferencia de la sociedad.

Genocide in slums

Narrow streets Earth streets Poverty More than poverty:

misery. Domestic violence. Free violence. Police violence. For those who are homeless, Give public politics. For those who live in slums, set Police there. Police that humiliate Police that attack, Police that hide police that kill that exterminate dozens, hundreds of young people Black people, poor people, delinquents, workers, students, musicians. The genocide in slums is as silent as society cares.

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Política pra Quê

Pólis

Polis

Polis

Na Grécia a praça era o local para discutir política. A polis era a cidade. O cidadão exercia sua cidadania argumentando. Porém quem era o cidadão? O homem rico! Mulheres e escravos não votavam Não participavam. Ficavam excluídos da polis. Democracia? Direitos restritos Alguma semelhança?

En Grecia la plaza era el local para discutir política. La polis era la ciudad. El ciudadano ejercía su ciudadanía discutiendo. Pero ¿quién era el ciudadano? ¡Un hombre rico! Mujeres y esclavos no votaban. No participaban. Estaban siempre excluidos de la polis. ¿Democracia? Derechos restrictos ¿Alguna semejanza?

In Greece, square was the place to discuss politics. Polis was a city. The citizen practiced their citizenship arguing. But who was the citizen? The rich man! Women and slaves did not vote. Did not participate. They were excluded from the polis. Democracy? Restrict rights. Any resemblance?

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Política pra Quê

Leis

Constituição federal Códigos de ética. Leis estaduais. Senado. Assembleia legislativa. Muitos nomes; Muitas leis desconhecidas por grande parte dos brasileiros. O que prevê a Constituição? O que faz (ou deveria fazer) um deputado, um senador? O que é imunidade parlamentar? Como fiscalizar? Perguntas. Perguntas. Perguntas. Quem sabe as respostas? Quem se importa com elas?

Leyes

Constitución federal. Código de ética. Leyes estaduales. Senado. Asamblea legislativa. Muchos nombres; Muchas leyes desconocidas por gran parte de los brasileños. ¿Que dije la Constitución? ¿Qué hace (o debería hacer) un diputado o senador? ¿Qué es inmunidad parlamentar? ¿Cómo fiscalizar? Preguntas, preguntas y preguntas ¿Quién sabe las respuestas? ¿Quién se importa con ellas

Laws

Federal Constitution Ethical code. State laws. Senate Legislative body. Many names; Many unknown laws by The majority of Brazilians. What does the Constitution presuppose? What does a deputy or a senator do? Or should do? What is parliament immunity? How to inspect? Questions. Questions. Questions. Who cares about them?

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Política pra Quê

 

Greve

Huelga

Strike

1917.

 

1917.

1917

2013.

2013.

1913

Greves.

Huelgas. Discusiones. Insatisfacciones. ¿Qué es lo que se pide? ¿Sueldo? ¿Dignidad? ¿Condiciones mínimas para el trabajo? ¿Un futuro distinto o el presente?

Strikes Discussions Dissatisfaction? What do they claim? Salary? Dignity? Minimum conditions to work? A different future to the present? TV says it is only because of salary. The Trade Unions declare they have an extensive guideline. And the worker?

Discussões.

Insatisfação.

O

que se reivindica?

Salário?

 

Dignidade?

Condições mínimas para o trabalho?

 

Um

futuro

diferente

o

presente?

A

tv diz

que

é

só pelo

Para ti dicen que es sólo por el sueldo. Los sindicatos afirman que poseen compromisos amplios. ¿Y el trabajador? ¿Lo que piensa?

salário.

 

Os

sindicatos

afirmam

que possuem uma pauta extensa.

E

o trabalhador?

O

que pensa?

 

O

que o motiva?

¿Lo que le motiva?

What does he think? What motivates him?

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Política pra Quê

O país das bolsas

El país de las becas

The Bolsas Country

Era uma vez um país na

Era una vez en América del Sur que tenía como hábito dar becas. Al

Once upon a time, a country in South America which had the habit of giving benefits. Instead of giving jobs, it distributed bolsas; bolsa família, affectionate bolsa. Thus, people adapted themselves to poverty and ignorance. Meanwhile, the govern people transferred money from taxes to their own bank accounts, higher and higher every passing day.

América do Sul que tinha como hábito dar bolsas.

Ao

invés de emprego ao

 

seu povo as bolsas; bolsa família, bolsa carinhoso Assim, o povo se acomoda, Conforma-se com a

miséria e a ignorância. Enquanto isso, os governantes transferiam

revés de dar empleo a su gente, daba auxilio:

auxilio para familias, auxilio ternura Así, su Pueblo se acomoda, se conforma con la miseria y la ignorancia. Mientras tanto, los gobernantes transfirieron el valor de

o

valor

dos

impostos

los impuestos para sus cuentas bancarias cada día más expresivas.

para suas contas bancárias, cada dia mais expressivas.

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Política pra Quê

Atitude política

Actitud política

Political Attitude

Não é preciso ter milhões de reais

No es necesario haber millones de reales En una superestructura Para ofrecer A los jóvenes oportunidades Para que puedan luchar Por un futuro diferente de los de sus padres, Sus abuelos, Sus bisabuelos. Es necesaria voluntad, Actitud política. Voluntariado. Solidaridad. Cooperación. Pequeños proyectos De capoeira, De refuerzo escolar, de danza.

It is not necessary to

have millions of Reals.

Nem uma superestrutura Para oferecer

Aos

jovens

Not

even

a

superstructure To offer The young people opportunities So they can struggle

For a future different from their parents. Their grandparents.

oportunidades Para que possam lutar Por um futuro diferente do de seus pais, Seus avós, Seus bisavós. É preciso vontade, Atitude política. Voluntariado. Solidariedade.

Their

great

grandparents. Will Power is necessary, Political attitude.

Cooperação. Pequenos projetos De capoeira, De reforço escolar, De dança.

Volunteer Solidarity. Cooperation. Small projects. Of Capoeira, Of school helpout, Of dancing.

 

Ensinam

Enseñan

Disciplina,

Disciplina,

 

Respeito,

Respeto,

They teach…

 

Amizade.

Amistad.

Discipline,

Respect,

Na Periferia, Na favela, no sertão.

Friendship.

En la Periferia, en las villas, en el Nordeste.

In

 

Outskirts

 
 

In

slums,

in

the

countryside.

 

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Política pra Quê

Em

En desarrollo

Under development

desenvolvimento

Puertas cerradas. Prohibida la entrada. País en desarrollo. País continental, Gigante, De suelo fértil No percebe que las pequeñas Soluciones, Las pequeñas actitudes En el barrio, En la escuela, En el municipio, En la escuela empiezan las ideas.

Transformación

que

Closed door. No trespassing. Country in development. Continental country, Giant, Rich soil, futile mind. It does not realizing that small solution, Small attitudes, In the neighborhood, In the school, In the county, It starts with an idea. Transformation starts in a conversation. Attitude generates changing. Changing? Moving countries? Changing politic system? Changing what? Changing the “colonized” thoughts is the Challenged of the contemporaneous Brazil!

Porta fechada. Proibida a entrada. País

em

desenvolvimento. País continental, Gigante, De solo fértil e de cabeça fútil. Não percebe que as pequenas soluções, As pequenas atitudes No bairro, Na escola, No município, Na escola começam com uma ideia. Transformação que surge em uma conversa. Atitude que gera mudanças.

surge apenas charlando.

Actitud

que

produce

cambios

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Política pra Quê

Mudar

Cambio

Change

Mudar de país? Mudar de regime político?

Cambiar de país? ¿Cambiar de régimen político? ¿Cambiar para qué? ¡Cambiar la mentalidad de ser Colonia es el gran desafío del Brasil contemporáneo!

Change countries? Change political system? Change what? Change the colonized is the contemporaneous Brazil challenge!

Mudar o quê? Mudar a mentalidade de colonizado é o desafio

do

Brasil

 

contemporâneo!

 

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Política pra Quê

Política- o que é isso?

Política- o que é isso?

Tudo é política. Apresentação, pedido de voto, democracia, atitude

Tudo é política.

Apresentação, pedido de voto, democracia, atitude

Tudo é política. Apresentação, pedido de voto, democracia, atitude

Promessas

Ah! Essa é

a verdadeira política! Ambição, eleitores, corrupção! Beleza. Para quê serve? Rua esburacada, Avenida mal sinalizada Carência, choro, grito, desespero, perda Dinheiro, iptu, ipva, inss Pagar o quê? Direitos Direitos de ser enganado? Ou de fingir acreditar em promessas tolas? Melhora de vida? Aonde? Em quê? Mergulhão, viadutos, transcarioca obras e mais obras Morador de rua Saúde- onde fica? Maca, hospital público,

falta de médico, clínica

particular

Cadê a

grana?

Violência, combate ao crime. Obras e mais obras Olimpíadas, Copa, Rio

2016.

ao crime. Obras e mais obras Olimpíadas, Copa, Rio 2016. Pacificar comunidades?! ¿ Política, qué es?
Pacificar comunidades?!

Pacificar comunidades?!

¿ Política, qué es?

¿Política, qué es?

Todo es política. Presentación, pedido de voto, democracia, actitud

Todo es política. Presentación, pedido de voto, democracia, actitud

Promesas

¡Ah! ¡Esa es

Promesas ¡Ah! ¡Esa es la verdadera política! ¡Ambición, electores, corrupción! Belleza. ¿Para qué sirve? Calles

la verdadera política! ¡Ambición, electores, corrupción! Belleza. ¿Para qué sirve? Calles con baches, avenidas mal indicadas… Carencia, llanto, grito, desesperación, perdidas

Carencia, llanto, grito, desesperación, perdidas Dinero, IPTU, IPVA, INSS ¿Pagar qué? ¿Derechos de ser

Dinero, IPTU, IPVA, INSS ¿Pagar qué? ¿Derechos de ser engañado o creer en promesas bobas? Mejorar la vida ¿Dónde? ¿En qué? Obras, puentes, “Transcarioca”, obras y más obras Mendigos Salud ¿Adónde? Hamacas hospitales

públicos, falta de médicos, clínicas

¿Dónde

particulares

está la plata? Violencia, crimen Obras y más obras Olimpiadas 2016, Mundial de fútbol ¿Pacificación de las

está la plata? Violencia, crimen Obras y más obras Olimpiadas 2016, Mundial de fútbol ¿Pacificación de
está la plata? Violencia, crimen Obras y más obras Olimpiadas 2016, Mundial de fútbol ¿Pacificación de

Politics, What Is It?

Everything is Politics. Introducing oneself, asking for votes, Democracy, attitude. Promises…ah! This is the real politics! Ambition, electors, corruption! Beauty? What is it for? Broken streets, Barely signed avenues, Shortage, crying, yelling, desperation, loss. Money, taxes (IPTU, IPVA, INSS). Why paying them? Rights? Is it right to be deceived? Or pretend to believe In foolish promises? A better life? Where? Bridges, tunnels, street work, Homeless people, Health care’s where is it? Public hospitals, no doctors, Private medicine. Where’s the money? Violence, crime combat, More and more street work. Olympic Games, World Cup, Rio 2016. Pacifying communities? Armed struggle, Drug dealers on the hills. Police on the streets,

Games, World Cup, Rio 2016. Pacifying communities? Armed struggle, Drug dealers on the hills. Police on
Games, World Cup, Rio 2016. Pacifying communities? Armed struggle, Drug dealers on the hills. Police on
Games, World Cup, Rio 2016. Pacifying communities? Armed struggle, Drug dealers on the hills. Police on
Games, World Cup, Rio 2016. Pacifying communities? Armed struggle, Drug dealers on the hills. Police on
Games, World Cup, Rio 2016. Pacifying communities? Armed struggle, Drug dealers on the hills. Police on
Games, World Cup, Rio 2016. Pacifying communities? Armed struggle, Drug dealers on the hills. Police on

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Confrontos Bandidagem no alto do morro Polícia no asfalto, isso é pacificação Embelezar o absurdo. Voto, urna, aperte o verde. Promessas, vida melhor.

comunidades? Bandidos en las villas, policías en el asfalto: ¡ eso es pacificación! Embellezar el absurdo.

This is pacification! Beautify the absurd. Vote, urn, “press the green button”, Promises, better life. Elected. There’s a debt with the truth. Things will get better, will they? Everything is politics!

Voto: “aprieta el verde

¿ Hay deuda con la verdad? Ya va todo a mejorar ¿ Será? ¡ Todo es política!

Eleito

Dívida com a

verdade Aí vem a melhora

 

Será? Tudo é política!

 

Texto elaborado pelos alunos Gabriela dos Santos, Kezia Vitoria Rocha Carvalho, Marcella Oliveira Souza, Matheus Gomes Ramalho e Natali Paula Pupi do C.E Maria de Nazareth Cavalcanti Silva em 2013.

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OS HOMENZINHOS DO GRAMADO

Gabriela Aragão Souza de Oliveira

Outro dia, falando com meu irmão, apaixonado por futebol, ele comentou a angústia de ver os times cariocas, principalmente nosso Vasco, na situação em que se encontram. Achei graça. Sempre reparei com curiosidade o sofrimento, em sua maioria masculina, quando o assunto é futebol.

Levei o assunto para algumas amigas, todas atuantes fora da área esportiva, as quais de tão desenformadas, ainda imaginavam o Romário dando experiente no Flamengo. E a pergunta foi: Como podemos ser tão diferentes quando o assunto é futebol?

São elas que me esclarecem sobre o nosso tão apaixonante futebol, do ponto de vista de quem apenas participa dele levando a cerveja para o marido estatelado diante da tela que exibe o jogo, pois normalmente estão assistindo a outro programa de televisão.

A bola está no gramado e os homens estão correndo atrás dela. No futebol, os jogadores usam o mesmo padrão de camisas, distintas apenas na cor e na marca das empresas que os patrocinam e parecem empatados no figurino. Não podiam ter escolhido uma corzinha mais bonita? Por que uma bola só? De repente, o jogo para. Alguns homens começam a discutir. A emissora mostra o homem todo de preto indo na direção deles. Esse ameaça colocar a mão no bolso. Um, dois, três. O que será que ele tem de tão importante no bolso da camisa? Um gás paralisante, uma arma de chumbinho ou um remédio calmante para relaxar os ânimos? Saem cartões amarelos ou vermelhos, e que funcionam como armas. Acalmam o jogo, ou expulsam atletas do gramado. Passados alguns minutos, o moço de preto consegue controlar a discussão. Ela termina. O jogo volta ao normal. Normal? Lá estão eles de novo com as pernas grossas, o corpo suado, a cara de “vou tomar a bola de você” e uma torcida enorme achando tudo que eles estão fazendo o máximo.

Alguém joga a bola na rede: gol, como eles chamam. O coro é geral. A torcida do moço que mandou a bola na rede chora e grita emocionada. O outro time parece ter perdido a mãe, caminha desolado pelo gramado, quase afundando no campo.

Ah! Entendi. O clímax da brincadeira é colocar a bola naquele buraco enorme, perde aquele que não colocar a bola no grande buraco. Assim, durante o jogo, temos duas reações; de êxtase dos vencedores e tristeza dos perdedores. O negócio é sério mesmo. Eles fazem enormes campeonatos, acertam contratações milionárias com os homenzinhos que melhor entendem de colocar a bola no buraco, na rede. E não são

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Política pra Quê

apenas os desocupados que gostam desse jogo. Muita gente séria, empresários, artistas, intelectuais, todos vibram com a vitória ou sofrem a dor de ver seu time perdendo.

Assim é o futebol. Assim é, no fundo, todo jogo esportivo. Emblemático, sem sentido, em termos lógicos. Totalmente absurdo para quem não comunga com o seu imaginário. Completamente envolvente e apaixonante, para quem concebe o mundo e a própria vida como uma metáfora do jogo: bola pra frente, e que não se mexa em time que está ganhando.

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Hombrecitos de la cancha Gabriela Aragão Souza de Oliveira

El otro día, charlando con mi hermano que es un enamorado del fútbol, comentábamos sobre la angustia de ver nuestros equipos cariocas, principalmente nuestro Vasco, en la situación en que se encuentran. Me causó gracia. Siempre encaré con curiosidad el sufrimiento, en gran parte masculino, cuando el asunto es el fútbol. Llevé el tema para algunas amigas que no actúan en le área deportiva, las cuales de tan desinformadas, aún imaginan que Romario esté en Flamengo. Y la pregunta fue: ¿cómo podemos ser tan distintas cuando el asunto es fútbol? Son ellas que me aclaran sobre nuestro tan apasionante fútbol, del punto de vista de quienes participan de él llevando la cerveza helada para el marido, que absolutamente bestificados miran la tele que pasa el partido, puesto que generalmente están siempre viendo algo en la TV. La pelota está en la cancha y los hombres a perseguirla. En el fútbol, los jugadores usan el mismo patrón de , distintas apenas en el color y en la marca de las empresas que los bancan y parecen tener el mismo figurino. ¿No podrían haber elegido un color más bonito? ¿Por qué sólo una pelota? De pronto, el juego para. Algunos hombres empiezan a discutir. La emisora muestra el hombre todo de negro yendo en su dirección. Ese amenaza poner la mano en el bolsillo. Uno, dos, tres. ¿Qué tendrá de tan importante en el bolsillo de la camisa? ¿Un gás paralizante, un arma o una medicina calmante para relajar los ánimos? Salen cartones amarillos o rojos, y que funcionan como armas. Se calma el juego, o expulsan atletas de la cancha. Pasado algunos minutos, el tipo de negro consigue controlar la discusión. Ella termina. El juego vuelve al normal. ¿Normal? Están allá otra vez con las mismas piernas gruesas, el cuerpo sudado, la cara de “te voy a quitar la pelota” y una hincha grandísima con fe de que todos están haciendo lo máximo. Alguien tira la pelota en la red: el gol, como lo llaman. El coro es general. La hincha del tipo que mandó la pelota a la red llora y grita emocionada. El otro equipo parece haber perdido la madre, camina tristísimo por la cancha, casi ahogándose en el suelo. ¡Ah! Entendí. El clímax del juego es poner la pelota en el agujero enorme. Así, durante el juego, tenemos dos reacciones; de éxtasis de los vendedores y tristeza de los perdedores. El algo bastante serio. Ellos hacen enormes campeonatos, contratan millonariamente los hombrecitos que saben cómo poner la pelota en el agujero. Y no sólo a los desocupados les gusta ese juego. Hay gente seria, empresarios, artistas, intelectuales, todos vibran con la victoria o sufren el dolor de ver su equipo perdiendo. Así es el fútbol, así es, en el fondo, todo juego deportivo. Emblemático, sin sentido, en términos lógicos. Totalmente absurdo, para quien no comulga con su imaginario. Completamente involucrante y apasionante, para quien hace de su propia vida una metáfora de juego: “pelota hacia adelante, y que no se toque en el equipo esté ganando ”

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Política pra Quê

Little men in the Field.

Gabriela Aragão Souza de Oliveira

The other day, I was talking to my brother, who is crazy for soccer, and he mentioned his misery to see Cariocas team, especially our Vasco, in the situation they are. I guess it’s funny. I have always realized, curiously, the suffering, most of times, men in its majority, when soccer is the subject. I talked to my girl friends who do not work in the sports field. They are so unaware of sports that they imagined Romário is still working at Flamengo’s Club. And the question was: How can we be so different from men when the topic is soccer? My friends are the ones who show me the so- called loving soccer game from a woman’s point of view. They simply take a bottle of beer to their couch potato husband in front of the screen which is displaying a soccer game. Women usually watch other kinds of programs. The ball is on the Field and men run after it. In soccer, the players wear the same type of shirt; it only differs in color or in companies’ brands that sponsorship the groups. They seem to be even when the topic is clothing. Couldn’t they choose a prettier color? Why using only one ball? Suddenly, the game stops. Some men start quarrelling. Television shows a man dressed in black going towards them. He has the intention of taking something out from his pocket. One, two, three. What does he have in his t-shirt’s pocket that is so important? A paralyzing gas? A gunshot or a tranquilizer to relax the players? Yellow or red cards that function like a gun. It makes the game easier or expels players from the field. A few minutes later, the man in black manage to control the arguing. It’s over. The match is back to normal. Normal? There they are again, thick legs, sweat body, the face showing their thoughts: Give me that ball! And crowded fans thinking that every step is the maximum. Someone kicks to the net. Goal, as they say. A general choir. The player’s rooters cry and yell in emotion. The other team seems to have lost their moms. They walk miserably on the field, almost burying heads on the soil. Oh! I got it. The climax of the lay is to kick the ball in that huge net. The one who doesn’t score loses. Thus, during the match, there two reactions: ecstasy from the winners and misery from the losers. It is really serious. They have pompous championships, hire theses little men who know how to throw the ball into the net with millions dollars. Nevertheless, Soccer is admired not only by those who have nothing to do but businessmen, artists, intellectuals. Everybody is thrilled with victory or suffer when their team loses. This is soccer. This is every sporting game. Emblematic, nonsense in logic terms. Totally absurd to those who don’t share the same opinion. Completely involving and loving to those who accept the world and their own lives as a game metaphor. Roll the ball and don’t change the team that is winning.

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ÍNDICE DE TRADUÇÕES REALIZADAS PELOS ALUNOS DA TURMA 1001 DO C.E. HISPANO BRASILEIRO JOÃO CABRAL DE MELO NETO

Política pra quê até Hábitos:

Marco Yuri das Neves, Paula Goiano, Beatriz Marinho.

De O povo até Ética e Estética: Ronaldo Amorim, Leonardo Doná y Harold Jonathan.

De Voto e Revolta até a Lógica do Consumo : Rayssa Franco, Ana Caroline Buçard y Vanessa Torres.

De Terceirizar até Transportes: Juliana Nascimento de Castro, Isaac Brian de Brito, Adson de Azevedo.

De A Bicicleta até Quem me protege:

Revoredo.

Adrielly Pereira, Francisco Souza, Enzo

De Vândalos ou manifestantes até quando: Ana Luiza Lira, Grabiela de Assis, Lucas Mattos.

De Jovem da periferia até Moto Táxi Emily Cristine, Gabriele Mendonça, Jade Oliveira.

De Padrão Fifa até O Menino e a Pipa: Gabriela Barbosa, Ana Paula Pereira, Jaqueline Santos, Juliana Venâncio

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AS AUTORAS

Gabriela Aragão Souza de Oliveira

Licenciada Plena em Educação Física pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1996), especialista em Educação Física Escolar pela Universidade Federal Fluminense (2000); Mestre em Educação Física (2002) e Doutora em Educação Física

pela Universidade Gama Filho (2009).

 

Professora do Curso de graduação em Educação Física da UNISUAM desde 2014. Professora de Educação Física escolar da Rede Estadual de Educação do Rio de Janeiro desde 1998. Trabalha atualmente no Cap. UERJ e na Graduação em Educação Física na UERJ. Atuou como professora na graduação em Educação Física da Universidade Gama Filho de agosto de 2002 a janeiro de 2014. Coordenadora pedagógica do estágio supervisionado escolar e do estágio do bacharelado do curso de graduação em Educação Física da Universidade Gama Filho de 2007 a 2014. Criou e coordenou o Laboratório de Avaliação e Intervenção Motora (LAIM/UGF) de 2010 a 2013. Atua com estudos nos seguintes temas, a saber: a) Metodologia do Ensino da Educação Física; Competências e habilidades na Educação Física escolar; b) Avaliação e Intervenção Motora em crianças com dificuldades motoras provocadas por doenças neurológicas; b) Representações Sociais de Gênero na Educação Física, Esporte e Lazer, com ênfase nos seguintes

temas: gestão esportiva e trajetória feminina

 

Carmen Souto Ares Bacharel e Licenciatura em Letras (Português-Inglês) pela Universidade Federal do Rio

de Janeiro (2003).Professora de

Inglês da Rede Estadual de Educação do Rio de Janeiro

desde 2005, lecionando atualmente no Colégio Estadual Hispano-Brasileiro João Cabral

de Melo Neto.Professora de inglês do Município do Rio de janeiro desde 2011.

 

Professora de inglês da Escola de Idiomas FISK desde 1997 onde prepara alunos para proficiência na língua inglesa.Habilitada em espanhol com certificado DELE Superior do Instituto Cervantes (2008).

Karina Gaspar de Oliveira

Possui graduação em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2002), em Espanhol (Casa de España 2000), DELE - Universidad de Salamanca C 2 (2006) e mestrado em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2005). É especialista em Orientação Educacional e Pedagógic a(2008) e Pedagogia Empresarial (2003). Atualmente é professora do Colégio Miguel Couto Jacarepaguá e do Colégio Estadual Hispano Brasileiro João Cabral de Melo Neto.

Daniela Carvalho Korol Possui graduação pela Fundação Educacional Unificada Campograndense (2005). Atualmente é professora - Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro - Santo Cristo. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Língua Espanhola

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