4782 Diário da República, 1.ª série — N.

º 207 — 25 de Outubro de 2010

Artículo 10.º em especial, para o cumprimento da Estratégia Nacional
Entrada en vigor
para a Energia e do Programa Nacional para as Alterações
Climáticas (PNAC).
El presente Acuerdo entrará en vigor treinta días después Neste sentido, a Directiva n.º 2009/28/CE, do Parla-
de la recepción de la última notificación, por escrito y por mento Europeu e do Conselho, de 23 de Abril, relativa à
vía diplomática, de que fueron cumplidos los requisitos del promoção da utilização de energia proveniente de fontes
derecho interno de las Partes necesarios a estos efectos. renováveis, que altera e subsequentemente revoga as Di-
rectivas n.os 2001/77/CE e 2003/30/CE (Directiva FER),
Artículo 11.º vem fixar uma meta de incorporação de 10 % de fontes de
Registro
energia renovável até ao ano de 2020 no consumo final de
energia no sector dos transportes.
La Parte en cuyo territorio el presente Acuerdo fue fir- Deste modo, o presente decreto-lei determina os crité-
mado lo somete a registro a la Secretaría de las Naciones rios para a qualificação dos biocombustíveis e biolíquidos
Unidas inmediatamente después de su entrada en vigor, como sustentáveis e cria um novo mecanismo de apoio à
con arreglo a los términos del artículo 102.º de la Carta de incorporação dos biocombustíveis no cabaz de combustí-
las Naciones Unidas, debiendo, igualmente, notificar a la veis consumidos no sector dos transportes, dando conti-
otra Parte la conclusión de este procedimiento e indicarle nuidade aos mecanismos de promoção da utilização dos
el número de registro asignado. biocombustíveis, previstos nos Decretos-Leis n.os 62/2006,
de 21 de Março, e 49/2009, de 26 de Fevereiro.
En Zamora, a 22 de enero de 2009, en dos copias en
Para verificação do cumprimento das metas de incorpo-
lenguas portuguesa y española.
ração é criado um sistema de emissão de títulos de biocom-
El Ministro de Justicia del Reino de España, Mariano bustíveis (TdB), atribuindo-se uma valorização adicional
Fernández Bermejo. aos biocombustíveis produzidos a partir de resíduos e
detritos ou de matéria-prima com origem lenho-celulósica,
El Ministro de Justicia de la República Portuguesa, bem como os que sejam produzidos a partir de matérias
Alberto Costa. endógenas, de forma a privilegiar o valor acrescentado
nacional e em concordância com a ENE 2020.
Este sistema de TdB permite que os mesmos sejam
MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DA INOVAÇÃO transaccionáveis pelos agentes económicos, dando a
E DO DESENVOLVIMENTO cada incorporador, como forma de comprovação do
cumprimento da sua meta, a opção entre obter os TdB
necessários através da incorporação de biocombustíveis
Decreto-Lei n.º 117/2010 ou adquirir esses títulos a agentes que os tenham em
de 25 de Outubro excesso. O incorporador que não entregue os títulos que
comprovem o cumprimento da meta de incorporação
O Programa do XVIII Governo aponta como uma das definida fica obrigado ao pagamento de uma compen-
linhas fundamentais de modernização estrutural do País li- sação.
derar na revolução energética, assegurando os mecanismos Foram ouvidas, a título facultativo, a APETRO — As-
para a sua efectivação e contribuindo para o desenvolvi- sociação Portuguesa de Empresas Petrolíferas e a
mento de uma economia sustentável, eficiente e competi- APPB — Associação Portuguesa de Produtores de Bio-
tiva, menos dependente dos combustíveis fósseis. combustíveis.
Assim, a Resolução do Conselho de Ministros Foi promovida a audição do Conselho Nacional do
n.º 29/2010, de 15 de Abril, que aprova a Estratégia Na- Consumo.
cional para a Energia 2020 (ENE 2020), prevê, no âmbito Assim:
da aposta nas energias renováveis, que os biocombustíveis Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Cons-
continuarão a ser um contributo para que Portugal cumpra tituição, o Governo decreta o seguinte:
as suas metas de energias renováveis no consumo final do
sector dos transportes, tendo o Governo se comprometido
na definição dos critérios de sustentabilidade dos biocom- CAPÍTULO I
bustíveis e na promoção da utilização de recursos endóge-
Disposições gerais
nos para a produção deste tipo de combustíveis, estreitando
a ligação com a agricultura nacional e as soluções ligadas
Artigo 1.º
aos biocombustíveis de segunda geração.
De facto, a incorporação de biocombustíveis nos trans- Objecto e âmbito de aplicação
portes terrestres, em substituição dos combustíveis fós-
1 — O presente decreto-lei:
seis, para além de contribuir decisivamente para alcançar
o objectivo de 31 % do consumo final de energia com a) Transpõe para a ordem jurídica interna os artigos 17.º
origem renovável, assume especial relevância para a re- a 19.º e os anexos III e V da Directiva n.º 2009/28/CE, do
dução das emissões de gases com efeito de estufa, para Conselho e do Parlamento Europeu, de 23 de Abril, rela-
a diversificação da origem da energia primária e para a tiva à promoção da utilização de energia proveniente de
redução da dependência energética externa em relação fontes renováveis, que altera e subsequentemente revoga
aos produtos petrolíferos, cumprindo os objectivos sub- as Directivas n.os 2001/77/CE e 2003/30/CE;
jacentes à ENE 2020. Estes aspectos contribuem para re- b) Transpõe para a ordem jurídica interna o n.º 6 do
forçar a segurança do abastecimento energético e para dar artigo 1.º e o anexo IV da Directiva n.º 2009/30/CE, do
cumprimento aos compromissos assumidos no âmbito da Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de Abril, rela-
União Europeia decorrentes do Protocolo de Quioto e, tiva às especificações da gasolina e do gasóleo rodoviá-

de biocombustíveis e biolíquidos e aos comercializadores c) 50 % a partir 1 de Janeiro de 2017. previstos no artigo seguinte. 2 — Os biocombustíveis e biolíquidos produzidos a par. para os bio- portes terrestres. o n. e de combustíveis líquidos ou gasosos utilizados nos trans. b) Utilizando um valor real calculado segundo a me- CAPÍTULO II todologia estabelecida na parte C do anexo I ao presente decreto-lei. a) Reúnam os critérios para a redução dos gases com efeito de estufa. seja tuam o seu produto final e não tenham alterado o processo equivalente ou inferior a zero.º 7 da parte C do anexo I ao presente decreto-lei. -lei. resultantes da utilização de biocombustíveis e biolíquidos b) «Biomassa» a fracção biodegradável de produtos. incluindo da pesca e da aquicultura. estabeleça um valor por defeito para a redução de emissões de gases com efeito 2 — São detritos as substâncias que não constituam de estufa para o modo de produção e o valor el para esses resíduos.º ao presente decreto-lei. bem como nos gases com efeito de estufa a fracção biodegradável dos resíduos industriais e ur- banos. resíduos ou detritos de origem biológica provenientes da agricultura. 2 — Os valores por defeito indicados na parte A do b) Reúnam os critérios previstos no artigo 6. do qual faz parte integrante. biomassa e biolíquidos 2 — No caso dos biocombustíveis e biolíquidos pro- duzidos por instalações em funcionamento em Janeiro de 1 — Para efeitos do presente decreto-lei entende-se por: 2008. incluídas nas tir de resíduos ou detritos não provenientes da agricultura. de gases de efeito de estufa provenientes do cultivo de belecidos no artigo seguinte. da exploração florestal e de indústrias Cálculo do impacto dos biocombustíveis e biolíquidos afins. Artigo 2. quidos é calculada do seguinte modo: incluindo produção de electricidade.º 1 do artigo seguinte. produzidos a partir de biomassa. listas fornecidas pelos Estados membros da União Euro- aquicultura. pescas ou exploração florestal são sustentáveis peia. é calculada nos termos do n. calculados segundo a metodologia estabe- e biolíquidos que: lecida na parte C do anexo I ao presente decreto-lei. provenientes da agricultura.º mal e vegetal.º. utilizados nos transportes. de estufa resultantes da sua utilização. o número anterior aplica-se a partir de 1 de Abril a) «Biocombustíveis» os combustíveis líquidos ou ga. bustíveis e biolíquidos aplicam-se apenas quando as suas c) Reúnam os critérios de uso dos solos previstos nos matérias-primas forem: artigos 7. com excepção dos destinados aos transportes.ª série — N. de 2013. quando anexo I ao presente decreto-lei para os biocombustíveis se tratem de biocombustíveis ou biolíquidos produzidos a e os valores por defeito discriminados para o cultivo na partir de matérias-primas agrícolas cultivadas em territórios parte D do anexo I ao presente decreto-lei para os biocom- dos Estados membros. e o combustível que visam substituir. 1 — A redução de emissões de gases com efeito de c) «Biolíquidos» os combustíveis líquidos para fins estufa resultante da utilização de biocombustíveis e biolí- energéticos. em que seja possível esperar que as emissões típicas desde que cumpram os critérios de sustentabilidade esta. da biocombustíveis ou biolíquidos. de gases com efeito de estufa c) Estabelece os critérios de sustentabilidade de pro- dução e utilização de biocombustíveis e de biolíquidos. quando a redução mínima de emissões de gases com efeito d) Estabelece os mecanismos de promoção de biocom. a) Caso a parte A ou B do anexo I ao presente decreto- fecimento. para todos os outros factores.Diário da República. incluindo substâncias de origem ani. aquecimento e arre. b) Cultivadas na Comunidade. biocombustíveis para os anos de 2011 a 2020. combustíveis provenientes de instalações cuja produção tenha tido início a partir de 1 de Janeiro de 2017. ou Produção e critérios de sustentabilidade c) Utilizando um valor calculado a partir da soma dos factores da fórmula referida no n. é utilizado esse valor por de produção para que fossem produzidas. da silvicultura e de processamento que não consti. b) 50 % para os provenientes de instalações que entrem em funcionamento após a entrada em vigor do presente 2 — O presente decreto-lei é aplicável aos produtores decreto-lei.º 1 da parte C do anexo I Artigo 3. em zonas.º e 8. caso os valores por defeito discri- minados referidos nas partes D ou E do anexo I ao presente Critérios de sustentabilidade decreto-lei possam ser utilizados para alguns dos factores 1 — São considerados sustentáveis os biocombustíveis e valores reais. em comparação com bustíveis nos transportes terrestre. defeito. produzidos a partir de 3 — A redução de emissões de gases com efeito de estufa biomassa. 1. calculado de acordo com pesca. corresponda a: e) Define os limites de incorporação obrigatória de a) 35 % até 31 de Dezembro de 2016.º Biocombustíveis.º 207 — 25 de Outubro de 2010 4783 rio e não rodoviário e à introdução de um mecanismo de Artigo 4. Artigo 5. 1 — Os biocombustíveis e biolíquidos são sustentáveis independentemente da sua origem. sosos. d) 60 % a partir de 1 de Janeiro de 2018. matérias-primas sejam inferiores ou iguais às emissões .º monitorização e de redução das emissões de gases com Critérios para a redução das emissões efeito de estufa. da aquicultura.º a) Cultivadas fora da Comunidade.

provenientes de terrenos com elevado teor de carbono.º Produção em terrenos ricos em biodiversidade Artigo 8.º 142/2008. pode ser utilizado em vez de um valor real. ou seja.º Produção em terrenos com elevado teor de carbono e turfeiras 1 — Não reúnem critérios de sustentabilidade os bio- combustíveis e biolíquidos produzidos a partir de matérias. entende-se por: ambiente e da agricultura. são utilizados d) Terrenos de pastagem ricos em biodiversidade. de 2008 se tenham incluído naqueles estatutos. de sária para a preservação do seu estatuto de terrenos de 19 de Janeiro. e que mantêm a composição Artigo 6. com grande variedade biocombustíveis e biolíquidos têm de cumprir os requisitos de espécies e não degradados. ou seja. actividade humana e os processos ecológicos não se en. a menos que se entre 10 % e 30 %. da natureza. bem como os critérios fixados nos 6 — Incluem-se no n. da natureza. a) «Valor real» a redução de emissões de gases com 3 — As áreas reconhecidas pela Comissão Europeia efeito de estufa resultante de todas ou algumas das fases de referidas na alínea c) do número anterior que se situem em um determinado processo de produção de biocombustível território nacional devem ser publicitadas por despacho do ou biolíquidos. b) «Valor típico» uma estimativa da redução repre- 4 — A portaria referida na alínea d) do n. reconhecidas metodologia prevista na parte C do anexo I ao presente por acordos internacionais ou incluídas em listas elabora.º 73/2009. 5 — Para efeitos da alínea d) do n. ou Áreas Classificadas. ou árvores que possam alcançar esses comprove que a produção das referidas matérias-primas limiares in situ. e os requisitos mínimos de boas condições pastagem. reconhecidas pela Comissão Europeia. agrícolas e ambientais definidos no n. caso não haja indícios claramente visíveis de parte significativa do ano. a menos que se comprove e normas na rubrica «Ambiente» da parte A e no n. gidos pelo disposto no número anterior. Artigo 7. com excepção daqueles cujo carbono não afectou ou afecta os respectivos fins de conservação armazenado na zona antes e depois da conversão seja da natureza. ou Matérias-primas agrícolas provenientes dos Estados membros b) Os terrenos de pastagens não naturais. ou a) Zonas húmidas. de acordo com o Decreto-Lei árvores que possam alcançar esses limiares in situ. comprove que a produção das referidas matérias-primas não afectou ou afecta os respectivos fins de conservação 3 — Para os biocombustíveis e biolíquidos não abran. ainda que entretanto tenham perdido as respectivas características. da aqui. com uma extensão superior a 1 ha com árvores de mais de b) Áreas integradas no Sistema Nacional de 5 m de altura e um coberto florestal de mais de 30 %.º 207 — 25 de Outubro de 2010 notificadas na rubrica «Cultivo» da parte D do anexo I ao das por organizações intergovernamentais ou pela União presente decreto-lei. suficiente para o cumprimento das condições estabe- c) Outras áreas de protecção de espécies ou ecossistemas lecidas no n. n. ou outras áreas designa. 1. 2 — Para efeito do disposto no número anterior. critérios e limites geográficos são definidos por portaria 4 — Para cálculo do impacto dos biocombustíveis e dos membros do Governo responsáveis pelas áreas do biolíquidos nos gases com efeito de estufa. floresta e outros terrenos arborizados de espécies ou saturados de água permanentemente ou durante uma indígenas. a menos que se cultura ou das pescas.º de espécies e as características e processos ecológicos naturais.º do mesmo regulamento. ou Internacional para a Conservação da Natureza. um dos seguintes estatutos: já não o têm: a) Floresta primária e outros terrenos arborizados.º. calculada segundo o método estabelecido membro do Governo responsável pela área da conservação na parte C do anexo I ao presente decreto-lei.º 9 do que a colheita das referidas matérias-primas é neces- anexo II do Regulamento (CE) n. 1 — Os biocombustíveis e biolíquidos não são sus- -primas provenientes de terrenos ricos em biodiversi. os As matérias-primas agrícolas cultivadas em território que deixariam de ser terrenos de pastagem caso não ti- dos Estados membros e utilizadas para a produção de vesse havido intervenção humana. b) Zonas continuamente arborizadas. a) Os terrenos de pastagens naturais.º 2 deve ter em sentativa de emissões de gases com efeito de estufa num consideração e é aprovada após a emissão das orientações determinado modo de produção de biocombustível ou da Comissão Europeia para o efeito.º 2 do artigo 7. decreto-lei.ª série — N. em Janeiro de 2008 ou após Janeiro de 2008 tinham um dos seguintes estatutos mas essa data. árvores de mais de 5 m de altura e um coberto florestal para fins de conservação da natureza. como tal c) Resíduos não provenientes da agricultura. terrenos com elevado teor de carbono os terrenos que em ainda que o tenham perdido.º 1 do artigo 6. ameaçados ou em risco de extinção. biolíquidos. cujos valores reais para o cultivo.º 2 os terrenos que desde Janeiro artigos seguintes.4784 Diário da República. em circunstâncias especificadas no presente decreto. tentáveis quando produzidos a partir de matérias-primas dade. continuariam a ser terrenos de pastagem caso não tivesse havido intervenção humana. . terrenos cobertos de água seja. ou seja. c) Terrenos com uma extensão superior a 1 ha com das por lei ou por autoridades e entidades competentes. do Conselho.º 2 são considerados c) «Valor por defeito» um valor derivado de um valor terrenos de pastagem ricos em biodiversidade: típico através da aplicação de factores predeterminados e que. são 2 — Para efeitos do número anterior consideram-se terrenos ricos em biodiversidade aqueles que detivessem. terrenos contrem significativamente perturbados. de 24 de Julho. ou seja. quando seja aplicada a raros. os que -lei.

º e 8.º de sustentabilidade. Comercialização de biocombustíveis 4 — Para serem considerados sustentáveis os biocom- bustíveis e biolíquidos não podem ser produzidos a partir SECÇÃO I de matérias-primas provenientes de terrenos que. e 8.º 5 — Caso os biocombustíveis. nadora do cumprimento dos critérios de sustentabilidade nacional. c) Preveja que a soma de todos os lotes retirados da mistura seja descrita como tendo as mesmas características Artigo 11. 1 — As entidades que incorporem combustíveis no 2 — A informação prestada ao abrigo do disposto na mercado para consumo final no sector dos transportes alínea a) do número anterior é certificada por auditoria terrestres. biolíquidos ou as Condições de incorporação matérias-primas utilizadas na produção de biocombustíveis e biolíquidos sejam provenientes de países terceiros que 1 — A incorporação de biocombustíveis em combustí- tenham celebrado acordos com a União Europeia para fins veis fósseis deve realizar-se em condições que assegurem de reconhecimento da sustentabilidade desses materiais. aos produtores de biocom- 1 — Os operadores económicos devem fazer prova do bustíveis. em teor energético.º 89/2008. nos termos do Código dos Impostos Especiais de Consumo. da água 2 — Os incorporadores estão obrigados a comprovar e do ar. recorrendo a um método de cadorias. 2.ª série — N.º. c) 2015 e 2016 — 7. devem ser acompanhados da certificação do si colocadas no consumo. o terreno tiver o mesmo estatuto que em Janeiro de 2008.º. para a sua cumprimento dos critérios de sustentabilidade definidos utilização em frotas de transporte de passageiros ou mer- nos artigos 4. tivessem o estatuto de turfeiras.º de água em zonas em que a água é escassa. relativamente às quantidades de gasolina por Europeia. de matérias-primas utilizadas na produção de biocombustí. de biocombustíveis substitutos veis e biolíquidos sejam provenientes de países da União de gasolina. b) Implique que a informação sobre as caracterís. relativamente às quantidades de avalie a frequência e metodologia de amostragem e a so- combustíveis por si colocadas no consumo: lidez dos dados. . nar o seu conteúdo em biocombustíveis e o cumprimento micos têm de demonstrar a sua origem e o cumprimento das especificações técnicas. tidades que produzam biocombustíveis e que sejam reco- combustíveis ou biolíquidos com diferentes características nhecidos como entreposto fiscal de transformação (EFT) de sustentabilidade.º e) 2019 e 2020 — 10 %. no momento CAPÍTULO III da obtenção da matéria-prima. Artigo 12. nas mesmas quantidades. e de transporte. 6. balanço de massa que: 3 — São produtores de biocombustíveis quaisquer en- a) Permita misturar lotes de matérias-primas ou bio. biolíquidos ou as os anos de 2015 a 2020. em Ja- Metas e condições de incorporação neiro de 2008. 6. 7. 2 — É permitida a venda. do qual faz parte integrante.º. constar: b) 2013 e 2014 — 5. 7.º. abreviadamente designadas por incorporadores. excepto se o cultivo e a colheita das matérias-primas em causa Artigo 10. 1. os operadores econó. previstos nos artigos 4.º. e a incorporação prevista no número anterior. devendo os vários combustíveis são fixados nos termos do anexo II ao operadores económicos apresentá-la à entidade coorde.5 %.º dos. em estado puro ou misturados com combustíveis Verificação do cumprimento dos critérios de sustentabilidade fósseis.º e 8. de biocombustível no estado puro.º. 3 — Para o cumprimento da obrigação referida no n.º 1 os incorporadores devem comprovar a incorporação.º. em teor energético. nos termos c) Medidas relativas à prevenção do consumo excessivo do artigo 13. 4 — Para efeitos do n.Diário da República. a sua qualidade e homogeneidade e permitam determi- nos termos dos artigos 4. 3 — Da informação prevista no número anterior devem a) 2011 e 2012 — 5 %. a reconstituição dos terrenos degradados.º.º. que a soma Metas e obrigação de incorporação de todos os lotes adicionados à mistura. previstas no Decreto-Lei do acordo. presente decreto-lei. de sustentabilidade.5 %. nos termos do artigo 13.5 %.º 207 — 25 de Outubro de 2010 4785 3 — O disposto no n. cumprimento dos critérios de sustentabilidade emitida pela 4 — Os valores do teor energético a considerar para os entidade competente desse Estado membro. de 30 de Maio. a) Dados relativos ao cumprimento dos critérios d) 2017 e 2018 — 9 %.º não impliquem a drenagem de solo anteriormente não drenado. Comercialização de biocombustíveis 1 — Os biocombustíveis podem ser comercializa- Artigo 9. 7. estão obrigadas a contribuir para o cumprimento das metas independente que verifique que os sistemas utilizados de incorporação nas seguintes percentagens de biocombus- pelos operadores económicos são exactos e seguros e que tíveis. n.º 2. devem os produtores notifi- ticas de sustentabilidade e as dimensões dos lotes car a Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) dos referidos na alínea anterior se mantenha associada à contratos celebrados com empresas que possuam frotas mistura. para 4 — Caso os biocombustíveis.º 1 não se aplica se. b) Medidas tomadas para protecção dos solos.

a DGEG disponibiliza uma plataforma electrónica onde . área energia. do número lugar à emissão de 2 TdB. b) Identificação do produtor do biocombustível e país combustíveis e incorporadores. por Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). e 8.3 TdB. tigo 10. das transacções de TdB efectuadas biocombustíveis sejam de origem endógena não alimentar. 7.º 89/2008.º 4 do 2 — Sem prejuízo do n.º e 8. diferente da Europeia. cação do cumprimento dos critérios de sustentabilidade. bem como das quantidades de por cada tep de biocombustíveis incorporados no consumo biocombustíveis por si incorporados no consumo nos ter- há lugar à emissão de 1. correspondente a um TdB para um bio.º c) «TdB-O». tabilidade.º 6 — Caso as matérias-primas utilizadas na produção de 3 — Os incorporadores informam a DGEG. bem como matérias-primas são acompanhadas de documentação que das quantidades de combustíveis rodoviários colocados comprove a sua natureza e origem. nos termos do artigo 17. 6. ou de toda a documentação necessária à verifi- gasolina e do gasóleo. nos termos a definir no mercado. numa cada tep de biocombustíveis incorporados no consumo há base mensal e até ao dia 20 do mês seguinte.º. por cada Prestação de informação para transacção de TdB tep de biocombustíveis incorporados no consumo há lugar à emissão de 2 TdB. pode haver artigo 10. deve ainda ser acompanhado de documentação emitida nadora prevista no artigo 20. 3 — Cabe ao director-geral de Energia e Geologia. acima referidos. 6. correspondente a um TdB emitido para um biocombustível substituto da gasolina. 2 — Os produtores de biocombustíveis informam a lulósico não alimentar ou material lenho-celulósico.º pedido dos incorporadores. definir a quantidade de biocombustíveis que pode ser incorpo- Títulos de biocombustíveis (TdB) rada ao abrigo do número anterior. com os incorporadores.º 2 — Caso o biocombustível a que se refere o número anterior se encontre incorporado em combustíveis fósseis. de 30 de Maio. nos termos dos artigos 4.º de origem.º. mos do artigo 13. Artigo 16. agricultura e ambiente. Artigo 15. válidos combustíveis. numa base biocombustíveis sejam de origem endógena agrícola. 3 — Os TdB podem assumir as seguintes formas: os incorporadores devem fornecer a seguinte informação à entidade emissora dos TdB: a) «TdB-G».º.º. a Artigo 13. sem prejuízo do disposto no artigo seguinte. por mensal e até ao dia 20 do mês seguinte.º 207 — 25 de Outubro de 2010 2 — Os incorporadores devem informar os grossistas. em percentagem do volume total do produto fornecido e. caso este tenha sido produzido num país da União combustível que substitua outro combustível. das transacções de TdB efectuadas com produtores 7 — Para efeitos do disposto nos n. 1 — Cada transacção de TdB é comunicada à DGEG 4 — Caso as matérias-primas utilizadas na produção no prazo de cinco dias. Artigo 14.4786 Diário da República.º 2 do artigo anterior. 1 — A entidade emissora dos TdB é a entidade coorde.º não assegurem uma produção suficiente para o cumprimento Títulos de biocombustíveis das obrigações dos incorporadores. da quantidade de cada tep de biocombustíveis incorporados no consumo há TdB adquiridas que acompanham o biocombustível adqui- lugar à emissão de 1.º 3 — Caso as matérias-primas utilizadas na produção Artigo 17. por dois anos.º 3 do ar.º retalhistas ou consumidores finais por si fornecidos do Critérios de emissão de TdB conteúdo de biocombustíveis nos produtos que forneçam. emitidos pela entidade competente do Estado combustível substituto do gasóleo.1 TdB.º valente de petróleo (Tep) de biocombustíveis destinados Prestação de informação para emissão de TdB a ser incorporados no consumo nacional. artigos 4. 1 — A emissão de TdB depende da verificação do cum- no caso de a percentagem de incorporação ser superior primento dos critérios de sustentabilidade. correspondente a um TdB para um bio. a) Certificados de cumprimento dos critérios de susten- b) «TdB-D». corporado. de TdB que acompanharam os biocombustíveis fornecidos 5 — Caso as matérias-primas utilizadas na produção de aos incorporadores. Emissão de TdB para além da documentação referida no número anterior. 2 — Cada TdB representa a incorporação de 1 t equi.os 3 a 6.º cumprir as obrigações de informação previstas no n. lugar à emissão de TdB representativos de biocombustí- veis não provenientes de produtores de biocombustíveis. que é atribuída a cada 1 — A incorporação no mercado de biocombustíveis é incorporador tendo em conta a sua quota no mercado de comprovada por títulos de biocombustíveis (TdB). membro de origem.ª série — N. mediante despacho.º. as referidas de biocombustíveis ou outros incorporadores. por portaria dos membros do Governo responsáveis pela 4 — Para efeitos do disposto nos números anteriores. 4 — Os TdB são transaccionáveis por produtores de bio. SECÇÃO II caso os produtores previstos no n.º 3 do artigo 10.º de biocombustíveis sejam resíduos ou detritos. de biocombustíveis sejam provenientes de material ce.º pelo organismo competente do Estado membro ou do país 2 — Cada TdB é emitido a favor do produtor de de origem atestando a quantidade de biocombustível in- biocombustíveis constituído nos termos do n. 1 — Para efeitos do disposto no n. 7.º 2 do artigo anterior. rido. 1. fixados nos às previstas no Decreto-Lei n.º do referido decreto-lei.

nos ter. de 26 de Fevereiro. compensações devidas competem à DGEG.os 89/2008. 1. Artigo 18. em massa. . directamente rida no número anterior. (LNEG).º e do n. manter e gerir um sistema de registo do cum.º f) Realizar as inspecções necessárias à emissão de certi- Cancelamento dos TdB ficados de cumprimento dos critérios de sustentabilidade. do ambiente e da agricultura.º do Supervisão Decreto-Lei n.º.ª série — N. a coordenação do processo de verifi- cação do cumprimento dos critérios de sustentabilidade. 3 — Esta comunicação deve ainda incluir um capítulo referente à análise da verificação do cumprimento dos CAPÍTULO IV critérios de sustentabilidade previstos nos artigos 4. 7.os 1 e 3 do a) Criar. anos anteriores. 3 — A determinação e a liquidação do pagamento de que integrem as matérias-primas e a sua origem.º 4 do artigo 30. 206/2008. de biocombustíveis incorporadas no consumo nos dois 3 — Os TdB correspondentes aos biocombustíveis in.º.º CAPÍTULO V Verificação do cumprimento dos critérios de sustentabilidade Compensações e regime contra-ordenacional Compete ao Laboratório Nacional de Energia e Geo. Pequenos produtores dedicados Artigo 22. material celulósico não 4 — A receita obtida com o leilão previsto no número alimentar e material lenho-celulósico.º Coordenação e supervisão Artigo 20.º 1 — No prazo de 60 dias. após a publicação do presente 3 — A DGEG procede ao cancelamento dos TdB en. Pequenos produtores dedicados 2 — No Regulamento referido no número anterior é previsto o pagamento de taxas pela verificação do cum- Artigo 19. de 2 — Os PPD beneficiam de isenção de ISP nos termos dois em dois anos.º primento dos critérios de sustentabilidade.º 62/2006. efectuados pela entidade coordenadora da verificação do de 23 de Outubro.º 1 — São considerados pequenos produtores dedica- dos (PPD) os reconhecidos nos termos do artigo 7. corporados no consumo pelos PPD que beneficiem de ISP 2 — Na comunicação referida no número anterior são revertem para a DGEG.º 207 — 25 de Outubro de 2010 4787 são efectuadas estas declarações. Compensações nomeadamente: 1 — Pelo incumprimento do disposto no n. d) Criar e manter uma base de dados de elementos tipo.º 2 — A entrega dos TdB constitui prova do cumprimento Regulamento da Entidade Coordenadora da obrigação de incorporação de biocombustíveis prevista nos n. definir por portaria dos membros do Governo responsáveis b) Proceder ao registo das entidades produtoras de bio. 2 — Pelo incumprimento do n. detritos.º na instalação para a produção de biocombustíveis na instalação para projectos de aproveitamento de resíduos Comunicação à Comissão Europeia ou detritos.º 1 do artigo 28. um aproveitamento de resíduos ou detritos igual ou su- perior a 60 %. provenientes de resíduos. da matéria-prima consumida Artigo 23. Artigo 21. de cumprimento dos critérios de sustentabilidade. decreto-lei. pelas áreas da energia e do ambiente. 1 — A DGEG comunica à Comissão Europeia. da Entidade Coordenadora do Cumprimento dos Crité- rios de Sustentabilidade. de 30 de Maio. sendo criada uma conta e) Manter a lista das entidades produtoras e incorpo- de TdB para cada um dos operadores. os produtores de biocombustíveis sujeitos ao pagamento c) Realizar as inspecções necessárias às instalações de de compensações num valor a definir por portaria refe- produção de biocombustíveis e biolíquidos. por cada TdB reservado e não ou através de entidades contratadas para o efeito.º ficam os incorporado- primento dos critérios de sustentabilidade dos lotes de res sujeitos ao pagamento de compensações num valor a biocombustíveis e biolíquidos consumidos. incorporado. Maio os TdB representativos dos biocombustíveis incor- porados no ano anterior. as quantidades do Código dos Impostos Especiais de Consumo.º logia. radoras no consumo de biocombustíveis devidamente actualizada. 6. de 21 de Março. que pode colocar a leilão até ao consideradas a dobrar as quantidades de biocombustíveis final do mês de Fevereiro de cada ano. a começar em 2013. I. é aprovado o Regulamento de Funcionamento tregues ao abrigo do n.º ficam mos do presente decreto-lei.Diário da República.º 1.os 1 e 3 do artigo 11. artigo 11.º e 8. P. Artigo 24. e 49/2009. por portaria dos membros do SECÇÃO III Governo responsáveis pela área da energia. alterado pelos Compete à DGEG a supervisão dos procedimentos Decretos-Leis n. com cumprimento dos critérios de sustentabilidade. directamente ou através de entidades contratadas para o 1 — O incorporador deve entregar à DGEG até 31 de efeito. por cada TdB em combustíveis e biolíquidos e emitir o respectivo certificado falta. anterior reverte para o Fundo de Eficiência Energética.

de biocombustíveis são definidas anualmente por despacho do DGEG.º tem a seguinte distribuição: quantidade provisória correspondente a um duodécimo por a) 60 % para o Estado.os 1 e 3 do artigo 11. ou que tenham por base informação Emissão de TdB-D falsa. devendo: Artigo 26. diesel por ano. para efeitos do cumprimento da alínea a) do n. de 29 de Agosto.º 50/2006. 3 — As quantidades máximas a atribuir aos produtores 7 — A tentativa e a negligência são puníveis.º metade do montante máximo da coima abstracta aplicável. não sendo considerado para entidades. os incor- poradores estão obrigados.º 2 do artigo 16. a) Ter capacidade instalada superior a 20 000 t de bio- de 29 de Agosto. de 29 de Agosto.º Artigo 30. guinte a requerimento do produtor de biocombustíveis que determinar a aplicação de sanções acessórias que se mos.os 244/95. com a aplicação da coima. a entrega de documentação ou Artigo 29.º Instrução dos processos a) A cada produtor ser atribuída uma quantidade cor- respondente a metade da quantidade de biodiesel por si A instrução dos processos de contra-ordenação. que comprove a sua capacidade instalada. Lei n.º 4 do artigo 25.º 1 do artigo 21. na sua redacção actual. para o ano seguinte.º 207 — 25 de Outubro de 2010 Artigo 25.º Produto das compensações e das coimas Apresentação de requerimento 1 — O produto das compensações previstas no presente 1 — Até ao dia 15 de Dezembro do ano anterior à emis- decreto-lei é distribuído da seguinte forma: são.4788 Diário da República. alterado pelos Decretos-Leis n. no caso de pessoas singulares.º 50/2006.º 433/82. res de biocombustíveis podem abdicar total ou parcialmente . sem prejuízo das competências próprias de outras cional à capacidade instalada. nos termos previstos no artigo 42. na sua redacção actual. 2 — Em função da gravidade da infracção e da culpa do a incorporar um valor mínimo de 6. instau. e 109/2001. € 500 a € 3740.os 2 e 3 do artigo 17.º e do n. este efeito os valores de capacidade instalada que superem as 120 000 t. quantidades máximas fixadas nos termos do número se- pode a autoridade competente. Outubro. de 14 2 — Entende-se por biodiesel o biocombustível subs- de Setembro.º 1 e do n.º 3 — A afectação do produto das coimas resultante da Contra-ordenações aplicação das contra-ordenações ambientais previstas no n.º é feita nos termos do artigo 72.º 50/2006. 2 — A emissão de TdB-D depende da atribuição de 5 — Sempre que a gravidade da infracção o justifique. reúna as seguintes condições: trem adequadas. 2 — Até que sejam apuradas as quantidades incorpo- 2 — O produto resultante da aplicação das coimas pre- radas no ano anterior por cada produtor. 3 — Até ao final do mês de Abril de cada ano.º 1 do artigo 15. nos termos do disposto no artigo 38.º do Decreto-Lei n. os produto- c) 20 % para a entidade que aplica a coima. os produtores de biocombustíveis devem apresentar requerimento para atribuição das quantidades máximas a) 70 % para o Fundo Português do Carbono.º âmbito do disposto no n.º. de 24 de Setembro.º 1 do artigo 19.º da Lei n. de 29 de Agosto.º 50/2006. cujas especificações se encontram pre- 3 — Constituem contra-ordenações ambientais muito vistas na norma EN 14214. cada mês da quantidade a si atribuída nesse ano. sem prejuízo do disposto no n.ª série — N.º e no ar- quando a medida concreta da coima aplicada ultrapasse tigo 32. Disposições finais b) A não prestação de informação no prazo estabelecido ou a prestação de informações falsas ou incompletas no Artigo 28. nos termos da Lei n.º 50/2006. e a aplicação das b) A quantidade remanescente ser distribuída por todos correspondentes coimas e sanções acessórias compete à os produtores que a ela se candidatem. na sua redacção actual. nos termos do disposto na Lei n. rados no âmbito do presente decreto-lei. de 27 de terrestres. graves. Obrigação de incorporação até 2014 c) O não pagamento pontual das compensações previstas no artigo 24.º. na sua redacção actual. documentos. b) 20 % para a entidade instrutora.º 1 — Sem prejuízo do disposto no artigo 11.º da Lei 1 — Constitui contra-ordenação punível com coima de n. de 29 de Agosto. devendo apresentar documentação b) 30 % para o Fundo de Eficiência Energética. na sua redacção actual. Artigo 27.º 1 do artigo anterior. determinar a apreensão provisória de bens e mação até ao final Novembro do ano antecedente. e de € 2500 a € 44 891. é atribuída uma vistas no n.º 1 — Até 31 de Dezembro 2014 pode ser objecto de 4 — A condenação pela prática das contra-ordenações emissão de TdB-D o biodiesel produzido por produtores ambientais previstas no número anterior pode ser objecto de biocombustíveis até ao limite da quantidade de incor- de publicidade.º 1 do artigo 25.º da poração obrigatória prevista no n. incorporada no consumo no ano anterior. até ao final do ano de 2014. no caso de pessoas colectivas: CAPÍTULO VI a) O incumprimento das obrigações previstas nos n.º certificados falsos.º. 6 — A autoridade competente pode ainda. tituto do gasóleo. de forma propor- DGEG. 1. sempre que b) Ter-se constituído como entreposto fiscal de transfor- necessário. podem ser aplicadas sanções acessórias previstas biodiesel no gasóleo utilizado no sector dos transportes no n.75 % em volume de infractor.

. . . . .º com excepção dos artigos 6. . . . . Álvaro Pássaro. . . de. . . . . . . . . . . .º 1 do artigo 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56 49 Etanol de cana-de-açúcar . . . . . . . . superiores ao limite de preço de venda xeira dos Santos — Rui Carlos Pereira — José Manuel estabelecido no número anterior. . . . . . . 40 26 Óleo vegetal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 1 do artigo 28. . . . . . . . . . tratado com hidrogénio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61 52 Etanol de trigo (combustível de processo não especificado) . . 71 71 A fracção de fontes renováveis do éter etil-ter-butílico (ETBE) . . . . . . . . . . . . . . . . Promulgado em 6 de Outubro de 2010. . . . . . . . . . . . . . . tratado com hidrogénio. . . . índices vigor em 1 de Julho de 2011. . . . . . . . . . . 58 57 . . os produtores de biocom. A fracção de fontes renováveis do éter ter-amil-etílico (TAEE) . . . . . . . . . que entra em energia que deve ter em conta. . Sousa — Luís Filipe Marques Amado — Fernando Tei- monstradamente. . . . . .º 3 do artigo anterior. . 40 31 Biodiesel de óleo de palma (processo não especificado). . . . . . . . . . . . . . . . .º corporem no mercado a quantidade de biodiesel atribuída nos termos do n. . . 65 62 Óleo vegetal. . . . . . . . . de 21 de Março. . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 34 Etanol de trigo (gás natural como combustível de processo em central de co-geração) . . . . . . . . . 58 51 Biodiesel de soja . . . ANEXO I Regras para o cálculo do impacto dos biocombustíveis. . . ANÍBAL CAVACO SILVA. . . . . . . . . . . . . . . . .º Artigo 32. . . . . . . demonstradamente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 62/2006. . . . . . de óleo de palma (processo com captura de metano na produção de óleo). . . . . . . artigo 19. . . . . . . . . . . . . . . . . 53 47 Etanol de trigo (palha como combustível de processo em central de co-geração) . . . . . . . . . . . . . .º 3 Publique-se. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 83 Óleo vegetal. . . de óleo de palma (processo não especificado) . . . . . . . . . nos termos da alínea b) do n. .º e 7.º 1 do artigo 28.º 1 — Até 31 de Dezembro de 2014 o biodiesel tem um Entrada em vigor preço máximo de venda. . . . . . . . de colza. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . pondentes emitidos nos termos do disposto no n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32 16 Etanol de trigo (lenhite como combustível de processo em central de co-geração) . . . Biodiesel de colza . . .º 4 do dutores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . artigo 24. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de girassol. . . . .º Preço do biodiesel Artigo 34. . . . . . . . . . . . . . calculado nos termos de fórmula O presente decreto-lei entra em vigor a 1 de Janeiro de a definir por portaria do membro responsável pela área da 2011. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . tratado com hidrogénio. . . . . . .ª série — N. . . . . . 2 — Considera-se legítima a recusa de venda por parte Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 16 dos produtores de biocombustíveis quando os custos de de Julho de 2010. . . . . . . . . . . . . . . se tenham constituído como EFT. . . . O limite previsto no n. Santos de Magalhães — José António Fonseca Vieira da 3 — Os incorporadores não se encontram obrigados a Silva — Rui Pedro de Sousa Barreiro — Paulo Jorge Oli- incorporar os limites previstos no n. . outros biolíquidos e dos combustíveis fósseis de referência na formação de gases com efeito de estufa A — Valores típicos e valores por defeito para os biocombustíveis produzidos sem emissões líquidas de carbono devidas a alterações da afectação dos solos Redução típica de emissões Redução por defeito de gases com efeito de emissões gases com Modo de produção do biocombustível de estufa efeito de estufa (percentagem) (percentagem) Etanol de beterraba sacarina . . 62 56 Biodiesel de óleo vegetal ou animal residual. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68 65 Óleo vegetal puro de colza. . 45 38 Biodiesel de girassol . . . . . . . . . . dentes à quota que lhe foi atribuída nos termos do n. . . . . . . . . . . . . . .º Artigo 31. José Sócrates Carvalho Pinto às quantidades de biocombustível produzido por PPD que de Sousa. . produzido na Comunidade (gás natural como combustível de processo em central de co-geração) . . . . . . . . 69 69 Etanol de milho. . — José Sócrates Carvalho Pinto de produção do biodiesel pela indústria nacional sejam. . . . . . . . . . . . . Igual ao do modo de produção de etanol uti- lizado. . . . . . . . . . entre outros factores. . . . . . . . . . . de referência internacionais de gasóleo e de biodiesel. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . do artigo 29. . . . . . . . tratado com hidrogénio. sendo os TdB corres- que procede à redistribuição dessa quota pelos restantes pro. . . .º 1 e de volume de venda correspon. Pequenos produtores Referendado em 6 de Outubro de 2010. . . . . . . . no veira Ribeiro de Campos — Dulce dos Prazeres Fidalgo caso de. . .º 207 — 25 de Outubro de 2010 4789 das quantidades atribuídas mediante comunicação à DGEG. . . . . devem proceder ao Norma revogatória pagamento de compensações nos termos do disposto no É revogado o Decreto-Lei n. Igual ao do modo de produção de etanol uti- lizado. 51 47 Óleo vegetal. sem prejuízo do n. . . . . . . . . . . . . . 32 16 Etanol de trigo (gás natural como combustível de processo em caldeira tradicional). .º.Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Artigo 33. . . . . . . . . . .º 4 — Caso os produtores de biocombustíveis não in. . . 36 19 Biodiesel de óleo de palma (processo com captura de metano na produção de óleo) . . . . . . . .º.º 3 do artigo anterior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º O Presidente da República. 1. . . . . . . . . . . . . . bustíveis não cumprirem os limites de preço de venda estabelecidos no n. . . . .º não se aplica O Primeiro-Ministro. . . . . . . . .

. . .º 2. . . . . 92 92 Metanol de resíduos de madeira . eccr é a redução de emissões resultante da captura e de resíduos e perdas e da produção de produtos químicos substituição de carbono. . . . . . . cálculo da equivalência de CO2. . . . . . N2O e CH4. . . . . . . .eccr . . . . . . . . . . . como gás natural comprimido . . . . . . . . C — Metodologia 4 — A redução de emissões de gases com efeito de 1 — As emissões de gases com efeito de estufa pro. . . estufa dos biocombustíveis e biolíquidos é calculada pela venientes da produção e utilização de combustíveis para seguinte fórmula: transportes. . . . . . . . . . . . 93 93 Éter dimetílico (DME) de resíduos de madeira . aplica-se a seguinte fórmula: ajustamentos quando for feita prova das diferenças em termos de trabalho útil fornecido. Para efeitos do do uso do solo. . . . . . . . de matérias-primas. . estimativas das emissões provenientes do cultivo podem ser 2 — As emissões de gases com efeito de estufa dos feitas utilizando médias calculadas para áreas geográficas combustíveis. . . . . . . 6 — As emissões provenientes da extracção ou cultivo de eccs é a redução de emissões resultante da captura e fi- matérias-primas. . . . . . . . . . . . . . . estes gases têm os se- ep são as emissões do processamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .CSA) × 3. . . . . . . .esca . . . . . . . . . . . não existiam no mercado ou nele estavam presentes em quantidades pouco significativas. . . . . . . . el é a contabilização anual das emissões provenientes 5 — Os gases com efeito de estufa considerados para de alterações do carbono armazenado devidas a alterações efeitos do n.664 × 1/20 × 1/P . . . . . . . . . . . . . . . CO2 — 1. . .4790 Diário da República. . . . . . . 87 85 Etanol de resíduos de madeira . . . . . . 86 82 B — Valores típicos e valores por defeito estimados para os futuros biocombustíveis que. . . Não é con- eee é a redução de emissões resultante da produção siderada a captura de CO2 no cultivo de matérias-primas. . . 76 70 Gasóleo Fischer-Tropsch de resíduos de madeira . . . . . . . como gás natural comprimido . expressas em km/MJ. . . . . . . . . 94 94 Metanol de madeira de cultura. . . de CO2 por MJ de combustível. eec. . . . . . . . . . . gCO2eq/MJ. . Devem ser deduzidas as reduções certificadas de emissões de gases com efeito de estufa resultantes da queima nos locais Não são tidas em conta as emissões do fabrico de má. . . . . . . . 7 — A contabilização anual das emissões provenientes veis para transportes. . como gás natural comprimido . . . . . em Janeiro de 2008. . . . . . sendo efectuados esses cálculo dessas emissões. E. .eB . . 95 95 DME de madeira de cultura . . esca é a redução de emissões resultante da acumula- ção de carbono no solo através de uma gestão agrícola CH4 — 23. . 91 91 A fracção de fontes renováveis do éter metil-ter-butílico (MTBE) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . em alternativa à utilização de valores reais. . . . . . . N2O — 296. . . . . . el. . . . . 80 73 Biogás produzido a partir de estrume húmido. . . el = (CSR . . . . . . incluem as emissões do próprio pro- xação de carbono e armazenamento geológico de carbono. .eccs . . . . Para o fornecido. .º 207 — 25 de Outubro de 2010 Redução típica de emissões Redução por defeito de gases com efeito de emissões gases com Modo de produção do biocombustível de estufa efeito de estufa (percentagem) (percentagem) Biogás produzido a partir de resíduos orgânicos urbanos. . . . . . . . . . biocombustíveis e biolíquidos são calculadas REDUÇÃO = (EF . . . eu são as emissões do combustível na utilização. . 3 — Em derrogação ao n. . . . . . são expressas em gramas de equivalente menores que as utilizadas no cálculo dos valores por defeito. . . . . . . da colheita de matéria-prima. cesso de extracção ou cultivo. . . . excedentária de electricidade na co-geração. . . . . . 1. . . . .EB)/EF pela seguinte fórmula: E = eec + el + ep + etd + eu . . . . . . . . . . . . . . ou produtos utilizados na extracção ou cultivo. . . . . . . E são as emissões totais da utilização do combustível. . . . deve ser feita dividindo as emissões diferenças entre combustíveis em termos de trabalho útil totais em quantidades iguais ao longo de 20 anos. . os valores calculados em termos de de alterações do carbono armazenado devidas a alterações gCO2eq/MJ podem ser ajustados de modo a ter em conta as do uso do solo. . As quinas e equipamento. . . . . EF são as emissões totais do combustível fóssil de re- eec são as emissões provenientes da extracção ou cultivo ferência. . . . . . . . 95 95 Gasóleo Fischer-Tropsch de madeira de cultura . . . . . . 80 74 Etanol de madeira de cultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .eee em que: EB são as emissões totais do biocombustível ou bio- em que: líquido. de produção de petróleo em qualquer parte do mundo. . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . guintes valores: etd são as emissões do transporte e distribuição. . produzidos sem emissões líquidas de carbono devidas a alterações da afectação dos solos Redução típica de emissões Redução por defeito de gases com efeito de emissões de gases com Modo de produção do biocombustível de estufa efeito de estufa (percentagem) (percentagem) Etanol de palha de trigo . . . . . . . . . no caso dos combustí. . .º 1 são o CO2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Igual ao do modo de produção de metanol utilizado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . melhorada. . 84 81 Biogás produzido a partir de estrume seco. . . . . . . . .

consoante o que ocorrer primeiro. e os co-produtos proporcionalmente ao seu teor energético 10 — A Comissão prevê aprovar directrizes para o cál. 1. excepto se o combustível regular do teor de carbono. As directrizes da emissões a repartir são eec + el + as fracções de ep. de resíduos e perdas el é a contabilização anual das emissões provenientes de e da produção de produtos químicos ou produtos utilizados alterações do carbono armazenado devidas a alterações do no processamento. o valor atribuído ao CSA é o zenamento de matérias-primas e materiais semiacabados do armazenamento estimado por unidade de superfície e do armazenamento e distribuição de materiais acabados. gases com efeito de estufa que seria emitida produzindo dos ou cujo teor em matérias orgânicas é particularmente uma quantidade igual de electricidade numa central ali- reduzido e que sofreram uma erosão severa.º da Directiva n.º 6 não estão abrangidas pelo presente P é a produtividade da cultura (medida em quantidade número. de energia produzida pelos biocombustíveis ou outros 13 — As emissões do combustível na utilização. utilizado para a co-geração for um co-produto que não ciável da erosão no que se refere ao incluído na catego. uso do solo (medidas em massa de equivalente de CO2 por Para contabilizar o consumo de electricidade não produ- unidade de energia produzida por biocombustíveis). princípio de que a dimensão da unidade de co-geração é 9 — As categorias referidas na alínea b) do n. 12 — As emissões do transporte e distribuição. etd Comissão servem de base para o cálculo das reservas de e eee que têm lugar até. que a contaminação seja reduzida. incluindo solo e ve. carbono por unidade de superfície. o combustível para o qual se calculam as emissões e um ou mais produtos diferentes (co- Esses terrenos devem incluir os terrenos objecto de uma -produtos).º 8. tos para o cultivo de géneros alimentícios ou de alimentos 17 — Se um processo de produção de combustível para animais devido à contaminação do solo. a) Não era explorado para fins agrícolas ou outros em 15 — A redução de emissões resultante da captura e substituição de carbono.º 8 são a mínima necessária para esta fornecer o calor necessário definidas como se segue: à produção do combustível. bem como uma redução apre. que é produzido um co-produto. eee. eu. é A bonificação de 29 gCO2eq/MJ é aplicável durante um contabilizada se for relativa à produção excedentária de período de até 10 anos a partir da data de conversão do electricidade em sistemas de produção de combustível terreno em exploração agrícola. seja um resíduo de culturas agrícolas. terrenos que dade excedentária é considerada igual à quantidade de durante um período importante foram fortemente saliniza. um valor médio para a electricidade produzida numa dada CSA é o carbono armazenado por unidade de superfície instalação de produção de electricidade. tação). parte-se do categoria ii). é limitada às emissões evitadas graças à captura e fixação do CO2 emitido direc- 8 — A bonificação de 29 gCO2eq/MJ é atribuída se exis. considera- CSR é o carbono armazenado por unidade de superfície -se que a intensidade das emissões de gases com efeito de associado ao uso de referência do solo (medido em massa estufa resultante da produção e distribuição dessa electrici- de carbono por unidade de superfície.º 4 do artigo 18. bustíveis ou outros biolíquidos cuja biomassa é obtida a 14 — A redução de emissões resultante da captura e partir de solos degradados reconstituídos. Ao contabilizar ria i). incluem as emissões do próprio processamento. em combinação. ii) Terreno fortemente contaminado. comerciais. desde que um aumento que utilizam a co-geração. co-geração. são consideradas nulas para os biocombustíveis e biolí- eB é a bonificação de 29 gCO2eq/MJ para os biocom. 16 — A redução de emissões resultante da produ- ção excedentária de electricidade na co-geração. Se tiverem sido atribuídas . sejam assegurados e.º 207 — 25 de Outubro de 2010 4791 em que: 11 — As emissões do processamento. é limitada às emissões evi- Janeiro de 2008. se essa instalação associado ao uso efectivo do solo (medido em massa de não estiver ligada à rede eléctrica.Diário da República.º 17. (determinado pelo poder calorífico inferior no caso dos culo das reservas de carbono nos solos com base nas orien. co-produtos com excepção da electricidade). processamento e tirem elementos que atestem que o terreno em questão: distribuição de combustível.ª série — N. tações de 2006 do PIAC para os inventários nacionais de 18 — Para efeitos do cálculo referido no n.º 2009/28/EC. Nos casos em que o carbono esteja armazenado incluem as emissões provenientes do transporte e arma- durante mais de um ano. as emissões de gases com efeito de estufa são decisão da Comissão nos termos do quarto parágrafo do repartidas entre o combustível ou o seu produto intermédio n. a ter em conta no n. O uso de referência do solo reporta-se a Janeiro produção e distribuição de electricidade numa dada região. dade é igual à intensidade média das emissões resultante da getação). zida na instalação de produção de combustível. não tenha sido tida em conta em ep. as gases com efeito de estufa — volume 4. ou 20 anos antes da obtenção da matéria-prima. transporte. eccs. etd. mentada com o mesmo combustível que a unidade de b) «Terrenos fortemente contaminados». incluindo solo e vege. à fase do processo em carbono nos solos para efeitos da presente directiva. terrenos inap. eccr. para os terrenos incluídos na essa produção excedentária de electricidade. e tadas graças à captura de CO2 cujo carbono provenha da b) Se inclui numa das seguintes categorias: biomassa e que seja utilizado para substituir o CO2 deri- i) Terreno gravemente degradado. A redução de emissões de gases com efeito de estufa associada a essa electrici- a) «Terrenos gravemente degradados». que ainda previstas no n. quidos. ep. inclusive. produzir. nas condições armazenamento geológico de carbono. Em derrogação a esta regra os produtores podem utilizar caso esta última data seja posterior. biolíquidos por unidade de superfície por ano). incluindo terrenos vado de energia fóssil utilizada em produtos e serviços anteriormente explorados para fins agrícolas. de 2008. passados 20 anos ou quando a cultura atingir o estado de As emissões provenientes do transporte e da distribuição maturação. tamente ligadas à extracção.

Iguais às do modo de produção de etanol utilizado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 23 Etanol de milho. . . . . . . . Iguais às do modo de produção de etanol utilizado. . . . . . . . . . . . . 1 1 Etanol de milho. . como gás natural comprimido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Considera-se que resíduos e detritos de culturas agríco. . . . . . . . . . . Iguais às do modo de produção de etanol utilizado Biodiesel de colza . . . carolo e cascas de frutos para efeitos do cálculo referido no n. . . . . . . . . . . . . exceptuando os resíduos de culturas agrícolas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de óleo de palma. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . tratado com hidrogénio. . . . . . o valor do com- secos. . . . bagaço. . . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15 21 Etanol de cana-de-açúcar . . . . o valor utilizado é 83. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0 0 Valores por defeito discriminados para o processamento (incluindo electricidade excedentária): «ep . . . . . . . . . carolo e cascas de frutos secos. . . todos os EF é o último valor disponível para as emissões médias co-produtos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . em lugar do total das 19 — Para os biocombustíveis. . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 14 A fracção de fontes renováveis do ETBE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de colza. . . . . . . . . . . . . . . . . que não é incluída reais provenientes da parte fóssil da gasolina e do gasóleo no âmbito do n. . . . . . . . . . . peles. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . dados. tratado com hidrogénio. . . . . . . . . . . . . . . incluindo glicerina bustível fóssil de referência EF é 77 gCO2eq/MJ. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . incluindo a electricidade. . . . .8 gCO2eq/MJ. . . . Para efeitos do cálculo. . . . . . . . . . . . . . . 32 45 Etanol de trigo (gás natural como combustível de processo em caldeira tradicional). . . . . . . . . . tricidade. . . . o valor gativo. para efeito de estufa durante o ciclo de vida até à colheita de efeitos do cálculo referido no n. . . . . . . . . . e os resíduos de processamento. . . . . . . D — Valores por defeito discriminados para os biocombustíveis e biolíquidos Valores por defeito discriminados para o cultivo: «eec». . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de girassol. . . . . . . . . . . . . não refinada. .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . . . 14 19 Etanol de trigo (palha como combustível de processo em central de co-geração) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de colza. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 207 — 25 de Outubro de 2010 emissões a co-produtos em fases anteriores do processo Para os combustíveis produzidos em refinarias. . . . . . . . . . . . . . . . . . . como palha. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0 0 Óleo vegetal. . . . . . . . . . o valor do combustível tais materiais. . . . . . . . . . . . . . 18 26 Biodiesel de óleo de palma (processo não especificado). . . . . Iguais às do modo de produção de etanol utilizado A fracção de fontes renováveis do TAEE . . . . . . . . . . . .º 4. . . definido na parte C do presente anexo Emissões típicas de gases Emissões por defeito Modo de produção dos biocombustíveis e biolíquidos com efeito de estufa de gases com efeito de estufa (gCO2eq/MJ) (gCO2eq/MJ) Etanol de beterraba sacarina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4792 Diário da República. . . . . . . . . 0 0 Biogás produzido a partir de estrume húmido. . . . . . . . las. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 30 Etanol de trigo (gás natural como combustível de processo em central de co-geração) . . . . . . . 16 22 Biodiesel de girassol . . . 30 30 Biogás produzido a partir de resíduos orgânicos urbanos. . 19 26 Etanol de trigo (combustível de processo não especificado) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 13 Óleo vegetal. . . . . comunicadas nos cálculo. . . . . . . . . . 19 19 Biodiesel de óleo de palma . . . . . . . . . tratado com hidrogénio. . . . 10 13 . para efeitos do cálculo referido no n. . . . . . . . . . . . . . . 18 18 Biodiesel de soja . . 13 18 Biodiesel de óleo vegetal ou animal residual. . . . . . . . . 30 30 Óleo vegetal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . fóssil de referência EF é 85 gCO2eq/MJ.º 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . tratado com hidrogénio. . . . . . . . . . . . . . . termos da Directiva n. . . . . . . . . . como gás natural comprimido . . . . . . . . . . . . 35 49 Biodiesel de óleo de palma (processo com captura de metano na produção de óleo) . . . . . 15 15 Óleo vegetal puro de colza. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20 20 Etanol de cana-de-açúcar . . . . definido na parte C do presente anexo Emissões típicas de gases Emissões por defeito Modo de produção dos biocombustíveis e biolíquidos com efeito de estufa de gases com efeito de estufa (gCO2eq/MJ) (gCO2eq/MJ) Etanol de beterraba sacarina . . . . . . . Na ausência de tais como palha. . . . . . . . . . 16 22 Biodiesel de soja . . do combustível fóssil de referência EF é 91 gCO2eq/MJ. . . . . . . . . . . . . 1 1 A fracção de fontes renováveis do ETBE . . . . . . . . . Biodiesel de colza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . produzido na Comunidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 18 Óleo vegetal. . . . . . . . . . . . . . 14 14 Biodiesel de óleo vegetal ou animal residual. . . .º 4. . . . . . . . dade de análise para efeitos do cálculo referido no número ção dessas emissões atribuída ao produto combustível anterior é a refinaria. . . . . . . é atribuído um valor energético Para os biolíquidos utilizados para a produção de elec- zero aos co-produtos que tenham um teor energético ne. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 16. . . . . . . . . . . . . . . A fracção de fontes renováveis do TAEE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . a uni- durante o ciclo de vida. . . . . . . . . . . . . 12 12 Etanol de trigo . . . . . . . . . . . . 32 45 Etanol de trigo (lenhite como combustível de processo em central de co-geração) . . . peles. . . . . . . . . o valor do combustível fóssil de referência No caso dos biocombustíveis e biolíquidos. . . . .eee». . . . . . . . . . . . . . . . . como gás natural comprimido . . . . . . . . é utilizada para esse fim a frac. . produzido na Comunidade (gás natural como combustível de processo em central de co-geração) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 29 Biodiesel de girassol . . . são considerados para efeitos deste rodoviário consumidos na Comunidade. . . . . . . . . . . . . . . têm um valor zero de emissões de gases com Para os biolíquidos utilizados para a co-geração. . . . . . . Para os biolíquidos utilizados para a produção de calor. . . . . . . . . . . intermédio na última dessas fases. . . . . . . . . . 0 0 Biogás produzido a partir de estrume seco. . . . . . . . . . . referido no n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 98/70/CE. . . para efeitos do cálculo emissões. bagaço. . . . . . . . . . . . . . . . .º 4. . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de colza. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . tratado com hidrogénio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . de girassol. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 5 Óleo vegetal puro de colza. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 Biodiesel de girassol . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . como gás natural comprimido . . . . como gás natural comprimido . . . . . . . . . . . . . . . 27 29 Óleo vegetal puro de colza. . . . 17 23 Biogás produzido a partir de estrume húmido. . . . . . . . . 50 62 Óleo vegetal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de óleo de palma (processo não especificado) . . . . . . de girassol. . . . . . . . tratado com hidrogénio. . . . . . . . . . . . . . . 29 32 Óleo vegetal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . tratado com hidrogénio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . definido na parte C do presente anexo Emissões típicas de gases Emissões por defeito Modo de produção dos biocombustíveis e biolíquidos com efeito de estufa de gases com efeito de estufa (gCO2eq/MJ) (gCO2eq/MJ) Etanol de palha de trigo . . . . . . 24 24 A fracção de fontes renováveis do ETBE . . . . . . 2 2 Etanol de cana-de-açúcar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 26 Etanol de milho. . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 9 Óleo vegetal puro de colza. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de óleo de palma. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 Óleo vegetal. . . . de óleo de palma (processo com captura de metano na produção de óleo). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de girassol. . . . . . . . . 3 3 Biogás produzido a partir de estrume húmido. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . como gás natural comprimido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . não estavam no mercado ou nele estavam presentes em quantidades pouco significativas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 68 Biodiesel de óleo de palma (processo com captura de metano na produção de óleo) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . em Janeiro de 2008. . . . . . . . . . . . 9 9 A fracção de fontes renováveis do ETBE . tratado com hidrogénio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 36 Biogás produzido a partir de resíduos orgânicos urbanos. . . . . . . . . . . . . 57 70 Etanol de trigo (gás natural como combustível de processo em caldeira tradicional). 8 11 Biogás produzido a partir de estrume seco. . . de óleo de palma (processo com captura de metano na produção de óleo). definido na parte C do presente anexo Emissões típicas de gases Emissões por defeito Modo de produção dos biocombustíveis e biolíquidos com efeito de estufa de gases com efeito de estufa (gCO2eq/MJ) (gCO2eq/MJ) Etanol de beterraba sacarina . . . . . . . . . . . . . . . como gás natural comprimido . . . . . . . . . . . . . . tratado com hidrogénio. . . . . . . . . . . . 35 41 Biodiesel de soja . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 4 Etanol de beterraba sacarina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 5 Biogás produzido a partir de estrume seco. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 3 Etanol de resíduos de madeira . 39 44 Etanol de trigo (palha como combustível de processo em central de co-geração) . . . . . . . . . . . . . 46 52 Biodiesel de girassol . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . tratado com hidrogénio. . . . . como gás natural comprimido . . . . . . . . . . . como gás natural comprimido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 5 Biodiesel de óleo vegetal ou animal residual. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 2 Etanol de milho. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . como gás natural comprimido . . . . 13 16 Biogás produzido a partir de estrume seco. de colza. . . . . . . .Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 Óleo vegetal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 14 Óleo vegetal. . . . . . . . . . tratado com hidrogénio. . . Iguais às do modo de produção de etanol utilizado Biodiesel de colza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 207 — 25 de Outubro de 2010 4793 Emissões típicas de gases Emissões por defeito Modo de produção dos biocombustíveis e biolíquidos com efeito de estufa de gases com efeito de estufa (gCO2eq/MJ) (gCO2eq/MJ) Óleo vegetal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Valores por defeito discriminados para o cultivo: «eec». . . . . . . . . . . . . 1 1 Biodiesel de soja . . . . . . . . . . . . . . . . . . . produzido na Comunidade . . . . 1 1 . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 Biogás produzido a partir de resíduos orgânicos urbanos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 20 Biogás produzido a partir de estrume húmido. . . . como gás natural comprimido . . . . . . tratado com hidrogénio. . 1 1 Óleo vegetal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . produzido na Comunidade (gás natural como combustível de processo em central de co-geração) . . . . . . . . . . 46 55 Etanol de trigo (gás natural como combustível de processo em central de co-geração) . . . . . . . . . . . . 1. . . . 4 5 Biogás produzido a partir de resíduos orgânicos urbanos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57 70 Etanol de trigo (lenhite como combustível de processo em central de co-geração) . . . . . . . . Iguais às do modo de produção de etanol utilizado Biodiesel de colza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de óleo de palma (processo não especificado) . . tratado com hidrogénio. . . . . . . . 12 15 E — Estimativa dos valores por defeito discriminados para os futuros biocombustíveis e biolíquidos que. . . 41 44 Óleo vegetal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 2 Etanol de trigo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 42 Óleo vegetal. 13 13 Biodiesel de óleo de palma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 58 Biodiesel de óleo de palma (processo não especificado). . . . . . 33 40 Etanol de trigo (combustível de processo não especificado) . . . . . . . 8 11 Valores por defeito discriminados para o transporte e distribuição: «etd». . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32 37 Biodiesel de óleo vegetal ou animal residual. . . . . . . . . . 37 43 Etanol de cana-de-açúcar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . tratado com hidrogénio. . . . . . . . . . . . . como gás natural comprimido . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 13 Óleo vegetal. . . . . . . . . . . Iguais às do modo de produção de etanol utilizado A fracção de fontes renováveis do TAEE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Iguais às do modo de produção de etanol utilizado A fracção de fontes renováveis do TAEE . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 4 DME de resíduos de madeira. . . . . . . . . . . 7 7 Metanol de resíduos de madeira . 0. . . . . . . . . . . . . 5 5 DME de madeira de produção florestal dedicada . 2 2 Etanol de resíduos de madeira . . . . . . 2 2 Metanol de resíduos de madeira . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 Metanol de madeira de produção florestal dedicada . . 4 4 Gasóleo Fischer-Tropsch de madeira de produção florestal dedicada. . . . . . . . . . . . . 3 3 Gasóleo Fischer-Tropsch de madeira de produção florestal dedicada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0 0 A fracção de fontes renováveis do MTBE . . . . . . . . . . 4 4 Metanol de madeira de produção florestal dedicada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 4 DME de madeira de produção florestal dedicada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . transporte e distribuição Emissões típicas de gases Emissões por defeito Modo de produção dos biocombustíveis e biolíquidos com efeito de estufa de gases com efeito de estufa (gCO2eq/MJ) (gCO2eq/MJ) Etanol de palha de trigo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4794 Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0.860 (37 % do qual 0. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 Gasóleo Fischer-Tropsch de madeira de produção florestal dedicada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 207 — 25 de Outubro de 2010 Emissões típicas de gases Emissões por defeito Modo de produção dos biocombustíveis e biolíquidos com efeito de estufa de gases com efeito de estufa (gCO2eq/MJ) (gCO2eq/MJ) Etanol de madeira de produção florestal dedicada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 22 Etanol de madeira de produção florestal dedicada . 6 6 DME de resíduos de madeira. . . . . . definido na parte C do presente anexo Emissões típicas de gases Emissões por defeito Modo de produção dos biocombustíveis e biolíquidos com efeito de estufa de gases com efeito de estufa (gCO2eq/MJ) (gCO2eq/MJ) Etanol de palha de trigo . . . . . . . . . . . .eee». . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (poder calorífico inferior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 2 DME de resíduos de madeira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Total para o cultivo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ANEXO II Teor energético dos combustíveis para transportes (lista não exaustiva) Teor energético em massa Teor energético por volume Combustível (poder calorífico inferior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Igual ao do modo de produção de metanol utilizado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Valores por defeito discriminados para o processamento (incluindo electricidade excedentária): «ep . . . . . . . . . . . . . Igual ao do modo de produção de metanol utilizado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 7 Etanol de madeira . . . . 2 2 Gasóleo Fischer-Tropsch de resíduos de madeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . definido na parte C do presente anexo Emissões típicas de gases Emissões por defeito Modo de produção dos biocombustíveis e biolíquidos com efeito de estufa de gases com efeito de estufa (gCO2eq/MJ) (gCO2eq/MJ) Etanol de palha de trigo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Igual ao do modo de produção de metanol utilizado. . . . . 5 5 Metanol de madeira de produção florestal dedicada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20 25 Gasóleo Fischer-Tropsch de resíduos de madeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 7 A fracção de fontes renováveis do MTBE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .502 Bio-ETBE (éter etil-ter-butílico produzido a partir de bioetanol) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0 0 metanol de madeira . . 11 13 Etanol de resíduos de madeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.645 0. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 4 Etanol de madeira de produção florestal dedicada . . . . . . . . . . . . tep/t) tep/m3) Bioetanol (etanol produzido a partir de biomassa) . . . . . . . . Igual ao do modo de produção de metanol utilizado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Valores por defeito discriminados para o transporte e distribuição: «etd». . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . processamento. . . . . . . . . . .645 (37 % do qual de fontes de fontes renováveis) renováveis) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 2 A fracção de fontes renováveis do MTBE . . . . . . . . . . . . . . . 0 0 DME de madeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 DME de madeira de produção florestal dedicada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 17 Gasóleo Fischer-Tropsch de madeira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 5 A fracção de fontes renováveis do MTBE . 6 6 Gasóleo Fischer-Tropsch de resíduos de madeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 5 Metanol de resíduos de madeira . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . .º 250/2008. . 0. . . . . . de- sígnio este que o Governo procurou concretizar adoptando Artigo 1.645 Biodiesel (éster metílico produzido a partir de óleo vegetal ou animal. 0. . . . .693 (29 % do qual de fontes de fontes renováveis) renováveis) Biobutanol (butanol produzido a partir de biomassa. ou pela Portaria No que respeita ao Sistema de Incentivos à Qualificação n. . . 23. . 21. pelo Decreto-Lei n. . . devendo contribuir n.º 353-A/2009. . Portaria n. . pela a terminar em 31 de Dezembro de 2011.788 Gasóleo Fischer-Tropsch (um hidrocarboneto sintético ou mistura de hidrocarbonetos sintéticos 1. . . aprovado pela nos artigos 7.º. . . e se prorroga mento do Sistema de Incentivos Qualificação e Internacio- o período de vigência das alterações introduzidas a este nalização de PME. para utilização como biocombustível. . . .478 0. . . . . . . 0. . . Óleo vegetal tratado com hidrogénio (óleo vegetal tratado termo-quimicamente com hidrogénio) 1. 10. entendeu-se. . . . . .860 Portaria n. .º. alterado e republicado de forma decisiva para aumentar o investimento privado. . que o aprovou e da qual faz parte acompanhamento e encerramento de projectos. de 15 de Novembro. o seguinte: de incentivos ao investimento nas empresas do QREN. . . . . . . . mesmo Regulamento pela Portaria n. . . 0. . . . . . através da qual se aprova um regime transitório permitindo a reformulação Alterações ao Regulamento do Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME de projectos de investimento aprovados anteriormente. .812 Óleo vegetal puro (óleo produzido a partir de plantas oleaginosas por pressão. . para utilização como biocombustível) . .º 250/2008. . 22. de 4 de Abril. . . . . . .º 65/2009. . . . . . . . . . . .382 Bio-MTBE (éter metil-ter-butílico produzido a partir de biometanol) . . . .051 0. . . . . . . quando a sua utilização for compatível com o tipo de motores e os respectivos requisitos em termos de emissões) . . . . . que factores críticos que continuam a afectar negativamente o republicou. . . . . .os 3 A competitividade das pequenas e médias empresas e 4 do artigo 6. . .669 0.027 0. . . . . pelo Secretário de Estado Adjunto. . Assim: sume uma importância estratégica enquanto instrumento de Ao abrigo do n. . . . por um período adicional de um ano. . . de 15 de Novembro. medidas de simplificação dos processos de aprovação. 24. . . . . . . pela Portaria n. . . . de 17 de Agosto. . . promotores. tendo em conta que se adopta um conjunto de alterações 1 — A expressão «organismo(s) técnico(s)» constante ao Regulamento do SI Qualificação PME. . . . . . . . . . . .º 353-A/2009. . .908 (29 % do qual 0. . . . anexo à Portaria n. .º 287/2007. . . o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) as. 0. (poder calorífico inferior. . 1. .051 0. . . . . . . . .º 287/2007. . . em bruto ou refinado mas quimicamente inalterado. . . . . . . . . . . .º 1463/2007. tep/t) tep/m3) Biometanol (metanol produzido a partir de biomassa. . . . . . Governo. . .027 0. à aceleração da execução de investimentos empresariais Artigo 2. . . . . . . manda o nomeadamente através da aceleração da execução dos pro. . alterado pela Portaria n. 1. . . com qualidade de gasóleo. . . .º do Regula- Portaria n. . . . . .º 1463/2007. . . . . . . . . . . . .º e 25. . . .º 353-A/2009. . . que pode ser purificado até à qualidade do gás natural. . . .º do Decreto-Lei dinamização da economia portuguesa. . .884 0. não de 25 de Outubro se encontram sujeitas ao parecer técnico previsto nos n. de 3 de 15 de Novembro. . de 3 de Abril. . 0. .º um conjunto de medidas que se regulamentam no presente Objecto e âmbito diploma. e pela Portaria . desde que tal não implique um acréscimo do as recentes medidas adoptadas pelo Governo com vista incentivo atribuído. . . da Indústria jectos de investimento aprovados no âmbito dos sistemas e do Desenvolvimento. . com as alterações introduzidas de Abril.º 250/2008.836 (22 % do qual 0. 2 — As alterações introduzidas no Regulamento tificava prolongar a vigência do conjunto de medidas de anexo à presente portaria podem ser aplicadas aos pro- flexibilização adoptadas em 2009 para os sistemas de in. ou gás de madeira) . . . . . . . integrante. . 1. . . . . . a pedido dos respectivos e Internacionalização de PME (SI Qualificação PME). a competitividade das empresas portuguesas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . de 4 de Abril.ª série — N. . . . . .º 1463/2007. . de 15 de Novembro. .454 Bio-TAEE (éter ter-amil-etílico produzido a partir de bioetanol) . . . . . pela persistência de alguns Abril. .º 65/2009. . para utilização como biocombustível). . . .º são concretizadas pela presente portaria. jectos aprovados ao abrigo das regras estabelecidas centivos do QREN. . e pela Portaria n. . Neste contexto. . . . . . . . . . . . . .º 1 do artigo 6. 20 de Março. para utilização como biocombustível) . . . . .788 0. . de 20 de Março. 1. . . que se jus.º 1101/2010 Na medida em que as alterações ora introduzidas não representam uma modificação substancial do regime. com as al- (PME) continua a constituir um dos factores críticos para terações introduzidas pelo Decreto-Lei n. . . .884 0. .º. . . . . As alterações agora introduzidas visam criar con- dições transitórias para que os projectos aprovados possam 1 — A presente portaria procede à alteração ao Regu- adaptar-se às novas condições de mercado resultantes da lamento do Sistema de Incentivos à Qualificação e Inter- crise económica e financeira internacional e definir novas nacionalização de PME. . . . . . .º 207 — 25 de Outubro de 2010 4795 Teor energético em massa Teor energético por volume Combustível (poder calorífico inferior. aprovado pela Portaria n.812 Biogás (um gás combustível produzido a partir de biomassa e ou da fracção biodegradável de resíduos. . extracção ou métodos comparáveis. . . . .621 (22 % do qual de fontes de fontes renováveis) renováveis) Bio-DME (éter dimetílico produzido a partir de biomassa. . . pela Portaria n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 1463/2007. . . . . . . . . . . . . . de 3 de Abril. . . .194 - Gasolina . . . . . . .º do Decreto-Lei n. . . .º. .º. . . . . 0.764 Gasóleo . . .812 produzidos a partir de biomassa) . . . .Diário da República. . . . . de o relançamento da economia portuguesa. . . . . para utilização como biocombustível) . . . . de 4 de Em simultâneo. .

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