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Princípios para um Namoro Cristão

O namoro cristão é uma preparação. Um período extremamente importante na vida de dois


jovens cristãos e de muitas responsabilidades. Representa um período de transição entre dois
jovens ou adultos, um homem e uma mulher, crentes no Senhor Jesus Cristo, sendo que ambos
devem ter um bom nível de maturidade. Ambos mantém um bom ritmo de comunicação, sendo
através deste relacionamento orientados e preparados por Deus para um futuro casamento.
Namoro cristão deve sempre visar o casamento. Um namoro que não tem como alvo um futuro
casamento, sequer deve ser iniciado.

Embora o desejo seja que ambos se tornem íntimos em seu relacionamento, isso não quer dizer
liberdade no aspecto físico e muito menos liberdade sexual entre o casal de namorados. A
relação sexual está destinada a ser desfrutada apenas entre pessoas devidamente casadas
(Hebreus 13.4; Gênesis 2.24; Cantares de Salomão 4.12; 1Tessalonicenses 4.3-5; Colossenses
3.5-6; 1Coríntios 6.15-20; 1Timóteo 5.22; 2Timóteo 2.22).

Este é um período de conhecimento mútuo, conhecimento da alma, do coração, nunca do físico


um do outro. O aspecto físico está destinado para depois do casamento. Portanto, exige
disciplina própria, vigilância constante. É um tempo onde se obtém oportunidade de duas
personalidades diferentes se harmonizarem, conhecerem um ao outro. Comunhão espiritual é
fator primordial. Lembre-se que quanto mais próximo cada um estiver de Deus, mais próximo
estarão um do outro. Este período também serve para confirmar a perfeita vontade de Deus
para a vida de ambos.

O padrão de Deus para um namoro bem sucedido é este:

1) Espiritual – forte. Deus em primeiro lugar, nunca seu namorado (a).

2) Vontade, emoções e mente dentro do plano de Deus.

3) Corpo (físico) – sob controle.

Quando um namoro está fora do padrão de Deus, o que acontece é justamente o contrário:

1) Espiritual – fraco. A sensibilidade espiritual está cauterizada.

2) Emoções, vontade e mente – descontrolada.

3) Físico – sensual.

Portanto, fora do padrão de Deus ocorre que o lado espiritual fica cauterizado; a mente, a
vontade e as emoções raciocinam de forma sensual e o físico fica corrupto.

Uma pergunta séria a se pensar: A vontade de Deus é mais importante que o seu namoro?
Como Começar um Namoro Cristão?

Alguns aspectos são importantes para um começo no namoro cristão. Geralmente não sou de
estabelecer uma idade certa para alguém namorar. Antigamente isso era o costume, hoje com o
decorrer dos tempos e uma mudança na cultura não se faz mais tal coisa. Porém, ainda assim,
existem pais que estabelecem uma determinada idade para que seus filhos venham a poder
namorar. Eu creio que isso é benéfico e sábio por parte dos pais, mas não uma exigência.
Vejamos alguns requisitos importantes para se começar um namoro:

1. Salvação. Ambos os jovens ou adultos devem ser verdadeiramente salvos, ou


seja, ambos já devem ter aceitado a Jesus Cristo como seu único Senhor e Salvador pessoal
(João 3.16; Lucas 19.10; Romanos 10.9-10).

2. Maturidade física e Espiritual. Não devem ser crianças, pois maturidade é


importante e essencial no relacionamento entre duas pessoas (Efésios 4.13; 1Coríntios 14.20).

3. Comunhão com Deus. Primeiramente Deus deve estar sendo uma fonte de luz
em sua vida, uma fonte de vigor espiritual. Se não tiver comunhão com Deus, nunca será
abençoado em qualquer tipo de relacionamento (1João 1.6-7).

4. O rapaz inicia. Em nosso tempo moderno é "comum" uma moça querer iniciar
um namoro. Mas isso fere o princípio bíblico. Mesmo num namoro, o rapaz é o líder, é ele quem
deve iniciar, é ele quem deve pedir à moça para namorar.

5. Permissão dos pais. Ambos os pais dos pretendentes devem estar de acordo
com o namoro. Isso demonstra confiança e honra dos filhos para com seus pais. Um namoro
onde os pais não apóiam, geralmente resulta em muitas dificuldades. Isso não significa que os
pais são a autoridade final no namoro, significa que estão querendo a bênção paterna para o
relacionamento.

6. Apoio do seu pastor. Isso é importante e muitas vezes negligenciado pelos


cristãos. O pastor de ambos deve apoiar e dar sua bênção. Pode ser que pastor veja coisas que
eles não estão vendo e por isso é importante receber o apoio, o conselho deste servo de Deus.

7. Comunicação e visitas. Deve-se procurar estabelecer um determinado ritmo nas


visitas por parte do rapaz à casa da moça. É claro que não todos os dias. Estabelecer uma boa
comunicação entre ambos.

8. Confiança dos pais. No decorrer do namoro, deve procurar ganhar e manter a


confiança dos pais. Verificar como é a relação entre a pessoa e seus pais. Procurar ser sensível
para qualquer mudança.

Como Continuar um Namoro Cristão?

1. O interesse deve estar voltado para a personalidade da pessoa, a parte


imaterial. É importante que isso esteja bem claro na mente dos namorados.

2. O interesse deve ser estabelecido na parte espiritual da pessoa, não em seu


corpo físico, não no dinheiro que o outro tem, não no carro, na casa, na popularidade, na beleza,
etc. A parte espiritual é a mais importante sobre todas. Mais uma vez: quanto mais próximos
estiverem de Deus, mais próximos estarão um do outro. O contrário também é verdadeiro:
quanto mais longe estiverem de Deus, mais longe ficarão um do outro.

3. Reconheça que cada cristão é chamado de propriedade particular, pessoal,


peculiar de Deus (1Pedro 2.9). O namorado que não respeita tal fato está desrespeito os
princípios de Deus e desrespeitando o próprio Deus, bem como a pessoa, a família dela, a
Palavra de Deus e o futuro casamento.

4. Evitar contato físico exagerado. Todo namorado gosta de receber um carinho,


beijos e abraços. Porém, deve-se parar por aqui. Procure a todo custo evitar continuar os
avanços físicos, como tocar em outras partes do corpo da moça, por exemplo. Isso pode
provocar desejos sexuais que não pode ser satisfeito devidamente antes do casamento
(1Tessalonicenses 4.3-8; 1Coríntios 7).

5. Existem condições onde a frequência de visitas deve ser limitada. Isso exige
paciência por parte de ambos. Algumas vezes a saúde, doença, serviço militar, estudos,
trabalhos, deveres pessoais impedem que estejam juntos. Sejam pacientes nessas horas.

6. Cautela com o modo de vestir, cautela em sua conversa, cautela em seu


comportamento e mesmo nos gestos. Lembre-se de semear um ambiente agradável em que
vale a pena estarem juntos.

7. Evitar ficar sozinhos em ambientes fechados e por muito tempo. Procure estar
em atividades com outros jovens, ou seja, procure envolver seus amigos em suas atividades.

Qual o Perigo de Acariciar?

• Mata a espiritualidade de ambos os namorados.

• Pode fazer com que fiquem cegos para os valores verdadeiros, as virtudes de
cada um.

• Pode fazer com que abaixem os padrões da moralidade.

• Pode conduzir para a realização do ato sexual não permitido por Deus antes do
casamento.

• Pode conduzir para depravação, destituição da dignidade.

• Pode conduzir para o desenvolvimento de um desejo de satisfação não natural.

• Pode causar frustração e nervosidade.

• Pode conduzir para um casamento errado, com a pessoa errada.

• Pode conduzir para contrair doenças.

• Pode conduzir ao desrespeito mútuo.


Conselhos Práticos

• Nunca case com alguém que não seja cristão (2Coríntios 6.14-18; Amós 3.3).

• Ore para a escolha de Deus (Salmo 37.5; Provérbios 3.6).

• Evite casar sob pressão (Romanos 12.1-2). Não case pensando que sua vida se
endireitará depois do casamento. Não case com alguém pelo qual não tenha respeito.

• Não case cedo demais ou de repente (Tiago 1.4-5). Procure ver sua relação com
Deus, os hábitos da pessoa, os pais, o modo de vida.

• Não case tendo uma perspectiva errada do sexo (Gálatas 5.16-25). Alguns
casam para desfrutar do sexo, mas casamento não é apenas sexo, muito mais está envolvido.

• Casamento é para sempre, ou seja, "até que a morte os separe" (Gênesis 2.24;
Romanos 7.1-3; Mateus 19.6).

O Namoro do Cristão: Propósito e Compromisso

Introdução

Quando Deus criou o ser humano, dotou-o de mecanismos especiais que exercem atração entre
os sexos. Trata-se de um conjunto de sentimentos e emoções, incluso o sexo, que levam o rapaz
a sentir forte atração por uma garota e vice-versa. Não é difícil compreender por quais razões
um rapaz sente atração por uma moça: ela é essencialmente bonita, dotada de aspectos
estéticos de beleza; assim, seu olhar, sua pele, seus olhos, seus cabelos, seu andar, seus
trejeitos, tudo, enfim, sugere beleza e encantamento.

É um tanto mais difícil entender por que uma moça sente atração por um rapaz: sua pele é
áspera, seu rosto meio-redondo-meio-quadrado, pernas francamente horríveis, às vezes não tem
cabelos e, via de regra, é completamente fora de esquadro...

Não obstante, a moça olha para um tipo assim e o imagina um Adônis. Qual será o mecanismo
que leva a moça a se encantar pelo feioso rapaz? Quando Deus criou o primeiro casal, disse à
mulher: "... e ele te governará" (Gn 3:16c). A idéia de governo envolve liderança e é isto algo
que Deus quis inserir no casamento: alguém, no caso o marido, assumindo a principal liderança
do lar.

A lista das características de uma liderança é mais ou menos extensa, segundo cada
especialista. Gosto da enumeração dada por Ordway Tead, citado por J R Whitaker Penteado
(Técnica de Chefia e Liderança – Livraria Pioneira Editora, 1965 – página 18). Segundo ele, uma
liderança desejável incluirá: energia física e nervosa, sentido de objetivo e direção, entusiasmo,
cordialidade e afeição, integridade, competência, poder de decisão, inteligência, habilidade para
ensinar, fé.

A moça deseja ver no homem de sua vida condições para assumir o papel de líder principal, a
fim de que encontre a equação para sua existência. O casamento transmite à mulher um senso
de realização, de estabilidade, de equilíbrio e proteção. Afinal, parece-nos que, algumas vezes,
quanto mais feio é o homem, mais senso de proteção ele transmite...

É notório que vivemos numa sociedade muito complexa e difícil. Padrões morais foram banidos e
muitos "marcos de referência" foram retirados. Uma neo-sexualidade tomou conta de todos os
escaninhos da sociedade. A perversão do sexo é a tônica deste nosso tempo. Na área do
namoro, a gritante permissividade é o veículo para o descaminho e a miséria moral. Se o
começo é mau, o que vem depois será pior, pois toda a prática licenciosa do namoro conspira
contra a estabilidade do lar e da família.

Diante disto é que o jovem cristão terá que definir suas atitudes e comportamento.

Motivos errados para namorar

O sentimento de rivalidade ou competição tem levado muitos jovens e iniciarem um namoro.


Pensam que não podem ficar atrás, pois todos os demais seus amigos já namoram. Outros há
que começam um namoro com a idéia de provocar ciúmes em terceiros.

Jovens sem orientação firme tendem a usar o namoro como instrumento de auto-afirmação. Seja
porque têm dúvidas quanto à sua masculinidade ou feminilidade, seja porque outras pessoas
colocam suas dúvidas sobre eles. Muitas moças, com medo de ficar para "titia", procuram
desesperadamente auto afirmar-se iniciando um namoro – não importando com quem seja. Por
outro lado, há aqueles rapazes e moças que, oriundos de lares problemáticos, desejam namorar
como forma de romper com os laços paternos, buscando, assim, uma liberação das pressões
existentes em seus lares; geralmente, estes jovens usam o tempo de namoro para desabafar no
parceiro os seus traumas, criando situações difíceis no relacionamento a dois. São jovens
dominadores, visando o parceiro como objetivo para dominar, pressionar ou castigar. Meio passo
para o recrudescimento de um comportamento anômalo.

Quantos desastrosos namoros já existiram por causa de sugestões de terceiros! Muitas vezes,
são as próprias mães que começam a "empurrar" as filhas em direção a algum bonitão que
chegou à igreja. Há a considerar, também, que toda a literatura mundana conspira contra o bom
namoro. Verdadeira avalanche de revistas românticas existe no mercado. O que dizer, então,
das telenovelas? São montadas à base da exploração dos sentimentos e do sexo. Mas há, ainda,
outra nefasta fonte de indução ao namoro: os signos do zodíaco ou a indústria do horóscopo. É
incrível a influência exercida por estas superstições, tidas como científicas. Jovens iniciam um
laborioso trabalho na busca do suposto parceiro, baseados tão somente em argumentos como:
"leão não combina com escorpião" ou, ainda, porque cabrito não dá certo com jacaré...

A inversão dos valores morais tem levado o jovem atualmente a ter idéia errada a respeito desta
romântica etapa da vida. Namorar hoje significa praticar a exploração do corpo da namorada ou
do namorado.

Aqui estão algumas das muitas idéias erradas para começar um namoro. Certamente que um
namoro estabelecido em bases erradas trará dissabores e angústias, cujas marcas poderão
permanecer para o resto da vida.

Propósito

É natural que, para todas as atividades humanas, tenhamos um propósito que nova mova em
direção ao alvo. Quando os fins não estão bem definidos, a execução dos meios não traz
realização e alegria. É o que ocorre com o namoro, também. Se o jovem não está imbuído de um
propósito correto diante de si, a prática do relacionamento a dois há de sofrer as conseqüências.

Pretendo, pois, enquadrar a questão do namoro, dando um tratamento bíblico às seguintes


perguntas:

Por que namorar?

É certo que a maioria das pessoas se casa. Casar é o estado normal ordenado por Deus.
Segundo a Bíblia, o celibato é exceção. Veja o texto de Mateus 19:10-12.

O casamento, segundo o plano bíblico, visa completar a personalidade dos parceiros. Há áreas
que necessitam ser atendidas, a fim de que haja crescimento e amadurecimento:

(1) Espiritual – Conquanto a vida espiritual dependa diretamente do relacionamento pessoal com
Deus, através da meditação e obediência às Escrituras e de uma vida de oração, é certo que
duas pessoas afinadas num mesmo propósito de agradar a Deus, crescerão espiritualmente em
ajuda mútua. É no casamento que marido e esposa podem conhecer os mais íntimos anelos do
parceiro e, assim, envidar seus esforços no sentido de caminhar ao lado do outro na busca da
vontade de Deus para si, como casal. É importante verificar o que dizem os textos bíblicos em
Amós 3:3; 1 Pedro 3:7 e Mateus 18:19,20.

(2) Psicológica – Todos os indivíduos têm determinadas carências, sejam afetivas ou por
necessidade de atingir suas aspirações. No casamento esta área é satisfeita quando os cônjuges
promovem entre si a interação dos seus afetos. A solidão não é característica do ser humano.
Todos nós ansiamos por pertencer a alguém e também por atender essa necessidade
psicológica de outrem. Não é mera retórica quando Deus disse: "Não é bom que o homem esteja
só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea" (Gênesis 2:18). O Dr. Clyde M. Narramore diz
a respeito: "É uma necessidade psicológica embutida, que o próprio Deus instilou na natureza
humana". (A Psicologia da Felicidade – Editora Fiel – São Paulo, 1977 – página 50).

(3) Social – Comunicação é o ato de compartilhar de alguma coisa com alguém. O ser humano,
sendo gregário por natureza, não aprecia ficar só. Precisa de alguém, constantemente, para
comunicar-se. O casamento é uma esfera muito própria para a comunicação, pois o marido
participa da vida da esposa e vice-versa. O Dr. J. E. Giles acentua a respeito: "A esposa ou o
esposo é a pessoa com quem se pode ter mais oportunidade de comunicar-se e nesta relação a
comunicação chega a seu nível mais íntimo e profundo". (Bases Bíblicas de la Ética – El Paso,
Texas – Casa Bautista de Publicaciones, 1969 – página 128).

(4) Biológica – Dotados de mecanismos sexuais, tanto o homem como a mulher encontram no
relacionamento conjugal o atendimento correto para estas necessidades. A sexualidade é vista
nas Escrituras com fins procriativos. A Bíblia dá muita ênfase ao fato de se ter filhos. Considera
isso como bênçãos de Deus. Também está muito clero que a família é a célula ideal para criar
filhos. Não há lugar para famílias coletivas, nem para qualquer tipo de "produção independente".
Aflora, cristalinamente, o princípio básico de o lar ser formado por um homem que será o
marido, por uma mulher que será a esposa, os quais terão os seus próprios filhos. É uma relação
fechada, que não admite intermediação ou promiscuidade.

Outro aspecto bíblico da sexualidade é que ela atende um requisito essencial na manifestação
amorosa do casal. Trata-se de uma maneira muito especial e íntima de marido e esposa
expressarem o amor entre si. Consulte o texto de Provérbios 5:15-20 e todo o livro de Cantares.

São poucas as pessoas que se encaixam biblicamente no dom especial do celibato. Segundo a
Bíblia, nada há de errado em ficar solteiro ou solteira. Erroneamente, a felicidade é associada ao
fato de se estar casado. É perfeitamente possível ser solteiro e levar uma vida fascinante. O
apóstolo Paulo define muito bem esta situação quando dá instruções sobre o assunto em 1
Coríntios 7:1-9.
Com quem namorar?

Esta pergunta já foi feita milhares de vezes por jovens encalhados. Algumas moças fazem a
pergunta com certa sutiliza, como se dissessem: "Eu quero me casar, mas não vejo ninguém na
minha frente... não há mais rapazes nas igrejas e os que existem são uns panacas..."

É um pergunta muito séria, que exige resposta não menos séria. Infelizmente, tem havido
afrouxamento nos princípios bíblicos relacionados com o lar. O casamento espiritualmente misto
tem sido uma constante em muitas famílias cristãs. Conheço todos os argumentos apresentados
para tentar justificar a violação do princípio bíblico. Enfatiza-se a exceção da conversão de um
cônjuge para generalizar o caso. Não parece claro a muitos jovens e até a líderes que a Bíblia
afirme: "Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto, que sociedade pode
haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão da luz com as trevas? Que harmonia
entre Cristo e o Maligno? Ou que união do crente com o incrédulo? Que ligação há entre o
santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio
disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo (2 Coríntios
6:14-16).

O texto evidencia a incompatibilidade existente entre algumas expressões: justiça versus


iniqüidade; luz versus trevas; Cristo versus Maligno; crente versus incrédulo; santuário de Deus
versus ídolos. Mostra que essa incompatibilidade inibe a aplicação de termos vitais, como:
sociedade, comunhão, harmonia, união e ligação. A questão é: se tirarmos essas expressões
vitais da existência de um casal qualquer, o que sobrará?

Quando um rapaz ou moça pretende encontrar o futuro parceiro de sua vida, deve ter em conta
a compatibilidade espiritual. Isto significa:

Cristão genuíno – Não basta ser membro de igreja. Há de demonstrar evidências claras do novo
nascimento, no dia-a-dia, na maneira de falar, nos gestos e atitudes, na forma como encara a
vida e suas circunstâncias. Esta avaliação é necessária devido a que, infelizmente, há joio nos
quadros de membros.
Capacidade crescente de discernimento – Uma vez convertido, o rapaz ou moça deverá desejar
o crescimento de que Paulo fala em Efésios 4:15,16. O processo de crescimento dá acuidade
espiritual, sintonia plena com o propósito de Deus e submissão à Sua vontade. Um cristão
retardado, que ainda vive à base de mamadeira, porque não estuda a Palavra de Deus e nem
gosta de orar, não oferece boas condições para assumir o importante lugar de marido ou
esposa. Penso que aqui temos alguma resposta para o problema de muitos casais, membros de
nossas igrejas, que estão se separando. Está havendo falta de discernimento, sintoma de
subnutrição espiritual.

c) Quando namorar?

Vemos que os namoros de hoje têm muito de prosaico, apenas para passar o tempo. Um namoro
firme deveria ser estabelecido quando:

(1) Há perspectivas de casamento – Em verdade, não existe uma tabela de tempo que
determine a duração ideal do namoro. Contudo, é necessário um critério, um equilíbrio.
Certamente, um namoro muito curto não dará condições para que os namorados se conheçam
mutuamente, num nível para estabelecer metas e propósitos comuns que durarão a vida inteira.
Há, ainda, um tempo necessário de oração em conjunto, para que Deus possa estar confirmando
Sua vontade específica para os dois. Por outro lado, namoros que se arrastam por anos e anos,
além de darem aquele "chá de sofá" e canseira nos pais da moça, propiciam liberdade e
intimidade inadequadas. Acabam avançando, prematuramente, em relacionamento sexual que é
reservado e propício somente para a vida de casados. Assim, entra em jogo a questão da
defraudação sexual, como bem expõe o pastor Israel Carlos Biork em seu livro "Jovens,
desenvolvei a vossa salvação!", IBR, São Paulo, 1979, páginas 53 a 66.

(2) Há capacidade de previsão e provisão – Se o casamento implica em responsabilidades, então


há necessidade de prever e prover. Estabelecer um lar significa, também, dotá-lo de condições
para que a vida a dois, separada dos pais, seja factível. Há, além da habitação, móveis,
instalações, objetos diversos que compõem uma casa. Alguém precisa adquirir essas coisas.
Depois, há um orçamento doméstico, a compra de comida, de utilidades, de medicamentos, etc.
Rapidamente chega o primeiro filho e, então, as despesas sobem assustadoramente. É preciso
pensar nessas coisas, pois são reais.

A profissão ou atividade ocupacional deve estar definida. É importante uma visão bíblica sobre
questões de dinheiro e finanças. Namoros voadores podem ser muito românticos, mas quando
se põe o pé no chão, a coisa é diferente.
Assim, se há impeditivos circunstanciais para um casamento a médio prazo, como longos ciclos
escolares em andamento, nenhuma definição profissional, remuneração não condizente, páre e
pense um pouco.

É verdade que estas colocações mais se aplicam ao rapaz, tendo em conta que ele será o
principal provedor do lar, mas, o alerta é válido, também, para as meninas, pois muitas delas se
apressam em namorar mas desconhecem completamente o que é uma casa em funcionamento,
não sabem cozinhar nada, não têm qualquer idéia de economia doméstica, nada sabem de
puericultura, mal sabem fazer um café... Biork, em seu livro citado, à página 81, diz: "O cristão
só deve namorar quando estiver desejoso e pronto para planejar seu casamento, quando tiver
competência para sustentar sua casa e para criar os futuros filhos".

Compromisso

Os tempos mudaram muito e já não se namora como antigamente! Os costumes eram outros,
havia mais sobriedade, mais fineza, mais romance, quando um simples olhar dizia muita coisa...
Havia mais fascínio. O namoro atual tende a ser explosivo, vulcânico, onde a paixão desenfreada
toda o lugar da serenidade, onde a exacerbação do sexo toma o lugar da decência. Um simples
olhar aos casais de namorados pelas praças e becos ou, então, nos veículos estacionados ao
longo de ruas e jardins, dá idéia do que está ocorrendo. Mais do que isso, muitos namorados já
moram e dormem juntos, como se fossem casados! Os jovens advogam que os tempos são
outros e os padrões mudaram. Assim, dizem, o que era vergonhoso antigamente, hoje não é
mais; pelo contrário, é moderno, é elegante, é autêntico, é charmoso, é colunável, é...

Para o cristão, entretanto, os padrões não mudaram. O que era pecaminoso antigamente
continua sendo hoje também; o que era lascivo nos tempos dos avós o é igualmente nos nossos
dias. Quando a Bíblia recomenda a santidade de pensamentos e conduta e exorta à abstenção
de qualquer impureza sexual, está-se dirigindo tanto aos namorados do primeiro século como
aos de agora. A natureza humana é sempre corrupta em qualquer época ou sociedade. É por
isso que a Palavra de Deus insiste tanto na disciplina da mente, dos pensamentos, porque é daí
que brotam a má conduta e o testemunho negativo.

Como portar-se, então, à luz das Escrituras? Até que ponto são permitidas liberdades entre os
namorados? O que é válido e o que não serve?

(1) Como namorar - É certo que dois namorados não são estranhos entre si. Uma atmosfera de
emoções e sentimentos fortes se forma em torno deles, quando se encontram. Há uma afeição
crescente, que se iniciou com simples simpatia e amizade e que, dia-a-dia, se avoluma até que
ambos concluem que a vida só terá maior sentido se estiverem juntos para sempre.
Manifestações de afago, gentilezas, palavras adocicadas, olhares ternos ou um leve sussurrar...
eis os namorados! Para os namorados cristãos nada seria diferente até aqui. Diria que, ao
ultrapassar esta linha de conduta, quando se inicia um contato físico mais íntimo, com os
abraços e beijos lascivos, fica mais difícil se controlarem e o mais comum é que chegarão,
inevitavelmente, às vias de fato.

Uma recomendação aos jovens é que estabeleçam um padrão bíblico de conduta. Estarão
evitando coisas perigosas como excesso de intimidade antes do tempo. O pastor Biork adverte:
"Por isso, você, jovem cristão, sim, você é responsável diante de Deus pelo bom andamento do
seu namoro. Se o seu namoro se deteriora, a culpa é sua. Se há defraudação, a culpa é sua. O
namoro é preparação para o casamento. Não é estimulante sexual. O sexo não precisa de
estimulantes, ele é natural" (op. cit., página 84). A intimidade indevida também acontece porque
muitas meninas são imprudentes quanto à postura e à maneira de se vestirem. Não sabem
andar corretamente, quando andam "balançam mais que trem de subúrbio"; não sabem sentar-
se bem, seus modos são provocadores. Usam roupa inadequada, ora curta, ora decotada, ou
muito justa ou, ainda, transparente. O homem é acionado sexualmente pelas impressões visuais
que recebe. A moda feminina tem conspirado contra a decência no vestir.

Não se pretende, outrossim, que a moça cristã se vista como uma múmia egípcia. Critério,
equilíbrio e discernimento são coisas importantes. Uma mulher pode e deve ser feminina e
atraente sem, contudo, haver conflito com o que as Escrituras prescrevem.

Outras vezes, a intimidade é sugerida porque há namorados que gastam tempo lendo material
de teor pornográfico ou assistindo vídeos obscenos. Isto, além de entulhar a mente com sujeira,
nada faz para que haja amadurecimento das personalidades; ao contrário, vulgariza o
relacionamento e induz à prática de todo tipo de perversão.

(2) Onde namorar - Nem todos os locais e situações são recomendados para a prática do
namoro. São locais geralmente escuros e isolados que favorecem a intimidade. O automóvel,
nesse sentido, tem-se transformado num foco de perdição. Os casais se encastelam dentro do
veículo, cujos vidros já são escuros, do tipo fumé e, estando tudo fechado, a própria respiração
se incumbe de embaçar ainda mais a visão. Que é que se imagina que os jovens estão fazendo
dentro do carro? Lendo a Bíblia?!!!

É impressionante como muitos namorados gostam do "escurinho". A propósito, convém lembrar


o que diz a Palavra de Deus: "O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens
amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que
pratica o mal, aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem argüidas as suas
obras. Quem pratica a verdade aproxima-se da luz a fim de que as suas obras sejam manifestas,
porque feitas em Deus" (Evangelho de João 3:19-21).
A busca em si

O casamento na vida humana é plano de Deus. Se o lar e a família estão dentro do contexto
divino para o ser humano, isto quer dizer que Deus quer participar do projeto. Mas deve ser
também o plano humano e isto significa que há esforços a serem envidados para que se atinja o
objetivo.

(1) Oração – Orar é parte integrante da vida espiritual. O cristão que não ora evidencia fraqueza
ou retardamento. Nem sempre a oração parece ser eficaz. Muitos cristãos oram e oram mas
percebem que Deus não irá responder. Depois se queixam que foram abandonados por Ele. A
oração há de ser coerente com a vida. Não adianta orar e continuar tendo uma vida errada
diante de Deus, pois não haverá resposta. Será preciso acertar o que está errado primeiramente.

(2) Desenvolvimento dos dons – Paralelamente à vida de oração, o rapaz ou a moça devem
iniciar um processo de preparo para a vida que desejam ter. Deverão se envolver com
atividades ocupacionais ou profissionalizantes, buscando equacionar as finanças de tal maneira
que os motive a dar os passos necessários para instalação e manutenção do futuro lar.

Conclusão

Quando os nubentes se postam à entrada do templo, terminada a cerimônia, para os


cumprimentos dos familiares, amigos e convidados, nenhum deles espera receber qualquer
palavra negativa ou desencorajadora. Antes, as palavras que se ouvem, entre muitos abraços,
são votos de paz, alegrias e felicidades mil. A verdade é que os noivos desejam realmente essa
felicidade.

Mas, por que, diante de tantos e tão bons augúrios, o casamento se arrasta depois
mediocremente, quando não resvala para o abismo da separação?

Se o namoro foi mau, o casamento não será melhor, a menos que Deus, por um ato de
misericórdia intervenha na vida dos dois.

Sempre tenho dito que Deus tem duas mãos: mão de bênção e mão de ira. Bênção para o filho
que, além de amar o Pai, obedece aos seus princípios; Ira para o filho rebelde que questiona os
padrões do Pai e desobedece.
Qual das mãos você quer?

Namoro e a Vontade de Deus

"Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome;
venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu". (Mt 6.9,10)

A vida cristã é fundamentalmente um relacionamento com o Criador. Nesse relacionamento,


através de Jesus Cristo, Deus nos dá abundante vida. Nesse relacionamento, ainda, o cristão é
dependente de Deus, feito uma nova criatura, e se torna servo para atualizar a vontade de Deus
em sua vida. E como o princípio básico é o serviço, Deus expressa a Sua vontade, e o faz
soberanamente, e nós buscamos cumpri-la,. Para nós, portanto, é uma prioridade. Assim, a
Escritura Sagrada o declara: "aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre" . Isso
nos traz a realização de uma promessa que se encontra em Hebreus 10.36: "Porque necessitais
de perseverança, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa".
Então, onde entra a família, ou o crente em vias de formar a sua família, o seu lar, em termos de
preparo para o casamento, e de realizar a vontade divina no namoro, e no noivado, e no seu
próprio casamento, tenha ele um, dois anos, alguns meses apenas, ou muito tempo de casado?

BUSCANDO A VONTADE DE DEUS NO NAMORO (Sl 37.4)

Namoro é coisa moderna. No passado não era assim, em algumas culturas, ainda hoje, também
não é assim; não havia nem há namoro. O casamento era arranjado pelos pais, pois havia
muitas conveniências envolvidas, questões econômicas, patrimoniais (para que não houvesse
divisão de terras, de posses, os casamentos eram feitos, quantas vezes, dentro das próprias
famílias), havia questões políticas. Gilberto Freyre fala em seu Casa Grande e Senzala a respeito
de mocinhas que se casavam com doze, treze anos com homens bem mais velhos, com trinta e
tantos, quarenta e tantos anos. Ele diz com uma nota de muita tristeza que quando essas
meninotas/esposas estavam com 22, 23 anos já eram mães de muitos filhos e praticamente
mulheres acabadas, sendo que muitas morriam bem cedo. Pobres bisavós e trisavós nossas.. Até
se chegar aos dias de hoje, até, portanto. à escolha individual do namorado ou namorada, um
longo caminho foi percorrido.

Namoro é uma etapa para conhecimento recíproco da natureza, da consistência e da


estabilidade dos sentimentos que estão envolvidos e dos que a ele deram origem. Infelizmente,
e com freqüência, o namoro se torna uma corrida mal orientada e desenfreada, que termina
com um casamento às pressas. É uma fase importantíssima pelo fato de conduzir a um
aprofundamento de relações que é o noivado. É uma fase de educação de sentimentos, de abrir
muito os ouvidos e os olhos.

Aliás, "namoro" é palavrinha interessante. Vem do verbo "enamorar-se", ou seja, "sentir amor
por alguém, e inspirá-lo a alguém". É via de mão dupla. Namorar é buscar amor; é o vestibular
do casamento; é período de conhecimento; é período de relacionamento social, e intelectual, e
psicológico, e, também, espiritual. As famílias começam a se relacionar, e, assim, cada um vai
descobrir quais os valores éticos, morais, comportamentais da família do outro. E não se iluda
não, esses fatores que a família tem vão influenciar no casamento. Como é o lar, como se
conduzem, como se comportam o pai, a mãe, os irmãos?. Em Ezequiel 16.44 está registrado que
"tal mãe, tal filha", dito que têm uma variação na sabedoria popular. Dizem que se você quiser
saber como vai ser a sua esposa daqui a vinte anos, é só olhar para a mãe dela.

Compete aos pais a orientação para o amor. Namoro prematuro, precipitado, pode ser bonitinho,
mas, também, altamente problemático. O envolvimento sentimental é forte demais para a
cabecinha da garota, e para o coração do rapazinho.

É vontade de Deus que você O busque com respeito ao namorado ou a namorada, pois não o diz
Amós: "Acaso andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?". Isso vale para o namoro
também. É por essa razão que é preciso começar do modo certo. E voltando à Palavra de Deus:

"Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a
injustiça? Ou que comunhão tem a luz com as trevas? Que harmonia há entre Cristo e Belial? Ou
que parte tem o crente com o incrédulo? E que consenso tem o santuário de Deus com ídolos?
Pois nós somos santuário do Deus vivo, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e
eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Pelo que, saí vós do meio deles e separai-vos, diz o
Senhor; e não toqueis coisa imunda, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis
para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso".

É vontade de Deus que Jesus Cristo esteja incluido no namoro, bem no meio de vocês dois:
"Portanto, quer comais quer bebais, ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de
Deus". "...Para a glória de Deus" inclusive o namoro. É vontade de Deus que você encare o
namoro com muita seriedade.

E Ele deve confirmar o namoro? A resposta só pode ser Sim, por isso há princípios de orientação
para quem já está namorando ou se encaminhando para isso. O primeiro é o senso da vontade
de Deus. Porque Deus evidencia o que é bom e o que não serve, o que tem esperança de mudar,
e o que não a tem. Se você começa a namorar, e acha que vai ser "missionária" àquele rapaz, e
acha que ele vai mudar, e ele não muda, não case! Nem noive, porque muito provavelmente seu
casamento vai ser problemático como o seu namoro está sendo. Por esse motivo, a Bïblia usa
uma expressão sempre repetida: Esperar No Senhor." Você precisa "esperar no Senhor"; às
vezes, espera-se muito no Antônio, no João, na Rosinha, mas ninguém quer esperar no Senhor
até que Ele apresente a Sua vontade. Muitos não querem, e pegam o ônibus errado, e se dão
mal mais adiante no casamento: o Senhor mostra o bem e o mal, o certo e o errado.
Outro princípio no namoro é o senso da afinidade mútua de valores. Você precisa ter os mesmos
valores que ela, e vice-versa, o que você aprendeu na escritura precisa ser o valor também dele
ou dela, os espirituais, mentais e físicos. Aí toca o enorme problema do namoro misto. Deve o
rapaz namorar uma moça fora do círculo cristão? Uma moça crente deve namorar um rapaz fora
do seu círculo? Minha opinião pessoal, referendada na Bíblia é "não", porque a Bíblia diz "Não
vos ponhais em jugo desigual" , pois muita lágrima vai ser derramada, muito coração vai sangrar
quando você, jovem cristão ou cristã, tiver interesse numa atividade evangelística (o dia de culto
mesmo), e ele ou ela vai para outro lugar ou atividade que sua consciência não está pedindo.

O namoro deve ter, então, um alicerce espiritual. Pecar contra o corpo é pecar contra o Espírito;
mas Deus se preocupa com esse assunto, e, assim, você não está só. Naquele momento mais
quente do namoro, lembre-se que você não está só, pois tem o recurso da oração, e de dizer
"basta!" Aliás, quem estabelece limites é a moça, não esqueça! É ela quem vai dando limites, e
o primeiro limite da moça cristã (e, de resto, de qualquer moça) é "Pára aí! Não, senhor; não é
hora, não; não é agora, não; e não é assim, não!" Por outro lado, no namoro tudo deve ter o aval
do Senhor.

Quando Cristo é o Senhor, problemas de abrasamento e precipitação são controlados e


dominados. Sem Jesus Cristo, porém, vai ficar muito difícil, terrível e desesperançosamente
difícil o namoro ter dignidade e propósito

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