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DECLARAÇÃO DOUTRINÁRIA DA CONVENÇÃO BATISTA

BRASILEIRA
Preâmbulo
Os discípulos de Jesus Cristo que vieram a ser designados pelo nome “batista”
caracterizavam-se pela sua fidelidade às Escrituras e por isso só recebiam em suas
comunidades, como membros atuantes, pessoas convertidas pelo Espírito Santo de
Deus. Somente essas pessoas eram por eles batizadas e não reconheciam como válido
o batismo administrado na infância por qualquer grupo cristão, pois, para eles, crianças
recém-nascidas não podiam ter consciência de pecado, regeneração, fé e salvação.
Para adotarem essas posições eles estavam bem fundamentados nos Evangelhos e nos
demais livros do Novo Testamento. A mesma fundamentação tinha todas as outras
doutrinas que professavam. Mas sua exigência de batismo só de convertidos é que
mais chamou a atenção do povo e das autoridades, daí derivando a designação
“batista” que muitos supõem ser uma forma simplificada de “anabatista”, “aquele que
batiza de novo”. A designação surgiu no século XVII, mas aqueles discípulos de Jesus
Cristo estavam espiritualmente ligados a todos os que, através dos séculos,
procuraram permanecer fiéis aos ensinamentos das Escrituras, repudiando, mesmo
com risco da própria vida, os acréscimos e corrupções de origem humana. Através dos
tempos, os batistas se têm notabilizado pela defesa destes princípios:
1º - A aceitação das Escrituras Sagradas como única regra de fé e conduta.
2º - O conceito de igreja como sendo uma comunidade local democrática e
autônoma, formada de pessoas regeneradas e biblicamente batizadas.
3º - A separação entre igreja e estado.
4º - A absoluta liberdade de consciência.
5º - A responsabilidade individual diante de Deus.
6º - A autenticidade e apostolicidade das igrejas.
Caracterizam-se também os batistas pela intensa e ativa cooperação entre suas
igrejas. Não havendo nenhum poder que possa constranger a igreja local, a não ser a
vontade de Deus, manifestada através de seu Santo Espírito, os batistas, baseados
nesse princípio da cooperação voluntária das igrejas, realizam uma obra geral de
missões, em que foram pioneiros entre os evangélicos nos tempos modernos, de
evangelização, de educação teológica, religiosa e secular, de ação social e de
beneficência. Para a execução desses fins, organizam associações regionais e
convenções estaduais e nacionais, não tendo estas, no entanto, autoridade sobre as
igrejas, devendo suas resoluções ser entendidas como sugestões ou apelos.
Para os batistas, as Escrituras Sagradas, em particular o Novo Testamento, constituem
a única regra de fé e conduta, mas, de quando e quando, as circunstâncias exigem que
sejam feitas declarações doutrinárias que esclareçam os espíritos, dissipem dúvidas e
reafirmem posições. Cremos estar vivendo um momento assim no Brasil, quando uma
declaração desse tipo deve ser formulada, com a exigência insubstituível de ser
rigorosamente fundamentada na palavra de Deus. É o que faz agora a Convenção
Batista Brasileira, nos 19 artigos que seguem:
I– Escrituras Sagradas
A Bíblia é a palavra de Deus em linguagem humana. É o registro da revelação que
Deus fez de si mesmo aos homens. Sendo Deus seu verdadeiro autor, foi escrita por
homens inspirados e dirigidos pelo Espírito Santo. Tem por finalidade revelar os

22:37.11:29. Gál. Is. que governa pelo seu poder. 3:4. 30:5. Êx. II Sam. Mat.3. sem mescla de erro. 23: 2. Mat. na pessoa real e histórica de Jesus Cristo. 14:33. 8:20.2. II– Deus O Único Deus vivo e verdadeiro é Espírito pessoal. João. 16:25. 3: 16. Isa. 1:18-23. 3:17. e onipresente. 28:19. fiel padrão pelo qual devem ser aferidas a doutrinas e a conduta dos homens. exerce o seu eterno sumo sacerdócio. 22:70. sustentador.30. Identificou-se perfeitamente com os homens. 17:26-29. 63:16. Heb. Mat. um em essência com o Pai. Ele voltará visivelmente a este mundo em grande poder e glória.3.24:44. II Cor. 17:1. 119:89. 1:17 3. 5:22. Sal. 12:6-11. At.32. para julgar os homens e consumar sua obra redentora. que escolheu consoante os propósitos de sua graça. 4 Em sua triunidade. 1:1. João. 1:25.13. 3:21. Sal. 17:24-26. 110:1. verdadeiro Deus e verdadeiro homem. II Tim. Mat. Gál. Rom. Mar 1:9-11. I Ped. 3:16.10:1. 1:16. Ele é Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo. 8. 40:8. 15:4. Historicamente ele se revelou primeiro como pai ao povo de Israel.2.. 8:14-17. Tiago. Luc. At. 3:26. 16:16. 13 7. 1:2. Pelo seu Espírito ele está presente e habita no coração de cada crente e na igreja. 1:1. 24:35. 3:15-17 6. 24:4. Luc. Sal 139. II Tim. 5:39. conquanto ele mesmo não tivesse pecado. o eterno Deus se revela como Pai. Ef.22:29. Para salvar-nos do pecado. I Cor. e por isso é um perfeito tesouro de instrução divina. Gên. Sal. 1:12. Mat. Mal. a ele devemos todo o amor. 2:12. assim. 2:7. I Tim.18. culto e obediência. Is. Êx. 4:4-7. At. II Ped. Mat.39. sofrendo o castigo e expiando a culpa de nossos pecados. 17:5. manifesta disposição paternal para com todos os homens. 13:13. I Ped. Heb. 15:11-18. 1:21.24. 17:5. 5:7. pessoas distintas mas sem divisão em sua essência. 3:2. At. 57:15. 27. Deut. 1:13. verdade e amor. filho e Espírito Santo. 6:9. 8:29. 15:4 5. morreu na cruz.6:9. dele recebendo proteção e disciplina.43:3. Rom.28.45.40. 12:9. Êx. 2:7. Mat 5:17. de acordo com o seu eterno propósito e graça. 1:1. 6:17. João. Êx. Nele. 1:17. e João. Luc. Aqueles que aceitam a Jesus Cristo e nele creem são feitos filhos de Deus. Fil. 1:35.6:16. I Ped. 24:35. Rom. 19:7-9. redentor. Deus Filho Jesus Cristo. 24:19. infinito e imutável. João. em sua pessoa. Isa. 3:6. 64:8: Mat. Revela o destino final do mundo e os critérios pelo qual Deus julgará todos os homens. I Cor. A Bíblia é a autoridade única em matéria de religião. por ele e para ele. I Ped. 8:6. I Ped. Luc. 31:9. I Tim. Deus Pai Deus. 43:15. Rom. 1:21 2. Ef. 34:16. Is. 6:2. 10:35. Luc 24:44. 15:11. Tim. Rom. Deut. como Criador. João. Is. 24:44.45. Mat. I Ped. 17:11. Jer.propósitos de Deus.23. 4:12. 1:12. Jesus Cristo é o único Mediador entre Deus e os homens e o único e suficiente salvador e Senhor. a revelação suprema de Deus ao homem. Ela deve ser interpretada sempre à luz da pessoa e dos ensinos de Jesus Cristo. 1:17. gerada pelo Espírito Santo e nascido da Virgem Maria.34. a quem enviou a este mundo para salvar os pecadores e deles fazer filhos por adoção. Luc. 12:47. 2:2. II Crôn. juiz e Senhor da história e do universo. 119:105. Heb. 1:1. 1:25. Êx. 6:2. 1:15. João. é perfeito em santidade. Deus é infinito em santidade e em todas as demais perfeições. e promover a glória de Deus. 17:5.45. 23:9. justiça. 3:11. Jesus é a imagem expressa do seu pai. Is. Is.17 2. 6:4. depois de aparecer muitas vezes a seus discípulos. 19:7-9. 3:17. João. 34:10 4.26. Rom. 2:5. 48. Sal.16 5. 17:17. 8:6.2. Na plenitude dos tempos ele se fez carne.6. Sal. Mat. e Fil. 16:29. Mar. Heb. 1:1. passam a tê-lo como Pai celestial.1:1. levar os pecadores à salvação. Rom. 3:3. João 10:35. I João. 1:16. 3:14. foram criadas todas as coisas. . dispondo de todas as coisas.14. 4:41. onde à destra do Pai. Ele honrou e cumpriu plenamente a lei divina e revelou e obedeceu toda a vontade de Deus. e Heb. Is. Mat. 7:11.15:30. 4:24. foi sepultado e ao terceiro dia ressurgiu dentre os mortos e. é o eterno Filho de Deus. Ele é o criador. 40:8. Por isso. 4:22. e. Rom.. eterno. João.16:29. 32:6-18. II Ped. Mat. Seu conteúdo é a verdade. ascendeu aos céus. Prov. 4:23. é onipotente. sendo. Jer.3. Jó. edificar os crentes. nascidos pelo seu espírito.17. onisciente. Heb.

desenvolva e guarde a obra criada. Rom. 6:19. Gên. João. 1:2. Rom. Heb. 19:5-7. Convence o mundo do pecado. à igreja. Heb. At. a verdade revelada. ainda que em parte. Jer. 8:6. I Tim. I João. Is. Mat. quando os primeiros discípulos foram batizados no Espírito. Gên. João. 4:12. sua pessoa. intelectual e experimentalmente. João 14:16. 6:33.4:19. e Tito. 3:5. 15:26. 5:14. João.17 3. 4:4. 4:11-13. 3:16. Col. Ef. 8:1-9. 1:11. 15.3. At. At. Gál. 28:20. Gál. 14:16.39. Dan. 8:3-8. 139:7-12.8:1-3. Ef. 16:8-11. III– O Homem Por um ato especial. 8:14-17. Rom. Distribui dons aos filhos de Deus para a edificação do Corpo de Cristo e para o ministério da Igreja no mundo.24. 1. I Cor.todos somos. passando a fazer parte do Corpo de Cristo que é a Igreja. por natureza.39. bem como cumprir sua divina vontade. João. 2:41. Is. 9:23. Mat. 2:1-4.17. 6:8. 12:44-50. João.7. Luc. 16:13. 8:38. constantes no livro Atos dos Apóstolos.14. João. João. 2:38. 9:6. Opera a regeneração do pecador perdido. É o Espírito da verdade. Ecl. Luc. 2:28-32. da justiça e do juízo.38. 10:44-47. 2:1. 5:7-10. I Tess.61:1-3. conhecer e compreender. Dan. sempre ocorre quando os pecadores se convertem a Jesus Cristo. João. 12:7 3. At. 24:46. Jer. Sal. Mas o mal praticado pelo homem atinge . Gên.18:20. Sua plenitude e seu fruto na vida do crente constituem condições para uma vida cristã vitoriosa e testemunhante. Luc. João. 5:6. 18:22. 12:2. Mas. II Ped. 16:28. 51:11. 4:14-16. I Cor. Luc. João. em cumprimento final da profecia e das promessas quanto à descida do Espírito Santo. o homem caiu no pecado e assim perdeu a comunhão com Deus e dele ficou separado. Ecl. 14:16.15. 3:19. sua vontade e sua lei. Mat. 1:15. O criador ordenou que o homem domine. 5:22:23. 2:7. Is. interferência ou imposição de qualquer poder humano. que os integra. confirmam a evidência de universalidade do dom do Espírito Santo a todos os que crêem em Cristo. 23:13. 2:1-11. pecadores e inclinados à prática do mal. 8:9-11.26. 4:24. At. Seu espírito procede de Deus e para ele retornará. e tomar suas decisões em matéria religiosa. 9:14. At. 4:30.5. João.1:16. 12:12-15.1:5.46. At. Heb. 1:6-14. sem mediação. Ser pessoal e espiritual. 24:29. I Cor.11:27.26. I Cor. 19:25.17.1:1. 2:10-14. Fil. Sela o crente para o dia da redenção final. 1:3. e At. 16:7. Suas outras manifestações. 3:20. João. I Tim. Capacita-o para obedecer à vontade de Deus. Mat. 15:26. 15:18-21. João. I Ped. Ele dá testemunho de Jesus Cristo e o glorifica. No dia de Pentecostes. Heb. Heb. 5:16-25. 14:23. 15:26.35. 12:2.3 5. João. At. Jó. 7:55.6. Ecl. 16:26. 12:7. 2:9.17. Sal. Seu corpo foi feito do pó da terra e para o mesmo pó há de voltar. Col.56. 5:29. At. Criado para a glorificação de Deus.5:17. I Cor. IV– O Pecado No princípio o homem vivia em estado de inocência e mantinha perfeita comunhão com Deus. 31:3. Mat. conhecer e estar em comunhão com seu Criador. 8:911. I Tess. 12:12-15. 5:29. Em conseqüência da queda de nossos primeiros pais. Seu propósito é amar. Miq. o homem tem capacidade de perceber. 4:16. e Apoc.1:4-13. 17:26-29. Joel. Ef.11. Mat. I João.17. I Cor.2. Sal. 2:4. ele se manifestou de maneira singular. 9:8. 19:30. Luc. Deus Espírito Santo O Espírito Santo.17. I Cor.20:11-30.seja civil ou religioso. Mat. 14:7-11.14:6. 1:8 5. 2:22-24. 28:1-6. At. 11:27. 12:12. Gên. I Cor.9 6. 14:16. Guia-o em toda a verdade. João.Gên.. O recebimento do Espírito Santo. Atuou na criação do mundo e inspirou os homens a escreverem as Sagradas Escrituras. 1:14. 2:21-25. 1:2. 1:35. 15:4-8 João. João. 12:7. 1:21. Mat. I Cor.18. Ef. Jó. 28:19. 2:13.17. 15:24-28. o homem foi criado por Deus à sua imagem e conforme à sua semelhança e disso decorrem o seu valor e dignidade. 53. Todo pecado é cometido contra Deus. é pessoa divina. Heb. 10:1923.cedendo à tentação de Satanás. 17:3. 16:13.19. 20:1-20. Rom. regenerados pelo Espírito. 2:5. 1:26-31. Ez. 14:7-9. 10:30. 7:14. 25:32. 4:14. 1:2. num ato livre de desobediência contra seu Criador. Ele ilumina os homens e os capacita a compreenderem a verdade divina.5. 4:14-18. um em essência com o Pai e com o Filho. 1:3. II Tim. 14:17. Habita no crente. 16:13.

1:30. Ef. no Filho de Deus. I Cor. Gál. A salvação é individual e significa a redenção do homem na inteireza do seu ser. da felicidade dos que são redimidos pelo sangue de Cristo. Gál. aceitariam livremente o dom da salvação.9. 3:23 . não por qualquer mérito. Tiago. justiça e paz. Tito. 17:17. 1:18-27. 3:12. Ef. que lhe concede perdão. 6:14. I Tess. Rom. Fil. A santificação é o processo que. justificação. 3:24. e Ef. absorve. 4:20-24. 17:5. A fé é a confiança e aceitação de Jesus Cristo como Salvador e a total entrega da personalidade a ele por parte do pecador. Ef. O pecado maior consiste em não crer na pessoa de Jesus Cristo. dele fazendo uma nova criatura em Cristo. Antes da criação do mundo. principiando na regeneração. justificou e glorificou aqueles que. Gál. além de se tornar inimigo do próximo e da própria criação de Deus. Ef. 6:20.3:20. I Cor. I Tess. Rom. V– Salvação A salvação é outorgada por Deus pela sua graça. 10:13. Sal.11:17 3. 3:18. Ez. da incredulidade e da desobediência do homem contra Deus. que ocorre simultaneamente com a regeneração. 2:1-3. Ela ocorre na medida da dedicação do crente e se manifesta através de um caráter marcado pela presença e pelo fruto do Espírito. Rom. Heb. João. Rom. I Cor. Como resultado do pecado.3:10. como salvador pessoal. É o estado final. leva o homem à realização dos propósitos de Deus para sua vida e o habilita a progredir em busca da perfeição moral e espiritual de Jesus Cristo. João. 5:31. a vida eterna e o dom do Espírito Santo. 37:39. I Tess. a adoção como filho de Deus. Rom. 13:12. no correr dos tempos. 15:11.9. 5:22. 6:23.bem como por uma vida de testemunho fiel e serviço consagrado a Deus e ao próximo. 5:23. I Ped. Rom. essa eleição está em perfeita consonância com o .18:21-35. o homem de seus pecados e o declara justo. Nessa experiência de conversão o homem perdido é reconciliado com Deus. 13:19. 5:7-10. João.22. I João.Gên. 8:12. 7:29 2. I Ped. A glorificação é o ponto culminante da obra da salvação. 4:18.5:12-19. mediante a presença e o poder do Espírito Santo que nele habita. Essa graça é concedida não por causa de quaisquer obras meritórias praticadas pelo homem mas por meio de sua fé em Cristo.Heb. e é liberto do castigo eterno dos seus pecados. II Cor. considerando os méritos do sacrifício de Cristo. II Cor. Ecl. 6:14. desde a eternidade. Rom. 12:14. 6:19.1:18-25. Ef. 4:7 2. Tito. 2:8. 5:16. 2:15-17. 3:5. Fil. mas segundo a riqueza da sua graça. no perdão. Rom. Mat. 4:30. É um dom gratuito que Deus oferece a todos os homens e que compreende a regeneração. 3:2.55:5. 5:10. 4:12. Gên. ele está sujeito à morte e à condenação eterna. 36:26. 8:33. 4:3. A justificação. predestinou. 4:32. 30:6. O arrependimento implica em mudança radical do homem interior. 5:10-12. Sal. permanente. 7:1.5:12-19. 2:12. 5:17. 3:14. 1:3.2. 6:23. 6:22. 3:12.24. 53:4-6. Mat. Gên. 2:8. 3:10-19. Deut. 8:7-22. o homem é absolutamente incapaz de salvar-se a si mesmo e assim depende da graça de Deus para ser salvo. elegeu. 1:9-11. Nesse ato o novo crente é batizado no Espírito Santo. Sof. 8:22. em Cristo. 2:5. 2:12. I João. I Cor. 21:3. 53:6. 5:12.4. Gên. 8:2. O preço da redenção eterna do crente foi pago de uma vez por Jesus Cristo. At. Rom. Ef. Rom. é o ato pelo qual Deus. 5:23. João. Is. Deus. Is. 1:11-13. 3. arrependimento e fé. II Cor. Rom.15. chamou. Rom. Ef. 6:11. Rom. II Ped.11. 3:3-5. Ainda que baseada na soberania de Deus. É obra do Espírito Santo em que o pecador recebe o perdão. 1:7.Jer. Rom. é por ele selado para o dia da redenção final. Heb. pelo derramamento do seu sangue na cruz. mediante arrependimento do pecador e da sua fé em Jesus Cristo como único Salvador e Senhor. VI– Eleição Eleição é a escolha feita por Deus. II Cor.3:8-10. Is. 8:1. Separado de Deus. 3:18.também o seu próximo. capacitando-o para uma vida de retidão diante de Deus e de correção diante dos homens. Rom. Is. 1:10. de pessoas para a vida eterna. a justificação. 3:17. Prov.2:12.13. 1:21. At. Ef. Rom. At. 51:4. Há duas condições para o pecador ser regenerado. 53:11. João. 9:6. 7:14-25. 2:9-11. At. 16:9. 8:30. Rom. 5:1. Mat.Rom. I Cor. e Apoc. no exercício da sua soberania divina e à luz de sua presciência de todas as coisas. por força do que ele se afasta do pecado e se volta para Deus. 3:36. 3:22. 12:1. 11:18 A regeneração é o ato inicial da salvação em que Deus faz nascer de novo o pecador perdido. 1:30.11. Apoc. 51:15. Fil. a santificação e a glorificação. Sal.2:1-4.

Rom.8:35-39. At. 9:6. Mat. 15:16. 8:3539. 19:5. Neste memorial o pão representa seu corpo dado por nós no calvário e o vinho simboliza seu sangue derramado. Mat. 24. 20:17-28. suficiente e pessoal. I Ped. 11:15. Os salvos perseveram em Cristo e estão guardados pelo poder de Deus. Mat. e Jud. após sua publica profissão de fé em Jesus Cristo como Salvador único.28. O novo nascimento. voluntariamente. 4:43. 1:18. 8:35-39. nas atividades do reino de Deus. Rom. Mat. 5:11. do qual ele mesmo é a cabeça.14. Gên. 4:17.constituindo-se no corpo espiritual do Senhor.23.18:15-17. VIII– Igreja A Igreja é uma congregação local de pessoas regeneradas e batizadas após profissão de fé. As igrejas neotestamentárias são autônomas. I Cor.2:37-44. observarem as ordenanças de Jesus. At. 1:22. 2:19. IX-O Batismo e a Ceia do Senhor O batismo e a ceia do Senhor são as duas ordenanças da igreja estabelecidas pelo próprio Jesus Cristo. A ceia do Senhor é uma cerimônia da igreja reunida. Deut. Simboliza a morte e sepultamento do velho homem e a ressurreição para uma nova vida em identificação com a morte. 10:28. A ceia do Senhor deve ser celebrada pelas igrejas até . O batismo. a ele se submetem pela fé.42 3. Tito. 9:22-24.25:31-46.livre-arbítrio de cada um e de todos os homens. 2:41. I Tess. 12:1-3. 10:28.6. pela harmonia e cooperação voluntária na realização dos propósitos comuns do reino de Deus. I Cor. quando o mal será completamente vencido e surgirão o novo céu e a nova terra para a eterna habitação dos remidos com Deus. que é condição para ser membro de uma igreja. Mat. 18:36. 3:3-5. 1:3-14. Há também no novo testamento um outro sentido da palavra “igreja” em que ela aparece com a reunião universal dos remidos de todos os tempos.23.8:28-30. As igrejas devem relacionar-se com as demais igrejas da mesma fé e ordem e cooperar.Ex. 1:4. quer seja de natureza eclesiástica ou outra. O relacionamento com outras entidades. A consumação do reino ocorrerá com a volta de Jesus Cristo. do Filho e do Espírito Santo.24:13. 15:24. I Tim. É também o domínio de Deus no coração dos homens que. meditarem nos ensinamentos da bíblia para a edificação mútua e para a propagação do evangelho. Nenhuma força ou circunstância tem poder para separar o crente do amor de Deus em Cristo Jesus. duas espécie de oficiais: Pastores e diáconos. At. É assim o reino invisível nos corações regenerados que opera no mundo e se manifesta pelo testemunho dos seus súditos. sendo ambas de natureza simbólica. a adoção como filhos de Deus. Cada igreja é um templo do Espírito Santo. I Ped. a eleição e o dom do Espírito Santo asseguram aos salvos a permanência na graça da salvação. 1:5-9. João. simbolizada por meio dos elementos utilizados: O pão e o vinho. 4:17. É nesse sentido que a palavra “igreja” é empregada no maior número de vezes nos livros do Novo Testamento. João. Tais congregações são constituídas por livre vontade dessas pessoas com finalidade de prestarem culto a Deus. Rom. sepultamento e a ressurreição do Senhor Jesus Cristo é também prenúncio da ressurreição dos remidos. em data que só Deus conhece. a justificação. estabilidade por Jesus Cristo e sobre ele edificada. 18:17. Col. 5:10. e Ef. 36:22. O batismo consiste na imersão do crente em água. Is. comemorativa e proclamadora da morte do Senhor Jesus Cristo. Há nas igrejas. João. 3:16. têm governo democrático. Mat.7. João. sob a orientação do Espírito Santo.Sua unidade é de natureza espiritual e se expressa pelo amor fraternal. 20:17. aceitando-o como Senhor e Rei. Ez. o perdão. deve ser ministrado sob a invocação do nome do Pai. João. 30:15-20.29. Ef. 17:20. II Tess. praticam a disciplina e se regem em todas as questões espirituais e doutrinárias exclusivamente pela palavras de Deus. Dan. I João. Luc. A salvação do crente é eterna. 12:22-24. segundo as escrituras.32. 16:18. VII– Reino de Deus O reino de Deus é o domínio soberano e universal de Deus e é eterno. voluntariamente. Rom. 2:13. não deve envolver a violação da consciência ou o comprometimento da lealdade a Cristo e sua palavra. e Apoc. 1:2. 3:1-13. Heb.36. Rom.

Nesse dia os cristãos devem abster-se de todo trabalho secular.23. Luc. convocados pela igreja. 10:16. 26:16-18. Devem também abster-se de recreações que desviem a atenção das atividades espirituais. e de possuir as qualificações estipuladas nas Escrituras para o seu exercício. Rom. Mat.20:24-28 4. 5:1-3. João.20.42.48. Gên.4. formal e publicamente. 20:7. 26:26-29. 8:1-7. At. João. I Cor. Senhor e Dono de todas as coisas. para o serviço cristão. Luc.11:20. o crente é mordomo ou administrador da vida. dia do Senhor. Êx.14. Gál.20. 4:9-11.14. Deus escolhe. 8:28-30. Col. Com o advento do cristianismo. Deve ser para os cristãos um dia de real repouso em que pela freqüência aos cultos nas igrejas e pelo maior tempo dedicado à oração. João. Mat. Heb.17-21. Ef. At. é o dia do descanso cristão satisfazendo plenamente a exigência divina e a necessidade humana de um dia em sete para o repouso do corpo e do espírito.17:14.13. em virtude de haver Jesus ressuscitado neste dia.27. 4:1. 28:19.2. I Cor. Apoc.4. à leitura bíblica e outras atividades religiosas eles estarão se preparando para “aquele descanso que resta para o povo de Deus”.4 Cabe ao crente o dever de viver e comunicar ao mundo o evangelho que recebeu de Deus. 14:12. 10:48. 20:24-28. Mat. Rom. XII– Mordomia A Mordomia é a doutrina bíblica que reconhece Deus como Criador. para o serviço distinto. Is. 4:2. 4:1. Cabelhe missão semelhante àquela realizada pelos profetas do Velho Testamento e pelos apóstolos do Novo Testamento. 1:6. At. As Escrituras Sagradas ensinam que o . Gál. I Ped. Mat.23-30. das aptidões. 3:27. Ef. providência e sabedoria. II Cor. 2:41. O ministro da Palavra deve dedicar-se totalmente à obra para a qual foi chamado. Quando um homem convertido dá evidências de ter sido chamado e separado por Deus para esse ministério. 20:8-11. 13:3.58:13-14.12. I Cor. 1:10.41. Às igrejas cabe a responsabilidade de cuidar e sustentar adequadamente e dignamente seus pastores. 8:12. Mat. 1:2. At. X– O Dia do Senhor O domingo. A obra do porta-voz de Deus tem finalidade dupla: a de proclamar as boas novas aos perdidos e a de apascentar os salvos. Todas as bênçãos temporais e espirituais procedem de Deus e por isso devem os homens a Ele o que são e possuem e.10. 9:13.18. 3:22. Rom. At. na medida dos talentos e dos dons concedidos pelo Espírito Santo. 20:8-11. 1:9. dependendo em tudo do próprio Deus. 28:19.19. 5:17. 3:13.3. 10:47. 4:11-17. I Tim. 20:1. Esse ato solene de consagração é consumado quando os membros de um presbitério ou concílio de pastores. 4:14-18. 2:17. 1:21. também.12:28. 13:12-15. I Cor. 26:29. Apoc. excetuando aquele que seja imprescindível e indispensável à vida da comunidade. e Fil. Mat. 22:8. II Tim. 4:12-16. II Tim. I Tim. 6:3-5. At. da influência. 28:19.a volta de Cristo e sua celebração pressupõe o batismo bíblico e o cuidadoso exame íntimo dos participantes.7.5.20. I Tim.36-39. Is. 2:42.22. cabe à igreja local a responsabilidade de separá-lo. 4:14. 2:3. 1:5-10. 10:7. O crente pertence Deus porque Deus o criou e o remiu em Jesus Cristo.26. 1:1.At.Entretanto. At. 4:11. 10:9. 2:38. 1:15.21:15-17. 11:2628. O pregador da palavra é um porta-voz de Deus entre os homens. 6:5-9.impõe as mãos sobre o vocacionado. 3:1-7. Mat. At. II Cor.1:8. Êx. At. 6:1-4. Heb. tendo o próprio Jesus como exemplo e padrão supremo. 26:19. e Ez. dos bens. Gál. definido e singular do ministério da sua palavra. At. 13:1-3. 9:15.13-17. Mar. I Cor.42. Ef. Pertencendo a Deus. para testemunhar de Jesus Cristo e promover o seu reino. dos recursos naturais e de tudo o que Deus lhe confia em seu infinito amor. de maneira especial. Apoc. o primeiro dia da semana passou a ser o dia do Senhor. 17:21. das oportunidades. 1:15-17 3. João. I Cor. I Tim. 6:1-4. XI– Ministério da Palavra Todos os crentes foram chamados por Deus para a salvação. 3:5. Jer. 6:6.11:23-29. 13:2. 4:11-16. o sustento.6. Jer. At. I Ped. O pregador do evangelho deve viver do evangelho. chama e separa certos homens. do tempo.2:12. e 20:4-8. em reconhecimento da vocação divina já existente e verificada em sua experiência cristã. 2:3. Êx.

João. Mat. 17:20. 24:15. Rom. bem como motivação e capacitação sua para o serviço cristão e o desempenho de suas tarefas no cumprimento da missão da igreja no mundo. 8:5. Dan. Mat. 1:28. 4:18-20. Luc. 14:26. 3:8-12. João 17:30.3:16-18. livre de coações de qualquer espécie. 10:26. 1:17. 5:29. 11:29. 23:26. 6:19. Fil. O programa de educação religiosa nas igrejas é necessário para a instrução e desenvolvimento de seus membros. II Cor. exceto naquilo que se oponha à vontade de Deus.28:18-20. 3:16. Sal. Tiago. 25:14-30. 29:14-16. I Cor. 6:7-10. I Tim. 1:21. João. É dever de todo discípulo de Jesus Cristo e de todas as igrejas proclamar. Gên. Cristo”. Prov. I Cor. 8:1-3. 13:1-7. Luc.2. 19:35-41. 17:27. João.10. Fil. sem favorecimento a qualquer grupo ou credo. 1:14. objetivos e funções. I Cor. rogando sempre ao Senhor que envie obreiros para a sua seara. 14:20. 4:12. 28:19. Mat. . 3:15-18. 1:1. XV– Liberdade Religiosa Deus e somente Deus é o Senhor da consciência. 24:46-49.20. Sal.1:27. Tiago. 1:8.procurando fazer novos discípulos de Jesus Cristo em todas as nações. At. compreende o relacionamento de Mestre e discípulo. 1:18-21.31:46 5. 20:25. Jos.16. Ecl. II Tim. XVI– Ordem Social Como o sal da terra e a luz do mundo. 13:14-17. Mat.11:27-30.20. Tiago. I Ped. 13:2. Mal.9:7-8. Mat. 119. At. 3:1. Por força dessa natureza. Deut. At. 28:19. 4:10-18. é dever dos crentes orar pelas autoridades. II Tim. Dan. Mat. Rom. Gên. Entretanto. 10:13-15. At. I Cor. Sal. 8:18. O estado deve ser leigo e a igreja livre.30. 1:27. 9. Reconhecendo que o governo do Estado é de ordenação divina para o bem-estar dos cidadãos e a ordem justa da sociedade. 28:19. 10:28. visando a reconciliação do homem com Deus. 23:10. para o sustento do ministério. A responsabilidade da evangelização estende-se até aos confins da terra e por isso as igrejas devem promover a obra de missões. Lev. sob a égide do Espírito Santo. o bem-estar social e o estabelecimento da justiça entre os homens dependem basicamente da regeneração de cada pessoa e da prática dos princípios do evangelho na vida individual e coletiva. Gên. At. 2:1-3. inerente à sua natureza moral e espiritual. bem como respeitar e obedecer às leis e honrar os poderes constituídos. At.3:9. At. das obras de evangelização. XIV– Educação Religiosa O ministério docente da igreja. visando sua formação e desenvolvimento espiritual. 14:20.13.A liberdade religiosa é um dos direitos fundamentais do homem.plano específico de Deus para o sustento financeiro de sua causa consiste na entrega pelos crentes de dízimos e ofertas alçadas.2:15. a fim de “crescerem em tudo naquele que é a cabeça. Mat. Luc. At. 5:29.3. Rom. I Cor. Às igrejas cabe cuidar do doutrinamento adequado dos crentes. Rom. 17:28. 22:21. segundo os ditames de sua consciência.2:15. Dan. 14:4. II Cor. 1:8. XIII– Evangelização e Missões A missão primordial do povo de Deus é a evangelização do mundo. 4:9-20. A palavra de Deus é o conteúdo essencial e fundamental nesse processo e no programa de aprendizagem cristã. Mat. Col. Devem eles trazer à igreja sua contribuição sistemática e proporcional com alegria e liberdade. I Crôn. 14:17-20.20. Cada pessoa tem o direito de cultuar a Deus. o maior benefício que pode prestar é anunciar a mensagem do evangelho. É dever do Estado garantir o pleno gozo e exercício de liberdade religiosa. 27:30.beneficência e outras. Mat. 20:25. pelo exemplo e pelas palavras. Gên. 13:1-7. Gên. 2:16 6.3:16-18. o cristão tem o dever de participar em todo esforço que tende ao bem comum da sociedade em que vive. a liberdade religiosa não deve sofrer ingerência de qualquer poder humano. 9:16. Rom. 8:1-15.moral e eclesiástico. Mat. cabendo às igrejas batizá-los a observar todas as coisas que Jesus ordenou. 24:1. I Ped. entre Jesus Cristo e o crente.17. a realidade do evangelho. A igreja e o Estado devem estar separados por serem diferentes a sua natureza. 11:9. 19:34-41.

Ap 22:11. como cristãos. Caída em virtude do pecado. pessoal e visivelmente. 1:7. Heb. Luc. João. 127:1-5. Deut. Mat. 9:27. I Co 15:12-58.16:22. 16:19-31. Ecl. 5:28. preservação da espécie e bem assim o perfeito ajustamento da pessoa humana em todas as suas dimensões. em grande poder e glória. Sua base é o casamento monogâmico e duradouro. Êx. 24:15. Jos. está conduzindo o mundo e a história a seu termo final. Com a morte está definido o destino eterno de cada homem.29.2. 28:20. 12:35-36. jamais apelando para quaisquer meios de violência ou discordantes das normas de vida expostas no Novo Testamento. 16:19-31. aos enfermos e a outros necessitados. Fil. XVII– Família A família. 5:14. I Co 15:24-28. só podendo se desfeito pela morte ou pela infidelidade conjugal.23. Pela fé nos méritos do sacrifício substitutivo de Cristo na cruz. 1:21-23. cada um segundo suas obras. At 24:15.23. At 3:21. Heb. num estado de separação definitiva de Deus. Conquanto os crentes já estejam justificados pela fé. Luc. companheirismo. Mat. separados de Deus. arrebatados e se unirão ao Senhor.3.4. aos anciãos. Sal. I Reis.2:1-3. Lc 17:24. bem como a necessidade de todos os homens aceitarem a graça de Deus em Cristo enquanto estão neste mundo. I Cor. I Tess. 10:13. e At. 18:10.29. Heb. Na Palavra de Deus encontramos claramente expressa a proibição divina da busca de contato com os mortos. II Pe 2:9. Os justos. 14:7-9. Dn 12:2. Mt 16:27.15. todos os homens comparecerão perante o tribunal de Jesus Cristo para serem julgados. Mt 16:27. II Co5:10. I Tm 6:14. II Tm. 22:21. a morte se estende a todos. Is. 22:18. Lc 14:14. bem como a negação da eficácia de atos religiosos com relação aos que já morreram. 5:6-11. a morte do crente deixa de ser tragédia. a partir da morte. Em cumprimento à sua promessa. Mar. Cl 3:4.20:6. 4:13-17. O propósito imediato da família é glorificar a Deus e prover a satisfação das necessidades humanas de comunhão. 10:29-37. Dn12:2. devemos estender a mão de ajuda aos órfãos. 14:1-3. Mc8:38. 4:1. 15:21-26. Os mortos em Cristo serão ressuscitados.15. 5:12. Lc 16:26-31. com os corpos glorificados.6:33. pois através destas é que se manifestam frutos da fé ou os da incredulidade. Jo 5:28.3. Rm 6:22. Mt 13:49.29. Deus provê para ela. por toda a vida.Todavia. 4:14. é a primeira instituição da sociedade. 19:31. Os incrédulos e impenitentes entram. 6:8. 5:13-16. Isso faremos no espírito de amor. e Mat. Miq. Ecl. I Co 15:12-24.1:16-20. a benção da salvação temporal e eterna. XIX– Justos e Ímpios Deus. Fl 3:20. SEMINÁRIO TEOLÓGICO BATISTA DO CEARÁ .8. Ef 1:10. 16:19-31. XVIII– Morte Todos os homens são marcados pela finitude. 2:11.27. 1:28. At 1:11. Mt 13:39.22. e quando salva poderá cumprir seus fins temporais e promover a glória de Deus. 82:3. João. Tiago. 6:37. I Cor. em conseqüência do pecado. criada por Deus para o bem do homem. pois ela o transporta para um estado de completa e constante felicidade na presença de Deus. Êx. I Crôn. Os ímpios condenados e destinados ao inferno lá sofrerão o castigo eterno. Jo 5:28. Dn 12:2. bem como a todos aqueles que forem vítimas de quaisquer injustiças e opressões. Os mortos sem Cristo também serão ressuscitados. 25:31-40. segurança. 4:9-13 3. I Ts 4:16. no exercício de sua sabedoria. receberão seus galardões e habitarão para sempre no céu com o Senhor. 23:39-46.3. 8:19. Jo 5:28. 9:27. Luc. A esse estado de felicidade as Escrituras chamam “dormir no Senhor”. 11:1. Gên. Sal. Rm 6:22.40. de vez que. A palavra de Deus assegura a continuidade da consciência e da identidade pessoais após a morte. Is. II Cor.34. 16:31. Jesus Cristo voltará a este mundo. I Co 15:42-44. 5:9. II Tim. Gên. educação. Luc. e João. mediante a fé em Cristo. Rom. Jo 5:28. 21:27. 2:15 2. Dn 12:2. Rm 8:23.29. 9:27.29.15:18-20.23.Rom. Lev.12. Mt 16:27. 3:18. I Co 4:5. às viúvas. Mc 9:43-48.50. II Tm 4:1. At 10:42. Mal. Hb 9:27. Fil. 2:12.

DA CONVENÇÃO BATISTA CEARENSE .