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A ciência

A ciência REFERÊNCIA: MARCONI, MARINA DE ANDRADE; LAKATOS, EVA MARIA. METODOLOGIA CIENTÍFICA. 6. ED. SÃO PAULO:

REFERÊNCIA:

MARCONI, MARINA DE ANDRADE; LAKATOS, EVA MARIA. METODOLOGIA CIENTÍFICA. 6. ED. SÃO PAULO: ATLAS, 2011.

CHAUI, MARILENA. CONVITE À FILOSOFIA. 14. ED. SÃO PAULO: EDITORA ÁTICA, 2012.

PROFA. ADRIANNE PAULA

A preocupação com o conhecimento
A preocupação com o conhecimento

Os primeiros filósofos e o conhecimento

Os primeiros filósofos e o conhecimento —   Os primeiros filósofos dedicavam-se a responder um conjunto

— Os primeiros filósofos dedicavam-se a responder um conjunto de indagações sobre a origem mundo ao seu redor:

üPor que as coisas existem? üO que é mundo? üO que é ser?

— A realidade é racional e podemos a conhecer porque também somos racionais;

Os primeiros filósofos e o conhecimento

Os primeiros filósofos e o conhecimento —   Desde os seus começos, a Filosofia preocupou-se com

— Desde os seus começos, a Filosofia preocupou-se com o problema do conhecimento, pois sempre esteve voltada para a questão do verdadeiro e que há uma diferença entre perceber e pensar.

üDemócrito e a teoria do atomismo üHeráclito : “Não podemos banhar-nos duas vezes no mesmo rio, porque as águas nunca são as mesmas e nós nunca somos os mesmos” üParmênides: “(…) Percebemos mudanças impensáveis e devemos pesar identidades imutáveis”

os mesmos” ü   Parmênides: “(…) Percebemos mudanças impensáveis e devemos pesar identidades imutáveis”

Sócrates e os sofistas

Sócrates e os sofistas —   Os sofistas defenderam que não podemos conhecer o ser mas

— Os sofistas defenderam que não podemos conhecer o ser mas que só podemos ter opiniões subjetivas sobre a realidade; — O homem deve utilizar a linguagem para persuadir os outros de suas ideias e opiniões; — A linguagem é mais importante que a percepção e o pensamento; — Sócrates opõe-se aos sofistas e acredita que devemos afastar as ilusões dos sentidos e das palavras e alcançar a verdade pelo pensamento.

sofistas e acredita que devemos afastar as ilusões dos sentidos e das palavras e alcançar a

Platão

Platão —   Existem diferentes maneiras de conhecer ou graus de conhecimento que se distinguem pela

— Existem diferentes maneiras de conhecer ou graus de conhecimento que se distinguem pela ausência ou presença do verdadeiro ou falso;

puramente

— O

primeiro

exemplo

de

conhecimento

intelectual e perfeito encontra-se na matemática.

Intuição intelectual Conhecimento intelectual - Essência Raciocínio Opinião Conhecimento sensível –
Intuição intelectual
Conhecimento
intelectual -
Essência
Raciocínio
Opinião
Conhecimento
sensível –
Aparência
Crença

Aristóteles

Aristóteles —   Distingue sete formas de conhecimento que são: sensação, percepção, imaginação,

— Distingue sete formas de conhecimento que são: sensação, percepção, imaginação, memória, linguagem, raciocínio e intuição; — O nosso conhecimento é formado e enriquecido por acumulação das informações trazidas por todos os graus, de modo que, em lugar de uma ruptura entre o conhecimento sensível e o intelectual existe uma continuidade entre eles; — O conhecimento da intuição intelectual nos dá acesso ao conhecimento pleno e total da realidade.

eles ; —   O conhecimento da intuição intelectual nos dá acesso ao conhecimento pleno e

Os filósofos modernos e a teoria do conhecimento

 
 
 

— Ascenção

do

cristianismo

trazendo

problemas

que

os

antigos

filósofos desconheciam – Distinção entre fé e razão, verdades reveladas e verdades racionais etc

— Separação da fé e da razão - Os filósofos modernos defenderam que a verdade depende da revelação divina de modo que propõem as verdades de razão que representam o conhecimento que nossa razão pode alcançar e verdades de fé que está submetida a revelação divina;

— A teoria do conhecimento volta-se para a relação entre o pensamento e as coisas, a consciência (interior) e a realidade (exterior), o entendimento e a realidade; em suma, o sujeito e o objeto do conhecimento.

Bacon e Descartes

Bacon e Descartes —   Antes de abordar o conhecimento verdadeiro , eles examinaram exaustivamente as

— Antes de abordar o conhecimento verdadeiro, eles examinaram exaustivamente as causas e as formas do erro;

— Bacon – Crítica dos ídolos: Ídolos da caverna, Ídolos do fórum, Ídolos do teatro e Ídolos da tribo;

— Descartes e Bacon criticam as pessoas, instituições, pais, escolas, livros que influenciam o indivíduo a formar opiniões cristalizadas e preconceituosas o que inibe o conhecimento;

— Descartes defende que o conhecimento verdadeiro é puramente intelectual e surge como ponto de partida ou ideias inatas ou observações que foram controladas pelo pensamento. É possível vencer os defeitos do conhecimento a partir do uso de um método

Locke

Locke • É o iniciador da teoria do conhecimento propriamente dita e se propõe a analisar

É o iniciador da teoria do conhecimento propriamente dita e se propõe a analisar cada uma das formas de conhecimento que possuímos;

Locke defende que os princípios do pensamento e da realidade são conhecidos pelo pensamento ou intuição intelectual. O conhecimento se forma por um processo de associação dos dados da experiência, por meio de sensações e impressões;

Racionalismo (a fonte do conhecimento verdadeiro é a razão) x Empirismo (a fonte do conhecimento verdadeiro é a experiência sensível).

do conhecimento verdadeiro é a razão) x Empirismo (a fonte do conhecimento verdadeiro é a experiência
A atitude científica —   O Sol é menor do que a terra; —  
A atitude científica
—   O Sol é menor do que a terra;
—   As cores existem em si mesmas;
—   Cada gênero e espécie de animal
Há uma grande diferença entre
nossas certezas cotidianas e o
conhecimento científico. Como e por
que ela existe?

Conhecimento popular x Conhecimento científico

Conhecimento popular x Conhecimento científico —   —   Você tem que irrigar a planta X
—   —   Você tem que irrigar a planta X vezes por dia Você
—  
—  
Você tem que irrigar a planta X vezes por dia
Você tem que tomar chá de boldo quando está com dor de barriga

A ciência não é o único caminho de acesso ao conhecimento e à verdade;

Um mesmo objeto ou fenômeno pode ser matéria de observação tanto para o cientista quanto para o homem comum. O que diferencia é a forma de observação.

Os quatro tipos de conhecimento

Os quatro tipos de conhecimento Conhecimento Conhecimento popular filosófico Conhecimento Conhecimento religioso
Conhecimento Conhecimento popular filosófico Conhecimento Conhecimento religioso científico
Conhecimento
Conhecimento
popular
filosófico
Conhecimento
Conhecimento
religioso
científico

O Conhecimento popular - Senso Comum

O C onhecimento popular - Senso Comum —   É superficial – “porque o vi”, “porque

— É superficial – “porque o vi”, “porque o senti”, “porque o disseram”, “porque todo mundo diz”.

— É sensitivo – referente as vivências, estados de ânimo e emoções da vida diária.

—

É subjetivo – o próprio sujeito que organiza suas experiências e conhecimentos

— É assistemático- não há uma sistematização das ideias

— É acrítico.

— É falível e inexato.

Tendem a estabelecer relações de causa e efeito entre as coisas ou entre os fatos:

“dize-me com quem andas e te direi quem és”; “ingerir sal quando se tem tontura é bom para a pressão”; “menino de rua é delinquente”;

—

O Conhecimento filosófico

O Conhecimento filosófico —   É valorativo – emerge da experiência e não da experimentação; —

— É valorativo – emerge da experiência e não da experimentação;

— É não verificável;

e não da experimentação; —   É não verificável; —   É racional - conjunto de

— É racional - conjunto de enunciados logicamente correlacionados;

— É sistemático;

— É infalível e exato.

O Conhecimento religioso

O Conhecimento religioso —   É valorativo – Apoia-se em doutrinas que contêm proposições sagradas; —

— É valorativo – Apoia-se em doutrinas que contêm proposições sagradas;

— É inspiracional;

— As verdades são consideradas infalíveis e indiscutíveis (exatas);

— É um conhecimento sistemático do mundo;

— As evidências não são verificadas.

O Conhecimento científico

O Conhecimento científico —   É real (factual); —   Constitui um conhecimento contingente - as

— É real (factual);

— Constitui um conhecimento contingente - as proposições e hipóteses são postas a experimentação;

— É sistemático;

— Possui a característica da verificabilidade;

— Constitui-se em conhecimento falível;

— É aproximadamente exato.

—   Agua morna em pedra dura tanto bate até que fura —   Quem
—   Agua morna em pedra dura tanto bate até que fura —   Quem

— Agua morna em pedra dura tanto bate até que fura — Quem ri por último ri melhor — Pensar morreu um burro — Boi em terra alheia é vaca. — Deus dá nozes a quem não tem dentes — Devagar se vai longe. — Jacaré que fica parado vira bolsa — Mais vale um pássaro na mão, do que dois voando

A ciência desconfia da veracidade de nossas certezas, de nossa adesão imediata às coisas, da
A ciência desconfia da
veracidade de nossas certezas,
de nossa adesão imediata às
coisas, da ausência de crítica e
da falta de curiosidade

Senso Comum

Ciência

Senso Comum Ciência objetivo, É É subjetivo É qualitativo quantitativo É É heterogêneo homogêneo É É
Senso Comum Ciência objetivo, É É subjetivo É qualitativo quantitativo É É heterogêneo homogêneo É É
Senso Comum Ciência objetivo, É É subjetivo É qualitativo quantitativo É É heterogêneo homogêneo É É

objetivo,Senso Comum Ciência É É subjetivo É qualitativo quantitativo É É heterogêneo homogêneo É É generalizadores

É

É

subjetivo

É qualitativo

quantitativoSenso Comum Ciência objetivo, É É subjetivo É qualitativo É É heterogêneo homogêneo É É generalizadores

É

É heterogêneo

homogêneoÉ subjetivo É qualitativo quantitativo É É heterogêneo É É generalizadores generalizador Só estabelecem

É

É generalizadores

generalizadorÉ É heterogêneo homogêneo É É generalizadores Só estabelecem relações causais depois de investigar a

Só estabelecem relações causais depois de investigar a natureza ou estrutura do fato Só estabelecem relações estudado e suas relações com outros semelhantes ou diferentes. estudado e suas relações com outros semelhantes ou diferentes.

É

Tendem a a estabelecer relações de causa e efeito entre as coisas ou entre os fatos:

“onde há fumaça, há fogo”

Distingui-se da magiarelações de causa e efeito entre as coisas ou entre os fatos: “onde há fumaça ,

Ciência como magia

A ciência opõe-se ao senso comum pois este é baseado em hábitos, tradições, preconceitos; tradições.

A ciência opõe-se ao senso comum pois este é baseado em hábitos, tradições, preconceitos; tradições. Enquanto que a ciência baseia-se em pesquisas, investigações metódicas, sistemáticas e a exigência da explicação coerente da realidade

baseia-se em pesquisas, investigações metódicas, sistemáticas e a exigência da explicação coerente da realidade

O Conceito de ciência

O Conceito de ciência —   “ A ciência é um conjunto de conhecimentos racionais, certos

— “ A ciência é um conjunto de conhecimentos racionais, certos ou provavéis, obtidos metodicamente sistematizados e verificáveis, que fazem referências a objetos de uma mesma natureza.” (ANDER-EGG, 1978);

— “A ciência é todo conjunto de atitudes e atividades racionais, dirigidas ao sistemático conhecimento com objeto limitado, capaz de ser submetido à verificação (TRUJILLO, 1974).

Componentes da ciência

Componentes da ciência —   Objetivo ou finalidade - preocupação em distinguir a característica comum ou

— Objetivo ou finalidade- preocupação em distinguir a característica comum ou as leis gerais que regem determinados eventos;

— Função – aperfeiçoamento, por meio do crescente acervo de conhecimentos, da relação do homem com seu mundo;

— Objetos - Material: aquilo que se pretende estudar, analisar, interpretar. Formal: o enfoque especial, em face das diversas ciências que possuem o mesmo objeto material.

Os fatos ou objetos científicos não são dados empíricos espontâneos de nossa experiência cotidiana, mas
Os fatos ou objetos científicos não são dados empíricos
espontâneos de nossa experiência cotidiana, mas são
construídos pelo trabalho da investigação científica com o
uso do método
—   O uso do método garante:
¡   Separar os elementos subjetivos e objetivos de um fenômeno;
¡   Construir
o
fenômeno como
um
objeto
do
conhecimento,
controlável, verificável, interpretável e capaz de ser retificado e
corrigido por novas elaborações;
¡   Demonstrar e provar os resultados obtidos durante a investigação,
graças ao rigor das relações definidas entre os fatos estudados;
¡   Relacionar com outros fatos um fato isolado;
¡  
Formular uma teoria geral sobre o conjunto dos fenômenos
observados e dos fatos investigados
Capítulo 2- A ciência na história Racionalista Empirista Construtivista •  O Modelo de objetividade é
Capítulo 2- A ciência na história
Racionalista
Empirista
Construtivista
•  O Modelo de
objetividade é
a matemática
•  O Modelo de
objetividade
da medicina
grega e da
história
•  O modelo de
objetividade
advém da
idéia de razão
como
conhecimento
aproximativo

Diferenças entre a ciência antiga e moderna

Diferenças entre a ciência antiga e moderna •   As concepções de ciência antiga (Aristóteles) e

As concepções de ciência antiga (Aristóteles) e moderna (Galileu e Newton) são distintas. A ciência antiga contemplava a natureza sem a intervenção do homem.

Enquanto que a ciência moderna busca o entendimento da natureza para conhecê-la, controlá-la e dominá-la, a ciência não apenas contempla a verdade mas busca o exercício do poderio humano sobre a natureza com o uso de técnica e principalmente da tecnologia

Evolução e ciência

Evolução e ciência —   Como a ciência evolui? —   As mudanças científicas indicavam evolução

— Como a ciência evolui?

— As mudanças científicas indicavam evolução ou progresso dos conhecimentos humanos e enxergavam a ciência como um movimento linear e contínuo. Todavia, a filosofia da ciência desmistificou isso ao mostrar que as elaborações científicas são diferentes e descontínuas o que resulta em maneiras distintas de conhecer e construir os objetos científicos, de elaborar métodos e inventar tecnologias;

— A

ciência,

portanto,

não

caminha

linear

contínua

numa

via

e

progressiva, mas por saltos ou revoluções.

Evolução e ciência

Evolução e ciência —   Ruptura epistemológica - Representa essa descontinuidade. Essa ruptura conduz à

— Ruptura epistemológica - Representa essa descontinuidade. Essa ruptura conduz à elaboração de novas teorias, métodos e tecnologias. O teórico postula a existência de dois tipos de descontinuidade, a externa a qual remete ao surgimento de uma disciplina que reorganiza a ciência anterior e a interna a qual remete a existência de teorias diferentes que mantém uma mesma visão de um campo;

—

Revolução científica (Kuhn) -

a existência de teorias diferentes que mantém uma mesma visão de um campo; —   Revolução

O Conhecimento científico

O Conhecimento científico —   Racional —   Objetivo —   Factual —   É transcendente

— Racional — Objetivo — Factual — É transcendente aos fatos — Analítico — É claro e preciso — Comunicável — Verificável — Dependente de investigação metódica — Sistemático — Acumulativo — É falível — É geral — Explicativo — Preditivo — Aberto — Útil

Classificação das ciências

Classificação das ciências —   Ciência, no singular, refere-se a um modo e a um ideal

— Ciência, no singular, refere-se a um modo e a um ideal de conhecimento que examinamos ate ́ aqui. Ciências, no plural, refere-se às diferentes maneiras de realização do ideal de cientificidade, segundo os diferentes fatos investigados e os diferentes métodos e tecnologias empregados.

— Ciências matemáticas ou lógico-matemáticas (aritmética, geometria, álgebra, trigonometria, lógica, física pura, astronomia pura, etc.);

— Ciências naturais (física, química, biologia, geologia, astronomia, geografia física, paleontologia, etc.);

— Ciências humanas ou sociais (psicologia, sociologia, antropologia, geografia humana, economia, lingüística, psicanálise, arqueologia, história, etc.);

— Ciências aplicadas (todas as ciências que conduzem à invenção de tecnologias para intervir na Natureza, na vida humana e nas sociedades, como por exemplo, direito, engenharia, medicina, arquitetura, informática, etc.).

As ciências da Natureza

As ciências da Natureza Física Biologia Ciências exatas
Física
Física
Biologia
Biologia
Ciências exatas
Ciências
exatas
As ciências da Natureza Física Biologia Ciências exatas
As ciências da Natureza Física Biologia Ciências exatas

As ciências da natureza

As ciências da natureza que —   Estudam fatos observáveis podem ser submetidos aos procedimentos de

que

— Estudam

fatos

observáveis

podem

ser

submetidos

aos

procedimentos de experimentação;

— Estabelecem leis que exprimem relações necessárias e universais entre os fatos investigados e que são de tipo causal;

— Concebem a Natureza como um conjunto articulado de seres e acontecimentos interdependentes, ligados ou por relações necessárias de causa e efeito, subordinação e dependência, ou por relações entre funções invariáveis e ações variáveis;

— Buscam constâncias, regularidades, freqüências e invariantes dos fenômenos, isto é, seus modos de funcionamento e de relacionamento, bem como estabelecem os meios teóricos para a previsão de novos fatos.

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São ciência aplicada ou resultado prático de ciências naturais teóricas …
São ciência aplicada ou resultado prático de ciências naturais teóricas …
São ciência aplicada ou resultado prático de ciências naturais teóricas …

São ciência aplicada ou resultado prático de ciências naturais teóricas

Ciências da natureza x Ciências da vida Determinismo Ciências da Leis dos grandes números natureza
Ciências da natureza x Ciências da vida
Determinismo
Ciências
da
Leis dos grandes números
natureza
Princípio da incerteza e Teoria da Relatividade
Biologia e investigação fisiológica
Ciências
da vida
Distinção entre seres inorgânicos e seres orgânicos
Dificuldades metodológicas: definição e classificação dos
objetos biológicos, dificuldades do método
experimental, dificuldades de experimentação no
organismo humano

Cursos das ciências exatas

Cursos das ciências exatas
Cursos das ciências exatas

Capítulo 4 – As ciências Humanas

Capítulo 4 – As ciências Humanas —   Alguns questionamentos: ¡   A ciência lida com

—

Alguns questionamentos:

¡

A ciência lida com fatos observáveis - Como observar-experimentar, por exemplo, a consciência humana individual, que seria o objeto da psicologia?

A ciência busca as leis objetivas gerais, universais e necessárias dos fatos - omo estabelecer leis universais para algo que é particular, como é o caso de uma sociedade humana?

¡

¡ A ciência opera por análise e síntese - Como analisar e sintetizar o psiquismo humano, uma sociedade, um acontecimento histórico?

¡ A ciência lida com fatos regidos pela necessidade causal ou pelo princípio do determinismo universal - Como dar uma explicação científica necessária àquilo que, por essência, é contingente, pois é livre e age por liberdade?

¡ A ciência lida com fatos objetivos, isto é, com os fenômenos - Como transformar o homem em objetividade, sem destruir sua principal característica, a subjetividade?

O humano como objeto de investigação

O humano como objeto de investigação Século XV - Século XXI – Fenomenologia, Estruturalismo e Marxismo

Século XV -

Século XXI – Fenomenologia, Estruturalismo e Marxismo

- Século XXI – Fenomenologia, Estruturalismo e Marxismo —   O objeto de estudo é o

— O objeto de estudo é o homem;

Humanismo que

introduziu o estudo do homem como agente moral

que introduziu o estudo do homem como agente moral Século XIX - Positivismo com a ideia

Século XIX - Positivismo com a ideia do homem como um ser social

Os campos de estudo das ciências humanas

Os campos de estudo das ciências humanas
Os campos de estudo das ciências humanas
Os campos de estudo das ciências humanas
Os campos de estudo das ciências humanas
Os campos de estudo das ciências humanas
Os campos de estudo das ciências humanas

Capítulo 5 - O ideal científico e a razão instrumental

Capítulo 5 - O ideal científico e a razão instrumental —   A lógica predominante do

— A lógica predominante do pensamento científico está centrada na ideia de demonstração e prova;

— A ciência contemporânea funda-se:

¡ Na distinção entre o sujeito e o objeto; ¡ No uso do método como um conjunto de regras, normas e procedimentos que servem para definir ou construir o objeto; ¡ Nas operações de analise e síntese em que o pesquisador deve analisar o fenômeno e depois sintetizar esse conhecimento; ¡ Na ideia de lei do fenômeno a qual vai marcar o caráter do objeto; ¡ No uso de instrumentos tecnológicos pois esses conferem a ciência a precisão e o controle dos resultados e na criação de uma linguagem específica e própria.

Valor das teorias científicas

Valor das teorias científicas —   O ideal do conhecimento desinteressado x Utilitarismo

— O ideal do conhecimento desinteressado x Utilitarismo

A ideologia cientificista

A ideologia cientificista —   O cientificismo acredita que a ciência deve conhecer tudo e explicar

— O cientificismo acredita que a ciência deve conhecer tudo e explicar a realidade;

— Ilusão da neutralidade científica baseia-se na distinção entre o sujeito e objeto, de modo que as impressões e subjetividade do sujeito não influenciam no estudo do objeto.

Os cientistas na atualidade

Os cientistas na atualidade —   Os pesquisadores estão trabalhando em equipe, em laboratórios modernos financiados

— Os pesquisadores estão trabalhando em equipe, em laboratórios modernos financiados pelo Governo, pelas empresas faz com que as teorias cientificas sejam formuladas com base em certas decisões e escolhas do cientista, do laboratório em que trabalha, do Governo ou da empresa que o financia

base em certas decisões e escolhas do cientista, do laboratório em que trabalha, do Governo ou

O Problema do uso da ciência

O Problema do uso da ciência —   O pesquisador não quer apenas conhecer a natureza

— O pesquisador não quer apenas conhecer a natureza e os seres humanos mas os constrói artificialmente em seus laboratórios e aplica os resultados dessa construção ao mundo físico, biológico e humano;

— As ciências passaram a fazer parte das forcas econômicas produtivas da sociedade e trouxeram mudanças sociais de grande porte na divisão do trabalho, na produção, distribuição dos objetos e nos padrões de consumo da sociedade.