Você está na página 1de 238
MECÂNICA DOS FLUIDOS ASSUNTOS Tubos e Tubulações – Definições Tubos: Materiais, Processos de Fabricação e Normalização
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS ASSUNTOS Tubos e Tubulações – Definições Tubos: Materiais, Processos de Fabricação e Normalização
MECÂNICA DOS FLUIDOS ASSUNTOS Tubos e Tubulações – Definições Tubos: Materiais, Processos de Fabricação e Normalização

ASSUNTOS

Tubos e Tubulações Definições Tubos: Materiais, Processos de Fabricação e Normalização Dimensional

Meios de Ligação de Tubos, Conexões de Tubulações e Juntas de Expansão Válvulas

Purgadores de Vapor, Separadores e Filtros

Aquecimento, Isolamento Térmico, Pintura e Proteção

Disposição das Construções em uma Instalação Industrial Arranjo e Detalhamento de Tubulações

Sistemas Especiais de Tubulação Suportes de Tubulação Montagem e Teste de Tubulações

Desenhos de Tubulações

Bombas Industriais

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

1

MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 1 Tubos e Tubulações Definições, Materiais, Processos de Fabricação e Normalização Dimensional
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 1 Tubos e Tubulações Definições, Materiais, Processos de Fabricação e Normalização Dimensional
MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 1 Tubos e Tubulações Definições, Materiais, Processos de Fabricação e Normalização Dimensional

AULA 1

Tubos e Tubulações

Definições, Materiais, Processos de

Fabricação e Normalização Dimensional

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

2

MECÂNICA DOS FLUIDOS Definição: Conjunto de tubos e seus acessórios. Aplicações:  Distribuição de vapor para
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS Definição: Conjunto de tubos e seus acessórios. Aplicações:  Distribuição de vapor para
MECÂNICA DOS FLUIDOS Definição: Conjunto de tubos e seus acessórios. Aplicações:  Distribuição de vapor para

Definição: Conjunto de tubos e seus acessórios.

Aplicações:

  • Distribuição de vapor para força e/ou para aquecimento;

  • Distribuição de água potável ou de processos industriais;

  • Distribuição de óleos combustíveis ou lubrificantes;

  • Distribuição de ar comprimido;

  • Distribuição de gases e/ou líquidos industriais.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

3

MECÂNICA DOS FLUIDOS CUSTOS Em indústrias de processamento, indústrias químicas, refinarias de petróleo, indústrias petroquímicas, boa
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS CUSTOS Em indústrias de processamento, indústrias químicas, refinarias de petróleo, indústrias petroquímicas, boa
MECÂNICA DOS FLUIDOS CUSTOS Em indústrias de processamento, indústrias químicas, refinarias de petróleo, indústrias petroquímicas, boa

CUSTOS

Em indústrias de processamento, indústrias químicas, refinarias de petróleo, indústrias petroquímicas, boa parte das indústrias alimentícias e farmacêuticas, o custo das tubulações pode representar 70% do custo dos equipamentos ou 25% do custo total da instalação.

MECÂNICA DOS FLUIDOS CUSTOS Em indústrias de processamento, indústrias químicas, refinarias de petróleo, indústrias petroquímicas, boa
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

4

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 5
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 5
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 5
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 5
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

5

MECÂNICA DOS FLUIDOS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO DE TUBOS TUBOS SEM COSTURA Laminação Dia. Grandes Extrusão Dia.
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO DE TUBOS TUBOS SEM COSTURA Laminação Dia. Grandes Extrusão Dia.
MECÂNICA DOS FLUIDOS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO DE TUBOS TUBOS SEM COSTURA Laminação Dia. Grandes Extrusão Dia.

PROCESSOS DE FABRICAÇÃO DE TUBOS

TUBOS SEM COSTURA

MECÂNICA DOS FLUIDOS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO DE TUBOS TUBOS SEM COSTURA Laminação Dia. Grandes Extrusão Dia.

Laminação

Laminação Dia. Grandes

Dia. Grandes

Extrusão

Extrusão Dia. Pequenos

Dia. Pequenos

Fundição

TUBOS COM COSTURA

MECÂNICA DOS FLUIDOS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO DE TUBOS TUBOS SEM COSTURA Laminação Dia. Grandes Extrusão Dia.

Fabricação por solda

A QUALIDADE DO TUBO INDEPENDE DO PROCESSO DE FABRICAÇÃO

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

6

MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO POR LAMINAÇÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 7
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO POR LAMINAÇÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 7
MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO POR LAMINAÇÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 7

FABRICAÇÃO POR LAMINAÇÃO

MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO POR LAMINAÇÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 7
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

7

MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO POR EXTRUSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 8
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO POR EXTRUSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 8
MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO POR EXTRUSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 8

FABRICAÇÃO POR EXTRUSÃO

MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO POR EXTRUSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 8
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

8

MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO POR FUNDIÇÃO Fabricação Por Fundição Ferro Fundido Aços especiais não forjáveis Concreto
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO POR FUNDIÇÃO Fabricação Por Fundição Ferro Fundido Aços especiais não forjáveis Concreto
MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO POR FUNDIÇÃO Fabricação Por Fundição Ferro Fundido Aços especiais não forjáveis Concreto

FABRICAÇÃO POR FUNDIÇÃO

Fabricação Por Fundição

MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO POR FUNDIÇÃO Fabricação Por Fundição Ferro Fundido Aços especiais não forjáveis Concreto

Ferro Fundido Aços especiais não forjáveis

Concreto Cimento - Amianto Barro Vidrato

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

9

MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO DE TUBOS COM COSTURA 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 10
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO DE TUBOS COM COSTURA 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 10
MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO DE TUBOS COM COSTURA 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 10

FABRICAÇÃO DE TUBOS COM COSTURA

MECÂNICA DOS FLUIDOS FABRICAÇÃO DE TUBOS COM COSTURA 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 10
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

10

MECÂNICA DOS FLUIDOS MATERIAIS PARA TUBOS É muito grande a variedade dos materiais atualmente utilizados para
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS MATERIAIS PARA TUBOS É muito grande a variedade dos materiais atualmente utilizados para
MECÂNICA DOS FLUIDOS MATERIAIS PARA TUBOS É muito grande a variedade dos materiais atualmente utilizados para

MATERIAIS PARA TUBOS

É muito grande a variedade dos materiais atualmente utilizados para

a fabricação de tubos. Só a ASTM especifica mais de 500 tipos

diferentes.

Metálicos:

FERROSOS

MECÂNICA DOS FLUIDOS MATERIAIS PARA TUBOS É muito grande a variedade dos materiais atualmente utilizados para

Aços Carbono, Aços Liga, Aços Inoxidáveis, Ferro Fundido, Ferro Forjado, Ferros Ligados, Ferro Nodular

Metálicos: Não Ferrosos

Não metálicos: Plásticos

Cobre, Latões, Cobre-níquel, Níquel e ligas, Metal Monel, Chumbo

Cobre, Latões, Cobre-níquel, Níquel e ligas, Metal Monel, Chumbo

Titânio, zircônio

Cloreto de polivinil (PVC), Polietileno, Acrílicos, Acetato de celulose, Epóxi Poliésteres, Fenólicos etc.

Cloreto de polivinil (PVC), Polietileno, Acrílicos, Acetato de celulose, Epóxi Poliésteres, Fenólicos etc.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

11

MECÂNICA DOS FLUIDOS MATERIAIS PARA TUBOS Não metálicos: cerâmicos Cimento-amianto, Concreto armado, Barro vidrado, Elastômeros (borrachas),
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS MATERIAIS PARA TUBOS Não metálicos: cerâmicos Cimento-amianto, Concreto armado, Barro vidrado, Elastômeros (borrachas),
MECÂNICA DOS FLUIDOS MATERIAIS PARA TUBOS Não metálicos: cerâmicos Cimento-amianto, Concreto armado, Barro vidrado, Elastômeros (borrachas),

MATERIAIS PARA TUBOS

Não metálicos: cerâmicos

MECÂNICA DOS FLUIDOS MATERIAIS PARA TUBOS Não metálicos: cerâmicos Cimento-amianto, Concreto armado, Barro vidrado, Elastômeros (borrachas),

Cimento-amianto, Concreto armado, Barro vidrado, Elastômeros

(borrachas), Vidro,Cerâmica,

porcelana etc. Fatores de influência na seleção do material:

  • - Natureza do fluido conduzido

  • - Condições de serviço (temperatura, pressão, etc.)

  • - Nível de tensões do material

  • - Natureza dos esforços mecânicos

  • - Disponibilidade dos materiais

  • - Sistema de ligações

  • - Custo dos materiais

  • - Segurança

  • - Facilidade de fabricação e

montagem - Vida útil prevista - Experiência prévia

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

12

MECÂNICA DOS FLUIDOS ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAL PARA TUBOS DE AÇO NÃO CONFUNDIR ESPECIFICAÇÃO COM NORMA DIMENSIONAL
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAL PARA TUBOS DE AÇO NÃO CONFUNDIR ESPECIFICAÇÃO COM NORMA DIMENSIONAL
MECÂNICA DOS FLUIDOS ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAL PARA TUBOS DE AÇO NÃO CONFUNDIR ESPECIFICAÇÃO COM NORMA DIMENSIONAL

ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAL PARA TUBOS DE AÇO

NÃO CONFUNDIR ESPECIFICAÇÃO COM NORMA DIMENSIONAL

No caso de Tubo as especificações mais comuns são:

ASTM

Aço-carbono:

A-53

A-106 (Tubo preto)

A-120 (Tubo galvanizado)

Aço-Inoxidável:

A-312

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

13

MECÂNICA DOS FLUIDOS DIÂMETROS COMERCIAIS DOS TUBOS DE AÇO Norma ANSI. B.36.10 Norma ANSI. B.36.19 Aço
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS DIÂMETROS COMERCIAIS DOS TUBOS DE AÇO Norma ANSI. B.36.10 Norma ANSI. B.36.19 Aço
MECÂNICA DOS FLUIDOS DIÂMETROS COMERCIAIS DOS TUBOS DE AÇO Norma ANSI. B.36.10 Norma ANSI. B.36.19 Aço

DIÂMETROS COMERCIAIS DOS TUBOS DE AÇO

Norma ANSI. B.36.10 Norma ANSI. B.36.19

  • Aço Carbono e Aço Liga

  • Aço Inoxidáveis

TODOS OS TUBOS SÃO DESIGNADOS POR UM NÚMERO CHAMADO

“DIÂMETRO NOMINAL IPS” (Iron Pipe Size) ou “BITOLA NOMINAL”

Até 12” o Diâmetro Nominal não corresponde à nenhuma dimensão física do

tubo; a partir de 14” o Diâmetro Nominal coincide com o diâmetro externo dos

tubos.

NORMA DIMENSIONAL ABNT

A ABNT ADOTOU A ANSI B.36 DESPREZANDO A POLEGADA DO DIÂMETRO NOMINAL USANDO O NÚMERO COMO DESIGNAÇÃO.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

14

MECÂNICA DOS FLUIDOS DIÂMETROS COMERCIAIS DOS TUBOS DE AÇO Para cada Diâmetro Nominal fabricam-se tubos com
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS DIÂMETROS COMERCIAIS DOS TUBOS DE AÇO Para cada Diâmetro Nominal fabricam-se tubos com
MECÂNICA DOS FLUIDOS DIÂMETROS COMERCIAIS DOS TUBOS DE AÇO Para cada Diâmetro Nominal fabricam-se tubos com

DIÂMETROS COMERCIAIS DOS TUBOS DE AÇO

Para cada Diâmetro Nominal fabricam-se tubos com várias espessuras de parede, denominadas “séries” ou “schedule”.

Série = 1000 P/S onde: P = A Pressão interna em trabalho em psig. S = Tensão Admissível do material em psig.

PARA CADA DIÂMETRO NOMINAL O DIAMETRO EXTERNO É SEMPRE CONSTANTE, VARIANDO APENAS O DIÂMETRO INTERNO, QUE SERÁ TANTO MENOR QUANTO MAIOR FOR A ESPESSURA DE PAREDE DO TUBO.

MECÂNICA DOS FLUIDOS DIÂMETROS COMERCIAIS DOS TUBOS DE AÇO Para cada Diâmetro Nominal fabricam-se tubos com

SEÇÕES TRANSVERSAIS EM TUBOS DE 1” DE DIÂMETRO NOMINAL

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

15

MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE PONTAS DE TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 16
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE PONTAS DE TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 16
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE PONTAS DE TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 16
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE PONTAS DE TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 16

TIPOS DE PONTAS DE TUBOS

MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE PONTAS DE TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 16
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

16

MECÂNICA DOS FLUIDOS DIMENSIONAMENTO DO DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO NA MAIORIA DOS CASOS É UM PROBLEMA HIDRÁULICO
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS DIMENSIONAMENTO DO DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO NA MAIORIA DOS CASOS É UM PROBLEMA HIDRÁULICO
MECÂNICA DOS FLUIDOS DIMENSIONAMENTO DO DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO NA MAIORIA DOS CASOS É UM PROBLEMA HIDRÁULICO

DIMENSIONAMENTO DO DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO

NA MAIORIA DOS CASOS É UM PROBLEMA HIDRÁULICO EM FUNÇÃO:

Da vazão necessária de fluido Das diferenças de cotas existentes Das pressões disponíveis

Das velocidades e perdas de carga admissíveis

Da natureza do fluido Do material e tipo da tubulação

EXCEÇÕES: Diâmetro do bocal do equipamento (TUBOS CURTOS) Vão entre os suportes (VAZÕES PEQUENAS)

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

17

MECÂNICA DOS FLUIDOS DIMENSIONAMENTO DO DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO O CÁLCULO É FEITO POR APROXIMAÇÕES SUCESSIVAS CÁLCULO
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS DIMENSIONAMENTO DO DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO O CÁLCULO É FEITO POR APROXIMAÇÕES SUCESSIVAS CÁLCULO
MECÂNICA DOS FLUIDOS DIMENSIONAMENTO DO DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO O CÁLCULO É FEITO POR APROXIMAÇÕES SUCESSIVAS CÁLCULO

DIMENSIONAMENTO DO DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO

O CÁLCULO É FEITO POR APROXIMAÇÕES SUCESSIVAS

CÁLCULO DO DIÂMETRO: Função das velocidades de escoamento ou das perdas de carga.

É PRECISO EVITAR VELOCIDADES ALTAS PORQUE PODE CAUSAR VIBRAÇÕES NA TUBULAÇÃO

GRANDEZAS CONHECIDAS (Cálculo da perda de carga)

Vazão Cota e pressão dos pontos extremos Natureza do líquido (γ ,υ,Pv ) Comprimento equivalente

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

18

MECÂNICA DOS FLUIDOS DIMENSIONAMENTO DO DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO 1. QUANTO MAIOR A PERDA DE CARGA MAIOR
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS DIMENSIONAMENTO DO DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO 1. QUANTO MAIOR A PERDA DE CARGA MAIOR
MECÂNICA DOS FLUIDOS DIMENSIONAMENTO DO DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO 1. QUANTO MAIOR A PERDA DE CARGA MAIOR

DIMENSIONAMENTO DO DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO

  • 1. QUANTO MAIOR A PERDA DE CARGA MAIOR A ENERGIA PERDIDA

  • 2. PARA DIMINUIR A PERDA DE CARGA É PRECISO AUMENTAR O

DIÂMETRO

  • 3. RESULTA EM UM PROBLEMA ECONÔMICO

CALCULADO O DIÂMETRO EM FUNÇÃO DO ESCOAMENTO É

PRECISO ADEQUAR O VALOR ENCONTRADO COM AS DIMENSÕES NORMALIZADAS PARA FABRICAÇÃO DE TUBOS.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

19

MECÂNICA DOS FLUIDOS DEFINIÇÃO DE UM TUBO DIÂMETRO NOMINAL (Especificação para Compra) NÚMERO DE SÉRIE TIPO
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS DEFINIÇÃO DE UM TUBO DIÂMETRO NOMINAL (Especificação para Compra) NÚMERO DE SÉRIE TIPO
MECÂNICA DOS FLUIDOS DEFINIÇÃO DE UM TUBO DIÂMETRO NOMINAL (Especificação para Compra) NÚMERO DE SÉRIE TIPO

DEFINIÇÃO DE UM TUBO

DIÂMETRO NOMINAL

(Especificação para Compra)

NÚMERO DE SÉRIE

TIPO DE EXTREMIDADE : Ponta lisa

Ponta chanfrada (especificada) Ponta rosqueada (especificada)

PROCESSO DE FABRICAÇÃO (com ou sem costura) ESPECIFICAÇÃO DO MATERIAL

TIPO DE ACABAMENTO OU DE REVESTIMENTO

QUANTIDADE: Normalmente indica-se a quantidade total

em unidade de comprimento ou em peso. A indicação do comprimento da vara de tubo não é importante porque pode haver variação, em função do processo de fabricação

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

20

MECÂNICA DOS FLUIDOS ROSCA PARA TUBOS ROSCA NPT 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 21
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS ROSCA PARA TUBOS ROSCA NPT 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 21
MECÂNICA DOS FLUIDOS ROSCA PARA TUBOS ROSCA NPT 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 21

ROSCA PARA TUBOS

ROSCA NPT

MECÂNICA DOS FLUIDOS ROSCA PARA TUBOS ROSCA NPT 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 21
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

21

MECÂNICA DOS FLUIDOS ROSCA PARA TUBOS ROSCA WITHWORTH 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 22
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS ROSCA PARA TUBOS ROSCA WITHWORTH 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 22
MECÂNICA DOS FLUIDOS ROSCA PARA TUBOS ROSCA WITHWORTH 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 22

ROSCA PARA TUBOS

ROSCA WITHWORTH

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

22

MECÂNICA DOS FLUIDOS VELOCIDADES RECOMENDADAS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 23
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VELOCIDADES RECOMENDADAS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 23
MECÂNICA DOS FLUIDOS VELOCIDADES RECOMENDADAS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 23

VELOCIDADES RECOMENDADAS PARA TUBULAÇÕES

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

23

MECÂNICA DOS FLUIDOS VELOCIDADES RECOMENDADAS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 24
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VELOCIDADES RECOMENDADAS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 24
MECÂNICA DOS FLUIDOS VELOCIDADES RECOMENDADAS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 24

VELOCIDADES RECOMENDADAS PARA TUBULAÇÕES

MECÂNICA DOS FLUIDOS VELOCIDADES RECOMENDADAS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 24
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

24

MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 2 Meios de Ligação de Tubos, Conexões de Tubulações e Juntas de
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 2 Meios de Ligação de Tubos, Conexões de Tubulações e Juntas de
MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 2 Meios de Ligação de Tubos, Conexões de Tubulações e Juntas de

AULA 2

Meios de Ligação de Tubos, Conexões de Tubulações e Juntas

de Expansão Válvulas

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

25

MECÂNICA DOS FLUIDOS MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS PRINCIPAIS MEIOS • LIGAÇÕES ROSQUEADAS • LIGAÇÕES SOLDADAS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS PRINCIPAIS MEIOS • LIGAÇÕES ROSQUEADAS • LIGAÇÕES SOLDADAS
MECÂNICA DOS FLUIDOS MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS PRINCIPAIS MEIOS • LIGAÇÕES ROSQUEADAS • LIGAÇÕES SOLDADAS

MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS

PRINCIPAIS MEIOS

LIGAÇÕES ROSQUEADAS LIGAÇÕES SOLDADAS LIGAÇÕES FLANGEADAS LIGAÇÕES DE PONTA E BOLSA

OUTROS SISTEMAS

Ligações de compressão Ligações patenteadas

FATORES QUE INTERFEREM NA ESCOLHA DO MEIO DE LIGAÇÃO

  • - MATERIAL E DIÂMETRO DA TUBULAÇÃO

  • - FINALIDADE E LOCALIZAÇÃO

  • - CUSTO

  • - GRAU DE SEGURANÇA EXIGIDO

  • - PRESSÃO E TEMPERATURA DE TRABALHO

  • - FLUIDO CONDUZIDO

  • - NECESSIDADE OU NÃO DE DESMONTAGEM

  • - EXISTÊNCIA OU NÃO DE REVESTIMENTO INTERNO NO TUBO

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

26

MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES ROSQUEADAS SÃO LIGAÇÕES DE BAIXO CUSTO E DE FÁCIL EXECUÇÃO UTILIZADAS EM
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES ROSQUEADAS SÃO LIGAÇÕES DE BAIXO CUSTO E DE FÁCIL EXECUÇÃO UTILIZADAS EM
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES ROSQUEADAS SÃO LIGAÇÕES DE BAIXO CUSTO E DE FÁCIL EXECUÇÃO UTILIZADAS EM

LIGAÇÕES ROSQUEADAS

SÃO LIGAÇÕES DE BAIXO CUSTO E DE FÁCIL EXECUÇÃO UTILIZADAS EM PEQUENOS DIÂMETROS (Até 2”)

MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES ROSQUEADAS SÃO LIGAÇÕES DE BAIXO CUSTO E DE FÁCIL EXECUÇÃO UTILIZADAS EM
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES ROSQUEADAS SÃO LIGAÇÕES DE BAIXO CUSTO E DE FÁCIL EXECUÇÃO UTILIZADAS EM
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

27

MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES SOLDADAS Principais Vantagens - BOA RESISTÊNCIA MECÂNICA - ESTANQUEIDADE PERFEITA E PERMANENTE
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES SOLDADAS Principais Vantagens - BOA RESISTÊNCIA MECÂNICA - ESTANQUEIDADE PERFEITA E PERMANENTE
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES SOLDADAS Principais Vantagens - BOA RESISTÊNCIA MECÂNICA - ESTANQUEIDADE PERFEITA E PERMANENTE

LIGAÇÕES SOLDADAS

Principais Vantagens

  • - BOA RESISTÊNCIA MECÂNICA

  • - ESTANQUEIDADE PERFEITA E PERMANENTE

  • - BOA APARÊNCIA

  • - FACILIDADE PARA APLICAÇÃO DE ISOLAMENTO TÉRMICO E DE PINTURA

  • - NENHUMA NECESSIDADE DE MANUTENÇÃO

PRINCIPAIS DESVANTAGENS

  • - DIFICULDADE DE DESMONTAGEM

  • - EXIGE MÃO DE OBRA ESPECIALIZADA

SOLDA DE TOPO PARA DIÂMETROS DE 2” OU MAIORES SOLDA DE ENCAIXE (soquete) – PARA DIÂMETROS DE ATÉ 11/2”

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

28

MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES SOLDADAS A NORMA ANSI/ASME B 31.3 CONTÉM INUMERAS RECOMENDAÇÕES SOBRE SOLDAGEM DOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES SOLDADAS A NORMA ANSI/ASME B 31.3 CONTÉM INUMERAS RECOMENDAÇÕES SOBRE SOLDAGEM DOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES SOLDADAS A NORMA ANSI/ASME B 31.3 CONTÉM INUMERAS RECOMENDAÇÕES SOBRE SOLDAGEM DOS

LIGAÇÕES SOLDADAS

MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES SOLDADAS A NORMA ANSI/ASME B 31.3 CONTÉM INUMERAS RECOMENDAÇÕES SOBRE SOLDAGEM DOS

A NORMA ANSI/ASME B 31.3 CONTÉM INUMERAS RECOMENDAÇÕES SOBRE SOLDAGEM DOS TUBOS, ICLUINDO SEQÜÊNCIA DE SOLDAGEM, TRATAMENTOS TÉRMICOS, QUALIFICAÇÃO DE SOLDADORES, TESTES DE

INSPEÇÃO E ACEITAÇÃO.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

29

MECÂNICA DOS FLUIDOS FLANGES - DEFINIÇÃO Tipo de ligação de uso tipicamente industrial e seu emprego
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS FLANGES - DEFINIÇÃO Tipo de ligação de uso tipicamente industrial e seu emprego
MECÂNICA DOS FLUIDOS FLANGES - DEFINIÇÃO Tipo de ligação de uso tipicamente industrial e seu emprego
FLANGES - DEFINIÇÃO
FLANGES - DEFINIÇÃO

Tipo de ligação de uso tipicamente industrial e seu emprego visa principalmente à facilidade de montagem e desmontagem dos componentes da tubulação. São empregadas principalmente em tubos de DN > 50 (2”) mas nada impede seu emprego em linhas de menores diâmetros. Uma ligação flangeada é composta de um par de flanges, uma junta de vedação e um jogo de parafusos.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

30

MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES FLANGEADAS UTILIZAÇÃO 1. Ligação de tubos com válvulas e equipamentos e também
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES FLANGEADAS UTILIZAÇÃO 1. Ligação de tubos com válvulas e equipamentos e também
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES FLANGEADAS UTILIZAÇÃO 1. Ligação de tubos com válvulas e equipamentos e também

LIGAÇÕES FLANGEADAS

MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES FLANGEADAS UTILIZAÇÃO 1. Ligação de tubos com válvulas e equipamentos e também

UTILIZAÇÃO

  • 1. Ligação de tubos com válvulas e equipamentos e também nos pontos da tubulação que for necessário desmontagem;

2. Ligações correntes em tubulações de aço que possuam revestimento interno anticorrosivo.

DEVEM SER USADAS NO MENOR NÚMERO POSSÍVEL, PORQUE SÃO PONTOS PASSÍVEIS

DE VAZAMENTO E TAMBÉM PORQUE SÃO PEÇAS CARAS, PESADAS E VOLUMOSAS.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

31

MECÂNICA DOS FLUIDOS COMO ESPECIFICAR UM FLANGE? NORMA ANSI B16.5 CLASSE DE PRESSÃO 150 LIBRAS DIAMETRO
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS COMO ESPECIFICAR UM FLANGE? NORMA ANSI B16.5 CLASSE DE PRESSÃO 150 LIBRAS DIAMETRO
MECÂNICA DOS FLUIDOS COMO ESPECIFICAR UM FLANGE? NORMA ANSI B16.5 CLASSE DE PRESSÃO 150 LIBRAS DIAMETRO

COMO ESPECIFICAR UM FLANGE?

NORMA

ANSI B16.5

CLASSE DE PRESSÃO

150 LIBRAS

DIAMETRO NOMINAL

½’’

TIPO DO FLANGE

LISO

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

32

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 33
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 33
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 33
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 33
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

33

MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE FLANGES PARA TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 34
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE FLANGES PARA TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 34
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE FLANGES PARA TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 34

TIPOS DE FLANGES PARA TUBOS

MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE FLANGES PARA TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 34
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE FLANGES PARA TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 34
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

34

MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE FLANGES PARA TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 35
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE FLANGES PARA TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 35
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE FLANGES PARA TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 35

TIPOS DE FLANGES PARA TUBOS

MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE FLANGES PARA TUBOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 35
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

35

MECÂNICA DOS FLUIDOS DIMENSIONAMENTO DOS FLANGES O DIÂMETRO NOMINAL DO TUDO ASSOCIADO À CLASSE DE PRESSÃO
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS DIMENSIONAMENTO DOS FLANGES O DIÂMETRO NOMINAL DO TUDO ASSOCIADO À CLASSE DE PRESSÃO
MECÂNICA DOS FLUIDOS DIMENSIONAMENTO DOS FLANGES O DIÂMETRO NOMINAL DO TUDO ASSOCIADO À CLASSE DE PRESSÃO

DIMENSIONAMENTO DOS FLANGES

O DIÂMETRO NOMINAL DO TUDO ASSOCIADO À CLASSE DE PRESSÃO NOMINAL DEFINEM TODAS AS DIMENSÕES DOS DIVERSOS TIPOS DE FLANGES

A norma dimensional de uso mais generalizado no Brasil é a ANSI B. 16.5 que abrange flanges de aço forjado de todos os tipos, nos diâmetros nominais de até 24.

Essa norma define 7 séries de flanges denominadas de “classe de pressão” e designadas pelos números adimensionais 150#, 300#, 400#, 600#, 900#, 1500# e 2500#.

A partir da edição de 1981, a norma ANSI/ASME B.16.5 inclui também as tabelas de dimensões e pressões admissíveis em unidades SI, definindo as classes: PN20, PN50, PN68, PN100, PN150, PN250 e PN420.

Para cada uma dessas classes de pressão tem-se uma curva de interdependência entre a

pressão admissível e a temperatura de cada material

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

36

MECÂNICA DOS FLUIDOS TABELA DE DIMENSÕES DE FLANGES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 37
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS TABELA DE DIMENSÕES DE FLANGES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 37
MECÂNICA DOS FLUIDOS TABELA DE DIMENSÕES DE FLANGES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 37
TABELA DE DIMENSÕES DE FLANGES
TABELA
DE
DIMENSÕES
DE
FLANGES
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

37

MECÂNICA DOS FLUIDOS ESPECIFICAÇÃO DE FLANGES PARA ENCOMENDA OU REQUISIÇÃO DE FLANGES SÃO NECESSÁRIAS AS SEGUINTE
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS ESPECIFICAÇÃO DE FLANGES PARA ENCOMENDA OU REQUISIÇÃO DE FLANGES SÃO NECESSÁRIAS AS SEGUINTE
MECÂNICA DOS FLUIDOS ESPECIFICAÇÃO DE FLANGES PARA ENCOMENDA OU REQUISIÇÃO DE FLANGES SÃO NECESSÁRIAS AS SEGUINTE

ESPECIFICAÇÃO DE FLANGES

PARA ENCOMENDA OU REQUISIÇÃO DE FLANGES SÃO NECESSÁRIAS AS SEGUINTE INFORMAÇÕES:

QUANTIDADE (Número de peças) TIPODE FLANGE DIÂMETRO NOMINAL ( do Tubo) TIPO DE FACE ESPECIFICAÇÃO DO MATERIAL DO FLANGE

Obs.: Para os flanges de pescoço e flanges de encaixe é necessário

especificar a espessura de parede do tubo a ser soldado. Para os

flanges rosqueados é necessário especificar o tipo de rosca.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

38

MECÂNICA DOS FLUIDOS JUNTAS PARA FLANGE JUNTAS NÃO METÁLICAS: • Borracha Natural – Usada condensado até
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS JUNTAS PARA FLANGE JUNTAS NÃO METÁLICAS: • Borracha Natural – Usada condensado até
MECÂNICA DOS FLUIDOS JUNTAS PARA FLANGE JUNTAS NÃO METÁLICAS: • Borracha Natural – Usada condensado até

JUNTAS PARA FLANGE

MECÂNICA DOS FLUIDOS JUNTAS PARA FLANGE JUNTAS NÃO METÁLICAS: • Borracha Natural – Usada condensado até

JUNTAS NÃO METÁLICAS:

Borracha

Natural

Usada

condensado até 60 °C.

para

água,

ar

e

Borracha Sintética Usada para óleos até 80 °C.

Materiais

Plásticos

Usados

para

fluidos

corrosivos em baixas pressão e temperatura

ambiente.

Papelão Hidráulico (juntas de amianto comprimido, grafitado e com aglutinante)

Existem vários tiposnormalizados que podem trabalhar em temperaturas de até 500 °C e resistem a ácidos, álcalis e hidrocarbonetos

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

39

MECÂNICA DOS FLUIDOS PARAFUSOS E ESTOJOS PARA FLANGES APERTO INICIAL – Tem a finalidade de adaptar
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PARAFUSOS E ESTOJOS PARA FLANGES APERTO INICIAL – Tem a finalidade de adaptar
MECÂNICA DOS FLUIDOS PARAFUSOS E ESTOJOS PARA FLANGES APERTO INICIAL – Tem a finalidade de adaptar

PARAFUSOS E ESTOJOS PARA FLANGES

MECÂNICA DOS FLUIDOS PARAFUSOS E ESTOJOS PARA FLANGES APERTO INICIAL – Tem a finalidade de adaptar

APERTO INICIAL Tem a finalidade de adaptar as juntas às faces do flange, amoldando-a às imperfeições.

Valores do Aperto Inicial:

• Juntas de Borracha de 2,5 a 4 MPa • Juntas de Papelão Hidráulico de 8 a 12 MPa • Juntas Metálicas de 20 a 40 MPa

APERTO RESIDUAL Tem o objetivo de combater o efeitoda pressão interna (Pi)na tubulação tendendo a separar os flanges.

Valor do Aperto Residual 1,5 a 2 vezes Pi APERTO FINAL Para compensar os efeitos de dilatações devido a variações de temperatura

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

40

MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES DE PONTA E BOLSA UTILIZADAS EM: Tubulações de Ferro Fundido Tubulações de
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES DE PONTA E BOLSA UTILIZADAS EM: Tubulações de Ferro Fundido Tubulações de
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES DE PONTA E BOLSA UTILIZADAS EM: Tubulações de Ferro Fundido Tubulações de

LIGAÇÕES DE PONTA E BOLSA

UTILIZADAS EM:

Tubulações de Ferro Fundido

Tubulações de Barro Vidrado e Cimento Amianto

Tubulações de Concreto

Tubulações de Materiais Plásticos

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

41

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 42
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 42
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 42
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 42
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

42

MECÂNICA DOS FLUIDOS OUTROS MEIOS DE LIGAÇÕES DE TUBOS LIGAÇÕES PARA TUBO DE PLÁSTICO REFORÇADO COM
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS OUTROS MEIOS DE LIGAÇÕES DE TUBOS LIGAÇÕES PARA TUBO DE PLÁSTICO REFORÇADO COM
MECÂNICA DOS FLUIDOS OUTROS MEIOS DE LIGAÇÕES DE TUBOS LIGAÇÕES PARA TUBO DE PLÁSTICO REFORÇADO COM
MECÂNICA DOS FLUIDOS OUTROS MEIOS DE LIGAÇÕES DE TUBOS LIGAÇÕES PARA TUBO DE PLÁSTICO REFORÇADO COM

OUTROS MEIOS DE

LIGAÇÕES DE

TUBOS

LIGAÇÕES PARA TUBO DE PLÁSTICO REFORÇADO COM FIBRA DE VIDRO

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

43

MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES DE COMPRESSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 44
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES DE COMPRESSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 44
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES DE COMPRESSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 44

LIGAÇÕES DE COMPRESSÃO

MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES DE COMPRESSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 44
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

44

MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES PATENTEADAS DIVERSAS SÃO LIGAÇÕES DE MONTAGEM E DESMONTAGEM FÁCIL E PERMITEM MOVIMENTOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES PATENTEADAS DIVERSAS SÃO LIGAÇÕES DE MONTAGEM E DESMONTAGEM FÁCIL E PERMITEM MOVIMENTOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES PATENTEADAS DIVERSAS SÃO LIGAÇÕES DE MONTAGEM E DESMONTAGEM FÁCIL E PERMITEM MOVIMENTOS

LIGAÇÕES PATENTEADAS DIVERSAS

SÃO LIGAÇÕES DE MONTAGEM E DESMONTAGEM FÁCIL E PERMITEM

MOVIMENTOS ANGULARES E PEQUENOS MOVIMENTOS AXIAIS

MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES PATENTEADAS DIVERSAS SÃO LIGAÇÕES DE MONTAGEM E DESMONTAGEM FÁCIL E PERMITEM MOVIMENTOS
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

45

MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES EM TUBOS COM REVESTIMENTOS INTERNOS ANTICORROSIVOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES EM TUBOS COM REVESTIMENTOS INTERNOS ANTICORROSIVOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES EM TUBOS COM REVESTIMENTOS INTERNOS ANTICORROSIVOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso
MECÂNICA DOS FLUIDOS LIGAÇÕES EM TUBOS COM REVESTIMENTOS INTERNOS ANTICORROSIVOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

LIGAÇÕES EM TUBOS COM REVESTIMENTOS

INTERNOS

ANTICORROSIVOS

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

46

MECÂNICA DOS FLUIDOS CONEXÕES DE TUBULAÇÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 47
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS CONEXÕES DE TUBULAÇÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 47
MECÂNICA DOS FLUIDOS CONEXÕES DE TUBULAÇÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 47
CONEXÕES DE TUBULAÇÃO
CONEXÕES DE TUBULAÇÃO
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

47

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 48
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 48
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 48
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 48
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

48

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 49
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 49
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 49
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 49
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

49

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 50
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 50
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 50
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 50
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

50

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 51
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 51
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 51
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 51
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

51

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 52
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 52
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 52
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 52
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

52

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 53
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 53
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 53
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 53
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 53
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

53

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 54
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 54
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 54
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 54
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

54

MECÂNICA DOS FLUIDOS CURVA EM GOMOS A PRESSÃO MÁXIMA ADMISSÍVEL EM UMA CURVA EM GOMOS É
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS CURVA EM GOMOS A PRESSÃO MÁXIMA ADMISSÍVEL EM UMA CURVA EM GOMOS É
MECÂNICA DOS FLUIDOS CURVA EM GOMOS A PRESSÃO MÁXIMA ADMISSÍVEL EM UMA CURVA EM GOMOS É

CURVA EM GOMOS

MECÂNICA DOS FLUIDOS CURVA EM GOMOS A PRESSÃO MÁXIMA ADMISSÍVEL EM UMA CURVA EM GOMOS É

A PRESSÃO MÁXIMA ADMISSÍVEL EM UMA CURVA EM

GOMOS É SEMPREMENOR QUE A PRESSÃO MÁXIMA ADMISSÍVEL EM TUBO DE MESMO DIÂMETRO, ESPESSURA E MATERIAL

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

55

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 56
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 56
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 56
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 56
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

56

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 57
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 57
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 57
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 57
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

57

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 58
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 58
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 58
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 58
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

58

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 59
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 59
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 59
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 59
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

59

MECÂNICA DOS FLUIDOS JUNTAS DE EXPANSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 60
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS JUNTAS DE EXPANSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 60
MECÂNICA DOS FLUIDOS JUNTAS DE EXPANSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 60

JUNTAS DE EXPANSÃO

MECÂNICA DOS FLUIDOS JUNTAS DE EXPANSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 60
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

60

MECÂNICA DOS FLUIDOS CASOS EM QUE SE JUSTIFICA O EMPREGO DE JUNTAS DE EXPANSÃO 1- Quando
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS CASOS EM QUE SE JUSTIFICA O EMPREGO DE JUNTAS DE EXPANSÃO 1- Quando
MECÂNICA DOS FLUIDOS CASOS EM QUE SE JUSTIFICA O EMPREGO DE JUNTAS DE EXPANSÃO 1- Quando

CASOS EM QUE SE JUSTIFICA O EMPREGO DE

JUNTAS DE EXPANSÃO

1- Quando o espaço disponível for insuficiente para se ter um traçado da tubulação com flexibilidade.

2- Em serviços de baixa responsabilidade (CONDENSADO, VAPOR DE

BAIXA PRESSÃO, ÁGUA QUENTE), quando a junta representar uma alternativa mais econômica, em relação ao traçado não retilíneo da tubulação. 3- Em tubulações de diâmetro grande (ACIMA DE 20”) ou de material caro, onde haja interesse econômico de se ter um trajeto mais curto 4- Em tubulações que por exigência de serviço precisam ter trajetos retilíneos.

5- Em tubulações sujeitas a vibrações de grande amplitude, ou ligadas a

equipamentos que não possam sofrer esforços transmitidos pela tubulação.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

61

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 62
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 62
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 62
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 62
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

62

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 63
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 63
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 63
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 63
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

63

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 64
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 64
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 64
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 64
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

64

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 65
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 65
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 65
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 65
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

65

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 66
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 66
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 66
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 66
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

66

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 67
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 67
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 67
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 67
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

67

MECÂNICA DOS FLUIDOS DADOS PARA ENCOMENDA DAS JUNTAS DE EXPANSÃO 1- Natureza e propriedades do fluido
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS DADOS PARA ENCOMENDA DAS JUNTAS DE EXPANSÃO 1- Natureza e propriedades do fluido
MECÂNICA DOS FLUIDOS DADOS PARA ENCOMENDA DAS JUNTAS DE EXPANSÃO 1- Natureza e propriedades do fluido

DADOS PARA ENCOMENDA DAS JUNTAS DE EXPANSÃO

1- Natureza e propriedades do fluido conduzido

2- Pressão e temperatura de operação e de projeto 3- Variações possíveis da pressão e da temperatura, com

indicação dos valores máximos e mínimos e da duração destas

variações 4- Diâmetro nominal do tubo 5- Tipo de ligação da junta à tubulação 6- Material da tubulação 7- Condições especiais de corrosão, de abrasão ou de erosão 8- Valores dos movimentos axiais

9- Cargas que estejam agindo sobre a junta

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

68

MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPO FLANGEADA TIPO AXIAL TIPO SANFONADA TIPO CARDAM 2014 Prof. Wandercleiton da Silva
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPO FLANGEADA TIPO AXIAL TIPO SANFONADA TIPO CARDAM 2014 Prof. Wandercleiton da Silva
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPO FLANGEADA TIPO AXIAL TIPO SANFONADA TIPO CARDAM 2014 Prof. Wandercleiton da Silva
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPO FLANGEADA TIPO AXIAL TIPO SANFONADA TIPO CARDAM 2014 Prof. Wandercleiton da Silva

TIPO FLANGEADA

MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPO FLANGEADA TIPO AXIAL TIPO SANFONADA TIPO CARDAM 2014 Prof. Wandercleiton da Silva

TIPO AXIAL

MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPO FLANGEADA TIPO AXIAL TIPO SANFONADA TIPO CARDAM 2014 Prof. Wandercleiton da Silva
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPO FLANGEADA TIPO AXIAL TIPO SANFONADA TIPO CARDAM 2014 Prof. Wandercleiton da Silva

TIPO SANFONADA

MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPO FLANGEADA TIPO AXIAL TIPO SANFONADA TIPO CARDAM 2014 Prof. Wandercleiton da Silva

TIPO CARDAM

MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPO FLANGEADA TIPO AXIAL TIPO SANFONADA TIPO CARDAM 2014 Prof. Wandercleiton da Silva
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

69

MECÂNICA DOS FLUIDOS EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO DE JUNTAS DE EXPANSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO DE JUNTAS DE EXPANSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso
MECÂNICA DOS FLUIDOS EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO DE JUNTAS DE EXPANSÃO 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso
EXEMPLO DE UTILIZAÇÃO DE JUNTAS DE EXPANSÃO
EXEMPLO DE
UTILIZAÇÃO DE JUNTAS
DE EXPANSÃO
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

70

MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 71
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 71
MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 71

ACESSÓRIOS

PARA

TUBULAÇÕES

MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 71
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

71

MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 72
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 72
MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 72

ACESSÓRIOS

PARA

TUBULAÇÕES

MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 72
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

72

MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 73
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 73
MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 73

ACESSÓRIOS

PARA

TUBULAÇÕES

MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS PARA TUBULAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 73
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

73

MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 3 Válvulas 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 74
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 3 Válvulas 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 74
MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 3 Válvulas 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 74

AULA 3

Válvulas

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

74

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DEFINIÇÃO: DISPOSITIVOS DESTINADOS A ESTABELECER, CONTROLAR E INTERROMPER O FLUXO EM UMA
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DEFINIÇÃO: DISPOSITIVOS DESTINADOS A ESTABELECER, CONTROLAR E INTERROMPER O FLUXO EM UMA
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DEFINIÇÃO: DISPOSITIVOS DESTINADOS A ESTABELECER, CONTROLAR E INTERROMPER O FLUXO EM UMA

VÁLVULAS

DEFINIÇÃO: DISPOSITIVOS DESTINADOS A ESTABELECER, CONTROLAR E INTERROMPER O FLUXO EM UMA TUBULAÇÃO.

REPRESENTAM, APROXIMADAMENTE, 1/3 DO VALOR DA TUBULAÇÃO

CLASSIFICAÇÃO DAS VÁLVULAS

1 Válvulas de Bloqueio

Destinam-se apenas a estabelecer ou interromper o fluxo, ou seja só devem trabalhar completamente abertas ou completamente fechadas.

• Válvulas de gaveta • Válvulas de macho • Válvulas de esfera

• Válvulas de comporta

• Válvulas de globo

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DEFINIÇÃO: DISPOSITIVOS DESTINADOS A ESTABELECER, CONTROLAR E INTERROMPER O FLUXO EM UMA

Podem trabalhar como válvulas de regulagem

COSTUMAM SER SEMPRE DO MESMO DIÂMETRO NOMINAL DA TUBULAÇÃO

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

75

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvulas de Regulagem São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvulas de Regulagem São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvulas de Regulagem São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo

2 Válvulas de Regulagem São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo trabalhar em qualquer posição de fechamento parcial.

• Válvulas de globo • Válvulas de agulha • Válvulas de controle • Válvulas de borboleta • Válvulas de diafragma

  • 3 Válvulas que Permitem o Fluxo em um só Sentido

• Válvulas de retenção • Válvulas de retenção e fechamento • Válvulas de pé

  • 4 Válvulas que Controlam a Pressão de Montante

• Válvulas de segurança e de alívio

• Válvulas de contrapressão • Válvulas de excesso de vazão

  • 5 Válvulas que Controlam a Pressão de Jusante

• Válvulas redutoras e reguladoras de pressão

• Válvulas de quebra vácuo

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

76

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 77
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 77
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 77
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 77
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

77

MECÂNICA DOS FLUIDOS CONSTRUÇÃO DAS VÁLVULAS CORPO E CASTELO Castelo rosqueado diretamente ao corpo Castelo preso
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS CONSTRUÇÃO DAS VÁLVULAS CORPO E CASTELO Castelo rosqueado diretamente ao corpo Castelo preso
MECÂNICA DOS FLUIDOS CONSTRUÇÃO DAS VÁLVULAS CORPO E CASTELO Castelo rosqueado diretamente ao corpo Castelo preso

CONSTRUÇÃO DAS VÁLVULAS

CORPO E CASTELO

Castelo rosqueado diretamente ao corpo

Castelo preso ao corpo por uma porca de união Castelo parafusado

MECANISMO INTERNO E GAXETAS

Mecanismo móvel : Haste (ascendente e não ascendente) Peças de fechamento Sedes (orifício das válvulas)

EXTREMIDADES

Flangeadas Para solda ( de encaixe e de topo) Rosqueadas Bolsas

Sem flange (tipo “wafer”)

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

78

MECÂNICA DOS FLUIDOS MEIOS DE OPERAÇÃO DAS VALVULAS OPERAÇÃO MANUAL Por meio de volante Por meio
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS MEIOS DE OPERAÇÃO DAS VALVULAS OPERAÇÃO MANUAL Por meio de volante Por meio
MECÂNICA DOS FLUIDOS MEIOS DE OPERAÇÃO DAS VALVULAS OPERAÇÃO MANUAL Por meio de volante Por meio

MEIOS DE OPERAÇÃO DAS VALVULAS

OPERAÇÃO MANUAL

Por meio de volante Por meio de alavanca Por meio de engrenagens, parafusos sem-fim etc.

OPERAÇÃO MOTORIZADA (Força motriz externa)

Pneumática

Hidráulica (Força motriz externa) Elétrica

OPERAÇÃO AUTOMÁTICA (Dispensa ação externa)

Pelo próprio fluido Por meio de molas e contra pesos

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

79

MECÂNICA DOS FLUIDOS MEIOS DE OPERAÇÃO DAS VALVULAS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 80
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS MEIOS DE OPERAÇÃO DAS VALVULAS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 80
MECÂNICA DOS FLUIDOS MEIOS DE OPERAÇÃO DAS VALVULAS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 80

MEIOS

DE

OPERAÇÃO

DAS

VALVULAS

MECÂNICA DOS FLUIDOS MEIOS DE OPERAÇÃO DAS VALVULAS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 80
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

80

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE GAVETA UTILIZADA EM QUALQUER DIÂMETRO, EM TUBULAÇÕES DE ÁGUA, ÓLEO E
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE GAVETA UTILIZADA EM QUALQUER DIÂMETRO, EM TUBULAÇÕES DE ÁGUA, ÓLEO E
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE GAVETA UTILIZADA EM QUALQUER DIÂMETRO, EM TUBULAÇÕES DE ÁGUA, ÓLEO E

VÁLVULAS DE GAVETA

UTILIZADA EM QUALQUER DIÂMETRO, EM TUBULAÇÕES DE ÁGUA, ÓLEO E

LÍQUIDOS EM GERAL, DESDE QUE NÃO SEJAM MUITO CORROSIVOS NEM DEIXEM MUITOS SEDIMENTOS.

VALORES

MÉDIOS

DOS

PARAPERDA DE CARGA:

COMPRIMENTOS

EQUIVALENTE

DE

TUBOS

Válvula totalmente aberta 12 diâmetros do tubo Válvula ¾ aberta 35 diâmetros do tubo

Válvula ½ aberta 170 diâmetros do tubo

Válvula ¼ aberta 900 diâmetros do tubo

O FECHAMENTO LENTO EVITA GOLPES DE ARIETE, CONSEQUENTES DA PARALIZAÇÃO REPENTINA DO FLUXO DIFICILMENTE DÃO FECHAMENTO ESTANQUE E COMO TEM O FECHAMENTO DE METAL CONTRA METAL, SÃO CONSIDERADAS DE SEGURANÇA CONTRA INCENDIO

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

81

MECÂNICA DOS FLUIDOS ILUSTRAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 82
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS ILUSTRAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 82
MECÂNICA DOS FLUIDOS ILUSTRAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 82

ILUSTRAÇÕES

MECÂNICA DOS FLUIDOS ILUSTRAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 82
MECÂNICA DOS FLUIDOS ILUSTRAÇÕES 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 82
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

82

MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DA VÁLVULA DE GAVETA 1 – Válvulas de comporta ou de guilhotina
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DA VÁLVULA DE GAVETA 1 – Válvulas de comporta ou de guilhotina
MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DA VÁLVULA DE GAVETA 1 – Válvulas de comporta ou de guilhotina

VARIANTES DA VÁLVULA DE GAVETA

1 Válvulas de comporta ou de guilhotina

NÃO DÃO FECHAMENTO ESTANQUE

SÃO USADAS EM:

EM GRANDES DIÂMETROS: Ar, Gases e Água em baixa pressão

EM QUALQUER DIÂMETRO: Para produtos espessos ou de alta viscosidade e para fluidos abrasivos

MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DA VÁLVULA DE GAVETA 1 – Válvulas de comporta ou de guilhotina
MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DA VÁLVULA DE GAVETA 1 – Válvulas de comporta ou de guilhotina
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

83

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvulas de fecho rápido USADAS APENAS EM PEQUENOS DIÂMETROS EM SERVIÇOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvulas de fecho rápido USADAS APENAS EM PEQUENOS DIÂMETROS EM SERVIÇOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvulas de fecho rápido USADAS APENAS EM PEQUENOS DIÂMETROS EM SERVIÇOS

2 Válvulas de fecho rápido

USADAS APENAS EM PEQUENOS DIÂMETROS EM SERVIÇOS QUE EXIJA O FECHAMENTO RÁPIDO (enchimento de carros, vasilhames etc.)

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvulas de fecho rápido USADAS APENAS EM PEQUENOS DIÂMETROS EM SERVIÇOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvulas de fecho rápido USADAS APENAS EM PEQUENOS DIÂMETROS EM SERVIÇOS
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

84

MECÂNICA DOS FLUIDOS 3 – Válvulas de passagem plena 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 3 – Válvulas de passagem plena 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br
MECÂNICA DOS FLUIDOS 3 – Válvulas de passagem plena 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br

3 Válvulas de passagem plena

MECÂNICA DOS FLUIDOS 3 – Válvulas de passagem plena 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

85

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE MACHO APLICAÇÕES: • Serviços de bloqueio de gases (em quaisquer diâmetros,
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE MACHO APLICAÇÕES: • Serviços de bloqueio de gases (em quaisquer diâmetros,
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE MACHO APLICAÇÕES: • Serviços de bloqueio de gases (em quaisquer diâmetros,

VÁLVULAS DE MACHO

APLICAÇÕES:

Serviços de bloqueio de gases (em quaisquer diâmetros, temperaturas e pressões No bloqueio rápido de água, vapor e líquidos em geral (em pequenos diâmetros e baixa pressão) Em serviços com líquidos que deixem sedimentos ou que tenham sólidos em suspensão

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE MACHO APLICAÇÕES: • Serviços de bloqueio de gases (em quaisquer diâmetros,
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE MACHO APLICAÇÕES: • Serviços de bloqueio de gases (em quaisquer diâmetros,
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

86

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE 3 OU 4 VIAS (O macho é furado em “T”, em
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE 3 OU 4 VIAS (O macho é furado em “T”, em
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE 3 OU 4 VIAS (O macho é furado em “T”, em

VÁLVULAS DE 3 OU 4 VIAS

(O macho é furado em “T”, em “L” ou em cruz)

UTILIZADAS SOMENTE EM PEQUENOS DIÂMETROS, ATÉ 4”

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE 3 OU 4 VIAS (O macho é furado em “T”, em
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE 3 OU 4 VIAS (O macho é furado em “T”, em
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE 3 OU 4 VIAS (O macho é furado em “T”, em
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

87

MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTE DA VÁLVULA DE MACHO Válvula de Esfera MUITO EMPREGADA COMO SUBSTITUTA DA
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTE DA VÁLVULA DE MACHO Válvula de Esfera MUITO EMPREGADA COMO SUBSTITUTA DA
MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTE DA VÁLVULA DE MACHO Válvula de Esfera MUITO EMPREGADA COMO SUBSTITUTA DA

VARIANTE DA VÁLVULA DE MACHO

Válvula de Esfera

MUITO EMPREGADA COMO SUBSTITUTA DA VÁLVULA DE GAVETA, DEVIDO

AS SEGUINTES VANTAGENS:

• Menor tamanho e peso

• Melhor vedação • Maior facilidade de operação • Menor perda de carga

PODEM TRABALHAR COM FLUIDOS QUE TENDEM A DEIXAR DEPOSITOS SÓLIDOS, POR ARRASTE, POLIMERIZAÇÃO, COAGULAÇÃO.

PODEM SER DE PASSAGEM PLENA OU DE PASSAGEM REDUZIDA

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

88

MECÂNICA DOS FLUIDOS A ESFERA PODE TER O FURO EM “V” QUE PERMITE O EMPREGO TANTO
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS A ESFERA PODE TER O FURO EM “V” QUE PERMITE O EMPREGO TANTO
MECÂNICA DOS FLUIDOS A ESFERA PODE TER O FURO EM “V” QUE PERMITE O EMPREGO TANTO
MECÂNICA DOS FLUIDOS A ESFERA PODE TER O FURO EM “V” QUE PERMITE O EMPREGO TANTO

A ESFERA PODE TER O FURO EM “V” QUE PERMITE O EMPREGO TANTO PARA BLOQUEIO COMO PARA REGULAGEM

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

89

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE GLOBO UTILIZAÇÃO: • Serviço de regulagem em linhas de água, óleo
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE GLOBO UTILIZAÇÃO: • Serviço de regulagem em linhas de água, óleo
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE GLOBO UTILIZAÇÃO: • Serviço de regulagem em linhas de água, óleo

VÁLVULAS DE GLOBO

UTILIZAÇÃO:

• Serviço de regulagem em linhas de água, óleo e líquidos em geral, bem como para vapor,

ar e outros gases.

• Para bloqueio em linhas de vapor, para Ø de até 8” • Para fechamento estanque em linhas de gases

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE GLOBO UTILIZAÇÃO: • Serviço de regulagem em linhas de água, óleo
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

90

MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DAS VÁLVULAS DE GLOBO 1 – Válvulas angulares : SÓ DEVEM SER
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DAS VÁLVULAS DE GLOBO 1 – Válvulas angulares : SÓ DEVEM SER
MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DAS VÁLVULAS DE GLOBO 1 – Válvulas angulares : SÓ DEVEM SER

VARIANTES DAS VÁLVULAS DE GLOBO

1 Válvulas angulares : SÓ DEVEM SER

USADAS EM UMA EXTREMIDADE LIVRE

DA

LINHA, PRINCIPALMENTE

TRATANDO-SE DE LINHAS QUENTES.

PARA VAPOR E OUTROS SERVIÇOS COM

TEMPERATURA

ELEVADA,

SE

HOUVER

NECESSIDADE DE FECHAMENTO ESTANQUE,

DEVE SER MONTADA COM O SENTIDO DE

FLUXO INVERTIDO

MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DAS VÁLVULAS DE GLOBO 1 – Válvulas angulares : SÓ DEVEM SER
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

91

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvulas em “ Y ” (Passagem reta) RECOMENDADAS PARA BLOQUEIO E
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvulas em “ Y ” (Passagem reta) RECOMENDADAS PARA BLOQUEIO E
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvulas em “ Y ” (Passagem reta) RECOMENDADAS PARA BLOQUEIO E

2 Válvulas em Y (Passagem reta)

RECOMENDADAS PARA BLOQUEIO E REGULAGEM DE VAPOR E TAMBÉM PARA SERVIÇOS CORROSIVOS E EROSIVOS

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvulas em “ Y ” (Passagem reta) RECOMENDADAS PARA BLOQUEIO E
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvulas em “ Y ” (Passagem reta) RECOMENDADAS PARA BLOQUEIO E
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

92

MECÂNICA DOS FLUIDOS Válvulas de Agulha USADAS PARA REGULAGEM FINA DE LÍQUIDOS E GASES EM Ø
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS Válvulas de Agulha USADAS PARA REGULAGEM FINA DE LÍQUIDOS E GASES EM Ø
MECÂNICA DOS FLUIDOS Válvulas de Agulha USADAS PARA REGULAGEM FINA DE LÍQUIDOS E GASES EM Ø

Válvulas de Agulha

USADAS PARA REGULAGEM FINA DE LÍQUIDOS E GASES EM Ø DE ATÉ 2”

MECÂNICA DOS FLUIDOS Válvulas de Agulha USADAS PARA REGULAGEM FINA DE LÍQUIDOS E GASES EM Ø
MECÂNICA DOS FLUIDOS Válvulas de Agulha USADAS PARA REGULAGEM FINA DE LÍQUIDOS E GASES EM Ø
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

93

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE RETENÇÃO SÃO DE OPERAÇÃO AUTOMÁTICA E PERMITEM A PASSAGEM DO FLUIDO
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE RETENÇÃO SÃO DE OPERAÇÃO AUTOMÁTICA E PERMITEM A PASSAGEM DO FLUIDO
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE RETENÇÃO SÃO DE OPERAÇÃO AUTOMÁTICA E PERMITEM A PASSAGEM DO FLUIDO

VÁLVULAS DE RETENÇÃO

SÃO DE OPERAÇÃO AUTOMÁTICA E PERMITEM A PASSAGEM DO FLUIDO EM SOMENTE UM SENTIDO.

PROVOCAM UMA ALTA PERDA DE CARGA, SÓ DEVEM SER USADAS QUANDO FOREM DE FATO IMPRESSINDÍVEIS

CASOS TÍPICOS DE EMPREGO

• Linhas de recalque de bombas, imediatamente após a bomba, quando houver mais de uma bomba em

paralelo descarregando para o mesmo tronco.

• Linha de recalque de uma bomba para um reservatório elevado. • Extremidade livre da linha de sucção de uma bomba não afogada.

DEVEM SER INSTALADAS DE TAL MODO QUE A AÇÃO DA GRAVIDADE AJUDE O FECHAMENTO DA VÁLVULA

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

94

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULA DE RETENÇÃO TIPOS MAIS COMUNS 1 – Válvula de retenção de portinhola
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULA DE RETENÇÃO TIPOS MAIS COMUNS 1 – Válvula de retenção de portinhola
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULA DE RETENÇÃO TIPOS MAIS COMUNS 1 – Válvula de retenção de portinhola
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULA DE RETENÇÃO TIPOS MAIS COMUNS 1 – Válvula de retenção de portinhola

VÁLVULA DE RETENÇÃO

TIPOS MAIS COMUNS

1 Válvula de retenção de portinhola

Tipo mais usual para diâmetros de 2ou maiores. Existem modelos diferentes para instalação horizontal e vertical. São empregadas para serviços com líquidos Não devem ser usadas em tubulações sujeita a freqüentes inversões do sentido de fluxo.

PORTINHOLA DUPLA BI-PARTIDA

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULA DE RETENÇÃO TIPOS MAIS COMUNS 1 – Válvula de retenção de portinhola

O modelo mais usual é do tipo “wafer” utilizados em diâmetros grandes.

A portinhola é bi-partida e atuada por mola, não sendo assim necessário a ação da gravidade

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

95

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULA DE DIAFRAGMA A peça de fechamento é uma Lingüeta flexível de um
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULA DE DIAFRAGMA A peça de fechamento é uma Lingüeta flexível de um
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULA DE DIAFRAGMA A peça de fechamento é uma Lingüeta flexível de um

VÁLVULA DE DIAFRAGMA

A peça de fechamento é uma Lingüeta flexível de um

material não metálico (borracha, plástico) São empregadas em pequenos diâmetros (até 6”), para serviços corrosivos, onde freqüentemente o corpo da

válvula tem revestimento interno.

2 Válvulas de retenção de pistão

SÃO ADEQUADAS PARA TRABALHO COM GASES E VAPORES NÃO DEVEM SER USADAS PARA FUIDOS QUE DEIXEM SEDIMENTOS OU DEPÓSITOS SÓLIDOS PODEM SER EMPREGADAS EM TUBULAÇÕES COM FLUXO PULSANTE OU SUJEITAS A VIBRAÇÕES

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULA DE DIAFRAGMA A peça de fechamento é uma Lingüeta flexível de um
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

96

MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE VALVULAS DE RETENÇÃO 97 wandercleitom@yahoo.com.br 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE VALVULAS DE RETENÇÃO 97 wandercleitom@yahoo.com.br 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso
MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE VALVULAS DE RETENÇÃO 97 wandercleitom@yahoo.com.br 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

TIPOS DE VALVULAS

DE

RETENÇÃO

MECÂNICA DOS FLUIDOS TIPOS DE VALVULAS DE RETENÇÃO 97 wandercleitom@yahoo.com.br 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

97

wandercleitom@yahoo.com.br

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 98
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 98
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 98
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 98
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 98
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

98

MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DA VÁLVULAS DE RETENÇÃO 3 – Válvula de retenção de esfera SÃO
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DA VÁLVULAS DE RETENÇÃO 3 – Válvula de retenção de esfera SÃO
MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DA VÁLVULAS DE RETENÇÃO 3 – Válvula de retenção de esfera SÃO

VARIANTES DA VÁLVULAS DE RETENÇÃO

3 Válvula de retenção de esfera

SÃO UTILIZADAS PARA FLUIDOS DE ALTA VISCOSIDADE, EM DIÂMETROS DE ATÉ 2”.

1 Válvula de Pé

UTILIZADAS PARA MANTER ESCORVA EM LINHAS DE SUCÇÃO DE BOMBAS.

MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DA VÁLVULAS DE RETENÇÃO 3 – Válvula de retenção de esfera SÃO
MECÂNICA DOS FLUIDOS VARIANTES DA VÁLVULAS DE RETENÇÃO 3 – Válvula de retenção de esfera SÃO
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

99

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvula de retenção e fechamento EMPREGADAS NAS LINHAS DE SAÍDA DE
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvula de retenção e fechamento EMPREGADAS NAS LINHAS DE SAÍDA DE
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvula de retenção e fechamento EMPREGADAS NAS LINHAS DE SAÍDA DE

2 Válvula de retenção e fechamento

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2 – Válvula de retenção e fechamento EMPREGADAS NAS LINHAS DE SAÍDA DE

EMPREGADAS NAS LINHAS DE SAÍDA DE CALDEIRAS

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

100

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE CONTRAPESO Semelhante às válvulas de segurança, com a diferença de que
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE CONTRAPESO Semelhante às válvulas de segurança, com a diferença de que
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE CONTRAPESO Semelhante às válvulas de segurança, com a diferença de que

VÁLVULAS DE CONTRAPESO

Semelhante às válvulas de segurança, com a diferença de que se abrem de fora

para dentro. SÃO EMPREGADAS PARA PROTEÇÃO DE TUBULAÇÕES DE GRANDE DIÂMETRO E

PEQUENA ESPESSURA DE PAREDE.

Não permite fluxo de dentro para fora da tubulação

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE CONTRAPESO Semelhante às válvulas de segurança, com a diferença de que
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

101

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 102
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 102
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 102
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 102
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

102

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE QUEBRA DE VÁCUO Semelhante às válvulas de segurança, com a diferença
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE QUEBRA DE VÁCUO Semelhante às válvulas de segurança, com a diferença
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE QUEBRA DE VÁCUO Semelhante às válvulas de segurança, com a diferença

VÁLVULAS DE QUEBRA DE VÁCUO

Semelhante às válvulas de segurança, com a diferença de que se abrem de fora para dentro. SÃO EMPREGADAS PARA PROTEÇÃO DE TUBULAÇÕES DE GRANDE DIÂMETRO E PEQUENA ESPESSURA DE PAREDE. Não permite fluxo de dentro para fora da tubulação

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE QUEBRA DE VÁCUO Semelhante às válvulas de segurança, com a diferença
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

103

MECÂNICA DOS FLUIDOS VENTOSAS DESTINAM-SE A: • Descarregar o ar quando a tubulação se enche de
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VENTOSAS DESTINAM-SE A: • Descarregar o ar quando a tubulação se enche de
MECÂNICA DOS FLUIDOS VENTOSAS DESTINAM-SE A: • Descarregar o ar quando a tubulação se enche de

VENTOSAS

DESTINAM-SE A:

Descarregar o ar quando a tubulação se enche de água • Descarregar continuamente o ar durante o funcionamento das bombas

• Dar entrada de ar quando for descarregada a água

MECÂNICA DOS FLUIDOS VENTOSAS DESTINAM-SE A: • Descarregar o ar quando a tubulação se enche de
MECÂNICA DOS FLUIDOS VENTOSAS DESTINAM-SE A: • Descarregar o ar quando a tubulação se enche de
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

104

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE BORBOLETA SÃO VÁLVULAS DE REGULAGEM MAS TAMBÉM PODEM TRABALHAR COMO VÁLVULAS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE BORBOLETA SÃO VÁLVULAS DE REGULAGEM MAS TAMBÉM PODEM TRABALHAR COMO VÁLVULAS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE BORBOLETA SÃO VÁLVULAS DE REGULAGEM MAS TAMBÉM PODEM TRABALHAR COMO VÁLVULAS

VÁLVULAS DE BORBOLETA

SÃO VÁLVULAS DE REGULAGEM MAS TAMBÉM PODEM TRABALHAR COMO VÁLVULAS DE BLOQUEIO

SÃO APROPRIADAS PARA A APLICAÇÃO DE REVESTIMENTOS INTERNOS ANTICORROSIVOS

SÃO VÁLVULAS LEVES, BARATAS E PODEM SER FACILMENTE ADAPTADAS A DIVERSOS TIPOS DE ATUADORES

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE BORBOLETA SÃO VÁLVULAS DE REGULAGEM MAS TAMBÉM PODEM TRABALHAR COMO VÁLVULAS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE BORBOLETA SÃO VÁLVULAS DE REGULAGEM MAS TAMBÉM PODEM TRABALHAR COMO VÁLVULAS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS DE BORBOLETA SÃO VÁLVULAS DE REGULAGEM MAS TAMBÉM PODEM TRABALHAR COMO VÁLVULAS
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

105

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS REDUTORAS DE PRESSÃO REGULAM, SEM INTERVENÇÃO DE QUALQUER AÇÃO EXTERNA, A PRESSÃO
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS REDUTORAS DE PRESSÃO REGULAM, SEM INTERVENÇÃO DE QUALQUER AÇÃO EXTERNA, A PRESSÃO
MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS REDUTORAS DE PRESSÃO REGULAM, SEM INTERVENÇÃO DE QUALQUER AÇÃO EXTERNA, A PRESSÃO

VÁLVULAS REDUTORAS DE PRESSÃO

REGULAM, SEM INTERVENÇÃO DE QUALQUER AÇÃO EXTERNA, A PRESSÃO DE JUSANTE

DA VÁLVULA (São válvulas automáticas)

MECÂNICA DOS FLUIDOS VÁLVULAS REDUTORAS DE PRESSÃO REGULAM, SEM INTERVENÇÃO DE QUALQUER AÇÃO EXTERNA, A PRESSÃO
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

106

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 107
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 107
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 107
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 107
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

107

MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS OPCIONAIS E/OU EXIGÊNCIAS ESPECIAIS (Tubo de contorno com válvula [by-pass], indicador de
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS OPCIONAIS E/OU EXIGÊNCIAS ESPECIAIS (Tubo de contorno com válvula [by-pass], indicador de
MECÂNICA DOS FLUIDOS ACESSÓRIOS OPCIONAIS E/OU EXIGÊNCIAS ESPECIAIS (Tubo de contorno com válvula [by-pass], indicador de

ACESSÓRIOS OPCIONAIS E/OU EXIGÊNCIAS ESPECIAIS (Tubo de contorno com válvula [by-pass], indicador de posição de abertura, volante com adaptação para corrente, alavanca com catraca de fixação, alavanca para comando de válvula de retenção, válvula com camisa de aquecimento, válvula a prova de fogo, exigência de fechamento estanque)

NORMA DIMENSIONAL

Dados adicionais para as válvulas de segurança

• pressão de abertura, norma de cálculo e tempo para abertura

• descarga livre ou valor da contra pressão de descarga • vazão máxima, mínima e de regime

• letra indicativa da área do orifício de descarga

• necessidade ou não de fole de balanceamento

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

108

MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 4 Purgadores de Vapor, Separadores e Filtros 2014 Prof. Wandercleiton da Silva
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 4 Purgadores de Vapor, Separadores e Filtros 2014 Prof. Wandercleiton da Silva
MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 4 Purgadores de Vapor, Separadores e Filtros 2014 Prof. Wandercleiton da Silva

AULA 4

Purgadores de Vapor, Separadores

e Filtros

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

109

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Em linhas de vapor, comumente ocorre condensação
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Em linhas de vapor, comumente ocorre condensação
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Em linhas de vapor, comumente ocorre condensação

PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS

Em linhas de vapor, comumente ocorre condensação do vapor existente na tubulação.

Além disso, outras impurezas como ar e CO 2 precisam ser eliminados.

O condensado influencia negativamente na performance da linha da seguinte

forma:

  • - Perda de energia do vapor;

  • - Provoca vibrações e golpes na linha pelo fato de estar sendo arrastado em alta velocidade pelo vapor;

  • - Provoca erosão na tubulação;

  • - Aumenta o efeito da corrosão pela formação de ácido

carbônico (H 2 O + CO 2 => CO 3 );

  • - Resfriamento do vapor;

  • - Diminui a secção útil de escoamento.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

110

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Dessa forma, é necessária a instalação de
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Dessa forma, é necessária a instalação de
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Dessa forma, é necessária a instalação de

PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS

Dessa forma, é necessária a instalação de dispositivos que atuam em

determinados trechos da tubulação eliminando essas impurezas.

São eles:

  • - Purgadores de vapor;

  • - Separadores;

  • - Filtros;

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

111

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor São dispositivos automáticos para
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor São dispositivos automáticos para
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor São dispositivos automáticos para

PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS

Purgadores de vapor

São dispositivos automáticos para eliminação de condensados em tubulações e retenção de vapor em equipamentos de aquecimento (refervedores, estufas, serpentinas de aquecimento, etc.)

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor São dispositivos automáticos para

A descarga de condensado pode ser livre

(diretamente para a atmosfera)

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor São dispositivos automáticos para

Ou fechada (para uma linha de condensado)

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

112

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Pontos de instalação: -
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Pontos de instalação: -
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Pontos de instalação: -

PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS

Purgadores de vapor

Pontos de instalação:

  • - Em todos os pontos baixos ou em aumento de elevação (escoamento

do condensado por gravidade);

  • - Imediatamente antes de todas as válvulas de bloqueio, retenção, controle e redutoras de pressão;

  • - Em cada 100 a 250 metros de tubulação, dependendo do valor da pressão do vapor;

  • - Próximo à entrada de qualquer máquina de vapor.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

113

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Pontos de instalação: 2014
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Pontos de instalação: 2014
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Pontos de instalação: 2014
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Pontos de instalação: 2014

PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS

Purgadores de vapor

Pontos de instalação:

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

114

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Cuidados que devem ser
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Cuidados que devem ser
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Cuidados que devem ser

PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS

Purgadores de vapor

Cuidados que devem ser tomados para as instalações:

  • - O condensado deve, se possível, escoar por gravidade;

  • - Onde não for possível o escoamento por gravidade, deve-se colocar uma válvula de retenção;

  • - Tubulações de entrada e saída dos purgadores devem ter o menor

comprimento possível;

  • - Em descargas livres, deve-se zelar pela segurança de pessoas e

equipamentos;

  • - O local de instalação deve ser de fácil acesso para manutenção.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

115

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Mecânicos (agem
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Mecânicos (agem
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Mecânicos (agem

PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS

Purgadores de vapor

Tipos:

- Mecânicos (agem por diferença de densidade)

Purgadores de bóia

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Mecânicos (agem

Purgadores de panela (balde)

invertida

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Mecânicos (agem
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

116

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE AR COMPRIMIDO Purgadores de vapor Tipos: -Mecânicos 117 - Digitais Utilizado
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE AR COMPRIMIDO Purgadores de vapor Tipos: -Mecânicos 117 - Digitais Utilizado
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE AR COMPRIMIDO Purgadores de vapor Tipos: -Mecânicos 117 - Digitais Utilizado

PURGADORES DE AR COMPRIMIDO

Purgadores de vapor Tipos:

-Mecânicos

117

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE AR COMPRIMIDO Purgadores de vapor Tipos: -Mecânicos 117 - Digitais Utilizado
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE AR COMPRIMIDO Purgadores de vapor Tipos: -Mecânicos 117 - Digitais Utilizado

- Digitais

Utilizado para remover os condensados de todo o sistema de ar comprimido de forma

absolutamente confiável, sem

entupir

ou

emperrar, como os purgadores de bóia ou termodinâmicos. Sua válvula solenóide atua sob o comando de um temporizador regulável conforme as necessidades de drenagem.

wandercleitom@yahoo.com.br

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Termostáticos (atuam
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Termostáticos (atuam
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Termostáticos (atuam

PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS

Purgadores de vapor

Tipos:

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Termostáticos (atuam

- Termostáticos (atuam por diferença de temperatura)

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Termostáticos (atuam
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

118

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Especiais -
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Especiais -
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Especiais -

PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS

Purgadores de vapor

Tipos:

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Especiais -

- Especiais - termodinâmicos e de impulso)

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Purgadores de vapor Tipos: - Especiais -
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

119

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Outros dispositivos separadores Separadores de inércia 2014
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Outros dispositivos separadores Separadores de inércia 2014
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Outros dispositivos separadores Separadores de inércia 2014

PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS

Outros dispositivos separadores

Separadores de inércia

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Outros dispositivos separadores Separadores de inércia 2014
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

120

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Filtros Provisórios Filtros de ar comprimido Permanentes
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Filtros Provisórios Filtros de ar comprimido Permanentes
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Filtros Provisórios Filtros de ar comprimido Permanentes

PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS

Filtros

Provisórios

Filtros de ar

comprimido

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Filtros Provisórios Filtros de ar comprimido Permanentes
MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Filtros Provisórios Filtros de ar comprimido Permanentes

Permanentes

MECÂNICA DOS FLUIDOS PURGADORES DE VAPOR, SEPARADORES E FILTROS Filtros Provisórios Filtros de ar comprimido Permanentes
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

121

MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 5 Aquecimento, Isolamento Térmico, Pintura e Proteção 2014 Prof. Wandercleiton da Silva
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 5 Aquecimento, Isolamento Térmico, Pintura e Proteção 2014 Prof. Wandercleiton da Silva
MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 5 Aquecimento, Isolamento Térmico, Pintura e Proteção 2014 Prof. Wandercleiton da Silva

AULA 5

Aquecimento, Isolamento Térmico,

Pintura e Proteção

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

122

MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Em algumas aplicações industriais faz-se necessário manter a tubulação aquecida
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Em algumas aplicações industriais faz-se necessário manter a tubulação aquecida
MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Em algumas aplicações industriais faz-se necessário manter a tubulação aquecida

AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES

Em algumas aplicações industriais faz-se necessário manter a tubulação aquecida em determinada faixa de temperatura. Entre os motivos para esse procedimento estão:

  • - Manter fluidos de alta viscosidade em condições de escoamento;

  • - Manter determinados líquidos, por exigência de serviço, dentro de limites de temperatura;

  • - Pré-aquecer a tubulação no início do funcionamento para desfazer

depósitos sólidos.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

123

MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Tubos de aquecimento externo paralelo Este sistema
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Tubos de aquecimento externo paralelo Este sistema
MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Tubos de aquecimento externo paralelo Este sistema

AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES

Sistemas de aquecimento

Tubos de aquecimento externo paralelo

Este

sistema

possui

baixo

custo

inicial, facilidade de manutenção e evita a contaminação do fluido circulante. Porém o aquecimento é

irregular,

de

difícil

inicialmente lento.

controle

e

MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Tubos de aquecimento externo paralelo Este sistema

Para melhorar

a eficiência,
a
eficiência,

pode-se

preencher os espaços vazios entre o tubo de aquecimento e o tubo a aquecer com uma massa com alta condutividade térmica.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

124

MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Tubo de aquecimento enrolado externamente Possui maior
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Tubo de aquecimento enrolado externamente Possui maior
MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Tubo de aquecimento enrolado externamente Possui maior

AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES

MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Tubo de aquecimento enrolado externamente Possui maior

Sistemas de aquecimento

Tubo de aquecimento enrolado externamente

Possui maior eficiência mas é bem

mais caro e mais difícil de ser

construído

Tubo de aquecimento integral

Aplicado somente em tubos não ferrosos fabricados por extrusão

(allumínio, latão, etc.)

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

125

MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Tubo de aquecimento interno É utilizado em
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Tubo de aquecimento interno É utilizado em
MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Tubo de aquecimento interno É utilizado em
MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Tubo de aquecimento interno É utilizado em

AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES

Sistemas de aquecimento

Tubo de aquecimento interno

É

utilizado

em

tubos

de

grandes

caro

e

entre

os

risco

de

e

custo de

diâmetros (> 20mm) e possui boa

eficiência. No entanto,

é mais

difícil de construir, apresenta problemas

de diferencial

de

tubos, dificuldade

dilatação

de reparo,

MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Tubo de aquecimento interno É utilizado em

contaminação do fluido principal.

Camisa externa

Permite

aquecimento

rápido

controlado. Mas

possui alto

implantação e manutenção.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

126

MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Aquecimento elétrico Neste sistema são instalados fios
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Aquecimento elétrico Neste sistema são instalados fios
MECÂNICA DOS FLUIDOS AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Sistemas de aquecimento Aquecimento elétrico Neste sistema são instalados fios

AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES

Sistemas de aquecimento

Aquecimento elétrico

Neste sistema são instalados fios elétricos em espiral em torno da tubulação.

Dessa forma, a intensidade da corrente elétrica que passa pelos fios é que

determinará o nível de aquecimento requerido.

Este sistema é um dos que possuem maior vantagem pois, é de fácil

manutenção, o grau de aquecimento é facilmente controlado, possui partida

instantânea e aquecimento uniforme.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

127

MECÂNICA DOS FLUIDOS ISOLAMENTO TÉRMICO DE TUBULAÇÕES Utiliza-se isolamento para conservar a temperatura de determinado fluido.
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS ISOLAMENTO TÉRMICO DE TUBULAÇÕES Utiliza-se isolamento para conservar a temperatura de determinado fluido.
MECÂNICA DOS FLUIDOS ISOLAMENTO TÉRMICO DE TUBULAÇÕES Utiliza-se isolamento para conservar a temperatura de determinado fluido.

ISOLAMENTO TÉRMICO DE TUBULAÇÕES

Utiliza-se isolamento para conservar a temperatura de determinado fluido.

Evitando, assim, a perda de energia térmica para linhas quentes e absorção de energia para linhas frias.

Finalidades para aplicação de isolamento em tubulações:

- Motivo econômico (onde normalmente a classe de trabalho do

fluido é t > 80ºC ou t < 0ºC);

- Motivo de serviço (aplicado em qualquer temperatura);

- Motivo de Proteção pessoal (Aplicado em t > 60°C e t < 0°C em tubulações a menos de 2 m de altura ou a menos de 1 m de distância de qualquer piso de operação);

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

128

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 129
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 129
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 129
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 129
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

129

MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 130
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 130
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 130
MECÂNICA DOS FLUIDOS 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso wandercleitom@yahoo.com.br 130
  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

130

MECÂNICA DOS FLUIDOS PINTURA DAS TUBULAÇÕES Finalidades de aplicação da pintura: - proteger o material contra
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PINTURA DAS TUBULAÇÕES Finalidades de aplicação da pintura: - proteger o material contra
MECÂNICA DOS FLUIDOS PINTURA DAS TUBULAÇÕES Finalidades de aplicação da pintura: - proteger o material contra

PINTURA DAS TUBULAÇÕES

Finalidades de aplicação da pintura:

  • - proteger o material contra corrosão;

  • - melhorar a aparência da instalação;

  • - identificação do tipo de fluido existente na tubulação.

Para realização da pintura deve-se levar em consideração a temperatura de trabalho da tubulação durante a escolha da tinta.

Por exemplo, tintas comuns não suportam temperaturas acima de 80º. Nestas aplicações, são utilizadas tintas à base de silicone que podem

trabalhar até a 500ºC, dependendo do tipo da composição.

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

131

MECÂNICA DOS FLUIDOS PINTURA DAS TUBULAÇÕES Cores de identificação segundo norma NBR 54 da ABNT: Água
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PINTURA DAS TUBULAÇÕES Cores de identificação segundo norma NBR 54 da ABNT: Água
MECÂNICA DOS FLUIDOS PINTURA DAS TUBULAÇÕES Cores de identificação segundo norma NBR 54 da ABNT: Água

PINTURA DAS TUBULAÇÕES

Cores de identificação segundo norma NBR 54 da ABNT:

  • Água

  • Vapor

  • Ar comprimido

  • Gases

  • Ácidos

  • Álcalis

  • Combustíveis gasosos ou líquidos de baixa viscosidade

  • Combustíveis e inflamáveis de alta viscosidade

  • Sistemas de combate a incêndio

  • Vácuo

  • Outros fluidos não especificados

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

132

MECÂNICA DOS FLUIDOS PROTEÇÃO DE TUBULAÇÕES ENTERRADAS E SUBMERSAS Tem por função controlar a ação da
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PROTEÇÃO DE TUBULAÇÕES ENTERRADAS E SUBMERSAS Tem por função controlar a ação da
MECÂNICA DOS FLUIDOS PROTEÇÃO DE TUBULAÇÕES ENTERRADAS E SUBMERSAS Tem por função controlar a ação da

PROTEÇÃO DE TUBULAÇÕES ENTERRADAS E SUBMERSAS

Tem por função controlar a ação da corrosão provocada eletroliticamente por correntes elétricas geradas pela diferença de potencial entre a

tubulação e o meio (solo, água do mar, etc.) onde está.

Sistemas mais usuais

  • - Revestimento com esmalte de alcatrão de hulha

  • - Revestimento com asfalto

  • - Revestimento com fitas plásticas

  • - Revestimento com polietileno ou polipropileno extrudado

  • - Revestimento misto a base de epóxi ou polietileno extrudado

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

133

MECÂNICA DOS FLUIDOS PROTEÇÃO DE TUBULAÇÕES ENTERRADAS E SUBMERSAS Sistemas de proteção catódica Pode ser implementado
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS PROTEÇÃO DE TUBULAÇÕES ENTERRADAS E SUBMERSAS Sistemas de proteção catódica Pode ser implementado
MECÂNICA DOS FLUIDOS PROTEÇÃO DE TUBULAÇÕES ENTERRADAS E SUBMERSAS Sistemas de proteção catódica Pode ser implementado

PROTEÇÃO DE TUBULAÇÕES ENTERRADAS E SUBMERSAS

Sistemas de proteção catódica

Pode ser implementado de 2 formas:

- A mais simples é ligar a tubulação a anodos de sacrifício compostos de Magnésio, Zinco ou Alumínio enterrados (ou submersos) no meio.

- A outra, empregada em ambientes com alta resistividade, é chamada

sistema de proteção por “corrente impressa”. Neste caso, uma fonte de

energia externa aplica uma corrente entre a tubulação e os anodos que são compostos por grafita ou ligas especiais (Fe-Si, Fe-Cr-Si)

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

134

MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 6 Arranjo e Detalhamento de Tubulações 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 6 Arranjo e Detalhamento de Tubulações 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso
MECÂNICA DOS FLUIDOS AULA 6 Arranjo e Detalhamento de Tubulações 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

AULA 6

Arranjo e Detalhamento de

Tubulações

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

135

MECÂNICA DOS FLUIDOS DISPOSIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES EM UMA INSTALAÇÃO INDUSTRIAL O lay-out de equipamentos, instalações e
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS DISPOSIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES EM UMA INSTALAÇÃO INDUSTRIAL O lay-out de equipamentos, instalações e
MECÂNICA DOS FLUIDOS DISPOSIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES EM UMA INSTALAÇÃO INDUSTRIAL O lay-out de equipamentos, instalações e

DISPOSIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES EM UMA INSTALAÇÃO INDUSTRIAL

O lay-out de equipamentos, instalações e construções civis em uma área industrial está diretamente relacionado com a disposição das tubulações.

Como o custo com tubulações representa cerca de 25% do custo total de

uma instalação industrial, o estudo da disposição das construções em

função das tubulações é um fator muito importante na fase de projeto.

Passos para o estudo de lay-out:

- Listar os principais processos atuantes na indústria em questão:

unidades de processo, áreas de armazenagem, utilidades (subestações elétricas, tratamento de água, efluentes, etc.), oficinas, áreas de recebimento, prédios administrativos;

- Determinar o tamanho das áreas de cada processo;

- Construir um diagrama de bloco de circulação de materiais;

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

136

MECÂNICA DOS FLUIDOS DISPOSIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES EM UMA INSTALAÇÃO INDUSTRIAL Passos para o estudo de lay-out:
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS DISPOSIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES EM UMA INSTALAÇÃO INDUSTRIAL Passos para o estudo de lay-out:
MECÂNICA DOS FLUIDOS DISPOSIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES EM UMA INSTALAÇÃO INDUSTRIAL Passos para o estudo de lay-out:

DISPOSIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES EM UMA INSTALAÇÃO INDUSTRIAL

Passos para o estudo de lay-out:

- Traçar as direções ortogonais básicas (ruas e avenidas, limites das áreas de armazenagem, diques e valas de drenage, tubulações horizontais, etc.)

- Distribuição das áreas do terreno de acordo com o diagrama de blocos

buscando os trechos mais curtos de passagem de tubulações, respeitando-se as direções ortogonais traçadas previamente. As tubulações onde deve-se procurar os trechos mais curtos são aquelas

com fluidos a altas temperaturas, altas pressões ou cujo material é mais

caro. - Traçar as ruas para subdivisão de áreas

- Faixa de passagem de tubulações (se em trincheiras ou elevadas).

Lembrando que devem ser paralelas e adjacentes às ruas

  • 2014 Prof. Wandercleiton da Silva Cardoso

wandercleitom@yahoo.com.br

137

MECÂNICA DOS FLUIDOS DISPOSIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES EM UMA INSTALAÇÃO INDUSTRIAL Passos para o estudo de lay-out:
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS
MECÂNICA DOS FLUIDOS DISPOSIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES EM UMA INSTALAÇÃO INDUSTRIAL Passos para o estudo de lay-out: