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Comentário

-Artigo com potencial, porém como é um artigo de caráter bibliográfico, as referencias
precisam ser atuais, muitos informações precisam ser revisadas para o ano de 2016. Acredito
que haja falta de referencias em alguns pontos, na seção 2.3, por exemplo. Na seção
considerações finais, poderá fazer um resumo dos principais pontos apresentados no trabalho;
e respaldar com alguma outra fonte de referência.
-Inseri algumas outras informações no corpo do artigo.

1. Introdução

Diante de um cenário de crise energética e também econômica na qual o Brasil
vivencia, a indústria e a sociedade empresarial buscam soluções e alternativas para driblar
essa situação de incerteza financeira.
Este trabalho consiste em uma pesquisa bibliográfica em artigos e trabalhos de cunho
acadêmico, cientifico e tecnológico sobre como as empresas e industrias fazem o
gerenciamento dos recursos energéticos próprios e a gestão sustentável.
Sendo assim são apresentadas informações referentes as pesquisas realizadas com a
finalidade de chegar a resultados satisfatórios em relação ao be(o)m uso do gerenciamento dos
recursos energéticos das industrias do mais diversos ramos, como por exemplo as indústrias
têxteis, de mineração e petroquímica que são as maiores consumidoras de energia e também
poluidoras.

2. Relação entre a crise energética e a indústria com foco na sustentabilidade

De acordo com Batista (2014) a atual crise energética atual é proveniente da
combinação de três fatores: interferência política, falta de chuvas e atrasos de investimentos.
Zonta e Adame (2015) ressaltam que é importante considerar que a falta de água não se dá
pura e simplesmente porque os rios, lagos, mananciais e outros, estão secando devido a
fatores climáticos, o poder público é responsável pela captação, tratamento e distribuição da
água.
Segundo EPE (2014), a indústria é responsável por consumir 35% (dados referentes a
2012) da energia nacional, ficando em primeiro lugar, à frente do setor de transporte,
residencial, energético, comércios e serviços e agricultura, respectivamente.
Conforme apresentado no gráfico da figura 1, o consumo de energia é um indicador do
ritmo das atividades industriais, sendo essa inter-relação o principal motivo do aumento do

. 2008). . consenso científico a respeito dos efeitos adversos do clima como determinante exclusivo da crise hídrica.consumo de energia no período apresentado (ANEEL. bem como a eventual falta de investimentos e de políticas públicas adequadas no setor (CERQUEIRA et al. o uso não eficiente dos recursos hídricos. Entretanto. recentemente. que a seca e a crise hídrica de vários países seriam influenciadas pelas mudanças climáticas. Não há. de maneira geral – no nível local nem sempre essas são as causas –. favorecimento a proliferação de mosquitos devido a água parada). (1998). além de efeitos sobre a população local (possível deslocamento. Outro fator negativo para as hidrelétricas é a crise hídrica. entretanto. O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). As principais causas de desabastecimento no país são. de acordo com Boarati et al. órgão criado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) para estudar o problema das mudanças climáticas. Observando a figura 2. entre 1998 e 2007 (Fonte: ANEEL. as hidrelétricas são as principais responsáveis pela geração de energia no país. 2008). 2015). alertou. as hidrelétricas apresentam algumas desvantagens. Figura 1: Variação do PIB e do consumo de energia. tais como eliminação da fauna e flora (devido ao alagamento de grandes áreas). altos custos de investimentos e longos tempos de construção.

como por exemplo a construção de poços e/ou compra de água. conforme citado por MME (2011). geram mais custos aos processos produtivos que são repassados aos custos finais dos produtos. prejudicando não só a própria indústria.Figura 2: Capacidade instalada de geração elétrica (Fonte: MME. desta forma. 2012). solar. em alguns segmentos da indústria o peso da energia final no produto produzido pode atingir até 60% do custo total de produção. Tarallo (2015). novas fontes renováveis de energia e busca da autossuficiência. 2. e outras. como as indústrias sempre tendem a otimizar gastos. 2004). Sendo a energia um fator de custo. seja térmica. como o uso mais eficiente da energia. Eficiência energética é um conceito que está ligado à minimização de perdas na conversão de energia primária em energia útil. Sendo assim. Objetivando contornar cenários de crise energética.1 Auto-suficiência Industrial A autossuficência se refere à característica de não ser dependente de algo exterior. mas também o mercado consumidor. De maneira geral. Dentre as fontes de energia renováveis. a indústria pode recorrer a algumas possibilidades. ressalta que ações para tentar contorná-la. um dos setores mais afetados diante de crises energéticas é o industrial. tem-se a eólica. As perdas ocorrem para qualquer tipo de energia. maremotriz. dentre as diversas consequências da crise hídrica. mecânica ou elétrica (SOLA e KOVALESKI. estas vêm buscando por . 2015) Além disso. os conceitos de eficiência energética e energias renováveis são os pilares de políticas de sustentabilidade energética (CEMIG.

De acordo com a National Renewable Energy Laboratory (XXXX. Contudo. (RODRIGUES.000. fabricado pela XZERES Wind. em relação aos custos. custando cerca de R$ 435. além de amplo envolvimento e conhecimento quanto aos recursos provenientes da natureza. mas que ao mesmo tempo são capazes de suprir toda a necessidade diária de produção e consumo. além da vontade é preciso uma boa gestão empresarial que saiba ter uma visão futurística com relação ao consumo de energia da empresa. porém algumas destas tecnologias são muito caras e o intervalo de retorno é bastante longo. O uso de energias renováveis pelas indústrias é uma ação estratégica que exige planejamento e responsabilidade ambiental.1 Energia Eólica Define-se como sendo a energia cinética das massas de ar provocadas pelo aquecimento desigual na superfície do planeta. (MINERVA. Não há dúvidas que. além disso. marés atmosféricas e outros. quais tipos são as mais recomendadas? Abaixo temos os tipos mais indicados de energia. mas. as empresas que consomem bastante energia requerem retornos imediatos. Por isso. Os cata-ventos e embarcações a vela são formas bastante antigas de seu aproveitamento. 2. as especificações de energia são mostradas na figura abaixo: . ele pode produzir até 40% a mais de energia do que alguns aerogeradores da mesma categoria.00 e com uma vida útil de mais de 20 anos.1. temos como exemplo: um aerogerador XZERES 442SR 10 kW. 2010). 2006). Os aerogeradores modernos de tecnologia recente têm se firmado como uma forte alternativa na composição da matriz energética de diversos países. Além da radiação solar também têm participação na sua formação fenômenos geofísicos como: rotação da terra.formas alternativas e de baixo custo. as empresas que utilizam algumas fontes de energias renováveis são mais bem vistas pelo mercado. as energias renováveis neste caso se encaixariam perfeitamente como solução.

pois. permitindo seu uso em aplicações térmicas em geral.Tabela de preços médios da Energia Solar residências. obtenção de eletricidade e energia química. que pode ser aproveitada de diversas formas através de diversos tipos de conversão. 2. tornando excelente opção energética. (MINERVA. dependendo da localidade na qual as placas solares são instaladas. o investimento seria bastante alto.2 Energia Solar Energia da radiação solar direta. este tipo de energia necessita apenas de um grande espaço para que seja construído. Tipo de casa Quantidade de Preço (R$) Produção Mensal pessoas (kWp) . Além disso. podem ter maior ou menor eficiência energética. agora imaginemos uma grande quantidade desses aerogeradores. claramente seria impactante o retorno energético no futuro. porém.Figura 3: Variação da potência e da quantidade de energia produzida em função da velocidade do vento (Fonte: XZERES Wind. dependendo do local instalado. fonte de energia bastante abundante e disponível para todos. há ainda as irregularidades que impedem a passagem de luz (nuvens) e a baixa densidade de energia limitam as possibilidades de aproveitamento direto dessa energia. além disso. obtenção de força motriz diversa.1. quanto aos custos. podemos aproveitar apenas cerca de 9 horas de sua fonte. este tipo de aerogerador conseguirá produzir uma quantidade que varia de 500 kWh há 2700 kWh. 2016). varia principalmente do tamanho e da complexidade da instalação. Assim. Desta forma. Segyndo a empresa Portal Solar que vende placas fotovoltaicas. algumas características deixam a desejar. temos a seguinte tabela de preço abaixo: TABELA 1. porém. 2010).

onde a base primária são os vegetais.1. A energia hidráulica. 2010) Embora ainda muito restrito. de acordo com o mesmo fornecedor. Alguns tipos de energias têm os seus contrastes. na qual consiste da obtenção da energia elétrica pelo aproveitamento do potencial hidráulico. (2016).processo que utiliza a radiação solar como fonte energética .000 – 32. a energia hidrelétrica não está isenta de impactos ambientais e sociais. Plantas. animais e seus derivados são biomassa. não sendo indicada. o uso de biomassa para a geração de eletricidade tem sido objeto de vários estudos e aplicações. A inundação de áreas para a construção de barragens gera problemas de realocação das populações ribeirinhas.5 5 25 30 120 Fonte: Portal Solar.Tabela de preços médios da Energia Solar para Industrias. então algumas dessas fontes renováveis não se encaixam bem nas políticas ambientas.500 5 Mansões Mais de 5 70.000 1. Então. produzida pelas plantas na forma de hidratos de carbono através da fotossíntese . por isso. (MINERVA. (2016). Quantidade de Energia (MW) Preço em milhões (R$) 1 6 – 6. o site sugere alguns preços para Usinas de Energia Solar Fotovoltaica. comunidades indígenas e pequenos agricultores.Casa pequena Até 2 15.000 3 Casa grande Até 5 36.3 Motivos das outras fontes renováveis não são utilizadas. 2. porém.000 – 20. foi uma das primeiras fontes de energia. Porém.000 – 80.5 Casa média Até 4 25. Como as indústrias sempre têm um consumo diário de energia bastante elevado e nenhuma empresa acredita-se que não queira agredir o meio ambiente. Outra fonte é a biomassa que consiste da energia química. apesar de ser uma fonte de energia renovável e não emitir poluentes.000 10 Fonte: Portal Solar.é distribuída e armazenada nos corpos dos seres vivos graças a grande cadeia alimentar. tanto em países desenvolvidos como em países em . estamos analisando a nível industrial.500 – 46. estes estão listados abaixo: TABELA 2 .

Durante muito tempo. foi desenvolvida uma forma de aproveitar esse calor para a produção de eletricidade. 2002) Os principais entraves ao maior uso da biomassa na geração de energia elétrica são a baixa eficiência termodinâmica das plantas e os custos relativamente altos de produção e transporte. (ANEEL. uso intensivo de defensivos agrícolas.desenvolvimento. Entre outras razões. O que torna bastante desvantajoso para as indústrias é a necessidade de a indústria ter que estar localizada sobre uma área de constante atividade vulcânica. já que os recursos são limitados. tem exercido pressão para que . A produção de energia elétrica a partir desta fonte não produz gases responsáveis pelo efeito estufa. onde existam águas ou rochas a temperaturas elevadas. a atividade humana passou a causar mais impacto negativo ao meio ambiente. sendo verificadas e analisadas reflexos de ações de gerenciamento ambiental (RODRIGUES et al. com os avanços tecnológicos advindos após a revolução industrial. Indicadores de desempenho ambiental tem a finalidade de atenuação de impactos ambientais. Devido à necessidade de se obterem quantidades cada vez maiores de energia. criação de monoculturas. aplicação e aprimoramento de novas e eficientes tecnologias de conversão energética da biomassa (CORTEZ ET AL. Porém é inviável ainda. 2016). Incluindo aspectos socioambientais. as empresas foram capazes de produzir riqueza sem se preocupar com as questões ambientais e sociais. Esses entraves tendem a ser contornados. A energia geotérmica ou energia geotermal é a energia obtida a partir do calor proveniente do interior da Terra. sendo uma energia sustentável. 1999). estão à busca de fontes mais competitivas de geração e a necessidade de redução das emissões de dióxido de carbono. e em zonas onde seja possível atingir estratos magmáticos. ocasionados de atividades organizacionais demonstrando apor meio de valores monetários ou absolutos as quantidades ou consumos de recursos naturais ocorridas. pelo desenvolvimento. e o que durante muito tempo foi visto como fonte inesgotável de recursos disponíveis para servir às necessidades do homem agora passa a ser uma inquietação. porém. devido os custos.3 Constatações do setor industrial que faz o gerenciamento energético e ambiental Diante de um cenário de sustentabilidade ambiental e por conseguinte econômica a energia elétrica é um suprimento de altíssima necessidade de qualquer indústria ou empresa. a médios e longos prazos. 2. perda de biodiversidade. visando primeiramente o lucro e o seu crescimento econômico. Logo cabe a elas comprometer-se com a formulação de caminhos alternativos para baixo consumo de energia com foco em fontes renováveis (COLLE et al. 2015). A situação global de degradação ambiental e miséria social. etc.. No entanto.

ou seja. e em outros de baixa solicitação. já que respondem por quase metade de toda a demanda manufatureira por energia elétrica. por razões econômicas e segurança. com exceção dos Estados Unidos. Em virtude do atual regime de tarifas. 2015). vários países contribuem para a geração de resíduos de construção civil sendo maior do que estimativas de geração de resíduos sólidos domésticos (BERTOL. cujo indicador avaliado e a capacidade de auto geração de energia. A modalidade da matriz energética das indústrias. No entanto. e de outros poluentes. Entretanto. sendo verificadas e analisadas reflexos de ações de gerenciamento ambiental (RODRIGUES et al. Exemplificando: em determinado processo tem-se a energia como insumo e seu produto medido por dólares ou toneladas. reduzindo seus custos com o consumo de energia elétrica. Finalizando as temáticas agrupadas. em termos econômicos. A partir da análise da redução de emissões de gases de efeito estufa. A vulnerabilidade dos processos industriais ao fornecimento de energia justifica a temática de segurança energética. os produtos são medidos em valores ou unidades físicas de massa. 2002). 2015). Informações apontam que. O consumo de energia no Brasil apresenta-se de forma desproporcional. que é. houve um aumento significativo no número de empresas que. para que as organizações se tornem ecológica e socialmente sustentáveis (CORAL. requerendo geração máxima. Todos esses resíduos formam uma . pretende-se abordar a temática de controle de impacto ambiental das transformações energéticas industriais. ocasionados de atividades organizacionais demonstrando apor meio de valores monetários ou absolutos as quantidades ou consumos de recursos naturais ocorridas.exista uma reformulação nos conceitos de negócios. Esta é a abordagem termodinâmica. a rigor. optam pela contratação do fornecimento de energia elétrica pelo regime de tarifa horo-sazonal (tarifa azul e tarifa verde). a geração torna-se ociosa. Indicadores de desempenho ambiental tem a finalidade de atenuação de impactos ambientais. pois utilizam grupos geradores para o fornecimento de energia elétrica nos horários de ponta. colaborando dessa forma para mitigar os impactos ambientais advindos de diversas usinas de geração de energia. a única definição precisa de eficiência energética. os processos de transformação têm a energia como principal insumo e seu produto também são medidos em termos de energia. como termelétricas e das hidrelétricas. sendo o indicador correspondente à difusão das energias renováveis. Sendo que o setor industrial e um dos grandes consumidores de energia. são avaliadas as iniciativas relativas à conservação de energia e a eficiência energética nos processos industriais. acarretando períodos críticos de consumo. incluindo a cogeração da mesma.

O objetivo fundamental de qualquer organização é obter o maior retorno possível sobre o capital investido. quanto negativamente. impactando sobre fatores bióticos e qualidade da agua e ar. (SENAI/SEBRAE/GTZ. podem ser: impactos relativos à saúde. além dos fatores econômicos e estruturais. Neste sentido os impactos do uso da energia. Os mais diversos tipos de atividades industriais que existem. como mineração. Numa relação das empresas com o meio ambiente. embasada na prevenção e diminuição de resíduos a partir da criação de técnicas e tecnologias limpas e do uso de materiais recicláveis. assim como o uso de resíduos como o de materiais secundários e com a coleta de deposição de resíduos inertes. utiliza-se de ferramentas disponíveis para estar à frente dos concorrentes. onde o primeiro é a depleção de recursos naturais que consiste na utilização desses recursos por meio de processos de degradação. aos ecossistemas e atmosféricos. 2002). No entanto. produção de carvão etc. (UDAETA. para se tornarem ecologicamente sustentáveis. 2010) A utilização da energia está voltada sempre para a geração de impactos causados ao meio ambiente e ao desenvolvimento. reutilizar e reciclar resíduos (BERTOL. quando for necessário. outros começam a fazer parte da responsabilidade das empresas.problemática em ambientes urbanos. Martine (1996) aponta dois elementos. possuem particularidades com relação ao seu funcionamento e por conseguinte seu impacto no ambiente. tanto positivamente. Para que as organizações possam contribuir para a sustentabilidade devem modificar seus processos produtivos. com as mudanças em sentido global. na qual a principal responsável pela emissão de diversas formas de poluentes. em relação ao ser humano. Uma solução para esses problemas seriam o desenvolvimento e implantação de tecnologias que procurem diminuir. Nesse sentido surge a ideologia da construção civil. 2015). que são as questões do meio ambiente natural e as questões sociais. e o segundo é a poluição atmosférica. Para tanto. na qual o descarte indevido pode ocasionar vários impactos socioambientais e econômicos. 1997). obtendo maiores margens e fatias de mercado. ela modifica seu ambiente. é a indústria. Por conta disso a necessidade de um estudo para modelar um sistema de gerenciamento que possam . A medida em que a humanidade usa a energia. hídrica e do solo. Isto implica em construir sistemas de produção que não causem impactos negativos e mesmo estejam contribuindo para a recuperação de áreas degradadas ou oferecendo produtos e serviços que contribuam para a melhoria do desempenho ambiental dos consumidores e clientes de uma indústria (CORAL.

. criando politicas e praticas para tornar o mundo mais sustentável. cerca de 25% de minerais não metálicos e aproximadamente 18% de produtos petroquímicos. Lucato. o conceito de produção mais limpa. 2014). Senai RS (2013) citado por Costa. Segundo dados do IEA (2012). deste percentual 22% e 26% são oriundos da indústria de ferro e aço. A maior parte dos estudos e pesquisas relacionadas se limita as grandes instituições. LUCATO. mas ainda é discutido de forma não muito geral no Brasil e mundialmente. reciclagem e ainda da otimização de maneira efetiva da utilização da energia e da água. (VERFAILLE. Com isso procuramos fazer uma abordagem bibliográfica de como as indústrias (ou empresas do ramos industrial) executam a gestão do uso da energia. (SILVA. MEDEIROS. BIDWELL. A questão do desenvolvimento sustentável é um assunto bastante discutido e crescente atualidade. que podem auxiliar a desencadear uma nova era de desenvolvimento econômico. 2014) O fornecimento de bens e serviços alternativo. pode ser compreendido como sendo a implementação de estratégias que objetivam captar benefícios de saúde ocupacional ou ambiental por meio da redução de emissões. é responsável por 22% das emissões de dióxido de carbono (CO2). sendo que a inovação pode atuar diretamente nesse aspecto. (CAMARGO et al. parcerias novas e diversidade na forma de trabalho. BESSANT. no Brasil a indústria consome cerca de 35. LUCATO. Dentro dessa perspectiva.apreciar as preocupações com a competitividade empresarial e com os aspectos ambientais e sustentáveis. com natureza de projeto piloto para conscientizar e sensibilizar a sociedade empreendedora. visava apenas suprir a demanda energética. 2014. adicionados a mais diversas formas de abordagens eficientes para o gerenciamento de energia e de recursos. JEANRENAUD. Neto. (SCHENINI. 2004 apud COSTA. NETO. mesmo que existam poucas iniciativas voltadas às pequenas empresas de forma centralizada. 2012). Conforme a Empresa de Pesquisa Energética – EPE (2012) apud Camargo et al (2014). citado por Camargo et al (2014). que passa a ser usado no ambiente industrial. 2000 apud COSTA. o modelo adotado de planejamento energético mundial. Segundo Camargo et al (2014) a energia é um fator primordial para o desenvolvimento da humanidade. 1999). NETO. as industrias consomem cerca de 1/3 do total da energia global. Ate o final da década de 1980. 2014 apud SEEBODE.8% do total de energia gerada no país. por conta disso as gestões públicas investiram em implementação de grandes projetos de geração e distribuição energética.

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