STJ concede habeas corpus que autoriza prisão domiciliar de mulher d... http://agenciabrasil.ebc.com.

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Conselho Nacional de Justiça
Processo Judicial Eletrônico

Petição/Documento cadastrado com sucesso em 24/02/2016 00:43:55.
Número do Processo: 0006149-17.2015.2.00.0000
Orgão Julgador: Corregedoria
Documento: Petição
Tipo de Documento: Petição

REQUERENTE
PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA

REQUERIDO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - TJRJ

Assinado por: PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA
Juntado por: PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA
Conselho Nacional de Justiça: https://www.cnj.jus.br/pjecnj/Painel/painel_usuario/documentoHTML.s...

Embargo de Declaração Reiterado

Infelizmente, somos obrigados a reconhecer que a Ministra do Superior Tribunal de Justiça,
atuando como Corregedora do Conselho Nacional de Justiça, Sra. Nancy Andrighi, não esta preparada
para Ler, Apreender, Avaliar e Concluir, com a dignidade, e o Respeito, necessário, a demandas propostas por Cidadãos
Brasileiros COMUNS, uma vez que, estes, como Eu, apenas e tão somente, podem se articular através do BOM
PORTUGUÊS, que pelo visto, deixou de ser possivelmente entendido pela mesma.

Consta da decisão que sofreu Embargos de Declaração:

“Fundamentação: Dos fatos narrados, evidencia-se que o objeto deste expediente
apresenta natureza jurisdicional, matéria que não se insere dentre as atribuições
deste Conselho Nacional de Justiça (art. 103-B, §4º, da CF/88).

A competência fixada para este Conselho é restrita ao âmbito administrativo do
Poder Judiciário e não pode intervir no conteúdo de decisão judicial, seja para corrigir
eventual vício de legalidade ou nulidade (CNJ - RA – Recurso Administrativo em
RD - Reclamação Disciplinar - 0005731-84.2012.2.00.0000 - Rel. FRANCISCO
FALCÃO - 175ª Sessão - j. 23/09/2013).”

Consta do Embargo de Declaração:

O Art. 93 da Constituição Federal especifica que o Estatuto da Magistratura tem como PRÍNCIPIO
(Constitucional) “que todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos, e
fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade”.

O Art. 103-B., § 4º, da Constituição Federal especifica que ao Conselho Nacional de Justiça
“COMPETE além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura: I -
zelar pela autonomia do Poder Judiciário e pelo cumprimento do Estatuto da Magistratura,
podendo expedir atos regulamentares, no âmbito de sua competência, ou recomendar providências;”

Reprodução de decisões do Supremo Tribunal Federal, disponibilizada no seu site oficial, como:

“A ordem jurídico-constitucional assegura aos cidadãos o acesso ao Judiciário em concepção maior.
Engloba a entrega da prestação jurisdicional da forma mais completa e convincente possível. Omisso o
provimento judicial e, em que pese a interposição de embargos declaratórios, persistindo o vício na arte
de proceder, forçoso é assentar a configuração da nulidade.” (RE 158.655, Rel. Min. Marco Aurélio,

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julgamento em 20-8-1996, Segunda Turma, DJ de 2-5-1997.)

"A decisão, como ato de inteligência, há de ser a mais completa e convincente possível. Incumbe ao
Estado-Juiz observar a estrutura imposta por lei, formalizando o relatório, a fundamentação e o
dispositivo. Transgride comezinha noção do devido processo legal, desafiando os recursos de revista,
especial e extraordinário pronunciamento que, inexistente incompatibilidade com o já assentado,
implique recusa em apreciar causa de pedir veiculada por autor ou réu. O juiz é um perito na arte de
proceder e julgar, devendo enfrentar as matérias suscitadas pelas partes, sob pena de, em vez de
examinar no todo o conflito de interesses, simplesmente decidi-lo, em verdadeiro ato de força,
olvidando o ditame constitucional da fundamentação, o princípio básico do aperfeiçoamento da
prestação jurisdicional.” (RE 435.256, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 26-5-09, 1ª Turma,
DJE de 21-8-09)

Ratificação da origem primeira da Demanda

“Os documentos em anexo, tem como preocupação apresentar ao Conselho Nacional de Justiça a
IRRESPONSÁVEL decisão tomada pela 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de
Janeiro, bem como, demonstrar os efetivos, e “hercúleos” esforços, feitos por um Cidadão
COMUM, como Eu, na busca do simples, e primordial, IDEAL DE JUSTIÇA.”

Consta da Petição Inicial:

A título de esclarecimentos adicionais, reproduzimos parte do documento “004 - email Recebimento Infs
Adicionais da Corregedora-Geral DPGE RJ – Assinado”, na qual podemos resumir a base da necessária
anulação por falta de fundamentação, uma vez que, NEGA Direito Estabelecido, e Reconhecidamente,
LEGÍTIMO., uma vez que, Assembléia Geral do Condomínio LEMAR determinou que “CABE A
ADMINISTRADORA COBRAR JUROS E CORREÇÃO QUANDO NÃO HOUVER FATO GRAVE”, e Eu atrasei
o pagamento de Cotas Condominais por ter ficado 1 ano e 4 meses DESEMPREGADO, que é
reconhecidamente um FATO GRAVE., inclusive reconhecido pela 13ª Câmara Cível.

“Para que não pairem quaisquer dúvidas, devemos esclarecer, que a habilidade, e idependência,
da "atuação" do Advogado, seja Defensor Público ou não, sempre foi reconhecida, em todas as
oportunidades por mim, contudo, pela inexistência de cumplicidade na forma com que foram
encaminhadas todas as Petições, excetuando-se o Embargo de Declaração, onde o Denfensor
Público Substituto (em função de férias da Titular), teve toda a paciência, para identificar que
cabia tal recurso, a Responsabilidade pelo Usufruto da AMPLA DEFESA de meus interesses,
pode, e deve, ser cobrada das Defensoras Públicas que "atuaram" no Processo, em função de
uma "atuação" protocolar, onde o desconhecimento da Lei nº 4.591, de 16 de Dezembro de
1964, e da Lei nº 10.406, de 10 de Janeiro de 2002, uma vez que, ratificaram, ao aceitarem, a
interpretação de que “No processo, o condomínio é representado por quem a convenção
determina: pelo síndico e somente ele possui poderes para transacionar, abrindo mão dos
consectários legais do débito, o que não ocorreu;

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Nosso inconformismo se reside no fato de que a Decisão FINAL, não atentou, para o fato de
que consta na LEI Nº 4.591, DE 16 DE DEZEMBRO DE 1964, Dispõe sobre o condomínio em
edificações e as incorporações imobiliárias, TÍTULO I – DO CONDOMÍNIO, CAPÍTULO VI – Da
Administração do Condomínio, Art. 22 - Será eleito, na forma prevista pela Convenção, um
síndico do condomínio, cujo mandato não poderá exceder de 2 anos, permitida a reeleição, § 1º
Compete ao síndico: e) cumprir e fazer cumprir a Convenção e o Regimento Interno, bem
como executar e fazer executar as deliberações da assembléia;

Nosso inconformismo se reside no fato de a Decisão FINAL, não atentou, para o fato de que
consta na LEI N o 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE 2002, Institui o Código Civil, LIVRO III - Do
Direito das Coisas, TÍTULO III – Da Propriedade, CAPÍTULO VII - Do Condomínio Edilício,
Seção II – Da Administração do Condomínio, Art. 1.348. Compete ao síndico: IV - cumprir e
fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da assembléia;”

Afinal, consta de decisão ora com Embargos de Declaração:

“Da leitura da petição apresentada, verifica-se que o requerente não infirma, de
modo específico e articulado, os fundamentos da decisão proferida, limitando-se a
manifestar, de forma genérica, a sua contrariedade em relação ao arquivamento
deste expediente e ao acórdão proferido pelo TJ/RJ nos autos do processo nº
0398132-02.2009.8.19.0001.”

Como é possível não ter infirmado, de modo específico e articulado, quando:

Chamamos a atenção para o fato de que os Desembargadores da 13ª Câmara Cível do
Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, decidiram com base no Código de
Processo Civil, NEGANDO, de forma irrefutável, inquestionável, e contundente, o que
especifica o Código Civil e a Lei de o Condomínio em edificações e as incorporações imobiliárias,
base natural da demanda em avaliação.

Chamamos a atenção para o fato de que a Constituição Federal determina que o Estatuto
da Magistratura tem como Princípio “que todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão
públicos, e fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade”, razão pela qual, podemos afirmar que
tal Princípio tem caráter de DNA Constitucional do Estatuto da Magistratura.

Chamamos a atenção para o fato de que a Constituição Federal determina que “COMPETE além de outras
atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura: I - zelar pela autonomia do Poder Judiciário
e pelo cumprimento do Estatuto da Magistratura, podendo expedir atos regulamentares, no âmbito de sua
competência, ou recomendar providências;”

Chamamos a atenção para o fato de que o Supremo Tribunal Federal reconhece significativa IMPORTÂNCIA à
Fundamentação Adequada das Decisões, e ao presumível preparo dos Juízes na arte do Direito, uma vez que,
cabe ao STF ser o responsável primeiro por interpretar a Constituição Federal.

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Conselho Nacional de Justiça: https://www.cnj.jus.br/pjecnj/Painel/painel_usuario/documentoHTML.s...

Pelo exposto acima, minha intuição, me diz, que a Corregedora Nacional de Justiça, apenas e
tão somente, não se deu “ao trabalho”, de Ler, Apreender, Avaliar e Concluir, de forma Ética, e
Profissional, a Demanda proposta por um Cidadão Brasileiro COMUM, que pelas próprias
característica, deveria, ter por parte, da Mesma, uma maior atenção, uma maior dedicação, um
maior empenho, em tentar vislumbrar, sobre o que versa a demanda, ao invés de, apenas e tão
somente, Desmerecê-lo.

Pelo exposto, acima, SOLICITO que a Corregedora Nacional de Justiça, reavalie sua decisão, e
proponha ao Plenário do Conselho Nacional de Justiça, uma adequada, e profunda, avaliação
sobre o IMPACTO que o DNA Constitucional do Estatuto da Magistratura, deve produzir no
reconhecimento das Atribuições, e Responsabilidades do CNJ, de tal forma, ser razoável, ser
premente, quiçá visceral, que o CNJ venha a poder avaliar a qualidade das fundamentações,
sem necessariamente, entrar no Mérito, de maneira, que seja possível alcançar o IDEAL DE
JUSTIÇA, onde a ANULAÇÃO de Decisões mal fundamentadas seja ALGO CONCRETO,
principalmente, porque o CNJ representa a Fiscalização do Poder Judiciário pela Sociedade
Brasileira.

Pede Deferimento,

Plinio Marcos Moreira da Rocha

Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 – LEME – Rio de Janeiro – RJ

CEP – 22.010-010

Tel. Res. (21) 2542-7710

Tel. Cel. (21) 9 8618-3350

Assinado eletronicamente por: PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA
https://www.cnj.jus.br/pjecnj/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam
ID do documento: 1887443 16022400435407500000001840812

4 de 4 24/02/2016 00:46
Conselho Nacional de Justiça
Processo Judicial Eletrônico

Petição/Documento cadastrado com sucesso em 22/02/2016 15:22:09.
Número do Processo: 0006149-17.2015.2.00.0000
Orgão Julgador: Corregedoria
Documento: Despacho
Tipo de Documento: Despacho

REQUERENTE
PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA

REQUERIDO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - TJRJ

Assinado por: FATIMA NANCY ANDRIGHI
Juntado por: NATALIA DA SILVA DE CARVALHO
Conselho Nacional de Justiça: https://www.cnj.jus.br/pjecnj/Painel/painel_usuario/documentoHTML.s...

Conselho Nacional de Justiça

Autos: PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS - 0006149-17.2015.2.00.0000
Requerente: PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA
Requerido: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - TJRJ

DESPACHO

Cuida-se de petição acostada por PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA, após a
prolação da decisão que determinou o arquivamento sumário deste expediente, em razão da
natureza jurisdicional da pretensão deduzida pelo requerente (Id 1865501).

Conclusos em: 11/02/2016.

Em sua nova petição, o requerente afirma que a decisão proferida viola os arts. 93, IX, e
103-B, § 4º e § 5º, da CF, além de contrariar a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.
Reitera, ademais, que o acórdão prolatado pela 13ª Câmara Cível do TJ/RJ é nulo e ilegal, razão
pela qual o referido órgão colegiado deve ser repreendido por seu desleixo (Id 1870552).

É o relatório.

Da leitura da petição apresentada, verifica-se que o requerente não infirma, de modo
específico e articulado, os fundamentos da decisão proferida, limitando-se a manifestar, de forma
genérica, a sua contrariedade em relação ao arquivamento deste expediente e ao acórdão
proferido pelo TJ/RJ nos autos do processo nº 0398132-02.2009.8.19.0001.

Assim, não havendo impugnação específica dos fundamentos da decisão, não é possível
considerar a presente petição como recurso administrativo.

Desse modo, RETORNEM-SE os autos ao arquivo.

Brasília, 12 de fevereiro de 2016.

MINISTRA NANCY ANDRIGHI

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Conselho Nacional de Justiça: https://www.cnj.jus.br/pjecnj/Painel/painel_usuario/documentoHTML.s...

Corregedora Nacional de Justiça

C16 1202

Assinado eletronicamente por: FATIMA NANCY ANDRIGHI
https://www.cnj.jus.br/pjecnj/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam
ID do documento: 1878870 16022215192641900000001832817

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Conselho Nacional de Justiça
Processo Judicial Eletrônico

Petição/Documento cadastrado com sucesso em 23/02/2016 16:05:31.
Número do Processo: 0006149-17.2015.2.00.0000
Orgão Julgador: Corregedoria
Documento: Intimação
Tipo de Documento: Intimação

REQUERENTE
PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA

REQUERIDO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - TJRJ

Assinado por: FATIMA NANCY ANDRIGHI
Juntado por: THIARA REGINA FERREIRA MONTEIRO BASSANI

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