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Avicultura / Nº 15 - 2004

Vacinação "in ovo"

Avicultura / Nº 15 - 2004 Vacinação "in ovo" O conceito de aplicação de materiais biológicos

O conceito de aplicação de materiais biológicos "in ovo" na indústria avícola já é uma realidade. O trajeto até este ponto, no entanto, tem sido sinuoso e não desprovido de dificuldades. Por Marcelo Zuanaze, médico veterinário do Laboratório Biovet.

O conceito da vacinação "in ovo" surgiu em 1982, com a publicação da demonstração de Sharma e Burmester. Segundo eles, embriões de galinhas poderi- am ser efetiva e eficazmente vacinados contra a doença de Marek, uma vez que a aplicação "in ovo" de vacina contra Herpes Vírus de perus (HVT) sorotipo 3 fornecia proteção maior do que a vacinação neonatal, contra o desafio por MDV em galinhas aos três dias após a eclosão. Essa observação foi seguida rapida- mente por relatos indicando que o HVT sorotipos 1 e 2 também poderia ser usado "in ovo" para evitar a repli- cação de MDV em embriões duplamente infectados (Sharma e Witter,1983; Sharma,1987). Sharma et. al (1984) demonstraram, posterior- mente, que a administração de HVT em embriões de 18 dias resultava em uma rápida infecção dos tecidos pulmonares dos embriões de galinhas acompanhada

por sua replicação com título mais elevado. Portanto, essa replicação viral inicial por HVT fornecia os meios pelos quais o sistema imune era estimulado antes que

o embrião eclodisse e fosse apresentado a um ambi-

ente hostil carregado de vírus. Desde o momento da primeira demonstração da viabilidade do uso da tec- nologia "in ovo" até os dias atuais, nasceu uma nova indústria que possui uma importância muito grande para o setor avícola mundial.

Em 1992, o primeiro sistema automatizado de ino- culação "in ovo", o sistema Inovoject7, foi introduzido nos EUA pela Embrex, Inc. Este sistema permitia que os administradores do incubatório aplicassem, "in ovo", vacinas aprovadas contra a Doença de Marek, Bouba Aviária e Doença de Gumboro. Fora o potencial para

a aplicação de muitos materiais biológicos diferentes,

tais como antibióticos ou agentes de exclusão competi- tiva. Com o advento do sistema Inovoject, mais de 80% da indústria avícola atual dos EUA adotaram este sistema de vacinação contra a doença de Marek, a

qual substitui o tradicional método subcutâneo que exi- gia muito trabalho e que na opinião de muitos revela- se com freqüência um método não tão eficiente quanto

a técnica "in ovo".

Benefícios da Vacinação "in ovo" - São obti- dos inúmeros benefícios através do emprego dessa tec-

nologia quando comparados com esquemas de vaci- nação pós-eclosão ainda adotados pela indústria aví- cola. Entre os benefícios citam-se: a indução de respostas imunes precoces às vacinas, redução da resposta estressante associada com os procedimentos de vacinação pós-eclosão, precisão da inoculação, contaminação reduzida e aplicação precoce de outros materiais biológicos que podem influenciar o desem- penho das aves.

Vacinação "in ovo" contra a doença de Marek - Sharma e Burmester (1982) foram os primeiros a demonstrar a viabilidade da vacinação "in ovo" contra o vírus da doença de Marek. Com o advento do sistema Inovoject, em 1992, os testes de campo com a vacina para a doença de Marek admi- nistrados "in ovo" em vários milhões de ovos incubados resultaram em melhorias consistentes na conversão ali-

mentar, a custos reduzidos (Gildersleeve et. al., 1993; Gildersleeve e Fluke, 1995). A eclodibilidade, a morta- lidade com duas semanas, a sobrevivência até o momento de processamento, os pesos corporais vivos,

a leucose e as reprovações totais foram semelhantes

entre os grupos "in ovo" e os vacinados de modo con-

vencional. As aves desafiadas com uma linhagem de

MDV altamente virulenta (RB1/B) ficaram protegidas

independente da via de vacinação demonstrando que havia um baixo nível de desafio de Marek. Quando os desafios com MDV de campo superam

a capacidade protetora do HVT sozinho ou em combi-

nação com as vacinas de sorotipo 2, tais como a SB1,

as vacinas do tipo CVI988/Rispens podem ser admi-

nistradas "in ovo" (Ricks et al. 1999). As vacinas HVT + Rispens são usadas extensivamente onde os desafios de campo por MDV são, com freqüência, de difícil con-

trole (Ricks et. al. 1999). Observações recentes obtidas

em testes sobre a eficácia de campo da HVT+ Rispens indicam que em regiões do mundo onde é praticada a vacinação "in ovo" com vacinas do tipo Rispens, esta foi equivalente ou superior à vacinação após a eclosão.

Vacinação "in ovo" contra a Bouba das aves - A eficácia da vacina contra a Bouba das aves

está na dependência do uso em embriões com 19 dias de idade, de uma vacina moderada adaptada à cultura de tecidos e altamente diluída. Os testes de campo indicam que a vacinação "in ovo" contra a Bouba das Aves é segura e eficaz.

Vacinação "in ovo" contra a doença de Gumboro - Os estudos "in ovo" iniciais (Sharma, 1985) revelaram que o vírus da doença infecciosa da Bursa (IBDV) de baixa virulência inoculados em embriões de galinhas SPF com 18 dias de idade resultavam em pintinhos eclodidos que apresentavam resistência a um desafio por IBDV virulento com três semanas de idade ou mais velhos. Sharma (1985) e Soleno et. al (1997) cita- dos por Ricks et. al. 1999, relataram que não havia con- tra-indicações para o uso simultâneo da vacina "in ovo" contra a doença de Marek e vacina IBDV. A combinação das vacinas de Marek e IBDV está atualmente disponível no Brasil (leia sobre Mark-Gumbor C na pag. 4). A inoculação de outras cepas vacinais que não as recomendadas para vacinação "in ovo", tais como reovirus, newcastle, bronquite infecciosa aviária e até mesmo contra a Doença de Gumboro podem causar a

morte embrionária. Gagic et. al. 1999 mostraram que vacinas contendo múltiplos agentes podem ser utilizadas para imunizar aves, quando da inoculação destas, via ovo. Também verificaram que as vacinas com múltiplos agentes não causaram imunossupressão nas aves. No Brasil a vacinação via ovo já está se tornando uma realidade nas grandes empresas. Esta evolução esta sendo acompanhada de perto pelo Laboratório Biovet, que já possui vacinas aptas a serem utilizadas por meio do sistema Inovoject.

aptas a serem utilizadas por meio do sistema Inovoject. REFERÊNCIAS - Edens, F.W., Aplicações da Tecnologia

REFERÊNCIAS

- Edens, F.W., Aplicações da Tecnologia In Ovo em

Sanidade Avícola. Anais da Conferência APINCO 99 de Ciência e Tecnologia Avícola.

- Gagic, M., Hill, C.A.; Sharma, J.M. In ovo vaccination

of specific-pathogen-free chickens with vaccines contain-

ing multiple agents, Avian Diseases, 43: 293 - 301 -

1999

- World Poutry - Special - Marek´s Disease. December -

1997

Imunização precoce

- Marek´s Disease. December - 1997 Imunização precoce Sistema Inovoject traz proteção precoce contra

Sistema Inovoject traz proteção precoce contra enfermidades e reduz o estresse.

O sistema Inovoject revolucionou o processo de vaci- nação em pintinhos de um dia ao efetuar a aplicação automática "in ovo" antes da eclosão, o que significa que os pintos já nascem vaci- nados e não são submetidos ao processo estressante de imunização individual. Desenvolvida e fabricada pela Embrex Inc., a tecnolo- gia está presente no Brasil há 5 anos, por meio da Inovoject do Brasil Ltda. (IDB). Criado com o objetivo de inocular, o mais cedo possí- vel, a vacina contra doença de Marek, o sistema Inovoject de vacinação incorporou, no decorrer do tempo, a aplicação de outros antígenos, como a vacina de Gumboro (cepa intermediária) e a vacina contra a Bouba das Aves (cepa suave, vírus gali- nha). Hoje estas vacinas podem ser utilizadas com suces- so via "in ovo". A vacinação embrionária através do sistema Inovoject possibilita a aplicação mais precoce de antígenos. Isto permite que as aves se tornem protegidas mais cedo contra os desafios enfrentados nos galpões que, freqüentemente, possuem vazio sanitário de, aproxi- madamente, 10 dias, sem que nem sempre seja possível

uma desinfecção adequada dos mesmos. Outra vantagem é a aplicação uniforme da vacina. Nas vacinações convencionais, por via subcutânea, fre- qüentemente são adicionadas um corante à bolsa de diluente com a vacina de Marek, com o objetivo de avaliar a eficiência da vacinação. Estas avaliações periódicas mostram que a efi- ciência da vacinação subcutânea pode estar entre 85% e 99%, o que dá margem para a ocorrên- cia de eventuais problemas.

que dá margem para a ocorrên- cia de eventuais problemas. Vantagens - "Além destas vantagens do

Vantagens - "Além destas vantagens do sistema Inovoject, podemos também destacar o estresse reduzido (em muitos incubatórios os pintainhos vão para o campo seis horas mais cedo que os vacinados pelo método tradi- cional), a desinfecção das agulhas entre injeções (aju- dam nas doenças transmissíveis por agulha como, por exemplo, a Leucose Mielóide), transferência automática (menor trinca dos ovos), eliminação de problemas de "L.E.R." junto aos colaboradores etc.", enumera Luiz Bier, gerente de processos biológicos da IDB. O sucesso do sistema pode ser medido pelo cresci- mento da IDB no Brasil. "Para se ter uma idéia, calcu- lamos que no primeiro trimestre de 2004 seremos

responsáveis pela vacinação de 82,67% do mercado de aves matrizes no país", informa o gerente Marcelo Sperb Marques. Outra marca interessante: em 2003, a empresa alcançou o número de 27 sistemas Inovoject em fun- cionamento, com mais de 13 equipamentos negociados para serem instalados no início de 2004. Estão entre os principais clientes da empresa no Brasil a Globoaves, Sadia, Da Granja, Cobb-Vantress, Agroceres etc.

Perdigão vai vacinar 10 milhões de ovos por semana a partir de maio

Prova da seriedade das intenções da IDB para 2004 foi o anúncio, no início de janeiro, da assinatura de um contrato de leasing com a Perdigão que assegura a con- versão do sistema de vacinação via subcutânea de todos os incubatórios da empresa para o sistema Inovoject dentro de um período de seis meses (veja mais detalhes na entrevista com o responsável por todas as plantas de incubação da Perdigão, Ivonei Francisco Socha).

de incubação da Perdigão, Ivonei Francisco Socha). Biovet é fornecedor das vacinas que serão utilizadas na

Biovet é fornecedor das vacinas que serão utilizadas na vacinação "in ovo" na Unidade de Rio Verde (GO), que garante maior eficiência no processo de vacinação da progênie.

Os números são superlativos: Mais de 28 mil colabo- radores diretos, produtos exportados para 80 países e

faturamento estimado em 4,3 bilhões de Reais em 2003. Este é o currículo resumido da Perdigão, agroindústria com 70 anos de história, e intrinsecamente ligada à segunda maior avicultura industri-

al do mundo, a brasileira, que

respondeu pela produção de 3,91 bilhões de frangos ano pas- sado. Todos esses números se tornaram possíveis graças à solidez dos investimentos em recursos humanos, tecnologias de ponta e projetos revolucionários, como Rio Verde (GO). Veja um exemplo: Em janeiro, a Perdigão anunciou que, a partir de maio, seus 10 milhões de ovos incuba- dos por semana serão vacinados "in ovo", garantindo maior

sanidade e eficiência ao plantel avícola. "Esse é o caminho que vem sendo trilhado hoje em dia por todas as grandes agroindústrias. Nos EUA e na Europa trata-se de uma realidade que já alcança 90% do mercado. O Brasil não podia fugir disso", explica Ivonei Francisco Socha, técnico com "21 anos de espe- cialização" em incubatório, e há 27 anos colaborador da Perdigão, atualmente como responsável por todas as plantas de incubação da empresa. Para o Laboratório Biovet é uma honra acompanhar

a Perdigão em mais esse avanço, como fornecedor de

produtos biológicos específicos para inoculação "in ovo". "O Biovet sempre foi nosso fornecedor de produtos biológicos, por uma série de fatores: A eficiência e a qualidade das vacinas, a inovação, a excelente dis-

tribuição e logística, o bom atendimento

serviço que o Laboratório presta à Perdigão é muito

bom", avalia Socha. O Laboratório Biovet será fornecedor das vacinas que serão utilizadas na vacinação "in ovo" na unidade de Rio Verde. "Implantamos lá o que há de melhor em tecnologia de produção de suínos e aves, atendendo os mais rigorosos padrões de segurança alimentar e bem-estar animal", comenta Socha. No depoimento a seguir, o responsável por todas as plantas de incubação da Perdigão apresenta as vantagens da vacinação "in ovo". Confira:

A Perdigão iniciou o processo de vacinação "in ovo" ano passado, no incu- batório de avós da Unidade de Rio Claro (SP). A

nossa decisão foi respaldada pela maior eficiência que resulta da precocidade da apli- cação da vacina. A implantação do processo de vacinação "in ovo" é muito simples. A empresa que fornece a tecnologia dispõe de um mecanismo específico para cada tipo de bandeja de incubação, que se adapta com perfeição ao equipamento. Isso elimina a possibilidade de quebra de ovos durante a operação da máquina. A única mudança necessária para implantar a tecnologia ocorreu no layout interno dos incu- batórios, uma vez que você tira todo aquele processo da vacinação em pintos de um dia. Em relação ao manejo do equipamento, não tivemos nenhum problema até agora. É muito simples de operar e exige o mínimo de manutenção. Em janeiro, resolvemos ampliar o uso da vacinação "in ovo". Fechamos um contrato com o fornecedor do equipa- mento que estenderá a tecnologia a todos os incubatórios da Perdigão (Carambeí/PR, Videira/SC, Marau/RS etc.). Assim, se hoje estamos vacinando pelo sistema "in ovo" 3,5 milhões de unidades por semana, até maio deveremos

3,5 milhões de unidades por semana, até maio deveremos Elio Bettoni (Perdigão), Hugo Scanavini (Biovet), Ivonei

Elio Bettoni (Perdigão), Hugo Scanavini (Biovet), Ivonei Socha

(Perdigão) e Osmar Zimmer (Biovet)

Ou seja, o

atingir a marca de 10 milhões de ovos semanais. O nosso incubatório de Rio Verde (GO), que incuba 2 milhões de ovos por semana, também vai adotar mais esta tecnologia, tornando-se um dos mais avançados do Brasil. Não é para menos. Rio Verde foi o primeiro incubatório da Perdigão que já nasceu totalmente climatizado, em função do clima da região, que devido às temperaturas altas e à umidade muito baixa poderia comprometer a eclodibilidade. Com certeza esta foi uma decisão estraté- gica acertada. Hoje alcançamos ali um dos melhores resultados da companhia. Isso é a prova de que quem investe em tecnologia tem retorno. Quanto às vantagens, sem dúvida a inoculação pre- coce de antígenos, ainda na fase embrionária, reduz o

Mercado & Afins

ainda na fase embrionária, reduz o Mercado & Afins Vacinação em SP O Ministério da Agricultura,

Vacinação em SP

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

(MAPA), juntamente com a Secretaria Estadual da

Agricultura de São Paulo, iniciou no início de fevereiro uma campanha de vacinação contra a laringotraque-

íte infecciosa, doença que vem atacando as aves da

região de Tupã, a maior produtora de ovos do esta-

do. A incidência maior é verificada entre as galinhas de postura, o que tem prejudicado a produção, sobretudo na cidade de Bastos. Naquela região, são produzidas 9,6 milhões de caixas de ovos de um total

de 25,4 milhões de caixas com 30 dúzias cada em

todo o estado. Por causa da doença, o trânsito de aves para outras regiões está interditado para evitar a propagação. Até o próximo dia 29, deverão ser imu-

nizadas cerca de 16 milhões de aves. Os propri- etários de granjas estão sendo orientados sobre a vacinação. As aves entre 4 a 14 semanas deverão receber uma segunda dose, com intervalo mínimo de duas semanas. As informações são da Agência Brasil.

Frango para Coréia A Coréia deve fechar, dentro de 45 dias, os primeiros contratos para importar carne de frango brasileira. Durante este período, o governo coreano colocará os certificados de exportação sob consulta pública. Este foi um dos principais resultados da ida de uma dele- gação brasileira à Ásia entre 26 de janeiro e 03 de fevereiro, informou o secretário de Defesa Agropecuária, Maçao Tadano, que liderou a missão. A expectativa é de que o Brasil exporte 50 mil toneladas de carne de frango para Coréia no ano de 2004, gerando uma receita de US$ 80 milhões.

nível de estresse do pintinho. Quanto menos se manipular as aves, melhor. A nova tecnologia também diminui a pos- sibilidade de contaminação durante a vacinação. Mas a maior vantagem do sistema de vacinação "in ovo" se mede pela eficiência que o frango alcança na fase adulta. Isso é mensurável. Aves vacinadas "in ovo" apresentam maior rendimento e conversão alimentar, e menor mortalidade, por exemplo. São esses os principais ganhos. No momento, nós inoculamos "in ovo" as vacinas con- tra Gumboro, Marek e Bouba. Em relação ao fornecimen- to das vacinas, a única coisa que exigimos do Biovet, por exemplo, foi o registro dos produtos para aplicação "in ovo" junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o que foi atendido prontamente.

e Abastecimento (MAPA), o que foi atendido prontamente. Olho nos números US$ 4,6 bilhões é a

Olho nos números US$ 4,6 bilhões é a previsão de exportações brasileiras do complexo carnes em 2004. 33,3 quilos foi o consumo per capita de frango em 2003. 7,84 milhões de toneladas de carne de frango produzidas em 2003. 40,8 milhões de toneladas de rações animais foram pro- duzidas em 2003, 1,9% menos que em 2002 (41,6 mi- lhões). 2,7 milhões de toneladas de carne suína produzidas em 2003, sendo 491,4 mil toneladas exportadas.

produzidas em 2003, sendo 491,4 mil toneladas exportadas. Produto Mark-Gumbor C Vacina viva congelada contra as

Produto

Produto Mark-Gumbor C Vacina viva congelada contra as doenças de Marek e Gumboro, constituída de uma

Mark-Gumbor C

Vacina viva congelada contra as doenças de Marek e Gumboro, constituída de uma suspensão concentrada de Herpes Vírus, origem de peru, amostra FC 126 culti- vada em cultura de fibroblastos de embrião de galinha, livres de agentes patogênicos específicos (SPF - Specific Pathogen Free) e de suspensão concentrada do vírus de Gumboro, amostra GBV-8, de origem de embrião de galinha SPF. Indicada para vacinação subcutânea e "in ovo".

Bouba das aves (Suave)

Vacina viva contra a Bouba das Aves - Suave (amostra galinha) constituída de amostra de vírus pox - galinha - em cultura celu- lar de fibroblasto de embrião de galinha livre de agentes patogênicos específicos (SPF - Specific Pathogen Free). Indicada para vacinação subcutânea e "in ovo".

patogênicos específicos (SPF - Specific Pathogen Free). Indicada para vacinação subcutânea e "in ovo".

O Informativo Técnico Biovet/Avicultura é uma publicação mensal dirigida aos clientes, fornecedores e colaboradores do Laboratório. O compromisso de qualidade da publicação é o mesmo fir- mado diariamente na nossa planta de produção e repassado a todos os nossos produtos e lançamentos. Os interessados em receber o informativo devem enviar seus dados postais por meio do site www.biovet.com.br

Expediente Publicação mensal do Laboratório Bio-Vet S/A (Rua Coronel José Nunes dos Santos, 639 - Centro - CEP 06730.000 - Vargem Grande Paulista - SP - Tel. 11.4158.8200 - Internet:

www.biovet.com.br). Supervisão: Médico Veterinário Hugo Scanavini Neto. Editora responsável: EiraCom - Registro especial conforme art. 1º do Decreto-lei nº 1.593, de 21 de dezembro de 1977, concedido pela ARF/Itu sob nº de identificação 13876.000763/2001-92 (Senapro/Ministério da Fazenda/Serpro). Jornalista responsável: Alessandro Mancio de Camargo (MTb 24.440). Diagramação: André Chiodo Silva.