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O PRINCIPAL

Por C. T. Studd

Muito tempo nós estamos esperando um pelo outro para começarmos! O tempo da espera
já passou! A hora de Deus chegou! A guerra está declarada! No santo nome de Deus vamos
levantar e construir! "O Deus do céu, Ele lutará por nós", tal como nós para/por Ele. Nós não
construiremos sobre a areia, mas sobre o fundamento dos dizeres de Cristo, e as portas e
partidários do inferno não prevalecerão contra nós. Homens como nós, deveriam ter medo?
Diante de todo o mundo sim, antes que o agitado, morno, sem fé, atrapalhado mundo cristão,
nós nos atreveremos a confiar em nosso Deus, nós arriscaremos o nosso todo por Ele, viveremos e
morreremos por Ele, e vamos fazê-lo com a sua alegria indizível cantando em voz alta em nossos
corações. Nós morremos mil vezes mais depressa se for preciso confiando apenas em Deus do que
viver confiando no homem. E quando chegarmos a esta posição, a batalha já está ganha, e no
final da campanha gloriosa à vista. Nós teremos a verdadeira santidade de Deus, não uma coisa
doentia de conversa e palavras delicadas e pensamentos bonitos, teremos uma Santidade
robusta, uma audácia da fé e as obras de Jesus Cristo.
O Chamado de Cristo é para alimentar os famintos, e não os satisfeitos, para salvar os
perdidos, e não os de dura cerviz, não para chamar a escarnecedores, mas os pecadores, não
para construir e mobiliar capelas confortáveis, igrejas e catedrais em casas para sacudir cristãos
professos para dormir através de ensaios inteligentes, orações estereotipadas e apresentações
musicais artísticas, mas para aumentar a vida de almas na igrejas entre os probres, para capturar
homens das garras do diabo e arrebatá-los para longe das garras do inferno, para inscreve-los e
treiná-los para Jesus e torná-los em um todo-poderoso exército de Deus. Mas isso só pode ser
realizado por uma religião em brasas, não convencional, sem restrições ao Espírito Santo, onde
nem a Igreja nem o Estado, nem o homem nem as tradições são adorados ou cultuados, mas só
Cristo e este crucificado. Não é o confessar Cristo, colares de fantasia, as torres das igrejas, ou
toalhas ricamente bordadas de altar, mas pelo sacrifício imprudente e heroísmo nas trincheiras.

Por C. T. Studd
Tradução: voltemosaoevangelho.com
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