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C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 77

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 77 FRENTE 1 Álgebra MÓDULO 37 Radiciação em 1. INTRODUÇÃO Esses
FRENTE 1 Álgebra MÓDULO 37 Radiciação em 1. INTRODUÇÃO Esses argumentos são os n primeiros
FRENTE 1
Álgebra
MÓDULO 37
Radiciação em
1. INTRODUÇÃO
Esses argumentos são os n primeiros termos de
uma progressão aritmética com primeiro termo
Todo número complexo
θ
z =
ρ (cos
θ +
i
.
sen
θ)
0 admite n
raízes
igual a –––
e razão igual a
–––
.
n
n
n
enésimas, cujos módulos são todos iguais a
ρ
e cujos
Simbolicamente:
MATEMÁTICA AB
todos iguais a ρ e cujos Simbolicamente: MATEMÁTICA AB argu mentos são: θ θ θ 0

argumentos são:

θ

θ

θ

0

=

θ

–––

n

θ

2π

1 = ––– + ––––

n

n

θ 2π

2

= ––– + ––––

n n

.

.

1

2

•••••

•••••

•••••

θ

n–1

θ

2π

= ––– + ––––

n

n

.

(n – 1)

Sendo z = ρ (cos θ + i . sen θ) 0 e z enésimas, temos:

k , suas raízes

( θ 2π ( θ 2π )] z = . ρ [ cos –– +
(
θ
(
θ
)]
z
=
.
ρ
[ cos
–– + –––– . k
) + i . sen
–– + –––– . k
k
n n
n
n
Com k ∈ {0, 1, 2,
, n – 1}

Observação

Os afixos das raízes enésimas do número complexo

z são vértices de um polígono regular, de n lados, ins-

crito na circunferência de raio

do sistema de coordenadas cartesianas.

ρ e centro na origem

n

MÓDULO 38

Definição de Polinômios, Grau, Valor Numérico e Identidade

MÓDULO 38 Definição de Polinômios, Grau, Valor Numérico e Identidade
MÓDULO 38 Definição de Polinômios, Grau, Valor Numérico e Identidade
MÓDULO 38 Definição de Polinômios, Grau, Valor Numérico e Identidade
MÓDULO 38 Definição de Polinômios, Grau, Valor Numérico e Identidade
MÓDULO 38 Definição de Polinômios, Grau, Valor Numérico e Identidade
MÓDULO 38 Definição de Polinômios, Grau, Valor Numérico e Identidade

1.

FUNÇÃO POLINOMIAL

Definição

É a função P : C C, definida por

P(x) = a

+

a

a

, a

. x

. x + a

n

+ a

1

. x

n –1

+

0

+

1

2

.

,

n

, a

x n –

, em que n .

,

,

n –

1 . x, a

n – 1

0

, a

1

0

x

n

, a

a

n C são os coeficientes.

1 a

n são os termos ou

monômios.

Valor numérico

O valor numérico de P, para x = , é a imagem de

+

por P.

+

É

o número

. α + a

n

.

P

(α) =

a

0

.

α

n

+ a

1

. α

n – 1

+ a

n – 1

P (0) = a

n é o termo independente de x.

Raiz

é raiz de P(x) P(α) = 0.

n – p

a

se,

p

0.

e

somente se, a

0

= a

1

=

= a

p – 1

= 0 e

Em outras palavras, “é o maior expoente que tem o

considerando-se apenas os termos com coeficientes

x

diferentes de zero”.

Função polinomial identicamente nula

• Definição

P(x) 0 P(x) = 0, x

• Teorema

C

P(x) 0 a

0 = a

1 = a

2 =

= a

n = 0

Funções polinomiais idênticas

• Definição

A(x) B(x) A(x) = B(x), x C

+

a

Grau

O grau do polinômio P(x) = a

0

. x

n

+ a

1

. x

n – 1

+

+

p

. x

n – p

+

+ a

n – 1

. x + a

n (n p) é o número natural

• Teorema

A(x) B(x) a

i

= b , i

i

{0, 1, 2, 3,

,

n}

p) é o número natural • Teorema A(x) ≡ B(x) ⇔ a i = b ,

– 77

p) é o número natural • Teorema A(x) ≡ B(x) ⇔ a i = b ,

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C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 78 MATEMÁTICA AB MÓDULO 39 Divisão de Polinômios ❑ Definição

MATEMÁTICA AB

MÓDULO 39

Divisão de Polinômios

MÓDULO 39 Divisão de Polinômios
MÓDULO 39 Divisão de Polinômios
MÓDULO 39 Divisão de Polinômios
MÓDULO 39 Divisão de Polinômios
MÓDULO 39 Divisão de Polinômios
MÓDULO 39 Divisão de Polinômios

Definição

Dada a função polinomial A, chamada dividendo, e

nula B, chama-

da divisor, dividir A por B é obter a função polinomial Q,

a função polinomial não identicamente

chamada quociente, e a função polinomial R, chamada

resto, tais que A(x) B(x) . Q(x) + R(x) e o grau do resto

é menor que o grau do divisor ou o resto é identicamente

nulo.

Em símbolos: A(x) B(x) ≠ 0 ⇔ R(x) Q(x)
Em símbolos:
A(x)
B(x) ≠ 0
R(x)
Q(x)

Teorema O quociente e o resto da divisão de A(x) por B(x) 0 existem e são únicos.

MÓDULOS 40 e 41

Dispositivo de Briot-Ruffini e Teorema do Resto

Dispositivo de Briot-Ruffini e Teorema do Resto
MÓDULOS 40 e 41 Dispositivo de Briot-Ruffini e Teorema do Resto
MÓDULOS 40 e 41 Dispositivo de Briot-Ruffini e Teorema do Resto
MÓDULOS 40 e 41 Dispositivo de Briot-Ruffini e Teorema do Resto
MÓDULOS 40 e 41 Dispositivo de Briot-Ruffini e Teorema do Resto
MÓDULOS 40 e 41 Dispositivo de Briot-Ruffini e Teorema do Resto
40 e 41 Dispositivo de Briot-Ruffini e Teorema do Resto 1. INTRODUÇÃO do tipo x –

1. INTRODUÇÃO

do tipo x – α,

podemos obter o quociente e o resto utilizando o Método

da Chave ou

(Descartes). Além disso, o

do Teorema de D'Alembert.

A por

resto pode ser calculado por meio

Determinar

Na divisão

por binômios do

1

o

.

grau

o Método dos Coeficientes a

“O resto da

divisão

da

função

polinomial

x – α é o valor numérico de A para x = α.”

Simbolicamente:

A(x)

r |

| x – α –––––––– r = A(α)

Q(x)

Teoremas

a) Se A é divisível por x – α, então é raiz de A.

b) Se A é divisível por x – α e por x – β, com α

β,

então A é divisível pelo produto (x – α) . (x – β).

c) Se A é divisível

por p fatores do

1

, x – α

2

1º grau, dois a

,

dois distintos,

então A é divisível pelo produto:

do tipo x – α

, x – α

3

,

, x – α

p

(x – α

1

) . (x – α

2

) . (x – α

3

)

(x – α

p

)

2. DIVISÃO POR ax + b

Nas divisões de A(x) por ax +

b, com a

pode-

de D'Alembert e o Dispo-

0,

mos utilizar o Teorema

sitivo Prático de Briot-Ruffini, observando que:

a) o número , tanto no Teorema de D'Alembert co-

mo no Dispositivo Prático de Briot-Ruffini, é sempre a raiz

de ax + b = 0;

último

coeficiente já é o resto r;

c) os demais coeficientes devem ser divididos por

a, que é o coeficiente de x no divisor.

OBTENÇÃO DO QUOCIENTE E RESTO PELO DISPOSITIVO PRÁTICO DE BRIOT-RUFFINI

b) no Dispositivo Prático de

Briot-Ruffini,

o

BRIOT-RUFFINI b) no Dispositivo Prático de Briot-Ruffini, o MÓDULO 42 Equações Algébricas: Relações de Girard
BRIOT-RUFFINI b) no Dispositivo Prático de Briot-Ruffini, o MÓDULO 42 Equações Algébricas: Relações de Girard

MÓDULO 42

Equações Algébricas: Relações de Girard

MÓDULO 42 Equações Algébricas: Relações de Girard
MÓDULO 42 Equações Algébricas: Relações de Girard
MÓDULO 42 Equações Algébricas: Relações de Girard
MÓDULO 42 Equações Algébricas: Relações de Girard
MÓDULO 42 Equações Algébricas: Relações de Girard
MÓDULO 42 Equações Algébricas: Relações de Girard

1. DEFINIÇÃO

tipo

P(x) = Q(x), em que P e Q são funções polinomiais. Redução Como P(x) = Q(x) P(x) – Q(x) = 0, temos:

Toda equação algébrica é redutível à forma F(x) = 0, sendo F uma função polinomial.

Equação

algébrica

é

toda

sentença

do

F(x) = a 0 x n + a 1 . x n1 +

+ a n1 x + a n = 0

Teorema Fundamental da Álgebra (TFA)

Toda equação algébrica de grau estritamente posi- tivo admite no campo complexo pelo menos uma raiz.

Teorema da Decomposição Toda equação algébrica de grau estritamente positivo

pode ser decomposta em um produto de n fatores do 1 o . grau do tipo x – r i , em que r i é raiz, além do coeficiente

a 0 .

F(x) = a 0 . (x – r 1 ) . (x – r 2 )…(x – r n ) = 0

78 –

é raiz, além do coeficiente a 0 . F(x) = a 0 . (x – r
C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 79 ❑ Conclusão Toda equação algébrica de grau estritamente posi

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 79

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 79 ❑ Conclusão Toda equação algébrica de grau estritamente posi -

Conclusão

Toda equação algébrica de grau estritamente posi- tivo admite no campo complexo pelo menos uma raiz e, no máximo, n raízes.

Obtenção das raízes

– b

ax + b = 0, com a 0 x = –––– V =

a

{

–––– – b

a

}

ax 2 + bx + c = 0, com a 0

– b ± Δ

x = ––––––––––, em que Δ = b 2 – 4ac

2a

V =

{

– b + Δ

– b – Δ

–––––––––; –––––––––

2a

2a

}

As raízes das equações do terceiro e do quarto grau podem ser obtidas com o auxílio de fórmulas gerais que são muito trabalhosas. Para equações de grau maior que quatro, não exis- tem “fórmulas resolutivas”.

Como resolver uma equação

Por ser impossível resolver qualquer equação algé- brica por processos gerais de aplicação de fórmulas, uti-

lizaremos relações entre as raízes e os coeficientes, além de teoremas válidos para qualquer equação, que nos fornecerão informações para a obtenção das raízes.

Relações de Girard

Sendo V = {r 1 , r 2 , r 3 , … , r n1 , r n } o conjunto-verdade

da equação F(x) = a 0

+ … + a n1 . x + a n = 0, com a 0 0, valem as seguintes

relações entre os coeficientes e as raízes:

.

x n

+

a 1

.

x n1 + a 2 . x n2 +

MATEMÁTICA AB

a 1 r 1 +r 2 +r 3 + +r n = – –––– a
a 1
r 1 +r 2 +r 3 +
+r
n = – ––––
a
0
a 2
r 1 .r 2 +r 1 .r 3 +
+r
n–1 . r n = ––––
a
0
a 3
r 1 .r 2 .r 3 +r 1 .r 2 .r 4 + … + r n–2 . r n–1 . r n = – ––––
a
0
a
n
r 1 .r 2 .r 3 …r n =(–1) n . ––––
a
0

MÓDULOS 43 e 44

Equações Algébricas

MÓDULOS 43 e 44 Equações Algébricas
MÓDULOS 43 e 44 Equações Algébricas
MÓDULOS 43 e 44 Equações Algébricas
MÓDULOS 43 e 44 Equações Algébricas
MÓDULOS 43 e 44 Equações Algébricas
MÓDULOS 43 e 44 Equações Algébricas

1. RAÍZES MÚLTIPLAS

O número r é raiz de multiplicidade m * da

equação F(x) = 0 se, e somente se:

F(x) = (x – r) m . Q(x) e Q(r) 0

Se V =

{

r 1 , r 2 , r 3 ,

,

r p }

é o conjunto verdade da

equação

+ … + a n 1 . x + a n = 0 e m 1 , m 2 , m 3 ,

tivamente, é a multiplicidade de cada raiz, então:

F(x) = a 0 . x n + a 1 . x n 1 + a 2 . x n 2 +

, m p , respec-

m 1 + m 2 + m 3 +

+ m p = n

F(x) = a 0 .(x – r 1 ) m 1 .(x – r 2 ) m 2 …(x – r p ) m p

Teorema

Se r é raiz de multiplicidade m da equação

F(x) = 0, de coeficientes reais, então r é raiz de

multiplicidade m – 1 da equação F'(x) = 0.

Exemplo

Na equação (x – 1) 4 .(x – 2) 3 .(x – 3) 2 .(x – 4) = 0, 1 é

raiz quádrupla (multiplicidade 4), 2 é raiz tripla

(multiplicidade 3), 3 é raiz dupla (multiplicidade 2) e 4 é

raiz simples (multiplicidade 1).

2. RAÍZES NULAS

Seja a equação

F(x) = a 0 . x n + a 1 x n 1 +

+ a n 2 . x 2 + a n 1 . x + a n = 0.

Do teorema enunciado anteriormente, concluímos que:

1) a n 0 0 não é raiz de F.

2) a n = 0 e a n 1 0 0 é raiz simples de F.

3)

a n = a n 1 = 0 e a n 2 0 0 é raiz dupla de F etc.

3. RAÍZES RACIONAIS

Teorema

Se

p

–––

q

é um número racional na forma irredutível e

é raiz da equação F(x) = a 0 . x n + a 1 . x n 1 +

+ a n = 0

de coeficientes inteiros, então p é divisor de a n e q é

divisor de a 0 .

p

p D (a n )

––– é raiz de F(x) = 0 e mdc (p, q) = 1

q

q D (a 0 )

. p p ∈ D (a n ) ––– é raiz de F(x) = 0 e

– 79

. p p ∈ D (a n ) ––– é raiz de F(x) = 0 e

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 80

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 80 MATEMÁTICA AB 4. RAÍZES COMPLEXAS Se z = a +

MATEMÁTICA AB

4. RAÍZES COMPLEXAS

Se

z

=

a

+

bi,

a,

b

, com b 0, é raiz de uma equação algébrica de coeficientes

z = a – bi também é. Além disso, z e z são raízes de mesma multiplicidade.

reais, então

5. RAÍZES IRRACIONAIS

Se a e

b e α = a +

b é raiz de uma

equação algébrica de coeficientes racionais, então

β = a – b também é. Além disso, α e β são raízes de mesma multiplicidade.

6. RAÍZES REAIS

Teorema de Bolzano

Seja F(x) = 0 uma equação algébrica de coeficientes reais e x 1 e x 2 dois números reais, tais que x 1 < x 2 .

Se F(x 1 ) . F(x 2 ) < 0, então existe um número ímpar de raízes reais no intervalo ]x 1 ; x 2 [.

ímpar de raízes reais no intervalo ]x 1 ; x 2 [. Se F(x 1 )
ímpar de raízes reais no intervalo ]x 1 ; x 2 [. Se F(x 1 )
ímpar de raízes reais no intervalo ]x 1 ; x 2 [. Se F(x 1 )

Se F(x 1 ) . F(x 2 ) > 0, então existe um número par de raízes reais no intervalo ]x 1 ; x 2 [.

par de raízes reais no intervalo ]x 1 ; x 2 [. MÓDULO 45 Fatorial e

MÓDULO 45

Fatorial e Números Binomiais

MÓDULO 45 Fatorial e Números Binomiais
MÓDULO 45 Fatorial e Números Binomiais
MÓDULO 45 Fatorial e Números Binomiais
MÓDULO 45 Fatorial e Números Binomiais
MÓDULO 45 Fatorial e Números Binomiais
MÓDULO 45 Fatorial e Números Binomiais

1. FATORIAL

O

fatorial de n

definido por

é

representado por n! e é

0! = 1

n! = n . (n – 1)!, n *

Consequência

 

Decorre

da

definição

que

0!

=

1!

=

1

e, para

n 2, temos n! = n . (n – 1) (n – 2)

3 .

2 .

1

Exemplo

6! = 6 . 5 . 4 . 3 . 80 –
6! =
6
.
5
.
4 .
3 .
80 –

2 . 1 = 720

2. NÚMEROS BINOMIAIS

Definição

Sendo n, k , o número binomial de ordem n e

classe k, ou binomial de n sobre k, representado por

( n

k

) , é definido por

(

(

n

k

n

k

n!

) = ––––––––––––, se n k k! (n – k)!

) = 0, se n < k

k n k n! ) = ––––––––––––, se n ≥ k k! (n – k)! )

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1.

2.

3.

Exemplos

(

(

2

7

) = 0, pois 2 < 7.

10

3

)

=

––––– 10!

3! 7!

=

–––––––––––– 10 . 9 . 8 . 7!

3

.

2 .

1 . 7!

(

10

7

)

=

––––– 10!

7! 3!

=

( 10

3

)

=120

= 120

10 7 ) = ––––– 10! 7! 3! = ( 10 3 ) =120 = 120

Propriedades

(Binomiais Complementares)

k )

( n

=

(

n – k )

n

, para n k.

(Relação de Stifel)

( n

k )

+

(

k

n

+

1 )

=

( n + 1 k + 1

)

(Relação de Fermat)

( n k )

.

n – k

––––––

k + 1

=

(

k + 1 )

n

MATEMÁTICA AB

MÓDULO 46

Triângulo de Pascal (ou Tartaglia)

MÓDULO 46 Triângulo de Pascal (ou Tartaglia)
MÓDULO 46 Triângulo de Pascal (ou Tartaglia)
MÓDULO 46 Triângulo de Pascal (ou Tartaglia)
MÓDULO 46 Triângulo de Pascal (ou Tartaglia)
MÓDULO 46 Triângulo de Pascal (ou Tartaglia)
MÓDULO 46 Triângulo de Pascal (ou Tartaglia)
AB MÓDULO 46 Triângulo de Pascal (ou Tartaglia) 1. DEFINIÇÃO É uma tabela de números binomiais

1. DEFINIÇÃO

É uma tabela de números binomiais dispostos como se segue.

(

(

(

(

(

0

0

1

0

2

0

3

0

n

0

)

)

)

)

)(

(

(

(

n

1

1 1

2

1

3

1

)(

)

)

)

n

2

(

(

)(

2

2

3

2

n

3

)

)

)(

(

n

4

3

3

)

)

(

n

n

)

2. PROPRIEDADES

1.

A soma de dois números binomiais consecutivos de

uma mesma linha é igual àquele situado na linha se-

que possui maior

guinte

“denominador” (Relação de Stifel).

e

na

coluna

do

2.

Em símbolos

(

n

k

)

+

(

n

k + 1

)

=

(

n

k + 1

+

1

)

A soma de todos os binomiais da linha n é 2

(

nnn

2

0

)

+

(

1

)

+

(

)

+

+

(

n

n

)

=

2

n

n

.

3.

A soma

dos binomiais

da coluna k,

a partir do

primeiro,

é igual ao binomial localizado na próxima

linha e na próxima coluna.

Substituindo-se cada número binomial pelo seu valor,

resulta

Em símbolos

(

k

k

)

+

(

k + 1 k

)

+

(

k + 2 k

)

+

+

(

n

k

)

=

(

n + 1 k +

1

)

1

1

121

1331

14641

1

……………………………………

Observações

1. Se dois números binomiais têm o mesmo “numera- dor”, dizemos que estão na mesma linha do triân- gulo.

“deno-

minador”, dizemos que estão na mesma coluna do

2.

Se

dois números

binomiais

têm

o

mesmo

triângulo.

4.

5.

A soma dos binomiais de uma diagonal (“paralela ao

lado oblíquo do triângulo”),

igual ao binomial abaixo da última parcela.

Em símbolos

k + 2

=

a partir do primeiro, é

(

k

0

)

+

(

k

+

1

1

)

+

(

)

+

+

(

n n – k

)

(

n + 1 n – k

)

2

Em

binomiais equidistantes dos extremos são iguais, pois

dois

qualquer

linha,

a

partir

da

segunda,

são binomiais complementares.

Em símbolos

(

n

k

)

=

(

n n – k

)

dois qualquer linha, a partir da segunda, são binomiais complemen tares. Em símbolos ( n k

– 81

dois qualquer linha, a partir da segunda, são binomiais complemen tares. Em símbolos ( n k

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 82

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 82 FRENTE 2 Álgebra MÓDULO 19 Multiplicação de Matrizes MATEMÁTICA
C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 82 FRENTE 2 Álgebra MÓDULO 19 Multiplicação de Matrizes MATEMÁTICA
FRENTE 2 Álgebra MÓDULO 19 Multiplicação de Matrizes MATEMÁTICA AB
FRENTE 2
Álgebra
MÓDULO 19
Multiplicação de Matrizes
MATEMÁTICA AB

1. DEFINIÇÃO

Multiplicação (de matriz por matriz)

Sendo A = (a

ik

)

mxp

, B = (b

kj

)

pxn

e C = (c )

ij

mxn

, define-se:

C = AB c

ij

P

=

k = 1

(a ik

• b

kj

)

Assim sendo:

2. PROPRIEDADES

as operações

vistas até aqui com as matrizes AS MESMAS PROPRIE-

DADES das operações correspondentes com NÚMEROS REAIS.

• Na MULTIPLICAÇÃO DE MATRIZES, NÃO VALEM

as propriedades comutativa, anulamento do produto nem

De um

modo geral,

valem

para

cancelamento, ou seja, a multiplicação de matrizes não é comutativa, isto é, EXISTEM MATRIZES A
cancelamento, ou seja,
a multiplicação de matrizes não é comutativa, isto é,
EXISTEM MATRIZES A e B, CONFORMES PARA A MULTI-
PLICAÇÃO, TAIS QUE A . B B . A.
Na multiplicação de matrizes,
NÃO VALE A LEI DO
ANULAMENTO DO PRODUTO, isto é, SENDO A e B DUAS
MATRIZES
CONFORMES
PARA
A
MULTIPLICAÇÃO,
PODEMOS TER A . B = 0, MESMO COM A 0 e B 0.
Na multiplicação de
matrizes, NÃO VALE A LEI
DO CANCELAMENTO, isto é,
SENDO A e B CONFOR-
MES PARA
A MULTIPLICAÇÃO E
O MESMO
ACON-
TECENDO COM A e C, PODEMOS TER
A . B = A . C,
MESMO COM B C e A 0.
MÓDULO 20
Definição e Propriedades dos Determinantes I
1. DEFINIÇÃO
❑ Determinante de ordem 3 (Regra de Sarrus)
Seja M o
conjunto das
matrizes quadradas
e o
a a
a
|
11
12
13
a a
a
|
=
conjunto dos números reais. Chama-se função determi-
21
22
23
a a
a
nante a função: det: IM →
31
32
33
=
a
a
. a
11 .
22
33 + a
12 . a
23 . a
31 + a
13 . a
21 . a
32
– a
. a
.
a
– a
. a
. a
– a
. a
. a
M
det M
, tal que:
31
22
13
32
23
11
33
21
12
n
n
❑ Dispositivo prático
n =
1 →
det M
n = a
11
n ≥ 2
→ det
M
=
∑ (–1)
p . a
.
a
,
n
a nα
1
2
n
em que
α
α
,
α
é uma permutação genérica
1 ,
2 , α
3 ,
n
dos segundos índices e p o
número
de inversões em
relação
à fundamental 1, 2, 3,
, n.
2. REGRAS PRÁTICAS
❑ Determinante de ordem 2
3, , n. 2. REGRAS PRÁTICAS ❑ Determinante de ordem 2 3. PROPRIEDADES ❑ "Determinante igual

3. PROPRIEDADES

"Determinante igual a zero"

O determinante de uma matriz quadrada é igual a zero,

se a matriz possui:

• uma fila nula;

• duas filas paralelas iguais;

• duas filas paralelas proporcionais;

• uma fila que é combinação linear de outras filas paralelas.

82 –

iguais; • duas filas paralelas proporcionais; • uma fila que é combinação linear de outras filas

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 83

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 83 MÓDULO 21 Propriedades dos Determinantes II ❑ Alterações no

MÓDULO 21

Propriedades dos Determinantes II

MÓDULO 21 Propriedades dos Determinantes II
MÓDULO 21 Propriedades dos Determinantes II
MÓDULO 21 Propriedades dos Determinantes II
MÓDULO 21 Propriedades dos Determinantes II
MÓDULO 21 Propriedades dos Determinantes II
MÓDULO 21 Propriedades dos Determinantes II

Alterações no Determinante

O determinante de uma matriz quadrada de ordem n altera-se, • trocando de sinal, quando duas filas paralelas tro-

cam entre si de posição;

• ficando multiplicado por α, quando os elementos de uma fila são multiplicados por α;

é

• ficando multiplicado por multiplicada por α.

α

n

,

quando

a matriz

MATEMÁTICA AB

MÓDULO 22

Teorema de Jacobi

MÓDULO 22 Teorema de Jacobi
MÓDULO 22 Teorema de Jacobi
MÓDULO 22 Teorema de Jacobi
MÓDULO 22 Teorema de Jacobi
MÓDULO 22 Teorema de Jacobi
MÓDULO 22 Teorema de Jacobi

Determinante não se altera

O

altera se:

determinante

de uma

matriz

quadrada não

se

• trocarmos ordenadamente as linhas pelas colunas

t

(det M = det M );

• somarmos a uma fila uma combinação linear de

outras filas paralelas (Teorema de Jacobi).

TEOREMAS DE LAPLACE E DE CAUCHY

Numa matriz quadrada, a soma dos produtos dos elementos de uma fila qualquer

deter-

minante da matriz (Teorema de Laplace).

• pelos cofatores dos elementos correspondentes

de outra fila paralela é zero (Teorema de Cauchy).

• pelos respectivos cofatores

é

igual ao

MÓDULO 23

Teorema de Laplace, Regra de Chió e Propriedades Complementares

MÓDULO 23 Teorema de Laplace, Regra de Chió e Propriedades Complementares
de Laplace, Regra de Chió e Propriedades Complementares 1. TEOREMA DE BINET Se A e B

1. TEOREMA DE BINET

Se

A e B são matrizes quadradas da mesma ordem,

então: det(A . B) = det(A) . det(B)

2.

DETERMINANTE DE VANDERMONDE

1

a

a

.

.

.

a

1

2

1

n–1

1

1

a

a

.

.

.

a

2

2

2

n–1

2

1

a

a

.

.

.

a

3

2

3

n – 1

3

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

1

a

a

.

.

.

a

n

2

n

n –

n

1

= (a

2

. (a

– a

1

n

– a

) . (a

3

1

) . (a

– a

1

n

– a

) . (a

2

)

.

3

– a

2

. (a

n

)

.

– a

n – 1

)

3. DETERMINANTE SOMA

=

a 11

a 21

.

.

.

a

n1

a

a

a

a 1j

a 2j

12

22

x

x

.

.

.

.

.

.

a

n2

x

nj

11

21

.

.

.

n1

a

a

a

12

22

.

.

.

n2

a 1n

a 2n

.

.

.

a

(x

(x

(x

nn

1j

2j

nj

+

+

+ y

y

.

.

.

+

y

1j

1j

nj

a 11

a 21

.

.

.

a

)

)

)

n1

a y

12

a y

22

.

.

.

a y

n2

a

a

a

1n

2n

.

.

.

nn

1j

2j

.

.

.

nj

a

a

a

1n

2n

.

.

.

nn

=

4. DIAGONAL PRINCIPAL

a

a

a

a

= a

11

21

31

.

.

.

n1

11

.

0

a

a

.

.

.

a

22

32

n2

a 22

.

0

0

a

.

.

.

a

33

n3

a 33

a

nn

0

0

.

.

.

.

a

nn

=

5. DIAGONAL SECUNDÁRIA

0

0

0

0

.

.

.

.

.

.

0

a n – 1,2

a

n,1

a n, 2

–––––––– n (n – 1)

2

= (– 1)

. a n,1 . a n – 1,2

a

a

.

.

.

a n – 1,n

a

1n

2n

n,n

=

a 2, n – 1 . a 1,n

= (– 1) . a n,1 . a n – 1,2 a a . . .

– 83

= (– 1) . a n,1 . a n – 1,2 a a . . .

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 84

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 84 FRENTE 3 Geometria Analítica MÓDULO 19 Estudo da Reta: Equação
FRENTE 3 Geometria Analítica MÓDULO 19 Estudo da Reta: Equação Geral – Casos Particulares 1.
FRENTE 3
Geometria Analítica
MÓDULO 19
Estudo da Reta: Equação Geral – Casos Particulares
1. TEOREMA
3. CASOS PARTICULARES
DA EQUAÇÃO DA RETA
A toda reta r do
plano cartesiano associa-se
uma
Na equação geral da reta, se os coeficientes a, b ou
equação
do tipo ax
+ by + c =
0,
com a
e
b não
MATEMÁTICA AB

simultaneamente nulos.

2. DETERMINAÇÃO DA EQUAÇÃO GERAL

Seja r a reta do plano cartesiano determinada pelos pontos A(x ; y ) e
Seja r a reta do plano cartesiano determinada pelos
pontos A(x
; y
) e B(x
; y
); sendo P(x; y) um ponto
A
A
B
B

qualquer de r, teremos

P, A e B alinhados

|

xy1

|

 

x

A y

A 1

= 0

x

B y

B 1

Desenvolvendo-se o determinante, resulta

(y

A

y

B

) x + (x

B

x

A

) y + (x

A

y

B

x

B

y

A

) = 0.

ab
ab

c

,com a e b não simul-

taneamente nulos, é chamada Equação Geral da reta.

A equação

ax + by + c = 0

Observação

• Lembre-se sempre que,na equação ax+by+c = 0,

x e y são as coordenadas de um ponto qualquer dessa

reta. Isso significa que, se um ponto P(x

à reta, então suas coordenadas satisfazem a equação

p ; y

p ) pertence

da reta, isto é: ax p + by 84 –
da reta, isto é: ax
p + by
84 –

p + c = 0 e reciprocamente.

c forem

iguais a zero, temos os seguintes casos parti-

culares:

Se a 0, b = 0 e c 0, então:

a.x+c=0 x=

––– – c

a

ou

, que é a equação= 0 e c 0, então: a.x+c=0 ⇔ x= ––– – c a ou de uma

de uma reta paralela ao eixo y;

❑ Se a = 0, b 0 e c 0, então: – c b.y+c=0 ⇔
❑ Se a = 0, b 0 e c 0, então:
– c
b.y+c=0 ⇔ y =
–––
ou
y = k
, que é a equação
b

de uma reta paralela ao eixo x;

k , que é a equação b de uma reta paralela ao eixo x ; ❑
❑ Se a 0, b = 0 e c = 0, então: a . x
❑ Se a 0, b =
0 e c = 0, então:
a . x = 0 ⇔
x = 0
, que é a equação do eixo y;

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 85

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 85 ❑ Se a = 0 , b 0 e c

Se a = 0, b 0 e c = 0, então:

b . y = 0

y = 0 , que é a equação do eixo x;
y = 0
, que é a equação do eixo x;
b . y = 0 ⇔ y = 0 , que é a equação do eixo

b . y = 0 ⇔ y = 0 , que é a equação do eixo
Se a 0, b 0 e c = 0, então ax + by = 0
Se
a 0, b 0 e c = 0, então
ax + by = 0
, que é a equação de uma reta que
passa pela origem.
MATEMÁTICA AB

MÓDULO 20

Declividade – Formas da Equação da Reta

MÓDULO 20 Declividade – Formas da Equação da Reta
MÓDULO 20 Declividade – Formas da Equação da Reta
MÓDULO 20 Declividade – Formas da Equação da Reta
MÓDULO 20 Declividade – Formas da Equação da Reta
MÓDULO 20 Declividade – Formas da Equação da Reta
MÓDULO 20 Declividade – Formas da Equação da Reta

1. COEFICIENTE ANGULAR (OU DECLIVIDADE)

Chama-se inclinação (θ) de uma reta, o menor ân-

gulo entre a reta e o eixo dos x, orientado no sen- tido anti-horário, do
gulo
entre a
reta
e o eixo
dos
x, orientado no sen-
tido anti-horário,
do eixo para a reta,
conforme a figura
(0° ≤ θ < 180°).

Chama-se coeficiente angular (ou declivida-

de), de uma reta não vertical, a tangente trigonométrica

da sua inclinação.

Observações

m = tg θ

Para 0° ≤ θ <

180°, resulta

 

θ = 0°

tg θ = tg 0° = 0

m = 0

• 0° < θ < 90°

tg θ > 0

m > 0

• 90° < θ < 180°

θ = 90°

tg θ < 0 m < 0

tg 90°

Determinação do coeficiente angular

/

m não está definido

e B(x

Seja

r

uma reta

não vertical

B ; y

B ) dois de seus pontos.

e sejam A(x

A

; y

A

)

B ; y B ) dois de seus pontos. e sejam A( x A ; y

No triângulo ABC, temos

m = tg θ =

CB

–––

AC

y

B

y

A

m = ⎯⎯⎯⎯

x B

x A

• Seja a equação geral da reta: a .x+ b .y+ c = 0.

Como: (y B ) x + (x A ) y + (x y A –
Como: (y
B ) x + (x
A ) y + (x
y
A – y
B – x
A
B – x
B y
A ) = 0
ab
c
y
– y
B
A
e m =
––––––––
, vem
m = –––– – a
– x
x B
b
A

2. EQUAÇÃO REDUZIDA DA RETA

Seja a reta r não vertical (b 0), cuja equação geral é ax + by + c = 0.

c

––

b

Então by = – ax – c

Sendo

m

= –

a

––

b

a

y = – ––

b

(coeficiente

c

. x – ––

b

angular)

e fazendo

= h (coeficiente linear),

teremos:

y = mx + h

que recebe o nome de equação reduzida da reta r.

Observação Na equação ax

by + c = 0 y = –

+

c

––

b

by

c

(coeficiente

+

=

0,

se x = 0, teremos

linear).

na

Assim

equação reduzida,

o

valor

h=–

c

––

b

(coeficiente

linear

intersecção da reta com o eixo Oy.

da

reta) representa a

ordenada do ponto de

c –– b (coeficiente linear intersecção da reta com o eixo Oy. da reta) representa a

– 85h=– c –– b (coeficiente linear intersecção da reta com o eixo Oy. da reta) representa

c –– b (coeficiente linear intersecção da reta com o eixo Oy. da reta) representa a

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 86

MATEMÁTICA AB

3. EQUAÇÃO SEGMENTÁRIA DA RETA

Seja r uma reta não paralela a nenhum dos eixos coor- denados e que não passa pela origem. Sendo P(p; 0) e

→ →

e Oy , obtém-se a

equação denominada EQUAÇÃO SEGMENTÁRIA da reta r:

Q(0; q) os interceptos em Ox

SEGMENTÁRIA da reta r : Q(0; q ) os interceptos em Ox x y –– +

x

y

–– + –– = 1

p

q

os interceptos em Ox x y –– + –– = 1 p q 4. EQUAÇÕES PARAMÉTRICAS

4. EQUAÇÕES PARAMÉTRICAS DA RETA

Essas equações dão as coordenadas (x; y) de um ponto qualquer da reta, em função de um parâmetro t.

x = f(t) y = g(t)

Observação

A partir das equações paramétricas, pode-se

obter a equação geral da reta eliminando-se o parâ-

metro t.

MÓDULO 21

Posição Relativa de 2 Retas

MÓDULO 21 Posição Relativa de 2 Retas
MÓDULO 21 Posição Relativa de 2 Retas
MÓDULO 21 Posição Relativa de 2 Retas
MÓDULO 21 Posição Relativa de 2 Retas
MÓDULO 21 Posição Relativa de 2 Retas
MÓDULO 21 Posição Relativa de 2 Retas

1. INTRODUÇÃO

Da geometria plana, sabemos que duas retas r e s (no plano) podem assumir as seguintes posições relativas:

• concorrentes (caso particular importante: perpen- diculares);

• paralelas (distintas);

• coincidentes.

diculares); • paralelas (distintas); • coincidentes. 2. RELAÇÕES ENTRE OS COEFICIENTES As retas r e s

2. RELAÇÕES ENTRE OS COEFICIENTES

As retas r e s (não verticais), cujas equações redu- zidas são, respectivamente,

(r) : y = m x + r (s) : y = m s x
(r)
:
y
= m x
+
r
(s)
:
y
=
m
s x +
86 –

h

h

r

s , têm as seguintes relações:

Retas concorrentes

m m r s Se duas retas são concorrentes, seus coeficientes angulares são diferentes, e
m
m
r
s
Se
duas retas
são concorrentes,
seus
coeficientes angulares são diferentes, e
vice-versa.

Caso particular: retas perpendiculares

m = ––––– – 1 s m r Se duas retas são perpendiculares, o coeficiente
m
= ––––– – 1
s m
r
Se duas
retas
são perpendiculares, o
coeficiente angular de uma é o oposto do
inverso do coeficiente angular da outra,
e vice-versa.

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 87

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 87 ❑ Retas paralelas (distintas) m r = m s h

Retas paralelas (distintas)

17/03/12 08:25 Página 87 ❑ Retas paralelas (distintas) m r = m s h r h
m r = m s h r h s
m r = m s
h r h s

Se duas retas são paralelas distintas, seus coeficientes angulares são iguais e seus coeficientes lineares são diferen- tes, e vice-versa.

Retas coincidentes

m r = m s h r = h s
m r = m s
h r = h s

Se duas retas são coincidentes, seus coe- ficientes angulares são iguais e seus coefi- cientes lineares são iguais, e vice-versa.

A partir das condições acima, podemos estabelecer

relações entre os coeficientes da equação geral das retas

r e s, lembrando que m = –

a

––

b

e h = –

c

––

b

.

Sendo

(r) a 1 . x + b 1 . y + c 1 = 0 e

(s) a 2 . x + b 2

. y + c 2 = 0, obtemos

Retas concorrentes

a

1

b

1

⎯⎯ ⎯⎯

a 2

b 2

Retas perpendiculares

a 1 . a 2 + b 1 . b 2 = 0

perpendiculares a 1 . a 2 + b 1 . b 2 = 0 ❑ ❑

3.

Retas paralelas (distintas)

a

1

b

1

c

1

⎯⎯

=

⎯⎯

⎯⎯

a 2

b 2

c 2

⎯⎯ a 1 a 2

=

⎯⎯ b 1 b 2

=

⎯⎯ c 1 c 2

Retas coincidentes

POSIÇÃO RELATIVA DE DUAS RETAS (RESUMO)

MATEMÁTICA AB

POSIÇÃO RELATIVA DE DUAS RETAS (RESUMO) MATEMÁTICA AB Exemplos Estudo das posições relativas das seguintes

Exemplos Estudo das posições relativas das seguintes retas:

3x + 6y + 7 = 0 2x + 4y – 1 = 0

Como

3

––

2

tintas, pois

=

6

––

7

–––

4 –1

, as retas são paralelas dis-

b 1

––– = ––– –––

b 2

a 1

a 2

c 1

c 2

3x + 6y + 7 = 0

2x – y + 2 = 0

Como 3 . 2 + 6 . (– 1) = 0, as retas são perpendi- culares, pois: a 1 . a 2 + b 1 . b 2 = 0

y

y

= – 3 . x + 5 = 2 . x – 1

Como os coeficientes angulares das retas são iguais a – 3 e 2, as retas são concorrentes e não per- pendiculares, pois

– 1

m r m s e m r –––––

m

s

– 87e 2 , as retas são concorrentes e não per- pendicula res, pois – 1 m

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 88 MATEMÁTICA AB MÓDULO 22 Feixe de Retas 1. FEIXE

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 88

C5_AB_MAT_TEO 2012_Rose 17/03/12 08:25 Página 88 MATEMÁTICA AB MÓDULO 22 Feixe de Retas 1. FEIXE DE

MATEMÁTICA AB

MÓDULO 22

Feixe de Retas

MÓDULO 22 Feixe de Retas
MÓDULO 22 Feixe de Retas
MÓDULO 22 Feixe de Retas
MÓDULO 22 Feixe de Retas
MÓDULO 22 Feixe de Retas
MÓDULO 22 Feixe de Retas

1. FEIXE DE RETAS CONCORRENTES

Seja C(x 0 ; y 0 ) um ponto do plano, e r uma reta (não