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-PÚBLICO- CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC-16 Segurança Industrial N-2162 REV. E 08 / 2013 Permissão

CONTEC

Comissão de Normalização Técnica

SC-16

Segurança Industrial

N-2162 REV. E 08 / 2013 Permissão para Trabalho 1 a Emenda
N-2162
REV. E
08 / 2013
Permissão para Trabalho
1 a Emenda
-PÚBLICO- CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC-16 Segurança Industrial N-2162 REV. E 08 / 2013 Permissão

Esta é a 1 a Emenda da PETROBRAS N-2162 REV. E que se destina a modificar o seu texto nas partes indicadas a seguir:

NOTA 1

As novas páginas com as alterações efetuadas estão colocadas nas posições correspondentes.

NOTA 2 As páginas emendadas, com a indicação da data da emenda, estão colocadas no final da norma, em ordem cronológica, e não devem ser utilizadas.

CONTEÚDO DA 1ª EMENDA - 08/2013

-

Subseção 4.3.3.7:

Inclusão das Notas 1 e 2.

-

Subseção 5.1.2:

Inclusão da Nota.

CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 16 Segurança Industrial -PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 /N - 1 . Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS. PROPRIEDADE DA PETROBRAS 17 páginas, Índice de Revisões e GT " id="pdf-obj-1-2" src="pdf-obj-1-2.jpg">

CONTEC

Comissão de Normalização Técnica

SC - 16

Segurança Industrial

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N-2162 REV. E 12 / 2012 Permissão para Trabalho Procedimento Esta Norma substitui e cancela a
N-2162
REV. E
12 / 2012
Permissão para Trabalho
Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do
texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a
responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e
enumerações.
Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que
deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma
eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve
ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela
Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de
caráter impositivo.
Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições
previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da
PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter
não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
CONTEC - Subcomissão Autora.
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a
seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os
trabalhos para alteração desta Norma.
“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO
S.A. - PETROBRAS, de uso interno na PETROBRAS, e qualquer
reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e
expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da
legislação pertinente, através da qual serão imputadas as
responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante
cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito
intelectual e propriedade industrial.”
CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC - 16 Segurança Industrial -PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 /N - 1 . Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS. PROPRIEDADE DA PETROBRAS 17 páginas, Índice de Revisões e GT " id="pdf-obj-1-16" src="pdf-obj-1-16.jpg">

Apresentação

As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

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N-2162 REV. E 12 / 2012 1 Escopo 1.1 Esta Norma estabelece as diretrizes bási casN - 1 2 1 9 - Cores. 3 Termos e Definições Para os efeitos deste documento aplicam-se os seguintes termos e definições. 3.1 área liberada local com limites geográficos estabelecidos, onde, por tempo determinado, fica dispensada a sistemática de emissão de PT, exceto as situações exigidas nesta Norma 3.2 " id="pdf-obj-2-5" src="pdf-obj-2-5.jpg">
 
 

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Escopo

1.1

Esta Norma estabelece as diretrizes básicas para autorização de trabalhos, mediante a emissão

de Permissão para Trabalho (PT), com a finalidade de preservar a saúde e a segurança da força de trabalho, o meio ambiente, a comunidade, a integridade das instalações e dos equipamentos e a continuidade operacional.

NOTA A utilização desta Norma é dispensada nos casos em que a execução do trabalho seja efetuada pelo próprio responsável do equipamento ou sistema localizado em área sob sua responsabilidade, desde que existam procedimentos específicos baseados em técnicas de análise de riscos.

1.2

Esta Norma se aplica aos trabalhos de manutenção, montagem, desmontagem, construção,

inspeção e reparo de instalações, equipamentos ou sistemas a serem realizados nas áreas

operacionais das unidades da PETROBRAS.

 

1.3

Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição.

 

1.4

A aplicação desta Norma para as empresas do Sistema PETROBRAS sediadas no exterior deve

ter como princípio o respeito à legislação local, assim como aos demais requisitos aplicáveis. Fica

estabelecido que todas as demais legislações ou referências brasileiras existentes e destacadas nesta Norma podem servir como insumo ao seu processo de adaptação.

1.5

Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.

 

2

Referências Normativas

 

Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos.

 

NR-10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;

 

PETROBRAS N-1219 - Cores.

 

3

Termos e Definições

 

Para os efeitos deste documento aplicam-se os seguintes termos e definições.

 

3.1

área liberada

 

local com limites geográficos estabelecidos, onde, por tempo determinado, fica dispensada a sistemática de emissão de PT, exceto as situações exigidas nesta Norma

3.2

condição segura de trabalho

condição em que os riscos ocupacionais e operacionais do equipamento, do sistema, da área onde se realiza o trabalho e das áreas adjacentes estão controlados e não sofrem alterações dos padrões de segurança ao longo do tempo

-PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 3.3 dispositivo de isolamento elemento mecânico que impede a

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3.3

dispositivo de isolamento

elemento mecânico que impede a transmissão da energia, tais como: raquetes, flanges cegos,

figura 8, fusível cego dentre outros

3.4

dispositivo de manobra

elemento que interrompe o fluxo ou transmissão da energia, tais como: válvulas de bloqueio, disjuntores, chaves seccionadoras dentre outros

3.5

dispositivo de travamento

elemento que impede o manuseio ou atuação acidental do dispositivo de manobra, tais como: travas,

correntes, cadeados e lacres dentre outros

3.6

empregado afetado

qualquer empregado dentro da área de risco que possa ser impactado no caso de ocorrer dissipação

de energia na área onde o trabalho está sendo realizado

3.7

empregado capacitado

empregado da PETROBRAS, ou de empresa contratada, treinado, avaliado e aprovado para atender

as atribuições previstas nesta Norma, segundo os critérios definidos pela unidade da PETROBRAS

3.8

empregado credenciado

empregado da empresa contratada, aprovado pela fiscalização da PETROBRAS, que após capacitado para atender as atribuições previstas nesta Norma, deve receber uma credencial, segundo os critérios definidos pela unidade da PETROBRAS

3.9

equipamento classe A

equipamento que contém ou que tenha contido substâncias tóxicas, asfixiantes, corrosivas,

inflamáveis ou combustíveis

3.10

equipamento classe B

equipamento que não contém ou que não tenha contido substâncias tóxicas, asfixiantes, corrosivas, inflamáveis ou combustíveis e que não esteja interligado a um equipamento classe A

3.11

intervenção

conjunto de atividades envolvidas no planejamento e execução de serviços, que tenha influência nas

condições operacionais de equipamentos e sistemas nas áreas operacionais

3.12

liberação de equipamentos e sistemas

conjunto de ações necessárias para tornar disponíveis, de forma segura, os equipamentos ou

sistemas que sofrem uma intervenção ou mudança

-PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 3.13 Permissão para Trabalho (PT) autorização, dada por escrito,

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3.13

Permissão para Trabalho (PT)

autorização, dada por escrito, para execução de trabalhos conforme previsto em 1.2 desta Norma

3.14

Permissão para Trabalho Temporária (PTT)

autorização dada por escrito para a execução de trabalho, por tempo determinado, com prazo de

validade superior à prática usada para a PT em equipamentos ou sistemas definidos

3.15

planejamento operacional

atividades relativas à operação visando a parada programada de um equipamento ou sistema, com

objetivo de manter a segurança de processo e a continuidade operacional

3.16

Recomendações Adicionais de Segurança (RAS)

orientações que buscam estabelecer medidas de segurança complementares a serem adotadas na execução de trabalhos específicos, cujo potencial de risco pressupõe a adoção de cuidados especiais

3.17

serviços de urgência

trabalhos cuja execução se torna imediata a fim de evitar a descontinuidade operacional e a

ocorrência de acidentes ou outras emergências

3.18

trabalho a quente

trabalho que envolve o uso ou produção de chamas, calor ou centelhas

3.19

trabalho com radiações ionizantes

trabalho realizado com o emprego de fontes de radiações ionizantes, tais como: gamagrafia e

radiografia industrial

4 Condições Gerais

  • 4.1 Os requisitos de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS), específicos para a execução de

cada trabalho, devem ser consultados nas normas, instruções e procedimentos de cada

especialidade.

  • 4.2 As Áreas de Negócio, de Serviço e Controladas da Companhia devem regulamentar a aplicação

desta Norma nas suas Unidades Organizacionais e Empreendimentos, em especial quanto aos níveis de competência e a aplicabilidade às situações de trabalho e situações específicas não previstas nesta Norma, assim como elaborar formulários e listas de verificação, de acordo com as suas próprias características, mantidas as diretrizes básicas contidas nesta Norma.

  • 4.3 Sistemática para Intervenção

Deve contemplar as etapas de autorização, planejamento e execução dos trabalhos previstos na intervenção.

-PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 4.3.1 Autorização da Intervenção Esta fase antecede a emissão

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  • 4.3.1 Autorização da Intervenção

Esta fase antecede a emissão de PT onde o responsável pela instalação autoriza a intervenção.

  • 4.3.2 Planejamento da Intervenção

    • 4.3.2.1 Esta fase deve contemplar no mínimo:

      • a) planejamento dos trabalhos;

      • b) planejamento operacional;

      • c) análises de risco;

      • d) elaboração de PT.

  • 4.3.2.2 Nenhuma intervenção deve ser executada sem que tenha sido objeto de planejamento,

  • devendo ser previstos antecedência e tempo adequados.

    NOTA 1 O planejamento da intervenção deve estar concluído, no mínimo, no dia anterior a execução dos trabalhos. NOTA 2 O planejamento da intervenção deve ser realizado por equipe multidisciplinar. NOTA 3 Nos serviços de urgência o planejamento pode ser agilizado, porém, não dispensa a realização de análise dos riscos e aprovação da intervenção pelo responsável pela unidade.

    • 4.3.2.3 As análises de riscos devem abranger as atividades de:

      • a) liberação do equipamento ou sistema para realização dos trabalhos;

      • b) liberação da área para realização dos trabalhos (considerando o local e suas adjacências);

      • c) realização dos trabalhos (considerando simultaneidade de trabalhos).

  • 4.3.2.4 O planejamento da intervenção deve contemplar o retorno da área ou equipamento às

  • condições iniciais, inclusive considerando a remoção e destinação dos resíduos gerados.

    • 4.3.2.5 Nesta etapa devem ser considerados os aspectos relativos ao gerenciamento de mudanças.

      • 4.3.3 Autorização para Realização dos Trabalhos Previstos na Intervenção

        • 4.3.3.1 Representada pela emissão da PT, deve conter as medidas de controle para os riscos de

    SMS que foram evidenciados na fase de planejamento a qual, por sua vez, deve considerar as condições seguras de trabalho relacionadas à liberação do equipamento ou sistema e à execução do

    trabalho.

    • 4.3.3.2 No momento da emissão da PT, deve ser feita uma verificação dos riscos no local de trabalho

    para se certificar de que não existam no equipamento, no sistema e na área, quaisquer condições

    não previstas na fase de planejamento, que introduzam novos riscos ao trabalho.

    • 4.3.3.3 Nos trabalhos relacionados em 4.11 desta Norma, ou quando o emitente da PT entender

    como necessário, deve ser solicitado ao profissional de segurança do trabalho uma avaliação adicional dos riscos inerentes à execução do trabalho em questão.

    -PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 4.3.3.4 As medidas de controle para os riscos a

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    • 4.3.3.4 As medidas de controle para os riscos a serem inseridas na PT devem resultar da conveniente

    conjugação das recomendações originadas na etapa do planejamento, decorrentes da verificação dos riscos no momento da emissão da PT e daquelas contidas na RAS, quando for o caso.

    4.3.3.5 Devem

    ser

    realizadas

    verificações

    periódicas

    das

    medidas

    de

    controle

    dos

    riscos

    estabelecidos. Estabelecida a necessidade de monitoramento da inflamabilidade no local de execução do trabalho, os valores obtidos nas medições devem ser registrados no formulário da PT.

    • 4.3.3.6 A PT

    é específica para um determinado trabalho e restrita a um único equipamento ou

    sistema perfeitamente definido e limitado.

    • 4.3.3.7 A PT deve ter todos os seus campos preenchidos de forma legível e não deve conter rasuras.

    NOTA1 Nas instalações da área de exploração e produção, quando no preenchimento da PT ocorrer algum tipo de erro que não represente uma alteração direta no planejamento do trabalho a ser executado (exemplo: erro na digitação de um EPI previamente recomendado) podem ser inseridas observações ou ressalvas corretivas. NOTA 2 Tais observações ou ressalvas devem ser efetuadas antes do início do trabalho a ser executado, após análise, aprovação e endosso por todos que participaram do seu planejamento, sendo ainda necessária a autorização formal do responsável pela instalação mediante sua assinatura nesta PT.

    • 4.3.3.8 Quando um trabalho for realizado em um equipamento ou sistema que estiver em local de

    responsabilidade de outra área, a PT deve ter uma co-emissão do responsável pela área.

    NOTA

    Nas interfaces entre operação e construção e montagem, também se aplica a co-emissão da PT.

    • 4.3.3.9 No caso em que o executante do trabalho é o próprio responsável pelo equipamento ou

    sistema, mas sua realização ocorre em local de responsabilidade de outra área, a PT é obrigatória.

    4.4 Prazo de Validade da PT

    • 4.4.1 A PT é válida durante a jornada de trabalho do requisitante.

    • 4.4.2 Na PT devem constar:

      • a) a data e a hora da sua emissão;

      • b) a indicação explícita da validade da PT para o trabalho que deve ser executado;

      • c) o prazo limite para o início do trabalho.

  • 4.4.3 Caso o trabalho exceda ao tempo previsto para sua

  • execução, é permitido que a PT seja

    revalidada, após uma reavaliação do local e das condições de trabalho, limitando sua validade à

    jornada de trabalho do requisitante.

    • 4.4.4 Quando o potencial de risco justificar deve ser emitida PT com prazo de validade restrito,

    devendo tal condição constar explicitamente na PT.

    • 4.4.5 Quando da substituição do emitente da PT, cabe ao substituto a responsabilidade de, após

    inspecionar o local e verificar as condições de trabalho, decidir quanto ao seu cancelamento.

    • 4.4.6 O não cancelamento da PT implica no prosseguimento normal do trabalho, neste caso, sob a

    responsabilidade do substituto do emitente da PT.

    -PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 4.5 Execução do Trabalho 4.5.1 O executante somente dev

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    • 4.5 Execução do Trabalho

      • 4.5.1 O executante somente deve iniciar o trabalho após receber a PT e certificar-se de que as

    condições estabelecidas estão atendidas no local do trabalho.

    • 4.5.2 A PT deve estar afixada de modo visível no local onde está sendo realizado o trabalho.

      • 4.6 Suspensão e Cancelamento da PT

        • 4.6.1 A PT é considerada suspensa:

          • a) quando ao menos uma das recomendações não estiver sendo atendida;

          • b) quando as condições na área onde se executam os trabalhos apresentar novas situações de riscos;

          • c) quando houver uma demora superior ao estabelecido na PT para o início dos trabalhos ou uma interrupção dos trabalhos por igual período;

          • d) nas proximidades do local afetado por situações de emergência.

    • 4.6.1.1 Nestes casos, qualquer um dos participantes da sistemática de emissão da PT ou os seus

    respectivos superiores hierárquicos, deve suspender a execução dos trabalhos, recolhendo a PT e

    avisando imediatamente ao requisitante, ao emitente e ao co-emitente, quando houver.

    • 4.6.1.2 Para o prosseguimento dos trabalhos as PT que foram suspensas podem ser revalidadas.

      • 4.6.2 A PT é considerada cancelada, quando:

        • a) ocorrer situação de emergência no local de execução do trabalho;

        • b) após a avaliação dos riscos descritos no 4.6.1 ficar evidenciada a necessidade do cancelamento.

      • 4.6.2.1 O cancelamento da PT implica na necessidade do recolhimento da via original e da

    comunicação aos participantes da sistemática de emissão da PT ou aos seus respectivos superiores hierárquicos, quando for o caso.

    • 4.6.2.2 O cancelamento implica na emissão de nova PT.

      • 4.7 Término do Trabalho e Encerramento da PT

        • 4.7.1 Ao término do trabalho, do prazo de validade fixado na PT ou do período de trabalho do

    requisitante, este deve comparecer à presença do emitente da PT, ou seu substituto, a fim de efetuar o encerramento da PT.

    4.7.2 Em

    caso

    de

    co-emitente.

    PT

    com co-emissão, o requisitante deve obter previamente a quitação do

    -PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 4.7.3 Após o término do trabalho, os dispositivos de

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    • 4.7.3 Após o término do trabalho, os dispositivos de advertência e bloqueio devem ser removidos, o

    local deve ser verificado pelo emitente ou seu substituto, pelo co-emitente, quando houver, e pelo requisitante, assegurando que todos os equipamentos, materiais e ferramentas usados na execução do serviço tenham sido retirados da área, bem como que os resíduos gerados tenham sido encaminhados para disposição adequada, mantendo o local em condições satisfatórias de ordem e limpeza.

    • 4.8 Requisitante e suas Responsabilidades

      • 4.8.1 Estão autorizados a requisitar PT:

    a) empregado da PETROBRAS: executante ou em nível de supervisão, devidamente capacitado; b) empregado de empresa contratada: empregado capacitado e credenciado, após solicitação por escrito da empresa contratada.

    • 4.8.2 Os empregados da empresa contratada devem ser credenciados como requisitantes de PT,

    somente para serviços dentro de sua especialidade, tais como: elétrica, caldeiraria e obras civis.

    NOTA

    O empregado da empresa contratada, em nível de supervisão, pode requisitar PT para todas as especialidades sob sua responsabilidade.

    • 4.8.3 Caso o requisitante seja o executante de um trabalho, o mesmo não pode requisitar PT para a

    execução de outro trabalho no mesmo intervalo de tempo.

    • 4.8.4 É de responsabilidade do requisitante da PT instruir os executantes quanto às recomendações

    de segurança a serem observadas e assegurar o seu fiel cumprimento, providenciando os requisitos necessários para a manutenção das condições de segurança do local de trabalho, inclusive quanto à sistemática de advertência descritas em 4.12 desta Norma.

    • 4.8.5 Se durante a execução dos trabalhos ocorrer a substituição ou acréscimo no número de

    executantes, o requisitante deve transmitir-lhes as mesmas informações descritas em 4.8.4 desta

    Norma.

    • 4.8.6 O credenciamento de empregado de empresa contratada deve ser verificado quando da

    requisição da PT.

    • 4.9 Emitente e suas Responsabilidades

      • 4.9.1 A PT deve ser emitida por empregado da PETROBRAS, responsável pelo equipamento ou

    sistema, capacitado, segundo procedimento específico definido pela unidade da PETROBRAS.

    • 4.9.2 Antes da emissão da PT, o emitente, em conjunto com o requisitante, deve inspecionar o

    equipamento, sistema ou local onde deve ser realizado o serviço e providenciar as medidas necessárias para prover as condições seguras para a liberação do trabalho, inclusive quanto à sistemática de advertência, conforme descrito em 4.12 desta Norma.

    • 4.9.3 O emitente da PT deve certificar-se de que as recomendações de segurança e da respectiva

    análise de risco foram atendidas e que as condições de trabalho estejam seguras.

    -PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 4.9.3.1 O emitente da PT deve decidir pela nece

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    • 4.9.3.1 O emitente da PT deve decidir pela necessidade do acompanhamento do trabalho e, quando

    for o caso, definir o intervalo das verificações periódicas ou se o trabalho necessita de

    acompanhamento permanente, devendo as verificações serem registradas na PT.

    • 4.9.3.2 Neste caso, é permitido que o emitente designe um representante para desempenhar estas

    funções.

    • 4.9.4 Nos casos de instalações e sistemas de propriedade da PETROBRAS operadas por empresas

    contratadas, é permitido que sejam indicados formalmente pelas empresas e credenciados como emitentes de PT, empregados em nível de supervisão e responsáveis pela operação do sistema.

    • 4.9.5 O emitente deve verificar a necessidade de RAS e solicitar a emissão pelo profissional de

    segurança do trabalho.

    • 4.10 Co-emitente e suas Responsabilidades

      • 4.10.1 É de responsabilidade do co-emitente da PT:

        • a) participar do grupo de planejamento do trabalho quando este for realizado em equipamento ou sistema de outra supervisão que estiver localizado em área sob sua responsabilidade;

        • b) inspecionar a área de realização do trabalho juntamente com o requisitante, antes de co-emitir qualquer PT, de forma a prover as condições de segurança na liberação da área sob sua responsabilidade, para a realização do trabalho;

        • c) comunicar toda e qualquer alteração ocorrida na área que possa impactar a realização dos trabalhos e, se necessário, suspender a PT;

        • d) acompanhar o requisitante na verificação da área onde o trabalho foi executado antes do encerramento da PT;

        • e) assinar no campo correspondente, na via do requisitante e do co-emitente, antes do encerramento da PT.

  • 4.10.2 O co-emitente da PT deve decidir pela necessidade do acompanhamento do trabalho

  • realizado em sua área.

    • 4.11 Recomendações Adicionais de Segurança

    4.11.1 As

    recomendações

    adicionais

    de

    segurança

    devem

    ser

    indicadas

    por

    profissional

    de

    segurança do trabalho, em campo específico da PT, para as seguintes situações:

    • a) para trabalhos com radiações ionizantes;

    • b) para trabalhos realizados em espaços confinados;

    • c) para trabalhos de abertura em equipamentos ou linhas classe A ou classe B interligados a outro classe A;

    • d) para execução de trabalhos a quente em equipamentos classe A ou classe B interligados a outro classe A;

    • e) outras situações que a unidade da PETROBRAS defina como necessário a emissão das recomendações adicionais de segurança.

    • 4.11.2 Nas situações não previstas em 4.11.1 desta Norma e existindo alguma dúvida quanto à

    suficiência das condições de segurança do trabalho deve ser solicitada a assessoria dos profissionais de segurança do trabalho para emissão de RAS.

    -PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 4.12 Sistemática de Isolamento, Travamento e Advertência 4.12.1 Plano

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    • 4.12 Sistemática de Isolamento, Travamento e Advertência

      • 4.12.1 Plano de Isolamento de Energias

        • 4.12.1.1 O plano deve ser elaborado durante a fase de planejamento da intervenção e contemplar as

    seguintes etapas:

    • a) identificação das fontes de energias associadas ao equipamento ou sistema;

    • b) identificação dos dispositivos de manobra a serem operados e travados;

    • c) determinação dos dispositivos de travamento;

    • d) determinação dos dispositivos de isolamento e seus locais de instalação;

    • e) definição das ações para dissipação de energias residuais;

    • f) definição dos pontos de afixação das etiquetas de advertência.

    • 4.12.1.2 O plano deve ser específico a um único equipamento ou sistema, perfeitamente identificado

    e delimitado.

    • 4.12.1.3 Pode ser utilizado um plano existente, devendo-se verificar a existência de modificações

    realizadas no equipamento ou sistema.

    • 4.12.1.4 A elaboração do plano deve ser realizada pela gerência responsável pelo equipamento ou

    sistema, devendo ser indicados empregados da PETROBRAS para aprovação do mesmo.

    • 4.12.1.5 Nos casos de instalações e sistemas de propriedade da PETROBRAS operadas por

    empresas contratadas, é permitido que sejam indicados formalmente pelas empresas e credenciados como aprovadores de plano, empregados em nível de supervisão e responsáveis pela operação do sistema.

    • 4.12.2 Responsável pelo Isolamento (RI)

      • 4.12.2.1 Deve ser designado empregado que atenda aos seguintes requisitos: conhecer a lógica de

    funcionamento dos equipamentos e sistemas, tipos de fontes de energias perigosas e seu potencial dano, lógica de operação dos dispositivos de manobra e liberação dos equipamentos ou sistemas.

    NOTA

    Recomenda-se que o RI não seja o empregado emitente da PT, de forma a permitir a dupla verificação do isolamento. [Prática Recomendada]

    • 4.12.2.2 Este empregado deve:

      • a) participar da equipe de planejamento da intervenção, quando convocado;

      • b) analisar criticamente o plano;

      • c) conferir no campo as medidas descritas no plano;

      • d) autorizar a instalação e a remoção dos dispositivos de isolamento e bloqueio e das etiquetas de advertência.

    • 4.12.3 Retirada de Operação de Equipamento ou Sistema

    O equipamento ou sistema a receber uma intervenção deve ser retirado de operação conforme procedimentos operacionais específicos.

    -PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 4.12.4 Dispositivo de Travamento 4.12.4.1 Para o travamento de

    -PÚBLICO-

     

    N-2162

    REV. E

     

    12 / 2012

    • 4.12.4 Dispositivo de Travamento

      • 4.12.4.1 Para o travamento de sistemas elétricos devem ser seguidos os requisitos da NR-10.

      • 4.12.4.2 Para equipamentos que não possuam recursos para instalação de dispositivos de

    travamento, podem ser instaladas apenas etiqueta de advertência, desde que asseguradas as

    condições seguras de trabalho.

    • 4.12.4.3 Na elaboração do plano, as exceções de não utilização de dispositivos de travamento

    devem ser definidas após análise de riscos.

    • 4.12.5 Etiqueta de Advertência

      • 4.12.5.1 Devem ser utilizadas duas cores para etiqueta de advertência:

        • a) amarela: a ser afixado pelo emitente;

        • b) azul: a ser afixado pelo requisitante ou executante.

    • 4.12.5.2 As etiquetas de advertência devem ser afixadas em todos os casos, havendo ou não

    dispositivos de travamento.

    NOTA

    A etiqueta de advertência azul é opcional nos casos em que haja dispositivos de travamento individual na cor azul.

    • 4.12.5.3 São apresentados modelos no Anexo A, com conteúdo mínimo de preenchimento, que

    devem ser confeccionadas em material resistente às intempéries ou com proteção adequada, bem

    como serem preenchidas de forma legível.

    • 4.12.6 Remoção dos Dispositivos de Isolamento e Travamento e Etiquetas de Advertência

    4.12.6.1

    Antes da remoção dos dispositivos e etiquetas, os empregados afetados devem ser

    informados do condicionamento do equipamento ou sistema para operação.

    4.12.6.2

    Os dispositivos e as etiquetas somente devem ser removidos por quem os instalou ou seu

    substituto.

    NOTA

    Após a conclusão do trabalho, em casos específicos, a retirada dos dispositivos e as etiquetas somente deve ser realizada com a autorização do empregado de maior nível hierárquico da instalação no momento da remoção.

    4.12.6.4

    Em caso de testes que necessitem a retirada provisória dos dispositivos e das etiquetas em

    pontos específicos do equipamento, devem estar previstos no planejamento da intervenção.

    5 Condições Específicas

    É permitido que os procedimentos específicos citados em 5.1 e 5.2 desta Norma sejam adotados, desde que analisados os riscos envolvidos e previamente autorizados pelo nível hierárquico competente da unidade da PETROBRAS.

    -PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 5.1 Permissão para Trabalho Temporária (PTT) 5.1.1 As etapas

    -PÚBLICO-

     

    N-2162

    REV. E

     

    12 / 2012

    • 5.1 Permissão para Trabalho Temporária (PTT)

      • 5.1.1 As etapas existentes na sistemática de PT devem ser também aplicadas à sistemática de PTT,

    quanto à priorização, planejamento e autorização dos trabalhos.

    • 5.1.2 Para que seja adotada a emissão de PTT em qualquer equipamento ou sistema, é necessário

    que se aplique inicialmente a sistemática de emissão de PT, até que sejam atingidas condições seguras de trabalho no local e nas áreas adjacentes, tendo duração máxima de 30 dias, renováveis.

    NOTA Nas instalações da área de exploração e produção é permitido que a execução de um determinado trabalho de longa duração seja iniciada diretamente pela emissão de uma PTT quando, nas avaliações de riscos realizadas na etapa de planejamento, ficar comprovado que as barreiras implementadas para bloqueio dos riscos sejam suficientes para estabelecer as condições seguras de trabalho ao longo do tempo necessário para sua execução.

    5.1.2.1 A PTT pode ser aplicada em situações especiais, tais como: paradas para manutenção ou construção e montagem de instalações e sistemas definidos.

    5.1.2.2 A PTT não deve ser aplicada a trabalhos com radiação ionizante ou outros trabalhos definidos pela unidade da PETROBRAS.

    5.1.3 A

    PTT

    deve ser emitida pelo responsável da

    operação ou instalação, após inspeção e

    aprovação conjunta pelas áreas envolvidas, devendo ser registrada em documento específico.

    • 5.1.4 Deve existir evidência objetiva que o trabalho é verificado diariamente pelo emitente da PTT ou

    por pessoa designada por este, bem como pelo supervisor do executante.

    • 5.1.5 Se durante a vigência de uma PTT surgir a necessidade de realização de serviço diferente daquele

    para o qual a PTT foi emitida, deve ser emitida uma PT específica para esse serviço não previsto.

    • 5.1.6 A PTT deve estar afixada de modo visível no local do trabalho.

    • 5.1.7 Antes do início do trabalho, o requisitante dos serviços deve entrar em contato com o

    responsável pela área, para informar-lhe da presença da sua equipe (executantes) e saber sobre as

    condições de segurança da área onde o trabalho está sendo executado.

    • 5.2 Área Liberada

      • 5.2.1 A área liberada deve ser requisitada por escrito pelos responsáveis da manutenção, construção

    e montagem, ao responsável pela instalação.

    • 5.2.2 O documento de área liberada deve ser emitido após inspeção e aprovação conjunta da área

    por representantes da operação, construção e montagem, manutenção e SMS.

    • 5.2.3 É imprescindível a realização de estudos de análise de risco para subsidiar a emissão do

    documento de área liberada.

    • 5.2.4 O responsável pela instalação, baseado em parecer técnico do profissional de segurança do

    trabalho, emite o documento específico de área liberada.

    -PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 5.2.5 Trabalhos com radiações ionizantes ou outros trabalhos definidos

    -PÚBLICO-

     

    N-2162

    REV. E

     

    12 / 2012

    5.2.5 Trabalhos com radiações ionizantes ou outros trabalhos definidos pela unidade da PETROBRAS, ainda que em área liberada, exigem a emissão de PT específica.

    -PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 6 Auditoria 6.1 Deve ser implementado um programa de

    -PÚBLICO-

     

    N-2162

    REV. E

     

    12 / 2012

    6 Auditoria

    • 6.1 Deve ser implementado um programa de auditoria visando avaliar e melhorar, de forma contínua,

    a conformidade com os requisitos estabelecidos por esta Norma.

    • 6.2 A documentação gerada no processo de intervenção deve ser arquivada de forma a possibilitar

    que a qualquer instante seja possível aos responsáveis pelos equipamentos ou sistemas, a auditores ou demais interessados, ter conhecimento dos trabalhos realizados.

    • 6.3 O prazo e a sistemática de arquivamento devem ser definidos pelas unidades da PETROBRAS.

    • 6.4 Os desvios identificados nas auditorias devem ser submetidos à analise critica, ter plano de ação

    elaborado e serem divulgados.

    N-2162 REV. E 12 / 2012 Anexo A - Etiquetas de Advertência Furo 10 40 10N - 1 2 1 9 . Figura A.1 - Modelo de Etiqueta de Advertência Azul (Frente) 14 " id="pdf-obj-15-2" src="pdf-obj-15-2.jpg">
    N-2162 REV. E 12 / 2012 Anexo A - Etiquetas de Advertência
    N-2162
    REV. E
    12 / 2012
    Anexo A - Etiquetas de Advertência
    Furo 10 40 10 PERIGO Preto (código 0010) Branco (código 0095) (letras e elipse de contorno)
    Furo
    10
    40
    10
    PERIGO
    Preto (código 0010)
    Branco (código 0095)
    (letras e elipse
    de contorno)
    Vermelho-segurança
    (código 1547)
    Azul-segurança
    (código 4845)
    (todo o fundo)
    NÃO
    OPERE ESTE
    EQUIPAMENTO/SISTEMA
    160
    MOTIVO:
    EXECUTANTE:
    MATR.:
    LOT.:
    DATA:
    HORA:
    Branco (código 0095)
    EQUIPTº.:
    LOCALIZ.:
    Nº DA PT:
    ASSINATURA:
    Veja o outro lado
    80

    NOTA 1

    Toda letra ou contorno não indicado deve ser em cor preta (código 0010).

    NOTA 2

    Dimensões em milímetros.

    NOTA 3

    Cores - códigos: Ver PETROBRAS N-1219.

    Figura A.1 - Modelo de Etiqueta de Advertência Azul (Frente)

    N-2162 REV. E 12 / 2012 10 Furo 40 10 PERIGO NÃO RETIRE ESTA ETIQUETA SÓN - 1 2 1 9 . Figura A.2 - Modelo de Etiqueta de Advertência Azul (Verso) 15 " id="pdf-obj-16-2" src="pdf-obj-16-2.jpg">
    N-2162 REV. E 12 / 2012
    N-2162
    REV. E
    12 / 2012
    • 10 Furo

    40
    40
    N-2162 REV. E 12 / 2012 10 Furo 40 10 PERIGO NÃO RETIRE ESTA ETIQUETA SÓN - 1 2 1 9 . Figura A.2 - Modelo de Etiqueta de Advertência Azul (Verso) 15 " id="pdf-obj-16-10" src="pdf-obj-16-10.jpg">
    N-2162 REV. E 12 / 2012 10 Furo 40 10 PERIGO NÃO RETIRE ESTA ETIQUETA SÓN - 1 2 1 9 . Figura A.2 - Modelo de Etiqueta de Advertência Azul (Verso) 15 " id="pdf-obj-16-12" src="pdf-obj-16-12.jpg">

    10

    PERIGO NÃO RETIRE ESTA ETIQUETA SÓ PODE SER RETIRADA PELO EXECUTANTE DO TRABALHO Veja o outro
    PERIGO
    NÃO RETIRE ESTA
    ETIQUETA
    SÓ PODE SER RETIRADA
    PELO EXECUTANTE DO
    TRABALHO
    Veja o outro lado

    160

    Preto (código 0010)

    Vermelho-segurança

    (código 1547)

    Azul-segurança (código 4845) (todo o fundo)

    Branco (código 0095) (letras e elipse de contorno)

     

    80

     

    NOTA 1

    NOTA 2

    Toda letra ou contorno não indicado deve ser em cor preta (código 0010). Dimensões em milímetros.

    NOTA 3

    Cores - códigos: Ver PETROBRAS N-1219.

    Figura A.2 - Modelo de Etiqueta de Advertência Azul (Verso)

    N-2162 REV. E 12 / 2012 Furo 10 40 10 PERIGO Preto (código 0010) Branco (códigoS N - 1 2 1 9 . Figura A.3 - Modelo de Etiqueta de Advertência Amarela (Frente) 16 " id="pdf-obj-17-2" src="pdf-obj-17-2.jpg">
    N-2162 REV. E 12 / 2012
    N-2162
    REV. E
    12 / 2012
    Furo 10 40 10 PERIGO Preto (código 0010) Branco (código 0095) (letras e elipse de contorno)
    Furo
    10
    40
    10
    PERIGO
    Preto (código 0010)
    Branco (código 0095)
    (letras e elipse
    de contorno)
    Vermelho-segurança
    (código 1547)
    Amarelo-segurança
    (código 2586)
    (todo o fundo)
    NÃO
    OPERE ESTE
    EQUIPAMENTO/SISTEMA
    160
    MOTIVO:
    EMITENTE:
    MATR.:
    LOT.:
    DATA:
    HORA:
    Branco (código 0095)
    EQUIPTº.:
    LOCALIZ.:
    Nº DA PT:
    ASSINATURA:
    Veja o outro lado
    80

    NOTA 1

    Toda letra ou contorno não indicado deve ser em cor preta (código 0010).

    NOTA 2

    Dimensões em milímetros.

    NOTA 3

    Cores - códigos: Ver PETROBRAS N-1219.

    Figura A.3 - Modelo de Etiqueta de Advertência Amarela (Frente)

    N-2162 REV. E 12 / 2012 10 Furo 40 PERIGO NÃO RETIRE ESTA ETIQUETA SÓ PODEN - 1 2 1 9 . Figura A.4 - Modelo de Etiqueta de Advertência Amarela (Verso) 17 " id="pdf-obj-18-2" src="pdf-obj-18-2.jpg">
    N-2162 REV. E 12 / 2012
    N-2162
    REV. E
    12 / 2012
    • 10 Furo

    40 PERIGO NÃO RETIRE ESTA ETIQUETA SÓ PODE SER RETIRADA PELO EMITENTE DA PERMISSÃO PARA TRABALHO
    40
    PERIGO
    NÃO RETIRE ESTA
    ETIQUETA
    SÓ PODE SER RETIRADA
    PELO EMITENTE DA PERMISSÃO
    PARA TRABALHO
    Veja o outro lado
    N-2162 REV. E 12 / 2012 10 Furo 40 PERIGO NÃO RETIRE ESTA ETIQUETA SÓ PODEN - 1 2 1 9 . Figura A.4 - Modelo de Etiqueta de Advertência Amarela (Verso) 17 " id="pdf-obj-18-10" src="pdf-obj-18-10.jpg">
    N-2162 REV. E 12 / 2012 10 Furo 40 PERIGO NÃO RETIRE ESTA ETIQUETA SÓ PODEN - 1 2 1 9 . Figura A.4 - Modelo de Etiqueta de Advertência Amarela (Verso) 17 " id="pdf-obj-18-12" src="pdf-obj-18-12.jpg">

    10

    N-2162 REV. E 12 / 2012 10 Furo 40 PERIGO NÃO RETIRE ESTA ETIQUETA SÓ PODEN - 1 2 1 9 . Figura A.4 - Modelo de Etiqueta de Advertência Amarela (Verso) 17 " id="pdf-obj-18-16" src="pdf-obj-18-16.jpg">

    160

    Preto (código 0010)

    Vermelho-segurança

    (código 1547)

    Amarelo-segurança (código 2586) (todo o fundo)

    Branco (código 0095) (letras e elipse de contorno)

     

    80

     

    NOTA 1

    NOTA 2

    Toda letra ou contorno não indicado deve ser em cor preta (código 0010). Dimensões em milímetros.

    NOTA 3

    Cores - códigos: Ver PETROBRAS N-1219.

    Figura A.4 - Modelo de Etiqueta de Advertência Amarela (Verso)

    -PÚBLICO-

    N-2162 REV. E 12 / 2012 ÍNDICE DE REVISÕES REV. A e B Não existe índice
    N-2162
    REV. E
    12 / 2012
    ÍNDICE DE REVISÕES
    REV. A e B
    Não existe índice de revisões.
    REV. C
    Partes Atingidas
    Descrição da Alteração
    Todas
    Revisão
    REV. D
    Partes Atingidas
    Descrição da Alteração
    Todas
    Revisão
    REV. E
    Partes Atingidas
    Descrição da Alteração
    Seção 4
    Revisão
    Seção 6
    Revisão
    -PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 4.3.3.4 As medidas de controle para os ri scos

    -PÚBLICO-

     

    N-2162

    REV. E

     

    12 / 2012

    • 4.3.3.4 As medidas de controle para os riscos a serem inseridas na PT devem resultar da

    conveniente conjugação das recomendações originadas na etapa do planejamento, decorrentes da verificação dos riscos no momento da emissão da PT e daquelas contidas na RAS, quando for o caso.

    4.3.3.5 Devem

    ser

    realizadas

    verificações

    periódicas

    das

    medidas

    de

    controle

    dos

    riscos

    estabelecidos. Estabelecida a necessidade de monitoramento da inflamabilidade no local de execução do trabalho, os valores obtidos nas medições devem ser registrados no formulário da PT.

    • 4.3.3.6 A PT é específica para um determinado

    sistema perfeitamente definido e limitado.

    trabalho e restrita a um único equipamento ou

    • 4.3.3.7 A PT deve ter todos os seus campos preenchidos de forma legível e não deve conter rasuras.

    • 4.3.3.8 Quando um trabalho for realizado em um equipamento ou sistema que estiver em local de

    responsabilidade de outra área, a PT deve ter uma co-emissão do responsável pela área.

    NOTA

    Nas interfaces entre operação e construção e montagem, também se aplica a co-emissão da PT.

    • 4.3.3.9 No caso em que o executante do trabalho é o próprio responsável pelo equipamento ou

    sistema, mas sua realização ocorre em local de responsabilidade de outra área, a PT é obrigatória.

    • 4.4 Prazo de Validade da PT

      • 4.4.1 A PT é válida durante a jornada de trabalho do requisitante.

      • 4.4.2 Na PT devem constar:

        • a) a data e a hora da sua emissão;

        • b) a indicação explícita da validade da PT para o trabalho que deve ser executado;

        • c) o prazo limite para o início do trabalho.

  • 4.4.3 Caso o trabalho exceda ao tempo previsto para sua execução, é permitido que a PT seja

  • revalidada, após uma reavaliação do local e das condições de trabalho, limitando sua validade à

    jornada de trabalho do requisitante.

    • 4.4.4 Quando o potencial de risco justificar deve ser emitida PT com prazo de validade restrito,

    devendo tal condição constar explicitamente na PT.

    • 4.4.5 Quando da substituição do emitente da PT, cabe ao substituto a responsabilidade de, após

    inspecionar o local e verificar as condições de trabalho, decidir quanto ao seu cancelamento.

    • 4.4.6 O não cancelamento da PT implica no prosseguimento normal do trabalho, neste caso, sob a

    responsabilidade do substituto do emitente da PT.

    -PÚBLICO- N-2162 REV. E 12 / 2012 5.1 Permissão para Trabalho Temporária (PTT) 5.1.1 As etapas

    -PÚBLICO-

     

    N-2162

    REV. E

     

    12 / 2012

    • 5.1 Permissão para Trabalho Temporária (PTT)

      • 5.1.1 As etapas existentes na sistemática de PT devem ser também aplicadas à sistemática de PTT,

    quanto à priorização, planejamento e autorização dos trabalhos.

    • 5.1.2 Para que seja adotada a emissão de PTT em qualquer equipamento ou sistema, é necessário

    que se aplique inicialmente a sistemática de emissão de PT, até que sejam atingidas condições seguras de trabalho no local e nas áreas adjacentes, tendo duração máxima de 30 dias, renováveis.

    5.1.2.1 A PTT pode ser aplicada em situações especiais, tais como: paradas para manutenção ou construção e montagem de instalações e sistemas definidos.

    5.1.2.2 A PTT não deve ser aplicada a trabalhos com radiação ionizante ou outros trabalhos definidos pela unidade da PETROBRAS.

    5.1.3 A

    PTT

    deve ser emitida pelo responsável da

    operação ou instalação, após inspeção e

    aprovação conjunta pelas áreas envolvidas, devendo ser registrada em documento específico.

    • 5.1.4 Deve existir evidência objetiva que o trabalho é verificado diariamente pelo emitente da PTT ou

    por pessoa designada por este, bem como pelo supervisor do executante.

    • 5.1.5 Se durante a vigência de uma PTT surgir a necessidade de realização de serviço diferente

    daquele para o qual a PTT foi emitida, deve ser emitida uma PT específica para esse serviço não previsto.

    • 5.1.6 A PTT deve estar afixada de modo visível no local do trabalho.

    • 5.1.7 Antes do início do trabalho, o requisitante dos serviços deve entrar em contato com o

    responsável pela área, para informar-lhe da presença da sua equipe (executantes) e saber sobre as condições de segurança da área onde o trabalho está sendo executado.

    • 5.2 Área Liberada

      • 5.2.1 A área liberada deve ser requisitada por escrito pelos responsáveis da manutenção, construção

    e montagem, ao responsável pela instalação.

    • 5.2.2 O documento de área liberada deve ser emitido após inspeção e aprovação conjunta da área

    por representantes da operação, construção e montagem, manutenção e SMS.

    • 5.2.3 É imprescindível a realização de estudos de análise de risco para subsidiar a emissão do

    documento de área liberada.

    • 5.2.4 O responsável pela instalação, baseado em parecer técnico do profissional de segurança do

    trabalho, emite o documento específico de área liberada.

    5.2.5 Trabalhos

    com

    radiações

    ionizantes

    ou

    outros

    trabalhos

    definidos

    pela

    unidade

    da

    PETROBRAS, ainda que em área liberada, exigem a emissão de PT específica.