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Fibras Ópticas

Breno T Meyer, Edson Wong, Jansenn S Rocha, José Humberto Cruvinel, Marcelo L Vasconcelos, Marcelo B. do Carmo, Márcio J. Rodrigues

Trabalho da Disciplina Teoria de Materiais, 1 o Semestre de 2000, Prof. Jaime Arturo Ramírez

I - INTRODUCÃO

As fibras ópticas têm sido amplamente utilizadas para diversas aplicações no nosso dia a dia, tais como transmissão de dados telefônicos , comunicação na internet, equipamentos eletrônicos aplicados na medicina para exames no interior do corpo e até mesmo para estudos de física e engenharia nuclear para visualização das operações no interior de reatores.

A fibra óptica corresponde à um meio onde a potência luminosa,

injetada pelo emissor de luz, é guiada e transmitida ao fotodetector.

Desta forma os dados são convertidos através de codificadores e guiados por transmissores ópticos pela fibra óptica observando-se um fenômeno denominado reflexão total interna.

II – HISTÓRICO

1940: 1o cabo coaxial transporta até 300 ligações telefônicas ou um canal de TV com uma portadora de 3 MHz. 1948: Os cabos coaxiais apresentam perdas grandes para f>10 MHz. Assim surgiu a 1a transmissão por microonda com portadora de 4 GHz.

1950 - Pesquisadores começam a sugerir o uso de uma casca em

volta da fibra para guiar a luz. Os primeiros "fibrescopes" foram desenvolvidos mas o custo ainda é proibitivo.

1964 - Kao especulou que se a perda da fibra for somente 20

dB/km, seria possível, pelo menos teoricamente, transmitir sinais a longa distância com repetidores. 20 dB/km: sobra apenas 1% da luz após 1 km de viagem. Objetivos: menor custo e melhores para o transporte da luz.

1968 - As fibras da época tinham uma perda de 1000 dB/km.

The Post Office patrocina projetos para obter vidros de menor

 

perda.

A

EVOLUÇÃO DAS COMUNICAÇÕES ÓPTICAS

1970

- Corning Glass produziu alguns metros de fibra óptica

as

comunicações ópticas com sinais e gestos visuais. Século VI AC: Ésquilos informou a Argos da queda de Tróia por meio de uma cadeia de sinais de fogo. Século II AC: Polibio propôs um sistema de transmissão do alfabeto grego por meio de sinais de fogo (dois dígitos e cinco níveis (52=25 códigos) 200 - Heron da Alexandria estudou a reflexão. Os primeiros vidros (babilônios, egípcios e fenícios) não eram transparentes. Eram feitos simplesmente derretendo a areia do mar. Os vidros transparentes apareceram na idade média. (100 Ac) Vidros de qualidade óptica somente apareceram após o surgimento dos famosos cristais venezianos, na Renascença. Os princípios da fibra óptica são conhecidos desde a antigüidade e foram utilizados em prismas e fontes iluminadas.

5

milhões

de

anos:

homens

primitivos

iniciaram

1621 - Willebrod Snell descobriu que quando a luz atravessa

dois meios, sua direção muda (refração).

1678 - Christian Huygens modela a luz como onda.

1792: Claude Chappe inventou um sistema de transmissão mecânica para longas distâncias

B<1 bps).

1800 - Sir William Herchel descobriu a parte infravermelha do

espectro.

1801 - Ritter descobre a parte ultravioleta do espectro.

1830: Telégrafo com código Morse (digital) com repetidores chegava a 1000 km (B=10 bps). 1866: Primeira transmissão transatlântica de telégrafo.

1870 - John Tyndal mostrou à Royal Society que a luz se curva

para acompanhar um esguicho d’água. 1876: Invenção do telefone analógico por Graham Bell que existe até hoje (o telefone). 1880: Photophone de Graham Bell.

Século XX: O mundo se enreda de redes telefônicas analógicas

1926 - John Logie Baird patenteia uma TV a cores primitiva que

utilizava bastões de vidro para transportar luz. 1930-40 - Alguns guias de luz foram desenvolvidos de Perplex para iluminar cirurgias.

com perdas de 20 db/km.

1973 - Um link telefônico de fibras ópticas foi instalado no

EEUU.

1976 - Bell Laboratories instalou um link telefônico em Atlanta

de 1 km e provou ser praticamente possível a fibra óptica para telefonia, misturando com técnicas convencionais de transmissão. O primeiro link de TV a cabo com fibras ópticas foi instalada em Hastings (UK). Rank Optics em Leeds (UK) fabrica fibras de 110 mm para iluminação e decoração.

1978 - Começa em vários pontos do mundo a fabricação de

fibras ópticas com perdas menores do que 1,5 dB/km para as mais diversas aplicações.

1979 – Miya e outros (JAPÃO) anunciam fibra monomodo com

0.20 dB/Km em1550 nm.

1980-81 – Instalação, teste e operação da Segunda geração de sistemas comerciais (1,3 m).

1982 – Stern (Inglaterra) – Primeiras demonstrações no campo

de emendas de fibras monomodo com perdas de 0,2 dB.

1983 - Estão disponíveis comercialmente conectores para fibras

monomodo com perda inferior a 0,3 dB nos EUA, Europa e

Japão.

1985 – AT&T Bell Labs testa sistema experimental a 4 Gbps

com 103 Km de alcance.

sistema

coerente a 400 MBps com 290 Km de alcance.

submarino

Transatlântico.

1988 –

1987 –

Iwashita

EUA

e

Matsumoto

o

primeiro

----experimentam

cabo

óptico

operam

A EVOLUÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES

Um sistema de comunicação transmite informação de um lugar a outro: alguns km ou distâncias transoceânicas. A informação é transportada por uma portadora eletromagnética cuja freqüência vai de alguns MHz até centenas de THz. Comunicações ópticas trabalham em até 100 THz no visível ou IV próximo.

Estes

sistemas

começaram

a

ser

estendidos

desde

1980

e

revolucionaram

as

telecomunicações

iniciando

a

"Information

Age".

III – COMPOSIÇÃO E ESTRUTURA

2

Uma fibra óptica é composta basicamente de material dielétrico (em geral, sílica ou plástico), segundo uma longa estrutura cilíndrica, transparente e flexível, de dimensões microscópicas comparáveis às de um fio de cabelo humano.

A fibra é formada por uma região central, chamada de núcleo

com índice de refração n1, envolta por uma camada também de material dielétrico, chamada casca com índice de refração n2, onde

a seção transversal do cabo é, na maioria das vezes, circular, podendo ter outras configurações tal como a elíptica.

O mecanismo básico de transmissão de luz ao longo da fibra

consiste, em termos da óptica geométrica, num processo de reflexão interna total que ocorre quando um feixe de luz emerge de um meio mais denso para um meio menos denso, ou seja, entre meios com diferentes índices de refração.

Esta diferença entre os índices de refração pode ser obtida usando-se materiais dielétricos distintos (por exemplo sílica- plástico, diferentes plásticos, etc.) ou através de dopagens convenientes de materiais semicondutores (por exemplo, GeO2, P2O5, B2O3, F etc.) na sílica (SiO2). Para a proteção mecânica ou ambiental da fibra as mesmas podem ser revestidas ou encapsuladas.

da fibra as mesmas podem ser revestidas ou encapsuladas. (figura 1) IV – PRINCÍPIO DE PROPAGAÇÃO

(figura 1)

IV – PRINCÍPIO DE PROPAGAÇÃO

A propagação do feixe de luz através da fibra óptica ocorre

devido à reflexão interna total. Sabe-se que a relação entre a velocidade e a luz no vácuo e a

velocidade da luz num meio qualquer define o índice de refração

do meio em questão, ou seja:

n =

c

c meio

Desta forma os meios dielétrico mais densos correspondem a velocidades de propagação de luz menores, e vice versa. Alguns valores para exemplificação estão dispostos na tabela abaixo:

Dielétrico

n

Dielétrico

n

Ar

1,0

Quartzo Fundido

1,46

Água

1,33

Vidro

1,5 a 1,9

Álcool Etílico

1,36

Diamante

2,42

(Índice de difração de dielétrico para comprimentos de onda =0,589um)

A propagação de luz numa interface de dielétrico de diferentes

índices de difração experimentam os fenômenos de reflexão e

refração conforme a figura abaixo.

de reflexão e refração conforme a figura abaixo. O raio incidente na interface, além de parcialmente

O raio incidente na interface, além de parcialmente refletido, é refratado segundo a lei de Snell dada por:

n

1

sen(

q

1

)

=

n

2

sen(

q

2

)

Onde q1 é o ângulo incidente com relação à normal à interface, q2 é o ângulo do raio refratado, e n1 e n2 são os índices de

refração dos meios 1 e 2 respectivamente. Quando a refração ocorre na passagem da luz de um meio

dielétrico mais denso para um meio menos denso, o ângulo do raio refratado é sempre maior que o ângulo do raio incidente. Neste caso, existe uma situação limite para a refração onde o raio incidente, com determinado ângulo, menor que 90o , conhecido como ângulo crítico, implica um raio refratado que se propaga paralelamente na interface dos dois dielétricos. Qualquer raio incidente com ângulo superior ao ângulo crítico

não será mais refratado, mas refletido totalmente. Esse efeito de reflexão interna total é o mecanismo básico de propagação de luz em fibras ópticas, conforme mostrado na figura 1. V – VANTAGENS

As características especiais das fibras ópticas implicam vantagens consideráveis com relação aos meios de transmissão convencionais, tais como fios metálicos, fios coaxiais e microondas.

a) Banda passante potencialmente enorme A transmissão em fibra óptica é realizada em freqüências ópticas portadoras na faixa espectral de 10 14 a 10 15 Hz (100 a 1000 T Hz). Isto significa uma capacidade de transmissão potencial, no mínimo,

3

10.000 vezes superior, por exemplo, à capacidade dos atuais sistemas de microondas que operam com uma banda passante útil de 700MHz. (Comparação entre a característica de atenuação)

b) Perdas de transmissão muito baixas As fibras ópticas apresentam perdas de transmissão muito baixas, desde atenuações típicas na ordem de 3 a 5 dB/Km na

desde atenuações típicas na ordem de 3 a 5 dB/Km na região em torno de 0,85um

região em torno de 0,85um (3,5314 Hz) até perdas inferiores a 0.2 dB/Km na região de 1,55um (1,9314 Hz). Pesquisas com novos materiais, em comprimentos de ondas superiores, prometem fibras ópticas com atenuações ainda menores, da ordem de centésimo e, até mesmo, milésimos de dB/km. Desse modo, com fibras ópticas, é possível implantar sistemas de transmissão de longa distância com um espaçamento muito grande em repetidores, o que reduz significativamente, a complexidade e custos do sistema. Enquanto, por exemplo, um sistema de microondas convencional exige repetidores à distâncias da ordem de 50 Km, sistemas com fibras ópticas permitem alcançar distâncias de 200 Km.

 

Perdas de freqüência equivalente a metade da taxa de transmissão (dB/Km).

Meios de transmissão

1,54 Mbps

6,31 Mbps

44,73 Mbps

Par trançado 26 AWG

24

48

128

Par trançado 19 AWG

10,8

21

56

Cabo Coaxial 0,95 mm

2,1

4,5

11

Fibra Óptica

3,5

3,5

3,5

(Tabela comparativa da atenuação entre os

sistemas metálicos e fibra óptica)

c) Imunidade a interferências a ao ruído

Enquanto os fios de cobre transportam elétrons, os cabos de fibra óptica transportam a luz. Portanto por serem compostas de materiais dielétricos, ao contrário dos suportes de transmissão metálicos, não sofrem interferências eletromagnéticas. As interferências causadas por descargas elétricas atmosféricas, pela ignição de motores, pelo chaveamento de relés, e por diversas outras fontes de ruídos elétricos, esbarram na blindagem natural provida pelas fibras ópticas (material dielétrico). As fibras ópticas agrupadas em cabos ópticos não interferem opticamente umas nas outras, devido ao sinal luminoso propagado estar bem confinado a cada fibra, resultando num nível de ruído e de diafonia (crosstalk) desprezível. A fibra óptica também tem imunidade a pulsos pulsos eletromagnéticos.

d)

Isolação Elétrica

O

material dielétrico (vidro ou plástico) que compõe a fibra

óptica oferecem um excelente isolação elétrica entre os transceptores ou estações interligadas. Ao contrário dos suportes metálicos, as fibras ópticas não tem problemas com aterramento e interfaces dos transceptores. Além disso quando o cabo de fibra óptica é danificado não existem faíscas de curto circuito, o que permites a sua utilização em ambientes com perigo de explosões ou ser implementada entre prédios com diferentes aterramentos.

e) Pequeno tamanho e peso

As fibras ópticas tem dimensões comparáveis com as de um fio

de cabelo humano. Mesmo considerando-se os encapsulamentos de proteção, o diâmetro e o peso dos cabos ópticos são bastante inferiores aos cabos metálicos. O efeito combinado do tamanho e peso reduzidos faz das fibras ópticas um meio ideal de transmissão em aviões, navios e satélites.

f) Segurança da informação e do sistema

As fibras ópticas não irradiam significativamente a luz propagada, implicando em alto grau de segurança da informação transportada. Qualquer tentativa de captação de informações ao longo de fibra óptica é facilmente detectada, pois existe um desvio de uma porção considerável de potência luminosa transmitida. Desta forma a fibra óptica é importante em sistemas de comunicação exigentes quanto à privacidade tais como aplicações bancárias e militares.

g) Flexibilidade na expansão da capacidade dos sistemas

Os sistemas de transmissão por fibra óptica podem ter sua capacidade de transmissão aumentada gradualmente, em função, por exemplo, do tráfego, sem que seja necessária a instalação de um novo cabo óptico. Basta para isto melhorar o desempenho dos transceptores, seja, por exemplo, substituindo-se LED’s por diodos laser ou utilizando-se técnicas de modulação superiores.

h)

Custos potencialmente baixos

O

vidro com que as fibras ópticas são fabricadas é feito a partir

do quartzo, um material que, ao contrário do cobre, é abundante na

crosta terrestre. Embora a obtenção do vidro ultra puro envolva um processo sofisticado, ainda relativamente caro, a produção de fibras ópticas em larga escala tende gradualmente a superar este inconveniente. Em sistemas de transmissão a longas distâncias as fibras ópticas têm sido bastante competitivas devido à grande capacidade de transmissão e ao maior espaçamento de repetidores, o que repercutem nos custos.

i) Alta resistência a agentes químicos e a variações de

temperatura As fibras ópticas, por serem compostas por basicamente vidro

ou plástico, têm uma boa tolerância a temperaturas, favorecendo a sua utilização em diversas aplicações. Além disso, as fibras ópticas

são menos vulneráveis a ações de líquidos e gases corrosivos, contribuindo assim para uma maior vida útil.

VI – DESVANTAGENS

4

a)

Fragilidade das fibras ópticas sem encapsulamentos

O

manuseio de uma fibra óptica “nua” é bem mais delicado que

no caso dos suportes metálicos.

b)

Dificuldade de conexão das fibras ópticas

 

As

pequenas

dimensões

das

fibras

ópticas

exigem

procedimentos e dispositivos de alta precisão na realização das conexões e junções.

c) Acopladores tipo T com perdas muito altas

É muito difícil se obter acopladores de derivação tipo T para

fibras ópticas com baixo nível de perdas. Isto repercute desfavoravelmente, por exemplo, na utilização de fibras ópticas em sistemas multiponto.

d) Impossibilidade de alimentação remota de repetidores

Os sistemas com fibras ópticas requerem alimentação elétrica independente para cada repetidor, não sendo possível a alimentação remota através do próprio sistema.

e) Falta de padronização dos componentes ópticos

A relativa imaturidade e contínuo avanço tecnológico não tem

facilitado o estabelecimento de padrões para os componentes de

transmissão por fibras ópticas.

VII – APLICAÇÕES

Sistemas de Comunicações

- Rede Telefônica (Interligação entre centrais telefônicas)

- Rede Digital de Serviços Integrados

- Cabos Submarinos

- Televisão por Cabo (CATV)

- Sistemas de Energia e Transporte

- Redes Locais de Computadores

Sistemas Sensores

- Aplicações Industriais (temperatura, pressão, nível de líquidos, vasão de líquidos, posição e rotação, aceleração ou vibração, poluição, giroscópio, fadiga)

- Aplicações Médicas (temperatura, pressão, magnéticos, vasão, micro câmeras)

- Automóveis (Controle do funcionamento de motores e da transmissão)

Aplicações Militares

- Comunicações

- Aplicações específicas (Mísseis teleguiados por cabos de fibras ópticas, Giroscópios ópticos).

Transmissão de dados

Hoje em dia, a transmissão de dados é um sério problema. O constante crescimento do setor de telecomunicações e a demanda para uma cada vez mais rápida rede de comunicação foi chave para o desenvolvimento de novas tecnologias na utilização de fibras óticas. Exemplos clássicos podem se constituir o avanço indiscriminado da internet, multimídia, as TVs digitais e a cabo, entre outros. O problema da capacidade de transmissão de dados pode ser resolvido de diferentes modos. Uma solução consiste em se colocar mais fibras, acompanhando o crescimento da demanda. A viabilidade econômica desta técnica é extremamente pequena, restringindo-se em poucas aplicações. O avanço das pesquisas nos trouxe a TDM (Time Division Multiplexing), que possibilitou uma melhor utilização das fibras monomodo mediante a um chaveamento feito por um multiplexador. Porém, este método tem uma séria restrição quanto

a largura de banda e formato de transmissão de dados. Por se tratar de uma fibra monomodo, esta só pode transmitir em uma largura de banda fixa e em modo SONET/SDH (Syncronous Optical Network / Syncronous Digital Hierarchy). A DWDM (Dense Wavelengh Division Multiplexing) é uma técnica de transmissão em fibra ótica que possibilita uma rápida transmissão de dados em diferentes larguras de banda ao mesmo tempo e em diferentes formatos, tais como IP (Internet Protocol), ATM (Asyncronous Transfer Mode) e SONET/SDH (Syncronous Optical Network / Syncronous Digital Hierarchy). Esse tipo de transmissão só foi possível com o avanço da tecnologia em fibras multimodo e em amplificadores óticos. Utilizados em longas distâncias desde 1995, os amplificadores óticos amplificam os sinais luminosos sem convertê-los em grandezas elétricas. Isso possibilita um maior alcance dos raios luminosos além de uma mais rápida rede. Hoje em dia os amplificadores óticos amplificam várias freqüências ao mesmo tempo. Outras inovações tecnológicas são o OWAD (Optical Wavelentgh Add/Drop)e o OXC (Optical Cross Conect). O primeiro possibilita o encontro de raios em diferentes freqüências sem um terminal SONET. Essa tecnologia é usada desde 1998. O outro, como o próprio nome já diz, possibilita um cruzamento de fibras, podendo os raios fazerem curvas, antes impossíveis.

VIII – CONCLUSÃO

As fibras ópticas têm apresentado inúmeras vantagens com relação aos suportes convencionais de transmissão de dados, e visto o seu custo benefício pode-se prever que elas estarão cada vez mais próximas do nosso cotidiano. Com a pesquisa e desenvolvimento de novos transceptores a capacidade de transmissão será também cada vez mais aumentada.

IX – BIBLIOGRAFIA

[1] Giozza, Willian F. ; Conforti, Evandro e Waldman, Hélio – “Fibras Ópticas” Tecnologia e projetos de sistema, McGraw-Hill Ltda, 1991.

[2] http://www.webproforum.com/dwdm/

[3] http://www.geocities.com/feiradeciencias