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ALVES, RUBEM. Entre a Cincia e a Sapincia: o dilema da educao. 22ed.

So Paulo: Editora Loyola, 2012.

FREIRE, PAULO. Pedagogia da Autonomia: saberes necessrios prtica


educativa. So Paulo: Paz & Terra, 1996. .

FREIRE, SERRANO. Seja o Professor que Voce Gostaria de Ter. Rio de


Janeiro: Editora Wak, 2011.

REALE, G.; ANTISERI, D. Histria da Filosofia: Antiguidade e Idade Mdia.


So Paulo: Editora Paulus, 1990. vol 1.

HARNONCOURT, N. O Discurso dos Sons: Caminhos para uma nova


compreenso musical. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1988.

10, 17, 19

Com as grandes construes sistemticas do sculo IV a.C., a temtica


filosfica iria se enriquecer ainda mais, distinguindo alguns mbitos de
problemas (relacionados com a problemtica do todo) que, ao longo de toda a
histria da filosofia, iriam permanecer como pontos de referncia
paradigmticos. (REALE; ANTISERI, 1990, p. 24)

A filosofia como necessidade primria do esprito humano.


Os antigos respondiam que tal necessidade est estruturalmente radicada na
prpria natureza do homem. Todos os homens por natureza aspiram ao saber
porque sentem-se plenos de admirao. Os homens comearam a filosofar,
tanto agora como nas origens, por causa da admirao. (REALE; ANTISERI,
1990, p. 23)

A msica era parte essencial da vida, ela tinha forosamente que nascer do
presente. Ela era a lngua viva do indizvel e s os seus contemporneos
podiam compreend-la. A msica transformava o homem tanto o ouvinte
como o msico. Devia ser sempre criada com o novo, da mesma forma que os
homens deviam construir para si novas moradas que correspondessem a um
novo modo de existncia, a uma nova modalidade de vida espiritual.
(HARNONCOURT, 1988, p. 13)

O respeito autonomia e dignidade de cada um um imperativo tico e no


um favor que podemos ou no conceder uns aos outros. Saber que devo
respeito autonomia e identidade do educando exige de mim uma prtica em
tudo coerente com este saber. (FREIRE, 1996, p. 25)

Nenhuma formao docente verdadeira pode fazer-se alheada, de um lado, do


exerccio da criticidade que implica a promoo da curiosidade ingnua
curiosidade epistemolgica, e do outro, sem o reconhecimento do valor das
emoes, da sensibilidade, da afetividade, da intuio ou adivinhao.
(FREIRE, 1996, p. 20)

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