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O CÉREBRO REPTILIANO

por James M. Ridgway Jr


(Traduzido do site: http://www.reptilianagenda.com/research/r101999b.html)

Arquivado 19-10-99
Aquivo # r101999b
Doado por Jocleyn Savage

Adicionado à Página da Comunidade Editorial Starnet no dia 22 de janeiro de


1997.

Todos os assuntos sociais, bons ou ruins, são no fim dependentes do cérebro réptil do
homem. O assim chamado Complexo-R é a região mais velha e mais primitiva de nossa
massa cinzenta. É o centro de agressão/sobrevivência de nossa existência. As emoções
básicas que nos governam como amor, ódio, medo, luxúria, e satisfação emanam deste
primeiro estágio do cérebro. Por milhões de anos de evolução, camadas de raciocínio
mais sofisticado foram sendo adicionadas a esta fundação - nossa capacidade intelectual
para pensamento racional complexo que nos fez teoricamente mais inteligentes do que o
resto do reino animal. Quando nós estamos descontrolados de raiva, significa que nosso
cérebro réptil está anulando os componentes racionais do nosso cérebro. Se alguém diz
que agiu com o coração em vez da cabeça. O que ele realmente quer dizer é que
concedeu o controle às suas emoções primitivas (que têm origem no cérebro réptil), ao
invés dos cálculos da parte racional do cérebro.

Enquanto as partes mais modernas e sofisticadas do cérebro conseguem fazer o


complexo pensamento do dia-a-dia, ainda é a antiga parte réptil que nos governa.
Políticos, pregadores, e homens que lidam com propaganda sabem disso, e sempre
dirigem suas palavras para as nossas emoções, e não ao nosso intelecto, para comunicar
a sua mensagem. A coisa assustadora sobre o cérebro réptil é que ele não tem nenhum
conceito de bem ou mal. Ele simplesmente exige uma ação de algum tipo. Não tolerará
ficar na inatividade. Se não puder achar uma saída para uma ação criativa, caminhará
implacavelmente para uma ação destrutiva, e se nenhuma das alternativas for possível,
então ele começa a buscar a autodestruição. Assim, a humanidade como um todo, bem
como os indivíduos, oscilam entre a guerra e outros impulsos assassinos, e a edificação
pacífica e a harmonia. Às vezes quando não há nenhuma saída perceptível para uma
atividade construtiva, especialmente entre os jovens e os idosos, e uma forte consciência
está bloqueando uma saída destrutiva, uma depressão severa tomará conta de quem
estiver neste estado de inatividade, empurrando terrivelmente a vítima para o suicídio.
Assim, a consciência pode manter uma pessoa pura e honesta. Contudo, sobre condições
erradas pode também empurrar a pessoa para o limite.

Um clássico exemplo do cérebro réptil em ação pode ser visto no trabalho do homem
mais vil de todos os homens vis do século 20: Adolph Hitler. No princípio, Hitler teve
fortes impulsos criativos para ser um artista. Porém, quando aplicou isso às escolas de
arte ele foi considerado não ter o talento básico para a sua aceitação (talvez mais porque
ele não teve as conexões sociais certas). Os sonhos de Hitler foram esmagados. Durante
os próximos anos ele vagou pelas ruas da Áustria e da Alemanha. A essa altura, Hitler
era uma pessoa completamente destituída que, segundo alguns historiadores, fez pelo
menos dezenove tentativas de suicídio. Em uma de suas tentativas quase bem-sucedida,
ironicamente, ele foi salvo da autodestruição por membros de uma família de judeus.
Eventualmente, como todos nós sabemos, estando bloqueado para propósitos positivos e
tendo falhado no suicídio, Hitler descobriu o partido Nazista, e o cérebro réptil dele
encontrou seu caminho em uma orgia destrutiva que afetou ele mesmo e cerca de
60.000.000 de outros da sua espécie, e deixou grande parte da Europa em cinzas. Tudo é
impulsionado pelo cérebro réptil. Desde as glórias de nossos poetas e curandeiros até os
criminosos e assassinos que aterrorizam nossas ruas e casas.

Se o cérebro réptil é o forno de nossas ações, então o hormônio masculino, a


testosterona, é como gasolina nesse fogo. É por isso que durante os milênios o homem
tem sido muito mais criativo e destrutivo do que as mulheres. (Me desculpem os grupos
politicamente corretos) É claro que, como nós sabemos, os homens são fisicamente
mais ativos quando o nível de testosterona deles atinge o ápice aos vinte anos. Assim,
com o cérebro réptil deles incendiado pela testosterona trabalhando a todo vapor e
desejando ação ao final da adolescência, guerreiros, atletas e membros de gangues
alcançam o auge de sua letalidade nesta fase da vida.

Agora o ponto chave deste exercício é que o cérebro réptil não está a ponto de ceder o
seu domínio sobre a humanidade em alguns milhões de anos, mesmo se nós pudéssemos
sobreviver sem ele, o que é provavelmente uma impossibilidade. Em todo caso, é
importante que em todos os nossos assuntos políticos e sociais, legisladores,
administradores, homens de negócio e líderes religiosos, e o público em geral, estejam
completamente conscientes de como o que eles pretendem poderia afetar o cérebro
réptil. Essas ações criarão bolsões involuntários onde a ação positiva será bloqueada,
conduzindo assim a uma cadeia inteira de forças destrutivas sendo liberadas? Ou elas
permitirão atividades que, mesmo talvez não idealmente adaptadas a todo interesse, pelo
menos minimizarão o potencial destrutivo? Para saber a solução, a pessoa tem que
primeiro entender o problema. O cérebro réptil sempre foi a maldição e a salvação da
humanidade. Contudo, tem sido ignorado a um grande risco.

Nota: David Icke, www.davidicke.com, David Icke E~Magazine, Jackson Macêdo,


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