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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA DOUTORADO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

PRÉ-PROJETO DE TESE

DESENVOLVIMENTO E EMPREGO DE CONTROLE ADAPTATIVO EM SISTEMAS AUTÔNOMOS ISOLADOS – SMART GRIDS E MICROGRID.

LEANDRO ÁVILA DE ÁVILA

Santa Maria, outubro de 2009.

1. INTRODUÇÃO

A Energia Elétrica Renovável vem se tornando um assunto cada vez mais frequente, não apenas por ter encontrado espaço como um tema comum na sociedade, mas por ser uma necessidade vigente, seja por convergirmos a esta tecnologia em busca de fontes de energia eficientes ou por pressões sociais em busca de meios sustentáveis de convívio humano (incluindo-se as legislações mais recentes). Neste sentido, a demanda por respostas em Redes Elétricas Eficientes e que atendam as expectativas dos consumidores fez crescer a pesquisa por redes autônomas, com capacidade de adaptação a diversas situações, conhecidas por Smarts Grids, pois são inteligentes dentro de seu escopo de atuação. Outro tipo de definição de redes que se conhece, são as Microgrids, conectadas entre si ou isoladamente, podem ou não agregar as características das Smarts Grids, muito embora o desejável é que atuem com essa inteligência. O trabalho com as Microgrids pode ser desenvolvido, fazendo-se uma analogia a telefonia celular, na qual uma rede integra outra rede maior, sendo o tráfego de informações nessas topologias constante, o que permite reagir às falhas. No caso das redes elétricas, as operações têm suporte, detectando eventuais problemas e reduzindo custos. Com isso, um projeto constituído por um pequeno arranjo de grupos de geradores, de cargas ou de ambos integrados, pode ser interpretado como uma unidade do sistema e ponto de partida para o projeto completo. Testes de funcionamento das Microgrids podem ser realizados, partindo-se dos componentes que as compõem. Isso permite dar embasamento a uma ideia de pesquisa, tal como utilizar um componente básico, a exemplo de uma fonte de energia ininterrupta (UPS) que possua interatividade com a linha, e agregar duas funcionalidades típicas das Smarts Grids: (i) a comunicação com outros dispositivos; e (ii) a autonomia em sua operação continuada. Pensando-se de forma mais genérica, todo o sistema funcionará baseado nessas duas premissas, (i) e (ii), sendo na geração, armazenamento, transmissão ou efetiva distribuição ao usuário final. Esta proposta está focada nessa última funcionalidade, a que busca autonomia, a qual está relacionada ao controle e a inteligência empregada no sistema. As regras de controle, nas quais o trabalho irá se orientar, precisão ser melhor definidas. Todavia, a metodologia que utiliza Sistemas Multi-Agentes (SMA) está sendo investigada, pela comunidade científica, para aplicação nas Smarts Grids, sendo ambos os temas atuais. Trata-se de um meio de usar a Inteligência Artificial, seja pela implementada de algoritmos cognitivos em linguagem de computador ou pela implementação de técnicas de Redes Neurais Artificiais. Os SMA também permitem, a nível lógico, o emprego de protocolos de comunicação de rede. A estrutura física que possibilita esse SMA são os processadores digitais, ao se utilizando dispositivos DSPs há o ganho em rapidez de processamento, o que convém quando se deseja atuação em tempo real. O uso da Eletrônica em instrumentos de medição e controle em uma rede elétrica é um campo a ser explorado, multidisciplinar, pois há como desenvolver várias técnicas computacionais ou de processamento de sinais. A versatilidade de emprego de um “framework” com dispositivos eletrônicos que representem uma lógica de funcionamento é moldável à aplicação por sua base teórica. O conhecimento que se adquire estudando, por exemplo, filtros adaptativos, também serve para outras áreas. Ainda há outro enfoque a ser explorado nas Microgrids, reside em sua aplicação em um contexto social. Em termos de Brasil, é interessante que se tenha recursos energéticos alternativos a baixo custo, seja em sua implantação ou pagável ao longo do tempo. Instituições, tais como o Exército Brasileiro, também

podem se beneficiar do uso de tal estrutura, pois o consumo de energia elétrica envolve recursos financeiros de grande monta. Neste caso, em se tratando de redes locais, é interessante que as soluções corroborem e normalmente essas são fruto de pesquisas acadêmicas. A presente proposta busca pesquisar e, a partir do que foi exposto e será trabalhado, gerar produção bibliográfica, e na implementação das funcionalidades citadas pelas condições que se estabelecerem durante o curso. O desenvolvimento de pesquisa no Brasil não é uma tarefa fácil, porém é gratificante quando acontece.

  • 2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

O desenvolvimento e emprego de controle adaptativo em sistemas autônomos isolados – Smart Grids e Microgrids é um desafio, constituído pela integração de uma diversidade de componentes a um Grid, podendo ser composto, em sua maioria, por fontes de energia renováveis, no qual as perturbações não resultem em instabilidade na operação ininterrupta. Tais perturbações são caracterizadas por flutuação em cargas e potências distribuídas ao longo da rede elétrica, ZHANG (2008). Um problema a ser solucionado nos Sistemas de Geração de Energia reside em se atingir a estabilidade com máxima rapidez (em tempo real), para perturbações provenientes da rede ou de variáveis internas, BUENO et al. (2009). A integração de energias renováveis, como em fazendas de geradores eólicos (ou aerogeradores), recai em um problema conhecido, o do gerenciamento da energia, tradicionalmente resolvido pelo modo de chaveamento. Um Grid que pode ser composto por vários tipos de equipamentos, ora consumindo ora suprindo energia, tornando-se este tipo de problema maior, pois as flutuações causadas agem de modo cumulativo no hiato fornecimento/consumo. Além disso, a produção de energia renovável está sujeita a fenômenos naturais, tais como sol e vento, consequentemente é difícil predizer a potência produzida, e os picos de demanda nem sempre coincidem com os de geração de energia, GUERRERO et al. (2009). Essas oscilações na rede são dificuldades que vem sendo solucionada nos modelos de redes existentes, mas o seu aprimoramento se dará somente por inovações. Uma outra questão é como integrar as fontes de energia renováveis em um modelo brasileiro, haja vista que há atualmente forte influência europeia e asiática nos existentes. Nas Américas, apenas nos últimos anos que está ocorrendo um despertar, conduzido pelos Estados Unidos da América, principalmente por pressões ambientalistas, GEISLER (2008) e referência [5] e [6] da Internet. Esclarecer quais dispositivos serão utilizados nos sistemas, em um modelo brasileiro, também demandará definições futuras. Um conceito desenvolvido, segundo a EUROPEAN COMMISSION (2006), [10], define uma Smart Grid como uma rede de eletricidade que pode integrar inteligentemente as ações de todos os usuários a ela conectados – geradores, consumidores e aqueles que são ambos, de maneira a prover eficientemente sustentabilidade, economia e segurança no fornecimento de energia. Uma boa analogia de Smart Grids é com o de tráfego de automóveis. Os semáforos podem determinar a velocidade com a qual os veículos andam em uma rede de rodovias, a fim de evitar congestionamentos em períodos do dia mais críticos. Um controle inteligente do fluxo de potência na transmissão e distribuição, possibilita um alto uso, mesmo em momentos de demanda, HARRIS (2009). A

Figura 1 apresenta um exemplo de rede [9], que poderia ser uma Smart Grid composta por elementos semi- autônomos, em cada unidade nas linhas de transmissão, mas ainda mantendo-se a supervisão sobre o conjunto.

Figura 1 apresenta um exemplo de rede [9], que poderia ser uma Smart Grid composta por

Figura 1: Exemplo de controle monitorado, com necessidade de supervisão humana.

Um sistema de potência elétrica pode ser caracterizado pela medição, pela proteção e pelo controle. Dentre esses, se focarmos o controle de Smart Grids, podemos considerar duas abordagens: pela voltagem, quando é usada uma estratégia de controle global coordenado, ou pela estabilidade, em uma estratégia de controle descentralizado, ZHANG (2008). A motivação este trabalho centra-se na utilização de uma estratégia, podendo ser uma das citadas, para definir o melhor conjunto de equipamentos possível ou modelo, que tenha qualidade em seu desempenho, pela sua confiabilidade e seja viável economicamente. Os fatores em que o controle é similar à proteção, quando levados em consideração em sua definição são: (i) Confiabilidade, (ii) Seletividade, (iii) Sensitividade (iv) Economia, GEPOC (2007). Com isso, no projeto do sistema de controle, a Seletividade poderá ocorrer em virtude da escolha da fonte de energia ou recurso disponível, enquanto que a Sensitividade será o critério ou norma de funcionamento desse sistema, normalmente dependente do Hardware escolhido. Objetiva-se que o usuário final tenha qualidade com a consequente satisfação pelo uso do serviço, intimamente ligada a escolha da estrutura (física e lógica) empregada no contexto de integração. Dentro das técnicas atuais de integração, encontramos as Smart Grids, entretanto essas parecem ser nebulosas ou “fuzzy”, GEISLER (2008), pois as possibilidades ainda não foram bem definidas devido à complexidade desses sistemas, POTTER et al. (2009). Porém, os benefícios no uso de Smart Grids, [11,12] listados a seguir, já foram percebidos:

aumento no uso de Fontes limpas de Energia Distribuídas (Distributed Energy Resources – DER); o estabelecimento de uma razão entre Gerenciamento e Resposta à Capacidade demandada, havendo integração com os consumidores;

substituição da metodologia da confiabilidade das obras superestimadas e abordagens de Subestações Automatizadas; máxima utilização da infra-estrutura de fornecimento de energia; agrega as contribuições da segurança de sistemas físicos e de Tecnologia da Informação em infra-estruturas críticas, GEISLER (2008); integra opções de geração e armazenamento de energia; possibilita a existência de novos produtos, serviços e mercados; implica em diminuição das perdas econômicas decorrentes de problemas no fornecimento de energia; reage previamente a distúrbios no sistema; otimiza a utilização de Ativos e opera eficientemente; opera com resiliência contra danos e desastres naturais. (Web Ref. [7], [8] e [9])

Essas característica singulares das Smart Grids podem ser acrescidas a outras, desta vez buscando uma aproximação de conceitos com os sistemas MAS (multi-agent systens), DIMEAS (2009) , ou sistemas multi-agentes, que apresentam os seguintes aspectos: para se implementar um agente inteligente basta se ter uma unidade de processamento ou um microprocessador; e conforme o grau de autonomia do agente, tem- se a possibilidade de não haver monitoramento humano permanente. A Figura 2 ilustra uma central contendo energias alternativas às geradas pelas grandes usinas, essas integradas a rede, onde se intenciona o uso de agentes (MAS) para o seu gerenciamento.

– substituição da metodologia da confiabilidade das obras superestimadas e abordagens de Subestações Automatizadas; – máxima

Figura 2: Smart Grid no contexto das energias renováveis [9].

Aplicações de Smart Grids agregam um certo nível de inteligência local, com autonomia para resolução de questões conhecidas, permitindo, assim, o emprego de recursos de Inteligência Computacional na sua estrutura lógica, VENAYAGAMOORTHY (2009). A ideia de uso de Arquitetura Multi-agente, em primeira

instância, melhora as questões de comunicação na rede (Grid) e possibilitar um sistema de controle coordenado entre seus componentes. Em DOU et al. (2009) uma descrição sobre os agentes é apresentada de forma singular, “trata-se de um elemento da MAS que é uma entidade física ou virtual com capacidade de atuar em seu ambiente. No caso de ser física, temos as micro-fontes, a exemplo de micro-turbinas, e no caso de virtual, os criados por trechos de programa específicos, a exemplo dos criados para executar lances automáticos nas bolsas de valores ...

os agentes comunicam-se uns com os outros

considerando-se um sistema que utiliza um gerador eólico e um

... sistema de baterias: o sistema de baterias recebe energia quando há vento proveniente da turbina, quando não há ele fornece ao sistema a energia de volta. Para manter esta operação, os agentes modelados no sistema trocam muitas mensagens e, trata-se de um tipo de ação, porque o ambiente se altera de diferentes modos e os agentes têm que reagir sem qualquer tipo de coordenação prévia”. Os sistemas multi-agentes têm se tornado uma ferramenta potente no desenvolvimento de sistemas complexos cujas propriedades dos agentes são vantagens: autonomia, sociabilidade, reatividade e pró- atividade. São autônomos e operam independentes de ação humana. Os agentes utilizam linguagem própria para interagir entre si, também percebem e reagem ao seu ambiente. Finalmente, os agentes são pró-ativos e tendem a se direcionarem a um comportamento objetivo, tomando iniciativa, PIPATTANASOMPORN (2009) . Algoritmos, como esses, em recursos de processamento adequados buscarão a solução para parte dos problemas relatados anteriormente, exemplo da instabilidade. Os recursos de processamento digital, tais como Processadores Digitais de Sinais, BUENO et al. (2009), possibilitam, em seus algoritmos de trabalho, a implementação deste sistema multi-agente primária. Os Processadores Digitais de Sinais (DSPs) vêm sendo empregados para os mais variados propósitos, dentro da área energética ou de controle eletrônico dessa, temos exemplo de uso de DSPs em conversores PWM para inversores de velocidade variável, voltados a aplicações com energia eólica, como relatado em, ZHENKUN et al. (2005). Um exemplo de utilização desses tipos de processadores é mostrado na Figura 3, percebe-se nesta imagem algumas variáveis do sistema, controladas ou comunicadas ao controlador, parte deste sistema pode ser implementada com DSP, BUENO et al. (2009). Observa-se, ainda, nesta figura que os vários dispositivos estão integrados ao Grid, portanto a sazonalidade de funcionamento do gerador eólico é gerenciada.

instância, melhora as questões de comunicação na rede ( Grid ) e possibilitar um sistema de

Figura 3: Exemplo ilustrativo de integração de controle adaptativo à rede.

A implementação da MAS em um microprocessador terá, dentro do sistema uma função de comunicação e atuação pró-ativa na rede, possibilitando a troca de informações com níveis superiores de supervisão artificial. Com isso, quer seja em uma pequena rede de elementos ou em uma grande rede contendo alta diversidade, o sistema tenderá a estabilidade em suas aplicações. Considerando-se, assim, a implementação de um Smart Grid ou Grid eficaz ao propósito que se destina. Vários exemplos de possibilidades de aprimoramento podem ser relatados, passando pelo endereçamento de manutenção preditiva e gerenciamento de Ativos, incluindo detecção de fraudes e desconexão remota, baseadas em informações entregues através da rede de medição da vizinhança (Referência da Web: [3]).

3. OBJETIVOS

O trabalho tem como objetivo geral desenvolver pesquisas em duas áreas de concentração diferentes, porém integradas entre si. A primeira abordagem será focada no estudo dos controles dos sistemas de fornecimento de energia em sua geração, armazenamento, transmissão e distribuição, analisando os aspectos mais promissores dos Smarts Grids e Microgrids; a segunda parte da pesquisa busca a implementação de algoritmos em Inteligência Artificial nos componentes discretos dos sistemas, para fins de comunicação e controle. Ambas as áreas, em um primeiro momento, serão trabalhadas paralelamente.

Alguns objetivos específicos são relacionados a seguir:

Pesquisar as formas como os Smart Grid e Microgrids são desenvolvidos e quais

componentes são melhores, em termos de eficiência energética. Identificar os componentes de um Smart Grid e propor componentes específicos,

conforme forem observados novos casos de aplicação ou novas necessidades. Pesquisar por sistemas de controle, a fim de diminuir ou anular problemas e melhorar o

sistema de potência, concebendo topologias próprias a estes sistemas. Elaborar algoritmos com recursos de Inteligência Artificial, seja pelo uso de arquitetura

de agentes ou por técnicas de Redes Neurais Artificiais. Partindo de simulações computacionais, implementar a estrutura adaptativa com algoritmos desenvolvidos em C e C++, nos DSPs – OPPENHEIM (1975), e em FPGAs – LEÓN (1999), para possibilitar a comunicação e pró-atividade de todo o sistema.

A metodologia pretendida para o trabalho seguirá os seguintes procedimentos:

Revisão bibliográfica sobre Smart Grid, Microgrids, Inteligência Artificial e sistemas de

energia (Geração, Transmissão e Distribuição). Pesquisa bibliográfica sobre Smart Grid e Microgrids.

Pesquisa bibliográfica específica sobre implementação de agentes autônomos em DSPs e

FPGAs. Implementação e simulação, em MATLAB, de estrutura compatíveis.

Comparação dos resultados obtidos.

Implementação e testes, nos DSPs e FPGAs, da estrutura proposta.

Avaliação dos resultados obtidos.

Publicação geral dos resultados obtidos.

Elaboração da Tese.

É possível relacionar os objetivos específicos com as publicações científicas que serão possíveis

de se obter, além das previstas no transcorrer do curso de doutorado, intenciona-se neste período pelo menos uma por objetivo, além da produção das disciplinas, ou seja:

Um comparativo entre as Smart Grid e Microgrids pela eficiência energética de cada um.

Modelar componentes específicos que adicionem mais funcionalidade à Smart Grid ou

supram novas necessidades. Quais os sistemas de controle que empregando as técnicas propostas diminuem ou

eliminam os problemas nas redes elétricas. Quais resultados se obtêm com o uso de algoritmos em Inteligência Artificial em Smat Grids/Microgrids.

Resultados sobre as simulações computacionais e implementações feitas nos DSPs, ASICS e FPGAs.

  • 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O fato do campo ser promissor reforça a ideia de geração de publicações com forte teor inovativo e impacto científico. E é de interesse deste candidato, a elaboração de um acervo técnico com obras científicas, com reconhecimento acadêmico. Com isso, os objetivos apresentados constituem o primeiro rumo deste trabalho, adaptações e novas orientações são esperadas durante o seu desenvolvimento. As perspectivas geram entusiasmo em se trabalhar com este tema, o que é um fator bastante positivo durante os esperados 36 meses de realização do curso. Resta ainda dizer que as implementações podem obter suporte financeiro a partir da elaboração de um projeto que tenha aplicação em Organizações Militares. Um projeto de pesquisa que traga como consequência a comprovada redução de custos da ordem de milhões (valor estimado em R$, relativo ao consumo anual em algumas organizações do Exército Brasileiro) se justificaria e teria prioridade de incentivo. Outras possibilidades de emprego governamental estão relacionadas a aplicação desta tecnologia ao atendimento de comunidades isoladas ou como recurso estratégico do ponto de vista militar ou energético ao país.

5. BIBLIOGRAFIA

BUENO E. J.; Á. HERNANDEZ, F. J. RODRIGUEZ, C. GIRON, R. MATEOS, S. COBRECES; A DSP- and FPGA-Based Industrial Control With High-Speed Communication Interfaces for Grid Converters Applied to Distributed Power Generation Systems; IEEE Transactions on Industrial Electronics, vol. 56, no. 3, p. 654-669, Março de 2009.

DIMEAS, A. L.; HATZIVASILIADIS, S.I. e HATZIARGYRIOU, N. D.; Control agents for enabling customer-driven Microgrids; 2009 IEEE PES (Power & Energy Society) General Meeting; Panel Session; 28 de julho de 2009.

DOU C., JIN S., JIANG G., BO Z.; Multi-Agent Based Control Framework for Microgrids; Asian-Pacific Power and Energy Engineering Conference – APPEEC 2009; 06 de março de 2009.

EUROPEAN COMMISSION (EUR 22040); European Technology Platform SmartGrids Vision and Strategy for Europe’s Electricity Networks of the Future; Luxembourg: Office for Official Publications of the European Communities; ISBN 92-79-01414-5; 44 páginas.; 2006.

GEISLER, KENNETH; A Smarter Greener Power Grid; Siemens Power Transmission & Distribution; Energy Management and Automation; Minneapolis, Minnesota, USA; April 2008. [1]

GEPOC - Grupo de Eletrônica de Potência e Controle; PPGEE/UFSM; Manual Técnico: Estudo de Estabilidade para Avaliação da Segurança da Conexão de Centrais Eólicas em Sistemas de Distribuição; Projeto P&D – CEEE N 9928180; Dezembro de 2007.

GUERRERO, J. M.; VÁSQUEZ, J. C.; MATAS, J.; CASTILLA, M.; E VICUÑA L. G.; Control Strategy for Flexible Microgrid Based on Parallel Line-Interactive UPS Systems; IEEE Transactions on Industrial Electronics; , vol. 56, nº. 3, p. 726-736; Março de 2009.

HARRIS, A.; Smart Grid Thinking; IET Knowledge Network Home, Magazine Engineering & Technology; Issue 9, de 18 de maio de 2009.

LEÓN, P. L. D.; FPGA-based filterbank implementation for parallel digital signal processing. In: 8th NASA Symposium on VLSI Design (Albuquerque, NM.), 1999.

OPPENHEIM, A. V., SCHAFER R. W.; Digital Signal Processing; Prentice Hall International Editions; 1975.

PIPATTANASOMPORN, M.; FEROZE, H.; RAHMAN, S.; Multi-Agent Systems in a Distributed Smart Grid: Design and Implementation; Power Systems Conference and Exposition, 2009. PSCE '09. IEEE/PES; p. 1-8; 15-18 de Março de 2009.

POTTER C. W., ARCHAMBAULT A. e WESTRICK K; Building a Smarter Smart Grid Through Better Renewable Energy Information, IEEE Power Engineering Society - PSCE 2009.

VENAYAGAMOORTHY, GANESH K.; Potentials and Promises of Computational Intelligence for Smart Grids; IEEE Power General Society General Meeting, Calgary, CA; 26 – 30 de Julho de 2009.

ZHANG X. P. ; A Framework for Operation and Control of Smart Grids with Distributed Generation; Power and Energy Society General Meeting – Conversion and Delivery of Electrical Energy in the 21st Century; IEEE; Julho de 2008.

ZHENKUN Y., HUI L. e CHUANYANG S.; A DSP Control System for the Grid-connected Inverter in Wind Energy Conversion System; Electrical Machines and Systems, ICEMS 2005. Proceedings of the Eighth International Conference on Nanjing, China; 1050-1053 Vol. 2; 29 de setembro de. 2005

Web-referências (acessadas em outubro de 2009):