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u m a crítica estimulante dos ser- mões dos economistas da correntedomi- nante dirigidos aos
u m a crítica estimulante dos ser- mões dos economistas da correntedomi- nante dirigidos aos
u m a crítica estimulante dos ser- mões dos economistas da correntedomi- nante dirigidos aos
u m a crítica estimulante dos ser- mões dos economistas da correntedomi- nante dirigidos aos

uma crítica estimulante dos ser-

mões dos economistas da correntedomi- nante dirigidos aos paísesemdesen-

1I

volvimento

Merece atenção. 1I

Ha-Joon Chang

1 I volvimento Merece atenção. 1 I Ha-Joon Chang Charles Kindleberger, professoremérito de Economia, MIT A
1 I volvimento Merece atenção. 1 I Ha-Joon Chang Charles Kindleberger, professoremérito de Economia, MIT A

Charles Kindleberger, professoremérito

de Economia, MIT

A estratégia do desenvolvimento em perspectiva histórica

IITanto como reinterpretação histó- rica quanto como advocacia da política, Chutando a escada merece um vasto público entre os economistas, os historia- dores e os membros do establishment

político.1<

dores e os membros do establishment político.1< Stanley Engermann, professor de História Econômica,
dores e os membros do establishment político.1< Stanley Engermann, professor de História Econômica,
dores e os membros do establishment político.1< Stanley Engermann, professor de História Econômica,
dores e os membros do establishment político.1< Stanley Engermann, professor de História Econômica,
dores e os membros do establishment político.1< Stanley Engermann, professor de História Econômica,

Stanley Engermann, professor de

História Econômica, Rochester University

1I ••• um tour de force intelectual ra essencial para os que elaboram cas no século XXI. II

Lance Taylor, professor de Economia, 5chool University

uma contribuição viva, inteligente

e original à economia política intarh::l_ cional.l<

I<

à economia política intarh::l_ cional.l< I< Peter Evans, professor University of California, Berkeley
à economia política intarh::l_ cional.l< I< Peter Evans, professor University of California, Berkeley

Peter Evans, professor

intarh::l_ cional.l< I< Peter Evans, professor University of California, Berkeley :!:co uma contribuição

University of California, Berkeley

:!:co

Evans, professor University of California, Berkeley :!:co uma contribuição samente valiosa aos debates o

uma contribuição samente valiosa aos debates

o desenvolvimento."

I<

Berkeley :!:co uma contribuição samente valiosa aos debates o desenvolvimento." I< tmESP :l38.121 C:456k=P lmESP

tmESP

:l38.121

C:456k=P

lmESP

Berkeley :!:co uma contribuição samente valiosa aos debates o desenvolvimento." I< tmESP :l38.121 C:456k=P lmESP
• AUTOR: CHANG UNITÁRIO: R$ 37,00 TRANSF. ORÇAMENTÁRIA 3145/2006 DATA PGTO: 23/04/2007 FONTE: 0192000000

AUTOR: CHANG

UNITÁRIO: R$ 37,00

TRANSF. ORÇAMENTÁRIA 3145/2006

DATA PGTO: 23/04/2007 FONTE: 0192000000 FOI'{NEoCEDOR: EDITORA UNESP

R$ 37,00 TRANSF. ORÇAMENTÁRIA 3145/2006 DATA PGTO: 23/04/2007 FONTE: 0192000000 FOI'{NEoCEDOR: EDITORA UNESP

UNDACAO EDITORA DA UNESP

Presidente do Conselho Curador

Marcos Macari

Diretor-Presidente

José Castilho Marques Neto

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Antonio Celso Ferreira Cláudio Antonio Rabello Coelho Elizabeth Berwerth Stucchi Kester Carrara Maria do Rosário Longo Mortatli Moria Beltrão Sposito Maria Heloísa Martins Dias Mario Fernando tJolog'nesl Paulo José Brondo Santilli Roberto André Kraenkel

Editora Assistente Denise Katchuion Dognini

tJolog'nesl Paulo José Brondo Santilli Roberto André Kraenkel Editora Assistente Denise Katchuion Dognini a a ra

a

tJolog'nesl Paulo José Brondo Santilli Roberto André Kraenkel Editora Assistente Denise Katchuion Dognini a a ra
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a

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tJolog'nesl Paulo José Brondo Santilli Roberto André Kraenkel Editora Assistente Denise Katchuion Dognini a a ra

ra

tJolog'nesl Paulo José Brondo Santilli Roberto André Kraenkel Editora Assistente Denise Katchuion Dognini a a ra
tJolog'nesl Paulo José Brondo Santilli Roberto André Kraenkel Editora Assistente Denise Katchuion Dognini a a ra

© 2002 Ha-Joon

Título oriainal em inglês: Kicking Away the Ladder

© 2003 da brasileira:

rtw".,n,cnn Editora da UNESP (FEU)

Praça da Sé, 108 01001-900 - São Paulo SP Tel.: (Oxx11) 3242-7171 Fax: (Oxx11) 3242-7172 www.editoraunesp.com.br

Dados Internacionais de

(Câmara Brasileira do Livro, S?,

Dados Internacionais de (Câmara Brasileira do Livro, S?, na (CIP) Ha-Joon Chutando a escada: a estratégia

na

(CIP)

Ha-Joon Chutando a escada: a estratégia do desenvolvimento em pers-

Luiz António Oliveira

pectiva histórica / Ha-Joon

de Araúío.

São Paulo: Editora UNES?, 2004.

Título

Kicking Away the Ladder:

in historical perspective.

ISBN 85-7139-524-1

strategy

in historical perspective. ISBN 85-7139-524-1 strategy 2. Desen- volvimento económico História 3. História

2. Desen-

volvimento económico História 3. História económica 4. Países em desenvolvimento Política económica 5. Países em desenvol- vimento - económicas exteriores 6. económi- cas internacionais L Título. II. Titulo: A estratégia do desenvolvi- mento em perspediva histórica.

1. Desenvolvimento económico - Aspedos

04-1786

CDD-338-9009

índice para

sistemático:

1. Desenvolvimento económico: História

338.9009

Editora afiliada:

económico: História 338.9009 Editora afiliada: merecem catalisadc)res do O é que, com o seu
económico: História 338.9009 Editora afiliada: merecem catalisadc)res do O é que, com o seu
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económico: História 338.9009 Editora afiliada: merecem catalisadc)res do O é que, com o seu

merecem

económico: História 338.9009 Editora afiliada: merecem catalisadc)res do O é que, com o seu de da

catalisadc)res do

O

é

que, com o seu

de

da eco-

do

me

acesso a inúmeras

é

de que o seu

ao

O do deSeIIV()lvim(:n-

to ms:trtuclon;11,

constitui a

de energIa

este

mas

por isso que,

as

a primc~ira

do manw;cnto

ele da serve
ele
da
serve

5

Ha-Joon

fizeram comentários irrmrwt'~ntpc versão definitiva. Van lJeshI)ande, Ja,::ob lJUlman, SunMok e muitas úteis.
fizeram comentários irrmrwt'~ntpc
versão definitiva. Van
lJeshI)ande, Ja,::ob lJUlman, SunMok
e
muitas
úteis.
Jonathan Pincus contribuiu com comentários intelectualmente
Richard
Sandra
Temin e Roger Wilson abrilhanta-

lon,aUlan di Rowthorn. com comentários

o O meu reconhecimento 'P,nêll-tn'PfYC for International

\"'clJ:JlLUlU

à

que veio

ao

constituir o

s

financei-

à que veio ao constituir o s financei- em que se baseia esse A para o

em que se baseia esse

A

para o livro teria sido

sem o

assistentes extraordinariamente

e dedica-

Elaine

contribuiu de modo brilhante

do

CalPitl1to 3 e com

contribuiu de modo brilhante do CalPitl1to 3 e com sa assistência a todas as mim as

sa assistência a todas as mim as fontes

as fontes

de suma Bente Molenaar deu do

sobre

e cuidaljo-

localizou e e traJ'1cês. f\gradeç:o

eSDanhoL

McPhE:rsc'n e as- de
McPhE:rsc'n e
as-
de
f\gradeç:o eSDanhoL McPhE:rsc'n e as- de sogros deste e amorosa. o esteio do nosso a Chutondo

sogros

f\gradeç:o eSDanhoL McPhE:rsc'n e as- de sogros deste e amorosa. o esteio do nosso a Chutondo

deste e amorosa. o esteio do nosso

a

Chutondo a escada

queno

membros

~ amor e perdc)arem o meu 11 1egu,ku
~
amor e
perdc)arem o meu
11 1egu,ku

agl~ade«~r aos

mi-

que me

Yuna e dedicam e paJ:tlC:U!;lrrl1e11te to de escrever em

hábi-

descUldo com os

7

1 Como os

1 C o m o o s ennqueceram de .2 da 1.3 Os capituJiJs Uma 2

ennqueceram de

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As estratE:glélS 38
As estratE:glélS
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a

o m o o s ennqueceram de .2 da 1.3 Os capituJiJs Uma 2   29

106

9

Ha-Joon Chang

existentE~s nos

mstituíçõe:;-chave, íncluen1-se a derrlocr,Kía,
mstituíçõe:;-chave, íncluen1-se a derrlocr,Kía,

aos

de prclpned,lde privadla (rnclcusl'Je

assim como m:;tltUl(~ÓE~StlnanCEôJnlS (lnclluslve

assim como m:;tltUl(~ÓE~S tlnanCEôJnlS (lnclluslve Chutando a escada eCC)IlElmico, do tec:nclloi2;las, da arte

Chutando a escada

eCC)IlElmico, do tec:nclloi2;las, da arte e

e da . E assim por diante. as

de novas

da arte e e da . E assim por diante. as de novas recomendadas aos desenvolvidos
da arte e e da . E assim por diante. as de novas recomendadas aos desenvolvidos

recomendadas aos desenvolvidos

volvÍJnenüJ? Mesmo

e

se achavam

processo de desen- não faltam inciíC!IOS o c0l1tr;ári,p.

Como veremeJS ac:!iaI1te, dlSC:utE,-se se e contrariamente à sua natureza m:;tlltUJçoces recomendadas são deveras
Como veremeJS ac:!iaI1te, dlSC:utE,-se
se
e
contrariamente à sua natureza
m:;tlltUJçoces recomendadas são deveras conVenlelt1tEôs
francês
XIX es-
curioso é
Selt1clalrnente
Também é
rr.'ncc'rUC1r1I,r e
quesl:lOnaln
comelnclaçoe.s, dão como
a
CLI-'!lU:l.UI.ll'-l.ClU'-
essas
e
menos
ins.tit1uições "boas" foram etetlvamewte allotad,lS
nl1vir!n
as elevadas
do fim da
que o banco central
processo
de-
ossível que
ou
pessoas
cal:egoria de líder
se
à
em
sem contar com uma
de Patentes.
dessas provas contrárias à visão ortodoxa
abandcmal'am o liVfi2-CClmércio
ca:pitali:,mo. cabe
que
os oaíses desenvol-
não estão pr'PCllra.ndlc escc)Ilcier
que
. Este livro reúne
a
elementos de infDrrna(~ão
história
e expre~SSlva
oferecem
eXE:mJJlo da certeza de
ecc)Ilé\mico graças às pollHcas
e
do
em prcKesso
vras, o
este livro
é: como
ceram
A
mais
é
se tivessem
e as ín:,utUllçê,es
nos
pOlltlCaS comerciais e inc:iw;triais
lndustlna nascente e
de
), DvnArrnr;"
condel1<3.d'lS ou mesmo

12

13

Ha-Joon

Antes de se tornarem com- antes fim do século XIX dessas m,;tltUl-

em desenvol-

vnnenvü, inclusive as mais "básicas" como os bancos centrais e

Mundial do Comércio

como os bancos centrais e Mundial do Comércio , eles do início do agora consideradas tão

, eles

do início do

agora consideradas tão essenciais aos

responsclbilid:lde limitada. Se for esse o caso, as

nn'TP'vrn de de

não estarão se "boas" em desenvolvi- no

e

unicamente para dificultar o acesso dos

mento às pa:,sado a fim

auestão que nos propomos a discutir.

que elas o desenvolvimento económico? Eis

a discutir. que elas o desenvolvimento económico? Eis mais Clj-rélC-:lrlnc sistema nacíonal primeira vez em
mais Clj-rélC-:lrlnc sistema nacíonal primeira vez em 184 L o as pnmeJlraS pagmas do ao
mais Clj-rélC-:lrlnc
sistema nacíonal
primeira vez em 184 L
o
as pnmeJlraS
pagmas do
ao exame das
e mcJu:,trlal

3 O livro foi traduzido nos Estados Unidos já em 1856 (Henderson, 1983, refletindo a afinidade de então entre os Estados Unidos e a Alemanha como os dois centros de economia "nacionalista" (cf. Dorfman, 1955; Balabkins, 1988; 2001). Entretanto, a tradução britânica, versão utilizada neste livro, só viria a em 1885, o que reflete o domínio da doutrina do livre-comércio na Grã-Bretanha da metade do século XIX.

Chutando a escada

mais importantes do

metade do século XIX. Chutando a escada mais importantes do ocidental da Seu levantarnell- eXJJerlenCla de

ocidental da

Seu levantarnell-

eXJJerlenCla de Veneza (e de outros Estados

Hanseática

por

e

Inglaterra, de

e

da

dos

Unidos.

que a da história económica des-

in-

Grã-Bretanha e dos Estados

é

faz

do liberalismo.

da Alemanha

maioria de nós sabe 4 Para o teressante a análise

Unidos

ses

os

a Grã-Bretanha

dúvida

o

a aper-

arte de promover a indústria nascente, arte essa que,

aper- arte de promover a indústria nascente, arte essa que, que estamos priimeü'o estudar . Vale

que estamos priimeü'o estudar . Vale aaper- arte de promover a indústria nascente, arte essa que, traietória de sucesso desse se escora

traietória de sucesso desse

se escora a maior

. Vale a traietória de sucesso desse se escora a maior dos da afirmar que "nós

dos

da

afirmar que "nós da indústria na:3ce:nt':ôJ história da indústria mís1esa citar na íntegra a síntese aue ele faz

indústria mís1esa citar na íntegra a síntese aue ele faz atingi.do certo grau de desenvolvimento por

atingi.do certo grau de desenvolvimento por meio elo

e

m:m\lfatura, comércio e tura. Deram-se conta ele que a recém-criada indústria nacional não

teria chance de sucesso em livre concorrência com as es1:rangeiras, estabelecidas havia muito mais tempo italianas, as haJ1SE~àtlcas,

as

para

mediante um sistema de

e

as

incentivos, trataram de

4 Ela também é interessante pelo grau assombroso de sofisticação na com- preensão do da e das instituições no desenvolvimen-

List (1885, p.l0?) afirma: "Por industriosos,

parcimoniosos, inventivos e que sejam, os cidadãos individuais não compensar a falta de instituições liVres. A história também en- sina que os indivíduos derivam parte de sua energia orodutiva das instituições sociais e das condições que lhes são dadas".

to económico. Por

5

Ha-Joon

o solo nacional a

o talento

o

dos

Eis uma car'aClterlza'ção

à lm'lge.m predommante

de

Bn::tanha, a de uma destemida em mente deJmClflstrclu cesso m(lu,strlal

com os

e mercado

que

mente deJmClflstrclu cesso m(lu,strlal com os e mercado que su- riiriuiçt(]ç do o a Zollvel"ein benéfico

su-

riiriuiçt(]ç do
riiriuiçt(]ç do
cesso m(lu,strlal com os e mercado que su- riiriuiçt(]ç do o a Zollvel"ein benéfico de

o

a Zollvel"ein

benéfico

que su- riiriuiçt(]ç do o a Zollvel"ein benéfico de des'enllolv'im,entlo. '-.>VIUV

de des'enllolv'im,entlo. '-.>VIUV H.I.UH'J0 ccmtc::m-

o lrvr'e-CJOnlerClO as economias menos desenvolvidas. L Hluua certarrlente bE~net1Claos exp'Ürtadc1res dessas
o lrvr'e-CJOnlerClO
as economias menos desenvolvidas. L Hluua
certarrlente bE~net1Claos exp'Ürtadc1res
dessas eccmC1mlas,
da manufatura
que,
oplluao, O panegtnco
POtltlCC)S e ecc>noml~;tas
se servisse
denominava "dí)wtrÍlla ,co,;mopolita"

um

muito comum e inlte1ig(:nl:e

quem

dou-

dou-

topo da

chutar

a escada

subiu a fim

subiu a fim

os outros de fazerem o mesmo,

5

prossegue,

"Essa

foi

com

sucesso maior ou menor, mais acelerado ou mais lento, na as medidas adotadas foram mais ou menos ju<licioE:an1eI1te das à meta visada ou imDlementada com mais e perseverança" 111),

ou imDlementada com mais e perseverança" 1 1 1 ) , 16 Chutando a escada cO;3mop,oülta

16

Chutando a escada

cO;3mop,oülta de Adam

das tendências co:smopolitas

assim como de todos

de os seus sucessores governo britânico.

como de todos de os seus sucessores governo britânico. um grau valendo-se de taxas proteClomstas e

um grau

valendo-se de taxas proteClomstas e res-

industrial e sua as outras de

fazer coisa mais sábia

levado sua desenvolvimento que

concorrerem livremente com ela não

do que chutar a escada ascendeu à grélTld!ez;a,

benefícios do livre-comércio e

recentemente vinha trilhando o caminho descobrir a grande verdade. (Ust. 1885,

trilhando o caminho descobrir a grande verdade. (Ust. 1885, em tom penit:elllte, tocamte aos J:::stadc)s foi

em tom penit:elllte,

tocamte aos J:::stadc)s foi err'OnE~arrlente ]ulgacl0 gr,mcles teóricos da os COJ:1s1dera- (1 accmselJ:1la
tocamte aos J:::stadc)s
foi err'OnE~arrlente ]ulgacl0
gr,mcles teóricos da
os COJ:1s1dera-
(1
accmselJ:1la SI"fl<lmen1:e os
tentaçao de prornover
caÍ-
de irrmnrtóllriín das rna- desviando uma estarão retardando o vez de acelerá-lo. e estarão obstruindo
de
irrmnrtóllriín das rna-
desviando uma
estarão retardando o
vez de
acelerá-lo. e estarão obstruindo
za
à gra.ndeza verda(jeilras,
muitos europeus , os cesso
muitos europeus
, os
cesso

17

Ha-Joon

A observação de século que se Unidos não só se intelectual - do ram a ser o líder tulo ,Os bém no tocante

MundIal, qllancio sua sliÇlrernacia irldustrial

te

desses o mais ardente como, da Inciús:tna

ficou

à

confirmada quan,jo, os estacios e o do pelêÍoljo,

ficou à confirmada quan,jo, os estacios e o do pelêÍoljo, razão a escada" Depois da Seguncla

razão a escada" Depois da Seguncla '-"UClld

razão a escada" Depois da Seguncla '-"UClld os Estacios U1HULVJ sa que pn~cciDí:~arldo o

os Estacios U1HULVJ

sa que

pn~cciDí:~arldo o 11Ui-P_"".

o uso na,cíonaJísl~a

me

ora,
ora,

ou

Esses in-"vwt",.,tpc

na,cíonaJísl~a me ora, ou Esses in-"vwt",.,tpc cha- a atençél.O m(~toldcllo)2;Ia de a sua análise

cha-

a atençél.O

m(~toldcllo)2;Iade

a sua análise hí:3télríi:a

Essa UllUllJL, ""0,-,ri"

se restríJ1ge

que

a históricos na modelo. de modelos hISltÓI'ICCIS, e

venha a busca os Tal abc!raagern, balhos de (1965).6 Entre os expoentes como
venha a
busca
os
Tal abc!raagern,
balhos de
(1965).6 Entre os expoentes
como

6 Ela também se encontra, em certos filamentos, no marXIsmo - por exemplo, na teoria da história de Marx, mais que em sua teoria do valor do trabalho.

18

Chutando a escada

fa- equiv'ocad;lmente con- sldercldo apenas SOCiÓ!clgO, economia nas e "H.1ULllJU.
fa-
equiv'ocad;lmente con-
sldercldo apenas SOCiÓ!clgO,
economia nas
e
"H.1ULllJU.

AtualmE~nte, P'OUl:OS adluitem

que, antes da

Guerra

Ml1DijíaJ, a

escola

te

observou que arrlpJlar as mesmos, ajl1d;ln(jo·ni)S

dos

o gO\TerrlO

se tenha deixado influenciar

marcou fortemen-

Alfred Marshiall, outra, serviu para

o nosso conhecimento

nós

do munei(),'
do munei(),'
serviu para o nosso conhecimento nós do munei(),' Hoclgson, 2001; se ata:3tac10 errlpresta o nome ao
Hoclgson, 2001; se ata:3tac10 errlpresta o nome ao eco'nOJmísltas do
Hoclgson, 2001;
se ata:3tac10
errlpresta o nome ao
eco'nOJmísltas do

8

A
A

tendência natural ao aumento do

o desenvolvimento da sociedade humana.

cita uma pesquisa feita em 1906, mostrando que a norte-americanos que estudaram ciências sociais na EuraDa fi- zeram-no na Alemanha.

19

Ha-Joon Chang

dos fundadores da American EconomÍCAssociatícm

mente, a

mais

ministrada

bam quem

mente, a mais ministrada bam quem o o desenvol- res p6s-co!cmlaIS passou ab()rdaglem hlstólKa

o

o desenvol-

res

p6s-co!cmlaIS passou ab()rdaglem hlstólKa prosperou 9 ts:tucÍlo:sos

ser um

os CrLldc)-

hlstólKa prosperou 9 ts:tucÍlo:sos ser um os CrLldc)- ses desenvOlvIdOS. LU volvimento teorias

ses desenvOlvIdOS. LU volvimento

teorias

deselovl:)l\Tirrlellto económico mcius:triaJizaç:ão nos

foi a do "desen- do historiador económico ru:ssc)-amlencalOO

com base na

da in-

dustriaLização eurol)éia, argllmenta\Ta epe o

continuamente

crescente desenvolvimento

aos

que estavam

a

a cnaçao

culos

mais eficazes

mobilizar o financiamen-

to

trabalho de Gerschenkron (l

ergueu

pano de fundo para obra de sobre economia desenvolvimento. a texto clássico de do mesmo
pano de fundo para
obra
de
sobre economia
desenvolvimento. a texto clássico de
do mesmo
varnellte às exr:'eriências IUOCVLLI.-CIO

9 Para uma seleção de obras-chave anteriores na área, ver A2arwala &

(1958).

10 Sobre o desenvolvimento dessas teorias, ver Lewis (1955); Kuznets (]965, 1973).

20

(1960);

Chutando a escada

Gustav

to neoclássicos de uma safra anterior e mais modera-

fJUUl1.I.-VU no veículo mais cente, a American Economic

economistas do desenvolvimen-

um dos

da tendência nrpV;:lIF'- um intitulado "Economic

DE:vE:loprrlellt in Historical Persoective" r"Persoectiva histórica

do

económico"

do económico"
 

Infelizrnent1e,

nas últimas

mesmo a economia do

desenvolvimento

e

história económica - dois

da

eO)1l'Orrlla que dão

histórica

foram

relevância à da economia

que

cal:eg,oricame~nteesse

de raciocínio indutivo.

con-

aistóricas as

discussões sobre a de desenvolvimen- to económico.

foi tornar

Sem

sobre a de desenvolvimen- to económico. foi tornar Sem a do está ,-",,,,1M,, de vre-comércio beneficia

a do

está ,-",,,,1M,,

to económico. foi tornar Sem a do está ,-",,,,1M,, de vre-comércio beneficia todos os mar contortavelmente

de

vre-comércio beneficia todos os

mar contortavelmente nas expenenClas cont,errlpC)rane:as

teoricamente íUlld;lmentaejas

exe:mj:)lo, o li- se arri-

eXE;mj:)lo, a

acerca do "Estado de:serlvo,lvimE:ntista"

Extremo

Não

são raras as discussões funda-

mentadas na

histórica dos

atualmente desen-

volvidos

denominados

É certo que se fazem

referências históricas esparsas, mas estas sempre se esteiam

em

Uni-

SUIPo:sta história de livre-comércio e mercado livre des- é

sas

a britânica norte-americana são extremamente seletivas e, n~r~~nr~ coisa que mais adiante teremos ~n~'-hm; dade de verificar. a lamentável resultado é que, nas últimas

com ra-

volvimento. No

a referir-se exclusivamente à Grã-Bretanha e aos

e, além tendem

altamente

como

tais

aos

sobre

e aos e, além tendem altamente como tais aos sobre é'V'né"-lé'nn ras e honrosas poucos

é'V'né"-lé'nn

ras e honrosas poucos estudos sérios

a pers-

stóriC';]

análise do

econâmico

2]

Ha-Joon Chang

nhlf'tIV('IS do nresente trabalho
nhlf'tIV('IS do nresente trabalho

como miltéria-pl'irrt8

para cri- das "boas po- dar ao leitor fal- Drovar auesltão po-

2001. 11 Por esse me)trvo. é reafirmar a utilidade de ticar atualmente e da "boa de que a nossa

de

sa

Não é esse o

deste livro.

discutir um

o auxílio

história.

acrescentaria que, ante a

sobre as

e

in:3ül:uiçõl::s "boas", tal visão é n8rticularmente relevante no mo-

mento \lalWaUllellLe, o livro focaliza o século XIX e o início do XX,

mais

o

o fim das guerras

leónicas (18

5) e o inÍCio da Primeira

1

durante o

a maioria dos

estava

da Primeira 1 durante o a maioria dos estava em a Gl-ã-Bn::tamr18 dado o seu latamos

em a Gl-ã-Bn::tamr18 dado o seu

latamos o rece inúmeras áreas

de

em estudo. Por do século

latamos o rece inúmeras áreas de em estudo. Por do século económica do desenvol\rinlellto Prússia do

económica do desenvol\rinlellto

Prússia do século XVIII é caso eSt)ecul

em razão das reformas burocráticas

senvolvimento de novos métodos de fomento à ;~.~",,-.~;~

de novos métodos de fomento à ;~.~",,-.~;~ excecões serem são as 11 No entanto, os prim(~ir()E

excecões

serem

são as

11

No entanto, os prim(~ir()E este livro. Bairoch ses, concentra-se

ocupa de um grupo de nações ainda mais mas sua discussão

elas breve, a não ser no tocante aos

(1995) abarcam um espectro de industrial, comercial e fiscal -, mas ficam em um número relativamente limitado de nações-

escandinavos. Weiss & Hobson

um espectro
um
espectro

na

comercial.

(1985) se

Bretanha, França, Prússia, Japão, Rússia e Estados Unidos. O estudo de

his-

tóricas dos

na eXDeriência histórica dos Daises em desenvolvimento

desenvolvidos, mas, na vérdade, concentra-se sobretudo

Amsden (2001) oferece muitas referências localizadas às

22

Chutando a escada

muitas referências localizadas às 22 Chutando a escada como o um expressivo crescimento económico graças à
muitas referências localizadas às 22 Chutando a escada como o um expressivo crescimento económico graças à

como o

um expressivo crescimento económico graças à radical transfor-

e a

que se mostraram

a en1D]~ee:ncler

institucional que se

ao conflito.

Ernp,enlhçuno-nc·s em estudar o maior número de naçoes pos-

sível. Embora reforce as nossas mais

tativa de a crítica cont:iV'lm.os com isso e

Não só porque esperamos estimular os economistas do desen- volvimento suas teorias em bases mas também de os historiadores económi-

cos tomarem mais consciência das

trabalho. dades e este livro terá atln~~!do

essa ten- suscita necessariamen-

este livro terá atln~~!do essa ten- suscita necessariamen- história económica crítica de bom teóricas de seu

história económica crítica de bom

teóricas de seu das que se seguem,

hCllCl,Ul-

estimular o

discutidas nas

que vão do grupo tanto, conhecidos com o intuito de ab,orcia!1,ern dos outros mais é
que vão
do grupo
tanto,
conhecidos
com o intuito de
ab,orcia!1,ern dos outros
mais
é necessaria-
superar
escassez de estudos sobre eles em
ptC)blerrta com

de assistentes de mites desse método que continua sendo dos faltam A C11stmçilO

iw::vita'V'el.m,::nte arbi[miria. Em reIaçao a senso comum,

se-ia dizer

as tes, ao passo que

que

evidentes.

mais

outros

mas os li-

convém aS:3inalcif examinar as experiências

sobretudo porque não

livro

e

erróneas de sua hls;tbJ~la.

políticas e

são

mais permanen-

são mais facilroeJ1te calnl::,iá11eis.

uma

aumento de tarifas para certas indústrias

cons-

. enquanto a tarifa em si há de ser conside-

23

Ha-Joon

Chuiando a escada

uma

Mas essa

per-

ses. Isso ocorre sobretudo porque as

por serem mais

der facilmente a

se possa

va:riá'veis. como já

são muito mais difíceis de carac-

siderar a

de Patentes uma

a pos-

sicllJic:1acle de adotar pal:entes - como a

e a

não fizeram efetivamente

o

começo do

Do mesmo

ao

da

o faremos no contexto das im;titui(;ÕE~S

poraclas ao governo, mas também como

de

im;titui(;ÕE~S poraclas ao governo, mas também como de O 2 trata pnnCJl.pa.lment:e isso se ao fato

O

2 trata pnnCJl.pa.lment:e

isso se ao fato são
isso se
ao fato
são
como de O 2 trata pnnCJl.pa.lment:e isso se ao fato são tamente as entre tais que

tamente as

entre tais

que separam

 

outros

 

mais

e

 

as

cas ICT ocupam o volvimento económico. que isso não que as fJVJL1UI~Cl" não tel1h,lm importância a única coisa

cas ICT ocupam o volvimento económico. que isso não que as fJVJL1UI~Cl" não tel1h,lm importância a

o

eco-

nómico (e

menos o

, por

o crescimento é a chave do desenvolvimento

 

mais

amplamente definido. Ao corltráLrio

caj:)ítulos se§;uilLltes, dedicados às instítui-

o 2 se concentra em

número

12 Por pouca gente nega que à estabilidade macroeconômíca por meio das orçamentárias e monetárias é

definir

manutenção de baixos índíces

inflacionários abaixo de 5%), como reza a ortodoxia corrente (ver

rec]uisito do desenvolvimento, muito embora eu não concorde

isso, de modo tão estreito, como a

também StigJitz, 2üüla,

24

terizar do que as Por

mente a ou os bancos

formal que

a

datar limita- tão fácil determinar

os bancos formal que a datar limita- tão fácil determinar claramente a exi stÉ~nc:ia ,e a

claramente a exi stÉ~nc:ia ,e a il11:encSiclad!e me necessário um número vez, me sobre

Capiítulo 3).

cat:1apolitlca, pareceu- análises baseadas em tantas quanto no que trata das

análises baseadas em tantas quanto no que trata das LClfJUI-tlV O e conceitualmente. ni,~,~y~ relativamente

LClfJUI-tlV

O

e conceitualmente. ni,~,~y~ relativamente elevado de

em

de verdadeiramente decisivas para o desenvol-
de
verdadeiramente decisivas para o desenvol-

um eSlJectro

de verdadeiramente decisivas para o desenvol- um eSlJectro cOlnplexid,lde institucional das sociedades mC)dE~rnas, mas

cOlnplexid,lde institucional das sociedades mC)dE~rnas,

mas também porque é a nossa

são as

vimento económico, Entre elas, encontram-se a de:m1oclracía,

burocrac:ía, o os de prc)pned,lde mente os de prc)pl'leClacte lrlteJiecl:ua.l) nança emprc eXlgenclas de audlitOl'ia/(ilSclosw-e, tUlçcles financeiras

e trabalhistas mel1taçác da jorrlada

nl"l-:lr,rr. me é dado

um

número de

e último

retoma a

os

desenvolvidos estão tentando

a escada"

subiram ao

as nacões em desenvolvi-

25

Ha-Joon

Chutando a escada

menta de adotarem as

e im;tituie;õc;s

bal" são

ou necessárias para a totalidade dos

adotaram? I.rgun1erlto que

atual

ortodoxa faz o

para

em

necessidade assim

Do mesmo outras

"chutar a escada".

fomento à indústria nascente

convém

lan1erltae;ao anl:1trust:e, o que

que as

como a regu- de

re,;saltéLr, não exclusivamente via foi a chave

do desenvolvimento da maioria das limitadas pequenos aaíses da do ou muito móximos

cons-

que

limitadas pequenos aaíses da do ou muito móximos cons- que ficando as ex,cec;õE:s do a a

ficando as ex,cec;õE:s do

a a
a
a

em desenvolvimento adotem essas

à sua

grave

de gerar rlpc;pnvnlvi-

mento ecc)ne)rrllCC), No caso das prmc:lpal conclusão é

atualmente to são mais económico das

mais co,mrl1exa. muitas im;tituií;õE:s ao desenvolvimen- causa do desenvolvimento

tão

do que

Isso em desenvolvimento não devam adotar as

pn:dclmínantE:s nos

(embora

de-

sua adoçao fJV'V~,'U

sua adoçao fJV'V~,'U lmplémtaç~to e

lmplémtaç~toe

até mesmo

que sobretudo os

uma

escassos

humanos

Também cabe

a de instituiçÕies

escassos humanos Também cabe a de instituiçÕies ainda despl'eparéldc)s não tUl1Clonem de que, na

ainda despl'eparéldc)s não tUl1Clonem de

que, na senvolvimento contam

vimento institucional em encontravam em estágios equl'Jalentes

tulo

relativamente pouco espaço nal efetivo em tais nacões. dessa

recebê-Ias

se

elas Além disso, se

em de-

grau mais elevado de desenvol-

com os PADs auando se 3.3.3 do curto prazo, institucio-elas Além disso, se em de- grau mais elevado de desenvol- os atuais esse o caso,

com os PADs auando se 3.3.3 do curto prazo, institucio- os atuais esse o caso, também

os atuais

esse o caso,

também se

dizer que o pre-

vam adotar as tadas

industrial e comercial

ponder;lnl~ediscurso

desenvolvimento com base elemento da atitude de "chutar em aos

desenvolvimento com base elemento da atitude de "chutar em

aos

dessas m~;tltullcõE:s

instit:ucional traz

benéficas para a maioria das em deseJt1vIJ!v·irrlerlto,

escada" à

que não necessariamente para

ser adotado matéria controversa.

dos

é necessário à

embora o formato exato a o banco cen- financeiros sistêmi-

cos, mas é discutível se deve gozar

quase concentrando-se exclusivamente no mttaçao, como a ortodoxia em voga.

em
em

benéficas se de,;erLvol- económicas e lutas polítJca,s,

seria os em desenvolvimento abrirem

veram

muitas custa de dolorosas

em desenvolvimento abrirem veram muitas custa de dolorosas lidade de resulta na LJU:"o,lUl- Convem. que exagerar

lidade de

abrirem veram muitas custa de dolorosas lidade de resulta na LJU:"o,lUl- Convem. que exagerar os

resulta na LJU:"o,lUl-

Convem.

que

exagerar os benefícios do catch-utJ todas as instituicões de

os benefícios do catch-utJ todas as instituicões de 26 de custosas, são irrelevcmtes ou mesmo vista

26

de custosas, são irrelevcmtes ou mesmo

vista o

que eles se enC01:1tr'an1.

irrelevcmtes ou mesmo vista o que eles se enC01:1tr'an1. de incomodar muitos nará boa parte dos

de incomodar

muitos

nará boa parte dos mitos que eles dão como nos acreditam do mesmo modo como as quesl:IOl:1ac1as no processo de pesqlllsa.

intelectual moralmente. 11lle~:tIC)-

ou

Sem

o

este livro tem a dizer

'\lg;un1as conclusões talvez

certas pessoas.

moralmente desconfortáveis

atribuir supenc1n-

claro que não

27

à

dade esclarecer tanto vezes mIJrctIiE;tas.

Ha-Joon

que se segue, No entanto, espero que cerca essas questôí=E

por

28

aistóricas e

espero que cerca essas questôí=E por 28 aistóricas e .1 No o fato de se- rem

.1

espero que cerca essas questôí=E por 28 aistóricas e .1 No o fato de se- rem

No

o fato

de se-

rem p011qulÍssim;ls

tentativas de

as

das

dos

desenvolvidos para so-

lucionar os pn)bJerrlas COJntE~nlpOràJleí)S pvnnrpi adtanlte, as escassas

mitos

a

são da da poJJtlc:a ôcorlornica

muita ênfase aos dustl'laJ do laissez-faire.

do llv're-cO't11É:rcto

a segulnl:e.
a segulnl:e.

é ou

deficienre. Bhagwati (1985, ] 998) oferece
deficienre. Bhagwati (1985, ] 998) oferece

equilibrad;ls e informadas,

uma versão

de es-

Ha-Joon

do século britânico comprovou a supeno1nciacie

Ll1\-'U"LllcU
Ll1\-'U"LllcU

do Imççp7-frúyp

a supeno1nciacie Ll1\-'U"LllcU do Imççp7-frúyp pOiltlC1S de meJêcaclo desa- de livre-comércio. Mediante

pOiltlC1S de meJêcaclo

desa-

de livre-comércio. Mediante essas nr';TU-'OC

a em:rgia elnpêee:ndc~dora,

essas nr';TU-'OC a em:rgia elnpêee:ndc~dora, do aD,mClOnou teve nova ren1anesoentles do mo

do aD,mClOnou

teve

nova
nova

ren1anesoentles do

mo merca.ntíllst:a. dessa

liberal mllOdlai, sucesso económico fundado meroo da de 860. No entanto, a tocan:te ao ilVJêe-,cornerClO.
liberal mllOdlai,
sucesso económico fundado
meroo
da
de
860. No entanto,
a
tocan:te ao ilVJêe-,cornerClO.
nH_GU'UV, que provaram teC)[ll:a-
no
985-1
estabilidade oterecIda
estabilidade oterecIda
que provaram teC)[ll:a- no 985-1 estabilidade oterecIda trados BhllgVllati & Hirsch (1998), uma coletânea de

trados

BhllgVllati & Hirsch (1998), uma coletânea de

trados BhllgVllati & Hirsch (1998), uma coletânea de home:nagell1 a Arthur Dunkel, que de a do

home:nagell1 a Arthur Dunkel, que

de

a do General Agreement on

1993) na

Trade (Gatt). Os trabalhos de Clerca e Ruggiero. citados a

coletânea.

são dessa

30

Chutando a escada

ou segunda metade do século XIX.

a única

relativamente benévola da

Essa ordem

século XIX. a única relativamente benévola da Essa ordem politicas industriais do internamen- poucas barreiras fluxos
século XIX. a única relativamente benévola da Essa ordem politicas industriais do internamen- poucas barreiras fluxos

politicas industriais do internamen-

poucas barreiras

fluxos internacionais de

estabilidade macroeconómica nacional e internacio- oadrão-ouro e pnnCIpIo do periodo de pro.spel-lda,de

oadrão-ouro e pnnCIpIo do periodo de pro.spel-lda,de InltelizITlerlte, Seí:;Uf:ldo essa as coisas começaram

InltelizITlerlte, Seí:;Uf:ldo essa

as coisas começaram MundiaL e económico mun-

an-

consequente in,;tabilidclde do
consequente in,;tabilidclde do

à

erguer barreiras comerciais. ona:ram o liVrEê-COmel'ClO, instituindo

comerciais. ona:ram o liVrEê-COmel'ClO, instituindo 8 cOI1seqül~nc:ias de,;astrosas para o co- o menta

8

cOI1seqül~nc:ias de,;astrosas para o co-

o

menta económico e o en1pl~ej2:0 n:orte·-arnenc:arlOS, eo:monllstas convencidos pr,ovl)Glda principa.!mente por essas tarifas". Outros como Alemanha e o

por essas tarifas". Outros como Alemanha e o os externas por eles livre- se estreitamente fascismo
por essas tarifas". Outros como Alemanha e o os externas por eles livre- se estreitamente fascismo

os externas por eles livre-

se

estreitamente

fascismo

às

décadas comércio finalmente sucum!Jiu

sistema

fascismo às décadas comércio finalmente sucum!Jiu sistema à de reiJntnJdllZir reslulta.nte corltração e

à

de reiJntnJdllZir

reslulta.nte corltração e

da

2

Conforme essa versão da história, o nexo infeliz entre intervencionismo estatal autocracia foi desfeito posteriormente, com o fim da Guerra as autoridades norte-americanas de ocupação nesses percebendo que os cartéis eram a causa fundamental do fascismo,

as autoridades norte-americanas de ocupação nesses percebendo que os cartéis eram a causa fundamental do fascismo,

Ha-Joon Chang

economia e, a restava da DeDois da zeram-se

o conflito de 1939-1945 ordem liberal mundiaL Guerra

prossegue a

o

fI-

no que se refere à do

a

progressos

cOlnerCJ(), com o início das Tariffs

AgreE~m(::nton Trade

da economia

, Não
,
Não

visão

mundo

até a década de 1970 e o dos paIses

do

\\/'wr,a"

(l

até

o início

de 1980

fInal

1

série de

como o do Sachs & contribuiu

intervencionismo nos em desenvolvimento. Prevaleceram teorias argumento da indústria nascente, a

Rosensetin-Rodan (l sem cessidade de

pr,ott~cionisfnoe

a Rosensetin-Rodan (l sem cessidade de pr,ott~cionisfno e e o estruturalismo latlDiJ-élmencal10, por exigeJlci:1S

e o estruturalismo latlDiJ-élmencal10, por exigeJlci:1S

como ane-

nacional

a

"ai=iradar" certos COJ'1trole do tempo de

interesses. Não taltaram heJ:anças

que

no

de paz.

torturlad:lmente, SE~gUJldo se sm;terlta, gra:nae

a ascensão

do

todo o a cl8lUdliGlr
todo o
a cl8lUdliGlr

"boas"

gra:nae a ascensão do todo o a cl8lUdliGlr "boas" entati;=a as crescimento ses as 1<1tJCJOS, que

entati;=a as

do todo o a cl8lUdliGlr "boas" entati;=a as crescimento ses as 1<1tJCJOS, que crescirnerlto, que

crescimento

ses

as 1<1tJCJOS, que crescirnerlto, que

ecem6micas do

ínl:ervenClOfllsmo eses as 1<1tJCJOS, que crescirnerlto, que ecem6micas do do decênio de protecionismo antlquad.os. Conseaüentemente,

do decênio de

protecionismo antlquad.os.

Conseaüentemente, acabou ad()tando p0111tlGlS

3 Acordo Geral sobre

e Comércio. (N. T.)

32

Chutando a escada

do

(l

do (l
do (l

a

da

no

durante o gover-

'cu 'U\!"\!. um dos expoentes da teo-

tra-

m~;re:;;sodo

re§:UJ,lmenl:açao, para do ~,~,u.u,uaua com
re§:UJ,lmenl:açao, para
do
~,~,u.u,uaua com
Renato (l p. o dirf'tor-ÇYPr::ll m ( )fVl{ essa de erradicar Dr()ximc século Como VPI'prY1nQ
Renato
(l
p.
o
dirf'tor-ÇYPr::ll m
( )fVl{
essa
de erradicar
Dr()ximc século
Como VPI'prY1nQ adiarlte,
so,
a
no
do século
com

4 A expressão foi extraída de Sachs & Warner (1995,

5

Sachs & Warner (1995) situam essa "Idade de Ouro" no

1914.

1850-

33

Ha-Joon Chang

de de bora essa se se baseasse em sua lnCOJt1tE,stávl"l supenorid~l- guiD2lda decisiva para na
de
de
bora essa
se
se baseasse em sua lnCOJt1tE,stávl"l supenorid~l-
guiD2lda decisiva para
na
de económica na e estivesse im:xtricav,elrneJt1te
PO:Iltl<:a írnDI:ri3ll. Entre 1860 e 1
aboliram sul)stanc:ialme~nte
praticar o
as

conservaram uma

elevadíssima barreira Entretanto, como ainda

da economia

mlJndl~tl,não há de ser de todo insensato afirmar que esse foi o

rel)re:sent~lVauma relativamente

os bstaGOS umGOS, que, mesmo nesse

uma relativamente os bstaGOS umGOS, que, mesmo nesse pn'Jximo do que o mundo já teve ou

pn'Jximo do

que o mundo já teve ou

(provavE,lrrlerlte) terá. Mais inclusive até a

até a Primeira Guerra

(e

a extensão do inl:erVel:1Cionisrno

estatal era bastante

restrita

os tanto a doutrina

exem- do eqlcülí brilo

lmlWldc a!can(:e do tributável

lmlWldc a!can(:e do tributável

que a

maioria dos

entre outras

de

de

renda de

estreitavam muito o esoe,ctro

da

A

limitada

o or-

çalnelt1to g01Jernarner1tal e dificultava os grandl:s deSE,ml)olsos

fiscais para o errlpE,ntladlo em fazê-los Na maioria

estivesse

exce- não havia bancos cen-

as ferrovias uma

estivesse exce- não havia bancos cen- as ferrovias uma a começo do século XX, de modo

a começo do século XX, de modo de acão da nnlíti(';1 monetária era iÇJll::J Impnte exÍ\mo. Em

os bancos eram

o

era iÇJll::J Impnte exÍ\mo. Em os bancos eram o pejU Esta- dos e reduzia extremamente o

pejU Esta-

dos

Impnte exÍ\mo. Em os bancos eram o pejU Esta- dos e reduzia extremamente o espaço de

e reduzia extremamente o espaço de

o que

34

Chutando a escada

"prOgr~Urlasde crédito

de o que 34 Chutando a escada "prOgr~Urlas de crédito que, no nÓC;-ÇJllPff;1 medidas indicativo a

que, no nÓC;-ÇJllPff;1

medidas indicativo
medidas
indicativo

a não

um tanto pal:adox:al

cadostão

Taiwan e a

da indústria e o de investimentos por muitos nos primeiros anos do OÓS-gUPffa a Austna e a - eram

como a

e exitosamente em

Se~surldaGuerra

ser em tempo de guerra. Uma

de

essas lml1tlçC)eS

a

tarifária

um ins-

trumento muito mais lmlpclrt:1nlle

trumento muito mais lmlpclrt:1nlle

XIX do que

em nossa

dessas

como já

no

1 e vou

mostrar com mais

neste, virtualmente todos os PADs

usaram ativamente

 

comercial e tec:ncllo,glCa

intervencionistas para promover a indústria nascente

rante o período de catch-uIJ. 6 Como veremos adiante. houve

mas aparentes

como a

e a

mas esses

à

não tinham

já haviam

ou estavam muito de modo que, por

de

fronteira

tanta

outros se valeram ativamente de fJVjllU'~a"

haver concluído o

meço do século Unidos no limiar do

via que a mo no pacote de pOlltlCas a

como nem necessariamente Na ros aos insumos eram

com ex])olrtaça(). O Estado tanto a ria a diversos programas de investimento

promover a indústria nascente. A]ç'um:

investimento promover a indústria nascente. A ]ç'um: com sucesso (a Grã-J3n,tanllla foi um instrumento

com sucesso (a Grã-J3n,tanllla

foi um instrumento importantíssi-

(a Grã-J3n,tanllla foi um instrumento importantíssi- não foi o único recurso SUbSldlOS e os reE,mbo]SClS

não foi o único recurso

SUbSldlOS e os reE,mbo]SClS aljUime~l-

para estimular a recor- em

6 Sobre a clássica discussão acerca do catchinsz-uIJ.

35

Abramowitz (1986,1989).

em

2.

-

em 2. - estágIos de 1950
estágIos de 1950

estágIos de

1950

 
 

18

Dinamarca

3

18

Alemanhas

Itália

25

n.d.

Holanda 4

11

Suécia

9

Unido

Unido   23
 

23

EUA

14

Fonte: Bairoch (1993,

 
  23 EUA 14 Fonte: Bairoch (1993,   muitas e importantes as restrições importação àe bens

muitas e importantes as restrições importação àe bens manufatura- àos, de moào que o ínàice méàio de tarifas não é si§inificativo

I O Banco Mundial (World Bank, 1991,

pareCIJQa, p,an:ialmemte extraída dos estudos de Bairoch, que são a base da Tabela 2.1. Entretanto, as cifras do Banco Munàial, embora semelhantes àe Bairoch na maioria dos casos, são médias não o que obviamen- te é menos do que as médias oferecidas por Bairoch. 2 Essas são taxas muito aDroximadas e dão o alcance da média, não das taxas

Tabela 5.2) fornece uma tabela

da média, não das taxas Tabela 5.2) fornece uma tabela Allstl'o-Húngaro até 1925. 4 Em 1820,

Allstl'o-Húngaro até 1925.

4 Em 1820, a

e a Holanda foram unidas.

As cifras de 1820 valem exclusivamente para a Prússia.

19]

foi obrigado a manter as baixas taxas tarifárias (até 5%)

razão de uma série de "tratados com os europeus e os Esta-

dos Unidos.

tarifárias médias não do Japão para todos os bens (não só para os manufaturados) nos anos de 1925, 1930, 1950 como sendo de 13%, 19%,

tabela do Banco Mundial citada na nota] apresenta as taxas

4%, resDectivamente.

36

Chutando a escada

também o ""H.hJLLH-U,
também
o
""H.hJLLH-U,

m'llTllféltura. Financiava a

às vezes

e

meios

tizur8lvalm o

outras por

à es~)ioI1ag.em

o patentes estr·an:;2:eiréls. Inlcenriv8lva-:se o des(~nv()lviInento mediante o

e o nâO-l:econheClrnen-

à

e

à edllCalçâo

 

se

para

o

das

cnaçao de tabnGlS-rnO- eXpo.slçoes, a concessão empresas do governos crí,lraJTI ITleCantSIT10S ins:titucíonais a parcerIa plibllco-prtVac::!a co-nrivadas e

a parcerIa plibllco-prtVac::!a co-nrivadas e 1::s[aoo). terais multilaterais Ilf;dUdb as tenhaln Uma
a parcerIa plibllco-prtVac::!a co-nrivadas e 1::s[aoo). terais multilaterais Ilf;dUdb as tenhaln Uma

1::s[aoo).

terais

multilaterais

Ilf;dUdb as tenhaln
Ilf;dUdb
as tenhaln

Uma

reais ou po'tenC:lar:s.

os

recorre-

dos cornp·etic:!o-

de mal~UlI1ana)

dos para que U,U.Lh""'-'"

lmpe.dlr a "Y~.n ct",y·pnri."

lmpe.dlr a "Y~. n ct",y·pnri." eXE:mrl!o, o desenvolvi- obsta:nt.e, as catch- up ou

eXE:mrl!o, o

desenvolvi-

obsta:nt.e, as

catch-

up

ou passlvaml,:nte essas medidas restritivas.

a vane:da.de de estratézias

não eram colónias não acei-

de

superar os obstáculos

37

Ha-Joon Chang

re~;tnlçoes, incluindo meios cO()ptaç8lo da mão-de-obra e o

incluindo meios cO()ptaç8lo da mão-de-obra e o como a de m~lquimls, rn1'" h_H política quando

como a

de m~lquimls,

meios cO()ptaç8lo da mão-de-obra e o como a de m~lquimls, rn1'" h_H política quando eram maioria

rn1'"

h_H

da mão-de-obra e o como a de m~lquimls, rn1'" h_H política quando eram maioria deles atual

política quando eram maioria deles atual diz que eles

eX1per'iêrlci;ls de um grupo de PADs

Bél-

de

UI11UU::>, AI,em.anha, rrau'ra, Coréia e Taiwan - e avalio o comercial e tec:nc)lógic:a

em

quase

"e

aos atuais

o comercial e tec:nc)lógic:a em quase "e aos atuais Demonstro que a ao que a ortodoxia

Demonstro que a ao que a ortodoxia

em

2.2.1

A

aos atuais Demonstro que a ao que a ortodoxia em 2.2.1 A gelalllleUlt:: é uma sem
gelalllleUlt:: é
gelalllleUlt:: é

uma

sem

inltelcectua] das doutrinas modernas do laissez-

de ter

um Iívre-

de sua

Grã-

que se rlp"prmnhTP."

do Estado. No entanto, isso está

da verdade. no per'íoclo Dos-teLldaJ

Ao

a Grã- 1
a Grã-
1

Bretéll1fla era uma economia relatívélmente irnnn, tc~cnolclglado Continente (Kj'ndlelJer:2,er,

tr,n

Sua limitava-se lã bruta cido de lã com pouco e se destinava aos bem mais ac1lafJltaejos

cip'alrneJn.te às

de Bruges. Ghen e

7

Escrevo a

entre aspas porque, no caso,

termos da

britânica, cuja

Dodia não

ca, certamente não foi) aceita Delas outros

era nos

(e,

38

Chutando a escada

foi) aceita Delas outros era nos (e, 38 Chutando a escada LJdV lC;:', 1 . Os

LJdV lC;:',

1

outros era nos (e, 38 Chutando a escada LJdV lC;:', 1 . Os monarcas britânicos da

. Os

monarcas britânicos da tudo por motivos de

mente do que a lã incentivou a SUlJStItuJÇ8l0

irrmnrt:or3n de tecido de lã e favoreceu

gravavam esses

sobre-

mas o fato

o pano ser mais leve-

que

sucesso na expor- III (1327- desen-

para 8 atraiu tece-

a

sucesso na expor- III (1327- desen- para 8 atraiu tece- a 77) foi o volver a

77) foi o volver a o resto do lões de

V"dJllMY, 1

monarca a procurar, local de tecido de lã. Dando o ele só usava roupa de pano

centralizou o comércio de lã bruta e

irnnnl't:o,-'in do tecido de lã

1

1;

lã bruta e irnnnl't:o,-'in do tecido de lã 1 1; Os soberanos da dinastia Tudor deram

Os soberanos da dinastia Tudor deram novo Impero senvolvimento da indústria com uma que só ser

descrita como de deliberado fomento à indústria nascente. Daniel

o famoso

e escritor do século

descreve essa em seu quase livro A Plan

Commerce narra minuciosamente como os VII transformaram a 1n- dq)enlc1ente da de lã bru- va,l",VOJ,
Commerce
narra minuciosamente como os
VII
transformaram a 1n-
dq)enlc1ente da de lã bru-
va,l",VOJ, numa das maiores
de lã do
foi uma eSfJécíle
de ser coroado, em
na corte de sua
10
1rnnrPQQlri_
com

8 Isso lembra as adotadas peJo Japao e T

PÓS-><UEôrra, de controle do "consumo

luxo Sobre isso, ver Chang (1997).

luxo", princ:ipalrnentE

Sobre isso, ver Chang (1997). luxo", princ:ipalrnentE 9 a Erik Reinert por ter me chamado a

9 a Erik Reinert por ter me chamado a atenção para esse livro, tanto

por sua obra lONa entanto, aqui Defoe se

passou anos exilado na Bretanha e na França, não

Reinert, 1996) quanto pe,;soalnJerlte, quanto aos fatos, Antes de ser coroado

em 1485, Hentique

39

Ha-Joon

gares ad,eql1aclos e até mesmo a fnVHJ",,~v temj:)OI'arIa Kamsav documenta melCaba(:1O, com exceç2lo dos
gares ad,eql1aclos
e até mesmo a fnVHJ",,~v temj:)OI'arIa
Kamsav
documenta
melCaba(:1O, com
exceç2lo dos
Sei:;urldo ele r.hc'pnr0
circunstância de o esforço britânico pelo catc!J-up, no
circunstância de o esforço britânico pelo catc!J-up, no

13

Vll,

se concentrado nos Países Baixos, inclusive na

Penn por

levantado essa

questão.

A\2Tadeco

Defoe (1728, Vil "ergueu manufatura diversas partes do como Leeds e Yorkshire, região escolhida em
Defoe (1728,
Vil "ergueu
manufatura
diversas partes do como Leeds e
Yorkshire, região escolhida em virtude da sua situação
Í1TiÍn1el'as nascentes, minas de carvão e
Hl:lll'iqueVII "recrutou secretamente
gran-
perfeitamente hábeis em manufatura,
muita experiência

Chutando a escada

anos de Importações cornpetltlvldade mtt:rn,lClCmal da Isso acabou os tabríGtntí:S polltlca de e aos
anos
de Importações
cornpetltlvldade mtt:rn,lClCmal da
Isso acabou
os tabríGtntí:S
polltlca de
e aos lffilpe:raao
su!)remacian~al
a
da
novos
os
dos
estra-
o
sucessores,
;r8l-Bretanha o sucessc
sido

14

ção de
ção de

41

Ha-Joon

inciustri:aJi;éação: sem o

dessa

que ch(~gCIU

Ha-Joon inciustri:aJi;éação: sem o dessa que ch(~gCIU a repres·entar século menos a metade da renda da

a repres·entar

século

menos a metade da renda da eXDortacão no

século menos a metade da renda da eXDortacão no Revolucão Industrial britânica dificílima. J5 A reforma

Revolucão Industrial britânica

dificílima. J5 A reforma da Robert mercantil de 1/1. por ge I uma extraordinária industrial
dificílima. J5
A reforma da
Robert
mercantil de 1/1.
por
ge I
uma extraordinária
industrial e comercial
no reinado de
de foco
nas
Antes
a poJJt1c:a g()vern,imt~ntal
colc)ni:::açiio e pe-
que eXIgIam que o comércio a Grã-

J6 e gerar renda para foi o incentivo à manufa- mesmo este

o Estado. A

tura

foi motivado de gerar renda para o go-

verno. Em 721 destinavam-se manufatureira. Ao

diante a fala do trono ao Parlamento: "é evidente que nada con-

expor-

de bens manufaturados e a importacão de m,ltérial-prirna

tribui mais para promover o bem-estar

Bretanha fosse feito em navios

mais como se discutiu

as

introduzidas de a promover a indústria declarou me-

do que

a nova

de a promover a indústria declarou me- do que a nova A de 1721 e as

A de 1721 e as SU[)Seí::jüc~nti~s aJter;lçÕí~S pc)l1tJlCaS

supJe:m(~nt:an~sulCJ1JÍram as

reduziram-se ou até se

as

Jb

eX!Jortação de tecidos

dos

de lã) representava cerca de 70% 1700 e continuou acima dos 50% do total das

Acts, Wilson (1984, D.lO'±-:JI.

dos 50% do total das Acts, Wilson (1984, D.lO'±-:JI. dominante da comercial da eX!lortaç,5es até a

dominante da

comercial

da

eX!lortaç,5es até a década de 1770 (Musson, 1978,

Sobre a

16

17 Como citado em List (1885, de List (1885,

"foi, durante séculos, o

assim corno anteriormente havia sido o da política comercial da República de Veneza"

Para

detalhes, ver Brisco (1907, p.131-3, 148-55, 169-71); McCusker (1966, p.313-4); Wilson (1984,

148-55, 169-71); McCusker (1966, p.313-4); Wilson (1984, 42 Chutando a escada das manutatura;'" em segun-

42

Chutando a escada

das

manutatura;'" em segun- elevou-se o reembolso aduaneiro para as m,ltenas-IJumélS

- política já bem de Guilherme e Maria. 20 Por de castor e, em caso de

permjtiu-~;e o reembolso da metade da tarifa paga

aboliu-se o de ex- elevou-se

maLiluJatur;lS de Impo.sto da em dos
maLiluJatur;lS de
Impo.sto da
em
dos

sig;niJriGitÍ\lanrleI1te a tarifa aduaneira dos bens mémllÍal~uradlos;

a tarifa aduaneira dos bens mémllÍal~uradlos; estenderam-se os subsídios à c>vnnrr-or'i" e

estenderam-se os subsídios à c>vnnrr-or'i"

e a polvc)ra
e a polvc)ra

de seda (1

a novos

como os

(173

e aumentaram os

existentes subsídios à c>vnmi-or'1"

do pano de vela e do e, por

controlar a mente a dos

a imagem dos produtos britânicos no1 " do pano de vela e do e, por controlar a mente a dos pn)Qtltc1S

pn)Qtltc1S n1armfatlnados, pnnClJ::1al-

de evitar que os inescru-

refinado

introduziram-se re!sullarnenulçêies

dos

fim

mercado externo. 23

19

O interessante é que, no caso dos

para a tintura, aboliram-se as

de

a

de auxiliar as indústrias de

ao passo

que se introduziram de exportação que a exporta- ção beneficiasse as manufaturas estrangeiras" (Brisco, 1907,

20

Brisco (1907, assinala que o reembolso de tarifas tOl conce-

dido por Guilherme

à exportação de cerveja, ale, mum, cidra

mosto

2l

de Essa ficou famosa por sua bem-sucedida nos ses do Extremo Oriente a Guerra Mundial (ver seção 22.7). Até o fim do século XVII, a maior parte das exportações, assim corno importações, pagava uma tarifa de 5%. Guilherme 11! elevou a de

ção para 15%-25%, manteve a de exportação em 5% na maioria dos prcldutos (Davis, 1966, p.31O-1). As exceções, na abolição do imposto de exportação, no governo foram o alume, o chumbo, o

minério de chumbo, o estanho, o couro curtido, o carvão, o tecido de lã cru e as mais detalhes, ver Brisco, 1907, p.131, n.l).

22

Brisco (1907, p.152) observa que o governo

não concedeu subsí-

dios à indústria nascente, e sim às já estabelecidas.

 

23

Nas de Brisco (1907,

"Wa]po]e compreendeu que, para ven-

der com sucesso num mercado extremamente competitivo,

43

necessá-

Ha-Joon

cor1Correncl a dos de l"om,ento
cor1Correncl a dos
de l"om,ento

para vender a pre-

ele

suas mercadorias, coisa que enfim se refletiria em outros bens produzidc)s

ços mais baixos q ue os do rival, os fabricantes

bens de alto

Sendo demasiado

a

1ngla.telTa Só havia um meio de

bens ele alto

que consis-

em

a manufatura mediante a

. Torna-

encontrar a versão moderna de tal

 

e

mos a Coréia no

do

as

comerciais do Esta-

e mos a Coréia no do as comerciais do Esta- não só como fontes de informação

não só como fontes de informação e canais de

controlador da qualidade elos

mas

de exportação.

canais de controlador da qualidade elos mas de exportação. 24 Davis (I966) argumenta que o entre

24 Davis (I966) argumenta que o

entre 1763 e 1776 presenciou

de meditas protecíol1lstas. as qUaIS, em

influenciaram a formação da visão de das nações, Dublicado em 1776.

Smith cio mercantilismo em A

44

Chutando a escada

de
de
1 da era
1
da
era

debilitando

de aJgoaao a mdlJstría mdJaJ1a o fim

bém

considerado o setar mumdo. Sllbs.eqüentemente, em 181

comer- daI Vllt:UlcUo>, qu,:mclo a Gr~i-Bret,mtla passou ellClente do se estimava que Bretarlha se
comer-
daI
Vllt:UlcUo>, qu,:mclo a Gr~i-Bret,mtla
passou
ellClente do
se estimava que
Bretarlha se

estavam

Gr;:i-E:rel:anha. Nessa

como

mais

eles

do

eram tec:nc)]ogican1erlte
eram tec:nc)]ogican1erlte

do o pro.tecionisrrlO a~;rioola, ml:erlslÍIGtr. 26

1
1

mlUd.ança ocorreu

Grã-J:lretarlha tivera

2 6 1 mlUd.ança ocorreu Grã-J:lretarlha tivera rodada acima de 60% a para as Índias Orien-

rodada

2 6 1 mlUd.ança ocorreu Grã-J:lretarlha tivera rodada acima de 60% a para as Índias Orien-
acima de 60% a
acima de 60% a

para as Índias Orien- cresceu de 6% do total da das

de 1873 (ver

tivera rodada acima de 60% a para as Índias Orien- cresceu de 6% do total da

45

seção 2.3.3).

Ha-Joon Chang

foi revOf~ada e se

as
as

mllÍtC)S Dro(jut:OS manu-

é

econó- mercantilismo. Embora da teoria económica nessa

1993,

sobre o

a

re\'ogaçalo da Com

atualmente como a

mica clássica não se deva mudança de política, com o período

clássica não se deva mudança de política, com o período int'p,-nn't'Orin como um ato do

int'p,-nn't'Orin como

um ato do "in1pE~rialislno

o intuito

pelrpE:tr<ldC com do Continente ml:dian'te e m8ltér'Ías-primas"

"conter a

arrlpliaçiic do mercado de

28 1,::!/1). p. re\Tol?:adio da Com Bowrinl?:. do Board
28
1,::!/1). p.
re\Tol?:adio da Com
Bowrinl?:. do Board

ofTrade mente nesses termos visão de Cobden se desnuda na passagem:

É bem que o sistema fabril não se tivesse instalado na América do Norte nem na Alemanha. É quase certo que não

teria conseguido florescer como floresceu nesses Daíses. assim

e na :::>Ulça, sem os incentivos que o alim(ônl:ação do artesão britânico ofereceu aos fabri- que pagam menos para comer. 3ü

como na
como na

Por

tenha sido a

da Com Law, a

verdadeira

para o livre-comércio só se verificou

na dé-

de 1850. Darticularmente em 1860. em coniuncão

o

Chutando a escada

em 1860. em coniuncão o Chutando a escada an:glc'-írancês de livre-comércio como o Tra- nnnado

an:glc'-írancês de livre-comércio

como o Tra-

nnnado nesse ano, que aboliu a maior A passagem descreve sucintamente a

m<lgrlitllde da na década de 1850.

dutos em I não mais que dos doze eram

com-

tarifas sobre bens de luxo ou da

do comércio ocorrida na Grã-Bretanha a Grã-Bretanha tinha 1.146 pro-

Tendo sido a mais britânica cabia em meia

agora a

UH,;frlhov"c Almanack" (Fielden.

em meia agora a UH,;frlhov"c Almanack" (Fielden. É que a sUj:>rernacia tE:cn()ló~sica brítanü:a,

É

que a sUj:>rernacia tE:cn()ló~sica brítanü:a, foi

barreiras

que viabilizou essa conquv;tada sob a

tarifárias" servar que a ocorrida na metade do comércio não era mais do que uma

lada e

para o de "elevadas e

não era mais do que uma lada e para o de "elevadas e 19u<llml~nte lmp'Ürt<mte ob-

19u<llml~nte lmp'Ürt<mte ob- da economia bntarllC3.,

a foi altamente contro-

do

não resultou de uma atitude cap.12 e 13).31 Convém ressaltar

lenta

de uma atitude cap.12 e 13).31 Convém ressaltar lenta ainda que a "adesão e penosa: de(:orrerar

ainda que a "adesão e penosa: de(:orrerar

Grã-Bretanha ao livre-comércio

84 anos entre a

de A riaueza das

31

(1957,

que "o

nada tinha de natural; os

mercados livres nunca teriam do mero

guissem o seu curso. Assim como as manufaturas de

do mero guissem o seu curso. Assim como as manufaturas de de tarifas proteto- o de

de tarifas proteto- o

de

leis que restritivas, como também um enorme

indústria de livre-comércio

ras, estímulos à e subsidios indireros ao salário,

foram criadas com a

à e subsidios indireros ao salário, foram criadas com a foi imposto Estado. Os anos 30

foi imposto

Estado. Os anos 30 e 40 viram não só uma

com a foi imposto Estado. Os anos 30 e 40 viram não só uma 27 A

27

A expressão procede de & Robinson (1953).

crescimento das

administrativas do Estado, que agora estava equi-

28

Ver em Semmel (1970) um estudo clássico do da teoria económica no desenvolvimento da comercial britânica entre 1750 e ]850.

com uma burocracia centralizada capaz de executar as tarefas do liberalismo. Para o utilitário

o

tas

era um método de

não

29

Em ] 840,

aconselhou os Estados-membros

da Zollverein alemã a

uma coisa, era a coisa a ser feita". Ver também

30

e vender trigo para comprar bens manufaturados britânicos (Landes,

trigo para comprar bens manufaturados britânicos (Landes, Cobden, 1868, Willíam Ridgeway, London, v. Reinert, 1998,

Cobden, 1868, Willíam Ridgeway, London, v. Reinert, 1998, p.2n.

Perelman (2000) sobte como os economistas clássicos endossavam a inter- venção estatal, que era considerada necessária ao estabelecimento do siste- ma de mercado, à criação de mão-de-obra assalariada me-

diante a destruicão da producão rural em pequena escala.

46

47

Ha·Joon

e seram-se a rerVlrldll:::ar PflJteçalJ, tom.ada do protecionÜ3mo
e
seram-se a rerVlrldll:::ar PflJteçalJ,
tom.ada do protecionÜ3mo
CharrlbE:f!CUlL 32 A
CharrlbE:f!CUlL 32 A
PflJteçalJ, tom.ada do protecionÜ3mo CharrlbE:f!CUlL 32 A o lorrlemto à os "a pessoas 32 (1999) sobre
o lorrlemto à os "a pessoas
o
lorrlemto à
os
"a
pessoas
CharrlbE:f!CUlL 32 A o lorrlemto à os "a pessoas 32 (1999) sobre a ascensão e a

32

CharrlbE:f!CUlL 32 A o lorrlemto à os "a pessoas 32 (1999) sobre a ascensão e a

(1999) sobre a ascensão e a de Chamberlain

48

da

Reform

eo

Chutando a escada

estavam grassanoo pre liberal Arrlénca" Mesmo se

tooo o

mesmo na sem-

elevadas ta-

h;cT';,

;0

a e'COIlôrnic:a dos L"láUlR>

(1

e, as-

do desenv'olvimc:nto indl1strial de funl::larrlentar

selcUJt1dária e

tendenciosa

vez conleç,lr, a mcius:triaJlzar as se efricarre~~ou ~a do ao passo os do o 33
vez
conleç,lr, a
mcius:triaJlzar as
se efricarre~~ou
~a
do
ao passo
os do
o
33

33

selcUJt1dária e tendenciosa vez conleç,lr, a mcius:triaJlzar as se efricarre~~ou ~a do ao passo os do

Ha-Joon

Com

muitos assinalam que

the

H a - J o o n Com muitos assinalam que the das nos on "ll1tflrinc

das

nos

on "ll1tflrinc do secretário do Tesouro sobre a

the

on "ll1tflrinc do secretário do Tesouro sobre a the o e não normalmente se a sistematicamente

o

e não

normalmente se

a

sistematicamente o arl~umE;nto

da indústria nascente

a sistematicamente o arl~umE;nto da indústria nascente 1 34 como ressaltam (1~(5j) e (1 , Líst
a sistematicamente o arl~umE;nto da indústria nascente 1 34 como ressaltam (1~(5j) e (1 , Líst

1

34

como ressaltam

(1~(5j) e

(1

, Líst só se converteu ao

da mClú:;trta

nascente e passou a ríodo de exílio nos

corltac/o com as obras de AIE~xandl:;rflan1ílton prmc:lpal economista

o

Unidos (1825-1

de um

e
e

es-

protE~çalO à
protE~çalO à

nascente. 35

que

ímpeciiriam as

ser cOlTIpetitivas ÍJ1te:rnacíonalnrle11te

que em breve

"indústrias ,36 de se desenv;ohrerem

que em breve "indústrias ,36 de se desenv;ohrerem nrntf"r"n à atividade manufatureira nane-america-

nrntf"r"n à atividade manufatureira nane-america-

na porque, na sua opInIão, esta nunca teria condições de concorrer com a

euro,Jel,a, que

Estados Unidos, por causa da abundância de terras da escassez de mão-

de-obra. Ver

anteriores a Hamilton que tinham elemen-

do argumento da indústria nascente em seus escritos, Sobre isso,

entre os Reports de Hamil-

ton e o National System of Politicai Economy de tist, houve outros trabalhos preo)nllZando uma proteção à indústria nascente de autores como o alemão Adam Müller e os franceses Jean-Antoine e Charles

Henderson (1983). O

pagar salários de subsistência, coisa nos

(1931,

(1983). O pagar salários de subsistência, coisa nos (1931, 34 Naturalmente houve (1995). Bairoch (1993, 35

34 Naturalmente houve

(1995).

Bairoch (1993,

35 Para outros detalhes sobre a vida e a obra de List,

argumento de foi em The National System

e a obra de List, argumento de foi em The National System Economy, em 1841. Entretanto,

Economy, em 1841. Entretanto, (1971,

versão do seu argumento a favor do desenvolvimento nacional apareceu em um que ele escreveu para os da

Pensilvânia em 1872, Outlines

Hamilton a criaçã.o da expressã.o "indústria

nascente".

Politicai Economy.

36 Beiroch (1993, p.17) credita

50

Chutando a escada

36 Beiroch (1993, p.17) credita 50 Chutando a escada govelrnclmental compensasse os dizia tomar a forma

govelrnclmental compensasse os dizia tomar a forma de em casos mais raros, de proil)íção

inten~ssanlte observar a
inten~ssanlte observar a

a

.l<HIHIlVll. 37

de nota que são notavelmente

a politlc:a lrldltstl-lal do Leste Asiá-

é

tico n/'o _rn 1 Dr'Y' & '-'cUlleOi, trilbU1:ar, este aprovou uma de5% alg;Un1aS exc:eçiSes
tico
n/'o _rn 1 Dr'Y'
&
'-'cUlleOi,
trilbU1:ar, este aprovou uma
de5%
alg;Un1aS exc:eçiSes como câ-
sofreram aumento em
sistema
de
SUDSIOlO
812
a

dos

todas

as

210; Baíroch,

A politIca

como observa

m8J1utE~nç~iodo

as 210; Baíroch, A politIca como observa m8J1utE~nç~io do lei 153- 1816,quan- a ao!icacic em 37

lei

153-

1816,quan-

a

ao!icacic em

37 Elkins & McKitrick (1993, p.19), "[à] medida que se revelava o progresso hamiltoniano uma dívida financiada, forte banco

manufaturas nacionalmente subsidiadas e, enfim, até

um exército permanente - a argumentaçã.o tornou-se óbvia de-

mais para passar em brancas nuvens. Foi em oposição a isso e a tudo que

nacional,

isso parecia

que se

a 'persuasão jefIel'scmiana'"

Ha-Joon

guerra, indústrias nascentes,

da C0l1slljel'àvl::;1 nltllJenCla polltlc:a crescido graças

de:3pe~1todo de essa
de:3pe~1todo
de essa

guerra com a

já não

Isso ocorreu

'~~I,~r'~ &

os prc)dutos
os prc)dutos

todos os bens mêlnl.:lÍaturadc)s tIcaram de 35% (Bairoch, tarítàno médio dos

nos

dos 40%

820.

essa do que favorecesse o deSeIWC)lvI-

Mas esses mc~srrlOS1:stac[os

inclusive

menta da

em

se voltar bens malnufatur:ldc)s

sados 1 os expecUlllv,lS Sllllstas -
sados
1
os
expecUlllv,lS Sllllstas -

Chutando a escada

tion
tion

A lei

846

uma

quanto o ImDO:3to

ad

Houve mais

do sobre as 5

Cll1;,lll~:ados

riam incluir a lã crua

, e

\",arollna do Sul de lei conciliador que, oierecesse poucas recluçoes ImedIatas, uma redu- paUl,it111a, nos dez anos para aprm<Ín1acJarnente bens manufaturados e 20% nos Entre- dez anos de rectuç,oes eXr)lrclU elevando as tarifas aos nÍ- & \",Clllle::;,

con-

mais

continuasse sendo de 27%. vez de

\",Clllle::;, con- mais continuasse sendo de 27%. vez de que os interesses ;""nAy~~rJA isento Der'locto

que

os interesses

;""nAy~~rJA isento Der'locto de 1846 a como de "proteclornslno & '-"di 11<:::>,
;""nAy~~rJA isento
Der'locto de 1846 a
como de "proteclornslno
& '-"di 11<:::>,
1), Mas esse prc)te,:íonJsmo
dos Estados Unidos

apenas nos 2,1). Também cabe assinalar que, te na as tarifas

uma mo que ambas se

o

menos até o

custo do transpor- de

o comércio inter- as

mes-

do

mesmo nÍveP8

do transpor- de o comércio inter- as mes- do mesmo nÍveP8 IS'U, a tensão entre o

IS'U, a tensão entre o Norte e nl1PQ1-::>n tarifária quanl:O

\

111UO"

o Norte e nl1PQ1-::>n tarifária quanl:O \ 111UO" Secessão foram e Posto à cau- M:>llU comum

Secessão

foram

e

Posto

à

cau-

M:>llU

comum atribuir esse verdêlde é que as

38 Posto que se inaugurado um serviço transatlântico vapor em 1838, só na década de 1870 os vapores vieram a substituir os veleiros como principal meio de transporte (O'Rourke & Williamson, 1999,

53

Ha·Joon Chang

sa

"f

& Carnes - 1 guerra abolicionista não teria

"f & Carnes - 1 guerra abolicionista não teria o sido a raiz da seces- méuona
"f & Carnes - 1 guerra abolicionista não teria o sido a raiz da seces- méuona

o sido a raiz da seces-

méuona dos nortistas. A escravidão

mas não foi a que resultava

do Norte

povo

conta que o Sul via nas tarifas a pnncIpéll n~s]:)ortsabilidéIde

da União. ena uanto a

escravatura não paSS3Lva de

a

da União. ena uanto a escravatura não paSS3Lva de a é impossível secessão. da A de

é impossível secessão.

da

A

de

nas

ria sido muito difícil ou até mesmo do tivessem virado

como a

de 11:;6U, te-

se os Estados cam- e Nova

o Partido Ke:pllOll-

da

calmr,anlha eleItOral, Df(Jmetla manter o forte pro- promessa 12° item com deliberada fim

de

os livre-cambistas

do

40 Ao mesmo tem-

po,

programa não deixava de ser aceitável para os Estados pro-

teC:IOm,;tas, uma vez que Lincoln era tido como

Drotecionista azul" que,

"verdadeiro

da

tido como Drotecionista azul" que, "verdadeiro da 1).41 39 Convém recordar que, sendo uma dos protecionistas

1).41

39 Convém recordar que, sendo uma dos protecionistas e os

democratas ocidentais, que a distribuição livre de terras

Chutando a escada

No

da carreira política. Lincoln foi um dos pnnClpalS

No da carreira política. Lincoln foi um dos pnnClpalS Este se~;Ulljor en- o "sistema à indústria

Este

se~;Ulljor en-

o "sistema à indústria nascente

tusiasta do carismático americano", que consistia na

ao "sistema ~r ,;rccÓ OQ?:.
ao "sistema
~r
,;rccÓ
OQ?:.

controversos, inclusive a do um

não

de dar mostras que se fez

inclusive a do um não de dar mostras que se fez 1 Inciustrí;lS nacionais") e no

1

Inciustrí;lS nacionais") e no em infra- :"aperfeiçc)arnelnto interIno"), visão a que Lincoln ade-

de

42

assuntos para manter uni- 43 ele

a de fé no pn)tecIClill:SmO

para manter uni- 43 ele a de fé no pn)tecIClill:SmO Embora tosse incontestavelmente com que se

Embora tosse incontestavelmente com

que se lhes

nunca ad- os negros uma raça o direito de voto.

vogou a inferior e se Diante disso. com a

eleicão. o Sul tinha mais a temer no tocan-

hilaridade afetou toda a numerosa . Outra escreveu: "Esta noite, a

cena que se taforma foi

a acenarem com o mais entusiástico fervor. Júbilo frenético". Ambas as cita- ções provêm de Luthin (1944,

à leitura do item 'Proteção à Indústria Nacional' da

gritarem, dez mil

bonés e

inusitada. Mil

42 Um dos assessores económicos de Lincoln era o famoso economista prote-

blicas, mas, de modo favoreciam o livre-comércio,

o Partido ReDu DI!-

cionista Henry

(ver adiante). O

a nomear uma

cano dos primeiros dias não era abertamente protE~ci,(mista.

pessoa muito

a

para um cargo

no Tesouro incumbido das tari-

40 O dizia embora os impostos de gerem renda para o sustento do governo a correta exige um ajuste dessa impor-

tação de modo a estimular o desenvolvimento dos interesses industriais do

de intercâmbios nacionais, que garante

salários liberais aos trabalhadores, preços remunerativos uma recompensa aos mecânicos e aos manufatureiros por sua habili- dade, seu trabalho e seu e DrosDeridade comercial e inde- pelldênci.a à nação" (citado em Borit, 1966,

41 Urna testemunha ocular relata: '1\S da Pensilvânia e de Nova

sua contagiante

e recomendamos tal

Jersey foram terríveis em seu

à resolução tarifária,

54

fas, embora se saiba que o economista ficou frustrado com a pouca ção de Lincoln de levar as coisas tão quanto ele queria (Luthin, 1944,

Conta-se que disse: "A proteção levou o sr. Lincoln à Presi- Lincoln à Presi-

dência. A proteção lhe proporcionou todo o sucesso que lhe coube, no en-

tanto, pelo que posso recordar, ele nunca lhe

dão. Quando um e outro se separarem, será a ruína dele" (carta a Noah

a Caixa 78; cirado em Luthin, 1944,

só se formou em 1856, a partir da alIança entre os

interesses manufatureiros do Norte e os pequenos agricultores do Oeste.

uma

de

do Norte e os pequenos agricultores do Oeste. uma de anexada a 4 de fevereiro de

anexada a

4 de fevereiro de 1865, rnyo," PnMOYC

43 O Partido

55

Ha-Joon

à

tarifas

que no

da escravi-

;)lHal.l,,"V'U

dão.