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UNIDADE DIDÁTICA VI – EUROPA E OS DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS

1. A UNIÃO EUROPEIA

A União Europeia (UE) é o maior bloco econômico do mundo, até 2013 contava com 28 países-membros (figura 1), somando uma população de quase 500 milhões de pessoas e 20 idiomas. O bloco tem um dos maiores mercados consumidores do mundo, com o terceiro maior padrão de vida, atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão (LESSA, 2007). Sua economia é rica e complexa. Quando comparados os dados do produto interno bruto, em 2008, entre UE (US$14,45 trilhões) e o EUA (US$14,00 trilhões), percebe-se que são equivalentes (www.indexmundi.com).

percebe-se que são equivalentes (www.indexmundi.com). Figura 1 – Países membros da União Europeia até 2013.

Figura 1 – Países membros da União Europeia até 2013.

Fonte: Globo.com

Nas últimas décadas, a União Europeia registrou várias conquistas, como a livre circulação de pessoas e mercadorias, a adoção de uma moeda única por boa parte de seus membros (19 países), estabilidade econômica e, principalmente, a superação de divergências que causaram guerras no século XX.

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O primeiro passo na tentativa de unificação pelos países europeus foi a

criação do BENELUX, em 1944, um dos primeiros pactos constituídos no esforço de

reconstrução socioeconômica, formado por três países: a Bélgica, a Holanda e Luxemburgo. No final da mesma década foi instituído o Conselho Europeu, em Strasburgo, onde, além dos países do BENELUX, participaram França, Itália, Noruega e Suécia, com o objetivo de estabelecer convenções diplomáticas em pontos delicados, como a questão dos refugiados, da extradição e dos direitos humanitários (BARBOSA, 2001:144). Com o fim da Segunda Guerra Mundial e o desfecho do conflito bélico pela hegemonia continental, a ideia de integração ganhou a adesão da população.

Marchas e congressos marcaram a defesa da ideia de unificação como solução inadiável para a Europa devastada. Na essência, a integração europeia tinha, sobretudo, objetivos políticos, na tentativa de evitar uma nova guerra. E os meios para alcançá-los foram medidas de cunho econômico.

O período após as duas grandes Guerras Mundiais, marcado pelo início da

Guerra Fria, levou os Estados Unidos a se preocupar com a instabilidade política da Europa e a buscar garantir a organização da Europa por meio de ações de ordem militar e econômica, na tentativa de manter um eixo coeso em torno do bloco capitalista e contra o comunismo. O Plano Marshall (1947) tinha como objetivo ajudar financeiramente a reconstrução da economia europeia. Abria caminho aos investimentos norte- americanos por meio de suas multinacionais ao mesmo tempo em que exigia dos governos europeus que eles se organizassem para traçar metas para a recuperação econômica. Em setembro de 1948, é criada a Organização Europeia para Cooperação Econômica (OECE), que tinha como objetivo desenvolver a cooperação permanente entre seus membros por meio de uma política que estabilizasse as relações entre os Estados-Nação da Europa. Com isso, atendiam-se as exigências do governo norte- americano de criar uma instituição responsável pela gestão dos recursos financeiros vindos dos Estados Unidos. A OTAN, criada em 1949 no contexto da Guerra Fria teve, inicialmente, como objetivo, defender uma frente de oposição ao bloco comunista. Para tanto fornecia

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aos países europeus apoio militar por meio de uma política de segurança para toda a Europa. Contudo, ainda na década de 1950, países da Europa Ocidental uniram-se na tentativa de sair do controle da hegemonia norte-americana. Para isso, um importante passo foi dado por seis países – França, Alemanha Ocidental, Itália e componentes do BENELUX, com a assinatura do Tratado de Paris, instituindo a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA - 1951). A CECA formou-se em meio a um esforço de reestruturar as indústrias de base, estratégicas ao processo de desenvolvimento. Seu principal objetivo era impulsionar a recuperação das indústrias e a recomposição dos mercados de bens e de trabalho, duramente atingidos pela recessão de 30 e pela destruição das guerras. Em 1957 é assinado o Tratado de Roma, que criou a Comunidade Europeia de Energia Atômica (EURATOM) e o Mercado Comum Europeu (MCE). Esse tratado buscava ampliar os acordos anteriores por meio da livre circulação de bens, serviços, capitais e de trabalhadores (esta última uma solicitação da Itália). Além disso, faziam parte desse acordo medidas como a cooperação técnica e financeira para o desenvolvimento de novas matrizes energéticas, a ação conjunta na reconversão de empresas em dificuldades, a criação de políticas agrícolas comuns e, sobretudo, a unificação política como medida para a reconstrução econômica (BARBOSA, 2001). No final da década de 1960, consolidada a união aduaneira, 1 já se conseguia eliminar restrições alfandegárias à livre circulação de produtos industriais e adotar tarifas comuns no comércio exterior. Neste momento, privilegiou-se a parceria com os EUA e o Japão, por exemplo, por meio da redução de impostos em até 35%. Apesar de essas ações estreitarem os laços comerciais com os EUA, a França se empenhava pela reconstrução autônoma da Europa. O marco dessa postura tornou-se evidente com a rejeição francesa ao pedido britânico para entrar na CEE (Comunidade Econômica Europeia), por considerar a Grã-Bretanha uma aliada dos EUA (LESSA, 2007). Após um tumultuado processo de negociação com os países membros da CEE, em 1973 a Grã-Bretanha incorporou-se, sem fazer qualquer exigência. Neste

1 Acordo entre os membros de um bloco para a adoção de uma política comum de comércio com outros países (fora do bloco) e o estabelecimento da livre circulação de bens e mercadorias no interior do bloco.

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mesmo ano também ingressaram a Dinamarca e a Irlanda, impulsionados pelos efeitos da “crise do petróleo”. As restrições à adesão de novos membros aliados aos interesses norte-americanos passaram a predominar por cerca de uma década, desacelerando o ritmo das negociações para a integração política, enquanto os interesses econômicos nacionais consumiam a energia e o orçamento da CEE (CASTELLS, 1999). Na década de 1980, a inclusão da Espanha, Portugal e Grécia deu novo fôlego à economia europeia. Contudo, ampliou a complexidade das negociações no interior do bloco em assuntos delicados como agricultura, legislação trabalhista e sistemas de votação. A dificuldade das negociações estava no fato de os novos membros manterem regimes autoritários consolidados, e sua economia – basicamente agrária – apresentava sérios problemas de desenvolvimento como, por exemplo, mão-de-obra barata e desqualificada. A fragilidade nas negociações fez com que empresas norte-americanas e japonesas vislumbrassem uma oportunidade de tornar a Europa mais dependente no campo econômico e tecnológico. O Tratado de Maastricht (1992) abriu caminho para a consolidação econômica europeia por meio da criação do Instituto Monetário Europeu, do estabelecimento de uma moeda única (o Euro) e da harmonização das políticas fiscais. Além de solucionar impasses na área diplomática, com a criação da Política Externa e de Segurança Comum (PESC), na busca de cooperação nos campos da justiça e nas questões internas, desenhando os princípios gerais de respeito à democracia e dos direitos humanos. Outro ponto marcante foi a criação da “cidadania europeia”, pelo qual todo cidadão de um Estado-membro torna-se cidadão da União Europeia, tendo a liberdade de circulação e de residência em todo o território da União. A expansão da União Europeia para o leste do continente tende a ser um processo lento, decorrente das disparidades das condições econômicas, sociais, culturais e tecnológicas dos antigos países comunistas e de membros recentemente industrializados. Outro fator que retarda esta expansão é o complexo processo decisório provocado pelo grande número de membros do bloco, que constitui uma grande diversidade de interesses (LESSA, 2007).

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Os primeiros países nessas condições a participarem desse bloco foram Polônia (2004), Hungria (2004), República Tcheca (2004) e Romênia (2007). Eram os mais proeminentes em termos de tamanho econômico e em proximidade com a UE. Essa abertura levantou muitas dúvidas quanto ao que realmente era problemático em relação à entrada de novos membros. Afinal, as relações econômicas com esses países eram sempre muito vantajosas. O problema da integração estava, na verdade, voltado para a mobilidade de mão-de-obra, participação na rica rede europeia de segurança social e acesso aos subsídios europeus. Exemplo dessa situação é o caso da entrada da Turquia na União Europeia. Existem defensores e adversários à candidatura turca. A França e a Alemanha são os principais opositores, encabeçando a campanha entre os países membros. Para eles seria muito mais conveniente que a Turquia, e outros países muçulmanos como o Marrocos e a Tunísia, aceitasse apenas uma união relativa com a Europa, o que criaria um espaço econômico comum e uma área de influência europeia sem que estes países participassem efetivamente das decisões do núcleo de poder europeu (BERTONHA, 2005). Os argumentos contra e a favor da entrada da Turquia no bloco tem como base aspectos na área política (forma de governo adotado no país), econômica (subdesenvolvido), demográfica (altamente povoado) e estratégica (conquistas de territórios no Oriente Médio). Mas, o ponto mais crucial nas negociações para a aceitação da Turquia na União Europeia, segundo argumentos contrários, está relacionado com a coexistência entre cristãos e muçulmanos no velho continente, visto que houve um crescimento da população de origem islâmica nos países da Europa Ocidental, tornando-se motivo de crescentes preocupações nos meios oficiais em tempos de ataques terroristas. Exemplo disso foi a explosão de um trem em Madri em março de 2004: os autores, ou parte deles, eram cidadãos que deixaram o mundo árabe islâmico para viver na Europa (Bertonha, 2005). Mas a perspectiva para a Turquia é que a adesão à União Europeia poderá ter como consequência o reforço à democratização do país, a defesa dos direitos humanos e o reforço ao Estado laico. Para os demais países do leste europeu e do

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Mediterrâneo Oriental, esta adesão constitui uma mensagem concreta de esperança, de paz, de prosperidade e de democracia.

2. MOVIMENTOS NACIONALISTAS

A era da globalização parecia ter sucumbido aos movimentos nacionalistas, gerando, para muitos autores, uma falsa impressão de uniformidade por meio da globalização da economia, da internacionalização das instituições políticas, do universalismo de uma cultura difundida pela internet, educação, alfabetização, urbanização e modernização, e por meio de ataques de teóricos ao conceito de nação (CASTELLS, 1999). Mas a verdade é que esses movimentos não se formam a partir apenas de atributos linguísticos, territoriais, étnicos e religiosos, mas, essencialmente, de projetos compartilhados historicamente (culturalmente e politicamente construídos). Isso significa que as diversas guerras e conflitos europeus que uniram etnias completamente diferentes – e por vezes inimigas – sob uma mesma bandeira, foram responsáveis diretamente por boa parte dos problemas territoriais que hoje o velho continente enfrenta. O grupo basco ETA (Pátria Basca e Liberdade), com mais de 40 anos de atuação, empenhado em uma campanha armada pela independência de sete regiões no norte da Espanha e sudoeste da França, é um dos movimentos de maior expressão no mundo. Ele surgiu em 1959 como um grupo militar de resistência contra o ditador espanhol Francisco Franco, que proibiu o uso da língua basca e fez tudo para reprimir esta minoria étnica. Acredita-se que o poder do ETA tenha se deteriorado nos últimos anos, com várias prisões de líderes e ativistas. O caso mais recente foi a prisão de Lopez Peña, considerado a maior liderança econômica e política dentro do grupo. Analistas vêm discutindo se o grupo é uma força em vias de extinção ou simplesmente aguarda o momento de crescer de novo. Além do ETA, outros grupos têm se manifestado na Europa Ocidental, sobretudo nas regiões ricas (casos como Norte da Itália, Saboia, Catalunha), portadoras de pequenas e médias empresas voltadas para os mercados externos.

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Nestes casos, esses grupos consideram que o poder dos Estados se tornara dispensável na proteção do mercado interno e na conquista dos mercados externos. Ao lado dos movimentos tradicionais de cunho econômico surgem também outros apoiados na manutenção da tradição linguística e cultural sem deixar de lado a supervalorização de seu passado. Manifestações "anticoloniais" se tornaram mais frequentes na Sardenha (Itália), e nas províncias austríacas da Estíria e Caríntia, povoadas pelos croatas e eslovenos. Em sua maioria, buscam atribuir à comunidade autônoma uma polícia própria (Ertzaintza) e o controle sobre os sistemas de educação e saúde. Também começam a exigir autonomia os gregos no sul da Albânia e os habitantes dos Açores, em Portugal. Um dos movimentos nacionalistas de maior repercussão ocorreu na Guerra da Bósnia, quando nacionalistas bósnios de etnia sérvia tentaram evitar que a Bósnia-Herzegovina se separasse do que restava da antiga Iugoslávia. O colapso da União Soviética, na década de 1990, alimentou diversos movimentos separatistas, visto que muitos grupos se sentiam subjugados pela ex- URSS. O caso mais recente de reavivamento do sentimento separatista ocorreu na Ossétia do Sul em agosto de 2008, que sempre se sentiu mais próxima da Rússia que da Geórgia. A região havia se livrado do controle georgiano durante uma guerra travada entre 1991 e 1992 e na qual milhares de pessoas morreram. Em 2006, a Rússia entendeu que era chegada a hora de apoiar a independência da Ossétia do Sul e de outra região, a Abkázia. Acredita-se que esse fato aumentou a instabilidade da paz entre esses países e a Geórgia. A violência envolvendo forças georgianas e combatentes ossetas durou 40 dias e gerou um saldo de mais de mil mortos. Contudo, a Geórgia ainda não concedeu independência à Ossétia do Sul. Em agosto de 2009, a Geórgia deixou a Comunidade dos Estados Independentes (CEI), constituída por 12 ex-repúblicas soviéticas, numa tentativa de se afastar geopoliticamente da órbita de influência da Rússia na zona do Cáucaso. Apesar de os movimentos separatistas não serem generalizados, exercem uma grande influência nas relações políticas entre os países europeus e principalmente nos acordos político-institucionais da própria União Europeia.

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3. O DESAFIO DA DINÂMICA POPULACIONAL E DOS FLUXOS MIGRATÓRIOS

Grande parte dos países da União Europeia já realizou a sua transição demográfica 2 e hoje apresenta pequenas taxas de natalidade e de mortalidade, o que se traduz em um crescimento populacional pouco expressivo. Em alguns desses países, como Itália e Alemanha, as taxas de crescimento vegetativo 3 chegam a ser negativas, isto é, o número de óbitos é maior que de nascidos. A taxa mínima de fertilidade necessária para repor as perdas naturais de uma população é de 2,1 filhos por mulher. A média europeia é de 1,37. A União Europeia deve registrar 5,4 milhões nascidos, sendo que a maior taxa de natalidade estimada será a da Irlanda (18,1 por mil habitantes), seguida do Reino Unido (13 por mil habitantes) e da França (12,9 por mil habitantes). A Alemanha (8,3 por mil habitantes), Malta e a Áustria (ambos com 9,2 por mil habitantes) devem apresentar a menor taxa de natalidade. A população europeia se encontra em um processo crescente e contínuo de envelhecimento populacional: o número de europeus com mais de 65 anos ultrapassou o de menores de 14 anos. Esse fenômeno é ligado ao nível de formação das pessoas, às aspirações de consumo e à melhoria na qualidade de vida, o que leva ao amadurecimento da sociedade. As pessoas vivem cada vez mais e os sistemas de saúde e previdência enfrentam sérios problemas de custos e até de insolvência 4 . Por esse motivo, se levantam como soluções possíveis, por um lado, a flexibilidade da idade da aposentadoria e na imigração. Por outro lado, a criação de oportunidades de trabalho para a população idosa: turismo, serviços financeiros, publicidade, reforma de casas e apartamentos, serviços a domicílio e muitos outros. Se esse quadro se mantiver, a Alemanha e a Itália terão menos habitantes que hoje, enquanto a França e a Espanha devem permanecer estáveis, desde continuem a atraírem imigrantes. Do ponto de vista populacional e cultural, a Europa Ocidental será irreconhecível em duas ou três gerações.

2 Segundo estudos em demografia o processo de transição demográfica possui 5 fases, onde o crescimento da população oscilaria de acordo com estas fases, sendo que na última, as taxas de mortalidade superam as taxas de natalidade provocando um crescimento populacional negativo (nos casos da Alemanha e Itália).

3 Diferença entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade de um determinado local ou país geralmente expressa em porcentagem.

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Situação na qual o indivíduo fica incapaz de pagar o que deve.

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3.1. FLUXOS MIGRATÓRIOS

Segundo artigo do site da Deutsche-Welle (2008), os movimentos migratórios têm se tornado, nos últimos anos, um dos principais motivos de preocupação da União Europeia. A tendência do bloco de 28 países é acirrar o controle de fronteiras externas e procurar manter os imigrantes cada vez mais afastados do território europeu. Assim como nos Estados Unidos, os migrantes de hoje na UE, apresentam características próprias: heterogêneos, isto é, de diferentes origens, com modos distintos de integração ao mercado de trabalho. Estes grupos estão polarizados entre aqueles qualificados e os que têm pouca ou nenhuma qualificação. Em geral, a sociedade europeia vê com maus olhos o fenômeno da entrada de migrantes provenientes de outros continentes. A vantagem que deriva para a economia europeia dos fluxos migratórios externos (entrada de mão-de-obra) é compensada com efeitos negativos de caráter social e político (DUPAS, 2008). Durante muito tempo a Europa se baseou num modelo de desenvolvimento que buscava, ao mesmo tempo, a eficácia de mercado e a regulação do Estado sobre a economia. Esse modelo variou de país para país mas, essencialmente, dependia de algo chamado "coesão social". A coesão europeia foi tremendamente desestabilizada pela globalização no mundo do trabalho. Assistimos a um crescente empobrecimento das classe média e o surgimento de vulnerabilidades nos setores populares. Isso leva a um fenômeno cultural de rejeição do estrangeiro, que é aproveitada pelos movimentos políticos de direita e apoiados no racismo emergente (DUPAS, 2008). A Europa tem necessidade de imigrantes: “a política de imigração é uma das maneiras de restabelecer o equilíbrio", diz o documento da Eurostat (2008). A dinâmica populacional é representada por baixas taxas de natalidade e envelhecimento da população, em contrapartida ao aumento exponencial da economia.

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REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

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HAESBAERT, R. (Org.). Globalização e Fragmentação do Mundo Contemporâneo. Niterói: EdUFF, 2001. p.139-221.

BERTONHA, João Fábio. A União Europeia e a Turquia: uma nova identidade para a Europa? Revista Espaço Acadêmico. n. 45. fev. 2005.

CASTELLS, Manuel. A unificação da Europa: globalização, identidade e o Estado

Fim do Milênio (A era da informação: economia, sociedade e

em rede. In:

cultura; v.3); tradução Klauss Brandini Gerhardt e Roneide Venâncio Majer. São

Paulo: Paz e Terra, 1999. p.385-409.

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DUPAS, Gilberto. Os imigrantes indesejados na Europa. Estado de São Paulo [on-line]. São Paulo, 19 de Julho de 2008. Caderno: Opinião. Disponível em:

<http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080719/not_imp208568,0.php>.

Acesso em: 10 maio. 2009.

HAESBAERT, Rogério. Rússia e China: entre os territórios étnicos-nacionais e as redes da globalização. In: HAESBAERT, Rogério (Org.). Globalização e fragmentação do mundo contemporâneo. Niterói: EdUFF, 2001. p.187-221.

LESSA, Antônio Carlos. A Europa, seus organismos e sua integração político- econômica. In: OLIVEIRA, H. A.; LESSA, Antônio Carlos. (Org). Política internacional contemporânea: mundo em transformação. São Paulo: Saraiva, 2006. p.45 – 60.

SARAIVA, M. G. A União Européia como ator internacional e os países do Mercosul. Rev. bras. polít. int. [on-line]. v.47, n.1, p.84-111, 2004,. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/rbpi/v47n1/v47n1a05.pdf>. Acesso em: 10 maio. 2009.

ZHEBIT, Alexander. A Rússia na ordem mundial: com o Ocidente, com o Oriente ou um pólo autônomo em um mundo multipolar? Rev. bras. polít. int. [on-line]. v. 46, n. 1, p. 153-181, 2003. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbpi/v46n1/ a08v46n1.pdf>. Acesso em: 10 maio. 2009.