Cen tro Holístico

Ru a P a dre Da ma so , 3 73 -C e ntro - Os as co
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Índice

I- Introdução
II- História
III- Indicações
IV- Contra Indicações
V- Yin Yang
VI- Cinco Elementos
VII- Massagem Auricular
VIII- Pontos
IX- Diagnóstico

Elaborado pela professora Eliane Gomes Estevam

©Direito reservado – É vedada a reprodução de qualquer parte
desta obra, por meio conhecido ou que venha a ser descoberto,
sem expressa autorização do autor, Art.184 do Código Penal e Lei
9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

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INTRODUÇÃO

Na acupuntura Sistêmica, procura-se, através dos pontos, realizar o equilíbrio da
energia vital. Esse equilíbrio é obtido através do estímulo aplicado aos pontos por
agulhas, pressão digital, sementes, esferas etc.
Na auriculoterapia, aplica-se o estímulo em pontos que tem relação direta com o
cérebro. A terapia é obtida pela ação reflexa do cérebro sobre os órgãos e suas
funções.
A palavra auriculoterapia, tem origem latina, onde auris = orelha, aurícula = pequena
orelha e do grego therapien = tratamento; e, por extensão, quer dizer a terapêutica feita
através de estímulos provocados nos pontos auriculares.

HISTÓRIA

O uso da auriculoterapia como forma de tratamento reporta-se a antiguidade. É
histórico que mulheres no Egito usavam pontos como forma anticoncepcional,
2.500a.c, os escritos relatava que pontos utilizados no homem produziam ejaculação
escassa, inativa e infecunda. O mesmo ensinava um ponto auricular para cura da
impotência masculina. Essa punção provocava sono, do qual o paciente acordava
curado.
A obra clássica, o livro “HUNG TI NEI CHING”, escrita há mais de 5.000 anos, refere
que o pavilhão auricular é um órgão isolado (microssistema) que mantém relações com
os demais órgãos e regiões do corpo através do reflexo cerebral.
Em 1480, uma obra datada pelo pintor holandês Jeronimus Bosch, chamado o “Jardim
das Delícias”, apresenta em detalhes duas aurículas unidos pelas faces posteriores,
entre ambas situando-se uma longa faca. A imagem simboliza os genitais masculinos.
Na região superior da concha inferior da orelha um diabrete enceta uma lança no ponto
‘libido’, enquanto que no centro fossa triangular se vê outra lança penetrada no ponto
para cura do ciático.
Quando descobriu este quadro, o Dr. Paul Nogier e seu amigo e discípulo, Dr. Bourdiol,
resolveram testar os pontos perfurados pelo diabinho.
A localização e nomenclatura dos pontos foram introduzidos gradativamente, à medida
que eram intensificados os estudos. Os mesmos contribuíram para o desenvolvimento
cientifico da aurículo.

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foi à data do marco inicial da fase científica da acunpuntura do pavilhão da orelha (um novo enfoque). O uso das agulhas de bronze na china foi só no século XV a. sangrava pontos auriculares para tratamento de doenças sistêmicas e praticava incisões na orelha a fim de curar a esterilidade. das Civilizações como a Índia. AURICULOTERAPIA NAS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES Auriculoterapia é uma pratica milenar. Na China no período paleolítico. Arábia. Num desses documentos se descrevem 89 pontos no elefante asiático. China e outras. È o mesmo ponto descrito no mapa da escola chinesa. através de varas com pontas afiadas.C. Na Índia a medicina ayurvedica conhece a acupuntura desde 6000 a. O uso das agulhas de ouro e prata foi no século II a. por volta do século IV a.. O mesmo estabeleceu a correlação entre o pavilhão da orelha e o feto na posição invertida intra-útero. onde o lóbulo auricular corresponde à cabeça do feto. Sendo que foi mais difundida na China.C. através da Medicina Tradicional Chinesa. Hipocrates. 3 73 -C e ntro . Descreve o ponto auricular “H” para tratamento de odontalgia e nevralgia do trigêmeo. onde foi divulgado para o ocidente somente em 1972.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 Em 1951. foram achados manuscritos que comprovam a prática milenar da acupuntura na Índia. segundo escavações feitas na província de Hebei. a região da concha inferior ao sistema cardiopulmonar e a concha superior aos sistemas digestivo e genito-úrinário. Na Itália no livro “De Aura Humana Tratactus”. Aperfeiçoou o método e usou estímulos auriculares feitas através de agulhas de costura e devido à sensibilidade obteve resultados positivos. do medico Antonio Maria Valsava. Mais tarde o uso de agulhas de osso e bambu foram introduzidas. pontos para ativar a caminha e outro para controle. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . para controlar as suas caminhadas. em 1717.C. usava-se agulhas de pedra (Bian). o ante-hélix à coluna vertebral. desenhos de figura humana com o trajeto de meridianos e acupontos. 2 .. as agulhas de cerâmica e de barro foram utilizadas após a criação da técnica de coser utensílios de argila. achados arqueológicos mostram pedras em relevo.C. Na Grécia. No Ceilão. Tinham como ponto transmitir esses conhecimentos de mestre para discípulo. que eram confeccionadas de lascas afiadas de sílex.

para a cura da ciática. para tratamento de ciático. publica em 1850. com um cauterizador metálico. • Algodão. Lucciani de Basia. ANATOMIA MATERIAL • Palpador. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . aço e cristal. Dr. • Aplicador Mecânico. • Micropore.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 Dr. 3 . • Pinça. • Esferas de ouro. prata. documentos sobre a cauterização do ramo ascendente do helix.  Paralisia facial. INDICAÇÕES  Distúrbio nos olhos. • Tesoura Pequena.  Faringite.  Surdez.  Vertigem. • Agulha Sistêmica. • Lazer. • Sementes de Mostarda. • Aparelho de Eletroestimulo e Localizador de Pontos. que flambava quando ia fazer o tratamento. • Álcool 70%. mesmo sem conhecer a acupuntura. em1850. 3 73 -C e ntro . Kulken Cincinatti. • Agulha Semi-permanente.  Espasmos músculos faciais. fazia cauterizações na Helix.

 Disfunção da tiróide.  Cefaléia.  Hipertensão.  Dor ou disfunção da região da coluna vertebral.  Disfunção sexual.  Taquicardia.  Convulsões.  Em jejum. e endócrinos que podem levar ao aborto.  O paciente está alcoolizado.  O tempo está turbulento (tempestades. apenas. ovário.  Etc. 4 .  Após viagem ou caminhada: o paciente deve repousar até normalizar a pulsação.  Após susto ou medo.  Arritmia.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08  Hemorróidas. genitais internos. deve-se esperar que o paciente acalme.  Após refeições.  O paciente está com sede. Não se deve aplicar em pontos como útero.  Nervosismo.  O paciente está em crise nervosa. CONTRA INDICAÇÕES  Imediatamente após o ato sexual.  Depressão.  Compulsão Alimentar.  Diabetes.  Febre. relâmpagos).  Extremamente Cansado. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . abdome. pelve.  Gestantes: somente após cinco meses. 3 73 -C e ntro . Com aplicação de sementes.  Ansiedade.  Constipação. com manipulação leve.  Irritabilidade. trovões.

 Fazer trabalhos pesados. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . reagindo nos primeiros minutos de punção.  Molhar os pontos estimulados.  Permanecer faminto ou com sede. NÃO SE DEVE FAZER APÓS A AURICULOPUNTURA  Ter relações sexuais. Pacientes desnutridos. SENSACAO NA ORELHA  Calor: sinal de boa punção ocorre em 80% dos pacientes.  Ingerir bebidas alcoólicas. pélvis.  Dor: na região dos órgãos e estruturas afetados. abdômen. secreção glandular. cujas características são diferentes da dor normal. os debilitados. 5 . cessando em poucos minutos.  Formigamento: observado nas afecções de pele. maior é a dor. Pacientes com de baixa resistência ou em casos crônicos.  Comer excessivamente.  Irritar-se.  Adormecimento: sinal de êxito de punção.  Garganta seca: observada quando se estimula a secreção glandular. é uma sensação de dor abrasante de dentro para fora em pontadas.  Anemia intensa: somente sementes. enquanto o paciente começa a sentir-se cheio de energia e bem estar no geral.  Cardiopatias graves: estímulo forte (eletroacupuntura ou sangria). 3 73 -C e ntro .  Dor: quanto mais exata a punção.  Calor: observa-se em quase todos os pacientes com doenças crônicas.  Adormecimento: sentido pela maioria dos doentes crônicos. os hipotensões. fazer estimulação leve. não realizar estímulos fortes e nem utilizar muitos pontos.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08  Inflamação ou infecção no pavilhão auricular.  Pontadas: sensação que assegura o bom êxito nas doenças dos nervos e que vai diminuindo à medida que avança o tratamento. útero. pois podem desencadear contrações uterinas e levar ao aborto. ATENÇÃO!!! Em Gestantes evitar os pontos: ovário.

frio. o conceito tem sua origem no Tao (ou Dao). colocar a cabeça do paciente mais baixa que o corpo e puncionar os pontos auriculares occipital. e não há qualquer hierarquia entre os dois princípios. Esta analogia é como a carga elétrica atribuída a protons e electrons: os opostos complementam-se. palidez. quente. e inconvenientes.  Se ocorrer o desmaio. e córtex occipital. duas forças complementares compõem tudo que existe. positivo não é bom ou mau. fazer as aplicações com o paciente deitado. referir-se a yang como positivo apenas indica que ele é positivo quando comparado com Yin. A fim de evitar esses efeitos colaterais. mas analogias que exemplificam a expressão de cada um deles no mundo. diurno. as agulhas devem ser retiradas de imediato. Essas qualidades acima atribuídas a cada uma das dualidade são. os pacientes podem sentir tonturas. Na ocorrência da sintomatologia desses efeitos.  YIN E YANG Yin Yang é. supra-renal. luminoso. parar de manipular ou estimular essas agulhas ou ainda retira-las.  Movimentos peristálticos: nas doenças do aparelho digestivo. que será negativo. CINCO ELEMENTOS 6 . 3 73 -C e ntro . Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . Assim. suor frio. não definições.  Frio: nas doenças reumáticas. Os princípios em si mesmos estão implícitos em toda e qualquer manifestação. Também é identificado como o tigre e o dragão representando os opostos. noturno. escuro. e do equilíbrio dinâmico entre elas surge todo movimento e mutação. uma representação do príncipio da dualidade de yin e yang. na filosofia chinesa. Os exemplos acima não incluem qualquer juízo de valor. é apenas o oposto complementar de negativo. Essas forças são:  Yang: o princípio ativo.  Vazio total: sensação experimentada pelos hipertensos.  Yin: o princípio passivo. Segundo este princípio.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08  Peso: sensação que aparece nos membros.  Às vezes.

para alimentar a Terra. se a Terra está enfraquecida. ao excesso de preocupação e excesso de trabalho. com o tempo começasse a observar mais sinais relacionados com o rim (água). Neste caso pode observar-se uma combinação de um inchamento.Se a Terra.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 Este ciclo descreve as vias nas quais cada elemento. etc… Este relacionamento providência as bases para entender a teoria dos cinco elementos e. uma vez que o elemento água controla o Fogo superativo. promove o crescimento e desenvolvimento do seguinte filho elemento. De uma perspectiva clínica observa-se pessoas a desenvolverem problemas digestivos devido á alimentação irregular. vai observar-se que vai ser necessário mais alimento do Fogo. por exemplo. providencia um controle a Água e é controlada pela Madeira. o elemento Metal também pode ser afetado. tais como sinusite ou asma. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . Ciclo KE ou de dominação (avô –neto) O ciclo de dominação providência um controle e um sistema equilibrado entre todos os elementos. Exemplos deste ciclo são a Madeira providência a força produtiva do Fogo. gás e energia pobre com o desenvolvimento de sintomas Metal (pulmão). que conduzem à proliferação da umidade que depois afeta o elemento Metal. RELÓGIO BIOLÓGICO 7 . por exemplo. onde os desequilíbrios podem surgir dentro do ciclo. Neste ciclo a Terra. 3 73 -C e ntro . servindo como mãe. está enfraquecida devido a uma dieta pobre e excesso de trabalho. o Fogo providência a força produtiva da Terra. Adicionalmente. Nota: Um exemplo deste relacionamento no organismo é o caso da ansiedade (fogo) que está relacionado com a Estagnação do Qi (Madeira) onde. conseqüentemente.

RINS (R): 8 . trauma. Está intimamente ligado à relação mãe-bebê. INTESTINO GROSSO (IG): Psicológico: eliminação de resíduos da mente (negatividade. BACO-PÂNCREAS (BP): Psicológico: relação com a capacidade de digerir o conteúdo da vida. Habilidade de aceitação da vida. Apego as idéia velhas. sede coisas antigas e desnecessárias. inquietação. medo de libertar. 3 73 -C e ntro . Incapacidade de assimilar o presente. Absorção da energia Qi do ar que vai ser transmitida ao organismo através da circulação. PULMÃO (P): Psicológico: resistência e intrusões externas (físicas e psicológicas). ciúmes. medo de continuar. sentimentos e filtra ansiedade nervosa. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . Filtram choque emocional. contém nutrição. insatisfação).Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 ZANG-FU E O ESTADO PSICOLÓGICO CORRESPONDENTE ESTOMAGO (E): Psicológico: busca do necessário. BEXIGA (B): Psicológico: ligado ao medo. Resistência. digere idéias.

Controla a energia psíquica (corpo-mente). CIRCULAÇÃO-SEXUALIDADE (CS): Psicológico: representa a energia da vida fluindo livremente. Ódio ou desejos reprimidos. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . instinto de sobrevivência e evolução. CORAÇÃO (C): Psicológico: representa todo o centro do amor e segurança. medo. 3 73 -C e ntro . à recusa ou aceitação de viver plenamente. VESÍCULA BILIAR (VB): Psicológico: relaciona-se às decisões práticas. Filtra angústia. magoa e amargura. Filtra ansiedade temerosa. TRIPLO-AQUECEDOR (TA): Psicológico: relacionado. INTESTINO DELGADO (ID): Psicológico: relacionado à emotividade. magoa e amargura. Filtra angústia. FÍGADO (F): Psicológico: relacionado à raiva. a instabilidade psíquica (corpo-mente). PONTOS AURICULARES 9 .Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 Psicológico: relacionado à vontade.

Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so .Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 10 . 3 73 -C e ntro .

Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 11 . 3 73 -C e ntro . Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so .

3 73 -C e ntro . Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so .Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 12 .

Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 13 . 3 73 -C e ntro . Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so .

3 73 -C e ntro .Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 CONCHA PARTE SUPERIOR 14 . Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so .

Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . 3 73 -C e ntro .Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 15 .

Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so .Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 16 . 3 73 -C e ntro .

Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . A verificação do reflexo auricular mostra qual a orelha dominada e qual a dominante. Para se evidenciar os pontos desses pacientes. o lado mais dolorido é o correto para aplicação. Após tal constatação. Na prática. Após mostra qual a orelha dominada e qual a dominante. segue a classificação tipológica Yin_Yang. Observa-se o aparecimento ou não da careta (dor). Indivíduo do tipo Yin = lateralidade auricular esquerda e Yang = lateralidade auricular direita. Outro modo. utilizaremos o ponto IG4 (na mão entre o dedão e o indicador). BASE PARA ESTA TERAPIA 17 . Apertar com a mesma intensidade para colocar os pontos doloridos em evidência.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 APLICAÇÃO 80% dos paciente a orelha direita tem dominância sobre a esquerda (promove ação inibitória ou contradominante sobre a orelha direita). buscaremos informações nas duas orelhas. a orelha dominante recebe o principal estímulo nos pontos auriculares. Existem pacientes hipersensíveis e hiposensíveis que dificultarão o exame. 3 73 -C e ntro .

laboratoriais ou outros que. A mesma nos fornece informações: Defeitos anatômicos. como também os sinais auriculares. Osteófitos (bico de papagaio) etc.Verde – Fígado. 3 73 -C e ntro .. Exemplo: alterações anatômicas na região do ante-hélix correspondente à coluna vertebral indicam desvios de colina. o cliente tenha feito. uma orelha pequena e delgada. por exemplo: a insuficiência renal congênita (rim Yin insuficiente) está associada à baixa implantação da orelha.. mas também.Cor azulada – fígado ou dores. antes de qualquer manipulação: lavar. A luminosidade natural ou foco indireto sobre o pavilhão auditivo fica a tal distância que impeça o aquecimento da pele do paciente e não altere a coloração cutânea auricular.pulmão. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . como orientação terapêutica para a utilização dos pontos corretos para a terapia. A MTC é a arte de equilibrar a energia do doente para que o corpo melhore. . Além do mais. para evitar mudanças na pele. esticar. sejam eles clínicos. . na aurículo há instrumentos próprios de avaliação energética que vamos conhecer.. Por ser uma terapia que cuida dos desequilíbrios energéticos sem descuidar das desordens orgânicas. faz-se necessário manter uma relação com outras áreas para ter uma definição dos problemas que o cliente enfrenta. irregularidades anatômicas do pavilhão evidenciam alterações e/ou disfunções orgânicas. Cabe destacar que na MTC não tratamos doenças e sim o doente. É importante examinar visualmente e através da pressão. e podemos encontrar as características de um gradiente de discromias auriculares tais como: -Palidez – rim insuficiente.Amarelada – baço.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 A auriculoterapia pode utilizar-se de todos os tipos de diagnósticos convencionais. ORIENTAÇÃO: Este procedimento não serve somente como avaliação. uma deficiência de energia dos rins. Ao observar a orelha e a mesma for grande e espessa significa bastante energia. NÍVEIS DE SENSIBILIDADE DE DOR 18 . Coloração do pavilhão: As alterações do pavilhão auricular são indicativas de distúrbios funcionais. . Defeitos anatômicos na área auricular indicam alterações funcional ou energética na área ou órgão em correspondência. Lembre-se que a dor assinala os pontos e áreas específicas que refletem desarmonias físicas e energéticas. -Cinza..

4) Reações de cor parda ou castanho-escuro REAÇÕES DE COR VERMELHA As mudanças na coloração em vermelho podem apresentar-se em várias tonalidades. vermelho-escuro.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 É importante se avaliar a sensibilidade que o cliente apresenta na exploração por toque através de instrumentos. b. vermelho-pálido c. 19 . Vamos às tonalidades: a. GRAUS DE DOR: Pode-se classificar as reações por dor em graus de dor. 2) Apresenta dor no ponto quando tocado. GRAU II – apresenta dor. Isto nos serve de referencial para a avaliação e para o tratamento na auriculoterapia empregando-se os pontos mais doloridos. São as seguintes mudanças da coloração que podem ser vistas: 1) Reações de cor vermelha. 6) O cliente geme de dor ou chega a ser extremamente irresistível. 2) Reações de cor branca. pisca e franze as sobrancelhas. busca evitar a manipulação ou não resiste ao toque. 3 73 -C e ntro . 3) Reações de cor cinza-escuro. ALTERAÇÃO DA COLORAÇÃO A observação do pavilhão auricular revela como o cliente esta ou manifesta alterações fisiopatológicas que podem ser vistas pela alteração da coloração de pontos e áreas. 5) O cliente esquiva-se do toque no pavilhão auricular por dor. vermelho-brilhante. 3) O cliente chega a piscar devido a dor. assim: GRAU I – cliente apresenta dor no ponto. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . GRAU III – cliente geme. 4) O cliente enruga as sobrancelhas. A CLASSIFICAÇÃO: A classificação da sensibilidade se dá conforme a intensidade da dor que o cliente apresenta. Algumas observações que o terapeuta tem que considerar: 1) O ponto não apresenta reação dolorosa.

A coloração branca pode ser: a.Na forma de rede ou malha são manifestações de processos inflamatórios de caráter agudo como Sinusite. REAÇÕES DE COR BRANCA As reações de cor branca podem estar acompanhadas de proeminências que são mudanças morfológicas. branco-brilhante b. vermelho-brilhante e violáceo. associados com a coloração e o ponto de localização tem-se a avaliação.Pregas ou cordões. As reações vasculares podem apresentar coloração variada desde vermelho-escuro. 1. REAÇÕES VASCULARES As reações vasculares mais freqüentes são as Telangiectasias que se apresentam em: 1. REAÇÕES DE COR PARDA OU CASTANHO-ESCURO Pode ser o curso de uma doença crônica se aprofundando e evoluindo para um caráter crônico ou seqüela quando a enfermidade foi curada. 3 73 -C e ntro . branco-pálido ou esbranquiçado no centro de uma proeminência. São afecções recidivantes e intermitentes. REAÇÕES DE COR CINZA-ESCURO Esta alteração na coloração auricular. 3.: . Na coloração vermelho-pálido e escuro são processos patológicos que estão se tornando crônicos.Em forma de flor de ameixa. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . pode significar uma tumoração na região ou ponto correspondente. 20 . A variação da coloração branca se apresenta nas afecções de caráter crônico. Esta cor pode surgir na área 2 de tumoração ou no ponto auricular relacionado com o mesmo. Ex.As Telangiectasias podem se apresentar em forma de pregas ou cordões.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 Na variação a diferença: A coloração vermelho-brilhante se apresenta nos episódios agudos. Faringite. Laringite. Cardiopatia Reumática: Ponto do Coração esbranquiçado.Gastrite Crônica: Ponto do Estômago esbranquiçado. podemos estar diante de uma doença oncológica. Mastite. Bronquite. 3.Forma de rede ou malha. um processo patológico recém iniciado em processos inflamatórios e dolorosos. 2.Forma de flor de ameixa. 2. etc. Na coloração branca: o crônico.

pode ser interpretado como uma estagnação energética. Exemplo comum que podem surgir de mudanças morfológicas são os QUISTOS E TUBÉRCULOS (é uma formação nódulosa arredondada ou uma saliência consistente que se diferencia do tecido normal do pavilhão auricular). As modificações morfológicas emergem no pavilhão auricular e. Artrite. Nas cardiopatias esquêmicas e cardiopatia reumática as telangiectasias são observadas em forma serpiginosa. 21 . Dores lombares e membros inferiores. Podem surgir angiectasias (angio = artéria e ctasia = dilatação): Em Leque ou Ramos: podem ser Úlceras pépticas. Descamações na fossa triangular são afecções ginecológicas de caráter inflamatório ou leucorréias. É uma resposta demonstrando que há presença de um bom nível energético.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 Nas afecções ulcerosas as telangiectasias surgem em forma de curva disseminada na área específica. pode-se ter um quadro de dermatite seborréica ou enfermidades dermatológicas. MUDANÇAS MORFOLÓGICAS A morfologia trata das formas que a matéria pode tomar. Estes são sinais na avaliação de que há a existência de manifestações de natureza aguda. Veja a descamação em alguns pontos e sua leitura: Nas descamações do ponto da alergia e do pulmão. No ponto de vista energético. • Formigamento: os formigamentos podem atingir a região do ponto ou as proximidades. • Calor: na grande maioria dos casos há uma reação de calor que pode ser lido como um bom sinal. Inclusive este formigamento pode atingir a região corporal correspondente. REAÇÃO POR DESCAMAÇÃO OU ECZEMAS As descamações podem ser localizadas e em pontos específicos ou em todo o pavilhão auricular: 1) Localizadas: Ao serem raspadas as descamações desprendem-se com facilidade e geralmente apresenta a pele branca. 3 73 -C e ntro . Bronquiectasias (bronqui = brônquios e ctasias = dilatação). com avaliação específica indicando doença de características agudas. o cliente pode apresentar disfunções digestórias ou transtornos estomacais. Este sinal quer dizer que a energia foi mobilizada e o estímulo foi bom. Descamações nos pontos do estômago. cárdia e esôfago. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so .

• Dor: esta é uma reação dos mais comuns na auriculoterapia. Simpático. A dor pode ser forte. Sede. Hélix 5. Nariz externo. PROTOCOLOS Acne: Região da face. • Reações em outra áreas: pode acontecer na orelha que não foi tratada. Crise asmática (se estiver em crise). Observa-se muitas vezes após a aplicação uma sensação de sono gostosa. Aftas: Língua. Brônquios. Intestino grosso. Alcoolismo: Ouvido central. Fígado. Fígado. Mandíbula. Baço. Simpático. Bexiga. Baço Bursite: Região do ombro. Cervical. Genitais externos. Nestes casos pode-se perceber uma melhora instantânea no quadro da pessoa tratada. Bexiga. Simpatico. Supra-renal. Olho e Cefaléia Cefaleia Temporal: Temporal. Olho e Cefaléia Celulite: Bexiga. Tálamo. Olho2. 3 73 -C e ntro . Endócrino. a oposta surgir reações como dor ou calor. Asma. ocorre espontaneamente um sangramento no ponto. Maxilar. Shen Men e Fígado Catarata: Olho. Tálamo e Nervo occipital menor Cãimbras: Pontos da região afetada. Hipófise. de dentro para fora. Frontal. lancinante. Nervo occipital menor e Hélix 4 22 . Fígado.. Sede. Olho1. Supra-renal. Olho. Endócrino e Hipófise. Vesícula. Diafragma. Boca. Tronco cerebral. Ápice. Figado. Coração. Clavicula. Quadril. Olho e Cefaléia Cefaleia Occipital: Occipital. Estomado. Ansiedade. Cervical. Área de neurastenia Artrose de Joelho: Joelho. Tronco cerebral. Ápice. Simpático. Supra-renal e região afetada Cervicalgia: Cervical. Fígado. Vícios e Boca Amenorreia: Genitais internos. Endócrino. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . profunda. Ápice. Ouvido central. A dor produzida na orelha promove uma liberação de neurotransmissores como as endorfinas e as encefalinas provocando uma analgesia e a sensação de bem estar. Fígado.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 • Adormecimento: é uma reação sentida em vários casos e também indica um bom sinal de êxito na terapia. Coração e Ovário/Testículo Ansiedade/Tensão/Neurose: Olho. Fígado Alergias de Pele: Ponto da Urticária. em pontada. Cóccix. • Sangria espontânea: há casos que na aplicação da agulha auricular. Hipófise. Sacral. San Jiao e Supra-renal Asma e Bronquite: Pulmão.. PING CHUAN inferior e Supra-renal Azia: Cardia. Fígado e Baço Bursite Trocanteriana: Ciático. Isso ocorre devido a uma estagnação ou excesso de Chi e sangue no ponto ou na área correspondente. Supra-renal. Intestino Grosso. Baço. Vesícula biliar. Hipófise. Fígado Cefaleia Frontal: Estômago. Pulmão. Hélix 3. A dor esta presente em quase todos os casos. Estomago. • Peristaltismo: pode acontecer como reação o aumento dos movimentos peristálticos e em especial quando utiliza-se os pontos que correspondem as áreas do aparelho digestório e intestinos. Tronco cerebral.

Encéfalo. Tálamo. Supra-renal. Supra-renal e Nervo occipital menor Frigidez: Genitais internos. Hélix 2. Ápice Estresse: Fígado. Pulmão.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 Cervicobraquialgia: Cervical. Subcórtex e Ovário/Testículo Furúnculo: Intestino grosso. Baço. Área de neurastenia e Hélix 6 Dermatite: região afetada. Frontal. Pulmão. Intestino delgado. Subcórtex. Coração (em caso de crise sangrar o ápice) Hipertiroidismo: Tireóide (sedar todos os pontos referentes). Imunológico e Nariz interno Hemorróida: Ânus. Fígado. Cotovelo e Nervo occipital menor Esporão de Calcâneo e Fascíte Plantar: Calcâneo. Analgesia Epicondilite Lateral: Fígado. Intestino delgado. Nariz externo. Vesícula biliar. Hélix 5 e Supra-renal Entorse de Tornozelo: Tornozelo. Área de neurastenia. Hipófise. Pulmão. Lóbulo anterior e Olho Fibromialgia: Olho. Olho e Baço Ciática: Ciático. Lóbulo anterior. Hélix 4. Olho. Olho1. Hélix 1. Endócrino. Lóbulo anterior. Umbilical Dor de Dente: Dente (os dois pontos). Externo e Médio Hipotensão Arterial: Supra-renal. Maxilar (se for superior) ou Mandibula (se for inferior). Fígado. Ouvido central. Brônquios. Fígado. Ápice. Hipotensor. Supra-renal. Supra-renal. 3 73 -C e ntro . Diafragma. Supra-renal e Ovário/Testículo Dor de Barriga: Estomago. Fígado. Nervo occipital menor. Endócrino. Endócrino. Genitais internos e Genitais externos Hepatite: Hepatite. San Jiao. Bexiga. Tornozelo. Olho e Fndócrino Gripe: Intestino grosso. Intestino grosso. Pulmão. Endócrino. Hipófise e região afetada Gastrite: Estômago. Pulmão. Estômago. Endócrinas (S) Hipoacusia (deficiencia de audição): Ouvido interno. Cotovelo e/ou punho e/ou falanges. Glúteos. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . Ouvido central. Enxaqueca: Occiptal. Região do ombro. região afetada. Fígado. Anus. Endócrinas (T) 23 . Baço. Área de neurastenia. Vesícula biliar. Cárdia. Endócrino. Hélice 1 e Diafragma Disenteria: Intestino grosso. Olho2. Calcâneo. Fígado Constipação: Intestino grosso. Hipertensor (T) Hipotiroidismo: Tireóide (tonificar todos os pontos referentes). Intestino grosso. Diafragma. Baço. Subcórtex e Endócrino Crise Hipertensiva: Ápice (sangria) e qualquer vaso na parte posterior da orelha (sangria) Depressão: Hipófise. Nervo occipital menor. Subcórtex Dismenorréia: Genitais internos. e Região da face Dor de garganta (laringite/faringite): Faringe. Baço e Fígado. Boca. Coração. Genitais externos. Fígado. Ânus. Fígado e Vesícula Conjuntivite: Olho. Amídalas. Baço. Coração. Tálamo. San Jiao. Temporal. Diafragma. Olho. Baço. Hélix 6 e Ápice Dor de Ouvido: Ouvido interno e externo. Coração. San Jiao. Fígado. Supra-renal e Baço Hipertensão: Ápice. Área de neurastenia. Genitais externos. San Jiao.

Lóbulo anterior e Olho Lombalgia: Lombar. Ansiedade. Boca. Olho e Lóbulo anterior Paralisia Facial: Região da face. Cóccix. Ovário/ Testículo. Quadril. Fígado. Baço.Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 Impotência. Nervo occipital menor e San Jiao Lombociatalgia: Ciático. Síndrome do Piriforme: Ciático. Diafragma e Tronco cerebral Nevralgia dos Trigêmeos: Nervo aurículo temporal. Mandíbula. hipófise. Endócrino. Nariz externo. Brônquios. Subcórtex. Hipófise. Fome. Supra-renal. boca. Endócrino e Olho Prurido Vulvar: Genitais internos. frontal. Bexiga. San Jiao. Lóbulo anterior. Ejaculação Precoce: Genitais internos. Lóbulo anterior. Tronco cerebral e Subcórtex Pneumonia: Intestino grosso. Coração e Área de neurastenia. San Jiao e Subcórtex Neuralgia Intercostal: Torácica. Baço. Sacro. Hipófise. Intestino grosso. Sacro. Nervo occipital menor. Próstata. Vício Osteoartrose de Quadril: Quadril. Lombar. Sacro. San Jiao e Hipófise Rinite: Nervo occipital menor. Coração. Cérebro (M). Genitais externos. tálamo. Tálamo: Parte fisiológica: Boca. Nervo occipital menor 24 . Genitais externos. Região da face Obesidade: Parte hormonal: Endócrino. Subcórtex. Diafragma e Quadril Retenção Urinária: Genitais internos. Olho e Ovário/Testículo Imunidade: (aumento) PING CHUAN superior (tonificar) Insónia: Ouvido central. Nariz interno. região afetada. Ovário/Testículo. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so . Supra-renal. Encéfalo (T) e Olho Síndrome das pernas inquietas: Fígado. Esôfago. Coração. Pulmão. Genitais externos. vago e endócrino. Nariz externo. Estômago. Baço Parte Emocional: Olho. Vesícula biliar e Bexiga Náusea: Estômago. Cóccix. Cóccix. Simpático. San Jiao. Pernas (S) Síndrome do pânico: sangria no ápice. Supra-renal. Fígado e Supra-renal Palpitação/Arritmia: Coração. san jiao. Pulmão e Brônquios Sequela AVC: Occipital. Fígado. Sub-córtex (M). Maxilar. excitação. 3 73 -C e ntro . subcórtex. Fígado.

Vesícula biliar. Ombro. Pulmão. 3 73 -C e ntro . Fígado. Cen tro Holístico Ru a P a dre Da ma so .Os as co 11 34 47 -9 13 5 / 11 9 5 41 5-31 08 Sinusite: Intestino grosso. Olho. Ansiedade. Otite: Ouvido interno. Dorsalgia TPM: Lóbulo anterior. Coração Torcicolo: Pescoço. Ouvido externo e Ouvido interno Zumbido. Nariz externo. Supra-renal e Nariz interno Tabagismo: Ouvido central. Ouvido externo. 25 . Área de neurastenia e Hipófise Traumatismo (sem fratura): região afetada. Fígado. Brônquios. Labirintite. Hélix 5 e 6. Diafragma. Vício e Sub cortex Tensão Nervosa: Ápice (sangrar). Baço. Boca. Olho. Coração. Hélix 5. Pulmão. Área de neurastenia. Endócrino. Surdez. Ápice e Nervo occipital menor Vertigem: Vesícula biliar. Cervical. Bexiga e Temporal.

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