STF é transformado em Esgoto à Céu Aberto

Infelizmente, mais uma vez, sou obrigado a reconhecer, minha total
impossibilidade de cumprir, promessa feita à Mulher da Minha VIDA, de não mais
escrever sobre a, concreta, AMORALIDADE, existente, consistente, e persistente,
nos quatros Poderes Institucionais da “República de Bananas”, presidida por um
“Golpista Zé NINGUÉM”, alicerçada por um “Congresso Golpista Ilegítimo”,
abençoada por um “Judiciário que Persegue, e Protege, Politicamente”, fiscalizada
por um “Ministério Público Cego de um Olho, e Surdo de um Ouvido” (por atuar em
uma única direção), razão pela qual, o Brasil, se transformou, apenas e tão somente, em
um, “NADA”, que aí esta, o que explica que a Sociedade Brasileira é PREJUDICADA, e
ENVERGONHADA, diariamente, de tal forma, ser possível, mesmo que injustamente,
alcunhá-la, como uma Sociedade de Ignorantes, e uma Sociedade de Alienados, uma
Sociedade de Bárbaros, quiçá uma Sociedade de Cruéis.

Tal impossibilidade, se substancia no fato, concreto, de que, em meu empírico
entendimento, Indivíduos, como por exemplo, o recem efetivado Ministro do Supremo
Tribunal Federal, ex-Ministro da Justiça, sr. alexandre de moraes, sem o necessário
arcabouço, Moral, Ético, e Profissional, para serem reconhecidos como Pessoa,
estão, e continuarão, despudoradamente, banalizando, o uso deturpado, em
obscura conveniência, compatível a “pequenez humana”, da titularidade acadêmica de
“Doutor”, da “vida” acadêmica, e da “vida” profissional, pois, assim procedendo, tentam,
colocar que, apenas e tão somente, a “palavra” dada, em contexto “pomposo”, como
uma “sabatina” no Golpista Senado Federal Ilegítimo, é mais significativa, do que, a
RADICAL NEGAÇÃO, de manifestação acadêmica, RICA, e CLARA, de importância,
e de relevância, como uma TESE DE DOUTORADO, com seu cerne, calcado, em
questões de cunho PESSOAL, que envolve Princípios ÉTICOS, e Valores MORAIS,
aplicados em contexto de LEGALIDADE.

Portanto, como é possível entender, e aceitar, que um Doutor, pelo menos “EM
TESE”, com princípios Éticos, e Valores Morais, compatíveis aos RICAMENTE, e
CLARAMENTE, expostos, e defendidos, em TESE DE DOUTORADO, pode :
• Não se posicionar como “SUSPEITO”, ou mesmo “IMPEDIDO”, de aceitar
indicação AMORAL, por ser “pessoa de íntima confiança” do “Zé NINGUÉM”
que o indicou, essência princial de “SUA” TESE DE DOUTORADO.
• Fazer campanha corpo-a-corpo com integrantes da Comissão Constituição e
Justiça do Senado Federal.
• Defender, com unhas e dentes, a LEGALIDADE de sua indicação, que sem
qualquer possibilidade de erro, pode, e deve, ser reconhecida, em nome do
indicado, como AMORAL, que em despudorada conveniência, colocou que a
questão, TEM, cunho LEGAL, e, NÃO, tem cunho ÉTICO, e MORAL.

Minha intuição, afirma, que GRITANTE DESFAÇATEZ, só pode ser ATITUDE de
um “MERDA DOUTOR”, aquele que NÃO HONRA seus Princípios Éticos, e seus
Valores Morais, aquele que DESMERECE o Estabeçecimento de Ensino Superior que
lhe OUTORGOU a Titularidade Acadêmica de Doutor, aquele que DESONRA Todos os
Doutores, aquele que ACHINCALHA com o instrumento acadêmico de MAIOR
IMPORTÂNCIA, como a TESE DE DOUTORADO, que pelas suas peculiares
carcterísticas, tem, ou deveria ter, o condão de AGREGAR Valores, e Conceitos, no
constante APERFEIÇOAMENTO da CIÊNCIA.

Afinal, o Supremo Tribunal Federal, para muitos como Eu, já havia sido colocado
como um “CHIQUEIRO”, por ter se tornado um lamaçal, onde chafurdam, Ministros
DESQUALIFICADOS pela Instituição, em função da “Tranferência”, e do “SORTEIO”,
uma vez que, não foram reconhecidos como PLAUSÍVEIS substitutos do ELIMINADO,
Ministro do Supremo Tribunal Federal, Sr. Teori Zavascky, e agora, para muitos como
Eu, pode ser colocado como um “ESGOTO A CÉU ABERTO”, pela assunção de um
“MERDA DOUTOR”.

Esta situação toma VULTO EXACERBADO, quando a questão, irrefutavelmente,
inquestionavelmente, NÃO, tem cunho de LEGALIDADE, mais, SIM, tem cunho de
LEGITIMIDADE, uma vez que, esta última pressupõe a PLENITUDE ÉTICA, e a
PLENITUDE MORAL, fundamentação básica da TESE DE DOUTORADO, acima
mencionada, uma vez que, a Mesma não questiona a LEGALIDADE, mas a sua
APLICAÇÃO, em contexto, ÉTICO, e MORAL, quando então, coloca que é inaceitável
que um Presidente da República Federativa do Brasil, indique para Membro do
Supremo Tribunal Federal uma “pessoa, íntima ou não, de sua confiança”.

Quando a questão envolve ÉTICA, e MORAL, nos deparmos com pressupostos
de cunho íntimo, e pessoal, tendo em vista que, tem relação direta com a POSTURA de
cada indivíduo (pessoa incompleta), ou mesmo, cada Pessoa, uma vez que, a ÉTICA , e
a MORAL, são os NORTEADORES primeiros, de suas ATITUDES, e DECISÕES, logo,
como é possível ACREDITAR, VALORAR, PRINCÍPIOS, e CONCEITOS, de quem,
NEGA, de todas as formas, sem qualquer pudor, seus pressupostos do que seja
ÉTICA, e MORAL, que, de forma RICA, e de forma CLARA, foram, espontaneamente,
EXPOSTOS, em TESE DE DOUTORADO.

Cabe ressaltar que a qualidade da “ARGAMASSA” que substância a tríade
LEGALIDADE, LEGITIMIDADE, e JUSTIÇA, tem relação direta com os Princípios
ÉTICOS, e Valores MORAIS, contundentemente, EXERCIDOS, isto é, quando
fragilizados, seja por interesses mesquinhos, seja pela vaidade, seja pela
prepotência, seja pela arrogância, seja pela falta de caráter, ao invés de ser composta
por “CIMENTO”, certamente, é composta por “AREIA”, isto é, transforma o “Olhar
Holístico” no “Olhar Olhístico” (Olho Gordo).

Pobre de um POVO, que tem entre os Membros da Suprema Corte
Constitucional, um “MERDA DOUTOR”, que pela demonstração de nenhum
compromisso com a sua própria ÉTICA, e sua própria MORAL, estará
desempenhando Atribuição, e Responsabilidade, que tem como principal objetivo, a
INTEIREZA, e a INTEGRIDADE, do Direito Constituído, e Dele Decorrentes.

Hoje, infelizMENTE, sou obrigado a, empiricamente, reconhecer que ser um
“Doutor MERDA”, pelo uso da Titularidade acadêmica de “Doutor” sem o necessário
respaldo acadêmico, é pouco, muito pouco, tendo em vista, que é bem pior, ser um
“MERDA Doutor”, pela contundente, pela feroz defesa, de interesses mesquinhos,
caracterizados, pela NEGAÇÃO RADICAL da essência da TESE de Doutorado que lhe
outorgou a Titularidade Acadêmica.

Esta situação TOMA VULTO EXACERBADO, quando, uma das principais
qualidades necessárias a um Membro do Supremo Tribunal Federal, é a Postura
ÉTICA, e MORAL, quando então, chamamos a atenção para a certeza de que a ÉTICA, e
a MORAL, são os norteadores básicos de qualquer Autoridade Institucional,
principalmente, de um Ministro do Supremo Tribunal Federal, uma vez que, o mesmo,
pode, e deve, sempre que o Ético, e o Moral, necessitar, se colocar como “SUSPEITO”,
ou mesmo, “IMPEDIDO”.

Esta situação TOMA VULTO MAIS EXACERBADO, quando, a efetivação, ocorre
em substituição ao eliminado, Excelentíssimo Ministro do Supremo Tribunal
Federal, Sr. Teori Zavascky, com a ressalva, de que ocorre em momento de
importância, e relevância, para o Poder Judiciário Brasileiro, o que, realça a questão
Ética, e Moral, cerne da Tese de Doutorado já mencionada.

RealMENTE, a “República de Bananas”, onde o “CAOS” é Moral, é Ético, e, é
Profissional, nos apresenta, em meu empírico entendimento, a “certeza” da existência
de Autoridades Institucionais, em também meu empírico entendimento, Levianas, fica-
nos, quase impossível, admitir, que, algum dia, poderemos nos firmar, e afirmar, como
uma Sociedade Livre, Justa e Fraterna, o que nos obriga a reafirmar Ruy Barbosa
de Oliveira, o Águia de Haia.
Portanto, reafirmando Ruy Barbosa de Oliveira, o Águia de Haia, apenas e tão
somente, posso dizer: “TENHO VERGONHA DE MIM”.

https://www.youtube.com/watch?v=Lo1gPVsKp5E

Texto de Cleide Canton e Rui Barbosa por Rolando Boldrim.

Pelo exposto, reapresento o documento O “apelo popular” é importante, “em
conveniência”, https://pt.scribd.com/document/339876940/O-Apelo-Popular-e-
Importante-em-Conveniencia , onde estamos, empiricamente, tentando efetuar
avaliações, sobre a “banalização” do termo “APELO POPULAR”, uma vez vez, que
REFLETE a concreta, AMORALIDADE, consistente, e persistente, nos quatros
Poderes Institucionais da “República de Bananas”, presidida por um “Golpista Zé
NINGUÉM”, alicerçada por um “Congresso Golpista Ilegítimo”, abençoada por um
“Judiciário que Persegue, e Protege, Politicamente”, fiscalizada por um “Ministério
Público Cego de um Olho, e Surdo de um Ouvido” (por atuar em uma única direção),
razão pela qual, o Brasil, se transformou, apenas e tão somente, em um, “NADA”, que aí
esta, o que explica que a Sociedade Brasileira é PREJUDICADA, e ENVERGONHADA,
diariamente, de tal forma, ser possível, mesmo que injustamente, alcunhá-la como uma
Sociedade de Ignorantes, e uma Sociedade de Alienados, uma Sociedade de
Bárbaros, quiçá uma Sociedade de Cruéis.

Pelo exposto, reapresento o documento O que é Judicialização e porque é
importante, https://pt.scribd.com/document/339066942/O-Que-e-Judicializacao-e-
Porque-e-Importante , onde estamos, empiricamente, tentando efetuar avaliações,
sobre a “banalização” do termo “JUDICIALIZAÇÃO”, uma vez vez, que REFLETE a
concreta, AMORALIDADE, consistente, e persistente, nos quatros Poderes
Institucionais da “República de Bananas”, presidida por um “Golpista Zé NINGUÉM”,
alicerçada por um “Congresso Golpista Ilegítimo”, abençoada por um “Judiciário que
Persegue, e Protege, Politicamente”, fiscalizada por um “Ministério Público Cego de
um Olho, e Surdo de um Ouvido” (por atuar em uma única direção), razão pela qual, o
Brasil, se transformou, apenas e tão somente, em um, “NADA”, que aí esta, o que explica
que a Sociedade Brasileira é PREJUDICADA, e ENVERGONHADA, diariamente, de tal
forma, ser possível, mesmo que injustamente, alcunhá-la como uma Sociedade de
Ignorantes, e uma Sociedade de Alienados, uma Sociedade de Bárbaros, quiçá uma
Sociedade de Cruéis.
Afinal, a Instituição Democrática Supremo Tribunal Federal, em seu site oficial, na
página “A Constituição e o Supremo”, nos assegura, a certeza, de que não basta o
Poder Institucional decidir, é imperioso que seja Legítimo, Justo, e Legal, uma vez
que, consta:
http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
"Ninguém é obrigado a cumprir ordem ilegal, ou a ela se submeter, ainda que
emanada de autoridade judicial. Mais: é dever de cidadania opor-se à ordem ilegal;
caso contrário, nega-se o Estado de Direito." (HC 73.454, Rel. Min. Maurício Corrêa,
julgamento em 22-4-96, 2ª Turma, DJ de 7-6-96)
“Separação dos poderes. Possibilidade de análise de ato do
Poder Executivo pelo Poder Judiciário. (...) Cabe ao Poder
Judiciário a análise da legalidade e constitucionalidade dos
atos dos três Poderes constitucionais, e, em vislumbrando
mácula no ato impugnado, afastar a sua aplicação.” (AI
640.272-AgR, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 2-
10-09, 1ª Turma, DJ de 31-10-07). No mesmo sentido: AI 746.260-
AgR, Rel. Min. Cármen Lúcia, julgamento em 9-6-09, 1ª Turma,
DJE de 7-8-09.
“Devem ser postos em relevo os valores que norteiam a Constituição e que devem
servir de orientação para a correta interpretação e aplicação das normas constitucionais e
apreciação da subsunção, ou não, da Lei n. 8.899/94 a elas. Vale, assim, uma palavra,
ainda que brevíssima, ao Preâmbulo da Constituição, no qual se contém a explicitação
dos valores que dominam a obra constitucional de 1988 (...). Não apenas o Estado haverá
de ser convocado para formular as políticas públicas que podem conduzir ao bem-estar, à
igualdade e à justiça, mas a sociedade haverá de se organizar segundo aqueles
valores, a fim de que se firme como uma comunidade fraterna, pluralista e sem
preconceitos (...). E, referindo-se, expressamente, ao Preâmbulo da Constituição
brasileira de 1988, escolia José Afonso da Silva que ‘O Estado Democrático de Direito
destina-se a assegurar o exercício de determinados valores supremos. ‘Assegurar’,
tem, no contexto, função de garantia dogmático-constitucional; não, porém, de
garantia dos valores abstratamente considerados, mas do seu ‘exercício’. Este signo
desempenha, aí, função pragmática, porque, com o objetivo de ‘assegurar’, tem o efeito
imediato de prescrever ao Estado uma ação em favor da efetiva realização dos ditos
valores em direção (função diretiva) de destinatários das normas constitucionais que dão
a esses valores conteúdo específico’ (...). Na esteira destes valores supremos
explicitados no Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988 é que se afirma, nas
normas constitucionais vigentes, o princípio jurídico da solidariedade.” (ADI 2.649,
voto da Min. Cármen Lúcia, julgamento em 8-5-08, Plenário, DJE de 17-10-08) como
também, os princípios da Segurança (inclusa a Jurídica), da Liberdade, da Justiça, da
Igualdade, que, efetivamente, permitirão, a Construção de uma Sociedade Livre, Justa
e Fraterna. (Plinio Marcos Moreira da Rocha)

“Enquanto os direitos de primeira geração (direitos civis e políticos) – que
compreendem as liberdades clássicas, negativas ou formais – realçam o princípio da
liberdade e os direitos de segunda geração (direitos econômicos, sociais e culturais) –
que se identifica com as liberdades positivas, reais ou concretas – acentuam o princípio
da igualdade, os direitos de terceira geração, que materializam poderes de titularidade
coletiva atribuídos genericamente a todas as formações sociais, consagram o princípio
da solidariedade e constituem um momento importante no processo de desenvolvimento,
expansão e reconhecimento dos direitos humanos, caracterizados, enquanto valores
fundamentais indisponíveis, nota de uma essencial inexauribilidade.” (MS 22.164, Rel.
Min. Celso de Mello, julgamento em 30-10-1995, Plenário, DJ de 17-11-1995.)

“O princípio da isonomia, que se reveste de auto-aplicabilidade, não é –
enquanto postulado fundamental de nossa ordem político-jurídica – suscetível de
regulamentação ou de complementação normativa. Esse princípio – cuja observância
vincula, incondicionalmente, todas as manifestações do Poder Público – deve ser
considerado, em sua precípua função de obstar discriminações e de extinguir
privilégios (RDA 55/114), sob duplo aspecto: (a) o da igualdade na lei; e (b) o da
igualdade perante a lei. A igualdade na lei – que opera numa fase de generalidade
puramente abstrata – constitui exigência destinada ao legislador que, no processo de
sua formação, nela não poderá incluir fatores de discriminação, responsáveis pela
ruptura da ordem isonômica. A igualdade perante a lei, contudo, pressupondo lei já
elaborada, traduz imposição destinada aos demais poderes estatais, que, na
aplicação da norma legal, não poderão subordiná-la a critérios que ensejem
tratamento seletivo ou discriminatório. A eventual inobservância desse postulado
pelo legislador imporá ao ato estatal por ele elaborado e produzido a eiva de
inconstitucionalidade.” (MI 58, Rel. p/ o ac. Min. Celso de Mello, julgamento em 14-12-
1990, Plenário, DJ de 19-4-1991.)

Atenciosamente,
Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha
“Colando” (copiando) Grau de Doutor, com Doutorado em Direito de
“Merda” (inexistente), em Estabelecimento de “Merda” (inexistente),
reconhecido pelo Ministério de Estado da Educação de “Merda (que TUDO
assiste, duplo sentido), de um Estado de Direito de “Merda” (que TUDO
permite), conforme o documento “Resposta a Sérgio Rodas de um
Cinquentão com Índole de Jovem”, onde estamos utilizando do direito de
resposta, face a tendenciosa, e achincalhada, “avaliação” do documento
“Petição como Amicus curiae”, feita, e publicada, pelo “repórter” Sérgio
Rodas da Revista Consultor Jurídico.
https://pt.scribd.com/doc/282176485/Resposta-a-Sergio-Rodas-de-Um-
Cinquentao-Com-Indole-de-Jovem
http://www.conjur.com.br/2015-set-16/cinquentao-indole-jovem-participar-
julgamento-stf
https://pt.scribd.com/document/142382500/Porque-Sou-Doutor-Em-Direito-
de-Merda
Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 – LEME – Rio de Janeiro – RJ
CEP – 22.010-010
Tel. (Res) 2542-7710
Tel. (Cel) 9 8618-3350
Penso, não só Existo, Me Faço PRESENTE
Um Cinquentão com índole de um Jovem revolucionário apaixonado por TUDO que
se envolve, por isso, tem a Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e
Valores.
A Despreocupação Responsável em MUDAR Conceitos e Valores
La leggerezza responsabile di MODIFICARE Concetti e Valori
Die Nachlässige verantwortlich zu ändern Konzepte und Werte
Descuidos a la Responsable de CAMBIAR conceptos y valores
De onzorgvuldige Verantwoordelijke VERANDERING van concepten en Waarden
The Responsible Easiness in CHANGING Concepts and Values
Le négligent responsable de changement Concepts et valeurs

‫إن إهمال المسؤولين إلى تغيير المفاهيم والقيم‬
不注意な変更概念と値に責任
Analista de Sistemas, presumivelmente único Cidadão Brasileiro COMUM, que
mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o
primeiro semestre completo em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem
Bacharél, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas nas 6ª, e 7ª,
edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem
como premissa o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo
Conselho Julgador, conforme o documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No
Meio Juridico II,
http://pt.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-Meio-Juridico-II

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