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Colecao Se Oe 42 edigao Mahmood Nahvi Joseph Edminister ___ Abrange os fundamentos de circuitos elétricos =... Capitulos sobre amplificadores operacionais, formas de ondas e sinais, Spice e PSpice 364 problemas resolvidos e com explicagées completas Obra originalmente publicads sob o stulo Schaum's Outline of Theory ard Problems of Electric Cireuits, 4 Mahmood Nal. Joseph A. Edminister © 2003, The McGraw-Hill Companies, Ine All rights reserved. ISBN 0-07-130307-2 Capa: Rogerio Gritho Leitura final: Rachel Garcia Valde= Supervisiio editorial: Denise Weber Nowaczyk Editoragioeletrinics: Laser Howse MAHMOOD NAHVI ¢ Professor de Engenharia Elétrica na Universidade Estadual Politécnica da Califia, em San Luis Obispo, ColifSmi Eke se titulou em B,Sc., M.Sc. e Ph.D, iodos em Engenharia Eisrica e tern 44 anos de ensino ¢ pesquisa neste campo. As areas de especial in- texesse e especializagio do Dr, Nahvi incluem teoria de circuitos, weoria de controle, engenharta de comunicagses, processaniento de sinais,re~ des nearais, conirole adaptative ¢ aprensizada em sistemas sintticas e vivns, carmunicagiio ¢ controle no sistema nervoso central, € ensino de ‘engenharia, Nesiatllima area, ele lem desenvolvido médulos computacionais para circuites eletrices, sinais e sistemas, os quais melhoram o censino o aprendizado des tundamentos de engenharia eleric JOSEPH A, EDMINISTER ¢ Professor Emérito de Engenharia Elstrica da Universidade de Akron.em Akron, Ohio, onde ele trabathou tam- ‘bem como Decano Assisiente e Decano de Engenharia, Era membro da kaculiade de 1957 ate sta aposentadoria em 1983. Em 1984, tez parte dda equipe do Congressista Dennis Eckart (D-11-OH) no IEEE Congressional Fellowship. Entrou para a Universidade de Cornell como procu- rador de patente e mais tarde tornou-se Direlor de Relagdes Corporativas da Faculdade de Engenharia sté que se aposentou em 1995, Recebeu Seu B.S.E.E, em 1957 € seu MS.E,¢m [960 Universidade de Akron. Bin 1974, recebeu seu J.D., também da Akson. O professor Ediminister 6 Engenheizo profissional registrado no Estalo le Ohio, membw da justiea em Ohio e procurador de regisiros de patentes. Ele é oautor de Teo- ria e Problemas de Eletromagnetivmo — Colegio Schaum. Reservadlos todos os direitos de publicasio, em lingua portuguesa, ARTMED" EDITORA S.A. (BOOKMAN® COMPANHIA EDITORA ¢ uma divisio ds ARTMED® EDITORA S.A.) Ay, Jerdnimo de Omelas, 670- Santana 9040-340 Porto Alegre RS Fone ($1) 3027-7000 Fax ($1) 3027-7070 EE proibida a duplicacao ou reprodugio deste volume, no tado ou em parte, sob qusisquer formas ou por quaisquer meios (eletrnico, mecsnice, gravagie, fetocépia, distribuigzo na Weh e outros) sem pemmissio expressa da Editora, SAO PAULO Av, Angélica, 1.091 - Higiendpotis 01227-100 Sao Paulo SP one (11) 3665-1100 Fax (11) 3667-1833 SAC 0800 703-3444 IMPRESSO NO BRASIL PRINTED IN BRAZIL Suuno 9 7.14 Resposta dos Circuitos RC e RE aExcitagves Senoidais Abmuptas 156 7.15. Resumo da Resposta Forada em Circuitos de Primeira Ordem 156 7.16 Circuitos Ativos de Primeira Orem 157 Capitulo8 — Circuitos de Ordem Superior e Freaiiéncia Complexa 8.1 _Introdugio. 8.6 _Impedancia Generalizada(R, L, C) no Dominios 8.7 Fungao de Transferencia e Graficos de Polos e Zeros 8.8 Resposta Forgada 8.9 Resposta Natural 8.10 Escalamento de Amplitude ¢ Fregiiéncia 8.11 Cirwuitos Ativos de Ordem Superior Capitulo 9 Anélise de Circuitos em Regime Permanente Senoidal 9.1_Introdugio 9.2 Respostas dos Elementos 9.3 Fasores BRE B EBREEBEEREE & 9.4 Impedancia e Admitanc 20 9.5 Divisio de Tensio ¢ de Corrente no Dominio da Freqiiéncia 22 a 23 9.7 Método das Tensdes nos Nos 25 98 Teowmus de Thévenin e de Norton 216 9.9 Superposicao de Fontes CA 216 Capitulo10 _ Poténcia CA 10.1 Poténcia no Dominio do Tempo, 10.2 Poténcia no Regime Permanente Senoidal 10.3. Pouéncis Media ow Real 10.5 Resumo da Potéacia CA em R, Le C 10.6 ‘Troca de Energia entre um Indutor © um Capacitor 10.7_Poténcis Complexa, Poténcia Aparente e Tridngula de Poténcias 10.0 Methoria do Fatar de Postncia 10.11 Superposicao das Poiéncias Médias Capitulo 11 Circuitos Polifasicos LI Introdugaio 1.2 Sistemas Bifisiens ‘4. Siswemas Triftsis 11.4 Sistemas em Triingulo eem Estrela cence aa 11.6 Carga Fquilibrada Ligada em Triangulo LL.7_ Carga Equilibrada Ligada em Estrela, a Quatro Fios, 11.8 Conexdes Y A Equivalentes LL9 Circuito Equivalente Monofésico para Cargas Trifisicas Equilibradas ERBRBBBRE B EREEEERREER B Material com direit 10 swine 11.10 Carga Nao Equilibreda Conectada em Triingulo 269 IIL Carga Nao Equilibrada Conectada emi Estrela 270 1112. Poréneia ‘Triti am 11.13 Medicao de Poténcia e Método dos dois Watimetros 23 Capitulo 12 Resposta em Freqiléncia, Filtros e Ressonancia 12.1 Resposta em Freqiiéncia 12.2 Circuitos Passa-Altas e Passa-Baixas 12.3 Pregiiéncias de Meia Poténcia 12.4 Circuitos Genéticos de dois Elementos e duas Portas 12.5. Resposta em Freqiiénciae Fungdes de Transteréncia 12.6 Respovia em Freqiiéneia a Parti da Povigao de Palos e Zeros 12.7. Filtros Ideais e Priticos 12.8. Filtros Passivos € Ativos 12.9. Filtros Passa-Faixa ¢ Ressonincia 12.10. Fregiiéncia Natural e Relagae de Amortecimento 1211 Circuito RLC Série ~ Ressonincia Série 12.12 Fator de Qualidade 12.13 Circuito RLC Paralelo — Ressondncia Paralela 12.14. Circuito LC Paralelo Real 12.15 Conversao Série-Paralelo 12.16 Diagrama do Lugar Geométnico (Locus) 12.17 Escalamento da Resposta em Freqiiéneia de Filtros Capitulo 13 Dispositivos de Duas Portas (Quadripolos) 323 13.1 Portas ¢ Terminais 323 13.2 Parimetros Z 323 13.3 Equivalente T de Dispositives Reciprocos 325 134 Parimecros Y 326 13.5 Equivalente Pi de Dispositivos Reefprocos 327 13.6 Aplicagio das Caracteristicas Terminais 327 13.7 Conversao entre os Paramettos Ze ¥ 328 138 Parimetosh 329 13.9. Parimetrosg 330 13.10 Parimetros de Transmissiio 33 13,11 Interconectando Dispositivos de Duas Portas 331 13.12 Escolha do Tipo de Parametzo 333 13.13 Resumo da Conversio e dos Parametros Terminais 333 Capitulo 14 Indutancla Mutua e Transformadores 346 14.1 Indatdncia Mitwa 346 14.2 Coeficiente de Acoplamento 37 14.3 Anilise de Bobinas Acopladas 348 14.4. Regra dos Pontos 350 14.5 Energia emum Par de Bobinas Acopladas 350 14.6 Circuitos Equivalentes Acoplados Condutivamente 351 14.7 Transformador Linear 351 14.8 Transformador Idea! 354 14.9 Autotransformador 358 14.10 Impediincia Refletida 356 Capitulo1S —Andlise de Circuitos Usando Spice e PSpice 15.1 Spice e PSpice 15.2. Descrigdo do Circuito 15.3. Detalhando um Arquivo Fonte Spice 15.4 Declaragdes de Dados e Andlise CC 15.5 Declaragdes de Controle e de Saida na Andlise CC 15.6 Equivalente de Thévenin 15.7 Circuits com AOP 15.8 Resposta em FreqiiGncia e Regime Permanente CA 15.9 Indutancia Mutua e Transformadores 15,10 Modelando Dispositivos com Parametros Varidh 15.1] Resposta no Tempo e Andlise Transit6ria 15.12. Especificanco outros Tipos de Fontes 15.13 Resumo Capitulo 16 Método da Transformada de Laplace 16.1 Introdugao 16.2 A Transformada de Laplace 16.3. Transformadas de Laplace Selecionadas 16.4 Convergéncia da Integral 16.5 Teoremas do Valor Inicial e do Valor Final 16.6 Expansées em Fragies Parciais 16.7 Circuitos no Dominio s 16.8 Fungao de Transferéncia e as Transformadas de Laplace Capitulo17 —_Analise de Formas de Ondas pelo Método de Fourier 11.1 Introdugao 17.2. Séries de Fourier Trigonométricas 1.3. Séries de Fourier Exponenciais, 17.4 Simetria da Forma de Onda 17.5. Espectro de Raias 17.6. Sintese de Formas de Onda 17.7. Valores Eficazes e Poténcia 17.8 Aplicagses em Andlise de Circuitos 17.9. Transformada de Fourier de Formas de Onda Nao Periédicas 17.10. Propriedades da Transformada de Fourier 17.11 Espectto Continuo Apéndice A Sistema de Nimeros Complexos A.L_ Niimeros Complexos A2_ Plano Complexo AB Operador j AA Outras Representagdes de Nuimeros de Complexos, AS. Soma e Subtragao de Nuimeros Complexos A.6 Multiplicagio de Numeros Complexos AT. Divisdo de Numeros Complexos 8 Conjugado de um Numero Complexo Suan. 4 373 373 373 374 375 378 380 381 383 385 386 388 389 393 409 409 409 410 412 412 a3 4s 416 431 431 432 433 a4 430 437 38, 39 441 443 443, 461 461 461 462 462 462 462, 463 12 sumo Apéndice B Matrizes e Determinantes BL B2 B3 Ba BS Sistemas de Equagdes e Matriz Caracteristica Tipos de Mairizes| Ariunética de Matrizes Determinante de uma Matriz Quadrada Autovalores de uma Matriz.Quadrada 465 465 465 466 468 470 a7 Introdugao 1.1. QUANTIDADES ELETRICAS E UNIDADES DO SI © Sistema Internacional de Unidades (S1) sera utilizado a0 longo deste livro. Quatro quantidades basicas e suas uni- dades do SI estio listatas na Tabela 1-1. As outras trés quantidades basicas e suas correspondentes unidades do SI, 1ndo apresentadas na tabela, sao a temperatura em Kelvin (K), a quantidade de substancia em moles (mol) e a inten- sidade luminosa em candelas (cd). ‘Todas as outras unidades podem ser derivadas destas scte unidades bisicas. As quantidades eltricas e os seus simbolos, comumente utilizados em anilise de circuitos elétricos, esto lstados na Tabela 1-2. Duas quantidades suplementares so 0 angulo plano (também chamado de &ngulo de fase, em anélise de cir- ‘eitos eletricos) eo angulo solido, Suas unidades correspondentes do SI so 0 radtano (rad) ¢ esterradiano (st), res- pectivamente Graus sdo quase universalmente utilizados para os Angulos de fase em fungdes senoidais, por exemplo, sen (cof +30°). Uma vez que cor estd em radianos, este & um caso das unidades mistas. © miltiplos ou submiltiplos éecimais das unidades do SI devem ser utilizados sempre que possivel. Os sim- bolos apresentados pela Tabela 1-3 so prefixos para os simbolos de unidade das Tabelas 1-1 ¢ 1-2, Por exemplo, mY ¢ utilizado para milivolt, 10° V, e MW para megawatt, 10° W. 12 FORGA, TRABALHO E POTENCIA As unidades obtidas seguem as expresses matemiticas que relacionam as quantidades. De “Forga€ igual « massa eres aceleracao”, 0 Newton (N) € definide como a forga de desequilfbrio que produz uma aceleragao de | metro por segundo quadrado para uma massa de I quilograma. Deste modo. 1 N = 1 kg- més’ 0 Trabalho resulta quando ura forga age zo longo de uma distincia, O trabalho de um Joule € equivatente a um Newton-metro: 1 J = IN +m, Trabalho e energia tem as mesmas unidades. [A Poténcia é a taxa em que o trabalho é realizado ou a taxa em que a energia & convertida de um forma para ou- tra. A unidade de poténcia, o Wart (W), é um Joule por segundo (J/s). 14 Oreures ELermco5 Tabela 1-4 Quantidade Simboio [Unidade de SI] _Abreviagio comprimento | 1,1 | metro m massa Mom — | quilogeama ke ‘tempo Tet | segundo 5 cortente hi Ampere A Tabela 1-2 Quantidade Simbolo | Unidade de Si] Abreviagio carga eletrica 2.9 | Coulomd e potencial eitrico Fee | Volt v resistencia ke | on 2 ccondutancia G | Siemens s indutinia L | Henry H capaciténeia c | Farad F freqiénc f | Herz Hz forga FS | Newton N energia. trabalho wwe | Soule J poténcia Pp | Watt w ‘uxo magrético & | Weber Wo densicade de fluxo magnético B | Tesla T Exemplo 1.1 Fm .um movimento retilineo acelerado uma massa de 10 ke recebe uma acclerseo constante de 20 ins’. (a) Encontre 2 forga de ago F (b) Se 0 corpo estava em repouso em 1 =0, x= O.encontrea posighe, 2 energia ica ea potncia para ~ 4s F = ma~ (10 k3)2.0 mis’) = 20.03: avs f= 1(2,0msiN4 = 16.0m (20.0.N\(160 m) = 3200N-m = 3.2 kd 2RIAS= OS KIA = O8KW 200N P= Bel 1.3. CARGA ELETRICA E CORRENTE A unidade de corrente, o Ampére (A), € definida como a corrente constante em dois condutores de comprimento in- finito e corte transversal desprezivel, separedos no vécuo de | metro, que produz uma forca entre 0s condutores de 2,0 10.’ Newton por metro, Um conceito mais itl, eniretanto, ¢ 0 da corrente resultante de cargas em movimen- to, sendo | Ampere o equivaleate & uma carga de 1 Coulomb atravessendo uma determinada superficie em | segun- do, Deste modo, em fungdes varidveis no tempo, i(A) = dg/dt (Cis), A unidade de carga, o Coulomb (C), é equiva lente a um ampére-segundo, ‘© movimento das cargas pode ser positivo ow negativo. fons positivos, movendo-se para a esquerda em um If- guido ou plasma como sugerido na Figura I-1(a), produzem uma comrente i, também direcionada para a esquerda Se estes fons cruzam a superficie plana $ taxa de um Coulomb por segundo, endo a corrente resultante & de | Am- pére. O movimento de fons negativos para a direita, conforme mestrado na Figura !-1(b), produz também uma cor- rente direcionada para a esquerda aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Cepiruio 1 + Intnonucio 17 1.2. A energia elétrica € convertida em calor taxa de 7,56 kJ / min em um resistor percorrido por 270 C / min. Qual a diferenga de potencial entre os terminais do resistor? Sendo P = VI P_ 7.56 10" Lemin v= 7> 0 CT min 8 I BV 1.3. Um cero elemento ¢e cireuito tem uma comente j = 2,5 sen wr (mA), onde «¢ a freqiiéneia angular em radis, € ‘uma diferenca de potencial de v = 45 sen ar (V) ene os seus terminais. Ache a poten |W, transferida em um periodo da tungao seno. A emergia & integral ao tempo da pote ridi= 125 | wntord = Wp = (ind) A poténeia média € enti: Wy = 56.25mW 2afo Nate que a Pyog, €indeper 1.4 A unidade de energis comumente utilizada nas companhias concessionsrias de energia elétrica é 0 kilowatt-hora (Wh). (a) A quantos joules equivale em 1 kWh? (b) Um aparelho de televisio a cores que consome 75 W fica lic ‘ado das 19h as 23h 30min, Qual © total de enengia gue isso representa em bilowatt-horae em megajoule? (a) ANWh = (1000 5/9600 5 1) = 3.6 MI (b) (75,0.WAS h) = 337.5 Wh = 0.3375 kWh (0.3375 KWh)(3.5 MJ/kWh) = 1,215 MJ 15 Um fiode cobre AWG #12, tamanbo comumente usado em instalagdes elétsicas residenciais, contém aproximada- mente 2.77 « 10" elétrons livres por metro de comprimento do fio, consiverando-se um eléiron livre por atom. Qual « porcentagem destes elétrons ird atravessar um corte transversal fixe se © conduter teansmite wna corrente constante de 25,0? 250C)s 1602 < 10-? Cjeléirons (1.56 x 10 1,36 « 10" eletrons/s eletrons/s)(60 s/min) = 9,36 x 10° elgtrons)min = 338% 16 Quantos eléirons passam por um ponto fixe em uma lampa 120? le 100 watts em I hora, se aplicada uma tensio de WOW =C20\) x HA) = 5/6. (5/6C/8)(36005/h) 1602 10“? C/eleieon 87 x 10 elétrons por hors 1.7 Uma bateria de automsvel de 12.V€ avaliada de acondo com a sua capacidade em ampere-hora. Uina bateria de 70 ‘Ab, por exemplo, a uma taxa de descarga de 3.5 A tem uma vida de 20h, (a) Considerando que a enso pectane: caconsiante obtenhaa enengia € a poténcia entregues em uma descarga completa desta bateria.(b) Repita para unva taxa de descarga de 7.0 A (a) BS ANI2V) = 42,0W (ou /9) (42,005 15.2600 71420) = 302M) () DAWN) = 84.0" (88.0.1/5)36005 / hj(10 4) 02 MI 18__Cwcyros Everieas, ‘A taxa amprere-hora ¢ um medida da energia que a hateris armazena; conseqlemlemente, a energia transterida a nsferida em 10 horas ou 20 horas. Uma ver que a poténcia é a taxa de transferen= Problemas Complementares 1.8. Oblenha trabalho ¢ a poténeia asseciadns a uma forga de 7,5 10" N agindo sobre uma distancia de 2 metros em wn \ervalo de tempo de 14 segundos. Resp. 1.5m, 0,107 mW 1.9 Obenha o rabalbo e 2 poténeia exigidos para mover uma massa de $0 ky sobre um plano sem altto, incirado com um Angelo de 30° com a horizontal, por uma distineia de 2,0 mao longo do plano, em um cempode 25 5 Resp. 49.03, 4400 1.10 Um trahutho igual a 126.0 joules € realizado para mover8,5 x 10" elétons entre dois pontos em um cireuito eétrico. Qual ‘a diferenga potencial estabelecid entre os dais pontos’? Resp. 100 LLL Um pulso eletrico mede 305 ¥, 1.15.4 ¢ dura 500 4s, Qual éa potdneia ¢ energia representad pelo pulso? 45.15. W,22.9 mi {Uma unidade de poténcia uilizada para motores elétricos & 0 horse-power (HP)®, igual a 746 watts, Quanta ener inotor de $ hp consome em 2 horas? Expresse a resposta em MJ. 269 MJ Par 120.4 = (4.0 10 “\1 ~e 5 (C), Obvenha a corrente em f= 3 ms Resp, 47.2mA LI4_ Um cero elemento de circuito tem corrente e a tensdo tespe: so =e VV) ae ™™ (Ay cenengia total ransferida durante #20, 50 mb A capacitancia de umelemente de circuito € definida como Q/¥, onde Qéa magnitude da carga armazenada noclemen to e V éadiferenga de potencial através do elemento. A unidade derivada no SI para.a capacitanciaé 0 Farad (F), Expres se 0 Farad em termos das unidales bisieas Resp, IE = 1A Si kge a * N.deT: Nao confundir som cavato-vapor (CV), que equivalea 736 W. Conceitos de Circuitos 24 ELEMENTOS ATIVOS E PASSIVOS Um circuito elétrico é representada por um diagrama de circuito ou uma rede construida a partir de arranjos em sé- rie e paralelo de elementos com dois terminais. A andlise do diagrama de circuito prediz 0 desempenho do circuito real. A forma geral de um elemento com dois terminais € mostrada pela Figura 2-1, com o dispositivo representa- do pelo simbolo retangular e dois condutores perfeitos conectando-0 aos pontos A e B. Os elementos arivos so as fontes de tensdo e as fontes de corrente que podem fornecer energia para o circuito, Resistores, indutores e capaci tores sao elementos passivos que absorvem energia das fontes e/ou a convertem para ovtra forma, ov ainda aarma- zenam em um campo elétrico ou magnétice. # Figura 2-1 A Figura2-2 ilustra sete elementos basicos de circuito. Os elementos (a) e (b) sdo fontes de tensao e os elemen- 105 (c) € (d) Sto fontes de corrente. Uma fonte de tensao, que nao € afetada por madangas no circuito ao qual esta conectada, & uma fonte independente. ilustrada pelo circulo na Figura2-2(a). Uma fonte de tensio dependdemie, que muda algum de seus pardmetros em funcdo de alteragdes nas condigdes do circuito no qual esté conectada, é mos- trada pelo sfmbolo em forma de um losango na Figura 2-2(b). Fontes de corrente podem ser também independen- tes ou dependentes e os simbolos correspondentes s30 mostrados em (c)¢ (Os t18s elementos passivos de {0 so mostrados na Figuras 2-2(e),(f) e (3). Os diagramas de circuito apresentados aqui sdo chamados de cireuitos de pardmetros concentrados, uma vez que um Gnico elemento siuado em um determinade local € utilizado para ou capacitiincia distribufda. Por exemplo, uma bobina que consiste em um ntimero grande de voltas de fio isoladas sesentar uma resist@ncia, indutancia 20 Crrcuros Exeraicos {entfe si, possui resistencia ao longo do comprimento inteiro do fio, Nio obstante, uma tinica resisténcia concentra da em um local, como na Figura 2-3(6) ou (€), representa a resistencia distribuida. A indutancia esta jgualmente concentrada em um lugar qualquer, tanto em série com a resisténcia, como em (b), owem paralelo. como em (€) o @) © Figura 2-2 ) w Figura 2-3 Em geral, uma bobina pose ser representada por arranjo em série ou em paralelo de elementos de circuito. A freqiéncia da tensao aplicada pode exigir que um ou 0 outro seja utilizado para representar o dispositivo, 22 CONVENGOES DE SINAIS Para se descrever completamente uma fonte de tensio devem ser especificados uma funcdo de tensio e uma pola- ridade. Os sinais de polaridade, + © ~, siv colocatos préximos aos condutores do simbolo que identifica a fonte de tensao. Se, por exemplo, o = 10,0 sen ox na Figura 2-4(a), 0 terminal A é positivo em relagéo ao terminal B pa- 100 > of > 7 € Be positivo em relacdo a A para > wt > 2x para o primeiro ciclo da fungio seno, A A yg e i RLC | | op vue ® a a (ay “ o Figura 2-4 Similarmente, uma fonte de corrente requer que uma direcao seja indicads, como também a funcdo, conforme mosirado na Figura 2-4(6), Para os elementos de circuito passivos R, L e C mostrados na Figura 2-4(c), 0 terminal onde a corrente entra geralmente ¢ tratado como positive em relago a0 terminal de onde a corrente Sa O sinal da poxéncia € ilustrado pelo cireuito CC da Figura 2-5(a) com fontes de tensdo constantes V, = 20,0V € Vj, = 50 Ve um nico resistor de 5 ©. A corrente resultante de 3,0 esté no sentido horirio. Considerando ago- faa Figura 2-5(b), a poténcia € absorvida pelo elemento quando a corrente entra no elemento pelo terminal positi- vo. A poténcia, calculada por VI ou FR, € entiio absorvida pelo o resistor ¢ pela fonte V,, sendo 45,0 W e 15 W res- Capiruio2 + Conceiros pe Grouros 21 pectivamente, Considerando que acorrente entra em V,,no terminal negativo, este elemento ¢ uma fonte de potén- via para o circuito. P = V/ = 60,0 W confirma que a poténcia absorvida pelo resistor e pela fomie V, € fornecicla pe~ + sa - ¥ 2 € 4 12308 B 1a) o Figura 2-5 2.3 RELACGES ENTRE CORRENTE ETENSAO Ds elementos passivos de circuito a seguir, resisténcia R, indutancia Le capacitincia C, sio definidos pela manei- ra.com que atensio ea correnie esido relacionadas para o elemento individual. Por exemplo, se a tensor € corren- te / para um elemento tinico estao relacionados por uma constante, entao o elemento é uma resistencia, sendo R a constante de proporcionalidade, © v = Ri, Similarmente, se & tensdo €a derivada no tempo da corrente, entio 0 cle- mento € uma indvtancia, sendo La constante de proporcionalidade, e v = L difdt, Finalmente, se a corrente no ele- mento €a derivada no tempo da tensdo, entio o elemento é uma capacitancia, sendo Ca constante de proporciona- lidade, €# = C dofdt. Tabela 2-1 resume estas relagoes para os tres elementos passivos de circuito, Note as dire ses da corrente e a polaridade correspondente das tensies. Tabela 2-1 Unidide | Testo Conente Ponca ¥ ohm (9) Ri int de Ohm) R Resistencia “ i ‘ ene dt cant weg] pencil dutinia , ae wy farad 2) ts a Capacitine | aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 24 26 27 Cimcurres Euerpicos CAPACITANCIA (O elemento de circuito que armazena energia em um campode elétrico €um capacitor (também chamado de capa- citdncia). Quando a tenséo é varidvel ao longo de um ciclo, serd armazenada energia durante uma parte do ciclo-e devolvida em seguida, Enquanto uma indutincia nao pode reter energia depois de remogio da fonte porque o cam- po magnético se desvanece, o capacitor retém a carga e o campo de elétrico pode permanecer depois da fonte ser removida. Esta condigtio de carga pode permanecer até que um caminho de descarga seja fornecido, momento em ‘que a cnergiag devolvida. A carga,q = Cv,emum capacitor resulta em um campo de clétsico no dielétrico que é 0 mecanismo de armazenamento da energia. Em um capacitor de placas paralelas existe um excesso ce carga em uma placa e uma deficiéncia na outra. E a equalizagio destas cargas que ocorre quando 0 capacitor é descarregado. As relagoes de potencia e energia pars 0 capacitor sao apresentadas a seguir. dv_ df paincot= Sl ce] Cle3 - of we= [pars [' Codv= A energia armazenada no campo eléirico de um capacitor & we = § Cv", Exemplo 2.3 No intervalo 0 >1> St ms um capacitor de 20 HF tem uma tensio v = 50,0 sen 200 (V). Obtenha a carga, 8 potSncia e a energia armazenada, Desenhe 0 gréfico Ww considerands w = Oem ¢= 0. Cv = 1000 sen 2001 (uC) de a 200 2001 (A) » 5.0sen-400: (W) ef No intervalo 01> 2.5x msa tensio ea 1 = c0s-400q] (nud) rescer de zero pars 50,0 V « pats 1000 uC, respectivamente, A Fi ura 2-8 mostra que a energia armazenada aumenta até 0 valor de 25 ml, indo depois para zero quando aenergia & devolvida paras fonte wm DIAGRAMAS DE CIRCUITO Todo diagrama de circuito pose ser desenhado de varias maneiras, podendo parecer diferentes, senkio de fato idén- ticos. O diagrama apresentado em um probiema pode néo sugerir o melhor dos varios métodos de solucdo. Conse- giientemente, um diagrama deve ser examinado antes de se iniciar uma solugio, ¢ redsserhade, se necesssrio, pa 11 mostrar mais claramente como os elementos estdo inierconectados. Um exemplo extrem € ilustrado na Figura ), onde os irés circuitos so realmente idéntos. Na Figura 2-9(a) as trés “jungdes” identificadas como A siio Caviy.o2 + Concerosoe Cncuros 25 mostradas como duas “jung6es” em (b). Porém, sobre o resistor R, € colocado um curto-cireuito, o que permite que 0 resistor seja removido para fins de at tres ramos, @ ) © Figura 2-9 28 RESISTORES NAO-LINEARES A relagao entre tensdo e corrente em um elemento pode ser instantanea, mas néo necessariamente linear. O elemen- 10 €entao modelado como um resistor nao-linear. Um exemplo é um fllamento de lampada que em alas tensces rena, proporcionalmente, menos corrente. Outro dispositive elétrico importante modelade como um resistor nZo- linear € 0 diodo, Um diodo é um dispositive de dois terminais que, falando resumidamente, conduzcorrente elétri- cae uma direcdo (do anodo até o catodo, chamado de polarizagao direta) muito melhor do que na diregio oposta {polarizagao ceversa). O simbolo de cireuito para o diodo e um exemplo de sua caracteristica de tensio-corrente sio mosirados na Figura 2-25, A seta é do anodo para o catodo e indica.a direc de condugdo (i > 0). Uma pequena lensio positiva sobre terminais do diodo o polariza no sentido de conducdo, e pode produzir uma grande corrente. Umma tensdo negativa polariza 0 diodo na diregao contrétia e produz uma pequena corrente, mesmo com altos valo- ses de tensio. Um diodo ideal é um modelo de circuito que trabalha como uma chave perfeita. Veja a Figura 2-26. Sua caracteristica (i, 0) € v=0 quanto i> 0 i quando v <0 A resisténcia estética de um resistor nio-linear operando em (J. V) é R = V/l. Sua resisténcia dindmica € r AVIA que € 0 inverso da inclinagio do grafico corrente versus tensdo, Ambas as resisténcias dependem do porto de operagao. Exemplo 2.4 A carseteristica de cerrente ¢ Ge tensio de um diodo semicundutor na diresao de cendugao Foi me- didae registrada na sepuinte abel viv) | 05 06 | 0.65 | 0.66 | 0.67 | 0.68 | 069 | 0.70 |o.71 | 0.72 | 0,73 | 074 | 075 iim) w [ot [078 | 12 26 [39 [58 [86 [129 [192 [287 [427 Na diregio reversa (i.e., quando <0).i = 4x 10" A. Utilizando os valores dados na tabela. calcule ay resis- tncias estitica ¢ dindmica (R ¢ r) do diodo, quando ele opera com 30 mA ¢ encontre 2 poténcia consumida p. Da tabela v 074 R= TP RT GOTT BD 28 __Cincurros Evermoos Exemplo 2.5 Acaracterfaica de tensive comente de um Filamento de tngsténio de uma Kimpada incandescemte € medida e repistrada na tabela seguinte, As tensGes slo valores de regime permanente CC, aplicadss por um tempo suficientemente longo para a lampada alcangar equilibrio termico. ey fos|ifis|2] 3 fas] 4] 4s sé] 66s} 7[75 | 8 vamay } 4 [ols fofafaz pastas fas fie fiz [as | as fag | 20 Encontre as resist@ncias estéiica ¢ dinimica do flamentoe também a poténeia consumida nos pontos operacio- nals (a) i= 10mA; (b) 4 = 15 mA. ar (a) Reet $002, p25 x 10 107 W = 25mW iw 10 i) Re = 002, p $x 1S x JO W = 75 mW OR Te a i " Problemas Resolvidos 2.1 A uma resisiéncia de 25,0 0 € aplicada uma tensio v= 150,0sen 3771(V). Bncontre a corrente correspondent ie & poténcia p = 0sen377¢(A) p= vi = 900,0sen? 3771 (W) 2.2 A corrente em um resistor de 5 $2 sumenta linearmente de zero até 10. em2 ms. Em ‘mente nula e aumenta linearmente até 10 A em ¢= 4 ms. [sto se repetea cada 2.ms. Desenhe a tensdo r correspon- dente. Considerando v = Ri, a maxima tensio deve ser (3}(10) = $0 V.Na Figura 2-10 sio apresentadosos grificos deve 1A natureza iden ica day Tungdes & evident | | | ° ? 3 arr «@) ay | | o Figura 2-10 Carino? + Conceosoe Cncuros 27 2.3. Um indutor de 2,0 mH ¢ percorrido por ume corrente i = 5,00 = ¢ *") a maxima energia armazenada ) (A), Encontre atensto correspondente € di 50.0" (V) [Na Figura 2-11 sio dados os graficos de fe, Considerando que a maxima cornente 65,0 A. a méxima enerpia a daé Was =} Hlbs = 28001 wy Figura 2.11 24 Um indutor de 30 mH tem sobre seus terminais uma tensdo que €descrita como: para 0> 1>2 ms, V= 15.0.6 para 2>1>4 ms, V = ~30,0 ¥, Obtenha a corrente cortespondente ¢ 0s praticos de v, ¢ {para os intervalos dados. Para 0> 1>2 ms 1 ts [ tsa = sx 10% artes |, 18a = 8x t0'reay 0.08 Para 2>¢>4.ms. 3x10 Jones 1 L 300d Joga tate too [-30.01 + (60.0 « 10° YAY 0.04 3x10 = 30,000 10ND Ver Figura 2-12, Figura 2-12 28 Gracurtos Everaicos 2.5. Umcapacitor de 60,0 uF tem sobre seus terminais uma tensfio deserita como: para 0> 1>2 ms, v = 25,0 x 10" (V). Esboce i, p ew para o intervalo dado e encortre W,.,. Pars 0>7>2ms, dv od a §= CF = 60x 10° 5 0250 x 10 =1SA Sx 1087(W) pat = 1.878 » 104? (mt) Ver Figura 2-13, wy LA Tims oo 7 ims ns Figura 2-13 26 Um capacitor de 20,0 uF é carregado linearmente de 0 até 400 uC em 5,0 ms, Encontre a fungao da tensio e W, ($00 00" 4* 30x10 = g/C =4.0 «101 (V) 80 107K) u, Panay = (40 % 109)15,0 « 10" CVE = 4.0md 2.7 Umeirevito série com = 20, L Arno ineryato deO $1 I ms, man 2 mH e C = $00 uF possui uma corrente nulo-se em 10.A no ineervalo de 1 12 3 ms. Eshoce vp. 14, 61% Jue aumenta linearmente de O até 10, ns, e diminuindo linearmente de 19, Avem r= 2s, até zero, em 1 vo deve ser uma fangdono tempo idtica ai com Y= 2(10) = 20V. Pars O- 0, Obtenha a cquagie da energia que acompanha 3 descarga do capacitor ¢ compare a energia total com aquela que absorvida pelo resistor de 7509. Resp. 0,100 ~¢ ™™)) 20 uF i Figura 221 2.23 Encontre a corrente é no eireuite mostrado na Figura uum valor de (a) 4V, (B) $V, (e) 10 V. Resp. (a) LA(b)UALKE) SA, ‘¢ a tensiio de controle », da fonte de tense dependeate tiver 2.24 Nocireuito mostrado na Figura. =1A, Resp. (ay OA (DLL AKE)9A cencontre a corrente i, dado (a) i, = 2A, ip= 0: (b)i, = =TAL= 4AM, = iy 2.25. Um capacitor de | j com uma carga iniial de 10-“ C ¢ consetado a um resister & emf = 0. Considere que a comrente de descarga durante 0 < (< I ms é constant Calcue a queda de teasio do capacitor. em 1 = I ms para (a) R = 1 MQ: 1b) so Figura 2.22 r a "Bs Figura 2:23 Resp. 226 Resp. 227 Resp. 2.28 Resp. 2.29 Resp. 2.30 Resp. Resp. 2.32 Resp. Carmo? + Cowreros neCreuros 33 R= $00 KO: (0) R = 10K. Dica: Caleule a carga perdida durante o periodo de | ms, (a) 01 Vit) 1 Vb) OV, A corrente de descarga real no Problema 2.256 / = (100/R) ¢-'"" A, Encontre a queda de tense no capacitor | msde pois da conoxo de umn resistor (a) R= I MQ: (b) R= 10002; (e) R= 10 KO. (a) 0.1 V5 (5) 1 V;(€) 9,52. Um capacitor de 10 uF se descarrega em um elemento, de tal forma que a sua tense é ‘a pokéncia fomnecida pelo capacitor come ums funcao do tempo, 206 map 400 Engontre a corrente € i mu, Encontte a tensio » acorrente ie enengia W no capacitor do Problema 2.27 nos tempos 1 = 0, 1, 3.5,€ 10 ms. Pela inte ‘grag da poténcis cntregue pelo capacitor, mostre que 4 energia dissipada no ekemento durante 0 intervalo de O.a¢ igual ‘a cnergia perdida pelo capacitor. ‘ » i Ww ° 2V 20mA_| 205 ims | Romv [| 736ma | 27 ams | tomy [ima | a05as sms | 13smv | i3spa | = 0001 toms [inv [osina | <0 ‘A corrente fornecida por uma fonte de ccrrente € aumentada linearmente de zero até 10.A em um lempo de | mse depois € reduzida linearmente de volta a zeeo em 2 ms. A fonie alimenta umm resistor de 3 KO em série com um induter de 2 H (veaa Figura 2-24), (ay Euconve a cnetpia dssipada no resistor durante o tempo de subida (¥",) © 9 empo de queda (Ws), (h) Encontrea energie fornecidha ao indulor durante os dois intervalos acima, (e) Encontre a energia fornecida pela fonte de corrente pars a combinag3o RL série durante os dois intervals anteriores. Nota: Os elementos em sétie tem a mesma ccomrente, A queda de io atsaves de sua combinagao é a soma de suas tensdes individuals 00, «aw, 100; (by W, = 200, W, = 200% fe) W, ~ 300, W, ~ 0. tods em joules A tensio em um capacitor de 3 UF ¢ linearmente sumentada de zero até 10°V em um tempo de 1s € depois & mantida naquele nivel. Enconte a corrente. Encontre 4 energia total entregue para o capacitor e verifique que esta ene energia armazenada no capacitor igual 1 = 50 mA durante 0 < F< | mse €zerono restante, W = 250 iy q 34a. wo 2H pi > es) Figura 2-24 ‘Um capacitor de 10 pF ¢ carregado com 2 V, Um caminho é estabelecide entre os seus terminais drenando uma corrente cconstante /, (a) Para , = 1 mA, quanto tempo levard para reduzir a tenso do capacitor para 5% do sea valor inicial? (5) Para que valor de /, atensio do eapacitor mantém acinra de 90% de seu valor initial depois de transcerrido 24 horas? (a 19 ms, (8) 23.15 pa A energia ganha (ou perdida) por uma carga elétrica q viajando em um campo elético é ge, onde v € v potencial ele zganho (ou perdido), Em um capacitor ecm carga Q e tensa terminal V todas as eargas foram de ums pl Por meio de calculo, mostre que a enerpia total W ganba (ou perdida) nd0 € QV mas OVA e explique o por qué. Note tam bem gue QV/2¢ igual a energisinicial contida no capacitor. WW J gud = Offs s 34 __Grreuros Eiesnicos A oparente discrepancia & explicada pelo seguinte: A tens inicial entre as duas placas € V. Como as cargas migram de ‘uma placa para a outra do capacitor, a tensdo entre as dias placas cal tendendo.a zero, quando todas as cargas fi tiverem se movido. A média di tensio durante 0 processo de migragio € V/2, ¢ entio, aenergia total € QV. 2.33 Raio T.0 pedil da tempo da comente de descarga em um tfpico reldmpago da nuvem para tera & modelade por um tein= gulo. A onda leva | ys para aleangaro valor de pico de 100 kA e entie & reduzida para zero em 99S (a Encontre a car- ga cletrica Q descarregada (b) Se a tensao entre a nuvem ea terra antes da descarga era de 400 MV, encortre a energia (otal liberads Wea poténcia media P durante a descarga. (c)Se durante a tempestade existe uma médiade 18 relimpagos similares por hora, encontre a poténcia média liberada em 1 hora Resp. (a)Q = SC:(h) W = 10°), P = 10° Ws (e) SMW, 234 Raio I. Enconmtre a capaci Resp. 12.5 PF centre a nuvem e a terra no Problema 2.33 logo antes do reldmpago. 2.38 Ralo HII. A corsente em um relampayo da nuvem pars a cerra comega com 200 KA e diminui linearmente 100 us. Encontrea energia liberada W e a capacitncia da nuvem para a tera C se a tensio, antes da descarga, for dea) 100 MY; (5) 500 MV. Resp. (ayW = 5X10). C= 0.1 pF: 1b) W = 25 x 10°, C= 2008, 2.36 O iodo semizondutor do Exemplo 2.4 &colocado no Resp. (a) 14 mAs (0) 0. alto da Figura 2-25. Encontrea comente(a) V,= | V,(b) V,= ~LV, 237 O diode no circuio da Figura 2-26 € ideal, O indwior drena 100 mA da fonte de tensio, Um capacitor de 2 HF com carga inicial nla € entio conectado em paralelo com o indutor através de um diodo tal que o diode é polarizado reversamente (1e., ele bloqueia o carregemento do capacitor). A chave s se desconecta repensinamente do resto do circuito, foreando a jcomrente do indutor a passar através do diodo ¢ estabelecende 200 V nos teminsis do capaciter, Encontro valor do ind- tor Resp. L= H 238 Resp. 30) 4 ‘4 200 “| + Anode » v2 3 - ated 20| wo 10 0 OL 06 a7 OS 09 VM) o Figura 2.25 CartuLo2 + Conceias oe Cincuros 35 2239 Resp. 2.40 Resp. 241 Resp. i 4 R + OW ont —F © o Figura 2-26 (0 diodo do Exemplo 2.4 opera dentro da faixa 10-< £< 20 mA, Dentro deste aleance, aproxime sua caracteristica termi- nal poram linha retai— are + Brespocificando ~ ae B. § = 630» ~ 4407 mA, onde v é dado emV. 0 diodo do Exemplo 2.4 opera dentro da faixa 20 < i-< 40 mA. Dentro deste aleance, aproxime sa caructer nal por uma links reta coneetando dois limites operacionais, {= 993,33 » — 702,3 mA, onde vé dadoem ¥. Dentro da faixa operacional de 20 15.0Q.¢ R, = 30.02. Problemas Resolvidos 3.1 Encontre Ve sua polaridade se a corrente Jno cireuito da Figura 3-7 € de 0.40. vy soa rao v suv © 1 200 Figura 3-7 Assuma que V, ema mesma polaridade de V. Aplicando a LRT e comegando do canto inferior esquerd. V, = WSO) = V, = 100.04 ¥,= 0 50.0 = 20-10 804 = 0 v= -300V © terminal b€ positivo em relagdo ao terminal @ 3.2 Olvenha as correntes 1, ef, para ociresito mostrado na Figura 3-8 «ab consistem em um né, Aplicuno LKC. 2047044,=30 on 1,=-608 “Tumben, ced consistem em um nico nd, Deste modo 40460 3.3. Encontre a corrente [ pars 0 ‘cuito mostrado na Figura 3-9. BOA Figura 3-8 42_Creuros Everacos 404 \" Figura 3-9 As comrentes dos ramos dentroda dea no pedem ser calculadas sem que os valores dos resistores sejem dados, Po- rém,a LKC se aplica ao circuito considerando-a como um nico né. Deste modo, 20-30-40-1=0 on f=-S0A 3.4 Encontre a resisiéncia equivalente para o cireuito mostrado na Figura 3-10, 200 200 a wo Figura 3-40 Os dois resistores de 20. Qem paralelo tem uma resistencia equivalente R, = [(20) (20¥(20+20)] = 100. A resis- {nels equivalente anterior esta em série como resistor de 10 2de forma que sua sorta € 20 £2, Esta, por Sua ve7, estd em paralelo como outro resistor de 20 9, de Forms que a resisténcia equivalente do cireuito é de 10 Q. 3.5. Determine a indutancia equivaleme das ts indutine em paralelo mostadas na Figura 3-11 1 i 20mH 2 20H Figura 3-11 aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Carino 3 + Les veCncuros 45 3.11 Um indutor de 8,0 mH esti em série com dois indutores em paralelo, um de 3,0 mH outro de 6,0 mH. Eneontre L,. Resp. 10.0 mi 32 Mostre que, para os trés capacitores de igual valor mosirados na Figura 3-17, Cx Figura 3-47 Figura 3-18 3.13 Encontre Re Ry 100V, Resp. Ry 2MQeR, ~ ON 10 divisorde tensio da Figura 3-18, de forma que a corrente /sejalimitada em 0.5.A quando V, = 3.14 Usindoa divisao de tensio, Resp. MANTRA cule V, € ¥, no cireutto mostade na Figura 3-19. 0.0 tea 'Y 1" 360.0 Figura 3-19 Figura 3:20 3.18 Obtenha a fonte de corrente ea poténcia total entregue ao circuito na Figara 3-20. Resp. 608, 28W std relacionada com 3.16 Mostre que para quatro resistores em paralelo, a corrente em um rai, por exemple, o ramo de K., ‘a corrente total por: Nota: Io € similar a0 caso de divisio de conente em um circuito paralela de dois ramos, onde 0 outro resistor enh si- do sulbsituido por RY 3.17 Uma linha de transmissio de poténcia leva corrente de um gerador de 6000 V para ies cargas, A, Be C. As cargas esto, localizadas 2-4, 7¢ 10 km de distancia do gerador,e consomiemt 50, 20 ¢ 100 A. respectivamente, A resistencia da lina & de(01 Qkm; veja a Figura 3-21. (a) Encontre a tersio nas cargas A, B e C.(b) Encontre « niaior queda percentual de so entre o gorador e uma carga 3km 3km 039 039 ny - +3ev- + 30v- SOA 30a 100 Figura 321 48 Crcuras Eisracos Resp. we, 889 V, ve = SBS, (6) 2.15% 38 Nocircuito da Figura 3-22, Oe, € i, sio desconhecidas, Encontre i ey. Resp. 624.8. 14¢2 AV WA Ai Bsa 49 32 R en) cy Figura 3-22 3.19 Nociresito da Figura 3-22, R= 1 Qe i, = 2A. Encontee i ise tye. SA = — 1A. ye = QTV. Resp. 3.20. Nocircuito da Figura 3-23, i, 0,04, =9Ve jg = IZA. Para os quatro casos, (a) R = 0.(b) R= 62. (c) R= 9.2. © (d) R= 100002, devenhe O citcuito simplificady € enconte iy, € vy. Dict: Uma fomte de tensfo nula correspond a um elemento curto-circuitado e uma fonie de corrente nula corresporde & um circuito abert. (ign =T.t4c = 30 6) Resp}, (Tedos em Ae V) (Py fyg = 0.006 © 0, v4e = 9.02 3.21 Nocireuito da Figura 3-23.v,, = ¢: = O.iy = 6Ae ig = 12A. Para os quatro casos, (a) R = 0. (b) R= 62, (cK = 9.Q (4) R = 10000 2, desenhe o circuit simplificade € enconte fgg € Ye ) inn = 8.240 = 36 Resp. O oeunce (Todos em A eV) Ww 0,005 © 0, nyc 18 a te 32 z u 4 1, Soo ¢ Figura 3-23 322 Nocirevivo da Figura3-23, 1, = 0.tg = 6V dy = 6A ig = 12. Par os quato casos, (a) R= 0.(6) 8 = 60.(6) R~9 Qe (a) R~ 10000 2, desenbe 0 cireuito simplifieao e encontre Igy € Ue ___Cwwirwo 3 + Les oe Cnouros 47 (0) gg = 5B. 0ye = 34 0) ing = 32t4e = 76 (0) Ing = 2,66, v4e =26 (Ding = 0.008 ~ 0,240 (Todos emA eV) 801 = 18 3.23. Nocircaito da Figura 3-24, (a) encontre a resistencia vista pela fo calzule 0 valor dé Ragga, pata = Os 2 Resp (A)Rogoa.= RIA = a (BYRBL-R te de WeMSHO, Ragas “omo uma fungio de a, €(b) Figura $24 4.24. Nocircaito da Figura 3-24, (2) ncoatre a poténcia P entregue pela fonte de tensio como ums fungiio de ae (h} caleule ovalorde P paraa = 0, 1.2 Resp. (a)P = 8 ~ aR) IR, 0, -FIR 3.25. Nocirouito da Figura 3-24, considere a = 2. Conecte um resistor R, em paraielo com a fonte de tensio e ajuste-0 dentro da Taina 0 $8, £0,992 tal que 2 fomte de tensio entregve o minimo de pottneia, Encontrs (ao valor de Ry ¢ (ba ps cia entregue pela fonte de tens. Resp. (a)R, = 0.99R, (0) P= v°(99R) rise 10 mv R Figura 3-25 3.26 Nocirouito da Figura 3-25, R, ~ 0 ¢b ~ 100, Desenhe o citeuito simpliticado e encontre r para R= kOe 10K. Resp. = 110 3.27 Nocireuito da Figura 3-25,R, = 0eR = 1 kO. Desenhe 0 cieuito simplifieado ¢ encontee v para te que r muda proporcionalmente corn b. Resp. 0 = 0S.1.2V 50, 100 ¢ 200. No- 3.28 Nocireuito da Figura 3-25, R, = 100¢ R= 11 kQ Desenhe o circuito simpliticadoe encontre » para b = 50, 100 e 200. ‘Compare com os valores correspondentes obtides no Problema 3.27 e note que no presente caso. #é menos sensivel ava- Resp. ¢= 0,90, 1, 1.08V 3.29. Um elemento nic linear & modelado pelas seguintes caraeteristicas em seus terminais: Ov quando > 0 P= Vale quando » <0 48__circuinos E1ermicos Encontre a corrente do elemento no caso de ele estar conectado a uma fonte de tersio com (a) + =1+ sens, Vejaa Figura 3-26). + sen re(b) Resp. (ai ~ OC + seme (BF = OU=1 + sen) 4 eo o\\ “GC | | niosinear 0 ¥] | io ne ® ” Figura $26 3.30, Covoque um resistor Tinear de | A entre 6 elemento nao linear do Problema 3.29 €a fontede tensto, Vejaa Figura 3-260). Encontre a corrente do elemento se afonte de tensdo For a)» = 1+ sen re(b)v = ~1 + sent. Resp. (a)i= 0.91( + sen eh) i= 0.0941 + sen) Capitulo 4 Métodos de Analise 41 METODO DAS CORRENTES DE RAMO No método das correntes de ramo, uma corrente é atribufda para cada ramo em um citcuito ativo. Entdo, a Lei de Kirchhoff das Correntes € aplicada nos nds principais e as tenses entre os nés so empregadas para relacionar as correntes, Isso produz um conjunte de equagdes que podem ser resolvidas para se obter as correntes. Exemplo 4.1 Obtenta a corrente em cada ramo do circuito mostrado na Figura 4-1 utilizando o método das cor rentes de ramo. Figura 4-1 As correntes J, /,€/, so atribuidas a cada ramo como mostrado, Aplicando a LKC no n6 a, hahth wo A tensdo V,, pode ser eserta em termos dos elementos em cada ramo; V,, = 20 ~1(5), Va, = (10) € Vi, = LQ) +8. Entdo as seguintes equagdes podem ser esentas 20 ~ 145) = 1,10) 2 20-15) = 12) +8 3) Resolvendo as tres equagdes(1), (2) €(3) simultaneamente tem-se /) =2A,fp= 1Ae 1 = 1A, aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 52__Crrcuros Eietnicos do numerador tem os mesmos elementos de Ay exceto na primeiracoluna, onde os elementos da matriz de substituem agueles do determinant dos cveficientes. Deste modo, Ra] 7 Ru Rie Roly Rs} Ralf Ry Re Ral ARV Re Ral Simirmente, 1 [Rin Va iy [Ru Re Ki neta Rs lan Re ¥ al Ve Rs A Ry Ra Vs ‘Uma expanse do determinante do numerador pelos cofstores dostermos de tenslo resulta em um conjunto de lequagdes que podem ser uteis pars entender o circuit, particularmente em termos dos seus pontos de alimentagH0 das resisténcias de transferéncia: a) s) G2) -non( ° Jui, 4, & chamado de cofator de R, (elemento da linha i, coluna j) no Ay. Deve se tomar cuidado com os sinais dos cofatores — veja Apéndice B. 44 METODO DAS TENSOES NOS NOS O circuito mostrado na Figura 4-4(a) contém cinco nés, onde 4 e 5 sdo nds simples e 1, 2 ¢ 3 sto nés principais. No metodo das tenses nos 19s, um dos nds principais € selecionade como n6 de referencia € as equagdes baseadas na LKC sii eseritas para os outros nés principais. A cada um dos outros nds principais é atribuida uma tensdo, que de- ve ser entendida como uma tensdo em relagdo ao né de referencia. Estas tensdes so desconhecidas e, quando de- ‘erminadas por um método satisfat6rio, resultam na solucdo do circuito. , , . 3 (a) Figura 4-4 O circuito € redesenhado na Figura 4-4(b) e016 3 selecionado camo referéncia para as tensdes V, ¢ V,.ALKC requer que a corrente total saindo do n 1 seja zero: 45 Cepirui0 4 + Merooos ve AuAuse 53. Vs—V, Re =0 (Aplicando LKC desta forma ndo implica que as correntes de ramo esto todas direcionadas para fora do seu ni Realmente, a corrente no ramo !—2€ necessariamente direcionada para fora de um n6 ¢ para dentro do outro). Es- cerevendo as duas equagdes para V, ¢ V, na forma de matnz, " Wf Ra t Ret Rpt Re Vs/Re Note a simetria da matriz de coeficientes. O elemento 1,1 contém a soma dos inversos de todas as resistencias conectadas ao 16 1; 0 elemento2,2 contém a soma dos inversos de todas as resisténcias conectadas ao n6 2. Os ele~ mentos 1,2 € 2.1 sio cada um igual a soma dos inversos das resist@ncias de todos os ramos que untem os nds |e 2, com sinal negativo, (Existe apenas um deste tipo de rama no circuito presente). ‘No lado direito, « matriz de comrente contém V,/R, € V4/R,, a8 correntes das fontes. Os dois termos sao tidos como positives porque ambos conduzem a corrente para dentro do nd, Discussdes sulicionais sobre ox elementos na representagdo matricial das equacdes de tensdes nos nds so dadas no Capitulo 9, no qual os circuitos s20 tratados no regime permanente senoidal. Exemplo 4.5. Resolvao ciruite do Exempla 4.2 wilizando 0 método das tensdes nos nds, 5, Com dois nds prineipais, apenas uma equaedo é necessiria. Assumindo superior © que on6 inferior & areferéneia, O ciresito é redesenhado na Figura 4 ‘que as correntes esto todas ssindo do re -20 de onde V, = 10 V. Entdo, f, = (10 — 20)/5 = ~2 A (0 sinal negativo indica que a corrente J, fIui para dentro do né Us = 0 = 872 = 1A; A, = 1ONO = 1 A.A correme /,no Exemplo 4.2 € moswrada pomtithida, 5a 2a ne Figura 4-5 RESISTENCIA DE ENTRADA E DE SAIDA Em circuitos com uma tinica fonte, a resisténcia de entrada ou resistencia do ponto de alimentagéo & freqiente- mente de interesse. Tal circuito € sugerido na Figura 4-6, onde a tensio de alimentagao foi designada como V, e4 corrente correspondente como f,, Uma rez que a nica fonte € V,, a equagio para /, ¢ [veja cquagdo (7) do Excm= plo 4.41 An 30 54 46 Crncurros Everaicos, A resistencia de entrada &a relagdo entre V, e J, Ok (or deve verificar que 4,/4,, possui a unidade Q. Uma fone de tensio aplicada a um circuito passive resulta em tensdes entre todos os n6s do circuito, Um re- sistor externe conectado entre dois nés drenard corrente do circuito ¢, geralmente id reduzir a teasao entee estes nds. Isto se deve a tensio atraves da resisténcia de saida (veja também Thévenin}. A resistencia de saida é encon- trada dividindo-se a tensao do circuite aberto pela corrente de curto-circuito no ni desejado. A comrente de curto- Circuito € obtida tia Segao 4.6, Figura 46 Figura 4-7 RESISTENCIA DE TRANSFERENCIA Uma tensio aplicada em uma parte do circuito resulta em correntes em todos os ramos do circuito, Por exemplo. uma tensio aplicada a um cireuito passivo resulta em uma corrente de sada naquela parte do circuito onde a resis- cia de carga tenha sido concctada. Em tal caso o circuito tem uma resistencia de rransferéncia. Considere 0 cit- cuito passivo sugerido na Figura 4-7, onde a fonte de tensdo foi designada como Ve acorrente de safda como 1, A eqagao de mallia para J, contém apenas um temo, aquele que resulta de V, no determinante do numerador. rn be 0)(22) +0404 ¥,(22) +0 (Se) + 404 nF) +04 A resisténeia de uansferéncia do circuito éa razio entre Ve Remit =o A, Porque a maiz de resistencia g simétrica, = A,.€ entio Ronen =, Isto expressa uma importante propriedade dos ciccuitos lineares: se uma certa tensio na malha r dé origem a uma certa corrente na malha s,entdo @ mesma tensio na malha s produz a mesma corrente na malha r Considere agora a situagdo mais genérica de um circuito com m malhas, contendo um namero de fontes de ten- A solugdio para a corrente na malha k pode ser escrita em termos di resisténcia de entrada e da resisténcia de transferéncia | veja itens (7). (8) € (9) do Exemplo 4.41: Rramtusik Ristat uM Vat hago + eet + Reanstt Ritter Ren Nao existe nackt matematicamente novo aqui, mas nesta forma a equagao de corrente ilusira o principio da super- posigio muito claramente, mostrando como as resisténcias controlam os efeitos que as fontes de tensdo tem em uma corrente de malha particular. Uma fonte distante removida da malha é tera uma resisténcia de transferéncia alta na- quel malha e ira contibuir muito pouco com J, A fonte V,,¢ outras em mathas adjacentes a malha k, forneceriio a maior parte de I. Carhuiod + Meron0so€ ANtuse 5S. 47 REDUGAO DO CIRCUITO Os métodos de corrente de malha e de tensio no né sao as principais téenicas de andilise de cirewitos, Porm, a re- sisténcia equivalente de ramos série e paralelo (Segdes 3.4 ¢ 3.5), combinam com as regras de tensdo e corrente, Tornecendo outro método de se analisar um circuito. Este método € tediovo € usualmente exige 0 deseniio de varios uitos adicionais, Mesmo assim, 0 processo de redugdo do circuita fomece um retrato muito claro do funciona- mento global deste em temosde tensées, correntese poténcia. A redugdo comega com uma procura no circuito por inbinagdes de resistencias em serie e paraleto, Exemplo 4.6 Cbtenha a potércia total fornecida por uma tonte de 60 V e a potencia absorvida por ead resistor no circuito da Figura 48 RyZI+5=122 (246) +6 e702 70 av) 50 + f Figura 4-8 Estes dois equivalentes estio em paralelo Figura 49), dando (2) Rae 312 Entio, este 3 42 equivakente esti em série com o resistor de 7.2 (Figura 4-10), de forma que para o cireuito iateit, R,=7+3=Q 4 108 sa na av! a9 4 > f f Figura 4-9 Figura 4-10 A poténcia total absorvida, que ¢ igual a poténcia total fornecida pela fonte, pode agora ser caleulada como 56 Grewros Ever Essa ponéncia € dividida entre R,, eR, da seguinte forma: Pro (6360) TH A potencia P, ¢ dividida entre &,€ Ryda seguinte Forma: 4 Pan = fg (N08! uw Finalmente, essas poténcias slo divididas entre as resisténcias individuals da seguinte forma 6 aw 1 en sw Pana ppg Sa 7W Paz lg OD =1878W 2 3 :"c saw sa 27) = 1125W Poa = 73g B= 4 P =I 48 SUPERPOSICAO Um circuito que contenha duas ou mais fontes independentes pode ser analisedo para se obter as virias tenses € correntes de ramo, permitindo-se que as fontes ajam uma de cada vez e, entdo, supespondo os resultados. Este prin- cipio se aplica por causa da relacdo linear entre a corrente e a tensio, Com fonies dependentes, a superposigao po- de ser usada somente quando as fungdes de controle forem externas ao circuito que as contenha, de forma que os controles ndo se alteram quando as fontes agem uma de cada vez As fontes de tens, para serem suprimiclas en- quanto uma tnica fonte atua, sZo substituidas por curto-ciscuitos; as fontes de corrente so substituidas por circui- {os abertos, A superposigio nao pode ser diretamente aplicada para o célcuio da poténcia, porque a poténeia em um elemento é proporcional ao quadrado da corrente ou 20 quadrado da tensa9, que & uma relagdo nlo-linear. Como uma ilustraglo adicional da superposicao, considere a equacdo (7) do Exemplo 4.4: Au An {Aw nev, (28) 4n(22) 4 (28 : (Se) + ()+ (3) «qe contém o principio da superpasigio implictamemte. Note que os tts termes nadleita so adicionados para re: sultarna corrente /,. Se existirem fontesem cada ume destas trés malhas, entao cada termo contribui para a corren- {e/,, Adicionalmente, se apenas a malha 3 contém uma fonte, V, ¢ V; serdo zero ¢ J, € completamente determinada pelo terceiro termo, Exemplo 4.7 Calcule a comente no resistor de 23 9 da Figura 4-1 (a) pels aplicagan do principio da seperposi- Gio, Com a fonte de 200 V agindo isolalamente, a forte de corente de 20 A ¢ substituéda por um cirewitoabeno, Fi gura 4-11(6). (274 +23) eS =331A 6052 _- (E)san —1asa s4 (Quando uma fonte de 20.4 age sozinha, a fonte de 200 V € substitu \Gncia equivatente para a esquerda da fonte € & por um cunto-circuito, Figura 41 1(c).A resis- Entao, Kin ( aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Carmo 4 + Meronos nz Amuse 59 5a wv 2A sa ‘ > (a) Egivalente de Thévenin (b) Equivatente de Norton Figura 4-14 A utilidade dos circuitos equivalentes de Thévenin ¢ de Norton fica evidente quando se necessita examinar um circuito ativo sob varias eondigées de carge, cada qual representada por um resistor. Isso é sugeride na Figura 4-15, onde esti evidente que os resistores R., R, podem ser conectados um de cada vez, € a corrente & a poténcia resultantes sio facilmente obiidas. Se isso fosse tentado no circuito original utilizando, por exemplo, reducao do cirewito, a tarefa seria muito tediosa e demoraca, re é Figura 4-15 4.10 TEOREMA DA MAXIMA TRANSFERENCIA DE POTENCIA As vezes & desejado se obter a ma it potencia wa do que ocircuito é linear, este pode ser reduzide par Jerida de um circuito para um resistor externo R,. Assumine um circuito equivalente como na Figura 4-16. Entio © eno a poténeia absorvida pela carga & RR) wari) Assim P, atinge o seu valor maximo, ¥'7/4R’, quando R, caso em que a poténcia em R' é também V"/4R' Conseqiientemente, quando a poténcia transferida € maxima, a eficiencia ¢ de 50%. VR, (R'+ Ry R Gus th. Figura 4-16 60__Cincuros ELemicos Nota-se que a condigdo para a maxima iransferéncia da poténcia para a carga ndo é a mesma condiglo para a ‘maxima potencia entregue pela fonte, A maxima potencia entregue pela fonte acontece quando f, = 0, caso em que a poténeia entregue para a carga é zero (ie., em um minimo). Problemas Resolvidos A.1 Utilize as correntes de ramo no cirevito mostrada na Figura 4-17 para encontrar a corrente fornecida pela fonte de 60V. |. Ra Figura 4-17 LKTe LC nos di: 9) wm 1412) rr (3) Subssituindo (10) ¢(11) em (13), Qa htWhth=sh as Agora (14) & substituida em (12) 60=1(0)+ 1412) = 104, on 1, =6A 4.2. Solucione o Problema 4.1 pelo métedo das correntes de malha. Figura 4-18 Aplicando LKT para cada malha (veja a Figura 4-18) resulta em 60 = 71, +120, -1) 0= 20, = 1) + 64-1) O= 6-1) + 12% Reorganizando os termos ¢ colocando as equagdes na forma mat 19, ~ 12/3 = 60 9-2 O7Th oo =I +18— 6h = 0 a -12 18 -6]/4)=| 0 6h +18 = 0 o -6 isfly 0 Cariruio 4 + Merooos oz Amuse 61 Usandoa regra de Cramer para achat J, 6-12 0, | 19-12 =) 0 18 ~6)=|-12 18 ~6) =17280+2880= 6A 0-5 8 0-6 18 4.3 Solucione ocircuito dos Problemas 4.1 ¢ 4.2 pelo método das tensies no né. Veja a Figura 4-19, de onde V, ~ 18 V. Entdo, i i wQ ~ Eno 4.5 ObleMha Reg ® Rys PATAO Circuito do Problems 4.2 € use-as para calcular , ¢ I, Ocofaor do elements 1,214 a, deve I Juir um sinal negative, an = (-D 26 Recast. 60/1333 = 4.50. Ag _ 2880 ay 2 =409 Reanscs = Enid, J, = 6040 62_Gscumes Everacos 4.6 Resolva o Problema 4.1 utilizando as correntes indieadas na Figura 4-20. (Os elementos na forma de matriz das equagdes sio obtidos pela inspegiio. seguindo as regras da Segio 4.2. 7a ~ Jets) . Figura 4:20 7 77fh © 713 7 h]=|¢ 7 7 ila} Leo. wor 7 Deste modo, Aes] 7 139 7| = 2880 719 [Note que no também no Problema 4.2 A, = 2880. embora os elementos no determinante fossem diferentes, Todos os con- Juntos vildos de malhas ou ramos razem 0 mesmo valor numérico para dy. Os ts determinantes do numerador Sio 77 N= |@ 1B 7] =4320 Ny = 4320 jo 7 19 Conseqientemente, A= A corrente fornecida pela fante de 60)V a soma das tés comentes delago, 1, + J, += 6A. 4.7 Escteva, por inspegdo, a matriz das coreentes de ramo para o Circuito da Figura 4-21 € revolva para as vorrentes, wa 20 Figura 4.21 7-3 ofa 5 19 -4|) & o-4 olla [2] Cairv.o 4 + Meroo0s ce Anise 63 Resolvendo, 5 0) | 1-3 0 19 -4)s|-s 19-4) =(-100)+536=-1314. 4 6 | 0-4 6 Similarmente, By _ $000 AR 536 1045 ar 4.8. Resolva o Problema 4.7 pelo método das tensdes nos nds. O circuito foi redesenhiado na Figurs 4-22, com dois nés principais numerados de 1 e2, ¢o teceiry escothido como 1G de referéncia. Pela LKC. a corrente tol ssindodo né deve ser igual a zero. wn Similarmemte, no n6 2, re q 5 3*3* 10 JE fats 't se wo toa aL" * (0 determinante dos coeticientes & os determirantes do numerador so 0.80 =0.0) _ oo 8=|_n10 “oas|=05 ies B18 | pa oxo 5] we os] = 17 AO .a3s|= 4 Destes, aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Circus Everacos n= 9Se = 41, + 150 (2) 4.13 Obienha o equivalente de Thevenin para o circuito da Figura 4-26 a esquerda dos terminais ab, A corrente de curto-Circuito, Lg. obtida do cieuito de trés malhas mostrado na Figura 4-27 wa wo wa a Figura 4-27 pis n -5 2 in| 03 sla] awtseio = A tensio do circuito aberto, V, sew: € tensio aplicada no resistor de 5.0 indicado na Figura 4.28, wa wa oa a Figura +28 1-8 OPE] P Manu so slp 0 o -s 2 ]L4 0 25V ect Vera ie $128 205 fA Endo, afonte de Thévenin V +115) = Vinal oe Povwssostaon 150 Rr a (O circuito equivalente de Thévenin é mostrado na Figura 4-29, Com R, coneciado aos terminais wb, a corrente de sila € Vural Vas our w = Csnane RAR, + 150 cconcordando com o Problema +12. Capi 4 + Merooosn ANiuse 67 —1 ae 70 u\S xa Gj 200 40v Figura 4-29 Figura 4-30 4.14. Utilize a superpesigao para encontrar a corrente I de cada fonte de tensio no cireuito most do na Figura 4-30, Ascomrentes de lago sio escothidas de tal forma que cada fonte contenha apenas uma corrente [3 “heh -27 majla}= | 20 Da fonte de tensio de 460 V, 1042 € para afonte de tensdo de 200 V Ke = 165A Entao VAP = 10424 1.65 = STA 4.18. Obienha a corrente em cada resistor na Figura 4-31(a), usando o método de redugtio de circuito. ‘Como um primeiro passo, as combinagdes em paralelo de dois resistores sio canvertidasem seus equivalemtes. Para cos esistores de 6 Qe 3.Q, R., = (6)3¥(6+3) = 2.0. Para os dois resistores de 4 0,2, = 2.0. 0 cireuito éredesenhado com os resistores series, adicionados [Figura 4-31()], Agoraos dois resistores em paralelo rao equivalemte Ry ~ 3.2 estd em série como de 2.0 Conseqilentemente, R, = 5.2, como mostrado na Figura 4-31(c). A corrente total resultante & ay on on VQ) sa () O} Figura 4.31 68__Crncuiros Eueraicos Figura 4-32 Primeiramente oeguivalente de Thévenia & obtido, com V'= 60V e &= 11. De acondo com a Seean 4.10, a ma ima transferéncia de poténeia ocorre pura R = R’= 11.0, com = 81.82 W Problemas Complementares 4.17 Aplique o métode das correntes de malha no circuito da Figura 4-33 ¢ esereva as equagées matriciais por inspegdo, Ob- tenha a corrente /, expandindo o determinante do numerador sobve a coluna eontengo as tensoes, para mosirar que cada fone fomece uma corrente de 2,13 A. Figura 4-33 AAR As correntes de lago estdo mostradas no circuito da Figura 4-34, Esereva asequagiies matric Resp. 355A. = L988, =298 A ise resolsa para asir€s cor. cxviruo 4 + Neroo0s oF ANISe _ 69 sn an an 20 Figura 4.34 4.19 0 circuito do Problema 4.18 foi redesenhado na Figura 4-35 paraa solugdo pelo método das tenses nos nds, Obtenha as toniBes nos nds VV, € verifique acorrente obtida no Problems 4.18, Resp. TV, ~3.96V sa wv Figura 4.35 4.20 Nocircsito mostrado na Figura 4-35, a corrente J, = 75 mA. Use ascorrentes de malba para aehuar a tensio necessiria v Resp. 0.705 4.21 Utilize o determinante apropriado do Problema 4.20 para obter a resistencia de entrada come vista peli fonte de tensio V,.Verifiqueo resultado pela reducto do cireuito, Resp, 2350. sn 40 4) oa on Figura 4:36 4.22 Pana 0 circuto mostrado na Figura 4-36, obtenha o resisténcia de transferéncia que relaciona a corrente J, com s tensio da fomte V Resp. 9490 70__Cirovrros E12 woos 4.23, Pars o circuito mostrado na Figura 4-37, obtenha as correntes de malts. Resp. 5,04; LOAOSA 60 wa . ° Figura 437 4.24 Utilizando as matrizes do Problema 4.23 caleule R, Resp. 102,502, 100.2 R, ats Rags Rn 4.25 Nocircuito mostiado na Figuen 4-38, obenha as quatro correntes de maths Resp. 2.11 A, 0.263 A, ~234 A, 0,426.4 Figura 438 4.26 Panto circuito mostrado na Figora 4-39, obtenha V, renies de malha ou das tensiies nos ns, C Resp. ~629Y, ~0,667, 9.44.0 wn anc © R’ROS eras ab UsaNGo es MEtEAIOS Bas cor wideneo Terminal positivo em relaca0 a0 Figura 4.39 4.27 Utilizando omstado das tensdes nos n6s, obtenha V, $44, Comite emia pntvem eo ap el nos terminais ab do circuito mostrado na Figura aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. Garin 4 + Nerooos ne Aniuse 73 D Figura 4-48 NOA. 5¥j-20p-3¥e=¥0 Resp | NOB Ve 460) —3Ve= 0 deonde Ig NOC) y= 2p +3V=2 7, Vy = 9, Ve = 12,33 todos em V No circuito da Figura 448 note que a corente através do resistor de 3.92€3 A ocasionando Vy = 9 V. Aplique a LI redor da matha na parte superior do ci Ve Resp. T= BA, Taw cuito para encontrar a cortente f saindo da fonte de tensio,¢ entao encontre ¥, © WY 378 4.38 Superposigo. No circuito da Figura 4-48, encontre a contribuigio de cada fonte para V,,V,¢ V,..€ mostre que elas se somam aos valores encontradas nos Problemas 4.36 ¢ 437. ‘Contibuigio de Fonte de tensio esp. | Contribuigio de fonte de orrente A (udoem v) Contribuigio ds fome de corrente 2 A. Contribuigdo de todas as Fontes 4.39 Nocircuito da Figura 4-48 retire a fonte de comente de 2 € entio encontre a 12980 Vi jase sen €NUE 0 CirCUILO aberto Jos nésC oD. Resp. =av Vere se 440 Usilieando os valores de Vee de Vij. tp Oblidos nos Problemas 4.36. 4.39, encontee oequivaente de Thevenin do sie cuito da Figura 4-48 visto pela fonte de corrente de 2 A. Resp. Viy= 3VRy = 43. 4AL_ No circuito da Figura 4-48, remova a fone de corrente de 2 e ajuste as outras duas em zero, reduzindo 0 cireuito a um circutto resisivo sem fontes. Encontre a resisténcia equivatente vista dos terminass CD. € note gue aresposta € igual a resistencia obtida no Problema 4.40, Resp. R= 1480 4.42 Encontre © equivalente de Thévenin para o circuito da Figura 4-49 visto dos terminais AB. Resp. Vy= T2N.Ry, = 170 T4__Cwrourtos Eueraicos 4g ey, Be 29 i i a 6a 22 12 22 3a we 22 Srv 8 12 19 Figura 4-49 Figura 4-50 443. Método da Corrente de Lago, No circuito da Figura 4-50, escreva as trés equagies de lago usando 1, ¢ fh, Entio en- cconire as correntes. Lago 4s 2h +h =3 Resp Vago? 2, + 5s Lagos: hy $2 + 2h 9/81. Jy = 7/81 todos em A ° 444 Superpesigiio. No circuito da Figura 4-50, encontre a contribuigio de cada Fonte para /, Js ¢ fy. @ mosire que elas se so: ‘mam aos valores encontrados no Problema 4.43, Da Fonte Aesquerda 1 = 36/51 Resp. | Da fonte A direita I = —4)81 20/81 (udo em A) De ambas as fontes f= 351 h=V/51 4.45. Método das Tensies nos Nés. No circuito da Figura 4-51 escreva as wés equagies para os nés A,B e C, considerando 0 16 D como referencia, ¢ encontee as iensdes nos més, 10 ©) 2 ‘ 2a 3a © 20 at *) a D Figura 4.51 9) -1V_— Wea BV, +8Vgp— We=9 deonde Vy =9, Vg = =, - Wet Ve =O Resp. Ve = 2 todosem V 446 Método da Corrente de Lago, No circuito ds Figura 4-51, escreva as duas equagdes de lago usando f,¢ , comocorren- tes de lago, entao encontre as comentes eas tenses nos ns. Ligol 4 -h =2 RalAL: Resp. deonde, ™ Viago2 + 2h=3 ne vi, =2A SV. We=2V 4a7 Resp. 448 Resp. 449 Resp. 430 Carfruio 4 + Meropos oe ANAuse 75 Superposigdo, No circuito da Figura 4-51, encontre a contribuigio de cada fonte para Vi, Vp ¢ Ve mostre que elas se somam aos valores encontrados nos Problemas 4.48, ‘Contribuigao da fonte de corrente | Vy Va = 3043 | Ve = 1a Vy = 1857 | ro = 0,571 (aude em V) CContribuigio da fonte de tensto | Py Contribuigin de ambas asfontes | Vy = 9) Vyas Ven? Verifique que o circuito da Figure 4-52(a) é equivalente a0 citcuito da Figura 4-51 Movs n6 B na Figura4-51 para forado lago, 22 : c 30 2a sat 19 | "av D © lg | 28 sat) | ia ! *)3v o Figura 4-52 Encontre V, e V, no citeuito da Figura 4-52(b), V,=9VeV,=5V Mostre que os cireuitos de tés terminais dentro do retingulo tracejado da Figura 4-52(a) ¢ (b) so equivalentes (ie...em termos da relago de um com o outro), Dicu: Use as propriedades de linearidade e de superposigao, junto com os resulta- dos dos Problemas 4.48 4.49, Amplificadores e Circuitos com Amplificador Operacional 5A MODELO DE UM AMPLIFICADOR Um amplificadoré um circuito que amplia os sinais. A parte mais importante de um amplificador é uma fonte con- trolada por um sinal de entrada. Um modelo simplificado de um amplificador de tenso é mostrado na Figura 5-I(a). Os terminais de referencia de entrada e de saida esto normalmente coneciados um ao outro, formando um né de re- ferencia. Quando o terminal de safda estd aberto, temos r, = kv), onde k, 0 fator de multiplicagao, é chamado de ga~ iho do circuito com a saida aberta. Os resistores R,e R, Sto as resisténcias de entrada e de saida do amplificador, es- pectivamente, Para uma melhor operacio € desejado que R, seja alto e R, seja baixo. Em um amplificador ideal, R eR, = 0 como na Figura 5-I(6). O afastamento das condigGes citadas acima pode reduzir 0 ganho global A 8 $ Wy e HR orn us 1 Oe » b) Figura 5-1 Exemplo 5.1 Uma fonte de tensdo real v, com uma resistencia interna R., € conectada a entrada de um amplifica dor de tensdo com resisténcis de entrada R,como mestrado na Figura 5-2. Enconire 0/1, Cariruo 5 + Aupunicanones e Cricuirss cow Aueuiecanon Oreraconar 77 » aS Om Figura 5-2 ‘A teasto de entrada do ampliicador,», & obtida pela divisio de v entre R,¢ R Ry RR, de onde +R 0 amplificader eamega a fone de tensio. O garho d mvalha-aberta & reduside pelo fator R/(R, Exemplo 6.2 Na Figura 5-3, uma fonte de tensio real, com uma resistencia interna &.,alimenia uma carga &, através de umvamplificedor com resistincias de entrada ede stida,R,e R,. respectivamente. Enconire (/ # ‘ a nk oy » SR % Figura 5-3 Peladivisio det 8, = RR, Sinvarmente, a tensao de saa € ee moOR Rk, 2 RR, (RB ERMR +R) % R+R”R+R, = Note queo ganho de mstha aherta é também reduzid por um fa so de sada dependente da carga, or adicionil R, AR, + R,).que por sia vee Fae a tem aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 80__Greuros E1etnicos Aww Figura 5-8 2 = 100 sen Int) HO*(V), Quando o ADP opera na faixa finear », = 10, = 10 sen nr (V). saila pode permanecer entre +5 e ~ 5 ViFigura 5-9). A saturacZo comega quando s, = 10 sen 2nraleanga o nivel de $V. Iko ocorreem 1= 1/ 12s. OAOP sai ca saturagio de 5 Vem 1 = 5/ 12, Simvlarmente, 0 AOP entra em saturagiio de ~5 Vide r= 7/12 a6 11/12. Um ciclo completo de saida, dado em volts, de += 0 até Wid <1 5/12 Wder< i Wsen22¢ caso contrat Figura 5-9 Exemplo 5.7 Repituwo Exemplo 3.6 paras” = 25 pV ev" = 50 sen 2x7 WV). vo = = (50sen2nr| 10° 25x10 10x 10° (sen Der ~ 172)(V) Quando © AOP ests na regi Finca, sua saida & 1'e, = Steen Ine ~ 172)(V) Capiruio § + AupuncaDoREs € CiacuiTos com ANeLIEcADOR OreRxcona 81 , satura a0 nivel de —5 V quando S(sen 2nt — 172) < ~$,7/12 << 11/12 (veja na Figura 5-10), Umeiclo de dado em volts, de r= Oaté I sé Wd 0, TMF ev, = sen 20001, Assuminde v.40) = 0, encontre a sort [ sen2000ar = 0,4¢0s20001~ 4 oie eo Integrador Pratico O circuito de Figura 5-24 chamado integrador pritico, uma vez que a tensio do capacitor & continuamente des- carregada através do resistor de realimentacdo R,, Isto resultard em uma redugdo do ganho |r,/,]e em um deslo- camento de fase em 1;, Para discussao adicional, ver Sega 5.13. % Figura 5-24 Exemplo 5.18 Na Figura 5-24, R, = R= 1kQ,C= 1 Fev, = sen 2000, Encontre vs A tensio no n6 da entrada inversora € zero ea soma das correntes entrando no né tambémé zero, Dessa forma, 5 dvy wy RIO Sy ° it de, 10 Ee att sen 20001 en {A soluedo para v, em (21) é uma sendide com a mesma freqiéncia da de ©, mascom diferente amplitude ¢ Angulo de fase, isto é, cost 20001 + B) 22) Para encontrar A € , substiuimos °¢ desidt de (22) em (21) Primeiro deft = 20004 sen (2000 + 8). Endo, 10 dvyJde + x, = =24 sen (20007 + B) + A.cos (20000 + B) = ~sen 2000 Mas 24 sen (20007 + B) — Acos (20000 + B) = A 5 sen (2000r + BY ven 20001 26.57% Portanto,a Te 0.447 cos (20001 + 26,57°) ador Integrador-Somador Um nico AOP em uma configuragdo de inversor com miltiplaslinhas de entradae um capacitor de realimentacio, como mostrado na Figura 5-25, pode produzir a soma das integrais de vérias fungGes com ganhoy desejaclos.. CapiruL0 5 + AVPLIFICADORESE CiscUlTOS cow AuPuricapon OreRaconaL 91 Figura 5-25 Exemplo 5.19 Encontrea said entradas, no amplificador inveprador-somailor da Figura 5-25, onde 6 cireuito tem trés Aplicando a LKC 3 entrada inversora AOP. obtemos (24) Condigao Inicial de Integragao A coniligdo inieial desejada, v,, daintegragdo pode ser fornevid por uma chave de reser como mostrado na Fig 5-26. Pela conexio momentanea da chave e posterior desconexio em 1 = 1, um valor inicial de v, é estabelecido: através do capacitor ¢ aparece na saida v,. Para > 1,, a contribuigdo da integral de entrada é adicionada a sajda. by dt +e 3) Figura 5-26 Diferenciador Colecando um indutor no lugar do resistor no ramo de realimentagao de um amplificador inversor, a derivada do si- nal de entrada & produzida na saida. A Figura 5-27 mostra 0 cireuito diferenciador resultante, Para se obter a relagdo entrada-saida, aplica-se a LKC para as correntes que chegam ao n6 da entrada inver- bd a Rd 26) 92 Crreuros Evermicos Figura $27 5.12 COMPUTADORES ANALOGICOS Os amplificadores inversores, os circuitos somadores € os integradores descritos nas secdes anteriores sao utiliza- dos para se construir blocos funcinais formadores dos computadores analégicos, utitizados para solucionar equa~ ges diferencias Hineares, Diferenciadores so evitados por causa do considerdvel efeito de rufdo nestes cireuitos, apesar de seu baixo nivel Para se projetar um circuito de computedor, primeiro deve-se rearranjar a equagao diferencial de tal forma que a maior derivada existente esteja em um lado da equacio. Adicione integradores ¢ armplificadores em cascaia e em elos entrelagados como mostrado no exemplo seguinte. Nesta segio, usaremos as notagies x’ = dx/di, x" = de dt. Exemplo 5.20. Projete um circuito com (1) como entrada para gerar a saida x?) que saisfaga a seguinte equagio: V+ O+IND= MO en Passo 1 Reatanjarn equagio diferescial (27) da segint forma yaya 3 =p es) Passo 2 Usiizar um AOP integradorsomador #1 ma Figura $-28 paraintegrar (28), Aplicar (24) para encontrar Ry. Ry R&C, tai que asda do AOP #1 sejavy = —y" Considerando C, ~ 1 AF ealeulando ose sists: aC, R= IMa RC <3 R=IBkR RyC= 1/2 Ry = SOOKE ™ ~fo-sy- arya -[ra 29) frasso.$——Iteprary, = ~y' pelo AOP #2 para w obier y,Comsietande C; = 1 uF e R,= | MEL para se ober wna safda do AOP #2, aR , Go) Passod — Fornever as entradas para o AOP #1 através das seguines coneades. Coneciar 0 sinal de sida do AOP. #1. 0, = —v' diretamente mn sus entrada ,. Passar v, = y através do AOP inversor de ganho unitério 43 para gerar ~y, ¢ entio cenecti-1o na entrads R, do AOP #1, Conectara fonte de tensio x1) na entra da R, doAOP A, O circuito completo ¢ mostrado na Figura 5-28, Exemplo 5.21 Projete um circuit comAOP que seja uma fonte ideal de tensio (1) sat = Opara r>0, com 0) = 1, fazendo a equagio v’ + Seguindo os passos milizados no Exemplo 5.20, circuits da Figuia 5.29 com RC = | s émoniado. A condigio inicial éobtids quando a chave est abertaem = 0.A solugdo n¢) = &",r> 0 € observads na safdado AP. aa You have either reached a page that is unavailable for viewing or reached your viewing limit for this book. 94 Cincurras Euerricos 5.14 COMPARADOR 0 citeuito da Figura 5-30 compara a tensdo v, com um nivel de referé Desde que o ganho de malha aberta seja muito grande, a safda do AOP, v,, sera + V, (sev, > v,) oU~ V, (se u, < u,). Isto € representado por ¢, = V, sgnlo, — »,], onde “sgn” significa “sinal de”. Para 0. temas. - HV, 4 >0 vse Vesentd= [ye 25 Figura 5-30 Exemplo 5.23 Na Figura5-30, considere V, Para re/o, Vou, = Oe 0) = sem, Encontre vy = sen m0 sv Para x / acre dnl oo, bySsenwr<0 r= SV A sada ¢ € wun pulso quadrado com valores +3Ve—5 1 coin perfodo de 27 / w. Um ciclo de v € dado por SV OKre Exemplo 5.24 O circuitous Figura 5-31 & um convenor snalgico-digital paralelo, Asconexdes, +V,, € =V,. foram omitidas por simplicidade, Comsidete V,, = SV, v, = 4V ey, «€ - Interpreteos resultados (V), para 0 <1-< 4s, Enconie as saidas 1 Os AOPS nao possuem realimentago, € furcionam como comparadores. As saldas com valores de +3 Ve ~ 3. so dadas na Tabet 5-2, Tabela 5-2 tempo, s | entrada, V dere] O