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TCNICAS DE CONTRAVENTOS EM ESTRUTURAS DE MADEIRA

ACADMICOS: Anderson Miranda Costa R.A.: 1656

CURSO: ENGENHARIA CIVIL


DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE MADEIRA
PROF: MARCOS CAMPOS
SUMRIO

1 CONTRAVENTAMENTO

2 - PRINCIPAIS TCNICAS DE CONTRAVENTAMENTOS

3 CONTRAVENTO PARA PEAS FLETIDAS E COMPRIMIDAS

4 EXEMPLOS DE CONTRAVENTOS
1. CONTRAVENTAMENTO
Uma das cargas acidentais que incide sobre as estruturas provocada
pelo vento. As estruturas principais ficam submetidas cargas no previstas
em vrias direes possveis, inclusive quelas no previstas por seus planos
de projetos. Diante deste fator se faz necessrio utilizao de uma estrutura
adicional capaz de resistir a estes esforos, denominada de contraventamento,
previsto no item 7.6 da NBR 7190.
As estruturas de contraventamento so dispostas em planos ortogonais
aos elementos estruturais principais, de modo a impedir deslocamentos
transversais excessivos do sistema principal e garantir a estabilidade global do
conjunto.
De acordo com a NBR 7190, transcrita abaixo:
No dimensionamento do contraventamento devem ser consideradas as
imperfeies geomtricas das peas, as excentricidades inevitveis dos
carregamentos e os efeitos de segunda ordem decorrentes das
deformaes das peas fletidas.

EFEITOS DE SEGUNDA ORDEM So efeitos ligados a flexibilidade das


estruturas. Segundo a NBR 6118 Efeitos de 2 ordem so aqueles que se
somam aos obtidos numa anlise de primeira ordem (em que o equilbrio da
estrutura estudado na configurao geomtrica inicial), quando a anlise do
equilbrio passa a ser efetuada considerando a configurao deformada.. Em
resumo. Efeitos de segunda ordem so os efeitos estruturais ocasionados
considerando as peas estruturais j deformadas.
2. PRINCIPAIS TCNICAS DE CONTRAVENTAMENTOS

Os contraventos podem ser temporrios e permanentes

REFERNCIAS

1) BASTOS, Paulo Srgio dos Santos. Apostila Lajes; Escola de


Engenharia, UNESP, Disponvel em:
http://wwwp.feb.unesp.br/pbastos/pag_concreto1.htm. Acesso
29/03/2016.
2) ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS (ABNT). NBR
6118 Projeto de Estruturas de Concreto - Procedimento, Rio de
Janeiro, 2014
3) FIGUEIREDO, J. R. F. Sistemas estruturais de lajes sem vigas:
Subsdios para o projeto e execuo. 1989, 262f. Tese (Doutorado em
Engenharia de Estruturas). Universidade de So Paulo, So Carlos,
1989.
4) PEREIRA, E. D. A. Anlise comparativa de normas para o clculo de
lajes submetidas ao efeito da puno. 2014. TCC. UFPR, Curitiba,
2014
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