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ISSN 1679-0189 Fundado em 1901 Órgão Oficial da Convenção Batista Brasileira Ano CXVI Edição 04 Domingo,
ISSN 1679-0189
Fundado em 1901
Órgão Oficial da Convenção Batista Brasileira
Ano CXVI
Edição 04
Domingo, 22.01.2017
R$ 3,20
Casa Viver em Costa Barros - RJ recebe Encontro de Voluntários O evento, que aconteceu no
Casa Viver em Costa
Barros - RJ recebe
Encontro de Voluntários
O evento, que aconteceu
no início de janeiro, reuniu
cerca de 40 pessoas que
ouviram sobre a visão do
Movimento, os objetivos
do VIVER, conheceram o
espaço e foram apresenta-
das às atividades que vão
acontecer.
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Coluna Contando a nossa história
Notícias do Brasil Batista
Saiba como o
cristianismo Batista
chegou a Maceió
Atletas de Cristo
agradecem a Deus por
mais um ano de bençãos
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Notícias do Brasil Batista
Anúncio
Convenção Batista
do Mato Grosso do Sul
dá posse ao novo
Ministro de Educação
Inscrições para a
Assembleia CBB 2017
estão abertas;
garanta a sua vaga!
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2 o jornal batista – domingo, 22/01/17 reflexão EDITORIAL O JORNAL BATISTA Órgão oficial da Convenção
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o jornal batista – domingo, 22/01/17
reflexão
EDITORIAL
O JORNAL BATISTA
Órgão oficial da Convenção Batista
Brasileira. Semanário Confessional,
doutrinário, inspirativo e noticioso.
Fundado em 10.01.1901
INPI: 006335527 | ISSN: 1679-0189
Lapidar
para crescer
PUBLICAÇÃO DO
CONSELHO GERAL DA CBB
FUNDADOR
W.E. Entzminger
PRESIDENTE
Vanderlei Batista Marins
DIRETOR GERAL
Sócrates Oliveira de Souza
SECRETÁRIA DE REDAÇÃO
Paloma Silva Furtado
J á passou por algum pe -
ríodo na vida em que a
sensação era de estar em
uma fornalha? Você olha
para todos os lados e pare -
(Reg. Profissional - MTB 36263 - RJ)
CONSELHO EDITORIAL
Celso Aloisio Santos Barbosa
Francisco Bonato Pereira
Guilherme Gimenez
Othon Avila
Sandra Natividade
ce não haver solução para
determinado problema ou
resposta para um importan -
te questionamento? Parece
que quanto mais você tenta
escapar, quanto mais você
projeta uma saída fica ainda
mais próximo do fim? Se
ainda não passou por uma
situação assim, sinto informar
que você ainda vai passar! É
o “famoso” deserto que todo
cristão precisa percorrer, a
fim de ser provado, moldado,
lapidado por Deus.
Não sei se você conhece
o trabalho do ourives, mas
uma de suas funções é dar
forma ao ouro bruto. Para
criar uma simples aliança,
por exemplo, o ouro precisa
passar pelo fogo diversas
vezes e em diferentes tem -
peraturas; precisa ganhar
forma e, no final, ainda ser
polido para retirar qualquer
imperfeição ou impureza
que tenha ficado. Com a
nossa vida não é diferente.
Para crescermos e atingirmos
a perfeição que Deus dese -
ja precisamos “passar pelo
fogo” também.
Quanto mais lapidado e
polido o ouro for, mais o
ourives verá sua face e suas
mãos nele. Conosco é igual,
quanto mais provados e mais
auxílio buscamos em Deus,
mais parecidos com Ele se -
remos. Deus quer tratar a
nossa personalidade, o nosso
caráter, quer nos ajudar a
viver os frutos do Espírito.
Tem uma música da can -
tora Suellen Lima, que diz:
se ver. É assim na sua vida,
Deus tem que brilhar! Então
brilha, Deus, quem tem que
aparecer não sou eu!”. E re-
almente assim é que deve
ser. Nós somos o vaso nas
mãos do Oleiro, que traba -
lha constantemente para nos
aperfeiçoar e nos tornar Sua
imagem e semelhança. Que
Deus abençoe sua vida e
faça resplandecer o Seu rosto
sobre ti.
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Anúncios e assinaturas:
jornalbatista@batistas.com
Colaborações:
editor@batistas.com
“Deus tem que refletir, Deus
tem que aparecer; o ouro só
serve se o ourives conseguir
Com carinho,
Paloma Furtado, jornalista,
secretária de Redação de
OJB
REDAÇÃO E
CORRESPONDÊNCIA

Caixa Postal 13334

CEP 20270-972 Rio de Janeiro - RJ

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DIRETORES HISTÓRICOS W.E. Entzminger,

fundador (1901 a 1919); A.B. Detter (1904 e 1907);

S.L. Watson (1920 a 1925); Theodoro Rodrigues Teixeira (1925 a 1940); Moisés Silveira (1940 a 1946); Almir Gonçalves (1946 a 1964);

José dos Reis Pereira

(1964 a 1988); Nilson Dimarzio (1988 a 1995) e Salovi Bernardo (1995 a 2002)

INTERINOS HISTÓRICOS

Zacarias Taylor (1904); A.L. Dunstan (1907); Salomão Ginsburg (1913 a 1914); L.T. Hites (1921 a 1922); e A.B. Christie (1923).

ARTE: Oliverartelucas IMPRESSÃO: Infoglobo

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2 o jornal batista – domingo, 22/01/17 reflexão EDITORIAL O JORNAL BATISTA Órgão oficial da Convenção
2 o jornal batista – domingo, 22/01/17 reflexão EDITORIAL O JORNAL BATISTA Órgão oficial da Convenção
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reflexão

o jornal batista – domingo, 22/01/17

3 o jornal batista – domingo, 22/01/17 bilhete de sorocaba JULIO OLIVEIRA SANCHES Esperança T udo

bilhete de sorocaba

JULIO OLIVEIRA SANCHES

Esperança
Esperança

T udo era raciona - do. Não havia sal, açúcar, soda, sabão, querosene e muitos

outros ingredientes básicos à sobrevivência. Quando um vizinho conseguia um quilo de sal grosso no arma - zém, dividia com amor aos demais. Sal refinado, nem falar. Não havia soda para fabricar o sabão caseiro, o jeito era fabricar o sabão de cinzas. Pendurava-se um saco de cinza e o ume - decia com água. A cinza filtrava a água que caia em um recipiente, e o produto era usado para o fabrico de sabão. O odor era horrível. Mas era o que se conseguia para lavar a roupa e utensí - lios domésticos. O açúcar era substituído pelo melaço de cana de açúcar, que até conseguia diminuir o amar - go do café.

As roupas eram remenda - das. Os colarinhos e punhos das camisas eram reaprovei - tados. Era época de guerra, em 1944, quando as bata - lhas nos fronts eram mais intensas. Finalmente chegou agosto de 1945, e a guerra terminou. Todos se reuni - ram na pequena vila para comemorar. Um enorme buraco no chão, cheio de brasas, servia como chur - rasqueira para o saboroso churrasco de boi a rolete. A confraternização envolvia grandes e pequenos, velhos e moços. Nem tudo voltou ao normal no dia seguinte. As famílias que tinham fi - lhos nos campos de batalhas aguardavam com ansiedade a volta dos soldados queri - dos. Para cada soldado que regressava havia nova festa. Dias difíceis, com choro, muitas lágrimas e alegria.

Todos estavam ansiosos por um novo amanhã. A esperança de dias melhores alimentava a todos. Bom é ter esperança e confiar nas misericórdias divinas que se renovam a cada novo dia (Lamentações 3.22-26). Ao iniciar um novo ano no calendário cristão temos a sensação de estarmos sain- do de um campo de guerra. O ano de 2016 nos deixa um legado de misérias, dor e desespero. Pessoas queri - das desempregadas, cortes necessários nos orçamentos doméstico e eclesiástico, aumento de pessoas baten - do à porta solicitando um prato de comida. A corrup - ção como chaga maligna, sem perspectiva de cura; herança maldita de políticos corruptos que continuam no poder com o intento de per- petuar suas ações macabras;

o senso de justiça que se esvai, sem esperança de ser retomado e aplicado. Esse câncer social faz brotar em cada lugar metástase que conduz ao desespero. A saú- de, a educação, a economia, e o governo estão em caos profundo, sem expectativa de melhores dias. Todos os ingredientes reunidos prontos para eclodir e pôr fim a esta falida Nação. Por isso, as retrospectivas foram trágicas. É a filosofia do mal, quanto pior, melhor. Como salvos, não temos retrospectivas, mas sim pers- pectivas de melhores dias. Olhamos o passado para evitar os erros cometidos. Não ficamos no passado, interessa-nos o futuro. Olhar o amanhã convicto de que o Deus que nos guiou até aqui é Senhor da História. O Se - nhor sente prazer em nos de-

safiar a prosseguir. A ordem é marchar, olhando para Je - sus, Autor e Consumador da fé (Êxodo 14.15 e Hebreus 12.1). Dias difíceis são de - safios a maior consagração, dedicação e submissão ao Senhor. Maior dependência ao Espírito Santo. Como sal- vos, não podemos perder a esperança ou desistir de crer. A cruz sempre aponta para a ressurreição. Esta confirma a volta do Senhor. É tempo de prosseguir. Se necessário, fazer ajustes; administrar com sabedoria o tempo que Deus nos dá. Os recursos diários que o Senhor nos confia devem ser administrados sob Sua orientação. Fazer do melaço de cana saboroso açúcar, gerador da gratidão e fon - te de energia. Mesmo que tudo se perca, não podemos perder a esperança.

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3 o jornal batista – domingo, 22/01/17 bilhete de sorocaba JULIO OLIVEIRA SANCHES Esperança T udo

Keiny Moreira, coordenadora de Missões da CBEES

“Quando ouvi essas coisas, sentei-me e chorei. Passei dias lamentando, jejuando e orando ao Deus dos céus” (Ne 1.4).

A tristeza e aflição de

Neemias, expres -

sas no texto acima,

se deu quando ele

recebeu notícias atualizadas sobre a sua cidade (Jerusa - lém) e o seu povo (Judeus) (Neemias 1.3-4). Neemias era mais um dos exilados que foram levados para o cativeiro por causa da rebel- dia do seu povo, que insistia em pecar contra Deus e, por conta disso, pagou o preço de uma vida de vergonha e escravidão, longe da cidade santa e do templo. O interessante é que Ne -

emias era copeiro do rei Artaxerxes (Neemias 2.1). Por este motivo, gozava de grandes benefícios, vivia uma vida tranquila, sem sofrimen- tos, estava na presença do Rei continuamente e isso lhe possibilitava viver sem preo- cupações. Quando Neemias ouviu sobre a vergonha e deses - perança pelo qual passava o seu povo, a sua reação foi de compaixão. Mesmo com

uma vida tranquila na copa do Rei, ele não se conformou com a situação do seu povo e de sua cidade. O nome Neemias signi - fica “O Senhor consola”. Ele nasceu para isso, a sua missão era compartilhar o Amor de Deus. Ele não se acomodou, buscou os meios necessários para mu - dar a realidade do seu povo. Com a autoridade e recursos disponibilizados pelo Rei

Artaxerxes (Neemias 2.1-9), e com muito trabalho, Nee - mias cumpre a sua missão de reconstrução. “O muro ficou pronto no vigésimo quinto dia de elul, em cin - quenta e dois dias” (Nee - mias 6.15). Nós, Batistas, já temos a autoridade e os recursos dis- ponibilizados pelo “Reis dos Reis”. Então, sem demora, vamos compartilhar o Amor do Senhor a cada brasileiro.

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o jornal batista – domingo, 22/01/17

reflexão

4 o jornal batista – domingo, 22/01/17 A oração que agrada a Deus Juvenal Netto, colaborador
4 o jornal batista – domingo, 22/01/17 A oração que agrada a Deus Juvenal Netto, colaborador

A oração que agrada a Deus

Juvenal Netto, colaborador

de OJB

T emos visto muitas

pessoas ao se referi -

rem à oração utilizar

a expressão “oração

forte”. Na verdade, não existe

“oração forte”, o que pode

existir é uma oração vazia, re-

sultado de uma vida que não

possui um relacionamento ín-

timo com Deus. Em nenhum

momento essa expressão apa-

rece nas Escrituras.

Jesus ensina aos seus discípu-

los como deve ser este diálogo

com Deus. Ele adverte quanto

àqueles que usavam as orações

para tentar impressionar ou-

tras pessoas, para demonstrar

uma espiritualidade acima da

média. A única preocupação

dos homens deveria ser a de

agradar a Deus, orando em

secreto, longe dos holofotes.

Jesus faz questão de frisar que

não seria preciso utilizar meras

repetições como se Deus fosse

surdo; as repetições indicariam,

ao contrário do que muitos

pensam, incredulidade e não

fé, além de tornar a oração um

mecanismo automático e sem

raciocínio, ou seja, deixa de ser

um diálogo, uma conversa em

que a mente esteja focada no

Todo-Poderoso (Mateus 6.5-8).

Oração forte é aquela que

obedece aos seguintes fun -

damentos da oração modelo

ensinada por Jesus, mais co-

nhecida como “Pai Nosso”

(Mateus 6.9-13):

“Pai nosso” - Essa expres -

são aniquila o egoísmo hu -

mano e nos faz lembrar que é

nosso dever fazê-lO conheci-

do a todos aqueles que ainda

não O temem.

“Santificado seja o Teu

nome” - Deus é Único, Se -

nhor, Criador de todas as

coisas. Devemos exaltá-lO a

todo o tempo. Os seres celes-

tiais estão sempre prostrados,

dizendo: “Santo, Santo, Santo

é o Senhor dos Exércitos”.

“Venha o Teu Reino” - A

única forma de trazer luz as

trevas deste mundo é a pre -

sença de pessoas totalmente

submissas a Cristo. À medida

que isso acontece, o Reino

de Deus se faz presente.

“Faça-se a Tua vontade”

  • - Aquele que põe a sua con-

fiança em Cristo sabe que a

Sua vontade é agradável, boa

e perfeita, mesmo quando

diz “não” diante de nossas

insistentes petições.

“O pão nosso de cada dia”

  • - Cada vez que nos aproxima-

mos dEle, devemos expressar

a nossa total dependência.

Ele é o ar que nós respiramos.

Devemos reconhecer isso a

cada oração feita.

“Perdoa as nossas dívidas,

assim como nós

...

- Peca -

mos todos os dias e a todo o

-

NA ATUALIDADE OLAVO FEIJÓ pastor, professor de Psicologia GOTAS BÍBLICAS
NA ATUALIDADE
OLAVO FEIJÓ
pastor, professor de Psicologia
GOTAS BÍBLICAS

Irei diante de ti

“Assim diz o Senhor ao seu

ungido, a Ciro, a quem tomo

pela mão direita, para abater

as nações diante de sua face,

e descingir os lombos dos

reis, para abrir diante dele

as portas, e as portas não se

fecharão” (Is 45.1).

O Senhor afirma

Sua autoridade

universal. Ba -

seado nela, Ele

declara, através do profeta

Isaías, que usará Ciro, rei

da Pérsia, para cumprir Suas

promessas de restauração do

Seu povo. Diz a profecia: “O

Senhor Deus diz a Ciro: - Eu

irei na sua frente e aplainarei

as montanhas. Arrebentarei

portões de bronze e quebra-

rei as suas trancas de ferro”

(Is 45.1-2).

Alguns de nós, como cris-

tãos, sofremos do mal da

autossuficiência. Nós acre -

ditamos que, nos dando a

inteligência, o Senhor nos

liberou de nos submetermos

à Sua soberania total na his-

tória. O objetivo, entretanto,

de recebermos a inteligência

foi o de usarmos do Seu bom

senso divino, no processo

de estabelecimento do Seu

Reino. A experiência nos

ensina que as coisas do mun-

do funcionam para o bem

quando olhamos para Ciro,

não simplesmente como um

rei estrangeiro, mas como o

concretizador dos projetos

do Senhor.

É bem possível que até o

rei Ciro tenha sentido certa

estranheza, quando ouviu

Isaías. Isso explica porque

Jeová teve que garantir: “Eu

irei na sua frente e aplainarei

as montanhas”. As ordens

que Deus nos dá não têm a

obrigação de seguir a lógi -

ca humana. Por isso, nossa

tarefa, quando convocados

por Deus, não é a de perder

tempo e energia tentando ver

se a convocação faz sentido.

Quando nos chama, Sua voz

já vem à nossa frente. Isto

deveria diminuir nossa autos-

suficiência.

momento, por isso, sempre

se faz necessário que con -

fessemos as nossas culpas e,

não somente isso, mas, nos

lembremos de que é con -

dicional para recebermos

o Seu perdão que também

perdoemos aqueles que nos

ofenderam.

“E não nos deixe cair em

tentação” - Somos presas

fáceis para os demônios,

por isso devemos suplicar a

Deus a Sua proteção contra

os ataques ferozes destes

seres espirituais.

Portanto, oração forte é

aquela que é feita por um co-

ração contrito (Salmos 34.18;

51.17), de alguém que sabe

quem é Deus, não apenas

de ouvir falar, mas, pela sua

própria experiência (Jó 42.5).

Oração forte é aquela em que

reconhecemos a nossa insig-

nificância como aquele pai

de um menino possesso que

disse para Jesus: Ajuda

...

-me na minha falta de fé”

(Mc 9.24b). Jesus ouviu a sua

oração e libertou o menino,

mesmo diante de uma con -

fissão terrível como aquela

(Marcos 9.14-29).

Oração forte é aquela em

que depositamos a confiança

inabalável no caráter de um

Deus fiel, que estará sem -

pre pronto a ouvir o clamor

de um ser que o reconhece

como tal.

Oração

4 o jornal batista – domingo, 22/01/17 A oração que agrada a Deus Juvenal Netto, colaborador

Cleverson Pereira do Valle,

pastor, colaborador de OJB

O s 5 princípios

da Igreja Multi -

plicadora são:

Oração, Forma -

ção de Líderes, Plantação

de Igrejas, Evangelização

Discipuladora e Compaixão

e Graça. Quero pensar a res-

peito da oração, afinal, o que

significa orar?

Orar é falar com Deus, é

conversar com nosso Pai que

está no céu. Precisamos valo-

rizar mais este tempo de ora-

ção. Quando eu era adoles-

cente participei de um acam-

pamento da Apec e aprendi

a expressão “Momento a sós

com Deus”. Muitas vezes, a

correria do dia a dia leva-nos

a abandonar este “Momento

a sós com Deus”, ou seja, o

tempo de oração.

O que falar com Deus em

nosso tempo de oração? Po-

demos começar agradecen -

do. Em I Tessalonicenses

5.18 diz: “Em tudo dai gra -

ças”. Precisamos ser gratos a

Deus em todas as circunstân-

cias. Aprenda a orar a oração

de gratidão. Nosso tempo

de oração é um momento

para louvar e adorar a Deus.

Reconheça os atributos dEle,

louve a Deus sempre.

Não podemos esquecer da

confissão de pecados. Não

somos perfeitos, buscamos

a perfeição. Ao reconhecer

os nossos erros (pecados) é

necessário pedir perdão a

Deus e abandonar o pecado.

No momento a sós com

Deus interceda por seus fa -

miliares, parentes, amigos,

colegas, vizinhos, missioná-

rios, a vida do seu pastor,

a liderança da Igreja. Não

deixe de interceder sempre

em favor de todos.

As petições também fazem

parte do nosso tempo de

oração, peça a Deus sabedo-

ria, discernimento espiritual,

peça a Deus a respeito de

uma necessidade sua em par-

ticular, peça a Deus que sal-

ve os perdidos e use sua vida

para proclamar o Evangelho.

A Bíblia ensina a orar sem

cessar. Li uma frase que di -

zia: “Alguns de nós, em vez

de orar sem cessar, cessam

de orar”. Como vai a sua

vida de oração? Não deixe

de orar!

5
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reflexão

o jornal batista – domingo, 22/01/17

5 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Os massacres de Manaus e Roraima e nossa pregação

Os massacres de Manaus e Roraima e nossa pregação sobre o inferno

5 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Os massacres de Manaus e Roraima e nossa pregação

Genevaldo Bertune, pastor

adjunto na Igreja Batista de

Higienópolis – SP

“E assim, chegou

o dia em que o

mendigo mor -

reu e os anjos

o levaram para junto de

Abraão. Entretanto, o homem

rico também morreu e foi se-

pultado. Mas no Hades, onde

estava em tormentos, ele

olhou para cima e observou

Abraão ao longe, com Lázaro

ao seu lado. Então, gritou:

‘Pai Abraão! Tem compaixão

de mim e manda a Lázaro

que molhe em água a pon -

ta do dedo e me refresque

a língua, porquanto estou

sofrendo muito em meio a

estas chamas!’ No entanto,

Abraão lhe replicou: ‘Filho,

recorda-te de que recebeste

todos os teus bens durante a

tua vida, e Lázaro foi afligido

por muitos males. Agora,

entretanto, aqui ele está sen-

do consolado, enquanto tu

estás padecendo. E, além do

mais, foi colocado um gran-

de abismo entre nós e vós, de

maneira que os que desejem

passar daqui para vós outros

não consigam, tampouco

passem de lá para o nosso

lado’. Diante disso, suplicou:

‘Pai, então eu te imploro que

mandes Lázaro à casa de

meu pai, pois tenho cinco

irmãos. Permite que ele os

avise, a fim de que eles tam-

bém não venham para este

terrível lugar de sofrimento’”

(Lucas 16.22-28).

A necessidade de estarmos

“politicamente corretos” tem

afastado nossos púlpitos de

alguns temas. Qual pastor

tem pregado sobre o inferno

nos últimos tempos? Esse é

um tema que provoca ruptura

cultural, nos descontextuali-

za, pois é desconfortável e

fora de moda. No entanto,

o Novo Testamento traz 20

vezes esta palavra. Jesus não

teve nenhuma dificuldade

em falar claramente quanto

ao destino final dos perdidos:

“E, não temais os que matam

o corpo, mas não têm poder

para matar a alma. Temei an-

tes, aquele que pode destruir

no inferno tanto a alma como

o corpo”; “Cobras venenosas,

ninho de víboras! Como es-

capareis da condenação do

inferno?” (Mt 10.28; 23.33).

Não pregamos sobre o in-

ferno porque achamos que

o conteúdo da sua mensa -

gem sobre uma condena -

ção eterna ao ímpio, bem

como um “tormento eterno”

ou um “sofrimento eterno”

não condizem com nossa

imagem de um Deus que é

amor, perdão, bondade e

misericórdia. Agora, quero

que pensem em tudo o que

Deus já fez pelo homem

em Cristo, permitindo que a

salvação não seja o resultado

de um esforço, mas de uma

decisão, da aceitação de um

presente, do reconhecimento

de uma situação; permitindo

que até mesmo um ladrão,

um assassino, em seu último

momento, pudesse trocar de

lado, de posição, de destino

final, por simplesmente olhar

para Jesus e implorar seu

perdão. Deus ama o homem,

o pecador, mas odeia o pe -

cado, a impiedade humana

(Romanos 1.18-32).

Agora, pensemos nestes

massacres de Manaus e Ro -

raima, nestes quase 100 pre-

sos que após uma condena-

ção e uma vida miserável,

em condições animalescas

e sub-humanas, tiveram um

fim tão trágico para suas vi -

das. Pensemos no fato de

que este fim trágico ainda

não colocou um fim na his-

tória de horror e sofrimento

destas pessoas do ponto de

vista do acerto com Deus

- assim como a morte de

qualquer um de nós também

não coloca. Se estas pessoas

tivessem a oportunidade de

vislumbrar esta realidade,

será que não tomariam uma

outra decisão em suas vidas?

Em sua lógica humana, quan-

do o homem quer diminuir a

criminalidade, ele aumenta a

pena, o castigo, chegando até

mesmo à pena de morte (mas

isso é somente uma lógica

humana). É por isso que digo

que temos falhado para com

nossa geração em não pregar

mais sobre a realidade do

inferno, tal como Jesus fez.

O pastor Ronaldo Lidório,

em um de seus artigos, diz

que “O inferno é uma tragé-

dia sem precedentes. Não é

assunto a ser defendido com

empolgação, mas reconheci-

do com profundo lamento”.

Eu diria: Não é assunto a ser

defendido com empolgação,

mas a ser pregado por uma

extrema necessidade huma -

na, por amor aos perdidos,

e por obediência à Palavra

Divina.

5 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Os massacres de Manaus e Roraima e nossa pregação
Antes que venha o fim
Antes que
venha o fim

Celson Vargas, pastor,

colaborar de OJB

“Mas a respeito daquele

dia e hora ninguém sabe,

nem os anjos dos céus, nem

o Filho, senão somente o

Pai” (Mt 24.36).

“D aquele dia

e

h o r a ”

r e f e r e - s e

ao final de

todas as coisas que existem

neste mundo, ou o dia do

Juízo Final. Será marcado

pela volta de Jesus em po -

der e glória, como justo Juiz

para colocar diante de Si

todos que passaram por este

mundo. Ninguém, a não ser

o Criador, sabe o tempo de

sua ocorrência; penso que

para que todos nós esteja -

mos sempre preparados para

aquele dia. O sincero desejo

do coração de Deus é que

todos assim estejamos, e,

para que assim o seja, Ele,

pela Sua Palavra, nos orienta

através ensinos realizados

por Jesus, sobre o fim. Veja-

mos os principais:

Os sinais que precederão

o fim: Surgimento de falsos

profetas, alguns até se apre-

sentando como o próprio

Cristo; surgimento de guer -

ras e ameaças de guerras, mi-

sérias, manifestações extraor-

dinárias e inéditas da natu -

reza (maremotos, furacões,

terremotos); perseguição aos

que pregam a Bíblia em sua

essência; aumento do peca -

do e de sua relativização,

como exemplos, podemos

citar a desestruturação da

família instituída por Deus,

através das separações, aban-

dono de filhos, seja de forma

literal ou quando, mesmo

os mantendo em nossas ca -

sas, não lhes prestamos a

devida dedicação que a eles

devemos; a união afetiva

de pessoas de mesmo sexo,

que é uma das maiores abo-

minações às leis de Deus,

que criou macho e fêmea

para essa união fecunda e

multiplicadora (Gênesis 1.27

e 28); a extinção crescente

da prática do amor. “E por

se multiplicar a iniquidade,

o amor se esfriará de quase

todos” (Mt 24.12).

A seguir acontecerá a ma -

nifestação do “anticristo”

que, após obter grande po -

der e influência sobre todo

o mundo, combaterá violen-

tamente todos os seguidores

de Cristo e Sua causa, exi -

gindo, por fim, sob pena de

morte, adoração a ele. Essa

é a chamada metade final da

grande tribulação, e, então

virá o fim. Jesus derrotará

o anticristo e o lançará no

lago de fogo juntamente

ao Diabo. Leia isso em Ma -

teus 24.15-31 e Apocalipse

19.19-20; 20.10-15.

Antes que venha o fim,

devemos nos preparar para

esse infalível decreto de

Deus. Nossa preparação é

por Jesus. Ele veio a nós e

nos justificou de nossos pe-

cados por Sua morte sacrifi-

cial. Nossa parte nesse plano

é irmos a Ele em fé, reconhe-

cer, arrepender dos nossos

pecados e clamar a Ele que

nos perdoe. “Arrependei -

-vos, pois, e convertei-vos

para serem cancelados os

vossos pecados” (At 3.19).

Isso é questão pessoal.

6 o jornal batista – domingo, 22/01/17 reflexão Contando a Nossa História Pr. Francisco Bonato Pereira,
6
o jornal batista – domingo, 22/01/17
reflexão
Contando
a Nossa
História
Pr. Francisco
Bonato Pereira,
historiador,
da Comissão
de Historia da
CBPE e do IAHGP
- Instituto
Arqueológico
Histórico e
PIB de Maceió
(1885): o
cristianismo
Batista chega a
Maceió (1885)
Geográfico
Pernambucano
6 o jornal batista – domingo, 22/01/17 reflexão Contando a Nossa História Pr. Francisco Bonato Pereira,

Templo da PIB Maceió - AL

6 o jornal batista – domingo, 22/01/17 reflexão Contando a Nossa História Pr. Francisco Bonato Pereira,

Wandragesilo Mello Lins, membro fundador da PIB Maceió, depois enviado para evangelizar no Recife

6 o jornal batista – domingo, 22/01/17 reflexão Contando a Nossa História Pr. Francisco Bonato Pereira,

Antônio Teixeira de Albuquerque, primeiro pastor da PIB Maceio (1885-1888)

6 o jornal batista – domingo, 22/01/17 reflexão Contando a Nossa História Pr. Francisco Bonato Pereira,

Zacarias Taylor, presidente do Concilio de Organização da PIB Maceio (1885)

O s membros da

Igreja Batista em

Santa Bárbara

(1871), em São

Paulo, clamaram a Deus e aos

patrícios norte-americanos

por obreiros para pregar o

Evangelho de Cristo no Brasil,

chegando aos casais Anna e

William Buck Bagby (1881) e

Kate e Zacarias Taylor (1882),

aos quais se uniu o pastor An-

tonio Teixeira de Albuquer-

que. O grupo se dirigiu a Sal-

vador - BA, onde organizou

a Primeira Igreja Batista da

Bahia (15.10.1982). Consoli-

dada Igreja (1884), o casal Ba-

gby resolveu expandir a obra,

indo para o Distrito Federal,

onde organizou a PIB do Rio

de Janeiro (24.08.1884), com

os membros Anne Luther e

William Buck Bagby (norte-

-americanos), Mary O´Rourke

(escocesa) e Elizabeth Willia-

ms (inglesa). Era a quarta Igre-

ja Batista no Brasil.

Antonio Teixeira de Albu-

querque, na mesma época,

levou a mensagem do Evan-

gelho de Cristo à família e

aos amigos em Rio Largo e

Maceió - AL. Enviara, antes,

alguns textos a respeito do

Evangelho e as razões porque

deixara o sacerdócio católico

romano - “Três razões porque

deixei a Igreja de Roma”, os

da minha chegada, e outros

mais uma pessoa depois que

A PIB de Maceió - AL é a

quais causam grande impres-

três durante a minha estada

enviou o relatório, conforme

célula-mãe da PIB do Recife,

são naqueles que os leram.

ali, perfazendo um total de

se lê acima. Assim, a Igreja

em Pernambuco (1886) e das

O pastor Antônio Teixeira

seis batizados em Maceió.

lá (a de Maceió) tem agora

Igrejas Batistas de Alagoas:

de Albuquerque veio a Ma -

Em 17 de maio, depois de

13 membros (

)”

(TAYLOR,

Rio Largo (1900), Penedo

ceió e durante duas semanas

oração, organizamos a Primei-

Z. C. apud OLIVEIRA, Bet -

(1901), Atalaia (1907), Nova

esteve pregando o Evangelho,

ra Igreja Batista de Maceió,

ty Antunes, CENTELHA EM

Sião (1913), São Miguel dos

quando se converteram quatro

com dez membros. O senhor

RESTOLHO SECO: Uma Con-

Milagres (1919), União dos

pessoas, que foram batizadas.

Teixeira, a esposa e o filho,

tribuição para a História dos

Palmares (1921), Tatuamunha

Chegando Zacarias Taylor a

com suas cartas da Bahia, e

Primórdios do Trabalho Batis-

(Porto Calvo, 1922), Betel

Maceió, acompanhado de

o irmão Lins, entraram na

ta no Brasil, Nova Vida: 2005,

(1924), Pilar (1921) e Vitória

Wandregesilo de Mello Lins,

organização. No domingo se-

São Paulo, pp. 302-303).

 

(Quebrangulo, 1924). Através

que fora batizado no Recife,

guinte celebramos a Ceia do

 

A PIB de Maceió era a quin-

da PIB do Recife (1885) foram

resolveram organizar a Igreja.

Senhor” (TAYLOR, Z. C. apud

ta Igreja Batista organizada

plantadas Igrejas em Pernam-

A Igreja Batista de Maceió,

OLIVEIRA, Betty Antunes,

em solo brasileiro. Um ma -

buco, Paraíba, Rio Grande do

mais tarde PIB Maceió, foi

CENTELHA EM RESTOLHO

nuscrito, sem data, encon -

Norte e Ceará e, da IB Penedo

organizada em 17 de maio de

SECO: Uma Contribuição

trado no arquivo da Junta de

(1901), por seu turno, as Igre-

1885 sob a direção dos pasto-

para a História dos Primórdios

Richmond, atribuído a Taylor,

jas Batistas de Sergipe: PIB de

res Zacarias Taylor e Antonio

do Trabalho Batista no Brasil,

traz informações sobre a Igre-

Aracaju (1913) e IB Neópolis

Teixeira de Albuquerque,

Nova Vida: 2005, São Paulo,

ja Batista de Maceió - AL: “ ...

(1924), de modo que as Igrejas

com dez membros: Antonio

pp. 266-267).

 

Passado algum tempo, ele (o

Batistas de Alagoas, Pernam-

Teixeira de Albuquerque,

Nas duas semanas seguintes

pai de Teixeira) fora batizado.

buco, Paraíba, Rio Grande do

Senhorinha Teixeira de Al -

à organização da Igreja foram

Também foram batizadas sua

Norte, Sergipe e Ceará têm

buquerque, Antonio Teixeira

realizados cultos de pregação

esposa e uma tia, cujos nomes

origem na PIB Maceió.

Filho, Wandregesilo de Mello

em todas as noites, de modo

não foram mencionados.” ( ) ...

Wandregesilo de Mello

Lins, João Batista e outros cin-

que, ao final destas, havia

...

Um incidente provocara

Lins, o primeiro Batista con-

co convertidos em Maceió. O

mais de uma dúzia de inte -

a morte de Teixeira, depois

vertido em Pernambuco

missionário Taylor, em comu-

ressados. Taylor, no Relatório

de um trabalho que levara a

(1885), após a organização

nicação à Junta de Richmond,

de 20 de julho de 1885, in-

Igreja a alcançar o número de

da PIB Maceió, foi consagra-

narrou o fato: “Depois de ter

formou que o pastor Teixeira

oitenta membros.” (

...

)

...

João

do ao ministério da Palavra e

estado dez dias em Pernam-

de Albuquerque havia prega-

Batista, de 24 anos, o primeiro

enviado a pregar o Evangelho

buco, fui para Maceió de na-

do 15 sermões, realizado 22

homem batizado em Maceió

em Recife.

vio, em companhia do irmão

visitas a famílias, em quase

e que se tornara pregador

Na próxima Coluna fala -

Melo Lins. Encontramos o Se-

todos os dias, e efetuara oito

exemplar, fora designado para

remos da sua missão e da

nhor Teixeira cercado de um

batismos, entre novembro

assumir a responsabilidade da

organização da PIB do Recife

pequeno grupo de fiéis, bata-

de 1884 e junho de1886,

igreja de Maceió.” (transcrito

(1886). Ao Senhor toda honra

lhando contra as dificuldades.

trazendo ainda uma observa-

in OLIVEIRA, Betty Antunes,

e glória e louvor sejam dados

Um deles foi batizado antes

ção: “(

)

Sr. Teixeira batizou

opus cit, p. 267-268.

 

hoje e para sempre. Amém!

7
7

missões nacionais

o jornal batista – domingo, 22/01/17

7 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Casa Viver em Costa Barros - RJ recebe Encontro

Casa Viver em Costa Barros - RJ recebe Encontro de Voluntários

A Casa Viver em Cos-

ta Barros - RJ rece -

beu o 1º Encontro

de Voluntários no

início deste mês e já está pro-

movendo atividades para a

comunidade. O Movimento

VIVER vai levar às crianças e

adolescentes locais a possibi-

lidade de participar de diver-

sas atividades, como esportes,

artes e aulas de reforço, e a

pensarem em boas escolhas

para suas vidas. O movimento

proporciona também a opor-

tunidade de levar a Palavra

de Deus e impactar a vida

das crianças e adolescentes

atendidos e suas famílias.

No encontro, cerca de 40

pessoas ouviram sobre a visão

do Movimento, os objetivos

do VIVER, conheceram o es-

paço e foram apresentadas às

atividades que vão acontecer.

Dessa forma, os voluntários

puderam saber de que forma

cada um pode auxiliar no fun-

cionamento do Projeto.

Crianças da comunidade já

estão inseridas nas primeiras

atividades: futebol na terça e

quinta, pela manhã; dança, na

terça pela manhã; e atividades

de recreação, no sábado pela

manhã. A partir de fevereiro, a

Casa deve receber mais ativi-

7 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Casa Viver em Costa Barros - RJ recebe Encontro

Momento devocional na Casa VIVER

7 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Casa Viver em Costa Barros - RJ recebe Encontro

Esportes na Casa VIVER, em Costa Barros - RJ

7 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Casa Viver em Costa Barros - RJ recebe Encontro

Encontro de voluntários na Casa VIVER, em Costa Barros - RJ

dades, como aula de reforço,

inglês e artes marciais.

“A comunidade está com

grande expectativa do Projeto,

tendo em vista que não tem

nenhuma inciativa na comuni-

dade. Eles veem na Casa Viver

uma oportunidade diferente

para suas crianças”, contou

nossa missionária Laíse Félix.

Faça parte desse

Movimento

Torne-se um voluntário

e seja bênção na vida das

crianças e adolescentes da

sua comunidade. Saiba como

participar do Movimento

VIVER com sua Igreja ou

instituição: http://www.movi-

mentoviverjmn.org.br/.

Capelania Hospitalar em SP presencia história de cura e transformação

N ossa missionária

Anne Bertolino

Fleury terminou o

ano de 2016 agra-

decendo ao Senhor pelas

bênçãos que tem visto no

Projeto de Capelania Hospi-

talar em São Paulo. Dentre as

muitas experiências que tem

vivido no campo, ela não

pôde deixar de dar graças por

um grande milagre que pre-

senciou na vida de um dos

pacientes acompanhados.

Anne contou que um ho -

mem que tinha uma doença

cerebrovascular muito com-

plicada teve movimentos de

braços e pernas paralisados,

parou de se comunicar ver -

balmente, após uma traque-

ostomia e chegou a ir para a

UTI. Mesmo assim, ela não

deixou de acompanhá-lo,

tentar entendê-lo, ler a Bíblia

e orar por ele. Após um tem-

po, nossa missionária viu o

quadro de saúde dele mudar

completamente.

“Ele foi milagrosamente

curado por Deus. E me agra-

deceu por nunca ter desistido

dele e por ter lhe dado o

melhor presente: a Palavra

de Deus. Recebeu alta e, aos

poucos, os movimentos das

mãos e dos braços voltaram,

logo abandonou a cadeira

de rodas, voltou a andar,

dirigir. Hoje está totalmente

recuperado”, contou nossa

missionária.

No fim do ano de 2016,

mais uma boa notícia: o ho-

mem, já recuperado e con -

vertido a Cristo através da

pregação de nossa missioná-

ria, desceu às águas e con -

fessou publicamente sua fé

em Jesus.

Muitos têm sido transfor -

mados por Cristo Jesus e to-

dos que intercedem e enviam

recursos fazem parte desta

grande obra. É por isso que

agradecemos a Deus pela vida

de cada parceiro que se envol-

ve com missões nacionais.

7 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Casa Viver em Costa Barros - RJ recebe Encontro
8
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o jornal batista – domingo, 22/01/17

notícias do brasil batista

8 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Amando ao Senhor; Correndo juntos; Alcançando a muitos “Procura
Amando ao Senhor; Correndo juntos; Alcançando a muitos “Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; cuida
Amando ao Senhor; Correndo
juntos; Alcançando a muitos
“Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; cuida bem dos teus rebanhos” (Pv 27.23)
Anos atrás, enquanto lia o livro de Provérbios, deparei-me com o versículo que está no início desta minha carta para você. Ele “colou” na minha
mente e fiquei por uns dois dias pensando a respeito e lembrando de alguns atletas que haviam passado pelo grupo local no Rio e que tomaram
a decisão de seguir a Cristo, mas, eu não tinha notícias deles e de como estavam se relacionando com Jesus. Incomodado pelo Senhor, decidi
procurar notícias sobre onde estavam, e depois de conversar com Ione, peguei o meu carro, saí de Niterói e fui parar em Uberlândia - MG, já na
divisa com Goiás, onde fiquei por dois dias conversando com um atleta que vivia lá e que descobri que realmente passava por tempos difíceis.
Passei por algumas cidades fazendo o mesmo, e a última delas foi Campinas - SP, pois estavam jogando lá dois atletas que haviam se conver-
tido no Rio. Cheguei a tarde, já quase no término do treino, e um deles abriu as portas da sua casa para me hospedar naquela noite, e pudemos
conversar até bem tarde sobre a sua vida com Cristo. Outro me perguntou até quando ficaria em Campinas e, diante da minha resposta, me
convidou para almoçar com ele.
No dia seguinte, depois do treino da manhã, fomos almoçar. Sentamo-nos em um local que tinha uma linda vista para um parque de onde se
podia ver o carro dele estacionado em frente a churrascaria e começamos a conversar, até que fiz a pergunta: “Então meu amigo, como está a sua
vida? Lembra-se de quando você era da equipe de juniores lá no Rio e eu passava todas as semanas no clube para pegar você e levar na casa do
Jorginho para as nossas reuniões de atletas? Lembra de que algumas vezes você dizia ao meu ouvido: ‘Zick, compra um pão doce pra mim ali na
padaria porque estou com fome, e eu comprava pra você?’. Pois é, o tempo passou, hoje você está me trazendo pra almoçar nessa churrascaria
fera, que nem sei quanto custa, mas não estou preocupado porque hoje é você que vai pagar, estou vendo o seu carrão lá fora, muito diferente
daquele júnior que pedia carona e pão doce. Deus está sendo tão bom e generoso com você e o que você tem feito com Ele na sua vida? Onde
está o Deus que você conheceu lá no Rio, hoje?”.
Eu sabia que ele estava bem afastado de Deus e vivendo de forma totalmente contrária aos ensinamento bíblicos. Ele olhou para mim, e seus
olhos começaram a encher-se de lágrimas. Passamos a tarde conversando a respeito da sua vida, ele orou pedindo perdão a Deus e assumindo o
compromisso de acertar o que tinha de errado em sua vida, o que efetivamente o fez, e até hoje depois de já ter encerrado a carreira, há vários
anos permanece fiel.
Estamos iniciando um novo ano e, quem sabe, não é esta a hora certa de fazermos uma análise em nossas vidas e saber se tem algo que está
atrapalhando a nossa caminhada com Deus? E se descobrirmos que existe alguma coisa, é o tempo certo para abandonarmos e iniciarmos 2017
com o propósito de viver a vida que Deus tem planejado para nós!
No real Amor de Cristo,
Zickione, Atletas de Cristo/Rio
Notícias de dezembro de 2016
Agradeço as suas orações e peço que continue a orar em 2017, pois pretendemos reiniciar
as reuniões do grupo local do Rio no dia 06/02/2017, em local ainda a ser definido.
Durante o ano pedi as orações pelo Congresso de Atletas de Cristo no Rio de Janeiro. Ele
aconteceu de 16 a 18 de dezembro de 2016 e foram dias de muitas bênçãos, com decisões
feitas nas vidas de vários atletas, quer para salvação, ou consagração da vida ao Senhor.
Quero agradecer a cada um de vocês que estiveram orando e peço agora que agradeçam a
Deus conosco pelos resultados. Nas fotos está só uma pequena amostra do que foram aqueles
dias.
Atletas de Cristo/Rio - e-mail: ezequielluz@hotmail.com - tel. (21) 99981-5428 (Vivo)
8 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Amando ao Senhor; Correndo juntos; Alcançando a muitos “Procura
8 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Amando ao Senhor; Correndo juntos; Alcançando a muitos “Procura
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notícias do brasil batista

10 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Conselho de Educação da CBSM dá posse a ministro

Conselho de Educação da CBSM dá posse a ministro de Educação

William Jonair Salgado

da Silva, presidente do

Conselho de Educação da

Convenção Batista Sul-

Mato-Grossense

O C o n s e l h o

d e

E d u c a ç ã o

d a

Convenção Ba -

tista Sul-Mato -

-Grossense (CBSM), em sua

Assembleia ocorrida dia 30

de novembro de 2016, deu

posse ao pastor Paulo José da

Silva como ministro de Edu-

cação da Convenção Batista

Sul-Mato-Grossense. Nessa

função, o pastor Paulo José

passa a ser o representante

legal da Instituição de Ensi -

no Teológico da CBSM, o

Seminário Batista Sul-Mato -

-Grossense.

Nossa oração é que Deus

use a vida do pastor Paulo

José da Silva poderosamente

no exercício de mais essa

função, e conclamamos aos

irmãos para interceder dia -

riamente por sua vida e con-

tinuar cooperando com essa

obra enviando seus obreiros

para capacitação.

Sabemos que a Seara é

grande e pouco são os cei -

feiros, por isso, oremos para

que o nosso Deus desperte

cada dia mais vocacionados

para, com grande ardor e

amor, desempenhar seus cha-

mados e, como liderança Ba-

tista, nos encha de sabedoria

na condução desse trabalho.

Nesse ensejo, aproveita -

mos para desejar a cada um

dos irmãos Batistas do Mato

Grosso do Sul um feliz 2017.

Que o nosso bom Deus reno-

ve suas forças e estratégias

para um novo ano cheio de

realizações. No desejo de

juntos continuarmos avan -

çando na proclamação do

Evangelho, certos de que a

obra não pode parar, despe-

dimo-nos.

10 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Conselho de Educação da CBSM dá posse a ministro

Efetivação da posse foi fechada com oração

Pastor Jabes Nogueira:

80 anos de vida abundante

10 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Conselho de Educação da CBSM dá posse a ministro

Pastor Jabes Nogueira, ladeado pela esposa Idéa, cunhada Ycléa Cervino, familiares e irmãos em Cristo

10 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Conselho de Educação da CBSM dá posse a ministro

Assistência ao culto de gratidão

10 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Conselho de Educação da CBSM dá posse a ministro

Coral Vozes de Sião sob a regência do maestro Rivaldo Dantas.

Emília Cervino Nogueira,

filha primogênita do pastor

Jabes Nogueira

N o dia 08 de janei-

ro de 1937, Jabes

Nogueira chegou

ao lar de Apolônio

e Mundinha, o último de 12

filhos. Jabes passou sua infân-

cia em Corrente - PI, alternan-

do entre os estudos no Insti-

tuto Batista Correntino e as

férias na Fazenda Espingarda.

Quando era menino, Jabes

viu seu pai, Apolônio, grave-

mente enfermo. Jabes foi ao

fundo do quintal de sua casa

e pediu ao Senhor que seu pai

não morresse, pelo menos até

ele completar 15 anos. Deus

o atendeu, seu genitor foi

curado e viveu exatamente

até que Jabes completasse 15

anos de idade.

Aos 17 anos foi morar com

sua irmã em Anápolis - GO,

a fim de continuar seus es -

tudos. Lá, Deus o chamou

para o ministério. Segundo

ele, a convivência com o

pastor Elias Brito, seu cunha-

do, foi seu primeiro e mais

profundo preparo para o

pastorado. Em 1961 foi a

Recife - PE estudar no Semi-

nário Teológico Batista do

Norte. Enquanto seminarista,

trabalhou na Igreja Batista

do Feitosa, onde conheceu

aquela que viria a ser sua

esposa, Idéa Cervino.

O ano de 1964 foi marcan-

te em sua vida. No mês de

janeiro daquele ano casou-se

e foi consagrado ao ministé-

rio da Igreja Batista de Santa

Rita, na Paraíba. Chega ao fi-

nal do ano, nasce sua primei-

ra filha, e foi quando recebeu

também o convite para pasto-

rear a Primeira Igreja Batista

de Aracaju (PIBA). Logo no

ano seguinte, mudou-se para

Aracaju, onde, pela Graça de

Deus, tem vivido até hoje.

Na bela cidade dos Cajuei-

ros, em Aracaju, a família

cresceu. Deus lhe deu mais

três filhos, duas noras e um

neto. Foi pastor titular da

Primeira Igreja Batista de

Aracaju por 43 anos, Igreja

que ama profundamente. Re-

cebeu os títulos de Cidadão

Aracajuano e Sergipano. Pre-

gou, batizou, casou, apresen-

tou crianças, dirigiu cultos de

ação de graças e cerimônias

fúnebres, visitou, aconse -

lhou, chorou com aqueles

que choravam e se alegrou

com tantos que sorriam.

A doença que o tem atingi-

do trouxe muitas limitações,

mas não o impediu de orar,

de ouvir a Palavra diariamen-

te no MP3 e de passar o dia

cantando “Oh glória, aleluia,

a Igreja sempre triunfando”.

11
11

missões mundiais

o jornal batista – domingo, 22/01/17

11 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Programa Radical envia terceira turma ao Haiti Willy Rangel

Programa Radical envia terceira turma ao Haiti

Willy Rangel – Redação de

Missões Mundiais

A terceira turma do

Radical Haiti já está

em campo no país

caribenho desde o

dia 11 de janeiro. Os oito

jovens integrantes uniram

todos os seus dons, talentos

e vocação para levar espe -

rança àquela Nação. Depois

de três meses de capacitação

na sede da JMM, Elen, Sarah,

Mariana, Ruth, Viviane, Ca-

lene, Paulo e Lucas iniciam

uma jornada missionária de

quase um ano em solo hai -

tiano, e a expectativa desses

jovens é a melhor possível.

“O que mais nos impul -

siona a estar aqui é o amor,

pois sabemos que em todos

os lugares há pessoas que

precisam conhecer a Deus.

E por amor ao Pai, queremos

fazer o que lhe agrada”, diz

Calene. “Não existe algo de

maior prioridade no coração

de Deus do que uma pessoa

que se rende e se volta para

Ele. Essa é a nossa expectati-

va aqui no Haiti”, completa

Calene.

Elen é a única integrante

desta terceira turma do Radical

Haiti que já esteve antes por lá;

foi em 2013, em uma caravana

do Projeto Tour of Hope.

“Para mim, foi uma das me-

lhores experiências da minha

vida porque eu pude ver e

viver por 12 dias a realidade

daquele país. Deus me cha -

mou para ser cooperadora

na obra, para ser realmente

alguém que abraça a obra. E

a gente pode fazer missões

de várias formas: indo, ofer-

tando, mobilizando, oran -

do”, diz Elen, ressaltando

que sempre pediu a Deus

uma nova oportunidade de

voltar ao Haiti “Veja o que

está acontecendo hoje. É

um país que está mesmo no

meu coração. Para mim é

uma oportunidade sem igual

morar por um ano naquele

país”, afirma.

Para Mariana, algo a se des-

tacar no Haiti é o ambiente

de batalha espiritual, devido,

muito em parte, ao sincretis-

mo e ao vodu.

“Por exemplo, a gente pro-

vavelmente vai encontrar

pessoas que se dizem cristãs,

11 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Programa Radical envia terceira turma ao Haiti Willy Rangel

Terceira turma do Radical Haiti embarcou no dia 11 de janeiro e ficará um ano no país caribenho

11 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Programa Radical envia terceira turma ao Haiti Willy Rangel

Jovens do Radical Haiti foram recebidos por nossos missionários no país

frequentam uma Igreja, mas

que ainda trazem em sua

vida alguma prática de ma -

gia negra”, destaca. “Fomos

alertados, mas acredito que

fomos bem preparados para

lidar de forma saudável quan-

to a isso. Precisamos ter ma-

turidade cristã para entender

toda essa opressão espiritual

do país e um pouco da falta

de compreensão e até mesmo

de compromisso por parte de

algumas pessoas que vamos

encontrar lá”, conta.

Ainda sobre o treinamento,

Lucas destaca que aprendeu

ainda mais a respeitar o pró-

ximo e a visão que os outros

têm do mundo.

“E sobre falar o Evangelho,

vamos trabalhar muito com

discipulado pessoal no dia

a dia. Seja no transporte pú-

blico, no campo de futebol,

entregando água, etc. Minha

expectativa de trabalho é

quanto a esses pequenos

momentos de testemunho,

de falar, perguntar, conhecer,

saber o que cada um tem

de experiência com Deus e

tentar também compartilhar

aquilo que o Senhor já fez

em nossas vidas”, diz.

Paulo diz que é muito bom

ter a sensação de saber que

Deus pode contar com ele

para trabalhar no Reino.

“Tenho sempre no meu co-

ração que Deus conta comi-

go e acho que Ele conta com

cada um para fazer alguma

coisa que Ele realmente pôs

no nosso coração, além do

amor. Deus quer realmen -

te expandir a Sua Palavra.

Existem muitos campos que

ainda não ouviram e preci -

sam de alguém que chegue lá

com esse sentimento de que

‘Deus conta comigo’. Deus

conta comigo para ajudar o

Haiti em todos os aspectos”,

afirma.

Sarah, que é a mais nova

do grupo, destaca que seu

aprendizado se deve também

aos testemunhos que ouviu

e conversas que teve com

antigos integrantes de turmas

do Programa Radical.

“Isso me tranquilizou mui-

to. Eu pensava que nem

chegaria ao Haiti, mas eles

me tranquilizavam com as

experiências deles, tanto no

treinamento quanto no cam-

po. Com esses testemunhos,

aprendi muita coisa, acho

que até mais do que na sala

de aula. E aprendi que, mes-

mo quando tudo está difícil,

Deus não nos abandona. Ele

vai capacitar”, declara.

Os jovens dessa turma

do Radical Haiti, que ficam

no campo até meados de

dezembro deste ano, ainda

não sabem exatamente quais

papéis desempenharão no

campo. Mesmo assim, têm

a consciência de que a ca -

pacitação e o chamado que

receberam vêm de Deus.

“Temos uma expectativa

muito grande quanto ao Haiti

de viver experiências mara -

vilhosas. Sabemos que Deus

vai nos capacitar e nos con-

duzir a fazer tudo da melhor

maneira que pudermos para

sermos exemplos e servos

usados nas mãos dEle em

todas as áreas”, destaca Ruth.

E sobre ir a um país que se

recupera de um terremoto

de sete anos atrás e recen -

temente atingido por um

furacão, Viviane diz que,

realmente, era algo que a as-

sustava muito, mas que hoje

compreende melhor o Haiti,

um país que “também tem

seus aspectos positivos”.

“Tudo isso não gerou medo

em nós, só uma vontade a

mais de estar lá, porque o

nosso coração é movido pelo

sentimento de poder ajudar”,

afirma.

Você pode contribuir com

suas orações e ofertas para o

sustento do Projeto Radical

Haiti. Acesse www.misso -

esmundiais.com.br/relacio -

namento, escreva para cen -

traldeatendimento@jmm.

org.br ou ligue para 2122-

1901/2730-6800 (cidades

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o jornal batista – domingo, 22/01/17

notícias do brasil batista

12 o jornal batista – domingo, 22/01/17 CB do Estado do Espírito Santo investe na evangelização

CB do Estado do Espírito Santo investe na evangelização de marinheiros

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Navios ancorados na Baía de Vitória - ES

Missionário Ailton evangelizando marinheiro

Matheus Ramos, jornalista

da Convenção Batista do

Estado do Espírito Santo

N o ano de 1906, foi

criado no estado

do Espírito Santo,

um dos mais im -

portantes portos do Brasil.

De lá para cá, sua importân-

cia para a economia capixa-

ba só aumentou. Hoje, pas-

sam por ele, os mais variados

produtos, como: automóveis,

rochas ornamentais e produ-

tos siderúrgicos. Passam pelo

estado, todo mês, cerca de

500 navios, cada um deles

com centenas de pessoas a

bordo.

Diante dessa demanda, no

ano de 1995, a Convenção

Batista do Estado do Espírito

Santo (CBEES), em parceria

com Sailors’ Society, iniciou

um trabalho de capelania

dentro dos portos da CODE-

SA, denominado de Centro

de Apoio aos Marinheiros.

Ailton Ferreira, missionário

desse projeto, explica que o

objetivo é proporcionar ao

marinheiro, durante os dias

em que estiver na capital, um

bem-estar físico, espiritual e

emocional.

“Em alguns casos nos tor -

namos a família do marinhei-

ro. Quando um marinheiro

embarca em uma viagem,

passa meses fora de casa.

Alguns entram em estado de

quase depressão, e é nesse

momento que agimos, nos

aproximamos, para diminuir

as dificuldades trazidas pelo

isolamento,” conta o missio-

nário Ailton.

Uma outra vertente do tra-

balho é o aconselhamento

aos marinheiros que estão

doentes; em alguns casos,

eles não voltam para suas

cidades por não terem con -

dições clínicas para isso, e fi-

cam internados nos hospitais

de Vitória - ES, sem nenhum

acompanhante.

“Quando um marinheiro

fica internado por algum pro-

blema de saúde, diariamente

ele recebe a minha visita.

Meu objetivo com isso é

fazer com que ele não se

sinta sozinho”, relata o mis-

sionário.

Para promover o bem -

-estar do marinheiro, e ter

condições de se aproximar

deles, o Centro de Apoio

realiza um serviço de guia

turístico, onde leva os em -

barcados para conhecer as

belezas da capital do Espí -

rito Santo.

CBFM celebra 10 anos de fundação com culto em ação de graças

Ben Rholdan, Comunicação

da Convenção Batista

Sul-Maranhense e Centro

Batista de Formação

Ministerial - MA

E m clima de grande ale-

gria, o Centro Batista

de Formação Ministe-

rial (CBFM) realizou

um culto em ação de graças

no dia 15 de novembro de

2016, em comemoração aos

seus 10 anos de fundação.

A celebração foi realizada

no templo da Primeira Igreja

Batista de Imperatriz - MA e

contou com a presença de

diversos pastores, alunos e

ex-alunos do Centro de For-

mação. Para coordenadora

pedagógica do CBFM, Na -

tividade Santana, a criação

da Instituição foi um marco

para os Batistas da região sul

maranhense. “Agradeço a

Deus por nos conduzir neste

caminho de superação e nos

fortalecer na caminhada de

capacitação de ministros para

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Culto foi realizado na PIB em Imperatriz - MA

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Evento reuniu pastores, alunos e ex-alunos da Instituição

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Benjamin Souza foi o preletor da noite

12 o jornal batista – domingo, 22/01/17 CB do Estado do Espírito Santo investe na evangelização

De acordo com Pedro Valderardo, diretor do CBFM, há novidades para o CBFM

a expansão do Reino dEle

aqui na terra”, conta.

Durante a celebração, foi

exibido um documentário

com depoimentos sobre a

história do CBFM, que tam -

bém foi registrada no infor -

mativo impresso distribuído

aos presentes. O coral da

Academia Batista de Músi -

ca - que em parceria com

o CBFM promove o curso

de Gestão em Ministério de

Música - e o pastor Benjamin

Souza, que trouxe a men -

sagem de reflexão naquela

noite, também abrilhantaram

a programação.

O diretor do CBFM, pastor

Pedro Valderardo, agradeceu

aos presentes e destacou o

papel desempenhado por

cada professor, bem como

da coordenação do Centro.

Ele enfatizou os avanços que

o CBFM ainda precisa alcan-

çar. “Estamos nos articulando

com algumas novas parcerias

e em breve com a bênção do

Senhor, queremos implantar

o curso de mestrado aqui em

nosso centro”, disse.

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ponto de vista

14 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Série: virtudes cristãs - Meditações em Romanos 12.9-21 P
14 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Série: virtudes cristãs - Meditações em Romanos 12.9-21 P

Série: virtudes cristãs -

Meditações em Romanos 12.9-21

14 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Série: virtudes cristãs - Meditações em Romanos 12.9-21 P

P or graça e misericór-

dia de Deus, nosso

amado Pai, inicia -

remos uma série de

três meditações no texto de

Romanos 12.9-21. Os ver -

sos 9 a 16, tratam da nossa

relação uns com os outros:

amor na família de Deus; e

os versos 17-21, conside -

ram a nossa relação com

os inimigos: não retaliação,

mas serviço (John Stott). O

capítulo 12, desta epístola

chamada de “A rainha das

epístolas”, é o início da par -

te prática da carta paulina.

Por virtudes entendemos

ser: “Disposições firmes e

habituais para fazer o bem;

boas qualidades morais;

modos austeros de vida”

(Antenor Nascentes). Elas

são as qualidades de Cristo

em nós. A nossa experiên -

cia com Cristo nos legou

uma nova natureza – a divi -

na, com as suas qualidades

morais inerentes. Como

nos ensina João, “Devemos

andar como Ele andou” (I

Jo 2.6). Agora, temos a vida

de Cristo em nós (Gálatas

2.20). Cristo é a nossa vida

(Colossenses 3.4). As virtu -

des cristãs são expressões

da vida de Cristo em nós.

Nesta primeira parte (Ro -

manos 12.9-16), que trata

da nossa relação uns com

os outros dentro da família

de Deus, examinaremos o

amor e outras virtudes. Esse

amor não deve ser fingido,

mas real, verdadeiro, au -

têntico em nossos relacio -

namentos. Em I Coríntios

13, Paulo trata da anatomia

desse mesmo amor. Com o

coração sincero, devemos

exercer a mutualidade a par-

tir do amor (Romanos 9-10).

Este amor nos leva ao zelo

(Romanos 12.11). No zelo,

não devemos ser remissos,

relaxados ou descuidados.

A ordem é servir ao Senhor

com excelência. No versí -

culo 12, há três imperativos

paulinos: “Alegrai-vos na es-

perança; sede pacientes na

tribulação e perseverai na

oração”. Paulo, mais uma

vez, usa verbos no modo

imperativo em relação ao

socorro dos necessitados, a

começar dos domésticos da

fé; e à hospitalidade, que

é um traço muito forte do

cristão genuíno. Os crentes

em Cristo Jesus devem ser

sempre hospitaleiros e com

alegria ou gozo no coração.

Martin Luther King, disse:

“A questão mais urgente

da vida é o que você está

fazendo para os outros”.

No versículo 14, há outra

ordem em relação a con -

ferir benção. “Abençoai os

que vos perseguem”. Como

devemos abençoar? Com

o Amor de Cristo em nos -

sas vidas (Mateus 5.43-48).

Todo cristão deve ser uma

dádiva de Deus em seus

relacionamentos. Ele não

é causador de confusão,

mas facilitador de relacio -

namentos saudáveis. Paulo

ordena (os verbos estão no

imperativo), a: “Alegrai-vos

com os que se alegram;

chorai com os que choram

(Romanos 12.15). O Senhor

nos ordena a ser sensíveis

à dor do irmão ou do pró -

ximo. A solidariedade é

sempre bem-vinda; combate

a solidão, fortalece os rela -

cionamentos. O apóstolo

ordena a unanimidade entre

os irmãos, combatendo o or-

gulho e a autossuficiência.

A humildade traz unidade

ao povo de Deus (Romanos

12.16; Filipenses 2.5-11).

Na segunda parte (Rm

12.17-21), em nossa relação

com os inimigos, não de -

vemos agir com retaliação,

pagando o mal com o mal,

mas o mal com o bem. Se

depender de nós, tenhamos

paz com todos os homens,

pois Jesus é a nossa paz (Ro-

manos 12.17-18; João 14.27;

Cl 3.15). Como cristãos, nas-

cidos de novo, não podemos

nos vingar de quem quer

que seja, mas entregar para

o Senhor a vingança. Como

Jesus, somos chamados a

viver o amor que cuida e

ampara as pessoas, mesmo

que sejam nossas inimigas. A

nossa atitude como cristãos

é dar de comer e de beber

aos que querem o nosso mal.

O Senhor Jesus, na parábola

do samaritano, nos ensina

que o amor supera o ódio e

o preconceito (Lucas 10.25-

37). Esta atitude de amor

cristão produzirá vergonha

nos que nos odeiam (Roma-

nos 12.19-20).

O apóstolo Paulo con -

clui este trecho sobre as

virtudes cristãs ensinando

magistralmente: “Não te

deixes vencer pelo mal, mas

vence o mal com o bem”

(Rm 12.21). Só Jesus em nós

é capaz de vencer o mal.

Quando vivemos a vida de

Cristo nós podemos vencer

o mal, pois nEle “Somos

mais que vencedores” (Rm

8.37; Ef 6.10-20). Todas

essas virtudes apontam para

Cristo. O velho apóstolo

testemunhou: “Para mim

o viver era Cristo e o mor -

rer, lucro” (Fp 1.21). Então,

Cristo em nós é o segredo

de vivermos as virtudes que

qualificam nossos relaciona-

mentos, edificam a Igreja e

glorificam o Pai.

14 o jornal batista – domingo, 22/01/17 Série: virtudes cristãs - Meditações em Romanos 12.9-21 P

Lição de vida

Manoel de Jesus The,

pastor, colaborador de OJB

A vida cristã é uma

vida para ser cele -

brada, pois, mesmo

que esta não valha

a pena, a outra vida superará

todas as expectativas. A vida

cristã é uma felicidade a ser

repartida enquanto estamos

na terra, pois no céu não será

necessário reparti-la.

Em certos momentos é

muito difícil reparti-las. Con-

taram-me hoje, que em um

hospital, dois enfermos par-

tilhavam o mesmo quarto na

enfermaria. Um deles ficava

no leito, em tal silêncio,

que nem parecia estar vivo.

Enquanto isso, um deles,

com o leito a beira da janela,

relatava ao outro as belas

paisagens que via, ensejan -

do com isso animar o colega

de quarto.

Todas as manhãs, olhan -

do pela janela, o enfermo

relatava ao outro a bela

paisagem que, a cada dia,

modificava-se para melhor.

Ele relatava a vida diária de

um lindo parque. Mais crian-

ças, menos crianças, animais

trazidos a passear, famílias

alegres, o riacho com mais

água, menos água, patinhos

na lagoa que ele formava,

e ia relatando a beleza da

paisagem, diariamente.

Um dia o paciente da jane-

la morreu. O outro paciente

pediu às enfermeiras que o

transferissem para a janela.

Após chegar ao leito, es -

forçou-se e conseguiu ver a

paisagem. Grande surpresa!

Havia apenas uma parede

branca na frente da janela e

nada mais.

O paciente pediu expli -

cações. Como, era isso que

ele via todo dia? “Ele era

cego, ele nunca viu o que

relatava. Ele fazia isso para

reanimá-lo, para consolá-lo

e fortalecer-te moral e emo-

cionalmente”, disseram as

enfermeiras.

Em lágrimas, o sobreviven-

te exclamou: “Que lição ele

me deu! Quando eu for recu-

perado quero compartilhar

com os outros, tanto quanto

ele compartilhou comigo”.

Amado leitor, ser cristão

é compartilhar a verdadei -

ra vida, independente se a

vida passageira for marcada

pelo sofrimento. Esse foi o

ensino do apóstolo Paulo.

Ele aprendeu com Jesus a

compartilhar a verdadeira

vida, a eterna.

15 ponto de vista o jornal batista – domingo, 22/01/17 OBSERVATÓRIO BATISTA LOURENÇO STELIO REGA Instituições
15
ponto de vista
o jornal batista – domingo, 22/01/17
OBSERVATÓRIO BATISTA
LOURENÇO STELIO REGA
Instituições versus pessoas -
qual é a prioridade?

E m algumas ocasiões,

quando alguma pessoa

necessita ser “sacrifica-

da” no quadro de uma

equipe, é possível ouvir que

“As pessoas passam, mas as

instituições permanecem”. Será

que é isso mesmo? Do ponto

de vista temporal, de fato, as

pessoas passam e as institui-

ções permanecem, pelo menos

até que o mundo acabe.

Mas, se pensarmos que as

pessoas passam e as instituições

permanecem, não poderemos

cair no sofisma de que a institui-

ção é um fim em si mesma? Não

haveria algo superior do que

elas mesmas como instituições?

Aqui entra a razão de ser e,

consequentemente, missão

da instituição que vai lhe nor-

tear o rumo a seguir e tudo o

que ocorrer nela, todos os que

nela trabalharem devem estar

lá para cumprir esta missão.

Assim, parece que acima das

instituições temos a sua razão

de ser e a sua missão.

Em primeira causa, é possível

considerar que a Igreja ou mes-

mo instituições diversas, têm a

sua razão de ser e missão de

alguma forma em função das

pessoas e não o inverso, à se-

melhança do que Jesus ensinou

sobre o sábado, quando dife-

renciou “instituição sábado”

das pessoas, colocando tudo

em seu devido lugar.

No Evangelho, tudo gira em

torno do que Deus deseja fa-

zer em relação ao mundo e às

pessoas. A própria Igreja não é

um fim em si mesma. Seguindo

esse raciocínio, uma escola

ou seminário, por exemplo,

existe em função da formação

dos líderes, mas também em

função de seus funcionários

e professores, conquanto seja

ela um meio para que esses

agentes operacionais exerçam

seu papel, seus dons e talentos,

em benefício dos alunos no

cumprimento da missão insti-

tucional. Podemos perguntar:

o seminário, então, deve existir

em função de algum serviço a

ser prestado ao ser humano ou

o ser humano deve existir em

função dele?

Temos aqui duas possibili-

dades: (1) enquanto aluno, a

instituição escola deve existir

em sua função, isto é, função

de sua formação com elevada

qualidade, pois vai servir a

Igreja e a denominação; (2)

enquanto funcionário, a escola

tem uma missão e ele deve

cooperar para o cumprimento

desta missão. Se um funcio-

nário, seja qual for seu nível

de atuação, deixa de cumprir

com excelência o que se espera

dele, estará fora do foco e, não

que a instituição seja mais im-

portante, mas a sua missão, que

é mais importante, está sendo

prejudicada. Não podemos

contemplar a ineficiência, o co-

modismo, o uso da instituição

e seus recursos para benefícios

pessoais. Agindo assim, o fun-

cionário não está qualificado

para o trabalho e precisa ser

capacitado. Se for um dilema

de caráter ou atitude, até mes-

mo demitido.

Essa visão implementa mais

significado e responsabilida-

de em uma equipe, que terá

diante de si algo superior a si

mesmo, que é a missão ins-

titucional. Resgata também a

pessoa como ser humano e

não como mera mão de obra

útil. Cada membro da equipe

passa a ser considerado em

sua individualidade, possuidor

de características próprias e de

criatividade singular. As pes-

soas não serão mais recursos

humanos, mas humanos com

recursos, capacidades. Deixam

de ser despesas e passam a ser

patrimônio.

A administração contem -

porânea está redescobrindo

que, ao mesmo tempo em que

ninguém é insubstituível, pois

ao deixar uma função outra

pessoa poderá ocupar-lhe o

lugar, ninguém é substituível,

pois cada um de nós é rico em

singularidades. Por isso é que

há tempos bons e tempos ruins

nas instituições. Mais do que

registros em um departamento

pessoal ou ornamentos que

ocupam mesas e cadeiras no

trabalho, são as pessoas que

enriquecem a vida de uma

instituição, se forem compe-

tentes, eficazes e eficientes à

luz da missão institucional. Às

vezes empobrecem, é verdade,

prestando um “desserviço” à

comunidade.

Aliás, você já imaginou se,

depois da entrada do pecado

no mundo, Deus quisesse pôr

um fim em tudo? Felizmente,

ele investiu na pessoa humana

reconquistando-a novamente;

as instituições existem para isso

mesmo.

Considerando a importân-

cia que o ser humano tem na

dimensão bíblico-teológica na

história cotidiana, a nossa visão

cronológica deve transcender

o tempo (no grego de kronos:

tempo contato ou medido),

pois no kronos de Deus trans-

cenderá a vivência material

mesmo após o término da atual

história humana. Afinal, quan-

do o presente mundo acabar,

recomeçaremos a viver nos

novos céus e terra.

Assim, as instituições certa-

mente passarão, mas nós per-

maneceremos e habitaremos

na Jerusalém celestial. O mun-

do vai acabar, as instituições

também vão, mas as pessoas,

essas sim, permanecerão.

15 ponto de vista o jornal batista – domingo, 22/01/17 OBSERVATÓRIO BATISTA LOURENÇO STELIO REGA Instituições

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