DECLARAÇÃO DOUTRINÁRIA DA CONVENÇÃO BATISTA

BRASILEIRA
Preâmbulo
Os discípulos de Jesus Cristo que vieram a ser designados pelo nome “batista”
caracterizavam-se pela sua fidelidade às Escrituras e por isso só recebiam em suas
comunidades, como membros atuantes, pessoas convertidas pelo Espírito Santo de
Deus. Somente essas pessoas eram por eles batizadas e não reconheciam como válido
o batismo administrado na infância por qualquer grupo cristão, pois, para eles, crianças
recém-nascidas não podiam ter consciência de pecado, regeneração, fé e salvação.
Para adotarem essas posições eles estavam bem fundamentados nos Evangelhos e nos
demais livros do Novo Testamento. A mesma fundamentação tinha todas as outras
doutrinas que professavam. Mas sua exigência de batismo só de convertidos é que
mais chamou a atenção do povo e das autoridades, daí derivando a designação
“batista” que muitos supõem ser uma forma simplificada de “anabatista”, “aquele que
batiza de novo”. A designação surgiu no século XVII, mas aqueles discípulos de Jesus
Cristo estavam espiritualmente ligados a todos os que, através dos séculos,
procuraram permanecer fiéis aos ensinamentos das Escrituras, repudiando, mesmo
com risco da própria vida, os acréscimos e corrupções de origem humana. Através dos
tempos, os batistas se têm notabilizado pela defesa destes princípios:
1º - A aceitação das Escrituras Sagradas como única regra de fé e conduta.
2º - O conceito de igreja como sendo uma comunidade local democrática e
autônoma, formada de pessoas regeneradas e biblicamente batizadas.
3º - A separação entre igreja e estado.
4º - A absoluta liberdade de consciência.
5º - A responsabilidade individual diante de Deus.
6º - A autenticidade e apostolicidade das igrejas.
Caracterizam-se também os batistas pela intensa e ativa cooperação entre suas
igrejas. Não havendo nenhum poder que possa constranger a igreja local, a não ser a
vontade de Deus, manifestada através de seu Santo Espírito, os batistas, baseados
nesse princípio da cooperação voluntária das igrejas, realizam uma obra geral de
missões, em que foram pioneiros entre os evangélicos nos tempos modernos, de
evangelização, de educação teológica, religiosa e secular, de ação social e de
beneficência. Para a execução desses fins, organizam associações regionais e
convenções estaduais e nacionais, não tendo estas, no entanto, autoridade sobre as
igrejas, devendo suas resoluções ser entendidas como sugestões ou apelos.
Para os batistas, as Escrituras Sagradas, em particular o Novo Testamento, constituem
a única regra de fé e conduta, mas, de quando e quando, as circunstâncias exigem que
sejam feitas declarações doutrinárias que esclareçam os espíritos, dissipem dúvidas e
reafirmem posições. Cremos estar vivendo um momento assim no Brasil, quando uma
declaração desse tipo deve ser formulada, com a exigência insubstituível de ser
rigorosamente fundamentada na palavra de Deus. É o que faz agora a Convenção
Batista Brasileira, nos 19 artigos que seguem:
I– Escrituras Sagradas
A Bíblia é a palavra de Deus em linguagem humana. É o registro da revelação que
Deus fez de si mesmo aos homens. Sendo Deus seu verdadeiro autor, foi escrita por
homens inspirados e dirigidos pelo Espírito Santo. Tem por finalidade revelar os

e Fil. I Ped. infinito e imutável. Rom. 16:29. Ele é Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo.45. Ele é o criador. é onipotente. que governa pelo seu poder.24:44. I Tim. 3:14. 12:9. . 1:1. 24:35. 43:15..34. Êx. que escolheu consoante os propósitos de sua graça. Isa. João. Mat. Mat.16:29. 3:21. João. e onipresente. Sal. 1:17.17. 1:17. 6:4.45. Deut.propósitos de Deus. Gál. At. em sua pessoa. Mat. 17:11. Is. Luc. 15:4 5. Mat 5:17. At. I Cor. 17:1. 1:18-23. Na plenitude dos tempos ele se fez carne. João. 6:2. 34:16.6:9. Gên. II Cor. Historicamente ele se revelou primeiro como pai ao povo de Israel. 5:39. João.39. Nele. Is. 17:5. 8:14-17. depois de aparecer muitas vezes a seus discípulos. 3:17. é perfeito em santidade. sustentador. 8. 27. o eterno Deus se revela como Pai. 6:9. Jó. sofrendo o castigo e expiando a culpa de nossos pecados. 10:35. sendo. 48. Isa. A Bíblia é a autoridade única em matéria de religião. Mar. dispondo de todas as coisas. e João. João 10:35. verdade e amor.28. Is. onisciente. 3:11. 4:12. pessoas distintas mas sem divisão em sua essência. 63:16. Rom. 24:35. Deus Filho Jesus Cristo. e por isso é um perfeito tesouro de instrução divina. II Ped. Êx. Para salvar-nos do pecado. 31:9. 8:6. 3:4. 1:25. Ef. 28:19. conquanto ele mesmo não tivesse pecado. Seu conteúdo é a verdade. culto e obediência.17 2. João. gerada pelo Espírito Santo e nascido da Virgem Maria. verdadeiro Deus e verdadeiro homem.32. e promover a glória de Deus. Tim. Sal. 8:29. 64:8: Mat. I Ped.18. para julgar os homens e consumar sua obra redentora. 110:1. Mat. Identificou-se perfeitamente com os homens. 1:2. Heb. 3:26. 1:16. 24:44. 22:70. Sal. 12:47. Luc. I Ped. 3:3. Is. Is.14. 2:12. Por isso. de acordo com o seu eterno propósito e graça.2.23. II Tim. Sal. Luc. 6:2.6. João. 2:5. Mat. exerce o seu eterno sumo sacerdócio. 7:11. Jer. Gál.1:1. 15:11. 1:35. Êx. 8:6. foi sepultado e ao terceiro dia ressurgiu dentre os mortos e. sem mescla de erro.10:1. 3:16. filho e Espírito Santo. Heb. 23:9. I Cor. e Heb. 16:16. Mat. Jer. edificar os crentes. 6:17. II Ped. a revelação suprema de Deus ao homem. Heb. é o eterno Filho de Deus.15:30. 3: 16. 30:5. 1:15. 57:15. a ele devemos todo o amor. 3:15-17 6. Fil. 3:17. Heb. redentor. Revela o destino final do mundo e os critérios pelo qual Deus julgará todos os homens. Luc 24:44. João. na pessoa real e histórica de Jesus Cristo. nascidos pelo seu espírito. Aqueles que aceitam a Jesus Cristo e nele creem são feitos filhos de Deus. 17:5. Heb. como Criador. 4:23.2. 1:12.24. Pelo seu Espírito ele está presente e habita no coração de cada crente e na igreja. 1:17 3. assim. ascendeu aos céus. 1:25.26. Sal.2. I Ped.43:3. Mat. Jesus Cristo é o único Mediador entre Deus e os homens e o único e suficiente salvador e Senhor. 16:25. At. II Crôn.40. 5:22. Mal.3. Mat. 17:24-26. 119:89. 1:1. Êx. II Sam.22:29. I Ped. Rom. 8:20. e. Deut. onde à destra do Pai. 1:16. Mat. 19:7-9. Luc. passam a tê-lo como Pai celestial. Rom. juiz e Senhor da história e do universo. um em essência com o Pai. Sal 139. Jesus é a imagem expressa do seu pai. 13:13. I João. 32:6-18. Rom. João. Êx. 40:8. 15:4.13. eterno. 15:11-18. Luc. 22:37. 1:21 2. 1:12. 24:4. Deus é infinito em santidade e em todas as demais perfeições. 4:41. foram criadas todas as coisas. Ela deve ser interpretada sempre à luz da pessoa e dos ensinos de Jesus Cristo. Ef. Prov.3. 1:21. 4:24.. 2:7. 34:10 4.16 5. 17:26-29. I Tim. 13 7. 3:6. 1:13. 24:19. 4 Em sua triunidade. justiça. 19:7-9. por ele e para ele. 4:22. II Tim.45. At. manifesta disposição paternal para com todos os homens. Deus Pai Deus. 12:6-11. 3:2. 40:8. 119:105. Mat. Is. Ele voltará visivelmente a este mundo em grande poder e glória. morreu na cruz. II– Deus O Único Deus vivo e verdadeiro é Espírito pessoal. Ele honrou e cumpriu plenamente a lei divina e revelou e obedeceu toda a vontade de Deus.30.3. levar os pecadores à salvação. Rom. 23: 2.11:29. 17:5. 1:1. Is. 5:7. Tiago. Rom. Mar 1:9-11. 4:4-7. I Ped. 2:7. fiel padrão pelo qual devem ser aferidas a doutrinas e a conduta dos homens. 14:33. 1:1. Rom. 17:17. 2:2. a quem enviou a este mundo para salvar os pecadores e deles fazer filhos por adoção. 1:1.6:16. dele recebendo proteção e disciplina.

7. 1:3.14:6. 2:7.35. é pessoa divina. 16:28. Gál. Mat. João. 7:55. Jó. Dan. a verdade revelada.1:1. I Cor. 17:26-29. Heb. Rom. bem como cumprir sua divina vontade. 28:19. João. conhecer e estar em comunhão com seu Criador. O criador ordenou que o homem domine.seja civil ou religioso. 16:8-11. Col. 2:10-14.20:11-30. Criado para a glorificação de Deus.46. Sal. 14:7-11.9 6. Seu espírito procede de Deus e para ele retornará. regenerados pelo Espírito. 5:29. constantes no livro Atos dos Apóstolos. 1:2. João. Ele ilumina os homens e os capacita a compreenderem a verdade divina. num ato livre de desobediência contra seu Criador. 16:13. Ez.38. 1:14. 2:1. Is. At. 3:16.5:17. 14:23. 15:24-28. 28:1-6. I Cor. Heb. 3:5. 8:3-8.5. Col.11. desenvolva e guarde a obra criada. Ef. IV– O Pecado No princípio o homem vivia em estado de inocência e mantinha perfeita comunhão com Deus. 14:16. I Tess. 4:30. 2:1-11. Is. 16:26.19. Mas o mal praticado pelo homem atinge . 12:2. Luc. Jer. I Tim.39. que os integra.14. 24:29. Mat.cedendo à tentação de Satanás. 1:15. João. 2:38.3. 1:6-14. 4:12. 4:24. 5:7-10. Ecl. Sal. 1:2. I João. Distribui dons aos filhos de Deus para a edificação do Corpo de Cristo e para o ministério da Igreja no mundo. o homem tem capacidade de perceber. I Cor.1:5.61:1-3. um em essência com o Pai e com o Filho.2. Habita no crente. Capacita-o para obedecer à vontade de Deus. conhecer e compreender. confirmam a evidência de universalidade do dom do Espírito Santo a todos os que crêem em Cristo. Sua plenitude e seu fruto na vida do crente constituem condições para uma vida cristã vitoriosa e testemunhante. Miq. 12:44-50.17. 2:13.17. 15. 1:11. João. Mat. João 14:16. Ser pessoal e espiritual. 10:44-47. 8:1-9. III– O Homem Por um ato especial. 5:14. o homem foi criado por Deus à sua imagem e conforme à sua semelhança e disso decorrem o seu valor e dignidade. At. 2:28-32. sua pessoa. II Tim. Jó.6. 1:3. I Cor. 5:6. o homem caiu no pecado e assim perdeu a comunhão com Deus e dele ficou separado. Suas outras manifestações. Ele dá testemunho de Jesus Cristo e o glorifica. 1:8 5. Deus Espírito Santo O Espírito Santo. I Tess. Heb. I Cor. da justiça e do juízo. João. 12:12. Rom.. Rom. Ecl.24. intelectual e experimentalmente.17 3. 4:14-18. No dia de Pentecostes.1:4-13. Luc. 17:3.4:19.26. sua vontade e sua lei. 1. 4:16. 12:12-15. Rom. Opera a regeneração do pecador perdido.1:16. Luc. I Cor. Guia-o em toda a verdade. 3:19. João. 8:6. 8:911.18:20. 5:16-25. Gên. 18:22. 4:11-13. Ef. João. 12:7 3. Sal. Is. Ecl. por natureza. Mat. 15:26.39. 1:26-31.26. 139:7-12. 2:22-24. I Tim.8:1-3. Mat. sem mediação. 5:22:23. e tomar suas decisões em matéria religiosa.3 5.17. 3:20. Mat. I Cor. 8:38. 12:7. quando os primeiros discípulos foram batizados no Espírito. 15:4-8 João. At. II Ped. 8:9-11. 4:14-16. 8:14-17. O recebimento do Espírito Santo. Ef.17. At. e Tito. Atuou na criação do mundo e inspirou os homens a escreverem as Sagradas Escrituras.56. passando a fazer parte do Corpo de Cristo que é a Igreja. Gên.11:27. João. At. 10:30. At. I Cor. Gên. João. 2:9. 28:20. 9:8. Heb. 10:1923. pecadores e inclinados à prática do mal. 16:13. 15:26. Mat. 31:3. 2:21-25. At. 16:7. Ef. 6:33. 14:16. 6:19. 15:26. 1:21. 9:23.todos somos. 19:30. 2:1-4. 12:2. 2:4. At.18. 1:35. 4:4. à igreja.5. 15:18-21.17. 9:6. 1:2. Mas. 25:32. Luc. Heb. 2:41. Convence o mundo do pecado. 14:7-9. ele se manifestou de maneira singular. 14:16.Gên. 51:11. Joel. Jer. 24:46. Mat. e At. João. É o Espírito da verdade. interferência ou imposição de qualquer poder humano. 14:17. 7:14. Todo pecado é cometido contra Deus. I João. Em conseqüência da queda de nossos primeiros pais. 20:1-20. At. 16:13. Seu corpo foi feito do pó da terra e para o mesmo pó há de voltar. Seu propósito é amar.17. I Ped. 23:13. 12:7. Gál. Sela o crente para o dia da redenção final. Luc. sempre ocorre quando os pecadores se convertem a Jesus Cristo. 12:12-15. e Apoc. ainda que em parte. 6:8. 11:27.15. João. João. 4:14. 9:14. João. João. 53. 2:5. João. 5:29. em cumprimento final da profecia e das promessas quanto à descida do Espírito Santo. Gên. Heb. At. Fil. I Cor. Dan. 19:5-7. 19:25.

a justificação. Sal. leva o homem à realização dos propósitos de Deus para sua vida e o habilita a progredir em busca da perfeição moral e espiritual de Jesus Cristo. É obra do Espírito Santo em que o pecador recebe o perdão.22. 2:12. 13:12. 3:3-5. é o ato pelo qual Deus. 2:1-3. Tiago. Rom.15. V– Salvação A salvação é outorgada por Deus pela sua graça.9.Rom. Is. que ocorre simultaneamente com a regeneração.2. Rom. Gál. 7:14-25. 4:7 2. 8:33. Há duas condições para o pecador ser regenerado. João. O pecado maior consiste em não crer na pessoa de Jesus Cristo. Rom. ele está sujeito à morte e à condenação eterna. Ef. 3:22. 6:11. 1:11-13. O preço da redenção eterna do crente foi pago de uma vez por Jesus Cristo. 8:12. 6:23. At. 12:1. Separado de Deus. 5:23. o homem de seus pecados e o declara justo. Tito. Antes da criação do mundo. Rom.55:5. 53:4-6. 6:22. Rom. I João. 5:12. João. é por ele selado para o dia da redenção final.Jer. 2:8. A santificação é o processo que. mediante arrependimento do pecador e da sua fé em Jesus Cristo como único Salvador e Senhor. Ef. Ecl. Rom. 1:30. 6:14. não por qualquer mérito. I Tess. em Cristo.18:21-35. 2:9-11. I João. A justificação. o homem é absolutamente incapaz de salvar-se a si mesmo e assim depende da graça de Deus para ser salvo. 3:36. principiando na regeneração. 30:6. 3:12. João. 16:9. A glorificação é o ponto culminante da obra da salvação. I Cor. 3:12. Sof. Deut. 9:6. 1:21. 1:7. 53:11. 37:39. I Cor. Fil. 5:23. Tito. 4:12. além de se tornar inimigo do próximo e da própria criação de Deus. 3:14. que lhe concede perdão. no Filho de Deus. 17:5. Gál. justificação. 5:10. 2:8. 1:18-27. João. Gên. Nessa experiência de conversão o homem perdido é reconciliado com Deus. A salvação é individual e significa a redenção do homem na inteireza do seu ser. Nesse ato o novo crente é batizado no Espírito Santo. 4:30.4. 8:30. no exercício da sua soberania divina e à luz de sua presciência de todas as coisas. Ef. Ef. 2:12. dele fazendo uma nova criatura em Cristo. 4:18. 8:7-22. Ainda que baseada na soberania de Deus. considerando os méritos do sacrifício de Cristo. Fil. 17:17. João. 2:5. Fil. Essa graça é concedida não por causa de quaisquer obras meritórias praticadas pelo homem mas por meio de sua fé em Cristo. Is. 3:24. 6:20. e Apoc. 4:3. Ela ocorre na medida da dedicação do crente e se manifesta através de um caráter marcado pela presença e pelo fruto do Espírito. permanente. a vida eterna e o dom do Espírito Santo. 7:29 2. chamou. 5:10-12. Como resultado do pecado. Rom.9. 3:23 . Deus. I Tess. 8:1. 1:30. 2:15-17.3:20. no perdão.13. 5:1. 6:19. Heb. mediante a presença e o poder do Espírito Santo que nele habita. Rom.também o seu próximo. 11:18 A regeneração é o ato inicial da salvação em que Deus faz nascer de novo o pecador perdido. Rom. At. 51:4.bem como por uma vida de testemunho fiel e serviço consagrado a Deus e ao próximo. 1:3. II Cor. 5:17. 12:14. 1:9-11.1:18-25. Rom. e Ef.24. justiça e paz. capacitando-o para uma vida de retidão diante de Deus e de correção diante dos homens. 3:5. 5:7-10. Ez. da felicidade dos que são redimidos pelo sangue de Cristo. I Cor. Sal. Ef.3:10. Mat. O arrependimento implica em mudança radical do homem interior. aceitariam livremente o dom da salvação. VI– Eleição Eleição é a escolha feita por Deus. É o estado final.11. predestinou. Ef. como salvador pessoal. I Cor. Gên. justificou e glorificou aqueles que. Rom. 3. mas segundo a riqueza da sua graça. 21:3. 1:10. 3:17. Rom. At. A fé é a confiança e aceitação de Jesus Cristo como Salvador e a total entrega da personalidade a ele por parte do pecador. a santificação e a glorificação. 5:22. 6:23. 5:16.2:1-4. 4:20-24. Is. 3:18. Rom. 8:22. da incredulidade e da desobediência do homem contra Deus. 13:19. Ef. 4:32. Mat. Mat. II Cor.2:12. pelo derramamento do seu sangue na cruz. Sal. 15:11. 36:26.Heb. 51:15. 3:18. absorve. 7:1. II Ped. II Cor. de pessoas para a vida eterna. É um dom gratuito que Deus oferece a todos os homens e que compreende a regeneração. a adoção como filho de Deus. Rom.Gên. I Ped. por força do que ele se afasta do pecado e se volta para Deus. II Cor. 8:2.11. e é liberto do castigo eterno dos seus pecados. 5:31. I Tess. arrependimento e fé. Rom. I Cor.3:8-10. 10:13. 53:6. Ef.11:17 3. no correr dos tempos. elegeu. 3:10-19.5:12-19. Apoc. Rom. At. I Ped.5:12-19. 6:14. Heb. Rom. 3:2. Gên. Gál. Is. essa eleição está em perfeita consonância com o . desde a eternidade. Prov.

em data que só Deus conhece. 15:24. 3:16. e Apoc. I Cor. 1:5-9. 8:35-39. 8:3539. 18:17. I João. sepultamento e a ressurreição do Senhor Jesus Cristo é também prenúncio da ressurreição dos remidos. Ef. Mat. segundo as escrituras. João. As igrejas devem relacionar-se com as demais igrejas da mesma fé e ordem e cooperar. deve ser ministrado sob a invocação do nome do Pai. II Tess. Cada igreja é um templo do Espírito Santo. Mat. não deve envolver a violação da consciência ou o comprometimento da lealdade a Cristo e sua palavra. Ez.32. 2:13. I Ped. quando o mal será completamente vencido e surgirão o novo céu e a nova terra para a eterna habitação dos remidos com Deus. 16:18. 9:6. 4:17. I Tess.36. sendo ambas de natureza simbólica. a adoção como filhos de Deus. João. Gên.25:31-46. Mat. At.8:35-39. Os salvos perseveram em Cristo e estão guardados pelo poder de Deus. A consumação do reino ocorrerá com a volta de Jesus Cristo. 19:5. Rom. 5:10. Tito. 36:22. João. Nenhuma força ou circunstância tem poder para separar o crente do amor de Deus em Cristo Jesus. voluntariamente. praticam a disciplina e se regem em todas as questões espirituais e doutrinárias exclusivamente pela palavras de Deus. comemorativa e proclamadora da morte do Senhor Jesus Cristo. Rom. O batismo. 3:1-13. I Ped. Simboliza a morte e sepultamento do velho homem e a ressurreição para uma nova vida em identificação com a morte.2:37-44. Dan. 15:16. 18:36.42 3. Rom. Neste memorial o pão representa seu corpo dado por nós no calvário e o vinho simboliza seu sangue derramado. É também o domínio de Deus no coração dos homens que. Deut.6.29. a justificação.Sua unidade é de natureza espiritual e se expressa pelo amor fraternal.28.18:15-17.livre-arbítrio de cada um e de todos os homens.7.23. 1:18. a eleição e o dom do Espírito Santo asseguram aos salvos a permanência na graça da salvação. Rom. pela harmonia e cooperação voluntária na realização dos propósitos comuns do reino de Deus. suficiente e pessoal. nas atividades do reino de Deus. 5:11. o perdão. quer seja de natureza eclesiástica ou outra. O relacionamento com outras entidades. Mat. Col. 1:3-14. Luc. João. Mat. IX-O Batismo e a Ceia do Senhor O batismo e a ceia do Senhor são as duas ordenanças da igreja estabelecidas pelo próprio Jesus Cristo. observarem as ordenanças de Jesus. I Cor. 12:22-24.8:28-30. aceitando-o como Senhor e Rei. meditarem nos ensinamentos da bíblia para a edificação mútua e para a propagação do evangelho. Mat. 12:1-3. 2:19. e Jud.Ex. 1:22. 2:41. 9:22-24. Heb. após sua publica profissão de fé em Jesus Cristo como Salvador único. do Filho e do Espírito Santo. 20:17-28. voluntariamente. 24. É assim o reino invisível nos corações regenerados que opera no mundo e se manifesta pelo testemunho dos seus súditos. 4:17. Rom. VII– Reino de Deus O reino de Deus é o domínio soberano e universal de Deus e é eterno. É nesse sentido que a palavra “igreja” é empregada no maior número de vezes nos livros do Novo Testamento. 30:15-20. At. duas espécie de oficiais: Pastores e diáconos. a ele se submetem pela fé. 1:2.constituindo-se no corpo espiritual do Senhor. 10:28. sob a orientação do Espírito Santo.24:13. Is. At. A salvação do crente é eterna. Há nas igrejas. têm governo democrático. 17:20. As igrejas neotestamentárias são autônomas.23. João. Há também no novo testamento um outro sentido da palavra “igreja” em que ela aparece com a reunião universal dos remidos de todos os tempos. VIII– Igreja A Igreja é uma congregação local de pessoas regeneradas e batizadas após profissão de fé. 11:15.14. do qual ele mesmo é a cabeça. que é condição para ser membro de uma igreja. A ceia do Senhor é uma cerimônia da igreja reunida. O novo nascimento. A ceia do Senhor deve ser celebrada pelas igrejas até . 20:17. O batismo consiste na imersão do crente em água. e Ef. estabilidade por Jesus Cristo e sobre ele edificada. I Tim. 4:43. 10:28. Tais congregações são constituídas por livre vontade dessas pessoas com finalidade de prestarem culto a Deus. 3:3-5. 1:4. simbolizada por meio dos elementos utilizados: O pão e o vinho.

10:9. Gál. 2:3. I Tim. 13:2. I Cor. de maneira especial. Apoc. Mat.23-30.19.42. Apoc. 17:21. dependendo em tudo do próprio Deus. II Cor.6. Rom.20. I Tim. dos bens.10. Êx.36-39. na medida dos talentos e dos dons concedidos pelo Espírito Santo.2. Mat. é o dia do descanso cristão satisfazendo plenamente a exigência divina e a necessidade humana de um dia em sete para o repouso do corpo e do espírito. Pertencendo a Deus. Rom. At. Mat. 14:12. 1:1. 2:41. II Tim. 9:13.17:14.2:12. Col.20. Gál. At. 20:8-11. Senhor e Dono de todas as coisas. 4:1. 26:29. Devem também abster-se de recreações que desviem a atenção das atividades espirituais. A obra do porta-voz de Deus tem finalidade dupla: a de proclamar as boas novas aos perdidos e a de apascentar os salvos. tendo o próprio Jesus como exemplo e padrão supremo. Mat. 2:42.a volta de Cristo e sua celebração pressupõe o batismo bíblico e o cuidadoso exame íntimo dos participantes. 1:6. Esse ato solene de consagração é consumado quando os membros de um presbitério ou concílio de pastores.1:8. 1:2. 26:16-18. At. 20:1. 13:3. 28:19. 2:3. Heb. Jer. 4:11-17. Às igrejas cabe a responsabilidade de cuidar e sustentar adequadamente e dignamente seus pastores.11:23-29. II Cor. Heb.5. Nesse dia os cristãos devem abster-se de todo trabalho secular. 10:7. 1:15-17 3. 1:10. para o serviço cristão. dia do Senhor. 4:11-16. 11:2628. Luc. Deve ser para os cristãos um dia de real repouso em que pela freqüência aos cultos nas igrejas e pelo maior tempo dedicado à oração. o crente é mordomo ou administrador da vida. 4:12-16. 3:22.17-21. Is. 6:5-9. Gál.22.11:20. Ef. 10:16.At. 6:6. At. Rom. 8:12.13-17.23. 4:1. em reconhecimento da vocação divina já existente e verificada em sua experiência cristã. para o serviço distinto.20. Jer. formal e publicamente.42. O pregador da palavra é um porta-voz de Deus entre os homens.20:24-28 4. Mat. Deus escolhe. 6:1-4.4. At.14. 4:14-18. At.12:28. convocados pela igreja. Mat. 13:12-15. I Tim. para testemunhar de Jesus Cristo e promover o seu reino. 4:14.4. I Tim. 10:48. João. I Cor. 1:5-10.41. das oportunidades.4 Cabe ao crente o dever de viver e comunicar ao mundo o evangelho que recebeu de Deus. 6:1-4. e Ez. João. 3:27. o sustento. e de possuir as qualificações estipuladas nas Escrituras para o seu exercício. 20:8-11. 28:19.48. 20:7. At. At. 6:3-5. Is. dos recursos naturais e de tudo o que Deus lhe confia em seu infinito amor. 26:26-29. Gên. 1:15.impõe as mãos sobre o vocacionado. 4:9-11. I Cor. cabe à igreja local a responsabilidade de separá-lo. 8:1-7. 4:2. 5:17.58:13-14. definido e singular do ministério da sua palavra. O pregador do evangelho deve viver do evangelho. chama e separa certos homens. I Ped. I Ped. XI– Ministério da Palavra Todos os crentes foram chamados por Deus para a salvação. Mat. 5:1-3. At. 22:8.13. João. 1:21. 28:19. Ef. providência e sabedoria. e 20:4-8. à leitura bíblica e outras atividades religiosas eles estarão se preparando para “aquele descanso que resta para o povo de Deus”.27. 4:11.21:15-17. Cabelhe missão semelhante àquela realizada pelos profetas do Velho Testamento e pelos apóstolos do Novo Testamento. 1:9. 8:28-30.Entretanto. XII– Mordomia A Mordomia é a doutrina bíblica que reconhece Deus como Criador. At. I Cor.7. X– O Dia do Senhor O domingo. O ministro da Palavra deve dedicar-se totalmente à obra para a qual foi chamado. Luc. 26:19. 2:38. e Fil. Com o advento do cristianismo. Êx. excetuando aquele que seja imprescindível e indispensável à vida da comunidade. João. As Escrituras Sagradas ensinam que o . do tempo. Ef. Todas as bênçãos temporais e espirituais procedem de Deus e por isso devem os homens a Ele o que são e possuem e. At. 3:13. 2:17.14. 10:47.26. Apoc. em virtude de haver Jesus ressuscitado neste dia. 13:1-3. também. Mar. 9:15. Quando um homem convertido dá evidências de ter sido chamado e separado por Deus para esse ministério. das aptidões. I Cor. II Tim. O crente pertence Deus porque Deus o criou e o remiu em Jesus Cristo. Êx. 3:5.12. da influência. o primeiro dia da semana passou a ser o dia do Senhor. I Cor.18.3. 20:24-28. 3:1-7.

24:1. At. I Cor. I Crôn. Mat. 8:1-15. 14:20. Gên.16. cabendo às igrejas batizá-los a observar todas as coisas que Jesus ordenou. 1:27. João. XVI– Ordem Social Como o sal da terra e a luz do mundo. 29:14-16.13. das obras de evangelização. 11:9. XV– Liberdade Religiosa Deus e somente Deus é o Senhor da consciência. Jos. 1:8. bem como respeitar e obedecer às leis e honrar os poderes constituídos. Gên. At. 4:18-20. At. rogando sempre ao Senhor que envie obreiros para a sua seara.10. 13:1-7. entre Jesus Cristo e o crente. Dan. Rom. 1:28. 23:26. 24:15. XIV– Educação Religiosa O ministério docente da igreja. 11:29. sob a égide do Espírito Santo. 4:10-18.20. I Ped. 3:15-18. Luc. 10:28. Fil.2:15. 23:10. I Cor.1:27. 20:25. objetivos e funções.11:27-30. A igreja e o Estado devem estar separados por serem diferentes a sua natureza. 28:19. Mat. Ecl.28:18-20. At. Sal. 20:25. inerente à sua natureza moral e espiritual. 17:28. Dan. At. 19:35-41. Tiago. Gên. Lev. a liberdade religiosa não deve sofrer ingerência de qualquer poder humano. At. Gên.procurando fazer novos discípulos de Jesus Cristo em todas as nações. o bem-estar social e o estabelecimento da justiça entre os homens dependem basicamente da regeneração de cada pessoa e da prática dos princípios do evangelho na vida individual e coletiva.20. 1:1. 8:18. 28:19. II Tim. 14:17-20. João.moral e eclesiástico. 14:20. O estado deve ser leigo e a igreja livre. o maior benefício que pode prestar é anunciar a mensagem do evangelho.3. 17:27. João. II Tim. XIII– Evangelização e Missões A missão primordial do povo de Deus é a evangelização do mundo. é dever dos crentes orar pelas autoridades. I Cor. 3:1. Rom. 6:19. Sal. 14:4. O programa de educação religiosa nas igrejas é necessário para a instrução e desenvolvimento de seus membros. Mat. Mal. Tiago. 8:5. 10:13-15. 13:1-7. Gên. . Mat. Mat. A palavra de Deus é o conteúdo essencial e fundamental nesse processo e no programa de aprendizagem cristã. 3:16. 2:16 6. 13:2. 19:34-41. Devem eles trazer à igreja sua contribuição sistemática e proporcional com alegria e liberdade. 5:29. Luc. 17:20. 3:8-12. 24:46-49. 22:21. 27:30. João 17:30. 119.31:46 5.20. 9. visando sua formação e desenvolvimento espiritual. II Cor. Rom. para o sustento do ministério. É dever do Estado garantir o pleno gozo e exercício de liberdade religiosa. 5:29. pelo exemplo e pelas palavras. bem como motivação e capacitação sua para o serviço cristão e o desempenho de suas tarefas no cumprimento da missão da igreja no mundo. sem favorecimento a qualquer grupo ou credo. At. Rom.9:7-8. Mat. Por força dessa natureza. 13:14-17. Reconhecendo que o governo do Estado é de ordenação divina para o bem-estar dos cidadãos e a ordem justa da sociedade. Sal. É dever de todo discípulo de Jesus Cristo e de todas as igrejas proclamar. 1:14.17. 9:16. 28:19. Col. 4:9-20.2:15. At.3:16-18.beneficência e outras. visando a reconciliação do homem com Deus. I Cor.plano específico de Deus para o sustento financeiro de sua causa consiste na entrega pelos crentes de dízimos e ofertas alçadas. I Ped.3:16-18. a fim de “crescerem em tudo naquele que é a cabeça. I Cor. Cada pessoa tem o direito de cultuar a Deus. o cristão tem o dever de participar em todo esforço que tende ao bem comum da sociedade em que vive. livre de coações de qualquer espécie. Dan. exceto naquilo que se oponha à vontade de Deus. 1:17. 1:18-21. 25:14-30. Tiago. 8:1-3. II Cor. Fil. Cristo”. Às igrejas cabe cuidar do doutrinamento adequado dos crentes. Rom. 4:12. 1:8.3:9. Mat. compreende o relacionamento de Mestre e discípulo. Mat.30. 2:1-3. a realidade do evangelho. 6:7-10.A liberdade religiosa é um dos direitos fundamentais do homem.2. Entretanto. 14:26. A responsabilidade da evangelização estende-se até aos confins da terra e por isso as igrejas devem promover a obra de missões. segundo os ditames de sua consciência. Mat. Prov. 1:21. Deut. 10:26. I Tim. Luc. Mat.

Ef 1:10. preservação da espécie e bem assim o perfeito ajustamento da pessoa humana em todas as suas dimensões. companheirismo. com os corpos glorificados. II Cor. aos anciãos. At 24:15. 5:6-11.3. 10:29-37.15. 19:31. Jo 5:28. 11:1. de vez que. At 1:11. Deut. XVII– Família A família. 82:3. II Co5:10. I Co 15:12-24. Mt 16:27. Os ímpios condenados e destinados ao inferno lá sofrerão o castigo eterno.Rom. a benção da salvação temporal e eterna. e João. receberão seus galardões e habitarão para sempre no céu com o Senhor. Pela fé nos méritos do sacrifício substitutivo de Cristo na cruz. 28:20.29. Tiago. 12:35-36. e Mat.3. 127:1-5.1:16-20. I Co 15:12-58.20:6. 14:1-3. 5:14. em conseqüência do pecado. 6:8.29. 5:13-16. Sal. num estado de separação definitiva de Deus. Gên. e At. Ecl. Luc. todos os homens comparecerão perante o tribunal de Jesus Cristo para serem julgados.29. I Tm 6:14. Fl 3:20. 22:18. I Co 15:42-44. 4:13-17. 4:1. aos enfermos e a outros necessitados.4. 18:10. I Co 15:24-28.50. 14:7-9. bem como a todos aqueles que forem vítimas de quaisquer injustiças e opressões. bem como a necessidade de todos os homens aceitarem a graça de Deus em Cristo enquanto estão neste mundo. Is. I Cor. no exercício de sua sabedoria. Heb. Êx. 5:12. como cristãos. só podendo se desfeito pela morte ou pela infidelidade conjugal. Deus provê para ela. Mc 9:43-48. I Crôn. arrebatados e se unirão ao Senhor. Miq. II Pe 2:9. Rm 8:23. Hb 9:27. Heb. cada um segundo suas obras. mediante a fé em Cristo. Luc.2:1-3. devemos estender a mão de ajuda aos órfãos. e quando salva poderá cumprir seus fins temporais e promover a glória de Deus. 4:9-13 3.29. 24:15. Mt 13:49.12. Caída em virtude do pecado. 2:11. 15:21-26. Dn 12:2. Is. Com a morte está definido o destino eterno de cada homem. 2:15 2. pois ela o transporta para um estado de completa e constante felicidade na presença de Deus. Lc 16:26-31. Ap 22:11. Fil. 22:21. 5:28. Lc 17:24. Rm 6:22. Mc8:38. XVIII– Morte Todos os homens são marcados pela finitude. 2:12. é a primeira instituição da sociedade. Sua base é o casamento monogâmico e duradouro. II Tm 4:1. pois através destas é que se manifestam frutos da fé ou os da incredulidade. 5:9. Rm 6:22. jamais apelando para quaisquer meios de violência ou discordantes das normas de vida expostas no Novo Testamento.23. Os incrédulos e impenitentes entram. Gên. 1:7.34. 21:27. 16:19-31. bem como a negação da eficácia de atos religiosos com relação aos que já morreram. Sal. 9:27. 10:13. Lc 14:14. segurança. Na Palavra de Deus encontramos claramente expressa a proibição divina da busca de contato com os mortos.2. Os justos. João. Mal. II Tim. por toda a vida. Êx.23. O propósito imediato da família é glorificar a Deus e prover a satisfação das necessidades humanas de comunhão. I Tess. Os mortos em Cristo serão ressuscitados. Ecl. A palavra de Deus assegura a continuidade da consciência e da identidade pessoais após a morte. Rom. Mar. Conquanto os crentes já estejam justificados pela fé. SEMINÁRIO TEOLÓGICO BATISTA DO CEARÁ . At 3:21. Mt 16:27. 1:21-23. 4:14.40.22. Jesus Cristo voltará a este mundo. às viúvas. Heb. está conduzindo o mundo e a história a seu termo final.8. Jo 5:28. Luc. Lev. Mt 13:39.Todavia. 16:19-31. Mat. 8:19. II Tm. I Cor. Jos. Jo 5:28. separados de Deus. At 10:42. 16:31. a partir da morte. Dn 12:2. Luc.27.23. João. 9:27.29. educação. pessoal e visivelmente. 1:28. a morte se estende a todos. A esse estado de felicidade as Escrituras chamam “dormir no Senhor”.15:18-20.3. Fil. Cl 3:4. Mat. Dn 12:2. 6:37. I Co 4:5. XIX– Justos e Ímpios Deus. criada por Deus para o bem do homem.6:33. Mt 16:27. Dn12:2. 25:31-40. I Ts 4:16. Isso faremos no espírito de amor. Em cumprimento à sua promessa. Os mortos sem Cristo também serão ressuscitados. Jo 5:28. I Reis. em grande poder e glória. 9:27.15. 23:39-46. 16:19-31.16:22. a morte do crente deixa de ser tragédia. 3:18.

DA CONVENÇÃO BATISTA CEARENSE .