SOLAR TÉRMICO

Temas a Abordar
• Pequeno historial da evolução solar térmica em Portugal
e Legislação aplicavel;
• Apoios/incentivos ao investimento;
• Eficácia dos sistemas solares;
• Sistemas de unidades;
• Heliotécnia;
• Colectores solares;
• Tipo de sistemas solares e soluções.

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os cursos de água. • E o facto de os processos de conversão destas formas de energia não serem poluentes tornava-as especialmente atraentes para uma humanidade já preocupada pela degradação do meio ambiente. bem como a comercialização de equipamentos. Porquê? Crise da energia nos anos setenta. muitas esperanças foram depositadas nas energias renováveis: o sol. ameaça de esgotamento dos recursos petrolíferos. veio estimular a investigação no aproveitamento de formas de energia alternativas. Porquê a energia solar? Porquê só agora? Já nos anos 80 houve uma tentativa de arrancar com os sistemas solares térmicos em Portugal. as marés. Formas de energia alternativas •Nessa altura. o vento. os resíduos animais e vegetais. 2 . as ondas. o calor das águas subterrâneas.

pelas energias renováveis. • Falta de qualidade de colectores e curto tempo de vida • Falta de qualidade das instalações executadas • Falta de manutenç manutenção • Uma variedade de Ferramentas de dimensionamento e cálculos deficientes • Falta de formaç formação de Té Técnicos Recurso Solar Portugal .um dos países da Europa com maior disponibilidade do recurso solar 3 . Porque falhou? A estabilização dos preços do petróleo. e previsões menos pessimistas sobre as reservas de combustíveis fósseis ainda por explorar viriam diminuir o interesse dos políticos responsáveis pelo planeamento energético. dos fabricantes de equipamento e dos consumidores.

.. Recurso Solar Portugal é dos países com a maior dependência energética do exterior. 4 .

RSECE procura introduzir algumas medidas de racionalização.(DL nº 40/90) • Surge ainda o programa comunitário de incentivos SIURE. Máx. de modo a atingir as exigências de conforto térmico com o menor dispêndio de energia. que pretende fomentar a melhoria da eficiência energética dos sistemas AVAC. que veio substituir DL nº156/92 (nunca aplicado). • Em 1998 surge por DL nº118/98 o RSECE (Regulamento dos Sistemas Energéticos de Climatização dos Edifícios).. nomeadamente em sistemas AVAC (Aquec. fixando limites à Pot. Ventilação Ar Condicionado) 5 . evitando o seu sobredimensionamento. que regulamenta a envolvente dos edifícios em função do clima local. Anos 90 • Surge RCCTE (Regulamento das Características do Comportamento Térmico de Edifícios).

com condições técnicas e de incentivo que permitem a exploração do enorme potencial da energia solar para a produção de água quente. propondo um " Programa Solar Térmico". aprovado pelo Governo através da Resolução do Conselho de Ministros nº 154/2001 de 19 de Outubro. veio definir linhas orientadoras para a energia em Portugal. 6 . Ano 2000 O Programa E4.

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sobre o desempenho energético dos edificios.  RCCTE (DL nº 40/90) Rectificado DL nº 80/2006 ).  RSECE (DL nº156/92) Rectificado ( DL nº79/2006) RCCTE Referências ao Solar 8 . como forma de estancar o aumento do consumo de energia nos edifícios. 2002 a Directiva 2002/91 CE. Dando um período de adaptação de 4 anos (entrada em vigor a partir de 2006. Impõe a adopção dos Estados Membros de sistemas de Certificação Energética nos edifícios. Ano 2000  Parlamento Europeu aprovou 16 Dez.

RCCTE Referências ao Solar RCCTE Referências ao Solar 9 .

Consulta Diário da Républica-www.dre.pt 10 .

Barreiras Actualmente • Elevado investimento inicial • Má reputaç reputação desta forma de energia • Pouco conhecimento por parte do grande público • Falta de adequaç adequação dos edifícios • Falta de informaç informação té técnica 11 .

30% do custo total do sistema até um máximo de 745€... Apoios/Incentivos ao investimento no Solar Térmico Medidas de política fiscal que visam o apoio ao investimento em sistemas solares térmicos • IVA – Taxa aplicável a equipamentos de “captação de energia solar.. nomeadamente colectores Solares é de 12% • IRS – Dedução à colecta na aquisição de equipamentos de energias renivaveis . no caso de dedução à colecta de despesas com juros para aquisição de casa pópria reduz-se a 183€ (valores de 2006) 12 .”.

c)) • De notar que a RCM nº 169/2005. 3. nomeadamente no que diz respeito à produção de água quente sanitária e industrial”. 13 . através de redinamização do programa Agua Quente Solar” Apoios/Incentivos privados:  Financiamento Bancário na base dos créditos Pessoais  Apenas um Banco refere um crédito Pessoal- Energias Renováveis” indicando que oferece um juro 50% inferior ao Crédito Pessoal para outros fins.º 25/2006. Aguarda-se a nova defenição de programas de de incentivos no âmbito de QREN- Quadro de Referência Estatégico Nacional. no dominio da energia (RCM n. Incentivos Directos ao Investimento Nacional • Estão actualmente suspensos (PRIME _MAPE). prevê expressamente que “abre-se também opotunidades significativas para usos directos da energia solar. que define a Estrategia Nacional para a Energia.

Eficácia do Sistema Eficácia do Sistema 14 .

Eficácia do Sistema Tempo de Retorno 15 .

Tempo de Retorno Tempo de Retorno 16 .

Tempo de Retorno 17 .

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