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UNIVERSIDADEUNIVERSIDADE GAMAGAMA FILHOFILHO –– UGFUGF BIOQUÍMICABIOQUÍMICA DODO ESPORTEESPORTE EE DODO
UNIVERSIDADEUNIVERSIDADE GAMAGAMA FILHOFILHO –– UGFUGF
BIOQUÍMICABIOQUÍMICA DODO ESPORTEESPORTE
EE DODO EXERCÍCIOEXERCÍCIO
Prof.Prof. MsMs ClaudioClaudio dede OliveiraOliveira AssumpçãoAssumpção
TiposTipos dede energiaenergia SãoSão cincocinco osos tipostipos fundamentaisfundamentais dede energiaenergia
TiposTipos dede energiaenergia
SãoSão cincocinco osos tipostipos fundamentaisfundamentais dede
energiaenergia usadosusados pelopelo organismoorganismo
humano:humano:
--QUÍMICAQUÍMICA;;
-- MECÂNICA;MECÂNICA;
--ELÉTRICAELÉTRICA;;
-- TÉRMICATÉRMICA;;
--PROTÔNICAPROTÔNICA;;
ENERGIASENERGIAS MECÂNICAMECÂNICA:: empregadaempregada nana execuçãoexecução dede movimentosmovimentos
ENERGIASENERGIAS
MECÂNICAMECÂNICA:: empregadaempregada nana execuçãoexecução dede
movimentosmovimentos corporais,corporais, batimentobatimento dede cílioscílios ouou
deslocamentodeslocamento dede célulascélulas (como(como leucócitos,leucócitos, porpor
exemplo)exemplo)
TÉRMICATÉRMICA:: pelapela qualqual sese podepode mantermanter aa
temperaturatemperatura corporalcorporal numnum valorvalor ótimoótimo parapara osos
principaisprincipais sistemassistemas enzimáticosenzimáticos dodo organismoorganismo
EstasEstas energiasenergias sãosão emem suasua maioriamaioria energiaenergia dede
trabalho,trabalho, sendosendo esteeste trabalhotrabalho representadorepresentado porpor
movimentomovimento dede matéria,matéria, secreção,secreção, crescimentocrescimento
ouou fluxofluxo dede elétronselétrons ouou íons.íons.
BIOQUÍMICABIOQUÍMICA EstudoEstudo dosdos processosprocessos químicosquímicos encontradosencontrados EstudoEstudo
BIOQUÍMICABIOQUÍMICA
EstudoEstudo dosdos processosprocessos químicosquímicos encontradosencontrados
EstudoEstudo dosdos processosprocessos químicosquímicos encontradosencontrados
nosnos organismosorganismos
nosnos organismosorganismos
OBJETIVOOBJETIVOOBJETIVOOBJETIVO
EstruturasEstruturas dasdas moléculasmoléculas encontradasencontradas nono
EstruturasEstruturas dasdas moléculasmoléculas encontradasencontradas nono
organismoorganismo
organismoorganismo
FunçãoFunçãoFunçãoFunção BiológicaBiológicaBiológicaBiológica destasdestasdestasdestas moléculasmoléculasmoléculasmoléculas
MecanismosMecanismos envolvidosenvolvidos nana síntesesíntese ee
MecanismosMecanismos envolvidosenvolvidos nana síntesesíntese ee
degradaçãodegradação
degradaçãodegradação
ENERGIASENERGIAS QUÍMICAQUÍMICA:: usadausada parapara aa construçãoconstrução dede moléculasmoléculas parapara
ENERGIASENERGIAS
QUÍMICAQUÍMICA:: usadausada parapara aa construçãoconstrução dede
moléculasmoléculas parapara finsfins estruturaisestruturais ouou funcionaisfuncionais
ELÉTRICAELÉTRICA:: usadausada parapara aa criaçãocriação dede
potenciaispotenciais (de(de repouso,repouso, dede ação)ação) ouou
funcionamentofuncionamento dede bombasbombas (como(como nana cadeiacadeia
respiratória,respiratória, ondeonde correntecorrente elétricaelétrica alimentaalimenta
bombasbombas dede prótons)prótons)
PROTÔNICAPROTÔNICA:: nana qualqual aa energiaenergia contidacontida numnum
gradientegradiente eletroquímicoeletroquímico dede prótonsprótons podepode serser usadausada
parapara gerargerar ATPATP (na(na fosforilaçãofosforilação oxidativa)oxidativa)

Potencial de ação

QuandoQuando aa célulacélula éé ativada,ativada, oo potencialpotencial dada membranamembrana vaivai dede -- 9090 mVmV aa ++ 3030 mV,mV, aa polaridadepolaridade dada membranamembrana sese inverteinverte (positiva(positiva nono interiorinterior ee negativanegativa nono exterior),exterior), nana fasefase dede despolarizaçãodespolarização

nono interiorinterior ee negativanegativa nono exterior),exterior), nana fasefase dede despolarizaçãodespolarização

Fases do potencial de ação típico da fibra de Purkinge (resposta rápida)

FaseFase ZeroZero -- despolarização, ocorre grande aumento à permeabilidade ao Na + , que entra na célula. FaseFase UmUm -- repolarização rápida precoce, diminui a permeabilidade ao Na + . FaseFase DoisDois -- platô do potencial de ação. FaseFase TrêsTrês -- repolarização, que é a volta do potencial de membrana ao valor de - 90 mV. Aumenta a permeabilidade aos íons K + , que saem da célula. FaseFase QuatroQuatro -- repouso elétrico. Entra em ação a bomba de Na + e K + .

CARBOIDRATOSCARBOIDRATOS PROTEÍNASPROTEÍNAS LIPÍDIOSLIPÍDIOS GLICOSEGLICOSE AMINOÁCIDOSAMINOÁCIDOS
CARBOIDRATOSCARBOIDRATOS
PROTEÍNASPROTEÍNAS
LIPÍDIOSLIPÍDIOS
GLICOSEGLICOSE
AMINOÁCIDOSAMINOÁCIDOS
ÁCIDOSÁCIDOS GRAXOSGRAXOS
AspAsp
AlaAla
IleIle
GluGlu
CysCys
LeuLeu
GlyGly
LysLys
SerSer
PhePhe
PIRUVATOPIRUVATO
AcetilAcetil--CoACoA (2)(2)
COCO 22
COCO 22
OxaloacetatoOxaloacetato (4)(4)
CitratoCitrato (6)(6)
CICLOCICLO
MalatoMalato (4)(4)
DEDE
IsocitratoIsocitrato (6)(6)
KREBSKREBS
FumaratoFumarato (4)(4)
COCO 22
-Cetoglutarato-Cetoglutarato (5(5)
SuccinatoSuccinato (4)(4)
COCO 22

ConceitosConceitos BioquímicosBioquímicos dede TransferênciaTransferência dede EnergiaEnergia::

EnergiaEnergia QuímicaQuímica:: energiaenergia armazenadaarmazenada dentrodentro dasdas moléculasmoléculas emem ligaçõesligações químicasquímicas covalentescovalentes ouou não.não.

BioenergéticaBioenergética:: estudoestudo dada transferênciatransferência dede energiaenergia entreentre asas reaçõesreações químicasquímicas emem tecidostecidos vivos.vivos.

EnergiaEnergia livrelivre:: energiaenergia provenienteproveniente dede umauma reaçãoreação químicaquímica queque podepode serser utilizadautilizada parapara realizarrealizar trabalho.trabalho.

reaçãoreação químicaquímica queque podepode serser utilizadautilizada parapara realizarrealizar trabalho.trabalho.
parapara realizarrealizar trabalho.trabalho. GG == variaçãovariação dada energiaenergia livrelivre
parapara realizarrealizar trabalho.trabalho. GG == variaçãovariação dada energiaenergia livrelivre

GG== variaçãovariação dada energiaenergia livrelivre

EntropiaEntropia:: formaforma dede energiaenergia queque nãonão podepode serser utilizada,utilizada, definidadefinida comocomo umum aumentoaumento aleatórioaleatório ouou desordenado.desordenado.

EquilíbrioEquilíbrio:: estadoestado dede balançobalanço dinâmicodinâmico emem umauma ouou maismais reaçõesreações queque procedemprocedem dede direçõesdireções opostas.opostas. GG == zerozero

EntalpiaEntalpia:: energiaenergia térmicatérmica disponíveldisponível parapara realizarrealizar trabalhotrabalho emem temperaturatemperatura ee pressãopressão constantesconstantes HH == alteraçãoalteração dada entalpiaentalpia

QuantoQuanto maismais negativonegativo oo GG,, maismais energiaenergia livrelivre éé liberadaliberada pelapela reação.reação. SeSe oo GG éé zerozero,, aa reaçãoreação estáestá emem equilíbrioequilíbrio ee nãonão ocorreocorre qualquerqualquer mudançamudança nosnos substratossubstratos

GG << 00 == reaçãoreação expontânea,expontânea, liberalibera energiaenergia

GG >> 00 == reaçãoreação nãonão expontânea,expontânea, necessitanecessita dede energiaenergia parapara ocorrer.ocorrer.

AA quantidadequantidade dede energiaenergia liberadaliberada ouou utilizadautilizada podepode serser expressaexpressa emem kjoules/molkjoules/mol ouou kcalorias/molkcalorias/mol

CompostosCompostos ricosricos emem energia:energia:

NaNa maioriamaioria dasdas vezesvezes oo grupamentogrupamento fosfatofosfato estáestá envolvidoenvolvido nana ligação,ligação, cujacuja hidrólisehidrólise éé acompanhadaacompanhada dede grandegrande liberaçãoliberação dede energia.energia.

cujacuja hidrólisehidrólise éé acompanhadaacompanhada dede grandegrande liberaçãoliberação dede energia.energia.
grandegrande liberaçãoliberação dede energia.energia. ClassificaçãoClassificação ee NomenclaturaNomenclatura
ClassificaçãoClassificação ee NomenclaturaNomenclatura OxidorredutasesOxidorredutasesOxidorredutasesOxidorredutases
ClassificaçãoClassificação ee NomenclaturaNomenclatura
OxidorredutasesOxidorredutasesOxidorredutasesOxidorredutases
CatalisamCatalisam reaçõesreações dede
óxidoóxido--reduçãoredução
CHCH 33
CHCH
COOCOO -- ++
LactatoLactato
NADNAD ++
OHOH 2e2e
LactatoLactato desidrogenasedesidrogenase
CHCH 33
CC
COOCOO -- ++
NADHNADH ++
HH
PiruvatoPiruvato
OO

EnzimasEnzimas

AA manutençãomanutenção dada vidavida celularcelular dependedepende dada contínuacontínua ocorrênciaocorrência dede umum conjuntoconjunto dede reaçõesreações químicas,químicas, queque devemdevem atenderatender duasduas exigênciasexigências fundamentais:fundamentais:

SeremSerem altamentealtamente específicasespecíficas

OcorrerOcorrer emem velocidadesvelocidades adequadasadequadas

TodasTodas asas célulascélulas dispõemdispõem dede proteínasproteínas capazescapazes dede exercerexercer funçãofunção catalítica:catalítica:

EnzimasEnzimasEnzimasEnzimas
EnzimasEnzimasEnzimasEnzimas
Algumas enzimas, chamadas de enzimas alostéricas podem sofrer regulação por alguns compostos, sendo por eles
Algumas enzimas, chamadas de enzimas alostéricas podem
sofrer regulação por alguns compostos, sendo por eles
ativados ou inibidos.

QuinasesQuinases:: sãosão enzimasenzimas queque catalisamcatalisam aa transferênciatransferência dede umum grupogrupo fosfatofosfato dede altaalta energiaenergia (em(em geralgeral dodo ATP)ATP) parapara umauma moléculamolécula receptora.receptora.

Isomerases: SãoSão enzimasenzimas queque catalisamcatalisam reaçõesreações dede isomerizaçãoisomerização (troca(troca dede gruposgrupos químicos)químicos)

Mutases: SãoSão isomerasesisomerases queque catalisamcatalisam aa transferênciatransferência dede gruposgrupos fosfatofosfato dede baixabaixa energiaenergia dede umauma posiçãoposição parapara outra,outra, dentrodentro dada mesmamesma moléculamolécula

Desidrogenases: SãoSão enzimasenzimas queque catalisamcatalisam reaçõesreações dede óxido-óxido-redução,redução, porpor transferênciatransferência dede hidrogêniohidrogênio dodo substratosubstrato parapara umauma coenzima,coenzima, geralmentegeralmente NADNAD ++ ouou FADFAD

CoenzimasCoenzimas:: SãoSão moléculasmoléculas orgânicas,orgânicas, nãonão protéicas,protéicas, dede complexidadecomplexidade variada,variada, cujacuja associaçãoassociação comcom determinadasdeterminadas enzimasenzimas éé essencialessencial parapara queque aa enzimaenzima possapossa exercerexercer seuseu papelpapel catalíticocatalítico

Coenzima

Grupo Transp.

Vitamina

AdenosinaAdenosina TrifosfatoTrifosfato (ATP)(ATP) TiaminaTiamina pirofosfatopirofosfato (TPP)(TPP) FADFAD CoenzimaCoenzima AA

FosfatoFosfato

AldeídoAldeído

TiaminaTiamina (B(B 11 )) RiboflavinaRiboflavina (B(B 22 )) ÁcÁc PantotênicoPantotênico (B(B 33 ))

HidrogênioHidrogênio

AcilaAcila

NADNAD ++

HidretoHidreto

NicotinamidaNicotinamida (B(B 55 ))

LÍQUIDOSLÍQUIDOS EXTRAEXTRA EE INTRACELULARINTRACELULAR Extracelular:Extracelular: contémcontém grandesgrandes
LÍQUIDOSLÍQUIDOS EXTRAEXTRA EE INTRACELULARINTRACELULAR
Extracelular:Extracelular: contémcontém grandesgrandes quantidadesquantidades dede
NaNa ++ ,, ClCl -- ,, HCOHCO 33 -- ,, OO 22 ,, glicose,glicose, AGs,AGs, AAsAAs ee COCO 22
Intracelular:Intracelular: contémcontém grandesgrandes quantidadesquantidades dede KK ++ ,,
MgMg +2+2 ee fosfatofosfato
HOMEOSTASIAHOMEOSTASIA:: manutençãomanutenção dasdas condiçõescondições
estáticasestáticas ouou constantesconstantes dodo meiomeio internointerno
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO DADA CÉLULACÉLULA 22 partespartes principais:principais: NúcleoNúcleo ee
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO DADA CÉLULACÉLULA
22 partespartes principais:principais: NúcleoNúcleo ee CitoplasmaCitoplasma
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO FUNCIONALFUNCIONAL DODO ORGANISMOORGANISMO CÉLULACÉLULA == unidadeunidade vivaviva
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO FUNCIONALFUNCIONAL
DODO ORGANISMOORGANISMO
CÉLULACÉLULA == unidadeunidade vivaviva básicabásica dodo corpocorpo
CadaCada tipotipo éé especialmenteespecialmente adaptadoadaptado aa
desempenhardesempenhar umauma ouou algumasalgumas funçõesfunções
CaracterísticasCaracterísticas básicasbásicas == utilizaçãoutilização dodo
oxigêniooxigênio ee substratossubstratos parapara gerargerar energiaenergia
ee substratossubstratos parapara gerargerar energiaenergia PRINCIPAISPRINCIPAIS COMPONENTESCOMPONENTES DADA
PRINCIPAISPRINCIPAIS COMPONENTESCOMPONENTES DADA CÉLULACÉLULA Água:Água: 7070--85%;85%;
PRINCIPAISPRINCIPAIS COMPONENTESCOMPONENTES
DADA CÉLULACÉLULA
Água:Água: 7070--85%;85%;
Eletrólitos;Eletrólitos;
Proteínas:Proteínas: estruturaisestruturais ee globulares;globulares;
Lipídios:Lipídios: 2%;2%;
Carboidratos.Carboidratos.
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO DADA CÉLULACÉLULA MembranaMembrana celularcelular MitocôndriaMitocôndria
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO DADA CÉLULACÉLULA
MembranaMembrana
celularcelular
MitocôndriaMitocôndria
LisossomoLisossomo
MembranaMembrana
nuclearnuclear
RetículoRetículo
ComplexoComplexo dede GolgiGolgi
endoplasmáticoendoplasmático
CentríolosCentríolos
MEMBRANAMEMBRANA BIOLÓGICABIOLÓGICA ProteínasProteínas LipídiosLipídios
MEMBRANAMEMBRANA BIOLÓGICABIOLÓGICA
ProteínasProteínas
LipídiosLipídios

BICAMADABICAMADA LIPÍDICALIPÍDICA

BICAMADABICAMADA LIPÍDICALIPÍDICA MISCELAMISCELA
BICAMADABICAMADA LIPÍDICALIPÍDICA MISCELAMISCELA
MISCELAMISCELA
MISCELAMISCELA
MEMBRANAMEMBRANA CELULARCELULAR
MEMBRANAMEMBRANA CELULARCELULAR
MOSAICOMOSAICO FLUIDOFLUIDO PROTEÍNASPROTEÍNAS LIPÍDIOSLIPÍDIOS
MOSAICOMOSAICO FLUIDOFLUIDO
PROTEÍNASPROTEÍNAS
LIPÍDIOSLIPÍDIOS
ExtracelularExtracelular POLARPOLAR HIDROFÍLICAHIDROFÍLICA APOLARAPOLAR HIDROFÓBICAHIDROFÓBICA POLARPOLAR
ExtracelularExtracelular
POLARPOLAR
HIDROFÍLICAHIDROFÍLICA
APOLARAPOLAR
HIDROFÓBICAHIDROFÓBICA
POLARPOLAR
HIDROFÍLICAHIDROFÍLICA
IntracelularIntracelular
REGIÃOREGIÃO POLARPOLAR HIDROFÍLICAHIDROFÍLICA FOSFOLIPÍDIOFOSFOLIPÍDIO REGIÃOREGIÃO APOLARAPOLAR
REGIÃOREGIÃO POLARPOLAR
HIDROFÍLICAHIDROFÍLICA
FOSFOLIPÍDIOFOSFOLIPÍDIO
REGIÃOREGIÃO APOLARAPOLAR
HIDROFÓBICAHIDROFÓBICA
REGIÃOREGIÃO APOLARAPOLAR HIDROFÓBICAHIDROFÓBICA BICAMADABICAMADA FOSFOLIPÍDICAFOSFOLIPÍDICA
BICAMADABICAMADA FOSFOLIPÍDICAFOSFOLIPÍDICA FLUIDEZFLUIDEZ
BICAMADABICAMADA
FOSFOLIPÍDICAFOSFOLIPÍDICA
FLUIDEZFLUIDEZ
COLINACOLINA SERINASERINA ETANOLAMINAETANOLAMINA INOSITOLINOSITOL
COLINACOLINA
SERINASERINA
ETANOLAMINAETANOLAMINA
INOSITOLINOSITOL
COLESTEROLCOLESTEROL FLEXIBILIDADEFLEXIBILIDADE EE PERMEABILIDADEPERMEABILIDADE
COLESTEROLCOLESTEROL
FLEXIBILIDADEFLEXIBILIDADE EE PERMEABILIDADEPERMEABILIDADE
POSIÇÃOPOSIÇÃO INTERLIPÍDICAINTERLIPÍDICA FOSFOLIPÍDIOFOSFOLIPÍDIO COLESTEROLCOLESTEROL
POSIÇÃOPOSIÇÃO INTERLIPÍDICAINTERLIPÍDICA
FOSFOLIPÍDIOFOSFOLIPÍDIO
COLESTEROLCOLESTEROL
MOVIMENTOMOVIMENTO LIPÍDICOLIPÍDICO
MOVIMENTOMOVIMENTO LIPÍDICOLIPÍDICO
PROTEÍNAPROTEÍNA INTEGRALINTEGRAL
PROTEÍNAPROTEÍNA INTEGRALINTEGRAL

AQUAPORINASAQUAPORINAS

HH 22 OO HH 22 OO HH 22 OO HH 22 OO HH OO HH
HH 22 OO
HH 22 OO
HH 22 OO
HH 22 OO
HH OO
HH OO
HH OO
22
22
HH 22 OO
22
HH 22 OO
HH 22 OO
HH 22 OO
HH 22 OO
HH 22 OO
HH 22 OO
HH 22 OO
PROTEÍNASPROTEÍNAS DEDE MEMBRANAMEMBRANA CANAISCANAIS IÔNICOSIÔNICOS POROSPOROS TRANSPORTADORESTRANSPORTADORES
PROTEÍNASPROTEÍNAS DEDE MEMBRANAMEMBRANA
CANAISCANAIS IÔNICOSIÔNICOS
POROSPOROS
TRANSPORTADORESTRANSPORTADORES
BOMBASBOMBAS
SINALIZADORESSINALIZADORES
PROTEÍNAPROTEÍNA INTEGRALINTEGRAL ATPaseATPase
PROTEÍNAPROTEÍNA
INTEGRALINTEGRAL
ATPaseATPase
TransportadoresTransportadores
TransportadoresTransportadores
PROTEÍNAPROTEÍNA PERIFÉRICAPERIFÉRICA
PROTEÍNAPROTEÍNA PERIFÉRICAPERIFÉRICA
FOSFATIDILINOSITOLFOSFATIDILINOSITOL
FOSFATIDILINOSITOLFOSFATIDILINOSITOL
OO CITOPLASMACITOPLASMA EE SUASSUAS ORGANELASORGANELAS RETÍCULORETÍCULO ENDOPLASMÁTICOENDOPLASMÁTICO RedeRede dede
OO CITOPLASMACITOPLASMA EE SUASSUAS ORGANELASORGANELAS
RETÍCULORETÍCULO ENDOPLASMÁTICOENDOPLASMÁTICO
RedeRede dede estruturasestruturas
RedeRede dede estruturasestruturas
CitosolCitosol:: fraçãofração líquidalíquida claraclara dodo citoplasma,citoplasma, ondeonde
CitosolCitosol:: fraçãofração líquidalíquida claraclara dodo citoplasma,citoplasma, ondeonde
tubularestubulares ee vesicularesvesiculares
tubularestubulares ee vesicularesvesiculares
partículaspartículas estãoestão dispersasdispersas
partículaspartículas estãoestão dispersasdispersas
achatadasachatadas
achatadasachatadas
interconectadasinterconectadas
interconectadasinterconectadas
CórtexCórtex ouou ectoplasma:ectoplasma: imediatamenteimediatamente abaixoabaixo dada
CórtexCórtex ouou ectoplasma:ectoplasma: imediatamenteimediatamente abaixoabaixo dada
membrana,membrana,
membrana,membrana,
densadensa
densadensa
malhamalha
malhamalha
dede
dede
microfilamentosmicrofilamentos
microfilamentosmicrofilamentos
ResponsávelResponsável porpor grandegrande
ResponsávelResponsável porpor grandegrande
entrecruzadosentrecruzados (fibrilas(fibrilas dede actina)actina)
entrecruzadosentrecruzados (fibrilas(fibrilas dede actina)actina)
parteparte dasdas funçõesfunções
parteparte dasdas funçõesfunções
metabólicasmetabólicas dada célulacélula
metabólicasmetabólicas dada célulacélula
MatrizMatriz endoplasmática:endoplasmática:
MatrizMatriz endoplasmática:endoplasmática:
espaçoespaço líquidolíquido nono
espaçoespaço líquidolíquido nono
EndoplasmaEndoplasma:: parteparte situadasituada entreentre oo córtexcórtex ee aa
EndoplasmaEndoplasma:: parteparte situadasituada entreentre oo córtexcórtex ee aa
interiorinterior dosdos túbulostúbulos ee
interiorinterior dosdos túbulostúbulos ee
membranamembrana nuclearnuclear
membranamembrana nuclearnuclear
vesículasvesículas
vesículasvesículas

RETÍCULORETÍCULO ENDOPLASMÁTICOENDOPLASMÁTICO RUGOSORUGOSO

PartículasPartículas granularesgranulares == RibossomosRibossomos presospresos àà

PartículasPartículas granularesgranulares == RibossomosRibossomos presospresos àà

superfíciesuperfície externaexterna dodo RERE

superfíciesuperfície externaexterna dodo RERE

AtuaAtua nana síntesesíntese AtuaAtua nana síntesesíntese RibossomosRibossomos == RibossomosRibossomos == dede
AtuaAtua nana síntesesíntese
AtuaAtua nana síntesesíntese
RibossomosRibossomos ==
RibossomosRibossomos ==
dede proteínasproteínas
dede proteínasproteínas
ARNARN ++ proteínasproteínas
ARNARN ++ proteínasproteínas
RETÍCULORETÍCULO ENDOPLASMÁTICOENDOPLASMÁTICO LISOLISO RERE agranularagranular == NãoNão RERE agranularagranular
RETÍCULORETÍCULO ENDOPLASMÁTICOENDOPLASMÁTICO LISOLISO
RERE agranularagranular == NãoNão
RERE agranularagranular == NãoNão
apresentaapresenta ribossomosribossomos
apresentaapresenta ribossomosribossomos
fixadosfixados
fixadosfixados
AtuaAtua
AtuaAtua
nana
nana
síntesesíntese
síntesesíntese
dede
dede
substânciassubstâncias
substânciassubstâncias
lipídicaslipídicas
lipídicaslipídicas
ee
ee
emem
emem
processosprocessos
processosprocessos
enzimáticosenzimáticos
enzimáticosenzimáticos
APARELHOAPARELHO DEDE GOLGIGOLGI ÉÉ intimamenteintimamente relacionadorelacionado aoao RE,RE, temtem
APARELHOAPARELHO DEDE GOLGIGOLGI
ÉÉ intimamenteintimamente relacionadorelacionado aoao RE,RE, temtem
membranasmembranas semelhantessemelhantes aoao RERE lisoliso
FormadoFormado porpor 44 ouou maismais camadascamadas empilhadasempilhadas dede
delgadasdelgadas vesículasvesículas achatadasachatadas situadassituadas próximaspróximas
aoao núcleonúcleo
VesículasVesículas dodo RE,RE, formamformam--sese emem fundem-fundem-sese parapara
oo aparelhoaparelho dede GolgiGolgi
RELAÇÃORELAÇÃO ENTREENTRE RERE EE APARELHOAPARELHO DEDE GOLGIGOLGI
RELAÇÃORELAÇÃO ENTREENTRE RERE EE APARELHOAPARELHO DEDE GOLGIGOLGI
RERE lisoliso
RERE lisoliso

AparelhoAparelho dede GolgiGolgi

SubstânciasSubstâncias presaspresas

SubstânciasSubstâncias presaspresas

asas vesículasvesículas dodo RERE

asas vesículasvesículas dodo RERE

dodo RERE asas vesículasvesículas dodo RERE TransporteTransporteTransporteTransporte

TransporteTransporteTransporteTransporte

dodo RERE TransporteTransporteTransporteTransporte SubstânciasSubstâncias SubstânciasSubstâncias

SubstânciasSubstâncias

SubstânciasSubstâncias

FormaçãoFormação

FormaçãoFormação

dede

dede

lisossomos,lisossomos,

lisossomos,lisossomos,

vesículasvesículas secretorassecretoras ouou outrosoutros

vesículasvesículas secretorassecretoras ouou outrosoutros

componentescomponentes citoplasmáticoscitoplasmáticos

componentescomponentes citoplasmáticoscitoplasmáticos

processadasprocessadas

processadasprocessadas

componentescomponentes citoplasmáticoscitoplasmáticos processadasprocessadas processadasprocessadas
LISOSSOMOSLISOSSOMOS
LISOSSOMOSLISOSSOMOS
LISOSSOMOSLISOSSOMOS
APARELHOAPARELHO DEDE GOLGIGOLGI
APARELHOAPARELHO DEDE GOLGIGOLGI
LISOSSOMOSLISOSSOMOS OrganelasOrganelas vesicularesvesiculares formadasformadas pelopelo aparelhoaparelho dede
LISOSSOMOSLISOSSOMOS
OrganelasOrganelas vesicularesvesiculares formadasformadas pelopelo aparelhoaparelho dede
OrganelasOrganelas vesicularesvesiculares formadasformadas pelopelo aparelhoaparelho dede
Golgi,Golgi, queque sese dispersamdispersam porpor todotodo oo citoplasmacitoplasma
Golgi,Golgi, queque sese dispersamdispersam porpor todotodo oo citoplasmacitoplasma
FormamFormam FormamFormam
umum umum
sistemasistema
sistemasistema
digestivodigestivo
digestivodigestivo
intracelular,intracelular,
intracelular,intracelular,
capacitacapacita
capacitacapacita
aa
aa
célulacélula
célulacélula
aa
aa
digerirdigerir
digerirdigerir
substânciassubstâncias
substânciassubstâncias
ee
ee
estruturasestruturas intracelularesintracelulares
estruturasestruturas intracelularesintracelulares
PEROXISSOMOSPEROXISSOMOS
PEROXISSOMOSPEROXISSOMOS

EmEmEmEm termostermostermostermos físicos,físicos,físicos,físicos, semelhantessemelhantessemelhantessemelhantes aosaosaosaos lisossomoslisossomoslisossomoslisossomos

22 22

brotamentosbrotamentos dodo RERE lisoliso ee nãonão dodo aparelhoaparelho dede GolgiGolgi

brotamentosbrotamentos dodo RERE lisoliso ee nãonão dodo aparelhoaparelho dede GolgiGolgi

diferençasdiferenças:: diferençasdiferenças::

formadosformados formadosformados

porpor porpor

auto-auto-replicaçãoreplicação

auto-auto-replicaçãoreplicação

ouou

ouou

auto-auto-replicaçãoreplicação ouou ouou ContémContémContémContém

ContémContémContémContém oxidasesoxidasesoxidasesoxidases eeee nãonãonãonão hidrolaseshidrolaseshidrolaseshidrolases

nãonãonãonão hidrolaseshidrolaseshidrolaseshidrolases CombinamCombinam oo OO 2 2 comcom HH + + ,,

CombinamCombinam oo OO 22 comcom HH ++ ,, oriundosoriundos dede diversosdiversos

,, oriundosoriundos dede diversosdiversos

processosprocessos intracelularesintracelulares parapara formarformar HH 22 OO 22

processosprocessos intracelularesintracelulares parapara formarformar HH

22

OO

22

CombinamCombinam oo OO

22

comcom HH

++

PEROXISSOMOSPEROXISSOMOS
PEROXISSOMOSPEROXISSOMOS
PEROXISSOMOSPEROXISSOMOS
PEROXISSOMOSPEROXISSOMOS
VESÍCULASVESÍCULAS SECRETORASSECRETORAS
VESÍCULASVESÍCULAS SECRETORASSECRETORAS
VESÍCULASVESÍCULAS SECRETORASSECRETORAS
MITOCÔNDRIASMITOCÔNDRIAS UsinasUsinas dasdas células,células, presentespresentes emem todastodas asas partespartes
MITOCÔNDRIASMITOCÔNDRIAS
UsinasUsinas dasdas células,células, presentespresentes emem todastodas asas partespartes
UsinasUsinas dasdas células,células, presentespresentes emem todastodas asas partespartes
dodo citoplasmacitoplasma (varia(varia dede menosmenos dede 100100 aa milhares)milhares)
dodo citoplasmacitoplasma (varia(varia dede menosmenos dede 100100 aa milhares)milhares)
SuaSua quantidadequantidade dependedepende dede quantoquanto dede energiaenergia aa
SuaSua quantidadequantidade dependedepende dede quantoquanto dede energiaenergia aa
célulacélula necessita,necessita, sãosão autoauto--replicativas,replicativas, contémcontém
célulacélula necessita,necessita, sãosão autoauto--replicativas,replicativas, contémcontém
ADN.ADN.
ADN.ADN.
LocalizamLocalizam--sese
LocalizamLocalizam--sese
nasnas
nasnas
regiõesregiões
regiõesregiões
celularescelulares
celularescelulares
queque
queque
sãosão
sãosão
responsáveisresponsáveis pelapela maiormaior parteparte dodo metabolismometabolismo
responsáveisresponsáveis pelapela maiormaior parteparte dodo metabolismometabolismo
VESÍCULASVESÍCULAS SECRETORASSECRETORAS
VESÍCULASVESÍCULAS SECRETORASSECRETORAS

FormadasFormadasFormadasFormadas pelopelopelopelo sistemasistemasistemasistema RERERERE--aparelho--aparelhoaparelhoaparelho dededede GolgiGolgiGolgiGolgi

dededede GolgiGolgiGolgiGolgi LiberadasLiberadas pelopelo aparelhoaparelho dede GolgiGolgi

LiberadasLiberadas pelopelo aparelhoaparelho dede GolgiGolgi nono citoplasma,citoplasma,

LiberadasLiberadas pelopelo aparelhoaparelho dede GolgiGolgi nono citoplasma,citoplasma,

nono interiorinterior dede vesículasvesículas dede armazenamentoarmazenamento

nono interiorinterior dede vesículasvesículas dede armazenamentoarmazenamento

VESÍCULASVESÍCULAS SECRETORASSECRETORAS OUOU GRÂNULOSGRÂNULOS SECRETORESSECRETORES
VESÍCULASVESÍCULAS SECRETORASSECRETORAS OUOU
GRÂNULOSGRÂNULOS SECRETORESSECRETORES
OUOU GRÂNULOSGRÂNULOS SECRETORESSECRETORES ESTRUTURAESTRUTURA DADA MITOCÔNDRIAMITOCÔNDRIA
ESTRUTURAESTRUTURA DADA MITOCÔNDRIAMITOCÔNDRIA MembranaMembrana MembranaMembrana internainterna internainterna
ESTRUTURAESTRUTURA DADA MITOCÔNDRIAMITOCÔNDRIA
MembranaMembrana
MembranaMembrana
internainterna
internainterna
MembranaMembrana
MembranaMembrana
externaexterna
externaexterna
CristasCristasCristasCristas
MatrizMatrizMatrizMatriz
EnzimasEnzimas parapara aa
EnzimasEnzimas parapara aa
CâmaraCâmaraCâmaraCâmara externaexternaexternaexterna
fosforilaçãofosforilação oxidativaoxidativa
fosforilaçãofosforilação oxidativaoxidativa
CENTRÍOLOSCENTRÍOLOS ParticipamParticipam nono processoprocesso dede divisãodivisão celularcelular 99 triostrios
CENTRÍOLOSCENTRÍOLOS
ParticipamParticipam nono processoprocesso dede divisãodivisão celularcelular
99 triostrios dede microtúbulosmicrotúbulos organizadosorganizados emem
formaforma dede cilindrocilindro
EnvelopeEnvelope nuclearnuclear –– EnvelopeEnvelope nuclearnuclear ––
EnvelopeEnvelope nuclearnuclear ––
EnvelopeEnvelope nuclearnuclear ––
NucleoplasmaNucleoplasmaNucleoplasmaNucleoplasma
membranamembrana externaexterna ee internainterna
membranamembrana externaexterna ee internainterna
LâminaLâmina
LâminaLâmina
nuclearnuclear
nuclearnuclear
NucléoloNucléoloNucléoloNucléolo
PorosPorosPorosPoros nuclearesnuclearesnuclearesnucleares
CÉLULACÉLULA UTILIZAÇÃOUTILIZAÇÃO EE FORMASFORMAS DEDE ENERGIAENERGIA
CÉLULACÉLULA
UTILIZAÇÃOUTILIZAÇÃO EE FORMASFORMAS DEDE ENERGIAENERGIA
NÚCLEONÚCLEO CentroCentro CentroCentro dede dede controlecontrole controlecontrole dada dada célula,célula,
NÚCLEONÚCLEO
CentroCentro
CentroCentro
dede
dede
controlecontrole
controlecontrole
dada
dada
célula,célula,
célula,célula,
contémcontém
contémcontém
grandegrande quantidadequantidade dede ADNADN
grandegrande quantidadequantidade dede ADNADN
MaterialMaterialMaterialMaterial genético:genético:genéticogenético:: mitosemitosemitosemitose (divisão(divisão(divisão(divisão celular)celular)celular)celular)
LocalLocalLocalLocal ondeondeondeonde estãoestãoestãoestão osososos cromossomoscromossomoscromossomoscromossomos
NUCLÉOLOSNUCLÉOLOS NãoNãoNãoNão apresentaapresentaapresentaapresenta membranamembranamembranamembrana
NUCLÉOLOSNUCLÉOLOS
NãoNãoNãoNão apresentaapresentaapresentaapresenta membranamembranamembranamembrana limitantelimitantelimitantelimitante
EstruturaEstrutura queque contémcontém grandegrande quantidadequantidade
EstruturaEstrutura queque contémcontém grandegrande quantidadequantidade
dede ADNADN ee proteínasproteínas
dede ADNADN ee proteínasproteínas
FicaFica
FicaFica
aumentadoaumentado
aumentadoaumentado
quandoquando
quandoquando
aa
aa
célulacélula
célulacélula
estáestá
estáestá
ativamenteativamente sintetizandosintetizando proteínasproteínas
ativamenteativamente sintetizandosintetizando proteínasproteínas

CorridasCorridas

BioenergéticaBioenergética

CapacidadeCapacidade dede CapacidadeCapacidade dede produzirproduzir trabalhotrabalho produzirproduzir trabalhotrabalho
CapacidadeCapacidade dede
CapacidadeCapacidade dede
produzirproduzir trabalhotrabalho
produzirproduzir trabalhotrabalho
AeróbioAeróbioAeróbioAeróbio
AnaeróbioAnaeróbioAnaeróbioAnaeróbio
AeróbioAeróbioAeróbioAeróbio AnaeróbioAnaeróbioAnaeróbioAnaeróbio LutasLutas SurfSurf MusculaçãoMusculação

LutasLutas

AeróbioAeróbioAeróbioAeróbio AnaeróbioAnaeróbioAnaeróbioAnaeróbio LutasLutas SurfSurf MusculaçãoMusculação

SurfSurf

AeróbioAeróbioAeróbioAeróbio AnaeróbioAnaeróbioAnaeróbioAnaeróbio LutasLutas SurfSurf MusculaçãoMusculação
AeróbioAeróbioAeróbioAeróbio AnaeróbioAnaeróbioAnaeróbioAnaeróbio LutasLutas SurfSurf MusculaçãoMusculação

MusculaçãoMusculação trabalhotrabalho AeróbioAeróbioAeróbioAeróbio AnaeróbioAnaeróbioAnaeróbioAnaeróbio LutasLutas SurfSurf

ATPATP

ATPaseATPase

ADPADP ++ PiPi ++ energiaenergia

METABOLISMOMETABOLISMO MUSCULARMUSCULAR MúsculoMúsculo esqueléticoesquelético humanohumano PodePode exercerexercer
METABOLISMOMETABOLISMO MUSCULARMUSCULAR MúsculoMúsculo esqueléticoesquelético humanohumano PodePode exercerexercer
METABOLISMOMETABOLISMO MUSCULARMUSCULAR
MúsculoMúsculo esqueléticoesquelético humanohumano
PodePode exercerexercer forçaforça semsem aa utilizaçãoutilização dodo oxigêniooxigênio
HabilidadeHabilidade dede gerargerar energiaenergia anaeróbiamenteanaeróbiamente
22 sistemassistemas disponíveisdisponíveis
WILMOREWILMORE && COSTILL,COSTILL, 2001.2001.

COMOCOMO SESE CONSTRÓICONSTRÓI OO ATP???ATP???

&& COSTILL,COSTILL, 2001.2001. COMOCOMO SESE CONSTRÓICONSTRÓI OO ATP???ATP??? AMPAMP ADPADP ATPATP 12

AMPAMP

ADPADP

ATPATP

AMPAMP ADPADP ATPATP
&& COSTILL,COSTILL, 2001.2001. COMOCOMO SESE CONSTRÓICONSTRÓI OO ATP???ATP??? AMPAMP ADPADP ATPATP 12

PARAPARA QUEQUE SERVESERVE OO ATP???ATP???

ADENOSINAADENOSINA TRIFOSFATOTRIFOSFATO –– ATPATP ArmazenadoArmazenadoArmazenadoArmazenado emememem
ADENOSINAADENOSINA TRIFOSFATOTRIFOSFATO –– ATPATP
ArmazenadoArmazenadoArmazenadoArmazenado emememem todastodastodastodas asasasas célulascélulascélulascélulas muscularesmuscularesmuscularesmusculares
AAAA célulascélulascélulascélulas sósósósó consegueconsegueconsegueconsegue realizarrealizarrealizarrealizar seuseuseuseu trabalhotrabalhotrabalhotrabalho
AA partirpartir dada energiaenergia liberadaliberada pelapela desintegraçãodesintegração
AA partirpartir dada energiaenergia liberadaliberada pelapela desintegraçãodesintegração
destedeste compostocomposto
destedeste compostocomposto
CompostoCompostoCompostoComposto dededede adenosinaadenosinaadenosinaadenosina ++++ 3333 fosfatosfosfatosfosfatosfosfatos
CINGOLANICINGOLANI && HOUSSAY,HOUSSAY, 2004.2004.
SISTEMASISTEMA FOSFAGÊNIOFOSFAGÊNIO (alático)(alático) –– (ATP-(ATP-CP)CP) LigaçãoLigação dosdos 22
SISTEMASISTEMA FOSFAGÊNIOFOSFAGÊNIO (alático)(alático) –– (ATP-(ATP-CP)CP)
LigaçãoLigação dosdos 22 fosfatosfosfatos terminais=terminais= ligaçõesligações dede
LigaçãoLigação dosdos 22 fosfatosfosfatos terminais=terminais= ligaçõesligações dede
altaalta energiaenergia
altaalta energiaenergia
QuebraQuebraQuebraQuebra destasdestasdestasdestas ==== liberaçãoliberaçãoliberaçãoliberação dededede 7777 aa12aa121212 quilocaloriasquilocaloriasquilocaloriasquilocalorias
FormaçãoFormaçãoFormaçãoFormação dodododo ADPADPADPADP ++++ PiPiPiPi
McARDLE et al., 1996
McARDLE et al., 1996
33 PROCESSOSPROCESSOS PARAPARA FORMAÇÃOFORMAÇÃO DODO ATPATP •• SistemaSistema ATPATP--CPCP
33 PROCESSOSPROCESSOS PARAPARA FORMAÇÃOFORMAÇÃO DODO ATPATP
••
SistemaSistema ATPATP--CPCP (fosfagênio);(fosfagênio);
••
SistemaSistema GlicolíticoGlicolítico (anaeróbio);(anaeróbio);
••
MetabolismoMetabolismo aeróbio.aeróbio.
LigaçãoLigação dede fosfatofosfato LigaçãoLigação dede fosfatofosfato dede altaalta energiaenergia dede
LigaçãoLigação dede fosfatofosfato
LigaçãoLigação dede fosfatofosfato
dede altaalta energiaenergia
dede altaalta energiaenergia
ADENOSINAADENOSINA
PP
PP
PP
AA
ATPATP
ADPADP
EnergiaEnergia
ADENOSINAADENOSINA
PP
PP
PP
PiPi
BB
LigaçãoLigação dede fosfatofosfato LigaçãoLigação dede fosfatofosfato dede altaalta energiaenergia dede
LigaçãoLigação dede fosfatofosfato
LigaçãoLigação dede fosfatofosfato
dede altaalta energiaenergia
dede altaalta energiaenergia
EnergiEnergi
aa
CREATINACREATINA
CREATINACREATINA
PP
PP
PiPi
AA
BB
CREATINACREATINA KINASEKINASE
PCPC
CC
RENDIMENTO ENERGÉTICO 1 ATP / CP
RENDIMENTO ENERGÉTICO
1 ATP / CP
EXERCÍCIO E RECUPERAÇÃO 40 35 30 25 20 15 10 5 0 -8 -6 -4
EXERCÍCIO E RECUPERAÇÃO
40
35
30
25
20
15
10
5
0
-8
-6
-4
-2
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
20
22
Tempo (minutos)
CP (mmol/Kg músculo)
SISTEMASISTEMA FOSFAGÊNIOFOSFAGÊNIO (alático)(alático) ATPATP--CPCP CapacidadeCapacidadeCapacidadeCapacidade
SISTEMASISTEMA FOSFAGÊNIOFOSFAGÊNIO (alático)(alático) ATPATP--CPCP
CapacidadeCapacidadeCapacidadeCapacidade limitadalimitadalimitadalimitada
QuantidadeQuantidadeQuantidadeQuantidade totaltotaltotaltotal dededede energiaenergiaenergiaenergia éééé pequenapequenapequenapequena
FadigaFadiga podepode ocorrerocorrer rapidamenterapidamente (se(se nãonão
FadigaFadiga podepode ocorrerocorrer rapidamenterapidamente (se(se nãonão
houverhouver outraoutra fontefonte dede energiaenergia disponíveldisponível
houverhouver outraoutra fontefonte dede energiaenergia disponíveldisponível
CorridasCorridasCorridasCorridas dededede 30303030 eeee 50505050 metrosmetrosmetrosmetros (velocidade(velocidade(velocidade(velocidade máxima)máxima)máxima)máxima)
MAUGHAN,MAUGHAN, GLESSONGLESSON && GREENHAFF,GREENHAFF, 2000.2000.
ATP-CP esforço máximo de 14 segundos 120 ATP CP 100 80 60 40 20 0
ATP-CP
esforço máximo de 14 segundos
120
ATP
CP
100
80
60
40
20
0
0
2
4
6
8
10
12
14
Tempo (s)
100 metros rasos
45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
0
20
40
60
80
100
120
Distância (m)
% do valor de repo
Velocidade (Km/h)
RESUMORESUMO DASDAS REAÇÕESREAÇÕES ACOPLADASACOPLADAS RESUMORESUMO DASDAS REAÇÕESREAÇÕES ACOPLADASACOPLADAS
RESUMORESUMO DASDAS REAÇÕESREAÇÕES ACOPLADASACOPLADAS
RESUMORESUMO DASDAS REAÇÕESREAÇÕES ACOPLADASACOPLADAS
PARAPARA RESSÍNTESERESSÍNTESE DEDE ATPATP
PARAPARA RESSÍNTESERESSÍNTESE DEDE ATPATP
PCPC
PiPi ++ CC ++ EnergiaEnergia
EnergiaEnergia ++ ADPADP ++ PiPi
ATPATP

SISTEMASISTEMA GLICOLÍTICOGLICOLÍTICO (anaeróbio)(anaeróbio)

MúsculoMúsculo nãonão sese exaureexaure apósapós algunsalguns segundossegundos

MúsculoMúsculo nãonão sese exaureexaure apósapós algunsalguns segundossegundos

dede esforço,esforço, outraoutra fontefonte disponíveldisponível (glicólise)(glicólise)

dede esforço,esforço, outraoutra fontefonte disponíveldisponível (glicólise)(glicólise)

fontefonte disponíveldisponível (glicólise)(glicólise) QuebraQuebra dada moléculamolécula dede glicose,glicose,

QuebraQuebra dada moléculamolécula dede glicose,glicose, nãonão utilizandoutilizando

QuebraQuebra dada moléculamolécula dede glicose,glicose, nãonão utilizandoutilizando

oxigênio,oxigênio, masmas resultaresulta emem energia,energia, formaforma dede ATPATP

oxigênio,oxigênio, masmas resultaresulta emem energia,energia, formaforma dede ATPATP

resultaresulta emem energia,energia, formaforma dede ATPATP ProdutoProduto finalfinal destedeste sériesérie dede

ProdutoProduto finalfinal destedeste sériesérie dede reaçõesreações químicasquímicas éé

ProdutoProduto finalfinal destedeste sériesérie dede reaçõesreações químicasquímicas éé

oo Piruvato,Piruvato, sendosendo removidoremovido pelapela conversãoconversão dede

oo Piruvato,Piruvato, sendosendo removidoremovido pelapela conversãoconversão dede

lactato,lactato, anaeróbiamente.anaeróbiamente.

lactato,lactato, anaeróbiamente.anaeróbiamente.

dede lactato,lactato, anaeróbiamente.anaeróbiamente. lactato,lactato, anaeróbiamente.anaeróbiamente.
SISTEMASISTEMA GLICOLÍTICOGLICOLÍTICO (anaeróbio)(anaeróbio) SISTEMASISTEMA GLICOLÍTICOGLICOLÍTICO
SISTEMASISTEMA GLICOLÍTICOGLICOLÍTICO (anaeróbio)(anaeróbio)
SISTEMASISTEMA GLICOLÍTICOGLICOLÍTICO (anaeróbio)(anaeróbio)
AtivaçãoAtivaçãoAtivaçãoAtivação instantâneainstantâneainstantâneainstantânea nononono inícioinícioinícioinício dodododo exercícioexercícioexercícioexercício
AA capacidadecapacidade totaltotal dede produzirproduzir energiaenergia destedeste
sistemasistema éé superiorsuperior aoao sistemasistema fosfagêniofosfagênio
AAAA taxataxataxataxa dededede formaçãoformaçãoformaçãoformação dodododo lactatolactatolactatolactato dependedependedependedepende
CapacidadeCapacidade
(mmol(mmol ATPATP KgKg dmdm --11 ))
IntensidadeIntensidadeIntensidadeIntensidade dodododo exercícioexercícioexercícioexercício
SistemaSistema fosfagêniofosfagênio
5555--9595
SistemaSistema glicolíticoglicolítico
190-190-300300
CombinadoCombinado
250-250-370370
IntensidadeIntensidadeIntensidadeIntensidade relativarelativarelativarelativa dodododo exercícioexercícioexercícioexercício
MONTGOMERY,MONTGOMERY, 1990.1990.
SISTEMASISTEMA GLICOLÍTICOGLICOLÍTICO (anaeróbio)(anaeróbio)
SISTEMASISTEMA GLICOLÍTICOGLICOLÍTICO (anaeróbio)(anaeróbio)
ExercíciosExercícios dede altaalta intensidadeintensidade osos estoquesestoques dede
ExercíciosExercícios dede altaalta intensidadeintensidade osos estoquesestoques dede
glicogênioglicogênio muscularmuscular sãosão quebradosquebrados comcom rapidezrapidez
glicogênioglicogênio muscularmuscular sãosão quebradosquebrados comcom rapidezrapidez
UmaUma grandegrande parte,parte, masmas nãonão todatoda dodo glicogênioglicogênio
UmaUma grandegrande parte,parte, masmas nãonão todatoda dodo glicogênioglicogênio
muscularmuscular;;
muscularmuscular;;
ComCom umauma taxataxa respectivamenterespectivamente altaalta dede
formaçãoformação dede ácidoácido lático,lático, sendosendo parteparte destedeste
PodePodePodePode serserserser utilizadautilizadautilizadautilizada paraparaparapara produçãoproduçãoproduçãoprodução dededede energiaenergiaenergia;energia;;;
EsforçosEsforçosEsforçosEsforços dededede intensidadeintensidadeintensidadeintensidade máximamáximamáxima;máxima;;;
ConduzidoConduzido parapara forafora dasdas fibrasfibras muscularesmusculares
ConduzidoConduzido parapara forafora dasdas fibrasfibras muscularesmusculares
ondeonde ondeonde éé éé produzido,produzido, produzido,produzido, aparecendoaparecendo aparecendoaparecendo nono nono sanguesangue sanguesangue nana nana
DurandoDurandoDurandoDurando entreentreentreentre 202020s20sss eeee 5555 minutosminutos.minutosminutos
formaforma dede lactatolactato
formaforma dede lactatolactato
MAUGHAN,MAUGHAN, GLESSONGLESSON && GREENHAFF,GREENHAFF, 2000.2000.
MAUGHAN,MAUGHAN, GLESSONGLESSON && GREENHAFF,GREENHAFF, 2000.2000.
METABOLISMOMETABOLISMO AERÓBIO:AERÓBIO: OXIDAÇÃOOXIDAÇÃO DEDE CARBOIDRATO,CARBOIDRATO, LIPÍDIOLIPÍDIO EE
METABOLISMOMETABOLISMO AERÓBIO:AERÓBIO: OXIDAÇÃOOXIDAÇÃO
DEDE CARBOIDRATO,CARBOIDRATO, LIPÍDIOLIPÍDIO EE PROTEÍNAPROTEÍNA
GerarGerar
GerarGerar
ATPATP
ATPATP
aa
aa
partirpartir
partirpartir
dodo
dodo
catabolismocatabolismo
catabolismocatabolismo
lipídicolipídico
lipídicolipídico
(gordura)(gordura);;
(gordura)(gordura);;
CarboidratosCarboidratos;CarboidratosCarboidratos;;;
PresençaPresençaPresençaPresença dededede oxigêniooxigêniooxigênio;oxigênio;;;
CatabolismoCatabolismo protéicoprotéico apenasapenas 55%%,,
CatabolismoCatabolismo protéicoprotéico apenasapenas 55%%,,
casoscasos dede
casoscasos dede
esgotamentoesgotamento dosdos estoquesestoques dede glicogênioglicogênio;;
esgotamentoesgotamento dosdos estoquesestoques dede glicogênioglicogênio;;
FormaçãoFormaçãoFormaçãoFormação dededede 36363636 ATPs;ATPs;ATPsATPs;;
MAUGHAN,MAUGHAN, GLESSONGLESSON && GREENHAFF,GREENHAFF, 2000.2000.
GLESSONGLESSON && GREENHAFF,GREENHAFF, 2000.2000. CARBOIDRATOSCARBOIDRATOS PROTEÍNASPROTEÍNAS
GLESSONGLESSON && GREENHAFF,GREENHAFF, 2000.2000. CARBOIDRATOSCARBOIDRATOS PROTEÍNASPROTEÍNAS
CARBOIDRATOSCARBOIDRATOS PROTEÍNASPROTEÍNAS LIPÍDIOSLIPÍDIOS GLICOSEGLICOSE AMINOÁCIDOSAMINOÁCIDOS
CARBOIDRATOSCARBOIDRATOS
PROTEÍNASPROTEÍNAS
LIPÍDIOSLIPÍDIOS
GLICOSEGLICOSE
AMINOÁCIDOSAMINOÁCIDOS
ÁCIDOSÁCIDOS GRAXOSGRAXOS
AspAsp
AlaAla
IleIle
GluGlu
CysCys
LeuLeu
GlyGly
LysLys
SerSer
PhePhe
PIRUVATOPIRUVATO
AcetilAcetil--CoACoA (2)(2)
COCO 22
COCO 22
OxaloacetatoOxaloacetato (4)(4)
CitratoCitrato (6)(6)
CICLOCICLO
IsocitratoIsocitrato (6)(6)
MalatoMalato (4)(4)
DEDE
KREBSKREBS
FumaratoFumarato (4)(4)
COCO 22
-Cetoglutarato-Cetoglutarato (5(5)
SuccinatoSuccinato (4)(4)
COCO 22
Aminoácidos Essenciais e Não-Essenciais
Aminoácidos Essenciais e Não-Essenciais
22 -Cetoglutarato-Cetoglutarato (5(5) SuccinatoSuccinato (4)(4) COCO 22 Aminoácidos Essenciais e Não-Essenciais 16
CICLO DE KREBS
CICLO
DE
KREBS
CICLO DE KREBS Cadeia Transportadora de Elétrons 17
CICLO DE KREBS Cadeia Transportadora de Elétrons 17
CICLO DE KREBS Cadeia Transportadora de Elétrons 17
CICLO DE KREBS Cadeia Transportadora de Elétrons 17
Cadeia Transportadora de Elétrons
Cadeia Transportadora de Elétrons
CADEIA RESPIRATÓRIA: NAD
CADEIA RESPIRATÓRIA: NAD
CADEIA DE TRANSPORTE DE ELÉTRONS
CADEIA DE
TRANSPORTE DE
ELÉTRONS
ATP-Sintase: Ação
ATP-Sintase:
Ação
CADEIA RESPIRATÓRIA: NAD CADEIA DE TRANSPORTE DE ELÉTRONS ATP-Sintase: Ação ATP-SINTASE FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA 18
ATP-SINTASE
ATP-SINTASE
FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA
FOSFORILAÇÃO
OXIDATIVA

CADEIACADEIA DEDE TRANSPORTETRANSPORTE DEDE ELÉTRONSELÉTRONS

CADEIACADEIA DEDE TRANSPORTETRANSPORTE DEDE ELÉTRONSELÉTRONS
SÍNTESE DE ÁCIDO LÁTICO: LDH
SÍNTESE DE ÁCIDO LÁTICO: LDH
ACÚMULOACÚMULO DEDE LACTATOLACTATO BaixoBaixo fluxofluxo sangüíneo,sangüíneo, menormenor transportetransporte dede
ACÚMULOACÚMULO DEDE LACTATOLACTATO
BaixoBaixo fluxofluxo sangüíneo,sangüíneo, menormenor transportetransporte dede
BaixoBaixo fluxofluxo sangüíneo,sangüíneo, menormenor transportetransporte dede OO
OO
22 22
parapara osos músculosmúsculos
parapara osos músculosmúsculos
AcúmuloAcúmuloAcúmuloAcúmulo dededede lactatolactatolactatolactato
ÁCIDO LÁTICO: Síntese
ÁCIDO LÁTICO: Síntese
ACÚMULOACÚMULO DEDE LACTATOLACTATO AceitoAceito AceitoAceito comocomo comocomo indicadorindicador
ACÚMULOACÚMULO DEDE LACTATOLACTATO
AceitoAceito
AceitoAceito
comocomo
comocomo
indicadorindicador
indicadorindicador
dodo
dodo
metabolismometabolismo
metabolismometabolismo
anaeróbioanaeróbio glicolíticoglicolítico
anaeróbioanaeróbio glicolíticoglicolítico
EmEm atividadesatividades submáximas,submáximas, existeexiste umum pequenopequeno
EmEm atividadesatividades submáximas,submáximas, existeexiste umum pequenopequeno
aumentoaumento nono lactatolactato (sangüíneo(sangüíneo ee muscular)muscular);;
aumentoaumento nono lactatolactato (sangüíneo(sangüíneo ee muscular)muscular);;
ExercíciosExercícios dede enduranceendurance aumentamaumentam aa densidadedensidade
ExercíciosExercícios dede enduranceendurance aumentamaumentam aa densidadedensidade
mitocondrialmitocondrial;;
mitocondrialmitocondrial;;
RepousoRepouso
RepousoRepouso
lactatolactato
lactatolactato
((11
((11
mmol/Kgmmol/Kg
mmol/Kgmmol/Kg
músculo)músculo)
músculo)músculo)
ee
ee
sangüíneosangüíneo ((11mmol/l)mmol/l)
sangüíneosangüíneo ((11mmol/l)mmol/l)
MAUGHAN,MAUGHAN, GLESSONGLESSON && GREENHAFF,GREENHAFF, 2000.2000.
PRODUÇÃOPRODUÇÃO DEDE LACTATOLACTATO NoNo músculomúsculo ExercícioExercício GlicogênioGlicogênio
PRODUÇÃOPRODUÇÃO DEDE LACTATOLACTATO
NoNo músculomúsculo
ExercícioExercício
GlicogênioGlicogênio
esqueléticoesquelético
GlicoseGlicose--66--fosfatofosfato
ÁcidoÁcido pirúvicopirúvico
ÁcidoÁcido LáticoLático
PRODUÇÃOPRODUÇÃO DEDE LACTATOLACTATO 2222 PROPÓSITOSPROPÓSITOSPROPÓSITOSPROPÓSITOS LiberaçãoLiberação dede
PRODUÇÃOPRODUÇÃO DEDE LACTATOLACTATO
2222 PROPÓSITOSPROPÓSITOSPROPÓSITOSPROPÓSITOS
LiberaçãoLiberação dede umum
LiberaçãoLiberação dede umum
ManutençãoManutenção dada
ManutençãoManutenção dada
metabólicometabólico oxidáveloxidável
metabólicometabólico oxidáveloxidável
glicoseglicose sangüíneasangüínea
glicoseglicose sangüíneasangüínea
ProduçãoProdução
ProduçãoProdução
ViaVia gliconeogênica,gliconeogênica,
ViaVia gliconeogênica,gliconeogênica,
(glicogenólise)(glicogenólise)
(glicogenólise)(glicogenólise)
CICLOCICLO DEDE CORICORI
CICLOCICLO DEDE CORICORI
posteriorposterior remoçãoremoção
posteriorposterior remoçãoremoção
HARGREAVES,HARGREAVES, 2000.2000.
FADIGAFADIGA (LACTATO)(LACTATO) AumentoAumento nana acidoseacidose diminuidiminui aa forçaforça dede AumentoAumento
FADIGAFADIGA (LACTATO)(LACTATO)
AumentoAumento nana acidoseacidose diminuidiminui aa forçaforça dede
AumentoAumento nana acidoseacidose diminuidiminui aa forçaforça dede
contratibilidadecontratibilidade muscularmuscular
contratibilidadecontratibilidade muscularmuscular
PorPor alteraçãoalteração dede condutividadecondutividade elétricaelétrica dada
PorPor alteraçãoalteração dede condutividadecondutividade elétricaelétrica dada
membranamembrana
membranamembrana
InterferindoInterferindo nana liberaçãoliberação dede cálciocálcio dodo
InterferindoInterferindo nana liberaçãoliberação dede cálciocálcio dodo
retículoretículo sarcoplasmáticosarcoplasmático
retículoretículo sarcoplasmáticosarcoplasmático
DiminuindoDiminuindo DiminuindoDiminuindo aa aa afinidadeafinidade afinidadeafinidade dede dede cálciocálcio cálciocálcio parapara parapara
ligaçãoligação comcom troponinatroponina
ligaçãoligação comcom troponinatroponina
DENADAI,DENADAI, 2000.2000.
INÍCIOINÍCIO DODO EXERCÍCIOEXERCÍCIO OO OO débitodébito débitodébito dede dede oxigêniooxigênio
INÍCIOINÍCIO DODO EXERCÍCIOEXERCÍCIO
OO
OO
débitodébito
débitodébito
dede
dede
oxigêniooxigênio
oxigêniooxigênio
nono
nono
inícioinício
inícioinício
dodo
dodo
exercícioexercício
exercícioexercício
promovepromove oo acúmuloacúmulo dede ácidoácido láticolático
promovepromove oo acúmuloacúmulo dede ácidoácido láticolático
WILMOREWILMORE && COSTILL,COSTILL, 2001.2001.
FADIGAFADIGA (LACTATO)(LACTATO) AumentoAumentoAumentoAumento dosdosdosdos íonsíonsíonsíons
FADIGAFADIGA (LACTATO)(LACTATO)
AumentoAumentoAumentoAumento dosdosdosdos íonsíonsíonsíons hidrogêniohidrogêniohidrogêniohidrogênio intracelularintracelularintracelularintracelular
InibiçãoInibição dede enzimasenzimas LactatoLactato--desidrogenasedesidrogenase
InibiçãoInibição dede enzimasenzimas LactatoLactato--desidrogenasedesidrogenase
ee FosfofrutoquinaseFosfofrutoquinase
ee FosfofrutoquinaseFosfofrutoquinase
AA capacidadecapacidade dede potênciapotência muscularmuscular parapara
AA capacidadecapacidade dede potênciapotência muscularmuscular parapara
trabalhotrabalho diminuidiminui emem exercíciosexercícios máximosmáximos
trabalhotrabalho diminuidiminui emem exercíciosexercícios máximosmáximos
DENADAI,DENADAI, 2000.2000.
INÍCIOINÍCIO DODO EXERCÍCIOEXERCÍCIO OO sistemasistema endócrinoendócrino exerceexerce seusseus efeitosefeitos
INÍCIOINÍCIO DODO EXERCÍCIOEXERCÍCIO
OO sistemasistema endócrinoendócrino exerceexerce seusseus efeitosefeitos atravésatravés
OO sistemasistema endócrinoendócrino exerceexerce seusseus efeitosefeitos atravésatravés
dosdos hormônioshormônios liberadosliberados pelapela medulamedula adrenal;adrenal;
dosdos hormônioshormônios liberadosliberados pelapela medulamedula adrenaladrenal;;
AdrenalinaAdrenalinaAdrenalinaAdrenalina eeee noradrenalinanoradrenalinanoradrenalinanoradrenalina
EstesEstes
EstesEstes
possuempossuem
possuempossuem
receptoresreceptores
receptoresreceptores
adrenérgicosadrenérgicos
adrenérgicosadrenérgicos
nono
nono
coraçãocoração queque aumentamaumentam aa suasua forçaforça dede contraçãocontração
coraçãocoração queque aumentamaumentam aa suasua forçaforça dede contraçãocontração
ee tambémtambém aa Fc.Fc.
ee tambémtambém aa Fc.Fc.
WILMOREWILMORE && COSTILL,COSTILL, 2001.2001.
PICOPICO DADA CONCENTRAÇÃOCONCENTRAÇÃO LACTATOLACTATO 11--22 minutosminutos emem máximosmáximos (ph(ph menormenor
PICOPICO DADA CONCENTRAÇÃOCONCENTRAÇÃO LACTATOLACTATO
11--22 minutosminutos emem máximosmáximos (ph(ph menormenor 6,96,9 ee
11--22 minutosminutos emem máximosmáximos (ph(ph menormenor 6,96,9 ee
lactatolactato 25mmol/l25mmol/l
lactatolactato 25mmol/l25mmol/l
EmEm exercíciosexercícios prolongados,prolongados, aa
EmEm exercíciosexercícios prolongados,prolongados, aa
concentraçãoconcentração inicialinicial aumentaaumenta
concentraçãoconcentração inicialinicial aumentaaumenta
SeguidoSeguido porpor umum declíniodeclínio parapara osos valoresvalores dede
SeguidoSeguido porpor umum declíniodeclínio parapara osos valoresvalores dede
repousorepouso (60(60 àà 120120 minutos)minutos)
repousorepouso (60(60 àà 120120 minutos)minutos)
DENADAI,DENADAI, 2000.2000.
TRANSLOCAÇÃOTRANSLOCAÇÃO DODO LACTATOLACTATO AtravésAtravés dede carreadorescarreadores dede lactatolactato
TRANSLOCAÇÃOTRANSLOCAÇÃO DODO LACTATOLACTATO
AtravésAtravés dede carreadorescarreadores dede lactatolactato presentespresentes
AtravésAtravés dede carreadorescarreadores dede lactatolactato presentespresentes
nono músculomúsculo esqueléticoesquelético
nono músculomúsculo esqueléticoesquelético
DepoisDepois dede 1515 minutosminutos dede exercício,exercício, oo
DepoisDepois dede 1515 minutosminutos dede exercício,exercício, oo
lactatolactato liberadoliberado dodo músculomúsculo éé distribuídodistribuído
lactatolactato liberadoliberado dodo músculomúsculo éé distribuídodistribuído
emem aproximadamenteaproximadamente 50%50% nosnos líquidoslíquidos
emem aproximadamenteaproximadamente 50%50% nosnos líquidoslíquidos
corporaiscorporais
corporaiscorporais
MONTGOMERY,MONTGOMERY, 1990.1990.
REMOÇÃOREMOÇÃO DEDE LACTATOLACTATO DepoisDepois dodo exercício,exercício, convertidoconvertido emem ácidoácido
REMOÇÃOREMOÇÃO DEDE LACTATOLACTATO
DepoisDepois dodo exercício,exercício, convertidoconvertido emem ácidoácido
DepoisDepois dodo exercício,exercício, convertidoconvertido emem ácidoácido
pirúvicopirúvico
pirúvicopirúvico
SendoSendo utilizadoutilizado comocomo substratosubstrato pelopelo
SendoSendo utilizadoutilizado comocomo substratosubstrato pelopelo
coraçãocoração ee músculomúsculo esqueléticoesquelético
coraçãocoração ee músculomúsculo esqueléticoesquelético
70%70% oxidado,oxidado, 20%20% convertidoconvertido emem glicoseglicose ee
70%70% oxidado,oxidado, 20%20% convertidoconvertido emem glicoseglicose ee
10%10% emem aminoácidosaminoácidos
10%10% emem aminoácidosaminoácidos
POWERSPOWERS && HOWLEY,HOWLEY, 2000.2000.
Ciclo da Alanina
Ciclo da Alanina
REMOÇÃOREMOÇÃO DEDE LACTATOLACTATO EmEmEmEm repousorepousorepousorepouso 4040-4040--50%-50%50%50% pelapelapelapela
REMOÇÃOREMOÇÃO DEDE LACTATOLACTATO
EmEmEmEm repousorepousorepousorepouso 4040-4040--50%-50%50%50% pelapelapelapela oxidaçãooxidaçãooxidaçãooxidação
DuranteDuranteDuranteDurante oooo exercícioexercícioexercícioexercício oooo lactatolactatolactatolactato liberadoliberadoliberadoliberado
ChegaChega aosaos tecidostecidos parapara queque possapossa serser
ChegaChega aosaos tecidostecidos parapara queque possapossa serser
oxidadooxidado (fígado,(fígado, rim,rim, cérebrocérebro ee músculomúsculo
oxidadooxidado (fígado,(fígado, rim,rim, cérebrocérebro ee músculomúsculo
esquelético)esquelético)
esquelético)esquelético)
POWERSPOWERS && HOWLEY,HOWLEY, 2000.2000.
esquelético)esquelético) esquelético)esquelético) POWERSPOWERS && HOWLEY,HOWLEY, 2000.2000. Ciclo de Cori 21
Ciclo de Cori
Ciclo de Cori
CICLOCICLO DEDE CORICORI MúsculosMúsculos esqueléticosesqueléticos FígadoFígado GlicogênioGlicogênio
CICLOCICLO DEDE CORICORI
MúsculosMúsculos esqueléticosesqueléticos
FígadoFígado
GlicogênioGlicogênio
GlicogênioGlicogênio
ExercícioExercício
RepousoRepouso
99 SangueSangue
11
GlicoseGlicose
GlicoseGlicose--66--fosfatofosfato
77 GlicoseGlicose--66--fosfatofosfato
88
22
66
ÁcidoÁcido pirúvicopirúvico
ÁcidoÁcido pirúvicopirúvico
55
33 SangueSangue
ÁcidoÁcido LáticoLático
44 ÁcidoÁcido LáticoLático
BIOQUÍMICABIOQUÍMICA DASDAS FIBRASFIBRAS DADA MUSCULATURAMUSCULATURA HUMANAHUMANA CaracterísticaCaracterística
BIOQUÍMICABIOQUÍMICA DASDAS FIBRASFIBRAS DADA MUSCULATURAMUSCULATURA HUMANAHUMANA
CaracterísticaCaracterística
TipoTipo II
TipoTipo IIII AA
(contração(contração
(rápida(rápida--
lenta)lenta)
oxidativa)oxidativa)
TipoTipo IIII BB ouou
IIx?IIx? (rápida(rápida--
glicolíticaglicolítica
QtdeQtde
GrandeGrande
ModeradaModerada
PequenaPequena
mitocôndriasmitocôndrias
EnzimasEnzimas
AltaAlta
ModeradaModerada
BaixaBaixa
oxidativasoxidativas
EnzimasEnzimas
BaixaBaixa
ModeradaModerada
AltaAlta
glicolíticasglicolíticas
CapilaridadeCapilaridade
ElevadaElevada
ModeradaModerada
ReduzidaReduzida
ADAPTADOADAPTADO dede SALTINSALTIN etet al.,al., 1977;1977; FRIEDMANNFRIEDMANN etet al.,al., 2004.2004.
METABOLISMO “Metabolé” mudança, troca BIOQUIMICA É o conjunto de transformações que as substâncias químicas
METABOLISMO
“Metabolé”
mudança, troca
BIOQUIMICA É o conjunto de transformações que
as substâncias químicas sofrem no interior dos
organismos vivos.
FISIOLOGIA É o conjunto de reações intracelulares,
umas
construtivas
(anabolismo)
e
outras
destrutivas (catabolismo).
CARACTERÍSTICACARACTERÍSTICA DASDAS FIBRASFIBRAS DADA MUSCULATURAMUSCULATURA HUMANAHUMANA
CARACTERÍSTICACARACTERÍSTICA DASDAS FIBRASFIBRAS DADA MUSCULATURAMUSCULATURA HUMANAHUMANA
CaracterísticaCaracterística
TipoTipo II
TipoTipo IIII AA (rápida(rápida--
oxidativa)oxidativa)
TipoTipo IIII BB ouou IIx?IIx?
(contração(contração
(rápida(rápida--
lenta)lenta)
glicolíticaglicolítica
VelocidadeVelocidade dede
LentaLenta
RápidaRápida
RápidaRápida
contraçãocontração
CapacidadeCapacidade
BaixaBaixa
ModeradaModerada
AltaAlta
anaeróbiaanaeróbia
CapacidadeCapacidade
AltaAlta
ModeradaModerada
BaixaBaixa
oxidativaoxidativa
EstoqueEstoque dede
AltoAlto
ModeradoModerado
BaixoBaixo
triacilgliceróistriacilgliceróis
EstoqueEstoque dede
ModeradoModerado
ModeradoModerado
AltoAlto
glicogênioglicogênio
ADAPTADOADAPTADO dede SALTINSALTIN etet al.,al., 1977;1977; FRIEDMANNFRIEDMANN etet al.,al., 2004.2004.
1977;1977; FRIEDMANNFRIEDMANN etet al.,al., 2004.2004. FASE ANABÓLICA E CATABÓLICA café da manhã almoço
FASE ANABÓLICA E CATABÓLICA café da manhã almoço lanche da tarde jantar sono noturno fase
FASE ANABÓLICA E
CATABÓLICA
café da manhã
almoço
lanche da tarde jantar
sono noturno
fase catabólica
fase anabólica
ENERGIA CAPACIDADE DE REALIZAR TRABALHO APLICAÇÃO DE FORÇA ATRAVÉS DE UMA DISTÂNCIA “QUANTO“QUANTO MAISMAIS
ENERGIA CAPACIDADE DE REALIZAR TRABALHO APLICAÇÃO DE FORÇA ATRAVÉS DE UMA DISTÂNCIA

ENERGIA

ENERGIA CAPACIDADE DE REALIZAR TRABALHO APLICAÇÃO DE FORÇA ATRAVÉS DE UMA DISTÂNCIA
ENERGIA CAPACIDADE DE REALIZAR TRABALHO APLICAÇÃO DE FORÇA ATRAVÉS DE UMA DISTÂNCIA

CAPACIDADE DE REALIZAR TRABALHO

ENERGIA CAPACIDADE DE REALIZAR TRABALHO APLICAÇÃO DE FORÇA ATRAVÉS DE UMA DISTÂNCIA

APLICAÇÃO DE FORÇA ATRAVÉS DE UMA DISTÂNCIA

ENERGIA CAPACIDADE DE REALIZAR TRABALHO APLICAÇÃO DE FORÇA ATRAVÉS DE UMA DISTÂNCIA
ENERGIA CAPACIDADE DE REALIZAR TRABALHO APLICAÇÃO DE FORÇA ATRAVÉS DE UMA DISTÂNCIA
“QUANTO“QUANTO MAISMAIS CULTACULTA UMAUMA SOCIEDADE,SOCIEDADE, MAISMAIS EVOLUÍDAEVOLUÍDA ESTAESTA SESE
“QUANTO“QUANTO MAISMAIS CULTACULTA UMAUMA SOCIEDADE,SOCIEDADE,
MAISMAIS EVOLUÍDAEVOLUÍDA ESTAESTA SESE TORNARÁ,TORNARÁ,
CONFLITANDOCONFLITANDO NANA LIBERDADELIBERDADE DEDE
QUEBRARQUEBRAR PARADIGMASPARADIGMAS OUOU
SIMPLESMENTESIMPLESMENTE ACEITAACEITA--LOS”LOS”
Atividade Atleta Profissional Atividade ? Recreativa Esportista Treinamento Competição
Atividade
Atleta
Profissional
Atividade
?
Recreativa
Esportista
Treinamento
Competição
TRABALHO BIOLÓGICO MECÂNICO QUÍMICO MOLECULAR
TRABALHO
BIOLÓGICO
MECÂNICO
QUÍMICO
MOLECULAR
OBRIGADO!!!OBRIGADO!!! coassumpcao@yahoo.com.br
OBRIGADO!!!OBRIGADO!!!
coassumpcao@yahoo.com.br
OO aporteaporte dede energiaenergia éé exclusivamenteexclusivamente químico.químico.
OO aporteaporte dede energiaenergia éé exclusivamenteexclusivamente químico.químico.
COMPOSTOSCOMPOSTOSCOMPOSTOSCOMPOSTOS COMCOMCOMCOM ENERGIAENERGIAENERGIAENERGIA QUÍMICAQUÍMICAQUÍMICAQUÍMICA
METABOLISMOMETABOLISMOMETABOLISMOMETABOLISMO
ALIMENTOSALIMENTOS (NUTRIENTES(NUTRIENTES CALÓRICOSCALÓRICOS DOSDOS
ALIMENTOSALIMENTOS (NUTRIENTES(NUTRIENTES CALÓRICOSCALÓRICOS DOSDOS
ALIMENTOS)ALIMENTOS)
ALIMENTOS)ALIMENTOS)
DISTRIBUIÇÃODISTRIBUIÇÃO PERCENTUALPERCENTUAL IDEALIDEAL DEDE MACRONUTRIENTESMACRONUTRIENTES DEDE UMAUMA DIETADIETA
DISTRIBUIÇÃODISTRIBUIÇÃO PERCENTUALPERCENTUAL
IDEALIDEAL DEDE MACRONUTRIENTESMACRONUTRIENTES DEDE
UMAUMA DIETADIETA
25%
60%
15%
Carboidrato
Proteína
Lipidio

- 70% do peso da maioria dos seres vivos;

- funciona como solvente de íons minerais e da maioria das moléculas orgânicas

- constitui um meio de ocorrência das reações químicas nos seres vivos

- A tensão superficial da água é importante no funcionamento dos pulmões;

- A molécula de água e seus produtos de

ionização, H+ e OH- influenciam a estrutura e

propriedades de todos os componentes celulares incluindo proteínas, ácidos nucléicos e lipídios.

- É importante na regulação da temperatura corporal;

celulares incluindo proteínas, ácidos nucléicos e lipídios. - É importante na regulação da temperatura corporal;
“POOL”(estoque)“POOL”(estoque) ENERGÉTICOENERGÉTICO TOTALTOTAL DEDE ENERGIAENERGIA QUIMICAQUIMICA USADAUSADA
“POOL”(estoque)“POOL”(estoque) ENERGÉTICOENERGÉTICO
TOTALTOTAL DEDE ENERGIAENERGIA QUIMICAQUIMICA
USADAUSADA OUOU TRANSFORMADATRANSFORMADA EMEM OUTROOUTRO
TIPOTIPO DEDE ENERGIAENERGIA
METABOLISMOMETABOLISMO ENERGÉTICO:ENERGÉTICO: estudoestudo dada
liberaçãoliberação dede energiaenergia dosdos alimentosalimentos ee seusseus
modosmodos dede estocagemestocagem ee transformaçãotransformação
1. IMPORTÂNCIA DA ÁGUA

1. IMPORTÂNCIA DA ÁGUA

1. IMPORTÂNCIA DA ÁGUA

2. ESTRUTURA MOLECULAR DA ÁGUA

- em forma de V com uma molécula de oxigênio ligada covalentemente à duas outras moléculas de hidrogênio

DA ÁGUA - em forma de V com uma molécula de oxigênio ligada covalentemente à duas
Polo Negativo ÁGUA MOLÉCULA POLAR Polo Positivo Molécula de água
Polo
Negativo
ÁGUA
MOLÉCULA POLAR
Polo
Positivo
Molécula de água

- A polaridade de uma molécula é importante para determinarmos se a mesma irá dissolver na água. Moléculas polares geralmente se dissolvem facilmente, enquanto moléculas apolares não.

PONTE DE HIDROGÊNIO

é uma força de atração fraca exercida por um átomo de hidrogênio sobre um átomo próximo de oxigênio, nitrogênio e flúor.

PODEM OCORRER

entre átomos de moléculas vizinhas - H 2 O 2 O

entre átomos de diferentes partes da mesma molécula – proteínas com forma tridimencionalum átomo próximo de oxigênio, nitrogênio e flúor. PODEM OCORRER entre átomos de moléculas vizinhas -

PONTES DE HIDROGÊNIO DA ÁGUA

Pontes de Hidrogênio
Pontes de
Hidrogênio

As regiões polares das moléculas de água permitem que elas formem pontes de hidrogênio umas com as outras

3. INTERAÇÃO ENTRE AS MOLÉCULAS DE ÁGUA

3. INTERAÇÃO ENTRE AS MOLÉCULAS DE ÁGUA PONTES DE HIDROGÊNIO

PONTES DE HIDROGÊNIO

MOLÉCULAS DE ÁGUA LIGADAS POR PONTES DE HIDROGÊNIO

PONTES DE HIDROGÊNIO
PONTES DE HIDROGÊNIO
DE ÁGUA LIGADAS POR PONTES DE HIDROGÊNIO PONTES DE HIDROGÊNIO Força de atração entre átomos de

Força de atração entre átomos de moléculas vizinhas

PONTES DE HIDROGÊNIO DA ÁGUA

PONTES DE HIDROGÊNIO DA ÁGUA

PONTES DE HIDROGÊNIO determinam que moléculas biológicas grandes se enrolem nelas mesmas, criando um forma tridimensional que é essencial para sua função.

um forma tridimensional que é essencial para sua função. Força de atração entre átomos de diferentes

Força de atração entre átomos de diferentes partes da mesma molécula

H H O H H H O H O H H O H O H
H
H
O
H
H
H
O
H
O
H
H
O
H
O
H
No gelo a água faz 4
pontes de hidrogênio com
outras moléculas de água

A água tem PF e PE maiores que os outros solventes devido ao grande número de pontes de hidrogênio

PONTO DE

PONTO DE

FUSÃO

EBULIÇÃO

ÁGUA

ETANOL

ACETONA

0

100

-117

78

-95

56

ÁGUA NO ESTADO SÓLIDO As moléculas estabelecem entre si 4 pontes de hidrogênio, e dispõem-se
ÁGUA NO ESTADO SÓLIDO
As moléculas estabelecem entre
si 4 pontes de hidrogênio, e
dispõem-se segundo uma malha
hexagonal
Maior distanciamento entre as
moléculas – Aumento de volume
ÁGUA NO ESTADO LÍQUIDO
Número de pontes de hidrogênio é
uma função inversa da
temperatura
O pólo positivo representado pelo hidrogênio é atraído pelos polos negativos representado pelo oxigênio PONTE

O pólo positivo representado pelo hidrogênio é atraído pelos polos negativos representado pelo oxigênio

PONTE DE HIDROGÊNIO

é uma força de atração fraca exercida por um átomo de

hidrogênio sobre um átomo próximo de oxigênio, nitrogênio

e flúor.

ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA

ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA GASOSO LÍQUIDO FUSÃO SOLIDIFICAÇÃO VAPORIZAÇÃO SÓLIDO CONDENSAÇÃO

GASOSO

ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA GASOSO LÍQUIDO FUSÃO SOLIDIFICAÇÃO VAPORIZAÇÃO SÓLIDO CONDENSAÇÃO

LÍQUIDO

FUSÃO

SOLIDIFICAÇÃO

VAPORIZAÇÃO

ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA GASOSO LÍQUIDO FUSÃO SOLIDIFICAÇÃO VAPORIZAÇÃO SÓLIDO CONDENSAÇÃO

SÓLIDO

ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA GASOSO LÍQUIDO FUSÃO SOLIDIFICAÇÃO VAPORIZAÇÃO SÓLIDO CONDENSAÇÃO

CONDENSAÇÃO

ESTADOS FÍSICOS DA MATÉRIA GASOSO LÍQUIDO FUSÃO SOLIDIFICAÇÃO VAPORIZAÇÃO SÓLIDO CONDENSAÇÃO
CARBOIDRATOSCARBOIDRATOS
CARBOIDRATOSCARBOIDRATOS

NATUREZANATUREZA BIOQUÍMICABIOQUÍMICA DOSDOS CHOsCHOs

ÍNDICEÍNDICE GLICÊMICOGLICÊMICO

ALTOALTO

MÉDIOMÉDIO

BAIXOBAIXO

GLICOSEGLICOSE

MILHOMILHO

MAÇÃSMAÇÃS

RAFINOSERAFINOSE

SACAROSESACAROSE

FEIJÕESFEIJÕES

MELMEL

FARELOFARELO

LENTILHASLENTILHAS

CORNCORN FLAKESFLAKES

MASSAMASSA BRANCABRANCA

FRUTOSEFRUTOSE

PÃOPÃO TRIGOTRIGO

AVEIAAVEIA

SEMENTESSEMENTES

O H H H H2C C C C C H OH OH OH OH Função
O
H
H
H
H2C
C
C
C
C
H
OH
OH OH
OH
Função mista álcool -aldeído
Denominado açúcar:pelo sabor doce e
hidrato de carbono

porque a maioria possui fórmula C n(H 2 O) X. EX: C 6 H 12 O 6 = C 6 (H 2 O) 6 GLICOSE

C 12 H 22 O 1 1 =

C 12 (H 2 O) 11 SACAROSE

NATUREZANATUREZA BIOQUÍMICABIOQUÍMICA DOSDOS CARBOIDRATOSCARBOIDRATOS (CHOs)(CHOs)

DióxidoDióxido dede carbonocarbono dodo arar ++ águaágua dodo solosolo ++ FOTOSSÍNTESEFOTOSSÍNTESE
DióxidoDióxido dede carbonocarbono dodo arar
++
águaágua dodo solosolo
++
FOTOSSÍNTESEFOTOSSÍNTESE
++ águaágua dodo solosolo ++ FOTOSSÍNTESEFOTOSSÍNTESE MonossacarídeosMonossacarídeos
++ águaágua dodo solosolo ++ FOTOSSÍNTESEFOTOSSÍNTESE MonossacarídeosMonossacarídeos

MonossacarídeosMonossacarídeos

DissacarídeosDissacarídeos

PolissacarídeosPolissacarídeos

GLICOSEGLICOSE

SACAROSESACAROSE

AMIDOAMIDO

FRUTOSEFRUTOSE

MALTOSEMALTOSE

FIBRASFIBRAS

GALACTOSEGALACTOSE

LACTOSELACTOSE

GLICOGÊNIOGLICOGÊNIO

Alimentos com I.G. baixo IG Alimentos com I.G. moderado IG Alimentos com I.G. alto IG
Alimentos com I.G. baixo
IG
Alimentos com I.G. moderado
IG
Alimentos com I.G. alto
IG
Amendoim
15
Pêssego
42
Cream Cracker
99
Soja
18
Laranja
44
Mel
104
Cereja
22
Macarrão
45
Passas
64
Lentilhas
29
Arroz Instantâneo
46
Beterraba
64
Feijão preto
30
Uva
46
Sopa de feijão preto
64
Damasco seco
31
Arroz
48
Abacaxi
66
Fettuccine
32
Cenoura
49
Nhoque
67
Iogurte
36
Inhame
51
Croissant
67
Espaguete
36
Kiwi
53
Puré de batata
70
Pêra
37
Banana
54
Pão branco de trigo
71
Maçã
38
Pipoca
55
Melancia
72
Sopa de tomate
38
Manga
56
Abóbora
75
Ameixa
39
Damasco
57
Waffles
76
Raviolis
39
Arroz branco
58
Corn flakes
83
A avaliação do índice é feita com porções de 50 g de
carbohidratos (200 calorias) como base: glicose = 100 I.G.
GLICÍDIOS CRITÉRIO: SOFRER OU NÃO HIDRÓLISE Oses ou monossacarídeos: glicose, frutose, galactose Osídios

GLICÍDIOS

GLICÍDIOS CRITÉRIO: SOFRER OU NÃO HIDRÓLISE Oses ou monossacarídeos: glicose, frutose, galactose Osídios

CRITÉRIO: SOFRER OU NÃO HIDRÓLISE

Oses ou monossacarídeos:

glicose, frutose,

galactose

Osídios

(hidrolisáveis):

Dissacarídeos ou polissacarídeos

Monossacarídeos: Não sofrem hidrólise

Glicose

Manose

Frutose

Galactose

São isômeros e apresentam fórmula molecular C 6 H 12 O 6

H O C H C OH HO C H GLICOSE H C OH H C
H
O
C
H
C
OH
HO
C
H
GLICOSE
H
C
OH
H
C
OH
H
C
OH
H
OLIGOSSACARÍDEO: SOFREM HIDRÓLISE E CADA MOLÉCULA PRODUZ UM NÚMERO PEQUENO DE MOLÉCULAS DE MONOSSACARÍDEOS. H
OLIGOSSACARÍDEO: SOFREM HIDRÓLISE E CADA MOLÉCULA
PRODUZ UM NÚMERO PEQUENO DE MOLÉCULAS DE
MONOSSACARÍDEOS.
H 2 O
C 6 H 12 O 6 +
C 12 H 22 O 11 +
C 6 H 12 O 6
SACAROSE
GLICOSE
FRUTOSE
H 2 O
C 6 H 12 O 6 + C 6 H 12 O 6 +
C 18 H 32 O 16 +
C 6 H 12 O 6
RAFINOSE
GLICOSE
FRUTOSE GALACTOSE
Sacarose é um dissacarídeo pois resulta em duas moléculas
de monossacarídeos enquanto a rafinose é considerada um
trissacarídeo

OSÍDEOS: SOFREM HIDRÓLISE ORIGINANDO OSES;

SE FORNECE SOMENTE OSES = HOLOSÍDEO

SE FORNECE OSES E OUTROS

COMPOSTOS = HETEROSÍDEO

SACAROSE

C 20 H 27 O 11 N +2H 2 O

AMIDALINA

GLICOSE

FRUTOSE

2C 6 H 12 O 6 + HCN+ C 7 H 6 O GLICOSE CIANETO BENZALDEÍDO

C 12 H 22 O 11 +

H 2 O

C 6 H 12 O 6 +

C 6 H 12 O 6

OSES NÃO SOFREM HIDRÓLISE E SE SUBDIVIDEM EM :

H H H O H 2 C C C C C H OH OH OH
H
H
H
O
H 2 C
C
C
C
C
H
OH
OH
OH
OH
aldose
H
H
H
H 2 C
C
C
C
CH 2
OH
OH
OH
O
OH
CETOSE
DISSACARÍDEOS:
DISSACARÍDEOS:

SACAROSE+ ÁGUA

LACTOSE + ÁGUA

MALTOSE +ÁGUA

GLICOSE + FRUTOSE

GLICOSE + GALACTOSE

GLICOSE + GLICOSE

POLISSACARÍDEOS:
POLISSACARÍDEOS:

AMIDO, CELULOSE + ÁGUA

N(glicose)

AO SOFRER HIDRÓLISE OS POLISSACARÍDEOS RESULTAM EM ELEVADO NÚMERO DE MOLÉCULAS DE MONOSSACARÍDEOS.
AO SOFRER HIDRÓLISE OS POLISSACARÍDEOS
RESULTAM EM ELEVADO NÚMERO DE MOLÉCULAS
DE MONOSSACARÍDEOS.
Cereais: arroz, trigo, aveia,milho Legumes:feijão, ervilha, grão -de-bico Açúcares:mel,melado,açúcar refinado

Cereais: arroz, trigo, aveia,milho

Legumes:feijão, ervilha, grão -de-bico

Açúcares:mel,melado,açúcar refinado

grão -de-bico Açúcares:mel,melado,açúcar refinado Aumento de tecido adiposo Aumento de peso Aumento de
grão -de-bico Açúcares:mel,melado,açúcar refinado Aumento de tecido adiposo Aumento de peso Aumento de
grão -de-bico Açúcares:mel,melado,açúcar refinado Aumento de tecido adiposo Aumento de peso Aumento de

Aumento de tecido adiposo

Aumento de peso

Aumento de

colesterol

Diabetes

de tecido adiposo Aumento de peso Aumento de colesterol Diabetes Emagrecimento cansaço desânimo fraqueza depressão

Emagrecimento

cansaço

desânimo

fraqueza

depressão

DIGESTÃODIGESTÃO ee ABSORÇÃOABSORÇÃO DOSDOS CHOsCHOs BOCABOCA ESTÔMAGOESTÔMAGO INTESTINOINTESTINO
DIGESTÃODIGESTÃO ee ABSORÇÃOABSORÇÃO DOSDOS CHOsCHOs
BOCABOCA
ESTÔMAGOESTÔMAGO
INTESTINOINTESTINO DELGADODELGADO
CÓLONCÓLON
AmidoAmido
SS
AmidoAmido
MaltoseMaltose
MALTASEMALTASE
AMILASEAMILASE
AMILASEAMILASE
Na+
AA
PANCREÁTICAPANCREÁTICA
SALIVARSALIVAR
GlicoseGlicose
Na+
NN
MaltoseMaltose
GlicoseGlicose
GG
SacaroseSacarose
SACARASESACARASE
UU
FrutoseFrutose
EE
GlicoseGlicose
LactoseLactose
LACTASELACTASE
Na+
GalactoseGalactose
Na+
FIBRASFIBRAS
GASESGASES EE ÁCIDOSÁCIDOS
VEGETAISVEGETAIS

HISTÓRICOHISTÓRICO CIENTÍFICOCIENTÍFICO

(KROGH(KROGH && LINDHARDT,LINDHARDT, 1920)1920)

ComparouComparou aa percepçãopercepção dodo esforçoesforço dosdos atletasatletas submetisubmetidosdos aa umauma dietadieta ricarica emem CHOCHO emem comparaçãocomparação comcom umauma ricarica emem gorduras.gorduras.

(LEVINE(LEVINE etet al.,al., 1924)1924)

TestouTestou oo consumoconsumo dede CHOCHO durantedurante aa maratonamaratona dede BostoBoston,n, constandoconstando aa prevençãoprevenção dada hipoglicemiahipoglicemia severa.severa.

(CHRISTENSEN,(CHRISTENSEN, 1932)1932)

PrimeiroPrimeiro experimentoexperimento queque mostroumostrou comocomo aa intensidadeintensidade modulamodula aa utilizaçãoutilização dosdos CHOCHO comocomo fontefonte dede energia.energia.

RECOMENDAÇÕESRECOMENDAÇÕES DIETÉTICASDIETÉTICAS

PessoasPessoas queque treinamtreinam intensamenteintensamente emem diasdias sucessivos,sucessivos, requeremrequerem dede 6060 -- 7070 %% dodo totaltotal energéticoenergético (COYLE,(COYLE, 20042004))

PessoasPessoas queque sese exercitamexercitam regularmenteregularmente devemdevem consumirconsumir dede 5555 -- 6060%% dodo totaltotal energéticoenergético (ADA,(ADA, 20002000))

8,0g/Kg8,0g/Kg manutençãomanutenção

8,0g/Kg8,0g/Kg manutençãomanutenção

12,0g/Kg12,0g/Kg hipertrofiahipertrofia

TreinamentoTreinamento dede forçaforça

(Kreider,(Kreider, 2002)2002)

5,0g/Kg5,0g/Kg reduçãoredução dede gorduragordura

15g 17g DistribuiçãoDistribuição dada glicoseglicose depoisdepois dede umauma refeiçãorefeição contendocontendo
15g
17g
DistribuiçãoDistribuição dada glicoseglicose depoisdepois dede umauma
refeiçãorefeição contendocontendo 9090 gramasgramas
2g
49g
8g
RECOMENDAÇÕESRECOMENDAÇÕES DIETÉTICASDIETÉTICAS
RECOMENDAÇÕESRECOMENDAÇÕES DIETÉTICASDIETÉTICAS

REFEIÇÕESREFEIÇÕES PRÉPRÉ -- EXERCÍCIOSEXERCÍCIOS

33 -- 44 horashoras antesantes dada competiçãocompetição

44 --5g/Kg5g/Kg dede pesopeso 200200--300g300g dede CHOCHO complexocomplexo
44 --5g/Kg5g/Kg dede pesopeso
200200--300g300g dede CHOCHO complexocomplexo

ObjetivosObjetivos

11-- permitirpermitir tempotempo suficientesuficiente parapara aa digestãodigestão ee absorçãoabsorção dosdos alimentosalimentos (esvaziamento(esvaziamento gástrico);gástrico);

22-- estabilizarestabilizar asas concentraçõesconcentrações plasmáticasplasmáticas dede glicoseglicose ee insulinainsulina;;

33-- evitarevitar aa sensaçãosensação dede fome.fome.

(COYLE,(COYLE, 2004)2004) (ADA,(ADA, 2000)2000)

1 Dieta normocalórica em CHO 2 DietaDieta Hipocalórica em CHO 3 Dieta hipercalórica em CHO
1 Dieta normocalórica em CHO
2 DietaDieta Hipocalórica em CHO
3 Dieta hipercalórica em CHO

CHOsCHOs DURANTEDURANTE OO EXERCÍCIOEXERCÍCIO

CHOsCHOs DURANTEDURANTE OO EXERCÍCIOEXERCÍCIO EXERCÍCIOSEXERCÍCIOS DEDE ENDURANCEENDURANCE DURAÇÃODURAÇÃO DEDE 22

EXERCÍCIOSEXERCÍCIOS DEDE ENDURANCEENDURANCE

DURAÇÃODURAÇÃO DEDE 22 HORASHORAS

INGESTÃOINGESTÃO DEDE CHOCHO

(DRISKELL,2000)

EXERCÍCIOSEXERCÍCIOS COMCOM DURAÇÃODURAÇÃO SUPERIORSUPERIOR AA 90`90`

INTENSIDADEINTENSIDADE SUPERIORSUPERIOR AA 70%70% DODO VOVO 22 máxmáx

SUPERIORSUPERIOR AA 70%70% DODO VOVO 2 2 máxmáx INGESTÃOINGESTÃO DEDE CHOCHO (BURKE(BURKE etet al.,al.,

INGESTÃOINGESTÃO DEDE CHOCHO

(BURKE(BURKE etet al.,al., 2004)2004) (JEUKENDRUP,(JEUKENDRUP, 2004)2004)

CHOs DURANTE O EXERCÍCIO

(ADA,2000)

(DRISKELL,2000)

(BURKE et al.,2004) (JEUKENDRUP,(JEUKENDRUP, 2004)2004)

30 -70g/h FORMA LÍQUIDA
30 -70g/h
FORMA LÍQUIDA

SOLUÇÃO DE 6 - 8%

REFEIÇÕESREFEIÇÕES PRÉPRÉ -- EXERCÍCIOSEXERCÍCIOS

22--11 horahora antesantes dada competiçãocompetição

22--11 horahora antesantes dada competiçãocompetição 11--22 /KG/KG DEDE PESOPESO FORMAFORMA LÍQUIDALÍQUIDA

11--22 /KG/KG DEDE PESOPESO FORMAFORMA LÍQUIDALÍQUIDA

ControvérsiaControvérsia

EfeitoEfeito NegativoNegativo

FOSTERFOSTER etet al.(1979)al.(1979)

NenhumNenhum EfeitoEfeito

MCMC MURRAYMURRAY etet al.(1983)al.(1983) KELLERKELLER && SCHGWAZOPFSCHGWAZOPF (1984)(1984) HARGREAVESHARGREAVES etet al.al. (1987)(1987) DEVLINDEVLIN etet al.al. (1986)(1986)

(JEUKENDRUP,(JEUKENDRUP, 2004)2004)
(JEUKENDRUP,(JEUKENDRUP, 2004)2004)

CHOsCHOs DEPOISDEPOIS DODO EXERCÍCIOEXERCÍCIO

OO consumoconsumo dede CHOCHO imediatamenteimediatamente apósapós aa sessãosessão dede exercícioexercício resultaresulta emem maioresmaiores níveisníveis dede glicogênioglicogênio (BURKE(BURKE etet alal ,,20042004))

1.5g/Kg1.5g/Kg aa cadacada 22 horashoras atéaté 66 horashoras depoisdepois dodo exercícioexercício
1.5g/Kg1.5g/Kg aa cadacada 22 horashoras atéaté 66 horashoras depoisdepois dodo
exercícioexercício

MaioresMaiores taxastaxas dede reposiçãoreposição dede glicogênioglicogênio foramforam

aa cadacada

1515 minutosminutos depoisdepois dede 44 horashoras dede reposiçãoreposição

encontradasencontradas comcom aa ingestãoingestão dede 00

44g/Kgg/Kg

(DOYLE(DOYLE etet alal

,,

19931993))

REPOSIÇÃOREPOSIÇÃO DEDE CHOsCHOs EE EXERCÍCIOEXERCÍCIO

REPOSIÇÃOREPOSIÇÃO DEDE CHOsCHOs EE EXERCÍCIOEXERCÍCIO
PÂNCREAS PORÇÃO ENDÓCRINA DO PÂNCREAS ILHOTAS DE LANGERHANS: INSULINA produzida pelas células GLUCAGON
PÂNCREAS
PORÇÃO ENDÓCRINA DO PÂNCREAS
ILHOTAS DE LANGERHANS:
INSULINA produzida pelas células
GLUCAGON produzido pelas células
SOMATOSTATINA produzida pelas células
IINSULINAIINSULINA PrincipalPrincipal efeitoefeito MetabólicoMetabólico
IINSULINAIINSULINA
PrincipalPrincipal efeitoefeito
MetabólicoMetabólico

InternationalInternational OlympicOlympic CommitteeCommittee (IOC)(IOC)

““ UmaUma dietadieta ricarica emem carboidratoscarboidratos consumidaconsumida diasdias antesantes dada competiçãocompetição ajudaráajudará aa aumentaraumentar aa performance.”performance.”

PÂNCREAS ENDÓCRINO DuctoDucto colédococolédoco PâncreasPâncreas IntestinoIntestino delgadodelgado
PÂNCREAS ENDÓCRINO
DuctoDucto
colédococolédoco
PâncreasPâncreas
IntestinoIntestino
delgadodelgado
(duodeno)(duodeno)
DuctoDucto
pancreáticopancreático
TRANSPORTETRANSPORTE EE UTILIZAÇÃOUTILIZAÇÃO DOSDOS CHOCHO INSULINAINSULINA EE ATIVIDADEATIVIDADE FÍSICAFÍSICA AA
TRANSPORTETRANSPORTE EE UTILIZAÇÃOUTILIZAÇÃO DOSDOS CHOCHO
INSULINAINSULINA EE ATIVIDADEATIVIDADE FÍSICAFÍSICA
AA açãoação dada insulinainsulina envolveenvolve 22 processos:processos:
AA ligaçãoligação dada insulinainsulina
aa umum receptorreceptor
localizadolocalizado nana
superfíciesuperfície celularcelular
EventosEventos intracelulares,intracelulares,
aumentandoaumentando oo transportetransporte
dede glicoseglicose ee estimulaçãoestimulação
dede reaçõesreações enzimáticasenzimáticas
SilveiraSilveira Neto,Neto, 20002000
EXERCÍCIOEXERCÍCIO FÍSICOFÍSICO EE CARBOIDRATOCARBOIDRATO AsAs proteínasproteínas queque
EXERCÍCIOEXERCÍCIO FÍSICOFÍSICO EE CARBOIDRATOCARBOIDRATO
AsAs proteínasproteínas queque transportadorastransportadoras dede glicoseglicose
recebemrecebem oo nomenome dede GLUTGLUT
ParaPara cadacada tipotipo dede célulacélula alvoalvo oo GLUTGLUT receberecebe umum
nomenome
OO mecanismomecanismo exatoexato pelopelo qualqual oo exercícioexercício aumentaaumenta
nana captaçãocaptação dede glicoseglicose pelopelo músculomúsculo nãonão éé
completamentecompletamente compreendidocompreendido
SilveiraSilveira Neto,Neto, 20002000

Transportadores de Glicose

∑ Na+ dependente
∑ Na+ dependente

Classe I – Glut 1 – 4

Classe II – Glut 5- 7 – 9 – 11

Classe III – Glut 6-8-10 e 12

Glut 1

Glut 1 Eritrócitos - Neurônios Coração - Músculos esqueléticos Adipócitos -Placenta Barreira hematocefálica - Rins

Eritrócitos - Neurônios Coração - Músculos esqueléticos Adipócitos -Placenta Barreira hematocefálica - Rins Intestino

Captação basal de glicose

Transportador de glicose
Transportador de glicose
Transportador de glicose Km = afinidade ao transportador Vmáx = Concentração mínima do substrato para o

Km = afinidade ao transportador

Vmáx = Concentração mínima do substrato para o transporte máximo

Transportadores de glicose Na + dependentes

SGLT 1 ∑ Presente nas membranas apicais das células intestinais (enterócitos) ∑ Alta afinidade ∑
SGLT 1
∑ Presente nas membranas apicais das células
intestinais (enterócitos)
∑ Alta afinidade
Presente também nos túbulos proximais no rim

(S3)

SGLT 2

Presente nas membranas apicais dos túbulos proximais no rim (S1 e S2)

Previne a perda de glicose na urina

SGLT 3 – 4 - 5 - 6

Presente nas células intestinais

Ainda sob investigação

No cérebro tem GLUT 1 com Km para glicose que é aproximadamente 1 mM ,

No cérebro tem GLUT 1 com Km para glicose que é aproximadamente 1 mM, e GLUT 3, com Km, presumivelmente, menor que 1 mM; ou seja, mesmo com 20 mg/dL de glicose no extracelular, haveria 50% de saturação do GLUT 1 e, ainda mais que isso, do GLUT 3.

Glut 2

Glut 2 Fígado - Célula pancreática Rim (túbulos proximais) e intestino (enterócitos) * Promove fluxo bidirecional

Fígado - Célula pancreática Rim (túbulos proximais) e intestino (enterócitos) * Promove fluxo bidirecional no fígado Participa da função glicosensora pancreática

Glut 3
Glut 3

(alta afinidade) Cérebro - Placenta Rim - Músculos fetais

Promove intensa captação de glicose devido ao baixo Km

Glut 4 Músculo esquelético Músculo cardíaco Tecido adiposo

Apresenta atividade insulino-

cardíaco Tecido adiposo ∑ Apresenta atividade insulino- dependente associado a elevada captação de glicose ∑

dependente associado a elevada captação de glicose

Sua população na membrana é elevada devido translocação de reservatórios pela elevação na atividade contrátil

NNNooo eeexxxtttrrreeemmmooo ooopppooossstttooo eeessstttãããooo ooosss hhheeepppaaatttóóóccciiitttooosss,,, cccooommm ooo GGGLLLUUUTTT 222,,, qqquuueee ttteeemmm aaallltttooo KKKmmm (((111555 aaa 222000 mmmMMM))) eee aaallltttooo VVVmmmáááxxx pppaaarrraaa gggllliiicccooossseee,,, aaappprrreeessseeennntttaaannndddooo bbbaaaiiixxxaaa sssaaatttuuurrraaaçççãããooo nnnaaasss gggllliiiccceeemmmiiiaaasss uuusssuuuaaaiiisss,,, eee qqquuueee sssóóó aaappprrreeessseeennntttaaarrrááá gggrrraaannndddeee llliiigggaaaçççãããooo dddeee gggllliiicccooossseee qqquuuaaannndddooo eeessstttaaa fffooorrr aaabbbuuunnndddaaannnttteee eee pppuuudddeeerrr,,, eeennntttãããooo,,, ssseeerrr aaarrrmmmaaazzzeeennnaaadddaaa

u dd d ee e rr r ,, , ee e nn n tt t ãã

Tecido que não pode prescindir de glicose tem GLUT com baixo Km, facilmente saturável, mesmo em baixa glicemia (está altamente protegido).

prescindir de glicose tem GLUT com baixo Km, facilmente saturável, mesmo em baixa glicemia (está altamente

Glut 5 Presente nos espermatozóides Intestino e Rim Promove a captação de Frutose

Glut 5 Presente nos espermatozóides Intestino e Rim ∑ Promove a captação de Frutose

Glut 6 Baço – Leucócitos e Cérebro Pseudogene Sem função conhecida

– Leucócitos e Cérebro Pseudogene Sem função conhecida Glut 7 Sistema microssomal Hepático Presente no retículo

Glut 7 Sistema microssomal Hepático Presente no retículo endoplasmático (sem função definida)

GLUT 10 Fígado – Pâncreas – Músculo esquelético – Coração

– Pâncreas – Músculo esquelético – Coração Glut 11 Fígado - Pulmão - Traquéia e Cérebro

Glut 11 Fígado - Pulmão - Traquéia e Cérebro (Possivelmente envolvido no transporte de frutose)

Glut 12 Coração – Próstata – músculo esquelético – intestino -

TECIDO Km Fígado 17 – 30mM Tecido 5 mM Adiposo Músculo Glut 1 – 1
TECIDO
Km
Fígado
17 – 30mM
Tecido
5 mM
Adiposo
Músculo
Glut 1 – 1 mM
Glut 4 – 10 mM
Neurônios
1 mM
Eritrócitos
> 1 mM
Intestino
0,08 mM
Rim
5 mM

Glut 8 Testículo – Cérebro e Tecido Adiposo

Glut 8 Testículo – Cérebro e Tecido Adiposo Glut 9 Fígado e Rim (sem função definida)

Glut 9 Fígado e Rim (sem função definida)

O GLUT 4 tem Km aprox. 5 mM, permitindo entrada no músculo e adipócitos prioritariamente, em relação aos hepatócitos, e somente quando houver insulina, ou o músculo estiver ativo.

prioritariamente, em relação aos hepatócitos, e somente quando houver insulina, ou o músculo estiver ativo.
prioritariamente, em relação aos hepatócitos, e somente quando houver insulina, ou o músculo estiver ativo. 34
EXERCÍCIOEXERCÍCIO FÍSICOFÍSICO EE GLICOSEGLICOSE ApósApós oo exercício,exercício, aa musculaturamusculatura
EXERCÍCIOEXERCÍCIO FÍSICOFÍSICO EE GLICOSEGLICOSE ApósApós oo exercício,exercício, aa musculaturamusculatura
EXERCÍCIOEXERCÍCIO FÍSICOFÍSICO EE GLICOSEGLICOSE
ApósApós oo exercício,exercício, aa musculaturamusculatura exercitadaexercitada passapassa
ApósApós oo exercício,exercício, aa musculaturamusculatura exercitadaexercitada passapassa
aa realizarrealizar maiormaior captaçãocaptação dede glicoseglicose
aa realizarrealizar maiormaior captaçãocaptação dede glicoseglicose
PermanecendoPermanecendo elevadaelevada porpor umum período,período, atéaté 44
PermanecendoPermanecendo elevadaelevada porpor umum período,período, atéaté 44
horashoras apósapós aa atividadeatividade
horashoras apósapós aa atividadeatividade
AA contraçãocontração muscularmuscular fazfaz comcom queque osos GLUTGLUT44
AA contraçãocontração muscularmuscular fazfaz comcom queque osos GLUTGLUT44
localizadoslocalizados nono interiorinterior dada célula,célula, migremmigrem parapara aa
localizadoslocalizados nono interiorinterior dada célula,célula, migremmigrem parapara aa
membranamembrana sese fundindofundindo comcom aa mesmamesma
membranamembrana sese fundindofundindo comcom aa mesmamesma
MaughanMaughan etet al.,al., 20002000
EXERCÍCIOEXERCÍCIO FÍSICOFÍSICO EE DIABETESDIABETES TIPOTIPO IIII
EXERCÍCIOEXERCÍCIO FÍSICOFÍSICO EE
DIABETESDIABETES TIPOTIPO IIII

EfeitoEfeitoEfeitoEfeito mantidomantidomantidomantido atéatéatéaté 484848h48hhh apósapósapósapós aaaa sessãosessãosessãosessão

SeSe SeSe oo oo treinamentotreinamento treinamentotreinamento éé éé interrompido,interrompido,
SeSe SeSe
oo oo
treinamentotreinamento
treinamentotreinamento
éé
éé
interrompido,interrompido,
interrompido,interrompido,
asas
asas
melhorasmelhoras obtidas,obtidas, nana sensibilidadesensibilidade àà insulinainsulina
melhorasmelhoras obtidas,obtidas, nana sensibilidadesensibilidade àà insulinainsulina

EEEE nananana tolerânciatolerânciatolerânciatolerância aaaa glicoseglicoseglicoseglicose desaparecemdesaparecemdesaparecemdesaparecem

aaaa glicoseglicoseglicoseglicose desaparecemdesaparecemdesaparecemdesaparecem

OO queque podepode serser recuperadorecuperado rapidamenterapidamente

OO queque podepode serser recuperadorecuperado rapidamenterapidamente

comcom oo retornoretorno aa atividadeatividade

comcom oo retornoretorno aa atividadeatividade TsuiTsui ee Zinman,Zinman, 19951995

atividadeatividade T s u i T s u i e e Z i n m a
EXERCÍCIOEXERCÍCIO FÍSICOFÍSICO EE GLICOSEGLICOSE GLUTsGLUTs 11--1212 -- diversasdiversas funçõesfunções emem
EXERCÍCIOEXERCÍCIO FÍSICOFÍSICO EE GLICOSEGLICOSE
GLUTsGLUTs 11--1212 -- diversasdiversas funçõesfunções emem diferentesdiferentes
GLUTsGLUTs 11--1212 -- diversasdiversas funçõesfunções emem diferentesdiferentes
tecidostecidos ee célulascélulas dodo organismoorganismo
tecidostecidos ee célulascélulas dodo organismoorganismo
ExercícioExercícioExercícioExercício FísicoFísicoFísicoFísico
ContraçãoContraçãoContraçãoContração muscularmuscularmuscularmuscular
NúmeroNúmeroNúmeroNúmero eeee dadadada atividadeatividadeatividadeatividade dodododo GLUT4GLUT4GLUT4GLUT4
AumentoAumento
AumentoAumento
nana
nana
captaçãocaptação
captaçãocaptação
dede
dede
glicoseglicose
glicoseglicose
independentementeindependentemente dada insulinainsulina
independentementeindependentemente dada insulinainsulina
TsuiTsui ee Zinman,Zinman, 19951995
EXERCÍCIOEXERCÍCIO FÍSICOFÍSICO EE DIABETESDIABETES TIPOTIPO IIII
EXERCÍCIOEXERCÍCIO FÍSICOFÍSICO EE
DIABETESDIABETES TIPOTIPO IIII

EmEm triatletastriatletas GLUTGLUT44 reduzreduz apósapós 1010 diasdias dede

EmEm triatletastriatletas GLUTGLUT44 reduzreduz apósapós 1010 diasdias dede

destreinamentodestreinamento

destreinamentodestreinamento

ExercícioExercício ExercícioExercício podepode podepode melhorarmelhorar melhorarmelhorar 4040%% 4040%% aa aa
ExercícioExercício
ExercícioExercício
podepode
podepode
melhorarmelhorar
melhorarmelhorar
4040%%
4040%%
aa
aa
sensibilidadesensibilidade muscularmuscular aa insulinainsulina
sensibilidadesensibilidade muscularmuscular aa insulinainsulina
muscularmuscular aa insulinainsulina PerdaPerda dede pesopeso ee aumentoaumento dada
PerdaPerda dede pesopeso ee aumentoaumento dada hexoquinasehexoquinase PerdaPerda dede pesopeso ee aumentoaumento dada
PerdaPerda dede pesopeso ee aumentoaumento dada hexoquinasehexoquinase
PerdaPerda dede pesopeso ee aumentoaumento dada hexoquinasehexoquinase
ee dada glicogênio-glicogênio-sintetasesintetase
ee dada glicogênio-glicogênio-sintetasesintetase
TsuiTsui ee Zinman,Zinman, 19951995
TsuiTsui ee Zinman,Zinman, 19951995
EXERCÍCIOEXERCÍCIO FÍSICOFÍSICO EE DIABETESDIABETES TIPOTIPO IIII Treinamento causa adaptação a longo prazo
EXERCÍCIOEXERCÍCIO FÍSICOFÍSICO EE
DIABETESDIABETES TIPOTIPO IIII
Treinamento causa adaptação a longo prazo
Treinamento causa adaptação a longo prazo
na responsividade do organismo à insulina
na responsividade do organismo à insulina
densidadedensidade capilarcapilar nono músculomúsculo
Maior
Maior capacidade oxidativa e aumento no
capacidade oxidativa e aumento no
conteúdo e atividade dos GLUT4
conteúdo e atividade dos GLUT4
Goodyear,Goodyear, 19921992
Borghouts e Keizer, 1999
Borghouts e Keizer, 1999
Borghouts e Keizer, 1999 OO TFTF MelhoraMelhora aa SinalizaçãoSinalização ee aa AçãoAção dada OO TFTF
Borghouts e Keizer, 1999 OO TFTF MelhoraMelhora aa SinalizaçãoSinalização ee aa AçãoAção dada OO TFTF
OO TFTF MelhoraMelhora aa SinalizaçãoSinalização ee aa AçãoAção dada OO TFTF MelhoraMelhora aa
OO TFTF MelhoraMelhora aa SinalizaçãoSinalização ee aa AçãoAção dada
OO TFTF MelhoraMelhora aa SinalizaçãoSinalização ee aa AçãoAção dada
InsulinaInsulina nono MúsculoMúsculo EsqueléticoEsquelético
InsulinaInsulina nono MúsculoMúsculo EsqueléticoEsquelético
nono MúsculoMúsculo EsqueléticoEsquelético InsulinaInsulina nono MúsculoMúsculo EsqueléticoEsquelético 36
nono MúsculoMúsculo EsqueléticoEsquelético InsulinaInsulina nono MúsculoMúsculo EsqueléticoEsquelético 36
CONCLUSÕESCONCLUSÕES DODO ESTUDOESTUDO OO TFTF podepode melhorarmelhorar aa sensibilidadesensibilidade aa
CONCLUSÕESCONCLUSÕES DODO ESTUDOESTUDO OO TFTF podepode melhorarmelhorar aa sensibilidadesensibilidade aa
CONCLUSÕESCONCLUSÕES DODO ESTUDOESTUDO
OO TFTF podepode melhorarmelhorar aa sensibilidadesensibilidade aa insulinainsulina
OO TFTF podepode melhorarmelhorar aa sensibilidadesensibilidade aa insulinainsulina
ee oo controlecontrole glicêmicoglicêmico emem diabéticosdiabéticos tipotipo IIII
ee oo controlecontrole glicêmicoglicêmico emem diabéticosdiabéticos tipotipo IIII
AsAs mudançasmudanças nana sinalizaçãosinalização dada insulinainsulina ee
AsAs mudançasmudanças nana sinalizaçãosinalização dada insulinainsulina ee
aumentoaumento nono GLUTGLUT44 contribuemcontribuem parapara estesestes
aumentoaumento nono GLUTGLUT44 contribuemcontribuem parapara estesestes
benefíciosbenefícios
benefíciosbenefícios
EstesEstes mecanismosmecanismos podempodem ocorrerocorrer mesmomesmo
EstesEstes mecanismosmecanismos podempodem ocorrerocorrer mesmomesmo
semsem oo aumentoaumento dada massamassa muscularmuscular
semsem oo aumentoaumento dada massamassa muscularmuscular
semsem oo aumentoaumento dada massamassa muscularmuscular EfeitosEfeitos EfeitosEfeitos dodo dodo TFTF TFTF
semsem oo aumentoaumento dada massamassa muscularmuscular EfeitosEfeitos EfeitosEfeitos dodo dodo TFTF TFTF
EfeitosEfeitos EfeitosEfeitos dodo dodo TFTF TFTF sobresobre sobresobre aa aa SensibilidadeSensibilidade
EfeitosEfeitos
EfeitosEfeitos
dodo
dodo
TFTF
TFTF
sobresobre
sobresobre
aa
aa
SensibilidadeSensibilidade
SensibilidadeSensibilidade
àà
àà
insulinainsulina
insulinainsulina
emem
emem
AdolescentesAdolescentes
AdolescentesAdolescentes
LatinosLatinos
LatinosLatinos
comcom
comcom
SobrepesoSobrepeso dodo GêneroGênero MasculinoMasculino
SobrepesoSobrepeso dodo GêneroGênero MasculinoMasculino
SobrepesoSobrepeso dodo GêneroGênero MasculinoMasculino SobrepesoSobrepeso dodo GêneroGênero MasculinoMasculino 37
CONCLUSÕESCONCLUSÕES DODO ESTUDOESTUDO 1616 1616 semanassemanas semanassemanas dede dede TFTF TFTF podepode
CONCLUSÕESCONCLUSÕES DODO ESTUDOESTUDO 1616 1616 semanassemanas semanassemanas dede dede TFTF TFTF podepode
CONCLUSÕESCONCLUSÕES DODO ESTUDOESTUDO
1616 1616
semanassemanas semanassemanas
dede dede
TFTF
TFTF
podepode
podepode
melhorarmelhorar
melhorarmelhorar
aa
aa
sensibilidadesensibilidade
sensibilidadesensibilidade
àà
àà
insulinainsulina
insulinainsulina
emem
emem
adolescentesadolescentes
adolescentesadolescentes
obesosobesos
obesosobesos
MudançaMudança
MudançaMudança
independenteindependente
independenteindependente
dada
dada
composiçãocomposição
composiçãocomposição
corporalcorporal
corporalcorporal
TFTF deverdever serser incluídoincluído comocomo ferramentaferramenta
TFTF deverdever serser incluídoincluído comocomo ferramentaferramenta
nono tratamentotratamento dodo diabetesdiabetes tipotipo 22
nono tratamentotratamento dodo diabetesdiabetes tipotipo 22
HISTÓRIAHISTÓRIA ESTRUTURAESTRUTURA BIOQUÍMICABIOQUÍMICA FONTESFONTES PROTEÍCASPROTEÍCAS DIGESTÃODIGESTÃO ee
HISTÓRIAHISTÓRIA
ESTRUTURAESTRUTURA BIOQUÍMICABIOQUÍMICA
FONTESFONTES PROTEÍCASPROTEÍCAS
DIGESTÃODIGESTÃO ee ABSORÇÃOABSORÇÃO PROTEÍNASPROTEÍNAS
MÉTODOSMÉTODOS DEDE CINÉTICACINÉTICA DEDE PROTEÍNASPROTEÍNAS
RECOMENDAÇÕESRECOMENDAÇÕES DIETÉTICASDIETÉTICAS
RECOMENDAÇÕESRECOMENDAÇÕES DIETÉTICASDIETÉTICAS PROTEÍNA HISTÓRIAHISTÓRIA MILOSMILOS (Grego)(Grego)
PROTEÍNA
PROTEÍNA
HISTÓRIAHISTÓRIA MILOSMILOS (Grego)(Grego) INGESTÃOINGESTÃO SéculoSéculo ALIMENTARALIMENTAR VIVI a.C.a.C. 99
HISTÓRIAHISTÓRIA
MILOSMILOS (Grego)(Grego)
INGESTÃOINGESTÃO
SéculoSéculo
ALIMENTARALIMENTAR
VIVI a.C.a.C.
99 KgKg dede CarneCarne
1010 KgKg dede PãoPão
““ dede primordialprimordial
”importância
importância
7L7L dede VinhoVinho
PROTEÍNAS:PROTEÍNAS: CONCEITOCONCEITO GERALGERAL MoléculasMoléculas orgânicasorgânicas maismais
PROTEÍNAS:PROTEÍNAS: CONCEITOCONCEITO GERALGERAL
MoléculasMoléculas orgânicasorgânicas maismais abundantesabundantes ee importantesimportantes nnasas
células;células;
PerfazemPerfazem 50%50% ouou maismais dodo peso;peso;
EncontradasEncontradas emem todastodas asas partespartes dede todastodas asas células;células;
SãoSão fundamentaisfundamentais sobsob todostodos osos aspectosaspectos dada estruturaestrutura ee
funçãofunção celulares;celulares;
EspecializadaEspecializada parapara umauma funçãofunção biológica;biológica;
AlémAlém disso,disso, aa maiormaior parteparte dada informaçãoinformação genéticagenética éé
expressaexpressa pelaspelas proteínas.proteínas.
COOH Carboxila Amino H 2 N C H R Cadeia lateral
COOH
Carboxila
Amino
H 2 N
C
H
R
Cadeia
lateral
AMINOÁCIDOS Glicina Gly Serina Ser Alanina Ala Treonina Thr Valina Val Cisteína Cys Leucina Leu
AMINOÁCIDOS
Glicina
Gly
Serina
Ser
Alanina
Ala
Treonina
Thr
Valina
Val
Cisteína
Cys
Leucina
Leu
Asparagina
Asn
Isoleucina
Ile
Glutamina
Gln
Prolina
Pro
Arginina
Arg
Metionina
Met
Lisina
Lys
Fenilalanina Phe
Histidina
His
Tirosina
Tyr
A. Aspártico Asp
Triptofano
Trp
A. Glutâmico Glu
PROTEÍNASPROTEÍNAS PertencemPertencem àà classeclasse dosdos peptídeospeptídeos PoisPois sãosão
PROTEÍNASPROTEÍNAS
PertencemPertencem àà classeclasse dosdos peptídeospeptídeos
PoisPois sãosão formadasformadas porpor aminoácidosaminoácidos ligadosligados
entreentre sisi porpor ligaçõesligações peptídicaspeptídicas
UmaUma ligaçãoligação peptídicapeptídica éé aa uniãounião dodo grupogrupo aminoamino
((--NHNH 22 )) dede umum aminoácidoaminoácido comcom oo grupogrupo carboxilacarboxila
((--COOH)COOH) dede outrooutro aminoácido,aminoácido, atravésatravés dada
formaçãoformação dede umauma amidaamida
COMPOSIÇÃOCOMPOSIÇÃO carbono,carbono, hidrogênio,hidrogênio, nitrogênionitrogênio ee oxigênio,oxigênio, ee
COMPOSIÇÃOCOMPOSIÇÃO
carbono,carbono,
hidrogênio,hidrogênio, nitrogênionitrogênio
ee
oxigênio,oxigênio, ee quasequase todastodas contêmcontêm enxofre;enxofre;
AlgumasAlgumas proteínasproteínas contêmcontêm elementoselementos
adicionais,adicionais, particularmenteparticularmente fósforo,fósforo, ferro,ferro,
zincozinco ee cobrecobre
SeuSeu pesopeso molecularmolecular éé
extremamenteextremamente elevado.elevado.
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO ESTRUTURALESTRUTURAL 11ªª ,, 22ªª ,, 33ªª ,, 44ªª.;.; 11ªª.:.:
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO ESTRUTURALESTRUTURAL
11ªª
,,
22ªª
,,
33ªª
,,
44ªª.;.;
11ªª.:.: seqüênciaseqüência dede aminoácidosaminoácidos ee ligaçõesligações
peptídicaspeptídicas dada molécula;molécula;
nívelnível estruturalestrutural maismais simplessimples ee maismais
importante,importante, poispois deledele derivaderiva todotodo oo arranjoarranjo
espacialespacial dada moléculamolécula ;;
SuaSua estruturaestrutura éé somentesomente aa seqüênciaseqüência dosdos
aminoácidos,aminoácidos, semsem sese preocuparpreocupar comcom aa
orientaçãoorientação espacialespacial dada moléculamolécula
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO ESTRUTURALESTRUTURAL 22ªª.:.: arranjoarranjo espacialespacial dede aminoácidosaminoácidos
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO ESTRUTURALESTRUTURAL
22ªª.:.: arranjoarranjo espacialespacial dede aminoácidosaminoácidos
próximospróximos entreentre sisi nana seqüênciaseqüência primáriaprimária dada
proteínaproteína;;
OcorreOcorre graçasgraças àà possibilidadepossibilidade dede rotaçãorotação
dasdas ligaçõesligações entreentre osos carbonoscarbonos aa dosdos
aminoácidosaminoácidos ee seusseus grupamentosgrupamentos aminaamina ee
carboxilacarboxila ;;
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO ESTRUTURALESTRUTURAL 44ªª.:.:SurgeSurge apenasapenas nasnas proteínasproteínas
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO ESTRUTURALESTRUTURAL
44ªª.:.:SurgeSurge
apenasapenas
nasnas
proteínasproteínas
oligoméricasoligoméricas ;;
DadaDada pelapela distribuiçãodistribuição espacialespacial dede maismais dede
umauma cadeiacadeia polipeptídicapolipeptídica nono espaço,espaço, asas
subunidadessubunidades dada moléculamolécula ;;
EstasEstas subunidadessubunidades sese mantémmantém unidasunidas porpor
forçasforças covalentes,covalentes, comocomo pontespontes dissulfeto,dissulfeto, ee
ligaçõesligações nãonão covalentes,covalentes, comocomo pontespontes dede
hidrogênio,hidrogênio, interaçõesinterações hidrofóbicashidrofóbicas ;;

FONTES PROTEÍCAS

FONTES PROTEÍCAS
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO ESTRUTURALESTRUTURAL 33ªª.:.: arranjoarranjo espacialespacial dede
ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO ESTRUTURALESTRUTURAL
33ªª.:.:
arranjoarranjo
espacialespacial
dede
aminoácidosaminoácidos
distantesdistantes entreentre sisi nana seqüênciaseqüência polipeptídica;polipeptídica;
OcorreOcorre nasnas proteínasproteínas globulares,globulares, maismais
complexascomplexas estruturalestrutural ee funcionalmentefuncionalmente ;;
OrganizaçãoOrganização emem domínios,domínios, regiõesregiões comcom
estruturasestruturas terciáriasterciárias semisemi--independentesindependentes
ligadasligadas entreentre sisi porpor segmentossegmentos lineareslineares dada
cadeiacadeia polipeptídicapolipeptídica;;
PROTEÍNA
PROTEÍNA
DIGESTÃODIGESTÃO ee ABSORÇÃOABSORÇÃO PROTEÍNASPROTEÍNAS BOCABOCA ESTÔMAGOESTÔMAGO DUODENODUODENO EE
DIGESTÃODIGESTÃO ee ABSORÇÃOABSORÇÃO
PROTEÍNASPROTEÍNAS
BOCABOCA
ESTÔMAGOESTÔMAGO
DUODENODUODENO EE JEJUNOJEJUNO
TT
TRIPSINATRIPSINA
RR
SS
ELASTASEELASTASE
II
QUIMIOTRIPSINAQUIMIOTRIPSINA
AA
Na+
TT
CARBOXIPEPTIDASESCARBOXIPEPTIDASES
NN
PEPSINOGÊNIOPEPSINOGÊNIO
UU
AA ee BB
GG
H+H+
RR
PEPTIDASESPEPTIDASES
PEPSINAPEPSINA
UU
AMINOPEPTIDASEAMINOPEPTIDASE
AA
EE
AMINOOLIGOAMINOOLIGO
ÇÇ
DIPEPTILAMINODIPEPTILAMINO
ÃÃ
H+
OO

TURNOVER DE PROTEÍNA

90g
90g
TURNOVER DE PROTEÍNA 90g Perda fecal 10g Perda Urinária 75g Suor 5g (SHILS,2003)

Perda

fecal

10g

TURNOVER DE PROTEÍNA 90g Perda fecal 10g Perda Urinária 75g Suor 5g (SHILS,2003)

Perda

Urinária

75g

TURNOVER DE PROTEÍNA 90g Perda fecal 10g Perda Urinária 75g Suor 5g (SHILS,2003)

Suor

5g

(SHILS,2003)

MetabolismoMetabolismo dede AmininoácidoAmininoácido (aa)(aa) ¼¼ dada dietadieta ee ¾¾ dede proteínasproteínas
MetabolismoMetabolismo dede AmininoácidoAmininoácido (aa)(aa)
¼¼ dada dietadieta ee ¾¾ dede proteínasproteínas endógenas:endógenas: “pool”“pool” dede
¼¼ dada dietadieta ee ¾¾ dede proteínasproteínas endógenas:endógenas: “pool”“pool” dede
aminoácidosaminoácidos
aminoácidosaminoácidos
SãoSão precursoresprecursores dede compostoscompostos nitrogenadosnitrogenados nãonão
SãoSão precursoresprecursores dede compostoscompostos nitrogenadosnitrogenados nãonão
proteicosproteicos
proteicosproteicos
IncapacidadeIncapacidade dede armazenamentoarmazenamento dede proteínasproteínas ee
IncapacidadeIncapacidade dede armazenamentoarmazenamento dede proteínasproteínas ee
aaaa::
aaaa::
oo
oo
excessoexcesso
excessoexcesso
éé
éé
degradadodegradado
degradadodegradado
(oxidação(oxidação
(oxidação(oxidação
dosdos
dosdos
aaaa
aaaa
correspondecorresponde
correspondecorresponde
aa
aa
1010--1515%%
1010--1515%%
dasdas
dasdas
necessidadesnecessidades
necessidadesnecessidades
energéticasenergéticas
energéticasenergéticas
MaughanMaughan etet al.,al., 20002000
DegradaçãoDegradação dede AmininoácidoAmininoácido (aa)(aa) RemoçãoRemoção ee excreçãoexcreção dodo
DegradaçãoDegradação dede AmininoácidoAmininoácido (aa)(aa)
RemoçãoRemoção ee excreçãoexcreção dodo grupogrupo aminoamino ee oxidaçãooxidação
RemoçãoRemoção ee excreçãoexcreção dodo grupogrupo aminoamino ee oxidaçãooxidação
dada cadeiacadeia carbônicacarbônica ((αα-- cetoácido)cetoácido)
dada cadeiacadeia carbônicacarbônica ((αα-- cetoácido)cetoácido)
GrupoGrupo aminoamino
GrupoGrupo aminoamino URÉIAURÉIA ee asas 2020 cadeiascadeias crbônicascrbônicas
URÉIAURÉIA ee asas 2020 cadeiascadeias crbônicascrbônicas
convertidasconvertidas emem precursoresprecursores dodo ciclociclo dede KrebsKrebs
convertidasconvertidas emem precursoresprecursores dodo ciclociclo dede KrebsKrebs
PIRUVATOPIRUVATO
PIRUVATOPIRUVATO
ACETILACETIL--CoACoA ACETILACETIL--CoACoA
INTERMEDIÁRIOSINTERMEDIÁRIOS INTERMEDIÁRIOSINTERMEDIÁRIOS DODO DODO CICLOCICLO CICLOCICLO DEDE DEDE KREBSKREBS KREBSKREBS
MarzzocoMarzzoco etet al.,al., 19991999
MetabolismoMetabolismo dede AmininoácidoAmininoácido (aa)(aa) AA degradaçãodegradação dede proteínasproteínas
MetabolismoMetabolismo dede AmininoácidoAmininoácido (aa)(aa)
AA degradaçãodegradação dede proteínasproteínas endógenasendógenas ee dada dietadieta
AA degradaçãodegradação dede proteínasproteínas endógenasendógenas ee dada dietadieta
originamoriginam oo “pool”“pool” dede aminoácidosaminoácidos
originamoriginam oo “pool”“pool” dede aminoácidosaminoácidos
PrecursoresPrecursores dede proteínasproteínas endógenasendógenas ee outrosoutros
PrecursoresPrecursores dede proteínasproteínas endógenasendógenas ee outrosoutros
compostoscompostos nitrogenadosnitrogenados
compostoscompostos nitrogenadosnitrogenados
OsOs
OsOs
aaaa
aaaa
excedentesexcedentes
excedentesexcedentes
sãosão
sãosão
degradadosdegradados::
degradadosdegradados::
cadeiascadeias
cadeiascadeias
carbonicascarbonicas ee grupogrupo aminoamino (uréia)(uréia)
carbonicascarbonicas ee grupogrupo aminoamino (uréia)(uréia)
MarzzocoMarzzoco etet al.,al., 19991999
(uréia)(uréia) MarzzocoMarzzoco etet al.,al., 19991999 REMOÇÃO DO GRUPO AMINO DOS AMINOÁCIDOS • O grupo

REMOÇÃO DO GRUPO AMINO DOS AMINOÁCIDOS

• O grupo amino é coletado como Glutamato;

• Transferência para αα –– cetoglutaratocetoglutarato formando Glutamato;

• Cadeia carbônica αα –– cetoácidocetoácido

ALANINA

+

α-cetoglutarato

PIRUVATO

PIRUVATO

PIRUVATO
cetoácidocetoácido ALANINA + α -cetoglutarato PIRUVATO + Glutamato Aminotransferase ( co-enzima peridoxal-fosfato)

+

Glutamato

Aminotransferase ( co-enzima peridoxal-fosfato)

2ª.2ª. Etapa:Etapa: gruposgrupos aminoamino originamoriginam aspartatoaspartato e/oue/ou amôniaamônia
2ª.2ª. Etapa:Etapa: gruposgrupos aminoamino originamoriginam aspartatoaspartato e/oue/ou amôniaamônia
2ª.2ª. Etapa:Etapa: gruposgrupos aminoamino originamoriginam
aspartatoaspartato e/oue/ou amôniaamônia

GlutamatoGlutamato:: consumidoconsumido emem 22 reações:reações:

GlutamatoGlutamato:: consumidoconsumido emem 22 reações:reações:

novanova transaminaçãotransaminação ouou umauma desaminaçãodesaminação

novanova transaminaçãotransaminação ouou umauma desaminaçãodesaminação

“Aspartato“Aspartato“Aspartato“Aspartato aminotransferase”aminotransferase”aminotransferase”aminotransferase”

aminotransferase”aminotransferase”aminotransferase”aminotransferase”

Glutamato

AspartatoGlutamato

+

++

oxaloacetato

α-cetoglutarato

Glutamato:Glutamato: desaminadodesaminado
Glutamato:Glutamato: desaminadodesaminado

GrupoGrupo AminoAmino podepode serser liberadoliberado comocomo

GrupoGrupo AminoAmino podepode serser liberadoliberado comocomo

amôniaamônia –– íoníon NHNH

amôniaamônia –– íoníon NHNH 44 ++ emem pHpH fisiologicofisiologico

emem pHpH fisiologicofisiologico

44

++

“Glutamato“Glutamato“Glutamato“Glutamato desidrogenase”desidrogenase”desidrogenase”desidrogenase” (fígado)(fígado)(fígado)(fígado)

desidrogenase”desidrogenase”desidrogenase”desidrogenase” (fígado)(fígado)(fígado)(fígado)

Glutamato

AspartatoGlutamato

+

++

oxaloacetato

α-cetoglutarato

Aminotransferase: utilizam α- cetoglutarato como aceptor do grupo amino, formando GLUTAMATO Ex: alanina
Aminotransferase: utilizam α-
cetoglutarato como aceptor do grupo
amino, formando GLUTAMATO
Ex: alanina aminotransferase (ou transaminase)
ALANINA
PIRUVATO
+
+
α-cetoglutarato
Glutamato
Produto comum às reações de transaminação
(ou transaminase) ALANINA PIRUVATO + + α-cetoglutarato Glutamato Produto comum às reações de transaminação 42
(ou transaminase) ALANINA PIRUVATO + + α-cetoglutarato Glutamato Produto comum às reações de transaminação 42
ReaçõesReações especiaisespeciais 7777 aaaaaaaa ==== GLI,GLI,GLI,GLI, HIS,HIS,HIS,HIS, LIS,LIS,LIS,LIS,
ReaçõesReações especiaisespeciais
7777 aaaaaaaa ==== GLI,GLI,GLI,GLI, HIS,HIS,HIS,HIS, LIS,LIS,LIS,LIS, MET,MET,MET,MET, PRL,PRL,PRL,PRL, SER,SER,SER,SER, TreTreTreTre
NãoNãoNãoNão iniciaminiciaminiciaminiciam aaaa transaminaçãotransaminaçãotransaminaçãotransaminação comcomcomcom αααα--cetoglutarato--cetoglutaratocetoglutaratocetoglutarato
CICLOCICLO DADA UREIAUREIA SínteseSíntese nono fígado:fígado: matrizmatriz mitocondrialmitocondrial c/c/
CICLOCICLO DADA UREIAUREIA
SínteseSíntese nono fígado:fígado: matrizmatriz mitocondrialmitocondrial c/c/
SínteseSíntese nono fígado:fígado: matrizmatriz mitocondrialmitocondrial c/c/
formaçãoformação dede carbonilcarbonil--fosfatofosfato (íons(íons bicarbonatobicarbonato ee
formaçãoformação dede carbonilcarbonil--fosfatofosfato (íons(íons bicarbonatobicarbonato ee
amôniaamônia
amôniaamônia
SínteseSíntese nono fígado:fígado: matrizmatriz mitocondrialmitocondrial c/c/
SínteseSíntese nono fígado:fígado: matrizmatriz mitocondrialmitocondrial c/c/
formaçãoformação dede carbonilcarbonil--fosfatofosfato (íons(íons bicarbonatobicarbonato ee
formaçãoformação dede carbonilcarbonil--fosfatofosfato (íons(íons bicarbonatobicarbonato ee
amôniaamônia –– gastogasto dede 22 ATPs)ATPs)
amôniaamônia –– gastogasto dede 22 ATPs)ATPs)
CarbonilCarbonil--fosfatofosfato condensa-condensa-sese comcom ornitinaornitina
CarbonilCarbonil--fosfatofosfato condensacondensa--sese comcom ornitinaornitina
formandoformando formandoformando citrulinacitrulina citrulinacitrulina CITOSOLCITOSOL CITOSOLCITOSOL reaçãoreação reaçãoreação comcom comcom
aspartatoaspartato argininossuccinatoargininossuccinato argininaarginina ee
aspartatoaspartato argininossuccinatoargininossuccinato argininaarginina ee
fumaratofumarato argininaarginina (UREIA)(UREIA)
fumaratofumarato argininaarginina (UREIA)(UREIA)
ee fumaratofumarato argininaarginina (UREIA)(UREIA) fumaratofumarato argininaarginina (UREIA)(UREIA) 43
ee fumaratofumarato argininaarginina (UREIA)(UREIA) fumaratofumarato argininaarginina (UREIA)(UREIA) 43
ee fumaratofumarato argininaarginina (UREIA)(UREIA) fumaratofumarato argininaarginina (UREIA)(UREIA) 43
ee fumaratofumarato argininaarginina (UREIA)(UREIA) fumaratofumarato argininaarginina (UREIA)(UREIA) 43
PROTEÍNAPROTEÍNA MUSCULARMUSCULAR DegradaçãoDegradação AminoácidosAminoácidos SínteseSíntese
PROTEÍNAPROTEÍNA MUSCULARMUSCULAR
DegradaçãoDegradação
AminoácidosAminoácidos
SínteseSíntese
TRANSAMINAÇÃOTRANSAMINAÇÃO
AlaAla GluGlu
EFEITO DO EXERCÍCIO
EFEITO DO EXERCÍCIO
DEGRADAÇÃO OXIDAÇÃO PROTÉICA DOS AA MIOFIBRILAR
DEGRADAÇÃO
OXIDAÇÃO
PROTÉICA
DOS AA
MIOFIBRILAR
DEGRADAÇÃO OXIDAÇÃO PROTÉICA DOS AA MIOFIBRILAR RECOMENDAÇÕESRECOMENDAÇÕES DIETÉTICASDIETÉTICAS
RECOMENDAÇÕESRECOMENDAÇÕES DIETÉTICASDIETÉTICAS EXERCÍCIOEXERCÍCIO DEDE FORÇAFORÇA AA síntesesíntese
RECOMENDAÇÕESRECOMENDAÇÕES DIETÉTICASDIETÉTICAS
EXERCÍCIOEXERCÍCIO DEDE FORÇAFORÇA
AA síntesesíntese proteicaproteica estáestá aumentadaaumentada durantedurante
aproximadamenteaproximadamente 4848hh depoisdepois dede umauma sessãosessão dede
exercícioexercício dede forçaforça (PHILLIP,(PHILLIP, 20042004))
AumentoAumento dede massamassa magra,magra, obviamenteobviamente éé oo
resultadoresultado dede umum balançobalanço nitrogenadonitrogenado positivopositivo ee
crônicocrônico (TIPTON,(TIPTON, 2003)2003)
RECOMENDAÇÕES DIETÉTICAS PARA ATLETAS DE FORÇA 1.6 - 1.7g/Kg/dia (ACSM, 2000) 12-15% NET(ACSM, 2000)
RECOMENDAÇÕES DIETÉTICAS
PARA ATLETAS DE FORÇA
1.6 - 1.7g/Kg/dia (ACSM, 2000)
12-15% NET(ACSM, 2000)
(Phillips, 2004)
(Phillips, 2004)

(Phillips, 2004)

(Phillips, 2004)
(Phillips, 2004) (Phillips, 2004) (RASMUSSEN, 2003) RECOMENDAÇÕES DIETÉTICAS PARA ATLETAS DE RESISTÊNCIA 1.0 -

(RASMUSSEN, 2003)

(RASMUSSEN, 2003)
RECOMENDAÇÕES DIETÉTICAS PARA ATLETAS DE RESISTÊNCIA 1.0 - 1.6g/Kg/dia(TARNOPOLSKY, 2004) 1.2g/Kg/dia(ACSM, 2000)
RECOMENDAÇÕES DIETÉTICAS
PARA ATLETAS DE RESISTÊNCIA
1.0 - 1.6g/Kg/dia(TARNOPOLSKY, 2004)
1.2g/Kg/dia(ACSM, 2000)
PARTICIPAÇÃO METABÓLICA DOS Aa MITOCÔNDRIA Glutamina Histidina glutamato Arginina prolina -cetoglutarato CAT
PARTICIPAÇÃO METABÓLICA DOS
Aa
MITOCÔNDRIA
Glutamina
Histidina
glutamato
Arginina
prolina
-cetoglutarato
CAT
PARTICIPAÇÃO METABÓLICA DOS Aa ALANINA MITOCÔNDRIA CISTEÍNA GLICINA PIRUVATO ACETIL CoA SERINA TRIPTOFANO
PARTICIPAÇÃO METABÓLICA DOS
Aa
ALANINA
MITOCÔNDRIA
CISTEÍNA
GLICINA
PIRUVATO
ACETIL CoA
SERINA
TRIPTOFANO
CITRATO
ISOLEUCINA
CAT
LISINA
TRIPTOFANO
TRIPTOFANO CITRATO ISOLEUCINA CAT LISINA TRIPTOFANO PARTICIPAÇÃO METABÓLICA DOS Aa ISOLEUCINA MITOCÔNDRIA
TRIPTOFANO CITRATO ISOLEUCINA CAT LISINA TRIPTOFANO PARTICIPAÇÃO METABÓLICA DOS Aa ISOLEUCINA MITOCÔNDRIA
PARTICIPAÇÃO METABÓLICA DOS Aa ISOLEUCINA MITOCÔNDRIA VALINA succnil CoA METIONINA TREONINA FENILALANINA
PARTICIPAÇÃO METABÓLICA DOS
Aa
ISOLEUCINA
MITOCÔNDRIA
VALINA
succnil CoA
METIONINA
TREONINA
FENILALANINA
fumarato
TIROSINA
ASPARAGINA
oxalacetato
ASPARTATO
CREATINA
CREATINA
VALINA succnil CoA METIONINA TREONINA FENILALANINA fumarato TIROSINA ASPARAGINA oxalacetato ASPARTATO CREATINA 46
Aminoácidos Isolados
Aminoácidos
Isolados

BCAABCAA

DURANTEDURANTE OO ENDURANCEENDURANCE

aa relaçãorelação triptofano/BCAAtriptofano/BCAA aumentaaumenta

triptofanotriptofano == 55 hidroxihidroxi triptaminatriptamina

SEROTONINA

BCAABCAA

suplementaçãosuplementação

•• isoleucinaisoleucina -- 125mg125mg •• valinavalina -- 125mg125mg •• leucinaleucina -- 250mg250mg

3030 minutosminutos antesantes dede cadacada treinotreino ouou competiçãocompetição

BCAABCAA

AA degradaçãodegradação dosdos aaaa ocorreocorre principalmenteprincipalmente nono fígadofígado menosmenos aa dosdos BCAABCAA

BAIXABAIXA QUANTIDADEQUANTIDADE

DEDE

AMINOTRANSFERASEAMINOTRANSFERASE DEDE CADEIACADEIA

RAMIFICADARAMIFICADA

grandegrande massamassa == altaalta liberçãoliberção dede aaaa

ALTAALTA CAPTAÇÃOCAPTAÇÃO

SEROTONINASEROTONINA

•• FADIGAFADIGA CENTRALCENTRAL •• REDUÇÃOREDUÇÃO DADA POTÊNCIAPOTÊNCIA MUSCULARMUSCULAR •• INDUTORAINDUTORA DODO SONOSONO •• DEPRIMEDEPRIME AA EXCITABILIDADEEXCITABILIDADE NEUROMUSCULARNEUROMUSCULAR •• AUMENTAAUMENTA AA SENSAÇÃOSENSAÇÃO DEDE CANSAÇOCANSAÇO

OVERTRAINING

ALANINAALANINA nãonão essencialessencial •• utilizadautilizada nana síntesesíntese dede glicoseglicose pelopelo
ALANINAALANINA
nãonão essencialessencial
•• utilizadautilizada nana síntesesíntese dede glicoseglicose
pelopelo fígadofígado
•• produzidaproduzida pelopelo músculomúsculo durantedurante oo
exercícioexercício
piruvatopiruvato ++ glutamatoglutamato == alaninaalanina ++
alfaalfa CGCG
manutençãomanutenção dada glicêmiaglicêmia
ARGININAARGININA suplementaçãosuplementação •• suplementosuplemento 10mg10mg aa 30mg30mg (4(4
ARGININAARGININA
suplementaçãosuplementação
•• suplementosuplemento
10mg10mg aa 30mg30mg (4(4 vezes/dia)vezes/dia)
•• lipotrópicolipotrópico
250mg250mg (2(2 vezes/dia)vezes/dia)
•• crescimentocrescimento
350mg350mg (3(3 vezes/dia)vezes/dia)
LISINALISINA suplementaçãosuplementação •• suplementaçãosuplementação 90mg90mg (3(3 doses/dia)doses/dia)
LISINALISINA
suplementaçãosuplementação
•• suplementaçãosuplementação
90mg90mg (3(3 doses/dia)doses/dia)
•• LipotróficoLipotrófico
150mg150mg (3(3 dosesdoses /dia)/dia)
•• desenv.desenv. muscularmuscular
200mg200mg (3(3 doses/dia)doses/dia)

Jeukendrup, 2001

Jeukendrup, 2001
ORNITINAORNITINA suplementaçãosuplementação •• SuplementaçãoSuplementação 75mg75mg (4(4
ORNITINAORNITINA
suplementaçãosuplementação
•• SuplementaçãoSuplementação
75mg75mg (4(4 vezes/dia)vezes/dia)
•• LipotrópicoLipotrópico
250mg250mg (2(2 vezes/dia)vezes/dia)
•• CrescimentoCrescimento
350mg(3350mg(3 vezes/dia)vezes/dia)
(2(2 vezes/dia)vezes/dia) •• CrescimentoCrescimento 350mg(3350mg(3 vezes/dia)vezes/dia) Jeukendrup, 2001 48
(2(2 vezes/dia)vezes/dia) •• CrescimentoCrescimento 350mg(3350mg(3 vezes/dia)vezes/dia) Jeukendrup, 2001 48

Jeukendrup, 2001

Jeukendrup, 2001

Jeukendrup, 2001

Jeukendrup, 2001
BIOQUÍMICABIOQUÍMICA FONTEFONTE DIETÉTICADIETÉTICA TRIACILGLICEROLTRIACILGLICEROL G ÁCIDO GRAXO L I C ÁCIDO
BIOQUÍMICABIOQUÍMICA
FONTEFONTE DIETÉTICADIETÉTICA
TRIACILGLICEROLTRIACILGLICEROL
G
ÁCIDO GRAXO
L
I
C
ÁCIDO GRAXO
E
R
O
L
ÁCIDO GRAXO
11 GRAMAGRAMA == 99 KcalKcal
E R O L ÁCIDO GRAXO 11 GRAMAGRAMA == 99 KcalKcal GORDURASGORDURAS ÁCIDOSÁCIDOS GRAXOSGRAXOS Saturado
GORDURASGORDURAS
GORDURASGORDURAS

ÁCIDOSÁCIDOS GRAXOSGRAXOS