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A Coelha e o Urso Eve Langlais Série CUP 01 O que tem que fazer
A Coelha e o Urso Eve Langlais Série CUP 01 O que tem que fazer

A Coelha e o Urso

Eve Langlais Série CUP 01

O que tem que fazer um pobre urso quando o único que quer é um bolo doce de coelho? Ursos e coelhos não devem se misturar, ou isso é o que segue dizendo Chase a si mesmo quando sua intrometida vizinha nova não fica fora de seus assuntos nem de sua mente. Entretanto, quanto mais conhece a muito alegre vizinha, mais anseia tê-la nua em suas mãos, com seu desejo pior que seu vício ao mel e ao bolo. Miranda está em uma missão com Coalizão Unidos Peludos, e isso inclui em segredo o mal- humorado e empertigado urso. Manter a concentração no trabalho não é fácil quando o único no que pode pensar é em trocar seu cenho completamente, uma tarefa difícil quando prova sua paixão. Quando ela ouve falar de sua teoria de que as criaturas do bosque e os predadores não se misturam, pensa que tudo está perdido, mas não conta com a natureza e a curiosidade de um urso necessitado e possessivo. Quando uma força maligna sequestra Chase, Miranda dá rédea solta a sua coelhinha com o fim de salvá-lo, mas a revelação de seu lado shifter 1 põe em perigo a ela mesma. Será um urso teimoso o suficiente para salvá-la de um cientista louco? E se o faz, pode um urso esquecer-se de sua condição de criatura do bosque o tempo suficiente para amá-la e convertê-la em sua companheira?

1 Conhecidos como metamorfose ou troca formas (de humano para animal).

como metamorfose ou troca formas (de humano para animal). ** Esta tradução foi feita apenas para

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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Advertência: “Bolos 2 ” foram machucados na elaboração desta história e as referências travessas feitas

Advertência: “Bolos 2 ” foram machucados na elaboração desta história e as referências travessas feitas sobre o mel poderiam ofender a alguns leitores.

Disp. em Espanhol: Club de las Excomulgadas Envio do arquivo: Δίκη Revisão Inicial: Tessy Revisão Final: Leka Formatação: MarciaDaltro© Imagem: Elica Talionis

Comentário da Revisora Tessy: Adorei a história, apesar de ser curta, não faltou absolutamente nada! Tem um bom enredo, com cenas divertidas, emocionantes, cheias de

E cenas hots ótimas! A mocinha é tudo! Daquelas que sabe o que quer e não tem

Gente eles dois juntos são hilários!! E o mocinho? Dá uma de urso

medo de cara feia

adrenalina

Kkkkkk

feroz, mas no fundo é um “Ursinho de pelúcia!” Espero que a próxima seja tão boa quanto essa.

Apreciem sem moderação!!!

Comentário da Revisora Leka: Primeira vez que leio um livro dessa autora. Gostei. E divertido!!! Quem diria que uma coelha com gene de tigre e um urso poderiam dar tão certo?

PRÓLOGO

Trinta anos atrás

Era a parte inferior da cadeia alimentícia, por certo. Lançar fumaça no canto do pátio da escola não fazia às palavras mais fáceis de engolir. Só queria uma mudança no jogo também. Valentões. Olhá-los não os fazia retratar-se de suas brincadeiras cruéis. Não fazia falta que o chamassem camarão, ou zero à esquerda, e a canção falando sobre anões que cantaram fazendo

2 Bolo: No caso desse livro é uma “gíria” do mocinho a vagina da mocinha.

livro é uma “gíria” do mocinho a vagina da mocinha. ** Esta tradução foi feita apenas

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coro foi totalmente desnecessária. Tinham os ratos com seus olhos pequenos e brilhantes esse tipo

coro foi totalmente desnecessária. Tinham os ratos com seus olhos pequenos e brilhantes esse tipo de falta de respeito? As raposas ardilosas ou os coelhos bobos? Bom, na realidade os coelhos eram estúpidos, de orelhas longas e comiam alface. Pai compartilhava uma boa parte da culpa, esse esquilo inquieto a que faltavam uns parafusos. Por que todos os outros tinham pais que pertenciam a algumas castas de primeira qualidade e de animais grandes? Ou pelo menos algo com grandes e enormes garras? A herança dos genes de duas criaturas fracas era repugnante, assim como o seu diminuto tamanho que o restringia a participar das brincadeiras. Não é capaz de sustentar a si mesmo, zombavam, e o que ”

Julgar uma pessoa

por seus atributos físicos e seu animal interior era muito injusto. E odeio a injustiça. Então, o que podia fazer um pobre, desprezado, de porte franzino e com um cérebro superdesenvolvido? Olhando para os meninos maiores no pátio do colégio, um plano se formou. Enquanto os outros meninos jogavam seus jogos rudes e faziam alarde de sua destreza, um plano ocorreu intercalado com a necessidade de levantar a armação de seus óculos, outra anomalia genética que não era comum em um metamorfo para ser colocada aos pés dos pais que nunca deveram ter procriado. Uma vez que o esquema básico de vingança surgiu, uma risada má saiu. Na realidade, parecia mais um engasgo sufocado, mas haveria tempo suficiente para melhorar o sorriso ameaçador de êxito, já que demoraria quase vinte anos para colocar seu plano em andamento. Mas quando chegasse a hora, faria pagar a todos. Muaha urgh muahahaha cof

era ainda mais humilhante. “Ei, temos um posto para você

no lugar da bola

CAPÍTULO 01

e pau duro. O pequeno traseiro saltitante, com o qual quase

esbarrou, na altura certa, balançava-se de um lado para o outro bem na porta de seu apartamento. A proprietária da deliciosa bunda se inclinou fora da vista, cantarolando enquanto

girava. Um indecente short cobria seus cremosos globos, mas com muita dificuldade. Sua roupa parecia pelo menos de um tamanho muito pequeno, dada a quantidade de traseiro para fora das

bainhas irregulares. Infernos, em sua posição atual, ele inclusive poderia dizer que ela estava depilada, um fato que seu pênis gostava, e que é óbvio o irritava até o extremo. Chase não sabia se devia dar uma palmada no traseiro redondo para chamar a atenção da fêmea, ou rosnar para que ela saísse do caminho. Freando seu terceiro desejo, que envolvia se

esfregar contra o convidativo traseiro — Aham.

Falando sobre hipnotismo

Preferencialmente nu

Ele pigarreou.

Falando sobre hipnotismo Preferencialmente nu Ele pigarreou. ** Esta tradução foi feita apenas para a leitura

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O cabelo platino sedoso, quase branco, voou até bater em seu rosto quando a mulher

O cabelo platino sedoso, quase branco, voou até bater em seu rosto quando a mulher se endireitou. A mecha de cabelo fez que esticasse a mandíbula e sacudisse a cabeça com um

grunhido que cuspiu o cabelo que tinha na boca. O aroma do xampu, um embriagador aroma a framboesa, fez que seu estômago soasse ruidosamente, mas não de fome, a menos que contasse a fome carnal. Com um giro, a mulher se flexionou enfrentando-o com um sorriso de lábios grossos que parecia muito alegre a essa hora da manhã.

— Bom, olá, vizinho. — Cantarolou, com sua boca brilhante tão doce que ele se doeu por sua

escova de dente. — Sinto se estou em seu caminho. Só estava me esquentando para minha corrida da manhã. Eu acho que ainda não nos conhecemos. Acabei de me mudar para o apartamento 9C. — Esticou sua mão e moveu o nariz para ele enquanto continuava sorrindo. Chase franziu o cenho enquanto ignorava a mão estendida. Uma cheirada e podia dizer que não pertencia ao genoma humano. Malditos fossem os coelhos e suas naturezas ensolaradas.

Como poderia repreendê-la corretamente com ela sorrindo como a tola mais bonita do mundo?

De

Se ela fosse um coelho, um homem, ele poderia algemá-lo na cabeça, mas sendo uma garota

alguma forma, ele não achava que amordaça-la com seu pênis fosse uma forma de castigá-la. — Então você é a razão pela qual não consegui dormir no sábado? Seus homens que estavam ajudando na mudança não poderiam ser um pouco menos ruidosos? Seus olhos de cor verde intensa piscaram, seus lábios perderam sua curva, e ele percebeu que ela possuía um punhado de sardas na ponte do nariz.

— Mas eram onze horas da manhã. O senhorio me assegurou que não haveria problema.

Você foi para a cama tarde? Ele fixou um olhar nela e respondeu em um tom arrogante.

— Eu gosto de dormir pelo menos umas boas dezesseis horas nos fins de semana, às vezes

até dezoito. Por causa de seu alvoroço, entretanto, só tive umas míseras quatorze horas Com o inverno lentamente perdendo o controle sobre cidade, o impulso de hibernação em

sua cama seguia sendo difícil de tirar.

— Hmm, a última vez que passei tanto tempo na cama, não foi porque estivesse dormindo

— Ela falou de forma insolente dando uma piscada para ele. A insinuação era impossível de passar por cima, e ao mesmo tempo um louco desejo de arrastá-la de volta a seu quarto e pôr a prova sua cama de molas cruzou sua mente, ao invés disso fingiu ignorância e franziu a testa.

— Então, você deve conseguir um colchão melhor. O sono nunca deve ser negligenciado. — Olhou-a fixamente com um olhar duro. — Ou interrompido. Um sorriso curvou seus lábios e mostrou seus brilhantes dentes brancos.

— Ahh, é um urso resmungão mais que adorável. — Deu outra piscada. — Direi o que. Compensarei isso. Deixe-me fazer algo para você jantar. Hmm, coelho nu molhado em um prato?

— Não. — Grunhiu.

— Bolachas de chocolate recém assadas?

Não. — Grunhiu. — Bolachas de chocolate recém assadas? ** Esta tradução foi feita apenas para

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Não, mas conhecia uma massa doce que gostaria de provar. Maldição. Sua mente se negava

Não, mas conhecia uma massa doce que gostaria de provar. Maldição. Sua mente se negava

a sair da sarjeta essa manhã.

— Não.

Seu nariz se moveu.

— Uma massagem?

Deslizando suas mãos engorduradas por todo seu corpo e sobre seu pênis. Sim, isso soava

Não. Chase tinha que ir antes que a ereção de sua calça

atravessasse o tecido e fosse atrás do bolo de coelhinho, mas ela estava de pé em ângulo reto diante dele, vendo-se e cheirando muito deliciosa. Nem um pouco perturbada por suas respostas negativas, a deliciosa fêmea de coelho tocou

seu queixo com um dedo, enquanto seus olhos se reduziam pensando, sustentando o olhar. Olhou-a de volta, tentando parecer feroz. Ela não parecia dar-se conta. Inclinando a cabeça para um lado, olhou-o de cima a baixo. Apesar de si mesmo, encolheu o estômago, aumentando mais volume de seu enorme peito. Um urso tinha seu orgulho depois de tudo.

— Acredito que vou surpreendê-lo. — Disse com uma piscadela e uma lambida de seus

lábios. Seu pênis se sacudiu enquanto Chase estava a ponto de ficar vesgo só de pensar no que ela

poderia fazer

— Por favor, não. — Ele resmungou. Muito tarde. A coelhinha, cujo nome ele nunca chegou

a conhecer, correu fora, com seu sedoso cabelo saltando pelas costas, chamando a atenção para

as bochechas redondas expostas de seu traseiro, do seu bata-morda-tome-perfeito-traseiro. Um longo suspiro de sofrimento escapou. Tenho que estar realmente necessitado de sexo, se inclusive as pequenas criaturas do bosque estão me excitando. Ajustando seu pênis, que se recusava a fingir-se de morto, Chase agarrou sua maleta e se dirigiu ao trabalho. Uma caminhada ajudaria a limpar sua mente. Uma das vantagens de viver na cidade era que alugou um escritório a poucas quadras de seu apartamento, em frente a uma padaria que vendia os mais deliciosos pães de mel. Estavam os dois temas relacionados? Mais ou menos. Havia notado o anúncio de “Escritórios para alugar” enquanto comia alguns bolos. Trabalhar em um escritório do outro lado da rua de sua padaria favorita parecia ser o destino de um urso que não podia conseguir o suficiente de doces. Ele culpava a sua mãe, que, uma vez que ele se graduou na universidade, mudou-se à montanha, levando suas deliciosas habilidades de fazer doces com ela. Chase, enquanto que era um perito chef na hora de fazer pratos de carne e

batatas, aspirava a fazer os doces mais delicados que desejava. Obrigado à Ursa pelas padarias.

o

fez ter fome, então ele comprou uma dúzia e encomendou outras duas dúzias, para mais tarde, antes de dirigir-se até o elevador a seu escritório. Ao entrar em seu espaço no terceiro andar, saudou Katy, sua recepcionista, uma loba que conseguia ser ultra eficiente sem parecer que jamais trabalhasse. Uma característica admirável, se alguém perguntasse a ele.

como um plano. Ei, espera um segundo

nua.

Pensar em bolos melados

suaves e manejáveis, no açúcar derretendo-se em sua língua

e manejáveis, no açúcar derretendo-se em sua língua ** Esta tradução foi feita apenas para a

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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Ela tinha suas unhas impecáveis atualmente. — Sua caixa de entrada tem alguns contratos que

Ela tinha suas unhas impecáveis atualmente.

— Sua caixa de entrada tem alguns contratos que necessitam uma última olhada e sua

— E assim sucessivamente, recitou as

tarefas que tinha realizado e irradiado a ele para sua conclusão. Aborrecido. Seu castigo supunha, por ter tomado o caminho mais fácil de advogado civil ao invés de criminal. — Por que não pode

ser uma secretária de traseiro preguiçoso como todas as demais? — Grunhiu enquanto seu dia começava a ver-se cada vez mais sombrio.

— Só me assegurava de que tenha o dinheiro para meu bônus de verão. — Respondeu ela.

— O que me recorda Antes que pudesse sair com outra lista, o telefone tocou e com um suspiro de alívio, Chase

escapou.

O primeiro que fez quando se sentou atrás de sua grande mesa de madeira foi procurar três

bolos. Seu gosto pelo doce o acalmou, ainda se encontrava com fome, mas não de comida. A condenada coelhinha ainda ricocheteava em sua mente e queria um pouco de bolo, e não só de qualquer bolo, mas também de seu bolo doce.

Ele nem sequer gostava das mulheres lindas e alegres. Isso o

incomodava, desde quando eu cobiço alguma coisa, ainda mais uma fêmea de outra espécie? As

tentativas de trocar o rumo de seus pensamentos falharam, e depois de quinze minutos de

incansável, inquieto e ocupado trabalho, chegou à conclusão de que nada poderia deter sua excitação, a não ser o sexo em si. Não com essa coelhinha extremamente alegre, entretanto. Tirando seu celular, Chase se deslocou através dos números em busca de uma amiga a que

chamar

atenção e, apesar de si mesmo, não podia deixar de imaginar à linda coelhinha e a seus lábios de

cor rosa, perfeitos para chupar seu pênis. Lembrava-se perfeitamente dos grandes seios esticando

E enterrar o rosto e sentir o aroma

de framboesas. E então havia sua fina cintura, do tamanho justo para que suas mãos levantassem

seu pequeno e doce corpo e desfrutasse de afundar-se em seu centro. Ele apostava que ela gritaria de excitação. E o que dizer de seus largos quadris, feitos para gerar filhotes? Pare! Chase, quase caiu de sua cadeira de com o último pensamento. Como é que eu me deixei levar de pensamentos sobre ereção para bebês? Estabelecer-se não formava parte de nenhum plano atual, especialmente com uma coelhinha. O emparelhamento entre espécies era

a camiseta, um punhado robusto feito para agarrar e apertar

Também conhecida como amiga de transa. Mas nenhum dos nomes chamou sua

assinatura. Tem um inventário às onze. E outro as três

O que o desconcertava

muito bom para os outros shifters. Como o filho primogênito descendente de ursos de sangue puro, devia a seus antepassados manter sua linhagem pura. Deixaria que seu irmão Mason, o homem das senhoritas na família, rompesse com a tradição. Quando estiver preparado para filhotinhos, vou me estabelecer com uma agradável ursa com

bons genes

e um traseiro gordo para bater. Talvez encontre a uma Kodiak 3 independente ou a

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Talvez encontre a uma Kodiak 3 independente ou a 3 ** Esta tradução foi feita apenas
Talvez encontre a uma Kodiak 3 independente ou a 3 ** Esta tradução foi feita apenas

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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uma fêmea polar, mas nada mais louco que isso . Como urso pardo, tinha uma

uma fêmea polar, mas nada mais louco que isso. Como urso pardo, tinha uma reputação que manter, afinal de contas.

Quanto a sua vizinha de orelhas longas e sua ameaça de compensá-lo, só trabalharia mais

Humanos ou

shifters

como uma mão amiga, ou compartilhar os cobertores com você quando está na mesma cama, ou compartilhar sua sobremesa quando só há um bolinho de mel.

Sua última namorada tinha sido grande no cenário de compartilhar tudo em seu conjunto. Era por isso que suas relações nunca conseguiam ir além da marca dos três meses, porque afinal de contas, por que dividir algo quando ele poderia simplesmente manter tudo para si? É óbvio que sua tentativa atual de manter seu pênis para si mesmo não estava funcionando tão bem, ao que parecia. Não só sua mão estava cansada de se masturbar, mas também nada se

Uma loira platinada saltando sobre ele com

podia comparar à sensação apertada e quente de

energia e gritando excitada. O telefone tocou, e seu som causou que sua ereção murchasse com a voz estridente da

senhora Plantain.

duro para usar seu próprio encanto habitual. Que assustava a todo mundo

Eventualmente. E assim é como eu gosto. Amigos e amantes esperam coisas de você,

*******

Miranda correu e correu as dezesseis quadras a seu trabalho sem incomodar-se em tomar nota ou responder aos assobios e buzinadas que a seguiam aonde ia. Com um grande estado de ânimo, sorriu enquanto viajava e provocou só um acidente de carro, quando fez uma pausa para agachar-se a recolher uma moeda da sorte. Não houve vítimas, o que demonstrava que a moeda de cobre havia valido a pena. É meu dia de sorte. Ela havia acabado de conhecer o macho mais divertido. Não se esqueça de sexy também.

Musculoso e

sem um grama de gordura, muito delicioso. Vestido em um terno, com um íntegro nó em sua gravata ao invés de um clipe, parecia muito sério e correto. Fazia que uma coelhinha quisesse fazer coisas loucas para ver se fazê-lo esboçar um sorriso. Entretanto, falando sobre ser sombrio Ela nunca viu um rosto tão sério em ninguém, e ele parecia muito jovem também. Calculava que provavelmente seria só poucos anos mais velho que os vinte e sete dela. Ela apostava que poderia virar esta carranca do lado do avesso. Se desse uma oportunidade antes de estrangulá-la. Ele não parecia ser um homem que possuía muita paciência ou habilidade com as pessoas. Entretanto, apesar de seu comportamento desagradável, achou-o intrigante. Ele despertou sua natureza curiosa de coelha, porque agora ela queria saber o que o fazia ser tão grosseiro e o

Ou a agarrasse em um abraço de urso e desse um beijo

que seria necessário para que ele risse

Que media mais de 1.98m, o homem estava construído como uma casa de tijolos

quente a sério. Entrar em um edifício de escritórios era indescritível, Miranda se meteu em um elevador que

era indescritível, Miranda se meteu em um elevador que ** Esta tradução foi feita apenas para

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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se abriu e pressionou o treze. Quando a cabine se moveu, fez pouco caso dos

se abriu e pressionou o treze. Quando a cabine se moveu, fez pouco caso dos olhares interessados dos humanos. Os machos de qualquer espécie eram tão fáceis de distrair, simplesmente usava um par do Daisy Dukes 4 e uma camiseta ajustada e se converteram em idiotas babadores. Eram tão lindos às vezes. Incapaz de manter-se quieta, moveu-se de um lado para outro sobre seus calcanhares enquanto o elevador subia e subia, descarregando humanos no caminho. No andar final, deteve- se, mas antes que as portas se abrissem, notou uma sensação de formigamento enquanto um laser de segurança a verificava para ver que pertencia a esse nível. Determinando seu estado de shifter, as portas se abriram e ela saiu no vestíbulo da CUP - Coalizão Unida de Peludos. Originalmente, foram chamados Coalizão Unida de Peludos e sua Defesa, mas ao parecer, alguém pensou que CUPD era muito vulgar 5 . Vá saber. Assim que a CUP era a primeira linha de defesa para os que tinham pelos em todo o mundo. As espécies de aves aquáticas tinham suas próprias agências de proteção que trabalhavam em estreita colaboração com a CUP, e não era incomum que agentes de todos os lados trocassem informações. Apesar de que ninguém se oferecia voluntariamente para as missões em alto mar, afogar-se no trabalho não estava exatamente alto na lista de ninguém. “Servir, proteger e manter os humanos na escuridão” era seu lema e como agente da CUP, fazia todo o necessário para manter a salvo os shifters, protegendo os humanos e mantendo-os

ignorantes na investigação dos delitos. Um trabalho difícil, que desfrutava pela variedade de suas tarefas do dia a dia. E os benefícios dentais a estremeciam totalmente. Passando pela recepção, inclinou-se sobre sua superfície polida enquanto esquadrinhava os boletins no tabuleiro. Um assobio a fez tirar por cima seu dedo do meio antes de voltar-se com um sorriso.

Não tem alguns porcos aos o que incomodar?

Prefiro soprar sobre você, querida. — Respondeu Frank com um sorriso.

O

shifter lobo e amante das insinuações sujas, flertava com tudo o que se classificava como

fêmea.

Você não conseguiria seguir meu ritmo. Não se esqueça, o Energizer 6 foi o meu avô.

A

risada explodiu saindo dele.

Você é impossível, Miranda. Ei, virá conosco depois do trabalho ao Joe’s Jungle beber

algo?

Sinto muito, mas esta coelhinha está em uma missão. Talvez da próxima vez.

Tentava não beber com os colegas de trabalho a menos que fosse necessário como parte de sua cobertura. Na realidade, inclusive fora do trabalho, não bebia muito ou davam frequentemente álcool porque ia diretamente à cabeça e a punha hiper quente. E ela não queria despertar ao lado de Gabe, a serpente, novamente. Para algumas coisas, era melhor que uma

4 Shorts jeans muito curto, tem esse nome por que a personagem que os usou em um filme era chamada de Daisy Mae Duke.

5 Furry United Coalition and Defense (FUCD) Ao pronunciá-lo soa muito parecido a “Fuck”, quer dizer, “foder”. Daí o vulgar.

6 Refere-se ao coelhinho do Energizer, esse que dura e dura e dura

ao coelhinho do Energizer, esse que dura e dura e dura ** Esta tradução foi feita

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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garota não fosse conhecida. — Conseguiu alcançar seu objetivo? Miranda terminou de assinar e se

garota não fosse conhecida.

— Conseguiu alcançar seu objetivo?

Miranda terminou de assinar e se girou à face do falante. Com seus 1.86cm, Kloe era o diretor da missão e literalmente uma girafa, elevava-se sobre quase todo mundo, e tinha o mais largo, elegante pescoço que Miranda conhecesse, exceto possivelmente o de Jessie, o cisne residente e nerd da tecnologia.

— Fase um completada, chefe. Entrei em contato com um urso mal-humorado e, entretanto, bonito. Mas não se viu muito impressionado comigo.

Os lábios de Kloe se curvaram em um sorriso.

— Me deixe adivinhar, jogou só-sou-uma-tola-coelhinha com ele, não?

Miranda moveu suas pestanas.

— Quem, eu? — Riu. — OH, deveria ter visto sua cara. Vou fazer de boa vizinha esta noite e levar algumas coisas assadas.

— Uma ideia perfeita. Todos sabem o quanto amam os doces.

Oh, o urso queria provar algo doce e bom, ela reconheceu o olhar em seus olhos. Acredito

que quer um bocado de uma coelhinha em vez de mel. Teria que esperar, entretanto. Tentava não

misturar o trabalho com o jogo

Entretanto, uma vez que tivesse completado sua missão, tomaria cuidado com o Chase

Brownsmith. Não só planejava fazê-lo sorrir

talvez até mesmo gargalhar, mas também desejava

ver se os ursos pardos eram tão grandes como diziam.

Frequentemente.

— Estou supondo que Víctor captou o rastro uma vez que meu objetivo saiu do edifício?

— Fez. Nada a relatar até o momento. A equipe se encontra em sua casa agora deixando

bichos 7 no quarto, cozinha, sala de jantar e a sala de estar. Seu escritório foi feito ontem de noite.

De acordo com Jessie, você deve ter um link em seu notebook e a seu celular para esta tarde, mas ambos sabemos que ainda não há nada melhor que ter as mãos e os olhos bem abertos.

— Oh, não se preocupe. Tenho a intenção de ficar pega ao traseiro desse urso melhor que

um adesivo. — Uma vez que Miranda tinha uma missão, neste caso a proteção de um inconsciente urso, não se detinha até que o trabalho terminasse. — Houve sorte na busca de mais informação sobre a lista? Kloe negou. A lista da que ela falava chegou de maneira anônima a seus escritórios fazia menos de duas semanas, e continha os nomes de quase cinquenta shifters. Todos eram homens solteiros em plena forma. Teria parecido como uma grande fonte para solteiros elegíveis, com exceção de que mais de uma dúzia desses homens desapareceu nos últimos seis meses. Só um tinha sido recuperado, morto, em decomposição e como um cruzamento entre algo horrível e de pesadelo.

A primeira hipótese era que alguém parecia estar sequestrando homens sãos para

experimentos. Por que, quem ou como, desconhecia-se nesse momento. Raios, ainda não sabia como conseguiram a lista de possíveis vítimas, mas anônimo ou não, a CUP não cruzaria de braços

7 Refere-se a aparelhos de escuta, micros, câmaras

7 Refere-se a aparelhos de escuta, micros, câmaras ** Esta tradução foi feita apenas para a

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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com essa pista. Em um esforço por frear os desaparecimentos, e deter os responsáveis, cada

com essa pista. Em um esforço por frear os desaparecimentos, e deter os responsáveis, cada um dos nomes

restantes da lista terminaram atribuídos a um par de agentes secretos para velar por eles. Não queriam alertar o autor de que estavam sobre ele, mas ao mesmo tempo, a CUP não podia permitir-se descansar e esperar para ver se alguém mais era raptado. Miranda fazia o trabalho de guarda no lugar, enquanto que Victor, seu parceiro, convertia-se em uma sombra ao ar livre. Entre eles, se encarregariam de manter a salvo o urso. Não era uma tarefa fácil, dado seu escasso número, mas aí é onde a vigilância seria muito útil.

O debate sobre se devia ou não notificar-se às vítimas terminou com um enfoque de esperar

e ver. O temor era, que se dizia algo, isto pudesse dar lugar a que alguns temperamentos macho alfa se alterassem, o que a sua vez obrigaria ao criminoso a procurar novas vítimas. Alguns poderiam dizer que utilizavam aos homens como isca. Miranda, entretanto, preferia pensar nele como um segredo voluntário, já que, certamente, se os meninos grandes e fortes soubessem dos alvos em suas costas, estariam de acordo. Além disso, se faziam bem seu trabalho, nenhum dos alvos teria que saber. Enquanto que seu sujeito trabalhava em seu escritório, fora da vista e alcance no momento, Miranda aproveitaria a oportunidade para praticar em sua proteção, e, se fosse necessário, suas habilidades mortais. Pistolas, facas, mão a mão e mais, ela podia parecer bonita e indefesa, mas se mostrasse seu lado mau, pulverizaria seus traseiros enquanto sorria. E, se todo seu treinamento e armas falhavam, tomaria cuidado porque sempre poderia recorrer a seu lado de coelho.

CAPÍTULO 02

O estômago de Chase retumbou e olhou a hora. Era quase uma e muito além da hora do

almoço. Saindo de seu escritório, deu-se conta de que seu irmão ainda não havia chegado, ou ao menos isso supunha, dada a falta de luzes em sua sala.

— Katy, onde está Mason?

Sua recepcionista levantou a vista da revista, com sua mesa limpa como um prato, sem um pedaço de papel para processar ou algo por arquivar em nenhum lugar, e encolheu os ombros.

— Ligou e deixou uma mensagem ontem de noite. Disse que tinha que deixar a cidade por

uns dias. Sua agenda estava muito limpa, assim suponho que foi por prazer. Fazia um tipo de sons

com sua respiração. Talvez tenha encontrado uma fêmea quente. Levantando as sobrancelhas, Chase grunhiu sua resposta.

— Cachorrinho irresponsável. Se tiver notícias dele, me avise porque ainda estou esperando os documentos de Peterson.

porque ainda estou esperando os documentos de Peterson. ** Esta tradução foi feita apenas para a

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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— Estão em sua caixa de entrada. Chase a olhou. — Deixa de trabalhar tão

— Estão em sua caixa de entrada.

Chase a olhou.

— Deixa de trabalhar tão duro. Acabarei te dando um aumento.

Deixando ver algo de seus caninos, Katy sorriu.

— E valho a pena cada centavo e mais. Agora vá a comer. Está ficando irritante.

Queixando das secretárias supereficientes sem nenhum respeito, Chase saiu do edifício de escritórios e se dirigiu à rua de seu lugar favorito de sushi. Pescado cru soava realmente bem

agora mesmo. É óbvio, nada podia vencer a satisfação de um pescado fresco, mas não podia negar que consegui-lo apresentado em um prato seguro era melhor que estar de pé em um rio gelado à espera de pescar um dos escorregadios filhos de puta.

Tudo

em dobro

pegou seu BlackBerry e procurou pelas manchetes de notícias para lê-las.

Sentou-se e esperou pela perfeição culinária. Para distrair seu estômago rosnando, ele

Pedindo seu salmão defumado habitual, atum picante, uma sopa missoshiru e arroz

— Yoo-hoo! Lembra-se de mim? Sua nova vizinha

A voz familiar o fez gemer. Como poderia esquecê-la? Apesar de si mesmo, não pôde evitar olhar para cima. A alegre e falante coelhinha, ainda com seu short ridiculamente curto, estirava sua mão com um sorriso brilhante. Chase lutou contra a vontade de fugir enquanto ela se dirigia em sua direção, e amaldiçoou profundamente à tecnologia. Se tivesse escondido atrás de um jornal real, ela provavelmente não o teria visto.

— Está esperando alguém para o almoço? — Perguntou ela, o suficientemente perto para que seu aroma fizesse cócegas no nariz e reacendesse sua excitação.

— Não. — Resposta equivocada. Ela tomou isso como um convite.

Ele fez uma carranca para ela, mas isso não a impediu de acomodar seu delicioso traseiro no assento em frente a ele.

— Que sorte te encontrar aqui

— E eu sabia que quebrar espelho dava azar

Aparentemente “alheia” era o seu sobrenome.

— Ele murmurou.

— Você trabalha aqui perto? Acabei de terminar uma rodada no ginásio. — Falou emocionada, atraindo o olhar de Chase e fazendo-o perceber o ligeiro brilho de suor em sua pele. — Caminhava pelo lugar e pensei em comer sushi. Sempre quis provar sushi. Assim, pus-me em caminho e, bam, vi um rosto familiar.

— Pensei que os coelhos eram vegetarianos.

Uma risadinha saiu de seus carnudos lábios.

— Só os muito magros. Sou uma garota de carne e batatas. E doces. Não podemos esquecer- nos de pedir uma cremosa e indecente sobremesa.

A forma como disse aquilo fez com que seu pênis endurecesse e palpitasse. Sabia exatamente que tipo de creme gostaria de pôr em sua boca. Urso mau. Não sabia do que tratava essa mulher que o fazia sentir rendido, além de bem, um coelho, mas não gostava nem um pouco.

— Então pedirá seu almoço para viagem? — Tentou não soar muito esperançoso.

para viagem? — Tentou não soar muito esperançoso. ** Esta tradução foi feita apenas para a

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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— O quê? E deixar meu vizinho sozinho? Como de grosseiro seria isso? Não, absolutamente,

— O quê? E deixar meu vizinho sozinho? Como de grosseiro seria isso?

Não, absolutamente, ele quis dizer, mas as palavras ficaram apanhadas em sua garganta

enquanto subia a sua cadeira e puxava seu short, puxando dele do V do meio das pernas. Devia ter parecido um movimento sem classe, afastado de uma dama, mas tudo no que pôde pensar foi, maldição, desejaria ser o que estivesse ali.

— Maldito forro. — Queixou-se com um sorriso. — Acredito que meu traseiro conseguiu finalmente estar muito gordo para este short.

— Acredito que seu traseiro está bem. — Chase quase olhou a seu redor para ver quem

falou. Certamente, não deu à coelhinha um elogio. A julgar por sua expressão agradada, fez. Merda.

— Nossa, obrigada

Tinha que dizer.

— Chase.

Sabe, não acredito que me disse seu nome.

— Mmm, Chase. Que nome tão fabuloso. Com certeza consegue garotas perguntando todo o tempo se as pode perseguir pelo bosque.

Piscou o olho ao dizer isso, e um vídeo mental instantaneamente brilhou atrás dele, com

mulheres loiras curvilíneas

Com o traseiro balançando. Ele fechou a mandíbula

antes que caísse a baba. Para distrair-se, perguntou:

Nuas, é óbvio

— Qual é seu nome?

— Adivinha. — Respondeu ela com um sorriso brincalhão.

— Mindy. Bambi. Barbie. Jinx. Mercedes. Sasha

Chase reteve um sorriso quando nomeou algumas bailarinas exóticas que conhecia. Não

intimamente, e sim através de seu trabalho. Representou um processo coletivo contra o clube de strip-tease no que trabalhavam, citando as condições insalubres de trabalho e perseguição sexual. Era o que passava quando um bar, era atendido por lobos machos, e o lugar não tinha suficientes guardas. Tratou de manter-se à margem desse tipo de disputas legais que não eram sua tarifa habitual, mas as bailarinas só pediram que o fizesse, porque ao parecer, todos os outros advogados se mantinham tentando cobrar favores, do tipo sexual. Chase se conformava com dinheiro. Ela franziu os lábios para ele.

— Eu gostaria que meu nome fosse tão bom. Minha mãe me chamou Miranda. Como

aborrecido é isso? Um nome sério para uma coelhinha vibrante. Vá saber.

— É bonito.

— Bonito é outra palavra para aborrecida. OH, olhe, nossa comida está aqui.

Nossa? Chase só viu seu pedido, mas isso não evitaria que Miranda deslizasse uma das terrinas de sopa em sua direção. Custou um grande esforço não grunhir e tirar a comida de sua mão. Não gostava de

Com uma verdadeira sucção para

compartilhar. Entretanto, vendo-a saborear e aspirar a sopa

compartilhar. Entretanto, vendo-a saborear e aspirar a sopa ** Esta tradução foi feita apenas para a

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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endurecer o pênis, deixou passar. Sempre poderia pegar um pouco mais de pão-doce de mel

endurecer o pênis, deixou passar. Sempre poderia pegar um pouco mais de pão-doce de mel em seu caminho de volta ao trabalho.

— Mmm, a sopa está deliciosa. — Exclamou ela estalando os lábios. — Agora, tenho que

provar alguns destes sushis. Peixe cru, né? Não me dará asco, não é? — Perguntou ela, com a incerteza nublando seu rosto enquanto sustentava entre seus palitos uma rodela de salmão.

— Não venderiam se não se pudesse comer. Inunda-o no molho e depois põem em sua

boca. — Chase ensinou com o exemplo, com o sabor amargo fazendo-o retumbar com satisfação.

— Muito bem, vizinho. Aqui vai

Molhando seu pedaço de peixe, vacilou um momento antes de deslizá-lo em sua boca. Tentou sorrir enquanto mastigava, e mastigou e mastigou um pouco mais, mas o olhar logo se

transformou em forçado. Chase riu enquanto sustentava um guardanapo.

— Cospe. — Ordenou.

Ela tomou o guardanapo dele e sem delicadeza o abriu antes de esfregar os lábios com um

repetido “Puaaajj”.

— Você não gostou? Sério? O salmão era similar à ambrósia.

— Estava frio, viscoso e repulsivo. Ele negou.

— O que esperava? É peixe cru.

Ela mostrou a língua em resposta. Oh, as coisas que poderia fazer com isso. Ele levou sua atenção de novo a seu prato.

— Muito bem, não tem que seguir. Isso deixa mais para mim. — Tomou seu prato enquanto ela fazia ruídos de arcadas, que ignorou facilmente.

— Acredito que me deve a sobremesa por isso.

Suas sobrancelhas se arquearam com desconcerto enquanto tratava de seguir sua lógica. Não podia. Engolindo, tratou de evitar perguntar, mas sua curiosidade natural exigiu uma resposta.

— Como é que te devo a sobremesa? Foi você que disse que queria prová-lo.

— Tinha que ter me advertido que eu não gostaria. Ele deixou de comer e a olhou. Ela estava louca.

— Só te conheci esta manhã. Como diabos ia saber o que você gosta?

Ela colocou seu lábio inferior para fora e franziu os lábios. Pessoalmente, podia pensar em

coisas melhores que fazer com os lábios, mas guardou para si mesmo.

— Suponho que tem razão. Quero dizer, por que se importaria depois de tudo, se for nova na zona e não sei onde encontrar as sobremesas mais deliciosas?

Bom, o urso grosseiro e descontente não se traduzia em um. Ocorreu a Chase que podia discutir com ela um pouco mais, porque na realidade era bastante entretida, ou poderia ceder ao inevitável e comprar sua sobremesa. Depois de tudo, necessitava algo doce para acalmá-lo depois desse fiasco.

— Muito bem. Mas me deixe terminar minha comida primeiro.

— Perfeito. — Ela sorriu, toda sorridente e quente de novo.

Perfeito. — Ela sorriu, toda sorridente e quente de novo. ** Esta tradução foi feita apenas

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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Ao parecer, sua aversão aos peixes não se estendia a outras partes de sua comida.

Ao parecer, sua aversão aos peixes não se estendia a outras partes de sua comida. Miranda inalou um de seus pratos de arroz, enquanto empurrava o prato de sushi com exagerados gemidos de excitação. Seu ocasional franzir de cenho e olhares sujos o fizeram rir interiormente. Parecia que sua conduta austera finalmente chegava até a coelhinha. Não podia evitar. A alegria não estava em sua natureza, um fato que sua mãe lamentava e seu irmão ridicularizava. Chase sempre tomou muito a sério a vida. Em seu mundo, um urso trabalhava duro, comia muito, e dormia mais. A amizade o afastava dessas três tarefas, e no caso da comida, esperava-se

compartilhá-la. Um dia, ainda em alguns anos no futuro, se estabeleceria com uma companheira e teria um filhotinho de costume ou dois. Já tinha uma lista de requisitos para uma companheira e uma atmosfera tranquila, ordenada, que fosse boa cozinheira, e agradável à vista. Em outras palavras, aborrecida e que não pudesse perturbar sua vida. Seu irmão, que ouviu sua lista, soprou que necessitava de uma dona-de-casa. Nunca repetiu depois que Chase tivesse tirado os dentes. Calma e controle não significavam que não tivesse um bom gancho esquerdo. De volta a sua lista de desejos, não havia nada errado em desejar uma companheira dócil que não interferisse muito em sua vida. Não como certa coelhinha que provavelmente faria de cada dia uma nova aventura onde teria que lutar para manter sua prudência. Onde teria que compartilhar sua comida e cama, enquanto era submetido a um bate-papo insano. Onde o sexo seria abundante, suado e frenético. Por que, OH, por que não posso deixar de pensar nela dessa forma? Terminando sua comida, Chase ficou de pé, e Miranda se uniu a ele enquanto se foram.

— Aonde iremos pela sobremesa? — Perguntou ela, pulando em seu muito curto short —

Podemos ir por um sorvete? Chase esteve a ponto de dizer que não até que teve a ideia de vê-la lambendo uma

casquinha. Lógico ou não, não podia perder isso. Seu curioso urso exigia vê-la. Pesadamente se moveu pela calçada, olhando-a saltar a seu lado, conversando sem parar.

— Então, quanto tempo vive na área?

— Uns cinco anos.

— Sério? De fato vivi aqui toda minha vida, mas estava vivendo em, digamos, em outra parte

da cidade. Estava acostumado a estar bem, mas então meu trabalho trocou de localização e me ocorreu que estava perdendo como duas horas de trajeto em todo o dia, assim que me mudei.

— Você trabalha?

Não era que realmente importasse, mas uma vez mais, sua baixa necessidade de saber o pedia.

— É óbvio que sim, tolo. — Riu. — E aposto que não adivinha no que. Bailarina de barra, garçonete, pessoal de creche.

— Juiz do Supremo Tribunal? — Disse secamente.

Ela deixou de saltar e se voltou para ele, detendo seus laboriosos passos.

— OH, nossa, acha que poderia aspirar tão alto?

Uma cor avermelhada tingiu suas bochechas enquanto Chase se dava conta de que ela levou suas palavras por seu valor nominal em vez do sarcasmo que quis dizer. Um verdadeiro imbecil

em vez do sarcasmo que quis dizer. Um verdadeiro imbecil ** Esta tradução foi feita apenas

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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teria notado. — Acredito que pode ser tudo que ponha em sua mente. — Diplomático,

teria notado. — Acredito que pode ser tudo que ponha em sua mente. — Diplomático, e pareceu satisfazer. E é tão diferente de mim. Desde quando me importa ferir os sentimentos de alguém? Um sorriso lento se estendeu por sua face. Ela piscou um olho.

— Tem razão, posso fazê-lo.

Deu a volta e voltou pular. Tomou um momento a Chase dar-se conta de que nunca contou sua ocupação. Não me importa. Mordeu a língua antes de poder perguntar e que ela pensasse realmente que o interessava. Que alívio sentiu quando chegaram à sorveteria, e se calou durante uns cinco segundos.

Chase reteve vários suspiros enquanto Miranda suspirava e exclamava para todos os sabores, incapaz de decidir-se até que grunhiu.

— Anda depressa e decida ou te juro que vou descobrir se é possível afogar a uma pessoa

em sorvete. Uma vez mais, ela mostrou a língua de cor rosa.

— Oh, por favor, parece que quer desperdiçar tanto sorvete de qualidade ao me apressar. —

Disse com um sorriso que quase fez que fechasse os lábios em resposta. Ele dobrou os dedos nela,

e ela começou a rir em vez de fugir. Descontente, Chase não seguiu a corrente porque finalmente fez sua seleção. Pedindo caramelo praliné para ele e sabor chiclete para ela, saíram da sorveteria mordiscando suas delícias. De fato, Chase quase se afogou com o seu, quando seus olhos viram o golpe ágil da língua de Miranda girando ao redor da ponta do seu antes de envolver-se nele. Dentro e fora de sua boca, chupou-o. Chase só podia olhar com fascinação ao mesmo tempo em que seu pênis se enchia de sangue e rogava trocar de lugar com esse cartucho. Doce Ursa Maior. Custou lamber seu próprio sorvete derretendo-se e rodá-lo em cima de sua mão para afastar-se de seu transe. Em uns poucos bocados, terminou sua própria sobremesa e com pressa, disse:

— Tenho que ir. Chego tarde ao trabalho. — Escapou dela, com o suave som de suas risadas atrás dele.

E o deixou

Entretanto, foi a imagem de suas bochechas o que o perseguiu o resto da tarde com um mau caso de bolas azuis.

*******

Miranda viu Chase fugir, e seguiu a um ritmo mais lento sabendo que Victor o esperava diante para seguir sua pista, o que significava que Chase não correria nenhum perigo atual. A menos que contasse uma ereção. Seu pobre urso. Não podia gostar dela, mas seu corpo com certeza que sim. Um sentimento correspondido, deu-se conta, dada sua própria roupa interior

deu-se conta, dada sua própria roupa interior ** Esta tradução foi feita apenas para a leitura

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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empapada, seus mamilos apertados e o coração acelerado. Oh, Oh, acredito que estou começando a

empapada, seus mamilos apertados e o coração acelerado. Oh, Oh, acredito que estou começando a gostar do urso resmungão.

A decisão de uma emboscada a Chase no almoço não foi planejada de antemão. Não pode

resistir à tentação de vê-lo, apesar de que odiava os peixes, tanto à variedade dos cozidos como aos crus recentemente descobertos. Aplacou-se com a falsa segurança de que acabaria de

conhecer seu objetivo. Sim, agora sei que é deliciosamente quente, que possui o mais doce dos rubores, e um corpo que quereria montar toda a noite.

Retornando ao escritório, desviou seus pensamentos de Chase inundando-se em seu atual mistério. No caso de grandes operações, uma sala especial se criava com todos os dados pertinentes a fim de que os agentes individuais que trabalhavam em diferentes aspectos pudessem navegar por eles e, com sorte, estabelecer alguma correlação entre as peças da evidência. A sala da atual guerra de quatro paredes estava coberta com fotografias de todas suas vítimas, os desaparecidos e os que não. Por debaixo das imagens se observava o que sabiam a respeito dos shifters desaparecidos e suas últimas localizações conhecidas. Necessitavam um lugar para começar, primeiro estudaram os casos dos que não podiam localizar.

O que todos tinham em comum era o tamanho. Eram grandes machos alfa que não teriam

caído sem lutar. Enquanto que os agentes da CUP não podiam precisar exatamente seu desaparecimento, todas as provas apontavam ao desaparecimento das vítimas sem que ninguém notasse. Não havia sinais de luta. Não havia rastros de nada, nem de sangue, cabelo ou algo. Algum tipo de uso de drogas parecia ser o consenso geral, mas como os teria administrado?

Tinha sido enquanto examinava os nomes que se deu conta de um fato inquietante. Mason Brownsmith, o irmão Chase, tinha um grande sinal de interrogação junto ao escrito na localização do cartão. Ao parecer, ninguém conseguiu encontrar o urso e o estômago de Miranda se afundou. Oh, não, por favor, não me diga que os maus já o têm. Perguntou se haveria uma forma discreta que poderia perguntar a Chase se conhecia o paradeiro de seu irmão. Como saber sem revelar o que sabia? Algo teria que ocorrer. Mason não era o único alvo que faltava. Outros dois na parede apareciam com paradeiro desconhecido, embora em um caso, parecia que o tema poderia ser que se foi de férias ao México. Miranda deixou sua contemplação enquanto Kloe convocava uma reunião de agentes no escritório para dar a conhecer outro corpo que apareceu, tão deformado como o anterior. Miranda sustentou o conteúdo de seu estômago com muita dificuldade. As imagens do novo cadáver apareceram na tela para que todos a vissem. Nem todo mundo podia dirigi-lo, e alguns poucos agentes saíram correndo da sala, o fraco som de suas arcadas fazia que todos ficassem retorcendo-se incomodamente. — Temos que deter quem está fazendo isto. — Kloe disse no silêncio que seguiu. — Que todo mundo lembre, que servimos, protegemos e mantemos os humanos na escuridão, mas o mais importante de tudo é estar a salvo.

A reunião terminou perto das cinco, e Miranda decidiu não pressionar sua sorte e à

casualidade e correr para Chase, enquanto caminhava a casa. Não depois da forma como o deixou

louco no almoço. Entretanto, usou seus pensamentos para que a distraíssem da inquietante

usou seus pensamentos para que a distraíssem da inquietante ** Esta tradução foi feita apenas para

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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noticia da reunião. Ao final que não foi difícil enfocar sua mente nele. Que curioso

noticia da reunião. Ao final que não foi difícil enfocar sua mente nele. Que curioso homem urso. No exterior, apresentava-se como seu animal, grande e áspero,

mas de vez em quando, ela alcançava a ver o interior de pelúcia, o suave que se mostrava com um humor irônico e abrasador, sem restrições, apaixonado. Não era ignorante de seus próprios encantos, e os utilizava para seu benefício, não podia evitar ver o interesse latente em seu olhar, ou o calor em seus pés dobrados que irradiava de seu corpo. Apostaria a que se o tivesse tentado, teria encontrado um grande pênis duro. Perguntou se montar um urso pardo se compararia montando um touro mecânico, do tipo que era. Chase, entretanto, não estava no menu para o sexo. Não até que se convertesse em um vizinho, em vez de um alvo. Será melhor que faça um trabalho rápido solucionando este caso, então posso ter a intenção de não ultrapassar a linha entre os negócios e o prazer. O primeiro que fez quando chegou a casa depois de tomar uma ducha onde usou a cabeça

Não é? Depois foi saltar ao notebook,

assinando na conta cifrada da CUP. Deteve-se com facilidade nas câmaras no apartamento de Chase, só sucumbindo a uma ligeira pontada de culpa enquanto o via alegremente preparando seu

jantar

Seu estômago fez um estrondo enchendo a boca água quando se sentou a sós com um montão de correio eletrônico, a comer algo que mais era para dois. Depois de tudo, uma

coelhinha como ela não consumia muito, certamente ele poderia compartilhar? Ao ver seu olhar intenso de prazer ao comer, entretanto, absteve-se de ir e convidar-se para jantar. Com muita dificuldade. Algo que pudesse dar a um homem essa expressão pecaminosa merecia um lugar em seu ventre. Ao vê-lo com mais interesse que como a um homem simplesmente feito para comer como merecia, deu-se conta de que seus lábios mastigavam e se moviam independentemente um do outro, tendo um traço muito estranho de que tinha lido, mas nunca visto antes apesar de que

compartilhou o almoço com ele. Pergunto-me se

com seus lábios em minha boceta? O simples pensamento disso empapou sua roupa íntima. Sem nenhuma resistência à tentação de masturbar-se, depois encolheu os ombros e abaixou o short e roupa íntima. Acomodou-se no sofá, com as pernas apoiadas e abertas para um fácil acesso. Olhando a imagem de Chase, só sentiu vergonha por um momento ao usá-lo como o foco de sua fantasia sexual. Entretanto, a malícia de tocar-se sem que ele soubesse logo afastou essa pontada de vergonha. Resultou fácil imaginar sua boca deslizando por seu corpo, com os lábios flexíveis mordiscando sua carne. Em resposta a sua imaginação visual, sua mão deslizou pela borda. Passou os dedos pelos cachos, e os descreveu acariciando seu púbis, inalando seu aroma. Um dedo roçou seu centro já sensível, uma carícia fugaz que a fez apertar os músculos. Inundou um dedo, molhando-o antes de tomá-lo de novo e girando-o contra seu centro. Ainda sentado na mesa, Chase alcançou a taça de cenouras e tocou por cima sua água. Ela o olhou com olhos pesados enquanto ele se levantava, com o débil som de suas maldições soando pelos alto-falantes. Tirou a camisa e a língua de Miranda quase pendurou para fora como um cão

Usaria essa mesma expressão entusiasmada

removível em formas nunca previstas pelo fabricante

Um presunto assado com purê de batatas e cenouras cobertas com mel.

assado com purê de batatas e cenouras cobertas com mel. ** Esta tradução foi feita apenas

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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com a vista. Músculos volumosos agitaram todo seu grosso torso. De largos ombros e bem

com a vista. Músculos volumosos agitaram todo seu grosso torso. De largos ombros e bem definidos peitorais e abdominais que podia adorar, a vista de sua carne jogou por um momento antes que ele se sentasse de novo para terminar sua comida.

E Miranda terminou. Enquanto seus dedos de uma mão se afundavam na umidade de seu

sexo, e a outra freneticamente esfregava o clitóris, o ritmo rápido elevou sua tensão até que, com

uma pequena exclamação, seu clímax chegou. A ondulação de seu corpo a fez tremer e se apertaram ao redor de seus dedos inseridos. Fechou os olhos e suspirou de prazer enquanto subia no tremor. Um golpe na porta a tirou de sua agradável moleza e se apressou a encontrar seu short.

— Quem é? — Gritou enquanto colocava seu traseiro no short junto com suas coxas pegajosas.

— Eu.

Miranda quase caiu tentando pôr a perna no buraco do short. Chase? O que está fazendo aqui? Não me diga que gritei seu nome em voz alta quando gozei? Olhando o monitor, deu-se conta de seu apartamento vazio, mas na quinta tela, a que mostrava o corredor, viu-o de pé com uma carta na mão. Puxando seu short, rapidamente o abotoou e procurou algo para limpar as mãos ainda

úmidas. Sem ver nada útil, terminou conformando-se com a parte traseira do short. Nota mental para mim, estes devem ir à máquina de lavar roupa. Um golpe soou de novo e ela quase pôde ouvir a impaciência nele. Baixou a tampa do notebook e tomou umas quantas respirações profundas antes de abrir a porta com uma alegre

— Ei, vizinho.

A intenção dos olhos marrons se encontrou com seu, junto com o habitual cenho franzir de

Chase, mas ela não deixou que seu próprio sorriso fraquejasse, não quando podia sentir seu molhado orgasmo passar pelo meio das pernas do short.

— O carteiro me deu isto por acidente.

— Oh, obrigada por trazê-la.

Ele sustentava um envelope branco, e Miranda de repente foi muito consciente de seus próprios dedos pegajosos, quando se aproximou para tomá-lo. Teria sido muito esperar que não captasse o persistente aroma da vagina dela, mas é óbvio, fez e suas sobrancelhas se elevaram juntas. Ela tinha as bochechas avermelhadas com sua leitura, depois se voltou quando ele inalou profundamente.

— Interrompo algo?

Miranda não viu o mérito em mentir, e de fato a picardia esperava que volteasse suas

pranchas com a verdade. Jogou a carta a suas costas e levantou as mãos, meneando os dedos.

— Não, só eu e meus dez dedos. — Isso apanhou sua atenção, colocando-o na boca,

chupando-o lentamente enquanto seus olhos se abriam. — Bom para chupar os dedos. Quer provar? — Ofereceu um dedo pegajoso e quase começou a rir enquanto seu rosto ficava apertado.

e quase começou a rir enquanto seu rosto ficava apertado. ** Esta tradução foi feita apenas

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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A fome brilhou em seus olhos, depois vergonha avermelhada seguida por um mormaço. Um homem

A fome brilhou em seus olhos, depois vergonha avermelhada seguida por um mormaço. Um homem de muitas caras. — Prefiro meu mel da fonte, mas obrigado.

E com sua surpreendente declaração, Chase deu a volta e foi a sua casa, deixando-a com sua

boca aberta ao largo, e sua vagina acelerada de novo. Maldição. Esse tipo de declaração necessita bolas. E apostava que as reais eram tão grandes como o resto dele. Fechou a porta e se apoiou contra ela, com seu coração pulsando com força. Foi quando tomou sua segunda ducha que ocorreu que tinha a melhor desculpa do mundo para ir bater em sua porta. Fiz, depois de tudo, prometi um presente esta manhã como desculpa por tê-lo despertado este fim de semana. Depois saltou fora da ducha e se vestiu, começou a trabalhar em medir e misturar. Era temerário e irracional, mas isso não a deteve. Os ursos não eram a única criatura curiosa, e esta coelhinha queria saber o que se necessitaria para que um urso resmungão desse um beijo, ou pelo menos, esboçasse um sorriso.

CAPÍTULO 03

Entregar uma carta em mãos não deveria ser suficiente para deixar louco um urso. Ou ao menos isso pensava Chase. Quando entregou o envelope, que por acidente tinha recebido, captou um aroma doce. Miranda devia contar com sorte ao não ter perdido seu dedo. Um urso só podia tomar

De onde

diabos tinha saído isso?

sua calça. Se seu pênis falasse, Chase juraria que haveria dito: Ouça, o bolo está em outra direção,

idiota.

A pior parte? Seu pênis tinha um ponto. Quando Miranda o olhou, coberta com sua própria

marca de mel, quase tomou, a sua mão inteira e a sua boca para lambê-la toda. O aroma só transcendeu celestialmente, como deveria ser. Inclusive agora, com a porta fechada, e ele recostado contra ela, ofegando e babando a ponto, sabendo a doce sobremesa esperava ao outro lado do corredor. Uma lambida poderia machucá-la? Está tentando me deixar louco. Conheceu-a por menos de um dia, e já causava estragos em sua vida cuidadosamente ordenada. Pior ainda, despertava sua curiosidade, um traço baixo no que trabalhou muito e duro para reprimir. A curiosidade matou o gato, e no caso de um urso, metia-o

Chase quase correu a seu apartamento, com seu pênis sacudindo em

algumas tentações. Depois que soltou seu inesperado comentário de comer da fonte

em problemas. Bastava olhando ao condenado Zé Colmeia. Bom, talvez a caricatura da Hanna Barbera era ficção, mas ele tinha sabia que era um urso o que escreveu o guia apoiado em suas

sabia que era um urso o que escreveu o guia apoiado em suas ** Esta tradução

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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próprias aventuras no parque Jellystone 8 . No caso de Chase, não eram cestas de

próprias aventuras no parque Jellystone 8 . No caso de Chase, não eram cestas de piquenique ou mel que o tentava com problemas, e sim bolo de coelho. Doce saboroso, bolo de coelho quente.

A fome o alagou. Caminhou de retorno à mesa de sua sala de jantar e se sentou, tentando recuperar seu apetite, mas o único que exigia alimentação era sua condenada libido. Chase se queixou e pisoteou enquanto envolvia em plástico sua comida, algo que não ocorria frequentemente em sua casa. A tarefa mundana deveria tê-lo resolvido, mas Oh, não, tudo no que podia pensar era em Miranda através do corredor. Em Miranda nua com as pernas abertas para que pudesse comer sua doce boceta. Miranda inclinada para que ele pudesse acariciar seu úmido sexo. Miranda gritando seu nome enquanto arranhava suas costas com a agonia do orgasmo, com seu mel empapando o pênis. Quinhentas flexões de braço e trezentos e sete abdominais mais tarde e ele ainda se encontrava quente como o inferno. Deu a bem-vinda à distração de seus pensamentos carnais, que chegou a forma de batida a sua porta. Abriu a porta sem olhar antes, talvez para evitar decepções se não fosse certa vizinha de cabelo loiro.

A emoção chegou rapidamente até o coração ao contemplá-la, com o cabelo molhado

Que desgraça. Seu pesar porque ela se

penteado para trás, vendo-se recém-saída do banho

banhou só durou um milésimo de segundo, enquanto um perfume celestial era levado pelos ares e

ele olhou para baixo para ver um bolo. Um verdadeiro, bonito, ligeiramente marrom bolo com

crosta de noz e mel coberto de chantilly. Não deixe que te veja babar. A lembrança o ajudou a pressionar a boca fechando-a, mas sua saliva seguia acumulando-se.

— Olá, vizinho. Com certeza que pensava que já tinha esquecido. — Disse, empurrando a

sobremesa para ele.

— O quê? — Ele não podia afastar os olhos da sobremesa, com o aroma divino que fazia que

seu estômago grunhisse.

— Disse que te compensaria, e sempre cumpro uma promessa. Assei um bolo de noz com

mel.

Chase esteve a ponto de dizer “Se Case comigo”. A sério, as palavras estavam na ponta de sua língua. Fazia sua sobremesa favorita, e cheirava melhor que o que sua mãe fez no Natal, e em seu aniversário, e bem, em qualquer momento em que Chase fosse a sua casa.

— Obrigado.

Foi tudo o que conseguiu pronunciar enquanto se movia com o prato ainda quente em suas

mãos.

Minha, toda minha. Minha preciosa.

A impaciência por prová-lo o fazia ser um tolo, quase bêbado com o aroma do mel assado.

Deu a volta e estava a ponto de chutar a porta fechando-a com o pé quando ela falou.

— Não me convidará que coma um pedaço com você? Não me importaria compartilhar uma

dentada. Compartilhar? Mas ele queria tudo para si mesmo. Chase baixou o olhar para o bolo e depois

8 Imitação caracterizada do famoso Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos, onde Zé Colmeia vive.

de Yellowstone, nos Estados Unidos, onde Zé Colmeia vive. ** Esta tradução foi feita apenas para

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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a olhou a sua vez. Ela sorriu. Uma diabólica ideia formou em sua mente. Ajustando

a olhou a sua vez. Ela sorriu. Uma diabólica ideia

formou em sua mente. Ajustando o bolo abaixo, passou um dedo por ele, com o calor da cobertura muito quente para dirigi-lo. Escaldado ou não, meteu-o em sua boca de todos os modos, quase caindo de joelhos com o prazer enquanto o sabor doce do mel conectava com sua língua. OH doce Ursa, sabe melhor do que parece. Não podia esperar a tomar sua seguinte mordida. Entretanto, inclusive no meio do prazer formigando em sua barriga, não se esqueceu de seu objetivo primitivo. Moveu-se rapidamente a

Miranda, só vagamente dando-se conta da abertura de seus olhos verdes. Antes que pudesse dizer

Uma raridade em seu caso, ele pôs suas mãos em sua cintura e a levantou. Quem

sabe, eu tinha razão. Ela é simplesmente do tamanho perfeito para levantá-la, foi seu último pensamento coerente antes que sua boca se inclinasse através dela. Uma eletricidade de tipo carnal se arqueou entre eles. Sou eu ou há foguetes fora? Sua fantasia de como se sentiria tinha sido nada em comparação com a realidade. Ajustava-se perfeitamente contra ele, com suas curvas exuberantes como um complemento ideal a sua dureza. Sua boca pressionava suavemente contra a dela, sua surpresa inicial cedeu à reciprocidade sensual. Chase a empurrou contra a parede de sua entrada, com seus lábios movendo-se em direções opostas contra a dela, querendo memorizar cada centímetro.

Seus lábios se abriram com um grito assustado e ele aproveitou essa oportunidade para deslizar a língua no oco quente da boca. Colocou sua virilha contra ela, e suas pernas se abriram para envolver-se ao redor da cintura, levando-o contra o calor dela. Um gemido escapou, engolido por sua ansiosa boca. Seus braços se entrelaçaram ao redor do pescoço enquanto ele aprofundava

o beijo, com seu abraço eletrizante disparando todos seus sentidos. Aquilo era mais excitante que

qualquer favo. Mais excitante que qualquer outro beijo que tivesse experimentado. Mais delicioso que qualquer bolo. Bolo? Pensamentos de bolo, de seu aroma até fazendo cócegas no nariz, espetou a consciência. Que diabos estou fazendo? Foi com um choque que se deu conta de que tinha Miranda pressionada contra a parede, com as pernas fechadas ao redor de sua cintura, com seu núcleo roçando seu ereto pênis. Seria um assunto tão singelo romper o tecido entre eles e tomá-la. Afundar a si mesmo em sua gloriosa vagina. Pior ainda, sabia que ia se sentir tão bem. Mas não era o que planejou. Sua perda de controle o sacudiu. Desenrolando seu corpo, pô-la de retorno no chão da sala, com sua respiração tão desigual como a sua. — Aí está seu sabor. Vemo-nos mais tarde. Conseguiu balbuciar, ignorando o choque que apareceu em seu rosto. Doía fechar a porta na cara, mas o que foi mais difícil era não lançá-la por cima de seu ombro e arrastá-la a sua caverna. Lembra que ela é um coelho. Uma criatura de orelhas longas dos bosques e não uma companheira adequada. Seu pênis não concordava. Chase grunhiu. Encerrado em seu apartamento, suas bolas estavam tão malditamente azuis que se expor a

uma palavra

Uma diferente de sua habitual grosseria se

a uma palavra Uma diferente de sua habitual grosseria se ** Esta tradução foi feita apenas

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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cair, sentou-se a comer seu bolo, que empalidecia em comparação com o sabor da boca

cair, sentou-se a comer seu bolo, que empalidecia em comparação com o sabor da boca de Miranda e de sua paixão.

Maldição. Desde quando quero trocar meu bolo favorito por um pedaço de traseiro? Pênis duro ou não, conseguiu comer a metade do bolo antes que a frustração o fizesse deter-se. Chase tomou uma ducha fria, e quando isso não enrugou seu duro pênis, o massageou várias vezes até que finalmente, com seu pênis quase em carne, caiu na cama. Entretanto, mesmo

enquanto dormia, sonhou com uma só coisa

Despertou com um grito na manhã seguinte, com seu agudo grito de alarme, seu lençol úmido caiu e seu pênis saltou. Um sonho úmido? Não podia lembrar a última vez que desfrutou de um desses e teria se envergonhado, mas se encontrou em troca, um tanto aliviado, e pegajoso. Enquanto tomava banho os rastros, que por desgraça não podia deixar que sua mente afastasse, nem quando tomou o café da manhã, comido ou jantado. Bom, a menos que contasse bolo de Miranda como uma comida. E dane-se, se seu pênis não se levantava de novo. Isto não conseguirá nada. Depois de um café da manhã consistente em uma caixa de Honey Nut Cheerios 9 , várias bananas, o resto do delicioso bolo, e uma caixa de suco de laranja, vestiu-se para o trabalho e chegou a uma decisão que o fez sentir muito mais tranquilo. Ocorreu que sua atração natural por Miranda tinha uma solução simples. Sexo. Não com ela, é óbvio. Seria desconfortável dada sua condição de vizinha? Apesar do fato de que nenhuma de suas amigas habituais de damas ocasionais apelaria, faria de tripas coração e sairia com uma esta noite. Em algum momento da

noite, faria o trabalho sujo. Talvez mais de uma vez dada a condição que sua aparência seca o levou a esse estado caótico em primeiro lugar. E depois, uma vez que tenha cuidado de minha libido, vou poder fazer pouco caso de Miranda em vez de beijá-la sem sentido. Decidido, uma tranquila paz se apoderou dele. A serenidade só se estendia até esse momento, entretanto. Preparado para o trabalho, olhou através de sua mira e verificou o corredor para assegurar-se de que nada perigoso espreitasse. Sem nenhum sinal de uma coelhinha perigosa, agarrou sua maleta e as chaves, e abriu a porta. Em sua pressa por assegurar sua porta e escapar, soltou o seguro, distraído por seu aroma persistente, que se tornava mais forte quanto mais o inalava. Depois de várias tentativas, com um clique firme, obteve a singela façanha e se voltou. Então gritou.

— Ei, Chase. — Disse Miranda radiante para ele, com um brilho em seus olhos verdes — Vai trabalhar também? Por que não caminhamos juntos?

— Um. Uh. — A oração coesiva e simples escapou pela lembrança ardente dos beijos que

Que tinha feito voltar seu corpo à

compartilharam, e do sonho ainda mais peralta que desfrutou

vida. Ela tomou sua falta de resposta como um sim. Passando o braço pelo seu, quase o arrastou até a escada.

Miranda. E, oh as coisas que fazia, e ele a ela.

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a escada. Miranda. E, oh as coisas que fazia, e ele a ela. 9 ** Esta
a escada. Miranda. E, oh as coisas que fazia, e ele a ela. 9 ** Esta

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— Estou acostumado a tomar o elevador. — Finalmente conseguiu dizer entre dentes, tratando de

— Estou acostumado a tomar o elevador. — Finalmente conseguiu dizer entre dentes,

tratando de lutar contra a resposta imediata de seu corpo a sua proximidade, quer dizer, uma

ereção mais furiosa e um louco desejo de levantá-la para poder degustar seus deliciosos lábios outra vez.

— Por que faríamos isso? Perderíamos uma oportunidade de um pouco de exercício. Vamos,

urso preguiçoso. Ou tem medo de que não possa manter o ritmo? — Ela piscou um olho, com a provocação clara em seu sorriso e olhos brilhantes.

Um urso tinha seu orgulho.

— Muito bem. Vamos pegar as escadas. — Então, antes que pudesse pensar duas vezes, ou

inclusive questionar o que o impulsionava a fazer, agarrou Miranda e a lançou por cima do ombro.

Seu braço a assegurou sobre as coxas, por desgraça vestido com calça jeans, entrou no oco da escada e começou a correr baixando com o som de sua risada.

— Há alguma razão para isto? — Exclamou entre ataques de risada.

— Não foi você que disse que precisava fazer exercício?

— Sim. Fiz, não? Pois bem, mingau, meu grande velho ursinho de pelúcia. Coraçãozinho. —

Ela interrompeu seus gritos alegres com beliscões em seu traseiro. Apertões duros que o fizeram grunhir, mas surpreendentemente, não com ira. Era curioso como Miranda podia sair-se com a sua fazendo coisas que fariam que fizesse migalhas o corpo de qualquer outra pessoa. Ele correu mais rapidamente, com seu corpo ricocheteando acima e abaixo, por isso seus gritos se entrecortaram. O som realmente despertou sua imaginação pelo que pôde facilmente imaginar-se saindo dela em tantos outros cenários diferentes, nus, é óbvio. Pensamentos sujos que simplesmente não podia deixar. Quando deu uma palmada no traseiro e gritou

— Mais rápido. — Ele a golpeou de volta. Parecia que era a coisa por fazer.

Mau para ele porque foi que o fraco aroma que chegou a associar como unicamente seu se multiplicou por mil. Baixando-a, já tão perto de seu rosto, gotejava excitação e tomou mais controle do que queria resistir a voltar a cabeça para um lado para dar uma mordida dela, ou melhor, ainda, lançá-la contra a parede e afundar-se nela.

Deixou-a em pé com um movimento brusco que a fez grunhir e mover-se. Quis fugir nesse momento, afirmando que ia tarde para uma reunião e correr tão rápido como pudesse. Em troca, inclinou-se e roubou um beijo, um duro, dos que deixam hematomas como se fosse castigá-la por fazer que se sentisse dessa maneira. A condenada coelha de rabo branco, entretanto não se retirou, ou se queixou. Lançou-se direto a seu abraço. Em momentos, os dois estavam ofegando e contra o outro.

— Isto está mau. — Grunhiu enquanto apalpava seu traseiro, com a língua girando ao redor da concha de sua orelha.

— Definitivamente. — Murmurou. — Na realidade, deveríamos parar. — E com essas

palavras, ela se separou dele, voltou-se e se afastou. Chase olhou atrás dela, estupefato e mais duro que uma maldita pedra. Persegui-la não era uma opção, por toda a questão do orgulho. Um grunhido escapou. Zombaria. Não importava que

orgulho. Um grunhido escapou. Zombaria. Não importava que ** Esta tradução foi feita apenas para a

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ele tivesse iniciado o beijo. Deveria ter sido ele quem decidiria quando por fim. Uma

ele tivesse iniciado o beijo. Deveria ter sido ele quem decidiria quando por fim. Uma razão mais para conseguir seu amor em outra parte. Uma ursa não se afastaria. Teria cuidado de suas necessidades. Não necessito a satisfação de Miranda. De fato, talvez em lugar de sair uma vez, farei o jantar em minha casa para a ursa de sorte. E sabia exatamente a quem convidar. A Kerry, a gritona.

CAPÍTULO 04

Miranda correu a trabalhar sem ver, totalmente confusa pelo beijo ardente que Chase deu. Afastá-lo tomou até a última gota de força de vontade que possuía, e um pouco mais. Entretanto, depois da forma em que resolveram ontem à noite depois de conseguir estar toda quente e molhada, merecia. O retorno era algo cão, entretanto. Só perguntem a sua queixosa boceta. Não se preocupou que Chase estivesse ficando atrás sem ela para protegê-lo, não era que ela tivesse visto Victor espreitando na rua esperando para recolher seu alvo. Esgotada, nem sequer respondeu quando Frank assobiou enquanto chegava ao nível da administração na CUP. Em vez de brincar, fugiu a seu cubículo e se deixou cair em sua cadeira, olhando fixamente a tela de seu computador em branco. Tenho que me controlar ou sair do caso. Só tardiamente ocorreu esquecer o beijo de seu representado. O sequestrador poderia ter caminhado sobre eles e pôr um Taser e ela nem se deu conta. Provavelmente teria equivocado com a sacudida elétrica e teria pensado que era pela

conexão candente que tenho com o grande urso. Sem dúvida, gostava de Chase. Quase podia aclamar que era uma obsessão porque queria conhecer o sabor dele e como se sentiria nela, sobre ela, dentro dela. Sua agitação era tal que se esqueceu de bombardeá-lo para conseguir informação sobre seu irmão. Falando do qual, talvez a agência tivesse recolhido alguma informação sobre ele durante a noite. Saltou da cadeira e se dirigiu à sala de guerra, dando a bem-vinda a qualquer oportunidade de distração. Uma vez dentro, a surpresa a fez fazer um giro de 360 graus, seus olhos freneticamente explorando o espaço só para dar-se conta de que a informação de Mason se foi.

— Está procurando algo? — A voz de Kloe veio de trás e Miranda se voltou com o cenho

franzido.

— O que aconteceu a informação sobre o irmão de Chase? —Já não temos que concentrar nossos esforços nele. Isso soava muito detestável.

— Não está morto, não é? — Perguntou ela, com a tristeza arrastando-se sobre ela com o pensamento do pobre de Chase perdendo a seu único irmão.

Sabe o que? Não importa. É que não é um shifter no que

— Não. Por que teria que

É que não é um shifter no que — Não. Por que teria que ** Esta

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tenhamos que nos enfocar. Por outro lado, tem um objetivo pelo que tem que preocupar-se.

tenhamos que nos enfocar. Por outro lado, tem um objetivo pelo que tem que preocupar-se. Algo que comunicar nessa frente? — O olhar de Kloe percorreu Miranda com uma necessidade de inquietar-se. Algo que comunicar? Hmm, além do fato de que Chase era um beijador impressionante e quase desmaia por seu de bolo?

— Não. Não há nada ainda. Mas se passaram só cinco dias do sequestro anterior. Os outros foram sequestrados de duas a quatro semanas de diferença.

— Nossos analistas de perfis parecem pensar que quem está fazendo isto começarão a acelerar o processo. Estão predizendo um fragmento antes do final da semana.

Não com meu urso, não. — Respondeu com mais veemência da que tinha pretendido.

O

rosto de Kloe enrugou com preocupação.

Está tudo bem, Miranda? Parece um pouco fora de si.

Um suspiro escapou dela.

— Alguma vez um homem fez que as pernas movessem como gelatina e fizesse que seu

coração golpeasse com tanta força que se sentisse como que se estava saindo do peito?

— Sim.

Miranda dirigiu um olhar inquisitivo.

— O que fez?

— Me casei, é óbvio.

Miranda cambaleou para trás com sua resposta.

— Mas e se não gostasse? Ou pelo menos agisse como se não fizesse em um momento e te beijasse no seguinte? Um sorriso se desenhou no rosto de Kloe.

— Não estará falando de um urso sexy, não é? Jessie mencionou algo a respeito de um

quente beijo quando apareceu para assegurar-se de que os monitores estivessem em ordem ontem de noite.

Ruborizando com ferocidade, Miranda saltou de um pé ao outro.

— Sim, bom. Também mencionei a forma como me pôs toda quente e molhada para depois

me cortar na sala para comer um pouco de bolo?

— Foi o de noz com mel? Se for assim, então, teria que dizer, que a decisão foi difícil.

Miranda dirigiu um olhar.

— Grandioso. Faz-me sentir melhor, por que não? Tive-o de volta esta manhã.

— Temo perguntar como.

— Quando me beijou outra vez e depois disse que não, disse que tinha razão e me afastei.

A risada explodiu enquanto Kloe entrava em erupção.

— OH, isso explicaria por que esteve grunhindo todo seu caminho esta manhã e saiu com o

dobro de quantidade de pães-doces de mel da padaria. Victor se perguntou se havia acontecido algo.

De algum jeito, saber que ela irritou Chase a fazia sentir-se melhor. Muito melhor. Foi fazer as tarefas da manhã, mantendo um olho em seus monitores aos escritórios exteriores de Chase.

olho em seus monitores aos escritórios exteriores de Chase. ** Esta tradução foi feita apenas para

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Não se incomodou em dar acesso exceto à parte da recepção. Quando o viu sair

Não se incomodou em dar acesso exceto à parte da recepção. Quando o viu sair pelo almoço, pulou fora do escritório, com a intenção de interceptá-lo.

Entretanto, em vez de ir comer, ele foi ao supermercado. Desconcertada, Miranda o seguiu, mas se conteve, agachando-se atrás dos corredores cada vez que parecia que ele girava para vê-la. Ele tomou e pagou uma multidão de artigos, incluindo flores. Interessante. Ela esquivou seus passos enquanto deixava cair suas compras para fora de seu apartamento. Mas ele não ficou ali. Foi de novo a outra missão. Como uma sombra dele, ela o viu deter-se na loja de vinho. Ficou na rua, navegando pelas mercadorias de um vendedor ambulante enquanto discretamente mantinha um olho na saída do Chase.

— Tentando roubar meu trabalho? — A voz baixa do Victor a fez saltar. Ela gritou.

— Poderia deixar de me espiar furtivamente? Acaba de me assustar e me tirar ao menos dez

anos.

— Mas estar escondido é o que melhor faço. — Victor sorriu, com seu amplo sorriso

mostrando muitos dentes, como um traço de crocodilo ao que tinha que acostumar-se.

— Então, alguma ideia do que traz entre mãos? — Perguntou ela, enquanto olhava Chase,

passeando de volta à loja de vinhos, sacola na mão.

— Hmm, sair cedo do trabalho, flores, comida e bebida? Está se preparando para um encontro quente. Os lábios de Miranda se curvaram em um sorriso.

— Acredito que tem razão. Pergunto-me quem é a afortunada? — Disse timidamente — Tenho que ir.

— O que seja. Divirta-se.

Miranda quase saltitou como Tigger 10 todo o caminho. Chase ia surpreendê-la com um

jantar romântico. Se a fazia afastar-se de seu ardente beijo dessa manhã, valeria a pena. Mas se ia estar preparada, precisava conseguir saltar. O primeiro era o primeiro, era tempo de tirar a lâmina. Tinha que fazer uma séria depilação. Umas horas mais tarde, vestida de maneira informal facilmente tirou a roupa, com o rosto limpo, viu com incredulidade o monitor de seu notebook enquanto ele abria a porta a uma mulher penteada e escultural. Esse idiota. O ciúme irracional a deixou mais furiosa do que se lembrava. O que me importa se convidar mulheres? Ele não me pertence, com beijo ou sem ele. Suas palavras de ânimo interiores não acalmaram sua irritação. Olhando o monitor, ficou cada vez mais irritada. Sou uma coelha tão tola. E eu que pensava que ia tentar me seduzir. Ao parecer, o beijo que compartilharam tinha deixado mais impressão nela que nele. Concentrando-se no

Da dilaceradora cena de sedução, apertou os dentes quando Chase aplaudiu a

desenvolvimento

mão de seu encontro. Não era exatamente um gesto íntimo, mas mesmo assim, a tocou! Fechou a

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um gesto íntimo, mas mesmo assim, a tocou! Fechou a 10 ** Esta tradução foi feita
um gesto íntimo, mas mesmo assim, a tocou! Fechou a 10 ** Esta tradução foi feita

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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tampa do notebook quando viu o sorriso bobo nele, com os lábios franzidos para um

tampa do notebook quando viu o sorriso bobo nele, com os lábios franzidos para um beijo. Antes que Miranda pudesse pensar duas vezes, saiu de sua casa e golpeou a sua porta. Quando Chase abriu, um olhar de suficiência cruzava suas feições muito bonitas.

— Maldito! — Deu um murro com o punho fechado no estômago. Depois pisou no pé dele

bem forte.

— Ai! O que foi isso? — Ele ficou sem fôlego.

— Sou uma mulher. Não preciso uma razão. — Cuspiu antes de girar e partir de novo a sua

casa. Fechou a porta no caso dele segui-la. Depois, sentou-se e a olhou. Não fez caso à tentação de olhar o monitor e ver o que acontecia na casa de Chase. Com sorte, os pegaria rindo sobre a coelha louca do corredor, ou pior ainda, dançando um tango horizontal. Necessito um gole. Por desgraça, tudo o que tinha era um licor de hortelã restante do Natal. Dois copos mais tarde e estava com seu traseiro no chão, cantando canções de amor dos anos oitenta, e não muito bem.

*******

Chase olhou as costas de Miranda e estremeceu quando ela fechou a porta o suficientemente forte para fazer soar o marco. O que foi isso, em nome de Ursa? Não havia dúvida de que Miranda estava zangada, aparentemente ciumenta, mas como sabia a respeito de seu encontro? Kerry chegou fazia menos de meia hora, e embora falassem,

Chase não chegou até o ponto no que a fez gritar com um orgasmo. Na realidade, perguntou-se se deveria sequer seguir com o planejado. Ao ver Kerry de novo não encontrado exatamente a mesma luxúria assustadora. Raios, terminou fingindo interesse e lutando para não encolher-se quando ela se pegou contra ele. Tentou tocá-la para começar, mas uma sensação de injustiça o fez afastar-se. Respirou com alivio à porta quando o furioso golpe começou. Tinha visto Miranda, com os olhos acesos e o cabelo brilhante e sedoso, que cheirava a sol, e sua esquiva e dura ereção retornou com vingança e nesse momento, a desejando muito. Então ela o machucou, ou tinha tentado. Na realidade não funcionou, e o fato de que inclusive tivesse tentado o incomodou. Mas não tanto como Kerry.

— Quem era essa mulher grosseira? E por que te bateu? — Acaso merecia uma resposta? Chase olhou as altivas feições de Kerry e se perguntou como a achou atraente.

— Vá. — Entregou seu casaco.

— O quê? Mas o que acontece com o jantar, e já sabe

lábios.

Um calafrio o percorreu. Não, não estava interessado.

— Sim, bom, isso está fora.

— Piscou um olho e lambeu os

Sim, bom, isso está fora. — Piscou um olho e lambeu os ** Esta tradução foi

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— Foi devido a isso. — Ela inalou — Por uma coelha? — Terminou com

— Foi devido a isso. — Ela inalou — Por uma coelha? — Terminou com desgosto.

— Não fale a respeito de Miranda dessa forma. — Grunhiu.

— Muito bem. Vá e faz cambalhotas com pequena que come alface. Como se me importasse. — Com um bufo Kerry se foi. Aliviado que não teria que fingir uma ereção para ela, Chase foi à cozinha e esquentou o jantar que preparou toda à tarde. Não estaria bem deixar que se estragasse agora, não é? Depois de tudo, não era sua culpa que seu encontro tivesse saído errado e porque não pudesse ter uma

ereção com uma porca perfeitamente boa. Entretanto, ao sentar-se a comer não pôde encontrar seu apetite. A comida sentava como vultos sem sabor em sua boca. Abrindo o vinho, serviu um copo grande o bebeu, e se serviu outro. Depois, soltou a taça e só bebia diretamente da garrafa, meditando sobre o que estava mal com essa imagem. Na realidade havia uma lista que começava com suas bolas azuis seguido por seu jantar perfeitamente bom tornando-se a perder, depois seu encontro falho, o que levou de retorno a suas bolas azuis. Tudo é culpa da coelhinha. Desde que a tinha conhecido, as coisas saíram errado, e difíceis. Antes que pudesse falar disso, ele se dirigiu ao corredor e golpeou a sua porta. Não respondeu, mas podia ouvir o som similar ao de um animal torturado. Franziu o cenho e golpeou de novo.

— Miranda. Abre. Sei que está aí.

— Vaaaiiii a meeerda! — Respondeu com um insulto forte e depois explodiu com uma versão desafinada de Express Yourself 11 da Madonna. Falando de crueldade com os animais.

— Porei esta porta se não me deixa entrar. — Advertiu.

— Por que não vai com sua

Com seu encontro? — Gritou. — Urso asqueroso!

Uma pontada de culpa quase entrou em seu cérebro um pouco ébrio, mas a frustração rapidamente o apagou.

— É suficiente. — Resmungou. — Contarei até três e se não abrir a porta, quebrarei para

— Fez caso omisso da parte racional de

poder retorcer seu pescoço de coelhinha em pessoa. Um

sua mente que dizia que estava agindo como um urso raivoso.

— Não pode fazer isso! — Gritou ela.

— Dois

— Não fiz nada. Vá e persegue seu encontro! — Gritou.

— Escutou seu movimento e podia jurar que a cheirava atrás da porta.

— Três. Pronta ou não, vou entrar. — Moveu um passo atrás e se empurrou para frente, mas

nunca teve um impacto enquanto a confusa moça abria a porta com um sorriso e se afastava enquanto ele entrava como um canhão. Detendo seu dinamismo, arrastou os pés no chão de madeira, e se voltou para fazer frente a ela, com seu peito subindo e baixando enquanto ofegava.

Miranda o olhou de volta, com os braços cruzados sobre seu peito.

— Deixei-o entrar. Agora saia.

11 http://www.youtube.com/watch?v=GsVcUzP_O_8

saia. 1 1 http://www.youtube.com/watch?v=GsVcUzP_O_8 ** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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— Arruinou meu dia. — Bem. Seus olhos se estreitaram. — Não vai me pedir

— Arruinou meu dia.

— Bem.

Seus olhos se estreitaram.

— Não vai me pedir desculpas?

— Por quê? Por tê-la salvado de um homem que beija uma garota um dia e depois faz o

jantar para outra no seguinte?

— É sua culpa o que aconteceu. — Grunhiu.

— Exatamente que parte? — Vaiou ela.

— Se não cheirasse e tivesse tão bom sabor, me deixando malditamente louco, não teria

tido que fazer esse jantar e tentar transar. Um olhar perplexo enrugou rosto.

— Bem, agora me perdi. Quer explicar isso claramente?

— Não quero te desejar.

— Então não o faça. — Respondeu com aspereza, mas não antes que visse o olhar dolorido em seus olhos.

— Isso não é tão fácil, aparentemente. Kerry tinha que arrumar esse problema.

Miranda arregalou os olhos.

— Ia se deitar com ela só para me esquecer? Não sei se devo me sentir adulada ao ter esse

tipo de efeito ou te bater na sua cabeça por ser um idiota.

— Que tal não ver-se tão malditamente linda para começar? — Sua boca se abriu e fechou

quando o olhou com incredulidade. Chase fechou a sua enquanto finalmente se filtrava em sua grossa cabeça o que havia dito. Um gemido escapou, e depois em um segundo sua face passou de zangada a prazerosa, com um sorriso iluminando seu rosto.

— Tá, sabia. Deseja-me.

— Não, não o faço. — Corrigiu-se — Simplesmente não parece que tenha uma opção atualmente.

— Então, qual é o problema? Estou disposta a me despir se você estiver. — Deu uma piscada e uma ereção instantânea como uma tenda chegou à calça de Chase.

— Não. Não. Não. Isto não vai funcionar. Sou um urso. É uma coelha. Somos duas espécies completamente diferentes.

— E? O último que soube é que sempre e quando estivermos em forma humana, todo nosso

equipamento é compatível. — Ela inclinou a cabeça para ele. — Não me diga que nunca se deitou com alguém fora de seu grupo animal antes?

— Não desde a universidade. O melhor é não apegar-se a alguém inadequado. — Declarou

com firmeza.

— E você acha que eu não sou adequada? — Perguntou ela, com essa expressão de dor nos

olhos de novo.

— É inadequada para mim. Seria perfeita para qualquer outra pessoa. — Embora a ideia dela com alguém mais o fazia querer explodir sua pele humana e ir a um alvoroço assassino.

— Já vejo. Então, pensa que é muito bom para mim. É bom saber. Mas aqui está a chave,

é muito bom para mim. É bom saber. Mas aqui está a chave, ** Esta tradução

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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Baloo 1 2 . Embora esteja segura de que teríamos um grande momento na cama,

Baloo 12 . Embora esteja segura de que teríamos um grande momento na cama, é muito estirado para mim para que alguma vez pudesse conectar com você. Portanto, não teria que preocupar-se por meu apego. Nunca pensei que desfrutaríamos mais que de umas quedas no feno antes que ambos fôssemos por caminhos separados. Embora, agora acredito que vou me esquecer de inclusive do sexo suarento. Ela falava tão a sério que lançou Chase por uma montanha russa. O que havia acontecido com sua borbulhante coelhinha? Ruptura. Não só isso, arrumaria para dissuadi-la de curar o problema de sua calça. Um problema do que ela admitiu que se ocuparia de boa vontade, sem ataduras. Só havia uma coisa que fazer. Arrumar minha coelhinha e mudar sua opinião

CAPÍTULO 05

Chase avançou para ela, com seus olhos estreitando com intenção. Miranda gritou, não realmente de medo, mas sim de repentina emoção por Chase. Ela riu, com o álcool não completamente livre de seu sistema apesar de que seu rápido metabolismo estava trabalhando nisso.

Inclusive em seu difuso

cérebro me quer, mas deseja não fazê-lo. Por um lado, era adulador deixa-lo louco de desejo,

sobre tudo devido a esse desejo era recíproco. Entretanto, ouvir que seus genes de coelho

simplesmente não eram o suficientemente bons para outra coisa que o sexo casual a incomodou. Não importava o fato de que não estava em busca de algo permanente. Agora que ele efetivamente atirou a luva, ela, em primeiro lugar, queria fazê-lo perder o controle e que

tomasse

tudo isto das inter-espécies.

Que divertido. E número dois, perversamente queria mudar sua opinião a respeito de

Depois da conversa confusa com Chase, uma coisa ficou clara

Resmungão, aberto amante dos peixes, era o que ele era, e o desejava. Tenho medo de que uma noite não seja suficiente. Ela gostava de Chase, muito, o que significava que sem importar o

Se ela cedesse, sobre

tudo depois de sua declaração de que seus genes não eram o suficientemente bons para ele, como conseguiria alguma vez seu respeito? Surpreendeu o muito que sua aceitação significava para ela. Surpreendeu que ainda não se lançou a sua orelha pelo insulto, entretanto.

bem que se sentisse sua sedução

OH, os dois nus, com suarentos golpes

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sua sedução OH, os dois nus, com suarentos golpes 1 2 Urso do filme Mogli. **

Urso do filme Mogli.

os dois nus, com suarentos golpes 1 2 Urso do filme Mogli. ** Esta tradução foi

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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Olhando para trás a um lado, ainda havia um urso quente em seu apartamento. Ela

Olhando para trás a um lado, ainda havia um urso quente em seu apartamento. Ela saiu fora das garras, saltando agilmente sobre seus móveis, enquanto que ia pesadamente atrás dela. Ele não disse uma palavra, com sua respiração agitada e seus ofegos como os únicos sons.

— Acredito que deveria ir. — Soprou ela enquanto com agilidade se agachava sob seu braço

e corria para o outro lado do salão de sua casa. Um grunhido foi sua resposta, agravada com um brilho travesso nos olhos que ia bem com a curva parcial de sua boca. Oh, ele não me fará isto fácil, o lindo diabo.

— Sério, Chase. Já que se sente tão forte sobre todas essas coisas entre espécies, então

acredito que será melhor que vá agora, antes de fazer algo do que, obviamente, se arrependerá. — Mas que definitivamente desfrutasse.

— Vou lamentar mais se minhas bolas caírem. — Grunhiu.

Suas palavras tomaram por surpresa, e se esqueceu de saltar. Ela golpeou o sofá e antes que pudesse subir, ele deitou em cima dela, com seu pesado corpo detendo-a. Suas grandes mãos se entrelaçaram com as dela e as levantou sobre sua cabeça, apanhando-a debaixo dele, pondo-a a sua mercê.

Que decadentemente delicioso. Ela se aplacou com o conhecimento de que tentava frustrar sua sedução. Que vergonha. Tinha fracassado. Agora teria o castigo que merecia direto entre as pernas. Chase não respondeu imediatamente a seu beijo, entretanto. Seus olhos castanhos a olharam.

Apesar do pênis

pressionando contra a união de suas coxas, sem dúvida sabia o que queria.

— É meu nariz lindo de botão e com sardas. Agem como um chamariz irresistível, como um

canto de sereia. — Respondeu, um pouco sem fôlego e não porque a estivesse esmagando. Gostava de seu peso sobre ela. Estranho, inclusive gostava que ele lutasse com sua atração por ela. A maioria dos homens só tratava de seduzi-la sem preocupar-se com o amanhã.

— Conheci mulheres bonitas. — Respondeu, seguindo o estudo de seu rosto. — Ninguém jamais invadiu meus pensamentos e sonhos. Sua boca se arredondou com um O de surpresa.

— Por que me deixa louco? — Perguntou. Seu tom e expressão pensativa

— Sonhou comigo? Sério?

Como se de repente se desse conta de que falava em voz alta, Chase apertou os lábios e um olhar fechado apareceu em seu rosto. Olharam um ao outro durante um momento mais, mas inclusive no silêncio, uma conexão se estabeleceu entre eles, invisível, ela quase a podia sentir se vinculava diretamente a seu coração. Fosse o fosse sua opinião sobre o assunto, compreendeu nesse momento que o que os unia transcendia a luxúria. Ele sentiria também? Talvez o fizesse porque Chase a beijou. Não com um beijo de jogo, doce como o de ontem à noite, nem o castigo abrasador da manhã. Não, esse beijo repartia pura sensualidade. Acariciou seus lábios com uma reverência que a fez zumbir todo o caminho até seus pés. Tocava-a como se fosse a coisa mais delicada e preciosa que encontrou. Explorou seus lábios lentamente, com sua boca jogando e mordendo, deixando-a completamente sem sentido, com a sensação erótica.

E

completamente sem sentido, com a sensação erótica. E ** Esta tradução foi feita apenas para a

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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Poderia ficar assim para sempre. A ponta de sua língua deslizou para frente para seguir

Poderia ficar assim para sempre.

A ponta de sua língua deslizou para frente para seguir a comissura de sua boca, e depois

entrou enquanto ela abria os lábios. O suave som de suas respirações misturando-se encheu o ar intercalados com seus gemidos de prazer enquanto ele tomava seu tempo beijando-a.

O prazer se desenvolveu em cada nervo de seu corpo, especialmente entre suas coxas.

Cravada, não podia fazer nada, nem sequer arquear-se contra ele, mas sabia o que queria. Lia seu corpo com o seu. Apoiou-se nela, com a dureza de seu pênis, inclusive com as camadas de roupa

entre eles, pressionando seu núcleo, deixando-a louca.

Queria senti-lo dentro dela, golpeando sua carne, com seu corpo raspando o seu. Desejava

O condenado telefone não deixava de tocar.

Com um gemido, Chase levantou sua cabeça, com seus olhos ardentes de desejo.

— Não tem correio de voz?

Não, mas de repente fez uma nota mental para consegui-lo imediatamente. Interromper esse beijo era sacrílego.

— Não tenho correio de voz. Acabo de me mudar e era muito caro para consegui-lo. Espera.

Deixe-me liberar de quem quer que seja. Chase, deixou-a com evidente reticência, e ela correu para responder sua chamada telefônica.

— Olá. — Ela respondeu com um sorriso sobre Chase, que jazia no sofá com suas mãos

entrelaçadas sob a cabeça. Maldição, via-se bem ali, com os olhos meio fechados com frouxidão,

com o vulto proeminente de seu pênis chamando-a.

— Miranda, oh bom, consegui. Lamento ter que ligar a sua casa, mas seu celular não

responde. — Disse Kloe, recordando Miranda que tinha que carregá-lo. —Ouça, recebeu o pacote

que Jessie te enviou? Miranda enrugou a testa com a pergunta de Kloe.

— Pacote? Que pacote?

— Em sua mesa da cozinha. Jessie levou isso antes.

Miranda levou um dedo à boca e disse a Chase, “me dê um minuto“. Vagando a sua cozinha, procurou no correio e no jornal atirado sobre a mesa quando

chegou. Encontrou a pequena caixa e a abriu. Continha uma caixa pequena no interior. Girando-a

e abrindo-a, sustentou um disco pequeno, redondo e não maior que o final de seu dedo mindinho em suas profundidades.

— Encontrou-o? — Kloe perguntou.

— Sim. — Fez um nó no estômago. Sabendo que provavelmente Chase a teria escutado,

Miranda abriu a torneira da cozinha, mascarando com as salpicaduras de água tudo o que ela e Kloe diriam agora. Alheio os estragos que passavam na mente de Miranda, Kloe fez um ruído de contente.

— Excelente. Jessie veio com um rastreador GPS de indivíduos. É alargado pego em um emplastro, nos permitirá encontrá-los se acidentalmente são capturados. — Não notarão nossos sujeitos que estamos vigiando? — Miranda consultou, com a

sujeitos que estamos vigiando? — Miranda consultou, com a ** Esta tradução foi feita apenas para

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sensação de mal-estar em seu estômago cada vez maior. — Ou agora diremos o que

sensação de mal-estar em seu estômago cada vez maior. — Ou agora diremos o que está acontecendo? — Por favor. Honestamente seria sem dúvida melhor neste ponto que etiquetar ao

homem em sua sala que estava a ponto de fazer amor. Se me preocupar com ele, então não posso seguir mentindo a respeito do que sou e do perigo no que está.

— Não, ainda esperamos. Só tem que se aproximar o suficiente do sujeito para que se pegue

em algum lugar onde não se dê conta. Deve durar por várias duchas e tudo isso antes de ser substituído. Tem algum problema em pô-lo em seu objetivo?

Sustentando um suspiro, Miranda respondeu.

— Entendido. Algo mais? — Como, por exemplo, apunhalar a mim mesma com uma adaga?

Provavelmente seria menos doloroso que o subterfúgio continuasse.

— Não, isso é tudo. Vemo-nos pela manhã.

— Sim, entendo. — Miranda desligou e olhou o pequeno disco, que agia como um frio aviso

de por que nem sequer tinha conhecido Chase. Como pude ter perdido de vista meu objetivo? Chase não era um potencial namorado ou amante, e sim uma possível vítima que necessitava proteção. Em sua luxúria e ciúmes irracionais, perdeu a pista desse importante feito. Kloe,

entretanto, sem dar-se conta a lembrou. Conversa terminada, já não requeria privacidade e Miranda fechou a água, lutando contra o impulso de chorar. Se dizia a verdade, poderia pôr em perigo toda a operação e pôr os dois agentes e a suas

Então poderia descobrir de

primeira mão se o conselho de não subir ao lado mau de um urso é exato ou não. A situação fedia muito bem, mas ao menos entrou nela os olhos abertos, sem ser estúpida. Pobre Chase, entretanto, ele não tinha nem ideia. E não posso fazê-lo mais fácil ao dizer. Ela tinha

um trabalho que fazer, gostasse ou não. Uma vez que a situação com o sequestrador resolvesse, então talvez ela poderia dizer a Chase sua parte. Ver se a perdoaria por fazer seu trabalho. Se tudo isso sair errado, sempre posso recorrer aos condenados shorts de novo junto com um pouco mais bolo de noz com mel. Com a decisão tomada, inclusive se particularmente não queria celebrá-lo, enganchou o chip no extremo de seu dedo, com sua transparência quase invisível. Tirou a proteção de cera e respirou fundo enquanto se preparava para pôr seu chip em seu urso. Caminhando de volta à sala principal, pegou-se um sorriso em seu rosto.

metas em situação de risco. Entretanto, se continuava mentindo

— Sinto muito. Era minha mãe. Sempre escolhe o melhor momento.

— Por que tenho a impressão de que o estado de ânimo morreu? — Perguntou com ironia enquanto se levantava.

— Sim, bom, ouvir falar de sintomas da menopausa ainda chega a uma garota. — Disse com uma risada estridente. — De todos os modos, sinto se arruinei a noite.

— Está mentindo. Realmente o que está errado? — Seu penetrante olhar viu através dela, e a culpa a fez deixar cair seu olhar.

— Não acontece nada. — Exceto pelo rastreador GPS na ponta de meu dedo e a grande mentira do que sou.

GPS na ponta de meu dedo e a grande mentira do que sou. ** Esta tradução

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— Entendo. — Seu tom baixo de voz acaba de aumentar sua culpa. Voltou-se para

— Entendo. — Seu tom baixo de voz acaba de aumentar sua culpa. Voltou-se para ir-se, e ela mordeu o lábio, olhando seu dedo.

— Chase. — Ela disse seu nome em voz baixa, mas ele se girou imediatamente. Ela correu

através da sala em um passo rápido e jogou os braços ao redor de seu pescoço. Inclinou sua face e deu um sonoro beijo para distraí-lo da pressão de seu dedo mindinho na pele entre as omoplatas.

— Realmente sinto. Boa noite. — Soltou-o e deu um passo atrás, fechando a porta em seu rosto meditabundo antes de inclinar-se sobre ela. Ela deslizou até o chão e piscou as lágrimas. Por que se sentia como a maior fraude viva? Provavelmente, porque acaba de pôr um microchip no cara que, só faz uns momentos, estava a ponto de te tirar os miolos. Ele tem razão. Sinto-me muito mal por ele, mas não pela razão que ele pensa.

*******

De volta em seu apartamento, Chase se sentou e admitiu seu desconcerto. Em um minuto Miranda gemia e estava pronta para ele, no seguinte, transformou-se em uma estranha distante que não podia sair de seu lugar o suficientemente rápido. Não entendia nem um pouco. Por que me importa? Não estou procurando uma relação. Diabos, nem sequer estava pensando em ter sexo com ela, embora esteja um pouco desanimado de que não tivesse sido assim. Ter se submerso em seu bolo doce teria curado seu desejo louco por ela? De algum jeito, duvidava. Cobiçava Miranda até o ponto que não podia pensar com claridade. O sangue de seu cérebro parecia ter fixado sua residência permanente em seu pênis. E seu pênis queria estabelecer a residência em seu bolo. Na realidade, também a língua e dedos. Sua reação o desconcertava. O desejo como se nunca tivesse sabido contê-lo o alagava, se estava presente ou não. Pior ainda, apesar de sua aversão geral a todas as coisas alegres, encontrou-se desfrutando de sua presença e de seus peculiares arrebatamentos. Esperava com interesse seus comentários prontos e sua risada borbulhante e infecciosa. Estranho, as coisas que gostava dela não tinham nada haver com o tango nu. OH pelo amor da Ursa, eu gosto de uma condenada coelhinha. Seria uma loucura temporária? Como podia saber? Só havia uma solução, além de mudar-se a Sibéria, tinha que fazê-lo com ela. E fazendo, referia-se a fodê-la de seis maneiras desde domingo, em todas as posições até que seus testículos se enrugassem e caíssem. Certamente, uma vez apagada sua sede por ela, finalmente poderia voltar para sua regular, séria e aborrecida vida. Fez pouco caso de uma dúvida persistente de que uma vez que provasse o sabor de Miranda, nunca poderia desfrutá-lo suave outra vez. À manhã seguinte, quando saía de seu apartamento para o trabalho, esperava ver Miranda saltitar fora com ele. Contava com isso, na verdade. Quando não o fez, tentou dizer-se que não importava. Sou um mentiroso.

fez, tentou dizer-se que não importava. Sou um mentiroso . ** Esta tradução foi feita apenas

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Durante todo o caminho ao trabalho, detinha-se e dava a volta, seguro de que veria

Durante todo o caminho ao trabalho, detinha-se e dava a volta, seguro de que veria um sinal de platina, ou escutaria sua risada, mas cada vez terminava com um desconhecido, e seu

abatimento cresceu, dando credibilidade a sua teoria de que talvez sua mente foi ao extremo. Renunciaria a seu habitual pão-doce de mel diário com a coberta deliciosa e se encerraria em seu trabalho, o tédio de todos os papéis opacaria sua mente e danificaria irracionalmente o que ele considerava um desprezo. Talvez, Miranda podia fazer o que não tinha com o coração adiante.

O almoço chegou e seu estômago retumbou o suficientemente forte como para que não

pudesse ignorá-lo. Apesar de seu abatimento, precisava comer. Iria a seu favorito lugar de tacos, pediria algo, além de outra coisa. A comida sempre agia como um bálsamo quando algo o

preocupava. O destino deve ter tido compaixão dele porque logo que seu pedido chegou, Miranda entrou com uma saia que, surpreendentemente, não levava marcas de saliva, ainda, e quis tampá- la. A ideia de que algum varão na rua pudesse admirar suas panturrilhas e arredondadas coxas macias despertou um grunhido possessivo nele. Só podia imaginar o que ia expor se agachava. Era mais do que um urso podia dirigir. Agiu enquanto saltava em seu lugar com seus pés soando, faria um pedido no balcão. Vigiando-a, como um urso caçando a sua presa, grunhiu em voz baixa.

— Uuum, coelho para o almoço. — E antes que pudesse reagir, ele a girou e a beijou. Seu

choque rígido se fundiu rapidamente em um suave cumprimento, seus lábios jogaram com os dela igualando com paixão e fome. Uma garganta clareando fez que Chase levantasse a cabeça e ladrasse.

— O quê? — Olhou o empregado que engoliu seco.

— O pedido da senhorita está preparado.

Chase arrebatou o pedido e o levou de retorno a sua mesa.

— Sente-se.

Com uma expressão de desconcerto em seu rosto, ela se deixou cair frente a ele.

— Sim, senhor. E agora o quê?

— Come comigo. — Apagou de sua mente as razões para evitá-la. Vê-la só o fazia dar-se conta do muito que a desejava, necessitava-a a seu redor. Ela inclinou a cabeça, com o fantasma de um sorriso encantador em seus lábios.

— Pensei que preferia comer sozinho.

— Não atire minhas palavras para mim. Sou um homem. É meu direito ser intratável. Os dentes brancos brilharam enquanto ela ria.

— Eu gosto

— O que é exatamente o que faz? — Perguntou.

Intratável. Mas, tenho que voltar para trabalho.

— Sou uma espiã super-secreta em uma missão para salvar o mundo dos shifters. — Respondeu com cara séria. Brincando. Chase franziu o cenho.

— Muito bem. Não me diga isso.

— Não me acreditaria se o fizesse.

Não me diga isso. — Não me acreditaria se o fizesse. ** Esta tradução foi feita

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— Acreditaria que sou advogado? Ela riu. — Hmm, nunca teria imaginado isso, com os

— Acreditaria que sou advogado? Ela riu.

— Hmm, nunca teria imaginado isso, com os trajes que usa e as perspectivas de sou-um- urso-sério que parece ter com a vida.

— Não há nada errado sendo um profissional adequado. Suponho que preferiria a meu

irmão Mason então. É mais como você, não toma nada a sério.

— Tem um irmão? Está perto? — Seus olhos caíram e ficou na mesa onde ela riscou círculos

com seus dedos.

— Trabalhamos no mesmo escritório, mas realmente não passamos o momento. Esteve

desaparecido por uns dias, só resta sabe por que, e nem sequer se incomodou em deixar um

bilhete. Suponho que isso demonstra o perto que estamos.

— Isso é uma vergonha. Tenho duas irmãs e três irmãos, embora seja a única coelhinha,

como meu pai. Vejo-os todos os dias festivos e aniversários. A minha família adora as festas e

nosso lema é quanto mais, melhor. E apesar de que vivem em outro estado, falo com eles todo o tempo.

— Isso soa ocupado. — Chase quase estremeceu diante a ideia de muitos parentes na

família. Visitava seus pais duas vezes ao ano, mas além de que seu irmão às vezes se unia, não

faziam grandes festas.

— É impressionante. Talvez te leve a seu encontro em algum momento.

Chase tratou de esconder seu olhar de horror, mas ao parecer, não o obteve de tudo. Ela

sacudiu a cabeça enquanto punha-se a rir.

— Ou não. Esqueci-me. Você gosta de ser um urso estirado e resmungão.

Não tão de mau humor como pensa. Ele manteve essas palavras para si mesmo, mas não pôde evitar dizer.

— Janta comigo esta noite.

— Não posso.

— Por que não?

— Seria uma má ideia. — Os olhos que estavam cheios de tristeza e subiram a encontrar-se

com os seus. — Tinha razão ontem de noite. O que há entre nós não vai funcionar. Somos muito diferentes.

— Desde quando é do tipo de desistir? — Desde quando posso recorrer a rogar?

— Adeus, Chase. — Ela se levantou e tomou a sacola de comida. Girou-se para ir-se, mas

moveu as costas. Inclinou-se e o abraçou, dando um doce beijo que roubou o fôlego e não ocultou as lágrimas brilhando em seus olhos. Depois se foi.

Ele tratou de inundar-se na comida, com o sabor picante do molho para tacos dirigindo sua

atenção por um tempo, mas uma vez de volta na rua, suas palavras e seu beijo

Encheram-no. Acredito que acabo de ser abandonado. Como pode ser quando não estávamos tecnicamente saindo? Teria gostado de ter alguém com quem falar disso, mas seus pais estavam em um cruzeiro

De

adeus?

falar disso, mas seus pais estavam em um cruzeiro De adeus ? ** Esta tradução foi

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pelo ártico, misturando-se com os ursos polares, e com seu irmão de licença, estava sozinho.

pelo ártico, misturando-se com os ursos polares, e com seu irmão de licença, estava sozinho. Isso não estava acostumado a ser um problema, e o preferia, mas pela primeira vez em sua vida, a solidão não foi um bálsamo tranquilizador. Já se perdia no caos inesperado de Miranda. A cor que

contribuía a sua vida

No mundo de um urso, mais especialmente no de Chase, quando as emoções causavam estragos em seu coração e mente, só havia uma cura, açúcar. Entrando na padaria, pediu alguns pães-doces de mel. Um empregado novo, um adolescente de cabelo gorduroso, colocou a mão

sob o balcão e puxou uma bolsa.

A sua paixão.

— Aqui tem.

Chase, franziu o cenho.

— São frescos? Geralmente, tiram-nos do balcão.

Um sorriso nervoso se desenhou no rosto do menino.

— Estavam-no esperando e me disseram que os metesse na bolsa antes.

Isso tinha sentido. Depois de ter perdido seu pedido pela manhã, era provável que tivessem reservado algo para ele no caso dele pedir. Chase pagou e saiu da loja, com o aroma doce fazendo-

o lambê-los lábios com antecipação. O golpe breve de sua boca, trouxe o sabor tênue e persistente de Miranda. Seus lábios estremeceram diante a lembrança de seus beijos e o pênis palpitou, em um estado de permanente excitação desde que a conheceu. Devo agradecer por deter as coisas ontem à noite e fazer as coisas ainda mais claras hoje. No que estava pensando? Um pouco de luxúria e estava disposto a ir contra meus princípios. Mas o que acontece se minha moral está equivocada? É realmente tão importante para eu manter minha linha de sangue puro? E inclusive uma pergunta melhor seria: O que me faz pensar que é a escolhida? Depois de tudo, havia um montão de mulheres e nunca pensou em dar o seguinte

passo. Por outra parte, nunca havia sentido nem um ápice das coisas que experimentou desde que conheceu Miranda. Quase podia predizer agora que uma amostra dela nunca o satisfaria. E então, onde estaria? Fazendo o que tinha jurado que não queria, diluindo sua linhagem.

Se fosse possível viver com uma certificadamente louca coelha. De

algum jeito, a ideia não o assustava tanto como deveria.

É óbvio, ele também tinha um obstáculo ainda maior que seus próprios prejuízos: Miranda já não parecia interessada em participar. Por outra parte, bastava olhar em qualquer dicionário de shifters e encontraria uma imagem de um urso nas palavras “obstinado” e “perseverante”, e Chase passava a possuir ambas as qualidades em abundância. Ao entrar em seu escritório, deu-se conta de que Katy se preparava para ir.

Mas ao menos seria feliz

— Aonde vai?

— Tenho um encontro com o dentista. Me deixe adivinhar, se esqueceu? Pus notas adesivas na mesa do que necessita para enfrentar o dia de hoje. Ao ver o escritório ainda escuro de seu irmão, franziu o cenho.

— Sabe algo de Mason?

Katy se deteve na beira da mesa de seu escritório e uma linha de preocupação aumentou em

sua testa.

e uma linha de preocupação aumentou em sua testa. ** Esta tradução foi feita apenas para

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— Não. Quer apresentar um relatório de urso perdido? Queria? O que acontecia se Mason

— Não. Quer apresentar um relatório de urso perdido?

Queria? O que acontecia se Mason estava simplesmente tendo muito, muito sexo? Agradeceria seu irmão que o interrompesse?

— Ainda não, mas se não ligar nas próximas vinte e quatro horas, acredito que teríamos que

fazer isso. Katy se foi e Chase entrou em seu escritório. Deixou cair sua maior parte em sua cadeira que rangeu alarmantemente. Malditas coisas que se rompiam com ele. Irritado, Chase deu um puxão a sua sacola e mastigou. Comeu três antes que uma sensação de calma se apoderasse dele. Um bocejo surgiu dele e esfregou os olhos. Parecia que sua falta de sono dos últimos dias o alcançou. Tirou outro bolo e o comeu lentamente, com o cansaço agarrando-se a ele com força até que não pôde lutar mais. Sua grande cabeça golpeou para frente, golpeando sua mesa, mas seu corpo estava intumescido, sem sentir alguma dor. Ocorreu algo descendendo rápido nele e ter sono parecia antinatural, um fato reforçado pelos golpes e o movimento sigiloso em seu escritório exterior. Tomou consciência com muito esforço, e dormiu quando as mandíbulas mais duras que qualquer predador, agarraram-no e o levaram para o esquecimento.

CAPÍTULO 06

Um sinal de alarme disparou em seu telefone celular, e Miranda, sepultada novamente nas fotos da sala de guerra em busca de uma pista, saltou. Pegou seu telefone e o levantou com a alerta de uma mensagem.

“Câmara seis, localização de escritório de Chase B. fora de linha”.

Tão logo ligou o monitor para confirmar outro alarme soou, e outro.

“Câmara de três, localização de sala de estar de Chase B. fora de linha”.

“Câmara um, localização do Hall de Chase B. fora linha”.

Depois da terceira mensagem, não se incomodou em procurar mais e começou a correr aos elevadores enquanto marcava o número de Victor. Foi diretamente ao correio de voz e o coração de Miranda deixou de pulsar durante um segundo antes que a adrenalina desse chutes.

— Código vermelho! — Gritou quando chegou ao hall principal da CUP, mas não era quão

única gritava códigos. Os agentes estavam saindo de seus escritórios gritando por seus reforços

saindo de seus escritórios gritando por seus reforços ** Esta tradução foi feita apenas para a

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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enquanto os telefones de todo o lugar se voltavam loucos. — As câmaras estão todas

enquanto os telefones de todo o lugar se voltavam loucos.

— As câmaras estão todas desligadas! — Gritou alguém. — As equipes de seguimento não

estão respondendo. Ao ver de pé, no meio do caos, Kloe com o cenho franzido em seu rosto, Miranda atraiu sua atenção.

— Que diabos está acontecendo?

— Alguém quebrou nosso sistema e parte da rede de infiltrados. Desligaram a maioria de

nossas câmaras de vigilância. Jessie está trabalhando no recrutamento dos hackers e conseguindo nosso respaldo do Firewall.

— Assim estamos sob ataque?

— Um ataque de tecnologia como nós conhecemos, mas até que tenhamos os olhos e as

orelhas atrás, precisa chegar a seu objetivo o antes possível e se assegurar que está seguro.

— Não posso conseguir Victor tampouco.

— Provavelmente mais trabalho dos hackers, porque não há ninguém vivo que pudesse tomar esse crocodilo com a guarda baixo.

Só se necessita uma vez, pensou Miranda enquanto olhava todo mundo correndo. O que era uma grande diversão, se alguém pretendia utilizar o caos para roubar alguns machos. Miranda voltou a ir-se, saltando ao elevador com outros agentes de rosto sombrio.

— Não posso entrar em contato com meu parceiro. — Disse ela enquanto a cabine começava a mover-se.

— Eu tampouco. — Disse Helen. — E, é óbvio, as câmaras estão desligadas. Tenho um mau pressentimento sobre isto.

— Já somos duas. — Miranda murmurou. O pânico fez uma corrida a seu coração enquanto

ela imaginava Chase em perigo. Não se preocupe, meu urso resmungão. Vou protegê-lo. Logo que ela e outros agentes estiveram no hall, correram para a porta, fazendo pouco caso do olhar inquisitivo dos humanos. Uma vez na rua, separaram-se, Miranda correu a toda velocidade ao edifício de Chase. Tinha as portas à vista quando Victor saiu das sombras de um beco.

— Por que tanta pressa? — Perguntou.

— As câmaras foram desligadas e não respondia seu telefone.

Victor tirou seu celular e franziu o cenho.

— Do que está falando? Não mostra que não respondi as chamadas.

— Os hackers se meteram no centro e desordenaram tudo. Como nossos telefones não

funcionam na rede CUP, suponho que fiquei apanhada nela. De todos os modos, estava a ponto de

comprovar Chase em pessoa.

— Acaba de entrar ao redor de uma hora com uma sacola desses doces que parecem gostar

de tanto. Sua secretária se foi não muito depois, mas não vi nada suspeito no ínterim. A sensação persistente de que algo não estava bem exigiu vê-lo por si mesma.

— Mesmo assim subirei.

— Vou diretamente atrás de você.

Mesmo assim subirei. — Vou diretamente atrás de você. ** Esta tradução foi feita apenas para

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O hall do edifício de Chase não continha nada suspeito, assim foram até o elevador

O hall do edifício de Chase não continha nada suspeito, assim foram até o elevador e se

dirigiram diretamente para cima. Ao sair no corredor atapetado e em silêncio, Miranda não teve

necessidade do dedo de Victor sobre seus lábios para saber que devia guardar silêncio. As portas desse nível estavam fechadas, com as placas de diversos anúncios de seus ocupantes como o único de cor no espaço cinza. Moveram-se em silêncio até o final da sala, mas mesmo antes de chegar à porta de Chase, o nariz de Miranda moveu.

— Cheiro a shifters. Ao menos três e a julgar pelo aroma fresco, não faz muito tempo.

Victor cujos sentidos crocodilo não se estendiam a cheirar, tomou suas palavras como certas.

— Podem ser alguns clientes. — Respondeu, sem dúvida na voz.

Ambos sabiam melhor, entretanto. O buraco no estômago de Miranda também conhecido como instinto, gritava algo estava errado. Victor se foi pela primeira porta, enquanto Miranda o cobria do corredor, com a pistola na mão e fazendo um gesto. Havia-se sentido nua nos últimos dias sem ela em sua pessoa, mas dada sua condição de secreto, temia que Chase a visse e fizesse perguntas. Além disso, não tinha

necessidade de que as balas causassem algum dano. Ela mesma o tinha feito. Victor deu o sinal e ela entrou. Não viu sinais de luta, mas a julgar pelo rosto sombrio de Victor, já era muito tarde.

— Foi-se? — Ela necessitava confirmação antes de enlouquecer por completo.

Victor sustentava uma sacola da padaria. — Lambi e embora que não reconheci as drogas que utilizaram, estes pães-doces definitivamente a têm, se minha língua intumescida é um indicador.

— Puseram-no para dormir e depois o levaram. Mas, como diabos saíram daqui sem que

ninguém os visse? Victor caiu no chão e algo se apertou entre seus dedos. Levantou-o para que ela o visse. Ela deixou escapar um suspiro irritado.

— Um pedaço de penugem? E o quê?

— Tapete de fibra. — Explicou Victor. — Com certeza que o envolveram em um pedaço de tapete e o levaram através da porta de serviço.

— Pensei que podia ver as duas entradas do lugar onde estava — Ladrou ela pondo suas

mãos nos quadris.

— Podia e inclusive vi os meninos que o levaram e ao cilindro em que provavelmente estava.

— Ele levantou uma mão antes que pudesse gritar. — Esses caras são bons, entretanto. Os caras do tapete estiveram trabalhando neste lugar por duas semanas, entram e saem com um tapete,

uma legítima construída de rena pelos proprietários. Sei por que o comprovei.

— E, entretanto não se deu conta que eram shifters? — Disse ela com sarcasmo.

— Não foram até hoje. — Espetou. — Agora em vez que sua roupa íntima dê um giro,

porque seu menino amante se foi, por que não age como um agente e me ajuda a encontrá-lo?

A bofetada verbal a fez recuar com vergonha. Levou sua frustração com Victor pela culpa

que a alagava.

Levou sua frustração com Victor pela culpa que a alagava. ** Esta tradução foi feita apenas

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Talvez se tivesse prestado mais atenção a meu trabalho em vez de como Chase tirava

Talvez se tivesse prestado mais atenção a meu trabalho em vez de como Chase tirava a calça, isto não teria acontecido.

— Sinto muito. Tem razão. É minha culpa.

— Eu não…

Ela o interrompeu antes que ele tratasse de absolvê-la.

— Não, é. E agora que já coloquei a pata, tenho que trabalhar o dobro para que volte.

— Mas, como? Você e eu sabemos que o tapete será um beco sem saída. Os sequestradores

provavelmente abandonaram a caminhonete a umas poucas quadras.

— Ah, mas tenho um ás na manga que espero não que conheçam. — Miranda guardou sua arma e tirou seu celular para chamar Jessie.

Tocou seis vezes antes que uma voz respondesse apressada.

— Estou um pouco ocupada agora me voltando louca. — Jessie gritou com seu agitado lado aviário dando-se a conhecer.

— Sim, bom, quando se desocupar, necessito que faça um seguimento de meu objetivo.

Tudo isto com as câmaras e os telefones foi uma cortina de fumaça para que pudessem arrebatar

meu urso.

— O quê? — Miranda aguentou enquanto ouvia Jessie murmurar a respeito de que nenhum

bom Hacker merecia ter teclados e deveriam ser empurrados aonde o sol não brilhasse. Jessie

retornou à linha. — Por sorte para você, tenho o novo sistema de seguimento em um servidor inteiro. Não quis pô-lo em conexão com as outras coisas até que soubesse que estava preparado.

— Está dizendo que meu urso com chip tem um hardware não provado?

— Não de tudo. Usei-o primeiro em Frank, e acreditem, os lugares que fomos

Eew,

digamos que o dispositivo dá um bom desempenho. Não vejo nenhuma razão por que não

funcionaria em seu urso. Miranda apertou os dentes, resistindo o impulso de chegar através do telefone e tomar seu comprido pescoço de cisne.

— Então, significa que pode encontrá-lo?

— Provavelmente, a menos que termine em uma cela de chumbo forrado. Terá que me dar

uns minutos, entretanto. Está um pouco encalacrado por aqui. Encontre-me em minha sala de computadores em uns dez minutos e poderei te ajudar. Jessie desligou e Miranda olhou a Victor que sorriu, com evidente entusiasmo.

— Acredito que iremos a uma missão de resgate.

— Monstro. Conheço-o. Morre por experimentar algumas das novas armas, não? O sorriso de Victor se alargou.

— Quem, eu? Talvez. Espera a ver o que esses bebês podem fazer.

Miranda negou. Os homens e seus brinquedos. Pelo menos, com Victor a seu lado, ela teria

uma oportunidade contra o que os sequestradores poderiam ter guardado para ela. Bom, de todas as formas estavam por debaixo de ter um exército, mas até a CUP não se dava conta o suficiente para perder algo pelo estilo.

se dava conta o suficiente para perder algo pelo estilo. ** Esta tradução foi feita apenas

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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******* A névoa nublava sua mente. Uma desorientação nauseante o fez abrir e fechar os

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A névoa nublava sua mente. Uma desorientação nauseante o fez abrir e fechar os olhos e

mover a cabeça… Ou tentar. Oh, isso tinha sido uma má ideia. Seu estômago estava revolto e aguentava seu conteúdo por pura força de vontade.

Respirando profundamente através do nariz, expulsando-o pela boca, Chase fez para trás a vertigem debilitante e conseguiu abrir os olhos. O que viu não tinha sentido, por isso os fechou, contou até cinco, e depois voltou a abri-los. Não, ainda não reconhecia os muros de concreto, a porta de aço, e o que ainda era mais preocupante, o outro homem pendurado das algemas na parede. Um puxão em suas duas mãos deixava em claro que levava o mesmo tipo de joias. Grandioso, sequestrado por algum louco da escravidão. Chase não permitiu que o medo o controlasse, não quando ainda tinha curiosidade pela situação. Além disso, era um maldito urso pardo. Não havia nenhuma corrente em concreto que pudesse retê-lo se zangava o bastante. Entretanto, antes de fazer um alvoroço, não importaria saber o que estava em contra.

Psst — A versão de um sussurro saiu de Chase como o rumor surdo de um trovão.

O

outro não se moveu um cabelo.

Oh, pelo amor da Ursa. Acorda.

Nada, bem, do outro homem na cela com ele de todos os modos. Para fora da porta, entretanto, escutou-se o ruído das fechaduras que se abriam. A porta se abriu e dois caras vestidos de camuflagem, que pareciam redundar fora da selva, de soldados entraram com rifles

apontando. Atrás deles, seguia-os um terceiro homem vestido com calça jeans e uma camiseta suja, mas não foi seu traje o que chamou a atenção, e sim o aroma. Hiena. O mais irritante dos shifters, e a maioria dos problemas mentais do grupo, à exceção dos esquilos, que pelo menos eram inofensivos. Chase não disse nenhuma palavra enquanto o carcereiro movia um pé diante dele. Deixou que seus olhos se estreitassem antes de falar.

— Ah, o mal-humorado acordou. Disse que iam necessitar mais da droga que com os outros devido a seu tamanho compacto de humanos.

— O que quer? — Chase não tinha a menor ideia, embora desse vergonha saber que seu

gosto pelo doce o levou a essa confusão. Isso é tudo, não haverá mais pães-doces para mim.

— Não quero nada de você. Meu chefe, entretanto sim. Quer seu corpo.

— Não me interessa. Não estou nos jogos de sexo pervertido. — Chase não pôde evitar o desgosto em sua voz.

A hiena começou a rir, um som tom alto e agudo que não tranquilizou Chase em nada. Mas

não deixou que se mostrasse em seu rosto. Necessitava cada momento adicional que pudesse conseguir para que os medicamentos limpassem de seu sistema, restaurando sua força e

limpassem de seu sistema, restaurando sua força e ** Esta tradução foi feita apenas para a

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claridade. — Seu pênis está muito seguro. Os genes, por outra parte, são outra história.

claridade.

— Seu pênis está muito seguro. Os genes, por outra parte, são outra história. Em princípio

tínhamos pensado em pegar seu irmão, mas

— O que fizeram a Mason? — Chase grunhiu, lançando-se para frente. As correntes, entretanto, retiveram de seu sorridente captor.

— Nada, infelizmente. Mas se fosse você, me preocuparia mais sobre você mesmo. À meia-

noite de hoje, estará em um avião rumo a seu destino e se seu destino for um pouco parecido ao

de outros, digamos que deve desfrutar do tempo que fica.

Bom, não saiu conforme o planejado.

— Você, pequeno bastardo. Não vai sair com a sua.

— Sim, curioso como ouvi isso muito, e, entretanto, me olhe. Não tenho um só arranhão, e

sabe o que? Tampouco estou encadeado à parede, cheio de drogas. — Com essas palavras, a hiena tirou algo do bolso de trás. Uma seringa grande cheia de um líquido turvo, de cor amarela. — Diga boa noite. Chase tentou mover seu corpo para um lado para evitar a agulha, mas estava atado em seu lugar, seu corpo ainda era muito lento pelos medicamentos anteriores, e não pôde detê-lo. A

seringa entrou em sua pele e a hiena empurrou o êmbolo. Chase, só teve tempo de murmurar arrastadamente:

— Vou te matar puta

CAPÍTULO 07

— Antes de dormir, o levaram de novo.

Miranda odiava esperar. Odiava esperar o ônibus, de pé na fila pela sua vez turno. Raios, odiava os dois minutos que à pipoca levava para fazer pop. Gostava de mover-se, saltar e saltar, e não deter-se em um ponto. Entretanto, o que preferia não importava nesse momento porque se escondia fora do armazém onde Jessie afirmou que tinham Chase. Tendo em conta a possibilidade de escolher entre correr como uma idiota balançando suas armas, e arriscar sua vida, ou pendurar apertada até que Victor retornasse com um relatório preliminar, escolheu esperar. Algo para aumentar suas probabilidades de conseguir Chase, e a qualquer outro alvo, e sair com vida. Com o hacker neutralizado, os sistemas de proteção funcionando, e o pó situado, descobriram que de cada três tentativas em seu setor para sequestrar alguém, só dois tiveram êxito. A vergonha de seu alvo sendo um deles fez que Miranda fervesse. Especialmente uma vez que descobriu que a tentativa fracassada teve muito haver com o fato de que o sujeito sabia, e sabia desde que começasse a dormir com seu agente, de sua operação e ficou de guarda para a traição. Chutar-se por não ter feito o mesmo, entretanto, não obteria nada. Só poderia permitir um único objetivo encher sua mente… Conseguir Chase de volta. Não seria fácil.

sua mente… Conseguir Chase de volta. Não seria fácil. ** Esta tradução foi feita apenas para

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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Baixa de recursos, porque não se atreveu a atirar os agentes de suas atribuições pendentes

Baixa de recursos, porque não se atreveu a atirar os agentes de suas atribuições pendentes em caso de que houvesse uma nova rodada de sequestros, Miranda era só um dos oito agentes da CUP a ponto de infiltrar-se no armazém que a guiou o dispositivo de rastreamento. Fugiram das câmaras à medida que se aproximaram, cada um simplesmente armado com uma pistola e uma faca, à exceção de Victor. Conhecendo-o, provavelmente levava um arsenal em sua pessoa. Saltando sobre as pontas de seus pés, com o corpo preparado para a ação, ela esperou que Victor e outro agente deslizassem dentro do edifício aparentemente tranquilo, com o objetivo de

localizar e desativar os alarmes e os guardas. Embora eles se encarregassem da primeira parte da infiltração, o resto, incluindo Miranda, vigiaria as diferentes saídas. Um aroma forte a amoníaco, um líquido utilizado para limpar cristais, e armazenado no armazém, um fachada comercial válida pelo que Jessie podia dizer, fazia seu dever ainda mais difícil, e provavelmente isso explicava por que não se informou de nenhuma atividade de shifters nessa zona. Uma sombra deslizou pelo lado do edifício, e Miranda foi a sua pistola, com seu dedo ligeiramente apoiado no gatilho. Reconheceu a forma e a pegada de seu parceiro, inclusive antes que Victor sussurrasse:

Sou eu.

Encontrou-o? — Miranda conteve sua verdadeira pergunta

Encontrou ao Chase? Para si

mesma.

— Algo está acontecendo aí. Têm mais câmaras de segurança nesse lugar do que deveria ser necessário. Desliguei-as, e desliguei o alarme de movimento.

— O que acontece a oposição?

— Encontrei-me com quatro guardas em total, três deles humanos e vestidos com uniforme, levando rifles padrão de tipo militar.

— Pensa que o governo está envolvido? — Perguntou, assombrada.

— Não. São homens armados e contratados.

— Quantos acha que há aí? — Victor encolheu os ombros. — Não poderia dizer. A planta

principal está configurada como um negócio, mas parece que há uma rede de túneis e salas no

edifício que não se apresentam nos planos de Jessie do lugar. Estranho, as câmaras só vigiam o nível superior e seus arredores. Portanto pode haver alguém por ali abaixo ou poderia haver uma centena de mercenários esperando por nós.

— O que dizem seus instintos?

— Definitivamente que são ao menos uma dúzia, eu diria que talvez mais. Entretanto, é

estranho. Além do rato movendo as câmaras de segurança, os guardas eram humanos. E Bo, que

veio comigo, diz que o porão cheira tudo muito humano.

— Então, o que fazemos? — Ela iria com os agentes da mão, cega e possivelmente em

inferioridade numérica, ou abortavam a missão e esperavam a que os reforços chegassem nos próximos dias para levar a cabo um cheio no ataque?

— Depende de você. Entretanto, se seu urso estiver aí, esta é provavelmente nossa melhor oportunidade. Se o moverem, é possível que nunca demos com seu paradeiro uma vez mais.

é possível que nunca demos com seu paradeiro uma vez mais. ** Esta tradução foi feita

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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Infernos, já poderiam ter feito desaparecer. Jessie perdeu seu sinal pouco depois que chegasse a

Infernos, já poderiam ter feito desaparecer. Jessie perdeu seu sinal pouco depois que chegasse a este lugar. Poderia ser que esteja enterrado muito profundamente para que ela o leia, ou que tenham retirado o chip. Miranda mordeu o lábio pela indecisão. Kloe deixou a operação em sua totalidade nas mãos de Miranda, confiando em que usasse sua cabeça em vez dos hormônios. Entretanto, não contava com que meu coração gritasse que entrasse com armas de fogo.

— Olhe, estive falando com esses meninos do caminho outra vez. Joel está preparado para

entrar e encontrar seu objetivo, junto com Frank. Bo está definitivamente no jogo e os outros nos seguirão se o dizemos.

— O que te parece?

— Acredito que temos o fator surpresa, que joga a nosso favor.

— Muito bem. Entremos. Se assegure que todo mundo saiba. Ah e tente manter dois dos

caras maus com vida. Kloe quererá interrogá-los.

— Ah, arruinando a diversão de um crocodilo, por que não? — As palavras de brincadeira a

fizeram sorrir por um breve momento antes que a gravidade da situação a fizesse fazer uma careta. Uma quantidade desconhecida de oposição, um labirinto de corredores e um réptil feliz puxando o gatilho. Que divertido. Victor correu de novo para a porta que utilizou para entrar a primeira vez e deslizou dentro. Um momento depois, soltou o sinal, um gorjeio que pensava que soava como a uma rã, mas soava

mais a sua pia obstruída. Miranda saiu de seu esconderijo e entrou no edifício, com os outros agentes caindo a suas costas. Uma vez dentro, seguiu Victor, que indicou com um braço uma porta de metal, que dava às escadas. Ela fez pouco dos dois corpos estendidos de barriga para baixo ao lado dele, os sentinelas humanos que não demonstraram ser suficientemente bons para o trabalho. Ou pelo menos, não tão bons como Victor. Davam passos com seus pés descalços, com seus sapatos deixados nos veículos, antes de começar a missão, para assegurarem-se de irem em silêncio e poderem mudar rápido. Entraram em uma sala úmida com três corredores que se ramificavam, Miranda olhou a Victor, que encolheu os ombros.

— Posso cheirar meu alvo à esquerda de mim. — Disse Joe, virando a cabeça nessa direção.

— E há hienas à direita. — Adicionou Bo.

— E o meu está no meio. — Disse Miranda, com a ansiedade dando vontade de correr em sua busca.

— Isto começa a me fazer pensar em uma canção. — Victor murmurou. Miranda sabia que a

melodia a que fazia referência era de um filme de tipo sangrento titulado “Reservoir Dogs” 13 . Ela

13 Cães de Aluguel um filme americano de 1992 escrito e dirigido por Quentin Tarantino. Estrelado por Harvey Keitel, Steve Buscemi, Michael Madsen, Tim Roth e Chris Penn, o filme retrata os eventos anteriores e posteriores a um mal sucedido roubo de diamantes (embora não mostre o roubo propriamente dito), praticado por cinco homens que não se conhecem e que se referem uns aos outros através de nomes de cores.

e que se referem uns aos outros através de nomes de cores. ** Esta tradução foi

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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preferia ficar com títulos como “Gnomeo e Julieta 1 4 ”. E adorava como sua

preferia ficar com títulos como “Gnomeo e Julieta 14 ”. E adorava como sua mente vagava, tentando não pensar no que poderia encontrar — Bom, há oito de nós, alguém sabe quantos são eles? Joel, Frank e Mary, vocês três irão pela esquerda e encontram seu alvo. Bo, Kyle e Stu, dêem uma olhada à situação das hienas à direita discretamente, por favor. Sabem que essas criaturas são muito sujas para correr em grupo. Victor e eu recuperaremos o sujeito. Assentimentos de aprovaram seguiram a sua decisão, e as mariposas dançaram em sua barriga.

— Ah, e tomem cuidado, certo? Não quero ter que encher a papelada se algum de vocês

morrer. Uma vez obtido o humor mórbido, ficaram em movimento. Victor tomou posição enquanto outros se dispersavam em suas respectivas direções. Miranda seguiu Victor, com a falta de amônia debaixo, permitindo que o aroma de Chase se filtrasse através dos rastros intercalados com umas poucas de hiena, alguns ratos, e um montão de humanos. O corredor se curvava à esquerda e à direita em um patrão sinuoso com portas de vez em quando em suas paredes. O corredor de blocos de cimento estava iluminado por lâmpadas de

correntes e pareciam muito tranquilas. Muito fácil. Miranda não gostou absolutamente, e tampouco a Victor.

— Algo não está certo. — Sussurrou — Por que só quatro guardas acima, e nada abaixo?

— Não sei. Talvez soubéssemos que íamos vir e se foram.

Victor sacudiu a cabeça.

— Não. Estão aqui, mas estão esperando algo. Alguma ideia de quanto mais estará seu urso?

— Perto. Caminharam uns metros mais antes que Miranda se detivesse. Tomando uma inalação

profunda pelo nariz, filtrou os inumeráveis aromas, Miranda se retratou e assinalou uma porta de metal atarraxada.

— Aqui.

Victor fez um trabalho rápido com as fechaduras, uma de suas muitas e variadas habilidades. Ninguém sabia exatamente quem o treinou. Supostamente, tinha aparecido na agência um dia e devotado seus serviços. Cinco anos mais tarde, o crocodilo seguia sendo um enigma, mas um agente de campo fantástico. E um amigo. Com um clique, a porta se abriu e Miranda apareceu, mal sustentando um suspiro. Oh, meu pobre urso. Aproximou-se de Chase que pendurava da parede por correntes. Sua cabeça estava caída para frente, junto com seu corpo inerte. A subida e queda de seu peito, fez saber que vivia. Uma olhada rápida mostrou duas séries de algemas pegas com cimento à parede, mas embora captou outro perfume que não era de shifter, além disso do Chase, a sala estava vazia. Victor lançou um olhar a ela de onde se encontrava na porta, observando a sala. — Pode tentar despertá-lo enquanto vou ver que demônios está acontecendo? Não há forma de poder levar seu traseiro sem um pouco de ajuda.

14 Gnomeu e Julieta é um filme animado por computador, baseado na peça de William Shakespeare Romeu e Julieta.

baseado na peça de William Shakespeare Romeu e Julieta. ** Esta tradução foi feita apenas para

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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— Vá. Tenho isso. Victor abriu a porta até a metade e se foi. A

— Vá. Tenho isso.

Victor abriu a porta até a metade e se foi.

A sós com Chase, Miranda passou as mãos sobre seu corpo, comprovando sinais visíveis de

lesões. Ou ao menos isso se dizia. O corpo grosso não reagia, mas a ira ardia em seu interior porque alguém tivesse feito isso a um exemplar macho primitivo. E isso era o que ele era. Um

exemplar vivo de shifter que algum psicopata utilizava para realizar experimentos.

— Não, se tiver algo que dizer a respeito. — Murmurou.

Examinou suas correntes, desejando ter pedido a Victor que permanecesse o tempo suficiente para abri-las. Por outra parte, pensou com uma careta de desgosto, a parede estava provavelmente mais limpa que o chão, que parecia ter uma grossa camada de pó e detrito.

— Sussurrou, agarrando suas bochechas para levantar a cabeça. Isso tinha sido

um maior esforço do esperado. O homem era dono de um grande melão. — OH urso de mel

— Cantou. — É hora que desperte. — Roçou os lábios com os seus, com a esperança de vê-lo mover-

se.

Nada, nem sequer um tic. Suspirando, ela soltou sua cabeça e esteve disposta a recorrer a táticas mais eficazes. Agarrou seus ovos e pediu desculpa em silêncio antes de apertá-los com força.

— Chase

A agonia de repente o tirou da sepultura de melaço em que sua consciência se afundou. Ele

se centrou na dor brilhante e se defendeu das capas de fadiga tentando puxá-lo para baixo. Uma voz soou preocupada.

— Sinto muito, meu urso resmungão. Não quero te machucar, mas tem que despertar e não tenho saída. Chase abriu os turvos olhos enquanto a voz familiar chamava a atenção.

— Mir

— Sim, Chase, sou eu.

ra

ran

ddd

da?

— Falou.

Mãos suaves aplaudiram seu rosto e levantaram sua pesada cabeça. Preocupados olhos

verdes o olharam enquanto o suficiente sentido comum voltava para dar-se conta que Miranda tinha que ir antes que ficasse apanhada também.

— Murmurou com uma língua grossa que não cooperava. — Vá. Agora. —

Sua gagueira o frustrava, mas não tanto como quando ela não respondeu imediatamente a sua ordem.

— Perigoso

é

— OH, meu pobre ursinho de mel. O que te fizeram?

Chase piscou e sacudiu a cabeça, tentando sacudir os efeitos da droga.

— Envenenaram meus pães-doces de mel, coelho de mel.

— Como me chamou? Coelho de mel? — Ela se estirou para olhar seu traseiro, por uma vez

decentemente vestida com calça cargo até o tornozelo. Uma pena, menos roupa provavelmente teria conseguido que seu coração acelerasse mais rápido — Hmm, acredito que posso viver com

isso como apelido. Embora, pensei que iria com bolo de mel.

isso como apelido. Embora, pensei que iria com bolo de mel. ** Esta tradução foi feita

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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Sua deliberada estupidez o irritava, o que a sua vez, tinha a seu sangue lentamente

Sua deliberada estupidez o irritava, o que a sua vez, tinha a seu sangue lentamente em movimento.

— Miranda

— Grunhiu. — Isto não é divertido.

— Sei, mas posso dizer simplesmente que se vê muito sexy com correntes. Quer dizer, basta

pensar nas coisas que podia te fazer. — Disse com uma lambida de seus lábios. Bom, isso definitivamente fez que seu sangue circulasse, mas não na cabeça correta. Um pouco mais de sua capacidade de raciocínio e a incongruência dela localizando-o o golpeou.

— Como me encontrou? — Perguntou, com as sobrancelhas levantando-se. Negava-se a

contemplar a possibilidade de que poderia ter participado do sequestro. Apesar de que sua presença parecia irrefutável.

— Disse que era um espião secreto. — Disse ela com uma piscada.

Vou estrangulá-la. Depois me enterrarei nela, depois talvez a estrangule enquanto me afundo nela.

— Isto não é um jogo, Miranda! — Ela ignorou seu grito ao mover-se pela sala e colocar a cabeça pela porta.

Ao longe, o pop silencioso de disparos fez que uma onda de adrenalina passasse através de seu corpo. Ele flexionou os músculos de seus braços com força e os efeitos das drogas desapareceram, mas não o suficiente para ajudá-la… Ainda. Ele se esforçou nas correntes que o sustentavam, grunhindo enquanto puxava. Ela voltou a parar frente a ele, sacudindo a cabeça.

— Não se esforce, Urso de mel. Vamos tirá-lo das correntes em poucos minutos.

Depois deu uma palmada na bochecha, como se o aplacasse. Como pedir amavelmente não funcionou, grunhiu.

— Estúpida coelhinha. Fará que a matem. Tem que ir. Não é seguro.

— Sim, continua dizendo, mas que espécie de vizinha seria se fosse? Sinto muito, meu urso

resmungão, mas não irei até que guarde seu intratável cadáver. — Disse. Ela ignorou seu frustrado

grunhido olhou suas algemas com interesse. Passou um dedo ao longo da corrente na parede.

— Esta não é uma aventura de Peter Cottontail 15 ou um conto. — Disse ele entre dentes. —

Os meninos que me agarraram são realmente maus traseiros. Preocupo-me com você, maldição, e não quero que te façam mal. Miranda deixou a inspeção de suas ataduras e se voltou com um olhar de incredulidade em seu rosto.

— Espera um segundo, pensei que você não gostava. Bom, eu como pessoa, pela causa que

os dois sabemos de que deseja meu corpo.

— Não o faço. Não devo fazê-lo. — Com seu rosto cabisbaixo, suspirou. — Muito bem, já que

é uma loucura, eu gosto e não só seu corpo, mas também de sua irritante mente. Não diga a

15 Foi um especial televisivo de Páscoa da produtora americana Rankin/Bass, baseado num romance de 1957 de Priscilla e Otto Friedrich, The Easter Bunny That Overslept. O título do especial vem da canção pascal "Here Comes Peter Cottontail", que também pôde ser ouvida no especial. O nome "Peter Cottontail" vem de uma série de livros de Thornton W. Burgess (1874-1965).

de uma série de livros de Thornton W. Burgess (1874-1965). ** Esta tradução foi feita apenas

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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ninguém. Provavelmente me internem. Agora, por favor, me faça um favor. Vá procurar um pouco

ninguém. Provavelmente me internem. Agora, por favor, me faça um favor. Vá procurar um pouco de ajuda antes que retornem. Um sorriso malicioso cruzou seu rosto.

— Eu também gosto de você, meu estirado grande urso, e adivinha o quê? Eu sou a

cavalaria. — Flexionou os braços e fez uma pose. — Está vendo uma agente da CUP em carne e

osso. E vou resgatar esse seu quente traseiro. Um agente da CUP? Miranda estava delirante? Quase disse em voz alta, mas o engoliu

enquanto ela tirava uma pistola de um bolso da calça.

— Quem foi o suficientemente louco para te dar uma arma? Baixa essa coisa antes que se machuque. Ela lançou um beijo.

— Não se preocupe, não falho. Frequentemente, isso. — Pôs o olho em seu braço e um medo frio se estendeu por ele.

— Miranda, não acredito que isso…

Bang! Atirou na corrente que se dividiu a só uns centímetros do bracelete de ferro ao redor

de seu pulso, libertando um de seus braços. Infelizmente, antes que tivesse tempo de disparar a segunda algema, o som de pés golpeando vieram da porta.

— Ponha atrás de mim. — Chase ordenou, precisando protegê-la com ele. Inclusive com um

só braço livre, podia causar algum dano e usar seu corpo para protegê-la. Miranda bufou.

— E perder toda a diversão? Não se preocupe, querido, suportarei. Vou proteger suas doces

bochechas e depois iremos para casa por um pouco de mel. — Ela se inclinou nas pontas dos pés e roçou os lábios com rapidez através dos seus antes de voltar-se e deixar cair em uma posição de

tiro.

Preparou as armas diante dela, a pistola se manteve estável, estava pronta quando o primeiro guarda irrompeu pela porta. A cinco metros de distância cravou uma bala entre os olhos. Golpe de sorte. Também cravou os três seguintes no mesmo lugar, e a mandíbula de Chase caiu com assombro. Minha coelhinha tem uma pontaria assassina! Bem, não era sua coelhinha, mas mesmo assim, pensava que sabia onde pôr a uma linda criatura do bosque e quão seguinte sabia, era que estava voando as cabeças dos grandes predadores e ria enquanto o fazia. Deveria ter nascido ursa. Uma pausa nos atacantes fez ouvir sua maldição.

— Estúpidas merdas baratas feitas na China. — Ela lançou a pistola entupida e tirou uma faca de serra. A incredulidade o fez afogar-se.

— Não me diga que tem a intenção de participar de um combate corpo a corpo. Está louca? Têm armas de fogo.

— Bom ponto. — Ela atirou a faca e começou a despir-se. —Hum, Miranda o que está fazendo?

e começou a despir-se. —Hum, Miranda o que está fazendo? ** Esta tradução foi feita apenas

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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— Me despir. — Já vejo. — OH, isso nunca, e a visão foi difícil

— Me despir.

— Já vejo. — OH, isso nunca, e a visão foi difícil inclusive tendo em conta a situação. — Temo perguntar para que. — Talvez uma rapidinha antes de morrer?

— Há muito de mim para brigar nesta forma. Vou dar rédea solta a minha besta. Grandioso, finalmente tinha a intenção de escapar. Não é?

— Vai conseguir um pouco de ajuda, então?

Vividos olhos verdes deram forma, e seus lábios se torceram a um lado.

— Por que ia fazer isso? — Um som na sala a fez afastar-se dele. — Não se preocupe. Minha coelhinha e eu o salvaremos. Que a Ursa ajudasse isso, perdeu por completo sua mente.

— Miranda!

Gritou seu nome, mas ela já começou a trocar de forma, com os ossos de seu corpo fundindo-se e reestruturando-se, com seu cabelo brotando de uma pele suave e branca, e ficou

Maior. Os olhos de Chase quase saíram de sua cabeça ao vê-la passar de sedutora com curvas a

uma grossa e musculosa, de cabelo branco, coelha com um gigante rabo branco e umas enormes e moveis orelhas. Mas não foi até que ela trocou e mostrou as presas longas que ele começou a rir.

Sendo honesto

com a Ursa, uma coelha de dentes de sabre, pisoteou seu traseiro enquanto crispava seus bigodes. Ela inclusive se deteve para mordiscar ocasionalmente o que deu lugar a gritos penetrantes de terror. Algo em sua forma primitiva e a ação chamou a seu lado bestial. Uma descarga de adrenalina o atravessou, dissolvendo o último das drogas. Um momento depois, sua besta irrompeu através de sua pele, com mais de 400kg de zangado e um pouco excitado urso pardo. Entre eles, estenderam os guardas e suas armas fracas, mordendo-os de vez em quando, quando uma bala o fazia rugir de raiva. Entretanto, foi o lança-chamas que queimou o cabelo de Miranda, que tirou a vantagem, sobre tudo quando por fim ela gritou de dor. Machucando a minha coelhinha agora, não é? Os momentos seguintes foram um borrão tingido de vermelho, enquanto se encarregava dos humanos que se atreveram a ferir sua Miranda. O idiota com o lança-chamas gritou mais forte quando Chase arrancou seu braço e o golpeou. Quando isso deixou de ser divertido, arrancou a garganta. A batalha terminou em pouco tempo, deixando uma pilha de cadáveres e Chase sobre eles, com seu corpo arrepiado e preparado para exercer a violência um pouco mais. Do hall, um lagarto humanoide bípede chegou correndo, com seus olhos amarelos entrecerrados vendo a cena do açougue. Chase rugiu com desafio, mas as escamas de sua pele se levantaram junto com suas mãos e sussurrou:

E riu um pouco mais quando os guardas chegaram através da porta e Miranda

— Estou de seu lado. Onde está Miranda?

Chase se voltou para ver Miranda, de novo em sua forma humana, caindo no chão. O sangue

a cobria, mas quanto disso pertencia a ela e quanto dos guardas espalhados a seu redor, não podia

ela e quanto dos guardas espalhados a seu redor, não podia ** Esta tradução foi feita

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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dizer. Seu braço fez tremer com sua pele borbulhando e com suas chagas supurantes. A

dizer. Seu braço fez tremer com sua pele borbulhando e com suas chagas supurantes.

A preocupação por seu corpo inerte fez que Chase a empurrasse com o nariz. Seus olhos se

abriram, os profundos olhos de cor verde estavam opacos pela dor. Tentou sorrir, mas fez mais uma careta.

Disse que te libertaria. — Então seus olhos se fecharam e desmaiou.

O

cara lagarto se ajoelhou junto a ela.

Merda. Deve ter sido machucada se não está por cima e saltitando.

Chase grunhiu em resposta, com dor em seu coração, alimentando sua ira contra os que tinham feito mal. — É minha culpa. Nunca supus que fosse uma armadilha. De algum jeito souberam que vínhamos e planejaram capturar a todos. Mais ou menos o rato que me chamou me confessou isso. Não contaram com que Miranda ou você, entretanto, tomassem a metade de seus mercenários. Bom trabalho. Chase grunhiu. Um bom trabalho teria dado como resultado que Miranda não tivesse saído machucada.

— Sou Victor, por certo, parceiro de Miranda. Sinto não ter podido dizer nada a respeito da operação. Ordens de cima, já sabe. Operação? E as ordens de quem? O que pela Ursa estava acontecendo? Não me diga que Miranda na realidade é um agente real da CUP? A situação aturdiu sua mente e quis algumas respostas, mas teria que esperar até levar sua coelha à segurança. Como se tivesse lido sua mente, Victor disse:

— Escuta, temos que sair daqui antes que os policiais humanos apareçam. Acha que pode

limpar o caminho, enquanto eu a levo? — Chase soprou, e depois grunhiu a Victor enquanto

deslizava uma mão sob o corpo nu de Miranda. Os olhos rasgados viram em sua direção.

— Calma, homem. É como uma irmã para mim.

Apesar de sua afirmação, Chase se assegurou de mostrar sua boca cheia de dentes afiados enquanto a agente Miranda era lançada por cima de seu ombro como um bombeiro, deixando uma mão livre para apontar com sua pistola.

— Vamos tirá-la daqui.

Ao menos nesse momento, estavam de acordo. Com Chase à cabeça para tomar os atrasados, abriram caminho pelo porão, recolhendo os outros agentes e a prisioneiros que reconheceu de antes, em sua cela, pelo caminho. Ah, e uma manta para cobrir o traseiro nu de Miranda, porque Chase, acabava de descobrir algo novo em sua vida que não estava disposto a compartilhar.

CAPÍTULO 08

vida que não estava disposto a compartilhar. CAPÍTULO 08 ** Esta tradução foi feita apenas para

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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A dor ardente a despertou, e por um momento, Miranda não soube onde estava. Bom,

A dor ardente a despertou, e por um momento, Miranda não soube onde estava. Bom, sabia

Nua e no colo de alguém. Esfregou a bochecha contra o peito nu que encontrou

contra ela e cabelo grosso raspou a pele. Soou um estrondo no peito, e o endurecimento de braços ao redor de sua cintura esclareceu situação.

que estava

Chase me tem.

— Está acordada?

— Defina acordada. — Respondeu ela levantando a cabeça e olhando a seu redor. A familiar

parte de trás da caminhonete da CUP a saudou, junto com os dentes brancos do sorriso de Bo.

— Ouça, se for Bugs 16 de novo com os vivos. Não acreditava que houvesse nada que pudesse

tomar seu traseiro peludo uma vez que trocava. Chase, grunhiu diante a declaração de Bo, mas Miranda riu entre dentes e se retorceu para sentar-se. A agonia aguda em seu braço a fez assobiar de dor.

— Malditos lança-chamas! Às balas posso dirigir, mas o fogo com sangue dói.

— Está louca. — Chase murmurou um tom de desgosto.

— Mas sou bonita. — Vaiou ela de volta. E sabia que ele estava de acordo a julgar pelo ramo

de árvore que roçava seu traseiro. Entretanto, era intrigante como encontrava sua ereção, e doíam suas feridas, ordenando a sua atenção. Levantando do colo de Chase, uma dor aguda na coxa a fez cair de joelhos no chão. Nossa, tinha me esquecido do buraco de bala. Quando estava como coelha, tendia a não ter lesões, mas

uma vez que a batalha já parecia, falavam os “Ais”.

A jaqueta cobrindo-a caiu no chão enquanto respirava através de sua dor. Não era que se

importasse. A nudez não a incomodava. À maioria dos shifters não importava dado que a roupa

desaparecia quando trocavam.

— Fecha os olhos! — Chase grunhiu. Miranda voltou um olhar assustado em sua direção, mas se deu conta que o havia dito a Bo, não a ela.

— Acredito que vou me sentar à frente com Vic. — Bo se afastou meio de cócoras e se

encarapitou na parte dianteira, deixando Miranda a sós com Chase.

— O que seja que pense que está fazendo, pare antes que desmaie de novo. — Grunhiu.

— Estou bem agora. — Mentiu com dentes apertados enquanto agradecia ter algo que colocar. Deixavam camisetas de reposição e calças feias de cor marrom da CUP, para casos de

emergência como esta na parte traseira. Jogou as maiores que pôde encontrar a Chase, com o

Esse o mantinha escondido a seu lado e tentava não roçar nada contra

ele, ou movê-lo. Curaria, todas suas feridas o fariam como resultado de seus genes shifters, mas doía como louco nesse ínterim. Ouviu Chase movendo-se atrás dela, e se perguntou se devia dar a volta para dar uma olhada a seu corpo antes que o cobrisse. Entretanto, dado seu estado atual, para que a tentação?

braço bom. O queimado

16 Bugs Bunny, o coelho da Warner.

bom. O queimado 1 6 Bugs Bunny, o coelho da Warner. ** Esta tradução foi feita

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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Não estava em condições de fazer nada a respeito. Sustentando um suspiro, sentou-se sobre seu

Não estava em condições de fazer nada a respeito. Sustentando um suspiro, sentou-se sobre seu traseiro, e tentou de colocar suas calças com uma só mão. Com um bufo, Chase foi a sua ajuda.

— Coelhinha tola. — Ajudou-a com cuidado, deslizando a parte inferior de algodão, mas só os puxou até passar seu joelho antes de deter-se.

— Recebeu um tiro. — Disse com voz plana.

— Sim. É o que acontece minha linha de trabalho às vezes. Encarregarei-me dele quando chegar em casa. Agora, termina de puxar minha calça ou o que?

— O tecido se pega à ferida.

— Provavelmente, mas não posso entrar com meu traseiro nu.

Um estrondo fez vibrar o corpo de Chase, mas não disse nenhuma palavra enquanto a levantava suavemente para puxar sua calça por cima de seu traseiro. Depois tomou a camiseta e

passou a cabeça pelo buraco da parte superior. Miranda deslizou seu braço pela manga, mas se deteve para passar o outro. Qualquer tipo de contato estava certa que a machucaria. Chase tinha uma melhor solução. Agarrou a costura do lado lesado e o rompeu até o pescoço. Depois cobriu as dobras em suas costas e peito, deixando o braço completamente descoberto.

— Já estamos quase em casa. — Notificou ao levantar as costas a seu colo, embalando-a com cuidado em seus braços.

Miranda não pôde negar seu deleite por estar nos braços grossos de Chase, embora fez um protesto simbólico. — Estou bem. — Ele só grunhiu e a apertou ao redor das zonas menos feridas. Nunca conheci ursos que tivessem um instinto de proteção. E eu gosto. A caminhonete rodou detendo-se e Victor deu a volta no assento do condutor.

— Lar, doce lar. Necessita uma mão?

— Não. — Chase gritou a palavra antes que Miranda pudesse fazê-lo.

— Sim, bom, se mudar de opinião, o celular de Miranda está programado com uma linha

direta para mim e com a CUP. Como medida de precaução, chamei com antecipação e alguns guardas estarão estacionados ao redor de seu edifício. Depois de dar meu relatório, estarei de volta para te ajudar a ficar de olho.

— Acha que vão tentar de novo tão cedo? — Perguntou ela, preocupada porque Chase ainda pudesse estar em perigo.

— Duvido, mas de novo, não esperávamos que tivessem tantos mercenários em suas listas

de nomes escondidos debaixo de nossos narizes. Mantenha seus olhos e ouvidos abertos no caso de precisar.

— Vou mantê-la a salvo. — A promessa de Chase fez que um calafrio passasse através dela…

Sua voz soava tão letal e sexy. Mas sou eu a que se supõe que está de guarda aqui. Miranda abriu a boca para corrigi-lo, mas em troca, conteve o fôlego enquanto Chase a levantava em um passeio curvado, saindo pela parte de trás da caminhonete. O movimento de

saindo pela parte de trás da caminhonete. O movimento de ** Esta tradução foi feita apenas

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sacudida despertou todas suas feridas, e palpitaram dolorosamente. Felizmente, a essa hora, em algum momento

sacudida despertou todas suas feridas, e palpitaram dolorosamente. Felizmente, a essa hora, em algum momento depois da meia-noite, mas antes do

amanhecer, não havia muito tráfico ou humanos. Chase a levou direto a sua guarida… Hum, a seu apartamento e a deixou no sofá. Moveu-se pesadamente fora, deixando uma visão de seu traseiro na calça muita apertada, não era exatamente o aspecto mais sexy, mas a ideia de que não usava roupa íntima o compensava. Ele retornou com um estojo de primeiro socorros.

— Estou bem. — Reiterou ela, mentindo através dos dentes, já que nesse ponto, a agonia

em seu braço se irradiava em ondas feitas, como contraponto dos pulsos lentos de suas duas feridas de bala, uma no braço queimado e a outra na coxa.

— Bem, então isto não te machucará. — Derramou o antisséptico na perna de sua calça

manchada de sangue no tecido. Ela gritou, pela impactante picada de fogo.

— Ouça, vou chamar à Sociedade Protetora dos Animais por crueldade para os mesmos! —

Exclamou.

— Me processe. Conheço um grande advogado.

Humor? De Chase? Olhou a cabeça em busca de sinais de um golpe.

— O que está fazendo? — Perguntou com um exasperado tom colorido.

— Estou verificando se por acaso há uma comoção cerebral. Logo que esboçou uma

brincadeira, um sinal seguro de incapacidade mental iminente.

— Tá. Tá. Não é você a comediante? — Com uma tesoura, cortou a calça abrindo-a e

expondo o buraco denteado — A bala saiu? Outro aspecto fabuloso de ser shifter; quando sua carne se curava, os objetos estranhos tendiam a ficar relegados a sair.

— Acreditaria em mim se te dissesse que sim? — Ela golpeou suas pestanas com esperança. Ele não respondeu, mas alcançou uma toalha facial dobrada.

— Morda esta.

— Por que…? — Colocou o tecido na boca um segundo antes de introduzir umas pinças

largas em sua ferida. Bom, sua valentia não chegava tão longe. Miranda gritou e resistiu, com a parte superior do

torso de todos os modos. Chase sustentou sua perna quieta com o braço livre e com seu corpo.

— Tenho-a. — Entoou com voz suave. Miranda agitou os olhos abrindo-os, a ponto de

repreender por seu comportamento tranquilo, até que viu seu rosto. Oh homem, estava zangado. Seus olhos brilhavam. Sua boca se estendia em uma linha tensa, e sua mandíbula estava fechada duramente.

— Por que parece que vai matar a alguém?

Esses olhos ferozes se encontraram com os seus.

— Porque o farei.

OH. Totalmente quente. Sempre e quando não for eu a quem tem a intenção de assassinar,

porque em um momento, vou ter que dizer o que está acontecendo e por que foi raptado. Ele pôs um pouco de creme com antibiótico antes de enfaixar o buraco, que já mostrava

antibiótico antes de enfaixar o buraco, que já mostrava ** Esta tradução foi feita apenas para

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sinais de cicatrização nas bordas. Em um dia ou dois, teria ido sem sequer ter

sinais de cicatrização nas bordas. Em um dia ou dois, teria ido sem sequer ter deixado uma cicatriz como aviso. Sentou-se sobre seus calcanhares e olhou seu braço, seu pobre e disparado braço queimado.

— O bom é que me masturbo com a esquerda não? — Brincou ela. O olhar escuro que deu parecia algo menos divertido.

— Sinto muito, bolo de mel. Isto vai doer.

Felizmente, ela desmaiou pouco depois que começasse a verter o antisséptico em seu braço.

Quando despertou, seu braço direito inteiro palpitava sob sua bandagem branca antiga.

— Quanto tempo estive fora?

— Não o suficiente. Ainda não terminei a limpeza.

— O resto são só arranhões. — Protestou ela. — Não é hora que demos uma olhada à sua? Sei que tem uns quantos buracos em sua pele.

— Posso esperar. — Seu tom não admitia discussão.

— Obstinado urso resmungão. — Grunhiu ela.

Ele limpou o rosto, secando a testa com um unguento, com seu toque leve como uma

pluma. Pensou que terminou, mas ao parecer, catalogou o machucado de seu corpo mais do que acreditava. Foi a seguinte ferida, ao segmento oculto em suas costelas, levantando a camisa, não o suficientemente alta para despi-la, mas o suficiente para fazer que seu coração se acelerasse com a possibilidade. Limpou algumas com antisséptico nos arranhões e ela conteve o fôlego, mais por seus dedos roçando a parte inferior de seu peito.

— Está tudo arrumado, acredito. — Disse ele levantando-se e estirando-se, com as costuras

de sua camisa inferior finalmente abrindo-se, deixando ao descoberto zonas de sua pele. — A menos que tenha perdido algum lugar.

— Sim, se esqueceu de algo. O que aconteceu com meu beijo para fazer tudo melhor?

Seus lábios se torceram.

— É uma coelhinha dura, alguém já disse isso? A maioria das mulheres estariam histéricas

neste instante e necessitando uma bofetada.

— Minha mãe sempre disse que eu era especial. — Disse com um sorriso. — É óbvio, sua expressão exata foi “um capacete de hóquei especial”. Chase, começou a rir, um som profundo e com eco que a fez unir-se a ele.

— O que vou fazer com você?

— Bom, se não vai me dar um beijo para me fazer sentir melhor, então, sente-se. Agora é minha vez de brincar de enfermeira com rabo. Quando Chase se sentou, ela o deteve.

— Sim, realmente não confio em mim mesma com uma tesoura ao redor da pele, assim seria

bom que se despisse primeiro. Uma vez mais, sorriu a ela, e maldito fosse tudo, encontrou-o viciante. Entretanto, seu sorriso não era nada comparado com a beleza dele quando utilizou as duas mãos para extrair os restos triturados da camisa de seu corpo. Ah, uma coisa era vê-lo nos monitores, e outra muito diferente vê-lo em carne.

nos monitores, e outra muito diferente vê-lo em carne. ** Esta tradução foi feita apenas para

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Músculos ondulantes como lajes, peitorais definidos, um pedaço de pelo que conduzia a um V

Músculos ondulantes como lajes, peitorais definidos, um pedaço de pelo que conduzia a um

V escuro, e enormes feridas de bala.

— Boa dor. Quantas vezes dispararam? — Ele olhou para baixo, a si mesmo.

— Não sei, cinco ou seis vezes? Não deram em nada vital, e as balas já saíram.

— Está agindo indiferentemente mal ao ter recebido um disparo. Não deveria estar como malditamente assustado neste instante? Chase encolheu os ombros.

— Vou muitas vezes de férias às Montanhas Rochosas. Quando é a temporada de caça,

estou acostumado a receber muitos disparos.

— Assim, por isso está tão bem equipado? Medicamente, quero dizer. — Acrescentou com

rubor. — Mas tenho que perguntar, por que permitiu que disparassem? Não teria sido melhor só

ir a sua forma humana durante a temporada de caça? — É mais fácil conseguir mel quando estou em minha besta. As abelhas têm mais dificuldades para me picar. Miranda piscou algumas vezes antes que a risada borbulhasse.

— Oh, é um homem de muitas camadas, urso de mel. Agora se sente e me deixe te dar a

impressão de que te ajudarei.

— Bem. — Disse ele deixando cair sobre o sofá, que rangeu alarmantemente. — Pode limpar

os buracos, mas não coloque ataduras. Odeio a forma em que o esparadrapo arranca o pelo quando se tira.

O visual que pintou com suas palavras a fez rir de novo a gargalhadas, e para sua alegria, ele se reuniu com ela. Quando por fim passou o ataque, começou a trabalhar, embora não havia muito que fazer além de limpá-lo já que seus buracos estavam curando-se. Enquanto limpava, finalmente fez a pergunta que ela esperava. — Então é uma coelha de dentes de sabre, hein? Não se pode dizer que esperasse. Na realidade, não acredito ter ouvido jamais falar de uma. Miranda ruborizou.

— É uma volta em minha linha. Cada geração, temos algum gene recessivo que faz que

nossa forma de animal volte para sua forma mais primitiva. Minha mamãe, uma tigre de bengala normal, não o teve, mas minha avó era uma tigresa de dentes de sabre.

— Assim conseguiu seu gene coelhinho

— De meu pai. Chase, negou.

— Bom, por alguma razão, isso é preocupante. Sua observação a incomodou.

— Ah, sim, esqueci que é o senhor os-coelhos-não-devem-misturar-com-os-comedores-de- carne. — Soprou indignada.

— Me chame antiquado, mas acredito nisso, em uma relação o homem deve ser capaz de carregar a sua companheira pelo cangote e não ao contrário.

a sua companheira pelo cangote e não ao contrário. ** Esta tradução foi feita apenas para

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— Oh. Suponho que estou fodida então, já que sou maior que todas as lebres

— Oh. Suponho que estou fodida então, já que sou maior que todas as lebres que conheço.

Raios, quando troco, sou maior que quase todos os shifters varões de qualquer casta que conheça.

— Não é maior que eu.

— Nossa, isso faz que uma garota se sinta delicada por que não? — Franziu o cenho. Com

seu olhar desgostado, ela começou a rir. — Estou te irritando. Não sou uma dama antiga que se

pendure sobre seu tamanho nem animal. E para sua informação, sei que há muitos homens por aí que não se deixarão intimidar pelo fato de que possa chutar seus traseiros. Só tenho que encontrar um.

— Não me assustou. — Disse ele em voz baixa, olhando em seus olhos.

— Não, não o fiz, mas pelo que lembro, não estava interessado em mim como namorada,

porque era uma criatura do bosque.

— Mudei de opinião. Parece-me incrivelmente quente que seja dura como uma rocha com

malvadas presas longas.

— Então, quem acha que ganharia em uma briga? Minha coelhinha chutaria o traseiro de seu feroz urso?

Com intenção nos olhos marrons inclinados para cima para olhar para ela, e um sorriso lento, sexy cruzando seu rosto, converteu-se no homem sério e correto que ela chegou a conhecer para deixar mais úmida em sua calcinha.

— Depende do tipo de luta. Na luta corpo a corpo odeio admitir, poderíamos estar perto, mas se estamos falando de combater nus, então minha espada me põe em uma vantagem definitiva. Ela o olhou boquiaberta, com as bochechas vermelhas, mas o calor de seu rosto rapidamente se transferiu ao olhar de seus olhos que se voltaram ardentes.

E depois a beijou. A diferença de seus braços antes, e seu ligeiro e brincalhão beijo, este foi um de pura paixão. O desejo reprimido de um homem que estava preparado para perder o controle. Trabalho ou não, tinha a intenção de reunir-se com ele.

É óbvio, seu corpo tinha outras ideias.

— Ai! Ai! Ai! — Ela dançou fora de seu alcance, com seu agudo braço enfaixado com pressão ao que sem querer colocou sobre ela. Seu rosto se tornou pálido, com desgosto.

— Espera, tenho algo para a dor. — Saiu correndo à cozinha e voltou com um copo de água e umas pílulas. — Sinto muito. Deveria ter te dado estas antes. — Eu não gosto das drogas. — Conseguiu dizer entre dentes enquanto esperava que a agonia pulsando em seu braço desaparecesse por completo.

— Tome, ou vou te alimentar à força com eles.

— Não se atreveria!

— Me ponha à prova.

De algum jeito, não acreditava que ia ganhar esta batalha. Com um suspiro a contra gosto,

tomou as pílulas e as meteu na boca, passando com a água que oferecia.

— Agora se deite.

boca, passando com a água que oferecia. — Agora se deite. ** Esta tradução foi feita

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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— Não estou cansada. — Resmungou, que foi uma mentira porque, de repente, suas pálpebras

— Não estou cansada. — Resmungou, que foi uma mentira porque, de repente, suas

pálpebras ficaram incrivelmente pesadas. — Drogou-me. — Acusou-o antes de cair sobre suas

pernas que já não a detinham.

— Tenho-a, meu bolo de doce mel. — Sussurrou enquanto tomava em seus braços. —

Descansa e melhora. Não deixarei que ninguém te faça mal. Espera, não se supõe que essa é minha fala? Foi seu último pensamento antes que a escuridão a sugasse para baixo.

CAPÍTULO 09

— O que quer dizer com que uma coelha salvou o urso? — A voz controlada aumentou de

volume até que o peão que entregou o relatório, tremeu de medo.

— Era um coelho grande, com presas. Grandes presas enormes.

— Os coelhos não têm presas, imbecil. Deve ter movido com a mão uma condenada cenoura

diante dela. — Uma falta de paciência com o rato rasteiro fazia que a ordem fosse desfazer-se dele

facilmente. Os guardas arrastaram os gritantes roedores longe das jaulas onde encerravam os sujeitos de teste.

— Seu primeiro-tenente, uma hiena escorbuto, entrou e mostrou na mão uma

memória USB. — Acredito que tem que ver isto.

— Mais vale que seja bom. — Foi a resposta. Tamborilou os dedos impaciente no braço da

cadeira. O lacaio, quem conseguiu escapar da emboscada que tinha saído muito mal com só uns quantos peões, enquanto que perdeu a todos os sujeitos de teste que era mais caro que os

mercenários, ficou gravado no cartão em um vídeo. As imagens do urso desabando de suas correntes, e pondo-se a correr. Aborrecido, até que uma mulher com o cabelo loiro se uniu aos cativos, mas foi o que aconteceu depois da primeira onda de guardas que foi mais interessante. Inclinando-se com a boca aberta, sua incredulidade cresceu enquanto a modesta mulher se transformava em uma criatura de terror e de perfeição.

— Chefe

— Quem é ela? Quero-a — E aos genes que atravessam seu corpo.

— É da CUP.

— Sim, parece ser que ela aparece em um bom momento, mas quem é?

A hiena deu um suspiro que valeu um olhar escuro.

— Uma agente da CUP, da Coalizão Unidos Peludos. Também passa a ter o apartamento de

frente do urso.

— E é o quê? Descendente de coelhos assassinos?

— Não, ainda melhor. Fiz um pouco de investigação. Sua família parece que leva um gene recessivo em alguns membros das bestas da família de tempos pré-históricos.

membros das bestas da família de tempos pré-históricos. ** Esta tradução foi feita apenas para a

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— Quero-a. Ela e o urso, na realidade. Seriam perfeitos para o teste. — Como

— Quero-a. Ela e o urso, na realidade. Seriam perfeitos para o teste.

— Como você queira. — O servo que falhou, uma maldita hiena cuja ideia de higiene fazia

que os ratos de boca-de-lobo cheirassem agradavelmente, escorreu-se da sala com evidente alívio por ter se redimido, o que economizaria um dia mais. Sozinho, um sorriso brotou enquanto as mãos se roçavam alegremente. Uma risadinha malvada teria sido conveniente também, mas dominar os sons dos ossos correto e escalou friamente, ainda ficava fora do alcance de sua prática apesar de tudo. Mas se posso aproveitar esse gene pré-histórico, como quiser não importará. Finalmente, todos me temerão e vou jogar qualquer maldito jogo que eu goste, usando eles como bolas.

CAPÍTULO 10

Chase apanhou Miranda enquanto ela desmaiava, com os analgésicos agindo como um agente para dormir, provavelmente devido que estavam destinados a um tipo de seu tamanho e não a um do dela. Mantendo seu braço lesado em mente, levou-a nos braços e carregando-a até o quarto, colocando-a em sua cama. Os restos destroçados da roupa o ofendiam e fediam a sangue e a antisséptico, assim que tomou um breve momento para arrancá-los de seu corpo, revelando sua perfeição absoluta. Afastou-se para olhá-la por um momento, sabendo que devia afastar o olhar, mas incapaz de evitar beber como se tinha dado conta, ela possuía uns seios perfeitos, como travesseiros, com grandes mamilos que se franziam enquanto os observava. Sua pele cremosa parecia suave como a seda e complementa arredondada como imaginou. O pelo de seu púbis, bem recortado em um coração, ia perfeitamente com o brilho loiro de sua cabeça, e ele se surpreendeu porque a maioria das mulheres tendiam a mantê-lo depilado nestes dias. Depois de ter bebido sua visão e sentir-se um pouco culpado por isso, puxou o lençol ao longo dela. Virando sua atenção de seu delicioso corpo, refletiu sobre os acontecimentos do dia. As perguntas desabavam em sua mente a respeito de quem era realmente, e o que sabia sobre o sequestro. Mas, ainda mais premente, a verdade de seus sentimentos por ela lutavam para libertar-se. O impulso de si mesmo se afundava em seu corpo de forma permanente, mas uma estranha necessidade de protegê-la, de procurar vingança por tê-la ferido, montava-o ainda mais duro.

Tão somente lembrar a forma como colocou a si mesmo em perigo para protegê-lo contra o dano, imbuía nele calor porque sabia que importava, mas também o fazia passar um frio gelado pelo medo de que ela pudesse ter chegado a morrer. Também o fazia queimar com a ira de que alguém se atrevesse fazer mal a um sedoso fio de cabelo de sua cabeça. Ela é minha. Essa afirmação se repetia em sua cabeça uma e outra vez. Pior ainda, quanto mais ricocheteava em sua mente, mais queria que fosse verdade. Desejava Miranda, não só por uma noite ou uns dias, mas

Desejava Miranda, não só por uma noite ou uns dias, mas ** Esta tradução foi feita

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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sim por toda a vida. Entretanto, um novo dilema surgiu enquanto ocorria que toda a

sim por toda a vida. Entretanto, um novo dilema surgiu enquanto ocorria que toda a paquera e o cuidado que ela

mostrou para ele poderia ter sido nada mais que uma farsa, uma maneira de aproximar-se dele como parte de seu trabalho. Victor deu a entender que Chase era uma parte inconsciente de uma operação secreta da qual Miranda tinha conhecimento. Tinham sido os momentos que compartilharam juntos reais? Talvez não sentisse nada por ele além de algum desejo, porque nem sequer ela podia falsificar a essência de paixão. Atreveria se a pôr uma extremidade quando ela com tanto cuidado saísse de debaixo dele, dizendo que suas ações não foram mais que um ato, devido a alguma operação da CUP em segredo?

A ideia de que poderia ter se apaixonado por ela, apaixonado por uma mentira, enfurecia-o.

O fazia sentir-se inquieto. Mandava-o a correr pelo mel. Embora pelo contrário, reforçava sua

determinação. Talvez começasse como uma missão para ela, mas pela Ursa, nego-me a acreditar que isso seja tudo. Miranda se preocupa comigo.

E quando se sentisse melhor, provaria sua teoria, enterrando seu pênis nela, tantas vezes

como tomasse, para que o dissesse em voz alta. Enquanto isso, não tinha dormido o suficiente, e um bocejo fez que sua mandíbula fizesse um crack. Despindo-se primeiro, porque odiava dormir com roupa, meteu-se na cama junto a ela.

Moveu-a em forma de colher de volta nele, tomando cuidado de não empurrá-la ou exercer pressão sobre seu braço lesado. Seu traseiro redondo encaixava na curva de sua virilha com uma perfeição desesperadora, algo que seu acordado pênis notou. Passando sua mão pela suave pele de seu arredondado ventre, admoestou seu corpo para que se comportasse, mas não resistiu o impulso de depositar um beijo suave na curva de seu pescoço. Ela suspirou em seu sono, e ele sorriu.

— Sussurrou possessivamente antes que o sono tomasse com seu

— Minha coelhinha suave abraço.

*******

Chase despertou antes dela, e tirou a si mesmo com cuidado, entrou no banheiro para tomar banho e escovar os dentes. Feito isso, apareceu para ver se ela ainda estava dormindo, assim pôs um pouco de café antes de arrastar-se de volta à cama. Rodeando seu corpo contra o seu, com as costas contra seu peito, seu traseiro embalou o pênis, e ele pôs beijos ligeiros ao longo do pescoço enquanto a mão acariciava seu ventre. Ela se retorceu em seu sono, movendo sua figura contra ele e arqueando o pescoço para dar um maior acesso.

contra ele e arqueando o pescoço para dar um maior acesso. ** Esta tradução foi feita

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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— Está acordada? — Sussurrou ao ouvido antes de morder seu lóbulo. — Mmm, isso

— Está acordada? — Sussurrou ao ouvido antes de morder seu lóbulo.

— Mmm, isso depende. Promete não parar se estiver?

Ele deslizou uma mão para tomar um seio fortemente, com seu polegar acariciando o mamilo.

— Como se sente seu braço?

— Picando.

— E a ferida de bala na coxa?

— Ainda necessita um beijo acredito. — Disse ela, movendo-o suficiente para poder voltar-

se sobre as costas. Ele a beijou com um sorriso brincalhão no rosto antes de rodar longe levantando-se da cama. — Aonde vai? — Gritou ela. Ele estirou o pescoço para olhá-la por cima do

ombro e a encontrou olhando seu traseiro nu. — Já sabe, deve haver uma lei em alguma parte que diga que não pode pôr uma mulher quente e se afastar.

— Chamam-se jogos preliminares. — Zombou ele. — Além disso, necessita uma ducha e um pouco de comida. — Deu a volta e seguiu até o banheiro.

— É esta sua maneira delicada de dizer que cheiro mal?

Chase se deteve em seco e se voltou. Sorriu quando sua mandíbula caiu com a vista frontal de seu corpo.

— Bolo de mel, desejo-te na melhor forma para o que tenho planejado. E também está o pequeno assunto de uma explicação que ainda me deve.

— Sim, a respeito disso…

— Mais tarde. Primeiro, vamos te lavar e dar uma olhada a suas feridas. Espera aqui enquanto faço sair à água quente. Não surpreendeu a Chase encontrá-la de pé com uma careta quando retornou, sua mão em

vão agarrava o lençol, que não a cobria nada. Com um estalo de língua e um movimento de sua cabeça, ele a tomou e a levou ao banheiro. Ela olhou ao redor com olhos muito abertos.

— Boa dor. Por que seu banheiro é muito maior e mais bonito que o meu?

— Comprei o apartamento e o reformei a meu gosto. — E o fez muito bem também, com

chãos de ardósia cinza, um mosaico, uma cabine de ducha com duchas múltiplas, e uma bancada de granito para lavabos duplos.

— Não sabia que podia fazer isso.

Chase encolheu os ombros.

— Os apartamentos são como um condomínio. Agora já é suficiente de meu impressionante

encanamento, vamos vê-la. — Sentou-a na tampa fechada do vaso e separou cuidadosamente a

bandagem de sua perna. O buraco da bala se fechou durante a noite e ao mesmo tempo o vermelho e zangado aspecto, parecia estar bem em seu caminho por volta da cura completa nos próximos dias ou menos. Tentado loucamente, inclinou-se e beijou a pele enrugada, com o aroma e a visão de seu púbis descoberto, tão perto de onde caiu sua boca, como um exercício de controle.

— Quase tudo melhor. — Disse, levantando a cabeça. Ela olhou para baixo, a ele, com os

levantando a cabeça. Ela olhou para baixo, a ele, com os ** Esta tradução foi feita

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olhos brilhando. Ele moveu seu braço ao lado, corrigindo a atadura nele e dando um

olhos brilhando. Ele moveu seu braço ao lado, corrigindo a atadura nele e dando um suspiro inaudível de

alívio quando viu a queimadura reduzida a pele seca e escamosa. Uma ducha limparia a carne morta e revelaria a pele que sarou de cor rosa depois. A segunda ferida de bala se curou também muito bem, e ele a beijou, tentando ignorar a forma como seu coração acelerava cada vez que a tocava.

— Vê-se bem. — Disse inclinando-se para trás sobre seus calcanhares.s — Como está a dor?

— Foi-se, mas acredito que esqueceu verificar um ponto. — Tomou a mão e a colocou sobre

seu estômago antes de arrastá-la até suas costelas. Dobrando-se sobre ela, ele inclinou a cabeça uma vez mais e passou os lábios sobre a pele sem feridas, com zero irregulares da noite anterior, as feridas desapareceram sem deixar rastro. Perto de seus seios, entretanto, o aroma de sua excitação se formou redemoinhos em seu redor com uma mistura embriagadora. Ele não pôde resistir a passar mais acima. Sua boca deslizou sobre a curva de seus seios arredondados e rodeou o mamilo. Sentiu e escutou a respiração bruscamente inalada dela enquanto ele brincava com a pele ao redor de sua protuberância, com

seu casulo apertado fazendo gestos. Ele se retirou. Ela o olhou com olhos pesados.

— Mmm. Alguém te disse que é um urso mau?

— Só você é o suficientemente valente, ao parecer. Agora, basta de sua tentativa de me

distrair. Entra na ducha enquanto eu faço o café da manhã. Ela ficou de pé bruscamente, com ele ainda ajoelho, punha-o em nível dos olhos com um bolo de aroma saboroso. Ele mesmo se permitiu dar uma inalação profunda antes de ficar de pé,

com seu corpo roçando o dela, com a fricção da pele contra sua quase destruída determinação de fazer o correto.

— Espero que tenha algumas salsicha.s — Vaiou ela antes de girar-se e entrar na ducha.

Chase ficou olhando seu pênis que se sobressaía. Tenho a salsicha muito boa, bolo de mel, mas pela Ursa, tenho controle suficiente para que ao menos possa comer primeiro antes que desmaie. Chase, sabia por experiência que sua capacidade de recuperação rápida requeria grandes quantidades de mantimentos para seu sustento. Por muito que queria ceder e fazer amor com ela, temia mais que ela fosse desmaiar pelo esforço de mais e a falta de energia. Voltou para a cozinha e começou a tirar coisas da geladeira ao azar. Suas tarefas eram tão ruidosas, que ele esteve a ponto de perder-se seu pequeno grito de dor. Em um instante, esteve de retorno no banheiro.

— Miranda? O que aconteceu?

— Nada. — Grunhiu ela.

Chase cheirou.

— Por que cheira a sangue? — Encarapitou-se em sua grande ducha cheia de azulejos, e viu Miranda apoiada contra a parede, com o braço sangrando lentamente.

— Não é grande coisa. Quando estava lavando a pele da queimadura, senti que algo se

estava lavando a pele da queimadura, senti que algo se ** Esta tradução foi feita apenas

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sobressaía de meu braço. Devo ter ficado com um vidro de ontem à noite e

sobressaía de meu braço. Devo ter ficado com um vidro de ontem à noite e não o notei graças à marca da queimadura.

— Então, tirou isso em vez de me chamar?

Ela encolheu os ombros e ele suspirou entrando na água quente para poder arrastá-la para ele. Ela se derreteu direto em seu abraço, pressionando a bochecha contra seu peito.

— O que vou fazer com você? — Murmurou contra a parte superior de sua cabeça.

Ela deslizou os braços ao redor de seu corpo e as mãos tomaram seu traseiro.

— Sei o que pode fazer. Você é o que segue insistindo em que temos que comer primeiro.

— Miranda, só quero…

O que tinha esteve a ponto de dizer se perdeu enquanto ela se deixava cair de joelhos, e com um movimento inesperado, o tomou na boca. Oh doce Ursa Maior. Chase só pôde ofegar enquanto ela tomava profundo em sua garganta, com os lábios deslizando para trás e frente ao longo de seu eixo. Sugava-o apertado, com a força de sua boca fazendo que os quadris se movessem para frente. Ele enroscou as mãos em seu cabelo, sabendo que deveria afastar-se, mas incapaz de resistir o incrível prazer. E o desfrutava

muito, a safada, retumbava contente com a vibração ao redor de seu eixo. Quando finalmente ela o soltou com um estalo úmido, disse:

— Agora, isso é o que eu chamo um bocado. — Ele a arrastou e a beijou, com a boca quente

e dura contra a sua. Ancorou um braço em sua cintura e a levantou de modo que ela não tivesse que estirar-se. Ela tomou como um convite para envolver as pernas ao redor de sua cintura, apanhando o pênis que sobressaía debaixo de sua fenda. Chase, perdido no prazer de beijá-la, apoiou-a contra a parede da ducha, com sua outra mão deslizando-se sobre a curva do traseiro de seu sexo ao descoberto. Ela se queixou em sua boca quando encontrou o clitóris e o esfregou, com seu grosso dedo pressionando contra seu doce ponto enquanto a língua dava um baile úmido. Ele pôs um dedo em sua vagina, e ela tremeu em suas mãos. Indo e vindo, abriu os lábios, com o férreo controle de seu canal como uma deliciosa tortura.

— Agora, Chase. — Ela ficou sem fôlego em seus lábios — Por favor. Necessito-o.

Os dois estavam muito longe para deixar as coisas agora. Ele dirigiu o pênis à entrada de seu sexo, e com um impulso firme, embainhou-se nele. Esteve a ponto de gozar pela estreiteza dela, especialmente quando imediatamente começou a tremer, com os músculos de seu sexo contraindo-se a seu redor. Ele trocou seu controle de maneira que ambas as mãos segurassem o traseiro, enquanto as costas se apoiava contra a parede da ducha. Depois ele começou a bombear. Dentro e fora, colocou o pênis, deslizando-se para fora até que a ponta descansou na entrada de seu sexo, depois fechando-o de repente em casa, amando como ela grunhia e cravava as unhas em seus ombros. Uma e outra vez, ela o arranhou, com os músculos de seu canal endurecendo-se cada vez mais até que com um grito glorioso de seu nome, gozou. As ondas de seu orgasmo ordenharam seu pênis. Delicioso prazer o envolveu, mas ele se agarrou ao próprio clímax, decidido a durar um pouco mais. Deixou de puxar seu pênis enquanto

a durar um pouco mais. Deixou de puxar seu pênis enquanto ** Esta tradução foi feita

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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se empurrava. Em troca, manteve-se dentro e continuou empurrando mais, girando os quadris em um

se empurrava. Em troca, manteve-se dentro e continuou empurrando mais, girando os quadris em um movimento circular, golpeando seu ponto G. Ele podia julgar seu êxito pela força com a que seu sexo o espremia, e o encheu de alegria quando ela voltou a gritar enquanto um segundo clímax dava a volta. Graças à Ursa, porque Chase não teria podido manter-se por mais tempo. Com um grito próprio, derramou sua semente em seu interior, de maneira consciente, não retirando-se, querendo banhar o ventre com sua essência. Marcando-a. Reclamando-a. Ela se agarrou a ele sem forças, com sua respiração entrecortada, e enquanto Chase voltava para seus sentidos, sentiu-se envergonhado por que permitiu a seu desejo superar a seu bom sentido. Não importava o que começou, soube que ela estava ainda muito fraca. Rapidamente enxaguou os sinais de seu amor e a carregou direto ao quarto. Sentou-se na cama com ela em seu colo, enquanto se secava. Ela miou de prazer, acariciando a parte inferior de sua mandíbula, e pressionando beijos no pescoço.

— Deixa de fazer isso. — Resmungou.

— Por quê?

— Porque do contrário vou esquecer-me de mim mesmo e me afundarei em você de novo.

— E o problema com isso? — Brincou ela.

— Tem que comer.

— Muito bem. Acredito que posso esperar esse tempo, agora que por fim tomou a borda.

Mas, digo isso agora, sei o que quero de sobremesa. Chase dissimulou um sorriso enquanto a abraçava contra seu peito. Era curioso, que houvesse passado dias de agonia sobre as razões pelas que não deveria estar com Miranda, e agora que a teve, chutava-se por ter lutado contra isso. Às vezes, sou um idiota. Não confiando em manter suas mãos fora dela se ficava nua, emprestou uma de suas

camisetas, que pendurou dela totalmente e chegava a metade das pernas. Era a coisa mais sexy que já viu, e a arrastou para ele para um profundo beijo que respondeu com febril abandono. Com um gemido e uma ereção, que poderia ter feito comer as unhas, separou-a dele.

— Cozinha. Agora, — Comida, algumas respostas, e depois sobremesa. Só espero que não me

diga nada que arruíne esse plano. Não era que pensasse que importava. No que a ele concernia, Miranda era dele e teria que fazer frente às consequências.

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Foi durante o almoço, uma comida enorme que consistia em pizza, fruta, salada, pão com

enorme que consistia em pizza, fruta, salada, pão com ** Esta tradução foi feita apenas para

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manteiga e algo de doces, congeladas barras de Nanaimo 1 7 , que finalmente fez

manteiga e algo de doces, congeladas barras de Nanaimo 17 , que finalmente fez a pergunta que tanto temia. É hora de confessar, e espero que minhas mentiras não tenham arruinado o que está crescendo entre nós.

— Trabalha para a CUP? — Jogou ele com indiferença.

— Sim. Sou um de seus agentes de campo, a cargo da segurança dos shifters.

Chase, recostou-se no sofá, e meteu uma cereja nos lábios. Rodou a fruta vermelha com uma agilidade que a fez apertar os lábios e a distraiu.

— Como?

— Hein? — Perguntou ela, surpreendida da imagem mental de seus lábios fazendo um strip- tease a seu bolo. Ele sorriu como se soubesse o trem de seus pensamentos.

— Como se converteu em agente?

—Na realidade, a primeira vez que me apresentei, disseram-me que não. Ao parecer, a menos que tenha algum tipo de tecnologia ou grau em psicologia, não contratam às castas menores de shifters. Algo sobre enviar uma presa ao predadores que caçam. Mas depois, saltei sobre um bando de hienas que necessitava uma lição sobre a definição da palavra não…

— O quê? — Chase se levantou do sofá e Miranda sorriu.

— Se acalme. Minha coelha se encarregou deles, mas no processo, minha singularidade chamou a atenção da CUP e recebi um convite para me unir.

— Assim aí é onde aprendeu a atirar?

— Não, meu pai me ensinou isso. Disse que sabia o que era que a pessoa te subestimasse. Em meu caso, dizia, porque era uma garota.

— Diga a seu pai que agradeço. Tenho que dizer que, quando tirou a pistola, estive um pouco preocupado. Miranda sorriu.

— Sou uma garota de muitos talentos.

— É. — Esteve de acordo, com seu olhar fumegando com um significado claro. Miranda

esperava bobamente que deixasse as coisas nisso, mas é óbvio, não o fez. — Então, do que é esta operação da que Victor estava falando? O que tem haver comigo? — Seus olhos se centraram nela — E qual é exatamente sua parte nela? Ela não pôde sustentar seu olhar.

— Um, sim, quis me aproximar do trabalho e sabe? Um apartamento desocupou, que

coincidiu com uma nova missão. Uma que envolvia vigiar e proteger a um urso.

— E exatamente contra o que necessito proteção?

— Contra sequestradores e cientistas loucos. Ele bufou.

— Esqueceu às coelhinhas loucas e assassinas.

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bufou. — Esqueceu às coelhinhas loucas e assassinas. 17 ** Esta tradução foi feita apenas para
bufou. — Esqueceu às coelhinhas loucas e assassinas. 17 ** Esta tradução foi feita apenas para

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— Ei. Ainda ofendido porque meu bonito e terno traseiro salvou ao seu? — Ofende-me

— Ei. Ainda ofendido porque meu bonito e terno traseiro salvou ao seu?

— Ofende-me que tivesse pensado que necessitava ajuda em primeiro lugar.

— Diz o urso que ficou preso em uma armadilha feita com seus pãezinhos de mel favoritos.

— Estava a ponto de explodir quando apareceu. — Gabou-se ele.

— Explodir em um suor de alucinações talvez. Está bem, urso de mel. — Deu uma palmada na bochecha. — Esse será nosso pequeno segredo.

— Que mais escondeu? — Seus olhos se cravaram nela.

Com um suspiro, Miranda falou da lista, e dos shifters desaparecidos/mortos. Ele não disse uma palavra durante seu esclarecimento, mas seu rosto ficou tenso.

— Assim que esteve me seguindo todo este tempo? — Ele ficou em silêncio, com o rosto

plácido, mas podia ver as rodas girando atrás de seus olhos. Não pressagiava nada bom. Miranda se retorceu no sofá e evitou responder com o apanhar de um punhado de uvas e as fazendo estalar em sua boca.

— Miranda? — Sua advertência de grunhido a fez estremecer.

Ela mastigou mais rápido e engoliu.

— Já disse isso, era a encarregada de te proteger.

— Tenho essa parte. Mas, depois que fui sequestrado, passaram horas antes que vocês

viessem por mim, o que significa que inicialmente, não sabia que tinha ido ainda. Então, como

captou meu rastro? Condenado advogado. Só tinha que ver o buraco em sua história.

— Eu também te coloquei um chip.

Ele cruzou os braços sobre seu impressionante peito.

— Se explique.

Miranda decidiu mostrar. Levantou-se e se aproximou dele.

— Inclina a cabeça para frente. — Tomou um minuto encontrar o rastreador e tira-lo. Uma

vez que o fez, ela deu um passo atrás e o apresentou a ele.

— Colocou-me um chip? — Seu tom incrédulo a fez tremer.

— Ouça, não haja tão indignado. É a única razão pela que o encontramos a tempo. Se não o

tivesse feito, provavelmente estaria drogado em algum laboratório sendo barbeado para algum experimento.

— Algo mais que importe compartilhar comigo?

— Na realidade não se for assim como vai agir.

— Bom, me desculpe se tenho um problema em ser tratado não melhor que um alvo. É isso tudo o que fui para você?

Miranda não se deteve pensar se era a melhor ideia ou não. Foi com o instinto e se arrastou sobre seu colo. Para seu prazer, ele não a empurrou longe.

— Seria útil saber que queria dizer isso quase do primeiro momento em que te conheci?

Nunca foi um alvo ou simplesmente um trabalho para mim. Odiava manter minha missão como

um segredo para você.

— Então não haverá mais segredos? — Perguntou pondo seus braços ao redor dela.

segredos? — Perguntou pondo seus braços ao redor dela. ** Esta tradução foi feita apenas para

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— Não. E sobre tudo não manterei em segredo quão grande é seu pênis. Hooaa.

— Não. E sobre tudo não manterei em segredo quão grande é seu pênis. Hooaa. Espero que as garotas do escritório o escutem. Estarão tão ciumentas de mim.

— Miranda! Não falará de meu pênis ou qualquer outra coisa de mim perto de ninguém.

— Muito tarde bochechas doces. Como parte de sua equipe de segurança, umas câmaras

foram instaladas em seu apartamento e no trabalho. A menos que as desligue, o qual duvido muito, a CUP já sabe que fizemos o tango horizontal. Raios, Jessie provavelmente tem que ter feito uma aposta de quantas vezes poderia fazer que gozasse.

— O quê? — Seu rugido dessa vez sacudiu definitivamente algumas janelas. — Esteve me

espiando?

— Bom, amigo, não era de que o que estávamos falando?

— Esqueceu mencionar as câmaras.

— Sinto muito. Nem sequer me ocorreu, como é o procedimento padrão.

— Eu direi o procedimento padrão de traseiros no Tribunal da Aliança Peluda.

— Os tribunais são os que estabelecem nossas ordens e protocolos, assim vamos. Seja um ursinho sobre isto. — Ela mostrou a língua e grunhiu.

— Mulher, já está pondo a prova minha paciência! — Seu rosto de mau humor não a acalmou, provavelmente por causa da loucura de que a seguia acusando.

— E você está me pondo quente. Quer foder como um coelho?

Seu comentário o desarmou por completo, e ele piscou.

— Está completa e totalmente louca. Sabe isso.

— Sim. Minha mamãe diz que é porque me deixou cair de cabeça muitas vezes quando era

bebê.

Os lábios de Chase se moveram, depois tremeram, depois se abriram enquanto ria. E riu um

pouco mais, com o forte som ruidoso e tão contagioso que ela se uniu a ele. Ela se voltou para ele escarranchado, e puxou-o por sua camisa.

— O que está fazendo?

— Tentar te despir.

— Mas e as câmaras? — Protestou ele.

Suspirando, levantou-se e se despojou de sua camisa. Usou-a para cobrir a câmara da sala de

estar.

— Feliz agora?

Sacudindo a cabeça, e murmurando a respeito das coelhas loucas e sexys, Chase se despojou da roupa para revelar seu magnífico corpo. Ela se pegou a ele, com o contato pele com pele fazendo-a estremecer deliciosamente.

— E agora o quê? — Perguntou ele, entrelaçando suas mãos ao redor de seu corpo.

— Agora se deite. — Adorava a forma em que a apanhava rápido. Em um momento, ele

deitou no chão e ela se encontrou sentada sobre seu peito nu, entretanto, bem peludo. Sorriu para ele. — Perfeito. Sabe, sempre quis gritar sobre um tapete de urso.

— Miranda. — Ele estremeceu.

— O que? É verdade. — Fez cócegas com os dedos pelo torso, seguindo as linhas avultadas

com os dedos pelo torso, seguindo as linhas avultadas ** Esta tradução foi feita apenas para

** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. **

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de seus músculos e dando voltas ao redor de seus mamilos planos. Ele ficou tenso

de seus músculos e dando voltas ao redor de seus mamilos planos. Ele ficou tenso baixo ela, com seu corpo rígido, enquanto tentava controlar seu desejo. Como se ela deixasse que isso acontecesse. Amava sua capacidade de fazer Chase se esquecer de si mesmo. Esquecer o que ela era. Em especial adorava a forma em que seus olhos brilhavam e a olhavam com uma luz possessiva. Pertencer a um homem como ele, provavelmente se sentiria muito, muito malditamente bem. Não tinha nenhuma ilusão de que enquanto a desejava por agora, finalmente seu desejo

fosse a decadência, e recordasse que os coelhos e os ursos não se misturam em seu mundo pelo menos. Mas nesse momento, nu e a seus pés, não eram mais que um homem e uma mulher. Planejava pôr este fato em bom uso. Ela se equilibrou para beijá-lo, com sua intenção voltando um abraço completo, com a boca aberta, onde passou a língua por ela, puxando-a a sua boca para chupá-la. Um tremor atormentou seu corpo, repetindo-se quando as mãos tomaram seu traseiro e o apertou, massageando seus globos e fazendo-a gemer. Ela se retorceu sobre ele, com a umidade da fenda fazendo-a deslizar-se sobre seu ventre.

— Quero te provar. — Grunhiu ele contra sua boca.

— Agora mesmo?

— Esperei suficiente tempo. Sobe seu doce bolo aqui. — Não esperou que ela se movesse.

Só utilizou sua força para arrastá-la para frente até que esteve escarranchado em seu rosto.

E então, mostrou exatamente o que os lábios de um urso podiam fazer. Primeiro, lambeu-a

com um golpe comprido e úmido que a fez estremecer-se, sobre tudo porque a longitude de sua língua superava tudo o que ela conheceu, o que significava cobrir uma grande quantidade de