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± 4 cm REFERÊNCIAS (deste subsídio) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR n.

± 4 cm

± 4 cm REFERÊNCIAS (deste subsídio) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR n. 10719

REFERÊNCIAS

(deste subsídio)

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR n. 10719

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAR TÉCNICAS – ABNT. NBR n. 10719

(Ago/1989); NBR n. 10520 (Out/1988); NBR n. 6023 (Ago/2002); NBR n. 6025

(Ago/1989); NBR n. 10520 (Out/1988); NBR n. 6023 (Ago/2000). NBR n. 6025 (Set/

(Set/2002).

2002)

BARRAL, Welber. Metodologia da pesquisa jurídica. Florianópolis: Fundação Foiteux,

BARRAL, Welber. Metodologia da pesquisa jurídica. Florianópolis: Fundação

2003.

Foiteux, 2003.

CASTILHO, Maria Augusta de.

Roteiro para elaboração de monografia em ciências

CASTILHO, Maria Augusta de. Roteiro para elaboração de monografia em ciências

jurídicas. São Paulo: Saraiva, 2000. (Col. Sugestões Literárias).

jurídicas. São Paulo: Saraiva, 2000. Col. Sugestões Literárias.

KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica – teoria da ciência e prática

KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica – Teoria da ciência e

da pesquisa. 14. ed. Petrópolis: Vozes, 1997.

prática da pesquisa. 14 ed. Petrópolis: Vozes, 1997.

GONÇALVES, Wilson José. Monografia jurídica – técnicas e procedimentos de

GONÇALVES, Wilson José. Monografia jurídica – Técnicas e Procedimentos de

pesquisa. Campo Grande: UCDB, 2001.

Pesquisa. Campo Grande: Editora UCDB, 2001.

LEITE, Eduardo de Oliveira.

Tribunais, 1997.

A monografia jurídica. 3. ed. São Paulo: Revista dos

LEITE, Eduardo de Oliveira. A monografia jurídica. 3 ed. Ver. At. São Paulo: Revista

dos Tribunais, 1997.

NUNES, Luiz Antonio Rizzatto. Manual da monografia j urídica – como se faz: uma

monografia, uma dissertação, uma tese. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 1999.

NUNES, Luiz Antonio Rizzatto. Manual da monografia jurídica – Como se faz: uma

monografia, uma dissertação, uma tese. 2 ed. Ver. Amp. São Paulo: Saraiva, 1999.

OLIVEIRA, Silvio Luiz de.

Tratado de metodologia científica. São Paulo: Pioneira,

OLIVEIRA, 1998. Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica. São Paulo: Pioneira,

1998.

VENTURA, Deisy. Monografia jurídica – uma visão prática. Porto Alegre: Livraria do

Advogado, 2000.

VENTURA, Deisy. Monografia jurídica – Uma visão prática. Porto Alegre: Livraria do

Advogado, 2000.

Instrumento de apoio ao Trabalho Monográfico

Instrumento de apoio ao Trabalho Monográfico Núcleo de Pesquisa e Monografia Jurídica – NUPEJU Curso de

Núcleo de Pesquisa e Monografia Jurídica – NUPEJU Curso de Direito – UCDB

2010

APRESENTAÇÃO DO INSTRUMENTO DE APOIO À MONOGRAFIA JURÍDICA

O Núcleo de Pesquisa e Monografia Jurídica (NUPEJU) do Curso de Direito da UCDB disponibiliza aos acadêmicos do Curso de Direito e aos pós-graduados do Direito este instrumento, que tem por finalidade trazer orientações gerais sobre a forma de apresentação gráfica da Monografia Jurídica.

A essência do trabalho monográfico explicita-se pelo equilíbrio entre a forma e o conteúdo, as normas da ABNT contribuem para que os trabalhos científicos, além da uniformidade, garantam a fidelidade às fontes consultadas e uma redação desenvolvida segundo os princípios da redação científica: clareza, precisão, objetividade e consistência.

O propósito não é o de impor uma forma, mas de oferecer aos

acadêmicos do Curso de Direito uma contribuição, pois a padronização permite que os avaliadores concentrem sua atenção no conteúdo do trabalho.

O NUPEJU, por meio da coordenação e dos professores

orientadores, coloca-se à disposição para outros esclarecimentos que, porventura, não foram contemplados neste instrumento.

Campo Grande, fevereiro de 2010.

Prof. Me. Evando Silva Barros

Supervisor do NUPEJU

Prof. Dr. José Manfroi Prof. Dr. Heitor Romero Marques

Assessoria em Metodologia Científica

Jus Navegandi , n. 50. Disponível em: <http://www1.jus.com.Br/doutrina/ texto.asp?>. Acesso em: 12 maio 2002.

[ Meios Eletrônicos – Artigo de revista e jornal não assinado pelo autor ]

A DECISÃO do STF sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal. Agência Estado, São Paulo, 12 maio 2002. Disponível em: <http://www.estadao.com.br>. Acesso em: 12 maio 2002.

[ Meios Eletrônicos – Congresso Científico ]

CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA, 6., 1999. Rio

de Janeiro. Anais eletrônicos

www.abed.org.br>. Acesso em: 15 dez. 1999.

[ Meios Eletrônicos – Citação de trabalhos de congressos científicos ]

PEDROSA, Fernanda. Juristas declaram que a dívida externa é ilegítima e opressiva. In: FÓRUM SOCIAL MUNDIAL, 1, 2001, Porto Alegre. Anais

eletrônicos

www.forumsocialmundial.org.br>. Acesso em: 21 jan. 2002.

(Incluir a partícula <in>: antes do evento)

[ Meios Eletrônicos – Legislações – Sempre iniciar pela jurisdição do órgão:

Brasil, Mato Grosso do Sul, Dourados ]

BRASIL. Lei n. 9.279, de 14 de maio de 1996. Regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial. Disponível em: <http://www.met.gov.br/ conjur/lei/lei>. Acesso em: 24 nov. 2000.

Rio de Janeiro, 1999. Disponível em:<http://

Porto Alegre, 2001. Disponível em: <http://

27

Listam-se referências* pertinentes a todas as citações feitas, de acordo com as normas da ABNT. As referências permitem a identificação, no todo ou em parte, das fontes citadas no texto. Podem ser de documentos impressos ou registrados, tais como livro, periódicos, jornais, monografias e demais fontes. As referências bibliográficas devem seguir rigorosamente as normas da ABNT, que se encontram nos manuais de metodologia indicados pelo professor da disciplina. O espaçamento entre uma referência e outra é simples, mais 6pts, enquanto entre uma linha e outra da mesma referência, mantém-se espaços simples.

* Conforme ABNT 6023 de 8/2002, não se usa referências bibliográficas, pois as referências são múltiplas.

26

Lei n. 9.478, de 6 de agosto de 1997, pertencentes à União. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 1 o de setembro de 2001. Seção I-E, Edição Extra, p. 01.

[ Decretos ]

BRASIL. Decreto n. 2.173, de 5 de março de 1997. Aprova o regulamento da organização e do custeio da Seguridade Social. Consolidação da Legislação Previdenciária. 8. ed. São Paulo: Atlas, 1999, p. 43-101.

[ Consolidação de leis ]

BRASIL. Consolidação da legislação previdenciária: regulamento e legislação complementar. Organizador Aristeu de Oliveira. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1997.

[ Jurisprudências ]

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Agravo regimental em agravo de instrumento. Taxa de limpeza pública e IPTU. Identidade de base de cálculo. Impossibilidade. Agravo Regimental em Agravo de Instrumento n. 194.063-3. Agravante Município de São Paulo e Agravado Denise Carmona Fernandes. Relator Ministro Maurício Corrêa. 29 de abril de 1997. JANCZENSKI, Célio Armando. Taxas: doutrina e jurisprudência. Curitiba: Juruá, 1999, p. 332-333.

[ Súmulas ]

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n. 241. A contribuição previdenciária incide sobre o abono incorporado ao salário. Previdência social. São Paulo: Saraiva, 1997. p. 395.

[ Monografrias, dissertações e teses ]

BAEZ, Narciso Leandro Xavier. Execução de quantia certa contra a fazenda pública a partir da Constituição Federal de 1988. 58 f. Monografia (Especialização) – Curso de Direito Processual Civil, Universidade do Oeste de Santa Catarina, Chapecó, 2002.

MONTEIRO, Cláudia Servilha. Em busca de uma racionalidade prática para o direito: a teoria da argumentação jurídica da nova retórica. 251 f. Dissertação (Mestrado em Direito) – Coordenação de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 1999.

MEZZAROBA, Orides. Da representação política liberal ao desafio de uma democracia partidária: o impasse constitucional da democracia representativa brasileira. 2000. 545 f. Tese (Doutorado em Direito) – Curso de Pós-Graduação em Direito, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2000.

[ Meios Eletrônicos – Artigo de revista e jornal assinado pelo autor ]

VELOSO SOBRINHO, Manoel Lopes. Execução do pequeno valor contra a fazenda pública: questão de sobrevivência e a lei de responsabi9lidade fiscal

NÚCLEO DE PESQUISA E MONOGRAFIA JURÍDICA (NUPEJU)

FORMA DE APRESENTAÇÃO GRÁFICA

DA

MONOGRAFIA JURÍDICA

(Instrumento de apoio a professores e acadêmicos)

UNIVERSIDADE CATÓLICA DOM BOSCO CURSO DE DIREITO

CAMPO

GRANDE -MS

2010

4

25

Página padrão de espaçamento e margens – Papel A4

   

3 cm livres

Æ2cm¨

Ø

MARGEM SUPERIOR

Æ3cm¨

Æ2cm¨

     

livres

M

A

MARGEM

MARGEM

R

DE

G

E

INÍCIO

E

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E

A

R

I

A

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F

A

O

Æ2cm¨

Æ

livres

4cm ¨

MARGEM

DE

CITAÇÃO

LONGA

     

2 cm livres

 

Ø

MARGEM INFERIOR

[ Artigo de revista institucional ]

SALES, Gabriela Bezerra. Psicanálise e poder. Revista Roteiro, Universidade do Oeste de Santa Catarina, Joaçaba, v. XVIII, n. 33, p. 88-96, jan./jun. 1995.

[ Artigo de revista ]

ZAVERUCHA, Jorge. O Congresso, o presidente e a justiça militar. Justiça e

Democracia. São Paulo, n. 3, p. 141-152, 1997.

[ Artigos de jornal diário ]

MARCELO, Cláudia. Crescem os lares sob chefia da mulher. Diário

Catarinense. Florianópolis, p. 34, 12 de maio de 2002.

[ Artigo de jornal assinado pelo autor do artigo ]

MARCELO, Cláudia. Crescem os lares sob chefia da mulher. Diário

Catarinense. Florianópolis, p. 34, 12 de maio de 2002.

[Anais de Congressos ]

CONGRESSO JURÍDICO BRASIL-ALEMANHA,7.,1996, Belo Horizonte. Anais do VII Congresso Jurídico Brasil-Alemanha. Belo Horizonte: Sociedade de Estudos Jurídicos Brasil-Alemanha, 1996. 305 p.

[ Resumos de encontros/eventos ]

SIMPOSIO BRASIL-ALEMANHA,4., 1998, Bonn, Alemanha. A projeção do Brasil face ao século XXI: livro de resumos. São Paulo: Fundação Konrad- Adenauer, 1998.

[ Trabalhos publicados em congressos ]

LAMOUNIER, Bolívar. Assegurar a governabilidade: perspectivas do futuro político e social do Brasil. In: SIMPÓSIO BRASIL-ALEMANHA,4., 1998, Bonn, Alemanha. A Projeção do Brasil face ao século XXI. São Paulo: Fundação Konrad- Adenauer, 1998, p. 83-90.

[ Constituições ]

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988.

MATO GROSSO DO SUL. Constituição do Estado de Mato Grosso do Sul. Campo Grande: Imprensa Oficial, 1979.

[ Medidas Provisórias ]

BRASIL. Media Provisória n. 2.214, de 31 de agosto de 2001. Altera o art. 1 o da Lei n. 10261, de 12 de julho de 2001, que desvincula, parcialmente, no exercício de 2001, a aplicação dos recursos de que tratam os arts. 48, 49 e 50 da

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5

4 cm REFERÊNCIAS (modelos) [ Livro Ex: ] New York: William Morrrow & CO. ,

4 cm

4 cm REFERÊNCIAS (modelos) [ Livro Ex: ] New York: William Morrrow & CO. , 1996.

REFERÊNCIAS (modelos)

[ Livro Ex: ]

New York: William Morrrow & CO. , 1996.

LEITE, Eduardo de Oliveira. A monografia jurídica. 3. ed. rev. atl., São Paulo:

Revista dos Tribunais, 1997.

MEZZAROBA, Orides; MONTEIRO, Cláudia Servilha. Manual de metodologia da pesquisa no Direito. São Paulo: Saraiva, 2004.

PEDRINI, Alexandre de Gusmão (org.) O contrato social da ciência: unindo saberes na educação ambiental. Petrópolis: Vozes, 2002.

[ Com mais de dois autores ]

COHN, Amélia et al . A saúde como direito e como serviço . 2. ed. São Paulo: Cortez, 1999.

[ Capítulo de livro do mesmo autor. Ex: ]

HABERMAS, Jurgen. Derecho natural y revolución. In:

praxis: estudios de filosofia social. Tradução de Salvador Má Torres e Carlos Moya. Espanha/Madrid: Tecnos, 1990. cap. 2, p. 87-162.

[ Parte de uma obra, coletânea. Ex: ]

PILATI, José Isaac. Direitos autorais e internet. In: ROVER, Aires José (org.). Direito, sociedade e informática: limites e perspectivas da vida digital. Florianópolis: Fundação Voiteux, 2000. p. 127-34.

[ Revista como um todo ]

REVISTA SEQUÊNCIA. Florianópolis: Curso de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Catarina, Jan. fev. mar./2001. n. 27, Trimestral.

[ Número Especial de revistas ]

THUROW, Lester C . The f uture of c apitalism.

Teoría y

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2000. Florianópolis: TRE, v. 2, n. 1, nov. de 2001. 635 p. Edição Especial.

[ Suplemento de periódico ]

A JUSTIÇA FEDERAL ATRAVÉS DE DOCUMENTOS. Brasília, DF: Conselho da Justiça Federal, v. 1, 1994. Suplemento.

3cm

(Exemplo da organização da capa)

± 4 cm

NOME COMPLETO DO/ACADÊMICO/A (centralizado, caixa alta, fonte 14, negrito)

3cm

TÍTULO E SUBTÍTULO DO TRABALHO (centralizado, caixa alta, fonte 16 negrito)

2cm

UNIVERSIDADE CATÓLICA DOM BOSCO CURSO DE DIREITO CAMPO GRANDE-MS

2010

(centralizado, caixa alta, fonte 12, negrito)

2cm

6

23

3cm

(Exemplo de organização da página de rosto)

(Exemplo de organização da página de rosto)

de rosto) (Exemplo de organização da página de rosto) ± 4 cm NOME COMPLETO DO/A ACADÊMICO/A

± 4 cm

(Exemplo de organização da página de rosto) ± 4 cm NOME COMPLETO DO/A ACADÊMICO/A (centralizado, caixa

NOME COMPLETO DO/A ACADÊMICO/A (centralizado, caixa alta, fonte 14, negrito)

3 cm

TÍTULO E SUBTÍTULO DO TRABALHO

TÍTULO E SUBTÍTULO DO TRABALHO

2 cm

(centralizado, caixa alta, fonte 16, negrito)

TRABALHO 2 cm (centralizado, caixa alta, fonte 16, negrito) 8cm 2 cm Monografia apresentada à Universidade

8cm

2 cm (centralizado, caixa alta, fonte 16, negrito) 8cm 2 cm Monografia apresentada à Universidade Católica
2 cm (centralizado, caixa alta, fonte 16, negrito) 8cm 2 cm Monografia apresentada à Universidade Católica

2 cm Monografia apresentada à Universidade Católica Dom Bosco, curso de sob orientação do(a) prof.(a) Me.(Dr.) para efeito de obtenção do título de (Bacharel ou Especialista). (fonte 12, negrito, espaço simples entre linhas)

CAMPO GRANDE-MS

2010

(centralizado, caixa alta, fonte 12, negrito)

2cm

4 cm CONCLUSÃO A Conclusão tem também sua estrutura própria. Ela deve retomar o problema

4 cm

4 cm CONCLUSÃO A Conclusão tem também sua estrutura própria. Ela deve retomar o problema inicial

CONCLUSÃO

A Conclusão tem também sua estrutura própria. Ela deve retomar o problema

inicial lançado na introdução, revendo as principais contribuições que trouxe à pesquisa. Ela apresenta o resultado final, global da investigação, avaliando seus pontos fracos ou positivos através da reunião sintética das principais idéias desenvolvidas ou

conclusões parciais obtidas. Aborda as conclusões parciais do desenvolvimento inter-relacionando-as num

todo unitário, tendo em vista o problema inicial e as hipóteses. Não apresentar conteúdo novo na conclusão. Não extrapolar os resultados do desenvolvimento. O resultado final deve ser decorrência natural do que já foi demonstrado.

natural que a pesquisa não esgote por completo o tema investigado e que o

autor, então, aponte, na conclusão, os problemas decorrentes do tema investigado. Futuras

pesquisas poderão se beneficiar dessas indicações.

É

A conclusão, apesar de ser o fecho de um trabalho de pesquisa, não o é da ciência.

Como parte de fechamento do trabalho, não comporta títulos, nem subtítulos, salvo a palavra CONCLUSÃO. Quanto à extensão, deve-se observar a complexidade temática tratada e a extensão do trabalho monográfico, isto é, em torno de 3 a 5 folhas.

ANEXOS

Anexo é um documento não elaborado pelo autor, acrescentado para provar, ilustrar ou fundamentar o texto.

somente quando imprescindível à sua

compreensão (texto de lei, questionários, fotos, mapas, recortes de jornal ou revistas com

decisões judiciais, sentenças, acórdãos etc

Os anexo são precedidos por uma folha que os separa do resto do trabalho. A folha deve trazer escrito bem no centro a palavra ANEXOS . Cada anexo é designado pela palavra ANEXO seguida de número de ordem em algarismos arábicos com o indicativo do texto a que se refere.

Deve

ser

incluído

como

anexo,

)

As páginas devem ser numeradas consecutivamente ao texto.

Sua localização é no final do trabalho, depois das referências bibliográficas.

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Modelo de ilustração (gráfico, tabela, quadro, etc.)

Quadro n. 4: Exemplo genérico de Cronograma de Desembolso Financeiro (simplificado I)

DISCRIMINAÇÃO

MESES VALOR EM R$ 1,00

 

01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

1.Aquisição material permanente

                     

1.1 Máquina fotográfica

200

                   

1.2 Computador e impressora

 

250

250

250

250

250

250

250

250

250

 

1.3 Filmadora

 

100

100

100

100

100

100

100

100

100

 

2. Estada e alimentação

120

120

120

120

120

120

120

120

120

120

120

3. Transporte

15

15

15

15

15

15

15

15

15

15

15

4. Pagamento: serviços de terceiros

     

100

   

100

   

100

 

5. Aquisição de material de consumo

200

   

200

   

200

   

200

 

6. Despesas com reprografia

   

50

   

50

   

50

200

 

7. Participação: eventos científicos

     

80

     

80

     

8. Despesas de telefone, fax, correio

30

30

30

30

30

30

30

30

30

30

30

9. Outros (especificar)

20

20

20

20

20

20

20

20

20

20

20

TOTAIS PARCIAIS

585

535

585

915

535

585

835

615

585

1035

185

TOTAL GERAL

R$ 6.995

Fonte: MARQUES, H.; MANFROI, J.; CASTILHO, M.A. Metodologia da pesquisa e do trabalho científico. Campo Grande -MS: UCDB, 2006.

(Folha da Banca Examinadora)

FOLHA DE APROVAÇÃO (caixa alta, fonte 12, negrito, centralizado)

Este documento corresponde à versão final da monografia intitulada

defendida por

perante a Banca da Universidade Católica Dom Bosco

Examinadora do curso de

*), (e

tendo sido considerado(a) aprovado(a).

Nome e assinatura do Orientador – Prof.

Nome e assinatura do Orientador – Prof.

Nome e assinatura do Orientador – Prof.

* Em caso de convênio indicar a instituição conveniada.

8

21

(Epígrafe)

(Epígrafe) 9 cm espaço simples entre linhas, fonte 12 20 cm “É muito difícil pensar nobremente
9 cm espaço simples entre linhas, fonte 12
9 cm
espaço simples entre linhas,
fonte 12

20 cm

“É muito difícil pensar nobremente

quando

se pensa apenas para

viver”

(Jean

Jacques Rousseau,

1712-1778).

ARGUIÇÃO

O acadêmico deve concentrar-se e tomar notas das questões formuladas, procurando agrupa-las logicamente para simplificar a resposta.

Mesmo após um longo trabalho pleno de sacrifícios e esforços, o aluno não deve interpretar nenhuma crítica como uma agressão pessoal. É o próprio momento acadêmico, quando além da transmissão do saber, acontece a produção e a crítica do saber produzido. Só assim a Universidade cresce.

A expressão defesa bem revela o sentido da ocasião: o aluno deve justificar suas escolhas, explicar mal-entendidos, elucidar detalhes e defender seus pontos de vista, sabendo aceitar críticas e opiniões contrárias.

* Conforme ABNT 6023 de 8/2002, não se usa referências bibliográficas, pois as referências são múltiplas.

20

9

ou problema investigado, mas não dá sua própria opinião a respeito. É um erro. O estudante tem de assumir posições. Ele não precisa estar, de antemão, ao lado de quem quer que seja. Porém, deve deixar claro aquilo que pensa. 5

EVITANDO O PLÁGIO

O plágio é crime e, por conseguinte, pode resultar em penalidades. O plágio se

dá quando alguém se apropria e/ou utiliza obra ou ideia de outrem, publicada e/ou

patenteada, sem a devida referência ou explicita permissão de uso, independentemente de boa ou má fé.

A prática acadêmica indica que em um trabalho de pesquisa científica todos os

parágrafos resultantes de consulta a fontes bibliográficas ou documentais devem ser referenciadas. Não basta referenciar apenas uma única vez, no início ou no final de trechos da escrita. Nada pode ficar subentendido, imaginando-se que o leitor irá deduzir que se tratar da mesma fonte.

REFERENCIANDO A INTERNET

A internet é um valioso meio de consulta nas mais diferentes áreas do conhecimento. A preferência deve recair sobre aqueles mais confiáveis. O pesquisador zeloso deve evitar consultas a matérias da internet cujo autor não esteja claramente explicitado. Entretanto, quando a materia estiver sem autor definido, mas hospedada em sites confiáveis, a entrada, nas referências ou na nota de rodapé deve ser feita com a palavra de busca ou com as duas primeiras palavras do título da materia. Em hipótese alguma a entrada deve ser feita com HTTP ou WWW.

SUGESTÃO PARA DESTAQUES DE TÍTULOS.

Para destacar os títulos das obras, no âmbito da UCDB, sugere-se:

1) Itálico para títulos de artigos e de capítulos de livros; 2) Negrito para títulos de livros, revistas, jornais, anais, boletins, monografias, dissertações, teses, enciclopédias, dicionários e 3) Sublinhado para sites.

CASTILHO, Maria Augusta de, ARENHARDT, Mauro Mallman e LE BOURLEGAT, Cleonice Alexandre. Cultura e identidade: os desafios para o desenvolvimento local no assentamento Aroeira, Chapadão do Sul, MS. INTERAÇÕES , Campo Grande, v. 10, n. 2, p. 149-58, jul./dez.2009. Disponível em: http://www3.ucdb.br/mestrados/ RevistaInteracoes/edicoes_numerov10n2.htm. Acesso em 25.01.2010.

(Dedicatória – exemplo)

(Dedicatória – exemplo) 11,5 cm fonte 12, espaço 1,5 entre linhas 20 cm Dedico a presente
11,5 cm fonte 12, espaço 1,5 entre linhas
11,5 cm
fonte 12, espaço 1,5
entre linhas

20 cm

Dedico a presente

Monografia aos meus

filhos, fonte de

alegrias e amor.

10

19

(Agradecimentos – exemplo)

(Agradecimentos – exemplo) 4 cm AGRADECIMENTOS (caixa alta, fonte 12, negrito, centralizado) (espaçamento 1,5 entre

4 cm

(Agradecimentos – exemplo) 4 cm AGRADECIMENTOS (caixa alta, fonte 12, negrito, centralizado) (espaçamento 1,5 entre

AGRADECIMENTOS

(caixa alta, fonte 12, negrito, centralizado)

(espaçamento 1,5 entre linhas)

Ao meu orientador

pela sua presteza e

boa vontade, sem o que as dificuldades inerentes à realização desta monografia seriam ainda maiores. Aos meus familiares que, na medida do possível, opinaram e ofereceram preciosas sugestões.

Aos meus colegas de turma que, pelo fato de estarem “navegando no mesmo barco”, procuraram me apoiar.

Ao

por ocasião da revisão textual.

que gentilmente fez preciosas observações

A Deus que, diariamente, colocou muita Luz e Energia no meu

caminho, da forma surpreendente como só Ele sabe fazer.

Cuidados especiais devem ser tomados para não se adulterar o pensamento original do autor consultado;

4) Indireta tipo condensação, seguem-se as mesmas orientações da citação

indireta tipo paráfrase. Representa a capacidade de síntese sobre uma obra e/ou pensamento, como um todo;

5) De Legislação:

a) Quando a norma jurídica é amplamente conhecida, mas sofreu muitas

alterações, é melhor escrever a vigente para se referir àquela que está em vigor

atualmente;

b) Para as demais normas cita-se o número e a data da promulgação. Não é

preciso incluir a data da publicação no Diário Oficial, a não ser que esta seja importante na argumentação. Ex: Escreve-se: Lei n. 1521, de 26-12-1951 e não Lei n. 1521, publicada em 27-12-1051;

c) As Leis devem ter a entrada na referência e nota de rodapé com a palavra

BRASIL, seguida das expressões: Lei Federal, Lei Estadual e Lei Municipal conforme

o caso indicar;

6) De Jurisprudência , as decisões dos Tribunais devem trazer as informações essenciais e suficientes para possível conferência. Constituem dados essenciais:

Tribunal, Unidade Federativa, Ementa, Data, Fonte. Se a decisão judicial for transcrita ipsis litteris, o trecho deverá vir antecedido da expressão in verbis. Nota: a boa produção acadêmica privilegia as citações indiretas em relação às diretas.

Citação de textos em língua estrangeira: se tiver ou quiser usar trecho de obra

extraído do original publicado em língua estrangeira, faça-o, mas apresente a tradução no rodapé da página. Ou vice-versa: apresente o texto traduzido no corpo do trabalho

e o original da língua estrangeira no rodapé. Em ambos os casos coloque no rodapé:

“tradução livre do autor”, isto é, diga que a tradução é sua. 4

É possível, também, colocar no corpo do texto uma paráfrase e, no rodapé, o texto na língua original entre aspas.

Citação dos termos e expressões latinas: se forem de uso comum, não há problema em utilizá-los sem qualquer tradução, uma vez que são lugares-comuns na argumentação jurídica. (Ex: Caput, data vênia, a contrario sensu, nullum crimen, nulla poena sine lege, juris tantun, habeas corpus, etc.). No entanto, se o trecho estiver em latim e não for de uso comum, deverá seguir a regra da tradução de textos em língua estrangeira.

A tomada de posição: O trabalho monográfico é pessoal, e essa pessoalidade deve aparecer no texto. É muito comum encontrarem-se monografias nas quais o estudante apresenta uma série de posições de diferentes autores a respeito do tema e/

4 Se for o caso.

18

11

NOTAS DE RODAPÉ

As notas de rodapé destinam-se a prestar esclarecimentos, comprovar uma afirmação ou dar uma informação que não deva ser incluída no texto. Podem também ser usadas como referências de citações usadas no interior do texto. O NUPEJU, por meio de seus professores, decidiu USAR SOMENTE NOTAS DE RODAPÉpara fazer referência às fontes e documentos usados no interior do texto. Portanto, não usaremos mais em monografias jurídicas de graduação na UCDB, REFERÊNCIAS INTERNAS COMO ESTA: (PRADO, 1998, p. 47) e sim a numeração progressiva, chamando uma nota de rodapé, logo após a citação ou documento. A referência de uma citação deve ser completa somente na primeira utilização, nas demais usaremos somente os elementos essenciais: nome do autor com entrada pelo sobrenome, título do trabalho e página. Os demais elementos o leitor deverá procurar na referência bibliográfica situada no final do trabalho. Ex: 2 Esta decisão, com respaldo das normas da ABNT, atende de uma forma mais completa às exigências da Ciência Jurídica, que contém determinadas fontes, documentos e informações que não se coadunam com a forma alfabética no interior do texto. Quando a fonte da referência é exatamente igual à anterior, na mesma página,usa expressão Id. ou Idem; quando do mesmo autor, mesma obra e página diferente, usa a expressão Id. ou Idem + n. da página; quando mesma obra e página diferente, usa a expressão Ib. ou Ibidem + n. da página. Quando a obra já foi citada anteriormente usa-se o nome do autor a expressão op. cit. (opus citatum – obra citada), ano e número da página. Caso a referência seja genérica ao texto como um todo, isto é, indica-se um texto que aborda o tema em várias passagens e/ou capítulos, pode-se utilizar, em vez das páginas, a expressão “passim” (aqui e ali). Ex: 3

CITAÇÕES

1) Direta curta, até três linhas, citar dentro do próprio parágrafo, espaço 1.5 entre linhas, entre aspas e com nota de rodapé correspondente, indicando a origem com precisão; com indicação de página;

2) Direta longa, mais de três linhas, deve ficar abaixo do texto, sem aspas, com recuo de 4cm da margem esquerda do texto, terminando na margem normal à direita, utilizando tamanho 11 e espaço simples; com indicação de página; 3) Indireta tipo paráfrase, sem aspas e sem recuo, pode começar ou terminar com o nome do autor, devidamente referenciado em nota de rodapé. É uma reescrita das idéias e/ou concepções do autor, nas palavras de quem estiver produzindo o texto.

2 PRADO, Luiz Regis, Pena de multa – aspectos históricos e dogmáticos, 1980, p. 6 3 NERY JUNIOR, Nelson, Atualidades sobre o processo civil, 1980, passim.

(Abreviaturas – exemplo)

(Abreviaturas – exemplo) ± 4 cm ABREVIATURAS* (centralizado, fonte 12, caixa alta, negrito) (espaço 1,5 entre

± 4 cm

(Abreviaturas – exemplo) ± 4 cm ABREVIATURAS* (centralizado, fonte 12, caixa alta, negrito) (espaço 1,5 entre

ABREVIATURAS* (centralizado, fonte 12, caixa alta, negrito)

(espaço 1,5 entre linhas, em ordem alfabética)

AC – Apelação Cível.

ACP – Ação Civil Pública.

CLT – Consolidação das Leis do Trabalho.

CP – Código Penal.

CPC – Código de Processo Civil.

DJU – Diário Oficial de Justiça da União.

HC – Hábeas Corpus.

TFR – Tribunal Federal de Recursos.

TJ – Tribunal de justiça.

TRT – Tribunal Regional do Trabalho.

TSE – Tribunal Superior Eleitoral.

TST – Tribunal Superior do Trabalho.

* Usa-se quando no trabalho monográfico existirem pelo menos 10 abreviaturas. O mesmo procedimento se aplica em listas de gráficos, quadros, tabelas, figuras, mapas, etc., independentemente do número.

12

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(Resumo - exemplo)

± 4 cm
± 4 cm

RESUMO*

(título centralizado, fonte 12, caixa alta, negrito)

(parágrafo único, sem recuo, justificado, fonte 10 ou 11 , espaço simples entre linhas)

O presente trabalho objetivou verificar o correlacionamento existente entre o

Desenvolvimento e a Criminalidade e em que medida o modelo de desenvolvimento adotado pode influir no índice de criminalidade aumentando-o ou reduzindo-o. Verificar o curso social do progresso e sua repercussão no comportamento social e individual incidindo na área da ilicitude penal. Fazer uma análise da criminalidade contemporânea procurando detectar suas características e seus pontos de semelhanças com o sistema sócio-político vigente. Oferecer sugestões para um planejamento de prevenção criminal.

Foi dada ênfase na tese ao problema criminalidade violenta com destaque para a criminalidade de conteúdo ideológico, distinguindo-se entre a criminalidade ideológica de repressão e a de contestação. Destacou-se também o problema da delinqüência juvenil.

Foi observado que o desenvolvimento precisa ser encarado como processo global não

restrito apenas ao econômico, exigindo planejamento integrado com valorização do homem a que se destina. Há necessidade de repensar a sociedade, de centrá-la no homem hoje coisificado. O processo democrático se fez imprescindível ao correto planejamento

do desenvolvimento do país e da prevenção da criminalidade. A prática democrática

possibilitará a absorção dos conflitos evitando que as divergências político-ideológicas se manifestem por atos de terrorismo. A coisificação do homem, a injustiça social, a opressão política, a violência policial são fatores que decisivamente repercutem na criminalidade**.

PALAVRAS-CHAVE: Desenvolvimento. Criminalidade. Comportamento. (mínimo de

três e máximo de cinco palavras)

* O presente resumo corresponde à tese Desenvolvimento e criminalidade c itado como modelo por Eduardo de Oliv eira Leite na obra Monografia jurídica. 3. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1997. p. 257. ** Resumo é um elemento obrigatório, que consiste na apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto. O resumo deve dar uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho:

constitui-se em uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos, com o mínimo de 250 e máximo de 500 palavras, seguido, logo abaixo, das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave conforme a NBR 602 8.

Indicativos de

Capítulo: deve ser precedido de um indicativo numérico, separado por um espaço de caractere, sem ponto, em negrito, em maiúsculas, fonte

seção (capítulo

e subseções)

12 e alinhado à esquerda. Subseções: deve ser precedido de um indicativo numérico correspon-

dente ao capítulo (1.1 1.2. 1.2.1). Iniciar na margem esquerda (ou na margem do parágrafo) com tipo de fonte diferenciada de acordo com a escolha feita para aquela seção (secundária, terciária ou quaternária). Títulos sem indicação numérica (como agradecimentos, lista de tabelas, sumário, resumo, introdução, conclusão, referências, anexos

etc.)

devem

ser centralizados, em negrito, em maiúsculas, fonte

tamanho 12.

Numeração

Deve-se adotar numeração progressiva. Os títulos de capítulos devem iniciar em folhas distintas. Recomenda-se, para isso, que seja utilizado o recurso de “inserir – quebra – tipos de quebra de seção – próxima página” do Word.

Paginação

Deve ser feita em algarismos arábicos, no canto superior direito por parte do leitor, a 2 cm da borda superior e a 2 cm da borda direita. As folhas devem ser contadas a partir da folha de rosto e numeradas em algarismos arábicos a partir da segunda folha da introdução.

A

numeração mantém-se na forma sequencial, independentemente do

número de capítulos, apêndices e anexos.

 

A

primeira página das seções primárias (introdução, capítulos, conclusão,

referências

)

não leva número

Abreviaturas e

Quando aparecem pela primeira vez no texto, deve -se usar o nome por extenso, seguido da abreviatura ou da sigla, entre parênteses. Após este procedimento, deve-se usar diretamente a abreviatura ou a sigla. A lista de siglas é opcional. No entanto, se o trabalho monográfico tiver mais de 10 siglas, aconselha-se a lista em ordem alfabética, nos elementos pré-textuais.

Siglas

Ilustrações

Figuras, esquemas, fluxogramas, gráficos, mapas, organogramas:

qualquer que seja seu tipo, sua identificação aparece na parte inferior precedida da palavra designativa (Ex: Figura, Gráfico, Mapa etc.), seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto em algarismo arábico, do respectivo título e/ou legenda explicativa e da fonte, se necessária. Legendas devem ser breves e claras de forma a dispensar a consulta ao texto. Tabelas: a indicação do título aparece na parte superior, à esquerda, precedido da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismo arábico.

A

fonte de informações contidas em uma tabela deve aparecer

à

esquerda na parte inferior da mesma. Quando uma tabela não couber em uma folha, deve continuar na folha seguinte, repetindo-se o título e o cabeçalho.

1 Adaptação de BARRAL, Welber. Metodologia da pesquisa j urídica, 2003, p. 175.

 

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13

ESPAÇAMENTOS

Espaço entre uma linha e outra: o Nupeju convencionou acompanhar documento da ABNT de agosto de 2006, utilizando espaço de 1,5 entre linhas. Espaço entre um parágrafo e outro: uniformizar em um espaço de 1,5 ampliado, de acordo com configuração do Word (formatar - parágrafo - espaçamento: 6pt depois). Espaço entre o parágrafo e ilustração (gráfico, tabela, quadro, figura, diagrama, sociograma etc.): uniformizar em espaço de 1,5 ampliado, de acordo com configuração do Word (formatar - parágrafo - espaçamento: 6pt depois). Espaço entre parágrafo e citações longas: uniformizar em um espaço de 1,5 ampliado. Espaço entre texto e novo título: uniformizar em dois espaços de 1,5. Regra fundamental: a uniformidade. Quer isto dizer que um determinado procedimento deve ser mantido em todo o trabalho.

ELEMENTOS GRÁFICOS. 1

Papel

Branco. Formato A4 (21,00 cm. X 29,7 cm)

Fonte

Deve -se utilizar a fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12 para

o

texto e tamanho 10 para notas de rodapé. O tamanho 11 será

Margem

utilizado para citações textuais longas, destacadas (mais de três linhas). Superior e Esquerda 3 cm. (Conforme folha padrão) Inferior e Direita 2 cm. (Conforme folha padrão)

Espacejamento

Entre linhas: espaço 1,5 ou duplo. Entre parágrafos: um espaço de 1,5 de acordo com configuração do Word (formatar – parágrafo – espaçamento: 6pt depois). Título de capítulo (seção primária): deve ser iniciado em nova página, três centímetros após a margem superior, podendo iniciar mais abaixo, até 4cm. O título deve ser em negrito, maiúsculas, precedido do respectivo número e alinhado à esquerda, na margem do texto. Pode utilizar tamanho 12, mantendo a uniformidade em todos os títulos. Título de subseção (seção secundária): deve ser separado do texto por dois espaços de 1,5, anterior e posterior. Iniciar na margem esquerda. O título deve ser diferenciado do título do capítulo (letra maiúscula sem negrito). Título de subseção (seção terciária): deve ser separado do texto por

dois espaços de 1,5, anterior e posterior. Iniciar na margem esquerda.

O

título deve ser diferenciado do título da subseção (letra minúscula

com negrito). Título de item (alínea ou seção quaternária): novo parágrafo, sem

espaçamento maior. O tipo de letra deve ser diferenciado da seção terciária (minúscula e itálico). Iniciar na margem esquerda. Não utilizar o travessão (? ) e nem o ponto (.) entre o número do tópico ou subtópico. Não utilizar marcadores diferenciados (•, "). Notas de rodapé: numeração seqüencial, separadas do corpo do texto por um filete a partir da margem esquerda. No texto da nota de rodapé,

espaço entre linhas é simples, não há espaço entre parágrafos, nem espaçamento na primeira linha. Utilizar o inserir notas do Word.

o

(Exemplo da organização do sumário)

( Exemplo da organização do sumário) ± 4 cm SUMÁRIO 1 2 (centralizado, caixa alta, fonte

± 4 cm

( Exemplo da organização do sumário) ± 4 cm SUMÁRIO 1 2 (centralizado, caixa alta, fonte

SUMÁRIO 1 2

(centralizado, caixa alta, fonte 12, negrito)

INTRODUÇÃO

1 DIREITO DE POSSE 3 (caixa alta, negrito)

n. da folha

1 DIREITO DE POSSE 3 (caixa alta, negrito) n. da folha 1.1 ESPÉCIES E QUALIFICAÇÃO DA

1.1 ESPÉCIES E QUALIFICAÇÃO DA POSSE (caixa alta, sem negrito)

1.2 DA AQUISIÇÃO E PERDA DA POSSE

2 DIREITO DE PROPRIEDADE

2.1 NOÇÃO DE PROPRIEDADE

2.2 DA AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE DE IMÓVEL

2.2.1 Por terceiros (caixa baixa, negrito)

2.2.2 Por outras categorias legais (caixa baixa negrito)

3 DIREITOS REAIS SOBRE AS COISAS ALHEIAS

3.1 DO USUFRUTO, DO USO, DA HABITAÇÃO

3.2 OS DIREITOS REAIS DE GARANTIA

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS

ANEXOS

1 No Sumário usar no máximo a seção terciária (ex.: 1.2.1)

2 A paginação conta a partir da folha de rosto, mas o número aparece somente a partir da segunda página da introdução.

3 ABNT permite que o aluno opte por um alinhamento dos números das seções à esquer- da, diferenciando somente o tipo de letras, ou fazendo recuo, conforme exemplo acima.

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(Introdução - exemplo)

(Introdução - exemplo) ± 4 cm INTRODUÇÃO (centralizado, caixa alta, fonte 12, negrito) “A Introdução, como

± 4 cm

(Introdução - exemplo) ± 4 cm INTRODUÇÃO (centralizado, caixa alta, fonte 12, negrito) “A Introdução, como

INTRODUÇÃO

(centralizado, caixa alta, fonte 12, negrito)

“A Introdução, como o próprio nome indica, deve propiciar ao leitor uma visão panorâmica do que virá, introduzindo-o no tema explorado”. 1

(espaço 1,5 entre linhas, com espaçamento ampliado entre parágrafos)

Segundo Oliveira Leite, a introdução se processa de forma bem mais segura e

abrangente após a redação completa da monografia, tendo uma perspectiva definitiva do

tema é mais fácil definir o que convém dizer, para bem introduzir o assunto. 2

O objetivo principal da introdução é situar o leitor no contexto da pesquisa.

“Explique a delimitação do tema, indique os objetivos que serão buscados, aluda à

divisão dos capítulos e ao que será tratado em cada um deles” 3 . O leitor deverá perceber

claramente o que foi analisado, o como e o porquê das limitações encontradas, o alcance

da investigação e suas bases teóricas gerais.

A introdução deve ser formulada em uma linguagem simples, clara e sintética, colocan-

do aquilo que é necessário para que o leitor tenha uma idéia objetiva do que vai ser tratado. 4

A extensão da introdução é de 3 a 5 folhas ou de acordo com a exigência temática da

monografia.

OBSERVAÇÃO:

Para melhor desempenho, leia em Eduardo de Oliveira Leite. A monografia jurídica. 3. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1997. p. 141-50. Exemplo de como construir uma introdução de um trabalho científico. Além disso, leia alguma introdução de monografia que contenha os elementos básicos acima mencionados.

1 NUNES, Luiz Antonio Rizzatt. Manual de monografia jurídica, 1999, p. 72

2 LEITE, Eduardo de Oliveira. A monografia j urídica, 1997, p. 141.

3 BARRAL, Welber. Metodologia da pesquisa jurídica, 2003, p. 170-1.

4 KOOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica, 1997, p. 145- 6.

(Desenvolvimento - exemplo)

(Desenvolvimento - exemplo) ± 4 cm DESENVOLVIMENTO CAPÍTULOS (TÍTULOS, SUBTÍTULOS, ALÍNEAS, INCISOS, SUB-ALÍNEAS) Os

± 4 cm

(Desenvolvimento - exemplo) ± 4 cm DESENVOLVIMENTO CAPÍTULOS (TÍTULOS, SUBTÍTULOS, ALÍNEAS, INCISOS, SUB-ALÍNEAS) Os

DESENVOLVIMENTO

CAPÍTULOS (TÍTULOS, SUBTÍTULOS, ALÍNEAS, INCISOS, SUB-ALÍNEAS)

Os capítulos devem ser sempre iniciados como nova página mesmo que sobre espaço na página que termina o capítulo anterior. O título do capítulo deve ficar no alto da folha, alinhado à esquerda, na direção do corpo do texto, em destaque, em letras maiúsculas, numerados em algarismos Arábicos.

Os subtítulos e subdivisões devem ser organizados de forma homogênea e realçados com grafia destacada no texto. Os espaços que os separam do texto são maiores e proporcionais, sendo numerados de acordo com a técnica dos números pontuados: 2.1, 2.1.1 etc.

para

especificar tópicos no interior destas subdivisões 1), a).

As alíneas são assinaladas por letras minúsculas ou números, fechados em meio- parênteses para especificar tópicos no interior dos subtítulos. Ex.: 1) ou a)

Podem-se

utilizar

algarismos

ou

letras,

fechados

em

meio-parênteses

TIPO E TAMANHO DAS FONTES

Para a grafia e destaques dos títulos, observar a orientação da numeração progressiva 1 . SEÇÃO PRIMÁRIA – (Até um número) – Maiúscula e negritada SEÇÃO SECUNDÁRIA – (Dois números) – Maiúscula sem negritar. Seção Terciária – (Três números) – Minúsculas e negritado. Seção Quaternária – (Quatro números ou alíneas) – Minúscula sem negritar, podendo ser sublinhada. Tipos de fontes : Times New Roman ou Arial. Tamanho da fonte para o texto: 12 Tamanho da fonte para os títulos: 12

1 CASTILHO, Maria Augusta de, Roteiro para elaboração de monografia em Ciências Jurídicas, 2000, p. 52-3.