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evows Con) ae jou ae TT SVE SHAAN LUND COBRADO NA PROVA ESCRITA 7. Quantos pontos so computados no prontudrio do condutor em cada infragao média? Resposta: Quatro pontos. @@ 8. Quantos pontos sio computados no prontudrio do condutor em cada infragio leve? Resposta: Trés pontos. 9. Qual é 0 prazo de aplicaciio da suspensiio do direito de dirigir? Resposta: No minimo um més e no maximo um ano. 10. No caso de reincidéncia em menos de doze meses, qual é o prazo de suspensio do direito de dirigir? Resposta: No minimo seis meses e no maximo dois anos. 11. Em quais casos o infrator deve ser submetido ao curso de reciclagem? Resposta: Quando for necessario 4 sua reeducacao; quando for suspenso © direito de dirigir; quando se envolver em acidente grave; quando for condenado judicialmente por delito de transito. 12. Apés a suspensao do direito de dirigir, quando ocorrera a devolugaio da Carteira Nacional de Habilitacio? Resposta: Imediatamente apos cumprida a penalidade e 0 curso de reciclagem. 13. Quais sio os requisitos para o candidato poder requerer a Carteira Nacional de Habilitacgao? Resposta: Ser penalmente imputavel, saber ler e escrever e possuir Carteira de Tdentidade ou equivalente. ® a © V ® © ®&) ‘= o 14. Quais sfo os exames a que o candidato a primeira habilitagao deve ser submetido? Resposta: De aptidao fisica e mental. de redagao, sobre legislagao de transito, nogdes de primeiros socorros e diregdo veiculatyy. oo oj:c) a SPOS A ) 15. O aprendizado de dire¢ao deve ser feito durante o dia? Resposta: Nao, é obrigatério que parte da aprendizagem de diregio 7) também seja feita no periodo notumo. i » 16. Qual é a duracio das aulas praticas de direcio? Resposta: A duragao é de 25 horas/aulas, sendo 5 horas/aulas 5 noturnas. 17. E obrigatério o uso do simulador de dire¢io durante as aulas praticas para a categoria B? Resposta: De acordo com o Conselho Nacional de Transito (Contran), o uso do equipamento é€ facultativo e a deciséo cabe aos Detrans de cada Estado e do Distrito Federal. Atualmente, o tnico Estado a exigir aulas com o simulador é 0 Rio Grande do Sul. Nos demais Estados, 0 uso do equipamento é opcional. Nesses casos, 0 aluno pode substituir até 30% do total das aulas praticas ou quatro ae das cinco aulas noturnas pelo simulador. 18. No caso de reprovacio no exame escrito, quando o candidato poders fazé-lo novamente? é Resposta: Quinze dias apés a divulgagao do resultado. 19. Quando o DETRAN expede a Licenca de Aprendizagem de Direcio Veicular? Resposta: Apés o candidato a primeira habilitagao ser submetido e aprovado nos exames de aptidao fisica e mental, avaliacgao E] psicolégica e exame tedrico e técnico. = 20. O que o candidato deve fazer apés ser aprovado nos exames de aptidio fisica e mental e avaliagao psicologica? Resposta: Ir a um Centro de Formagao de Condutores para participar de um curso pratico de diregao veicular com duragao de 25 horas/ aula. 21. Apés o candidato 4 primeira habilitagio ser aprovado em todos os exames, o DETRAN deve? Resposta: Expedir a Permissao para dirigir, com validade de um, ano, 22. Quando o condutor recebera a Carteira Nacional de Habilitacio? & Resposta: Um ano apés a emisséo da Licenga para Dirigir, desde que o condutor nao tenha cometido nenhuma infragao grave ou gravissima ou, Ce) no periodo, nao seja reincidente em infragao média. 23. Caso os requisitos para a obtencio da Carteira Nacional de died Habilitacio nio forem cumpridos, 0 que o candidato deve fazer? Resposta: Reiniciar todo o processo de habilitagao. ® 24. A Carteira Nacional de Habilitacio e a Permissao para Dirigir siio vilidas em xerox? Resposta: Nao, somente ua original. 25. Quando ¢ obrigatério portar a Permissao para Dirigir ou a Carteira Nacional de Habilitacgio? Resposta: Quando o condutor estiver na diregéio do veiculo. 26. Que tipo de infragio é dada a quem dirigir um veiculo sem Carteira Nacional de Habilitacio? Resposta: Gravissima. 27. Que tipo de infracio comete um condutor que entrega a direcio & de seu veiculo 4 pessoa nao habilitada? Resposta: InfracAo gravissima. O condutor tera a sua Carteira Nacional de Habilitagao recolhida. 28. Quais sfio as categorias de habilitacao? Resposta: A, B,C, DeE 29. O que é o Peso Bruto Total (PTB)? Resposta: E 0 peso maximo que o veiculo transmite ao pavimento, constituido da soma do peso proprio do veiculo mais a lotagao, 30. O condutor de veiculo que estiver habilitado na categoria A tem permissio para dirigir que tipo de veiculo? Resposta: Veiculos motorizados de duas ou trés rodas, com ou sem carro lateral. Material com dir LEGISLAGAO DE TRANST YE t—‘SCS 31. E o condutor que estiver habilitado na categoria B? Resposta: Veiculo motorizado, nado abrangido pela categoria A, cujo Peso Bruto Total nao exceda 3.500 kg e cuja lotagaéo nao exceda oito lugares, excluindo o motorista. 32. E na categoria C, pode dirigir que tipo de veiculo? Resposta: Veiculo motorizado utilizado em transporte de carga, cujo Peso Bruto Total (PTB) exceda a 3.500 kg. 33. E quanto ao condutor de veiculo habilitado na categoria D, que tipo de veiculo ele podera dirigir? Resposta: Veiculo motorizado utilizado no transporte de passageiros cuja lotagao exceda oito lugares, excluindo o motorista. 34. E o condutor de veiculo que estiver habilitado na categoria E, podera dirigir que tipo de veiculo? Resposta: Combinacao de veiculos em que a unidade tratora se enquadre nas categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada tenha 6.000 kg de Peso Bruto Total ou exceda lotagao de oito lugares, ou, ainda, seja enquadrado na categoria trailer. 35. Quais sAo os requisitos para o condutor habilitar-se na categoria C? Resposta: Deve estar habilitado ha pelo menos um ano na categoria B endo ter cometido nenhuma infragao grave ou gravissima, ou ser reincidente em infiagdes médias nos ultimos doze meses. 36. Quais siio os requisitos para o condutor habilitar-se na categoria D? Resposta: Ter mais de 21 anos, estar habilitado no minimo ha dois anos na categoria B ou ha um ano na categoria C, ndo ter cometido nenhuma infragao grave ou gravissima ou ser reincidente em infragdes médias nos ltimos 12 meses e ser aprovado em curso especializado e curso de treinamento de pratica veicular em situagao de risco. ,),...,.. 37. Quais so os requisitos para o condutor habilitar-se na categoria E? Resposta: Ter mais de 21 anos, estar habilitado no minimo ha um. ano na categoria C, nado ter cometido nenhuma infragdo grave ou gravissima ou ser reincidente em infragdes médias nos ultimos 12 meses e ser aprovado em curso especializado e curso de tremamento de pratica veicular em situagao de risco. 8 38. Qual o prazo de renovacio do exame de aptidao fisica e mental para condutores com menos de 65 anos? Resposta: De cinco em cinco anos. 39. Qual o prazo de renovacio do exame de aptidao fisica e mental para condutores com mais de 65 anos? Resposta: De trés em trés anos. 40. O que pode ser entendido como autoridade de trénsito? V Resposta: Dirigente maximo de 6rgao ou entidade executiva &> integrante do Sistema Nacional de Transito ou pessoa por ele expressamente credenciada. & 41. A autoridade de transito pode aplicar quais punicdes a um infrator? Resposta: Adverténcia por escrito; multa: suspensao do direito de dirigir: apreensao do veiculo: cassagéio da Carteira Nacional de Habilitagao ou Pemnissio para Dirigir; frequéncia obrigatéria em curso de reciclagem. 42. Quais so as medidas administrativas que uma autoridade de transito pode aplicar? Resposta: Retengao do veiculo; remogao do veiculo; recolhimento da Carteira Nacional de Habilitagao; recolhimento da Perr para Dirigir; recolhimento do Certificado de Registro; recolhimento & do Certificado de Licenciamento Anual: realizacao de teste de dosagem de alcoolemia ou pericia de substéncia entorpecente.... LEGISLAGAO DE TRANST YE t—‘SCS ) 43. Quando ocorre o recolhimento da Carteira Nacional de @ HabilitacAo ou Permissao para Dirigir? Resposta: Em caso de suspeita de inautenticidade ou adulteracao da Carteira Nacional de Habilitagao: reincidéncia em menos de 12 meses de diregdo sem estar em posse do documento de habilitagao; embriaguez ao volante; participagao em competigdo nao autorizada; PARE] condugao de veiculo enquanto o direito de dirigir estiver suspenso e ® quando condenado judicialmente por delito de transito. @ 44. Quando o infrator podera requerer a sua habilitagao apés a cassacio da Carteira Nacional de Habilitacio ou Permissao para Dirigir? Resposta: Dois anos apds a cassacao. 45. Quando ocorre o recolhimento do Certificado de Registro do veiculo? Resposta: Quando houver suspeita de inaltenticidade ou adulteragéo e se nao for transferida a propriedade do veiculo em 30 dias no caso de alienagao, 46. Quais sio as medidas necessirias no caso de envolvimento em acidente com vitima? Resposta: Prestar socorro a vitima, se possivel, tomar providéncias para evitar perigo para o transito local; preservar o local para facilitar a pericia policial; adotar providéncias para a retirada do veiculo quando determinado por um policial ou autoridade de transito; identificar- se ao policial: prestar as informac¢ées necessarias para a elaboragao do boletim de ocorréncia. & © ®& El Sd 47. Que circunstincias sio consideradas agravantes no caso de infracao de tran: Resposta: Dano potencial para duas ou mais pessoas; risco de dano material a terceiros; utilizar veiculo sem placa ou com placa adulterada: dirigir veiculo de categoria diferente da habilitagao: quando a profissdo exige cuidados especiais com passageiros ou carga, utilizar veiculo com equipamentos de seguranca. adulterados; infracdo sobre faixa de pedestres. 48. Qual a definicao de via de transito rapido? Resposta: Aquela caracterizada por acessos especiais com transito livre, sem intersegdes em nivel, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nivel. 49. Qual é a velocidade maxima em vias urbanas de transito rapido quando nao houver sinalizacgao regulamentadora? Resposta: 80 Km/h. 50. Qual a definicao de via arterial? Resposta: Via caracterizada por intersegdes em nivel, geralmente controlada por semaforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros e As vias secundarias e locais, possibilitando o transito entre as regides da cidade. 51. Qual é a velocidade maxima em vias arteriais quando nio houver sinalizacio regulamentadora? Resposta: 60 Km/h. 52. O que é uma via coletora? Resposta: Aquela destinada a coletar e distribuir o transito que tenha necessidade de entrar ou sair das vias de transito rapido ou arteriais, possibilitando o transito dentro das regides da cidade. 53. Qual é a velocidade maxima em vias coletoras quando nao houver sinalizacio regulamentadora? Resposta: 40 Knv/h. 54. Quais vias podem ser consideradas locais? Resposta: Aquelas caracterizadas por intersegdes em nivel nao semaforizadas, destinadas apenas ao acesso local ou a areas restritas. 55. Qual é a velocidade maxima em vias locais quando naio houver sinalizacio regulamentadora? Resposta: 30 Knv/h. inate 8©@ © $$ @OBO@?s?ed mene See: amie ye —‘“—SCS = 56. Qual é a definicio de rodovia? @ Resposta: Via rural pavimentada. 57. Qual é a velocidade maxima nas rodovias quando niio houver sina alizacho regulamentadora? Resposta: 110 K/h para automoveis, camionetas e motocicletas, ® 90 Kin/h para 6nibus e micro-dnibus e 80 Km/h para os demais veiculos. fy 58. Qual é a velocidade maxima nas estradas quando nio houver sinalizagio regulamentadora? & Resposta: 60 Knvh. 59. Qual é 0 limite para a velocidade minima em uma via? Resposta: A velocidade minima nunca pode ser inferior 4 metade Ny da velocidade maxima estabelecida. 60. Ao ingressar em uma via, 0 condutor deve dar preferéncia a quem? Resposta: Aos veiculos e pedestres que ja estiverem nela. 61. O condutor pode frear bruscamente o veiculo em apenas qual situacio? & Resposta: Apenas por razdes de seguranga. E] 62. O que o condutor deve avaliar ao regular a sua velocidade? Resposta: As condigées fisicas da via, do veiculo ¢ da carga, as condicdes meteorolégicas e a intensidade do transito, obedecendo = o limite de velocidade da via. 63. Ao diminuir a velocidade, 0 condutor deve certificar-se de qué? > Resposta: De que nao vai obstruir a marcha normal dos outros veiculos, de que pode fazer sem risco nem inconvenientes para os outros condutores e que indicou de forma clara e com 5 antecedéncia a sinalizagao devida para a manobra. ,,.,... 64. Ao executar uma manobra, o condutor deve certificar-se de qué? Resposta: De que pode executdé-la sem perigo para os demais usuarios da via que o seguem, precedem ou vao eruzar com ele, considerando sua posicao, sua diregao e sua velocidade. 65. Quando o condutor deve utilizar a luz baixa? Resposta: Durante a noite e durante o dia nos tuneis providos de iluminagao publica. 66. Quais tipos de veiculos devem manter a luz baixa tanto de dia quanto de noite? Resposta: Veiculos de transporte coletivo de passageiros. 67. O que o condutor deve fazer em uma via nao iluminada? Resposta: Utilizar a luz alta, exceto ao cruzar com outro veiculo ou ao segui-lo. 68. Em que situacdes é permitido a troca de luz baixa e alta de modo intermitente para advertir outros motoristas? Resposta: Ao indicar a intengao de ultrapassar um veiculo que segue 4 frente ou para indicar a existéncia de risco 4 seguranga para veiculos que circulam no sentido contrario. 69. Em que situacdes o condutor deve utilizar o pisca-alerta? Resposta: Em imobilizagées, situagdes de emergéncia ou quando a regulamentagao da via assim o determinar. 70. Como os veiculos podem ser classificados quanto a espécie? Resposta: De passageiros, de carga, misto, de competigéo, de tragao e especial. 71. Quando é permitido 0 uso de buzina? Resposta: Ao fazer uma adverténcia a fim de evitar acidentes ou advertir wm condutor que se tem o propésito de ultrapassa-lo fora das areas urbanas, quando for conveniente, sendo penmitido em ambas as situagdes apenas um toque breve. inate V ® © ®) El o ® &> See: amie ye —‘“—SCS = 72. Onde o uso do cinto de seguranga é obrigatério? @ Resposta: Ele é obrigatério em todas as vias publicas do Pais. 73. Para quais veiculos o cinto de seguranca nfo é obrigatério? Resposta: Apenas em veiculos destinados ao transporte de passageiros em percursos dos quais seja permitido viajar em pé. 74. O equipamento registrador instantaneo inalteravel de velocidade e tempo é obrigatério para quais veiculos? Resposta: Veiculos de transporte e condugao escolar, de transporte de passageiros com mais de dez lugares e os de carga com Peso & Bruto Total (PTB) de 4.536 Kg. 75. Onde as criancas de até dez anos devem ser transportadas obrigatoriamente? Resposta: Nos bancos traseiros, com cinto de seguranga. 76. E quanto a criangas menores de sete anos e meio, como elas devem ser transportadas? Resposta: No banco traseiro, em assentos especiais de acordo com a faixa etaria da crianga, presos ao cinto de seguranga. Os recém- nascidos com até um ano de idade devem ser transportados no bebé conforto. De um a quatro anos, as criangas devem ir em cadeirinhas. Ja entre quatro e sete anos e meio. o ideal é que utilizem o assento elevatério. E] 77. O encosto de cabeca é obrigatério para quais tipos de veiculos? Resposta: Todos os tipos de veiculos automotores. ¢ 78. O dispositivo destinado ao controle de gases poluentes e de ruido é obrigatério para quais veiculos? Resposta: Todos os veiculos. ab 79. Quais devem ser obrigatoriamente as cores das luzes dos fardis 4 frente, luz de freio, indicadores de mudanga de direcio ede marcha a ré? 5) Resposta: Braneas, vermelhas, ambar e brancas, respectivamente.......... 80. Qual é a ordem de prevaléncia da sinalizacao? Resposta: As ordens do agente de transito sobre as normas de circulagdo e outros sinais: as indicacdes do semaforo sobre os demais sinais: as indicagées dos sinais sobre as demais normas de transito. 81. Quais sio as exigéncias para a circulacio de condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores? Resposta: Utilizar capacete de seguranga, com viseira ou éculos protetores, segurar o guidom com as duas maos e usar 0 vestuario de protegao. 82. Como é permitido aos passageiros de motocicletas, motonetas e ciclomotores circular nas vias? Resposta: Utilizando capacete de seguranca, em carro lateral acoplado aos veiculos ou em assento suplementar atras do condutor e utilizando vestuario de protegao. 83. Como devem ficar os faréis em motocicletas, motonetas e ciclomotores? Resposta: Sempre acesos. 84. O que é necessario para a circulacio de motocicletas e motonetas destinadas ao transporte remunerado de mercadorias? Resposta: Autorizagao emitida pelo drgao ou entidade executivo de transito dos Estados e do Distrito Federal. 85. Quais siio as exigéncias para motocicletas e motonetas destinadas ao transporte remunerado de mercadorias? Resposta: Registro do veiculo na categoria de aluguel; instalagéo de protetor de motor mata-cachorro; fixado no chassi do veiculo; instalagao de aparador de linha antena corta- pipas; inspegado semestral para a verificagao de equipamentos obrigatérios e de seguranga. inate o © $@OB@?o< men loO@® WALEEL. OES Ss 86. Como deve ser feito 0 estacionamento de veiculo de duas rodas? Resposta: Perpendicular a guia da calgada e junto a ela. 87. Quando ¢ proibido estacionar nas esquinas? Resposta: Quando 0 veiculo estiver a menos de 5 metros do bordo do alinhamento da via transvel sendo considerado infracao média. 88. Quais s4o os érgios executivos do Sistema Nacional de Transito? Resposta: DENATRAN; DETRAN: Policias Militares dos Estados e Distrito Federal; Policia Rodoviaria Federal; Orgaos Rodoviarios da Unido, dos Estados, Municipios e a JARI. 89. Quais so os érgios normativos consultivos do Sistema Nacional de Transito? Resposta: CONTRAN, CETRAN e o CONTRANDIFE. 90. O que é 0 DENATRAN? Resposta: E 0 érgdo maximo executivo do sistema brasileiro de transito, com autonomia administrativa e técnica e jurisdigio sobre todo 0 territério nacional. 91. Qual é a funcio da JARI? Resposta: Julgar os recursos interpostos contra penalidades impostas pelos drgaos e entidades executivos ou rodoviarios de transito. 92. Oinfrator tem no minimo quantos dias para apresentar um recurso contra uma puniciio? Resposta: No minimo 30 dias. 93. Se o recurso julgar improcedente uma multa apés o pagamento desta mesma por parte do infrator, o que deve ocorrer? Resposta: O valor deve ser devolvido, com valores corrigidos. 94. Quando um veiculo que goza de livre circulagio estiver com o dispositive regulamentar de alarme sonoro e luz vermelha aceso, 0 que os condutores proximos devem fazer? Resposta: Deixar livre a passagem pela faixa da esquerda, indo para direita da via e parando, se necessario. diel com dielion aia 95. Dirigir sem lentes corretoras de visio é considerada que & tipo de infracio? Resposta: Gravissima. Ce 96. Transportar criangas em veiculo automotor sem seguir as ee normas de seguranc¢a estipulada é infracio gravissima. Qual é Ge punicio para quem comete tal infracgio? Resposta: Multa e retencdo do veiculo até que a irregularidade seja sanada. 97. Como deve ser feita a ultrapassagem de outro veiculo em movimento? Resposta: Pela esquerda, obedecendo a sinalizagao regulamentar e as norinas de trénsito estabelecidas. 98. Quando uma ultrapassagem no pode ser feita pela esquerda? Resposta: Quando o veiculo a ser ultrapassado estiver sinalizando 0 propésito de entrar 4 esquerda. 99. Quando veiculos, transitando por fluxos que se cruzam, se aproximam de local nao sinalizado, quem tem a preferéncia &> de passagem? Resposta: No caso de apenas um fiuxo ser proveniente de rodovia, & aquele que estiver circulando por ela. No caso de rotatoria, aquele que estiver circulando por ela. E o que vier pela direita nos demais casos. & 100. De que um condutor deve certificar-se antes de efetuar uma ultrapassagem? Resposta: De que nenhum condutor que venha atras tenha comegado uma manobra para ultrapassa-lo; que quem o precede na mesma faixa de transito nao tenha indicado 0 propésito de ultrapassar um terceiro; de que a faixa de transito que vai tomar esteja livre numa extensdo suficiente para que sua manobra nao ponha em perigo ou obstrua o transito que venha em sentido contrario. 101. O que um condutor deve fazer ao efetuar uma ultrapassagem? Resposta: Indicar com antecedéncia a manobra pretendida, afastar-se do usuario ou usuarios aos quais ultrapassa, de tal forma que deixe livre uma distancia lateral de seguranga, retomar, apés,a,efetivagag. image not available image not available GUSH O® © @obeos< [sen Wale" alers) Poo 8. Caso assuma a lideranca, qual é 0 modo certo de agir? Resposta: Mostrar firmeza nas suas agées; pedir a ajuda dos outros envolvidos; motivar todos os envolvidos e trabalhar muito. 9. Quando deve ser solicitado o socorro profissional ap6s o acidente? Resposta: O mais rapido possivel. 10. Caso nio tenha um telefone, o que o prestador de socorro deve fazer? Resposta: Deve solicitar o de outra pessoa, a quem estiver passando ou procurar um telefone publico ou um posto rodoviario; enfim,; quem possa acionar 0 mais rapido possivel 0 socorro. 11. O que o prestador de socorro deve falar ao telefone ao pedir socorro? Resposta: A gravidade aparente do acidente; o nome da rae ontmero mais proximo e também o niumero aproximado de vitimas envolvidas; se ha pessoas presas nas ferragens: se ha vazamento de combustivel ou produtos quimicos: se houve o envolvimento de dnibus ou caminhées. 12. Qual é a importancia de sinalizar o local apés 0 acidente? Resposta: Diminuir o risco de que outros veiculos se envolvam. 13. Onde deve ser iniciada a sinalizacgio de um acidente? Resposta: Em um ponto onde os motoristas ainda nado possam ver o acidente, para permitir que diminuam a velocidade a tempo. 14. Até que ponto deve ser feita a sinalizagio do acidente? Resposta: Por todo o trajeto desde o ponto onde ele nao pode ser visto até o local do ocorrido. 15. O que deve ser feito para manter a fluidez do trafego apos um acidente? Resposta: Deve-se manter as vias livres para 0 transitg, dentro.do .. 0. image not available image not available image not available 1@@ 2 es) s & © [es etn W188) Poo 38. Por que nfo é aconselhavel dar nada paraa vitima ingerir? Resposta: Porque ela pode ter alguma lesao interna, que pode ser agravada com a ingestao de qualquer alimento. Além disso, o risco em uma eventual cirurgia aumenta caso haja Agua ou alimentos no estémago. 39. Qual ¢ a unica excegio de substancia permitida para uma vitima ingerir? Resposta: Caso ela seja cardiaca, a ingestao de alguns medicamentos especificos é permitida. 40. Por que é necessario fazer perguntas simples para a vitima frequentemente? Resposta: Para identificar se ela esta consciente. 41. Caso a vitima se encontre inconsciente, 0 que deve ser feito? Resposta: Deve-se ligar novamente para o servico de socorro, complementar as informagées e seguir as orientagdes que receber. 42. Quais sao os sintomas de paradas cardiacas e respiratérias? Resposia: Auséncia de pulsagao, auséncia de movimentos cardiacos e de movimentos respiratérios. 43. O que deve ser feito caso a vilima apresente parada respiratoria? Resposta: Prestar os primeiros socorros sem esperar pelo socorro profissional, fazendo respiracao artificial. Material com direitos autorais image not available image not available image not available ) @ @ Orie f © @obeos< DIREGAO DEFENSIVA —SSSSSSSS 15. Por que o condutor deve sempre estar concentrado ao dirigir? Resposta: Para ter o tempo de reacgado mais rapido possivel no caso de algum problema. 16. Como é chamada a distancia percorrida entre o momento em que o condutor nota 0 perigo até o momento em que pisa no freio? Resposta: Distancia de reagao. 17. Como é chamada a distancia percorrida pelo veiculo entre o momento em que o condutor pisa no freio até o momento total da parada? Resposta: Distancia de frenagem. 18. A capacidade de direcio de um condutor pode ser afetada por quais condicées? Resposta: Estados emocionais, sono e fadiga. 19. Como o alcool ¢ as drogas influenciam na dire¢io? Resposta: Reduzem a concentragdo, afetam a coordenagao motora, mudam o comportamento, diminuem o desempenho ea capacidade de agao e reacao. 20. Caso o condutor esteja com raiva, como deve agir? Resposta: Deve tentar se manter tranquilo e redobrar a atengao. 21. Por que transportar animais soltos desacompanhados ou objetos que possam se deslocar durante o percurso € desaconselhavel? Resposta: Porque eles desviam a atencao do condutor. 22. Por que niio é aconselhavel ouvir um aparelho de som em volume alto ao dirigir? Resposta: Porque ele nao permite que o condutor ouga os sons de seu proprio veiculo e os dos demais. Material com direi image not available image not available image not available DIREGAO DEFENSIVA —SSSSSSSSS 46. No caso de chuva, como o condutor deve agir? Resposta: Deve redobrar a atengao, acionar a luz baixa do farol, aumentar a distancia do veiculo a sua frente e reduzir a velocidade até que se sinta confortavel e em seguranca. 47. Em caso de chuva de granizo, qual ¢ a atitude mais indicada para o condutor? Resposta: Parar em local seguro e aguardar o seu fim. 48. O que é aquaplanagem? Resposta: E a perda de aderéncia do veiculo com o solo devido a presenca de agua. 49. O que deve ser feito para evitar a aquaplanagem? Resposta: Observar com atengdo a presenca de pocas de agua sobre a pista e reduzir a velocidade, utilizando os freios, antes de entrar em regiao empocada. 50. O que o condutor deve fazer quando estiver sob neblina ou cerracio? Resposta: Ligar imediatamente a luz baixa do farol (¢ 0 farol de neblina, se possuir), aumentar a distancia do veiculo a sua frente e diminuir a velocidade. 51. Caso tenha a visio ofuscada pelo farol alto de outro veiculo, como o condutor deve agir? Resposta: Deve tentar desviar a sua visao para uma referéncia na faixa a direita da pista. 52. Caso o condutor encontre um pedestre fazendo travessia, como ele deve agir? Resposta: Esperar que o pedestre termine a travessia, pois ele sempre tem prioridade de passagem 53. Caso a ordem de uma autoridade de transite entre em conflito com a sinalizacdo, o que o condutor deve fazer? Resposta: Acatar a ordem da autoridade, pois as,suas, ordens.,..... image not available image not available image not available SINALIZACAO DE TRANSITO R-8b - Proibido mudar de faixa ou pista de transito da direita para a esquerda: Assinala ao condutor que é proibida a mudanga de faixa ou pista da direita para a esquerda no trecho. regulamentado. R-9 - Proibido transito de caminhdes: Assinala ao condutor de caminhao a proibigao de transitar, a partir do ponto sinalizado, na area, via, pista ou faixa. R-10 - Proibido transito de veiculos automotores: Assinala ao condutor de qualquer veiculo automotor a proibigao de transitar, a partir do ponto sinalizado, na area, via/ pista ou faixa. R-11 - Proibido transito de veiculos de tragao animal: Assinala ao condutor de veiculo de tragao animal a proibigdo de transitar a partir do ponto sinalizado, na area, via/pista ou faixa. R-12 - Proibido transito de bicicletas: Assinala ao ciclista a proibigao de transitar de bicileta, a partir do ponto sinalizado, na area, via/ pista ou faixa. ae R-13 - Proibido transito de tratores e maquinas de obras: Assinala ao condutor de tratores e maquinas de obras a proibigio de transitar, a partir do ponto sinalizado, na area ou via/pista. R-14- Peso Bruto Total permitido: Regulamenta o Peso Bruto Total maximo permitido a um veiculo para transitar na area, via/pista ou faixa. R-15 - Altura maxima permitida: Regulamenta a altura maxima permitida a um veiculo para transitar na area, via/pista ou faixa. Largura maxima ida: Regulamenta a largura maxima permitida a um. velculo para transitar na area ou via/pista. R-17 - Peso maximo permitido no eixo: Regulamenta 0 peso maximo permitido por eixo do veiculo para transitar na area, via/ pista ou faixa. Materia image not available image not available image not available SINALIZACAO DE 7 ==. A-2a- Curva a esquerda: Adverte o condutor da existéncia de curva & esquerda adiante. A-2b - Curva a direita: Adverte o condutor da existéncia de curva & direita adiante. A-3a - Pista sinuosa a esquerda: Adverte o condutor da existéncia de trés ou mais curvas perigosas sucessivas adiante, sendo a primeira a esquerda, A-3b - Pista sinuosa a direita: Adverte o condutor da existéncia de trés ou mais curvas perigosas. sucessivas adiante, sendo a primeira a direita. A-da - Curva acentuada em “S” a esquerda: Adverte o condutor da existéncia de duas curvas sucessivas em “S” adiante, sendo pelo menos uma delas acentuada e a primeira encontrando-se @ esquerda. A-4b - Curva acentuada em“S" a direita: Adverte o condutor da existéncia de duas curvas sucessivas em “S’ adiante, sendo pelo menos uma delas acentuada e a primeira encontrando-se adireita. A-5Sa - Curva em“S” @ esquerda: Adverte o condutor da exist6ncia de duas curvas em “S” sucessivas adiante, sendo a primeira a esquerda. A-5b - Curva em“S"a direita: Adverte o condutor da existéncia de duas curvas em “S” sucessivas adiante, sendo a primeira a direita. A-6 - Cruzamento de vias: Adverte o condutor da existéncia de um cruzamento de vias adiante. A-7a - Via lateral a esquerda: Adverte o condutor da existéncia de uma via lateral & esquerda adiante. A-7b - Via lateral adireita: Adverte o condutor da existéncia de uma via lateral & direita adiante. image not available image not available image not available ELT E Pas Ne7.\e 8S . =. A-32a -Transito de pedestres: Adverte o condutor da existéncia de trecho de via com transito de pedestres adiante. A-32b - Passagem Sinalizada de pedestres: Adverte o condutor de vefculo da existéncia de local sinalizado com faixa de travessia de pedestres adiante. A-33a - Area escolar: Adverte o condutor da existéncia de trecho de via de transito de escolares adiante. 4A-33b - Passagem sinalizada de escolares: Adverte o condutor da existéncia de local sinalizado com faixa de travessia de pedestres com predominancia de escolares adiante. A-34 - Criangas: Adverte o condutor da existéncia de area adjacente utilizada para o lazer de criangas adiante, A-35 - Animais: Adverte o condutor da possibilidade de presenga, adiante, de animais na via. A-36 - Animais selvagens: Adverte o condutor da possibilidade de presenga, adiante, de animais selvagens na via. A-37 - Altura limitada: X. Adverte o condutor da " existéncia de restrigo de altura maxima do veiculo, com ou sem carga, adiante. A-38 - Largura limitada: Adverte o condutor da existéncia de restrigao de largura maxima do veiculo, com ou sem carga, adiante. A-39 - Passagem de nivel sem barreira: Adverte o condutor da existéncia de um cruzamento com linha férrea em nivel sem barreira adiante. A-40 - Passagem de nivel com barreira: Adverte o condutor de veiculo da existéncia de um cruzamento com linha férrea em nivel com barreira adiante. A-41 - Cruz de Santo André: Adverte o condutor da existéncia de cruzamento com linha férrea em nivel no local. image not available image not available image not available 7 SINALIZACAO DE TRANSITO Atrativos turisticos naturais =F TNA-01: Praia. TNA-02: Cachoel e = quedas d’agua. TNA-03: Patriménio natural. TNA-04: Estancia hidromineral. Area para a pratica de esportes TAD-02: Marina. TAD-03: Area para esportes nduticos. Atrativos histéricos e culturais THC-03: Museu. THC-04: Espago cultural. Areas de recreagao Gi TAR-01: Area de descanso. TAR-03: Parque. TAR-02: Barco de passeio. Locais para atividades de interesse turistico TIT-01: Festas populares. TH-06: Planetario. TIT-02: Teatro. TIT-07: Feira tipica. TIT-03: Convengées. TIT-08: Exposigao agropecudria, TIT-04: Artesanato. TIT-09: Rodelo. TIT-10: Pavilhao de felras e exposigées. TIT-05: Zoolégico. image not available image not available image not available V- a Policia Rodovidria Federal; VI- as Policias Militares dos Estados @ do Distrito Federal; ‘Vil - as Juntas Administrativas do Recursos do In- {rages - JARI. Art.7° A. A autoridade portudria ou a entidade con- cessionéria de porto organizado poder celebrar convénios com os drgaica previstos no art. 72, com a interveriéncia dos Muricipios 0 Estados, juridica- mante interessacbs, para o fim especttico de faciitar @ autuagéo por descumprimento da legislacéio de transito. (Incluido pala Lei n° 12.058, de 2009) §1° © convénio valoré para toda a drea fisi- ca do porto organizado, inclusive, nas dreas dos termrinais afandegados, nas estagSes de transbordo, nas instalag6es portudras piblicas de poqueno porte © nos respectivos estaciona- mentos ou vias da transite internas. (Incluido pela Lei n® 12,058, de 2009) § 2 (VETADO) (Incluido pela Lei n? 12.058, do 2009) §3° (VETADO) (Incluido pela Lei n° 12.058, de 2009) Art. 8 Os Estados, 0 Distrito Federal eos Munict- ios crganizarao os respectivos érgéos e entidades executives de trinsito @ executives rodovidrios, estabelecendo os limites circunscricionais de suas atuagies. Art. 9 © Presidente da Reptblica designard 0 mi- nistério ou érglc ca Presidéncia responsavel pala coordenagéo maxima do Sistama Nacional de Trinsito, ao qual ostard vinculado 0 CONTRAN © subordinado 0 drgde maxima execttivo de transito da Unio. Art. 10. © Consalho Nacional de Tiansito - CON- ‘TRAN, com sede no Distrito Federal © presidido pelo dirigenta do éraéo maximo axecutivo de trénsi- toda Unio, tem a seguinte composicao: 1- (VETADO) - ((VETADO) Ill - um representante do Ministério da Ciancia e Tecnologia; IV - um representantes do Ministério da Educagéo e do Desporto; V- um representante do Ministerio do Exército; VI-- um representanta do Ministério da Meio Am- jente © da Amaz6nia Legal; ‘Vil - um representante do Ministério dos Transpor- tes, Vill- (VETADO) IX- (VETADO) X- (VETADO) Xd- (VETADO) Xl- (VETADO) Xdll- (VETADO) XIV - (VETADO) XV -(VETADO) XVI- (VETADO) XVII (VETADO) XVIII - (VETADO) XX (VETADO) 3OC- um representante do ministé1io ou 6rg&0 coor- denador maximo do Sistema Nacional de Transite; XXI- (VETADO) 20UI - um representante do Ministério da Saide. (Inctufdo pela Lai n? 9.602, de 1998) XXIII 1 (um) representantes do Ministério da Justiga. (Incufdo pela Lei n? 11.705, de 2008) § 1° (VETADO) §2 (VETADO) § 3° (VETADO) Art.11. (VETADO) Art. 12. Compete ao CONTRAN: |- estabelecer as normas ragulamentaras raferidas neste Codigo © as diretrizes da Politica Nacional de ‘Transito; Il coordenar os orgéos do Sistema Necional de Transito, objetivando a integragSo de suas ativida- des, I~ (VETADO) IV -criar Gamaras Teméticas; \V - estabelecerseu regimento interno e as diretrizes para o funconamento dos GETRAN e GONTRAN- DIFE; Vi - estabelecar as direlrizes do regimento das JARI; Vil - zelar pela uniformidade @ cumprimento das normas contidas nests Cédigo © nas resolugdes complementares; Vill - estabelecer e normatizar os procedimentos para a imposieSo, a arrecadagSio @ a compensa- 980 das multas por infragSes comatidas em uni- dade da Faderagéio diferente da do licanciamanto do voiculo; DC - responder as consuttas que Ihe forem formula- NATE ETCOTT PENS ETOP image not available image not available image not available IX fiscalzar 0 cumprimento da norma contida no art. 95, aplicando as penalidadas © arrecadando as multas nele previstas; X- implementar as medidas da Polltica Nacional de Transito @ do Programa Nacional de Transito; Xl-- promover @ participar de projetos @ programas de edlicagso e sequranga, de acarco com as diratri- zee astabolecidas polo CONTRAN; 2X1 - integar-se a outros érgéos @ entidades do Sis- tema Nacional de Transito para fins de arrecadacso 8 compensagdo de multas impostas na drea de sua compaténcia, com vistas & unificagio do licencia- manto, simplificago @ & celeridade das transfe- réncies de veiculos ¢ de prontuérios de condutores do uma para outra unidade da Federagéio; Xl - iscalizar o nivel de emisséo de poluentes @ ru- fdo produzidos polos vofcules autornotores ou pola sua carga, de acordo. com o estabelecido no art. 66, alm de dar apoio as agtes espactficas dos érgsios ambientais locas, quando aclicitade; XAV - vistoriar veiculos que necessitem de autoriza- ¢40 especial para transitar astabelacer os requisi- fos técnicos a serem obsarvados para a circulacdo desses veiculos. Pardgrafo unico. (VETADO) Art. 22. Compete aos Orgfios ou entidades executi- vos da transite dos Estados @ do Distrito Federal, no Ambito de sua circunscrig&o: I-cumprir e fazer cumprir a lagislag&o @ as normas do trdnsito, no Ambito das respectivas atibuicGes; Il - realizar, fiscalizar @ controlar o processo de for- magGo, aperfeigoamnento, reciclagem © suspenséo de condutores, expedir 6 cassar Licanea de Apran- dizagam, Permissdo para Dirigir a Carteira Nacional do Habilitacsio, mediante delagarao do SrgSo fede- ral competente; I.- vistoriar, inspecionar quanto &s condip5es de se- guranga veicular, registrer, emplacar, solar a placa, licenciar veiculos, expedindo o Certificado de Re- gistroe o Licenciamiento Anual, mediante delegacdo do érgéio federal competente; IV - estabelecer, em conjunto com as Policias Mi- litres, as diretrizes pare o policiamento ostensivo de transit; V - executar a fiscalizagéo de transito, autuar aplicar as medidas administrativas cablvais polas infragdes previstas nesta Cédigo, excatuacas aque- las relacionadas nos incisos VI ¢ Vill do art. 24, no exercicio regular do Poder de Policia de Transit; VI - aplicar as penalidades por infragdes previstas neste Cédigo, com excagdo daquelas relacionadas nos incisos Vil @ Vill do art. 24, nolificando os infra- tores @ arrecadando as muitas que aplicar; ‘Vil - arrecadar valores provenientes de estada e re- mogdo de veiculos e objetos; Vill - comunicar ao érg80 executive de transito da Unido a suspenséne a cassacio do dirsito de di 8 0 recolhimento da Carteira Nacional de Habil go, OX - colstar dados estatisticos elaborar estudos sobre acidentes da tréinsito 0 suas causas; 2X credenciar érgéios ou entidades para a execugéo do atividades previstas na legislaco de trinsito, na forma estabelecida em norma do CONTRAN; X1-implementar as medidas da Politica Nacional de ‘Trnsito @ do Programa Nacional de Transito; Xl - promover @ perticpar de projetos a programas de educacao e seguranca de transito de acordo com 2s diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN; XAll- integrar-se a outros érgéos ¢ entidadss co Sis- tema Nacional de Transito para fins de arrecadagiio 2 compensacSo de multas impostas na area de sua compatineia, com vistas & unificagsio do licencia- mento, & simplficagSo @ @ celeridade das transle- réncias de velculos © de prontudrios de condutores de uma para outra unidade da Federacdio; XQV - fornecer, aos érgéos @ enlidades executives de transito e executives rodovirios municipais, os dados cadastrais dos veiculos registrados a dos condutores habilitados, para fins de imposigéo @ notiicagdo de penalidades @ de amrecadacéo de multas nas dreas da suas competéncias; XV - fiscalizar 0 nivel de emiss&o da poluentes ru- Ido produzidos pelos vefculos automotores ou pela sua carga, de acordo com 0 estabelecido no art. 66 além de dar apoio, quando salicitado, As agdes ea” peoffices dos érgdos ambientais locals; XVI- articuiar-se com 08 damais érgéioa do Sistema National de Transito no Estado, sab coordenagéo do respactivo CETRAN. Art. 23. Compete as Policias Militares dos Estados a do Distrita Federal: 1- (VETADO) Il- (VETADO) Il - executar a fiscalizagéo de transito, quando e conforme convénio firmade, como agente do droao 0u entidade executives de transite ou executivos ra- dovidrige, concomitantemente com os demaie agen- tes credenciados; IV - (VETADO) V- (VETADO) Vi- (VETADO) VII. (VETADO) Pardgrafo dnico. (VETADO) Art. 24. Compete aos 6rgios @ entidades executi- vos de transito dos Municipios, no ambito de sua circunscrigao: image not available image not available image not available evitaracidentes; Il- fora das areas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se lem 0 propésito de urapassé-lo. Art. 42. Nenhum cordutor deverd frear bruscamen- fe seu velculo, salvo por mazBes de saguranca. Art. 43, Ao regular a velocidade, o condutor deverd obsarvar constantemente as ccndicoes fisicas da via, do veiculo @ da carga, as condighes mateora- \égicas e a intensidade do transito, obedecendo aos limites maximos da velocidade astabelecidos para avia, além de: I= nfo obstruir a marcha normal dos demais vefcu- los arn circulapao sem causa justificada, transitando a.uma velocidade anorOmalmente reduzida; IL- sempre que quiser diminuir a velocidade de seu velculo deverd artas cerificar-se de que pode fazé- lo sem risco nem inconvenientes para ce outros condutores, a no sar que haja perigo iminenta; IL- indicar, do forma clara, com a antecedncia ne- cesséria ea sinalizagdo devida, a manobra de redu- #0 de velocidad. Art. 44. Ao aproximar-se de qualquer tipo de cru- zamento, 0 condutor do veiculo deve demonstrar prudéncia especial, transitando em velacidade mo- derada, de forma que possa detar sau vefculo com ‘seguranca para dar passagem a pedestre @ a velcu- los que tenham o direito de preferéncia. Art. 45. Meamo que a indicagSo luminosa do se- méfora tha seja faverdvel, nanhum condutor pode entrar em uma intersegéo 9 houver possibilidade do ser obrigado a imobilizar o veiculo na area do cruzamento, obstruindo ou impedindo a passagem do transito transversal. Art, 45, Sempre que for necasséria a imobilizacdo temporaria de um veiculo no leito vidrio, em situacdo de emergéncia, daverd ser providenciada a imediata sinalizagéo de adverténcia, na forma estabelecida pelo CONTRAN. ‘Art. 47. Quando proibido o estacionamento na via. a parada deverd restringir-se ao tempo indispansavel para embarque ou desembarque de passageiros, desde que néo interompa ou perturbe o fluxo de vefculos ou a locomiogéo de pedestras. Pardgrato Gnico. A operacgo de carga ou des- carge ser regulamentada pelo 6rgo au enti- dado com circunscricfie sobre a via o 6 consi- derada estacionamento. Art. 48. Nas paradas, oparages de carga au des- carga @ nos estacionamentoa, 0 velculo deverd sar posicionado no sentido do fluxo, paralelo ao bordo da pista de rolamerto e junto a guia da calgada (meiofio), admitidas as exceghas devidamants si- nalizadas, §1° Nas vias providas de acostamento, os ve- culos parados, estacionados ou em operacdo de carga ou descarga deverdo estar situados fora da pistade rolamento. § 2° O estacicnamento dos vefculos motoriza- dos de duas rodas serd faito em posigéio per- pendicular 4 guia da calgada (meio-fio) ¢ junto ala, salvo quando houver sinalizac&o qua da- termine outra condiggo, § 8° Oestacionamento dos velculos sem aban- ‘dono do condutor poderd ser feito somenta nos locais previstos neste Cédigo ou naqueles ra- gulamentados por sinalizagao espectica. Art, 49. © condutor e os passageiros nfio deverfio abrir a porta do veiculs, deixéta aberta ou descer do vefculo sem antes se certificarem de que isso Ine coral pedo pam alsa pas cxtras unidrpn via. Parigrafo Gnico. O embarque @ o dasember- ‘que devem ocorrer sempre do lado da calaca, exceto pam o condutor. Art. 50. O uso de faixes laterais de dominio @ das reas adjacentes as eetradas o rodovias cbedecord as condigées de seguranca do transito estabeleci- das pelo 6rgo ou entidade com circunscriggo sobre avia. Art. 51. Nas vias internas pertencentes a condo- minics ‘constituidos por unidades aut6nomas, a sinalizac&o de regulamentagSo da via seré implan- tada @ mantida &s expensas do candominio, apés aprovacéa dos projatos palo érgéo ou entidada com circunscrigéo sobre a via. Art. 62. Os vefculos de trac&o animal serio condu- zidos pela direita da pista, junto & guia da cakada (meio-fio) ou acostamente, sempre que ndo hou- ver faixa especial a albs destinada, devendo seus condutores obedecer, no que couber, as normas de circulagSo provistas neste Cédigo e as que vierem a ser fixadas palo Gro ou entidada com circunscri- So sobre a via. Art. 63. Os animais isolados ou em grupos s6 po- dem circular nas vias quando conduzides par um guia, observado o seguinte: | ~ para facil os desiocamentos, os rebanhos devaréo ser divididos em grupos de tamanha mo- derado © separados uns dos outros par espagos ‘suficientes para néio obstruir o transit I-08 animais que circularem pela pista de rolamen- to devergio eer martides junto ao bordo da pieta. Art. 54. Os condutores de motocidetas, motonetas 1 ciclomotores 96 podarfio circular nas vias: | utilizando capacete de saguranga, com viseira ou 6culos protetores; I~ segurando 0 guidom com as duas méos; IIl- usando vestudirio da protecso, de acorda com as especificagses do CONTRAN. Art.65. Os passagsiros de motocicietas, motonetas 8 ciclomatores 85 poderdo ser transportados: | utiizando capapate de seguranga; image not available image not available image not available image not available sinais; I - as indicagées dos sinais sobre as demais rormas de transito. Art. 90. N&o sargo aplicadas a sancdos provistas neste Cédigo por inobservancia & sinalizag&o quan- do esta for insuficiente ou incorreta. § 1° O érgéo ou entidade de transito com cir- Gunscrigo sobre a via 6 respansdvel pela im- Plantacao da sinalizagio, respondendo pela sua falta, insuficiéncia ou incorreta colocagio. § 2° O CONTRAN aditari normas complaman- taras no que se refere 2 interpratagdo, coloca- go e uso da sinalizagio. ‘CAPITULO Vill DA ENGENHARIA DETRAFEGO, DA OPERACAO, DA FISCALIZACAO E DO POLICIAMENTO OSTENSIVO DETRANSITO Art.91.O CONTAAN estabelecerd as normas @ ra- gulamentos 2 serem adotacbs em todo o tarritério Nacional quando da implamantacdo des solugSes adotadas pela Engenharia de Trilego, assim como padréas 2 seram praticados por todos os érpdos @ntidades do Sistama Nacional de Tidnsito. Art. 92. (VETADO) Art. 98. Nenhum projeto de edificaréo que possa transformar-se em pélo atrativo de transite poderd ser aprovada sem prévia anuéncia do éra0 ou en- tidade com circunscrigao sobre a via e sem que do projeto conste érea para estacionamenic ¢ indica- 980 das vias da acesso adequadas. Art.94. Qualquer obstdculo a livre circulagao ¢ A s0- guranga de veiculos @ padestres, tanto na via quan- fona calada, caso nfo possa ser retirado, deve ser dovida 0 imediatamente sinaizado. Pardgrato Unico. E proibida a utiizagao das ondulagies transversais @ de sonorizadores como redutores de velocidade, salvo em ca- ‘808 especiais definidos pelo drg4o ou entidade competente, nos padrées e critérios estabeleci- dos pelo CONTRAN. Art. 95. Nenhumna obra ou evento que possa pertur- bar ou interromper a livra circulagéo de veiculos e pedeetres, ou colocar em risco sua seguranga, serd iniciada sem permissdo prévia do érgéio ou entidade de transito com circunsctigao sobre a via. §1° A obrigago de sinalizar 6 do responsével pela execugao ou manutangao da obra ou do evento, § 2° Salvo om casos de emergéncia, a autori- dade de transito com circunscriggo sobre a via avisaré a comunidade, por intermédio dos meios de comunicagso social, com quarenta e ita horas de antecedéncia, de qualquer inter- dig&o da via, indicando-se os caminhos alterna- tivos a serem utilizados. § 3° A inobservéncia do disposio neste artigo seré punida com multa que varia entre ‘cinglenta o trezentas UFIR, independentemen- te das corrinagbes civeis © penais cabiveis. § 4" Ao servidor piblico responséval pela ina- beervéncia de qualquer das normas previstas neste @ nos arts. 93 @ 94, a autoridade de tran- sito aplicard multa diéria na base de cingienta por cento do dia de vencimente ou remunem- ‘Go devide enquanto permanecer a irregulari- dade. CAPITULO IX DOS VEICULOS SECAO| — Disposig6es Gerais Art. 98. Os velculos clessificam-se em: 1 quanto a tragéo: a) automotor; b) elétrico; +) de propulsiio humana; 4) do tracdo animal; a) raboque ou seri-reboque; Il- quanto a espécie: a) de passageitos: icleta; 2- ciclomotor; 1-bi 3- motoneta: 4- motocicleta; 5- triciclo; 6- quadriciclo; 7- automével; 8 - microénib 9- Gnibus; 10- bonde; 11 - reboque ou semi-reboque; 12- charrate; b) de carga: 1- motoneta; 2- motociclota; COPTEMICSAt: RPM bat Me Moloy[< lore}