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OTIMIZAÇÃO DA ENGENHARIA

CLÍNICA ATRAVÉS DO SISTEMA
GOP
OTMIZAÇÃO DA

ATRAVÉS DO SISTEMA GOP

JULIANO F. S. MOURÃO
Contatos: djjulianom@gmail.com
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JULIANO FAGNER SOARES MOURÃO

OTIMIZAÇÃO DA ENGENHARIA CLÍNICA ATRAVÉS DO SISTEMA GOP

Belo Horizonte
Fabrai
2009

JULIANO FAGNER SOARES MOURÃO

OTIMIZAÇÃO DA ENGENHARIA CLÍNICA ATRAVÉS DO SISTEMA GOP

Trabalho de Conclusão de curso
apresentado ao curso de Sistemas
de Informação da Faculdade
Fabrai/Anhnaguera como requisito
parcial para obtenção do título de
Analista de Sistemas.

Orientador
Prof. Rodrigo Matos

Belo Horizonte
Fabrai
2009

Dedico esse trabalho a minha
família, em especial minha
mãe que me deu todo apoio
para conquistar esta jornada.

AGRADECIMENTOS

Aos meus pais, Antônio Alves Mourão e Terezinha
Soares Mourão pela formação e educação que me
propiciaram.
A minha atual esposa, Geórgia Ribas, pelo apoio,
carinho e incentivo que sempre recebi.
Aos meus amigos e colegas de classe que me deram
apoio para enfrentar e chegar à conclusão deste
trabalho.
E em especial o meu mentor Engenheiro Homero
Santiago Primola, que me ajudou e me orientou
nesta jornada.

que é utilizado como ferramenta essencial em aplicações diversificadas. e a continuação do controle operacional por todo ciclo de vida das tecnologias. seja na área hospitalar. são apresentadas suas aplicações e soluções para os diversos problemas que envolvem o alinhamento para conquista de certificações de qualidade como ISO e ONA. foi analisada a importância do controle de tecnologias médicas. industrial ou empresarial. RESUMO Este trabalho visa apresentar soluções para o controle das tecnologias médicas na área da saúde. com o propósito de aumentar a segurança de sua utilização pela sociedade. utilizadas para aperfeiçoar processos gerados a partir de qualquer instância que possua um setor responsável pela gestão dessas tecnologias. Com total embasamento. É introduzido o histórico e conceitos sobre a Engenharia Clínica e a Tecnovigilância com seus campos de atuação. Seguindo essa linha de trabalho é apresentado também o sistema GOP. E. principalmente. .

...16 3 ABORDAGEM DO SISTEMA GOP ..................................................................................................................................................37 4 LIMITAÇÕES ATUAIS...............................................................................3 Áreas de Atuação da Engenharia Clínica..................................43 7 REFERÊNCIAS......5.................................................................................................................................18 3...............5............................................24 3.................20 3....................................................32 3...................................................................................................................................................45 8 GLOSÁRIO DE TERMOS....................................48 ............4 Relatórios e Geradores de Indicadores..........................................................................................................................................................................................40 5 PERSPECTIVAS FUTURAS....................................................3 Ações Preventivas...35 3......................2 Definição de Engenharia Clínica..........SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO..................................2 Abertura de Ordens de Serviço............12 2..................1 Características do Sistema GOP........................18 3............................................5...........................................................................5 Funcionalidades Básicas.............................11 2....2 Aplicações do Sistema GOP...........................................................................................41 6 CONCLUSÃO....................................15 2..............33 3... ................................................................31 3.............1 Histórico da Engenharia Clínica.................................4 Aplicação da Tecnovigilância na Engenharia Clínica...4 Áreas de Atuação e Segmentações............3 Benefícios do Sistema GOP............................................32 3...............5.....................................9 2 REFERENCIAL TEÓRICO....11 2................................1 Cadastro..................................................................................................46 ANEXOS...............................................

.........................Gráfico/Cronograma de Calibração...................................................................................................Gráfico/Incidência de Mau Uso.........Gráfico/Pesquisa de Satisfação dos Clientes....34 Figura 19 ...............................................51 ABREVIAÇÕES ABRAMAN Associação Brasileira de Manutenção ANS Agência Nacional de Saúde ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária BACKLOG Calculo de Disponibilidade de Equipe CMFR Custo de Manutenção por Faturamento CTIS Centros de Terapia Intensivas ................30 Figura 16 .....50 Figura 28 ......................LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 13 ....................Tela/Gráfico de MTBF de equipamentos...................................................................................37 Figura 22 ............48 Figura 25 ..................................Tela Busca de Preventivas......................49 Figura 27 .......................................35 Figura 20 ..29 Figura 15 .29 Figura 14 ...............50 Figura 29 .................................................Tela de Cadastros de Usuários e Senhas..........49 Figura 26 .Tela de Entrada de Dados para Relatórios.Áreas de Atuação...........................................Tela de Controle de Acesso dos Usuários.................Gráfico/Cronograma de Preventiva...........Tela Filtros do Módulo Controle.38 Figura 23 ..Tela Cadastro de Manutenções Preventivas.................................................................................................................................31 Figura 17 ......... Gráfico/Corretivas de Equipamentos e Acessórios.....................Tela de Abertura de Ordens de Serviço........48 Figura 24 ............................ Gráfico/Manutenções Corretivas/Solicitações por Setor......Gráfico/Manutenção Corretivas por Períodos......................................33 Figura 18 ...........36 Figura 21 .....................................Tela de Cadastro de Equipamentos/Imobiliário....

a dependência do sistema de saúde diante da tecnologia para o desenvolvimento tem crescido exponencialmente. Por se tratar de um tema atual e fundamental para essa questão. o uso dos sistemas de informação na área da saúde tem se tornado cada vez mais constante. tem a intenção de citar a implantação de um sistema voltado para o controle operacional das tecnologias médicas.ECCO Engenharia Clínica e Consultoria EA Equipment Avaliabitity/Disponibilidade do Equipamento EUA Estados Unidos da America GOP Gestor Operacional IP Indsponibility Process/Indisponibilidade de Processo ISO Organização Nacional para Normalização MCC Manutenção Centrada em Confiabilidade MTBF Mean Time Between Failures/Tempo Médio de Falha MTTF Mean Time To Repair/Tempo Médio de Reparo ONA Ordem Nacional de Acreditação Hospitalar PGAQS Programa de Garantia e Aprimoramento da Qualidade de Saúde POP Procedimento Operacional Padrão SAC Serviço de Atendimento ao Cliente TCP/IP Transmission Control Protocol/Internet Protocol TI Tecnologia da Informação WEB Word Wide Web 1 INTRODUÇÃO Nas últimas décadas. . o trabalho em foco.

na década de 1990. mais especificamente nos estados de São Paulo. p. A Engenharia Clínica pode ser definida através do profissional que a exerce: O engenheiro clínico é aquele profissional que aplica e desenvolve os conhecimentos de engenharia e práticas gerenciais ás tecnologias médicas. especializado em engenharia clínica.ona. percebe-se um grande potencial deste novo profissional no sistema de saúde brasileiro. esse profissional surgiu há pouco tempo. que levou o surgimento da área de Engenharia Clínica no Brasil. 1 www. as instituições de saúde criaram um novo paradigma voltado para qualidade dos serviços prestados. hospitais e clínicas.folha. treinamento. Segundo dados no site Folha On-line. Esse tardio surgimento nos proporcionou um atraso de 30 anos em relação aos países mais desenvolvidos. Cabe a esse setor administrar todos os processos de aquisição. A maioria dos hospitais disponibilizam um engenheiro elétrico ou um engenheiro civil.br . 26). testes.gov. criaram instâncias para gerenciamento das tecnologias médicas. O assunto acreditação começa a ser discutido com maior intensidade no âmbito do Ministério da Saúde.com. o qual é o responsável pelas instâncias físicas e tecnologias médicas. 2002.1 De acordo com essa evolução e percebendo a efetividade tecnológica por todos os profissionais da área da saúde. garantindo a qualidade e confiabilidade dos prós diagnósticos gerados pelos equipamentos biomédicos e outras tecnologias. Segundo dados no site da ONA (Ordem Nacional de Acreditação). recebimento. Uma das razões que merece destaque é a transparência provida à sociedade. também pode possibilitar a redução de custos. para proporcionar uma melhoria nos cuidados dispensados ao paciente (ANTUNES. com a criação do Programa de Garantia e Aprimoramento da Qualidade em Saúde - PGAQS. em junho de 1995. Com isso. Sendo assim. Paraná e Rio Grande do Sul. aceitação. manutenção e os demais assuntos referentes aos equipamentos biomédicos. surgem no Brasil iniciativas regionais relacionadas diretamente com a acreditação hospitalar. relacionados às diversas conformidades diante das tecnologias médicas.2 A Engenharia Clínica é responsável por todo o ciclo de vida das tecnologias médicas. no Brasil.br 2 www. Rio de Janeiro.

gerados por um hospital geral de grande porte. Um sistema de informação eficiente que. hospitais e clínicas disputam mercado. Diante de suas respectivas exigências.aumentando a eficácia dos procedimentos médicos auxiliados por essas tecnologias. e com mais de mil equipamentos no seu parque tecnológico? Com base nesse problema. rastrear. Atualmente. o seu maior desafio é sincronizar esse trabalho de uma forma alinhada e normalizada. vinculadas às várias exigências impostas pelos órgãos acreditadores e reguladores. com intuito de otimizar qualquer instância de Engenharia clínica. 2 REFERENCIAL TEÓRICO . e administrar grandes volumes de dados. permitindo o acesso rápido das tarefas e a automatização dos processos. além de controlar. O objetivo deste trabalho é descrever o sistema Gerenciador Operacional – (GOP) cujas funcionalidades é facilitar e auxiliar o trabalho administrativo do engenheiro clínico e seus colaboradores. buscando certificados de qualidade através dos órgãos acreditadores ISO . sendo capaz de operar automaticamente. aquisição e treinamento das tecnologias médicas. Desenvolvido dentro de todos os padrões e normas atuais. as instituições de saúde juntamente com suas instâncias de Engenharia Clínica. também poderá gerar indicadores para tomada de decisões quanto à rotina dos processos e atividades a serem desenvolvidas. um grande volume de dados e processos.Organização Internacional para Normalização e ONA . criou-se a necessidade de desenvolver um sistema de informação totalmente voltado para essa demanda. automatizar.Agência Nacional de Vigilância Sanitária e ANS Agência Nacional de Saúde.Organização Nacional de Acreditação. Entretanto. centralizando todas as informações numa única base de dados. o sistema é caracterizado pela sua robustez e foi baseado na Tecnovigilância. tem a obrigatoriedade de controlar todos os processos envolvem manutenção. organizando e gerando vários tipos de indicadores. objetivando o cumprimento de todas as normas e etapas para acreditação. Mas como controlar de acordo com todos os padrões e normas. que são baseados nos principais órgãos reguladores: ANVISA .

2. •a falta de flexibilidade do governo em reduzir impostos para importação dos equipamentos biomédicos. basicamente devido a três aspectos: 1. •visão negligente na área da saúde vista por outros países. •desorganização no âmbito do sistema de saúde brasileira. com um engenheiro biomédico chefe que supervisionasse todas as atividades de todos os engenheiros dos hospitais de cada distrito. 3. distritos de engenharia biomédica. convencidas de que para aumentar o volume das operações e/ou serviços nos seus sistemas hospitalares deveriam dividir o país e. nos EUA e nos países europeus. •a falta de leis e definições quanto a padronização e normas no setor. em função da rápida proliferação dos equipamentos biomédicos e pela necessidade de segurança no uso dessas tecnologias. 2. Dentre os fatores que mais contribuíram estão: •o alto custo de aquisição e manutenção dos equipamentos biomédicos. elucidando suas respectivas aplicações e objetivos. (BRONZINO. a Engenharia Clínica surgiu na década de 1960.1 HISTÓRICO DA ENGENHARIA CLÍNICA Segundo Bronzino (1995). As gestões profissionais. Este tópico busca descrever os conceitos de engenharia clinica.1995. A engenharia clínica foi um dos aspectos chave da qualificação da assistência médica através da criação de novas tecnologias ou da melhoria das tecnologias já existentes. A criação de departamentos de engenharia clínica nos grandes centros médicos a partir de 300 leitos.108) No Brasil. •a falta de incentivo para pequenas e grandes empresas que desenvolviam tecnologias médicas. Na década de 1970 a engenharia clínica alcançou uma presença significativa no mercado mundial. •o baixo nível da qualidade técnica dos profissionais da área. •a falta de uma política clara e efetiva para o setor. a Engenharia Clínica introduziu-se com muito atraso em relação aos outros países mais desenvolvidos. . p. isso ocorreu devido a vários fatores sócio- econômicos como a falta de estrutura tecnológica e outros investimentos na área.

bombas de infusão. objetivando a vontade inata de se viver mais. robótica. bisturis eletrônicos. que busca através da tecnologia. cintilografia.br .folha. sendo aplicadas para total beneficio da saúde humana. monitores multiparâmetros. ótica. examinadoras eletrônicas em geral. com isso. foi a partir dessa evolução tecnológica. radiação. perceberam a importância de se criar departamentos de engenharia clínica. o grande e rápido avanço tecnológico na área médica. balão de contra pulsação aórtica. focos prismáticos. a área ainda sente vários reflexos negativos. incubadoras. segundo dados do governo. permitiu novas técnicas e novos produtos que contribuíram para a melhoria da qualidade de vida do ser humano. divulgados na Folha On-Line. Devido a esse grande atraso.3 2. analisadores de débito cardíaco continuo. com menor sofrimento e com maior qualidade. reduzir cada vez mais os procedimentos invasivos e os tratamentos com drogas pesadas.2 DEFINIÇÃO DE ENGENHARIA CLÍNICA Segundo Bronzino (1995). esterilizadoras a base de peróxido de hidrogênio. Diante dessa proposta tecnológica. pode-se citar vários avanços nas áreas de terapia e diagnósticos. entre outros. esterilização de materiais: autoclaves parametrizadas. entidades da saúde. fototerapias. principalmente com relação ao pessoal capacitado que falta no mercado. É nesta área que temos a maior junção de tecnologias como a nano eletrônica. De fato esses grandes avanços proporcionados pelos equipamentos biomédicos às instâncias da saúde que contribuiu consideravelmente na melhoria do sistema de saúde mundial. monitores bispectrais.com. o Brasil precisa de 4000 engenheiros clínicos para suprir a necessidade atual. bioquímica e biofísica. ressonância magnética. vivido nos últimos tempos. centros cirúrgicos: aparelhos de anestesia. informática. diagnósticos laboratoriais: contadores de células. Segundo Calilsj (1998). a medicina se beneficiou consideravelmente. 3 www. evoluindo para uma proposta mais segura e inovadora. analisadores de gases. área de diagnósticos por imagem: ultrasonografia. aparelhos de circulação extra-corpórea. entre eles: os centros de terapia intensivas – (CTIS) onde encontramos vários tipos de equipamentos biomédicos como: ventiladores pulmonares. esterilizadora ultrasônica. tomografia computadorizada.

de vasta competição e regulação em prol da qualidade quanto aos serviços médicos prestados. promovendo processos sistemáticos de aquisição sob as demandas existentes e possíveis otimizações. os principais objetivos da Engenharia Clínica definidos por Antunes (2002) são: • aumentar o ciclo de vida dos equipamentos biomédicos. 2002.para administrar e controlar as tecnologias médicas. 48). podemos dizer que: A presença de engenheiros clínicos junto com profissionais de nível técnico dentro do ambiente hospitalar tornou-se indispensável. Em síntese. para gerenciar um parque tecnológico. 2002. • definir a compra certa de equipamentos através de análises e critérios técnicos detalhados. (ANTUNES. . 51) Atualmente. Figura 1: Ciclo de vida dos equipamentos Fonte: (ANTUNES. treinar e orientar todos os profissionais quanto a operação e o cuidado dos equipamentos. confere à engenharia clínica criar estratégias e políticas com intuito de promover um desenvolvimento global na unidade hospitalar. p. p. e de constantes avanços no desenvolvimento de novos equipamentos. além de incentivar. para acompanhar mais de perto os custos e a qualidade da manutenção dos equipamento. em especial. com objetivo de aumentar o ciclo de vida dos equipamentos e certifica-los de acordo com todas as normas vigentes. Por isso.

• gerar indicadores a partir de dados colhidos ao longo do ciclo de vida dos equipamentos a fim de serem usados em pesquisas e estudos futuros. • participar de todos os processos de alienação e os demais assuntos referentes aos equipamentos médicos. • criar uma imagem satisfatória dos hospitais e suas tecnologias médicas perante a sociedade. . e também como solução face à complexidade do assunto que é exigido do profissional que a exerce. • promover treinamentos e ações educativas quanto a operação e o cuidado correto dos equipamentos. Através dessa comunicação podemos dizer que existe um grande leque de ações vinculadas a cada um dos agentes envolvidos. dentro de uma unidade hospitalar. Essa rede de contatos exige que o Engenheiro Clínico possua outras habilidades além do seu conhecimento técnico. • melhorar continuamente o arsenal tecnológico de suas instâncias. • colaborar com informações técnicas com objetivo de globalizar conhecimento na unidade hospitalar. tem se tornado algo essencial nos quesitos gestão e qualidade das tecnologias médicas. Sendo assim. • garantir a manutenção dos equipamentos estabelecendo o rigor quanto as corretivas.3 ÁREAS DE ATUAÇÃO DA ENGENHARIA CLÍNICA Segundo Antunes (2002). • garantir a integridade dos pacientes e operadores diante das falhas a partir de planos estratégicos e outras condições. podemos dizer que a Engenharia Clínica é a base de uma rede que interage e relaciona com vários outros setores. simpático. a utilização da Engenharia Clínica na área da saúde. 2. preventivas e calibrações. • garantir a licenciatura dos equipamentos através da tecnovigilância seguindo todas as normas e padrões exigidos. pessoas e entidades externas. por isso é necessário que o profissional seja comunicativo. com intuito de minimizar o mau uso dos mesmos garantindo a segurança dos envolvidos.

ou modificar os existentes. relacionados aos equipamentos biomédicos. . • controlar e acompanhar os serviços de manutenção executados por empresas externas. • estabelecer medidas de controle e segurança do ambiente hospitalar. • executar a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos biomédicos no âmbito da instituição. conforme Antunes (2002): • controlar o patrimônio dos equipamentos biomédicos e seus acessórios. Figura 2: Relacionamento com o setor de Engenharia Clínica Fonte: (BRONZINO. no que se refere aos equipamentos biomédicos. • estabelecer rotinas para aumentar a vida útil dos equipamentos biomédicos. de acordo com as norma vigentes. • elaborar projetos de novos equipamentos.coerente. 56) Conforme vários pontos já citados. elaborar e controlar os contratos de manutenção preventivas e corretivas. • implantar e controlar a qualidade dos equipamentos de medição inspeção e ensaios. o trabalho do engenheiro clínico se destaca nas seguintes atuações. p. 1995. • treinar o pessoal para manutenção (técnicos) e operação dos equipamentos (operadores). • auxiliar na aquisição e realizar a aceitação das novas tecnologias. • auxiliar nos projetos de informação. • calibrar e ajustar os equipamentos biomédicos de acordo com os padrões reconhecidos. seguro e tenha capacidade de se relacionar bem com as pessoas objetivando cativar os agentes que estão a sua volta. • Indicar.

resultando em agravo sério. Segundo Antunes (2002). 2002. Ainda conforme o autor: Entende-se por conformidade. • apresentar relatórios de produtividade de todos os aspectos envolvidos com a gerência e com a manutenção dos equipamentos biomédicos conhecidos como indicadores de qualidade e/ou produção.4 APLICAÇÃO DA TECNOVILIGILÂNCIA NA ENGENHARIA CLÍNICA A tecnovigilância iniciou-se no âmbito de regras comunitárias européias e logo se destacou mundialmente. o uso de um dispositivo médico. de outras formas e pelas mesmas causas. 2002. Em termos metodológicos. a manipulação de um equipamento biomédico pode apresentar um grau de risco podendo comprometer a integridade do paciente. • efetuar a avaliação da obsolescência dos equipamentos biomédicos entre outros. (ANTUNES. tecnovigilância é o conjunto de ações visando a segurança sanitária dos produtos comercializados para saúde. A segurança dos produtos sanitários de saúde. com seqüela irreversível.50). p. ou reversível somente com intervenção. o cumprimento das normas técnicas que aplicam-se ao produto para a correta execução das funções prometidas.27) Através dessa classificação. eficiência e efetividade. de acordo com os seus conceitos classificatórios. (ANTUNES. Eficiência é a resultante da utilização do produto em condições controladas e Efetividade é o processo obtido quando se está utilizando o produto durante os serviços de rotina diante dessa categorização de atributos do produto é que garante a segurança desse produto no mercado. englobando suas fases extraídas a partir de estudos clínicos que se baseiam no princípio ético de que os pacientes que procuram os serviços de saúde para melhorar sua condição não sofram nenhum tipo de agravo por parte das tecnologias médicas. tecnovigilância é um estudo de uma série de casos definidos a partir da exposição„ ou a um risco comum. 2. podemos esclarecer a importância da Tecnovigilância na Engenharia Clínica. a fim de evitar outros riscos equivalentes produzidos em outros locais. . Uma das principais funções da tecnovigilância é criar estratégias de prevenção para minimização de determinados riscos potenciais. são: conformidade. p. Segundo Antunes (2002). e por iniciar em um espaço fortemente econômico esse conceito progrediu velozmente.

3 ABORDAGEM DO SISTEMA GOP 4 www. soluções encontradas e medidas de prevenção de possíveis recorrências. parcerias com hospitais formadores/universitários. • fornecer informações estruturadas com a finalidade de educar. a partir da investigação de problemas relatados e em função dos avanços científicos e tecnológicos. • esclarecer o grau de responsabilidade entre os usuários. em uma grande aliança de informações.anvisa. Segundo dados no site da ANVISA. severidade e recorrência dos incidentes.br . formar e atualizar os operadores e usuários de produtos. • colaborar para o desenvolvimento de definições e parâmetros. • divulgar informações referentes às ocorrências registradas. a tecnovigilância implanta um processo que organiza regras de funcionamento com intuito de garantir a vigilância desses acontecimentos fornecendo ações necessárias a fim de evitar qualquer evento adverso ou inesperado que possa prejudicar a integridade dos agentes envolvidos. • promover estudos epidemiológicos. que visa transformar gradativamente um sistema passivo de notificações voluntárias.(ANTUNES. Ela inclui aviso e registro das ocorrências adversas.31). as regras de prevenção instruindo a utilização dos dispositivos e equipamentos biomédicos. Em síntese. os objetivos da tecnovigilância são: • reduzir a probabilidade de ocorrência. um grande núcleo de tecnovigilância no Brasil. os riscos de incidente a partir da avaliação e análise das informações. que posteriormente serão tratados e estudados por vários especialistas envolvidos no assunto.4 O principal objetivo do projeto é formar uma nova geração de profissionais de saúde mais informada em segurança e evoluir para uma melhor gestão das tecnologias médicas. A tecnovigilância também é aplicada logo que um equipamento torna-se ou pode ser perigoso.com. 2002. criaram o projeto Sentinela. com o propósito de compartilhar todos os registros de incidentes. além de implantar todo o sistema de ações corretivas e preventivas.gov. a fim de esclarecer queixas recomendadas de dificuldade no uso de rotina com potencialidade de causar agravos sérios. • levantar as condições que levaram à ocorrência dos incidentes • dar subsídios às ações de investigação dos incidentes. p. Para precaução desses riscos. as instruções e os fabricantes.

Sua interface legível permite um bom entendimento pelo profissional que o opera. o operador pode escolher o mais adaptável e defini-lo manualmente. estilo.0. O sistema também foi baseado em todas as teorias e aplicações da Engenharia Clínica apresentadas até agora. Disponível na versão 3. onde vários testes já foram iniciados com o objetivo de controlar o maior número de áreas e .). etc. atas. o sistema foi construído de acordo com todos os padrões exigidos pelos órgãos vigentes (documentos. A partir de todos os tópicos relacionados em questão. que são gerados a partir de todos os seus módulos. pode ser vista como uma das principais características do sistema GOP. 3. Outro ponto forte do software é o conjunto de indicadores estatísticos. tamanho de fonte e linguagem. o desenvolvimento deste assunto tem a intenção de elucidar o sistema (Gestor Operacional) GOP que foi idealizado pelo engenheiro Homero Santiago Prímola. além das configurações para ajuste de cor. notificações. permitindo melhor visualização gerencial de suas tarefas. visando garantir a confiabilidade e a continuidade dos processos executados. Atualmente o software já funciona em várias instâncias de saúde em Minas Gerais e recentemente foi implantando no Hospital Belo Horizonte. o software permite rapidez na execução das tarefas. Ele também possui teclas de atalhos bem visualizados facilitando e agilizando os acessos mais importantes.1 CARACTERISTICAS DO SISTEMA GOP O sistema GOP foi desenvolvido em linguagem de programação Delphi e possui vários módulos que podem ser customizados de acordo com demandas específicas e outras interações. que funcionam a partir de contadores acoplados aos seus respectivos módulos. POPs. tabelas. O sistema também é caracterizado pelos seus processos automatizados. Provido de vários gráficos de diferentes tipos. A capacidade de controlar grandes volumes de dados em tempos significativos com bom desempenho em todas as suas tarefas. Serão abordados e destacados os principais assuntos ligados ao software e todos os seus propósitos envolvidos. menus e caixas de evento. Organizado por browsers (navegadores).

porém o sistema possui vários módulos. focando as maiores exigências de qualquer processo de qualidade adotado. A figura 3 mostra a área de trabalho do sistema GOP. pneumáticos e hidráulicos). 5 Fonte: Sistema operacional GOP. etapas de controle e demandas mais específicas. 2009 . eletrônicos. atendendo todas as exigências de qualidade e normas voltadas para área da saúde. sendo eles: • Módulo de Cadastro: aplica-se aos cadastros de patrimônio. elétricos. setores.2 APLICAÇÕES DO SISTEMA GOP O sistema GOP possui várias aplicações na esfera da Engenharia Clínica e outras áreas gerenciais.setores do hospital. estruturas. pessoas. mecânicos. e principalmente o cadastro das tecnologias em geral (equipamentos médicos. Figura 3: Tela principal/Área de Trabalho do Sistema GOP5 3. documentação. procedimentos operacionais padrão (POPS). fornecedores. que podem ser usados por diferentes aplicações de processos.

e controle de execução de tarefas relacionando tempo de serviço e hora/homem.Figura 4: Tela do Módulo de Cadastro/Cadastros6 Módulo de Controle: aplica-se aos processos de tecnovigilância. 2009 7 Fonte: Sistema operacional GOP. Figura 5: Tela do Módulo Controle/Manutenção Preventiva7 6 Fonte: Sistema operacional GOP. aferições. 2009 . responsável pelo controle de manutenção (periodicidades de preventivas. calibrações e check lists dos equipamentos médicos e outras tecnologias). A figura 5 mostra o módulo controle juntamente com a tela de consultas de periodicidades. controle de emissão de ordens de serviço. assim como na parte estrutural e patrimônio.

(ROTHERY. insumos e contratos).13) 8 Fonte: Sistema operacional GOP. Entende-se por qualidade nos processos. p. incluindo vários planos de pagamentos. de modo que o gestor tenha todo o fluxo operacional registrado (compras.1993. 2009 . contas. • Módulo Financeiro: aplica-se ao controle de entrada e saída de contas. Figura 6: Tela do Módulo Financeiro/Controle de Contas8 • Módulo de Qualidade: gerir processos pertencentes ao módulo de qualidade. como a adequação das características inerentes aos processos com o completo atendimento aos requisitos do cliente e outras partes interessadas.

os centros de custos cadastrados podem requisitar diretamente pelo sistema as suas demandas de locação destacando qual será o seu nível de urgência. abertura de ordens de serviço. Neste módulo o gerente também poderá acompanhar todo o custo 9 Fonte: Sistema operacional GOP. medidores de satisfação. tecnologias. etapas de acreditação. compõe o módulo de qualidade que satisfaz todas as normas atuais. igualmente ao módulo de compras.Figura 7: Tela do Módulo de Qualidade/Registro de Ordens de Serviço9 Outros processos como os planos de ações. entrevistas técnicas. comparativos técnicos podem ser registrados juntos com relatórios. cotações. 2009 . manuais e layouts. possui ferramentas analíticas para melhor opção de compra. Além de controlar todo o fluxo orçamentário. SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) e outros. • Módulo de compras: aplica-se ao controle de todas as aquisições realizadas pela instituição. • Módulo de Locação: aplica-se ao controle de locações de equipamentos médicos. demandas de compra podem ser solicitadas diretamente pelos centros de custos cadastrados. registros de atas. ferramentas e estruturas. mapas de processo. especificações.

são apresentados aqui os mais importantes e aqueles que poderão aparecer no futuro: • Redução dos custos: o sistema obriga o gestor a seguir uma linha de exigência mais rígida. Entre esses benefícios. que é o proposto para solução do problema em questão. Figura 8: Gráfico de Análise Individual de Fornecedores (Gráfico gerado pelo Módulo Compras)10 3. além do controle de entrada e saída de todas as locações. 10 Fonte: Sistema operacional GOP. envolvido em cada processo de locação. 2009 . ou seja. iniciando uma economia contínua através dos módulos: controle. • Módulo Estatístico: aplica-se ao controle estatístico gerado por todo sistema. consequentemente o sistema irá proporcionar outros após a sua implementação. Nele é possível visualizar diversos tipos e formas de gráficos que podem ser configurados manualmente ou automaticamente pelo sistema.3 BENEFÍCIOS DO SISTEMA GOP Vários benefícios podem ser obtidos através do sistema GOP. através dessas concatenações o sistema permite extrair gráficos de todos os módulos. é o controle operacional. O principal deles. cada módulo do sistema é associado ao módulo estatístico.

mapeando as rotinas de trabalho e estabelecendo uma ordem estratégica a fim de criar ações pró ativas de atendimento para solução dos problemas. compras. VIABILIDADE ECONÔMICA Consumo Real Economia Cliente Amortização / CONSUMO Impostos Remuneração Investidor Histórico do Consumo (Curva de Referência) Consumo Real Perío anta Impl ção de do 1º Ano 2º Ano 3º Ano 4º Ano 5º AnoTEMPO Figura 9: Mapa de Viabilidade Econômica 11 • Distribuição do fluxo: o gestor poderá organizar todo o fluxo operacional. por sua vez. Este benefício. que também são associados aos outros módulos que contribuirão diretamente para a redução dos custos. financeiro. 11 Mapa gerado a partir de sua implementação no Hospital Otaviano Neves 2006 a 2009. pode-se observar uma economia significativa após a implementação do sistema em uma instância hospitalar. Conforme o mapa de viabilidade apresentado na Figura 9 traçado por uma análise calculada através do consumo versus tempo. 2009 . é dado pela alta capacidade que o sistema tem de controlar e distribuir a carga operacional. permitindo a remuneração do investimento em menos de cinco anos. locação e qualidade. Consequentemente. o gestor irá ganhar mais tempo aumentando a velocidade dos processos. SANTIAGO.

E S P A Ç O A G E N D A A T E N D I M P .C O R R E T I V EA D U C A Ç Ã O C A D A S T R O F Í S I C O C I R Ú R G I C O I N F O R M A L H I S T Ó R I C O P A R E C E R C A P A C . 2009 . laudos. FLUXO DE TGESTÃO E C N O L DOS O G I EQUIPAMENTOS A E N G E N H A R I A H O S P I T A L A C L Í N IC A R G E S T Ã O E Q U IP A M E N T O S A V A L I A Ç Ã O P R O D U Ç Ã O M A N U T E N Ç Ã O T R E I N A M E N T CO O N T R O L E T É C N I C A T E C N O L O G I AI N S T A L . R O G R A M A DÇ OÃ CO U M E N T A Ç Ã O T É C N I C O O P E R A C . mapas. etc. F Í S I C O D O S C U R S O S T É C N I C A E X E C U Ç Ã O S E G U R A N Ç A F U N C I O NO A P L E R A Ç Ã O C U S T O S A V A L I A Ç Ã O P E R I Ó D I C A Q U A L I D A D E R E L A T Ó R I O S C U S T O / T E M P O / P R O D . centralizando o atendimento em um único posto através de 12 Diagrama gerado a partir do módulo controle/processo gestão dos equipamentos SANTIAGO. P R E P A R O P O L Í T I C A D E I D E N T I F I C A TÇ EÃ RO C E I R I Z A Ç Ã O A P L I C A D A M A N U T E N Ç Ã O D E N E C E S S I D A D E S A Q U I S I Ç Ã O E S P A Ç O C E N T R O P R E V E N T . Uma das propostas do módulo de qualidade é criar o SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente).). o sistema é capaz de determinar um fluxo para cada tipo de processo. otimizando de forma simples e organizada todas as tarefas relacionadas e produzindo uma visão sistêmica e hierárquica. E D U C A Ç Ã O C O N T I N U A D A Figura 10: Diagrama do fluxo da gestão dos equipamentos12 Aumento da qualidade: através do módulo de qualidade o sistema é capaz de gerar uma rotina de atendimento mais eficiente. Conforme o diagrama na Figura 10. além de proporcionar mais qualidade nos processos e documentações (protocolos. atas. com o objetivo de garantir o cumprimento das tarefas.

oferecendo agilidade. cobrança. email ou via sistema on-line. O módulo de qualidade também produz todo acompanhamento do histórico do atendimento: oportunidade. Terá uma visão em 360º. solicitações e reclamações. etc. suprimento. SANTIAGO. essa forma de atendimento personalizado permite a aproximação com o cliente de forma intuitiva e protocolada. consumo. contrato. segurança e qualidade no atendimento. Através do gerenciamento de atendimentos o gestor poderá controlar todas as informações.unidade de resposta audível secretária para fazer Fax os registros e acompanhamentos através do sistema GOP Auto serviço via sistema on-line Os clientes querem comunicar-se Email ou botão de através do canal mais convenientes Visita pessoal chamada on line Voz sobre IP Correio tradicional Figura 11: Diagrama do Fluxo de Atendimento13 Conforme a Figura 11. . assegurando o retorno ao cliente através 13 Diagrama gerado a partir do módulo de qualidade/processo de relacionamento com o cliente. 2009. podemos observar que o gestor.um número chave. IMPLANTAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM CLIENTE ATRAVÉS DO SAC SAC – MANUTENÇÃO Ligações telefônicas Suporte de agentes Disposição de uma URA.

Qualquer tipo de consulta ou alteração fica registrado de acordo com o login do usuário. permite que o gestor (usuário máster). controle através do sistema mãe a quantidade de módulos e telas que podem ser acessados pelos sistemas filhos (usuários de apoio). 2009 . o sistema também permite que o gestor cruze várias informações para extração de gráficos e relatórios oferecendo grande precisão nos resultados. Sua forte robustez possibilita processar e armazenar um grande volume de dados com muita facilidade e transparência. o sistema permite a integração com outras funções de negócio. Essas configurações que funcionam via rede local. consultas. Outros operadores poderão realizar tarefas como cadastros. somente com permissão do sistema mãe ou do usuário máster. O sistema também oferece um relatório de 14 Fonte: Sistema operacional GOP. sob protocolo TCP/IP. projeções ou cruzar de informações para extração de gráficos. Figura 12: Tela do Módulo de Controle/Registros . sendo atribuído pelos seus respectivos módulos e protegido por senha. Além de monitorar do nível de satisfação do cliente. • Confiabilidade: é uma das características do sistema GOP que também pode ser considerado um dos seus principais benefícios. além de oferecer integração aos bancos de dados mais confiáveis da atualidade.Abertura de Ordens de Serviço Detalhada14 • Segurança das Informações: O sistema possui configurações de acessos e permissões.de feedbacks. O sistema também possui um histórico para cada processo.

Figura 13: Tela de Cadastros de Usuários e Senhas15 15 Fonte: Sistema operacional GOP. 2009 . segurança. podendo ser armazenado em seu banco de dados todos os registros não conformes e múltiplas tentativas não sucedidas.

O sistema oferece o conceito de auto intuição por parte dos usuários comuns possuindo pequenas instruções de uso. vários tipos de filtros para pesquisas. comandos para consulta. 16 Fonte: Sistema operacional GOP. possibilitando um ganho de tempo bem significativo para o gestor. Por se tratar de um sistema desktop. A comunicação com o banco de dados também possui bom desempenho. possui baixo nível de processamento e pouco consumo de memória. 2009 . bom layout e ícones bem visualizados para acessos rápidos.Figura 14: Tela de Controle de Acesso dos Usuários16 • Velocidade: talvez seja considerado um dos benefícios mais aparentes do sistema GOP. o sistema GOP possui bom desempenho e alta velocidade no acesso aos dados e telas. exclusão e alteração são rápidos.

17 Fonte: Sistema operacional GOP. 2009 . além de oferecer gráficos. o sistema GOP vem atuando em várias áreas da saúde entre elas: hospitais. empresas de manutenção hospitalar e futuramente poderá atuar na área da industria. 3. Dentro dessas áreas podemos observar na Figura 16. Por ser um sistema totalmente automatizado e atrelado aos seus processos. registros detalhados e o monitoramento contínuo do controle operacional. sua missão é controlar todos os procedimentos e tarefas de forma síncrona e protocolada. clínicas. que o sistema pode ser implementado em vários seguimentos. consultórios.4 ÁREAS DE ATUAÇÃO E SEGMENTAÇÕES Conforme citado. laboratórios. Figura 15: Tela Filtros do Módulo Controle17 • Garantia da continuidade do controle operacional: este benefício é oferecido pelos Módulos Controle e Estatístico.

Arquivos e documentos.Gestão de insumos.Telefonia.Coleta de lixo. . mecânica. .Limpeza externa e interna. . . o sistema também pode atuar no controle dos seguintes seguimentos: . Lim Ex pe te za rn Lim a In pe Ma te za rn a La e Da nut Ou y Te do . . . . . . térmica.Manutenção elétrica.Brigada de incêndio. estrutural e externas. equipamentos médicos.Logística. a d ta Co ici Ar es dor Lix e nt ro o o nad o Ma Pr de le ag nu as Ma Au te to Té o nçã Pr nu m cn CF ed t.Controle de acesso.5 FUNCIONALIDADES BÁSICAS 18 Fonte: Apresentação/ Áreas de atuação .Transporte. hidráulica. t lef s on ia M El Co Co anu ev le nd t .Meio ambiente. .Paisagismo. eletrônica. o açã TV Tr ia ica an l sp Ar te or Ma qu s nu os iv Á te Co Ex rea nçã n Ac tro Br te s o es le ig rn a as so In de da cê nd io Pa Ge Ma isa ra Mu nu m gis Ma de Ge ção lti ten o nu Ut stã e té çã Lo El ten ili o cn o gí ét da ica s ric ção de a tic a s G de es En tão er gi a Figura 16: Áreas de Atuação do Sistema GOP18 Em síntese. 3. .

documentos. fornecedores. ações preventivas e relatórios. o usuário poderá cadastrá-lo adicionando o máximo de informações a partir de qualquer estágio do seu ciclo de vida. colaboradores e centros de custo. ou seja. mobiliário. A partir desses cadastros.1 CADASTRO O sistema GOP permite vários tipos de cadastros entre eles são: equipamentos. 2009 . planos de ações. estruturas. podemos observar que o histórico de todos os cadastros armazenados em uma tabela que contém todos os seus atributos 19 Fonte: Sistema operacional GOP.3. Em todos os cadastros o operador poderá preencher os seus respectivos atributos relacionando-os com o tipo de cadastro selecionado. são geradas informações que também serão utilizadas por outros módulos do sistema. esse recurso permite que o gestor comece a controlar o equipamento desde o seu estado atual.5. como abertura de ordens de serviços. nas condições em que esse equipamento se encontra. No caso de um cadastro do tipo recurso físico. um equipamento médico por exemplo. Figura 17: Tela de Cadastro de Equipamentos/Imobiliário19 Conforme a Figura 17.

5. 20 Fonte: Sistema operacional GOP. oficina onde será consertado ou revisado e o número da ordem de acordo com o índice do banco de dados. o tipo de serviço sendo preventivo ou corretivo. Figura 18: Tela de Abertura de Ordens de Serviço20 A mesma tela também possibilita destacar o nível de emergência da solicitação.relacionados e também pode ser visualizada e ordenada de acordo com a preferência do usuário. informações do equipamento são extraídas automaticamente do banco de dados através do seu número de patrimônio ou série. sendo ponto de partida para que o sistema forneça todas as informações relacionadas ao equipamento tais como: o setor onde ele está alocado. o gestor poderá registrar e controlar todas as ordens de serviços geradas diariamente. 2009 . 3.2 ABERTURA DE ORDENS DE SERVIÇO Através dessa função que faz parte do módulo de qualidade. e se a ordem é interna ou externa. o nome do responsável pelo setor. Em uma solicitação de manutenção.

são gerados automaticamente pelo sistema. além de oferecer um campo de observação para outros relatórios. O registro de data e hora do chamado até o fechamento da ordem de serviço será utilizado pelo módulo controle. Um aspecto importante dessa função é a possibilidade de registrar itens conformes e não conformes referente as suas rotinas de manutenção. 3. ações externas) ou causas naturais (desgaste. pois é através dela que todos os seus processos de periodicidade das manutenções preventivas. defeito de fábrica) essas informações também serão usadas pelo módulo estatístico.3 AÇÕES PREVENTIVAS Considerada a função mais importante do sistema. falha. o sistema pode armazenar os lados e certificações apontando o motivo de sua não conformidade.5. O operador do SAC terá a opção de imprimir a ordem de serviço junto com o POP do equipamento ou check list. Com relação ao fechamento das ordens de serviço a função permite que o técnico defina o defeito sendo por mau uso (queda. facilitando o trabalho do profissional recente na instituição ou em experiência. que foi a solução encontrada para evitar redundâncias no sistema e registrar todo o ciclo da solicitação. Junto com a função de ordens de serviço funcionam outras funções como a de cálculo de gastos e materiais. Além de abrir ordens de serviço o operador também poderá suspendê-las ou tira-las de suspensão. além de ter várias opções de filtros para consultas. . que irá calcular o tempo de parada do equipamento MTBF (Mean Time Between Failures ou Tempo Médio de Falha) e a hora técnica do profissional na execução do serviço calculados pela hora/homem e BACKLOG (Tempo necessário para executar trabalhos pendentes) Todo o histórico de ordens de serviço fica em uma tabela padrão igualmente ao módulo cadastro. aferições e calibrações. resultando um montante completo de despesas. furo. destacando todas as ordens que estão fechadas (status- executada) e abertas (status-pendente) contribuindo para um feedback mais detalhado. que podem ser somadas junto com a hora/homem e BACKLOG.

ou seja. 21 Fonte: Sistema operacional GOP. ou a opção de programar e filtrar todos os procedimentos através de um calendário dinâmico. A partir daí o sistema automatiza todas as ações através dos seus contadores definindo a próxima data para preventiva ou aferição. rotineira e programada. instalações. o sistema oferece outra mais dinâmica onde o operador pode definir o plano de periodicidade por centro de custo. 2009 . Além dessa tela. salvando-as e envido-as para o histórico de ordens de serviço que possibilitará a visualização de todos os seus status de acordo com o ciclo do processo. edificações e mobiliário. O operador pode extrair do banco de dados.Figura 19: Tela Cadastro de Manutenções Preventivas21 Essa função permite ações preventivas e aferições de equipamentos. a função permite programar e listar todos os itens que estão indicados para fazer os procedimentos de preventiva ou aferição de um determinado centro de custo (setor). todos os itens já cadastrados e definir a periodicidade junto com os dados indicando o tipo de preventiva sendo: sistemática. Através da inserção de dados tais como: o tempo em dias da periodicidade e a data da geração do procedimento.

ela aponta todas as rotinas que estão próximas do seu vencimento indicando um status de alerta.5.4 RELATÓRIOS E GERADORES DE INDICADORES Sistema GOP é provido de um plugin chamado T-Chart que oferece um pacote com vários formatos de gráficos e listas podendo ser customizados de acordo com a preferência do gestor. Além disso. e se caso não for cumprida o operador tem a possibilidade de identificar e registrar o motivo pelo qual ela não foi realizada. o sistema é capaz de calcular grupos com grande quantidade de equipamentos e produz todos os relatórios em lista podendo ser visualizados e pesquisados por uma tabela dinâmica. 3. O sistema também possui a opção para imprimir automaticamente todas as ordens diárias. 22 Fonte: Sistema operacional GOP.Figura 20: Tela . 2009 .Busca de Preventivas22 Um ponto interessante da função e sua versatilidade. obedecendo um padrão de prioridade que pode ser configurado na função Abertura de Ordens de Serviço.

esse indicador é calculado pelo sistema através da seguinte equação: MTBF = número de intens X horas de operação número de intervenções de item 23 Fonte: Sistema operacional GOP. IP. Figura 21: Tela de Entrada de Dados para Relatórios23 Segundo Brito (2008). CMFR e o BACKLOG que são indicadores baseados no modelo MCC (Manutenção Centrada em Confiabilidade) definidos pela ABRAMAN (Associação Brasileira de Manutenção). os principais índices indicadores para o efetivo planejamento e controle da manutenção e outros processos envolvidos são: • MTBF (Mean Time Between Failures ou Tempo Médio de Falha): esse indicador é utilizado como um guia para estabelecer falhas entre tarefas de manutenção no caso onde as taxas de falhas são constantes. MTTF. EA. Conforme dito anteriormente o sistema também é capaz de gerar vários relatórios através do cruzamento de informações obtidas por outros módulos. e também vários cálculos como o: MTBF. 2009 .

que não são ponderadas as perdas ou interferências diante do processo produtivo. dessa forma o EA pode ser calculado pela seguinte equação: 24 Fonte: Sistema operacional GOP.Figura 22: Tela/Gráfico de MTBF de equipamentos24 • MTTF (Mean Time To Repair ou Tempo Médio de Reparo para um Item Físico): esse indicador aponta o tempo que a equipe de manutenção demanda para reparar e disponibilizar a máquina ou equipamento para o sistema produtivo. Nesse período estão todas as ações envolvidas no reparo. tais como interferências relacionadas com problemas de matéria- prima ou eventos naturais. 2009 . O MTTF pode ser calculado pela seguinte equação: MTTF = somatório de horas em correções dos itens número total de falhas dos itens • EA (Equipment Availability ou Disponibilidade de Equipamentos): Trata da relação entre a diferença do número de horas do período considerado (horas calendário) com o numero de horas de efetiva operação dos equipamentos. sejam elas de qualquer equipe de trabalho. decorrente de outros fatores de manutenção. considera-se apenas a efetiva disponibilização dos equipamentos para o processo. Neste indicador.

É difundido para fornecer referencias sobre a relação entre diversos segmentos por não necessitar de interpretações técnicas por parte da manutenção. assim como a disponibilidade operacional. Este indicador é muito utilizado entre as empresas. Esse indicador é obtido pelo . Este índice pode ser processado pelo próprio órgão de contabilidade ou controladoria da empresa. EA = horas calendário – horas manutenção – horas diversas X 100 hora calendário • IP (Process Indsponibility ou Indisponibilidade de Processo): identifica a parcela de contribuição da manutenção da quantia que foi utilizada ou não foi utilizada pelo processo produtivo. Esse indicador pode ser calculado pela seguinte fórmula: IP = horas calendário – horas manutenção x 100 horas calendário • CMFR (Custo de Manutenção por Faturamanto): identifica a relação entre o custo total de manutenção (material. Deve ser considerada a aplicação de toda disponibilidade da equipe sem o acréscimo de novas atividades. É também conhecido como Índice de Queda Direta. Essa ressalva deve ser feita em função da dinâmica atividade de manutenção. pois relaciona a demanda de serviços com a capacidade que a equipe tem para executá-las. possibilitando aos gestores da manutenção destacar qual sua interferência direta no seu processo produtivo e quais foram os principais causadores de paradas facilitando a elaboração de um plano de ação direcionado a atender diretamente o processo produtivo. etc. mão de obra. Neste indicador é verificado o volume dos recursos aplicados de acordo com um indicador financeiro que é o faturamento. porém bruto. CMFR = somatório do custo de manutenção X 100 faturamento • BACKLOG: esse indicador informa o tempo necessário para que o equipamento e colaboradores da manutenção trabalhe para executar suas atividades pendentes.) e o faturamento bruto da empresa no período considerado. descrito como a probabilidade de que um equipamento não esteja disponível para produzir.

evitando que ele não perca tempo retornando a base para . 4 LIMITAÇÕES ATUAIS Uma das principais limitações do sistema GOP é sua utilização apenas na plataforma desktop. que também está ligado à demanda da Web. isso permitirá a autenticação digital através do próprio celular ou dispositivos como Palm Tops. Essa comunicação permitirá que o SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) entre em contato com o técnico. identificando desta forma a ausência de retrabalhos ou horas “perdidas” na correção de falhas com a mesma origem. Com o avanço das inovações tecnológicas. Um exemplo claro para a evolução do sistema. verificou-se a necessidade de construir um sistema via web para atender instituições públicas e privadas que possuem filiais e outras bases que são dotadas de uma grande gama de informação e também pelo fator logístico. foi identificada a principal e atual limitação do sistema GOP: a falta de acesso ao sistema via internet. possibilitando vários hospitais em diferentes regiões serem controlados por uma única base. Com isso. seria a abertura de ordens de serviço que poderão ser enviadas pelo celular ou por outros dispositivos móveis. visto que o mesmo foi desenvolvido utilizando-se a linguagem de programação Delphi. somatório das horas necessárias de cada atividade dividida pelo somatório das horas (H/h – Homem/hora) disponíveis em um dado período. Smartphones e outros. a redução do custo do hardware e pela propagação da web cada vez mais presente no âmbito da informática. é a falta de portabilidade com a tecnologia móvel. como o Dinamus e o WPD. usam a tecnologia móvel em busca de um grande horizonte de benefícios. Outra limitação do sistema. Muitos sistemas semelhantes ao GOP. tal tecnologia permitirá maior velocidade das informações e uma melhor logística. Backlog = somatório H/h total de serviços somatório H/h disponível na equipe O objetivo primário para este indicador é que esteja próximo de zero.

controle de poluentes. A experiência do sistema na área hospitalar junto com as suas métricas desenvolvidas ao longo do tempo possibilitou a sua equiparação com um sistema de controle de manutenção industrial. Essas melhorias podem ser consideradas importantes para o alinhamento do sistema com as exigências atuais de mercado. controle de insumos e almoxarifado. Partindo dessas premissas. que pode ser considerada como ponto primordial para sua migração no futuro.pegar documentos. Como já foi citado em relação as suas restrições e limitações. resíduos tóxicos. Outras expectativas sugiram a partir de demandas mais modernas. seja de onde ele estiver. o fabricante poderá está correndo vários riscos. as indústrias também possuem um parque tecnológico complexo e volumoso. criou-se a expectativa de customização do sistema para área industrial. como um hospital. controle de energia. desperdício e outros fatores econômicos. 5 PERSPECTIVAS FUTURAS Em vista do crescimento das normas voltadas para qualidade em todas as áreas. o sistema tem expectativa de ser migrado para funcionar na web e sob a tecnologia móvel. o controle de manutenção dessas tecnologias também faz parte de uma rotina exaustiva que se não for auxiliada por um sistema de controle. Atualmente. Ele também poderá retornar ao SAC protocolando de forma digital a conclusão do serviço através do seu dispositivo. concluiu-se que a busca do aperfeiçoamento para que o sistema se mantenha alinhado com o mercado está totalmente ligado ao avanço da tecnologia em outras áreas. isso pode ser considerado fator determinante para as perspectivas futuras e na melhoria no seu processo de desenvolvimento. Diante dessas limitações. . o sistema também poderá ser ampliado para outros segmentos dentro da área hospitalar como: o controle de lixo. Além das expectativas e melhorias tecnológicas. Esses outros seguimentos despertaram o interesse para que o sistema atenda demandas mais específicas como a conservação do meio ambiente. uma das expectativas do sistema GOP seria a sua adaptação ou a sua customização voltada para indústria.

Dessa forma. a área sofreu um enorme atraso no âmbito biotecnológico. Devido a falta de critérios e informações pouco difundidas. muitas instituições públicas e privadas começaram a investir nessa área. A partir de seu aparecimento nas instâncias da saúde. Esses investimentos referem-se também as exigências dos planos de saúde e órgãos certificadores em prol de melhores condições e aumento de .6 CONCLUSÃO O surgimento da Engenharia Clínica no Brasil foi um grande marco na história da medicina. criou-se um grande avanço através dos conceitos da Engenharia Clínica.

pois começaram a usar essa prática sistêmica como uma aliada importantíssima para o sucesso. pode-se concluir que o aparecimento da Engenharia Clínica em parceria com os sistemas de informação foi uma grande evolução na área da saúde. empresas de TI (Tecnologia da Informação) e outras instituições na área da saúde. além da maximização das informações. empresas especializadas no ramo. A implementação do sistema GOP como proposta para solução dos problemas no hospital Belo Horizonte e em outras instituições. Foi utilizando essa nova filosofia que a Engenharia Clínica e a Tecnovigilância junto com os sistemas de informações. e seus conceitos têm-se aplicado em muitos seguimentos tais como: industrias. indústrias e dos governos que passaram a investir pesado nessa proposta. geradas a partir de vários indicadores que antes não eram produzidos. Finalmente. . pois as informações apresentadas contribuíram diretamente nos resultados que auxiliarão na tomada de decisões. foi ponto de partida que proporcionou um meio importante para o gerenciamento das tecnologias médicas. chamaram a atenção das grandes instituições.qualidade. aumentar a viabilidade econômica e minimizar o risco de falhas. A utilização do sistema GOP pode ser visto com uma alternativa que visa melhorar efetividade das tecnologias médicas com o intuito de obter resultados confiáveis. com base nesses dados. Muitas ferramentas como o sistema GOP estão sendo criadas atualmente e implementadas para vários tipos de aplicações. Indica-se que através do sistema foram solucionados principalmente problemas onde os registros de periodicidade das manutenções não eram feitos de forma sincronizada e que agora são gerados sistematicamente diminuindo as chances de ocorrer erros ou atrasos.

com. Belo Horizonte: Abemecmg. Associação Brasileira de Manutenção. França: Acodess. Disponível em: <http://www.br>. ANVISA. Agência Nacional de Vigilânica Sanitária.gov.br>. 2008. Indicadores de Manutenção Disponível em: <http://www.anvisa.7 REFERÊNCIAS ABRAMAN.abraman. 2008. ANTUNES. Planejamento e Controle da Manutenção. 2009. Elizabeth. . BRITO. Gestão da Tecnologia Biomédica Tecnovigilância e Engenharia Clínica. Acesso em: 8 mai. Jorge. 2002. Acesso em: 9 nov. Projeto Sentinela Avança em BH.

1995. Jd. RESENDE. 1993. ISO 9000. Belo Horizonte: Única Engenharia.br>.folha. Disponível em: <http://www. Desktop: computador de mesa (gabinete. EUA: CRCPress. Acesso em: 22 mai.BRONZINO. Tatiane . Tecnologia na Área da Saúde. 8 GLOSSÁRIO DE TERMOS Acreditação das Tecnologias Médicas: processo de certificação das tecnologias médicas através um órgão regulador ou certificadora.org.. Check List: procedimento que usa uma lista com vários critérios como propósito de checagem ou conferência Delphi: programa que usa linguagem estruturada modular para programar softwares e sistemas. Disponível em:<http://www.com. 2008. FOLHA. The Biomedical Engineering Handlook. Browsers: navegadores utilizados para navegação do programa. Homero.uol. mouse teclado etc. Folha On Line. ROTHERY. monitor. ONA.br>. Acesso em: 30 abr. 2008. Organização Nacional de Acreditação Hospitalar. SANTIAGO. CALILSJ. Gerenciamento de Manutenção de Equipamentos hospitalares. Brian. São Paulo: Makron Books. Apresentação do Sistema GOP. 2008.) .ona. Teixera Ms. 1998. São Paulo: Fundação Peirópolis.

reorientar e/ou estimular uma ou mais ações determinadas. Nanotecnologia: tecnologia que tem como principio básico a construção de estruturas e novos materiais a partir dos átomos Palm top: computador de dimensões reduzidas. . máquinas ou softwares. cumprindo as funções de agenda e sistema informático de escritório elementar. Smartphone: telefone celular com funcionalidades avançadas que podem ser estendidas por meio de programas executados em seu Sistema Operacional Status: situação ou condição que se encontra a informação. com possibilidade de interconexão com um computador pessoal e uma rede informática sem fios . T-Chart: plugin que contém um pacote com vários tipos de gráficos indicadores. como aparelhos electrónicos. dotado de grande capacidade computacional. conduta ou eventualidade executada por ela e objetiva reprimir. Parque Tecnológico: conjunto de equipamentos e tecnologias de uma instância.wi-fi .Dinamus: Sistema para controle de tecnologias médicas Engenharia Clínica: área da engenharia que é responsável pela gestão e controle do ciclo de vida das tecnologias Médicas.para acesso a correio electrónico e internet. pode ser utilizado em quotidianas situações. Feedback: procedimento que consiste no provimento de informação à uma pessoa sobre o desempenho. executadas anteriormente. Tecnovigilância: conjunto de ações visando a segurança sanitária dos produtos comercializados para saúde. Equipamentos Biomédicos: equipamentos para diagnóstico e auxilio a vida humana. Plugin: termo que significa "de encaixe".

ANEXOS Figura 23: Gráfico/Pesquisa de Satisfação dos Clientes25 25 Fonte: Sistema operacional GOP.WPD: Sistema para controle de tecnologias médicas. 2009 .

2009 . 2009 27 Fonte: Sistema operacional GOP.F Figura 24: Gráfico/Manutenções Corretivas/Solicitações por Setor26 Figura 25: Gráfico/Cronograma de Calibração27 26 Fonte: Sistema operacional GOP.

Figura 26: Gráfico/Cronograma de Preventiva28 Figura 27: Gráfico/Corretivas de Equipamentos e Acessórios29 28 Fonte: Sistema operacional GOP. 2009 . 2009 29 Fonte: Sistema operacional GOP.

5 0 RX PS O E til r r r r lto CM da da da da BC o fan i du tór An An An An I In IA ra 3° 5° 6° 7° bo CT CT La Figura 29: Gráfico/Incidência de Mau Uso31 30 Fonte: Sistema operacional GOP.5 4 3 . 2009 .5 2 1 . 2009 31 Fonte: Sistema operacional GOP.5 3 2 .Figura 28: Gráfico/Manutenção Corretivas por Periodos30 In c id ê n c ia d e M a u U s o 4 .5 1 0 .