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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

ITEC / FEQ

Projetos em Engenharia

Química

Engenharia Econômica Análise

de viabilidade em projetos.

Professor: D. Eng. Rui Magno

Engenharia Econômica

1. Introdução

2. Matemática financeira

3. Fluxo de caixa

4. Métodos de Avaliação de Investimento

5. Estudo de Caso

1. Introdução

A engenharia econômica é essencial para avaliação de investimentos e finanças em geral.

A decisão de investimento da empresa depende

das ferramentas de engenharia econômica.

Ferramentas tais como:

Matemática financeira, taxas de juros, equivalência entre fluxos em momentos distintos, avaliação de empréstimos e elaboração da fluxo de caixa,

Assim como indicadores de desempenho de projetos,

como o valor presente líquido, a taxa interna de retorno, o payback e o índice de lucratividade.

1. Introdução

DEFINIÇÃO:

Segundo Veras (1999): “Engenharia econômica é o

estudo dos métodos e técnicas usados para a análise

econômico-financeira de investimentos. Estes métodos e técnicas devem ter base científica e encontram na matemática financeira as suas justificativas.

Segundo Casarotto & Kopittke (2000): “A engenharia econômica objetiva a análise econômica de decisões

sobre investimentos. E tem aplicações bastante amplas,

pois os investimentos poderão tanto ser de empresas,

como de particulares ou de entidades governamentais.

1. Introdução

Princípios básicos:

Deve haver alternativas de investimento;

As alternativas devem ser expressas em dinheiro;

Só as diferenças entre as alternativas são relevantes;

Sempre serão considerados os juros sobre o

capital empregado;

Nos estudos econômicos, o passado geralmente

não é considerado. Interessa o presente e o

futuro.

1. Introdução

Revisão das relações de equivalência:

Notação Internacional das Variáveis:

F

Valor Presente; Principal; Valor Atual; Capital.

Juros; Rendimento.

Taxa de juros

Anuidade; Prestação; Valor Uniforme.

Prazo; Número de períodos.

Valor Futuro; Montante; Valor Nominal.

P

J

i

A

n

2. Matemática Financeira

2.1 Classificação dos riscos financeiros

a) Risco de Crédito: decorre de uma obrigação

advinda de um investimento/contrato

vinculado a um empréstimo/título;

b) Risco de mercado: decorre de movimentos

adversos nos preços/valores das variáveis que compões o valor de uma posição num

ativo financeiro ou em uma carteira de

investimento;

2. Matemática Financeira

c) Risco de liquidez: decorre da falta de caixa (qtde de unidade monetárias) para comprimento de uma ou mais obrigações;

d) Risco operacional:

consistência e adequação dos sistemas de

informação, processamento e operações, bem como falhas nos controles internos, fraudes ou qualquer tipo de evento não previsto, como catástrofes

de

decorre

da

falta

2. Matemática Financeira

potencial

questionamento jurídico da execução dos contratos, processos judiciais ou sentenças

contrárias ou adversas àquelas esperadas pela

instituição e que possam causar perdas ou perturbações significativas que afetam

negativamente os processos operacionais e/ou a

organização da instituição.

e)

Risco

legal:

decorre

do

2. Matemática Financeira

f) Risco de reputação ou imagem: decorre da publicidade negativa, verdadeira ou não, em relação à prática da condução dos negócios da

instituição, gerando declínio na base de clientes,

litígio ou diminuição da receita. g) Riscos sistêmico: decorre de dificuldades financeiras de uma ou mais instituições que

provoquem danos substanciais a outras instituições ou um ruptura na condução operacionais de

normalidade do sistema financeiro em geral.

2. Matemática Financeira

2.2 Taxas de Juros e Empréstimos

Se um empréstimo é mais arriscado, o banco cobrará uma taxa de juros maior no empréstimo concedido, chegando até a não conceder o crédito, se houver risco muito grande de inadimplência por parte do tomador do empréstimos.

Por outro lado, se um investidor aplicar seu capital em um negócio mais arriscado, ele exigirá maior rentabilidade como forma de compensação.

2. Matemática Financeira

2.3 Regime de Capitalização

Existem basicamento 3 regimes de juros utilizados no mundo financeiro:

Juros simples Juros compostos, que renderão “juros sobre juros Juros contínuos são utilizados em mercado de capitais e análises profundas (consultas:

Motta e Calôba, 2002, Gitman , 2003).

2. Matemática Financeira

2.3.1 Juros simples

Aplicam-se a empréstimos e/ou aplicações de prazos relativamente curtos.

As taxas de juros simples incidem em cima

do valor inicial

e/ou aplicações de prazos relativamente curtos. • As taxas de juros simples incidem em cima do
e/ou aplicações de prazos relativamente curtos. • As taxas de juros simples incidem em cima do

2. Matemática Financeira

Cálculo do valor presente, taxa e número de parcelas

2. Matemática Financeira • Cálculo do valor presente, taxa e número de parcelas
2. Matemática Financeira • Cálculo do valor presente, taxa e número de parcelas

2. Matemática Financeira

Exercitando as fórmulas

2. Matemática Financeira • Exercitando as fórmulas

2. Matemática Financeira

2.3.1 Juros compostos

É

regime

mais

o

empregado

em

financiamentos e cálculos financeiros

As taxas de juros compostos é aplicada

sobre o montante (F).

o empregado em financiamentos e cálculos financeiros • As taxas de juros compostos é aplicada sobre
o empregado em financiamentos e cálculos financeiros • As taxas de juros compostos é aplicada sobre
o empregado em financiamentos e cálculos financeiros • As taxas de juros compostos é aplicada sobre

2. Matemática Financeira

O fluxo ilustra que a empresa investiu um valor P e

recuperou um valor F após n períodos de tempo. A

figura poderia ser também exibida ao contrário, ou seja, um valor P positivo (entrada de empréstimo,

por exemplo) e o valor F negativo (o pagamento

desse empréstimo futuramento)

um valor P positivo (entrada de empréstimo, por exemplo) e o valor F negativo (o pagamento

2. Matemática Financeira

Comparação entre regime de capitalização

2. Matemática Financeira • Comparação entre regime de capitalização
2. Matemática Financeira • Comparação entre regime de capitalização

2. Matemática Financeira

Cálculo do valor presente, taxa e número de parcelas

2. Matemática Financeira • Cálculo do valor presente, taxa e número de parcelas
2. Matemática Financeira • Cálculo do valor presente, taxa e número de parcelas

2. Matemática Financeira

Exercitando as fórmulas

2. Matemática Financeira • Exercitando as fórmulas
2. Matemática Financeira • Exercitando as fórmulas
2. Matemática Financeira • Exercitando as fórmulas

Relação entre F e P:

Achar o valor do montante dado o valor presente, a taxa de juros e o número de períodos envolvido. Forma matemática F = P (1 + i) n Forma funcional F = P (F/P ; i ; n)

= P (1 + i) n Forma funcional  F = P (F/P ; i ;

lê-se (F dado P; i ; n)

funcional  F = P (F/P ; i ; n) lê-se (F dado P; i ;

Exemplos:

Recomendação: resolver o problema de forma estruturada. 1) A uma taxa de juros composta de 1,5% a.m. uma aplicação de sobra de caixa no valor de R$ 100.000,00 hoje, quanto será equivalente dentro de 1 ano?

2) Um empresário solicitou um empréstimo de R$ 60.000,00 a uma

taxa de 1% a.m., para saldar em um ano e meio. Quanto pagará o empresário por seu empréstimo ao final do período?

3) Uma aplicação de R$ 15.000,00 hoje a uma taxa de 6%a.a., que

valor terá como equivalente dentro de 54 meses?

Relação entre P e F:

Achar o valor do principal dado o valor futuro, a taxa de juros e o número de períodos envolvido.

Forma matemática P = F (1 + i) -n ou:

Forma funcional P = F (P/F ; i ; n)

P

F

(1 i)

n

lê-se (P dado F; i ; n)

Exemplos:

Recomendação: resolver o problema de forma estruturada.

1) Por quanto devo descontar um cheque, vencível daqui a 5 meses, com valor futuro de

R$ 1.131,40, se a taxa de juros compostos for de 2,5% a.m.?

2) Uma pessoa possui uma duplicata que vence daqui a um ano, com valor futuro de R$ 1.344,89. foi-lhe proposta a troca daquela duplicata por outra, vencível daqui a 3 meses e no valor de R$ 1.080,00. sabendo-se que a taxa corrente de mercado é de

2,0% a.m., pergunta-se se a troca proposta é vantajosa.

3) Um representante comercial vendeu um lote de camisas com um prazo para pagar de 3 meses em uma única vez. O valor acordado será de R$ 915,36. Sabendo que a taxa de juros no negócio foi de 0,5%a.m. qual era o valor à vista do lote? 4) Um representante comercial vendeu um lote de matéria-prima por R$ 35.000,00. Este

valor refere-se à um único pagamento daqui a 4 meses. Se a taxa de juros for de 3%a.m

Qual seria o valor do lote se o comprador resolvesse pagar à vista?

2. Matemática Financeira

2.4 Fluxos básicos equivalências financeiras

Aspectos básicos da matemática financeira, as equivalências entre:

Prestação periódica (A) e valor presente (P)

Prestação periódica (A) e valor futuro (F)

Outros cálculos, como o número de períodos necessários para pagar uma dívida equivalente a um valor presente

(P) ou constituir um valor futuro (F), a taxa de juros

envolvida em uma operação de pagamentos periódicos (A) de um valor presente (P) ou futuro (F)

2. Matemática Financeira

Equivalência entre valores periódicos, presentes e futuros

Temos

O

pagamento de um valor à vista (P) e outro em pagamentos

periódicos e de igual valor (A) durante um prazo de pagamento proposto (n).

dois

planos

de

aquisição

de

um

carro:

periódicos e de igual valor (A) durante um prazo de pagamento proposto (n). dois planos de

2. Matemática Financeira

A equivalência entre A e P pode ser dada pela equação

A equivalência entre A e P pode ser dada pela equação • O valor futuro equivalente

O valor futuro equivalente a uma série uniforme

pode ser dado pela combinação das fórmulas

para F e P

equação • O valor futuro equivalente a uma série uniforme pode ser dado pela combinação das

2. Matemática Financeira

E

invertidas para obter A a partir de P e F.

naturalmente,

equações

podem

as

2. Matemática Financeira • E invertidas para obter A a partir de P e F. naturalmente,
2. Matemática Financeira • E invertidas para obter A a partir de P e F. naturalmente,

ser

2. Matemática Financeira

Exemplo 1:

a)

Considere

que

um

equipamento

pode

ser

adquirido de duas formas distintas:

À

vista, por R$ 35.000,00;

A prazo, com uma entrada parcelas fixas de R$ 556,00.

de R$ 10.000,00 e

60

Se você possui os R$ 35k e pode investi-los a 2% a.m,

o que vale mais a pena: comprar à vista ou a prazo?

– Se você possui os R$ 35k e pode investi-los a 2% a.m, o que vale

2. Matemática Financeira

Lembrando sempre que ao valor presente se soma o valor da entrada, obtém-se:

que ao valor presente se soma o valor da entrada, obtém-se: • Logo, é mais interessante

Logo,

é

mais

interessante

comprar

o

equipamento a prazo (mais barato)

2. Matemática Financeira

Exemplo 2:

a) Suponha que uma empresa A quer vender um equipamento a prestação para empresa B. O valor do

equipamento é de R$15000,00 e será para sem entrada,

em 48 prestações. A taxa de juros que será utilizada nas prestações é de 1,2% a.m. Qual será a parcela paga?

utilizada nas prestações é de 1,2% a.m. Qual será a parcela paga? Assim, as parcelas cobradas

Assim, as parcelas cobradas serão de R$ 412,93

2. Matemática Financeira

Exemplo 3:

a) Suponha que você acabou de se tornar pai e deseja constituir um fundo de investimento para que essa

pessoa possa aproveitar no futuro. Considerando uma

taxa de juros constante de 1 % a.m e um período de 20 anos, calcule qual o montante constituído a partir de um depósito de R$75,00 mensais.

a partir de um depósito de R$75,00 mensais. A contribuição será capaz de gerar R$74.194,15. Excel

A contribuição será capaz de gerar R$74.194,15. Excel VF (Inglês FV).

Relação entre F e A:

Achar o valor futuro dado o valor da anuidade, a taxa de juros e o número

de períodos envolvido. Forma matemática

1

i

n

1

i

1 i

n

1

F

A

ou, A

F

i

Forma funcional F = A (F/A ; i ; n)

ou, A = F (A/F ; i ; n)

funcional  F = A (F/A ; i ; n) ou, A = F (A/F ;
funcional  F = A (F/A ; i ; n) ou, A = F (A/F ;

lê-se (F dado A; i ; n)

lê-se (A dado F; i ; n)

; i ; n) lê-se (F dado A; i ; n) lê-se (A dado F; i

Exemplos:

Recomendação: resolver o problema de forma estruturada. 1) Um comerciante deposita todo mês, parte de seu lucro no valor de R$ 1.500,00 em uma

conta que lhe rende 1,5%a.m

Quanto terá este comerciante em 6 anos?

2) Um representante vendeu uma máquina com um parcelamento de 80 meses. O valor da

Qual

seria o valor equivalente da máquina caso o comprador optasse fazer um único pagamento ao final dos 80 meses? 3) Sabendo que um escritório de representação comercial terá que fazer um pagamento de R$ 3.500,00 ao final de 36 meses, quanto esta deverá depositar mensalmente em uma conta que remunera o investimento à 3%a.m.?

prestação é de R$ 530,00. Sabendo que a taxa de juros na transação é de 2% a.m

Relação entre P e A:

Achar o valor presente dado o valor da anuidade, a taxa de juros e o número de períodos envolvidos.

Forma matemática

P

A

1

i

n

1

i 1 i

n

ou, A

P

i 1

i

n

1

i

n

1

Forma funcional P = A (P/A ; i ; n)

 1    Forma funcional  P = A (P/A ; i ; n)

ou, A = P (A/P ; i ; n)

funcional  P = A (P/A ; i ; n) ou, A = P (A/P ;

lê-se (P dado A; i ; n)

lê-se (A dado P; i ; n)

; i ; n) lê-se (P dado A; i ; n) lê-se (A dado P; i

Exemplos:

Recomendação: resolver o problema de forma estruturada.

1) Numa agência de automóveis um carro é vendido em 24 vezes mensais, de R$ 504,50.

Qual é o valor à vista do

Sabendo que a taxa de juros cobrada foi de 1,5% a.m

automóvel?

2) Um lote de produtos custa à vista R$ 10.500,00. Como alternativa o fornecedor parcela a

Qual será o valor da

compra em 36 meses, com uma taxa de juros de 3,5%a.m prestação?

3) Um equipamento é vendido por R$ 15.000,00 à vista. Pode ser adquirido também em

prestações mensais de R$ 885,71, a juros de 3% a.m. sabendo que as prestações vencem a partir do mês seguinte ao da compra, pede-se para calcular o número de prestações.

2. Matemática Financeira

2.5

Considerações:

É praticamente impossível um projeto tal como investimento em um campo de petróleo, no setor mineral ou de energia, de grande porte, com 100% de participação de capital próprio.

As empresas podem contrair empréstimos para reduzir o custo de capital de um projeto.

Sistema

de

Amortização

de

Empréstimo

Para demonstrar um sistema de pagamento do empréstimo, ou amortização do empréstimo é feito um descritivo das parcelas de

quitação do empréstimo em chamadas tabelas de amortização, a

qual divide a quantia paga pelo tomador do empréstimo ao credor em duas partes:

Amortização do principal, que consiste no repagamento da quantia efetivamente devida;

Juros: pagamento pela posse e uso do dinheiro por um período adicional de tempo.

2. Matemática Financeira

Modelo de tabela de amortização

2. Matemática Financeira Modelo de tabela de amortização

2. Matemática Financeira

Comentaremos três sistemas de pagamento de empréstimo, a saber:

Tabela Price (TP), o sistema mais amplamente utilizado,

que consiste em pagar o empréstimo a partir de parcelas fixas;

Sistema de Amortização Constante (SAC), utilizado, p. e.,

para a quitação de financiamento imobiliário por várias instituições e que consiste em amortização constantes em todos os períodos de pagamento;

Sistema Americano, que consiste em pagamento de juros

constantes ao longo de todo o período de amortização.

2. Matemática Financeira

Para exemplificar os três sistemas, vamos considerá um empréstimo de R$100.000,00 pago em cinco anos, a taxa

de juros de 5% ao ano.

2.5.1 Tabela Price

- A premissa é que os pagamentos serão realizados em

parcelas constantes. Portanto, 1º passo é calcular o valor

da parcela

Portanto, 1º passo é calcular o valor da parcela - Ou através da função do EXCEL:

- Ou

através

da

função

do

EXCEL:

PGTO(5%;5;-100.000)

PGTO(tx;n;-VP)

ou

2. Matemática Financeira

Tabela de Amortização via Tabela Price

       

Amort.

 

Período

Parcela

 

Juros

Amortização

Acumulada

Saldo Dev.

1

R$ 23.097,48

R$

5.000,00

R$ 18.097,48

R$ 18.097,48

R$

81.902,52

2

R$ 23.097,48

R$

4.095,13

R$ 19.002,35

R$ 37.099,83

R$

62.900,17

3

R$ 23.097,48

R$

3.145,01

R$ 19.952,47

R$ 57.052,31

R$

42.947,69

4

R$ 23.097,48

R$

2.147,38

R$ 20.950,10

R$ 78.002,40

R$

21.997,60

5

R$ 23.097,48

R$

1.099,88

R$ 21.997,60

R$ 100.000,00

R$

-

2. Matemática Financeira

Note-se que, avançado para os períodos mais tardios, os juros diminuem sensivelmente, e por conseguinte, aumenta a amortização. Conforme gráfico

Valores

R$25.000,00

R$20.000,00

R$15.000,00

R$10.000,00

Tabela Price

R$21.997,60 R$20.950,10 R$19.952,47 R$19.002,35
R$21.997,60
R$20.950,10
R$19.952,47
R$19.002,35

R$18.097,48

R$5.000,00 R$4.095,13 R$5.000,00 R$3.145,01 R$2.147,38 R$1.099,88 R$0,00 1 2 3 4 5
R$5.000,00
R$4.095,13
R$5.000,00
R$3.145,01
R$2.147,38
R$1.099,88
R$0,00
1
2
3
4
5
R$4.095,13 R$5.000,00 R$3.145,01 R$2.147,38 R$1.099,88 R$0,00 1 2 3 4 5 Parcelas Juros Ano Amortização

Parcelas

R$4.095,13 R$5.000,00 R$3.145,01 R$2.147,38 R$1.099,88 R$0,00 1 2 3 4 5 Parcelas Juros Ano Amortização

Juros

Ano

AmortizaçãoR$5.000,00 R$4.095,13 R$5.000,00 R$3.145,01 R$2.147,38 R$1.099,88 R$0,00 1 2 3 4 5 Parcelas Juros Ano

2. Matemática Financeira

Para exemplificar os três sistemas, vamos considerá um empréstimo de R$100.000,00 pago em cinco anos, a taxa

de juros de 5% ao ano.

2.5.2 Sistema de Amortização Constante - SAC

-

A

premissa

é

o

emprego

de

amortização

constante,

restando claro que os pagamentos não serão constantes.

- Primeiro passo calcula-se amortização anual R$ 100k/5 anos = R$20k por ano. No início do ano o saldo devedor será de 100k, logo os juros serão 5% x 100k = 5k;

- A 1ª parcela será de 20k (amort.) + 5k (juros) = 25k;

- Saldo devedor no 1º ano será = 100k 20k = 80k;

- No 2º ano os juros serão 5% x 80 k = 4k, parcela de 24k;

- Assim se procede para 3, 4 e 5 ano.

2. Matemática Financeira

Tabela de Amortização via SAC

       

Amort.

 

Período

Parcela

 

Juros

Amortização

Acumulada

Saldo Dev.

1 R$

25.000,00

R$

5.000,00

R$ 20.000,00

R$ 20.000,00

R$

80.000,00

2 R$

24.000,00

R$

4.000,00

R$ 20.000,00

R$ 40.000,00

R$

60.000,00

3 R$

23.000,00

R$

3.000,00

R$ 20.000,00

R$ 60.000,00

R$

40.000,00

4 R$

22.000,00

R$

2.000,00

R$ 20.000,00

R$ 80.000,00

R$

20.000,00

5 R$

21.000,00

R$

1.000,00

R$ 20.000,00

R$ 100.000,00

R$

-

2. Matemática Financeira

Note-se claramente a amortização, constante, e os juros que se reduzem com o avançar dos períodos. Conforme gráfico abaixo.

Valores

SAC

R$30.000,00

R$25.000,00

R$25.000,00

R$24.000,00

R$23.000,00 R$22.000,00 R$21.000,00
R$23.000,00
R$22.000,00
R$21.000,00
R$24.000,00 R$23.000,00 R$22.000,00 R$21.000,00 R$20.000,00 R$15.000,00 R$10.000,00 R$5.000,00 R$4.000,00

R$20.000,00

R$15.000,00

R$10.000,00

R$5.000,00 R$4.000,00 R$5.000,00 R$3.000,00 R$2.000,00 R$1.000,00 R$- 1 2 3 4 5
R$5.000,00
R$4.000,00
R$5.000,00
R$3.000,00
R$2.000,00
R$1.000,00
R$-
1
2
3
4
5
R$4.000,00 R$5.000,00 R$3.000,00 R$2.000,00 R$1.000,00 R$- 1 2 3 4 5 Parcelas Juros Ano Amortização

Parcelas

R$4.000,00 R$5.000,00 R$3.000,00 R$2.000,00 R$1.000,00 R$- 1 2 3 4 5 Parcelas Juros Ano Amortização

Juros

Ano Amortização
Ano
Amortização
R$- 1 2 3 4 5 Parcelas Juros Ano Amortização No SAC os pagamentos são decrescentes,

No SAC os pagamentos são decrescentes, uma vez que são a soma de amortizações iguais com juros cada vez menores.

SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO CONSTANTE - SAC

Montagem do modelo básico da tabela do SAC

ordem

n

Pagamento

Juros

Amortização

Saldo devedor

0

-

-

-

SD0 = P

1

P1 = a + J1

J1 = P . i

 

P

SD1 = SD0 a

a

       

n

 

2

P2= a + J2

J2 = SD1 . i

 

P

SD2 = SD1 a

a

       

n

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

n

Pn= a + Jn

Jn= SDn -1 . i

 

P

SDn = SDn-1 - a

a

       

n

 

2. Matemática Financeira

2.5.3 Sistema Americano (SAM)

Consiste no pagamento apenas de juros do empréstimo,

cabendo a amortização total ao final do último período, portanto resultando em um pagamento

significantemente maior que os demais.

Para este caso é comum o uso de um fundo de amortização, conhecido com sinking fund. Detalhes, consultar Motta e Calôba (2002).

2. Matemática Financeira

Tabela de Amortização via Sistema Americano

       

Amort.

 

Período

Parcela

Juros

Amortização

Acumulada

Saldo Dev.

1

R$ 5.000,00

R$ 5.000,00

 

R$ 0,00

R$ 0,00

R$

100.000,00

2

R$ 5.000,00

R$ 5.000,00

 

R$ 0,00

R$ 0,00

R$

100.000,00

3

R$ 5.000,00

R$ 5.000,00

 

R$ 0,00

R$ 0,00

R$

100.000,00

4

R$ 5.000,00

R$ 5.000,00

 

R$ 0,00

R$ 0,00

R$

100.000,00

 

R$

       

5

105.000,00

R$ 5.000,00

R$

100.000,00

R$ 100.000,00

R$

-

2. Matemática Financeira

O gráfico ilustra esse método que costuma ser empregado apenas em condições muito especiais.

Sistema Americano R$120.000,00 R$105.000,00 R$100.000,00 R$80.000,00 R$60.000,00 R$40.000,00 R$20.000,00
Sistema Americano
R$120.000,00
R$105.000,00
R$100.000,00
R$80.000,00
R$60.000,00
R$40.000,00
R$20.000,00
R$5.000,00
R$5.000,00
R$5.000,00
R$5.000,00
R$5.000,00
R$5.000,00
R$5.000,00
R$5.000,00
R$5.000,00
R$0,00
1
2
3
4
5
Ano
Parcelas
Juros
Amortização
Valores
R$5.000,00 R$5.000,00 R$5.000,00 R$5.000,00 R$0,00 1 2 3 4 5 Ano Parcelas Juros Amortização Valores

3. Fluxo de Caixa

Considerações:

É um procedimento estruturado para avaliar a viabilidade

de investimento.

Trabalharemos com FC líquidos. Então será visto como tratar uma oportunidade e chegar desde a receita bruta ao

fluxo de caixa líquido, que poderá ser avaliado através de

métodos de análise de investimentos.

Para a análise de uma oportunidade, a elaboração de um plano de negócios e a visão de pré-viabilidade de

investimento serão mais do que suficientes.

FC pode ter sua estrutura dividida em 3 partes principais:

Demonstrativo ou demonstração do resultado do exercício (DRE)

Fluxo de caixa do projeto

Fluxo final de caixa.

3. Fluxo de Caixa

FC é a representação gráfica do conjunto de entradas (receitas) e saídas (despesas) relativo a um certo intervalo de tempo. Exemplo abaixo

relativo a um certo intervalo de tempo. Exemplo abaixo Os gráficos de fluxo de caixa devem

Os gráficos de fluxo de caixa devem ser feitos do ponto de vista de quem faz a análise. Para entender este conceito, vamos imaginar que uma máquina custa R$ 20.000,00 à vista ou 5 prestações de R$ 4.800,00. Para a venda a vista o fluxo de caixa é diferente do ponto de vista do comprador para o do vendedor, isto pode ser visto na figura ao lado

o fluxo de caixa é diferente do ponto de vista do comprador para o do vendedor,

3. Fluxo de Caixa

3.1 Demonstrativo do resultado do exercício

O primeiro passo para a elaboração de FC consiste no

demonstrativo de resultados do exercício.

É basicamente uma forma de chegar ao lucro líquido

disponível, a partir da receita bruta obtida pelo

investimento.

3. Fluxo de Caixa

Modelo de demonstrativo de Resultado do Exercício

3. Fluxo de Caixa • Modelo de demonstrativo de Resultado do Exercício

3. Fluxo de Caixa

Os itens do DRE são listados na ordem em aparecem no modelo.

RECEITA BRUTA: corresponderá à soma de toda as receitas

proveniente do investimento relativas ao período avaliado.

IMPOSTO SOBRE RECEITA BRUTA: IPI (Federal), o ICMS (Estadual) e o ISS (Municipal), além do PIS e COFINS. Então

deduzidos os impostos sobre a receita bruta atinge-se a receita

líquida (RL).

CUSTO DO PRODUTO OU MERCADORIA OU SERVIÇO VENDIDO OU PRESTADO (CPV): são os custos operacionais diretamente

envolvidos na tarefa, tais como mão-de-obra, energia e demais

utilidades, transporte, armazenagem e outros. Subtraindo a RL do CPV, tem-se o lucro operacional (LO) ou Lajirda.

3. Fluxo de Caixa

DEPRECIAÇÃO: É uma despesa sem desembolso, o que significa

de forma bastante informal que o uso de um recurso e seu desgaste natural com o tempo retorna de alguma forma para a empresa como um dedutível do Imposto de Renda. Depreciação

é , portanto, a desvalorização, a perda de valor inicial ou

desgaste físico ou funcional sofrido durante o processo de produção.(Alberton & Dacol, 1999. p. 115)

AMORTIZAÇÃO E OUTROS DEDUTÍVEIS: p. e., amortização de

uma reserva mineral que se reduz com o tempo, como um

campo de petróleo ou uma mina de ouro. Em alguns casos, os juros pagos ao banco durante o período pré-operacional do

investimento podem ser deduzidos do IR posteriormente.

Subtraindo a DEPR e a AMORT do Lajirda, obtém-se o Lucro Antes dos Juros e do IR ou Lajir.

3. Fluxo de Caixa

JUROS: correspondem aos juros de empréstimos realizados para o financiamento do investimento. Subtraindo essa parcela do Lajir resulta o Lucro antes do imposto de renda ou Lair.

IMPOSTO DE RENDA: O último passo antes de obter o lucro líquido é calcular o valor do Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucros Líquidos, utilizando a alíquota adequada

sobre o Lair. Subtraindo do Lair o IR, surge o lucro líquido.

3. Fluxo de Caixa

CUSTO DA PRODUÇÃO:

Os custos de produção são aqueles que ocorrem na fabricação do produto e são classificados em Variáveis e Fixos.

Os Custos Variáveis são aqueles que variam de acordo com a quantidade produzida. Os principais custos variáveis de produção são os seguintes: - Matérias Primas, Embalagens e Materiais Auxiliares, - Fretes, - Mão-de-Obra Direta, - Consumo de Energia Elétrica (no processo produtivo), - Água Industrial, - Combustível

Os Custos Fixos normalmente não variam proporcionalmente à

produção. Os principais são os seguintes: - Mão-de-Obra Indireta, - Manutenção, - Seguros, - Demanda de Energia Elétrica, - Despesas de Aluguel relativas à fabricação.

Indireta, - Manutenção, - Seguros, - Demanda de Energia Elétrica, - Despesas de Aluguel relativas à

DEPRECIAÇÃO CONTÁBIL

Depreciação é contabilmente definida como a despesa equivalente à perda de valor de determinado bem, seja por deterioração ou por obsolescência. Não é um desembolso, porém é uma despesa e, como tal, pode ser abatida das receitas,

diminuindo o lucro tributável e, consequentemente, o imposto de renda, este sim

um desembolso real, e com efeitos sobre o fluxo de caixa. A depreciação contábil é feita pelo Método Linear.

Bens

Taxa de depreciação

Prazo

Tratores

25% ao ano

4

anos

Veículos de passageiros

20% ao ano

5

anos

Veículos de carga

20% ao ano

5

anos

Caminhões fora-de-estrada

25% ao ano

4

anos

Motociclos

25% ao ano

4 anos

Computadores

20% ao ano

5

anos

Máquinas e equipamentos

10% ao ano

10 anos

Prédios

4% ao ano

25 anos

20% ao ano 5 anos Máquinas e equipamentos 10% ao ano 10 anos Prédios 4% ao

3. Fluxo de Caixa

Aplicação

3. Fluxo de Caixa • Aplicação

Resultado

DEMONSTRATIVO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO RECEITA BRUTA R$ - R$ 2.500.000,00 R$ 5.000.000,00 R$ 5.000.000,00

DEMONSTRATIVO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO

RECEITA BRUTA

R$

-

R$ 2.500.000,00

R$ 5.000.000,00

R$ 5.000.000,00

R$ 5.000.000,00

Volume R$ - R$ 25.000,00 R$ 50.000,00 R$ 50.000,00 Preço R$ 100,00 R$ 100,00

Volume

R$

-

R$

25.000,00

R$

50.000,00

R$

50.000,00

Preço

R$

100,00

R$

100,00

R$

100,00

R$

100,00

R$ 100,00 R$ 100,00 R$ 100,00 R$ 100,00 R$ 50.000,00 R$ 100,00 R$ 1.000.000,00 R$
R$ 100,00 R$ 100,00 R$ 100,00 R$ 100,00 R$ 50.000,00 R$ 100,00 R$ 1.000.000,00 R$

R$

50.000,00

R$

100,00

R$ 1.000.000,00 R$ 600.000,00 R$ 400.000,00 R$ 4.000.000,00 R$ 3.400.000,00 R$ 400.000,00

R$ 1.000.000,00

R$

600.000,00

R$

400.000,00

R$ 4.000.000,00

R$ 3.400.000,00

R$

400.000,00

R$ 3.000.000,00

R$

600.000,00

R$ 400.000,00 R$ 3.000.000,00 R$ 600.000,00 R$ 250.000,00 R$ - R$ 350.000,00 R$

R$

250.000,00

R$

-

R$

350.000,00

R$

-

R$

350.000,00

R$

119.000,00

R$

231.000,00

R$ 350.000,00 R$ 119.000,00 R$ 231.000,00 IMPOSTO SOBRE REC. BRUTA R$ 500.000,00 R$

IMPOSTO SOBRE REC. BRUTA

R$

500.000,00

R$ 1.000.000,00

 

R$ 1.000.000,00

ISS e/ou IPI e/ou ICMS 12%

R$

-

R$

300.000,00

R$

600.000,00

R$

600.000,00

COFINS e/ou PIS 8%

R$

-

R$

200.000,00

R$

400.000,00

R$

400.000,00

RECEITA LÍQUIDA [RL=RB-IP]

R$

-

R$ 2.000.000,00

 

R$ 4.000.000,00

 

R$ 4.000.000,00

CUSTOS DO PRODUTO VENDIDO (CPV=CF+CV)

R$

-

R$ 1.900.000,00

R$ 3.400.000,00

R$ 3.400.000,00

Custo fixo

R$

-

R$

400.000,00

R$

400.000,00

R$

400.000,00

Custo Variável

R$

-

R$ 1.500.000,00

 

R$ 3.000.000,00

 

R$ 3.000.000,00

LUCRO OPERACIONAL (LAJIRDA) (LO=RL-CPV)

R$

-

R$

100.000,00

R$

600.000,00

R$

600.000,00

DEPRECIAÇÃO

R$

-

R$

187.500,00

R$

250.000,00

R$

250.000,00

Amortização e Outro Dedutíveis

R$

-

R$

-

R$

-

R$

-

Lucro Antes dos Juros e Imposto

de Renda [LAJIR] = (LO-DEPR-AMORT)

R$

-

-R$

87.500,00

R$

350.000,00

R$

350.000,00

JUROS

R$

-

R$

-

R$

-

R$

-

LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE

RENDA (LAIR) = LAJIR - JUROS

R$

-

-R$

87.500,00

R$

350.000,00

R$

350.000,00

IMPOSTO DE RENDA 34%

IMPOSTO DE RENDA 34% R$ - R$ - R$ 119.000,00 R$ 119.000,00

R$

-

R$

-

IMPOSTO DE RENDA 34% R$ - R$ - R$ 119.000,00 R$ 119.000,00

R$

119.000,00

IMPOSTO DE RENDA 34% R$ - R$ - R$ 119.000,00 R$ 119.000,00

R$

119.000,00

LUCRO LÍQUIDO - (LL = LAJIR-IR)

R$

-

-R$

87.500,00

R$

231.000,00

R$

231.000,00

R$ mil

2008

2009

2010

2011

2012

3. Fluxo de Caixa

3.2 Fluxo de Caixa do Projeto

A segunda etapa do modelo de elaboração do

de caixa do projeto,

consistindo em entradas, saídas e disponibilidade de capital e capital de giro que

fluxo

de

caixa é

o fluxo

não constam no DRE.

3. Fluxo de Caixa

Modelo do Fluxo de Caixa do Projeto

3. Fluxo de Caixa • Modelo do Fluxo de Caixa do Projeto

3. Fluxo de Caixa

O fluxo de entradas e disponibilidades é composto de:

Lucro líquido: recuperado da última linha do DRE.

Empréstimos: nessa linha entrarão os financiamentos ao projeto, quando exitirem.

Depreciação: como mencionado, a depreciação é um custo sem desembolso, que incide para redução do impacto do IR e Contribuição sobre o Lucro, mas como não foi efetivamente gasta, retorna ao fluxo nessa etapa.

Valor residual do investimento: quando os equipamentos utilizados não são totalmente depreciados durante o projeto, seu valor residual de revenda ou valor contábil se reflete nessa linha.

3. Fluxo de Caixa

As saídas do fluxo de caixa do projeto são:

Investimentos: valores gastos para montar e colocar o

investimento em operação, sejam construções,

equipamentos, treinamentos e outros que poderão ocorrer antes ou durante o projeto.

Amortização de despesas: nessa linha vão entrar os pagamentos de amortização do principal dos empréstimos tomados pela empresa para esse

projeto.

3. Fluxo de Caixa

Capital de giro: é um reservatório de capital para garantir

a operação do projeto dentro do fluxo de caixa, ou seja, mantendo o projeto no azul o tempo inteiro, sem precisar contrair empréstimos de curto prazo, mas informações ver Assaf Neto e Silva (2002).

O mecanismo do CG poderá se dar em dois momentos apenas:

Com aporte de dinheiro ao fundo de CG no instante inicial do

projeto e sua recuperação no final do projeto. Poderá também se alterar em todos os períodos, de forma a garantir, p. e., cobertura de 10% dos custos do projeto.

3. Fluxo de Caixa

Continuação exercício anterior

3. Fluxo de Caixa • Continuação exercício anterior

Resultado

FLUXO DE CAIXA DO PROJETO R$ mil 2008 2009 2010 2011 2012 ENTRADAS E DISPONIBILIDADES
FLUXO DE CAIXA DO PROJETO
R$ mil
2008
2009
2010
2011
2012
ENTRADAS E DISPONIBILIDADES
0,00
100.000,00
481.000,00
481.000,00
543.500,00
Lucro Líquido
0,00
-87.500,00
231.000,00
231.000,00
231.000,00
Empréstimos
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Depreciação
0,00
187.500,00
250.000,00
250.000,00
250.000,00
Valor Residual
0,00
0,00
0,00
0,00
62.500,00
SAÍDAS
750.000,00
250.000,00
0,00
0,00
0,00
INVESTIMENTOS
750.000,00
250.000,00
0,00
0,00
0,00
AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
CAPITAL DE GIRO
95.000,00
170.000,00
170.000,00
170.000,00
0,00
VARIAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO
95.000,00
75.000,00
0,00
0,00
-170.000,00

Nesse último ano, o capital de giro, que está investido no projeto, retorna para a empresa, constituindo-se, então, um resultado positivo para a

mesma.

3. Fluxo de Caixa

3.3. Fluxo de Caixa Final

O fluxo de caixa final é apenas um resumo do fluxo de caixa

do projeto, consistindo no valor das entradas e disponibilidade subtraído das saídas e da variação do capital de giro.

Exemplo de Fluxo de Caixa Final

e disponibilidade subtraído das saídas e da variação do capital de giro. • Exemplo de Fluxo

3. Fluxo de Caixa

Portanto, o fluxo de caixa final está ilustrado abaixo, elaborado através da subtração das entradas e disponibilidades pelas saídas e a variação de capital de

giro.

FLUXO DE CAIXA FINAL

R$ mil 2008 2009 2010 2011 2012 FLUXO DE CAIXA PONTUAL -845.000,00 -225.000,00 481.000,00 481.000,00
R$ mil
2008
2009
2010
2011
2012
FLUXO DE CAIXA PONTUAL
-845.000,00
-225.000,00
481.000,00
481.000,00
713.500,00
FLUXO DE CAIXA ACUMULADO
-845.000,00
-1.070.000,00
-589.000,00
-108.000,00
605.500,00

3. Fluxo de Caixa

3.4 Fluxo de caixa com participação de capital de terceiros

Os empréstimos no FC se dá de maneira direta. Como

visto, no DRE uma linha para inserção de juros pagos a

credores relacionados a empréstimos para o projeto.

no fluxo de entradas e disponibilidades há uma linha para a entrada de empréstimos, e nas saídas um espaço para as amortizações de principal.

Portanto, estas serão as linhas preenchidas que farão a diferença entre o fluxo de caixa sem empréstimo e com empréstimo.

Entretanto, o primeiro passo para elaborar um FC com

empréstimo é montar a tabela de amortização.

3. Fluxo de Caixa

3. Fluxo de Caixa Amort. Período Parcela Juros Amortização Acumulada Saldo Dev. 2008 R$ 300.000,00 2009

Amort.

Período

Parcela

Juros

Amortização

Acumulada

Saldo Dev.

2008

R$ 300.000,00

2008 R$ 300.000,00
2008 R$ 300.000,00

2009

R$ 94.641,24

R$ 30.000,00

R$ 64.641,24

R$ 64.641,24

R$ 235.358,76

2010

R$ 94.641,24

R$ 23.535,88

R$ 71.105,37

R$ 135.746,61

R$ 164.253,39

2011

R$ 94.641,24

R$ 16.425,34

R$ 78.215,90

R$ 213.962,51

R$

86.037,49

2012

R$ 94.641,24

R$

8.603,75

R$ 86.037,49

R$ 300.000,00

R$

-

DEMONSTRATIVO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO
DEMONSTRATIVO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO
DEMONSTRATIVO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO
DEMONSTRATIVO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO
DEMONSTRATIVO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO

DEMONSTRATIVO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO

R$ mil

2008

2009

2008 2009 2010 2011 2012

2010 2011

2008 2009 2010 2011 2012

2012

R$ mil 2008 2009 2010 2011 2012
R$ mil 2008 2009 2010 2011 2012
DEMONSTRATIVO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO R$ mil 2008 2009 2010 2011 2012
DEMONSTRATIVO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO R$ mil 2008 2009 2010 2011 2012

RECEITA BRUTA

R$

-

R$ 2.500.000,00

R$ 5.000.000,00

R$ 5.000.000,00

 

Volume

R$

-

R$

25.000,00

R$

50.000,00

R$

50.000,00

- R$ 25.000,00 R$ 50.000,00 R$ 50.000,00 R$ 5.000.000,00 R$ 50.000,00 R$ 100,00 R$
- R$ 25.000,00 R$ 50.000,00 R$ 50.000,00 R$ 5.000.000,00 R$ 50.000,00 R$ 100,00 R$
- R$ 25.000,00 R$ 50.000,00 R$ 50.000,00 R$ 5.000.000,00 R$ 50.000,00 R$ 100,00 R$
- R$ 25.000,00 R$ 50.000,00 R$ 50.000,00 R$ 5.000.000,00 R$ 50.000,00 R$ 100,00 R$
- R$ 25.000,00 R$ 50.000,00 R$ 50.000,00 R$ 5.000.000,00 R$ 50.000,00 R$ 100,00 R$
- R$ 25.000,00 R$ 50.000,00 R$ 50.000,00 R$ 5.000.000,00 R$ 50.000,00 R$ 100,00 R$
- R$ 25.000,00 R$ 50.000,00 R$ 50.000,00 R$ 5.000.000,00 R$ 50.000,00 R$ 100,00 R$
- R$ 25.000,00 R$ 50.000,00 R$ 50.000,00 R$ 5.000.000,00 R$ 50.000,00 R$ 100,00 R$
R$ 5.000.000,00 R$ 50.000,00

R$ 5.000.000,00

R$

50.000,00

R$

100,00

R$ 1.000.000,00

R$

600.000,00

R$

400.000,00

R$ 4.000.000,00

R$ 3.400.000,00

R$

400.000,00

R$ 3.000.000,00

R$

600.000,00

R$

250.000,00

R$ 3.000.000,00 R$ 600.000,00 R$ 250.000,00 R$ - R$ 350.000,00 R$ 8.603,00 R$

R$

-

R$

350.000,00

R$

8.603,00

R$

341.397,00

R$

116.074,98

R$

225.322,02

R$ - R$ 350.000,00 R$ 8.603,00 R$ 341.397,00 R$ 116.074,98 R$ 225.322,02
R$ - R$ 350.000,00 R$ 8.603,00 R$ 341.397,00 R$ 116.074,98 R$ 225.322,02

Preço

R$

100,00

R$

100,00

R$

100,00

R$

100,00

IMPOSTO SOBRE REC. BRUTA

R$

500.000,00

R$ 1.000.000,00

 

R$ 1.000.000,00

ISS e/ou IPI e/ou ICMS 12%

R$

-

R$

300.000,00

R$

600.000,00

R$

600.000,00

COFINS e/ou PIS 8%

R$

-

R$

200.000,00

R$

400.000,00

R$

400.000,00

RECEITA LÍQUIDA [RL=RB-IP]

R$

-

R$ 2.000.000,00

 

R$ 4.000.000,00

 

R$ 4.000.000,00

CUSTOS DO PRODUTO VENDIDO (CPV=

Custo fixo

Custo Variável

 

R$

-

R$ 1.900.000,00

R$ 3.400.000,00

R$ 3.400.000,00

R$

-

R$

400.000,00

R$

400.000,00

R$

400.000,00

R$

-

R$ 1.500.000,00

 

R$ 3.000.000,00

 

R$ 3.000.000,00

LUCRO OPERACIONAL (LAJIRDA) (LO=R

R$

-

R$

100.000,00

R$

600.000,00

R$

600.000,00

DEPRECIAÇÃO

Amortização e Outro Dedutíveis

Lucro Antes dos Juros e Imposto

de Renda [LAJIR] = (LO-DEPR-AMORT)

JUROS

LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE

RENDA (LAIR) = LAJIR - JUROS

IMPOSTO DE RENDA 34%

LUCRO LÍQUIDO - (LL = LAJIR-IR)

 

R$

-

R$

187.500,00

R$

250.000,00

R$

250.000,00

R$

-

R$

-

R$

-

R$

-

   
 

R$

-

-R$

87.500,00

R$

350.000,00

R$

350.000,00

R$

-

R$

30.000,00

R$

23.535,00

R$

16.425,00

   
 

R$

-

-R$

117.500,00

R$

326.465,00

R$

333.575,00

R$ R$   R$   R$

R$

R$

 
R$ R$   R$   R$

R$

 
R$ R$   R$   R$

R$

-

-

110.998,10

113.415,50

R$

-

-R$

117.500,00

R$

215.466,90

R$

220.159,50

  R$ - - 110.998,10 113.415,50 R$ - -R$ 117.500,00 R$ 215.466,90 R$ 220.159,50
  FLUXO DE CAIXA DO PROJETO   ENTRADAS E DISPONIBILIDADES 300.000,00 70.000,00 465.466,90
  FLUXO DE CAIXA DO PROJETO   ENTRADAS E DISPONIBILIDADES 300.000,00 70.000,00 465.466,90
  FLUXO DE CAIXA DO PROJETO   ENTRADAS E DISPONIBILIDADES 300.000,00 70.000,00 465.466,90
  FLUXO DE CAIXA DO PROJETO   ENTRADAS E DISPONIBILIDADES 300.000,00 70.000,00 465.466,90
  FLUXO DE CAIXA DO PROJETO   ENTRADAS E DISPONIBILIDADES 300.000,00 70.000,00 465.466,90
 

FLUXO DE CAIXA DO PROJETO

 

ENTRADAS E DISPONIBILIDADES

300.000,00

70.000,00

465.466,90

470.159,50

475.322,02

Lucro Líquido

0,00

-117.500,00

215.466,90

220.159,50

225.322,02

Empréstimos

300.000,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Depreciação

0,00

187.500,00

250.000,00

250.000,00

250.000,00

Valor Residual

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

SAÍDAS

750.000,00

314.641,00

71.105,00

78.216,00

86.037,00

INVESTIMENTOS

750.000,00

250.000,00

0,00

0,00

0,00

AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS

 

64.641,00

71.105,00

78.216,00

86.037,00

CAPITAL DE GIRO

95.000,00

170.000,00

170.000,00

170.000,00

0,00

VARIAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

95.000,00

75.000,00

0,00

0,00

-170.000,00

 

FLUXO DE CAIXA FINAL

 

FLUXO DE CAIXA PONTUAL

-545.000,00

-319.641,00

394.361,90

391.943,50

559.285,02

 

FLUXO DE CAIXA ACUMULADO

-545.000,00

-864.641,00

-470.279,10

-78.335,60

480.949,42

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

Objetivo: fornecer uma estimativa do valor adicionado

ao negócio de uma companhia ou uma pessoa diante de uma oportunidade em termos quantitativos (monetários).

A análise de fluxo de caixa descontado trará como seu resultado final um fluxo de desembolso e retornos financeiros que deverão ser analisados de forma a obter uma indicação única sobre a rentabilidade do investimento.

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

Para avaliação utilizaremos os seguintes métodos de avaliação de investimento:

Valor líquido descontado, que poderá ser presente (VPL), futuro (VFL) ou periódico (VAL);

Taxa interna de retorno (TIR ou ROI).

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

4.1 Taxa mínima de atratividade (TMA)

de

decisão;

É um ponto comum de análise financeira das oportunidades;

A TMA é o parâmetro mais importante para

É

utilizada

referencial

tomada

com

para

avaliação das alternativas e é a taxa de desconto utilizada para o fluxo de caixa.

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

4.1 Taxa mínima de atratividade (TMA) É a menor taxa de retorno que fará com que o investidor se convença a realizar o projeto, considerando que suas motivações sejam puramente financeiras, ou seja, a avaliação possui um critério de análise da lucratividade.

suas motivações sejam puramente financeiras, ou seja, a avaliação possui um critério de análise da lucratividade.

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

Considerando a geração de valor que é fornecida pelo

indicador de valor agragdo, EVA (Economic Value Added), tem-se que:

EVA = I . (ROI WACC)

Sendo: EVA => valor econômico agregado pelo projeto analisado; I => Investimento necessário para desenvolver tal projeto; ROI => retorno sobre investimento nesse projeto, com tx equivalente a 6% para projeto A e 15% para projeto B; e WACC => custo de oportunidade, o custo médio ponderado do capital utilizado para investir

naquela oportunidade.

4.

Métodos

Investimento

Calculando-se

verifica-se que:

o

valor

de

Avaliação

de

adicionado

pelas

alternativas,

EVAA = 40.(6% - 10%) = 40.(-4%) = -1,6

EVAB = 50 . (15% - 10%) = 50.(5%) = 2,5

Verifica-se, então, que o projeto A está destruindo valor na companhia, enquanto o projeto B está adicionando valor, pois sua rentabilidade está abaixo da mínima desejada.

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

Diante desse resultado devemos nos perguntar: Que

valor poderá assumir a TMA? Dependerá da fonte do capital levantado para assumir o investimento:

Investimento totalmente financiado, p. e., empréstimo para

estabelecimento de uma franquia, que TMA pode ser a taxa de juros da instituição financeira, ou seja, o projeto deverá pagar pelo menos o empréstimo requerido.

Investimento totalmente de capital próprio, deve ser sempre considerada a melhor opção de investimento alternativa que poderia ser feita, de forma a otimizar o uso do capital.

Investimento for parte financiado e parte próprio, deverá ser feita uma estimativa do custo médio de levantamento desse

capital.

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

4.2 Valores Líquidos Descontados

É a técnica mais utilizada na análise da viabilidade;

Fazendo uma equivalência entre qualquer série

investimento e retornos financeiros através de um valor

único (VPL, VFL ou VAL);

Essa análise depende da tx utilizada para descontar a série, i, a TMA;

VPL descontado é obter o valor criado ou destruído a partir do projeto, em comparação com a TMA.

Se VPLd = 0 gera apenas a rentabilidade i ao mês;

Se VPLd > 0 gera algo além da rentabilidade i

Se VPLd < 0 gera menos que a a TMA, ou seja, é inviável.

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

O VPLd pode ser representado como uma série uniforme,

um VP ou VF.

Para investimento do qual se espera um retorno,

emprega-se o VPL, que consiste na transposição da série

de valores para o primeiro momento de ocorrência de fluxos financeiros, o instante 0.

Para análise de custos, p. e., armazenagem e distribuição de bens ou custo de uma operação que pode ser terceirizada, emprega-se o VAL.

Como visto na matemática financeira a correspondência

entre VP, VF e para parcela(VA) é imediata.

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

4.2.1. Valor presente líquido (VPL)

É obtido a partir do desconto de todos os fluxos de caixa para o momento inicial, o instante 0, quando ocorre o

primeiro desembolso.

Na fig, o processo de cálculo do VPL, considerando os fluxos anuais e um tx de juros de i=10% a.a.

• Na fig, o processo de cálculo do VPL, considerando os fluxos anuais e um tx

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

O fluxo de caixa descontado (FCD) é o conceito que busca

encontrar o valor presente de um fluxo de caixa. Ele assim o faz, pois considera o valor do dinheiro no tempo:

o faz, pois considera o valor do dinheiro no tempo: • O VPL (Valor presente Liquido)

O VPL (Valor presente Liquido) é a soma de todos os

fluxos de

projeto de

caixa

descontados

de

um

investimento.

• O VPL (Valor presente Liquido) é a soma de todos os fluxos de projeto de

4. Métodos de Avaliação de Investimento

A idéia do

figura III.1 a seguir.

método é mostrada esquematicamente, na

4. Métodos de Avaliação de Investimento • A idéia do figura III.1 a seguir. método é

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

Primeiro fluxo, 100, ocorre no instante 0.

de • Primeiro fluxo, 100, ocorre no instante 0. • Para o segundo fluxo, instante 1,

Para o segundo fluxo, instante 1, será:

no instante 0. • Para o segundo fluxo, instante 1, será: • Para os próximos fluxos,

Para os próximos fluxos, de forma semelhante, fica:

no instante 0. • Para o segundo fluxo, instante 1, será: • Para os próximos fluxos,
no instante 0. • Para o segundo fluxo, instante 1, será: • Para os próximos fluxos,

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

E o valor VPL? Será a soma algébrica de todos os fluxos

descontados. Assim:

a soma algébrica de todos os fluxos descontados. Assim: • Pelo Excel o valor presente da

Pelo Excel o valor presente da série uniforme é dado por:

Excel o valor presente da série uniforme é dado por: • O que significa o valor

O que significa o valor calculado de VPL? Significa que, considerando-se uma TMA de 10% a.a, o projeto é viável, concedendo um VPL de 13,72 em excesso ao retorno de 10% do investimento.

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

=VPL(C5;C3:H3) =VPL(C5;C3:H3)*(1+C5) =C3+VPL(C5;D3:H3)
=VPL(C5;C3:H3)
=VPL(C5;C3:H3)*(1+C5)
=C3+VPL(C5;D3:H3)

4. Métodos de Avaliação de Investimento

Alguns projetos não possuem data de encerramento,

assim, o seu fluxo dura hipoteticamente para sempre (eternidade). Para encontrar o VPL nestes casos calculamos separadamente cada um dos VPLs nos dois momentos do projeto (pré e pós-maturação) e depois os somamos.

calculamos separadamente cada um dos VPLs nos dois momentos do projeto (pré e pós-maturação) e depois
calculamos separadamente cada um dos VPLs nos dois momentos do projeto (pré e pós-maturação) e depois
calculamos separadamente cada um dos VPLs nos dois momentos do projeto (pré e pós-maturação) e depois

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

4.2.2. Valor futuro líquido (VFL)

É uma forma de avaliar o que uma oportunidade renderá,

comparada a um investimento à taxa i, no último instante

do fluxo de caixa.

Corresponde a transformar o valor presente líquido em um valor futuro F = P . (1+i)^n.

O uso do valor futuro líquido é bastante limitado e essencialmente equivalente ao VPL

4.

Métodos

de

Investimento

Avaliação

de

4.2.3. Valor periódico atual (VAL)

Corresponde à transformação de um VPL ou uma série de fluxos irregulares em uma série uniforme distribuída

pelos períodos de ocorrência do fluxo.

A transformação em VAL pode ser feita através do cálculo

do VPL e posterior uso da função PGTO do Excel para converter em uma série uniforme.

4. Métodos de Avaliação de Investimento

O projeto em análise só será atrativo se apresentar um

benefício líquido anual positivo, e entre vários projetos, aquele de maior benefício positivo será o mais interessante.

líquido anual positivo, e entre vários projetos, aquele de maior benefício positivo será o mais interessante.