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Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências 6. MODELOS ALEATÓRIOS 6.1 Introdução 6.2 Modelo

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

6. MODELOS ALEATÓRIOS

6.1

Introdução

6.2

Modelo de Análise de Variância Simples com Efeitos Aleatórios

6.3

Modelo de Análise de Variância Dupla com Efeitos Aleatórios

6.4

Modelo Misto

6.5

Regras para o Cálculo do valor esperado das Médias Quadráticas

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Nos parágrafos anteriores, análise de variância simples

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Nos parágrafos anteriores, análise de variância simples e análise factorial, assumimos que o investigador escolheu especificamente os níveis do factor utilizado no planeamento da experiência e, consequentemente, as inferências obtidas com base na análise de variância são só aplicáveis aos níveis dos factores considerados. Tínhamos um modelo de efeitos fixos.

Neste parágrafo vamos considerar que os níveis dos factores que entram no modelo são escolhidos aleatoriamente no domínio de variação desses mesmos níveis.

modelo de efeitos aleatórios ou modelo II

Também se diz modelo com efeitos aleatórios

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Os modelos de efeitos aleatórios para a

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Os modelos de efeitos aleatórios para a análise de variância,

também chamados modelos das componentes da variância,

tiveram a sua origem, tal como os modelos de efeitos fixos, em problemas de astronomia; só mais tarde os estatísticos reinventaram os modelos de efeitos aleatórios e desenvolveram modelos mais complicados.

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Domínios onde é frequente a existência de

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Domínios onde é frequente a existência de experiências envolvendo efeitos aleatórios:

(i) estudo das características quantitativas hereditárias tais como a produção de sementes em plantas cultivadas.

Muitas variedades geneticamente distintas de plantas cultivadas são desenvolvidas em programas de melhoramento. As variedades representam uma amostra aleatória das variedades que potencialmente podem ser desenvolvidas. Por sua vez, a descendência de cada variedade é também encarada como uma amostra aleatória da descendência possível de cada variedade. Pretende-se então conhecer a partição da variação total nas contribuições separadas das variedades e da descendência.

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências (ii) ensaios clínicos - é frequente a

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

(ii) ensaios clínicos - é frequente a existência de experiências envolvendo efeitos aleatórios.

São exemplo disso os estudos inter laboratoriais, feitos de forma rotineira pelos laboratórios clínicos, onde se pretende estudar a variabilidade existente entre os testes feitos pelos diferentes laboratórios. Em intervalos regulares de tempo amostras extraídas de uma grande quantidade homogénea de soro são enviadas, para análise, para uma grande quantidade de laboratórios. Os laboratórios envolvidos no ensaio assim como as amostras para eles enviadas são considerados amostras aleatórias respectivamente da potencial população de laboratórios e das potenciais amostras de soro. Os investigadores pretendem saber se existe uma variação significativa nos resultados entre laboratórios.

Modelo II- Um Factor y ij      j e ij Análise

Modelo II- Um Factor

y

ij

j

e

ij

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

j

1,

,

k;i

1,

,

n

e

ij

j

(0,

N

2 )

N

(0

2

,

)

i 1,

,

n

j 1,

,

k

j 1,

,

k

independentes

independentes

e ij

e

j independentes

i 1,

,

n

j 1,

,

k

Às variâncias

2

e

2 dá-se o nome de componentes da variância.

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Num programa de melhoramento de plantas (

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Num programa de melhoramento de plantas (breeding) a componente

de variância entre grupos,

entre famílias e geralmente estamos interessados no quociente entre esta variação genética e a variação total,

, representa a variabilidade genética

2

2

Y

2

2

coeficiente de correlação intraclasses

2

2

2

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Nota 1- No melhoramento genético animal (vegetal)

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Nota

1- No melhoramento genético animal (vegetal) tem-se interesse em saber qual é a proporção das diferenças entre animais (plantas) que é transmissível à descendência; essa proporção é dada por

h

2

4

2

2

2

coeficiente de heritabilidade

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências 2- À correlação entre registos repetidos do

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

2- À correlação entre registos repetidos do mesmo animal (planta)

dá-se o nome de repetibilidade.

2

2

2

coeficiente de repetibilidade

(Adaptado de Melhoramento Genético Animal. Luís Telo da Gama. Escolar Editora, Lisboa. Portugal)

Ver mais aplicações em Kuehl pg.155-156

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências A partição da variação total apresentada na

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

A partição da variação total apresentada na tabela da análise de variância para o Modelo I é igualmente verificada neste modelo

k

n



j

1

i

1

y

ij

SS

Total

y

2

SS

n

k

j

1

A

SS

E

y

. j

y

2

k

n



j

1

i

1

y

ij

y

.

j

2

Tal como no Modelo I Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé

Tal como no Modelo I

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Tal como no Modelo I Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral.
Consequentemente MS A  2 MS E ( n 2     2

Consequentemente

MS

A

2

MS

E

(

n

2

2

)

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

F

(

k

1,

N

k

)

e tem-se  E MS A    SS E  A  k

e tem-se

E MS

A

SS

E

A

k 1

E MS

E

2

 

n



n

2

 

2

0

2

 

2

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

n

n

j

0

n

j

1

k 1

k

j 1

n

j

k

j

1

n

2

j

k

j

1

n

j

Objectivos 1. Testar hipóteses H 0 :  2   0 vs Análise de

Objectivos

1. Testar hipóteses

H

0

:

2

0

vs

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

H

1

:

2

0

2. Estimar as componentes da variância

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-15

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-15
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-16

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-16
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Estimação e Intervalos de Confiança para as

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Estimação e Intervalos de Confiança para as Componentes da Variância.

1- Estimação

ˆ

2

MS

E

ˆ

 

 

MS

A

MS

E

 

2

ˆ

 

 

MS

n

MS

 

 

A

E

MS

A

MS

E

 

MS

A

(

n

1)

MS

E

 

MS

A

MS

E

N

(

k

1)

 

MS

A

MS

E

N

(

k

1)

MS

E

(

N

2

k

n

2

j

)

j 1

N

(

k

1)

N

2

k

j 1

n

2

j

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências O que Fazer Quando Obtemos Estimativas da

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

O que Fazer Quando Obtemos Estimativas da Variância Negativas?

Experiências O que Fazer Quando Obtemos Estimativas da Variância Negativas? M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-18
2 - Intervalos de Confiança Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé

2 - Intervalos de Confiança

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Intervalos de Confiança Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-20

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-20
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-21

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-21
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-22

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-22
Função Potência do Teste Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral.

Função Potência do Teste

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Potência do Teste Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências tem distribuição F Snedecor com (k-1, N-k)
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências tem distribuição F Snedecor com (k-1, N-k)

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências tem distribuição F Snedecor com (k-1, N-k) g.l.

tem distribuição F Snedecor com (k-1, N-k) g.l.

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Como Calcular o Número de Observações Necessárias

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Como Calcular o Número de Observações Necessárias para o Teste Ter uma Determinada Potência?

Tal como no modelo de efeitos fixos, existem gráficos das curvas características para o caso equilibrado (Montegomery 1991, pag. 611 a 614) (podemos calcular a potência sem recorrer a estes gráficos)

A leitura desses gráficos dá-nos o erro do tipo II, parâmetro

2

n

2

1
1

para vários g.l. do numerador e denominador e

, contra o

= 0.05 ou 0.01.

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Exemplo 1 - Um estudo genético com

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Exemplo 1 - Um estudo genético com animais para produção de carne consistiu em registar o peso ao nascimento de várias crias resultantes do acasalamento de vários machos com grupos separados de fêmeas.

resultantes do acasalamento de vários machos com grupos separados de fêmeas. M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-27
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-27

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências 1.Seleccionar Advanced Linear/Nonliner Models+General Linear

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

1.Seleccionar Advanced Linear/Nonliner Models+General Linear Models

1.Seleccionar Advanced Linear/Nonliner Models+General Linear Models M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-28
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências 2. Seleccionar One-way ANOVA+Ok M. Salomé Cabral.

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

2. Seleccionar One-way ANOVA+Ok

de Variância e Pl aneamento de Experiências 2. Seleccionar One-way ANOVA+Ok M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo

M. Salomé Cabral. FCUL

Capítulo 6.1-29

3. Seleccionar Variables Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL

3. Seleccionar Variables

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

3. Seleccionar Variables Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências 4. Escolher de acordo com a categoria

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

4. Escolher de acordo com a categoria

e Pl aneamento de Experiências 4. Escolher de acordo com a categoria M. Salomé Cabral. FCUL
5. Escolher options Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL

5. Escolher options

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

5. Escolher options Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo
6. Ok+Ok Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo

6. Ok+Ok

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

6. Ok+Ok Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-33
7. Test all effects Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral.

7. Test all effects

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

7. Test all effects Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Conclusão : Rejeitamos H 0 M. Salomé

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Conclusão : Rejeitamos H 0 M. Salomé Cabral.

Conclusão : Rejeitamos

H

0

de Variância e Pl aneamento de Experiências Conclusão : Rejeitamos H 0 M. Salomé Cabral. FCUL
9. Seleccionar Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo

9. Seleccionar

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

9. Seleccionar Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-36
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências > (1397.8-463.8)/8 [1] 116.75 Variable: Peso Variance

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

> (1397.8-463.8)/8 [1] 116.75

Variable: Peso Variance Components Type III decomposition

Macho, Macho, 116.75 116.75 Error, 463.79 Error, 463.79
Macho, Macho, 116.75 116.75
Error, 463.79
Error, 463.79

Variable: Peso Relative Variance Components (in Percent) Type III decomposition

Macho, Macho, 20.1% 20.1% Error, 79.9% Error, 79.9%
Macho, Macho, 20.1% 20.1%
Error, 79.9%
Error, 79.9%
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Com n=8 M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Com n=8 M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-38

Com n=8

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Com n=8 M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-38
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Com n=8 M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-38
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Outro método de estimação para as componentes

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Outro método de estimação para as componentes da variância

1.Seleccionar Advanced Linear/Nonliner Models+Variance components

variância 1.Seleccionar Advanced Linear/Nonliner Models+Variance components M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-39
2. Seleccionar Variables Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL

2. Seleccionar Variables

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

2. Seleccionar Variables Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências 3.Ok M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-41

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências 3.Ok M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-41

3.Ok

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências 4. Seleccionar o método pretendido M. Salomé

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

4. Seleccionar o método pretendido

Variância e Pl aneamento de Experiências 4. Seleccionar o método pretendido M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Conclusão: (i) As estimativas de e de

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Conclusão: (i) As estimativas de e de são,

Conclusão:

(i) As estimativas de e de são, respectivamente, 116.7493 e

463.7920.

(ii) A estimativa do coeficiente de correlação intraclasses

2

2

2

2

2

ˆ

MS

A

MS

E

MS

A

(

n

1)

MS

E

> (1397.8-463.8)/(1397.8+7*463.8)

[1] 0.2011024

(iii) A variabilidade entre os machos corresponde a 20% da variabilidade total.

(iv) Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências As estimativas dos diferentes intervalos de

(iv)

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

As estimativas dos diferentes intervalos de confiança obtêm-se substituindo os estimadores pelas respectivas estimativas. Para

o exemplo e ao nível de confiança de 90% temos:

(326,722)

o exemplo e ao nível de confiança de 90% temos: (326,722)  - 4,1387  

- 4,1387

0.02,0.67

estimativa do intervalo de confiança para

estimativa do intervalo de confiança aproximado para . Comente.

2

estimativa do intervalo de confiança para

2
2

para . Comente.  2  estimativa do intervalo de confiança para  2  M.
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências As estimativas obtidas pelo método da :

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

As estimativas obtidas pelo método da :

(i) ML.

As estimativas obtidas pelo método da : (i) ML . (ii) REML Comente as diferenças. M.

(ii) REML

estimativas obtidas pelo método da : (i) ML . (ii) REML Comente as diferenças. M. Salomé

Comente as diferenças.

Modelo II- Dois Factores Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Planeamento aleatórios completamente

Modelo II- Dois Factores

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Planeamento

aleatórios

completamente

aleatorizado

dois

factores

com

Planeamento aleatórios completamente aleatorizado dois factores com M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-46
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Objectivos 1. testar as hipóteses 2. estimar

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Objectivos 1. testar as hipóteses 2. estimar as

Objectivos

1. testar as hipóteses

de Experiências Objectivos 1. testar as hipóteses 2. estimar as componentes da variância M. Salomé Cabral.

2. estimar as componentes da variância

Testes de Hipóteses com SS SS A B SS AB SS E   

Testes de Hipóteses

com

SS

SS

A

B

SS

AB

SS

E

SS

Total

SS

A

bn

an

a

i 1

b

y

i

y

.

j

.

 

j

1

a

b



y

ij

.

n

i 1 j

1

a

b

n



i  k

111

j

y

y

y

ijk

2

2

y

i

y

ij .

SS

B

y

2

.

j

.

y

e independentes

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

SS

2

AB

SS

E

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Os valores esperados dos diferentes MS são:

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Os valores esperados dos diferentes MS são:

(

E MS

(

E MS

(

E MS

(

E MS

A

)

2

2

n

B

)

2

2

n

AB

)

2

2

n

E

)

2

bn

2

an

2

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-50

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-50
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-51

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-51
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-52

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-52
Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Estimação e Intervalos de Confiança para as

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Estimação e Intervalos de Confiança para as Componentes da Variância

1. Estimação

ˆ

2

MS

E

2

ˆ

MS

A

MS

AB

bn

ˆ

2

MS

B

MS

AB

an

2

ˆ

MS

AB

MS

E

n

Utilizar

variâncias negativas

2. Intervalos de Confiança

É possível obter um intervalo de confiança para atenção que

procedimentos

indicados

quando

obtemos

os

2 , tendo em

ab n

(

1)

MS

E

2

2

(

ab

(

n

1 ))

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Intervalos de confiança exactos para as outras

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Intervalos de confiança exactos para as outras componentes da variância já não é possível, podendo-se no entanto obter intervalos aproximados (ver Scheffé pag. 244)

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Exemplo 2- A cultura de células parece

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Exemplo 2- A cultura de células parece ser influenciada pelo meio utilizado e pela temperatura. Quatro testes repetidos de um planeamento factorial foram efectuadas no laboratório para três meios e três temperaturas. Quer os três meios quer as três temperaturas para os quais foi realizado o ensaio foram escolhidas aleatoriamente. A ordem pela qual as 36 observações foram efectuadas foi aleatória. Os dados encontram-se na tabela que se segue. Que conclusões podem ser tiradas relativamente à variabilidade das observações?

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-56

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-56
Resolução: Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Conclusão: (i) para os níveis de

Resolução:

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Conclusão: (i) para os níveis de significância 0.1

Conclusão:

(i) para os níveis de significância 0.1 e 0.05, rejeita-se a hipótese da variabilidade devida à interacção e a variabilidade devida às diferentes temperaturas serem zero.

(ii) Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências A estimativa da variância de y

(ii)

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

(ii) Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências A estimativa da variância de y i

A estimativa da variância de y ijk é

ˆ 2

y

675.21

244.87

1429.58

432.06

2781.72

ˆ

2

675.21 componente do erro - representa a variabilidade

das células.

Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências componente do meio - dá-nos a variabilidade

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

componente do meio - dá-nos a variabilidade na “performance” do meio e corresponde a 8.8% da variância total

(2781.72)

ˆ 2 244.87

componente da temperatura - é a variabilidade

associada a utilizarmos outra temperatura e corresponde a 51.4% da variância total.

ˆ 2 1429.58

ˆ 2 432.06

componente da interacção - contribui com

15.5% na variância total estimada. O facto da interacção ser significativa quer dizer que a performance relativa dos vários meios não varia de forma consistente com a temperatura.

Advanced Models Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências Linear /Nonlinear Models/General Linear M.

Advanced

Models

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Linear

/Nonlinear

Models/General

Linear

e Pl aneamento de Experiências Linear /Nonlinear Models/General Linear M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo 6.1-60
Variable: Observ Variance Components Type III decomposition Meio*Temp, Meio*Temp, 432.06 432.06 Error, Error, 675.21

Variable: Observ Variance Components Type III decomposition

Meio*Temp, Meio*Temp, 432.06 432.06 Error, Error, 675.21 675.21 Meio, Meio, 244.87 244.87 Temp, Temp, 1429.66
Meio*Temp, Meio*Temp, 432.06 432.06
Error, Error, 675.21 675.21
Meio, Meio, 244.87 244.87
Temp, Temp, 1429.66 1429.66

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

Variable: Observ Relative Variance Components (in Percent) Type III decomposition

Meio*Temp, 15.5% Meio*Temp, 15.5% Error, Error, 24.3% 24.3% Meio, Meio, 8.8% 8.8% Temp, 51.4% Temp,
Meio*Temp, 15.5%
Meio*Temp, 15.5%
Error, Error, 24.3% 24.3%
Meio, Meio, 8.8% 8.8%
Temp, 51.4%
Temp, 51.4%
Error, Error, 24.3% 24.3% Meio, Meio, 8.8% 8.8% Temp, 51.4% Temp, 51.4% M. Salomé Cabral. FCUL
Como Necessárias para Potência ? Calcular Análise de Variância e Pl aneamento de Experiências o

Como

Necessárias para Potência ?

Calcular

Análise de Variância e Planeamento de Experiências

o

Número

de

Observações

o

Teste

Ter

uma

Determinada

Tal como no Modelo II com um factor, recorrendo aos gráficos com as curvas características (Montegomery 1991, pag. 610 a 614).

gráficos com as curvas características (Montegomery 1991, pag. 610 a 614). M. Salomé Cabral. FCUL Capítulo