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Armazenamento e Beneficiamento de Grãos Transportadores de Grãos Maurício Augusto Leite
Armazenamento e
Beneficiamento de Grãos
Transportadores de Grãos
Maurício Augusto Leite

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Movimentação de grãos n Transferência de massa de grãos de um ponto a outro, em qualquer
Movimentação de grãos
n Transferência de massa de
grãos de
um
ponto a outro, em qualquer direção, com o
menor dano possível.
n Capacidade
de
uma
UBG
pode
ser
prejudicada quando equipamentos forem
sub-dimensionados ou selecionados
inadequadamente.

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Propriedades físicas dos grãos que afetam a capacidade dos equipamentos n Teor de água ou umidade
Propriedades físicas dos grãos que
afetam a capacidade dos equipamentos
n
Teor de água ou umidade
n
Ângulo de repouso
n
Peso específico

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Condições iniciais n Atividades do pré-processamento devem ser integradas (mínimo de interrupção) n Capacidades dos equipamentos
Condições iniciais
n
Atividades do pré-processamento devem ser
integradas (mínimo de interrupção)
n
Capacidades dos equipamentos devem ser
coerentes com o fluxo de grãos
n
Localização: fácil acesso aos transportadores
(reparos e possibilidade de expansão)

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Tipos de transporte n Gravidade n Transportadores
Tipos de transporte
n
Gravidade
n
Transportadores

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Deslizamento - Escoamento por gravidade Queda livre Planos inclinados, Calhas ou dutos
Deslizamento
- Escoamento por gravidade
Queda livre
Planos inclinados,
Calhas ou dutos

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Fatores que influenciam no transporte n Ângulo de repouso dos grãos: menor ângulo de repouso, maior
Fatores que influenciam no transporte
n
Ângulo de repouso dos grãos: menor ângulo de
repouso, maior fluxo
n
Inclinação dos tubos: maior inclinação, maior fluxo
n
Material dos tubos: superfície mais lisa, maior fluxo
n
Vibração da tubulação: maior vibração, maior fluxo

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Ângulo mínimo de inclinação dos tubos

 
   
 

Produto

Inclinação (graus)

Grãos secos

35

Grãos úmidos

45

Material farelento

60

 

Café

60

Ângulo com o eixo horizontal

Mário José MIlman

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Capacidade de transporte das tubulações a 400 Capac. Transporte (t/h) 20 a 40 80 a 150
Capacidade de transporte das tubulações a 400 Capac. Transporte (t/h) 20 a 40 80 a 150
Capacidade de transporte das tubulações a 400 Capac. Transporte (t/h) 20 a 40 80 a 150

Capacidade de transporte das tubulações

Capacidade de transporte das tubulações
Capacidade de transporte das tubulações a 400 Capac. Transporte (t/h) 20 a 40 80 a 150
Capacidade de transporte das tubulações a 400 Capac. Transporte (t/h) 20 a 40 80 a 150
a 400 Capac. Transporte (t/h) 20 a 40 80 a 150 200 a 750 600 800
a 400
Capac. Transporte (t/h)
20 a 40
80 a 150
200
a 750
600
800 a 1500
Diâmetro (mm)
150
250
400
600
1000
Mário José MIlman
Capacidade de transporte das tubulações a 400 Capac. Transporte (t/h) 20 a 40 80 a 150
Capacidade de transporte das tubulações a 400 Capac. Transporte (t/h) 20 a 40 80 a 150

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COACAVO
COACAVO

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COACAVO
COACAVO

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Tipos de transportadores n Elevador de caçamba n Transportador de correia n Rosca transportadora n Pneumático
Tipos de transportadores
n
Elevador de caçamba
n
Transportador de correia
n
Rosca transportadora
n
Pneumático
n
Corrente transportadora – “Redler”

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Elevador de caçamba n Elevar os grãos a uma altura suficiente para despejá-los em algum ponto
Elevador de caçamba
n
Elevar
os
grãos
a
uma altura suficiente para
despejá-los em algum ponto pré-determinado
através das tubulações.
n
Composição:
n
Correia ou corrente sem fim
n
Caçambas ou canecas
n
Polias
n
Equipamentos de vida útil elevada (manutenção)
n
Baixa potência por volume transportado

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Componentes do elevador Caçamba Cabeça do elevador Corpo Pé Prof. Juarez - UFV PDF created with
Componentes do elevador
Caçamba
Cabeça do
elevador
Corpo
Prof. Juarez - UFV
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Elevador de caçamba Prof. Juarez - UFV
Elevador de caçamba
Prof. Juarez - UFV

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Elevador de caçamba
Elevador de caçamba

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Pé do Elevador Porta de Limpeza Prof. Juarez - UFV
Pé do
Elevador
Porta de
Limpeza
Prof. Juarez - UFV

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Polia inferior Pé do elevador Prof. Juarez - UFV
Polia inferior
Pé do elevador
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n Porta de manutenção Prof. Juarez - UFV
n
Porta de
manutenção
Prof. Juarez - UFV

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Classificação n Centrífugos (convencional): n Elevadores de correias que possuem caçambas espaçadas de 15 a 30
Classificação
n
Centrífugos (convencional):
n
Elevadores de correias que possuem caçambas
espaçadas de 15 a 30 cm e realizam a descarga
por ação da força centrífuga.
n
Contínuos
n
Caçambas sem fundo muito próximas umas das
outras. De 8 em 8, uma possui fundo.

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Prof. Juarez - UFV
Prof. Juarez - UFV

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Projeção Caçamba Comprimento Altura Prof. Juarez - UFV
Projeção
Caçamba
Comprimento
Altura
Prof. Juarez - UFV

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Altura do elevador Mário José MIlman
Altura do elevador
Mário José MIlman

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ESTIMATIVA DA CAPACIDADE E POTÊNCIA PARÂMETROS PARA CÁLCULOS: Rotação mínima para descarga centrífuga: N = 30
ESTIMATIVA DA CAPACIDADE E POTÊNCIA
PARÂMETROS PARA CÁLCULOS:
Rotação mínima para descarga centrífuga:
N = 30 / Re ½
N = RPM da polia motora
Re = raio efetivo (m)
Re
OBS:
O
raio
efetivo
é
a
distância
entre
o centro
da
polia e o centro geométrico
da caçamba.
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Parâmetros para cálculo Velocidade linear das caçambas (m/min) v = 2.p.Re.N v=velocidade (m/min) Re = raio
Parâmetros para cálculo
Velocidade linear das caçambas (m/min)
v = 2.p.Re.N
v=velocidade (m/min)
Re = raio efetivo da polia
N= rotação (RPM)
Capacidade do transportador (m 3 /h)
Q = 60.Cc.v.µ
A
Q = capacidade de transporte da caçamba (m 3 /h)
Cc = capacidade da caçamba (m 3 )
v = velocidade linear da correia (m/min)
A = espaçamento entre as caçambas (m)
µ=fator de enchimento das caçambas (0,75 a 1)

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Comprimento da correia L = 2.h + 2pr h = altura de elevação do produto (m)
Comprimento da correia
L = 2.h + 2pr
h = altura de elevação do produto (m)
r = raio da polia (m)

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Parâmetros para cálculo Potência absorvida pelo elevador P = 1,15.v.q. (H+C)/4500 P = potência absorvida (cv)
Parâmetros para cálculo
Potência absorvida pelo elevador
P = 1,15.v.q. (H+C)/4500
P = potência absorvida (cv)
v = velocidade linear da correia (m/min)
q = carga por metro em (kgf/m)
q= (1/A). γ.Cc
Cc = Capacidade da caçamba (m 3 )
A = espaçamento entre as caçambas (m)
γ=peso específico do grão (kgf/m 3 )
H = altura entre eixos do elevador (m)
C = D.12
D = diâmetro da polia interna do pé (m)

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Elevador em funcionamento Prof. Juarez - UFV
Elevador em funcionamento
Prof. Juarez - UFV

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Prof. Juarez - UFV
Prof. Juarez - UFV

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COACAVO
COACAVO

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Exercício Deseja-se elevar grãos de milho a uma altura de 20 m utilizando um transportador de
Exercício
Deseja-se elevar
grãos de milho
a
uma altura
de
20
m
utilizando um transportador de caçambas cuja polia tem
raio efetivo de 0,30 m (raio da polia 0,25 m). A distância
entre as caçambas deve ser de 22 cm, sendo que as
mesmas possuem
fixadas na correia.
capacidade
individual
de
0,75
kg,
Considerando que a descarga será feita por centrifugação e
que a massa específica do milho é 760 kg/m 3 , calcular:
a) O número de caçambas do elevador:
b) A capacidade do transportador em m 3 /h;
c) A potência absorvida;
n
Fator de enchimento=0,8

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Exercício Deseja-se elevar grãos de milho a uma altura de 25 m utilizando um transportador de
Exercício
Deseja-se elevar grãos de milho a uma altura de 25
m utilizando um transportador de caçambas cuja
polia tem raio efetivo de 0,40 m (raio da polia 0,30
m). A distância entre as caçambas deve ser de
23,5 cm, sendo que as mesmas possuem
capacidade individual de 0,8 kg, fixadas na
correia.
Considerando
que
a
descarga
será
feita
por
centrifugação e que a massa específica do milho
é 750 kg/m 3 , calcular:
a)
O número de caçambas do elevador:
b)
A capacidade do transportador em m 3 /h;
c)
A potência;

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Correia transportadora n Realiza o transporte horizontal dos grãos n Inclinação máxima de 15º n Composto
Correia transportadora
n
Realiza o transporte horizontal dos grãos
n
Inclinação máxima de 15º
n
Composto por:
n
Moega de alimentação
n
Correia sem fim
n
Polias (roletes)
n
Esticador de correia
n
Longarina
n
Cavaletes (fixação das polias)

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Correia transportadora Correia Sem fim cavaletes Prof. Juarez - UFV
Correia transportadora
Correia
Sem fim
cavaletes
Prof. Juarez - UFV

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Pontos positivos da Correia Transportadora Alta eficiência mecânica Elevada capacidade de transporte Baixo danos mecânicos Baixa
Pontos positivos da Correia Transportadora
Alta eficiência mecânica
Elevada capacidade de transporte
Baixo danos mecânicos
Baixa poluição sonora
Permite descarga em qualquer ponto

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Corte transversal da Correia Prof. Juarez - UFV
Corte transversal da Correia
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Correia

 
  • n Correias planas, dimensionadas e especificadas nos

 
   

manuais dos fabricantes

   
 
  • n Velocidades recomendadas - granel

 
   

Largura

Pol.

14

16

18

20

22

24

30

 

mm

350

400

450

500

550

600

750

   
 

Vel.

m/s

2,0

2,2

2,4

2,6

2,8

3,0

3,5

linear

 

Grãos ensacados – vel. (0,25 e 0,55 m/s)

 

Mário José Milman

 

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Capacidade de transporte em função da largura 16 Mário José Milman 210 120 Toneladas/h Capacidade de
Capacidade de transporte em função da largura 16 Mário José Milman 210 120 Toneladas/h Capacidade de
Capacidade de transporte em função da largura 16 Mário José Milman 210 120 Toneladas/h Capacidade de
Capacidade de transporte em função da largura 16 Mário José Milman 210 120 Toneladas/h Capacidade de
Capacidade de transporte em função da largura 16 Mário José Milman 210 120 Toneladas/h Capacidade de
Capacidade de transporte em função da largura 16 Mário José Milman 210 120 Toneladas/h Capacidade de
Capacidade de transporte em função da largura 16 Mário José Milman 210 120 Toneladas/h Capacidade de

Capacidade de transporte em função da largura

16 Mário José Milman 210 120 Toneladas/h Capacidade de transporte 60 30 400 20 350 14
16 Mário José Milman 210 120 Toneladas/h Capacidade de transporte 60 30 400 20 350 14
16 Mário José Milman 210 120 Toneladas/h Capacidade de transporte 60 30 400 20 350 14
16
Mário José Milman
210
120
Toneladas/h
Capacidade de transporte
60
30
400
20
350
14
mm
Polegadas
Largura da correia
610
24
500

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Capacidade de carga n Q=400 (0,9B – 0,05) 2 .v. γ n Q = capacidade (t/h)
Capacidade de carga
n
Q=400 (0,9B – 0,05) 2 .v. γ
n
Q = capacidade (t/h)
n
B = largura da correia (m)
n
v = Velocidade da correia (m/s)
n
γ= peso específico dos grãos (t/m 3 )

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Potência absorvida n Somatório da: n Potência para movimentar a correia (P1) n Potência para movimentar
Potência absorvida
n
Somatório da:
n
Potência para movimentar a correia (P1)
n
Potência para movimentar a carga de grãos (P2)
n
Potência para vencer o desnível (P3)
n
Pa = P1+P2+P3
n
Rotações por minuto
n
N=v/π.D
Diâmetro da polia (m)
n
v= vel. (m/min)
n

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Potência para movimentar a correia (P1) n P1 = v.L.1,292[0,015+(0,000328.C)]/100 n P1 = potência absorvida pela
Potência para movimentar a correia (P1)
n
P1 = v.L.1,292[0,015+(0,000328.C)]/100
n
P1 = potência absorvida pela correia horizontal (cv)
n
v = velocidade linear (m/min)
n
C = distância entre eixos da correia(m)
n
L= largura da correia (cm)

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Potência para movimentar a carga de grãos (P2) n P2 = Q[0,48+(0,0099.C)]/100 n P2 = potência
Potência para movimentar a carga de
grãos (P2)
n
P2 = Q[0,48+(0,0099.C)]/100
n
P2 = potência absorvida pela correia horizontal (cv)
n
C = distância entre eixos da correia(m)
n
Q = capacidade da correia (t/h)

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Potência para vencer o desnível (P3) n P3 = 3,33.h.Q/100 n P3 = potência para vencer
Potência para vencer o desnível (P3)
n
P3 = 3,33.h.Q/100
n
P3 = potência para vencer o desnível
n
h = desnível vertical (m)
n
POTÊNCIA TOTAL ABSORVIDA
P= P1+P2+P3
n

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Exemplo n Uma correia transportadora apresenta as seguintes características: n Comprimento = 40 m n Carga
Exemplo
n
Uma correia transportadora apresenta as
seguintes características:
n
Comprimento = 40 m
n
Carga = arroz (γ=750kgf/m 3 )
n
Capacidade correia = 80t/h
n
Correia com desnível de 1,0 m
n
Determinar:
n
Largura e velocidade da correia
n
Potência absorvida

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Exemplo n Uma correia transportadora apresenta as seguintes características: n Comprimento = 30 m n Carga
Exemplo
n
Uma correia transportadora apresenta as
seguintes características:
n
Comprimento = 30 m
n
Carga = arroz (γ=600kgf/m 3 )
n
Capacidade correia = 60t/h
n
Correia com desnível de 0,5 m
n
Determinar:
n
Largura e velocidade da correia
n
Potência absorvida

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Tabela Vel. 750 4,0 3,5 900 35 30 2,3 2,2 2,0 m/s 400 linear 450 350
Tabela Vel. 750 4,0 3,5 900 35 30 2,3 2,2 2,0 m/s 400 linear 450 350
Tabela Vel. 750 4,0 3,5 900 35 30 2,3 2,2 2,0 m/s 400 linear 450 350

Tabela

Tabela
Tabela Vel. 750 4,0 3,5 900 35 30 2,3 2,2 2,0 m/s 400 linear 450 350
Tabela Vel. 750 4,0 3,5 900 35 30 2,3 2,2 2,0 m/s 400 linear 450 350
Vel. 750 4,0 3,5 900 35 30 2,3 2,2 2,0 m/s 400 linear 450 350 mm
Vel.
750
4,0
3,5
900
35
30
2,3
2,2
2,0
m/s
400
linear
450
350
mm
18
16
14
Pol.
Largura
Tabela Vel. 750 4,0 3,5 900 35 30 2,3 2,2 2,0 m/s 400 linear 450 350
Tabela Vel. 750 4,0 3,5 900 35 30 2,3 2,2 2,0 m/s 400 linear 450 350

Mário José MIlman

Tabela Vel. 750 4,0 3,5 900 35 30 2,3 2,2 2,0 m/s 400 linear 450 350
Tabela Vel. 750 4,0 3,5 900 35 30 2,3 2,2 2,0 m/s 400 linear 450 350

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Transportador Helicoidal (rosca transportadora) n Transporte horizontal ou inclinado n Transporte por arraste n Sentido –
Transportador Helicoidal (rosca transportadora)
n
Transporte horizontal ou inclinado
n
Transporte por arraste
n
Sentido – função do sentido de rotação
n
Componentes
n
Tubo ou calha
n
Helicóide
n
Eixo e mancais

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Transportador Helicoidal • • Transporte de materiais granulares e farelos Permite fazer a mistura de diferentes
Transportador Helicoidal
Transporte de materiais granulares e farelos
Permite fazer a mistura de diferentes materiais
durante o transporte
Funcionamento:
produto
®
abertura de recebimento do
condutor fixo ® movimento de rotação do
helicóide ® registro de descarga (posição
variável).

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Prof. Juarez - UFV
Prof. Juarez - UFV

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Prof. Juarez - UFV
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Bases de um transportador helicoidal Prof. Juarez - UFV
Bases de um transportador helicoidal
Prof. Juarez - UFV

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Tipos de Helicóides a – padrão (transporte horizontal) b – transporte inclinado c – recortado (transportador-
Tipos de Helicóides
a – padrão (transporte
horizontal)
b – transporte inclinado
c – recortado (transportador-
misturador)
d – fita (produtos viscosos
ou picados)
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Detalhe do transportador CALHA EM “U” HELICOIDE OU ROSCA Prof. Juarez - UFV
Detalhe do transportador
CALHA EM “U”
HELICOIDE OU ROSCA
Prof. Juarez - UFV

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Condutor do helicóide n CALHA EM “U”: n rações e farinhas n transporte horizontal (inclinação até
Condutor do helicóide
n
CALHA EM “U”:
n
rações e farinhas
n
transporte horizontal (inclinação até 20°)
n
CONDUTOR CILÍNDRICO:
n
utilização ampla;
n
qualquer inclinação;
n
espaço de 1 a 10 mm entre condutor e helicóide

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Dimensionamento Fluxo de Grãos Distâncias a Transportar horizontais verticais
Dimensionamento
Fluxo de Grãos
Distâncias a Transportar
horizontais
verticais

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Dimensionamento Ângulo de inclinação (qdo houver) Comprimento do transportador Dimensões do helicóide Diâmetro da polia motora
Dimensionamento
Ângulo de inclinação (qdo houver)
Comprimento do transportador
Dimensões do helicóide
Diâmetro da polia motora
Rotações do helicóide
Comprimento da parte exposta
Potência requerida.

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Fatores de carga Prof. Juarez - UFV
Fatores de carga
Prof. Juarez - UFV

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Conversão de distâncias para ângulo e distância inclinada Prof. Juarez - UFV
Conversão de distâncias para ângulo e
distância inclinada
Prof. Juarez - UFV

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MANUTENÇÃO Controlar o desgaste da rosca e da calha Verificar o mancal e o jogo de
MANUTENÇÃO
Controlar o desgaste da rosca e da calha
Verificar o mancal e o jogo de buchas
Verificar regularmente o aperto dos parafusos
Realizar lubrificações

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Rotações máximas recomendadas rpm Pol mm Diâmetro externo helicóide 105 rpm 12 300 rpm 150 165
Rotações máximas recomendadas rpm Pol mm Diâmetro externo helicóide 105 rpm 12 300 rpm 150 165
Rotações máximas recomendadas rpm Pol mm Diâmetro externo helicóide 105 rpm 12 300 rpm 150 165
Rotações máximas recomendadas rpm Pol mm Diâmetro externo helicóide 105 rpm 12 300 rpm 150 165
Rotações máximas recomendadas rpm Pol mm Diâmetro externo helicóide 105 rpm 12 300 rpm 150 165

Rotações máximas recomendadas

rpm Pol mm Diâmetro externo helicóide 105 rpm 12 300 rpm 150 165 rpm 180 0,4-0,6
rpm Pol mm Diâmetro externo helicóide 105 rpm 12 300 rpm 150 165 rpm 180 0,4-0,6
rpm Pol mm Diâmetro externo helicóide 105 rpm 12 300 rpm 150 165 rpm 180 0,4-0,6
rpm
Pol
mm
Diâmetro externo helicóide
105
rpm
12
300
rpm
150
165
rpm
180
0,4-0,6 t/m 3
0,6-0,8 t/m 3
140
rpm
130
115
rpm
120
rpm
rpm
Peso específico grão
Mário José MIlman
110
rpm
18
450
95
rpm
16
400
100
rpm
14
350
90
rpm
9
230
115
rpm
6
150
120
rpm
4
100
Rotações máximas recomendadas rpm Pol mm Diâmetro externo helicóide 105 rpm 12 300 rpm 150 165
Rotações máximas recomendadas rpm Pol mm Diâmetro externo helicóide 105 rpm 12 300 rpm 150 165

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Cálculo da capacidade de transporte n Q = 47.α.γ.p.D 2 .N n Q = capacidade de
Cálculo da capacidade de transporte
n
Q = 47.α.γ.p.D 2 .N
n
Q = capacidade de transporte da rosca (t/h)
n
γ= Peso específico do grão (t/m 3 )
n
p=passo do helicóide (m)
n
D= diâmetro externo (m)
n
N=rotação da rosca (rpm)
n
α=coeficiente de enchimento variável com peso
específico do grão (tabelado)

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Coeficiente de enchimento 0,8 a 1,2 0,6 a 0,8 0,4 a 0,6 Peso específico do grão
Coeficiente de enchimento 0,8 a 1,2 0,6 a 0,8 0,4 a 0,6 Peso específico do grão
Coeficiente de enchimento 0,8 a 1,2 0,6 a 0,8 0,4 a 0,6 Peso específico do grão

Coeficiente de enchimento

Coeficiente de enchimento
Coeficiente de enchimento 0,8 a 1,2 0,6 a 0,8 0,4 a 0,6 Peso específico do grão
Coeficiente de enchimento 0,8 a 1,2 0,6 a 0,8 0,4 a 0,6 Peso específico do grão
0,8 a 1,2 0,6 a 0,8 0,4 a 0,6 Peso específico do grão (t/m 3 )
0,8 a 1,2
0,6 a 0,8
0,4 a 0,6
Peso específico do grão (t/m 3 )
0,25
0,3
0,4
α
Coeficiente de enchimento 0,8 a 1,2 0,6 a 0,8 0,4 a 0,6 Peso específico do grão
Coeficiente de enchimento 0,8 a 1,2 0,6 a 0,8 0,4 a 0,6 Peso específico do grão

Mário José MIlman

Coeficiente de enchimento 0,8 a 1,2 0,6 a 0,8 0,4 a 0,6 Peso específico do grão
Coeficiente de enchimento 0,8 a 1,2 0,6 a 0,8 0,4 a 0,6 Peso específico do grão

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Roscas inclinadas Mário José MIlman 10 0,90 n Qi=Q.υ n Qi= capacidade de transporte inclinado (t/h)
Roscas inclinadas Mário José MIlman 10 0,90 n Qi=Q.υ n Qi= capacidade de transporte inclinado (t/h)
Roscas inclinadas Mário José MIlman 10 0,90 n Qi=Q.υ n Qi= capacidade de transporte inclinado (t/h)

Roscas inclinadas

Roscas inclinadas
Roscas inclinadas Mário José MIlman 10 0,90 n Qi=Q.υ n Qi= capacidade de transporte inclinado (t/h)
Roscas inclinadas Mário José MIlman 10 0,90 n Qi=Q.υ n Qi= capacidade de transporte inclinado (t/h)
Roscas inclinadas Mário José MIlman 10 0,90 n Qi=Q.υ n Qi= capacidade de transporte inclinado (t/h)
Mário José MIlman
Mário José MIlman

Mário José MIlman

10 0,90 n Qi=Q.υ n Qi= capacidade de transporte inclinado (t/h) n Q=capacidade de transporte na
10
0,90
n
Qi=Q.υ
n
Qi= capacidade de transporte inclinado (t/h)
n
Q=capacidade de transporte na horizontal (t/h)
n
υ=fator redutor da capacidade
0,55
0,95
5
υ
Inclinação em graus
0,30
30
20
0,70
15
Roscas inclinadas Mário José MIlman 10 0,90 n Qi=Q.υ n Qi= capacidade de transporte inclinado (t/h)

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Potência absorvida pela rosca n P=0,004(A.N+B.Q).L n P = potência absorvida pela rosca (cv) n N=rotação
Potência absorvida pela rosca
n
P=0,004(A.N+B.Q).L
n
P = potência absorvida pela rosca (cv)
n
N=rotação da rosca (rpm)
n
Q=capacidade da rosca em (t/h)
n
L=comprimento da rosca (m)
n
A=coeficiente de esforço (tab.)
n
B=coeficiente de esforço (tab.)

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Coeficiente de esforço A

 
     

Tipo de mancal intermediário

   
       
 

Diâmetro externo (mm)

Rolamento

Metal lubrificado

 
 

100

0,012

 

0,021

 

150

0,018

 

0,033

 

200

0,032

 

0,054

 

250

0,038

 

0,066

 

300

0,055

 

0,096

 

350

0,078

 

0,135

       
   

400

0,106

 

0,186

 

450

0,140

 

0,240

 

500

0,165

 

0,285

 

600

0,230

 

0,390

 

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Coeficiente de esforço - B Arroz Produto Peso específico (t/m 3 ) Arroz em casca 0,56
Coeficiente de esforço - B Arroz Produto Peso específico (t/m 3 ) Arroz em casca 0,56
Coeficiente de esforço - B Arroz Produto Peso específico (t/m 3 ) Arroz em casca 0,56

Coeficiente de esforço - B

Coeficiente de esforço - B
Coeficiente de esforço - B Arroz Produto Peso específico (t/m 3 ) Arroz em casca 0,56
Coeficiente de esforço - B Arroz Produto Peso específico (t/m 3 ) Arroz em casca 0,56
Arroz Produto Peso específico (t/m 3 ) Arroz em casca 0,56 descascado 0,95 Soja 0,75 Trigo
Arroz
Produto
Peso específico (t/m 3 )
Arroz em casca
0,56
descascado
0,95
Soja
0,75
Trigo
0,80
B
0,8
1,2
1,0
1,1
Coeficiente de esforço - B Arroz Produto Peso específico (t/m 3 ) Arroz em casca 0,56
Coeficiente de esforço - B Arroz Produto Peso específico (t/m 3 ) Arroz em casca 0,56

Mário José MIlman

Coeficiente de esforço - B Arroz Produto Peso específico (t/m 3 ) Arroz em casca 0,56
Coeficiente de esforço - B Arroz Produto Peso específico (t/m 3 ) Arroz em casca 0,56

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Cálculo da potência do motor elétrico n Pm = P.G/E n Pm = potência motor (cv)
Cálculo da potência do motor elétrico
n
Pm = P.G/E
n
Pm = potência motor (cv)
n
P = potência absorvida pela rosca (cv)
n
E = rendimento da transmissão
E=0,85 (acionamento por contramarcha)
n
E=1,0 (acionamento com moto redutor)
n
n
G = fator que varia com a potência absorvida
(tab.)

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Potência absorvida pela rosca (cv) G >1 2,0 1 a 2 1,5 2 a 4 1,25
Potência absorvida pela
rosca (cv)
G
>1
2,0
1 a 2
1,5
2
a 4
1,25
4
a 5
1,10
>5
1,0
Mário José MIlman

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EXERCÍCIO

     
   

Estimar a capacidade e a potência requerida por um moto elétrico de um transportador helicoidal que opera na posição horizontal, com soja. O transportador de rolamento apresenta as seguintes características:

 

-

passo = 0,35 m;

-

diâmetro do helicóide = 0,35 m;

-

diâmetro do eixo = 0,08 m;

-

rotação = 113 rpm;

 

-

comprimento do helicóide = 5,0 m;

-

massa específica do produto = 750 kg.m -3

-

acionamento por contramarcha

-E se houver uma angulação de 15º ?

 

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Peso específico do grão (t/m 3 ) α 0,4 a 0,6 0,4 0,6 a 0,8 0,3
Peso específico do grão (t/m 3 )
α
0,4 a 0,6
0,4
0,6 a 0,8
0,3
0,8 a 1,2
0,25

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Diâmetro externo helicóide

Peso específico grão

mm

Pol

0,4-0,6 t/m 3

 

0,6-0,8 t/m 3

100

 
  • 4 rpm

120

 
  • 180 rpm

150

 
  • 6 rpm

115

 
  • 165 rpm

230

 
  • 9 rpm

110

 
  • 150 rpm

300

12

105

rpm

 
  • 140 rpm

350

14

100

rpm

 

130

rpm

 

400

16

  • 95 rpm

 
  • 120 rpm

450

18

  • 90 rpm

 
  • 115 rpm

 

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Tipo de mancal intermediário

 
             

Diâmetro externo (mm)

Rolamento

Metal lubrificado

 
 

100

0,012

 

0,021

 

150

0,018

 

0,033

 

200

0,032

 

0,054

 

250

0,038

 

0,066

 

300

0,055

 

0,096

 

350

0,078

 

0,135

   
 

400

0,106

 

0,186

 

450

0,140

 

0,240

 

500

0,165

 

0,285

 

600

0,230

 

0,390

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Produto

Peso específico (t/m 3 )

 

B

Arroz em casca

0,56

 

0,8

Arroz

0,95

 

1,2

descascado

 

Soja

0,75

 

1,0

   

Trigo

0,80

 

1,1

 

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CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA PNEUMÁTICO Sucção Prof. Juarez - UFV o produto é transportado com pressões abaixo
CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA
PNEUMÁTICO
Sucção
Prof. Juarez - UFV
o produto é transportado
com pressões abaixo da
pressão atmosférica, onde
os equipamentos de vácuo
estão colocados após a
descarga do material.

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CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA PNEUMÁTICO Pressão Prof. Juarez - UFV pressões são acima da pressão atmosférica. Para
CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA
PNEUMÁTICO
Pressão
Prof. Juarez - UFV
pressões são acima da pressão
atmosférica. Para este caso, o
equipamento de sopro, deverá
ser colocado antes do ponto de
carga do produto.

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CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA PNEUMÁTICO Misto Prof. Juarez - UFV Estes tipos de transportadores são muito usados
CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA
PNEUMÁTICO
Misto
Prof. Juarez - UFV
Estes tipos de transportadores são muito
usados para descarregar navios, onde o
ponto de sucção fica no navio e o ponto
de pressão na descarga, sendo
geralmente o conjunto bomba/ciclone
instalado sobre rodas e colocado entre os
pontos de sucção e descarga

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CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA PNEUMÁTICO Misto Prof. Juarez - UFV
CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA
PNEUMÁTICO
Misto
Prof. Juarez - UFV

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CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA PNEUMÁTICO Misto Prof. Juarez - UFV
CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA
PNEUMÁTICO
Misto
Prof. Juarez - UFV

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CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA PNEUMÁTICO Prof. Juarez - UFV Misto
CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA
PNEUMÁTICO
Prof. Juarez - UFV
Misto

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CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA PNEUMÁTICO nMisto Prof. Juarez - UFV
CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA
PNEUMÁTICO
nMisto
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CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA PNEUMÁTICO Misto Prof. Juarez - UFV
CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA
PNEUMÁTICO
Misto
Prof. Juarez - UFV

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CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA PNEUMÁTICO Misto Prof. Juarez - UFV
CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA
PNEUMÁTICO
Misto
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Corrente Transportadora “ Redler” n Transporte horizontal ou inclinado de grãos n Com carga e descarga
Corrente Transportadora “ Redler”
n
Transporte horizontal ou inclinado de grãos
n
Com carga e descarga em vários pontos
n
Componentes
n
Corrente
n
Raspadores
n
Prancheta de deslizamento
n
Caixa metálica fechada

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“Redler”
“Redler”

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