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ANALÓGICA

Bobinas ou Indutores

Movendo-se através de um condutor, a corrente origina um campo magnético que pode ser aumentado quando o fio é enrolado sobre si mesmo

Foi o Físico Hans Chr i s t ian Orsted quem descobriu

e m

corrente cont í nua , move a agulha de uma bússol a

como se fosse um imã peque n o .

1820 que um f i o , quando é pe r co r r i do por uma

Dito de outra f orma , uma corrente de elét r ons produz um campo magnético tão forte como intensa for a corrente .

Este fenômeno , denominado eletromagnetismo , foi estudado em p r ofund i dade para o desenvolvim e nto da ele t ro t écn i ca , p r imeiro , e depois da e l e t rônica .

&lmFD

No caso de que um fio realize um percurso circular, ou seja, uma espiral , os campos magnéticos no seu inte r ior são somados aumentando de intensidade.

Sobrepondo vá r ias e spirais , cada uma de l as r eforç a a intensidade do campo. Um dispositivo des t e t i p o denomina-se bobina ou indutor .

Este efeito é ampli f icado poste r io r men t e se no c e n-

tro da bobina for coloc a do um núc l eo

" ferromagn é t i co " como , por exemplo , o f erro.

de mater i al

NORTE E SUL

Como os imãs normais , também os eletroim ã s (ou

" solenóides " ) têm uma polaridade: o c ampo magné-

tico tem um " polo

no r te " e um " polo sul " .

Dois pólos diferen t es ( por exemplo no r te e sul ) são

atraídos

mesmo sinal (como norte e norte ) se repelem .

ent r e si enquanto qu e do i s pólos com o

V i s t a l ate r a l es qu e r d a

21

No interior de uma espiral que está sendo percorrida por uma co r rente , o campo magné t ico é mais i nt enso .

o

campo

/

iC o rr e nt e

magnético deste dispositivo, chamado também eletroimã , pode ser muito intenso . Algumas gruas utilizam-no para levantar toneladas de mate r iais metálicos .

Os relés s ã o feitos com uma bobina potenciada por um núcleo metálico.

Como a polaridade depende da direção da corrente, é poss í vel control á -Ia : este fato permite , como vere- mos mais à f rente , a re a liza ç ão de motores e m á qui- nas el ét ric a s .

Um indu t or que é percorrido por uma corrente , transforma - se num eletroimã ; nos seus e x tremos formam-se dois pólos magnéticos : polo norte e polo sul.

----------------

UCÃO

6

ANALÓGICA

Indu~ão

Um indutor tem tendência a opor-se às varia~ões da corrente que o percorre

A relação entre corrente e campo magnético

apenas num ún i co sent i do: uma variação do campo magnético produz uma tensão e l étrica num fio.

não é

o dínamo e os alternadores , por exemp l o, aprove i tam este princíp i o para produzir energia elétr i ca parti ndo de um movimento mecân i co.

Neste momento t emos maior interess e

colateral: o campo magnético originado po r um indu-

n um efe i to

tor influi na sua corrente .

UNIDADES DE MEDIDA

A auto - indução provoca um efeito similar à da inércia mecânica: um veículo pesado é difícil de acelerar e difícil de travar.

A indução é medida em henry (símbolo H) , que adota o seu nome do f í sico Americano Joseph Henry , que descobriu a auto-indução .

Os indutores normais uti l i zados em eletrônica , têm induções medidas com os sub-múltiplos milihenris (mH) ou microhenris (~H) .

Deve - se ter e m conta que qualquer fio se comporta

c omo u m in d utor microscópico:

tem i m portânc i a nas

o símbolo do indutor nos esquemas elétricos , com e sem o possível núcleo ferromagnético.

INÉRCIA ELÉTRICA

S

e m núc l eo

C om n úc leo

Quando se aumenta a corren te que passa por um

indu t or , aumenta de i n t ens i dade

o campo

magnético que produz a mesma .

No entanto , este aumento é uma v a ri a ç ão do campo que , por sua vez , o r igina u m a

do pró pr io indu t o r

tensão nos ex t remos

Desta forma , um i ndutor atua como um vola n te, opondo- se às variações bruscas da corrente . A corrente vari a

e m qua l quer dos casos, po r ém mais devaga r .

altas f reqüências (como por e x em pl o r ádio ) , ond e é n e- cessário pouco para produzir uns efeitos signi f icat i vos .

As bobinas utilizadas na eletrônica são geralmente de pequenas dimensões , como valores entre 11lH e 100 mH.

f

I

1 -------------·---

·

.1.0= --.

(arga d. um indutor

Da mesma forma que com os capacitores, também os indutores podem ser carregados, mas de outra maneira

não

c i rcul a n en huma co r rent e: a auto - indução p r o du z uma

t ens ão i gu al e co ntrá ria .

Ap l i ca n do u m a tensã o a um i ndutor , inicialmente

No en tant o , pouc o a p o u co es ta

a cor r e nt e p ode se r au menta da de uma forma

g r essiva ,

ten sã o é r e d u z i d a e

pro-

em t eori a a t é a o m f l n i to .

o qu e signif i c a q ue o in d utor se carrega, ac umul a n do

e n e rg i a na f or ma

te r íst ic a é aprov e i t ad a em diferente s ap l i cações .

d e u m c a m p o ma gn éti co : est a c ara c-

Fechando o interrupto r , o indutor L começa- s e a carregar. A corr e nte que o p e rcorre va i aum en tando .

Cor r e n te n o L

Li mit e : V I R

----- ~ ---------------

T e mpo

I

nt err uptor

C

R e s i s to r

Indu t o r

CURVA DE CARGA

C

consid er a m o s como uma s i tua ç ão mais r ea l a q ue se mos t r o u a n t e r iormen t e : um i n du tor ca rrega - se at ravés de um a r esist ênc i a .

om o

u m circ ui t o

d e resistência

O nã o ex i s t e ,

A c or r e nt e t e m ten dê ncia a a umen t ar d e forma li near,

ma s es t á limitada

c o mo

gr ad ual me nte pe l a res i stênc i a ,

se m o s t r a na f i g u ra.

C

o m o é óbv i o , n ã o po der á

ul t r a p a ssa r

o máximo

pe

rmi t i do

p e l a lei de Ohm, V /

R , onde o

R po d e tam-

 

b

ém ser a r e sis tê nc i a do me s m o fio co m o q ue está

A co rr ente num circuito RL em função do temp o : deve - se considera r que não interessa a tensão do indut o r, mas sim a corrente que o atrave s sa.

e

n ro lado o i nduto r .

FILTROS LR E OUTRAS UTILIZAÇÕES

C omo um i ndutor s e opõe à s v ar i ações

apli c ada e , po r t anto , da corre n te q ue o pe rc o r re , o seu com p ortament o é alterad o pela freqüência .

da ten sã o

A bai xas freqüê n c i as ,

as var i açõe s s ão l en tas , po i s o

i

ndut o r a s d eixa passa r c om f a c il id ade , e n qu a n t o q ue

p a r a as altas f r e qü ênci as com p o r t a - s e u ma interr upção do ci r cuito.

q uase c om o

T r a t a - s e po r tanto d e u m com p o r tamento

o p os t o ao d o

cap acit ar . As bobinas são ut il i z ada s co m f req üê ncia p ara bloquear a co mpon ente alte r na d a de um s i na l , espec i a l m e nte no campo d o rádio.

-------- ---------

Entr a d a

L

R

Sa í d a

Nes t e filtro LR, a bobina t orna-se num obstáculo para as c orr e nt e s que variam com r a p i de z , ou seja , alte r nadas a altas freqüências. Este fiftro t e nd e a nivelar a corrente qu e o atrav e ssa.

23

ANALÓGICA

- ---,

Bobinas, capaciteres

{stes dois dispositivos, embora bastante diferentes entre si, têm um (omportamento (uriosamente pare(ido

Por muito diferentes que sejam os princípios nos quais se baseiam , inclusive na sua estrutu r a f í sica , existe uma relação es t reita entre o indutor e o capac i tor. Os dois dispositivos são simétr i cos . Trocando-se a cor- rente e a tensão, o seu comportamento é o mesmo co - mo se pode ver na tabe l a .

--11-- Conde n sador

~

Esta tabela está referida aos componentes ideais ; os pr i nc í pios básicos valem da mesma forma para os componentes reais utilizados na eletrônica.

Simetria entre bobina e capacitor , trocando-se tensão e

correme.

Bobina

A c u m ul a e n e r gi a c o mo ca mp o elétrico

Co m u ma corre n te co n s t an t e , a t en s ão sobe l i nea r men t e Opõe - se às va r i ações d e corren t e Compo r ta - se como i so l ado r pa r a a compo n en t e co n t í nua Comporta-se como con d u tor a al t as freq ü ênc i as Cor r ente e x cessiva " de fec h o " se fi ca r em curto-c i rcuito

Acumu l a e n e r g i a como ca mp o m ag n ét i co Com u m a te n são co n stante , a c orre n te so b e l i n ea r me n te Opõe - se às var i a ç ões d e co rr en t e Com p orta - se como condu t or p a r a a component e cont í n u a Comport a - s e c omo isolador a altas fr eqüências Corrente e x cessiva " de abe r tura" se f i c ar em c u r t o - c i r c u i t o

TENSÃO EXCESSIVA NA ABERTURA

A

ú lt i ma linha da tabela desc r eve um fen ô meno in t e-

re

ssant e que , no caso do capacito r , é a fo r te corrente

qu e s e obtém quando se desca r rega de repente .

As faíscas que se vêm quando se interrompe um fio são devidas aos indutores presentes no circuito , ou à indução dos fios .

No c a so de que um indutor seja perco r r i do por uma corrente ( que esteja carregado) o circu i to abre-se, o campo magnético tem tendência a manter esta cor- rente aumentando a tens ã o nos extremos do com- ponente.

Esta tensão sobe de forma brusca para va l ores muito elevados , causando freqüentemente uma faísca que impede a interrupção durante um breve espaço de

t empo .

CIRCUITOS LC

Quando utilizar i ndutores e c apac i tores juntos ob- têm-se efeitos in t eressantes , como os c i rcu it os que são capa z es de " ressoa r' em altas freqüências .

Podem-se também r ealizar filtros mais eficazes que os que vimos anterio r mente , combinando as caracte- rísticas dos dois dispos it ivos .

Por exemplo , a figura mostra um filtro LC localizado à saída de uma fonte de alimentação para nivelar a tensão da saída: é mais eficaz do que um simples filtro RC e tem uma queda de tensão menor.

E

ntrada

L

r

Saída

Filtro Le: as irregularidades (componente alternada) são bloqueadas pelo indutor e provocam curtos - circuitos ao terra através do capacitor_

24

DIGITAL

~amílias de inteCJrados

Um guia para a orirnta~ão rntrr os prindpais tipos r variantn dos drcuitos lógicos

di

vi didas por

f~

'\bfo.

::" '

Os circuitos integrados dig i tais d i v i dem-se em duas

grandes categorias: M05 e b i pola r es sua vez em vários g r upos.

A diferença existente entre o MOS e o b i pola r r adica na sua estrutura inte r na (os pr i meiros u t i lizam transistores M OS FE T ; o s segundos, transistores de ju n ta ou BJT), mas n e st e manua l some n te nos i nte r essa m as suas imp li cações prá ti cas . Ent r e os M OS preva l ecem agora os CM05 (MO S complementa r es) , enquanto que e n tre os bipolares estão os TIL (t r ansistor - transisto r log i c:

l ógica transistor - transisto r ) e os ECL (emitte r - coupled logic : lógica acoplada ao em i ssor) .

CMOS:

TTL:

74HCOO

7400

74HCTOO

74LSOO

etc .

74FOO

. etc .

CMOS e T I L a s duas f a míli a s mais

no âmbito industr i al com o n o p a rti cu l a r, t êm em comum

mui t as vezes a forma d e coloca ção d o s terminais .

d i f undi das, tanto

A sér i e

I n s t ru m en t s p a r a o s se u s TIL , confi rmado .

7 4 ,

i n t r od u z id a

ini ci a l m en t e

p e l a T e xas

c on s tit u i um padrão

D e s t a f o rma , podemos

t er u m 7 4 00 ( T I L )

e um

74HCOO ( CMOS ) di f erentes ele tric ame nt e m a s c om a coloca çã o d os t e r m in ais i dêntic a e co m a m e sma funç ão lóg i ca ( N A N D qu a d r u p l o) .

As v e rsõ e s CMOS e TTL deste NAND quádruplo , e muitas das suas va r iantes ,

t ê m as mesmas li g aç ões.

ESCALA DE INTEGRAÇÃO

O s primeiros integrados eram os 55 1: single - sca le integration (integ r ação a pequena esca l a ), o u seja , que reuniam p oucos componentes (trans i s t ores ) nos

s e us chips de s i lício.

Dep oi s c h eg a r am os M51 ( me d i um scale i n tegra t i on :

i n te gração

g r an de escala) , o u VL51 (very large scale : a mu i t o

gran de es cala) e o número de componentes

ta agora mais rapidamente

existe ainda nenhum limite físico prev i s í ve l para a miniaturização , podendo esta crescer ainda a l guns ano s ao ritmo atual , pelo menos . Uma cur i osidade :

até este momento sempre fo i c u mpr i da a empír ica l ei

a m é d i a escala) , os L51 (Iarge sca l e : a

aumen -

do que os sinais . Não

Num chip já é possível incluir dezen as de milhões de componentes .

2 1

de M oore: o n úm e r o d e c o m p on e nt es que pod e m ser in t eg rad os n um c hi p ( de u m determ i nad o tamanho )

duplic a- se m a i s ou menos de

18 em 1 8 m eses .

DIGITAL

MOS f (MOS

Um baixo (onsumo e uma boa imunidade às interferindas estão entre as vantagens da te(nologia MOS

Os c irc u i t os MOS req u erem mu it o po uc a corrente

para f u nc i onarem :

transições de u m estado pa r a o u tr o .

apenas têm c o ns u m o du ra n t e a s

As suas en t radas

c ompo r tando - se como u ma resistênc i a d e va lor mui t o

elevado (dezenas ou centena s d e meg a ohms ) , sem

i

estão

a u m a a lta

im ped â ncia

n t e rf e r ir em no cir c u i to ao qua l est ão li g a d os .

Fi nalmente , têm uma boa margem de imunidad e ao

ruído : u ma i nte rf erência

te n são numa e nt r ada não ocasi o na a lei t ura de um

nível l ógico er r ado .

que a lter e aci ma de 1 V a

A sé r ie 74HC r esi s te b e m às i nterferê nci a s se m in t e r pretar erradamente os sina is l ógico s.

&mâilEB

Alé m dos mode r nos C M OS da sér i e 74H C e simil ar e s,

a i n d a se utili zam (em b ora estej a m e m vi a s d e e x t i n ç ão ) os i n t egrados MOS da série 40 00 , m a i s a n t igos . S ã o

ba st an te mais lentos, sensív ei s

táticas ( é f áci l de se queimare m q u a ndo fo r em m a ni -

às cargas eletros -

p

u l ados) e est ã o expostos a um pro ble m a de bloq u eio

d

es tr u ti vo d e nom i nado "I atch-up ".

N o en t an t o , podem funcionar

aliment a ç ã o

ra n t e en t re outras coisas u ma imu n i d a d e mais el ev ada

à s i nterfe r ên c ias .

co m uma te ns ã o de

mais el e vada ( i n c lu sive 1 5 V) o que g a -

74LS

74HCT

74HC

(TIL)

(

CMOS )

(

CMO S)

 

A

d ap t ad o r

A s a í da d e um T TL não pode ser ligada dir e tament e a um HC, pois é n e c essário utilizar um HCT que t e nha os lim i t es co rr etos .

22

Si

e nt r ada

n a l de

I nt e r fe r ê ncia

Tempo

T o d os os ci r cuitos

inte gr ados est ã o pro t egidos das ca r gas ele t ros tát icas , mas os CMOS são especialmente sensíveis.

LIMITES: HC E HCT

Uma variante da família 74HC é a 74HCT

" T " a d i cional significa TTL ; são CMOS , mas desenha -

na qual o

do

s pa r a a sua ligação direta aos TTL .

A

diferença est á nos lim i tes l ógicos

das entradas

qu

e, como mostraremos na página seguinte , no caso

dos TT L são diferentes e piores.

Nos projetos novos é m e lhor u t i li zar apenas os HC . Freqüentemente é necessário a ligação a outros dis- positivos que proporcionam sinais ao nível TTL, motivo pelo qual pode ser útil recorrer aos HCT .

-- - ---

---

-- -

TTL

----

----

Durantf muito tfmpo foram os sfnhorfs absolutos da sirif 14. Os TTLsão rápidos mas têm vários inconvfnifntfs

o p r imeiro inconveniente dos TTL , a fam í lia ma i s difundida dos integrados bipolares , consiste nos seus limites lógicos assimétricos.

(L , zero) est á mui-

to próximo do terra . Uma pequena interferência pode

ser o suficiente para causar um erro .

Em especia l , o limite do nível baixo

Além disso, funcionam apenas a 5 V de alimentação enquanto que os 74 HC são mais flexíveis ( normal- mente de 2 a 6 V) .

Os limites das entradas representam os TT L, como o 7400 , sensíveis ao ruído elétrico. A interferência no nível L poderia ser interpretada como H.

Sinal da

entrada

2

0

5V

, 4 V

, 8 V

ov

I

nte r ferênc i a

que s u pe r a o l i m i a r

T

e m po

+ Vc c

- vc c

74

L S0 4

Ao contrár io dos MOS , as entradas dos TTL reque r em corrente . Quando é necess ári o indicar o nível L , deve - s e deslocar cor r ente para a massa .

A figura mostra um c i rcuito equivalente , uma p r imeira aproxim a -

ç ã o a uma ent r ada TTL : uma resist ê ncia l i gada à alimentação.

No caso d e qu e a entrada esteja em um nível alto (H) não passa corrente , enquanto que se estiver em um nível baixo (L) passa corrente (na ordem de 1 mi l iampere) .

74

L S0 4

Mu l t iplicando esta pequena corrente pe l o número de entradas , é fác il alcan ç ar consumos bastante elevados. Limita também o

número de entradas que podem ser ligadas a uma saída (fan-out ) .

A entrada de um TTL tem um funcionamento similar a uma resistência. Se o

nível for baixo (L , zero) tem-se a absorção da corrente .

~

Em algumas versões dos TTL f o i r eduzida a co rr ente de

ent r ada , como

no caso da sér i e 74LS. Um 7 4 LSOO con -

some mais ou menos u m a qu ar t a pa r te de um 7 400 .

Outras variantes oferecem maio r velocidade , como os 74S (Scho t tky) , os 74F (fast) e outras versões utilizadas onde os CMOS não chegam .

Para velocid a des supe ri ores (com o cu s to de consumos elevados ) é necessário recorrer a famílias bipolares especializadas como a ECL .

23

DIGITAL

Problemas de IiCJa~ão

Para um bom funcionamento i necessário respeitar algumas regras básicas

Na sa í da de um TTL o nível H é muito

2 , 4 V , i nsuf ic i ente serie H C.

baixo . Apenas

pa r a a ent ra da de um CMOS da

+Vcc

A l ém da solu ç ã o j á m encionada , nem s e mpre prá t i c a ,

pa ra

in te rm e d iá ri o , f re q üentemente basta uma r es i stên c i a

(p ull-up , ati r ar pa r a cima) , como se mos t ra na figura .

como

a utiliza ç ão

d e um HCT

adequado

De fa to , as sa í das TIL

quan d o estão em L ; se estão em H são q uase l iv r es e po d em ser " pux a das " pa r a cima com a resistência para a u men t ar a t ensão .

" têm " corrente até abaixo

TIL

C MO S

Uma simples resistência é freqüentemente suficiente para adaptar uma saída TTL a uma entrada CMOS, subindo o nível lógico H.

LIMITES À SAíDA

Um CMOS d a sér i e 74HC pode con-

t ro l ar tud o ; à su a s a í d a podem-se ligar ta n to o TTL com o o CMOS.

No entan t o ,

r e q uerem cor r ent e pa r a esta r a nív e l L

(b a ix o) , é n e c e ssá r io v eri fica r se a s a í-

d a a p ode prop o rcionar .

co m o as en t radas TIL

U m s e gun d o prob le m a m a i s s u sc e p- tív e l de erro, produz-se es p ecialmente com os CMOS , q uando uma mesm a s a í da est á ligad a a vár i as e nt r ada s.

C omo c a d a en t r a da t e m um a c a p a- c i dade p equena em relação à massa , es t es p equenos capacitares (em pa r a-

l elo entre si) som a m-se , formando um

f i l t r o qu e a l t er a u m pouc o os sinais l ó - g icos.

C MO S

Se uma saída controla várias entradas, para os TTL o principal problema é a corrente (fan-out) enquanto que para os CMOS é a capacidade das entradas.

~

A s e n t r a d as MOS e CMOS nunc a se de vem dei x ar

a b e r ta s , po rqu e o seu estado é ind e fin i do :

, -------------- -- -------------- ,

p odem

+Vcc

 

N

ão!

=D- H ( 1 )

E

n tr

adas

abe r t as

L (O)

TTL

+

H ( 1)

L ( O )

vc c

inclusive rec e b e r um a inte r fe r ê ncia de 60 Hz da rede de alimentação (por " acoplamento c a p a c i tivo " ) . Uma entrada T T L aberta é teori camente

H (Alto ), mas c o nvém l i g á- I a de qualque r dos modos à alimenta çã o com uma resistência , para el i minar possíveis sinais não dese j ados .

As entradas nunca devem ficar abertas. Desta forma é como podem-se ligar corretamente para ter O (L) ou 1 ( H ).

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COMPONENTES

Indutores na práti(a

Um indutor podf ser adquirido já pronto para ser utilizado ou fabricado df forma artfsanal

Um simples fio enrolado

bobina . O f i o pode ser rí g i do ou estar segu r o por u m suporte cil í ndri co isolante .

o u

const i tu i

um induto r ,

Se utiliza com freqüência um f i o esma lt ado. É feito d e cobre revestido por um a capa de esmalte fin a isolante , que ocupa muito pouco espa ç o .

Para algumas espirais qu e não se to ca m entre si , como acontece nos circuitos de alta f reqüência , p od e s e r utilizado também um fio não isolado .

tmImD

As espir a i s podem es t a r en r ol a das sob re u m nú c l eo

para au mentar a i ndu ção . O ma ter i al do núc leo d eve ser adequado à freqüência do s ina l q ue pass a pela bobin a .

Indutores para altas correntes de núcleo toroidal, adequado para ser usado como fiftro anti-interferências ligado em série com a alimentação (de rede ou interna).

INDUTORES FABRICADOS

Come r cialmente podem se r encontrados t a nto o s suportes (com ou sem núcleo) para cri a rmos o nosso próprio induto r , como indutores j á prepara do s em caix a s sim i la r es à s d as resis t ênci a s .

O nú c leo pode ser regulado

determi nados indut i vo ) .

para vari a r de ntro de

(tr i mme r

l i m i tes o valo r da indu ç ão

Algumas bobinas fo r am c r iadas e spe cialm e nte pa r a serem ut i lizadas como u m bloco pa r a i nte r f e r ê ncia s de a lt a freqüência como , po r exemplo , a o l o ngo d os fios de alimentação .

Nas b obin a s de valor r egulado , enroscando mais ou menos o núcleo va r ia-se a indu ç ão.

--

Bobinas enroladas com fio es maltado: oferecem um ótimo isolamento e permitem uma elevada densidade nas espirais.

O núcleo é freqüentemente

r e ali z ado com m i núsculos grânulos fe r roma gn é t icos fechados dentro de um material isolan t e .

de ferri t e ,

um ma t e ri a l

O nú c leo

aumentar ainda mais a indução e red u z i r a s i nter- ferênc i as (o campo magnét i co f i ca reduz i do ao p r ó - prio nú cl eo).

p ara

pode estar aberto

ou f e ch a do ,

P or exemplo , s ã o bastante uti li zados os núc l eos to roi-

d ais , co n s ti tu í dos por uma a r go l a de f erri te n a q u al s e

e n rola o fi o.

lI(ÃO

~"""""""~~Em~~~~~~ ~. 6

21

COMPONENTES

Probl,mas das bobinas

(omo i freqüente, os componentes que são utilizados estão longe das características ideais

A

resistência

do f i o ut i l i zado para e n rol a r o i nd u t or

o é z er o . Este f ato reduz o seu " fa t or d e qu a li d ade "

(Q) o qu e or i gina que s e j a menos adeq u ad o dete r minada s a p l i c a ç ões.

para

Nos cir c u itos d e rádio u t ili zam-se t ambém fios de uma

liga de cobre

passam p e l a su p erfíc i e do fi o , encon t r am m e no s re s i s - tênc i a (a p r ata conduz mais do q ue o c o b r e).

e prata :

como as a l tas fre q üênc ia s

A s es p ira is m a i s p róx i mas formam um peque n o capa-

citar e n t r e o s ext r emos d o induto r; nas a l tas f r eqüê n -

c i a s es te f ato també m pode s i gn i f i car um p ro blema .

.

Ex i ste u m l i m i t e n o cam p o magnético qu e os n úcleo s

d os i n d utores podem suportar . Alc ançado es t e l imite

" fi ca sat u ra d o " .

Qua nd o a c orr ente supera na bob i na u m dete rm ina d o va -

l or, o nú cleo est á s atur a do e n ão p r o d uz u m efe i t o p o s-

te rior : é como se a ind u ção d i m i nuísse de f orm a b r usc a .

Em a l g umas aplica ç ões (como por exe m pl o as f ontes

ch avea da s) , po d em caus a r um poste r ior aumento da

cor rente , com possíve i s danos pa r a os co m po ne n te s .

o indu t or enrolado no ar , se m supo r te , é m u ito sensível às vibr a ç ões m ec â nicas.

22

I

ndu t o r

i d ea l

I n dutor re a l

Cp

Todas a s bobina s t é m uma r esis t ê n c i a em sé r ie

(a resistênc i a do f io ) e u m c a paci t or em p ar a lelo

(a capacitân c ia entr e a s es pirais ) .

A utilização d e par e d es

isolant e s reduz n o tav el m en t e as i nt e rferên c i as e os

ac o plament os nã o d ese ja dos.

D esej a - s e t ant o evitar as i n terferên c ias

com o i mpe dir que o campo electromagnéti co do indutor poss a danific a r os outros circuitos .

externas

Co l o ca - se e nt ão à s ua vo l ta uma d efesa metá l ica que de t é m os c a m p o s ele tromagné t icos como as ondas do

r ádio .

Ou t r o g ên e ro de inter f e rê nci a

da s on das son o ra s : as vibra ç ões

p r ovoca r peque n os movimentos das espira i s.

é a da ampli f icação

metálicas podem

com

efe it os cu r iosos. Pode sucede r que s e o u ç am no sinal

de u m tra nsmissor

c i rc u i t o.

A

s v ib r açõ e s

a l t e r am

os valores

d a i ndu ç ão

de rá dio os go l pes

dados ao

I

I

1-··_····_-_·_·

I

I

(ntradas e limites IÓCJi(os

Continuamos lendo a folha de dados de um integrado CMOSnormal que contém quatro portas lógicas

N o s dados técnicos de um i ntegrado dig i ta l indicam- se

os limit es lóg i co s d as entrada s , em g e r al idên t icas para t oda a famí li a ( por exemp l o 74HC).

N a f i gur a , o VI H (High Leve i Input Vo l tag e : alto nív e l de

voltag e m de entr a da) indica o valor da t e n sã o sobre a

q u al um sina l se considera com s eguran ç a em H (a l to , 1).

Ao contrário ,

Leve i Inpu t Vo l tage: b a ixo

n í vel da vo l tagem de en-

trada) é o v a lor por ba i xo da q ua l um sin a l se con -

s i dera com segur a nça em L (baixo , O).

(Low

V I L

E s t es dad os r e t e r e m - se a o 74HCOB.

   

C o n d i çõe s d e t es t e

 

V

a lo r

   
   

TA = 25 ° C

- 40 a 85 ° C

· 5 5 a : 12 5 ° C 5 4H C

 
 

v

cc

 

5 4 HC e 74HC

74HC

S i mbol o

Par â m et r o

 

(

V )

   

U

n i d a de

   

Min.

T ip.

M áx .

M i n.

M á x .

M in .

Máx .

 

V

'H

A l t o n íve l

 

2 . 0

 

1 . 5

1 . 5

1. 5 3 .1 5 4 . 2

 
 

-

 

d

e vo l t age m

 

4 .5 6 . 0

 

3 . 1 5

3.15

 

V

d

e en tr a da

 

-

   
   

4.2

4 . 2

V, L

B a i x o n ível

 

2 .0

 

0 . 5 1. 35 1 . 8

 

0 . 5 1 . 35 1 . 8 ± 1

 

0 . 5 1 . 35 1. 8

 
 

-

 

d

e vo l tagem

 

4 .5

   

V

Ní v eis d o s limit es

d

e en tr ada

 

- 6 . 0

 

g a r ant i dos , e a

I

,

C

p erda à

o r r e n

te d e

 

6 . 0

V, = V cc o G N D

±O.1

±1

f i A

co rr e nt e absor v i da

pela s en trad as

 

e

n tra d a

 

d o 74HCOB.

 

ALIMENTAÇÃO E TEMPERATURA

Os valores de V IH e VIL es t ão i ndicados

pa r a diferentes

T

e n sã o d a

e n t r a d a

tensõe s de a limentaç ão e d iferentes tempe ratu ra s campo m a i s amp l o para a vers ã o espe c i al 54HC ) .

( num

V CC =6 V i - --

 

•••

------

,=----.

Ver i fica-se que os l imites garantidos não d e pendem

d a s

4

. 2 V + - --- --- ' --- '

• -- ---. •. ''' - - '

1,8 V

Não defi n ido , i m previsíve l

.

- ~

G;;'1 -- ; )~)Ild c )

L

~

GND=O V - - ---- - ----------- - - -

In t erp re taçã o lógic a da s e n tr a d a s de um 74HCOB al i men t a d o a 6 V .

e mperaturas . Se a a l i mentaç ã o

t

V

é d e 6 V , V I H , va l e 4 , 2 V e

I L v a l e 1 , 8 V . O que s i gnifi c a que :

- Uma tens ã o da entrad a s up e rior nível H (alto).

a 4 ,2 V cons i dera - se

-

U ma t ens ã o da entrada i nf e r i or

a 1 , 8 V c o nsidera-se n í v e l

L

( b aixo).

-

O efeito

de uma t e n s ão m a ior d e 1 , 8 V m a s menor d o que

4

, 2 V é i n de f i n i d o :

ev i ta-s e .

Quanto m a is longe este j am as e nt ra da s

se r á a imunid a d e

a o ru í do : é ne ce ssár i o

m a is para superar o l i mit e e ca usa r u m erro .

do s l im i tes , maior q ue s e desloquem

CORRENTE DE ENTRADA

A co rr ente absorvida pelas entradas (11) é muito pequ e-

na: apenas uma décima de m i c ro a mpere

uma t emperatura ambie n te de 25 ° C , como m á ximo

1 f - l A em qua l quer t emperatu r a que se j a v á lida .

(0 , 1 f - lA) a

es t ã o l ig a -

dos ao te r ra (GND) ou à a li menta çã o ( V cc ); c omo a c o n - tece no s cont ra to s d e se g uros , a s c ondiç ões s ã o sempr e i mportante s .

Estes v a l ore s sã o v á l idos se es t es v a lores

23

COMPONENTES

F=~~~-------------------------------------'--------------------

Tensões de saída

Os intfgrados (MOSsão quasf idfais, mas f nfcfssário fvitar qUf absorvam muita corrfntf das saídas

a

tensão da saída no nível alto (H) e no nível baixo (L).

Por exemplo , com 6 V de alimentação (terceira linha) os valores são de 5 , 9 Vede 0 , 1 V, ou seja, muito próximos da alimenta ç ão e do ter r a .

Os valores V O H e V OL indicam , respectivamente,

Na coluna Tip (típica) vê-se que é normal guem à alimentação 6 V e à massa O V.

que che-

U m bom p r ojetista deve basear-se nas piores circuns-

tâncias para evitar as su r presas: neste caso o valor

mínimo

valor máximo de V O L '

de V OH

 

Condiçõ e s de teste

 

Valor

   
   

T

A = 25 0 ' (:

· 40 a 85 ° C

· 55 a 125 ° C

 

V

cc

 

54HC e 74HC

 

74HC

 

54HC

 

Símbolo

 

Parâm e t r o

V

   

Unidade

 

Min .

T

ip,

Máx.

Min .

Má x .

Mín .

Máx.

 

V

OH

A

d

l t o n í ve l

e v o l ta

gem

2

. 0

r --- V,=

 

1

. 9

2. 0

 

1

. 9

 

1 .9

 
 

de e nt r a d a

r

4

. 5

---

V

'H

1 0 =- 20

pA

4

. 4

4 . 5

4

. 4

4 . 4

6.0

ou

 

5.9

6 .0

5

. 9

5 . 9

 

V

r

--- V,L

     

r

4. 5

---

 

1 0 ::: -4.0 mA

4

. 18

4 . 3 1

 

4

.1 3

 

4.

1 0

         

6. 0

1 0 : : : -5 . 2 mA

5

. 68

5. 8

 

5

. 63

 

5 .60

 

vO L

Ba i x o nível

de v o lta ge de e n t rada

m

2

. 0

r --- V,=

4

. 5

1 0 ::: - 20 ~IA

 

0 . 0

0 . 0

0 . 1

0. 1

 

0 .1

0. 1

0 . 1

0 . 1

f ---

V

'H

 
 

6

. 0

ou

 

0 . 0

0. 1

0 .1

0 . 1

V

r

--- V,L

   

4. 5

1 0 = · 4 , 0 mA

0 .1 7

0 . 26

0 . 33

0 . 4 0

r

---

   

6.0

1 0 : ::- 5 . 2

mA

0. 1 8

0. 2 6

0 . 33

0 . 4 0

 

'cc

Co r r e n t e

d e ali me n tação

6

. 0

V I::: vcc ou GND

1

1 0

20

~ A

 

e

m re p o u so

   

MAIS CORRENTE MENOS TENSÃO

 

Tudo vai bem até que as saídas de um 74HC são ligadas às entradas de outro 74HC , que absorvem correntes supérfluas (como máximo de 1 ~A).

recorrer aos amplifi- cadores de corrente (buffers) que vere- mos a segu i r, ou ligar juntamente a várias saídas .

 

H

 

L

Mas no entanto se for carregada com outros circuitos , como por exemp l o uma resistência, as saídas devem proporcionar corrente . Neste caso a tensão será pior. Por exemp l o , a folha de dado s mostra que (sempre a limentando a 6 V) se a s aída deve proporcionar 5 , 2 mA o valor de H diminui a 5 , 68 V , enquanto que L sobe a 0 , 26 V . Para não inter f erir nas saídas , deve - se

e o

Tensões de saída e

corrente de alimentação do 74HCOB.

-

v cc

R

+ Co r r ente

/

'---'

Neste caso a saída deve absorver corrente quando se encontra no estado L (em relação à massa) .

H ----- -- 1

H ----- -- 1

Co rr e nt e d e

li me n tação

a

+VC C

I

.

,

Corre n te

d e saída

cmmmD

Dos dados técnicos observa-se que a corrente de alimen-

Supply Current) é supérflua .

t ação em repouso (Quiescent Como máximo 1O ~A .

Deve no entanto prestar atenção que durante as alterações de

H) tem-se um breve pico de cor-

estado

(por exemp l o de L a

R rente. Se for a freqüência de alteração nota - se no consumo.

Além d i sso a alimentação também deve proporcionar corrente a todas as saídas no estado H , se estão ligadas a algum circu i to .

A corrente proporcionada nas saídas do estado H provém da alimentaç ã o.

24

------

~-'

- ----

-

-~~ . ;.:;

--

.--

o

~'ili~~~

~

-

-

,.

-

- " '~"-

APLICAÇÕES

r------·--------··-·-_ · -- - ---··----· --

--

o

'Wotores elétri(os

------ - ---- -- "'-~- ,

Para poder (ontrolar eletroni(amente estes dispositivos, (onvém ter uma idéia de (omo i o seu fundonamento

Um motor e l étrico é f u ndam ent alm ent e um conver -

sor en t re mecânica.

duas formas d e e n er g ia :

a el ét ri ca e a

Ao con tr ário

de o ut ros conver sor es

(c o m o o mo t or

de explosão

dos automóve is ) o s eu rendimento

é

basta nt e e l evado : apenas uma pe q u ena perc e n t a - gem da e n e r gia se perde em f orma de cal or .

MOTORES DE IMÃS PERMANENTES

A f i gura mostra a , est r ut u ra simpli fi cada de u m mo t o r de corrente contínua: um eletro i mã gi r a t ó r i o ( o roto r)

está envolvido por imãs perman e nt e me n te

( e s tator ).

f

i xos

At r accão e n tre os p ó l os

N - S

o

p ostos

F

A S E 1

A p ol ar i d a d e

i n ve rt e u - s e

F A S E 2

Ap l i c and o magné t ico;

d

d e t er m i n ado sent i d o .

c o r rente

à bob i na

c r ia - s e

um campo

c om o os p ó l os o p os t os

s i nal se r e p e l e m,

se a traem e os

o mesmo

o moto r g i ra num

os

pólos con t rá ri os e a ro t ação con-

t in u a p o r iné rc i a, a c o rren t e na bobina inverte-se , a l te ra ndo

a s si m a pola ri da de m ag n é tic a.

Quando est ão enfre n t a do s

Des t a fo r m a, o e l et ro i m ã g i rat ó-

r i o é re p eli d o p elo p ól o m ag né-

tico f i xo qu e a cab a de p a ss a r e é

a traído pelo seguinte

ro t ação co n tin u a.

p ó l o ; a

As dua s fases d e fun cio nam e nto

d e um m o tor d e corr e nte contín u a;

a polaridade magnética do r o t o r inv er t e - s e

e ntre a primeira e a s eg unda fas e .

Para inv e rt e r a t ensão no momento opor tu no u ti li za -

Real m e n te ,

o roto r t e m m a i s

se um sistema rudimen t ário mas eficaz : so b re o roto r

u

m bob i nado , m a s o pri n-

colocam-se uma sér i e d e lâmi n as de cobre (o c ol e t o r)

c

í pio

não

s o f re

a l te -

que t r anspo r tam co r rente à bobina .

ração

 

Duas esco v as f i xas ( r ealmente blocos de gra fi te) o pr i- midas por mo l as , en t ram em conta t o co m e s t as l âm i- nas e a l imen t am assim o r otor. Os con t at o s e s tã o ligados d e for m a a ltern a d a tanto num sen t i do como no out r o . Dest a f o r m a, o ro t o r recebe tensão co m pola r idade al t e rn ada em f un çã o da sua posição.

21

Colet a r de um motor elétrico: as lâminas levam a c o rr e nte aos bobinado s do rotor .

LI!ÃO

6

APLICAÇÕES

Motores e drcultes

Os motores apresentam vários problemas para os

dispositivos de controle

o princípio do motor de escovas funciona também em corrente alternada, substituindo os imãs permanentes do estator por eletroimãs.

o certo é que a tensão da alimentação inverte-se periodicamente,

dando-se tal fato tanto no rotor como no estator: os pólos de sinal

idêntico

mantêm-se

iguais e os que são opostos

mantêm-se

opostos .

Existem outros tipos de motores de corrente alternada que não utilizam escovas , mas que utilizam a mesma corrente alternada para criar um campo magnético giratório. Estes dividem-se em motores síncronos e assíncronos : os pr i meiros g i ram a uma velocidade que depende inteiramente da freqüência da tensão alte r nada que os alimenta .

Os progressos na tecnoiagie dos motores , especialmente a redução dos pesos , são importantes para o desenvolvimento da tração elétrica.

-

Um motor de passo não g i ra de uma forma con tínua , mas move-se aos saltos: realmente está fo r m ado por um i m ã giratório envolvido po r elet r oimãs fixos .

Aplicando uma tensão a estes eletroimãs na seqüência

·~;-"l"

r -

N

r -

~]

S

S r -

+ +

I m ã

g ir at ó rio

~ ] N

POSiÇÃO

I N IC I A L

~]N

M EI O P ASSO

e polaridade corretas o rotor avança depois pára.

um passo e

A figura mostra um exemplo simplificado do avanço de

um passo de um motor : o circuito eletrônico de controle proporciona corrente

às bobinas na se-

N

r -

+

]

]

U M P AS SO

C O MP L ETO

qüência requerida.

Avanço de um passo , de uma posição para a seguinte , numa das formas

de funcionamento de um motor de passo.

Um motor não é tão simples de controlar como uma lâmpada , por diferente s motivos . Por exemplo:

- A corrente inicial no arranque

elevada . Além disso , a abso rç ão varia em função da

carga mecânica . - O motor tem um comportamento semelhante a um

pode ser mu i to

indutor , criando tensões que não são desejadas durante a s varia ç ões da corrente .

- Par a regular a velocidade nos motores de corrente

continua é bastante simples , caso que não acontece com os de corrente alternada em que é bastante complexo . - Os motores de passo requerem um circuito lógico de controle .

 

. -

 

~

-

-

-

-

-

-

-

- -

-

-

-

-

 

--

-

-

-

- -

-

-

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~~_'''-'-'

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L ~_ ~

::' - ~

=A

~

~~

••

csseeze

;

22

FERRAMENTAS

Wfdidas da (Orrfntf

Para medir uma corrente deve-se quase sempre interromper o circuito

É mais fácil med ir a altura da casca t a do que a q u an - tidade de á gua que cai d a mesma. Da mesma fo r ma , é mais fácil medir uma tensão do que uma corrente .

Para medir a tensão deve apenas tocar em duas partes do circuito, enquanto que para a corrente é necessário faze-Ia passar através do multiteste.

De outra forma, o multiteste

amperímetro (medidor de corrente) deve estar ligado em série com o circuito que se vai medir .

que se utiliza como

Para medir a corrente de um fio , é necessário interrompe-Io e ligar o amperímetro em série ao próprio fio.

20 m A =

20 0 m A =

2

V =

2 0 V =

200 V =

Neste caso o seletor indica que se trata de medir o fluxo da corrente.

Muitos mult í metros têm um conector especial para a medida das corren t es elevadas. Isto é devido ao fato de que o multiteste não se comporta como um verdadeiro curto - circuito , mas que oferece uma pequena resis - tência. A passagem de correntes muito altas, podem originar tanto uma interferência excessiva no circu i to , como um possíve l aquecimento no próprio multímetro . O conector especial oferece uma resistência menor .

Ao contrário das tensões , nem todos os multitestes são capazes de medir correntes alternadas . É ne - cessário ter cuidado quando se compram .

Para correntes elevadas deve-se ligar o borne vermelho ao conector adequado do multiteste .

+

Inter rup çã o d o f i o

NUNCA EM PARALELO!

Normalmente é con v en i ente configurar uma capaci - dade de carga adequada à corrente que se vai medir , como por exemplo 200 mA do fundo da esca l a (máx i mo que se pode medir) se está previsto que esta corrente não vai ser superada.

Para não i n t e rfe r ir o ci r cuito , o multiteste comporta- se como um curto-circuito . Este fato significa que é necessá r io evitar ligá-Io , por exemplo em paral e lo à alimentação . O erro mais freqüente consiste em que nos esquecemos do mu l titeste no modo "medida da corrente " e depois tentamos medir uma tensão : é fácil danificá-Io desta forma.

23

FERRAMENTAS

f!!!!!!!!=::!!=:!!L . -------.--.---.--.-- - .- . --

--------.--.-

-

----.-

-

- -

.

.--.--.--,

Problfmas (om as cerrentes

Quando se medem as cerrentes é fátil danifkar o multiteste

No caso de que a corrente q u e at r avessa o multi teste

s u pe r e u m de t erminado va l or, po r exemplo

ginar um cu r to-circuit o acide n ta l , o apa r e lh o po d e ser

para ori-

da n i f ica do . Normalmente, inte r vém antes o ci r cu i to de

pr o teção e depo i s queima - se um f usível : um d i spos i ti-

vo feito pa r a s e r in terromp i do no caso de u ma co r re n te

exce s si v a .

Basta d e s li gar para substituir

o ci r cuito e o multiteste , e ab r ir o fusíve l que i mado po r ou t r o

a seguir idê n tico

(é i mportant e não alte r ar o va l or nem o ti po). O con ec to r para a s out r as corre nt es não cos t uma e s tar protegido po r u m f us í vel . S e n do ass i m, devemos

presta r m ai o r a t enção.

1

A

1"--------~_T

Um breve mas intenso pico de corrente atravessa o amperímetro A durante a carga do capacitor.

;:' _ "

! 7 '

Nos multitestes é comum have r um fusível de proteção contra as correntes excessivas.

CORRENTES IMPREVISTAS

Algumas v ezes um circuito pode necessitar de m ais

corren t e do que se pensa. Po r exemplo , um capac i t o r

ligado a uma p il ha , não absorve cor r ente; é um i so l an-

t e da corrente cont i nua.

No e nt anto , n o momento e m que se l iga , existe um

f or t e pico de co r rente pa r a a sua carga , i nc l us i ve de vários ampares se o capaci t o r é de um va l or a l to (po r exem p l o 5 . 000 IJ F ).

O u, quando se ace n de um PC o u uma t el ev i são, tem -

se durante a l guns m o mento s uma corrente muit o superior à que é absorvida du r ant e o f u nc i onamento

normal do aparelho .

No caso e sp ec i a l d as correntes alternadas

de u ma

ce

rt a i n te n s i dade,

podem ser medidas

se m r i sco e

s

e m i nt e r r om per o ci r c u it o.

B ast a

uti li z a r u m a pinça amperimétrica

(o u mu l t i tes t e

d e ali c ate), q u e d e tec t a o campo m a gn ét i co pr o d uz i do

pe l a co r r ent e q u e a at r a v essa e que o tr ansforma numa

t en são pa r a o mul t i t e s t e .

A p i n ça f e cha-se

os dois f ios d e um ca b o de alimentação ,

m a g néticos anu l am- s e u m ao outro e lê-se ze r o.

e m v olta de um só f io: se são med i d o s

os campos

A pinça

_~ e,a~~~

amp e rimétrica é muito cômoda para as medidas de absorção dos dispositivos alimentados pela rede .

~~~~~~~~~~~~aa r--- · J

24

I

I

I

PROJETOS

Avisador d, (hamada t,I,fôni(

~

Um prático acessório que pode ser colocado ao lado do telefone em casa ou no escritório

E m a l g u mas s i tuações, o timbre do t elefone n ã o se pode o u v i r como , por exemplo , pe l a e x istênc i a de ruídos fortes ou p r óx im os que os abafam; por vezes é o próprio te l efone que não est á perto .

Em outros casos, não se deixa sequer ouvir

exemp l o para n ã o i n c omodar a a l guém que este j a desca n sando (o apare lh o perm i te normalmente desat iv a r o timbre) .

o ruído , por

P o r este fato é útil t er um dispositi v o q u e permita sinalizar

de que ex i ste uma ch a m ad a te l efôn i ca e m curso , sem que

p a r a ta l se j a n ecessár i o ut i lizar um som fo r te que , como d i ssemos anterior m ente , pode não ser ouvido ou que não

se

queira a tende r .

~

T odos os apare lh os que estão ligados n a linha t e l e- fônica de v em passar por testes rigorosos de h omo-

logação que garanta m a sua compat i bi li da d e el é t r i ca ,

i mpossí v e i s de superar para um dispos i tivo artesana l.

No entanto, pode ser ev i tado es t e inconveniente . O nosso c i rcui t o não necessita n en h um conta t o elétrico com a l inha, mas apercebe - se das vibrações produ - z i das por um t i mbre complementar (homologado).

A campainha não tem c o ntato elétrico, sendo assim não necessita de nenhuma homo l ogação como o telefone da figura.

DO SOM À LUZ

O s i na l de c h amada

sensor (transd u tor " piezoeléctr i co " )

pa i nha metá l ica do timbre adicio n a l.

é det e ctado

a t r a v és

de um

unido à cam-

Quando o telefo n e toca , as vibrações produ z idas pe l o martelo apagam-se ac u sticamente , mas são convertidas n u m s i nal e l ét r ico c apaz de ac i onar um relê que fechará um co n tato .

U ma aplicação t ípica cons i s t e em substituir

comp l etar) a indica ç ão acús t ica com um a indicação luminosa u t i l izando uma l âmpada qu e é coloc a d a num l ocal d i feren t e do próprio telefone .

(ou

21

r-

I

o circu i to d e tecta a vibração do timbre e aumenta - o para f e char o contato d o relê.

A

' [ci . J

-

I

"

-

_ " - '

--

~

-

"

,-

L~ "

~

II '

~

. •• •

~_-

~

~'

-

~

LI(ÃO

6

PROJETOS

WontaCJem de um circuito

Todos os componentes, exceto o sensor p i ezoe l éctrico e a p i lha , encontram o se u l ugar na m i núscu l a base que se pode ver na f i gur a em anexo . As l iga ç ões das t ril has de cobre apresentam - s e na fig u ra que está representa - da abaixo .

Os r esistores (R 1 - R15) tem uma forma c i líndrica e o seu

va l or é mostrado através do código já e x pli cado n as

b andas de cor . Não têm po l a r idade , sendo ass i m podem

ser i nser i das sem re speitar uma or i ent a ç ã o determi n ada .

r-----------------------.-------------.~

Os capac i tores e l et r o lí t i cos (C3, C 5 ) apresentam u ma

forma ci l índri ca e d i sting u em - se cidade e t ensão do t rabalho .

e m f u n ção d a capa-

São po l a ri zado s ; portanto, devem ser inseridos res p e i-

O

forma retangu l ar e o seu va l or é ind i cado com númer os e le t ras . Ta m bém n ão têm p o l arid a d e .

s capacitores de po l iéster

(C1 , C 2 , C 4) têm u ma

"

+9 V

Montagem dos componentes na base da campainha telefônica.

O s diodos (D1 , D 2) são c il ind r os d e pl á stico preto com

um a b a n da e m um dos l ados . Monta-se cu i dando- se

para q ue a marca q u e representa o term in al do c átodo

f i q u e na pos i ção co r reta. O s transisto r es (T1 - T3) e o

c i rcu i to i nteg r ado (IC1) têm formas e textos faci l men te

ta

ndo os s i na i s + e - do c i rcuito .

 

r

eco n hecíveis e são inse r idos cu i dando-se o t exto e as

 

i

l ustrações .

 

RELÉ E PILHA

O

re l ê u t i l izado

fu nc i ona

com 6 V c c e d i spõe

de

contato s para comutar cargas de até 2 A al im e n tadas

po r 24 V cc (não se podem utilizar

com u m a t ensã o

da

rede de 127/ 2 2 0 V) .

 

A

p il h a

é uma

t í pica

p ilh a

alca l i n a

de forma

re

t angu l ar , com u ma tensão nomina l de 9 V, co n vé m

ut

il izar um f i o de li gação espec i a l ,

que é fáci l de

comprar ; como u m a a l te r na t i v a ,

p o dem-se

u t ili zar 6

pi l h a s de 1 , 5 V para conseg ui r u ma maior du ração.

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'

r/,~

Em casos de func i o n ame n to freqüente , p o r exem pl o em u m e sc r itór i o onde o te l e f one t oca co n sta n te-

m e nte , é preferível

alim e ntação .

uti l iza r u ma peq u ena

fo n te de

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22

O circuito do avisador de chamada telefônica já terminado.

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o SENSOR

o sensor que se pode definir com o termo técnico de

tr a n sdutor p i ezoe l é ct rico ,

é um disco metálico mais

ou menos do tamanho de uma moeda de 1 real.

Como já comen t amos an t eriormente, o avisado r telefônico detecta o sinal de chamada através de um tim b re c omp l emen t ar padrão , do tipo da tomada que se p ode adquirir nas lojas de acessórios pa r a rádio e telefonia.

É necessá r io escolher u m modelo mecaruco re- conhecível pelo peso e pela campainha metálica que soa com cada um dos seus movimentos. É acon- selhável testar com um multiteste se a campainha est á isolada da linha telefônica .

reti r a-se a tampa para ter

de

adesivo de cianocrilato. O sensor não deve impedir o movimento do mar t elo nem a posterio r colocação da

tampa .

acesso à campainha e deposita-se uma gota

Para instalar o sensor

As ligações elétr i cas para o circuito devem ser muito c urt as, não ultrapassando os 10 cm .

TESTE E UTILIZAÇÃO PRÁTICA

Uma vez que

para testar o c i rcuito bastará ligar a pilha (com a

polaridade correta) e produzir um sinal de chamada com a ajuda de um telefone portátil ou de um amigo p r eviamente informado do t este.

o t r abalho na base esteja terminado ,

Se tudo estiver colocado corretamente , quando se pro- duz i r o t i mb r e deve-se ve r a rápida ativação do relê .

Para a sua utilização concreta deverá ter o cuidado

de ba ix a r (ou pôr a zero) o volume do timbre do tele- fone, e também se deverá ligar o relê para obter o cont r ole de uma lâmpada de 12 ou 24 V alimentada

através de uma fon t e de alimentação

p i lha. Se a montagem

aconselhamos que se feche o circuito em uma caixa de plástico dotada de um alojamento para a pilha .

ou de uma

tem um caracter definitivo,

23

Do ponto de vista

microfone; quando é ativado por alguma vibração proporciona um sinal elétrico de amplitude propor- cional ao movimento mecânico.

de funcionamento

é como um

No caso de que a distância seja ma i or, aconselha-se util i zar um fio bli n dado pa r a evitar que alguma inter- ferência elétrica possa acionar o relê mesmo que o telefone não toque.

--.-- .

-

~

AO CIRCUITO

Instalação do sensor piezoeléctrico dentro do timbre complementar.

S e n s o r

+ 9V

Cl rcu íte

Fi o s

l o n g o s

L

â mp ada

s itu ad a

l o n ge

Pode-se também utilizar uma lâmpada de 9 V alimentada pela mesma fonte de alimentação ou pilha.

PROJETOS

(omo funciona O circuite

a fi gu ra)

atua sobre a base do transis t or T 1 , q ue é m a n t i do is o la do pela resistênc i a R1 que e st á liga da à mas s a .

o s i nal q u e é captado pe l o sen s or M IC 1 (ver

Qu an d o es t á em repouso, o u seja, c om o t i mb r e n ã o

a t i v ad o , as entradas 1 e 2 do i nt eg r ad o d ig i t a l I C 1 A

MIC1

R2

C 2

(qu e f unciona com o i n v er sor ) e n cont r am-se no n í ve l

l óg i c o a l t o , de f o rma que C1 pode s e r carrega d o

m ed i ante o R2 . Est a con d i çã o ap r ese nta-se invertida

( d e poi s de 3 N OT ) , nos

C e D l igadas em p ara lelo p a ra ter m a is co r rente n a

sa íd a , e a t ravés do R3 e T 3 mantendo o relê RL em

terminais 10 e 1 1 das se ç ões

 

r

epouso.

Esquema elétrico do avisad o r de

R

3

chamada

 

elefônica: utiliza

t

+

.

Saída de

tensão

T2

componentes an a lóg i cos e digitais .

SALTA QUANDO TOCA

N a presença de um timbre fort e o T 1 en t ra em

ati v i dade descar r egando

ní vel baixo nas entrad as I C 1 A .

m

o C 1 e a p r e s ent ando

u

C o m a a juda do C 2 , q u e im p õ e u ma l iga ç ão rápida q ue l eva outra vez à e n t r ada o s in a l d o t e rmin a l 4

d

term inais 10 e 11 aparece um n í vel l ó gi c o a l t o , e o

T 3 controla o r elê.

o IC 1 B (reaçã o

p os i t iv a

t rigge r S c hm itt )

n o s

o c i r cuito formado pe l o T2 R 4 e C3 f azem co m q u e

o r elê r eceba um forte impulso da cor r e n te i n i c i a l, p a ra obt e r um contato q u e lhe seja su fi c ie nte com

os c on -

v

tat

al o r es r e du z id os

os.

para mant e r fec hado s

r·-·------------------

I

I S e n s or

T r i gge r

Schmitt

Co nt r o l a do r

Ao

relé

E sq u e ma s e m bloco do circuito: o princípio básico é bastante

s

imple s.

LISTA DE COMPONENTES

Re sis t ên c ias R1 = resist or

d e 1 M Q (m a r ro m,

pr e t o ,

ve r de )

 

S e micondu t ores D1, D2 = d i o d os

de si l íc i o

R

2 = r e s i stor

d e 1 80 K Q ( m a rrom,

cin za, ama r elo)

TR1, T R2, T R 3 = tr ansistores

1 N 4007 B C148 L

3 = res i sto r

R4 = r es i sto r R5 = r e s i s to r

R

d e

de

d e 22 Q ( v e r m el ho,

5 , 6

2,2

K Q ( verde, KQ ( verm e lho,

a z ul, ve r me l ho) ver m el h o , ve r mel h o )

verme l ho,

preto)

IC1 = i n teg r ado

Vár i os M IC1 = tra n s d u t or

40 11 (não do t i po

p i e zo e l éc tric o

8 f i xaç õ es p a r a c ir c ui to

i m p r ess o

H C )

d e d i sco

Capacitare s Cr, C 2 , C4 = ca pacitar

d e 100 n F de po li és t e r

R L = re l ê de 6 V -

1 i n t ercâ m b i o

C3 = c a pac ito r de 1 0 ~F de 50 V e l etro l íti co

C5 = ca p a citar

de

470 ~F de 1 6 V e l etro l í tico

1 c i rc u i t o

i m p r ess o

j

I

I

~~==~~~~~~~~~~~================~

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