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COMPROVE ENGENHARIA LTDA.

APÊNDICE

- EXEMPLO DE

Consultorias, Projeto6,

Vejidas,

Fabricação

do

Instrumentos

Elotro-eletrônlcos e Treinamento Empresarial

APLICAÇÃO

DOS MÉTODOS

ESTATÍSTICOS

1 - Generalidades

.

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2 - Intervalos

homogéneos de

tempo

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. 3 - Sobretensões

4 Isolamentos

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Consultorias, Projetos,

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CAPÍTULO-01

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1.1 - Introdução

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Em um sistema elétrico as cargas são alimentadas a.

través de linhas de

transmissão desde as usinas,

ponto de

geração

de enercjia,

em geral distantes

do consumidor

transmissor. Freqtiente

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ê mente estas cargas

são supridas por mais de' uma usina e

consegUenteÿ

mente por várias linhas de transmissão que podem se encontrar em um

ponto qualquer do sistema,

formando um nó.

Nestes nõs, são em geral implantadas as subesta

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ções, definidas como:

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- um conjunto de equipamentos de manobra utjL

lizado para dirigir o fluxo de energia e garantir a segurança

do

sistema

de proteção e. meios 'de desviar o fluxo

provendo um ponto no qual

podem

ser

por

instalados dispositivos

caminhos alternativos.

As várias formas de ligar os circuitos nestes nós,

também chamados de barramentos,

são conhecidas como esquemas’ e- apre

. sentados em forma de diagrama unifilar, e as maneiras de se dispor

os equipamentos e barramentos em uma subestação caracterizam um ar¬

ranjo.’

Nestes capítulo vamos analisar

os fatores que in -

fluem. na escolha de um esquema e de um arranjo e apresentar aqueles

comumente utilizados

em subestações oonvencionais

com tensões iguais

ou superiores a 138 kV.

1.2

- CRITÉRIOS

PARA

ESCOLHA

DO

ESQUEMA

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A escolha

principais objetivos:

do esquema a ser

usado deve

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2 - flexibilidade operativa

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um: elevado : grau. de; Gpn:fiaj3ilidader (pÿliability). -que representa

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por um período de tempo (t) pré-determinado, quando p.elo menos um

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II - Flexibilidade Operativa

Entende-se ?a-, prppriedade que o esquema deve

ter de

poder distribuir

adequadamente

a carga ativa

e reativa pelos cir

cuitos da subestação em qualquer condição de conexão

dos circui

tos,

tanto em situação normal quanto em emergência.

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um único 'd ispòsibilo 'dè proteção

com quálqúer'' tipò' déJ cúr to

a

poder detetar

cada

que ocorresse

no alimentador

e

Entretanto os sistemas de proteção vêm se sofistican¬

de

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tipo de curto,

separadamente

maneira

localização deste curto,

preocupação proVef,:

cada vez maiLLãpidaV' pbfcÿfo* èm tempos’ diferentes

levando â utilização

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Vendas,

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Instrumentos

Elolro-elotrônicos e Treinamento Empresarial

Caracter ísticas:

1)

Para

remover defeitos em Y,

promove-se desliga

-

mento de A,

enquanto só o desligamento de B se -

ria

oportuno.

Vemos assim que quanto mais circuitos

ou elementos

de circuito como barramentos são protegidos por um único disjuntor

ou ainda, quanto mais disjuntores devem ser desligados durante de¬

feitos, mais -complexa será a proteção e mais passível de falha se¬

rão suas

Assim é que usa-se como elemento de segurança final

em proteções mais

sofisticadas

o esquema de

falha de disjuntor

"

(breaker

failure) , que

fornece proteção de retaguarda,

abrindo to¬

dos os disjuntores da subestação se o disjuntor associado ao cir -

cuito- em curto, falhar na abertura após a iniciação do processo de

abertura .

Na figura

abaixo se a abertura do disjuntor

(2)

fa¬

lhar após um certo tempo os disjuntores

e o cúrto removido.

(1) ,

(3)

e

(4)

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IV - Manutenção

Para

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distâncias elétricas adequadas sejam

usadas principalmente para

se

retirar o equipamento de serviço e executar a sua manutenção.

ser previstos,

Precauções e caminhos alternativos

também tem que

de modo a não interromper

o

fluxo de ènergia.

1

No fim deste capítulo encontra-se um quadro mostran

para os diversos esquemas o efeito

da manutenção dos

barramen -

tos e disjuntores tanto em condição normal quanto em curto-circui¬

to.

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Consultorias, Projetos, Vondas, Fabricação

de

Instrumentos

Eletro-eletrônicos o Treinamento Empresarial

Os custos de uma subestação podem ser

avaliados com

o gráfico aqui apresentado que mostra uma variação percentual para

os diversos tipos de arranjo, construção civil, estruturas,

incluindo equipamento, material

fundações,

de

terreno e montagem eletro

mecanica. Os custos dos

transformádores, reatores, e equipamentos

de proteção não foram incluídos, uma vez que distorceriam os valo¬

res e a comparação ficaria .prejudicada.

CIRCUITO

185

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J

Barra

Simp le s

p, aoo

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Barra

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11/2

Dup1 a

Principal

Di s j un cor

+

Transi .

!

11

I

83

Ane1

'

2

l

138

Di s j untore s

VI

- Área

O estudo

Ocupada

da área ocupada

tem mais sentido quando

a

subestação vai ser . implantada em zona urbana onde o solo apresenta

grande valorização. Deve ser

também incluída

nesta

avaliação a á -

rea

necessária para as

chegadas

e saídas das diversas

linhas

de

transmissão.

VII

-

FACILIDADE

DE

AMPLIAÇÁO

tricôs estão

O esquema adotado

sempre èm expansão,

deve prever que os sistemas

proporcionando assim meios

elé -

de fa-

CAIXA POSTAL 3087 - TELEX

FONE: (034) 235-4385 -FAX

06

235-4655 - UBERLÂNDIA -MQ.

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COMPROVE ENGENHARIA LTDÃ.

Çonoultòrias, Projetos,

Vendas,

Fabricação

de

Instrumentos

Eletro-otetrônicos

e Treinamento Empresarial

1

1

çilijtar os futuros acréscimos de saídas de linha,

reS/ÿetc.'

,-i*

;

de . tranf ormado -

Quanto mais sof isticudosjos esquemas maior a.difi -

tempo de desli¬

c-uIdade- de. se exeçutar: as

gamento durante a - construção , í ;

ampliações-,

aúmentãndo o

1. 3

r

DIAGRAMAS '.ÚNIFILARES

,

l*

BÁSICOS

O projeto de uma:' instalação e reaiizado,

com maior

com o auxílio de

um; diagrama

uni filar,

que é completado

i;no decorrer do

surgimento de

ideias,

até gue contenha

todas as in-

;;dicações,

assim

comp os

dados

técnicos

dos equipamentos,

'

trumentos 4 dos dispositivos de

1

proteção.'

dós ins

-

Apresentaremos a ' seguir os diagramas elétricos clás¬

'U

O

o1©

sicos, mostrando as c.onyeniencias de' cada tipo,

bem como as

suas

particularidades. A partir

destes-, diagramas

básicos poderão ser de

rivados outros,

uma solução clássica, deixa . a. desejar

a

fim de atender

a uma aplicação, específica',

onde

circuitos

A mais simples

forma de reunir um certo número

simultaneamente é .ligá-los

como ramais de

um condutor "

simples

ou barramento .

de

11

Para .aumentar a segurança.,

a facilidade de manuten¬

ção e a flexibilidade de operação dos sistemas de potência, várias

dispcsições sofreram evolução através dos anos

plexos sistemas modernos.

resultando em com¬

O CAIXA POSTAL 3087

Podemos

grupar

as

formas básicas em:

a) Barramento- simples

b) Barramento Principal e Auxiliar

c) Barramento Duplo

d) Barramento em Anel

- TELEX

e)

Barramento

com 1 1/2 Disjuntor

--