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Microbiologia Ambiental Algas Me. Dayse Ferreira masto.dayse@gmail.com 1

Microbiologia Ambiental

Algas

Algas

Me. Dayse Ferreira masto.dayse@gmail.com

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Algas

O termo algas é genérico, não possuindo significado

taxonômico;

inclui

organismos

que

possuem clorofila a e

um

talo

não

diferenciado em raiz, caule ou folhas.

Estão entre os organismos mais antigos da Terra, com representantes fósseis de aproximadamente 3,5 bilhões de anos.

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3

Algas

Conhecidas como grandes placas marrons nas águas costeiras

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Algas

Espuma verde em um poça, e as manchas verdes no solo ou sobre as sombras

Algas  Espuma verde em um poça, e as manchas verdes no solo ou sobre as

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Algas

Encontradas no solo ou sobre árvores quando existe umidade suficiente.

Habitats incomum:

quando existe umidade suficiente.  Habitats incomum: Virou atração no zôologico Higashiyama, em Nagoya, no

Virou atração no zôologico

Higashiyama, em Nagoya, no Japão

incomum: Virou atração no zôologico Higashiyama, em Nagoya, no Japão Pelo de preguiças do gênero Trichophilus

Pelo de preguiças do gênero Trichophilus

Características

Organismos eucariontes

Possuem núcleo celular

Características  Organismos eucariontes  Possuem núcleo celular Euglena viridis 7
Características  Organismos eucariontes  Possuem núcleo celular Euglena viridis 7

Euglena viridis

Características

Existem espécies unicelulares, outras formam cadeias de células (filamentos) Fotoautotróficos

 Existem espécies unicelulares, outras formam cadeias de células (filamentos)  Fotoautotróficos 8
 Existem espécies unicelulares, outras formam cadeias de células (filamentos)  Fotoautotróficos 8

8

Características

Poucas formam talos Simples que não formam tecidos (raízes, caules e folhas) típicos de plantas

 Poucas formam talos  Simples que não formam tecidos (raízes, caules e folhas) típicos de
 Poucas formam talos  Simples que não formam tecidos (raízes, caules e folhas) típicos de

Podem se reproduzir sexuadamente ou assexuadamente

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 Podem se reproduzir sexuadamente ou assexuadamente 10

Algumas fazem parte do plâncton

Conjunto de organismos que flutuam na faixa superficial da água.

Algumas fazem parte do plâncton  Conjunto de organismos que flutuam na faixa superficial da água.

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Algumas fazem parte do plâncton  Conjunto de organismos que flutuam na faixa superficial da água.
Algumas fazem parte do plâncton  Conjunto de organismos que flutuam na faixa superficial da água.

Diversidade de algas

Euglenófitas

Diversidade de algas Euglenófitas Clorófitas 12 Crisófitas Dinófitas/pirrófitas F e ó f i t a s

Clorófitas

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Diversidade de algas Euglenófitas Clorófitas 12 Crisófitas Dinófitas/pirrófitas F e ó f i t a s

Crisófitas

Diversidade de algas Euglenófitas Clorófitas 12 Crisófitas Dinófitas/pirrófitas F e ó f i t a s

Dinófitas/pirrófitas

algas Euglenófitas Clorófitas 12 Crisófitas Dinófitas/pirrófitas F e ó f i t a s R o

Feófitas

algas Euglenófitas Clorófitas 12 Crisófitas Dinófitas/pirrófitas F e ó f i t a s R o

Rodófitas

algas Euglenófitas Clorófitas 12 Crisófitas Dinófitas/pirrófitas F e ó f i t a s R o

Euglenófitas

Euglenófitas Euglena viridis  Muito comuns em água doce  Unicelulares  Autótrofas  Locomovem-se por

Euglena viridis

Muito comuns em água doce

Unicelulares Autótrofas

Locomovem-se por meio de flagelos

Possuem vacúolos pulsáteis

água doce  Unicelulares  Autótrofas  Locomovem-se por meio de flagelos  Possuem vacúolos pulsáteis

Euglenófitas

Euglenófitas Fonte: http://tolweb.org/Euglenozoa/2405 14

Fonte: http://tolweb.org/Euglenozoa/2405

Crisófitas

Representado pelas diatomáceas Unicelulares ou coloniais Compõem grande parte do fitoplâncton

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 Representado pelas diatomáceas  Unicelulares ou coloniais  Compõem grande parte do fitoplâncton 15
Dinófitas  Dinoflageladas  Unicelulares  Autótrofas  Locomovem-se por meio de flagelos  Compõem

Dinófitas

Dinoflageladas

Unicelulares

Autótrofas

Locomovem-se por meio de flagelos Compõem grande parte do fitoplâncton

Causam a maré vermelha

Proliferação excessiva dos dinoflagelados, formando as manchas na água características deste fenômeno.

O aumento deste fenômeno, segundo pesquisas, em termos de quantidade, intensidade e dispersão geográfica, está relacionado à poluição e ao processo de eutrofização das águas marinhas. A eutrofização ocorre pelo excesso de nutrientes

químicos

contendo nitrogênio ou fósforo) em uma porção de água do mar, causando o aumento de algas que dão

(compostos

origem ao fenômeno da maré vermelha.

Clorófitas

Verdes - clorofila, Presentes em meio aquático e terrestre

úmido,

Grande maioria de espécies de água doce,

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- clorofila,  Presentes em meio aquático e terrestre úmido,  Grande maioria de espécies de

Feófitas

Existem cerca de 250 gêneros descritos

Clorofilas e carotenóides

Fucoxantina, pigmento pardo Marinhos, de zonas temperadas e frias

Forma de lâminas

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e carotenóides  Fucoxantina, pigmento pardo  Marinhos, de zonas temperadas e frias  Forma de
e carotenóides  Fucoxantina, pigmento pardo  Marinhos, de zonas temperadas e frias  Forma de

Rodófitas

São algas vermelhas, verdes e pardas

Predominantemente marinhas Geralmente do fundo do mar

Algumas espécies produzem o árgar-ágar (substância gelatinosa) usada para meios de cultura, espessantes,

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sorvete, bolos e gelatinas.

o árgar-ágar (substância gelatinosa) – usada para meios de cultura, espessantes, 20 sorvete, bolos e gelatinas.

O papel das algas na natureza

75% da Terra são cobertos por água

das algas na natureza 75% da Terra são cobertos por água Estimativa é de que 80%

Estimativa é de que 80% do CO2 da terra sejam produzidos pelas algas planctônicas. A maioria das algas planctônicas está em torno de 20 µm (=0,020

mm)

das algas planctônicas está em torno de 20 µm (=0,020 mm) A imagem captada dia 25

A imagem captada dia 25 de outubro ao largo da costa

leste da Nova Zelândia. Retrata gigantescas espirais

turquesas formadas pela intensa eclosão de fitoplânctons

próximo ao encontro das águas frias dos rios com a água mais quente do oceano. Ali, encontraram as condições ideais para desabrocharem.

22 http://brasildasaguas.com.br/pesquisas/fitoplancton/

http://www.apolo11.com/imagens_de_satelite.php?posic=dat_20091030-094759.inc

Importância econômica

Petróleo

Grande parte do petróleo mundial foi formada a partir

de diatomáceas (Crisófitas) e outros organismos

planctônicos que viveram vários milhões de anos atrás.

a partir de diatomáceas (Crisófitas) e outros organismos planctônicos que viveram vários milhões de anos atrás.

Diatomito ou Terra de diatomáceas

É uma rocha sedimentar que se forma pela deposição dos restos microscópicos das carapaças de algas diatomáceas em mares, lagoas e pântanos. Origina depósitos estratificados ou maciços.

Propriedades:

muito poroso, leve (flutua na água se

não estiver saturado dela), absorvente e

poroso, leve (flutua na água se não estiver saturado dela), absorvente e fino, quebradiço, insolúvel em

fino, quebradiço, insolúvel em ácidos.

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Usos

Começou a ser empregado dois mil anos atrás pelos gregos em cerâmica, hoje é amplamente empregado:

Filtro

em cerâmica, hoje é amplamente empregado: F i l t r o Como isolante térmico e

Como isolante térmico e acústico

Em Farmácia: fabricação de pomadas

Na Agricultura: inseticida e aumentar a aeração de solos

Na construção civil: na fabricação de tijolos e tintas

25 Fonte: http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1296&sid=129

Problemas ambientais

Maré vermelha

Variações sazonais nos nutrientes, na luz e na temperatura causam flutuações nas populações de algas; aumentos periódicos

no número de algas planctônicas são chamados de florescência

de alga (blooms).

Certas espécies indicam que a água na qual elas crescem está poluída porque essas algas desenvolvem-se nas altas concentrações de matéria orgânica que existem no esgoto e em dejetos industriais.

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A maré vermelha causa muitos malefícios aos habitantes marinhos e ao homem. As algas produzem e liberam toxinas que envenenam as águas, provocando a morte de peixes e em consequência diminuindo

Além

disso,

acontece

forma indireta.

o

envenenamento

de

Microbiologia Ambiental Fungos Me. Dayse Ferreira masto.dayse@gmail.com

Microbiologia Ambiental

Fungos

Fungos

Me. Dayse Ferreira masto.dayse@gmail.com

Fungos

330 340 Tortora et al. (2012)

Fungos 330 – 340 Tortora et al. (2012)
Fungos 330 – 340 Tortora et al. (2012)

Micologia

Estudo dos fungos

Micologia  Estudo dos fungos
Micologia  Estudo dos fungos

Micologia

Estudo dos fungos

Micologia  Estudo dos fungos
Micologia  Estudo dos fungos

Cerca de 100 mil espécies

de fungos

200 são

patogênicos

Doenças causadas por FUNGOS

10 anos

Infecções

hospitalares

Sist. Imune comprometido

Doenças causadas por FUNGOS

Afetam plantas economicamente importantes

Custos bilionários

por ano.

Doenças causadas por FUNGOS  Afetam plantas economicamente importantes Custos bilionários por ano.

Benefícios

Importantes na cadeia alimentar decompondo matéria vegetal morta e reciclando elementos vitais

Enzimas extracelulares: Celulase que decompõem as partes duras das plantas

Plantas também estão em simbiose com fungos

MICORRIZAS

MICORRIZAS

É uma associação mutualista não patogênica entre certos fungos

do solo e as raízes da planta. A planta, através da fotossíntese, fornece energia e carbono para a sobrevivência e multiplicação

dos fungos, enquanto estes absorvem nutrientes minerais e água

do solo, transferindo-os para as raízes da planta.

dos fungos, enquanto estes absorvem nutrientes minerais e água do solo, transferindo-os para as raízes da
dos fungos, enquanto estes absorvem nutrientes minerais e água do solo, transferindo-os para as raízes da

Relação entre formigas e fungos

Formigas cultivam fungos para quebrar celulose e lignina das plantas e obter glicose. Interação simbionte obrigatória

lignina das plantas e obter glicose.  Interação simbionte obrigatória Formigas da espécie Acromyrmex echinatior

Formigas da espécie Acromyrmex echinatior

Benefícios para o homem

Alimentos (cogumelos) Produção de alimentos (pão e ácido cítrico) Drogas (penicilina)

para o homem  Alimentos (cogumelos)  Produção de alimentos (pão e ácido cítrico)  Drogas

Características

São organismos eucarióticos. Reproduzem-se, naturalmente, por meio de esporos

Reproduzem-se, naturalmente, por meio de esporos • Esporos: unidades de reprodução   A

Esporos: unidades de reprodução

 

A

maioria

das

espécies

é

potencialmente

capaz

de

crescimento

Um minúsculo fragmento é suficiente para originar um novo indivíduo

Adaptações

Normalmente crescem melhor em ambientes em que o pH é próximo a 5.

Quase todos os fungos são aeróbicos. A maioria das leveduras é anaeróbica facultativa.

A maioria dos fungos é mais resistente à pressão osmótica que as bactérias.

Os fungos podem crescer em substâncias com baixo grau de

umidade.

Os fungos necessitam de menos nitrogênio para um crescimento equivalente ao das bactérias.

Filos de fungos

Zigomiceto

Ou fungos mais simples, de hifas cenocíticas, cujo micélio

se espalha sobre o substrato

de fungos  Zigomiceto Ou fungos mais simples, de hifas cenocíticas , cujo micélio se espalha

Filos de fungos

Ascomiceto

Ou “fungos de saco”, incluem fungos com hifas septadas e

algumas leveduras e os populares bolores que estragam os

alimentos. Existem espécies que causam doenças em vegetais.

O termo conídio significa pó
O termo conídio significa pó

Filos de fungos

Basidiomiceto

Esse filo inclui fungos que produzem cogumelos comestíveis e os venenosos, os orelhas-de-pau e as ferrugens.

que produzem cogumelos comestíveis e os venenosos, os orelhas-de-pau e as ferrugens. Corpo de frutificação Micélio

Corpo de frutificação

Micélio

Doenças causadas por fungos

Qualquer infecção de origem fúngica é chamada de

micose.

Geralmente são infecções crônicas (de longa duração) porque os fungos crescem lentamente.

São classificadas em cinco grupos de acordo com o grau de envolvimento no tecido e o modo de entrada no

hospedeiro: sistêmica, subcutânea, cutânea, superficial

ou oportunista.

Microbiologia Ambiental Helmintos Me. Dayse Ferreira masto.dayse@gmail.com 46

Microbiologia Ambiental

Helmintos

Helmintos

Me. Dayse Ferreira masto.dayse@gmail.com

Helmintos

Animais do Filo Platelmines e Nematoda Grego platys = plano, achatado Helmintes = verme Animais eucarióticos multicelulares

e Nematoda  Grego platys = plano, achatado  Helmintes = verme  Animais eucarióticos multicelulares

Características

Simetria bilateral

Corpo achatado Podem ser de vida livre ou parasitas

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48
Características  Simetria bilateral  Corpo achatado  Podem ser de vida livre ou parasitas 48
Características  Simetria bilateral  Corpo achatado  Podem ser de vida livre ou parasitas 48

Classificação

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Helmintos

 
   

Filo Platelminto

 
 

Simetria bilateral

Corpo achatado

 

Filo Nematoda

 

Cilíndricos

e

afilados

 

em

cada

uma

das

extremidades

 

Filo Anelida

 
 

Simetria bilateral

Corpo segmentado

Minhocas

Ancylostoma duodenalis

Ascaris lumbricoides

Sanguessugas

  • Simetria bilateral • Corpo segmentado Minhocas Ancylostoma duodenalis Ascaris lumbricoides Sanguessugas
  • Simetria bilateral • Corpo segmentado Minhocas Ancylostoma duodenalis Ascaris lumbricoides Sanguessugas

Parasitismo

Relação temporária entre seres de espécies diferentes O parasita vive às custas do hospedeiro para obter alimento.

Prejudicado de alguma forma.

Parasitas mais comuns: protozoários e os vermes.

forma. Parasitas mais comuns: protozoários e os vermes. Fonte:

Parasitismo

Pode ser:

Externo Ectoparasitismo Piolhos, pulgas e carrapatos
Externo
Ectoparasitismo
Piolhos, pulgas
e carrapatos
Interno Endoparasitismo protozoários e vermes
Interno
Endoparasitismo
protozoários e
vermes
Pode ser: Externo Ectoparasitismo Piolhos, pulgas e carrapatos Interno Endoparasitismo protozoários e vermes 51
Pode ser: Externo Ectoparasitismo Piolhos, pulgas e carrapatos Interno Endoparasitismo protozoários e vermes 51

Helmintos parasitas

Parasitas

altamente

hospedeiros.

especializados

Possuem

os

reprodutor.

sistemas:

digestório,

para

viver

circulatório,

no

interior

de

seus

nervoso,

excretor

e

Seu sistema nervoso é reduzido. Eles não necessitam de um sistema nervoso extenso, pois não precisam procurar por alimento ou reagir muito ao ambiente. O ambiente no interior de um hospedeiro é relativamente constante.

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1. O sistema digestório pode estar ausente. Eles podem absorver nutrientes

a partir dos alimentos, fluidos corporais e tecidos do hospedeiro.

2. Seus meios de locomoção são ocasionalmente reduzidos ou completamente ausentes. Como são transferidos de hospedeiro para hospedeiro, não precisam procurar ativamente por um habitat favorável.

3. Seu sistema reprodutor muitas vezes é complexo. Um indivíduo produz

um grande número de ovos, pelos quais um hospedeiro ideal é infectado.

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Ciclo de vida

Pode ser extremamente complexo

Sucessão de hospedeiros intermediários para a conclusão de cada estágio larval do parasita e um

hospedeiro definitivo para o parasita adulto.

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54

Reprodução

Helmintos adultos podem

Reprodução Helmintos adultos podem Dioicos Monoicos ou hermafroditas 55 Dois adultos de sexos opostos estão no
Reprodução Helmintos adultos podem Dioicos Monoicos ou hermafroditas 55 Dois adultos de sexos opostos estão no
Reprodução Helmintos adultos podem Dioicos Monoicos ou hermafroditas 55 Dois adultos de sexos opostos estão no
Reprodução Helmintos adultos podem Dioicos Monoicos ou hermafroditas 55 Dois adultos de sexos opostos estão no

Dioicos

Monoicos ou hermafroditas

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Dois adultos de sexos opostos estão no mesmo hospedeiro.

Animal com órgãos reprodutores, masculinos e femininos

Dois hermafroditas podem copular e simultaneamente fertilizar

um ao outro. Alguns tipos de hermafroditas se autofertilizam.

Microbiologia Ambiental VÍRUS Me. Dayse Ferreira masto.dayse@gmail.com 56

Microbiologia Ambiental

VÍRUS

VÍRUS

Me. Dayse Ferreira masto.dayse@gmail.com

Vírus

A palavra vírus vem do Latim virus que significa fluído venenoso ou toxina. Cem anos atrás, os pesquisadores não poderiam imaginar a existência de partículas submicroscópicas

toxina .  Cem anos atrás, os pesquisadores não poderiam imaginar a existência de partículas submicroscópicas
toxina .  Cem anos atrás, os pesquisadores não poderiam imaginar a existência de partículas submicroscópicas
toxina .  Cem anos atrás, os pesquisadores não poderiam imaginar a existência de partículas submicroscópicas

Isolamento do vírus

1935 -Wendell M. Stanley

Químico norte-americano, isolou o vírus do mosaico do tabaco

Recebeu o Nobel de Química de 1946 Morreu em 15 de junho de 1971 (66 anos)

o vírus do mosaico do tabaco  Recebeu o Nobel de Química de 1946  Morreu
o vírus do mosaico do tabaco  Recebeu o Nobel de Química de 1946  Morreu
o vírus do mosaico do tabaco  Recebeu o Nobel de Química de 1946  Morreu

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Vírus

São agregados moleculares formados

basicamente por proteínas e ácido nucléico

(DNA e RNA) Acelulares Sem metabolismo próprio

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formados basicamente por proteínas e ácido nucléico (DNA e RNA)  Acelulares  Sem metabolismo próprio
formados basicamente por proteínas e ácido nucléico (DNA e RNA)  Acelulares  Sem metabolismo próprio

Não integram o sistema clássico de classificação biológica (5 Reinos)

60

 Não integram o sistema clássico de classificação biológica (5 Reinos) 60

São parasitas intracelulares

obrigatórios!

São parasitas intracelulares obrigatórios! Dependem da estrutura e da energia da célula para se multiplicar! 61

Dependem da estrutura e da energia da célula para

se multiplicar!

Formas e estrutura

Extremamente pequenos

62

Formas e estrutura  Extremamente pequenos 62

Extremamente pequenos

 Extremamente pequenos 63

Formas e estrutura

Têm formas muito variadas

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Formas e estrutura  Têm formas muito variadas 64

Formas e estrutura

Classificação morfológica

São classificados de acordo com as diferenças na estrutura

desses envoltórios

Capa proteica protegendo material genético CAPICÍDIO

Protege

do

meio

ambiente

veículo

e

serve

como

na

transmissão de um hospedeiro para o outro.

 Protege do meio ambiente veículo e serve como na transmissão de um hospedeiro para o

Unidades proteicas

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Classificação morfológica

Vírus helicoidais O genoma viral está no interior de um capsídeo cilíndrico oco com estrutura helicoidal.

Vírus mosaico do tabaco
Vírus mosaico do tabaco

Classificação morfológica

Vírus poliédricos O capsídeo da maioria deles tem a forma de um Icosaedro. São exemplos o adenovírus e o poliovírus.

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da maioria deles tem a forma de um Icosaedro. São exemplos o adenovírus e o poliovírus.
da maioria deles tem a forma de um Icosaedro. São exemplos o adenovírus e o poliovírus.

Infecções respiratórias

Classificação morfológica

Vírus envelopados o capsídeo é coberto por um envelope, combinação de lipídeos, proteínas e carboidratos. Podem ou não

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apresentar espículas.

é coberto por um envelope, combinação de lipídeos, proteínas e carboidratos. Podem ou não 68 apresentar

Vírus complexos

Alguns vírus possuem estruturas complexas.

Um bacteriófago ou fagos (vírus que atacam bactérias) é um exemplo de vírus complexo, não possui capsídeo claramente identificado.

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Adere a parede celular
Adere a parede celular

Taxonomia dos vírus

1966 - criação do Comitê Internacional de Taxonomia Viral (CITV), tem agrupado os vírus em famílias com base:

1 no tipo de ácido nucleico viral

2 na estratégia de replicação

3 na morfologia

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70

Espécie viral

Compreende um grupo de vírus que compartilham a mesma informação genética e o mesmo nicho ecológico (espectro de hospedeiros).

Epítetos específicos não são utilizados para os vírus. Dessa forma, as espécies virais são designadas por nomes descritivos vulgares, como vírus da imunodeficiência humana (HIV), e as

subespécies (se existirem) são designadas com um número

(HIV-1).

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71
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Replicação do Vírus

ETAPAS:

Encontro: ao acaso;

Penetração: penetra na célula por ação mecânica, enzimática ou por fagocitose;

Eclipse: os componentes dos vírus se dissociam no interior

das células;

Reprodução/Biossíntese: o ácido nucléico viral induz a produção de novos vírus;

Dispersão/Liberação: liberação dos novos vírus.

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73

Replicação do Vírus

Lise celular

Replicação do Vírus Lise celular 74

Algumas doenças causadas por vírus

Algumas doenças causadas por vírus A catapora, ou varicela, é uma infecção causada pelo vírus varicela-zóster

A catapora, ou varicela, é uma infecção causada pelo vírus varicela-zóster. A doença é altamente

contagiosa, mas quase sempre sem gravidade. É

uma das doenças mais comuns em crianças menores de 10 anos. É tão comum que mais de 90% dos adultos são imunes à varicela, pois já a contraíram em alguma época da vida.

Caxumba/papeira ou parotidite

Caxumba/ papeira ou parotidite  Altamente contagiosa, a caxumba é causada pelo vírus Paramyxovirus , transmitido

Altamente contagiosa, a caxumba é

causada pelo vírus Paramyxovirus,

transmitido por contato direto com gotículas de saliva de pessoas infectadas. Costumam ocorrer surtos

da doença no inverno e na primavera

e as crianças são as mais atingidas.

vacinação aos 12 e vida.

15 meses

de

Sarampo

Uma

doença

infecciosa

aguda,

viral,

transmissível,

extremamente contagiosa e muito comum na infância.

 

A

transmissão

ocorre

diretamente,

de

pessoa

a

pessoa,

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geralmente por tosse, espirros, fala ou respiração, por isso a facilidade de contágio da doença. As crianças devem tomar duas

combinada

contra rubéola, sarampo e caxumba (tríplice viral)

doses

da

vacina

As crianças devem tomar duas combinada contra rubéola , sarampo e caxumba ( tríplice viral )