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ENTRETENIMENTO TRANSMÍDIA: CONTEÚDOS MULTIPLATAFORMAS Local: Teatro Forestan Fernandes e Auditórios da Biblioteca

ENTRETENIMENTO TRANSMÍDIA: CONTEÚDOS MULTIPLATAFORMAS

ENTRETENIMENTO TRANSMÍDIA: CONTEÚDOS MULTIPLATAFORMAS Local: Teatro Forestan Fernandes e Auditórios da Biblioteca

Local: Teatro Forestan Fernandes e Auditórios da Biblioteca Comunitária (BCo)

Comitê Científico

André Lemos (UFBA) André Piero Gatti (FAAP) - Antônio Carlos Amâncio da Silva (UFF) Arlindo Ribeiro Machado Neto (USP) Bruno Roberto Campanella (UFF) Carlos Alberto Scolari (Universitat Pompeu Fabra – Espanha) Christian Pelegrini (UFJF) Derek Ronald Johnson (University of Wisconsin - EUA) Eduardo Campos Pellanda Pontifícia (PUC-RS) Erick Felinto de Oliveira (UERJ) Francisco Rolfsen Belda (UNESP) Frédéric Martel (Zurich University of the Arts – Suíça) Gilberto Alexandre Sobrinho (Unicamp) Héctor Ivan Navarro Güere (Universitat de Vic - Espanha) Hermes Renato Hildebrand (Unicamp) Ivana Bentes Oliveira (UFRJ) Janet H. Murray (Georgia Institute of Technology – EUA) João Carlos Massarolo (UFSCar) João Damasceno Martins Ladeira (UNISINOS) João de Lima Gomes (UFPB) Marcelo Gil Ikeda (UFC) Marcos Américo (UNESP) Maria Cristina Palma Mungioli (USP) Maria Dora Genis Mourão (USP) Maria Immacolata Vassallo de Lopes (USP) Maria Lucia Santaella Braga Pontifícia (PUC-SP) Maria Carmem Jacob de Souza (UFBA) Naiá Sadi Câmara (UNIFRAN) Noel dos Santos Carvalho (UNICAMP) Pedro Henrique Varoni de Carvalho (EBC) Ruth S. Contreras Espinosa (Universitat de Vic - Espanha) Theresa Senft (New York University – EUA)

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Secretaria da II Jornada Internacional GEMInIS Endereço: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH) - segundo andar Universidade Federal de São Carlos - UFSCar Rodovia Washington Luís, Km 235 - SP-310 CEP 13.565-905 - São Carlos, SP – Brasil Telefone: (16) 3306-6952

Coordenação

Organização Geral

João Carlos Massarolo (UFSCar)

Dario Mesquita (UFSCar)

.Comunicação e Mídias Sociais

Gustavo Padovani (UFSCar)

Arte e Identidade Visual

Giovana Milanetto (UFSCar)

Transmissão Online

Pedro Dolosic (UFSCar)

Expediente

André Emílio Sanches (UFSCar)

Bruno Tarpani (UFSCar)

Carolina Ribeiro Rezende (UFSCar)

Cíntia Maria (UFSCar)

Danilo Forte (UFSCar)

Danilo Medeiros (UFSCar)

Mabel Abreu (UFSCar)

Mariana Rosa (UFSCar)

Naiá Sadi Câmara (Unifran)

Aplicativo JIG 2016

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Mabel Abreu (UFSCar) Mariana Rosa (UFSCar) Naiá Sadi Câmara (Unifran) Aplicativo JIG 2016 Baixe agora pelo

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Sumário

Apresentação

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Programação Resumida

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Grupos de Pesquisa Dia 17/05

16

Dia 18/05

37

Dia 19/05

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Painéis

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3 Apresentação A II Jornada Internacional GEMInIS (JIG 2016) acontece entre os dias 17 a
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Apresentação
A II Jornada Internacional GEMInIS (JIG 2016) acontece entre os dias 17 a 19

de maio de 2016, na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com

o principal objetivo de reunir grupos de pesquisa das áreas da comunicação

e do audiovisual, para a apresentação e discussão dos resultados de suas investigações.

O evento também pretende debater sobre o tema “Entretenimento Transmídia:

Conteúdos Multiplataformas”, uma temática que é central para o futuro da indústria do audiovisual e da comunicação em geral, junto com pesquisadores, profissionais e estudantes. Os debates serão realizados em suas diversas

perspectivas através de grupos de pesquisas, conferências, painéis, palestras

e mesas-redondas – também haverá atividades complementares como workshops e apresentações culturais.

Dessa forma, a JIG 2016 busca contribuir para a produção e difusão do conhecimento científico no campo de estudos das mídias audiovisuais, através do amplo diálogo entre os grupos de pesquisa, estudantes e profissionais do mercado de comunicação e audiovisual. Bem como discutir acerca das questões em torno da produções, distribuição e consumo de conteúdos multiplataformas.

distribuição e consumo de conteúdos multiplataformas. Prof. Dr. João Carlos Massarolo Presidente da Comissão

Prof. Dr. João Carlos Massarolo Presidente da Comissão Organizadora

e consumo de conteúdos multiplataformas. Prof. Dr. João Carlos Massarolo Presidente da Comissão Organizadora

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Presentation

The II Jornada International Geminis (JIG 2016) will be held from 17 to 19 May 2016, at the Federal University of São Carlos (UFSCar), with the main objective of bringing together research groups in the areas of communication and audiovisual, for the presentation and discussion of the results of their investigations.

The event will also discuss the theme “Transmedia Entertainment: Multi- platform Content”, a theme that is central to the future of the audiovisual industry and communication in general, along with researchers, professionals and students. The debates will be held in their different perspectives through research groups, conferences, panels, lectures and round tables - there will also be complementary activities such as workshops and cultural presentations.

Thus, the JIG 2016 seeks to contribute to the production and dissemination of scientific knowledge in the field of studies of audiovisual media, through dialogue between the research groups, students and professionals of the communication and audiovisual market. And discuss about the concerning the production, distribution and consumption of multi-platform content.

Prof. Dr. João Carlos Massarolo President of the Organizing Committee

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Pré-JIG 2016: Jornada nas Estrelas – 50 anos

Como aquecimento para os debates ocorrerão em suas atividades, a JIG 2016 pretende realizar um pré-evento temático, a Pré-JIG 2016: Jornada nas Estrelas - 50 Anos, nos dias 14 e 15 de maio de 2015, abordando temas relacionados à famosa franquia de ficção científica que no ano de 2016 completa 50 anos. Iniciada em 08 de setembro de 1966 com a estreia da série Jornada nas Estrelas (Star Trek, 1966-1969), pelo canal norte-americano NBC, a franquia veio a tornar-se um marco na ficção-científica, sendo umas das mais bem-sucedidas e rentáveis no entretenimento transmídia. Durante o evento serão promovidas atividades como a exibição de episódios de séries televisivas da franquia, com ênfase para as novas gerações de espectadores, bem como de fan films - filmes realizados por fãs. Além disso, também serão realizadas das mesas-redondas com convidados especialistas no campo da ficção científica, franquias de entretenimento e cultura dos fãs, que discutirão Jornada nas Estrelas como um franquia de entretenimento, com suas configurações narrativas e de produção nesses 50 anos; bem irão debater sobre a cultura de fãs que se criou em torno do universo da série, e como esses fãs, que se intitulam trekkers consomem os produtos, produzem ficção própria, realizam convenções e trabalham os conceitos da franquia em suas vidas profissionais e pessoais. Essa atividade tem o apoio da Oficina Cutural Sérgio Buarque de Holanda.

Programação PRÉ-JIG 2016: Jornada nªs Estrelas – 50 Aanos

14.05.2016 | Sábado

Jornada nas Estrelas for Kids

12:30-16:30 - Oficina Cultural Sérgio Buarque de Holanda Exibição de Episódios selecionados das várias séries de Jornada nas Estrelas com o objetivo de apresentar o melhor da franquia à nova geração de espectadores.

Maratona Jornada nas Estrelas

16:30-20:30 - Oficinal Cultural Sérgio Buarque de Holanda Exibição de Episódios da série original Jornada nas Estrelas (Star Trek, 1966-1969) e de Jornada nas Estrelas: Nova Geração (Star Trek: The Next Generation, 1987-1994)

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9 Mesa-Redonda: O Universo Transmídia de Jornada nas Estrelas 20:30-22:00 - Oficina Cultural Sérgio Buarque
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Mesa-Redonda: O Universo Transmídia de Jornada nas Estrelas
20:30-22:00 - Oficina Cultural Sérgio Buarque de Holanda
Moderação: André Emílio Sanches (UFSCar)
Debatedores: Prof. Dr. André Fagundes Pase (PUC-RS)
Profª. Me. Glauco Madeira de Toledo (IMESB)
Profª. Mª. Sheron Neves (ESPM-Sul)

15.05.2016 | Domingo

Maratona Jornada nas Estrelas

12:30-16:30 - Teatro Florestan Fernandes (UFSCar) Exibição de Episódios da série original Jornada nas Estrelas (Star Trek, 1966-1969) e de Jornada nas Estrelas: Nova Geração (Star Trek: The Next Generation, 1987-1994)

Exibição de Fan Films 16:30-20:00 - Teatro Florestan Fernandes (UFSCar)

1) Star Trek: Renegades (Dir.: Tim Russ, Estados Unidos, 2015. 88 min.)

2) Star Trek: Prelude to Axanar (Dir.: Christian Gosset, Estados Unidos, 2014. 21 min)

3) Star Trek: Horizon (Dir.: Tommy Kraft, Estados Unidos, 2016. 102 min)

Mesa-Redonda: Trekkers e a Cultura Participativa

20:00-21:00 - Teatro Florestan Fernandes (UFSCar) Moderação: Profª. Mª. Sheron Neves (ESPM-Sul) Debatedores: Prof. Me. Glauco Madeira de Toledo (IMESB) André Emílio Sanches (UFSCar) Salvador Nogueira (Folha de São Paulo)

Prof. Me. Glauco Madeira de Toledo (IMESB) André Emílio Sanches (UFSCar) Salvador Nogueira (Folha de São
Prof. Me. Glauco Madeira de Toledo (IMESB) André Emílio Sanches (UFSCar) Salvador Nogueira (Folha de São

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PRÉ-JIG

O ao vivo na televisão contemporânea: a reinvenção de um meio

16/05/2016 | 19:00 - Espaço Futuros Imaginados Moderação: Prof. Dr. João Massarolo (UFSCar) Ministrante: Prof. Dr. Bruno Campanella (UFF)

A recente popularização de novas plataformas digitais de transmissão, como

o Youtube e o Netflix, transformaram o contexto audiovisual, colocando em cheque não somente o “ao vivo”, como a própria ideia de grade de programação. Dentro desse contexto, a palestra buscará explorar diferentes significados da transmissão “ao vivo”, desde os seus primórdios até os dias atuais.

Mesas Redondas

A Revolução será monitorada

17/05/2016 | 15:30- 16:15 - Espaço Futuros Imaginados Moderação: Gustavo Padovani (UFSCar) Convidado: Tarcízio Silva (Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados)

Na sociedade da informação as mobilizações sociais ocorrem com o auxílio das redes de comunicação e seus grandes bancos de dados. Assim, as técnicas de monitoramento das redes sociais geram controvérsias. A maior desconfiança é gerada pelo fato de que essas técnicas são tratadas no mercado, bem como no ambiente acadêmico, como verdadeiras caixas-pretas.

Políticas públicas e o mercado audiovisual multiplataforma

18/05/2016 | 14:45-16:15 - Espaço Futuros Imaginados Mediador: Prof. Dr. João de Lima (UFPB) Convidados: Renato Nery (SPCINE); Marcus Alvarenga (FINEP); Bráulio Ribeiro (EBC); André Mermelstein (Converge)

A partir das leis de incentivo, o mercado está as maneiras de se produzir

audiovisual no Brasil. Ao mesmo tempo, as novas tecnologias oferecem instrumentos diferenciados para a sua realização e distribuição, tornando mais híbridas as fronteiras entre cinema, TV por assinatura e web. O momento pede uma reflexão sobre a realidade do mercado e as possibilidades para o produtor audiovisual nesse cenário.

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11 Vídeo sob demanda: a nova televisão? 18/05/2016 | 16:30-18:30 - - Espaço Futuros Imaginados
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Vídeo sob demanda: a nova televisão?
18/05/2016 | 16:30-18:30 - - Espaço Futuros Imaginados
Moderação: Maurício Hirata (ANCINE)
Convidados: Marina Ferraz (AbpiTV/ICAB); Rafael Grostein (NWB); Erika Wurts (Globo Play)

Nos últimos anos, as empresas de tecnologia e de mídia apostaram nas funcionalidades das plataformas de vídeo sob demanda para inovar os negócios e o consumo da indústria audiovisual. Nesse contexto, é preciso discutir como os serviços de vídeo sob encomenda se colocam como uma nova plataforma televisiva.

Ensino e formação em audiovisual para multiplataformas

19/05/2016 | 10:45 -12:15 - Espaço Futuros Imaginados Moderação: Profª Drª. Emilia de Rodat Martinho Barbosa Barreto (UFPB) Convidados: Profª. Drª. Alessandra Meleiro (UFSCar); Prof. Dr. Guillermo Lobos (Pró-Reitor de Pós-Graduação Adjunto da UFSCar); Prof. Dr. João de Lima (UFPB); Prof. Dr. João Massa- rolo (UFSCar); Prof. Dr. Prof. Dr. Silvio Henrique Barbosa (Cásper Líbero / ESPM-SP); Prof. Dr. Rodrigo Botelho (UFPR)

O sistema da produção audiovisual encontra-se diante de importantes mudanças no modo de criação, gerenciamento e distribuição do conteúdo para diferentes plataformas e redes de consumo. Nesse sentido, a mesa-redonda busca discutir o ensino e a formação de profissionais voltados para o ambiente das multiplataformas.

Séries e webséries: novos rumos da dramaturgia audiovisual

19/05/2016 | 16:30-18:00 - Espaço Futuros Imaginados Moderação: Profª. Drª. Renata Pallottini (USP) Convidados: Rosane Svartman (roteirista Rede Globo); Daniel Pires (showrunner/Lenda Urba- na); Prof. Dr. Christian Pelegrini (UFJF)

O atual cenário de narrativas seriadas ficcionais brasileiras exibidas pela te- levisão e pela internet demanda o desenvolvimento de extensões transmídia e novas formas de dramaturgia próprias do ambiente de convergência, o que envolve produtoras de conteúdo independentes, canais abertos e fechados de televisão e também da web.

o que envolve produtoras de conteúdo independentes, canais abertos e fechados de televisão e também da
o que envolve produtoras de conteúdo independentes, canais abertos e fechados de televisão e também da
o que envolve produtoras de conteúdo independentes, canais abertos e fechados de televisão e também da

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Conferências

Marco Regulatório do Video Sob Demanda no Brasil

17/05/2016 | 20:00-21:30 – Espaço Futuros Imaginados Ministrante: Maurício Hirata (ANCINE) Moderação: Prof. Dr. João Massarolo (UFSCar)

A construção no Brasil de um marco regulatório que abarque os serviços de

vídeo sob demanda traz à tona diversas questões que estão relacionadas ao tema como a preservação dos conteúdos nacionais e transparência na entrega de informações, assimetria tributária e a submissão dessas plataformas às leis

brasileiras.

A televisão aberta em crise?

17/05/2016 | 9:00-10:30 – Espaço Futuros Imaginados Ministrante: Profª. Drª. Maria Immacolata Vassalo Lopes (ECA/USP)

Moderação: Paulo Brasileiro (EPTV/São Carlos)

Nunca se falou tanto em morte e crise da televisão, principalmente a aberta. Diante desse pano de fundo, tentarei demonstrar que a televisão broadcasting não está em crise, mas vive inúmeras transformações que nem sempre são bem percebidas ou entendidas. Portanto, a pergunta pela crise deve fazer parte de uma questão maior: o que é a televisão, hoje?

Holodeck ou Caleidoscópio? O futuro da narrativa na Era Digital (teleconferência)

17/05/2016 | 16:30-18:00 – Espaço Futuros Imaginados Ministrante: Janet H. Murray (Georgia Institute of Technology) Moderação: André Sanches (UFSCar)

O surgimento de plataformas de Realidade Virtual baseadas sugere que estamos

a aproximando-se da narrativa imersiva prevista em "Hamlet no Holodeck". Há o crescimento de extensos mundos de histórias distribuídos por diversas mídias. Esta palestra irá com alguns exemplos representativos identificar algumas prováveis tendências de inovação narrativa nas próximas décadas.

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13 Em direção de uma transmídia latinoamericana: um olhar para o futuro de nosso cinema 18/05/2016
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13 Em direção de uma transmídia latinoamericana: um olhar para o futuro de nosso cinema 18/05/2016

Em direção de uma transmídia latinoamericana: um olhar para o futuro de nosso

cinema

18/05/2016 | 9:00-10:30 – Espaço Futuros Imaginados Ministrante: Gabriel Antonio Giandinoto (Ventana Sur) Moderação: Prof. Dr. Alessandro Gamo (UFSCar) A conferência pretende realizar um diagnóstico do estado atual dos nossos universos narrativos e seus negócios. Desde Tras los Pasos Del Hombre Bestia (Argentina) ao turismo de Latitudes (Brasil) e a produção de guerrilha da Alias Maria (Colômbia ) sem participação de grandes produtoras. Desde o princípio até hoje. Um estado das coisas.

#Selfiecultura

18/05/2016 | 20:00-21:30 – Espaço Futuros Imaginados Ministrante: Theresa M. Senft, PhD (New York University) Debatedora: Profª. Drª. Naiá Sadi Câmara (UNIFRAN) Moderação: Giovana Milanetto (UFSCar)

A auto-representação online vem ganhando destaque, tornando-se tanto um evento do cotidiano quanto um objeto de discurso político. Carregados de diferentes valores éticos, os selfies vão além de questões como narcisismo e vaidade, circulando e promovendo reflexões sobre representatividade, controle e poder.

Perspectivas de Estudo da Dramaturgia de Televisão

19/05/2016 | 9:00-10:30 – Espaço Futuros Imaginados Ministrante: Profª. Drª. Renata Pallottini (USP) Moderação: Prof. Dr. João Massarolo

Tomando como base o cenário histórico-teórico da dramaturgia, bem como fazendo uso das teorias que buscaram estudar, conceituar e explicar o drama e seus elementos, a conferência faz um apanhado das possibilidades de estudo da dramaturgia de televisão, hoje permeada por múltiplos arranjos produtivos e inúmeras maneiras de consumo e engajamento.

Meet-up Transmídia – Google Micro-Moments

19/05/2016 | 20:00-20:30 – Espaço Futuros Imaginados Ministrante: Jimena Tomás (Google) Moderação: Prof. Dr. Leonardo Andrade (UFSCar)

A conferência pretende discutir o Micro Moments, e como ferramentas do Google podem ajudar a conquistar os cliente nesses momentos que eles mais precisam das empresas.

e como ferramentas do Google podem ajudar a conquistar os cliente nesses momentos que eles mais
e como ferramentas do Google podem ajudar a conquistar os cliente nesses momentos que eles mais

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JIG Bloggers

Lifestyle

17/05/2016 | 19:00-20:30 – Espaço Multiplatiforma Moderação: Profª. Drª. Maíra Gregolin (CUML) Convidados: Tatiana Feltrin (Tiny Little Things); Paula Lumi (Presunto Vegetariano); Luciana Franco (Blog Penélope Luz)

YouTubers e Ativistas

18/05/2016 | 18:30-20:00 – Espaço Futuros Imaginados Moderação: Gustavo Padovani (UFSCar) Convidados: PC Siqueira (Maspoxavida); Aline Ramos (Que Nega é Essa?); César Alves da Rocha (Canal Boteco Behaviorista); Fernando Russell (Cozinha de Jack)

YouTubers e Podcasters

19/05/2016 | 18:30-20:00 – Espaço Futuros Imaginados

Moderação: Cintia Maria (UFSCar) Convidados: Ana Carolina Oliveira A. dos Santos (Game Of Thrones BR); Ique Muniz (The Walking Dead Brasil); Igor Moretto (Animagos – Harry Potter)

Workshops

Princípios básicos da análise digital 16/05/2016 | 14:00 - 17:00 - Espaço Convergente 1 Ministrante: Danilo Forte (Ads Manager)

A oficina pretende apresentar como os usuários de internet fazem pesquisas

e formam opiniões sobre produtos e serviços, o chamado momento zero da

verdade (ZMOT), entender o comportamento dos usuários, apresentar os conceitos e a importância da análise digital em sites e aplicativos utilizando o Google Analytics.

Monitoramento e Coleta de Dados em Mídias Sociais para Pesquisa Acadêmica

17/05/2016 | 8:00 - 12:00 - Sala 142 (SIn) Ministrante: Tarcízio Silva (Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados)

O Workshop busca apresentar de forma introdutória técnicas gratuitas ou de

baixo custo para coleta de dados em mídias sociais a estudantes de Comunicação

e áreas correlatas.

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15 Mídia Star-Up: empreendedorismo, negócios e produtos para mídias digitais 17/05/2016 | 8:00 - 12:00
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Mídia Star-Up: empreendedorismo, negócios e produtos para mídias digitais
17/05/2016 | 8:00 - 12:00 - Espaço Convergente 1
Ministrante: Prof. Dr. Francisco Belda (UNESP)

O curso apresenta conceitos, técnicas e estratégias de modelagem para o

desenvolvimento ágil de empreendimentos nascentes, ou empresas start-up, Design Transmídia: articulando experiências narrativas em múltiplas mídias na área da comunicação digital, capacitando os participantes para o planejamento e o lançamento de novos negócios e produtos nessa área.

Universos Narrativos em Realidade Virtual

17/05/2016 | 14:00 - 18:00 - Sala 142 (SIn) Ministrante: Rodrigo Arnaut (Era Transmídia)

Rodrigo Arnaut, membro e fundador da associação Era Transmídia, traz para o público sua pesquisa com o universo de realidade virtual disponibilizando para experimentação os óculos “VR” do Google.

Design Transmídia: articulando experiências narrativas em múltiplas mídias

18/05/2016 | 9:00-12:00 e 15:00-18:00 – Sala 142 (SIn) Ministrante: André Luiz Sens (UFSC)

O workshop visa apresentar o conceito de design transmídia e discutir um

modelo prático para identificação, análise e gestão dos elementos de design transmídia em projetos específicos.

Atividades Culturais

17, 18 e 19/05/2016 | 18:00-18:30

dos elementos de design transmídia em projetos específicos. Atividades Culturais 17, 18 e 19/05/2016 | 18:00-18:30
dos elementos de design transmídia em projetos específicos. Atividades Culturais 17, 18 e 19/05/2016 | 18:00-18:30

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GP 1 – 17/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Futuros Imaginados

CICO – Comunicação, Consumo e Identidades Socioculturais (ESPM-SP)

Coordenação: Marcia Perencin Tondato (Doutora, PPGCom-ESPM)

O GP Comunicação, consumo e identidades socioculturais (CICO) estuda a

intersecção comunicação-consumo pensada no contexto da constituição das identidades no âmbito da interação social no ambiente urbano e relações com o

universo midiático. A cultura como ponto de partida, o interesse é buscar respostas com ênfase no simbólico e no imaginário socioculturais. Avaliar a significação das ações, objetos e expressões em relação a contextos e processos historicamente específicos e socialmente estruturados dentro dos quais, e por meio dos quais, são produzidas, transmitidas e recebidas as formas simbólicas, fundamentando

as descobertas na relação com a vida na metrópole da modernidade tardia, onde

a velocidade, a fragmentação e a (in)visibilidade são a tônica. Em contextos em que o trabalhador é transformado em consumidor de necessidades básicas, de novas mercadorias e de ideias-mercadorias, para oque cada vez mais a mídia tem é primordial, em cenários caraterizados pelo uso dos bens de consumo na especificação das relações sociais, exigindo que o consumo seja trabalhado além dos limites das práticas comerciais, ampliado para dimensões de inserção cidadã e diferenciação social. A prioridade são as temáticas referentes às representações midiáticas e práticas de consumo; relações sociais e culturais; constituição de sentido e identidade.

Comunicação e consumo na sociedade em rede: identidades e o aplicativo instagram

Autor: Pietro Giurliboni Nemr Coelho (Mestre, ESPM)

No aplicativo Instagram, através do consumo material e simbólico, usuários se apropriam de signos culturais para produzir fotos a serem compartilhadas em um ambiente colaborativo e dinâmico, constituindo seus perfis dentro da rede. Estes usuários selecionam e descartam elementos na produção de imagens, transmitindo com suas fotos uma mensagem que atribui valores a seus perfis, colaborando com uma construção identitária dentro do app. Neste estudo discutimos a relação deste app e os conceitos de identidade e consumo na pós-modernidade; e por meio de entrevistas com usuários, desenvolvemos uma discussão sobre a construção de perfis e as possíveis implicações disso.

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GP 1 | CICO – Comunicação, Consumo E Identidades Socioculturais (ESPM-SP) 17/05/2016 | 10:45-12:15 –
GP 1 | CICO – Comunicação, Consumo E Identidades Socioculturais (ESPM-SP) 17/05/2016 | 10:45-12:15 –

GP 1 | CICO – Comunicação, Consumo E Identidades Socioculturais (ESPM-SP) 17/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Futuros Imaginados

17/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Futuros Imaginados 17 Telenovelas no Brasil: indicadores de proximidade,
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Telenovelas no Brasil: indicadores de proximidade, aceitação e transformação

indicadores de proximidade, aceitação e transformação Autora: Lizbeth Carolina Kanyat Ojeda de Novaes (Doutoranda,
indicadores de proximidade, aceitação e transformação Autora: Lizbeth Carolina Kanyat Ojeda de Novaes (Doutoranda,
indicadores de proximidade, aceitação e transformação Autora: Lizbeth Carolina Kanyat Ojeda de Novaes (Doutoranda,
indicadores de proximidade, aceitação e transformação Autora: Lizbeth Carolina Kanyat Ojeda de Novaes (Doutoranda,
indicadores de proximidade, aceitação e transformação Autora: Lizbeth Carolina Kanyat Ojeda de Novaes (Doutoranda,

Autora: Lizbeth Carolina Kanyat Ojeda de Novaes (Doutoranda, ESPM)

Lizbeth Carolina Kanyat Ojeda de Novaes (Doutoranda, ESPM) Trata-se de um estudo de recepção que busca
Lizbeth Carolina Kanyat Ojeda de Novaes (Doutoranda, ESPM) Trata-se de um estudo de recepção que busca

Trata-se de um estudo de recepção que busca estudar as múltiplas identidades como mediação importante na escolha da ficção televisiva. O trabalho buscará relacionar

os tipos de afinidade das audiências em relação à ficção televisiva com as múltiplas

em relação à ficção televisiva com as múltiplas identidades ativadas na produção de sentido, a fim

identidades ativadas na produção de sentido, a fim de refletir sobre a razão pela qual as pessoas assistem ao que assistem. As múltiplas identidades serão estudadas a partir do consumo, o qual é compreendido como um fenômeno sociocultural pelo qual as identidades são manifestas e reconstruídas.

Moda imaginada: o consumo das representações midiáticas da carreira fashion e relações com a constituição das identidades profissionais dos estudantes da área

Autora: Regiane Machado Konopka (Mestranda, ESPM)

O crescimento do campo da moda no Brasil nos leva a refletir sobre o magnetismo

que a carreira fashion exerce sobre alguns jovens quando adentram o ensino superior. Neste estudo buscamos entender o imaginário construído sobre o profissional que trabalha no universo da moda na visão daqueles que fizeram esta escolha. Interessa-nos a construção da identidade, entendida aqui como um conjunto de valores, crenças, percepções de si mesmo; e a percepção sobre o que é fazer moda hoje em dia, compreendendo as dialogias que se estabelecem entre esta decisão e o que circula na mídia.

A identidade e o consumo do docente do ensino superior nas narrativas de si mesmo no campo da comunicação contemporânea

Autora: Dayse Maciel de Araújo (Doutoranda, ESPM)

O tema desta pesquisa são as conexões do ecossistema comunicacional e as

práticas de consumo cultural dos professores do Ensino Superior no cenário contemporâneo da educação no Brasil. A partir das narrativas dos próprios

docentes, o objetivo é verificar as relações entre a ubiquidade das Tecnologias

de Informação e Comunicação, no âmbito da educação formal, e a identidade do

professor contemporâneo em diálogo com os discentes, que utilizam a linguagem da sociedade midiatizada. Busca-se conhecer os novos papeis dos professores como agentes indispensáveis para formação de cidadãos conscientes, no contexto da sociedade midiatizada.

professores como agentes indispensáveis para formação de cidadãos conscientes, no contexto da sociedade midiatizada.
professores como agentes indispensáveis para formação de cidadãos conscientes, no contexto da sociedade midiatizada.

18 GP 1 | CICO – Comunicação, Consumo E Identidades Socioculturais (ESPM-SP) 17/05/2016 | 10:45-12:15 – Futuros Imaginados

A periferia como novo espaço de práticas de consumo: estudo de recepção das representações sociais da favela na ficção televisiva brasileira

Autora: Virgínia Albuquerque Patrocínio Alves (Mestranda, ESPM)

O objetivo é analisar as representações ficcionais da favela nas telenovelas e sua

recepção, entendendo a mesma como um novo ambiente de práticas de consumo.

O objetivo é identificar construção midiática deste espaço social na ficção televisiva

e como ela é refletida e refratada na recepção de seus moradores e na relação com

as práticas e vivências no cotidiano. Através de estudos de recepção, será analisada

a questão da representação social do modelo de favela, construído midiaticamente,

sociais cotidianas se constituem, e como são ressignificadas as relações com a sociedade de consumo, se são, a partir do discurso midiático.

Identidade, pertencimento e narrativas do consumo em espaços digitais de compra

Autor: Rodrigo Scherrer (Doutorando, ESPM)

A dinâmica de atribuição de significações aos produtos, socialmente erigidas,

vem sendo alterada pela interconectividade proporcionada pelo desenvolvimento

e popularização das tecnologias digitais de informação e comunicação,

possibilitando, entre outros aspectos, a expansão das condições de acumulação flexível. Argumenta-se que formas de consumo contemporâneas, em especial em espaços digitais e aplicativos móveis, reconfiguram os papeis desempenhados por consumidores. Diante disso, a proposta do estudo é compreender como os sentidos são atribuídos aos bens materiais, por meio de dispositivos sistêmicos disponíveis em ambientes virtuais de consumo.

Identidade, comunicação e consumo: um estudo sobre a constituição identitária na cidade de São Paulo

Autora: Bruna Freire Bastos (Mestre, ESPM)

O tema desta pesquisa é a construção das identidades na metrópole contemporânea,

marcada pela efemeridade e fragmentação. Enfatizamos os aspectos socioculturais da cidade de São Paulo, espaço urbano tomado como referência, em diálogo às

práticas de consumo materiais e simbólicas realizadas pelos sujeitos que frequentam cotidianamente a Rua Augusta, problematizando a relação de tais práticas aos projetos identitários assumidos pelos entrevistados. O quadro teórico-conceitual que dá base à investigação se relaciona à interseção entre as áreas da comunicação

e do consumo. O referencial empírico teve como base entrevistas em profundidade, analisadas segundo noções da Análise de Discurso de linha francesa.

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19 GP 2 – 17/05/2016 | 10:45-11:30 – Espaço Multiplataforma GENE – Grupo de Estudos
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GENE – Grupo de Estudos de Narrativas Emergentes (UFSCar)
Coordenação: Leonardo Antônio de Andrade (Doutor, UFSCar)

O Grupo de Estudos em Narrativas Emergentes (GENE) tem por objetivo o estudo

de narrativas exploradas nas mais diversas mídias, em caráter crossmidiático ou

transmidiático, sejam elas abertas, seriadas, vastas ou interativas, podendo ou não estar ligadas a franquias de entretenimento. Os estudos abarcam também a visualidade das narrativas, em especial daquelas cuja visualização é estereoscópica (s3D). Devido à extensão e a complexidade que as narrativas vêm alcançando, o grupo tem desenvolvido metodologias para mapeamento dessas narrativas, assim como experimentos de criação

de técnicas procedurais para criação delas, importantes para o estabelecimento de inter-

relações dentro do contexto dos universos ficcionais e para aplicações interativas, com ênfase nas digitais. Dentro da exploração da visualidade, os trabalhos desenvolvidos relacionam o design dos personagens e cenários à narrativa e ao uso da estereoscopia.

Criação de uma narrativa procedural dentro do universo ficcional da DC Comics Autores: Leonardo Antonio de Andrade (DOutor,UFSCar), Felipe Contartesi (Mestrando, UFSCar), Antonio Vieira (Mestrando, UFSCar), Carolina Lourenço Reimberg de Andrade (Mestranda, UFSCar), Paula Poiet Sampedro (Mestranda, UFSCar), Danilo Granatto (Mestrando, UFSCar)

Com o advento das mídias digitais, a proceduralidade se estabeleceu como um

paradigma a ser alcançado para a construção de narrativas interativas. Este trabalho objetiva o mapeamento do universo ficcional da DC Comics da década de 1980, presente nos quadrinhos e nos livros de RPG da editora Mayfair Games. Após o mapeamento e com base no trabalho de Proop, criou-se um conjunto de parâmetros para a composição

de uma função procedural para a definição de narrativas dentro do universo citado.

Tal função procedural foi utilizada para criar uma narrativa, e os resultados de tal

experimento estão descritos no artigo.

A influência da tridimensionalidade na narrativa animada: Frozen e o uso da estereoscopia

Autores: Paula Poiet Sampedro (Mestranda, UFSCar), Leonardo Antonio de Andrade (DOutor,UFSCar), Felipe Contartesi (Mestrando, UFSCar), Antonio Vieira (Mestrando, UFSCar), Carolina Lourenço Reimberg de Andrade (Mestranda, UFSCar), Danilo Granatto (Mestrando, UFSCar)

O trabalho tem por objetivo explorar a visualização tridimensional e analisar a forma

como a estereoscopia influencia a narrativa fílmica, usando como base o longa metragem

de animação Frozen: Uma Aventura Congelante (2013). Para essa análise, foi criado um

gráfico mensurando a profundidade proporcionada pela estereoscopia sendo avaliado de acordo com a dramaticidade apresentada pelo momento da narrativa. A exploração da percepção da profundidade constitui um importante ponto na linguagem utilizada na obra, onde foi percebida a possibilidade de uma maior exploração da espacialidade.

ponto na linguagem utilizada na obra, onde foi percebida a possibilidade de uma maior exploração da
ponto na linguagem utilizada na obra, onde foi percebida a possibilidade de uma maior exploração da

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GP 3 – 17/05/2016| 10:45-11:30 – Espaço Convergente 2

MUSIMID – Centro de Estudos em Música e Mídia (UNIP)

Cordenação: Heloísa de Araújo Duarte Valente (Doutora, UNIP)

O MusiMid iniciou formalmente suas atividades em 2003, para e discussão de projetos de pesquisa

particulares. Em 2005, realizou o 1º Encontro de Música e Mídia. O grupo reúne uma equipe multidisciplinar que inclui pesquisadores em vários níveis estudantes e especialistas com interesse voltado à música e suas implicações com as mídias. As pesquisas do MusiMid terão, como perspectiva, o estudo das diversas situações em que a linguagem musical, em suas variadas modalidades e

manifestações, no processo comunicativo, interage na formação de textos artísticos e culturais: como

os signos musicais constituem sistemas e processos, em relação ao eixo tempo-espaço, como atuam

no campo social, tendo por referência as mídias; como são produzidos, transmitidos, armazenados; que tipos de efeitos podem gerar nos seus intérpretes e receptores. Nesse ponto, são referências importantes as teorias musicológicas mas, também, da cultura e da mídia, as ciências humanas, em geral,a informática, a acústica e áreas relativas aos estudos da voz .O MusiMid já recebeu a visita de renomados teóricos, artistas e pesquisadores independentes de renome internacional, do Brasil e do exterior mantém contato com pesquisadores dos principais centros de pesquisa, no País e no exterior e tem recebido auxílios das agências de fomento para a realização de projetos de pesquisa.

A canção romântica italiana: Paisagem sonora, consumo cultural e imaginário do Brasil nos “anos de chumbo”

Autora: Heloísa de Araújo Duarte Valente (Doutora, UNIP)

Este projeto dá continuidade a A canção das mídias: memória e nomadismo. Mais particularmente, trataremos do bolero, um gênero-canção que chegou ao Brasil por intermédio do México: sua presença e suas repercussões junto à cultura brasileira Reitere-se, aqui, o ponto de partida: o conceito de canção das mídias (Valente, 2003) como elemento ativo e de forte presença na cultura. Em seu processo de nomadismo (Zumthor 1997), a canção expressa, informa, corrobora, apresenta traços da cultura da qual faz referência e à qual se vincula.

Uma vereda tropical: a suave e morna batida do bolero memória e nomadismo da canção hispânica no Brasil

Heloísa de Araújo Duarte Valente (Doutora, UNIP)

Este projeto de pesquisa inventaria e analisa a música proveniente da Itália, que obteve sucesso expressivo no período compreendido entre 1960-1975, justamente a época em que a canção internacional, sobretudo italiana, domina as paradas de sucesso e de vendagem (Morelli, 2009). Para tanto, irá considerar como fontes de investigação, além de bibliografia, o repertório discográfico executado nos programas de rádio e televisão disponíveis e depoimentos. Elegemos o acervo pessoal - sobretudo discográfico

audiovisual - pertencentes ao cantor, radialista e produtor Filippo d’Anello (Dick Danello). e www.jig.ufscar.br
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Danello).
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21 GP 4 – 17/05/2016 | 10:30-12:15 – Espaço Multiplataforma Excelsior! Grupo Interdisciplinar de Pesquisa
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GP 4
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Excelsior! Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Religião e Cultura da Mídia
(UNASP-EC)

Coordenação: Allan Macedo de Novaes (Doutor, UNASP-EC)

Coordenação: Allan Macedo de Novaes (Doutor, UNASP-EC) O Excelsior! é um grupo de pesquisa interdisciplinar,

O

Excelsior! é um grupo de pesquisa interdisciplinar, alocado na Faculdade de Teologia

e

no curso de Comunicação Social do Centro Universitário Adventista de São Paulo, no

Campus Engenheiro Coelho (Unasp-EC), e que procura estudar a relação entre religião e cultura midiática, com foco em mídias audiovisuais e arte sequencial. O projeto de pesquisa do grupo consiste em estudar as raízes e motivações comunicacionais, teológicas, históricas

e sociológicas da relação entre a cultura midiática e a religião – especialmente a adventista. Ao estabelecer um diálogo entre religião e mídias, procura-se compreender aproximações e tensões entre produtos e processos da cultura midiática e seus correlatos cujo conteúdo e público-alvo são religiosos, isto é, investiga-se o uso da mídia pelos religiosos.

A violência simbólica contra a mulher: uma análise do programa The Love School

Autora: Betina Bordin Pinto (Mestranda, UNASP-EC)

Este estudo consiste na análise da violência simbólica contra a mulher apresentada por meio do programa de televisão The Love School, da Rede Record. Para tanto, a pesquisa se propõe a refletir acerca das estratégias discursivas e imagéticas utilizadas pelo programa e que reproduzem a violência simbólica de gênero, entre elas: a maneira como as expectativas sociais da mulher são retratadas, o papel da mulher como maior responsável pela felicidade no matrimônio, e a exigência religiosa de que a mulher assuma um papel de coadjuvante em relação ao homem.

Marginal: aproximações entre arte sequencial, fotografia e cinema em experiências jornalísticas sensoriais

Autora: Andréia Guimarães Moura (Mestre, UNASP-EC)

A pesquisa tem a pretensão de estudar possíveis aproximações, atravessamentos e

imbricamentos entre arte sequencial, fotografia e cinema (como linguagens) em produções jornalísticas. O estudo deve culminar na concepção de um produto jornalístico documental artístico, chamado Marginal, em formato híbrido, que se aproprie das características mais significativas de cada uma das linguagens com fins de potencializar a mensagem informação explorada. Ao explorar a cultura e a tradição religiosa do povo boliviano e peruano, o material produzido (em versão impressa) pretende propor diálogos entre

fotografia e arte sequencial, em sua sequência narrativa, valendo-se de elementos da linguagem cinematográfica para enriquecimento do conteúdo.

em sua sequência narrativa, valendo-se de elementos da linguagem cinematográfica para enriquecimento do conteúdo.
em sua sequência narrativa, valendo-se de elementos da linguagem cinematográfica para enriquecimento do conteúdo.

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GP 13 – 17/05/2016 | 11:30-12:15 – Espaço Convergente 2

LABCOM – Laboratório de Convergência de Mídias Grupo de Pesquisa Tecnologia e Narrativas Digitais (UFMA)

Coordenação: Márcio Santos (Doutor, UFMA)

O Grupo de Pesquisa Tecnolgia e Narrativas Digitais– TECND – é uma instância ligada ao Laboratório

de Convergência de Mídias – LABCOM – órgão acadêmico vinculado ao Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Maranhão, criado através de Resolução Consep nº

860, de 07 de outubro de 2011. O objetivo do grupo é realizar e apoiar o desenvolvimento de projetos de pesquisa, extensão e inovação tecnológica, que tenham como objeto a comunicação midiática

e sua imbricação com a tecnologia, promovendo, através de uma abordagem multidisciplinar, o

desenvolvimento científico das diversas modalidades da Comunicação Social, incluindo seus aspectos teórico-metodológicos e servindo-se também da base laboratorial à qual está conectado para as práticas e desenvolvimento de processos e produtos oriundos desses projetos.

Assistindo a televisão – uma estratégia de recuperação da audiência a partir de aplicativos de segunda tela

Autora: Tatiana Nahuz (Graduanda, UFMA)

Vivemos em uma competitiva era do conteúdo, onde transformações nos vetores econômico,

tecnológico e cultural da televisão colocam em risco o seu instrumento comercial fundamental:

a audiência. Quanto mais conteúdo, mais telas, e mais formas de interação, mais fragmentada

fica a audiência no ecossistema midiático contemporâneo. A proposta deste trabalho é analisar os aplicativos de segunda tela como estratégia utilizada pela indústria televisiva para recuperar sua audiência e remediar a televisão, mapeando as formas e modos de utilização dos mesmos, e revelando novos modelos de negócio.

Internet das coisas e sistemas inteligentes no jornalismo - explorando novas formas narrativas para reinventar a percepção de valor das novas gerações

Autor: Marcio Santos (Doutor, UFMA)

Discute-se a capacidade de integração de redes e fluxos informativos a partir de sistemas inteligentes no suporte ao processo de produção jornalística. Partindo de uma hierarquia expandida de emissores, que inclui entes não humanos conectados a partir da categoria que se convencionou chamar de internet das coisas (IoT), apresentamos o modelo de jornalismo de inserção e sua possível utilidade para aumentar a percepção de relevância entre os consumidores de conteúdo, permitindo também a exploração de novas formas narrativas. O trabalho relata ainda a iniciativa, ora em andamento, de transpor o modelo teórico descrito em uma prova de conceito aplicada chamada de projeto Jumper, um ambiente imersivo para a distribuição de notícias, suportado com tecnologia de realidade virtual.

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23 GP 6 – 17/05/2016| 14:00-15:30 – Espaço Futuros Imaginados MIDIATO – Grupo de Estudos
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GP 6 – 17/05/2016| 14:00-15:30 – Espaço Futuros Imaginados
MIDIATO – Grupo de Estudos de Linguagem: Práticas Midiáticas (USP)
Coordenação: Mayra Rodrigues Gomes (Doutora, USP), Rosana de Lima Soares (Doutora, USP)

Com sede na Escola de Comunicações eArtes da Universidade de São Paulo e sob a liderança das professoras doutoras Mayra Rodrigues Gomes e Rosana de Lima Soares, o grupo de pesquisa tem como foco estudos de linguagem aplicados às produções das mídias, em seus diferentes produtos e formatos verbais, visuais e audiovisuais. Reunindo pesquisadores em diferentes

níveis de formação, da iniciação científica ao pós-doutorado, as pesquisas conduzidas no grupo desenvolvem-se em torno da rubrica “ciências da linguagem”, empregada por diversas linhas

de pensamento para designar estudos que levam em conta, como eixo norteador, as condições

e implicações da assunção da linguagem pela espécie humana, em sentido amplo, assim como

seus reflexos na produção dos sentidos. A partir desse horizonte teórico, voltamos nosso olhar

ao vasto campo da Comunicação, buscando compreender o poder das palavras, seus efeitos e

a responsabilidade de que se reveste a produção de discursos. Com esse objetivo, o referencial teórico-metodológico da Análise do Discurso fundamenta muitos dos estudos desenvolvidos

no âmbito do MidiAto, tomada sob diversos enfoques, mas sempre considerando uma visada

sócio-política, fundamental à compreensão e análise da produção midiática.

O habitar na velhice – formatos, olhares e relações visíveis a partir de filmes sobre a temática

Autora: Cíntia Liesenberg (Doutoranda, ECA/USP; PUC-CAMPINAS)

O trabalho deriva da pesquisa de doutorado voltada para o estudo de discursos colocados

em circulação nas mídias associados ao tema da velhice, como forma de compreensão maior das práticas e relações de nosso tempo e lugar. Nesse universo, destacam-se, aqui, discursos sobre o habitar. A partir de sua visibilidade em matérias veiculadas por mídias digitais, como objeto inicial de estudo, buscou-se ampliar as discussões pela abordagem de filmes que os contemplam. Assim, são analisadas narrativas e imaginários em torno de estruturações nas formas de habitar decorrentes do processo de envelhecimento e das implicações para os sujeitos inseridos nesse cenário.

Sobre narrativas: discursos e materialidades

Autora: Fernanda Elouise Budag (Doutoranda, USP)

Tendo como pano de fundo, sobretudo, os estudos da linguagem, nosso objeto de estudo corresponde concretamente à intertextualidade operada na narrativa de uma série ficcional televisiva em particular: Once upon a time. Observamos tal objeto empírico a partir de quatro eixos:

(1) os princípios da narrativa; (2) os preceitos sobre o discurso; (3) as características do audiovisual televisual; e (4) os estudos da cultura material. Metodologicamente, procuramos identificar os diversos textos que compõem a narrativa para, em seguida, levantarmos os novos sentidos que ganham esses textos e, por fim, reconhecermos os elementos que articulam a relação entre eles.

os novos sentidos que ganham esses textos e, por fim, reconhecermos os elementos que articulam a
os novos sentidos que ganham esses textos e, por fim, reconhecermos os elementos que articulam a

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A alteridade na ficção e na grande reportagem: um estudo sobre a figuração do outro na narrativa televisiva brasileira

Autor: José Augusto Mendes Lobato (Doutorando, USP)

Nossa pesquisa tem como propósito identificar e analisar as estratégias de representação da

alteridade nas narrativas televisivas brasileiras, tomando, como objetos de estudo, a grande reportagem jornalística e a telenovela. O corpus inclui o programa Globo Repórter e quatro telenovelas – Amor Eterno Amor, Além do Horizonte, Joia Rara e Salve Jorge. Ancorados nos estudos sobre linguagem e nas teorias do jornalismo, da ficção e da imagem, discutimos

e examinamos três eixos que traduzem os recursos de representação do Outro na TV: as

estratégias testemunhais/evenemenciais; os jogos de oposição e a construção de fronteiras; e as interações entre ficcionalização e factualização.

Dimensões sócio-discursivas da classificação indicativa

Autora: Mayra Rodrigues Gomes (Doutora, USP)

A partir de uma sequência de levantamentos sobre processos censórios em função de Bolsa

de Produtividade em Pesquisa conduzida pelo CNPq, a presente pesquisa tem como foco a supervisão de produtos culturais exercida, no Brasil, pela Classificação Indicativa do Ministério da Justiça. Buscamos, nesse sentido, compreender os processos de classificação realizados pela instituição, a partir do monitoramente do site do Ministério da Justiça de análises do Manual da Classificação Indicativa e do Guia Prático. Procuramos, ainda, analisar o posicionamento de veículos jornalísticos frente à Classificação Indicativa e traçar comparativos entre diversos sistemas de classificação ao redor do mundo.

Mobilizações discursivas da categoria “politicamente correto” no jornalismo

Autora: Nara Lya Cabral Scabin (Doutoranda, USP)

Esta pesquisa investiga os sentidos, valores e discursos circulantes que emergem em textos da Folha de S. Paulo, entre 1991 e 2014, sobre a categoria “politicamente correto”, observando suas relações com a liberdade de expressão e formas de controle da produção discursiva. Com base nas proposições de Michel Foucault sobre a arqueologia dos discursos, buscamos compreender as transformações dos usos da expressão em foco no Brasil e as regulações buscadas sob essa rubrica. Nossos resultados apontam para a emergência do “politicamente correto” como categoria em disputa no debate público, em um contexto de reposicionamentos dos saberes sobre liberdade de expressão.

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25 GP 7 – 17/05/2016 | 14:00-15:30 – Espaço Multiplataforma NEMACS – Núcleo de Estudos
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GP 7 – 17/05/2016 | 14:00-15:30 – Espaço Multiplataforma
NEMACS – Núcleo de Estudos em Comunicação de Massa e Consumo (UFF)
Coordenação: Bruno Campanella (Doutor, UFF), Carla Barros (Doutora, UFF)

O Núcleo de Estudos em Comunicação de Massa e Consumo (NEMACS) é um grupo de

pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), coordenado pelos professores doutores Bruno Campanella e Carla Barros, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (PPGCOM/ UFF) na linha de Mídia, Cultura e Produção de Sentido. O NEMACS desenvolve atividades de pesquisa no campo da comunicação, consumo e cultura

contemporânea, tendo como suas principais áreas de interesse: 1) etnografia midiática

e

estudos de audiência; 2) produção de sentido na cultura de massa; 3) midiatização

e

novas relações de poder na sociedade contemporânea; 4) novas configurações

econômicas da indústria cultural; 5) estudos de televisão; 6) o fenômeno da celebridade

e da cultura fã; 7) mídia, consumo e cultura material. Os encontros são realizados

mensalmente e são debatidos textos para, além de auxiliar no desenvolvimento das pesquisas dos participantes, pensar criticamente sobre as questões levantadas ao longo das discussões. Atualmente fazem parte do grupo mestrandos e doutorandos do PPGCOM/ UFF. Para a II Jornada Internacional GEMInIS, serão expostas as pesquisas dos discentes, que apresentarão o panorama das propostas do grupo, conjugando as reflexões elaboradas ao longo dos encontros com seus projetos.

Fábrica de sonhos: a relação entre consumo e casamento na TV

Autora: Érica Ribeiro Gama (Mestre, UFF)

Os eventos da vida cotidiana têm espaço na programação televisiva brasileira desde a década de 1960, seja com representações em produção ficcional, como novelas e seriados, ou mesmo com a transmissão do lado mais trágico dela em programas policiais. No entanto, no início do século XXI, um gênero híbrido ganhou força na televisão: a reality TV, com uma diversidade de formatos e temáticas que exploram o dia a dia das pessoas por meio de games, confinamento ou acompanhamento de um fato. Assim, o que seria uma ação da vida do cidadão comum, que não tem espaço na mídia tradicional, torna-se um espetáculo televisivo para ser visto e consumido pelos telespectadores. Mas como um evento da vida cotidiana se converte em um produto de consumo? Acredita-se que ao inseri-lo no ritual midiático, ele, por consequência, torna-se um produto do meio, adaptando-se não somente à estrutura da mídia, mas também se adequando ao sistema de significação desta, tornando-se não somente um produto midiático a ser consumido, mas também o próprio produto de consumo. Assim, a proposta desta pesquisa é identificar

as possíveis estratégias da mídia televisiva para tornar o ritual do casamento um evento

midiático, transformando-o, assim, em algo a ser consumido.

mídia televisiva para tornar o ritual do casamento um evento midiático, transformando-o, assim, em algo a
mídia televisiva para tornar o ritual do casamento um evento midiático, transformando-o, assim, em algo a

26 GP 7 | NEMACS – Núcleo de Estudos em Comunicação de Massa e Consumo (UFF) 17/05/2016 | 14:00-15:30 – Espaço Multiplataforma

Audiência e reassistibilidade da telenovela mexicana no brasil

Autora: Joana d’Arc de Nantes (Mestranda, UFF)

A presente pesquisa busca refletir sobre a prática de “reassistibilidade” – conceito

cunhado por Jason Mittel – a partir da audiência de telenovelas mexicanas. Desde que

o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) começou a importar telenovelas mexicanas, na década de 1980, tais tramas têm sido comumente reprisadas. Em 2011, o SBT fixou a exibição de telenovelas importadas na faixa da tarde, partilhando os horários entre

inéditas e reprises. Dessa forma, este trabalho, em fase inicial, propõe-se a investigar

as tramas retransmitidas por essa emissora no período de 2011 a 2015, bem como a

“reassistibilidade” de seus telespectadores.

no

Snapchat

Autora: Paula Fernandes (Mestranda, UFF)

Esta pesquisa busca problematizar a exposição da vida privada de celebridades no aplicativo Snapchat e as implicações sociais que causam nas dinâmicas comunicacionais atuais, unindo a exibição do que é pessoal, a necessidade de visibilidade e a perspectiva de aproximação com o público. Em um contexto de midiatização do cotidiano, é válido analisar o rompimento das barreiras entre o que é íntimo ou não e o que este fenômeno representa. Desta forma, o artigo se propõe a iniciar uma rediscussão acerca da dinâmica entre conceituações de público e privado e a própria construção da pessoa célebre.

Entre

o

espontâneo

e

a

necessidade

de

visibilidade:

as

celebridades

O consumo dos fãs da cultura oriental e o Anime Friends

Autor: Pedro Henrique Conceição dos Santos (Mestrando, UFF)

Esta pesquisa pretende compreender como se dá a relação entre os fãs da cultura pop oriental, denominados otakus, dentro do evento Anime Friends. Sabe-se que a construção da identidade em nossa sociedade pode partir do consumo. Não por acaso, Bauman a chama de “sociedade do consumo”. Assim, este trabalho que se inicia visa problematizar as questões relacionadas com a formação do otaku no Brasil através de seus vínculos afetivos baseados no consumo.

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17/05/2016 | 14:00-15:30 – Espaço Convergente 1 GP 8 – Mestrado Profissional em Produção Jornalística
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17/05/2016 | 14:00-15:30 – Espaço Convergente 1

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GP 8 –

17/05/2016 | 14:00-15:30 – Espaço Convergente 1 GP 8 – Mestrado Profissional em Produção Jornalística e

Mestrado Profissional em Produção Jornalística e Mercado (ESPM-SP)

Coordenação: Renato Essenfelder (Doutor, ESPM-SP)

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Apresenta o novo Mestrado Profissional em Produção Jornalística e Mercado da ESPM-SP, lançado em fevereiro de 2016, suas duas linhas de pesquisa, “Lógica e Modelos de Gestão em Jornalismo” e “Produção de Conteúdo”, e as pesquisas atualmente em andamento em cada uma delas. A primeira linha se ocupa de estudar e analisar as alterações no mercado, como os novos modelos de negócios em jornalismo e seus processos produtivos, tendo em vista a emergência de empreendimentos sustentáveis economicamente. Já a segunda linha estuda e desenvolve a produção de conteúdos inovadores em jornalismo, alinhados ao cenário midiático e comunicacional contemporâneo.

Hibridismos narrativos: interfaces entre jornalismo e artes no século 21

Autor: Renato Essenfelder (Doutor, ESPM-SP)

Estuda reportagens multimídia brasileiras recentes pelo método da Análise Pragmática da Narrativa Jornalística para compreender os recursos expressivos que estão sendo usados pelos jornalistas e investigar possíveis interfaces com narrativas dos campos da arte.

Estratégias de financiamento em projetos jornalísticos

Autor: Edson Capoano (Doutor, ESPM)

Baseado em formas convencionais e contemporâneas de captação de recursos, a pesquisa investiga como tais estratégias são implementadas em veículos jornalísticos tradicionais e em nativos digitais e quais delas obtém melhores resultados.

Inovar, reinventar e sustentar: estudo dos modelos de negócio para o jornalismo na contemporaneidade

Autor: Egle Müller Spinelli (Doutor, ESPM)

No cenário atual da mídia, indivíduos, instituições, empresas e qualquer organização possui o poder de produção e compartilhamento de informações. Neste contexto, esta pesquisa investiga projetos jornalísticos para verificar estratégias de inovação no desenvolvimento de modelos de negócio que reinventem e sustentem o jornalismo contemporâneo.

Jornalismo audiovisual em novos formatos: o webdoc

Autor: Silvio Henrique Vieira Barbosa (Doutor, ESPM)

Estuda como o processo de produção do formato webdoc relaciona-se ao próprio modo como o documentário jornalístico interage com os elementos da web.

do formato webdoc relaciona-se ao próprio modo como o documentário jornalístico interage com os elementos da
do formato webdoc relaciona-se ao próprio modo como o documentário jornalístico interage com os elementos da

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GP 9 –

17/05/2016 | 14:00-15:30 – Espaço Convergente 2

COMTEC – Comunicação e Tecnologias Digitais (UMESP)

Coordenação: Sebastião Squirra (Doutor, UMESP)

O ComTec, Grupo de Pesquisa em Comunicação e Tecnologias Digitais foi estruturado

em 2004 pelo Dr. Sebastião Carlos de Moraes Squirra, no Programa de Pós-graduação em Comunicação da Umesp. Tem objetivo de estudar a comunicação em todas as formas de elaboração e difusão digital, investigando as tecnologias empregadas, seus modelos, apli-

cabilidades, efeitos e perspectivas. Congrega 16 pesquisadores doutores de várias institui- ções, vários pós-graduandos e promove encontros anuais, com palestras e a publicação de livros que publicizem a produção científica do grupo. Centra-se no fato de que a ve- locidade de transmissão de informações e os sofisticados meios eletrônicos de produção estão modificando velozmente a sociedade contemporânea mundial. Esses processos têm

se

tornado possíveis pela crescente miniaturização dos chips e pela incessante descoberta

de

novos produtos eletrônicos. É o caso dos satélites de comunicação, da telefonia celular,

de

toda sorte de plataformas digitais de comunicação e do incremento das facilidades de

acesso aos sistemas de computadores e bancos de dados.

As possibilidades do Big Data no Marketing

Autor: André Monteiro (Mestrando, Umesp)

No Brasil, o termo Big Data ainda gera dúvidas sobre suas possibilidades de aplicações em todos os setores, em especial no de marketing. Esse, mesmo que nato às ciências humanas, tem demostrado ser a disciplina da comunicação que mais se apropria do Big Data como ferramenta de suporte para tomadas de importantes decisões corporativas, mas ainda assim é uma realidade relegada às grandes corporações e distante das pequenas e médias organizações. Este estudo tem o objetivo de avaliar as possibilidades de aplicações do Big Data nas atividades de marketing e entender se sua aplicação realmente traz diferencias competitivos para as corporações dos mais diversos setores, além de sugerir ferramentas já disponíveis no mercado.

A personalização de conteúdo na rede: a mineração de dados pessoais e as bolhas de conhecimento

Autor: Bruno Conrado DemartiniAntunes (Doutorando, UMESP)

O presente trabalho apresenta uma característica atual da rede que merece cada vez mais

atenção aos estudos em Comunicação e Tecnologia que é como os algoritmos dos softwa- res
atenção aos estudos em Comunicação e Tecnologia que é como os algoritmos dos softwa-
res utilizados para o compartilhamento de dados entre interagentes são utilizados pelas
empresas que os administram. Gigantes do ramo da informação como Google e Facebook
aplicam em na programação de seus serviços códigos que tem como finalidade a Minera-
ção de Dados (Data Mining), ou seja, o conceito de minerar nos dados acessados ou busca-
dos as preferências de conteúdo de cada interagente, com o intuito de personalizar as re-
des. Portanto, este trabalho foca em apresentar esta realidade de Mineração de Dados,
possibilitada pela tecnologia, e que impacta a comunicação e a sociedade moderna.
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GP 9 | COMTEC – Comunicação e Tecnologias Digitais (UMESP) 17/05/2016 | 14:00-15:30 – Espaço
GP 9 | COMTEC – Comunicação e Tecnologias Digitais (UMESP) 17/05/2016 | 14:00-15:30 – Espaço

GP 9 | COMTEC – Comunicação e Tecnologias Digitais (UMESP) 17/05/2016 | 14:00-15:30 – Espaço Convergente 2

(UMESP) 17/05/2016 | 14:00-15:30 – Espaço Convergente 2 29 O machine e inteligência artificial Autor: Fabio
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17/05/2016 | 14:00-15:30 – Espaço Convergente 2 29 O machine e inteligência artificial Autor: Fabio Palamedi
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17/05/2016 | 14:00-15:30 – Espaço Convergente 2 29 O machine e inteligência artificial Autor: Fabio Palamedi
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O

machine e inteligência artificial

Autor: Fabio Palamedi (Doutorando, UMESP)

Esta reflexão procura evidenciar como a evolução das Tecnologias Comtemporâneas de Comunicação combinadas criaram novos agentes que, simulando “aprendizado” fazem emergir questões como inteligência artificial no momento em que estes aplicativos se comportam como se fossem entidades autonomas, que coletam dados, informações, desenvolvem aprendizado, e executam ações sem interefência humana, como um mordomo invisivel que executa os comandos de seu patrão, e que não nos damos conta da sua existência. A existência dessas entidades propõe um novo olhar sobre como nos relacionamos com as máquinas, e estas como se relacionam conosco sob a perspectiva da Comunicação Social.

fantasma na máquina – uma reflexão sobre a relação da comunicação com learning

reflexão sobre a relação da comunicação com learning A automação dos processos de produção da notícia
reflexão sobre a relação da comunicação com learning A automação dos processos de produção da notícia

A automação dos processos de produção da notícia

Autora: Krishma Carreira (Mestranda, UMESP)

Inovações tecnológicas disruptivas possibilitaram uma crescente tecnologização no jornalismo, incluindo a incorporação de automação nos processos de produção de notícia. A automação

é o uso mais extremo da tecnologia até o momento pelo jornalismo. Mas além dos avanços

na área da inteligência artificial, aumentaram também os empregos de outros algoritmos e

de Big Data dentro de algumas organizações jornalísticas. Nossa proposta é analisar o passo

a passo do processo de produção destas noticias pelos agentes de Inteligência Artificial e

verificar quando a presença do jornalista humano é necessária. Também vamos abordar se esta prática pode ser considerada jornalismo de fato e discorrer sobre as implicações positivas e negativas das informações automatizadas tanto para a sociedade, como para as empresas de de mídia, para os jornalistas e para o conteúdo apresentado.

Multi conectividades redimensionam a comunicação contemporânea

Autor: Sebastião C. Squirra (Doutor, Umesp)

A comunicação é um recurso intrínseco à condição humana e por isso, é largamente estudado.

Neste texto trabalhamos com o princípio de que a comunicação na essência se constitui como um processo neurológico que tem sua gênese e nicho de existência no cérebro das pessoas. Assim, a partir das mensagens absorvidas pelos canais da sensibilidade humana, o processo biológico direciona informações para a decodificação e interpretação nesse importante órgão. Nosso estudo tem metodologia baseada em modelo investigativo interdisciplinar, tendo sido centrado em referências bibliográficas e no que já é cientificamente comprovado na neurociência. Dessa forma, e ao cruzar com autores da comunicação indagamos se em determinado momento o acesso aos produtos comunicativos poderá se concretizar no cérebro humano, superando a histórica mediação das mídias físicas.

produtos comunicativos poderá se concretizar no cérebro humano, superando a histórica mediação das mídias físicas.
produtos comunicativos poderá se concretizar no cérebro humano, superando a histórica mediação das mídias físicas.

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GP 10

– 17/05/2016 | 15:30-16:15 – Espaço Multiplataforma

COLING – Grupo de pesquisa Estudos de Comunicação e Linguagem (UMESP)

Coordenação: Elizabeth Moraes Gonçalves (Doutora, UMESP)

O Grupo de pesquisa Estudos de Comunicação e Linguagem – COLING – cadastrado

no CNPq desde 2004, está vinculado à linha de pesquisa Comunicação Institucional e Mercadológica, do programa de pós-graduação stricto sensu em Comunicação social da Universidade Metodista de São Paulo – UMESP. O COLING reúne pesquisadores de várias Universidades brasileiras com o objetivo de refletir sobre as mais importantes teorias oriundas das ciências da linguagem e do discurso, no contexto da Comunicação, promovendo a interlocução entre pesquisadores, em pesquisas, debates e publicações. Em tempos de transformações profundas no cenário comunicacional, com a evolução das tecnologias aplicadas à comunicação e à informação, sobretudo no contexto das mídias sociais digitais, o COLING tem focado no estudo das Narrativas do contemporâneo. As tecnologias que permitem novas formas de construção de conteúdos, propiciam também as interações por meio de ações e/ou reações a partir de demandas que resultam em novas práticas comunicacionais e novos formatos midiáticos, encontrados tanto no jornalismo quanto na publicidade, mas também nos textos das organizações em geral, em contato com seus variados públicos. A visão crítica desse novo fazer comunicacional funda-se na crença de que nem sempre os níveis de interação e os impactos causados nos sujeitos da ação (ou sujeitos em (re)ação) pelas tecnologias promovem a comunicação efetiva, ou seja, o compartilhamento. Portanto a centralidade no sujeito, a valorização do outro nas narrativas, em especial no contexto do consumo, muitas vezes não passa de artifício de aproximação e de recurso argumentativo para atingir objetivos organizacionais e interesses comerciais e/ou ideológicos.

O discurso performativo do consumo: novas circularidades discursivas para publicidade

Autor: Gustavo Moreira Zanini (Doutorando, UMESP)

A incorporação das novas tecnologias no cotidiano implicou em novas possibilidades

de sociabilidade e na emergência de um novo contexto comunicativo. As profundas transformações estruturais na sociedade fazem com que no contemporâneo se consolidem

ambientes que valorizam a participação e a interação, o que força as organizações a adotarem novos padrões discursivos. Numa perspectiva pós-estruturalista, buscamos compreender o funcionamento destes novos processos de circularidade discursiva, especialmente no âmbito do consumo. Apontamos para novas possibilidades na construção do discurso publicitário, que se apoia ao mesmo tempo em que exorta a interação ou a participação - mesmo que estas não signifiquem ação de fato mas apenas uma reação. Observamos que esses novos diálogos apontam para consecução de objetivos simbólicos que se materializam na imersão de um sujeito consumidor num contexto organizacional. E, assim, deflagramos

os novos contratos entre os agentes desta comunicação que atuam de modo a maximizar a

nuance performática dessa experiência.

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GP 10 | COLING – Grupo de pesquisa Estudos de Comunicação e Linguagem (UMESP) 17/05/2016
GP 10 | COLING – Grupo de pesquisa Estudos de Comunicação e Linguagem (UMESP) 17/05/2016

GP 10 | COLING – Grupo de pesquisa Estudos de Comunicação e Linguagem (UMESP) 17/05/2016 | 15:30-16:15 – Espaço Multiplataforma

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Conflitualidades na rede: sujeito/consumidor. sites sociais de reclamação e comunicação corporativa

Autor: Marcelo da Silva (Doutor, UFMA)

As Redes Sociais da Internet geraram novas formas de socialidade e conexão; no que se refere ao universo das relações de consumo, houve considerável amplificação da voz do consumidor para a manifestação de suas decepções com produtos e serviços. Apesar de toda a abertura para a discursivização do consumidor contemporâneo, uma das contradições deste novo cenário, reside no fato de que as trocas e a abertura dos canais de produção e expressão do sujeito nem sempre resultam em mais intercompreensão, respeito mútuo e disposição à negociação de interesses. Nesse sentido, este trabalho discute/problematiza o

universo online como a ágora na qual as conflitualidades entre organizações e consumidores

se materializam em diferentes esquematizações enunciativas, desafiando-nos à construção

de práticas de consumo norteadas pela outridade do outro e da coabitação, a partir de um senso de responsabilidade diante das alteridades, da coletividade próxima e da humanidade.

A interação semântica entre religião e consumo: uma análise do discurso da igreja universal

Autor: Ronivaldo Moreira de Souza (Doutorando, UMESP)

Na sociedade contemporânea, religião e consumo encontram um ponto de intersecção capaz de possibilitar um espaço de trocas semânticas. Nesse espaço, o abismo entre

sagrado e profano dá lugar a pontes que ligam os significados religiosos aos significados dos objetos de consumo. Esse trabalho adota como metodologia a Análise do Discurso de Escola Francesa, investigando como se dá esse processo de troca semântica entre religião

e consumo no discurso da Igreja Universal do Reino de Deus. O corpus selecionado

como objeto desta pesquisa são os testemunhos dos fiéis, e o discurso doutrinário e institucional que a Igreja Universal do Reino de Deus mantém em seu portal na internet:

www.universal.org.

doutrinário e institucional que a Igreja Universal do Reino de Deus mantém em seu portal na
doutrinário e institucional que a Igreja Universal do Reino de Deus mantém em seu portal na

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GP 11 –

17/05/16 | 15:30-16:15 – Espaço Convergente 1

ViDiCa — Cultura Digital Audiovisual (PUCRS)

Coordenação: Roberto Tietzmann (Doutor, PUCRS)

Este grupo tem por objetivo estudar manifestações audiovisuais que tenham as marcas da digitalidade em si, não se detendo nos objetos individualizados mas os considerando como participantes de uma rede de similaridades e diferenças que sedimenta a identidade estética de uma circunstância cultural contemporânea. Assim, entendemos nossos potenciais objetos como: estudos sobre comunicação audiovisual contemporânea tensionada pelas tecnologias digitais; manifestações de informação e entretenimento audiovisual marcados pela digitalidade; perspectivas de rupturas e continuidades em técnicas, processos e estéticas, permitindo inclusive um olhar sobre o desenvolvimento histórico dos objetos estudados. O grupo de pesquisa está sediado no PPGCOM da PUCRS e no primeiro semestre de 2016 investiga relações possíveis entre resolução de imagem e fruição narrativa através de um experimento empírico. Para buscar entender esta relação, o grupo elaborou uma metodologia que consistiu na realização de uma cena utilizando aparelhos de alta definição plena (1080 linhas). Este filmete foi então deteriorado em sua resolução para qualidades de alta definição de base (720 linhas), DVD (480 linhas), VHS SP (240 linhas) e VHS SLP (180 linhas). Até o final do primeiro semestre as diferentes versões serão apresentadas a plateias será aplicado um questionário, acontecendo uma posterior avaliação e análise.

Resolução de imagem e narrativa audiovisual: relato de um estudo em andamento

Autora: Bruna Lopes (Mestranda, PUCRS)

A resolução de uma imagem pode ser definida como a quantidade de linhas e colunas que a compõem. É a principal medida adotada pelos anúncios para indicar uma noção de qualidade com uma relação linear: quanto mais linhas estiverem disponíveis, supostamente, mais detalhada a imagem será e mais desejado isto seria pelo potencial espectador/consumidor. Nesta comunicação questionamos este vínculo entre a resolução da imagem e a fruição da narrativa audiovisual, relatando um estudo empírico em andamento no grupo de pesquisa ViDiCa - Cultura Digital Audiovisual.

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CETVN – Centro de Estudos de Telenovela da ECA-USP
Coordenação: Maria Immacolata Vassallo de Lopes (Doutora, ECA-USP)

Atualmente, o projeto em desenvolvimento pelo Centro de Estudos de Telenovelas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (CETVN-ECA-USP) - Ficção televisiva e fãs online: comunidades, práticas e trajetórias de vida - trabalha com dois objetos de estudo, naturalmente integrados. O primeiro é a temática da produção e recepção transmídia na ficção televisiva ibero-americana e focada pelo Projeto OBITEL, tanto através da rede internacional OBITEL , quanto da rede OBITEL BRASIL , que tem aprofundado estudos temáticos sobre a ficção televisiva no Brasil. O segundo objeto é a temática dos fãs online, abordada em suas práticas e comportamentos e também como audiência que se afigura ativa e produtora de conteúdos nas diversas redes digitais. Essa abordagem incide principalmente sobre a figura do fã coletivo, isto é, as comunidades de fãs nas redes sociais. O estudo é teórico com base empírica e pretende ir além dos estudos de caso que têm caracterizado as pesquisas brasileiras sobre fãs. Ambos os objetos mencionados se reforçam mutuamente dentro da perspectiva de nossos trabalhos dirigida às mudanças e inovações que estão ocorrendo nos espaços de produção, circulação e recepção da ficção televisiva no Brasil e em outros países.

TV Cult no Brasil: memória e culto às ficções televisivas em tempos de mídias digitais

Autora: Clarice Greco (Doutora, ECA/USP)

A

pesquisa tem como o objetivo apresentar parâmetros e avaliações possíveis sobre

o

conceito de TV cult aplicado às ficções televisivas brasileiras, especialmente às

telenovelas. TV cult é uma noção que, com quase nenhuma teoria nacional e pouco consenso entre autores europeus e norte-americanos, refere-se ao caráter específico de determinadas produções ou comportamentos do público, a obras com alto valor ritual ou nostálgico, de conteúdo inovador ou fora do padrão e/ou a programas ou filmes que angariam fãs devotos e fieis. Para atingir o objetivo, a pesquisa reflete sobre o valor ritualístico e de culto da telenovela e investiga os usos do termo cult nas redes sociais, a partir de tweets, de questionário aplicado nas redes e de grupos focais, a fim de saber quais telenovelas são consideradas cult e por quê. Entre os principais resultados, destacamos a possibilidade de diálogo entre os estudos internacionais e os que nascem dentro do contexto televisivo brasileiro; a identificação de ficções consideradas como exemplares de TV cult e, por fim, mas não menos relevante, a crescente importância do senso comum para os estudos dos novos e ampliados conceitos no campo da Comunicação.

a crescente importância do senso comum para os estudos dos novos e ampliados conceitos no campo
a crescente importância do senso comum para os estudos dos novos e ampliados conceitos no campo

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Telenovela e políticas públicas para mulheres no Brasil

Autora: Fernanda Castilho (Doutor, ECA/USP; FATEC)

O principal objetivo dessa pesquisa pós-doutoral é verificar se podemos estabelecer

algum tipo de relação entre as linhas de ação da Secretaria de Políticas para as Mulheres

da Presidência da República (SPM-PR) e as temáticas sociais e ações pedagógicas

presentes nas telenovelas de maior audiência nos últimos 10 anos (2007-2016). Partimos

da hipótese que a telenovela brasileira atua como recurso comunicativo (LOPES, 2009),

capaz de fomentar a discussão de temáticas sociais, entre as quais as femininas, e alavancar ações concretas no âmbito político, ou seja, agindo como política pública de comunicação para mulheres. É essa dimensão educativa que está presente no recurso comunicativo da telenovela brasileira, que dialoga com o público como verdadeiro drama do reconhecimento (MARTÍN-BARBERO, 2003, p.305). Como estratégia metodológica pretendemos construir uma base de dados, tanto com variáveis de forma, como de conteúdo, fundamentada no modelo de codificação proposto no codebook do Observatório italiano GEMMA (GEnder and MEdia MAtter). Como resultados da pesquisa, pretendemos contribuir para o avanço do conhecimento produzido no campo da comunicação sobre a temática telenovela e gênero, unindo teoria e campo empírico no âmbito da análise da telenovela como recurso comunicativo (LOPES, 2009).

Autoria da ficção televisiva brasileira na era transmídia

Autor: Ligia Prezia Lemos (Doutoranda, USP)

Esta pesquisa se propõe a traçar uma história cultural da telenovela brasileira no período compreendido entre os anos de 1951 e 1990, abrangendo, segundo Lopes (2009, p. 37),

as fases sentimental (1951-1967) e realista (1968-1990) deste formato da ficção televisiva.

Para isso, pretende-se trabalhar dentro dos marcos de uma metodologia transdisciplinar, pautada em linhas teóricas dos campos da Comunicação, da História e dos Estudos Culturais – capaz de compreender, a partir de vetores diacrônicos e sincrônicos, como algumas telenovelas do período, além de dialogarem entre si, se inscrevem no contexto sociocultural e escrevem o contexto sociocultural de sua emergência.

História Cultural da Telenovela Brasileira

Autor: Lucas Martins Néia (Mestrando, USP)

Esta pesquisa se propõe a traçar uma história cultural da telenovela brasileira no período compreendido entre os anos de 1951 e 1990, abrangendo, segundo Lopes (2009, p. 37),

as fases sentimental (1951-1967) e realista (1968-1990) deste formato da ficção televisiva.

Para isso, pretende-se trabalhar dentro dos marcos de uma metodologia transdisciplinar, pautada em linhas teóricas dos campos da Comunicação, da História e dos Estudos Culturais – capaz de compreender, a partir de vetores diacrônicos e sincrônicos, como algumas telenovelas do período, além de dialogarem entre si, se inscrevem no contexto sociocultural e escrevem o contexto sociocultural de sua emergência.

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35 GP 12 – 17/05/2016 | 15:30-16:15 – Espaço Convergente 2 DEED – Grupo de
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DEED – Grupo de Pesquisa em Design, Entretenimento e Educação (UAM)
Coordenador: Sérgio Nesteriuk (Doutor, UAM)

O Grupo de Pesquisa - Design, Entretenimento e Educação: Interfaces e Perspectivas- inte-

gra o Centro de Pesquisa em Design da Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Investiga tecnologias, interfaces, linhas de força e formas do Design no audiovisual, games, animações e em transmídia, assim como seus campos expandidos e perspectivas diante de questões es- téticas, retóricas, culturais e sociais. Reúne estudos, pesquisas, projetos e práticas nos campos do entretenimento, da educação, da simulação e do entretenimento educativo (edutainment), podendo incluir questões que tangenciam a sustentabilidade, a responsabilidade social e a acessibilidade, e que favoreçam ainda abordagens e práticas interdisciplinares.

DEED: Games + Arte

Autor: Sérgio Nesteriuk (Doutor, UAM)

Em parceria com o Paço das Artes - instituição da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo – o DEED organizou, entre 22 e 27/4/2106, o evento “Games + Arte” com o objetivo de discutir as interfaces entre os campos dos games e da arte contemporânea. Em sua primeira edição, o evento ofereceu duas mesas temáticas ("Curadoria, Festivais e Políticas para Games" e "Pesquisa e Desenvolvimento de Games nas Artes"), seguida de uma visita monitorada pela exposição “Programando o Visível”, do artista Harun Farocki. Também foram exibidos games experimentais com curadoria especial do BIG (Brazilian Independent Game Festival).

DEED: Grupo de Estudos em Gamificação

Autor: Sérgio Nesteriuk (Doutor, UAM)

O grupo realiza estudos de textos, autores e cases de gamificação, entendida aqui como o

uso de dinâmicas de jogos (não apenas digitais) em situações não concebidas originalmente como jogos. Em nosso entendimento, a gamificação ainda é pensada de maneira limitada - quase sempre como um modelo behavorista baseado em premiações. Uma visão mais am- pla do próprio conceito de jogo e o estudo do game design e de mecânicas de jogos podem trazer contribuições práticas e teóricas significativas para este contexto.

DEED: Projeto Paço 3D

Autor: Sérgio Nesteriuk (Doutor, UAM)

No final de março de 2016, o Paço das Artes teve que ceder o espaço que ocupava na Cidade Universitária na USP. O projeto “Paço 3D” mapeou e está gerando um modelo

tridimensional deste espaço, com previsão de conclusão até julho de 2016. A partir des-

te projeto será desenvolvido, também em parceria com o Paço das Artes, a plataforma

“ExPaço”.

2016. A partir des- te projeto será desenvolvido, também em parceria com o Paço das Artes,
2016. A partir des- te projeto será desenvolvido, também em parceria com o Paço das Artes,

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GP 14 – 17/05/2016 |

16:30-17:15 – Espaço Convergente 1

GEPEDEG – Grupo de Estudo, Pesquisa, Desenvolvimento e Empreendedorismo em Games (FATEC)

Coordenação: Alvaro Gabriele Rodrigues (Especualização, FATEC-CA)

O Grupo de Estudo, Pesquisa, Desenvolvimento e Empreendedorismo em Games da FATEC Carapicuíba tem como objetivo ampliar, difundir e consolidar a cultura gamer entre os grupos de alunos, professores e comunidade da região na qual a faculdade está inserida – a região do Anel Metropolitano de São Paulo, da qual, entre outros municípios, fazem parte Barueri (Alphaville), Santana do Parnaíba, Cotia, Osasco e Itapevi, os quais apresentam ao longo dos últimos anos, uma crescente demanda por novas tecnologias e projetos de inovação. Através de diversas ações, projetos e parcerias que envolvem a área de Jogos Digitais e outras áreas correlatas, como a robótica, este grupo busca aprimorar o desenvolvimento de hardware e software com aplicações que passam pelas áreas da saúde, educação, economia, lazer e entretenimento. Alguns dos nossos projetos foram apresentados na área Campus Future da Campus Party 2016, onde recebemos o prêmio de Universidade Destaque, com seis projetos apresentados, dentre os quais, um simulador veicular modular de baixo custo, um jogo controlado por ondas cerebrais que serve como recurso auxiliar na comunicação entre cuidador e paciente, e um jogo desenvolvido para a Ghost Pyramid, onde a interação é visualizada em holografia e responde a comandos de voz em dispositivos móveis.

O uso do role playing game como recurso auxiliar na superação de fobias através da terapia psicanalítica Autores: Daniel Minoh Giampaulo (Graduando, FATEC-CA), Thiago Jonas de Martino (Graduando, FATEC-CA), Alvaro Gabriele Rodrigues (Especialização, FATEC-CA)

Role Playing Games (RPG), ou jogos de interpretação de papéis, são usados tradicionalmente na criação de aventuras bem estruturadas e personagens consistentes, proporcionando aos jogadores infinitos desfechos narrativos e imersão ficcional a lugares fantasiosos, vivenciando situações e assumindo identidades fictícias. Neste artigo, buscamos evidenciar que, apesar de o RPG ser visto muitas vezes apenas como passatempo ou hobbie, há uma realidade ainda pouco difundida atualmente, onde jovens e adultos com fobias comuns, através da interpretação de papéis e a partir do jogo teatral, monitorados e coordenados por psicólogos, são capazes de converter seus próprios medos em mecanismos psicológicos de superação.

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37 GP 15 – 18/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Futuros Imaginados PIPOL – Projetos Integrados
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GP 15 – 18/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Futuros Imaginados
PIPOL – Projetos Integrados de Pesquisa On-Line (UNESP)
Coordenação: Dorival Rossi, (Doutor, UNESP)

O PIPOL é o resultado da produção do grupo de pesquisadores que atua em projetos de mídias audiovisuais, desenvolvendo experimentação sobre o Design do Virtual e Comunicação Digital de maneira integrada e cooperativa, sob o paradigma do ciberespaço. Nosso Grupo de Estudos aborda as questões filosóficas, científicas, artísticas e tecnológicas dos modos de ser e estar das linguagens digitais cuja perspectiva seja a interatividade entre pessoa-máquina-pessoa. O objetivo principal do PIPOL é constituir-se como mediador criativo e crítico das atividades de ensino, pesquisa e extensão que visem à sistematização e a difusão de produtos de design de audiovisual interativo. Buscamos fazer interagir a construção coletiva do conhecimento e a realização colaborativa de projetos, processos e produtos, dando ênfase à geração de novos saberes e práticas baseados no Design de Relações.

de

compartilhamento

Autores: Lúcia Nobuyasu (Mestranda, UNESP), Dorival Rossi (Doutor, UNESP)

Este artigo analisa e compara três das plataformas existentes de compartilhamento de projetos, que funcionam como tutoriais para o aprendizado e também para o compartilhamento de informação. As plataformas escolhidas são: Instructables, Hackaday e Github. Será feita uma abordagem comparativa onde aplicaremos as seguintes etapas: revisão da literatura, levantamento do objeto de estudo, coleta de dados, registro e quadro comparativo entre as questões estudadas e as características dos conceitos de Chris Anderson em Filosofia Maker e a estrutura de funcionamento de projetos open source, por Eric S. Raymond.

Cultura

maker

e

open

source:

análise

e

comparação

de

plataformas

Estruturas rizomáticas, fabricação digital e as novas formas de pensar, projetas e distribuir objetos em rede

Autores: Rodrigo Malcolm de Barros Moon (Graduando, UNESP), Dorival Campos Rossi (Doutor, UNESP)

Dentro do novo panorama de fabricação pessoal, uma rede criativa e tencológica interliga laboratórios ao redor do mundo para compartilhamento de projetos, ideias e técnicas, configurando um espaço virtual onde operam conectividades sob o preceito de rizomas: os chamados Fab Labs. Neste paradigma de informação compartilhada e design emergente das redes e as novas formas de pensar, projetar e distribuir os objetos em rede são agora características. Este artigo visa traçar paralelos entre o pensamento não-linear e a idéia de diferença em Gilles Deleuze com o panorama da fabricação digital e sistemas Bottom Up.

não-linear e a idéia de diferença em Gilles Deleuze com o panorama da fabricação digital e
não-linear e a idéia de diferença em Gilles Deleuze com o panorama da fabricação digital e

38 GP 15 | PIPOL – Projetos Integrados de Pesquisa On-Line (UNESP) 18/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Futuros Imaginados

A filosofia e organização de um evento: influências e aplicações

Autores: Matheus Barbosa de Moraes (Graduando, UNESP), Luiz Fernando Gandolpho de Mello (Graduando, UNESP), Renan Rabay Rodrigues (Graduando, UNESP), João Ricardo Pesutti (Graduando, UNESP), Julia Yuri Landim Goya (Graduanda, UNESP), Dorival Campos Rossi (Doutor, UNESP)

A organização de eventos para estudantes de Design é desafiadora, principalmente pela cobrança criativa de uma edição para outra: a cada ano um evento diferente. Nas aulas ministradas no curso os alunos têm uma base teórica para projetar soluções grá- ficas e físicas, mas muitas além disso, propor novos problemas a serem solucionados; contudo, muitas vezes se esquecem de aplicar estes a serviços. Pretende-se analisar como os pensamentos de Gilles Deleuze, Hakim Bey e Vilém Flusser construíram, de uma forma diferenciada, os fundamentos e manifesto do evento e como sua aplicação foi feita em termos de infraestrutura e temática.

Briefings, projetos e produtos: como uni-los?

Autores: Matheus Barbosa de Moraes(Graduando, UNESP), Luiz Fernando Gandolpho de Mello (Graduando, UNESP), Renan Rabay Rodrigues (Graduando, UNESP), João Ricardo Pesutti (Graduando, UNESP), Julia Yuri Landim Goya (Graduanda, UNESP), Dorival Campos Rossi (Doutor, UNESP)

Dentro de um currículo fechado, dificilmente se contemplam todas as vertentes que podem ser exploradas em projetos acadêmicos dentro do Design, tanto por alunos como professores. Seja por falta de corpo docente ou tempo dos discentes, surge a necessidade da união de disciplinas projetuais, mas também uma oportunidade de ensino. A intenção neste trabalho é analisar como o mesmo briefing pode ser aplicado de forma transdisciplinar entre todos os alunos de diferentes anos. Algo maior que o conceito em si: uma identidade coletiva e união de saberes extracurriculares em nome do conhecimento adquirido pela experiência de forma criativa e inovadora.

Identidade e senso de pertencimento dentro do curso de design

Autores: Matheus Barbosa de Moraes(Graduando, UNESP), Luiz Fernando Gandolpho de Mello (Graduando, UNESP), Renan Rabay Rodrigues (Graduando, UNESP), João Ricardo Pesutti (Graduando, UNESP), Julia Yuri Landim Goya (Graduanda, UNESP), Dorival Campos Rossi (Doutor, UNESP)

Um dos melhores cursos de Design do país tem um diferencial: uma construção cole- tiva entre discentes e docentes que tem um resultado anual chamado Interdesigners. Acontecendo há vinte anos, sempre organizado por estudantes e para estudantes, tem seu foco em discutir como Design é ensinado e como isso chega até o mercado. Sendo assim, para que isso aconteça é necessário que ex-alunos retornem ao campus para compartilhar suas experiências e construir conhecimento.

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GP 15 | PIPOL – Projetos Integrados de Pesquisa On-Line (UNESP) 18/05/2016 | 10:45-12:15 –
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GP 15 | PIPOL – Projetos Integrados de Pesquisa On-Line (UNESP) 18/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Futuros Imaginados

18/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Futuros Imaginados 39 Interdesigners: um estudo de caso sobre pró atividade
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Interdesigners: um estudo de caso sobre pró atividade

39 Interdesigners: um estudo de caso sobre pró atividade Autores: Matheus Barbosa de Moraes(Graduando, UNESP), Luiz
39 Interdesigners: um estudo de caso sobre pró atividade Autores: Matheus Barbosa de Moraes(Graduando, UNESP), Luiz

Autores: Matheus Barbosa de Moraes(Graduando, UNESP), Luiz Fernando Gandolpho de Mello (Graduando, UNESP), Renan Rabay Rodrigues (Graduando, UNESP), João Ricardo Pesutti (Graduando, UNESP), Julia Yuri Landim Goya (Graduanda, UNESP), Dorival Campos Rossi (Doutor, UNESP)

Dentro de um contexto de queda de produtividade e incentivo dentro das universidades públicas, principalmente entre os alunos, destaca-se o caso do curso de Design do campus de Bauru, onde, por mais de vinte anos, tem se visto a produção interina de eventos realizados de alunos para alunos, com o intuito de disseminar conhecimento, seja ele teórico ou prático, na forma de mesas redondas, oficinas, palestras e atividades paralelas, tendo sempre como intuito atividades de integração entre os discentes, docentes e profissionais da área. Pretende-se explorar as relações que possibilitaram o desenvolvimento de tal tradição.

e profissionais da área. Pretende-se explorar as relações que possibilitaram o desenvolvimento de tal tradição.
e profissionais da área. Pretende-se explorar as relações que possibilitaram o desenvolvimento de tal tradição.

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GP 16 – 18/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Multiplataforma

ACTANTES – Grupo de Pesquisa em Semiótica (UNIFRAN)

Coordenação: Naiá Sadi Câmara (Dioutora, UNIFRAN)

O Grupo de pesquisa Actantes reúne pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação

interessados na ampliação dos conhecimentos sobre a semiótica de linha francesa. A ideia é oferecer um ambiente de estudos e discussões teóricas e metodológicas que possibilite o refinamento da perspectiva de análise dos participantes em relação ao exame da produção de sentido de textos manifestados por diferentes linguagens, permitindo, então, a participação nos eventos científicos nacionais e internacionais da área, o diálogo com outros grupos do mesmo quadro teórico de quadros afins, e o aprimoramento das pesquisas desenvolvidas e, consequentemente, a publicação de livros e artigos em periódicos especializados no Brasil e no Exterior. Esta comunicação apresenta os trabalhos desenvolvidos pelos membros do grupo filiados à linha de pesquisa “Semiótica e mídia”.

Um estudo dos aplicativos do universo ficcional da Turma da Mônica.

Autora: Dayana E. Banharelli, (Graduada, UNIFRAN)

Estetrabalhovisaanalisararelaçãoentreproduçõesaudiovisuaiscontemporâneasemanifestações

artísticas com a educação básica, a partir do estudo de aplicativos educativos produzidos com base

no universo ficcional da Turma da Mônica. Esses novos objetos de aprendizagem apresentam

novas formas de interação e, portanto novas estratégias e práticas de ensino e aprendizagem, e estão cada vez mais inseridos no universo da educação e na realidade de vida das crianças, pois vivemos imersos numa vida cada vez mais multimodal, sincrética e audiovisual.

Uma análise do plano de expressão do programa audiovisual Castelo Rá-Tim-Bum

Autora: Carolina M. de Castro (Mestre, UNIFRAN)

Propomos apresentar uma análise do plano de expressão dos quadros pedagógicos do Programa Castelo Rá-Tim-Bum que trazem conteúdos específicos de matemática, música, artes, história, entre outros. Partimos do pressuposto de que as informações contidas nesses quadros passam a ser mais relevantes, por causa da ênfase na dimensão estésica entre enunciador e enunciatário, que seria causada sobretudo pela estética do texto. Iremos traçar uma análise, levando em consideração a proposta do semioticista Jacques Fontanille, que propõe a integração da situação semiótica ao campo de pertinência da análise dos textos.

Análise da estrutura narrativa e regimes de interação em Assassin´s Creed Revelations

Autora: Jéssica de Amorim Barbosa (Mestranda, UNIFRAN)

Esta comunicação objetiva fazer uma análise dos regimes de interação do jogo Assassin’s Creed Revelations por meio da intersecção entre os pressupostos teóricos da sociossemiótica e o modelo de análise do percurso gerativo, para saber como ocorre a produção e a apreensão de sentido em uma narrativa que é construída em ato.

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GP 16 | ACTANTES – Grupo de Pesquisa em Semiótica (UNIFRAN) 18/05/2016 | 10:45-12:15 –
GP 16 | ACTANTES – Grupo de Pesquisa em Semiótica (UNIFRAN) 18/05/2016 | 10:45-12:15 –

GP 16 | ACTANTES – Grupo de Pesquisa em Semiótica (UNIFRAN) 18/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Multiplataforma

18/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Multiplataforma 41 O Autor: Gilberto Salgado Júnior (Mestrando, UNIFRAN) As
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18/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Multiplataforma 41 O Autor: Gilberto Salgado Júnior (Mestrando, UNIFRAN) As

O

Autor: Gilberto Salgado Júnior (Mestrando, UNIFRAN)

As narrativas transmídias são construídas por textos sincréticos, isso é, textos verbovisuais concebidos pelo design gráfico utilizando de estruturas cromáticas, eidéticas topológicas e materiais gerando assim uma semiose visual com o público. Este trabalho propõe um estudo do texto sincrético que constrói a narrativa transmídia disseminada pela banda Ghost. A banda busca, através desse investimento visual, gerar não apenas aderência com o público, mas também construir um universo narrativo complexo no qaul o divino e o sagrado dão espaço ao malicioso e belicoso.

texto sincrético na construção de universos transmídias

texto sincrético na construção de universos transmídias A apresentação do MEC no ambiente digital Autora: Flávia
texto sincrético na construção de universos transmídias A apresentação do MEC no ambiente digital Autora: Flávia

A apresentação do MEC no ambiente digital

Autora: Flávia F. Granato (Mestranda, UNIFRAN)

Propomos apresentar nesta comunicação a nossa primeira análise referente ao site oficial do Ministério da Educação, partindo de um estudo acerca do plano de expressão desse espaço, com base no modelo de análise greimasiana do texto sincrético proposto por Teixeira (2009, 2014) e nos aspectos do design digital. Considerando que as práticas comunicativas digitais ocorrem em um universo hipersemiotizado, multimodal, híbrido e aberto que estabelecem práticas discursivas em redes de conexões móveis, perguntamo-nos neste trabalho como se configurariam as práticas comunicativas do MEC no ciberespaço, especificamente em seu site oficial.

Eat the Rude: a complexidade narrativa em Hannibal

Autora: Nathalia Martins Quagliato (Graduanda, UNIFRAN)

Este projeto propõe uma análise do seriado americano Hannibal, criado por Bryan

Fuller e exibido pelo canal NBC entre os anos de 2013 e 2015. O objetivo consiste em analisar a construção tanto do personagem como da série, baseados nos pressupostos

da teoria semiótica francesa, e como essas construções diferenciam a série em questão

de outros seriados com características semelhantes à primeira vista.

Futuro on-demand: o modelo narrativo da Netflix pela perspectiva de House of Cards

Autor: Rieri de Oliveira Frugieri (Graduando, UNIFRAN)

A tecnologia molda cada vez mais as formas comunicativas audiovisuais, e com a

popularização das plataformas de streaming, surge a necessidade de criação de um novo formato narrativo que possa se adequar às exigências do telespectador e às novas experiências de interação. O objetivo desta pesquisa é apresentar como se configura esse novo modelo, através da análise de uma de suas produções, House of Cards, analisando o conceito de binge-watching e o impacto que este tem na comunidade de fãs que interagem através de redes sociais, com base nos pressupostos teórico- metodológicos da semiótica francesa e da Comunicação Social.

de redes sociais, com base nos pressupostos teórico- metodológicos da semiótica francesa e da Comunicação Social.
de redes sociais, com base nos pressupostos teórico- metodológicos da semiótica francesa e da Comunicação Social.

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GP 17 – 18/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Convergente 1

GEMS – Grupo De Estudos em Games, Educação, Mídia e Sentido (UNESP)

Coordenação: Antônio Francisco Magnoni (Doutor, UNESP), Janaina Leite de Azevedo (Mestranda, UNESP)

O Grupo de Estudos GEMS – Game, Educação, Mídia e Sentido foi criado em setembro de 2015 com a finalidade de promover atividades de Estudos e Produção de Jogos Digitais, bem como seus desdobramentos nas áreas de Educação, Mídia e Semiótica, de forma interdisciplinar abrangendo alunos da graduação, bem como alunos da pós-graduação do PPGMiT – Programa de Pós-Graduação em Mídia e Tecnologia, com pesquisas afins com o tema. As atividades são promovidas por alunos da pós-graduação, líderes de grupo, e abrangem alunos da graduação e profissionais do mercado de Games, além de alunos de graduação de Comunicação Social, Artes e Design, e outros alunos de pós- graduação cujas pesquisas têm correlação com a temática.

Oficinas de produção de protótipos e jogos digitais de narrativas interativas do tipo visual novels

Autores: Janaina Leite de Azevedo (Mestranda, UNESP), Bárbara Cristina Meireles Alves (Graduanda, UNESP), Antônio Francisco Magnoni (Doutor, UNESP)

As Oficinas de Produção de Protótipos e Games de Narrativas Interativas tratam-se de atividade realizada por e entre alunos da graduação e da pós-graduação, a fim de produzir games e visam estabelecer uma equipe com membros capazes de realizar as atividades de criação de roteiros, game design, level design, criação de cenários e personagens, ilustração e arte-finalização, programação e montagem de protótipo, finalização do produto entregável e, por fim, disponibilização ao público.

Levantamento e pesquisa sobre a motivação para a produção de jogos digitais em equipes independentes

Autores: Caio José Ribeiro Chagas (Mestrando, UNESP), Gabriela Moraes Montoro (Graduanda, UNESP), Antônio Francisco Magnoni (Doutor, UNESP)

Atividade realizada a fim de determinar quesitos de motivação que se dão no âmbito da produção dos jogos e como isso flui até o usuário final, o jogador. Trata-se de pesquisa aplicada sobre a produção de uma variedade de jogos, em integração com grupos independentes que já promovem tais levantamentos por meio de questionários de acompanhamento periódicos, voltados para a determinação de processos motivacionais intrínsecos e extrínsecos à produção dos jogos digitais em questão.

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GP 17 | GEMS – Grupo De Estudos em Games, Educação, Mídia e Sentido (UNESP)
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GP 17 | GEMS – Grupo De Estudos em Games, Educação, Mídia e Sentido (UNESP) 18/05/2016 | 10:45-12:15 – Local: Espaço Convergente 1

18/05/2016 | 10:45-12:15 – Local: Espaço Convergente 1 43 Pesquisas documentais sobre a contextualização e o
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Pesquisas documentais sobre a contextualização e o conceito de vídeo interativo em contraposição ao jogo digital

Autores: Amanda de Castro Melo Souza (Mestranda, UNESP), Janaina (Mestranda, UNESP), Antônio Francisco Magnoni (Doutor, UNESP)

Trata-se de atividade realizada a fim de criar um corpus bibliográfico e documental a ser estudado e explorado em conjunção com as atividades do Laboratório de Audiovisual do PET-RTV, no sentido de determinar o escopo de atuação e produção tanto de vídeos interativos, quanto de jogos digitais, o que delimita os primeiros e os diferencia dos segundos, e sua contextualização dentro do audiovisual. São desenvolvidas por um grupo, de modo a apresentar levantamentos e bibliografias que possam ser para leitura, estudos, discussões e aplicação em games e audiovisual interativo.

Leite de Azevedo

Visual novel como gênero de audiovisual interativo e educativo

Autores: Janaina Leite de Azevedo (Mestranda, UNESP), Antônio Francisco Magnoni (Doutor, UNESP)

Os jogos digitais do tipo Visual Novel, que são games de ficção interativa caracterizados principalmente por gráficos estáticos ou por pouquíssimas animações que utilizam estéticas de anime ou de mangá, HQs e Comics. São de grande importância midiática, uma vez que podem ser considerados um desdobramento digital dos chamados livros- jogos, principal influência para a produção dos jogos de aventura e fantasia, produtos de entretenimento contemporâneos responsáveis pelo grande interesse dos produtores de séries e pelas franquias audiovisuais. Trataremos ainda das formas de suportes originais e contemporâneos, questões de jogabilidade dos games, de narratividade, interatividade e não-linearidade de cada produto.

contemporâneos, questões de jogabilidade dos games, de narratividade, interatividade e não-linearidade de cada produto.
contemporâneos, questões de jogabilidade dos games, de narratividade, interatividade e não-linearidade de cada produto.

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GP 18 – 18/05/2016 | 10:45-11:30 – Espaço Convergente 2

Série Clube (UFF)

Coordenadores: Afonso de Albuquerque (Doutor, UFF), Melina Meimaridis (Mestranda, UFF)

O Série Clube surgiu através da união de alunos de graduação do curso de Estudos de Mídia e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFF sob a coordenação do professor Afonso Albuquerque no ano de 2012. A iniciativa veio da demanda de ampliar espaços de discussão sobre ficções seriadas no ambiente acadêmico diante do crescente interesse do público - dentro e fora da academia - por esses produtos. O Série Clube surge então neste contexto tendo como principal finalidade analisar e discutir séries sob um prisma diferente do usual, agregando o conhecimento acadêmico à experiência das pessoas que consomem estes produtos. Para isso, buscamos abranger em nossas reflexões todo o circuito que compõe o universo das séries, desde suas estratégias de divulgação e criação, até as ações dos fãs diante de tais produtos midiáticos. O grupo inclui 40 pessoas, entre professores e alunos de doutorado e mestrado do PPGCOM, além de alunos de graduação, majoritariamente do curso de Estudos de Mídia, mas também de Produção Cultural, Cinema e outros cursos.

Binge-Watching is The New Black: as novas formas de espectatorialidade no consumo de ficção seriada televisiva

Autora: Mayka Castellano (Doutora, UFF)

Neste artigo, discutimos o impacto das novas tecnologias de distribuição do conteúdo televisivo nas práticas de consumo de séries. A partir de uma pesquisa qualitativa realizada com fãs de séries originais do Netflix, avaliamos a questão da espectatorialidade associada à recepção de ficção seriada em um contexto marcado pela prática do binge-watching (assistência de vários episódios em sequência). Analisamos, dessa forma, as transformações verificadas na fruição das séries televisivas em serviços de streaming, a partir da noção de autonomia do espectador, que, nesse tipo de serviço, não precisa lidar com o tradicional cadenciamento oferecido pelas emissoras.

“Smile or go to jail”: estética de distorção temporal e complexidade narrativa em How to Get Away With Murder

Autores: Melina Meimaridis (Mestranda, UFF), Daniel Rios (Graduando, UFF)

Neste artigo, aprofundamos a questão da complexidade narrativa (MITTELL, 2006) nas séries ficcionais televisivas, á luz da estética de distorção temporal (BOOTH, 2011). Analisamos, portanto, a construção da estrutura narrativa da primeira temporada de How To Get Away With Murder, tendo em vista especificamente o contraste entre as lógicas melodramáticas da série e a construção de uma narrativa complexa e sofisticada através da utilização de recursos temporais como flashbacks e flashforwards. Interessa-nos enquanto objeto reflexão como essa estética promove um maior grau de complexidade a estrutura ficcional seriada televisiva.

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GP 18 | Série Clube (UFF) 18/05/2016 | 10:45-11:30 – Espaço Convergente 2

Spoiler alert!: uma pesquisa quali-quantitativa sobre o consumo de spoiler de ficção seriada

Autora: Thaiane Oliveira (Doutora, UFF), Caio Melo (Graduando, UFF)

A proposta deste artigo é realizar uma pesquisa quantitativa-descritiva, sobre os modos de consumo de spoilers, tendo como foco a ficção seriada. Para tanto, será desenvolvido um questionário misto, a fim de compreender de que maneira a reconfiguração da audiência sobre os modos de consumo de produções audiovisuais seriadas tem influenciado os processos de circulação e consumo de spoilers. Assim, esta pesquisa se subdividirá nas seguintes ênfases: a relação entre produção e consumo de spoilers em múltiplas plataformas; o consumo voluntário e involuntário de spoilers e tipologias possíveis; estética do spoiler e as reações emocionais de seus consumidores.

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GP 19 – 18/05/2016 |11:30-12:15 – Espaço Convergente 2

Estudos de Conteúdos Digitais Interativos e Transmidiáticos (UCB)

Coordenação: Alexandre Kieling (Doutor, UCB)

O processo em curso de digitalização das mídias, como já se tem dito, nos apresenta um

cenário diverso daquele analógico que norteou as pesquisas sobre televisão no campo da comunicação. Vivemos mais de uma década de um processo de convergência de mídias não apenas dos suportes, mas também dos conteúdos. Um movimento relativamente gradual, mas em fluxo continuo, que decorre da digitalização dos meios de produção

e de distribuição de conteúdos e que, por sua vez, vem configurando essas novas

dinâmicas, tanto nas relações entre produtores e receptores quanto nos textos que desta resultam. Compreender esse fenômeno em curso e participar da sua processualidade experimentando essa fluidez que escapa da grade de programação que enformava (e ainda o faz) o conteúdo televisivo no paradigma analógico, entendemos, é um desafio hoje constante na investigação das ciências da comunicação. Assim, o presente projeto propõe ações de pesquisa dos processos de produção de conteúdos digitais e de desenvolvimento de produtos audiovisuais a partir de narrativas transmidiáticas e interativas destinadas à circulação em TV Digital, IPTV e recepção em suportes móveis. Uma perspectiva que tem como horizonte a produção de conhecimento e a atualização, mesmo a reconfiguração de modelos metodológicos de pesquisa contemplando primeiramente as dinâmicas de produção, mas também de recepção. Vislumbra-se ainda a formação de recursos humanos, o desenvolvimento de novos formatos.

Aplicativo de saúde: análise empírica da criação de conteúdo para a TV digital

Autores: Alexandre Kieling (Doutor, UCB), Amanda Rodrigues (Mestranda, UCB), Diogo Caetano Garcia (Doutor, UNB), Élida Borges Rodrigues (Mestranda, UCB), Jhéssika Almeida da Silva Alves (Graduanda, UCB), Kênia Freitas (Doutora, UCB), Robson Borges Dias (Doutor, UCB), Victor Márcio Laus Reis Gomes (Doutor, UCB), Watson Odilon Pereira de Faria (Mestrando, UCB)

O artigo analisa o aplicativo Healthcare a partir dos testes de recepção com usuários. O aplicativo desenvolvido em 2015 por uma equipe da Universidade Católica de Brasília fornece informações sobre doenças e alguns dos serviços do Sistema Único de Saúde, para um usuário brasileiro padrão e também oferece a opção de interatividade entre o seu conteúdo e dispositivos móveis. O objetivo é o de comparar a proposta inicial do aplicativo com o uso efetivo deste. A análise pensará a TV Digital a partir das suas características convergentes e transmidiática (Henry Jenkins) e do fenômeno hipertelevisivos dos seus conteúdos (Carlos Scolari).

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47 GP 20 – 18/05/2016 | 14:00-16:15 – Espaço Futuros Imaginados CRIA_CIBER – Criação e
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GP 20 – 18/05/2016 | 14:00-16:15 – Espaço Futuros Imaginados
CRIA_CIBER – Criação e Ciberarte (UFG)
Coordenação: Edgar Franco (Doutor, UFG)

O grupo de pesquisa “Criação e Ciberarte”(CRIA_CIBER) é coordenado por Edgar Franco, professor permanente do Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual da Faculdade de Artes Visuais da UFG. Ele envolve pesquisadores da Universidade Federal de Goiás e de outras instituições do país como Unesp, Unimesp e Fiocruz

(RJ). Entre os objetivos gerais do grupo estão a análise dos processos e procedimentos criativos envolvidos na geração de poéticas contemporâneas de base tecnológica e/ou transmidiática destacando os múltiplos processos de convergência midiática e suas implicações estéticas e poéticas; e o desenvolvimento prático de poéticas artísticas tecnológicas e/ou transmidiáticas. Também o estudo das relações entre o transumano,

o pós-humano, a tecnognose e as artes, e das linguagens intermídia e narrativas

transmídia, envolvendo a prática artística em linguagens múltiplas e suportes diversos como: HQtrônica, histórias em quadrinhos, HQforismo, animação, vídeo e animação interativa, gamearte, web arte, instalação interativa, música digital, cinema expandido, performance multimídia, arte robótica, arte computacional, arte telemática, artes das realidades virtuais, arte da telepresença, bioarte, vida artificial, e ficção científica.

Os hqforismos no contexto do universo ficcional da aurora pós-humana

Autora: Danielle Barros Fortuna (Doutoranda, IOC-Fiocruz)

A Aurora Pós-Humana é um universo ficcional transmídia criado por Edgar Franco -

coordenador do grupo de pesquisa "Criação e Ciberarte"(UFG) - que ambienta criações

em múltiplos suportes. No contexto desse universo ficcional surgiram os HQforismos, um subgênero de quadrinhos poético-filosóficos que mixa desenho e textos aforísticos (BARROS; FRANCO, 2013). Além da publicação em redes sociais digitais, os HQforismos têm gerado revistas e fanzines com temáticas ligadas ao pós-humanismo,

à reconexão com gaia, degradação planetária, tecnognose e transcendência. Uma das

personagens de destaque nesse contexto é Sibilante, que já serviu de base para uma revista e 8 fanzines de HQforismos.

personagens de destaque nesse contexto é Sibilante, que já serviu de base para uma revista e
personagens de destaque nesse contexto é Sibilante, que já serviu de base para uma revista e

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GP 21 – 18/05/2016 | 15:00-16:15 – Espaço Multiplataforma

COMUNICA – Inscrições Linguísticas na Comunicação (UFSCar)

Coordenação: Luciana Salazar Salgado (Doutor, UFSCar)

Fórum permanente sobre objetos discursivos característicos do período técnico-científico informacional, isto é, de uma conjuntura altamente tecnificada, na qual se instaura a hegemonia do conhecimento científico, que é fartamente distribuído por mediações editoriais variadas, em fluxos intensificados – no que tange tanto aos conteúdos informados quanto às estruturas formais que os dispersam, também elas informacionais. Com essa orientação, o grupo se interessa fundamentalmente pelos processos de criação e edição, com suas mediações constitutivas. Seus trabalhos são sobre: (i) diversas escritas profissionais e processos de edição, visando compreender polo da emissão e polo da recepção como lugares discursivos correlatos; (ii) materialidades do discurso literário, visando estudar a produção, a circulação e as obras derivadas.

Mídium e gestão dos espaços canônico e associado nas plataformas de leitura wattpad e widbook

Autora: Amanda Aparecida Chieregatti (Mestranda, UFSCar)

Considerando a história do livro desde antes da invenção de Gutenberg (CHARTIER, 1998), nota-se uma tendência atual para o percurso inverso: o livro precisa sair da tela para o papel para ser legitimado. Com essa hipótese, buscamos explorar o conceito de livro (RIBEIRO, 2011) para discutir o de discurso literário, delimitando como objeto duas plataformas de leitura, Wattpad e Widbook, as quais permitem que o escritor seja responsável pela gestão do que produz. Buscamos observar a influência do mídium (MAINGUENEAU, 2011) no modo como o material é recebido, bem como a relação entre os espaços canônico e associado (MAINGUENEAU, 2012).

Circulação do livro literário: o entrelugar de Dois Irmãos

Autora: Claudia Maria de S. Pereira (Mestranda, UFSCar)

Com base na análise do discurso de linha francesa de Dominique Maingueneau (2001, 2014), apresentamos um estudo sobre modos de circulação do livro literário a partir do conceito de paratopia criadora, base para o estudo do funcionamento da autoria. Nosso corpus aponta para a circulação – e os valores – do livro Dois Irmãos, de Milton Hatoum, que emergem de práticas discursivas tanto do campo literário (cânone) quanto dos meios de comunicação.

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GP 21 | COMUNICA – Inscrições Linguísticas na Comunicação (UFSCar) 18/05/2016 | 14:00-16:15 – Espaço
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GP 21 | COMUNICA – Inscrições Linguísticas na Comunicação (UFSCar) 18/05/2016 | 14:00-16:15 – Espaço Multiplataforma

18/05/2016 | 14:00-16:15 – Espaço Multiplataforma 49 O ethos discursivo implicado nas metodologias de pesquisa
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O ethos discursivo implicado nas metodologias de pesquisa de opinião

implicado nas metodologias de pesquisa de opinião Autora: Daniela Maria dos Santos Fernandes (Graduanda,
implicado nas metodologias de pesquisa de opinião Autora: Daniela Maria dos Santos Fernandes (Graduanda,

Autora: Daniela Maria dos Santos Fernandes (Graduanda, UFSCar)

Daniela Maria dos Santos Fernandes (Graduanda, UFSCar) Considerando o conturbado cenário político das eleições

Considerando o conturbado cenário político das eleições presidenciais

medida alimentado pelas pesquisas eleitorais, e a expansão de pesquisas no universo do marketing (plataformas survey), entendemos a necessidade de investigar como as relações sociais e o material linguístico estão implicados nas metodologias de pesquisa de opinião. Sob a noção de ethos discursivo de Dominique Maingueneau, nossa hipótese é de que, por mais que se pretenda “neutralidade” nessas pesquisas, a própria composição dos formulários delimita lugares e condiciona interlocutores. O corpus é constituído de questionários de plataforma survey e pesquisa de opinião eleitoral, do instituto Ibope de Inteligência.

de 2014, em boa

Humor na cibercultura: os textos de Tutty Vasques

Autor: Diogo Chagas (Mestrando, UFSCar)

A velocidade na distribuição da informação, em um meio técnico-científico-informacional

(SANTOS, 2012), impõe inúmeras formas de sua assimilação e reprodução, que assume

sentidos variados, uma vez na rede de discursos. A cibercultura, fenômeno social ligado

à internet e à comunicação em rede, potencializa a multiplicação dessa informação.

Com isso, nos interessa observar uma forma de materialização linguística do discurso:

o humor. Para este trabalho, atentamo-nos a um material específico, os textos de Tutty Vasques, que intencionam produzir humor dessa quantidade de informações, de “tudo o que não interessa [e que] está aí ao nosso alcance” (VASQUES, 2015).

Mediação editorial e ethos discursivo: uma análise da construção de personagens na coleção Snoopy

Autora: Fernanda Carvalho (Graduando, UFSCar)

Esta pesquisa analisa processos de edição, focalizando a construção de personagens como criação de ethos discursivo, tendo como corpus a coleção SNOOPY que provêem das tirinhas de jornal Peanuts, de Charles Schulz. O foco da pesquisa é a personagem, Patty Pimentinha, referida sempre por sua amiga Marcie como senhor, em inglês sir, que sofreu um processo de edição em um dos livros da coleção analisada pelo qual a tradução brasileira para a personagem citada passou a ser meu, uma gíria paulistana. Esse é um problema da ordem da mediação editorial que teve grande influência dos meios de comunicação e circulação.

Interatividade digital: estudo de caso de um portal de professores de português para estrangeiros

Autora: Helena Boschi (Doutoranda, UFSCar)

Nesta apresentação faremos considerações sobre o Portal de Professores de Português Língua Estrangeira (PPPLE) e focaremos na ausência de interação entre seus usuários, o que constituía a base de sua proposta. Nossa hipótese é a criação de uma comunidade “artificial”, cujos participantes

a base de sua proposta. Nossa hipótese é a criação de uma comunidade “artificial”, cujos participantes
a base de sua proposta. Nossa hipótese é a criação de uma comunidade “artificial”, cujos participantes

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não compartilham das práticas ali propostas; forjou-se um instrumento que não foi construído com os usuários, mas para eles, conforme imaginários de seus idealizadores. Isso aponta a importância das práticas e dos pertencimentos para a constituição das comunidades, e atesta a força simbólica dos livros, objetos editoriais chancelados por editoras, nos imaginários de professores e alunos.

Comunicação científica e ritos de edição

Autora: Letícia Moreira Clares (Mestranda, UFSCar)

A atual constituição do discurso científico, caracterizado pelo produtivismo, configura-se

em meio a políticas de incentivo à publicação com vistas à internacionalização. Dadas as

possibilidades da comunicação em rede postas pela cibercultura, os periódicos científicos têm se destacado como dispositivos comunicacionais que mobilizam uma parcela significativa do mercado editorial, demandando aos processos de tratamento editorial

de textos novos expedientes. Interessam-nos, assim, as atividades compreendidas como

mediação editorial em periódicos, dado o funcionamento das comunidades discursivas

nesse meio de escrita acadêmica, balizado por diretrizes de regulamentação da produção,

da circulação e do consumo de bens e serviços editoriais na comunicação científica.

Produção de objetos culturais nos ritos genéticos editoriais

Autora: Luciana Rugoni (Doutoranda, UFSCar)

A conjuntura do mercado editorial atual pressupõe significativa demanda quanto

à multiplicação de títulos, autores e leitores, atrelada, inclusive, à cultura digital. Estabelecem-se, assim, novas relações de trabalho, permitindo novas demandas

na produção e circulação de objetos culturais. Logo, ao refletirmos sobre processos

de intervenção na materialidade linguística destinada à circulação pública, parece essencial compreender a mobilização de vários atores, estabelecendo relações entre lugares, práticas e memórias na atividade “de coxia” chamada revisão de textos. Conduziremos tal investigação mobilizando a abordagem discursiva de Maingueneau (2008), que, segundo o aporte convocado, é base da noção de ritos genéticos editoriais (SALGADO, 2007).

Ritos genéticos editoriais: normas e técnicas

Autora: Luciana Salazar Salgado (Doutora, UFSCar)

Os ritos genéticos editoriais implicam criação, edição e consumo de textos destinados à

circulação pública. Da perspectiva em que se assenta este programa de pesquisa, trata-

se

de abordar os objetos editoriais como pontos de conjunção de materiais linguísticos

e

aspectos institucionais – por definição históricos, socialmente organizados e

ideologicamente instituídos. Interessa examinar como aí se definem os rebatimentos que mostram como estão inextricavelmente implicadas as normas e as técnicas mobilizadas

nos ofícios da escrita e da leitura; noutros termos, como normas e técnicas delineiam tudo

o que se dá a ler numa dada comunidade discursiva, especificamente, numa organização socioespacial, mais
o
que se dá a ler numa dada comunidade discursiva, especificamente, numa organização
socioespacial, mais amplamente.
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Ciência aberta: a revolução do acesso à informação por uma análise discursiva

do acesso à informação por uma análise discursiva Autora: Marina Delege (Graduada, UFSCar) Dada a importância
do acesso à informação por uma análise discursiva Autora: Marina Delege (Graduada, UFSCar) Dada a importância
do acesso à informação por uma análise discursiva Autora: Marina Delege (Graduada, UFSCar) Dada a importância
do acesso à informação por uma análise discursiva Autora: Marina Delege (Graduada, UFSCar) Dada a importância
do acesso à informação por uma análise discursiva Autora: Marina Delege (Graduada, UFSCar) Dada a importância

Autora: Marina Delege (Graduada, UFSCar)

Dada a importância do acesso à informação e o modo como sua divulgação é controlada, este trabalho tem como objetivo abordar discursivamente a expressão Ciência Aberta, apoiando-se nos postulados teóricos de Dominique Maingueneau, através de um corpus formado por textos de importantes instituições como o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), que desde os anos 1990 se mobilizava para enfrentar as dificuldades sociais na luta pela democratização da comunicação, e a Revista FAPESP, publicada por uma das mais importantes agências de fomento à pesquisa e que, sobretudo, busca divulgar os resultados da produção científica e tecnológica brasileira.

Dos sons aos saraus: a poética "Spoken Word" de Ni Brisant

Autor: Pedro Alberto Ribeiro Pinto (Mestrando, UFSCar)

Membro integrante do grupo de poetas paulistanos Clube Atlético Passarinheiro, o poeta Ni Brisant mobiliza para a constituição de suas obras diferentes gêneros discursivos e mídiuns. A partir de uma perspectiva enunciativo-comunicacional da Análise do Discurso, este trabalho visa à descrição e a interpretação das continuidades e rupturas que se estabelecem entre as diferentes formulações materiais do trabalho poético como respzondentes a um regime semântico particular em que uma cenográfia própria do espaço íntimo e privado se constitui em tensão com uma presença pública e em materialidades de amplo alcance.

do espaço íntimo e privado se constitui em tensão com uma presença pública e em materialidades
do espaço íntimo e privado se constitui em tensão com uma presença pública e em materialidades

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GP 5 –

17/05/2016 | 10:30-12:15 – Espaço Convergente 2

Documentário, Realidade e Semiose (UFMS)

Coordenação: Hélio Augusto Godoy-de-Souza (Doutor, UFMS)

Criado em 2005, realiza documentários científicos; investiga aspectos semióticos da representação da realidade nos documentários; utiliza como referenciais teóricos:

a Semiótica de Charles Sanders Peirce, a Teoria do Umwelt de Jacob von Uexkül, o Cognitivismo, a Filosofia Realista e as Teorias Realistas do Cinema. A partir de 2006, com apoio do CNPq e da FUNDECT, avança nos estudos da tecnologia e linguagem do documentário estereoscópico 3d; em 2009, finaliza a implantação do Laboratório de Pesquisa em Imagem e Som, ligado ao Curso de Artes Visuais e ao Mestrado em Linguagens; produzindo a partir de então: 08 TCCs; 02 Iniciações Científicas; 05 Dissertações de Mestrado; além da produção dos seguintes filmes: A Poeira (2007), O Lago 3D (2009) e Hidrochoeruspaedia 3D (2013). Em 2011 e 2012 integra o grupo de trabalho internacional do beyond 3D festival (ZKM / HfG), em Karlshure, Alemanha; em 2013, por razões institucionais, o grupo encerra suas atividades laboratoriais. Em 2014 o grupo retomou suas atividades, integrado ao Curso de Jornalismo e ao Mestrado em Comunicação. Atualmente desenvolve a pesquisa teórica incidência da estética realista na imagem estereoscópica, que dá guarida às atividades de pesquisa na Graduação em Jornalismo e no Mestrado em Comunicação.

Ação governamental pró-audiovisual: teoria e prática do dirigismo cultural

Autor: Hélio Augusto Godoy-de-Souza (Doutor, UFMS)

O trabalho analisa os editais, Chamadas Públicas – PRODAV – de dezembro/2014 (EBC/ ANCINE), para utilização de recursos públicos arrecadados pelo CONDECINE como apoio à realização de obras audiovisuais seriadas ou não. A análise crítica é dada ao direcionamento dos interesses temáticos, expressos nos editais, de cunho sociológico, típico daquilo que é observado na história do documentário brasileiro e em consonância com linhas programáticas culturais de partidos da esquerda brasileira. Tal constatação demonstra ação objetiva do governo federal, feita no cenário cultural brasileiro, de “Dirigismo Cultural”, entendido como a obrigatoriedade de desenvolvimento de determinados temas e abordagens para obter-se financiamento para produção audiovisual.

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53 GP 22 – 18/05/2016 | 14:00-16:15 – Espaço Convergente 1 GEA – Grupo de
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GEA – Grupo de Estudos Audiovisuais (UNESP)
Coordenação: Ana Silvia Lopes Davi Médola (Doutora, UNESP)

O Grupo de Estudos Audiovisuais - GEA agrega pesquisas sobre a linguagem, a estética e os modos de produção e consumo audiovisual na contemporaneidade. Os projetos estão voltados à análise das transformações decorrentes da digitalização e suas implicações nas formas expressivas e modos de circulação destes conteúdos. A ênfase das investigações recai sobre a comunicação audiovisual em bases tecnológicas convergentes que regem os processos de criação, produção e disponibilização, impulsionados pela multiplicação dos dispositivos de recepção em um ambiente midiático pautado pela conectividade e interoperabilidade. As inovações capazes de forjar novas visualidades, fluxos alternativos de visibilidade engendrados pela comunicação ubíqua e novas formas de interações sociais em redes colaborativas constituem o foco atual das pesquisas em desenvolvimento no GEA.

“Ao vivo” na Internet: a transmissão direta de conteúdos audiovisuais pelo Youtube

Live e Periscope

Autor: Bruno Jareta de Oliveira (Mestre, UNESP)

A transmissão direta de som e imagem sincronizados e em tempo real, vista como

característica por excelência da televisão, tem sido cada vez mais utilizada na internet. Mais que um canal de distribuição, a internet oferece diferentes possibilidades a este tipo de audiovisual. Esta pesquisa, desenvolvida no Grupo de Estudos Audiovisuais, pretende compreender as especificidades da transmissão “ao vivo” pela internet

e, para isso, serão investigados o aplicativo Periscope e o recurso de transmissão do

Facebook. Espera-se identificar as características da transmissão direta pela internet e suas distintas possibilidades quando comparadas com as da TV.

O videoclipe interativo: em busca de uma maturidade expressiva

Autor: Carlos Henrique Sabino Caldas (Doutorando, UNESP)

A pesquisa desenvolvida no Grupo de Estudos Audiovisuais (GEA), na linha de

pesquisa “linguagem audiovisual em plataformas digitais: estética e conteúdo”, analisa o videoclipe interativo com ênfase na problematização do sincretismo de linguagens, modos de fruição e práticas de interação no processo comunicativo. O referencial teórico e metodológico será o da semiótica das interações de Eric Landowski e dos estudos da semiótica do audiovisual.

e metodológico será o da semiótica das interações de Eric Landowski e dos estudos da semiótica
e metodológico será o da semiótica das interações de Eric Landowski e dos estudos da semiótica

54 GP 22 | GEA – Grupo de Estudos Audiovisuais (UNESP) 18/05/2016 | 14:00-16:15 – Espaço Convergente 1

Da sala de estar à Social TV: a experiência coletiva da televisão

Autora: Elissa Schpallir Silva (Doutoranda, UNESP)

Se a possibilidade de disponibilizar, na internet, conteúdo audiovisual lança questionamentos sobre a definição e identidade da televisão, há elementos que marcam a história do meio, sendo um deles o aspecto social. Seja através da audiência coletiva em locais públicos, quando a TV era ainda novidade, seja através da segunda tela, as práticas de sociabilidade reconfiguram-se e reafirmam-se, caracterizando a experiência televisiva como essencialmente coletiva. Busca-se identificar a maneira como o enunciador reforça esse sentido de presença e coletividade, através da análise de programas televisivos que incentivam a utilização da segunda tela para falar sobre o conteúdo exibido na tela.

A influência do público no conteúdo televisual: dos grupos de discussões às mídias sociais

Fernando Araújo Velosa (Graduanda, UNESP), Henrique da Silva Pereira (Mestrando, UNESP)

Na perspectiva da utilização de “mídias sociais” de forma participativa, por parte do usuário, simultaneamente ao fruir televisivo, busca-se nesta pesquisa desenvolvida no Grupo de Estudos Audiovisuais (GEA-Unesp/Bauru) identificar e analisar a utilização de redes sociais onlines como instrumentos de análise de audiência de forma qualitativa por parte da emissora, aliando-se aos medidores tradicionais. Bem como, perceber a forma como o usuário se identifica e é estimulado a participar virtualmente nas social media.

Programas de auditório: estratégias de promoção e identidade

Autora: Jaqueline Schiavoni (Doutora, UNESP)

O trabalho tem por objetivo apresentar as principais estratégias de promoção e, consequentemente, de criação de identidade utilizadas pelos programas de auditório em suas vinhetas de abertura. A análise integra produções de diferentes emissoras da televisão aberta do país, comparando-as e avaliando como as características em torno do gênero a que pertencem e o formato em que se desenvolvem são contempladas em cada caso. Para tanto, lança-se mão do instrumental teórico da semiótica francesa.

Inovação em televisão universitária: desafios e perspectivas sob a ótica das interações sociais

Autora: Mariane Frascareli Leslis (Mestranda, UNESP)

Desenvolve-se no GEA, grupo de estudos em audiovisual, a pesquisa que pretende analisar o ecossistema midiático no qual a TV Unesp está inserida, buscando identificar demandas de inovação que mantenham a sustentabilidade no campo público de televisão no Brasil. Diante desses desafios, com o aporte teórico-metodológico da

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GP 22 | GEA – Grupo de Estudos Audiovisuais (UNESP) 18/05/2016 | 14:00-16:15 – Espaço
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sociossemiótica com ênfase na semiótica das interações sociais, o trabalho pretende entender como são construídas as relações de interação entre a TV Unesp e seus públicos, analisando como essa emissora de televisão se estrutura internamente e como ela se posiciona no âmbito da comunicação pública.

como ela se posiciona no âmbito da comunicação pública. O desafio da publicidade contemporânea: as relações
como ela se posiciona no âmbito da comunicação pública. O desafio da publicidade contemporânea: as relações
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O

desafio da publicidade contemporânea: as relações de comunicação e as práticas

de

vida dos consumidores

Autora: Natália Azevedo Coquemala (Mestranda, UNESP)

A linguagem publicitária está fortemente presente no cotidiano dos consumidores, direta

e indiretamente, seja pelos tradicionais meios de comunicação ou até mesmo gerando experiências mais concretas aos destinatários e, assim, expondo-os progressivamente ao consumo. Desta maneira, a proposta é entender como os profissionais estão atuando nessa nova forma de fazer publicidade, de impor tendências de consumo e adentrar as práticas de vida do consumidor.

A construção discursiva na ficção televisiva: o “projeto caixa cênica” na telenovela a

regra do jogo

Autor: Thiago José de Souza (Mestrando, UNESP)

A construção discursiva na ficção televisiva tem resultado em constantes aprimoramentos técnicos e estéticos, sendo o “Projeto Caixa Cênica”, implantado pela Rede Globo para a captação de cenas da telenovela A Regra do Jogo em que a estética resultante está ancorada num posicionamento de câmeras, numa concepção cenográfica e num trabalho de encenação específicos, a abordagem a ser analisada por este trabalho.

Aplicativos de gerenciamento do consumo de seriados audiovisuais no contexto da distribuição sob demanda

Autor: Octavio Nascimento Neto (Mestrando, UNESP)

Os seriados disponibilizados através dos serviços de vídeo sob demanda, como Netflix, originaram uma nova forma de consumo de conteúdos audiovisuais. Este fator gerou mudanças no hábito dos telespectadores, acostumados com a programação em fluxo.

A pesquisa pretende entender de que maneira aplicativos como TV Show Time e Series

Guide se tornaram ferramentas para a organização do consumo desses seriados, como

o agendamento dos episódios a serem assistidos e a possibilidade de compartilhamento

de conteúdo de forma segmentada – episódio por episódio.

a serem assistidos e a possibilidade de compartilhamento de conteúdo de forma segmentada – episódio por
a serem assistidos e a possibilidade de compartilhamento de conteúdo de forma segmentada – episódio por

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GP 23

– 18/05/2016 | 14:00-14:45 – Espaço Convergente 2

Asian Club (UFF)

Coordenador: Afonso de Albuquerque (Doutor, UFF), Krystal Cortez (Doutoranda, UFF)

O Asian Club é um grupo de estudos da Universidade Federal Fluminense (RJ) dedicado à discussão acerca das produções pop midiáticas da Ásia Oriental – séries de TV, filmes, animações, videoclipes, música pop e suas celebridades associadas, dentre outras demais. Seu propósito principal é o aprofundamento na compreensão de outros modos de concepção, produção, distribuição e consumo da cultura pop para além de uma perspectiva ocidental.

A vingança na TV: “Revenge” e “City Hunter”, uma perspectiva comparada entre ocidente e oriente

Autores: Alessandra Vinco (Mestranda, UFF), Daniela Mazur (Mestranda, UFF)

Neste artigo, iremos investigar comparativamente como são construídas narrativas que abordam a vingança em ambas as perspectivas ocidental e oriental. Perante um olhar histórico e cultural e através da análise da estruturação narrativa, serão adotados como objetos de análise a série estadunidense “Revenge" e o drama sul-coreano "City Hunter".

Dos fluxos de imagens e sonoridades asiáticas na mídia global: uma perspectiva desocidentalizante

Autora: Krystal Cortez (Doutoranda, UFF)

Partindo de uma perspectiva desocidentalizante no que tange a investigação dos fluxos de mídia no cenário global, o artigo se propõe a discutir o transito de imagens e sonoridades midiáticas produzidas no contexto dos países do Extremo Oriente. Busca- se, dessa maneira, primeiramente, refletir sobre a produção e circulação global de gêneros e formatos midiáticos oriundos dos países do Leste Asiático.

Dramas de televisão japoneses na internet brasileira: o caso de Atelier na Netflix

Autora: Mayara Araujo (Mestranda, UERJ)

O

consumo de produtos televisivos através do Netflix é cada vez mais popular

no

Ocidente. Isso trouxe à tona discussões acerca dos formatos tradicional (onde o

programador faz a grade de programação) e não-linear (onde o assinante escolhe

quando e onde assistir). Entretanto, pouco se discute acerca das transformações que

o Netflix pode causar no circuito de dramas de televisão japoneses no Ocidente,

que, até então, é majoritariamente movimentado informalmente. Este artigo visa debater acerca dos modelos de consumo de dramas de TV no Brasil, valorizando

o inovador caso de Atelier, o primeiro drama japonês co-produzidopelo Netflix.

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57 GP 25 – 18/05/2016 | 15:30-16:15 – Espaço Convergente 3 PET-RTV – Programa de
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PET-RTV – Programa de Educação Tutorial Interdisciplinar em Rádio & Televisão
(UNESP)
Coordenação: Antônio Francisco Magnoni (Doutor, UNESP)

O Projeto Interdisciplinar PET-RTV vem desenvolvendo desde 2011, no âmbito da

Graduação em Comunicação Social (Jornalismo, Radialismo e Relações Públicas), Design e Artes, ações extracurriculares de ensino, pesquisa e extensão, para induzir mudanças e melhorias por meio da interdisciplinaridade. Além disso, tem conseguido manter crescente colaboração com os pós-graduandos do PPG em Mídia e Tecnologia, em atividades de pesquisa e desenvolvimento de formatos, linguagens audiovisuais e jogos digitais. Trata-se de um projeto tutorial de ensino-aprendizado e pesquisa que trabalha gêneros, formatos e linguagens para a produção de conteúdo digital sonoro, audiovisual informativo, artístico e educativo.

SICOM-PET – Notícias & Audiovisual

Autores: Daniela Giglio Leite (Graduanda, UNESP), Antônio Francisco Magnoni (Doutor, UNESP), Daniela Giglio Leite, (Graduanda, UNESP), Catherine de Sá Paixão Teixeira, (Graduanda, UNESP), Mariana Gonçalves de Mesquita, (Graduanda, UNESP), Raquel Schmidt Ribeiro, (Graduanda, UNESP)

O conteúdo do Portal SICOM-PET é voltado ao interesse de toda a comunidade

acadêmica unespiana, pois cobre eventos, projetos e notícias que lhe dizem respeito. O foco principal se dá a Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação, pois o PET-RTV é composto por membros da referida unidade. Por outro lado, por se tratar de um site,

o

Portal é, do mesmo modo, disponível ao acesso do público externo à universidade

e

a qualquer pessoa interessada no conteúdo. O SICOM-PET é o principal veículo de

comunicação do grupo PET-RTV com as comunidades internas e externas ao campus, logo, é uma ferramenta de assessoria e de divulgação de todas as atividades realizadas pelo projeto, dando visibilidade e amplitude ao que é produzido pelo grupo.

Captação de recursos para projetos audiovisuais de tccs na universidade pública

Autores: Janaina Leite de Azevedo (Mestranda, UNESP), Antônio Francisco Magnoni (Doutor, UNESP)

Abordamos aqui uma proposta de solução ao problema do financiamento de projetos

culturais audiovisuais, especialmente no âmbito da universidade, em forma de projetos

de

estudantes de graduação, pós-graduação e grupos de produção, que buscam formas

de

conseguir fomento para seus projetos por meio de financiamento público (em editais e

leis de renúncia fiscal, que configuram-se como a maior parte dos aportes), financiamento privado (patrocínios e permutas de divulgação) e, atualmente, também na modalidade do financiamento coletivo. Nesta reflexão, apresentamos a hipótese de que existem recursos, mas falta capacitação profissional e intelectual aos indivíduos e coletivos.

a hipótese de que existem recursos, mas falta capacitação profissional e intelectual aos indivíduos e coletivos.
a hipótese de que existem recursos, mas falta capacitação profissional e intelectual aos indivíduos e coletivos.

58 GP 25 | PET-RTV – Programa de Educação Tutorial Interdisciplinar em Rádio & Televisão (UNESP) 18/05/2016 | 15:30-16:15 – Espaço Convergente 3

Comunica-NER

Autores: Mateus Filippini Caetano de Mello (Graduando, UNESP), Antônio Francisco Magnoni (Doutor, UNESP), Sillas Carlos dos Santos, (Graduando, UNESP), Leandro da Silva Freitas, (Graduando, UNESP), Bárbara Cristina Meireles Alves, (Graduando, UNESP)

O projeto Comunica-NER é desenvolvido pelos membros do Projeto Interdisciplinar de Educação Tutorial de Rádio e TV (PET-RTV/UNESP) e atende um grupo de alunos do Núcleo de Ensino Renovado (NER). O objetivo principal das atividades desenvolvidas na escola da rede municipal de Bauru é de aproximar as crianças e adolescentes do NER, das linguagens e das técnicas para produção criativa de formatos audiovisuais, além de ensiná-los a fazer crítico das mídias e redes digitais.

A tecnologia na segunda temporada de Black Mirror em Manovich

Autores: Sandra Regina Silva (Mestre, UNESP), Antonio Francisco Magnoni (Doutor, UNESP), Danilo Bressan RESSAN (Mestre, UNESP)

O ambiente no episódio “Volto logo”, da série de TV Black Mirror remete a Manovich

(2013) num mundo de softwares em constante fluxo e que são a interface para o mundo, para os outros, para a memória e para a imaginação conduzindo à reflexão sobre o que acontece com a mídia, na era da pós-revolução do software. No episódio é evidenciada a tensão do humano e software de um perfil humano em mídias sociais embarcado em um corpo sintético, idêntico ao do parceiro da protagonista e que interage a partir de um perfil das redes sociais.

Laboratório Audiovisual PET-RTV

Autores: Sillas Carlos dos Santos (Graduando, UNESP), Antônio Francisco Magnoni (Doutor, UNESP), Gabriela Moraes Montoro (Granduanda, UNESP), Leandro da Silva Freitas (Granduanda, UNESP), Rosa Rubin de Celis Lima (Granduanda, UNESP), Daniela Giglio Leite (Granduanda, UNESP), Catherine de Sá Paixão Teixeira (Granduanda, UNESP)

O Laboratório Audiovisual é um grupo experimental de novos formatos e produtos,

que reúne bolsistas e voluntários do Programa Interdisciplinar de Educação Tutorial de Rádio e TV (PET-RTV-FAAC-Unesp). O Laboratório Audiovisual propicia aos petianos, a pesquisa acadêmica mesclada com experimentos criativos e profissionais compatíveis com as exigências atuais da produção audiovisual convergente. Os temas pesquisados e debatidos são os novos gêneros e formatos audiovisuais, e recursos como a interatividade e a transmidiação.

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59 GP 26 – 19/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Multiplataforma VerDI – Vertentes do Design
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GP 26 – 19/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Multiplataforma
VerDI – Vertentes do Design de Interação (UNIARA)
Coordenação: Paula Toledo Palomino (Mestre, UNIARA)

O grupo de pesquisa VerDI – Vertentes do Design de Interação é um grupo novo

que começou sua estruturação no ano de 2015, vinculado ao Centro Universitário de Araraquara (UNIARA), idealizado pela coordenadora profa. Me. Paula Toledo

Palomino, numa ação conjunta com os professores dos cursos de Design Digital e Jogos Digitais (lançado em 2016 na instituição). O grupo visa aplicar a visão mais ampla do Design de Interação nos estudos dos mais modernos artefatos tecnológicos e sua interação com as pessoas, não limitando seu foco apenas à uma derivação dos estudos

de IHC.

Acabou a pizza! Como conduzir um processo de design participativo (DP) para

o desenvolvimento de uma plataforma online para discussão e votação sobre os orçamentos da cidade

Autores: Adeline Gil (Doutoranda, UNICAMP / UNESP) , Antonio Lourenço (Graduação,

UNESP / ESAMC)

Desde os anos 1980, com as experiências escandinavas em design participativo (DP), a questão deixou de ser “como projetar para atender pessoas” e passou a ser: “como possibilitar que as pessoas projetem seus próprios sistemas”. Hoje, também chamado de co-design, o processo de DP tem se popularizado, principalmente com a cultura maker. Nesse trabalho são descritas diversas maneiras de engajar o cidadão em um

processo de DP, com base em referências nacionais e internacionais. Esse levantamento

de técnicas, táticas e estratégias de engajamento será a base para o processo de DP dos

primeiros protótipos da plataforma “Acabou a Pizza”.

O

círculo mágico nos MMORPGs: barreiras borradas – como a vida virtual se mistura

e

se torna parte da vida real

Autora: Paula Toledo Palomino (Mestre, UNIARA)

O presente artigo analisa sob os aspectos socioculturais a inter-relação dos jogadores de

MMORPGs no contexto do universo virtual e como essa relação afeta a vida real da pessoa. Toma-se como estudo de caso um jogo que vem ganhando bastante espaço dentro do gênero, Final Fantasy XIV: A Realm Reborn , acompanhando e catalogando o desenvolvimento de uma Free Company (termo utilizado ingame para designar um grupo de jogadores com interesse em comum que juntos se auxiliam dentro do jogo) enquanto micro espelho de nossa

sociedade, buscando demonstrar os efeitos e os reflexos dessas interações no mundo real.

enquanto micro espelho de nossa sociedade, buscando demonstrar os efeitos e os reflexos dessas interações no
enquanto micro espelho de nossa sociedade, buscando demonstrar os efeitos e os reflexos dessas interações no

60 GP 26 | VerDI – Vertentes do Design de Interação (UNIARA) 19/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Multiplataforma

O poder feminino nas obras do Studio Ghibli

Autor: Daniel Robledo (Mestre, UNIARA)

O Studio Ghibli é um estúdio japonês de animação de fama mundial. Hayao Miyazaki é co-fundador e um de seus principais diretores. Boa parte dessa fama se deve à repercussão que a obra A viagem de Chihiro, dirigida por Miyazaki, alcançou globalmente ao conquistar o Oscar de melhor animação em 2003. A obra ajudou a revelar ao ocidente particularidades da cultura oriental, a riqueza da animação japonesa e a força da protagonista, uma aparentemente frágil menina que combate desafios estarrecedores. Diferentemente do tradicional na cultura pop, as animações do Ghibli costumam ser protagonizadas por heroínas, e não por heróis.

Imaginários urbanos: análise da representação fotográfica da série “Free!”

Autora: Michele Delbon Silva (Mestranda, UFSCar)

O presente artigo visa analisar o imaginário urbano da série animada de 2013 “Free!” através da análise fotográfica e do relato de lugares e espaços da narrativa e da reconstrução destes espaços por fãs que se aventuram pelas paisagens do local que inspirou a cidade imaginária da série. Visa também uma análise de elementos da série sob a perspectiva de Pasolini no que se refere a elementos visuais se fundem na narrativa como uma “realidade imaginada”.

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61 GP 27 – 19/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Convergente 1 CAT – Cultura Audiovisual
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GP 27 – 19/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Convergente 1
CAT – Cultura Audiovisual e Tecnologia (UFES)
Coordenação: Daniela Zanetti (Doutora, UFES)

Frente a um cenário que se caracteriza por processos de hibridização e de rompimento de fronteiras entre diferentes mídias e distintas indústrias culturais, o Grupo de Pesquisas em Cultura Audiovisual e Tecnologia (CAT) conduz estudos que buscam identificar e compreender dinâmicas narrativas e modos de representação em obras audiovisuais específicas, alicerçando-se em abordagens teóricas e metodológicas que agregam: i) o conceito de campo vinculado ao arcabouço teórico proposto pelo sociólogo Pierre Bourdieu, no sentido de compreender como se organizam os campos de produção audiovisual em um determinado contexto, e como uma conjunção de forças pode ser determinante na configuração interna dos produtos audiovisuais em questão, suas abordagens e delineamentos; ii) as dinâmicas comunicacionais contemporâneas como sendo marcadas pela convergência midiática, pela transmídia e pelo deslocamento/ migração tanto dos produtos/conteúdos audiovisuais quanto de seus públicos/ espectadores, principalmente em direção à Internet; e iii) uma dimensão territorial propriamente dita, pautada pela lógica das indústrias culturais, que contextualiza o próprio lugar da produção audiovisual e seus agentes envolvidos.

A ficcção seriada latino-americana: narrativas do brasil em produções da HBO

Autor: Heitor de Oliveira Andrade (Graduando, UFES)

O trabalho apresenta resultados parciais de uma pesquisa que tem como objetivo analisar

a produção seriada ficcional contemporânea na América Latina, com foco em séries do

canal HBO Latino produzidos no Brasil, observando novos modos de representação do contexto social em narrativas seriadas brasileiras. Para tanto, traz a análise de duas séries da HBO Brasil, “Psi” (2013) e “Magnifica 70” (2015), buscando conhecer essa nova configuração do campo de produção ficcional televisiva a partir de canais fechados, bem como as especificidades dessas obras no que concerne às suas formas narrativas.

Ficção seriada na tv aberta brasileira: alguns (novos) desdobramentos

Autora: Melina Galante (Graduado, UFES)

O presente estudo traz à luz, sob o fluxo de compartilhamento e intercâmbio de informações e conteúdos, a incorporação da complexidade narrativa e de inovações de linguagem aos conteúdos produzidos na televisão brasileira. Foram pinçadas três produções da Rede Globo de Televisão, exibidas na faixa das 23 horas, sendo elas as minisséries O canto da sereia (2013) e Amores Roubados (2014) e o remake de O Rebu (2014). Tais obras ainda se destacam pelo uso de mecanismos transmídia, de modo a possibilitar experiências de convergência de conteúdo entre TV e internet, área que ainda se estabelece na televisão aberta brasileira.

de convergência de conteúdo entre TV e internet, área que ainda se estabelece na televisão aberta
de convergência de conteúdo entre TV e internet, área que ainda se estabelece na televisão aberta

62 GP 27 | CAT – Cultura Audiovisual e Tecnologia (UFES) 19/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Convergente 1

Plataforma mediacenter: dispositivo de exibição de áudio, vídeo e imagens - padrões para desenvolvimento baseada em Linux

Autor: Júlio Martins (Doutorando, UFES)

O presente trabalho descreve (brevemente) uma lacuna no meio educacional,

especialmente acadêmico, de meios consistentes de exibição de conteúdo multimídia em atividades didáticas (em sala de aula), e tenta demonstrar as tentativas de superá- las ao longo dos últimos 20 anos. Como resultado dessa pesquisa foi desenvolvido um sistema operacional baseado em Linux, para computadores tipo PC, até mesmo obsoletos para outras funções, mas não para a finalidade de exibição de conteúdo multimídia. Este trabalho concentra-se no detalhamento das necessidades que uma plataforma deve atender para uso como suporte às atividades didáticas para que programadores possam desenvolver e/ou montar sistemas operacionais baseados em LINUX com mesmas características.

Documentação em vídeo no meio acadêmico e científico: estudos das melhores práticas para captação e edição de vídeos de aulas, palestras, conferências com vistas à distribuição online

Autor: Júlio Martins (Doutorando, UFES)

O presente trabalho consiste numa breve análise de como a documentação, em vídeo,

de eventos acadêmicos e científicos, para distribuição online, vem sendo feita; que tipo

de problemas técnicos os vídeos têm apresentado e como isso contribui, positiva ou

negativamente, para a divulgação tanto das pesquisas mais recentes, em quaisquer áreas, como também para a auxílio didático (extra-classe) nos mais diversos assuntos. Adicionalmente apresentamos o resultado parcial de uma pesquisa que envolveu a gravação de todas as aulas de uma disciplina na pós Graduação (TIDD-PUC-SP - da Profa. dra. Lúcia Santaella) bem como palestras e seminários, nacionais e internacionais, promovidos pelo TIDD.

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63 GP 28 – 19/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Convergente 2 GrAAU – Grupo de
63
GP 28 – 19/05/2016 | 10:45-12:15 – Espaço Convergente 2
GrAAU – Grupo de Análise do Audiovisual (UNESP)
Coordenação: Leticia Affini (Doutora, UNESP)

Grupo de Análise do Audiovisual (GrAAu), realiza atividade de pesquisa na área de comunicação relacionada ao audiovisual com ênfase em questões contemporâneas relativas ao ciberespaço e a cibercultura. Pretende-se formar pesquisadores; incentivar e sistematizar a produção científica dos estudantes envolvidos; publicar os resultados das pesquisas do grupo em artigos, livros e intervenções em congressos e similares, além de ampliar o intercâmbio entre pesquisadores da área, viabilizando a promoção de eventos ligados ao grupo e à linha de pesquisa. De forma mais ampla, aborda os procedimentos de criação, os modos de expressão e a linguagem audiovisual, tendo em vista a especificidade dos meios e suas inter-relações, linguagens, processos, discursos, políticas e estéticas que as produzem. Abriga a reflexão sobre a produção em áudio e audiovisual, atentando-se para seus aspectos documentais, ficcionais e poéticos.

Elaboração e gestão de estratégias narrativas para mídias digitais

Autora: Leticia Affini (Doutora, UNESP)

As realizações narrativas não se esgotam na televisão. A produção de conteúdo expandido, multimídia e transmídia ampliam os universos ficcionais e os transformam em ambientes participativos e imersivos. Considerando-se as linguagens específicas das mídias que compõem o universo, busca-se estudar o processo de adaptação do conteúdo para as diferentes plataformas midiáticas. Tem-se para a revisão bibliográfica os seguintes autores: Jenkins, Manovich, Gosciola, Lúcia Leão e Scolari, pelos estudos de transmídia; Santaella, Décio Pignatari e Júlio Plaza, por abordarem questões relacionadas à adaptação, tradução intersemiótica e recriação.

A estrutura temporal na narrativa complexa: estudo de caso da série “How to Get Away with Murder”

Autora: Heidi Piva (Graduanda, UNESP), Letícia Affini (Doutora, UNESP)

A inclinação das narrativas seriadas em direção à complexidade levanta a seguinte

questão: o espectador atual está mais disposto a aceitar uma narrativa onde os elementos de começo, meio e fim estejam rearranjados? A partir da estrutura de investig