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Resultados do 1T10 Maio, 2010
Resultados do 1T10
Maio, 2010
Principais destaques no 1T10 • Venda de energia superior ao 1T09: cativo 5,2% e total
Principais destaques no 1T10
• Venda de energia superior ao 1T09: cativo 5,2% e total 6,7% respectivamente
Operacional
• Perdas: redução de 0,3 pontos percentuais das perdas comerciais em comparação com
o 1T09
• Taxa de Arrecadação de 102,5% x 99,8% no 1T de 2009
• Ebitda de R$370 milhões, 3,9% superior ao registrado no 1T09
Financeiro
• Geração de Caixa de R$ 572 milhões, 113% maior ao registrado no 1T09
• Lucro Líquido de R$157 milhões no IT10, 6,8% superior ao 1T09
• Ratings da AES Eletropaulo elevados para AA+ e BB+, nas escalas nacional e
internacional, respectivamente, pela agência Standard & Poor’s
Regulatório
• Em fevereiro de 2010, foi aprovado pela Aneel a proposta de aditivo aos contratos de
Concessão das Distribuidoras, visando à neutralidade dos encargos setoriais na Parcela A
com efeito financeiro de 1,9 milhão
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Consumo • Crescimento de mercado em todas as classes em virtude de novos clientes (153
Consumo
• Crescimento de mercado em todas as classes em virtude de novos clientes (153 mil)
na classe residencial, da retomada do consumo nas classes industrial e livre e da
recuperação econômica e novos empreendimentos na classe comercial
Evolução do Consumo - (GWh) 1
1T09
1T10
+4,4 %
+9,2 %
+5,5 %
+0,7 %
+5,2%
+14,4%
+6,7%
10.344
9.691
8.544
8.118
3.494 3.646
2.804
1.449 2.657
1.327
1.573 1.801
641 645
Residencial
Industrial
Comercial
P. Públicos
Mercado Cativo
Consumidores
Mercado Total
e Outros
Livres
1 - Consumo próprio não é considerado
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Indicadores operacionais • Taxa de arrecadação e perdas, refletem a melhoria contínua das ações de
Indicadores operacionais
• Taxa de arrecadação e perdas, refletem a melhoria contínua das ações de combate
a fraudes, conexões ilegais e inadimplência
Taxa de Arrecadação – % da Receita Bruta
Perdas – % últimos 12 meses
102 5
,
101,1
99,8
99,5
11,8
11,8
11,6
98,5
11,5
11,5
5,3
5,0
5,1
5,3
5,3
5,0
6,5
6,5
6,5
6,5
6 6,56,5
6,5
2007
2008
2009 1T09
1T10
2007 1
2008
2009
1T09
1T10
Perdas Comerciais
Perdas Técnicas 2
1 – Taxas de arrecadação segundo nova metodologia
2 - Perdas Técnicas atuais utilizadas retroativamente como referência
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Indicadores operacionais • DEC e FEC impactados índice de chuvas 42% superior aos registrados no
Indicadores operacionais
• DEC e FEC impactados índice de chuvas 42% superior aos registrados no 1T09
FEC 2
DEC 1
8,49
8,41
7,87
11,34
10,92
10,09
8,90
9,20
11,86
10,20
13,50
5,64
5,20
6,17
5,46
6,74
2007
2008
2009
1T09
1T10
2007
2008 2009
1T09
1T10
1 o
1 o
3 o
5 o
DEC (horas)
DEC Padrão Aneel
FEC (vezes)
FEC Padrão Aneel
► DEC Padrão ANEEL para 2010: 9,32 horas
FEC Padrão ANEEL para 2010: 7,39 vezes
Posição no ranking ABRADEE entre as 28 distribuidoras com mais de 500 mil consumidores
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1 – Duração das interrupções
2 – Frequência das interrupções
Fonte: ANEEL, AES Eletropaulo e ABRADEE
Investimentos • R$ 46 milhões investidos em serviços ao consumidor e expansão do sistema, com
Investimentos
• R$ 46 milhões investidos em serviços ao consumidor e expansão do sistema, com
destaque para a adição de 45,6 mil novos clientes no período
Histórico dos Investimentos – R$ milhões
Investimentos 1T10
Financiado pelo Cliente
2%
2%
10%
Capex
691
15%
47%
54
516
37
457
24%
433
47
69
101
98
9
478
637
10
410
Serviços ao Consumidor
Manutenção
364
e Expansão do sistema
92
88
Recuperação de Perdas
TI
Financiado pelo Cliente
Outros
2007
2008
2009 2010(e)
1T09
1T10
6
Receita bruta e despesas operacionais • Maior consumo cativo (+ 5,2%) e Reajuste Tarifário (+14,88%)
Receita bruta e despesas operacionais
• Maior consumo cativo (+ 5,2%) e Reajuste Tarifário (+14,88%) contribuíram para
aumento da receita
Receita Bruta - R$ milhões
Custos e Despesas Operacionais 1 - R$ milhões
+12,9 %
3.274
+17,7 %
1.747
2.900
1.485
1.143
341
1.050
288
+15,2 %
2.131
1.406
1.197
1.850
1T09
1T10
1T09
1T10
Receita Líquida
Deduções à Receita Operacional
Sup. Energia e Enc. Transmissão
PMS 2 e Outras Despesas
1 - Não inclui depreciação
2 - Pessoal, Material e Serviços
7
Evolução das despesas operacionais • Maiores despesas operacionais em função de maior volume de contingências
Evolução das despesas operacionais
• Maiores despesas operacionais em função de maior volume de contingências e efeito
negativo do PCLD e baixas no trimestre em função do patamar atípico no 1T09
Despesas Operacionais 1 – R$ milhões
17
(4)
10
9
22
341 341
288
1T09
Provisões e
FCesp
Pessoal e
Materiais,
1T10
Conting.
PCLD 1 e
baixas
encargos
serviços e
outras
1- Provisão para créditos de liquidação duvidosa
8
Variação do Ebitda • Maior consumo cativo (+ 5,2%) e menores despesas com Fundação CESP
Variação do Ebitda
• Maior consumo cativo (+ 5,2%) e menores despesas com Fundação CESP
contribuíram para elevação do Ebitda
Ebitda – R$ milhões
281 (209)
(22)
4 (17)
(10)
(14)
370
356
1T09
Receita
Provisões e
FCesp
PCLD e
Pessoal e
Outros 1
1T10
Líquida
Sup. En. e
Enc.
Transmissão
Conting.
baixas
encargos
1 - Materiais, Serviços de Terceiros, entre outros
9
Resultado financeiro e lucro líquido • O reajuste tarifário de 2009, somado ao crescimento de
Resultado financeiro e lucro líquido
• O reajuste tarifário de 2009, somado ao crescimento de 5,2% no consumo do
mercado cativo influenciaram positivamente no lucro líquido
Resultado Financeiro - R$ milhões
Lucro Líquido - R$ milhões
+6,2%
1T09
1T10
157
147
(34)
(38)
-9,6 %
1T09
1T10
10
Geração de caixa • Geração de caixa operacional 113,4% maior em função do crescimento de
Geração de caixa
• Geração de caixa operacional 113,4% maior em função do crescimento de mercado,
reajuste tarifário de 2008/2009
Fluxo de Caixa Gerencial – R$ milhões
1T09
2T09
3T09
4T09
1T10
Saldo Inicial
1.536
1.258
989
1.143
1.249
Geração Operacional de Caixa
268
426
779
765
572
Investimentos
(104)
(113)
(116)
(148)
(135)
Despesa Financeira Líquida
(80)
(23)
(79)
(16)
(81)
Amortizações Líquidas
(184)
(54)
(35)
(47)
(14)
Fundação CESP
(58)
(56)
(53)
(57)
(48)
Imposto de Renda
(119)
(83)
(45)
(61)
(73)
Caixa Livre
(278)
(97)
452
436
221
Dividendos
-
(366)
(297)
(330)
-
Saldo Final
1.258
989
1.143
1.249
1.470
11
Emissão de Debentures • Captação de R$ 800 milhões em Debêntures para pagamento dos Bonds
Emissão de Debentures
• Captação de R$ 800 milhões em Debêntures para pagamento dos Bonds e
financiamento de investimentos previstos
- 12ª Emissão: R$ 400 milhões; 4 anos; 100% do CDI + 1,25%; não conversíveis; CVM no. 400.
- 13ª Emissão: R$ 400 milhões; 10 anos; 100% do CDI + 1,5%; não conversíveis; CVM no. 476.
Cronograma de Amortização – Principal 1 – R$ milhões
1.919
1.365
602
580
368
417
56
341
74
316
313
302
65
70
84
66
89
554
79
524
528
250
276
298
224
223
333
2010
2011
2012
2013
2014
2015
2016
2017
2018-2028
Moeda Nacional (s/ Fundação CESP)
Fundação CESP
12
1 – inclui a 12ª e 13ª emissão de debêntures e pagamento de bonds de R$ 474 milhões em 2010
Perfil da dívida • Captação de debêntures contribuíram positivamente com o custo e prazo médio
Perfil da dívida
• Captação de debêntures contribuíram positivamente com o custo e prazo médio da
dívida
Dívida Líquida
Custo Médio e Prazo Médio (Principal)
1,8x
1,8x
1,7x
7,4
1,6x
1,5x
7,1
7,0
7,1
6,9
6 8
,
123,9%
3,2
3,0
121,8%
120,5%
2,9
2,7
2,5
110,5%
108,7%
87,1%
Pós
2007
1T09
1T10
2007
2008
2009
IT09
2008 2009
1T10
Refinanciamento
Dívida Líquida (R$ bilhões)
Dívida Líquida / EBITDA Ajustado 1
CDI²
Prazo Médio - Anos
13
1 - 12 últimos meses do EBITDA Ajustado
2 – taxa média do período
Mercado de capitais AES Eletropaulo 1 X Ibovespa X IEE Volume Médio Diário 3 -
Mercado de capitais
AES Eletropaulo 1 X Ibovespa X IEE
Volume Médio Diário 3
- R$ mil
Últimos 12 meses¹
26.066
25.677
180
24.538
72,0%
21.960
160
44,7%
140
120
9,7%
100
80
60
2007
2008
2009
1T10
Mar-09
Jun-09
Set-09
Dez-09
Mar-10
1T10 2
120
110
9,2%
ELPL6
2,6%
IEE
100
-0,4%
IBOV
90
Dez-09
Jan-10
Fev-10
Mar-10
14
1 – Data Base: 31/03/09 = 100
2 – Data Base: 30/12/09 = 100
3 – Ações preferenciais Classe B
Resultados do 1T10 Declarações contidas neste documento, relativas à perspectiva dos negócios, às projeções de
Resultados do 1T10
Declarações contidas neste documento, relativas à
perspectiva dos negócios, às projeções de resultados
operacionais e financeiros e ao potencial de crescimento das
Empresas, constituem-se em meras previsões e foram
baseadas nas expectativas da administração em relação ao
futuro das Empresas. Essas expectativas são altamente
dependentes de mudanças no mercado, do desempenho
econômico do Brasil, do setor elétrico e do mercado
internacional, estando, portanto, sujeitas a mudanças.