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Economia Aplicada à Engenharia Disciplina: Economia Aplicada à Engenharia Professor: Eng.Msc.Vinícius de Assis Dias

Economia Aplicada à Engenharia

Economia Aplicada à Engenharia Disciplina: Economia Aplicada à Engenharia Professor: Eng.Msc.Vinícius de Assis Dias
Economia Aplicada à Engenharia Disciplina: Economia Aplicada à Engenharia Professor: Eng.Msc.Vinícius de Assis Dias
Economia Aplicada à Engenharia Disciplina: Economia Aplicada à Engenharia Professor: Eng.Msc.Vinícius de Assis Dias

Disciplina: Economia Aplicada à Engenharia

Professor: Eng.Msc.Vinícius de Assis Dias

Economia Aplicada à Engenharia Disciplina: Economia Aplicada à Engenharia Professor: Eng.Msc.Vinícius de Assis Dias
• Plano de Ensino – Datas importantes: – Unidade 1: 27/03/2017 – Unidade 2: 24/05/2017

Plano de Ensino

Datas importantes:

Unidade 1: 27/03/2017

Unidade 2: 24/05/2017

Unidade 3: 19/06/2017

Prova Final: 26/06/2017

importantes: – Unidade 1: 27/03/2017 – Unidade 2: 24/05/2017 – Unidade 3: 19/06/2017 – Prova Final:
importantes: – Unidade 1: 27/03/2017 – Unidade 2: 24/05/2017 – Unidade 3: 19/06/2017 – Prova Final:
importantes: – Unidade 1: 27/03/2017 – Unidade 2: 24/05/2017 – Unidade 3: 19/06/2017 – Prova Final:
• Ementa – Elementos de Matemática Financeira. Sistemas de Pagamentos. Sistemas de Financiamento. Método de

Ementa

Elementos de Matemática Financeira. Sistemas de Pagamentos. Sistemas de Financiamento. Método

de Análise de Investimento. Substituição de Equipamentos. Processos de Planejamento.

Transporte Multimodal de Cargas (TMC). Previsão de Tráfego. Projetos de Transportes. Logística.

Conteúdo Programático

Elementos de Matemática Financeira;

Análise de Viabilidade Econômica;

Renda Econômica e Fluxo de Caixa;

Análise de Substituição de Equipamentos;

Decisão e um Ambiente de Incerteza.

• Livros Adotados

Livros Adotados

• Livros Adotados
• Livros Adotados
• Livros Adotados
• Livros Adotados
• Livros Adotados
• Tópicos da disciplina, no contexto da Matemática Financeira : – Juros Simples; – Juros

Tópicos da disciplina, no contexto da Matemática Financeira:

Juros Simples;

Juros Compostos;

Taxa de Juros;

Equivalência de Capitais;

Séries Uniformes;

Séries Variáveis;

Sistemas de Amortização de Empréstimos.

de Capitais; – Séries Uniformes; – Séries Variáveis; – Sistemas de Amortização de Empréstimos.
• Onde o Engenheiro Civil vai utilizar a matemática financeira: – Bancos (Projeto de Investimentos,

Onde o Engenheiro Civil vai utilizar a matemática financeira:

Bancos (Projeto de Investimentos, Financiamentos);

Multinacionais (Análises de Fluxo de Caixa e rendimentos);

Instituições não governamentais (Análises de indicadores econômicos);

Desenvolvimento de Payback de projetos;

Empresas Privadas.

(Análises de indicadores econômicos); – Desenvolvimento de Payback de projetos; – Empresas Privadas.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

• Se um amigo fosse pedir R$ 2.000,00, para lhe pagar daqui a 6 meses,

Se um amigo fosse pedir R$ 2.000,00, para lhe pagar daqui a 6 meses, o

mesmo valor. O que você acharia?

Com certeza, por melhor que fosse seu amigo, a proposta não seria interessante do ponto
Com certeza, por melhor que
fosse seu amigo, a proposta não
seria interessante do ponto de
vista econômico-financeiro !!!
Mas
Qual seria o
problema?
• Vamos pensar o seguinte: – Será que ele vai me pagar? – Eu posso

Vamos pensar o seguinte:

Será que ele vai me pagar?

Eu posso aplicar esse dinheiro?

O poder de compra desse montante será o mesmo daqui a 6 meses?

“Após 20 anos, real perde poder de compra, e nota de R$ 100 vale só R$ 22,35”

Acesso: 28/07/2015

de-r-100-vale-so-r-2235.htm Acesso: 28/07/2015
Dinheiro tem um custo associado ao tempo!! Qual o motivo? Inflação/deflação
Dinheiro tem um custo associado ao tempo!!
Dinheiro tem um custo
associado ao tempo!!
Qual o motivo?
Qual o motivo?
Inflação/deflação
Inflação/deflação
Dinheiro tem um custo associado ao tempo!! Qual o motivo? Inflação/deflação
• Inflação: é a expansão monetária e/ou “valorização” dos bens tangíveis. O que por tabela

Inflação: é a expansão monetária e/ou “valorização” dos bens tangíveis. O

que por tabela causa o aumento de preços.

Deflação: é a desvalorização dos bens tangíveis ou retrocesso monetário (processo inverso à inflação). O que por tabela causa a redução do índice de preços no consumidor, uma queda de preços.

O que é melhor? Inflação ou deflação?

a redução do índice de preços no consumidor, uma queda de preços. • O que é
• A resposta seria: não existe a melhor! Existe a menos ruim! – Seria mais

A resposta seria: não existe a melhor! Existe a menos ruim!

Seria mais ou menos assim: O país crescendo e se desenvolvendo economicamente, faz com que naturalmente os bens tangíveis deste (país) se valorize. Todo mundo (a população) quer que seu país cresça economicamente, então a inflação (valorização dos bens tangíveis) é inevitável. Neste caso seria interessante é ter o controle da inflação.

A deflação geralmente tá atrelada ao não crescimento do país, consequentemente a desvalorização dos bens tangíveis.

Porém existem outras situações aonde podemos ter inflação (com baixo crescimento econômico) e deflação (com crescimento econômico).

Quais seriam essas situações?

• Imagine o seguinte: – Eu tenho um país que esta com baixo crescimento, porém

Imagine o seguinte:

Eu tenho um país que esta com baixo crescimento, porém os preços praticados nesta nação estão defasados

Eu tenho um país com alto crescimento, há tanta oferta de produtos

Que as empresas

são obrigadas à abaixar os preços (brigas de mercado) para conseguirem vender

tanta oferta de produtos Que as empresas são obrigadas à abaixar os preços (brigas de mercado)
tanta oferta de produtos Que as empresas são obrigadas à abaixar os preços (brigas de mercado)
tanta oferta de produtos Que as empresas são obrigadas à abaixar os preços (brigas de mercado)
• Sendo assim, existe uma regra básica na matemática financeira: “Nunca some valores em datas

Sendo assim, existe uma regra básica na matemática financeira:

“Nunca some valores em datas diferentes”

Ao “transportar” o dinheiro no tempo, existe um custo atrelado a isso:

Inflação/deflação;

Risco de crédito (inadimplência);

“Aluguel” do dinheiro

– Risco de crédito (inadimplência); – “Aluguel” do dinheiro Você sabe qual é o nome disso?
– Risco de crédito (inadimplência); – “Aluguel” do dinheiro Você sabe qual é o nome disso?
– Risco de crédito (inadimplência); – “Aluguel” do dinheiro Você sabe qual é o nome disso?

Você sabe qual é o

nome disso?

Juros!

– Risco de crédito (inadimplência); – “Aluguel” do dinheiro Você sabe qual é o nome disso?
• Porém, o que seria o juros? “É a remuneração do capital empregado” • E

Porém, o que seria o juros? “É a remuneração do capital empregado”

E como eu posso definir a taxa de juros?

Custo de Oportunidade de Capital (COC) e/ou com a Taxa Mínima de Atratividade (TMA).

Em relação ao COC, podemos dizer que é a remuneração obtida em alternativas que não

foram analisadas, ou seja, é o valor de outras oportunidades não escolhidas. Exemplo:

caderneta de poupança, fundo de investimento, etc.

ou seja, é o valor de outras oportunidades não escolhidas. Exemplo: caderneta de poupança, fundo de
 COC (Custo de Oportunidade de Capital ) : é um termo usado na engenharia

COC (Custo de Oportunidade de Capital): é um termo usado na engenharia econômica para representar o custo de algo em termos de uma oportunidade renunciada;

“Geralmente o COC tem o mesmo valor taxa básica

de juros”

o COC tem o mesmo valor taxa básica de juros” “É melhor investir o meu dinheiro

“É melhor investir o meu dinheiro em um título do governo ou investir em uma fábrica?”

• De Oportunidade do Capital? forma geral, qual indicador econômico pode representar usualmente o Custo

De

Oportunidade do Capital?

forma

geral,

qual

indicador

econômico

pode

representar

usualmente

o

Custo

de

“A taxa básica de Juros (SELIC)”

(Sistema Especial de Liquidação e Custódia)

(SELIC)” (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) Por este motivo, quando a taxa básica de juros

Por este motivo, quando a taxa básica de juros aumenta

O juros para o consumidor também aumenta!

 TMA (Taxa Mínima de Atratividade ) : é um termo usado na engenharia econômica

TMA (Taxa Mínima de Atratividade): é um termo usado na engenharia econômica para representar o ganho mínimo desejado em um investimento;

É determinada pela análise do:

COC;

Risco do Negócio; Liquidez do Investimento;

“Geralmente envolve o mesmo valor taxa básica de

juros, acrescidos um percentual pré-determinado

afim de compensar o trabalho”

pré-determinado afim de compensar o trabalho” “O ganho financeiro do meu negócio é maior do que

“O ganho financeiro do meu

negócio é maior do que o retorno que a taxa básica de juros irá me proporcionar, porém esse valor me satisfaz pelo trabalho que terei?”

• Taxa Mínima de Atratividade • é uma taxa de juros que representa o mínimo

Taxa Mínima de Atratividade

é uma taxa de juros que representa o mínimo que um investidor se propõe a ganhar quando faz um investimento, ou o máximo que uma pessoa se propõe a pagar quando faz um financiamento.

Esta taxa é formada a partir de 3 componentes básicas:

Custo de oportunidade: remuneração obtida em alternativas que não as analisadas, ou seja, é o valor de outras oportunidades não escolhidas. Exemplo: caderneta de poupança, fundo de investimento, etc.

Risco do negócio: o ganho tem que remunerar o risco inerente de uma nova ação.

Quanto maior o risco, maior a remuneração esperada.

Liquidez: capacidade ou velocidade em que se pode sair de uma posição no mercado para assumir outra.

A TMA é considerada pessoal e intransferível pois a propensão ao risco varia de pessoa

para pessoa, ou ainda a TMA pode variar durante o tempo. Assim, não existe algoritmo

ou fórmula matemática para calcular a TMA.

Conceito de Decisões Financeiras  Decisões financeiras envolvem a análise de investimentos e de financiamentos

Conceito de Decisões Financeiras

Decisões financeiras envolvem a análise de investimentos e de financiamentos (este último é considerado quando utilizado para o investimento).

Um investimento pode ser caracterizado genericamente como um sacrifício realizado “hoje” em prol da obtenção de uma série de benefícios futuros (normalmente financeiros).

Em finanças, os conceitos de sacrifício e benefícios futuros estão associados aos fluxos de caixa necessários e gerados pelo investimento (positivos e negativos).

Assim, a análise de investimentos consiste, basicamente, em uma análise da projeção de

fluxos de caixa.

Conceito de Decisões Financeiras  Com o atual cenário mundial, em que a concorrência entre

Conceito de Decisões Financeiras

Com o atual cenário mundial, em que a concorrência entre as empresas é cada vez mais acirrada, é fundamental para a sobrevivência das organizações investir seu dinheiro adequadamente;

Porém antes de investir em um projeto é necessário

mensurar os benéficos que poderão ser obtidos, segundo Samanez (2009) entre os métodos de análise que podem ser utilizados temos a avaliação econômico- financeira do projeto;

(2009) entre os métodos de análise que podem ser utilizados temos a avaliação econômico- financeira do
Conceito de Decisões Financeiras  Nesse necessário: processo de avaliação financeira do projeto é

Conceito de Decisões Financeiras

Nesse necessário:

processo

de

avaliação

financeira

do

projeto

é

avaliar os custos alocados ao processo atual e os relacionados à implementação do projeto;

elaborar um Fluxo de Caixa Livre;

calcular o Valor Presente Líquido do desembolso;

definir a Taxa Interna de Retorno;

determinar o payback do projeto;

o Valor Presente Líquido do desembolso;  definir a Taxa Interna de Retorno;  determinar o
Conceito de Decisões Financeiras  No processo de avaliação do investimento a ser feito, os

Conceito de Decisões Financeiras

No processo de avaliação do investimento a ser feito, os custos decorrentes dos equipamentos a serem adquiridos e as adaptações que o projeto exige, devem ser analisados de forma crítica, a fim de gerar ganhos incrementais para a organização.

que o projeto exige, devem ser analisados de forma crítica , a fim de gerar ganhos
que o projeto exige, devem ser analisados de forma crítica , a fim de gerar ganhos
Conceito de Decisões Financeiras  Quando se deseja investir, é necessário realizar um estudo técnico

Conceito de Decisões Financeiras

Quando se deseja investir, é necessário realizar um estudo técnico, que envolva uma análise de investimento. Nesse estudo a ser feito é preciso obter os custos relacionados antes do investimento e após a efetivação do mesmo (SAMANEZ, 2009).

e após a efetivação do mesmo (SAMANEZ, 2009). “Por este motivo a Engenharia Econômica está tão

“Por este motivo a Engenharia Econômica está tão atrelada

a custos e a matemática financeira”

Métodos e critérios de decisão Operação Multiprodutos  Equação do Lucro;  Demonstração do Resultado

Métodos e critérios de decisão

Operação Multiprodutos

Equação do Lucro;

Demonstração do Resultado do Exercício;

Modelagem de Custos, Preços e Lucros;

Simulação de Cenários;

Demonstração do Resultado do Exercício;  Modelagem de Custos, Preços e Lucros;  Simulação de Cenários;
Métodos e critérios de decisão Operação Multiprodutos (conceitos)  Equação do Lucro: é uma representação

Métodos e critérios de decisão

Operação Multiprodutos (conceitos)

Equação do Lucro: é uma representação matemática de procedimentos e modelagens que visam proporcionar a transformação de dados brutos em informações de cunho

econômico;

Demonstração do Resultado do Exercício: consiste em uma modelagem exclusivamente matemática que estrutura e fomenta a modelagem de custos, preços e

lucros;

consiste em uma modelagem exclusivamente matemática que estrutura e fomenta a modelagem de custos, preços e
Métodos e critérios de decisão

Métodos e critérios de decisão

Métodos e critérios de decisão
Métodos e critérios de decisão
Métodos e critérios de decisão

Métodos e critérios de decisão

Métodos e critérios de decisão
Métodos e critérios de decisão
Métodos e critérios de decisão Operação Multiprodutos (conceitos)  Modelagem de Custos, Preços e Lucros:

Métodos e critérios de decisão

Operação Multiprodutos (conceitos)

Modelagem de Custos, Preços e Lucros: consiste nos dados brutos, que, quando estruturados, fomenta informações econômico-financeiras;

Simulação de Cenários: é a ação de supor variáveis na modelagem matemática, que podem representar realidades futuras do projeto, essa simulação tem cunho econômico-financeiro;

matemática , que podem representar realidades futuras do projeto, essa simulação tem cunho econômico-financeiro;
Métodos e critérios de decisão

Métodos e critérios de decisão

Métodos e critérios de decisão
Análise de viabilidade econômica Operação Multiprodutos (conceitos)  Margem de Rentabilidade: consiste na

Análise de viabilidade econômica

Operação Multiprodutos (conceitos)

Margem de Rentabilidade: consiste na representação percentual do Lucro Líquido (do período) em relação com o Faturamento Bruto (do período);

ROI (Return on Investiment): é a relação percentual entre a quantidade de dinheiro ganho (ou dependendo do caso, perdido) e a quantidade de dinheiro investido;

a quantidade de dinheiro ganho (ou dependendo do caso, perdido) e a quantidade de dinheiro investido;
a quantidade de dinheiro ganho (ou dependendo do caso, perdido) e a quantidade de dinheiro investido;

Valor

Percentual

a quantidade de dinheiro ganho (ou dependendo do caso, perdido) e a quantidade de dinheiro investido;
a quantidade de dinheiro ganho (ou dependendo do caso, perdido) e a quantidade de dinheiro investido;
MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA

• Na matemática Financeira é fundamental também ter conhecimento sobre o Diagrama de Fluxo de

Na matemática Financeira é fundamental também ter conhecimento sobre o

Diagrama de Fluxo de Caixa.

Consiste em uma representação gráfica da movimentação de dinheiro ao longo do tempo.”

de Fluxo de Caixa. “ Consiste em uma representação gráfica da movimentação de dinheiro ao longo
• Os componentes do Diagrama de Fluxo de Caixa são:  Valor Presente (VP) 

Os componentes do Diagrama de Fluxo de Caixa são:

Valor Presente (VP) Valor Futuro (VF) Prazo/tempo/período (n) Juros (i) (expressão monetária)

Exemplo 1: Francisco resolve emprestar R$ 500,00 reais a Assuenio, para que

o mesmo possa comprar seu suplemento. Porém, Francisco que não é bobo,

exige que o pagamento seja feito daqui a 30 dias, e o valor a ser devolvido seja de R$ 580,00 reais.

Defina o diagrama e componentes.

• Exemplo 2: Marcelo aplicou hoje R$ 1.255,00 e obteve no resgate R$1.455,08. Calcule a

Exemplo 2: Marcelo aplicou hoje R$ 1.255,00 e obteve no resgate

R$1.455,08. Calcule a taxa de juros simples. Atenção (Taxa de Juros Percentual)

Exemplo 3: Renato aplicou hoje R$ 11.639,00 e obteve no resgate R$13.543,01. Calcule a taxa de juros simples.

Exemplo 4: Ulisses aplicou hoje R$ 108.880,00 e obteve no resgate

R$120.105,48. Calcule a taxa de juros simples.

Exemplo 5: Kemuel aplicou hoje R$ 1.719.299,00 e obteve no resgate R$1.987.455,76. Calcule a taxa de juros simples.

• Calcular a taxa de Juros simples vigente em um período é fácil tranquilo •

Calcular a taxa de Juros simples vigente em um período é fácil

tranquilo

Mas vamos imaginar o seguinte:

E se a operação for em uma série uniforme? Como transformar uma série de pagamentos em vice-versa?

um Valor Presente e

operação for em uma série uniforme? – Como transformar uma série de pagamentos em vice-versa? um
• A formula no qual é possível obter essa informação é (Juros Simples): • Aonde

A formula no qual é possível obter essa informação é (Juros Simples):

Aonde temos:

VF = Valor Futuro

VP = Valor Presente

i = Taxa de Juros

n = Períodos

= Valor Presente • i = Taxa de Juros • n = Períodos • Atenção: “n”

Atenção: “n” e “i” devem estar sempre na mesma base!

Ou seja: se o período for em meses a taxa de juros tem que esta ao mês, se for em anos/anos, dias/dias, etc.

Dica: se for juros simples, é só multiplicar a taxa mensal por 12 para torná-la anual e dividir a anual por 12 para torná-la mensal.

Variações da fórmula! (Juros Simples)

Variações da fórmula! (Juros Simples)

Variações da fórmula! (Juros Simples)
Variações da fórmula! (Juros Simples)
• Exemplo 6: Jadiel realizou uma aplicação de R$500,00 que foi capitalizada por oito meses

Exemplo 6: Jadiel realizou uma aplicação de R$500,00 que foi capitalizada por

oito meses a uma taxa simples igual a 5% a.m. Qual será o valor do resgate de

Jadiel?

Exemplo 7: Bruna realizou uma aplicação de R$600,00 que foi capitalizada por

dez meses a uma taxa simples igual a 10% a.m. Qual será o valor do resgate de Bruna?

Exemplo 8: Kívia realizou uma aplicação que foi capitalizada por dez meses a uma taxa simples igual a 10% a.m. O valor do resgate de Kívia foi de R$ 1.200,00, qual o valor aplicado?

• Exemplo 9: Wilton realizou uma aplicação de R$ 1.000,00 que foi capitalizada por 2

Exemplo 9: Wilton realizou uma aplicação de R$ 1.000,00 que foi capitalizada

por 2 meses a uma taxa simples, o valor do resgate de Wilton foi de R$ 1.400,00, qual o valor da taxa?

Exemplo 10: João realizou uma aplicação de R$ 350,00 que foi capitalizada

por “n” meses a uma taxa simples igual a 12% a.m. O valor do resgate de João

foi de R$ 1.750,00, Qual foi o período da aplicação?

Exemplo 11: José aplicou $500,00 que capitalizou, no regime simples, por 24 meses a 8% a.a. Calcule o valor futuro da aplicação.

 Juros Compostos  "O juro composto é a maior invenção da humanidade, porque permite

Juros Compostos

"O juro composto é a maior invenção da humanidade, porque permite uma confiável e sistemática acumulação de riqueza”. (Samanez, 2009)

Segundo Samanez, a formula do juros compostos é modelada da seguinte forma:

de riqueza” . (Samanez, 2009)  Segundo Samanez, a formula do juros compostos é modelada da
de riqueza” . (Samanez, 2009)  Segundo Samanez, a formula do juros compostos é modelada da
Variações da fórmula!

Variações da fórmula!

Variações da fórmula!
Variações da fórmula!
 Exemplo 12: Socorro comprou um celular nas Casas Bahia de R$1.000,00 que foi parcelado

Exemplo 12: Socorro comprou um celular nas Casas Bahia de R$1.000,00 que

foi parcelado em oito meses a uma taxa de juros composta igual a 5% a.m. Qual será o valor pago por Socorro?

• Exemplo 13: Maria resolveu comprar a um crediarista que passava na rua de sua

Exemplo 13: Maria resolveu comprar a um crediarista que passava na rua de

sua casa, um conjunto de armários de cozinha para sua mãe, o crediarista disse que vendia o conjunto por R$ 1.200,00 à vista, porém como Maria não tinha o dinheiro, o crediarista “amigo”, parcelou a compra em 3 vezes, com

“suaves” prestações de R$ 600,00. Qual a taxa de juros cobrada pelo

crediarista? (regime composto de juros)

Exemplo 14: Elkes comprou uma CB 300 semi nova (2013/2013), por R$ 8.900,00. Como não tinha dinheiro para efetuar o pagamento à vista, o antigo proprietário aceitou parcelar a compra. Sabendo que o antigo proprietário cobrou 6% a.m. juros compostos e que o valor final da operação foi de R$ 12.770,00. Qual foi o prazo da operação?

 Exemplo 15: Samara esta pensando em conseguir um empréstimo para reformar sua casa, o

Exemplo 15: Samara esta pensando em conseguir um empréstimo para

reformar sua casa, o valor no qual ela precisa é de R$ 20.000,00, o valor da

Qual seria o

valor final pago por ela a instituição financeira, caso confirme o empréstimo,

taxa de juros composta cobrada pelo banco é de 1,09% a.m

em um período de 60 meses?

Exemplo 16: Luiz comprou uma TV LED 55Sony 3D ultra HD 4k na Miranda Computação no valor de R$12.000,00. Como Luiz é cliente Platinum Visa , o mesmo conseguiu parcelar em dez meses a uma taxa de juros composto igual a 2% a.m. ao invés dos tradicionais 12% a.m. cobrados pelas administradoras. Qual será o valor pago por Luiz, como cliente Platinum ? E qual seria o valor pago por um cliente tradicional?

 Exemplo 17: Alisson comprou um tablet nas Lojas Rabelo de R$ 500,00 que foi

Exemplo 17: Alisson comprou um tablet nas Lojas Rabelo de R$ 500,00 que foi

parcelado em 6 vezes a uma taxa de juros composta igual a 1,99% a.m. Qual será o valor pago por Alisson?

Exemplo 18: William esta pensando em conseguir um empréstimo para

comprar uma casa na praia, o valor no qual ela precisa é de R$ 200.000,00,

como não é um empréstimo para aquisição do primeiro imóvel, o valor da

taxa de juros composta cobrada pelo banco é de 20% a.a

Qual seria o valor

final pago por ele a instituição financeira em um período de 120 meses?

• Exemplo 19: Andrier resolveu montar uma Factory (Agiotagem legalizada), o seu primeiro cliente necessita

Exemplo 19: Andrier resolveu montar uma Factory (Agiotagem legalizada), o

seu primeiro cliente necessita de um empréstimo de R$ 800,00, ele disse que

empresta o dinheiro ao cliente, porém cobra 8% a.m. de juros compostos. Sabe que o cliente pediu um prazo de pagamento de 10 meses. Qual o valor

final o cliente pagou a Andrier?

• Desconto! “Desconto é a denominação dada a um abatimento que se faz quando um

Desconto!

“Desconto é a denominação dada a um abatimento que se faz quando um título de crédito é resgatado antes de seu vencimento.”

Nas operações de desconto comercial (também chamado de “por fora”), com o objetivo de tornar mais fácil os cálculos, a instituição financeira costuma fazer incidir a taxa de desconto sobre o valor futuro.

fazer incidir a taxa de desconto sobre o valor futuro.  Cuidado! O banco apenas simplifica

Cuidado! O banco apenas simplifica contra o bolso do cliente!!!

D = id x n x VF Id.: Taxa de desconto por fora.

• Exemplo 20: Braunio fez compras em seu cartão de crédito, dividiu tudo em 10

Exemplo 20: Braunio fez compras em seu cartão de crédito, dividiu tudo em

10 vezes (com juros), após 8 parcelas pagas ela ligou para a operadora do cartão de crédito e perguntou qual o saldo da dívida nominal e qual a taxa de desconto para o pagamento antecipado. A atendente informou que os valores

respectivamente eram de R$ 2.000,00 e 5% a.m

Qual o valor do desconto?

Exemplo 21: Marcos financiou seu carro em 36 meses, após 30 parcelas pagas, o mesmo ligou para a financeira e perguntou qual o saldo devedor, ele foi informado que devia ainda R$ 6.000,00. Lendo seu contrato Marcos descobriu que a taxa de desconto é de 3,85% a.m. dada pela financeira a quem antecipa a quitação do débito. Qual o valor do desconto obtido por Marcos caso antecipe o débito?

• Lista com os exemplos 22 e 23!

Lista com os exemplos 22 e 23!

• Cálculo do Montante considerando taxas de juros nominais no Regime de Capitalização Composta. S

Cálculo do Montante considerando taxas de juros nominais no Regime de

Capitalização Composta.

de juros nominais no Regime de Capitalização Composta. S = Montante ou capital final resgatado (Valor

S = Montante ou capital final resgatado (Valor Futuro);

j = Taxa de juros nominal; k = Número de vezes em que os juros são capitalizados no período a que a taxa nominal se refere;

m = Prazo da aplicação na mesma unidade de tempo da taxa nominal; P = principal ou capital inicial da aplicação (Valor Presente).

• Exemplo 24: Rafael aplicou em título de capitalização bancária, R$4.000 por dois anos a

Exemplo 24: Rafael aplicou em título de capitalização bancária, R$4.000 por

dois anos a uma taxa de juros nominais de 12% a.a., capitalizados semestralmente no regime de capitalização composta. Ao término desse prazo, ele reaplicou o montante por mais três anos à taxa nominal de juros de

16% a.a., capitalizados trimestralmente no regime composto. Calcular o valor

de resgate da aplicação.

Exemplo 25: Francisco ganhou na loteria, ao sacar o prêmio o gerente do banco orientou ele a investir uma parte do valor em títulos da dívida pública com Juros de 15% a.a e com capitalização semestral. Ele investiu R$ 15.000.000,00, após uma década, qual o valor obtido por ele?

• Exemplo 26: Assuenio investiu R$ 1.000, reais em ações da Petrobras, sabendo que a

Exemplo 26: Assuenio investiu R$ 1.000, reais em ações da Petrobras,

sabendo que a capitalização é bimestral e o título das ações foi capitalizado

no regime composto durante 7 anos à uma taxa de juros anual de 20% a.a. Qual foi o montante sacado após esse período?

Exemplo 27: Marcelo investiu R$ 3.000,00 em um título de capitalização da Comissão de Valores Imobiliarios. Sabendo que Marcelo deixou o dinheiro investido 4 anos e que a capitalização era mensal. Qual o montante sacado após este período? Sabendo que a taxa de juros é de 11% a.a. em um regime de capitalização composto.

• Exemplo 28: Renato investiu R$ 1.000,00 em sua poupança, sabendo que a taxa de

Exemplo 28: Renato investiu R$ 1.000,00 em sua poupança, sabendo que a

taxa de juros simples aplicada é de 2% a.m. e que o dinheiro foi aplicado

durante 12 meses com capitalização mensal. Qual o valor sacado, sabendo que o regime de capitalização é simples?

• Equivalência de Capitais – Taxa Efetiva (Regime de Capitalização Composta) “Duas taxas de juros

Equivalência de Capitais Taxa Efetiva (Regime de Capitalização Composta)

“Duas taxas de juros ia e ib, referidas a períodos diferentes no regime de capitalização composta, são equivalentes quando resultam no mesmo montante (Valor Futuro), ou juros, isso no fim do prazo da operação tendo incidido sobre o mesmo capital inicial (principal / Valor Presente).”

juros, isso no fim do prazo da operação tendo incidido sobre o mesmo capital inicial (principal
• Taxa Percentual x Taxa Efetiva – Taxa Percentual (Aparente): muito utilizada no mercado na

Taxa Percentual x Taxa Efetiva

Taxa Percentual (Aparente): muito utilizada no mercado na formalização dos negócios. Porém, não é utilizada diretamente nos cálculos por não corresponder, de fato, ao ganho/custo financeiro do negócio.

Taxa Efetiva: uma taxa que corresponde, de fato, ao ganho/custo financeiro do negócio. Toda taxa, cuja unidade de tempo coincide com o período de capitalização dos juros, é uma taxa efetiva. (ex.: 40% ao ano, com capitalização anual e/ou 18% ao semestre, com capitalização semestral)

• Exemplo 29: Obter a taxa efetiva anual equivalente a uma taxa nominal de 78,01%

Exemplo 29: Obter a taxa efetiva anual equivalente a uma taxa nominal de

78,01% ao ano com capitalização semestral. (regimento composto)

Exemplo 30: Dada a taxa nominal de 60% ao ano, com capitalização bimestral, calcule a taxa efetiva ao ano. (regimento composto)

Exemplo 31: Obter a taxa efetiva anual equivalente a uma taxa nominal de

24% a.a., com período de capitalização mensal. (regimento composto)

• Exemplo 32:Determine a taxa efetiva mensal equivalente a uma taxa nominal de 7,5% ao

Exemplo 32:Determine a taxa efetiva mensal equivalente a uma taxa nominal

de 7,5% ao mês com capitalização diária (calendário comercial mês = 30 dias). (regimento composto)

Exemplo 33: Ulisses em Fev/2011, aplicou R$10.000,00 em um título de

capitalização à uma taxa de 60,00% a.m. capitalizada diariamente. Determine o montante resgatado por ele ao final de 4 dias (mês = 28 dias) em um regime de capitalização composto.

A maneira que aumenta a incidência da capitalização a distorção entre as taxas diminui.

• Taxa Acumulada, Resultante ou Final “Um cuidado constante eu se deve ter em operações

Taxa Acumulada, Resultante ou Final

“Um cuidado constante eu se deve ter em operações financeiras é quando relacionamos operações matemáticas envolvendo taxas de juros. Quando duas ou mais taxas incidem sequencialmente sobre um valor ou sobre uma sequencia de valores, como no caso da capitalização composta, a taxa resultante não é a soma das taxas individuais.

a taxa resultante não é a soma das taxas individuais. ” • Exemplo 34: Kemuel pretende

Exemplo 34: Kemuel pretende aumentar o custo de um produto que custava R$40,00, ele fez dois aumentos sucessivos de 20% e 30%, respectivamente.

Qual o preço final do produto e qual a variação percentual do preço do

produto?

• Mas se quiséssemos incidir a inflação? • Essa taxa aparente ou unificada resulta da

Mas se quiséssemos incidir a inflação?

Essa taxa aparente ou unificada resulta da aplicação sucessiva de uma taxa de juros real e da variação inflacionária.

Essa taxa aparente ou unificada resulta da aplicação sucessiva de uma taxa de juros real e
• Exemplo 35: A taxa aparente mensal de juros incidentes sobre uma operação financeira com

Exemplo 35: A taxa aparente mensal de juros incidentes sobre uma operação

financeira com três meses de prazo foi igual a 4,7185%. Se as taxas de inflação nos três meses analisados foram iguais a 2,5%; 3,4% e 2,1%, calcule a taxa de juros real mensal da operação.

Exemplo 36: A aplicação de R$ 14.800,00 rendeu um valor futuro de R$ 18.765,91 após seis meses. Se a taxa inflacionária foi igual a 1% em três meses e 2% nos demais meses, calcule a taxa de juros real mensal da operação. (regime de capitalização composto)

Exemplo 37: Em sua última captação de recursos, a Companhia do Brejo

Fundo tomou dinheiro pagando uma taxa real de juros de 1% a.m. durante

quatro meses. Se as taxas de inflação mensais foram iguais a 1,1%; 1,0%; 0,8%

e 0,9%, calcule a taxa de juros mensal aparente da operação.

Revisão • Exemplo 38: Jadiel aplicou na poupança R$ 4.500, em um período de ano.

Revisão

Exemplo 38: Jadiel aplicou na poupança R$ 4.500, em um período de ano.

Qual é a taxa de juros simples anual que transforma o valor presente atribuído na questão em um montante de R$8.100?

Exemplo 39: Bruna tinha um capital de R$1.000, que foi aplicado em 12 de

fevereiro (mês com 28 dias) a juros simples de 0,2% a.d., porém o mesmo só

foi resgatar o montante no dia 14 de julho do mesmo ano. Ajude a Bruna a determinar o valor do resgate. (utilize ano civil)

Exemplo 40: Magno em conversa com Cláudio, quer saber qual é o capital que, em seis anos, à taxa de juros composta de 15% a.a., resulta em

R$14.000? Ajude Cláudio a responder o questionamento de Magno.

Revisão • Exemplo 41: Pedro tem um capital de R$27.000 aplicado em títulos de capitalização

Revisão

Exemplo 41: Pedro tem um capital de R$27.000 aplicado em títulos de

capitalização composta a juros de 6% a.m. que renderam juros de R$5.654,80.

Qual o prazo mínimo da aplicação em meses?

Exemplo 42: Hítalo investigou e descobriu que a taxa de inflação acumulada

de 1999 medida pelo IGPM foi de 20,10%. Ele investiu na época em uma aplicação financeira, que tinha um rendimento real de 12% a.a., usando o IGPM como índice de inflação. Calcule a taxa efetiva de juros no qual descontado a inflação, a taxa represente o ganho real incidente no dinheiro de Hítalo.

Exemplo 43: Wendson após ver o que Adson fez, resolve avaliar um

investimento seu que rendeu 68% em um mês no qual a inflação foi de 40%.

Qual foi o ganho real (em %) do investimento de Adson?

Revisão • Exemplo 44: Rosana quer saber qual o tempo necessário para que R$ 2.500

Revisão

Exemplo 44: Rosana quer saber qual o tempo necessário para que R$ 2.500

produzam o montante de R$ 5.190,40, à taxa nominal de 24% a.a. com capitalizações trimestrais em um regimento composto?

Exemplo 45: João Paulo e Jairo aplicaram, conjuntamente, R$4.000 por dois

anos à taxa juros real de 12% a.a., capitalizados anualmente no regime de capitalização composta. Ao término desse prazo, eles reaplicaram o montante por mais três anos à taxa de juros real de 16% a.a., capitalizados anualmente

no regime composto. Calcular o valor real de resgate da aplicação reajustado em função da taxa aparente que resulte na taxa real fornecida, considerando que as taxas inflacionárias nos anos 1, 2, 3, 4 e 5 foram, respectivamente, iguais a 4%, 5%, 6%, 4% e 5% a.a.

Revisão • Exemplo 46: Fabrício quer determinar a taxa efetiva real mensal equivalente a uma

Revisão

Exemplo 46: Fabrício quer determinar a taxa efetiva real mensal equivalente a

uma taxa nominal de 7,5% ao mês com capitalização diária (calendário comercial mês = 30 dias), considerando uma inflação de 0,1% ao mês. Ajude-o. (considere todas as casas decimais)

Exemplo 47: Pedro aplicou, em fev/2011, R$10.000,00 à taxa efetiva real de

Determine o montante resgatado por Pedro ao final de 4 dias

(mês = 28 dias), considerando a taxa de juros aparente que resulte na taxa

real dada, com a inflação diária nos quatro dias da operação igual a 0,1%, 0,2%, 0,3% e 0,4% a.d. (regime composto)

1,00% a.m

Referências Bibliográficas  ASSAF NETO. Matemática financeira e suas aplicações. 11ª ed. São Paulo: Atlas,

Referências Bibliográficas

ASSAF NETO. Matemática financeira e suas aplicações. 11ª ed. São Paulo:

Atlas, 2009.

BRUNI, A. L.; FAMÁ, R. Matemática financeira: aplicações com HP 12C e Excel. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.

SAMANEZ, C. P. Matemática financeira. 5ª ed. São Paulo: Pearson, 2010.

OBRIGADO!!!

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