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ARQUITETURA Forma, Espaco e Ordem Francis D. K. Ching Martins Fontes S20 Paulo 1999 i fa psn whan nhc tnd ARCUTBCTRE: min 989 noon Reha sof ere Ton Pag “Urs rome Neuf eo me heed fm ay hee chen aha pee roo Tater es eo nao Nana dei pe pl emi traf on po lg ta avs ects mle fips peo Cent © rsa a asa s,s at 58, a pen, ane "resa wien acre Dad arc Ca CP) Ahan Ht ny = So Pa Me 1 Aegean ~ Coop Tes par cat ant Todor os detos pare a igus porigusa reservados “rare Martin Fontes Ettore Lida, ‘Raa Conehetro Romatha, 30340 (01325-06080 Panlo SP Bran! A, (11) 280-9677 Fax (1) 3105-6867 mal nfotamarinsfonescom epsnewn marron cae 2 Forma “Aone arqutecbica 4 oponto de coratoenteo macoe 0 cexpaca..) Forms aruitetticss tures, materi, modula de uz econbra, cor nado 6 cone parairjetar ua quaidede ou eto que atin espago. A quale da aryletra oerdceterinad pla habidadedopoeista en ilar eelacionaesse elementos, tanto nos espagcs intermos quarto ros espaca so redor dos cos” Edmund N, Bacon The Design of Cities 1974 3 eae ’ ee FORMA Ferma éun tro abranyence que tem varie sianfcados, oe se refedra © Nocontexto deste estudo, forma sugee refed tent &estrutura uma apart eterna pastel de ser reconheida, como ade una cadera.ou _iniemae ao perf eter quanto ao prio qu crfereuridede ao tad. de um: compo human que se set rela. Pode Lambe alu au congdo quart forma reqitemente inci um sentido de masea ou volume pertialarna qual go atua ou se manifesta, como quar farce de Aqua —_—rdinensona formato referers mais espciicamente ao aspecta ozerc a forma de geo ouvapr Em are poet, feqertemente utiizatos o cla forma que govern sua aparercia~ a configura au posi relates ‘ero para denotar a estratura formalde um taba a mana de dispar de lines ou contoros que deliitem ua figura ou fora, coodenar 0 ements pares de ua compose de forma produce uma imagem coerete, Formate. O conor carectrstico ou configura da supercede uma forma particular Formato do pra _2opectaatrars do qualidentiicamos « cleatcanos as formas. ‘Abdo fora, 25 formas eceram = proredades use de Tamanho As dienes fecas de conprinent, lergra profi dade de ua forma Embor esas dmenstesdeteminem 6 propogies de uma forma, 228 cecal determinada por seu tamarke) relate acutras formas de ses content, Cor Um ienémeno de ze percep vsul ue pode ser descr em tertas da percepeo que um ito tem de mate, eatarago valor tol Cor 60 atrivuto que mei claramerte esrave uma forma de eu ambiente. També aftao peso visual de uma form. Textura Quads visuleeopeiamente tt confer una super pot ‘sath, formate, deposi e proprio dis partes. A textura ‘ambém determin ogre em que 66 superfesdeuma forma elec os abaorem ali inet 34 / AROUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM PROPRIEDADES DA FORMA formas também razen proprdades reacona perm o pedro ea composirao de ements so Asiuardo dena oma r restate a seu anbierte coucampo vausl entre do quel é vista Orientagio. Arde una forma reotivaente eo plano do sla, 206 pros carded, ova formas ou a obserador da fone Inércia Visual 0 grau de concerto e setabiidade de uma fora. Anca visual de uma forma depend de ua gore, seem com de cua oentagao roatvament 20 plo do soa, & stragio da randads 6 anozea lina devi. 602006 ropedades da forma si, na realidad, efctadas plas condos nas quai be a beers «Una perspectva ou um Angi de vio verde apresertam diferentes formatas ou aspectoe de uma forma aos toss cos, «Nossa dstfria com rao a ma forma deterina eeu tamanto azarente, As condges de uz em que venos ura fora afc aclardade de ceu formato eestrutra + O.campo veual qu crasrda ua forma infuencia nocea capacidade de perce eerie FORWA £35, . FORMATO (formato reer ao perl cractartico de | una igura plana cu coniguracdo de supe de umafomavolunética.E0peigal meio pelo qual recorheces denticamos & dassficamos guras formas deteninadas, Nossa percep deforma dpe do gray decorrasteveual extent argo do contorno que separa ua figura de eu fund, cuertre uma forma esa campo. Busto da Ratha Nefrite 0 padi do movimento ccular de uma peeeca ue obeervaa figura de acord com una peenica de Alfred |. Yarbu, do tito para Problemas de Transwisedo de formar Neco Ei arguiteturavotamones pra os formatos de + panos de piso, parades eteto que etiam um espa « vos de porte ¢ janes dentro de um aepaco delnitado sitetas econtomos de formas anqutetdrioas 436 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEN. FORMATO sees expos lustcam como a moldagem dango entre maceae eepeqo express ameaneira pla qual cs contoros de ua mazsa erqitetrica se eleva a pari do pla descloe vio ao encontrado ch Pasi Cental, Templo Horyu-J Nara, Jap, 607 AC. Mla Garces, Vaucresson, Franca, | ‘] 1926-27, Le Corbusier | Essa composig&o arquiteténic lustra a interagio entrees formatos dos sdidos ¢ vaio plaos. Meequita Suleyman, Constartinola (stant), 1561-8, Sinan FORMA / 37 FIGURAS PRIMARIAS A pelos geetaista frm qu mente simpliica © meio veual afm de compreendé, Dada ualauer composi de eras, temas tendénca a redo tema, em noseo campo visual 305 formatos mas simples erequlsee Quarto mae les regular frum format, mi fl oer perce ecomprerado Da geometriasebercs que a6 figuras regulares eo o ceva sbiinfita de palgonos requlares que podem ser nscrites ne, Desees poligoos, os male slpifiatics so as figuras prindrias ocho, otal 0 ouadrad. | .) Gabbana ips cadets de um porto fuo em seu intron, RS \f vA \ Tridngulo Uma figura pana intada por tréladoo | é.-% 2 \ retoe que define ts Arlo itereos | J Quedrado Un tgs para ue tomate lao \ | igus e quatro drgus retos. 38 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO FORDE cincuto (rela uma figura centralize itrovertida,aue& Fnormament este e autaceteazadora ent se i. jouand-se um Gra no crt de un capo, reference fua cntraldsde nro, Assocando-o a foonasretas cu Jangdres, ou stuerdo um elmer aolongo de sua rcertai,enetant,pdemas rd norco um imento de rag aperente. Teatro Romano segundo Vitro FORMA 7 39 TRIANGULO Otridrglo sini estab dade. Quando repousa em unde aus laos, o riénglo consctu uma figura edremamerte esti. Ge apiado sire un ds sous vets, neta, pode tanto econcaree em um estado de euro precio como estar insdele tender aca sobre um de seus lacs, Museu de Arte Moderna, Caracas, Venezuela, 955, Oscar Niemeyer Casa Vigo Sunt, Mazon, Wieconsi, 1242, Fark yd Wig Grande Primide de Qubops em Giza Exit, 2500 aC, 40 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM QUADRADO ‘Casa de Banho, Centro da Comunidade Judia, Trenton, Nova Jersey, ‘Agora de Efeso, Avia Menor 1954-59, Louis Kahn euieaerate Composiesresltantes da rotarS0e modicagZo do quadrado, ( quadradorepreseta 0 puro ¢oracoral.E uma figura estética ¢neuira, rio tendo nenhuma deco dorrinarte, Todos 0s outros retdngulos podem se considerados vaiagdes do qusdado~ deeios da norte pelo acréecimo de altura cu langure, Goma o dng, 0 auadcado este! quando repousa sobre um de seus lade, e dinico quando apclado em unde seusvirices COCO Forma yt SOLIDOS PRIMARIOS: “Cubos, cones, eterascindas ou prides constituem ae grandes ‘ena pindias que aluz revel ecb um Sng favrdek almagem desiae detintae tanghel er nbs ¢ sem anbigidace E po eee rata que elas so formas bela, as forias mais bias” Le Corbusier Esfera Gilindro 42 / ARQUITETURA: FORMA, ESPAGO E ORDEK ‘As figuras prindriss podem ser anpiades ou postzs em rotago de modo a gerere formas wlunétccae ou abidos que fo dstnto,requlares facientereconhech Os culos pram esterase lites, 6 tnguos goa coes © pidmides 0s quadradoo germ ods. Ness conte, 0 ‘termo eid ioe refere3fimeza da substance as a su coro ou gua geondticadmeneional Un ldo grado pela recur wn semicculb em torn de eu ddmeto, cua superie & em tas o8 pots, afidetante do cera Ua eter consti ua forma tealzada ¢altamerte concentra. Coro o credo qual é grade éastocentalzadora ¢nonnalnenteectve| em eeu meio Fo estar inclrada em diredo a uninovnento de rota querdostuada em um pla inlnado. De qualquer porto de vista la conserva seu formato cil Un eld grado pels evolu cde um ret nguo core wn de es lados. Um clindro&certralaado em rela a cio que straiesss os centros de aus dvs aces craw. longo deoee eho, pode cer facmentetraneladad.Ocndo d ctl se repcusar sire uma de aus faces cules: toma-se inetavel quando seu exo central &vcinado em relagto 3 vertical Cone | Pirdmide Cubo Um ldo gerad pela rehugo de um rdngl engule sobre um de ses catetos.Conoociiao,o cone consttl una forma atamente este quando repousa sobre sus base cic ¢hetdvel quando eu ex verte é ncinado ou vrado ecabeg para bico. Podetanblmrepousar sobre eeu vétice, mum estado rtrd euioria. Um pleco de base poigonal jas faces tianguiares ce encotzan em um ona cau ou vice A pid cera Propriedades semebentes Bqueas do cove. Como sues faces cotituem supers danas, entetarta, a pride pade repovear dena manera estdvel dre qualquer un las Erquartoo cone coretitul uma forma sua, a pidide& reatiaente dura eangder Un bdo prisindtico delimit por acs quadrats ul, ‘endo eo o glo formado por quaiquer dis dle oue seem adacentea Dodo Aigualdade de suas dmenaes,ocubo € ura ‘oom est, destitute de moxinenta ou creo edertes, Coretizuiuma forma este exceto quando apiade en ua de sae rect oulados.Embora seu perl angular Seated pel ozzo ponte de vit, o cub permanece una forma altarentereconhectel SOLIDOS PRIMARIOS FORMA / 43 SOLIDOS PRIMARIOS Instituto de Tecnologia de Massachusett, Cambridge, Maccachusetia, tro Saarien e Assocados Frojeto para um Cenotifio CBnico, 1754, Etienne-Loius Boulée 44 / AROUITETURA: FORMA, ESPACO F ORDEM SOLIDOS PRIMARIOS i Casa Haneelmany, Fert Wayne, Idina, ‘967, Vichae! Graves FORMA / 45\ 46 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEW ‘stoma ears reese Blas es paries esto dacnadas uns uta de uma fama consistent rgrzada Sto grants de ature ect sindtvicas em to de mou mais hs Mester, ocd, 0 co ocibo ea prdride constitu os expos prince de fomss reales, As formas podem cone su regulate mesro quando tarstomadas dmensealrerte oupela digo ou subeago de lente Apart de osces _perdcies com formas saveantes, eros construirum adel mental do ado rig mea quando um rearenta etd faando ov ost partaé acrescertada. Fomas reqleres so squeles cues partes so ce rataneaa descent rlsconam ene de uma fra income, So geralerte asinétcase als dca que a6 formas requlres Pier consti formas regulares des quis erence irequlares oa sbtrales ou eautarem de ume cemeosio ineular de formasrequlres. Camo, aruttura Mamas tanto com massas ska cor com supers pac vacias é oss que ua oma eqs esa cortida er ura oma neg De ua mara cenaharta una forma nega pode estar corta cm una ort rear FORMAS REGULARES E IRREGULARES Formas regulars: Salo da Flarmdnica, Gein, ‘956-65, ano Scrarcun Peseraeeee ly ee Uma Composicéo Regular de Formas Reguares: Casa de Eepetdculos Coonley, Riverside, linc 1912, Frank Loyd Wright. Uma Composiéo Irregular de Formas Regulres: Falco Kateura, Ko, Jap, sco Xl Formas Iregulares dentro de um Campo Regular: Projeto do Patio da Casa, ‘224, Ves var der Rote Formas Regulares dentro de uma Composci regular: Mesquita do ult Hasan, Cao, Eto, 356-63 FORMA / 4? TRANSFORMAGAO DA FORMA es ds sides Todas as outres formas podem ser comereendidas como traxforna prindrin ages geradas pla mariplgo de na oumai eres ov pl ei ou subtragdo de demertos, 48 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM Tronsformaco Dimensional Ua forma pode ser ransforads ao ee aerar un ov trode uns dimen e snd coreenar eva detidade! como mero de ua fal de eras, Um cub, por campo, pode se ransfrmado em formas prisms ‘sonehante, strate de mudanes cists em aura, lorgura ou comprinento. ade ser cmprinio em uma forma pana ou se eaten em una formaliear Tronsformagio Subtrativa Uma ors pode er raformada ao sesubtran una porgo de seu volume, Depererdo daextencio do groceoéo surat, a forma pode consenat sua idetidade ini ou sr transferase um forma de cutra ani, For explo um ico pode conservar eva idertidede como cuca, mesmo que uma por dle sla remaid, ov cr sansformado em ur sre de poledros rears que comeram ace aprxinar de uma efera, Transformagio Aditva Uns forma pode cer trancformada pela ado de dlemetos ao seu scume. A ratureza do process ato eo nimere eos tems ats de ements acrescentade deterrinan a identade da forma cil serd lterada ou marti, TRANSFORMACAO DA FORMA ‘Transfrmagio Dimensional de um Cubo er uma Loe Vertical: Unidade de Habitagdo,Firminy Vert, Fang, 1963-68, Le Corbusier Transformacdo Subtrativa Criondo Volumes de Espaco: Residénca Gvathney, Aregencet, No Yor (967, Charles GnathmeylGnathey Siegel Transformagio Aditiva de uma Forma Matriz pela Conjugacdo de Portes Subordinadas: URedentore,Vorezs, 177-92, nea Fado TRANSFORMACAO DIMENSIONAL Una eoierapae ser travelormacta em ue erie de formas ovtdes ou elpecidals ao ser alongada em ut 2a LA A Uma pride pode ser transforma ao se aterarem as dienes da base, medficando a altara do fyce ow rclando seu cho nomaimente vertical, Un cto poe er trarefomado em formas prsndticas semdhantes a0 ser encrtada ou aorgada sua ara laura ob profunddede, C501/ ARQUITETURA: FORIA, ESPACO E ORDEM TRANSFORMACKO DIMENSIONAL Planta de uma lr Elta Feira dela Chiesa 8 Car, Projo, tao Nl Francesco Borin t,Pieta, Finer, Franga, (966, Le Cortusr Projet para o Clibe Nautico Yahara, Madison, Weconsir 1902, rank Lloyd Wight é som) a FORMA SUBTRATIVA Buscamos a reuaridadee comtnudeds as fora que vemos arto de oeeo campo devs. Se qualquer dos sos price cetiverparcialmenteocut de nossa veto, tenderemos a completa a forte veuaizo come se fosse un toda pis mente prosnche aqulo qut os dks ro vem, De uma manera semahant, quando 2 formas reqlares tim fragments ov hes fla de se ues, conserva suas entidedes formas 2 as pereehenos caro todos ncompecos,Rfeimonos a esses fons mtadas como formas subtatves. For serom facmente econhehel, a formes geondticas singles, como 0s slice pridrio, adeptanse prntamente ao tretamenta subratia, Eseas formas concerto sus dents des formal or caso da reamo0 de orgs de eve volumes cem a deteriora de suas atestas carte perl bal Sie. porgo emevia do our de uma forma obecurce uns tere dastcamenteo seu perl orealtsd ce a arilidade. Na série de gua abo, em que pont o formato quacado com uma paral do canto removida se toma uma conrad dois tos tenures mL? 52 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM FORMA SUBTRATIVA Casa em Stabio, Suz, 198, Mero Botta € posehel subtrair volumes eopaciie de una forma a Fim de 5 criarern nade recuadas,epagos de patio posicnce ou vB de jndas scmbreados plas supeties verticals horizontals de recua Residencia Gwathmey, Aragansett, Nova York, 1967, | Charles GuathmeylGwathmey Sige & Aceocados poner FORMA 7.53. FORMA SUBTRATIVA Casa Shodhan, Ahmed, In, 1956, Le Corbusier cera, Ae, Princeton, Nova Jersey, 1269, Michael Graves 54 / ARQUITETURA: FORIA, ESPACO E ORDEM FORMAS SUBTRATIVAS E ADITIVAS menos de Le Corbusier a eepito da fora omposio mata foo ada um tip relatiamente Fc torso hla de movimento pode eer completamente dzcipinada pela laceicaco chiara? poses Obicas (Prisma Furos) mute dels (de satstezeem ao cept)” tito fcis + (de combinago conven “oma abiatva + mult geerosa + na parce estema um dee arutetirica eankrnado + ka parte intema, odes ao nececdades urcnais Bo sass nsdn de, contimidede oulag30)" scado ti abo, Gusto formas residencia Corbusier para a capa doVlume Dols de Osume Compl, publicado em 1255, FORMA ADITIVA Ercan ums forma sub rat sit dro uma yartede seu volume origi uns forma acta roduc ao se reader ou acrescene fica ura cu rae for suboinadas ao eeu une ‘Ae poeiiidadesbdscas para se agrureren duas cu nae formas 0 ata de Tens Espacol eee tipo de lao ce beceana este aprovimago de fora uno fato de comparttharen una caractetica val comum, como formato, acor cu 0 materi. Ce Contato Aresta com Aresta Nezee tipo de lag, a6 formas mura aresta em comm podem gar em torn cea, Contato Foc o Face eee tip de lar wae que a dues formas tenharn cuperces panes correspondentes que caja paraeas ee 3 ‘Volumes Interseccioncis Ness po de lao as formas se iterpenear no cepago de cada uma, As formas to precicem pose rerhura caractersticeveual em coman, 56 / ARQUITETURA: FORMA, ESPAGO F ORDEN ‘As formas ada relates do ecrécino de ements dstntos podem ser caracteradas pla sua capacldade de crscerefundince a curtas formas, Fra que pecebatnos os agruramertos actos cma compos unica deforma ~ como frase nose0 campo visual cs ements que ze combina devem estar relscinados ere de uma manera cotete Esses dagrames classtican as ormas ava de acordo com a natura da aco que esis entre as formas componente asi came sus configura loos 0 eequera das oryriagies frais qu apresentado deve ser comparado com ma discuesoparlla das ganas eepaciais conetante no Cap 4 Forma Centralizada Unie de formes sends grads redo dea forma mati certal, dominant Forma Linear Uae de formas dspstas seolencialnerte em ure fra. Forma Rail Ua composi de formas Iresres que se terdem pra fora a parti deur forma certral de una manera rade Forme Aglomerada Um conunta ce formas agrupadas pla prosinidade opto fato de poser uma ceractestice veua comm, Forma em Matha Um conn de formas ockares racinadss e regula por uri aha Uedmensiona __FORIA ADITIVA ‘woRUAY 57 FORMA CENTRALIZADA Sta, Mata Dla Salute, Yneza, 163-02, Ballasscre Longrene Sinegoga Beth Sholom, rk Fenstri, 169, Franko Wight Vila Capra (A Rotunda), Viera le, 1562-67, Andrea Faldo 58 / ARQUITETURA: FORMA, ESPAGO € ORDEM 6 formas centralzadas edger opredciniaveual de uma forma gcometricamerte regular, stuada no canto, como ume eter, cone 02 clinco. Daido a sua centldede erent, essa formas tn as mesma Pocicdades avtacertraleadores ove o porta eo cculo So dees coma setrutures ines loladas em sea conto, domiando um pata no espago ou ecapandoo centr de un campo deride Frestamee & construgo de locas sagrads,hncficos ou erldos em hora de peeeoes ou cree sanifcathos Yume-Dono, recinto Oeste do Templo Horyv Nara, Jere, 607 AL. FORMA CENTRALIZADA FORMA LINEAR 60 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM Una forma inca pode restr ema mudenca proporciona nas dienes de wna fora cu da disposi de ua eb de formas dstincas ao de a ita. Noir caeo a sé pade compar de formas tanto de natarezarepeta como tnt, oesizads por un elemento separado e dietnco como una pared ou una via de cla + Une forma ear pode ser segmentada ou cui a fim de responder 8 topogrea, wget, stas cu cures cerscerstess de um tren + Una forma nes pade der frente para um expago ctero, dene ua area dle ou defi um plano de entvada nes eepacos que esto atrds dest, + Uma forma nes pode ser maripuiada afin de clrunder uma poco de pao + Uns forma ire pode sr retadaverticelmet como ato, afin de etal ou denotar un onto no espaco. + Une forma near pode seri como um elemento crganieador a qual une varied de formas eccandérias eo conjugadas, FORMA LINEAR Runcorn New Town Housing, nglatera, 1967, James Stir LH Hl TH ee Crescent near tras da Resetigto de Formas et Forma Linear Expreeeando Marcha ou Movimensa ame Ei walt Compantia Burroughs deCalculadora, mouth, Michigan, 1204, Alert Kahn FORMA LINEAR agora de hese, Aeia Meror,século aC. Formos Lineres Dando Frente para o Espa Exterior ou Definindo-o, Efioe do eéclo Xl dando frente para una cana atberzado em Kampen Holanda Queen's Colege, midge, ingleterr, 1109-38, Neholas Hankemoor 62 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM __ FORMA LINEAR OrgaizaéesLneares de Espaco The Mle tigh lino, Projet de Avrarha-Céu, Chicago, lnc, 1956, Frank Lloyd Wright FORMA RADIAL Ua forma radial corcote em formas ineares que se estendem para fora a perir de un elemento nuclear, de uma manera racial | Bla conte os aspects de ceva rete mua | nica composicdo y Onles constitu oceto funcional oy y shnbblico da organo Sua posi cerita poe ser srblada com ura forma voulnerte domianteou pode furdirse ace bragooradiade tora subodirada aes (s rags rata encerando Propricdades sohantesaqulas das formas tears, conferem aura fowa radia ua atureza extrovert Pode Prolonar-se elaconar-se a carsceroticas especies de um tere cu conjure com est. adem scar cua super slongades pars cor decal eno, vista e eapagodece|dei tt4isey SB otomasrat yosen se dsenher | ferns ua de de cents gados portrazas nesres (64 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEH FORMA RADIAL a . an do Secretaria, Sede da UNESCO, Place de Fortenoy, Pris, 1259-58, Marcel Breuer eta area Vista ao nivel do solo A organic de uma forma redial pode ser vst ecomprenaida de uma mereira shor do porto de vista abe. Quan vito a partir dor do cl, eu eerenta nuclear pode i se faxer caret she eo padio rata de seus brags nears pode ser obscured ou ctor plo eccong da perspect ‘Arranha-Ch Bera Mar, jo para Age 1908, LeCorusier S FORMA AGLOMERADA Enquanto uma organiza contalzad te uma forte bose gnondiica para orgeriaa de sus formes ura nario agomerada agp suse formas de acrda com ceigrcis funciona de tanto, mato ou proinicade, ior lo tera a regard qecmbcca ea natureza introvert das formas cntralzadee una onaizagio aglomerada€ fee osuiciente para incrporar formas de varios formatos,tamanhoeeerintacdo em aua atrstur, Consterad au bide, s reanizacee alomeredas eformss podem ser orgariads des ceqntes mena: « Foden ser acrescentades como aphndces a uma forma ou am espago mati maiores + Fide eotr lacionades emente pla roid afm de article expreasar seus volumes como etidades india, + Fadem ter seus volumes interseccicnados ¢fundi-se em vs ics forma com uma varadade de faces, Ura organiza agiomerada pde tanbém corse ein fora qu to geranenceequletes em tama ‘omato una Essa formas 280 viuslnere dost muna organiza nio-hermuca coer io some els sus estreita prinidade umes Be outras corn ‘nhl gla semen de suas rida ual 66 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM Aglomerad de Formas Conjogodas a una Forma Mati: 18a de Férias, Sea Ranch, Califomia, 1960, MUTW/Moore-Turrbull lm Aglomerado de Formas Intersecionais: Casa G.N, Back Kreps), Vanchster tthe Sen Maseachserna 1882-63, Peabody & Stearns Um Aalomerao de Formas Articlads: Estudo de Casa, 1966, James Stirling & James Gowan FoRWnys7 ‘i FORMA AGLOMERADA Wlareo Trl, Aerob, es. Abrigos tradiionis de pedra-cecs cctentes desde oeéculo Ml E posshel encontrar rumerasos exemplos de formes habinacionaisaglomeredas ‘na srquitetura vemculs de varias culturas. Mesmo que cada cultura tenha produido um astlodnco em resposta a fares tcnicos clndticas ¢ socioculturaisdversos, eseas organizardes habitacionals eglomenadas hhormalmente mantinham a individualidade de cada unidade ¢ um grau maderado bE de veeldade dentro do conterto den todo orgstizac, Pueblo Taos, Nove Mico, soul (68,/ ARQUITETURA: FORMA, ESPAGO E ORDEM FORMA AGLOMERADA Habitat lorael, Jerusalé, 1969, Moshie Sati Edificio do Gabinete Centraal Beheer,Apeldcor, Holanda, 672 Herman Hertaherger com Lucas & Niemeyer Bienyos vernéculos de formas aglonsradas podem eer prontamente Eranctorrados em composiis modulares, geometicamete estes gue eet laconadas a orgarizagies em forna de maha. ey Habitat Montreal, 1967, Moshe Satie FORMA / 69 FORMA EM MALHA Diagram Concetual Museu de Beas Artes da Peetura de Gunma, Jar, ‘974, Arata lozalé (7)/ anauiteTuna: FoRWA, EsPACO E ORDEH Uma maha € un eietema de dois ou mais cojuntos de ihas parlelesrauiarmente esparades que ce ertrcnuza, Ela era un pad georécizo de pontosregularnente cspacedos nas interstage das inhase campos regulamente meldadc,deinios pels prépisinhas. “Amalta mals comum é aseads na geome do quaceace, Devo quae ce suas censtes ca sus sinetia batera uma mala quadtedaéesceriamente "cher ero-drecoral ode se lleada para dd a cocala de uma peril em uidades mercurdvis € conferr a esta ua textraurifrme, Foe er uilzada para cme vires euperices de uma forma e uriilas atrado be ua geomet repetitive cus, ‘Amalha qusrads, quando projetada er tec dimensia, era uma red espacial de ports irhas de reer, Dentro deceaeetrutura moda, qualquer nfmero de formes _eepaco poe ser veusimerte rgeriado, Edificio Capeular Nakagin, Tei, 197, Keo Kuro RelddnciaHattenbach, Sara Mica, Cala, 197-75, Rayon Kappe z A PS Ama com paps Acer fi ii Ci AWN _FORMA EM MALHA FORM / Tr eh XL COLISGES FORMAIS DE GEOMETRIA Quando dus fomas que dfram em geometria crlentagdo clam iterpnetram-se nos lites cada uma, cada qua deputard pela supremacia F + ¢ pdomiveuls Nees uae ge equines fons poder st desener: Grevloe Quadrado Malka em Rotagio + As daze formas podem subverter suas ideas indus fundr-sea fn de ore na ova forma compost + Una das duas formas pode receber totalmente cutra dentre de seu ohare. + As duas formas podem concer uss identidades indus e comprtihar a porylo 4 interseciona de seus olunes uma das formas origins. Aan + As duas formas podem se separar¢ ser ligadas ey por um terczro element alusivo & geometria de — 72. / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM __COLISOES FORMAIS DE GEOMETRIA Ferma que diferent om geome ov orto dem ser incorporadas em uma Grica orarizago por qulquer uma des equines rezBes + Pra acomodar o acentua as dfretes cxigrcis do espago rer eda fora exter + Fora express a inortdrciafurcional ou irtdlca deur forma ou de um espaco em seu cote + Para gerar uma forma compost que incorpoe 2s geomettias conractantes em sua organiza centaizada, + Fora inietr um espago em deco a uma caracteratoa espcicado terra de um ei, + Fara entalar un lume bem defi de espago a part de nea forma consist + Fora eprecear articular os vbr sistemas esrvtras oumectics que este de de uma forma artic, « Pararefogar ura cordial de seta er via forma anqutetdrica + Pararesponder 3s geomet cortrestartes de ‘opograta vegetagdo fontires ou eetrataras cxisentes de um serena + For espa uma via de relay jk existent gut corao terreno de um ef FORMA /73 CARCULO E QUADRADO- Pano para uma Cidade deal, 165, Vinceno Scars Ua forma colar poe estar soa om seu cor afm de _ngrsser sau format idee ainda incorporar ure geomet mis funcional ete, dentro de seus ites ‘Acentraldade de ums forma cular possita que est atu cms um porto cera rifgue fos de geri ou cinta contastantes ao seu rer 74 / ARQUITETURA: FORNA, ESPACO E ORDEM 1 An Edifcio da Chancelaia,Eribaiada Frances, Brash 196486, Le Corbuser Vil nsutar (Teatro Martino} Via de Adriano, Theil, NB25 ‘Museu para North Rhine-Westphalia, Duseldr, Amant, 1875 lames Sting & Michel Wid Un espapa circular u clio pode servic para orgarizar 5 espagas dentro de ura delta retangulr Casa Murray, Cambridge, Massachucets, 1969, MTWMoore-Turbul Forma / 75 MALHA EM ROTACAO Mesquta de Madrepbola,vtxior do Force Verma um pli peal em Age, fei, 58-1707, Aurangan especie dessa mesquite & rentado atamente deacon com os ports canlei,enquarto seu ecerr se contra ao tragado jb edstente do fore Plano da Cidade Ideal de Sforznda, 464, Anton Farete Torre St. Math, Foes, Cidade de Noa York, 1929, rk oy Wg 76 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM MALHA EM ROTACAO (Um Diagrama de Arquiteture: Taliesin West, prin a Prooix, Arians, 1236-69, nk Lyd ght | Nem darana de erate Hoes da geometria ue rege otrapado yl | de Talcn West yo Diagrare como Arquitetura: Casall para Robert Miler, Lav, Comectict, 27, Desens de Desenohinert do jta Peter Eiseaan FORMA /17 ARTICULACAO DA FORMA Faldcio Giel, Barceova, 1685-89, Anton Gaudl 78 / ARQUITETURA: FORMA, ESPAGO E ORDEK ARTICULACAO DA FORMA ticular serefee 3 manne como oo syperices de ums forma se rene afin defi au formato evolume, Uns form stclad rows lararerte antares precise suas parce esas elas entre sie com 10 tado, Sus superlcies aparecem como panos ditintos com formats erentes «oua coniguraco goal eile facet percebid, De uma mater semehante um grup atictado de forts acertua ae juntas entre 28 partes constuinces afin de expressarveuaiment sua inaiduldede. Uma forma pode ser articulada eo ee: + dfereclar os plans cortgans através de ure mudanga no material a con texture ou ro pao + dese canoe come elements nears sts, independents dos lence confnantes “reo cantos afin de eperar caret panos ls + lumina a forma a fin decir contrasts agudoe em lor tonal longo de evstas ecantos Em ops ao qu jd fi mensional, os cantos de una frma podem ser sredondados ¢euazados afin de se enfatizar a contieiede de uss superficie, Ovum meter cor, texture ou pad podem ser estrls de um cao para as supericescontiuas afi de dni Brase dos anos da sure eat, em uger diss, o cue de wna fo FORMA /79 ARESTAS E CANTOS Como artical de una fora depend, er rane parca, de mone como sus suprties 52 ercorran noe cats, o mode com esas reschias cru para a eho claeza de um or. bora un canto posse ae arti 0 Sinelesmete se contrastar com a qualidade da supe ds planes adjacertes, ou drscureldo ao ss teeatiem sions com ur padre dic, perceoge de sus oistncin tab siada poas es de prope spl quad da luz ue lumi a forma. Faraque um canto zl fornalmente atv, deve haver mais do qu un ve desvo no ul entre 08 plano ajecertes Umsex constontomertea requis ¢cortinidade nto de rosso campo de vs, renders a regular2ar ou stenuar les reared ‘onmas que observance. Po exer um plo de garede que levementeclnado pareerd um ico po reo, tax com uma impereg superi Uncanto rio seria perio. Et qe poo ees desis toma e tora um Angulo equd? um dnquo rete? | rr inte segnariaiet ura tat a iN um segment circular? ..ura mudanga er um contormo de in? 80 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM tos dfinem o encortro de dois panos, Se dos plaros simplemente nc ocarta prmatacedesadomado, aprsenga do carta era do tretamerto vel das supeiciesadjacenten Eee coriglo ta enfatiza 0 volume de ure forma. condo de canta pode ar vevalner eorade ose rod um to aeperaloe dtrta que sel ldependerce dos supertciesuias seate, Tal elemento articula o canto como uma condig2o linear, define as dos panos aijacentese se corna um aezecto posiiva da fone. uma abertura for intraduzia em um lado do canto, um dos panos qecerd desviar do outro. A abertura dimini a condigBo de cartto, que a deficdo do volume dena da forma eeratiza as qualia ylno des eupertcles rho Senerhim des plans s prolongs por devo cara, um vclume de epaco &crado para substituir o canto. Essa condlgo de caro deteriora ‘volume da forms, permite que o eepacointeror traspasse pace fora a tela claraente 20 oupertiis como plans wo espaga Oarrerdondamenta do certo efatica a cortinideds das supetcieo canfnartes de ume for a compscidsde de sa ome e suede ce es cantor. A eecla do ric de curate & inportante Se or muito poquana, tone veualnenc inigntcarte efor grand, afta oespapoircerar que celina ea forma exceror que decree ARESTAS E CANTOS | FORMA / 81 ARESTAS E CANTOS 1968, Me erfatiza oxclume de Detale de Canto, Santudro de aumo, ?reteitura de Shinar, act, xem 44), A anivdualdade doo ‘AROUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM t { f Detalhe de Canto, Apartamentos da Eeplanada da Comunidade, Cicsso, Rok eatabelece pontosoulugares to espago + rematar configura avis J+ servi como uma formato dentro de um campo ou clume de espa dela onoanizugio /191 ORGANIZACOES CENTRALIZADAS Estes desentos eo baceados nos eso de Leonardo da Vince plantas de ira dei 140 192 / AROUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM ORGANIZACOES CENTRALIZADAS 6 Centalizadas, 547, Sehestiare Serlo .lho della Sapence, Roma, %64250, Francesco Gorrmin ORGANIZAGKO / 193, ORGANIZACOES CENTRALIZADAS _ Panta para a Catedral de 60 Pedro (PrineiraVerede), Roma c 1508, Donato Bramante Palazzo Farese, Cararla, 547-49, Giacomo daca 194 / ARQUITETURA: FORMA, ESPAGO E ORDEH ORGANIZACOES CENTRALIZADAS Eeifio da Assembla Nacional, Cone do Capito em cca, Bangladesh, lado em 1962, Louis Kaa Vile Capra (A Rotunda, Vicenz, tdi, 1862-67, Andrea Palaio ORGANIZAGAO /.195 ORGANIZACOES CENTRALIZADAS SL (O Fanteon, Roma, 20-124 dC. Portico do vemplo data de 25 aC. Hacla Sophia, Constartnopla (tamu), 652-37 AC, ‘cis de Tales eedono de Mleto 196 / ARQUITETURA: FORMA, ESPAGO E ORDEM ORGANIZACOES CENTRALIZADAS ORGANIZAGKO / 197 ORGANIZACOES LINEARES I | 198 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM. Una orarizeg ner conse eset om una sre de paca. als espaos pen tanto estar direamerte réeconades un ao cut como eater, ligados strats de um especies separa, distin Uma organiza Sones ormaimerte coneiote em ce paos repetitins,semehantes em tents de ‘amar, forma efi. Fade também coir em um espa near ico que maiz, a longo de 2 comprinento, uma sé de espagos qu dfecem er temo de tama, fora fuga. Em aos 69 c8506 cada cepa 2 longo da sea etd postopera oer. E posehiel a localizaglo de espagos funcional ov sirboicamente inportantes &orgaizac3o ert qualquer porto ao longo da seq rer, com sua Inportdecia aticulada através de eeu tamanho ¢ fora. ainportania ode tari ee efaticad pela sus locatzagdo: «rofl deuna seit near + descsda carga iar + em ports plas dua forma lear seanerada Desde 20 eeu compen caractertico, as crganzaces nears expreseam una deco ¢ etgricam movinerta, etenstoecrecimerta. Para lnitaro seu crescienta, ae oyarizgBeslneares podem ser rerttadae por uma forma ou espaco dominate, por uma envadaeabrada ov atilada, coup fs com uma cutrafomne aque ou cama toporaia de sev tena ORGANIZACOES LINEARES Pa cegmertada oucuvinea Pode atravessar trtalnert osu tere, descr dagonamerte A percurso sscendente em um decve ov stuar-e Ror de wna crgaricago lier pode se relaconar a ras formas em seu context 2c crgarizlas ao longo de seu comerimerto 3 © Bovir como una pred ou barra qu separa er eens campos dbase deltas em um campo de 5pa¢0 65 curias ou segmentadas de orgenizacbes Fears delta um campo de espapo exer ent Bus ladoscicaio orentan sausespes om redo ao centro do campa Em seus ads coe, bis fora parecem dar rere par spec ¢ sco de seus capo ORGANIZAGKO / 199 ORGANIZACGES LINEARES | asa Longa, un tipo d abt camunl parses thos manbres da Confedrao oquce, na Ania do Nor «¥600 oom, «= a 0009 iH DOO an oo if Habito Geminada Dando Frente para uma Rua de Vag, Projet dela, 1266, James Sting (Eouips X) ‘200 / ARQUITETURA: FORWA, ESPACO E ORDEM ORGANIZACOES LINEARES 1963, James String ORGANIZAGKO / 207 ORGANIZAGOES LINEARES |= Casado Lord Detby, Londres, 777, Robert Adam ‘asa Pearson (Pj, 1967, Robert Yt aes Loyd Lens, Libertini, 940, Frank Loyd Wight 202 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM ORGANIZACOES LINEARES a Romano, Kentfield, Califia, 1970, Esheick Homsey Dag & Davis ya ‘Casa Marcus (Projet, Dallas, Texas, 1285, Frank Lyd Wright onGaAMIZAGaD / 203, ORGANIZACOES LINEARES Centro Urbano de Castrop-Rauel Alemarha (Partcipance do Concurec), 1986, Akar Aalto Interama,Projsto para uma Comunidade Ineramericana, Frida, 1964-67, Lous Katt ‘04 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEW. ___ORGANIZACGES LINEARES Casa (Poet), dot Hed ORGANIZAGKO / 205 ORGANIZACOES LINEARES oo - Geoeaeeeeeeee eres Scarborough College, eet Ort 1364, wet a tn Andres Conjurto Habitaciona, Pavia, itlia, 9966, Avar Aatto S_ 206 / AROUITETURA: FORMA, ESPACD E ORDEN, ORGANIZACOES LINEARES LA Ht Tipica do Pavimento Superior, Casa Baker, Maseachusctts Institute pchrolay, Cambridge, Mascachusetts, 1948, Akar Aalto ta para o Circo (1754, John Woad, Sr e 80 Crescente Real (167-7, John Wood) | Bath Inglaterra ORGANIZACKO / 207 ORGANIZACGES RADIAIS ve Pe aN 4 208 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM Una organiza radial de epaco combina elementos das organiza cetralzadas e nears, Cnsiste em um ezpago cera dominant a partir do qual uma eb ce onanzaces Ineares se eetenden de urea mania radial Enquarto a corgariaagiocenatzada consttuium ecquema itrovetido, volade per 0 seu eepago central uma organiza radi consi uma planta extrovert ue lange cet a0 eu convent. Com seus bragos linear, pe se eterder ese carjugar com elentas ou caractertcesespcticas de eu tener Como acre com a8 orgariagtes centraliads, spago cena de ua organizago rad tem geainert Forme regular Os brag incaree are 08 qua 0 aspago central consti oe, podem ser cemalhanes um ao cu gm ‘eros deforma comprimertoe mantra regarded dt ‘forma global da organiza. (0s ago iradados pode tambien fer um do outa fn de responder 3s eghncesindhiduas de fug contet Uma vara especie de ue organiza eel éo pac de cataneto, em que os braqoe nares da orgarizarbo se estetdem 2 prt dos lads dum espago central quad curetanglar Tal soso recta em um pd dindico que sugere vuainerte um movimento otaclnal nt torn do spac cna ORGANIZACOES RADIAIS q TIO Tir Nosbit, eri, 1669-70, Hermen Hote Die Heil) 7, Acie tit ORGANIZAGKO'/ 209 ORGANIZACOES RADIAIS Eto do Secretaria, Sete da UNESCO, Place de Foner, i \ aris, 1968-58, Mace Brewer ‘210 / ARQUITETURA: FORWA, ESPACO E ORDEN, ORGANIZACOES RADIAIS neo Residencial, Universidade de St. Andrens, Esicla, 1964-69, lames String ‘Teatro New Mummers, Cidade de Olshoma, Olahoma 1970, John M, Johansen orcanizacio / 211 ORGANIZACGES RADIAIS ‘212./ ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM ORGANIZACOES RADIAIS onGaMizagho / 213, ORGANIZACOES AGLOMERADAS — rm Una organo alomerada Se baceia ma c ‘OL, 4,4 oD prosnidae ice pra acres espagos um “A was 20 outro. Coneste feqientemente emt eepacos Ar, os =O calles, repettvs, con urges semehares ¢ AV ce uma ceractertcavoua comum, como 0 formato cua crertag. Ura orarizagio ajomerada pode sab acecar dere de sus composcaoespagas zceemeaiea en tees de tama, forma ‘uno, poem relacionados um ao outro pala proximidade ou pr un recur de ondenao como siete cum ei. Una vez au Seu pact rio 92 origina ds um conceit gecmétrico rid, a forma ce uma ergantzacoaglmerada feel pode acitar crescimertae mudanga promamente sem afar o eeucarhte Aglomeredos2oredor de ‘upadosaolorgode Una via que desoroveuma volta eral ae et em tomo de um porto de entrada de um afi solengo davia de creo que passa por #05 copagos podem tamobm eer agimerados er Yoo oF de um grande campo ou de um volume de espaco on defnides, Tal padtio & semahante aquele da | a compra certralada, prt despre da cemacldade ereqlaridace aronltic do ime Os epagos de wna organiza agomerada poder Corto em um papa ta ser cerfinadoo a um capo ova um vue de eopac dfios. | | : | E posehel orgaizar una aglmeracta de espages | afalo a Pdr centralizads Cora rio hé ertum local de inportdeciareente ro padro de uma organtzagioadomerad a significa de um espago dee ser arciculada plo seu amano, forma ou oat dant do paca, Eposehetutizar a imetria ou una configurayz0 «nia para fortalece eunifcar pores de uma organizacto aglomerada ¢ ajuder a articular @ importdnca de un espaco ou gpa de espagas _dentra da organiza, Cnigurages ais onfgurago xi Confira sind 214 / ARQUITETURA: FORIA, ESPAGO E ORDEN __ORGANIZACOES AGLOMERADAS Fatehpur Sikri, Compleo do Palacio de Akbar, o Grande Imperador Mongol da India, 1669-74 oRGaANIZAGKD / 215, ORGANIZACOES AGLOMERADAS Planta Projepdo Atonomética Yori-Kaplica (Banhos Temas), Barve, Turquia 216 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO F ORDEM. Casa Moria (Projet), Mout Kisco, Nova Yo, 1956, Lous Kan Casa Tradtonal Japoneea ___ORGANIZAGGES AGLOMERADAS alii do Rei Minos, Cceeos Crt 1500 a. ORGANIZACKO / 217 ORGANIZACGES AGLOMERADAS = 8, Caro ale Quatro Fontane, Rome, 1650-41, Francesco Boron (Casa para a Sra, Robert Vertu, Chest Hl, enh, 1962-64, Verte Sk 1218 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM ORGANIZACOES AGLOMERADAS moon, Propieda Rural da Fama Hearetnororte da Cali, 1908, Berard Maybeck ‘ORGAMIZAGO / 219 ORGANIZAGOES EM MALHA ‘20 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEW. Una organiza om mala conse em fortes ¢ ecpagos uj posiges ro espero erage ent cis requladas porum padtdo ou campo em maka ‘riimencional Uma malta écriada por dls counts de retas arses, eran perpendlares, que cotatelecem um pact regular de ponte em cuss intersegdea Proetadona terceira dens, o peo em melha & trarefornado em um cejurto de unidades de espagorepetvas ¢madularee, 0 poder de onganizago de wna mala esta da reglriade conta de eu pad, que permeia os elementos que cgaiza Seu pao cstatelece no eepaco ur conunto ou campo stb de porto eretas de reetrla no espa cat 2 aul os esrags de ua gaia em trata, emboradescerhantes em tamara, fom cou fargo, pode compartir um ago comum ORGANIZACOES EM MALHA Ra mata festaecide om aitetara mais terete por um sstena etruturlcomposto por nas vigas, Dentro do cartpo dessa malha, os espagos mo uma malha tridimensional congiste em uridades vas, modulares, de eezeco, pode ter uma parte aa, acescertadacu dsposta en comadase sa 1 Sua identidade como uma malha com a capacidade B oryanizar cspazcs. Ts aripulaces formals padem ser Blondes pra adept uma forma em mala ao seu teen, j defn uma entrada ou paca externa ou para permite rescimento ¢exvansto, as wonsomactog. jizar para aterar a continédade sano pada em mala i israeli ered ever pal Patiodar una caracterstica natural de oe Grgao da mala pade ser desocada eceecreveru _ Lo} CCUDSi | 5 auIzAcho / 221 ORGANIZACOES EM MALHA oy NEN r= SS ings aa Projeto de Hospital, Veneza, 1964-66, Le Corbusier Casa Ade (Projet), Fld, Prev, 1964, Lous Kahn ‘222 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEN. ORGANIZACOES EM MALHA “Gael ExcBeiseonas, New Canaan, Comectet, 966, Pip Jonson \v IN ORGANIZACOES EM MALHA | Es 5 Museu de Arte Kimball Forch Worth, Texas, 1967-72, Louis Kahn 204 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEN. ORGANIZACOES EM MALHA 5 Circulactio “{o.) temos observado que o congo humane, ove &2nosea propidede tridimensional ais fundamental no tem doen sua preoupacdo cera na compreenso da forma arteries oueasrquttur, at nde cosidrada uma ate, se caracteria, em seus estdyis de projet, como um arte val sretata edo como uma arte certrada to coma.) Acreitars que o serio de vidiensonaidede nls essercele memorhe| ze ogina da espera cororle que tal seni de constr ura ase para compreendertis a percepr20 especial em nossa cxpedncia com efcios, (0) Ainterago ene 0 mundo de noseos corps 60 md de nossa habitages eotd sempre em fo. Formos epagcs que constuem una apres de noesas exercise perceptvas meso cuando tals exernclas slo geradas pecs locals que cranes. Estamos rds concierto to esse processn ncesos copes ¢noseo movirento esto em constant logo com nceecsecios” Charles Moore e Robert Yue Bay, Memory and Architecture ‘977 a7 CIRCULACAO: MOVIMENTO ATRAVES DO ESPACO ‘Aviad nseo vireo poe ser concede como alte percepts que conecta os pos de um ef ou usqur se de epagosirtercs eters. Como nes movertos ro Tempo através de ma Seqinla de Eepazos, cxperentaros um espag em rea aos epagce en que estes e par 08 spares Ete capitulo apreseta 0 pricpa’ comporentes de um seta decicularode um edi como elmer posite que afta ross peep das formas aspags det, ‘228 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM. ne Grande corer com luminagéo eit, See da Overt Mito Keynes, 197, James Stig nn) Michael io ELEMENTOS DE CIRCULACAO Vista Distant Bes Vio Espace Borda, Poni Contras ¢Terinages da Vie do Espoo de Grloéo Corredores, Salts, Galerias, Escadas e Salas cancutacio / 229 ACESSO ‘Azesc0 a Note Dama Du Haut, Ronchamy, Franca, 1950-05, Le Cortusier ‘Artes de psceantos eetvamente para interior de un efi, nos aprxmamos deoua entrada ataits de uma va descesea Esta conctitl a pret fase do sstena de couaglo, na qual somes prparads aver experinertr ular os espaco ners de ume, O acestoaum ec a sua entrada pode vata, em draco deans passe por um eps compro a una via estereae tortuosa Pode se dar perpendcularnent &fachada principal de um cafco as ser chiqua aoa, Anatureza do acesso pode contrastar como que est a sua rete e com sa teminao ou pode ee preonger pei seria emt de espagce do edi cbecuecendo a ddsingo entre o interior eo exterior desta, 230 / ARQUITETURA: FORMA, ESPAGO E ORDEM. Frontal Un aceeeo frontal conduzdetamente trade de um eco atrvbs de una trejetria ret, anal Ameta visual queria acess lara, pdendo coneituir sree rela de um cdc ou ura era elcorata dentro do plano Oblique Um aceeeoobiqu acentua oe de perspectva na fachada Frontal na forma de um ef A ia pode ser redirecioneda uma ou rei wees para recandar ou prlongar a seqbcia do acssa Se oacseco a um edo ced por um angi etree sua entrada pode projetar para adm esa fachads, fi de se tema was cern vie Spiral Una via eal prolong a seat do acessoeerfatiza a forma tridimensional de um efco& medida que nos mers a redor de 2espermeto. A entrada doeiiio pode cervstairtemitertemente durante otajto de 02220 para secorecer sua posi cu pode cer escondda a:b momenta da entrada. ACESSO cancutagio / 231, ACESSO Vila Barbaro, Maser tla, (560-68, Andes Palacio Fortis passages tm constitute ‘tradicionalmente meios de nos orie com relagdo 8 via de acesso situada além e de sauder o usuario que entra 282 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM ACESSO. a Garches,Yavreceon Franga, 1226-27, Le Corbueler x lgrjaCatblca, Ta, Now Mésco, SEM sfeulo cancuiagho / 233 ACESSO asa de dro, New Canaan, Connecticut, 1249, Prilip Johnson Planta de Situagio, Prefeitura de Sayndtealo, Finn, '960-52, Akar Aalto arpa dando aceseo ae etc ata dle, Cetra Carpenter de Arts Visui, Harvard Unters, Canrdge, Massachusetts 196-64, Le Cocuser 734 / ARQUITETURA: FORA, ESPAGO E ORDEM __ACESSO Deserts de espacos urbatos dominados por igre, de sme avtaria de Camllo Site, que lstram o acess ptresco, sesndatc os locas dos eas. Somer rages das & grea pedem ser victos a parti de vériospontns das praca ° Gaps, Universidade de fri, 1972-74, MEWMoore cancuuacio / 235 ACESSO. Casa Kaufmann (Fang Water), Connell, Pnebvn, 1986-27, Frank Lge Night 360 Edwin Cheney, Ck Fak lini, 904, Frank Lloyd Hg Villa Hutheesing (Froeta), Ahmedebed, Iria 1952, Le Corbusier oh ai Ee cancutacio / 237 ENTRADA 238 / ARQUITETURA: FORWA, ESPACO € ORDEN, Eta em um iti em ua gala de ut cdc ou mt um campo df de eepaco externa ere 0 ato de penetar em um pan vertical que detingue um espag do outro & separa "aqut doa O sto deentcarpode ser exresso de tmareiras mais euie do que apertura de uma pared Fade cotitur uma paseagem través de um plan imlcta pelo cntablecinento de dls plares ov uma viga perio Em suas em ove una maior catiuidade vewleeepcil entre dos cepagos 6 desea, mesmo ua mudanga d viel pode estabelecer ulnar ¢marcar passer de un ocal para o utr. Na situagZo normal em qu ua parede & utlizada para dni delta um espaco ma sede espapos uma entrada é sccrodeda trav de wna sbertura to pl pared, forma da shertra erecta, pode variar de um sinpesfuronaparedea una paceageeaboradaeartlads Independanteeate da forma do epago qu se aderra ou a forma de sua deinita,a enc em un eepacoé greece com mais adequagao 20 se estabeece um pena real Inplto perpendicular Bade acesea ertades de um edo podem ser egrpadas verte nae seqintescateqras: em rel, jets ¢recundes, Ura entrada em rel até a contuidace da supetcedaparedee eee, ¢deeeade deberadamerte creda. Una entrada pojtade forma um 270 trasiiona, aun sua funeo 0 @proprcona um abrige supe: Uri trada ecuada tambim propia aig ¢ be ua pongo do eepaga eter no dono afc. cada uma das categories mercionadas, a 1a da entrada pode ser seneharte Borne eepaco que se adertra 0 ser como uma ntecipac3o dele Pode, anda, contrestar com a tha do espa, afin de reforgar seus lites ¢ atic oeu carter enquarto local ters de ocalagdo uma entrada pode tar certatzad no plano fonts de um eco deslcada do centro afi de car una igo de snetia cal com lado 8 sua prcara Alcaizapo de ura entrada iamente 8 form do espaco que se adentxa cerminad a conguracdo da via de acesso¢ 0 iro de atiidades terrae, ogo de uma entrada pode ser veusimente rad 80 8: faer com que a serra sea mis bab ie area ou etre do que oesperado fant com que a entrada ej profunda ou tortuosa + aticular a abertara com omamentagao ENTRADA Palazzo Zucear, Roma, 6.592, Federica Zucarh cancutagho / 239 | ENTRADA Fiazza San Marco, Yeneza.ista do mar ercldurada pel Paco do Doge, esquerda a ibe Scamorz\ 3 dct. A entrada para apraga apart do maré marca por cola de aan, a Colina do Leo (189) ea Colina de So Teodor (1229) O-teti pinto porto do SartudisToshogu, Niko, Casa do Dr Curntchet, La Plata, Argentina, 1949, Le Corbuse Frere de Toc lap, 1686 Umportal marca enada para pedestres deri de ma abertura i mal, qu ino espa para um estaconamenta ‘240 / AROUITETURA: FORWA, ESPACO E ORDEW. ENTRADA Besa Von Sternberg, Los Angee, Calta, 1986, Rchand Neutra Rericada cura para vclos conduz a uma paceagem para auiom,enquanto a ita principal para ointror dessa residncia se situa mais aderte, em um pio Benivada 5, Giorgio Maggiore, Voeza 1566-1610, Axara Paladin. Fachada conc por Visrao Scare A fachada de etreda atua om duasescle:aquela doe como um todo dando frente para um espago pico ura b> cua, do tamanto de wa pessoa que edertra a rj. exo ooo ALLL Ezifcio da Assembla Legislative, Chandigarh, Canplevo do Caritbo de Punjab India, 1956-29, Le Corbusier. Beolunata da entrada é dimensionada ce acordo com a natureza plblica do edifcio cancutacio / 241 ENTRADA Palio Katsura, Kot, Jap, secu V Enquanto muro separa, a passagem ec canirhos de peéras propicam uma contimidade etre a Frac des Cnruagensinpri¢ 0 Gepparo (avo Moo-Wave) assert, 242 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACD E ORDEN __ENTRADA Je Pesentes Mons So Franco, Catia, 9, Frock lg Wight Merchant's National Bark, Grimel, ova, 9H, Lou Sullivan Brirasebhoedas em plaros verticals macam as entrada para os dis eis sina cancutacio / 243, lode Hors em Eu, Daas, Tas, 270, ey Entrada de Plones, Tomy BrBTal, Memorial John F Kern Pip ohn eas entradas para aca para a Sr, Robert Vertu, Chestnut il, Uma fda ov ceverago vertical na fachada defi Pensidni, 1962-64, Vert e Short eszes dios 244 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM Entrada para o Edificio da Administra, ohneon Wax Co, Race, Wisconsin, 1986-59, Fark ly Wight ema Corte, Chandigarh, Compe do Caplio de Fura, 1966, Le Corrsier Elevagio Norte aRCULAGHO / 245, ENTRADA Sinagoga Kneses Tereth lorac Portchecter, Nova Yok, 1964, Prilip Jobson O Freon, Kama, 120-124. tio daerradareconetnido apart de un tempo anterior datada de 25 a Capel Pe scescetace ao Clusto da Santa Croce, Frena a, 1429-46, po Bree 246 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM ENTRADA 5.Mitale, Ravena, ila, 626-46 AC, Um eepag de entrada projctado pode reorntaro eb pring de uma ogaizagoarultctrica com ago a0 espacoetemo para aqul dere das pértcosemarmises se projet apart do velume rnc de fedfico afi de propia big, rece arurciro panto de entrada, O Teatro Oriental, Minute, Mconsin 1827, Dik & Bauer caRcuLAGhO / 247 ENTRADA Favihdo da Academia, ila de Adao, Tek td, 18125 A.C, (cegundoum esrago de Heine Kahler) 9, Andrea del Guitnale, Roma, 1670, Givaer Beri Casa Gagarin, er, 1968, MLTWIMccreTurnal ‘248 / ARQUITETURA: FORUA, ESPACO E ORDEM. ENTRADA 5, Andrea, Mantua, td, 1472-94, eon Battista Abert itcio Leste, Galeria Nacional de Arte, HMshrgton, 2, 1978, LM. Ree Assoiedos cancutacio / 249 ENTRADA Dears ¢rampas iroduz uma dimete vertical eacescetam ena qualidade terpra ao ato dese adertror un ai, Fieiras de Casas em Galea, ois Edo da Asscclago dos Fandeiros, ‘Armedabad, India, 1364, Le Corbusier Taliesin West, rio a Phoe Arizone, 1908-60, Fron Loy Wight 250 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM Dre Esta eum Tertaruga Guerderdo o Témulo do Imperador Wan Li (565-1620), norvese de Pui (Beng, China Fassagem, de Francesco Boron Entradee qu perfuram gaedes eepeseae cram expacos de trang através dos quai ousudreyeesa aoe desocar de um lugar para cute. ae Falicio da Justiga de Santa Bibara,Caltéri, 1929, Wiliam Moose: Acrtrada principal encdra uma vist para anime ao cali stuadas rai al ARCULACAO / 251 CONFIGURACKO DA VIA _ 005, ‘ ya 252 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM Todas a5 vias de clad, ea de pce arom, mercado ou senigs, ode ature near. Tos 0 stam um porto de partie partido qual somos condos de na seqptcia de epags até nosea lestinag. contort de ura rota dep de rosso mode wareprt, Exqurtarés, como pede, poems vit esta paar 6 descanes voncade una ict tam mos libertad, eum automével ands rence de mudar su rma e deo abrupamerte Fore, & bectatelntressate que, embora um elo de ros neceeite de wma rota com crtoros ue refit eu ro de rote, alae de ura via pode coresponder eattamente ques dos veluoe deste, por oto lad ebora ca tlre mance apts de diego requ ur lor oii de epago do ae 6 as iets corporis ior becdade de eco slong de uri, A interscgc ou czamento devas cont sempre i porta de toma de deco por parte a peoona que apccoe A contimidede eescala 4s cada via de una ncersecco pode nos auar a isting entre a ve preciai, que nos condi a expec principale treba secunin, que ros conde a espa dem importa, Quando a ia de um cruzarent 2 ‘quiere unas bs ovtres, do ser roprconado espa suerte para peri que 36 pessoas oe deterham ese orien A fora cecale de enizadase vias dorm também tenet a dletingo funcienale snc entre paseios pcs, sates pct econederes de serviga Anatureca da configura; de uma via tarto iver come éifuencnd plo padtio crgatzacions| dos spacoe qu conta ‘A cefiguaco de aia pode eo uma croatian espacial zo tons ex pad paral (a confcurago pe conteestar com 2 fora. crgatinaeo espacial e serv como um conzepo visual paracla Ua vex que somos capaus de ‘ragar em nossa mente um mapa da configura jal as vss dum ec, oes orentao erro dle nossa comprensio de sus depos cepail se omard clara. |. Linear Todas a0 vis 6 nears. a via ret erteetant, pode constituiro elemento de organiaaclo dementar de ua she de eepagos. Ném dso, poe se canines ou segrentada, interseccionar autres vie, ter ramicages cu descreer uma volta completa Radial Una contguragdo eda em vss Ineares que se eter a pettirde um porto central, comum, ou que termitam neste spc Una court copia constitu uma via simp, conus, (que 28 origin de um porta central, gira em torno deste e se tema cada vex mais dota dle } Matha ima configura em mala consist em dls counts de vise parldas que ce tersecionam a incerilosrgulares, crlando camps de eopeqo quadrados ou retangulres, . Rede Una configuago en rede conisteem vias que corectam potas deterninades ne espaga 3. Compasta Na reaidede um edfico norte empregs ua combinagdo dos padttes anteriores Portas importantes en ‘ualquer pao so cenos de athidede entrada para salaee sales e locas para crelaylo vertical proporiotados por eccadae, ramps ou elevadree Eases rode portuam as vias de cra atravks de um elo & proporionam oporuridades para paw, descarsc e reorintagdo. A fim de evitar a taco de um labinto eccrentadr &precgoesteblecer uma onde tierrqica ene as ils 6 06 nds de um ei, atravds da ditereciago de sua eecle forma, comprinento & loca CONFIGURACKO DA VIA cancuLagio / 253 CONFIGURACAO DAVIA Templo Mortudlo da Rattha Hatshepsut, Dé Bahar, Teas (51-480 aC, Sent Plata do Frecinto de Turin do Gantudro Toshogu, Niko, Pefeitura ce Tochigi, Ja, 1606 254 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO € ORDEM CONFIGURACAO DA VIA Casa em Old Westbury, Nove York, 1968-71, Rchand Meier Planta do Primeiro Pavimento, Casa Hines, Sa Rarch, Cara, 1266, MLIIMocre-Turtl CURCULACRO / 255, CONFIGURACAO DA VIA Casa Shodan, Ahmedabad, nda, 1256, Le Corbusler if] Na Corte Longitudinal da rampa eescada Centro Carpenter de Artes Visuais, Livers 4 Harare Cambridge, Massachusetts, 96) Le Corbusier 256 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEN CONFIGURACAO DA VIA Scarborough Coleg, Nesthil Ontérc, 1864, John Andrews Casa Bookstaver, Westminster Vermont, 1872, Retr L. Glick escola de Artes e ORios Haystack Mountain, Deer le, Mae, 1960, Edvard Larabee Bares cancutagho / 257 CONFIGURACKO DA VIA Nuseu do Crescent imitdo Fret), Pipe, Arg, 1989, Le Coruser Museu de Arte Ocidental, Tq, 1957-50, Le Corbusier Planta do Mezarino Panta da Cobertura ‘258 / AROUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM CONFIGURACKO DA VIA Kareruhe, Nemanha, 1624 | Cidade em ura Plante i caiman AMET Key VER | Prantas de Gdades tis, 5464 Francesa di Giorgio Marri Museu de Arte da Universidade, riverside da Caltéris-Bertely, 97, Mario J. Campi e Asociados caRcULAChO / 259 CONFIGURACAO DA VIA ae 260 / ARQUITETURA: FORMA, ESPAGO E ORDEN CONFIGURAGAO DA VIA fe Yuan (Jardim do Contentament},Suzkcu, ir, Dias Gin, edclo XX Planta para Washington, 0. 1192, Pere LEnfant CIRCULAGHO /:261 CONFIGURACAO DA VIA noo OoOood Ll 262 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM. __CONFIGURAGKO DA VIA } Jaipur Inia, 1728 ta de uma Cidade Ideal, I-61, Francesco di Goro Marci Mankattan, Cidade de Nova Yor CIRCULAGHO / 263 RELACOES VIA-ESPACO oe 264 / ARQUITETURA: FORA, ESPACO E ORDEM ‘As vas decclago pod ata elacionadss expages que corecam das maneas a seg. Fader Passa pelos Esporas + irteriade de cada eepeco é manda + Neonfiguraco dai é ee + Eepecosintermedirios podem se utieades pa liga avi 208 eeparoe Possr através dos Espagos + Avia pode peeaer através de um ep acelnent,olquamente 0 ao longo de sua bo + Aocortar um espage, ava or padres de repouso trovinerta dentro dasta Terminar em um Espaco + Aocalzago de um espa stable via, + Esta elo wsenpaza ica pra o aces « aentada funciona ou simbBlica em espagos importants, RELACOES VIA-ESPACO TE ooooooo ool ‘Templo Mortuéro de Ramsés Il Medher Hah, 196 aC, acd ‘I asa Stem, Moobridge, Correct, 170, Crates Mcore Aecelades cancutagio / 265 RELAGOES VIA-ESPACO Casa Famsworth, Par lis rae fF 266 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEW Palazzo Antonini, ide, lia, 1356, Andrea Pladio RELACGES VIA-ESPACO | Casa Ee Boisson, Cop Bera, Fran, 1964, Fil ohrgon caRcuLAgho / 267 FORMA DO ESPACO DE CIRCULACAO YA Segundo. desenho de Wiliam War, de cecadariacoberta por abshades, (0s espagos de cela formam uma parte integral de qualquer crgerzardo arqutetdrica ocapam una pongo sanicetiva do wim de un edo, Se conideradas meramente ceo recursos furconls de igor 26 vias de cirulao adem cont 6pagze sem fim semokantes a coredores, forts 2. epazode um espero de celal etretanta deve acomedaro movmerta de pececas que cami, se detém,descansam ou cheervam uma vet 2o longo de uma va 268 / ARQUITETURA: FORMA, ESPAGO E ORDEM ‘Aforma de wm pao de cculago varia de coro com tania como: + sei limites io defies + sia forma ge reais 3 forma ds espsgos que ct + 2120 qualidade de esl, propor uz evista so artiadas + 20 erradas do para eee eapago + manipula ao mudargas de nel com escade amps Fado un galeria pica ovum corer privatho que ee jonam 20s espagas que conectam tral de entades ler de pare: ado una sacada cu ua galeria que cram uma mda ule espacial junto aos espagos que ectors frre ca sturade um espag de creado deve ser Pporionas ao poe quantidade de movimento que Bien acomadar presi establecer una distin de Beal cnc um pees plea un weston patho’ Ficoredor de seniga Fade cull estreta echade,encoraja raiment un movimento para a frente. Afi de is trfego, ase como car eepacos para at, descarear ou cheer pares de uma via de 0 de un expag amp, una via de crculago pod ecrever um movimet sear, gem frm cu defi, ¢ deterinada ples atvadese Aepoigao de mobidio rir doespaca. FORMA DO ESPACO DE CIRCULACAO + co | —atea ll cancuuagia / 269 FORMA DO ESPAGO DE CIRCULACAO laustro de 6, Maria dela Pace, Roma 1600-04, Donato Bramante Cerredr da Reslnca Osu Tork Tui, 1976-78, Tadao Ando Vestibule deFaldcio Renascentista 270 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM. iemplo de ira formas de eepacosulizados para cclago FORMA DO ESPACO DE CIRCULACAO dando para um espago item , através de ura skied ports rancsas, are um pda ener, Uma abertura no veto através de uma count cancutagio / 271 FORMA DO ESPACO DE CIRCULACAO 272 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM. Fecatas eescedari prt nosso rovinento verbal ere de um edi 0 eepago exer. Klnclinago de ma escada, dererninada plas dmencBes dos expels e pisos de seus degra 2 proparionad para oe adequar ao movimento ¢capecidade do coo. ngreme uma ecada pode Fane com que a subd sea fiicamente cansative, eosin como pacooaiamonte prota tomar a decid preci, Se rasa, uma escda dove ter ios co cufcerte pera acomodernozea passada Uma escada deve er lage osuiente para acomodar contort rosea pascege, zed cto de quelque mobo ov equipment dea ser traneportado para cae para hia. A largura de ua escad tatrbém forece um indi valde sua natura pica oy partic Degraus argos 2d pquena aur padem sen como um conte, enquato ura escada estretae gree pode conduc a lugares ris patios Enquanto oto de eubir una eccada pode suger prvaciade, afectamerto ou separa, oprocesso de descida pode ml 0 rrovinento em reo ao sol segura, proteido cu estve (0s patamaes interrmper opercurzo de uma eecadae permitem que eta mide de deca Tad proporclonam oportunidad pa repo ce posbiades para acesso e cheers apart da escada. urtamerte como grau de ining de uma ecada, a localiza dos patamares deternina ostimo a creograia dos movinentos a0 subirmos ou deeceras seus degraus, acomdar uma mudanga ce nel ums escada pode refrger via crculagaIceronpl-a ecomedar uma mudanga em su creo ou até anes de adentar um eeparo principal FORMA DO ESPACO DE CIRCULACAO onfiguraco de uma escada determina a diego de nossa tri ao subiros ou descers Sus degra. HB ri ras besos nas quai contra as lstdncias krone ene eepelos sucesshos de uma escada cuRcuLAghO / 273 FORMA DO ESPACO DE CIRCULACAO ‘274 / AROUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEN (O espago ocupado por ua cecartaria pode er grand, mas sua forma p estar austada aumitteor de vires maréas. ode ser tatada como uma fora ais cu como uma forma vcumdtrica sa a qual copa para cosa assim coo de repos, entalhada ‘Aescada pe percorer uma das arestas de um recite enaher 0 ap ou preacher o sex volume, de ser entreacada fronts de um espa cu eatendda em uma erie de pataformas de descaneo cu taragos que ‘acomodem alguna atvidade, Una esceapode constitu we elemento orgarizador,serperteanda crtacacando uma sé de epagas om diferentes res de um edfic ou cspaga extern, atamares que so ves no acesc0conidam 3 subd, acm como 05 i205 que se alamam na parte inferior de uma escads Por outro led, paral ue ceepaaceseo a um ugar privat ou iique naceseeidade, a Irate de wa eecads pode se elevar de forma ngreme entre a pred straits de um etreito ve de espa. eocadas cotiuem formas tridiensionals da mesma ira que oat dens deslocaros pra cima epee bao ura cecadaconsttuluma experircia tridimensional Eee dade tidmereonal pode ser cxploreda quand a cratames uma escultara, sola dentro de um espaga ou afd a um rode pared. Adem, um eepaco pods, He pre tomar-se eocada caborada superdimensionada. reser enon da da da Sale de Estar, Casa em Westbury, Nova York, 1969-71, ac ler cancutagio / 275 6 Proporcdo e Escala "(..) Denn da Vila Foscari tens conecicia da espeseura das paces qu separam os recite, a cd um dos quai fo coferda una forma precisa & deft. Em qualquer dss ectreivedes do iago-en-cna do slo centtl terrae um rein quadrado medindo 5x5, Eete se encontra ee um rein retangular meror¢ outro miro pir medrdo 35 x5 my 0 sequndo, 5x7, due vezes lr O menor tem en coum como recinto quadrado a sua parede mei comerida, 0 maior, a eve parede mais crzaPaladioconera arande tase estas antes sinpee: Ate 46, que 0 aquelas ercontradas na harmon musical. largure do solo central tami baseada emSim. Seu comprimento menos exo poe as dere cs abit deve sx acess da cepcesura ds paredes. 0 cto cept do sal em ua composi frmerenteintersecolnada é radwido por sua grande ara, 0 ‘eto clindrico abobadado eeando-se vom aca das sales laterals no mezain Form, podercs pergurtar, 0 vetarce reabnenteenpermerta estas proporydes? ‘Aresposta én no as medidas exatas, mas iti furdamental por trés dees Recebomos airpeeet de una composi nore, Fmementeitegrade, er que cada recintoapresenta uns forma del deta dw tad maior “ambém sentincs que os recinto fo relecionadoe em Cermos de tamer Nada eteial tudo grandee integral” Steen ler Racmussen Espercng Artec 62 m PROPORCAO E ESCALA Este capo cscute as quests interlainadas le propre Enguarto a esala cide ao tara de alg comparado a um pai de refer 0 ao aman de alo mai propor se eee 8 rela propria» harmoriasa de um parte com acuta ¢ com otodo. Tal rel de rio ser somonte de magntade, mas tab de quantidade cu grat Enicor o pteleeta gener sponta de una gama de escchas ao eterna a propor das colsas, algunas res sa dedas pen oe materi pla area cor 0 elementos construes espendem Forgas como a coisas eo abricadas, 278 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM. Todos 0s materi coretatvs uesds na arutetratér proprcdades detincss de eactiidade,rigiez¢ curablidae. todos tm uma org mina além da qual podem ser detenldos sm que e rach, ze québrem cu desmoronem. (Como o desuastes de um material reautantes da fora da sravidad aumertam em tamar, todos os mats também tm dmensiesreionaiselém des quai no poder or nerpo poce-se esperar que uma ee de pedra com A pleqadas de eepecoura¢ 25m de conprinenta se eustente cro ua pote ents dois suportes Prd, se seu tanacko quadriplcacce para 6 poegadas de espossura 10m de comprinerto, esa provement destoroara por seu repro pee Meso um material forte como o ag tem espagas 05 ai to pode teaneper sem que evceda sus ora di. Todos os materia tamble 8m propels rains que Bo tadas yor suas forge raquezs inerertes,Uridades de avenara como o tol, pr erp, so esictertes & comprezedoe sua rigjdexdepende da sua mesa, Tis materi €o portant, vlunétrcos ent termos de forme. Materiis come o ag so resisventes tao coreresdo quero & tragdo, poderdo, portato, see molds em forma de colunas ¢ vias nears, ass como er aha paras. Amador, endo ummmatrial feel axoavimente edstica, pode ser utiaada em colutes evga neares tébuas planas e como um elemento volunético na constucao de cobenas risticas ce mada, PROPORCOES DOS MATERIAIS rROPORCAO E ESALA / 279 Paro aul de trea cerca de Nagy o santo interno, Gantt le, refotura eM, Jap, 680 AC. Na consul de uma chr arqutedice <0 utitzads elmer estruturas para transpreepacos e trereite suas cargas stavls de suprtes verticals para seta de funda de um cdf. 0 tamanhoe propor desses dementias esto dretamente rdaconados ds fungdesestetaris que desempea «poder, portant, conetitindcadores visas do tamara eda ecco dos espegoe que ehudem ade -Asvigas, por exenl,transmitem cuss cages horontalmente trav do espoco para seve suport vera, Sea enengadura ca a carga de uma via feeem dulicadas ees efor de exo obrariam da mesma mania, pesivelnert fzendo-a rl ore 2 a 5uaespecera fosce diced, sua orga uadnuplaria, Espessura, portato, constitu a diene crucial de ura viga ea rao especeuraenvergadura pode constitu um ndcador ti de a fungaoestrtural, De maneia semehante, 26 colunas se tortan wale cepecsas & tnedda que suas cangas¢atura ro suetentada aumentam. ras igs e olunas forma a ead esrutaral qu dine mnbtios de espaco, Atrvks ds tamanho ¢ propor, coun vigas articulam o espa, conerind-he esclae ua eetrtura hiedrquice. Poder cbeerar seo na mane como ao vigotas suportedas por vgae que, por su vez, do syportadas por vigas mnestas, Cada elemento aumenta em eepeseura 3 medida que ua carga cenemadura aumentam em tamara. ‘280 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEN. PROPORCOES ESTRUTURAIS roporyes de outros eles estrus, como rede de suctertaco 60 js de cobertara, sbobadas cpl, tamblm nos foecem nos vues esa funeo em um sistema estrutual, asim como da | reza de seus material, Ura parede de aera, sendo nto resistence 3 conpressio poem rlathamente pouco | jetete flee, serd mas eapessa doque ua parle | ; concreta armado submetida As mesnas cargos Ua una de aco serd mals fina do que um poste de madeira 2 E Ld ue suport a mesma cary Una lj de conceto rmado | gusto polegadas de eepessura ed trarspor mais cept 70 do que um deque de madeira de quatro polegadas. a4) 10a establidade de uma eetrutura depende renos do oa 20 dagen de seu material e mals de cua geomet, ~~~" — no ro caso de una membrana esta ou estrutira c : spacial, eeus elementos se tararo cada wee mals fins fe 2 que pecan a sua capacdade de cone au espaga ae Amersio. Madeira e Tolo ‘Casa Schwart, Tac Rivers, Wecoein, 1989, Fant Loyd Wight ‘Membrana Cobertra da Arena de Natapo Opie, Murique, Aemanha 1972, Freitto eo rom Hal ec ett of Teco Chicago, 1966, Mies Van | der Rohe: PROPORCKO E ESCALA / 281 PROPORCOES INDUSTRIAIS —_) — = — 14 Ld Ls Unidades de Caklhos de Janel Pedro ‘282 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEN Muitos dlemertosarqutednicos slo dimensions proporconados os de acond com sus propiedad estrutarais eau Fug, mas também com o proc trails do qual © fatrcados. Como eooes elemento %o prodiidos emmassa nas tdrcas, tem tamanhoo propor pace que hes so pastas pelos ‘abricantesindviduis ou eos padres indus Blcos de concrete po cemum, or expo 80 producidos como uridades constrctivas modules Einboa fia entre te taranha, abs 280 roporionados de acondo com ura base semshante Wade compensadae stros materia de revestinento tab so fabicades como unidades modulates com proporges fas Pts de ago ten proporyes fas geranerte aeltas pls fabricantes de 2¢0, Janes e portae tém proporgtesestableids pts farcantes indus dao unidates. Como esses ecutos materias deve por in ser reads aleangar um alto grau de adequago na constr de um ec, os tamankes¢proporyes pact dos elementos industries aecam 0 ‘amanho, a proporyo eo eepacamenta de outros materials també, As widades de jarlaseportas padtdo sto dimercionadese proporceradas para se ajuctar Bo abertras de aera modlaes Cairos¢ \igae de madeira ou meta fo espagadoe para aceltar materi de restimento modulares. 1 consderand as bias proporionalsinpostas una forms pla natureca de seu earl ua fuga sirtral au seu process de abricar3a os projeistas nda tm a capaciade de controlar aproporgo das mae ¢espa;zenointror de um edifice ao eeu redo. decode ce confer aum antierte uma planta uatada ou conga uma escal intima ou granios, ov de otar um efi de ura fachada impotent, ils clevada Ido que o normal cabe legtiamerte a arquteto Pod, lem que esto baseadas exsas decietes? Sefosse necessbrio wm expago de 100m de rea, ove inenstes~ qu aes largura-comprimertoe compriento-atua ~ deveria ter Eidenterenta, ‘ofunciotamento do espaco ea natura das atvidades sere acomodadasinfluenclarSoa sua forma e propor Un favor tdcrioa, como agua eetrtur, pode imitar uma cu mas de sues dense Seu cortento- ambiente erterno ou um espaco adcenteintemo ~ pode pression a sus foma. A deco padeta cera de se toma come base omlugar de um outro tempo e cal e simular uas proporcee a deciso podria ser tomar por base, ‘nalnert, um laren este, visu ds relates “deceil!ente as dimenstles da partes ¢ 0 toto do fc, Capela Woodland, imo, Sub, 16220, Erk Guar Asphid SISTEMAS DE PROPORCIONALIDADE 400m x50 Um espacoquadrado, edo quo faces de mesma meld, tem um carder esttco, Se seu comprinerto se epandire cominar acu largura oe torard mas dndice, Enquonto os espagos quadrados e congas defrem gare para athidade cs espace lneares encore o movinerca eo euscetvels 8 subdvido em um certo rimero de reas, (aa PRoPOR(iO E ESCALA / 283 SISTEMAS DE PROPORCIONALIDADE i Na verde, nossa percep des merce eas da 1 le Tae araitecra, de porn esc, bing. £ dtr [| i | pelo escorgo da perspectiva e a distancia, bem como pelas. | | | ‘arrlscatal serpet diel de colar prove tal percepeo de ume manera precieaecbjetia, Oerengas les ov pequnas nas dienes de ua forma i eopelament dices de ceri Enquato un uadredo, por detigao, tem quatre lads guise quatro nqulosretos, um recdnglo pode aparetar er peetanentequadado,quace um guadrado ou muito ferent de um quadrado, Pode aperetar ser comprida, cart, atarracado ou achsparado, eperdendo de nosso porto de vista. Utitzamos esces tems para caer u forma uma qualidade val que em grande pat, rec dorado como pees eu propogte Nag entetanto, uma ola ext. Se.s denelescrcacbespreisas de um pjeto que raguldo por um sistema de proporioaldade eo podem bjetvamerte percebidas de ura marcire cemcaane por ‘todos porque oe sietemas de properconalidede so eis, partclarmente importantes no preetoarqutetrico? (ituto de todas as teorias de proporges & ora um sentido de orem eharnons entre cs emer de una cemgclzoveual. De acord com Ecles una rao ee refre &compararSo quantita de dae coisas cetrelhates enquanto propor se refee 3 iqualdade de rates ubjecente a um sister de proprcoraldade, ortanta est ue azo caracterstica, ure qualidade permanente qu é transite de una azo pare outa ‘Asin um itera de prporlnadadeestabalece um cerjunto coerentedeeagdesvevas ere as partes de um cco, esi como entre as pares 0 toda Embora tals ‘aces possam rBo eer imecstamente perceidos plo cbeerador casual, adem visuel que clam pode ser percbia, aceite ou mesmo reconhci tras de una de experi epettias. Abs un certo perio de ten, overs comerar aver o tad a parte parte ro todo, Proprio d aiqualdede ene duas razieo em que | a prinero cos quatro temas dd pele seguro gua ao terra didi pelo quarto 204 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM 0s sstemae de ruproraldade Bo lon doe deternirantes funcional dnicos da fora edo espago squteics, coneindo um fame esto bg para as sus dense Poer nficar vioualmente a multipicidade de elementos de um projeto erauiterdrico ao fazer com que todas as suas partes pertegam 3 mesa fant de propor Fodem coer um sentido de créer a uma seniécia de pags e elvar a contiuidede dela, Podem estadecerrelegles entre 5 elementos exteros ¢ intemas de um edificia, Diereas tetas de propor eee orm daserlidesno decor da hotels A ncdo de dsborar um stem de projet comuicar seus mo comm em todo os petodos bor 0 setema real varie de tempos en tempos os princpios enioidoo eeu | valor para oamiteto pernarecer os mesos SISTEMAS DE PROPORCIONALIDADE Teorias da Proporgéo: + Seco Aurea + Ordens Classicas + Teotos Renascentsos + Nodular Ken «+ Aniropometria «+ Bsenla Ua proporgdo fxa utfizada para deterninar medias ¢ dimenees Tipos de Proporcao: rimétiae 2 = 2 (proenpa'2.3) Geomitrca: (por exemplo, 1.2.4) Harmar (por esempl, 2,3, 6) PROFORGKO E ESCALA / 285 SECCAO AUREA ‘286 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEN (0s sistemas matemdtios de proprio se origiam do conceto pitagriano de que "do 4 nian na cena de que certs rages munércasmanifestam aeststurahanmdricado univers. Una desea lat que tem ldo lca desde os tempos da Antiguidade é a proporeio conhecida como Seco Aurea Os greg reconheceram o papel dominante que a Secgao Aurea desempenhava as proporges de cerpo humana Acreitando ove tanto a humeidade quanto os sertudice que acomodavam suas Jividades deve pertence a uma onde uneraal mais evade, vtlzava 2a mesma propor nas esttuas de seus temps. Os arqutetos renascentitas também explora: a ‘Seago Aurea em sues obras. Em tempos mals recentes, Le Corbusier baseou eu stotema Maduor na Secgéo Aurea Seu uso nd letra perdra mesno nos das stusis, ‘A Seco Aurea pode ser defnida como a raz entre duas secgtee de uma ret, ou 26 as cen de une ura pana, em que a menor dae duas estéparaa maior ascn como a mle et pra soma de amb. Fade ser eqrecea agbricamente pela equago de ns eas bab ‘ASeccBo Aurea tem algumae propriedades geométricas & algdicas votives ove eglcam a sua eetBacla ra arguttur, si como nas estruturas de muito oxarismos ios, Qulquer prostessio baseada na Seco Aurea ao mesmo temo, alta ¢ geometric, Uma cura progresso que se aproxima escreitemente da Seago Aurea om nimeres irc 6 a Gb de Fhonacc 1,2, 3,5, 8, 1B... Cada ermo também a soma des dois tenes anteriores, ca ao ere dos termos consecstios tend ae aprosimar da Seago Autes & medida que a cbretende ao info. Na progressto nunca 0,0 0°. cada terma da oma deo dois termos anteriores Jr retdngul cos lads ef proprconados de accra ma Seco Aurea éconkecide como um Retangulo ee. Seum quadrad & const sobre slo jm Retang.io menor porém serekante a0 Aureo, Esse nor, a porgoremanascente do etangul crginal sea = | } rao pode er epetidaindfndamente par ar na deco de quadrados¢Reténgules Aureos. Ouente oes | formar, cada parte permanece semdhante a todas — | deal, asim como a0 toda Os cagramss desta gina lusiram esce pedo de crescimenta aditivo fertico de progresses bascado na Seco Aur. SECCAO AUREA Ae eee eel BC "CD "DE AB+BC =CD BC +CD =DE ABC Hl aa a PROPORCHO E ESCALA / 287 SECCAO AUREA O Partenon, Atenas 447-452 a, Itinn e Carates ‘As duas andlises géfices ao lado lustram ouso da SeecHo Aurea na proporcinalddsdafchada do artaronEirerseaia nota qu, emibora atrbas as andlses comecem por austar a fachada ao Retdrgul ute, cada ane dfee da outea em sua abondagem para provar a eviotbncla de SecgBo Aurea e eeu eet nas dimeneties e istrivicto ements pela fachada, AB BD LAD AE BC AB BD AD ‘288 / AROUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEN. SECCAO AUREA a ae | Tempietto de 8, Petro en Monta, Rona, Musou Mundial (Projet), Genera, 1229, Le Corbusier 150240, Donato Bramante : Planta ¢ Corte Géticos Pad ‘Sequrdo Noesee Segundo FM. Lund PROPORCHO E ESCALA / 289 LINHAS REGULADORAS Folazo Farnese, Roma, 16, Arteria da Sangli 0 Jovem Oanteon, Rom, 20-2440. 290 / ARQUITETURA: FORA, €5PACO € ORDEM ii | — ‘Se 36 dagonais de dois retangulos forem parallas ou perpendiculares centres, elas indica que os dos retangules tém proporges semelar 64 diego, accim como as linas que dca o elemento comul doe elementice, 620 chamadas intas requladoras. Foram vistas rteronmente na discuss de Seog Aurea, mas podem tanbém ser utilzadas para controlar a proporcdo ¢ lcalzaro de elementos em outros sctema de proporcionalidade. Le Corbuee, em For uma aruitetura, afrmouo seats “Una like reguladora constitu uma garantia conta o capcom de vere qu pode atic todo trabalta cide com fro.) Confar o trabalo a quale do rtm. Alina reguadorainrode 8 forma tage da mtemdtica que cofereaperepo trergiadora uma onder, A escola de uma ins reqlsdra estabeece ageometria fundamencal do trabalho (...) E um mio para um fire no uma recta” seu ens, The Metheratics of he eal il 7, Calin Rowe assnaou a serelnarca entre 8 dio eopacil da vile paladaae amala strutural de ua vila de e Corbusier: bora besa vias team um sistema de ropordonalade cerca e uma rela com ra orden macemtlca mas eva, vil de Pele conceta em eepacos com formats hos & Inverrelages hardricae A lad Le Corbusler tra compost por cared horizontals de eepago ire defies paseo do peo e cobertura. ambiente vara em formate ern aeoimetrcamente depostos em cada ie, LINHAS REGULADORAS Cortusier oh + & td, 658, Andrea Pallacio PROPORCKO E ESCALA / 291 ORDENS CLASSICAS Ondem JBrica, do Templo sobre Beso, ‘Atenas 449 a6. Gegurdo um deseno de Wiliam Ware. Fara oeacsermarcs da Angidadecdoica as Ordens Uns ez quo tanarto des conas varevem de acodo cam a eters representavam em sue propercoraliade doe eementog 2 egresto um edie Ordens ro era hseades em uma widade fia de medi pereca da belea eharreria A ried sca de dinero ea dimetro Em gar so, ter ea ade gar que vada as partes de cla cola, Desse dle deriva a dimeneies do Tus, do call asin qualquer eafioestivessem poperionadaee em harmonia unas com | comodo pedestal aban ¢doentabiaeto acim, até omenor dale tees, Oerclinn 0 sistema de espagamento etre colunas~era também | baceado ro didmetro da coluna. \Viteivio, no perlodo de Augusta, etudou exemplos reais das Ordens & _2yrecertou suas proporges"Udeas per cada uma em Su tratade, 0 | firs da Artur Vil radi esses eras para a Renaccerca Iealana cea codiicardo das Olen arqitetdnices & rovarhente, nis corheid atuslnete 292 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEN, ORDENS CLASSICAS ‘As Ondens Cléssicas segundo Vignola Danica 294 / AROUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEN. om lait Ties captd— anata = ti ORDENS CLASSICAS 780 22D. Corina = PROPORCAO E ESCALA / 285 ORDENS CLASSICAS db tal Lt | ts ao hdd 70h] Teed ao Ficnostilo Sistilo Eustilo Diastilo Areostilo Classifcagdo de Tomples de acordo com ceu elstema de intercli egras de Vitro para o Diémetro, Altura e Epagameto de Clunae & rete prtedire Plenostilo Sistilo 296 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM ORDENS CLASSICAS ka cane Fachada de Tempo da Ondem Toscana PROPORCAO E ESCALA / 297 TEORIAS RENASCENTISTAS 5. Maria Novela, Floren, tla ‘Nherti projet afachada enascentita (1456-70) para comletar ua ira Gttica (276-1350) ders desc qu 5 cee dose ruil rego podria eer evreceao pla progressto rurética sinplos 1 2,3,4—e uae rate £2 18,23, Se, Ess ree leou os gregos a acredtarem que & avian encontrado a chave para a risteriosa harmonia 8 rmuscal que eotava dfs owes, O credo 2 pitagoreeno era “Tudo é organizada de acordo com 05 ie rimers”. Plato poctetornete deseo a esti a6 Peagoeana dos nimers em uma estdtica da propor ro. Elevou a0 quadado ¢ ao cubo a progreseo numérica ai imples para product as progresses dupes ou triplas 1.24,8e1 71, Para Plato, esees nimerce ¢ suas) aY- rates no 36 continham 26 coneornciae da eecala 3 musical rege como tab eqressaam a estruura 3 harmdnica de eeu univereo. 4t 54: s arquitetos da Renascena, acreditando que seus Br cafes tinham de pertencer a uma orden mals elovada,, 08. revomaram o sistema matemdtico grego das propane 16s ‘Assim como 05 gregos concebiam a misica como sendo seometiatradwida em som, o5 amuteros Diagrama de Francesco Gio 1525, iustrando a série de rane irterseccionals que resltam ‘enascertistas acredtavam que a arqutetur era a aplicagto da teoria de Pitdgores das méclas ans terval da escala musical vega rmatemtica traducida em unidades eepaciis.Apicanda) a teova de Ptdgoras das médas para a rade dos incervalos da escala musical greg, deservoheram una progress ninteripta de anes que forma a base pa as proporcies de sua arqutetra Tale erie de races e marifestavam to 26 nas iments de un recto ou una Fachada, como também ras proporgies Intersecconele de uma seqitcia de espaos ou de toda na plata, 298 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM 7 Formas des de Plantas de Recntos nda Palio (508-60) foi, provement, oarqiteto mais fence da Renasceng tana Em Os quatro ios da Araulerura prmeiamence publ em Veeza, em 1570, ese os passos de seus predeceecores, Albert e Seri, ropunha esas cote “rarlas de recrtos mals elas 2 proprcenat’ Determinando as Alturas de Recintos Paladiotamié props dros métodes para ze deteriar a altura de um recto deforma que eotesee em uma proporyao aprorada com alarura co comprienta dee. A aura de recntos com tetos reas seria ual a sua lrgra, Atura derecintos quacados com tetos abohadades seria um erga mmlor do que a ous langura ara outros reins, ala tizava, a deterinag de suse auras, a teora phagcreana das mrddas Conseqlertements hava rs tips de médias: sities, geombtica ekarmbnica Artic (por exempos.2.3...00 6,9, 12) (percep 1.24... 044, 6,9) (percep, 2, 3,6... 046, 6,12) Emcada caeo aatur de um recirto &iqul a més (b) entre os dois extremos da argu (2) edo content (2) da rect, TEORIAS RENASCENTISTAS Creal Quadrado 3 L t 23 35 12 PROPORCHO E ESCALA/ 299 TEORIAS RENASCENTISTAS A elena resulard da forma eda comeependlncia do ad, com rego is dries partes, das partes com rao acada uma, destas ovate com rlago ao Yodo, ae a etrutira posse parecer um coolio ¢ compet, onde cada merino est de ‘condo um coo outro todos eo necessrie para compor aula & queseprotnde dar forma” dre Palade, Os quatro firos de erutetura, vo | Capt Vila Capra (A Rotunda), Vicenza, ela, 562-67, Anea Palla 12x30, 6x6,20x30 Palazzo Chercat, icra, i, 1550, Andre Fl 5Ax'6 (18), 18 x30, 1B x18, 16x12 300 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEW TEORIAS RENASCENTISTAS. Vila There, Cigna, elie, 49, Andea Falado 18x26, 36x36, 36x18, 18x18, 18x12 alan Isppo Porto, Vicenza, li, 562, Andes Flalo 30x20, 20 x30, 10x30, 4515 PROPORGKO E ESCALA / 301 MODULOR Le Corbusier decenvleu eeu sltema de properconaidade o Modul, para corgarizar‘as dimereBesdequlo que cntén e daqlo que & condo’. Ele via ‘errata de medio dos reg, expe e cutras grandes cilia como serdo"infiitamente ricase cts, pos formavam pare da mateméti do corpo humana, grace, elegant fie, afte daquela armor que no rove, bela” Bacecu, portant, sua Feramanta de median o Moddor, tanto na matemdtica (es dimensie estétcas da Seago Aurea ea Sri del Fibonacci como nas properges do corp human (dmencts full). Le Corbusier ricicu seus estudes er 1942 ¢ puricou 0 Modulor: uma medida = : s harmonics para aesala humana spichrel uiverelmen a Aruietura 3 ms Mecics em 1948, Um segundo volume, Moduli fl pubicad em 954, 226 | e ) Vi N 183 . el) e We 3h q g wk T : 2] | | 2 |) La 115 26 ‘Amal bic consiate en tide medida, 1,706 AB om propercionadas ced com a Seg Aurea, 45470218 118 +70=163, 15 +70+43 = 2262x113) 11, 165. 226 define o eepaco ocypado ple faure humana A partir dei 226, Le Corus desenhe ase Vrmelha Az escalas de deeds decreecentesrlaclonadas 8 ectatura da figura humana 802 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM MODULOR Le Corbusier via o Matulor no apenas como une sbi de ndmere con ua harmon nerente, as como um sistema de reas que podem govemarcomprinentos, suprtciee¢ volumes "mater a acala hurana er qualquer ugar Podera “err aura nied de combinacee ea ascegura a uridade com dveridad (..) omiagte dos nireros PROPORCKO E ESCALA / 308 ot r APT ESTES MAES YO HER LoS BE a Bes FUE EEE FE HBG geo Hol be | Fie Oteabalto principal de Le Corbusier a exempliicar 0 ueo do Modulor fo a Ea BH Ed | I ‘ua Uridade de Habita;do em Marselha Ela utiliza medidas do Modulor aE, ie ial : afi de razr a scala humana para um edficio com 140m de I! comprimenta, 24 m de langura@ 70m de altura, ADEE SIS oe fall Le Corbusier itaou esses agramas para usta a dersdade dos og p t imarhos de pales supers que podria er ota com a Bie g ‘amarhos de parse supers que poder ser obi Be eae ei propor do Mal. L ——— — ey hae a Detalhe da Fachada, Unidade de Habitago, Finny Vers, Frangs, 1865-66, Le Corbusier 304 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM Planta e Corte deum Apartamento Fado, Uniade de Habitagdo, Maeeha 1246-52, Le Corbusier PROPOR(AO E ESCALA / 305 ‘Auridade japoness trafconal de medida o shal, corigitimente importada da China. € quase eqivaente aor ge dv em uridades deci. Um cura uridade de media, ene introduzidara segunda metade da Mece Wéda oat laponesa.Emboa fosse orginalmeteuizado == : apenas para desigaroirterval ere duns clunas varagecem tama, ken logo padonzado pat a arqiterra esidenal. De mania ders do mméduo das Onlens Osscas que se baseava ro amet de uma clara evarava confor 0 ‘tamarke de um eae, o ken se tomowume med aboot Oke entretarto, no constitu somente una media para aconstruro de eos ese zee atl ge comerterer un mul eetético que omarizava estrus matris 0 e5pago es acqieturajoponesa. (aca TradicioalJaponesa at 3 j al |) Tokonoms, ov Recanto para Pitura, une alcona 3| f -- | lovemante suspenca para seo de um aren de 8 | | fre ovtaleras Coo o cn eit dou Ol Toa) casaJaponesotokonana ze stuaa em seu rei Eleago mais formal Panta Facial 306 / AROUITETURA: FORNA, ESPACO E ORDEN, i métados de projet atcavés da raha modular ne desersceram,aftando ous dene. No todo naam, a ata do ten de 6 ahalus eteminav o eapaganento centr a contro das oles Portanto, a eotla padro de iso (3x6 phal ou ker) varia igeramente afr de dar A espescura das colina NométodoKyorms aeetis permareia constants (315 %6,80 shale) #0 espagamento a coluna tél en earns, de acodo com ota do quart entre 6,467 shelve 0 tamanho de un cmodo &dslyredo pelo nde de ns eats, Asia tradicional ra criginalente proporinada afi de acomodar dua posecee rtadas cu una pesca doinde. Co 0 deservclimento do sttera de orden da maha ker, Dntretanto, etre perden a sua dependécla das dimers tunanas, arco sue Be eins do itera estruturaledoirtrcalinio Devo sua modlardade 12 6 ete podem ser dispostasem una obi de maneiras para qualquer Tamarho de cbmodo.€ para cada tamara de coo, um pire dterrt ¢eatabeecito de acon como que 86 Seq pf deo (chat), med apart da parte superior co pane do iso = nimero de eeiras xO. aa Pro de estas SS imo 10 eeteras PROPORCHO E ESCALA / 307 Er uma reidica tipi apnea, a raha do len ogaria a etrutrs, como a seqicia epago a espaco de cdmodoo, tananho reativamente equno do nl permite que 08 expaqosretangulaes seam irerenta diepostos en pate nearer _igucaque ou agtomecadoe ‘308 / ARQUITETURA: FORUA, ESPACO E ORDEM Bevasles de una Residencia Trdcional Japonesa vagio Norte PROPORCAO E ESCALA / 309 50 00 00 ‘A trope eee & aig do tama eda propre do coro hun Enquarto os amutatos rensscetistas am as prporys a fgurahurana wma corfagao de que certas reces matendtcasrefetiam a harmon de eu versa os dtedes de propocoantopomdticos acura no a6 rages atetatas ou sibs, mes aquas funcional um pressuposto da tei que ‘ose 06 eepacoearqutetbricos constitu ou rept, ou exten do coo humana deverda portant, cr deterninados as dimenses deste. A ficullace com rear proprionalade antropoética a naturena doe dacs vind para 0 seu so For expla as dimenaies aqui orecdas em nlite constituem meddas éfas¢ 680 apenas deizes qu deve ser nodfcadas afin de catiotzer as recessidadescopecticas do vrs O usa menses mbios exe sempre rec, uma vez qu haves sempre vats, ccm ago & norma devide 8 dererga entre o home ¢ a mule, ene vros argos etdrioe race e mesmo de um lidavo para outa, 20 310 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM. 7. ANTROPOMETRIA -s dimes epropores do corp human afetam a propery dos ojtas que rranseanos, a altura edstdecia dos chjtce que tentamos alcangar ¢ 25 menses do mobitro que ulizatos para center, trabltar, comer ¢ dort Hi una cferenga entre nosees menses estruturas aqua i | dimensions que resulta a manera como tertames carga lua coisa ert | sma pratelea, certar a ra nese descer n ango de ezadss ov interagi com | otras pesenne Esse so dmerees fucionas evar de acon com | | natareca da athidade ecstada a stag soca, Limcamp espelal qu ee deserien parti ds preonspcdo com os fetes fumanos 6 erorometria~a cBrcia apicada que coordena oprojeto de equipment sistemas camberbes com as rossas cpacdadeseeceeidades feta picoias PROPORGHO E ESCALA / 317 ANTROPOMETRIA Alin cos eet que utizts em um edi, a denstes do coro hurano também afetam owe de espac de que ecessitamos para rrevimento, atiddade eo repoveo.Oaluse entre a fora ¢ a6 dimencties um 22pa¢0¢ a mosses menses corpora pode ser esttica, coma qu Setar en uma cdr, nos encostamos er um corn oy ns recalteros no espago de uma alcova, Pade haver também um aust cna «con quando entramos no saqula do um efi, subinos uma escade cu tos deshcamos pos cbmodos¢corredores de un efi Um treat de juste 6a maria como o espago acomoda ness necseldade de mat Astros soci propradss ode vrcer un corte obo nosso ‘312 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM avant a propor de respeco aun count orden de laches matemdticas entre a dreraties de ma forma ou 0, acecala se relere A marta como perehemos cu yams otamanho de alo em comparag a otro referencia co ider com a questo ca ecela,prtanto, estamos seme pando uma coisa outa. ‘Aentidade com a qual um objeto ou apago est endo comparado pode serum wridade acta ou pedo de medida expo, odes der qu re esa ter, de sco com 0 jsteta Regular American, 3 ps de larga, 6 pls de compre €29 poegadas de altura, Uilzardo o Sistema Méscointeacioral, a mesa mesa teria 4 mim de ara, 1829 mm de comprinento e737 mde altura. As dimenefeo fiias a mesarido team mudado, omer o itera wtlizado era clolro eeu tamanko, Em deseno, teams una técela para eepeccararaco que eterna ere entre uma istracdoe aqui que la representa Por exp, a ascal de un desert arquterinica indica o tamara de um eds representa em comparaao real ESCALA TE PROPORCKO E ESCALA / 313 VISUAL Cao tamer dese quad? wi O ET ha Escala Mecca: 0 taranio ou propor de algo reatho au pao acto de medida relaticamente Escala Vieual:o tamanko ov proprio quem element parece ar outros elemento de eid ou ressuposta. ‘314 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEK De interes especial para os antetoseengntiros é nora scala veual, que se relere to Bs dimeneBe reais das cleae mag sao quanto um ojo & grande ou pequeno em rela ao seu ‘marke nota ao amano de ovo elemento de Seu conta Quando sats que alg est em esclapequens ou em miniatura ormamerte queers ier que aqul parece ser meng co que seu tamarho ueualDa mesma mancir, algo que estS em scala grande épercebdo como sed malar do que o normal ov copeade. Folamos de ecala urbana quardo ns rerio go tamano de Projto no conterto de uma cide, ou scala do entoma quando lg um eo propia so seulocel dentro de wna cided ou scala da rua quatdo observance tamanhos relatos de lemerts que do frente para una via, Na ecal de um efi, todos os elements, dependentemente de qu rvs ou sem ingortnclaposeam ee, tm um certo ‘amano Suas dmeraes podem ser predterninadas peo fabricarte ou podem ser selecioadas po projeista apart de. uma gama de opree No cbetate, perceberos o tamara de ada dementia em aco as ctras partes ¢ a0 todo de ura camps. er xem, otaranto ea propor das janvas em uma fachadal de edfo esto veusinerte raconados uns aoe outros, assim come aos eas entre ease as dienes global da ached Seas jana fre todas domes tamantoefomsto, catabelecem uma escaleréztva ao tamenho de fachada, Se, enteetat, una das janes fr maior do que a outa, cra uma outa cocala dente da composi da fachada, Oat em ecala pera indcarotamanto ou a inportnce do cepaco por dened da jana em questo ou poderia era nose percep. ‘amar das otras janoas ou des dimenedes doble da fachada hitos elementos aruiteticos tem tamnhose caractereticas que 0 Failres¢ que uiizamos yaa alert cs tamante de outros lementos 0 seu rear Tas elemertos, como jaas ebatenes de inci ajuda a dar uma dia da dimen de um efi ede vanes andares ee tom, Escades¢ ctrtos materials xhlares como ilo Yoco de conor, nos juden a media escela de um eopaca ido a sua farlaidede, tis cement, se upendinenionadoa et vanbl cer vataados para aterardelberadamente nosea percep do tamacto de rs fora ou de um eepaga argues, gun eos expace tm cuss ow ai eecalos stand sirultanearente. 0 prtco de etd ds biblceca da Vere a inginia, modelada com bace no Fanteon em Roma, esté dimensionado roporclonamente & forma aruitetBrica global, enquanto ovB0 pda pla porta cas janelasatrds do vo eato divensionados roparcionaente ao tamara dos eepazos items doe Universidade da Vegi, Charlottes 1817-26, Thomas Jffereon s portals de entrada resus da Catedral de Reis eto dimeneonades propercionaimerte 2s dense da fachadae podem servietosercorhecidos& dicts como as entradas pera os cepers tenes da ie, A media que oo sroinanc, entrezant, vemos qu a entradas rece eto reekente skmles portas dentro dos portale maores com ae dmeredescaladadas acon com 8 nse com uma escala hur. Catedral de Reims 211-1280 i ESCALA VISUAL HAA HHA PROPORCHO E ESCALA / 315, ESCALA HUMANA _ Aescala humana, na amitetura, se basia nas dimen propor corpo humana. oi mercionada a sero ecb a proporcionaldade antropedca, qu sta diene vera de indo para ino, cevendo se titeadas como un recneoabeohita de medida, Paemos, entetant,aerrum especo cia largura tl que podem esticar os e tocer aie paedes De forma semehanta podem gar ua acura pidermos estar nossosbragose tocar o plan doteto cima, Una vez 1a podence mes fazer escas cceas devemos os basear em indo ro tdtels para tennos um seria da cecal de um expeca. Para acter decees indcv,podemos tar elementos que tm sigificedo humane ¢cjasdimeneBes esto relacionadas ds dense rosea posture rita, alcance ou contro, Elements cao une reso cada, os espelos ¢ pics de wna escada, pir de una anda od sclre una porta no 6 os jada a jugar o tamarko de um espa cot ‘ambé he conform uma scala humaa 316 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEN Enquanto algo em escata monumental nos fz seri comparatvamente Peauenos, um eeparo em escaa intima decree um ambiente mo qual nos seins contort, em posi de contre, ov importantes. Abent feos, com meses ¢ opreuigadires, em um grande eagu de hotel dive alo arespeta da ampltude do cepa, assis com define éeaa confers, om escala humana dentro dele Una eecada que cond acada ov clea ro segundo andar nos dé un ida da dimeneio verti le umrecno, asim como suger ua preserga humana. Uta onl em pated vaca transmit alg a repeto do eepago ports dela também va a inpreceo de que até haba, Das trés dimers de um rei cua altura tem um eto maior sobre a cua escela do que a ua lagu ou conprinenta Equant a9 predes de um recnto proporcionan ur eit a atara du plano de teto acima eterna ouas quaidade de abrgo¢ intidede, Se aumertariceopé dito de umireito medindo 36x48 m, de 24 para 2.7m, oeito cord mais notado' afetar mais aouaescala do qe 5 tadscemoe aumentado se laguna pera 3,9 me seu comprimento para 52m bora 0 recinto medndo 36x-4,5m cor un pé diet de 2.7 m poos parecer conor pea a malo des peecoas, um cepa medindo 185x153 m com o meso pdt comegeia a dor a sensaco de oresiva, ‘lim da diene vertical de um espaca, otras ‘toes que afetam asus escala fo + o formato, a core 0 padro de suas sapere inirofes + ofermato ea depcego de suas sberturas + anatuezae escala dos eemets stuados dentro dele PROPORCKO E ESCALA / 317 Principios "... Nada aldm de confusdo pode reeutar quando a ordem éconsiderada uma qualidade que pode tanta ser aceita como abandonade algo de que se pode indspenedvel para ofunclonamento de qualquer elses orgarizad, cela a sua fungi fleica ou mental. Da mesma forma como nem um motor, rem ura corquectra, nem um equpe eeportiva podem furclorat sem a coogeracto integrada de todas as suse partes, uma obra de arte ou aqultetura no ‘presente um padi de orem. A ordem & posshel em qualquer tel de complesidade em esttuas to sinples como aquelas de Easter lela ou igre em Boren, Porém, genio kowerondem, no h& come saber o que ‘uma obra esta tentando dizer” Rudolf Arte ‘The Dynamics of Architectural Form ‘em a9 PRINCIP! DE ORDEM Enquantoo Captulo Aempregava uma base geométrica para or ‘Sumi co canaces de um edltcay presente capule disete pr adios que podem eer ti zadoe para cir ondrn em ua compeelcap “equtbnegy\ onde efor io apenas b equa geo ndrca ras ‘cima uma condigo emt que cada parte de um todo etd apropriadamente poste comrefrtnla 2 utras partes ean seu popbsit, de mado a _proquai um arrer hanmniceo. Bist una dveridae ecompleiede aturas nas evénclas do programa de um ea, hs forms ¢ 08 eepacos de qualquer ei deem laren conta ahirariainerente Be ful que come o6 vedios que ever, 08 propsivos ou sigicado que Lane 0 eecopo ou contacto a que se diriger.€ no reconhecimento dessa dversidade, compleidade € tierra natura na proramarSn,no projet ena constr de edfcos ut 0s price de onde #80 decades, Orden sem dveridade pode euler em monotone ead dread em adem pode reduc aog.Um sentido deuridade com variedade 60 ideal Os sequintes prints de onde so consteraces como recureos vieuai gue perritem ue ao formas ¢ espace vara edhersos de um fio cosistam perceptive econcetuainente dentro de um todo cera, unifleado ¢harniso. 320 / ARQUITETURA: FORIA, ESPACO E ORDEM Pérgamo, Plano da Cidade Ata, séulo ll aC. nono on agen Trnsfrmaio iciPIOS DE ORDEM Una retaeetabdcida por doe portas ro eepaca em rao & qual é esl depo formas e eepacoe de uma mance sentria ou entrada A csi e depo eqllbradas de formas eespagos cqivalertes em lads opcetee de uma linha ou plano dior, ouem rele um centro ou A arteuago da importércia ou do sircade de uma form cu cepaqo através de seu tamenhofrmeto cu cls, retivamente a auras formes espags da organiag, Un movimento unifcador canacterizado por una rpetifo ou alterna padroicadas de eleentos cu motivos formas na mesma forma ou eu forma mccficad, 2 Un eau plano ou lute us por su contuidad eregueidad, seem para ren mere cryritaro pa de formas eeepagos O princi de que un concita ura estraturaouergaiaao rqiteteicos podem cer alerados ara de was de rariplages prutagie dtr em esposta a um cortexto cu conju de conde especicos, sem apenda da denied cu do concetia. priuciptos / 321 Exo Essa ua forertin,acompanhada em anos os ldos plo Fléclo dos fs, Iga ora ‘Arno Piazza dla Signoria a , ° Oo 322 / ARQUITETURA: FORNA, ESPACO £ ORDEW Ocivo constitu talez o meio mais lementar de orgatizar Ses cspcco argent cabal Mop spots raespaga em ela qual ras eespag0s podem ser dspostas de uma manda regular ou regan, Emhoraimagréro io vse, xceta ra nossa magna, um evo pede contr un recurso poderoee, donate 2 reqadoc Evora inpioue sme ge equi. A deposi epecica dos ements em lado aum eho deterinard ea orga veel de una orgarizao aril cut veces, frowamentzestrturada ou formal piteresca mondtona. Como um cio consttl eeeencamente uma condo ret ‘tem qualidade de comprimento c die indsindo mnoierto 8 promcvend vistas ao orga de sua taeda Fare su defile un eo dove ser rematad em abs a, ‘etree pr uma forma ou um espac sia, A nogdo de un evo pode ser reforgadaao oe define bor an longo de eeu comprimet. Tis bolas podem ser sinplesmente retas do plas do el, cu panos verticals a defem um espag inca ccincdente com oe. Ueto pode tab ser estabeetd sineesmente po spoils de ormaseesparcs | | | Os elementos que eta um ec seem tanto era en’at como receber eu impuleo vu. Tas dlemertos culminates podem ser qualquer um dos ue 28 sequen + poncoenoeepagoestabdecidos por lartos verti, etilens ou formas arqutetricas cenralzades + plans vertical como facadss ou rents de edfcios striae precedes por um Atrio ou espago abertoseneharte + espagos bem defies, geraere centrlzsdos co requlares em termos da forma «pores qu arom pea fora om deo au vista oupagen principios / 323, EIXO 3 Panza deli Signoria ie ig ae Plicio dos Ofc ‘As aes do Faldo dos Ofcios em Flrena, tl (1560, Genji Vaca enldaran sm espago ial que condus, «partido ro Amo, atraveeardo 0 aco fz at a Plaza dele Signoria eo Palazzo Vecchio (298-184, Arco 4iCsnb {324 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM 12 LC “Teoihuacdn, Cldade dos Deuses,Situadaprbino& cided do Wéico, Tectnuacdn er oslo e mas inlet centro ritual da Mesoandca, furdadaaproximadamente em 00 aCe forecerte até cerca de 760 AC. Ocal ra dominado por doe templs-irdmidesimpmenten a Pride do Se cadre menor de Lu, a parti das quis & herida doe Mortos coma pa elem dro & cial 2c complexo ds mercado no centro da cidade Planta de equim (Bling), China. Staséa ert ses eno norte: al esta Cade Prob rte murada dertro cidoze rer, const no bala NY e que cond 0 Faldcio imperil e outros ete do goerno peril da Chine Fl assn denoinads deo ao fat de treldo intediceda 20 pico no pascado. Painclrlos / 325 ita a partir do Tero, do Tori um porto smb no mat Templo Itsukushima, Petra de Hroshima, Jap, seul l Tori um porto monumental autoportane, io aceseo a um sancubro vino, que conelteem dus plsstras corectadas em sua pra superior por uma tavessahorzcrtal eum dtl sire esta eaiments covandoee para ina 326 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM RINciios / 327 asa Chinesa com Péti, Pegi (Being), China 328 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM anxo _| est amr, en is 808, ——-— Frank ya wight (s Féruns Imperiale de Trajan, August, César ¢ Nera, Roma, sfculol aC. ao eéclolh AC. PRINCPIOS / 329 SIMETRIA Planta de wna lr del, (460, Hbtel de Beawai, Pris, 656, ‘AntarioFsrete Artine Le Fautre 380 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM Einborasea posse a ocrfria de una configura al serna ocomdncia simutnes de ua configura Sintra ni é posse! a acorn de ume confer indica sem que esta inplta a eet de um esa cu centzo em lag a qual ea est atruturada, Um cho 4 establaito por ccs porto una contquragdo indica cig o ara eqlbrado de paces equelentes de ‘ors epagos em ados opted ura na ou plano Avidrog ov em ago a um cento ou eho, dio tpos fundamen de eimetra 1 Siete lateral ~ referee ao araroeqlbrao de lemertos eemelhantes ou equivalents em ledos posts de um evo medina, de mado que somente ut ano poss dio todo om metadesesserclalnerte idéicas, 2, Ginetta racel~ oe refere ao ara enulrado de deren cemehantes,iediados, de mado que a composi posse er divide em meade some 0 se tracar un paro em qualquer Bega em relaco um porto central ou ao longo de um eb central Una compocigdo arquitetdrica pode wiizar a simetia recreate forse epocs de dua ania E poseliel riar-se organizayo construtha ntiramenta sinéteca. Em alum ponto, entetanto, qualquer aranjo totalmente simétrico terd de confrontar ¢ resoher & ese de ses tener aucotedta E posetiel que uma configuracdo simétrica aceera emt omente uma parcela de um elfcio¢ organize um pad Iregular de formas ¢ espagos ao eeu redor. 0 dio de simetria lca, permite que um eifcioresponda bs cords excapconi de seu vero ou ora, couraged em poe er reseiada para cepacos signficatios cuimportartes dentro da organiza, SIMETRIA Areglrdsde de forma ou arcana em tems de partes semen elrocas ou comeepordertes. 2 Montiel, prix @Charottele Virginia, 1770-1606, Thomas Jeterson Casa Nathanial Russel, Charleston, Catlna do Sul, 1609 PRINCIPIOS / $31 SIMETRIA Hn Faldco de Dioletiano, Espaiata, hagostii, «300 aC. Palazzo rf 82, Arcos Palla 382 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEML SIMETRIA \ so Panta do Terao Faiment, Pll do Cntrosous Kova Utes, Moecu, (922-38, Le Corbusier 7 | }} el Casa Huser, Chicag, Minos 1699, Frark Ucyd Wright Rincietos / 333 SIMETRIA (Casa Robert W. vane Chica, ics, 120, Frark i gt 394 / ARQUITETURA: FORWA, ESPACO E ORDEM, SIMETRIA asa AE. Bingham, Primo @ Santa Birbara, Califia, 1916, Bernard Meybeck Casa Isaac Fagg Berkley Cala 1012, Bernard Maybeck priucieias / 235 SIMETRIA Estilo de Frank io Wright, (ak Fark, lini, 1669 Palazzo Petro Masi, Roma, 1832-36, Baldassare Pru Uma fackada simdtricacondutindo eum interior asim 336 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO ORDEM SIMETRIA Fechada da > Fachada do Jann Entrada Entrada Pinipal | | Sees | Mila Garches,Vauressn, rer, 1926-27, LeCobueer Teo Aceseo PRINClPOS / 887 HIERARQUIA print de erarquia implica ue a maori ero todas as composiges arqutetbics,etem dferenas rae entre suns frase eeparos Tals arenas reevem oor de Importncia deeeas formas espaos, aes como 08 papés funciotais, formas e sinbicos que desempnka na cgarizagdo. siotema de valor através do qua ainporténcia relatia€ medida deperderd, videtemente, da stuaco cepecca, das necessidade ¢deseos des ueudrios € das decals do arto. Oe valores expreseos poder Set indvdusis ov coetve, peesnee ou cultura, Em quelque ca 4 mania como as diferencas funcional ou sknblicas exe ce elementos de um edo so reveladas rua para 0 estselecmento de ua ode viel eer erre suas formas epagos ara ove ua forms ou um espa seam articles como endo importantes ou sgicativs para ma organizago,& preciso toms sguarmente vise Tl fas ua pode ‘ser acangada a0 ce datar uma forma ou gra de: )) «um tama cep | + umfomatatrico Ls ua cago eotratégica ! Em cada caso, rma ou ao eepacoherarpicamerte importante & condo um seri ou significado ao consi ura exzer0 3 norma uma anomala dentro de um pad de fe me resto regular. Em uma composicdo arqutetica, pode her asdo que Urica lenerta dominant, Pontos socurdio de fase, qu ‘dm menos valor de atango do queo foc principal, cam acertos isu. oes deers tine porn eubordt podem tanto acomodar a varedade como cir rtereace vis oo roma etenedo em ums compos¢lo Se tomado de ura fo ey exagrada eres, ese hntresse pode er eubttuldo confustio Quando tudo 8 enfstizada nada eratizada 388 / AROUITETURA: FORIA, ESPACO E ORDEM rorquia pelo Tamanho Una forma ou um espa poem dinar une composi arutetdrica por ‘apresentar um tama sgnificetivante divers dagudle de todes ce cutros elementos da compsigsa Normainere, al donno sez pela singles cimensio de um elementa Em alguns casos um elemento pade deminer or ser sgriicentenerte menor do que cs outros eemertze a rganza, pork stad em um conteto ke defrido, Hierorqua por Formato E posetel torr uma forma ov um sszego vsualmerte dominantes ¢ deze forma importantes eo ce dferetlar caramene seu formato daquses dos tos deen da compos. Um contrast decree formato é cra aa deena baseada em una mudangaem termes de geomet cu requried Bvdenterente, tambo fz importante que 0 formato eecokido para olenentoteraricamente sgicatio soja compathel com eu ueofurconl Hierarquia por Localzoréo Una forma cu um eeparo podem eer eetrategcamentelocazadcs pare chamar a atengo paras emsantacemerto masimportante de una composcdo As ocalacies ierarqicamente importantes para uma forma cu eopago incuent + oremate de uma seqiéci linear ou organiza all + ocenta de uma oranzago india + ofoco de uma orgarizacdocentralzada cu radial + odeelocamenta para cna, para bebo, ou no grin plan de ura composilo HIERARQUIA OOO! PrinciPios / 339 HIERARQUIA OOSDN ONCOL en f0e300 ante nol OOs.00 M0 Te AMEE INF ana is (Oe penne CORE Ue ang i AD ry Planta para Sevennah, opts 1656 ny E s & 2 & € J & 2 a cidade meceval funda en 24 Planta de Montiasie, Fangs, ‘ila Tissino em Meede, ered de Os quate da Arteta, Andrea Faldo {M0 / ARQUITETURA: FORMA, €SPACO ORDEM HIERARQUIA Conveto Claterciense de La Tourette, prévino a yon, Feng, ‘956-29, e Corbusier fa Panta do Quarto Paviento Vista de Florenga lustrandoo dma da cetera ote a peeagem urbana PRINCIPIOS / 341, HIERARQUIA — Casa Lonel Walter, Cuasquctr, ne, 1949, Frank lo Weight [egies Lo ~. Wie aid Wy Btel Amelt, Pare 1710-15, Germain Bffrand ‘342 / ARQUITETURA: FORIA, ESPACO E ORDEM HIERARQUIA PRINCIPIOS / 243 HIERARQUIA | Frefitura, Seidl, 1961-66, Alvar Ato Ecco da Faculdade de Histbra, riveree de Cambridge Inglaterra, 967, James Sti Escola de renamento Especiazado Olveti Haslemere, ilters, 1969-72, Jems String 344 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO € ORDEM HIERARQUIA Faldo de Carlos V, Granada, 1627-68, Pedro Machu Primera lrejaUnitria, rieio Proto Rochester, Nova York, 1259, Lous Kahn | PRINCIPIOS / 345 one ‘346 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM ani certo de Gvota Lule 6 para Colo, por Johann Sebastien Bach (1665-1750), Trancorito para ldo cldssco por Jey Syd. Um dado serefre a uma ret, plano ou vue de reer ao qual outs clemertos de uma compiz pads racona, le rgari um pao lear de elementos através de sua reqularidade, contimidede e presence covetate. For exeplo, slik de uma pauta musical sen como um dado a porporionar a base vial para a ture das notase ature reat de seus ons A regard de seu eopacamert ede sua continidade organza eelarcee acentua a dferengas entre asl de rotas em ura composi musica Uma sept precedente lstrow a capacidade de um ebo de ogerizar uma sri de lamers ao ogo de seu compra, Na verdad, oi estva senitdo camo umn dade. No énecessria entretanta que um dado sea un linha rete ode também ter a forma de um pla ou um volume, Fara que conetitua um recurso oenativ efi, uma dad retin tem dl ‘er ufclete concnudade ual para stravescat ou concorar todos 05 clementos que esto sendo ongarizados Se ver uma forma pana ou voluétrc, um dad tm de ter dimeneofecamento ereqlrdade eaenes para cer visto como uma Fura capa de abarcar ou eros leraros qu esto sendo organiza dentro de seu campo. DADO Dada ua crgerizazo letra de cements descemelantes um dado pode crass das seguntes mancias: “A Reta pe oor «6 LS | Uma reta pode atravescer ou Famar una aeeta coun para o pedro enquarto una mal deretas pode formar um campo nevteoeunifcsdo are o patio, 4 Plano Un plano pode rut o pact declementoe cbs dee ou serie como un pao de iro sbrargente pra os elementos ¢ cemalurdls em seu camp Volume Un lume pode acoher 0 pad de elements dentro desu rots ou organics a logo de eu perio PRINCIPIOS / 347 Para da Agora, Atenas ‘rade unficam 26 fachadas das casas que do frente para praca central de Teo, Tchecolodqua ‘348 / ARQUITETURA: FORMA, ESPAGO E ORDEM Planta de Mito, séulo aC. Grupo de Templos Horyusi Prefitura de Naa, Jape, 607-746 AC. PRInciPios / 348, Museu, Ahmedabad, via, 1954-57, Le Corbusier 350 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM Mala Estrutural do Eaicio Principal Centro da Comunidade Judaica, Trenton, Nova Jere. 954-59, Lous Kak Centro Le Corbusier, Zuraue, 196-67, Le Corbusier Eleva Norte ainciptos / 351 Paviho Memo, Expos fo Munda de Montreal, 1966-67, Rolf Guthrod Fre Otto Planta do Pavimento Téreo asa Devore (rota), Montgomery Court, Perea, 124, ous Kahn 352 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM DADO Planta do Centro Cio lfsher Capital da Pts 1625 Centro Cultural (Patcipante de Cncorrcia), Leverkusen, Alemanha, 1962, ar Aalio Principtos / 353, DADO ‘Abergue do Exécto da Salvao, Fels '925-38, Le Corbusler yma cidade inca no Pru central Planta de Hudnoco, ut 354 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM DADO wer Te —_ Mt wor Tir Me ke de he Pranta de Casas com Pétios Fristoe em Delos, una hs qrega no Egeu Biblioteca, Academia Pip Exeter, Exeter. New Hampshire, 1967-72, Louie Kahn Cartwa em Nuremberg, 253 PRINciPlos / 355 Oritma 2e reler a qualquer movimento caracteread por uma recoréniapadroviada de elementos ov matios a intel requlaes ou iegulars, O maven pode sero de aeeas hos, media gut acorgarhamos os elamentosrecorentes en una compos, ou de noses corps, & meds que _avangariog através dé una seqiécia de espacoe Em quslquer dos casos, it incrpara a noglo irdamentl da repel como um recurso para orgatzar formas e eepepos ta arqittar (uae todos os tzes de constugdes icorporam elementos que eBo por sua ratureza repetitive. Vga coias ee repetem para formar sania estrutraerepetitas emus de espa, Janda e porta repetidamente prfuram as superiies de um edifcioparaperitr qu az, at, 20 vistas ¢ ae peseoasoadentrem. Espacosfeqlentemente se epetem fim de acomodarexigeriae funcionis cemehantes ou repettvas ro programa contrutva Esta seo dscute os padles de repeticdo que podem se tizades pera orgarizar uma sre de clans recorentes¢ 08 itmcs ous reutartes que estes padres crim, eee SEetPT EIT P Std 356 / AROUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM + sua contig ou roiridade uns aos outros + as cracerticasvwis qu tm am oman 0 prince da eptio utiiza aos 0 concetos de percepr2o visual para oderar elementos recor em uma composi. forma mas sinles de ropetigdo 6 um pad reer de omentosredundartes. Os ames ro precisa ser pertetamente Ubitioos entrant, para sren srupedos de uma mia rpetia, dem ter apenas um ro Ou deromirader comune peice que cade eemerto seaindduatente rca anda assim, prcenca meer el 00000 oO $3eee 6 696607 6G a. ee REPETICAO “Texdemos aagrupar os elementos de ua compose aleatéra de acodo com: | | | OA OAL ©) | Formato + Coractristicas de Detalhes rinciptos / 357 REPETICAO Peeutodptero Sith Casstcago de Tempos de acon com oarano das clunatae,Etrldo dio Capt I de Os de ios da Arqutetura dei. Fades estratras reenter incorporam a reptile suport verticals tena reales ou harcriosos, qu deren compartinentos medulses cu dies de eepaco, Dero desces pats repeitnce a importdnca de um espago &enatizeda por seu aman e localaro. Catedral de Slicbury, 1220-60 ‘358 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM pono echt dicpwd Jami Masjid, Gulbarga, hi, 367 Planta de Faimento Tipc, Unidad de Hattagdo, Marsha, 1846-52 Le Grbicer priucipios / 359 REPETICAO eH Conpleao do Capito (Projet) llamabad, Pamuistic, 1965, Lous ‘360 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEK $$ : : ___rererigho a ~ Sieldlung Halen, prévimo 2 Bema, Suiga, 196!, Atelé 5 om ra misica, um pedo ftmico pode se legato continue Fuia cu staccato sbrupto em sou to o cada Vista da Cidade Montarhosa Eeparhola de Mea REPETICAO Ritmo rio pl igaro de portos no esrago itmos contrastartes Poutttt tetrad Ritmos horizontls vertical \ietade Vila Hermosa, Espace ‘362 / ARQUITETURA: FORMA, ESPACO E ORDEM