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Rua Leôncio Correia, 381 - Água Verde Curitiba - fone 3242-5567 Pároco: Pe. OSMAIR JOSÉ PRESTES

ALIMENTE SUA FÉ

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– Curitiba - fone 3242-5567 Pároco: Pe. OSMAIR JOSÉ PRESTES ALIMENTE SUA FÉ 01 O MILAGRE

O MILAGRE DO ROSÁRIO NO JAPÃO

O MILAGRE DO ROSÁRIO NO JAPÃO

A Igreja Católica entrou no Japão no século XVI, quando lá chegavam missionários portugueses e espanhóis, entre eles São Francisco Xavier. Destacaram-se os jesuítas, franciscanos e dominicanos. Após breve período de florescimento, o cristianismo passou a ser duramente reprimido até o século XIX. Num país onde 90% da população é filiada ao Xintoismo e Budismo, o cristianismo, embora representando minoria, vem ganhando adeptos. Florescem hoje no Japão dezenas de comunidades católicas, somando entre dois a três milhões de fiéis. Em 1945, já ao final da 2ª guerra mundial, embora vista com ressalvas a atuação da Igreja Católica, algumas paróquias de missionários alemães exerciam o apostolado livremente, como em Hiroshima e Nagasaki, graças à aliança de guerra existente entre Japão e Alemanha (EIXO). Após longo bombardeio, que não surtiu efeito, diante da resistência do Japão, como todos sabemos da história, lançaram os americanos duas bombas atômicas, sobre Nagasaki e Hiroshima, com efeito devastador, até então inimaginável. Em Hiroshima, após a explosão, num raio de 1.800 metros nenhuma construção resistiu, morreram instantaneamente carbonizados cerca de 80.000 pessoas, ninguém sobreviveu. Outros 70.000 morreriam queimados ou por radiação nos próximos 7 dias, num raio de 10 km.

Porém, a cerca de 800 metros do epicentro da explosão erguia-se uma pequena igreja e casa paroquial anexa, onde moravam 8 missionários jesuítas alemães, que lá se encontravam reunidos no momento da explosão. Era 06 de agosto de 1945. Situação dramática, pois também os hospítais vieram abaixo e a maioria dos médicos e enfermeiros também pereceram. Em meio aos escombros e dezenas de milhares de mortos, a casa paroquial dos missionários permaneceu intacta e 8 missionários jesuítas, que nada sofreram, a menos de 800 metros da explosão. Inexplicável, já que num raio de 1800 metros do epicentro da explosão, ninguém sobreviveu e só restaram escombros. Pe. Hubert Schiffer, um dos padres da comunidade sobrevivente tinha então 30 anos, viveu mais 33 anos com perfeita saúde, sem nenhuma perda de audição, sem nenhuma sequela radioativa, bem como os demais 7 confrades da comunidade. Pe. Schiffer, durante seus 33 anos

de sobrevida, foi inúmeras vezes submetido a exames e interrogado por mais de uma centena de médicos e cientistas. Todos unânimes, incapazes de explicar como ele e demais missionários escaparam ilesos de tamanha catástrofe, a cerca de 800 m do epicentro da explosão; e sem nenhuma sequela radioativa. Renomado estudioso do Departamento de Defesa Americano, Dr Stephen Rinehart declara: “A 1 km a

forma alguma um ser humano poderia ter sobrevivido, nem deveria qualquer coisa permanecido de pé a 1 km.” Em 1976, por ocasião de um Congresso Eucarístico em Filadélfia, nos EEUU, Pe.Huber Schiffer mais uma vez de público narrou a incrível experiência vivida em Hiroshima. Vale lembrar, que nesse mesmo ano de 1976, além do Pe. Schiffer, os demais 7 missionários da mesma comunidade, sobreviventes da explosão, continuavam todos vivos, sem sequelas radioativas. Diante da pergunta insistente de jornalistas e pesquisadores, Pe.Schiffer respondia sempre:

“Eu estava no meio da explosão atômica e estou aqui vivo e salvo. Não fui atingido pela destruição”. “A única coisa que fazíamos de diferente na casa, no momento da explosão, é que rezávamos o rosário ” Segundo informações do próprio Pe. Schiffer, também em Nagasaki, segunda cidade atacada pela bomba atômica três dias após, igualmente dentro do raio de ação mortífero da bomba, um convento franciscano, fundado por São Maximiliano Kobe, inexplicavelmente permaneceu intacto e os frades nada sofreram. Também rezavam o Terço todos os dias.

O ROSÁRIO, mais poderoso que a bomba atômica.

Roque José kammers roquejk@hotmail.com