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Revista E C O C Ê N T R I CO Ciências – Geografia –

Revista

E C O C Ê N T R I CO

Ciências Geografia História Redação Ensino Fundamental II Ano 2 Vol. 2 Outono de 2017

REVISTA ECOCÊNTRICO

Vol. 02 Ano 2 Abril de 2017

01 PALAVRA DO EDITOR

POR IVO DI CAMARGO JR

02 O PATRIMÔNIO COMO MARCA NO MUNDO.

Quando deixamos a nossa marca através da His- toria.

08 OPINIÃO DO PROFESSOR

POR VICTOR GIORGI

09 QUAL MINHA MARCA?

Alunos do sexto ano falam eles querem deixar no mundo

sobre a marca que

14 OPINIÃO DO PROFESSOR

POR FÁBIO ROSSETTI

15 ARTIGO DE OPINIÃO

POR VITÓRIA COLANTONIO WITZEL

18 OPINIÃO DO PROFESSOR

POR TIAGO SILVA DE OLIVEIRA

19 OS BIOMAS

Os alunos dos oitavo ano falam sobre os Biomas brasileiros e sobre a importância de preservá-los.

31

OPINIÃO DO PROFESSOR

POR RAFAEL J. SILVEIRA

32

LEGADOS PARA O MEIO AMBIENTE

Exposição de ideias de aluno

34

PAPA FRANCISCO ENCÍCLICA

“LAUDATO SI”

35

SONHO DE MUDANÇA NO MUNDO

40

Como construir seu país?

Alunos dos sétimo criam seu próprio país

52

OPINIÃO DO PROFESSOR

POR PERCÍLIA PASCHOAL DE ALMEIDA

53

PRESERVADORES DO BRASIL: IR-

MÃOS VILLAS-BOAS

55 EXPEDIENTE

PALAVRA DO EDITOR

PALAVRA DO EDITOR MENOS INÉRCIA, MAIS AÇÕES: A MARCA QUE QUEREMOS DEIXAR. Prof. Ivo Di Camargo

MENOS INÉRCIA, MAIS AÇÕES: A MARCA QUE QUEREMOS DEIXAR.

Prof. Ivo Di Camargo Jr. Redação Ensino Fundamental II

N este ano o tema da Campanha da fra- ternidade é “Fraternidade: Biomas brasileiros e a defesa da vida”. O

lema de 2017, “Cultivar e guardar a cria- ção” (Gn 2.15) incute na discussão católica do Brasil a questão de se preservar os ecossistemas brasileiros e inserir essa cultura de proteção na mente do cidadão brasileiro. Uma tarefa árdua

para o momento. Sabe-se bem que a Campanha da Fra- ternidade e por extensão a Semana de Movi- mento pela Vida, do Colégio Santa Úrsula vi- sam inserir discussões que intensificam o agir com responsabilidade dentro de um tema. Esta ação visa que desde jovem se entenda a real dimensão da marca que queremos deixar neste planeta como Seres Humanos racionais que somos.

A proposta desta publicação, já em sua segunda edição e felizmente sobre tema íntimo a todos nós, seres vivos, a ecologia, é dar ênfa- se e voz aos professores e alunos que buscam trazer luz à importância da diversidade de nos- sos biomas e o respeito que devemos ter para com eles e todas as formas de vida. Vive-se há anos uma crise ecológica que pede uma mu- dança de paradigma interiorizada no ser Huma- no para que medite e reze para que os biomas e os seres que nele vivem, inclusive os humanos, sejam conduzidos a uma nova forma de enten- dimento e proteção. Contudo, não se deve ape- nas pensar que rezar e meditar sobre um tema seja o necessário. É preciso ações concretas para proteger estes espaços de natureza e para

isso torna-se primordial que desde a mais tenra idade se conscientize o cidadão da importância do respeito, da proteção e da preservação do meio ambiente, seja aquele em que se vive ou não. Esta revista é um passo. Do papel utilizado em 2016, o modelo virtual não agride a nature- za e abrange mais leitores. Mudar o paradigma é possível. Independente de religiões, a discussão trazida pela CF 2017 e 10° - SMV visam de- monstrar a importância de que se não fizermos nada e não deixarmos uma marca positiva no planeta dificilmente teremos algo de bom para deixar para as futuras gerações. O zelo pela defesa do meio ambiente deve ser uma vigília pela qual não devemos descansar jamais. À guisa de finalizar, penso que é salutar conhecer o pensamento do Sumo Pontífice, Papa Francisco, e sua reflexão longamente ela- borada em sua primeira encíclica e entender que, se um Papa elege como tema central de seu papado a preocupação com o meio ambien- te, algo sério ocorre globalmente. E a Igreja Católica, como filha de seu tempo, não deve permanecer na inércia. Está plantada a esperan- ça.

Sobre muitas questões concretas, a Igreja não tem motivo para propor uma palavra definitiva e entende que deve escutar e promover o debate honesto entre os cientistas, respeitando a diversidade de opiniões. Basta, porém, olhar a realidade com sinceridade, para ver que há uma grande deterioração da nossa casa comum. A esperança convida-nos a reconhecer que sempre há uma saída, sempre podemos mudar de rumo, sempre podemos fazer alguma coisa para resolver os proble- mas. Todavia parece notar-se sintomas dum ponto de ruptura, por causa da alta velocidade das mudanças e da degradação, que se manifestam tanto em catástrofes naturais regionais como em crises sociais ou mesmo financeiras, uma vez que os problemas do mundo não se podem analisar nem explicar de forma isolada. Há regiões que já se encontram particularmente em risco e, prescindindo de qualquer previsão catastrófica, o certo é que o atual sistema mundial é insustentável a partir de 9vários pontos de vista, porque deixamos de pensar nas finalidades da ação humana: « Se o olhar percorre as regiões do nosso planeta, apercebemo-nos depressa de que a humanidade frustrou a expectativa divina».(Papa Francisco, Laudato Si, p.48, 2015.)

CRUELDADE COM A NATUREZA

Quatro das crueldades do homem com a natureza

Por Henrique Haas- 8ºD

U ma das maldades com a natureza é a poluição, tem pessoas que não pensam antes de fazer. A poluição traz conse-

quências horríveis tanto para nós quanto para o meio ambiente,quando você polui um rio, por exemplo, os peixes morrem, os animais ficam incapacitados de beber água e no futuro faltará água, pois estaria muito suja para o consumo.

Um exemplo é o rio Tiete que esta horrível, não há vida neste rio. Outra maldade é o desmatamento e as queimadas, as árvores fazem o oxigênio para nós, por isso é um absurdo cortar ou queimar árvores. A queimada além de matar árvores e animais, causa o aquecimento global, o que é ruim, pois aumenta o calor. Já o desmatamento traz prejuízos aos animais que ficam sem habi-

tat. Também o desperdício de água é uma

maldade, isso prejudica as plantas, os animais

e a nós mesmos, é ruim para nós que podemos

ficar sem água no futuro. Ruim para os ani- mais que iam ficar morrendo de sede e para as plantas que ficariam secas por pouca água, por esse motivo evite o desperdício, tomando ba- nho no tempo necessário, fechar a torneira

enquanto escova os dentes, isso tudo ajuda a manter o planeta. A última maldade e uma das mais cru- éis é o maltrato dos animais, numa boa, isso é ridículo, todas as pessoas deviam respeitar eles, sendo uma onça, sendo um cachorro ou até um peixinho, lembre-se sempre que eles

têm vida igual a você, por isso não os maltrate

e sim ajude acabar com essa maldade.

A falta da humanidade

Ajudar o próximo é mudar o mundo

Por Maria Eduarda Merighi Oliveira 8º B

I nfelizmente muitas pessoas no dia a dia fi- cam tão preocupadas com as contas, o traba- lho, as redes sociais, que acabam esquecen-

do o mais importante: o amor entre o desconhe- cido ou ao próximo, o amor de pensar no bem do outro e ajudá-lo mesmo sem conhecê-lo, ter hu- mildade. Se as pessoas tivessem mais amor pelo próximo, ajudar com o que muitas vezes é pe- queno para a gente e que muito valioso e muda- ria a vida de uma pessoa. Sei que é mais fácil falar do que fazer, mas temos que ter o habito da caridade ao pró- ximo, nem que seja por dois segundos. Faça a

diferença, deixe sua marca. Todo mundo ajudar pode começar pela sua iniciativa!

que seja por dois segundos. Faça a diferença, deixe sua marca. Todo mundo ajudar pode começar

Uma marca de sustentabilidade

A cultura como nossa marca

Por Bruna Bonetti Alves - 8º A

U m patrimônio histórico é importante para nossa cidade se está sendo e foi por muito tempo preservado, não por-

que só é antigo, mas porque ele faz parte da nossa história. Mesmo que não vivíamos quando um foi construído não significa que não faz parte de nossa vida, pelo contrário ele poderia ter feito parte da história da cidade que

é a nossa já que vivemos nela. Muitas pessoas desrespeitam o patri- mônio de sua cidade, quebrando objetos, esta- cionando em calçadas ou em lugares onde não se pode estacionar. Como aconteceu em Olin- da, onde os carros estavam danificando o pa- trimônio, fazendo barulho, poluindo o ambien- te e prejudicando a vida de vários moradores. O Patrimônio antigo, como museus, sítios históricos foi à marca que muitos deixa- ram antes de morrer e até hoje eles são preser- vados. É a cultura das pessoas que passaram e

que quase já não existe mais, por isso que tem

a importância da preservação e do respeito ao

patrimônio da cidade, a marca dos que já fo-

ram.

A Marca que vou deixar é a da natureza

verde, tem as pessoas que deixaram a marca de destruição e ainda estão deixando, com a guer- ra, as mortes, tem pessoas que são culpadas

por isso. Mas minha marca vai contribuir para o planeta, plantando árvores e não jogando lixo na rua.

A Marca que as pessoas deixam pode

contribuir para o planeta, porque são boas para

a natureza, para as pessoas e podem não con-

tribuir, destruindo lugares: patrimônios, casas

e a própria vida das pessoas. Esse é um tipo de ser humano que des- trói o próprio planeta, então ele vai deixar uma marca que contribui para acabar com a de ou-

tras pessoas.

Podemos fazer a diferença!

Troca de aprendizado como marca

Por Laura Balduíno - 8ºB

M uitas vezes não nos deparamos de onde vivemos,

com quem vivemos, ao redor de quem vivemos a socieda- de e suas atitudes, muitas vezes, passam serem coisas cegas, obscuras, imperceptí- veis. O que deixamos como nossa marca nesse pedaço de mundo que fazemos parte? Já parou pra pensar como cada um de nós é diferente? As aparências, jeitos diferen- tes, e principalmente, as cul- turas diferentes. Passamos a viver e praticar no dia a dia o que nos foi

ensinado, coisas que pessoas lá atrás, que a história criou algo fundamental para o que a sociedade é hoje. Conside- ro uma sociedade imatura, muitas vezes não paramos pra pensar, mas o que nos foi ensinado, a cultura histórica, é o que ensinamos todos os dias para os novos aprendi- zes da vida, e assim vai, por isso, a cultura é a nossa mar- ca. Alguma fez já parou pra pensar em "qual é a sua mar- ca?", chega a tocar o cora- ção, é realmente algo forte e importante, e o que deixamos como nossa marca no mun-

do? Posso definir em uma pequena frase, TROCA DE APRENDIZADOS, troca da nossa cultura, do que apren- demos e praticamos. Para pra pensar nessa ques- tão pode ser algo difícil, mas experimente observar, o que deixamos para os outros, e consequentemente para o mundo, não passa de apren- dizagem passada, vivencia- da, e aprendida, a CULTU- RA é a nossa marca, vamos deixá-la como algo inova- dor?

Como está seu lar (natureza)?

Cuidar do planeta como se fosse a nossa casa

Por João Rodrigo 8º D

U m dia ainda quero deixar uma marca, poder contribuir para que o mundo al- gum dia se torne melhor, pois não é

nada inteligente destruir seu lar, nós seres hu- manos temos potencial para preservar a nature- za, mas muitos não praticam. O desmatamento é

um grande problema para a Terra, muitos des- matam para agricultura, construções, para a venda e se ficarmos sem a natureza, o que sere- mos no futuro?Matar a natureza destrói o habitat de muitos seres vivos, até o de seres humanos, pois necessitamos de oxigênio que as árvores produzem, vejo toda essa destruição como um desperdício, será mesmo que precisamos de tanto desmatamento?

Outro problema que o ser humano faz com o planeta é a poluição, eliminada por meios de transporte, indústrias e fábricas que liberam poluentes no ar e afetam a natureza e ecossiste- mas. Será que alguém já parou para pensar como está o céu hoje? Está mais cinza que há anos atrás e mais quente por causa desses polu- entes, essas cores escuras nas nuvens mostram uma tristeza para o mundo. No futuro, quero deixar a minha marca com ONGs que ajudam a diminuir o desmata- mento e a poluição. Quero que o homem um dia, deixe de ser ganancioso e valorize a nature- za, pois é o que nos sobrevive e faz de lar.

Valorize o que é nosso

Nosso planeta é a nossa casa

Maria Eduarda Merighi Oliveira- 8ª B

tualmente em vez de valorizar e pre- A servar as coisas antigas que fazem parte da nossa historia, damos mais valor para coisas atuais e acabamos

deixando abandonados os monumen- tos, objetos históricos que fazem par- te da nossa cultura, dos nossos antepassados. Há patrimônios de Ribeirão Preto, por exemplo, que são cuidados, são locais, atra- ções turísticas muito bonitas, como: No quar- teirão Paulista com o prédio da Choperia Pin- guim, com o teatro Pedro II e o antigo hotel Palace, que foi restaurado, porem, não funcio- na mais como hotel. Em minha opinião deve- ríamos preservar mais o que faz parte da nossa história, pois mesmo que alguns estão bem cuidados, as grandes maiorias que ainda não foram derrubados estão abandonadas e “caindo aos pedaços”. Se pudesse, compraria muitos

desses patrimônios antigos, os restaurariam e deixaria como casa de artes. São lindas as ar- quiteturas dos nossos antepassados assim co- mo muitas crenças, festas e tradições. Muitas são realizadas até hoje o que é muito bom para a cultura do nosso país. Outra coisa que deve- ríamos preservar são os índios, o território indígena como um todo. De qualquer jeito os indígenas fazem parte da historia do nosso país, assim como os imigrantes. Deveríamos ter conhecimentos mais profundos sobre eles e nossa cultura. Deixe sua marca, preserve sua cultura com pequenos atos, como: Visitando mais esses locais, para mostrar sua importância, até mesmo participando ou contribuindo para ins- titutos do Patrimônio Histórico e Artístico Na- cional.

Veja como é lindo nosso mundo

Transformar o presente com pequenos gestos que mudarão o futuro.

Por: Letícia Maria de Medeiros - 8º D

O meio ambiente é literalmente a nossa vida, não sei o porquê que as pessoas poluem o meio ambiente sendo que

elas estão poluindo a si mesmas, é o nosso ar, nossas vidas. Vamos imaginar como seriam nossas vidas se o meio ambiente não existisse,

ficaríamos sem ar, sem vida, não veríamos a cor do dia e nem saberíamos o sentido da vida. Olhe para o lado, para cima, para baixo veja como é lindo o nosso mundo! Mas tem uma

coisa

dam deste nosso lindo ambiente. Olhe para as águas, para o céu, para as arvores, veja como é linda, uma flor de cada cor, uma flor de cada estilo! É tudo lindo.

As pessoas não preservam e nem cui-

Temos e devemos cuidar do nosso ambiente, como falei as pessoas cortam as arvores, e estragam a natureza, mas o que elas não pres- tam atenção é que eles estão acabando com seu oxigênio, com sua saúde, e com o mais impor- tante a sua vida. Vamos cuidar do nosso mun- do, vamos garantir um futuro mais lindo e me- lhor para nós e para nossos filhos, netos, bisne- tos e por aí vai, pode ter certeza que se você que se você plantar uma arvore se quer, pegar um pequenino papel de bala do chão, você está fazendo sua parte. Se cada um fizesse sua par- te o mundo seria bem melhor. Faça sua parte à natureza, os animais, o mundo! Agradece-te.

A Cultura e o Patrimônio deixam marcas

Nosso passado é a marca que deixamos para as futuras gerações

Por João Rodrigo 8º D

M uitos objetos como esculturas, má- quinas deixaram sua marca, pois, pois contribuiu para o avanço e

desenvolvimento do que acontece ainda hoje com essas máquinas, só que mais evoluídas em funções. Esses objetos mostram hoje como era a cultura dos antepassados e o que faziam como comer, brincadeiras, crenças e até o que pensa-

como comer, brincadeiras, crenças e até o que pensa- Fachada do Museu do Ipiranga – São

Fachada do Museu do Ipiranga São Paulo-SP

vam sobre o mundo deles. Acredito que todos queiram deixar uma marca para o futuro. Existem muitos tipos de patrimônio, porém, são bens deixados pelo homem no passado como o ferroviário, arqueológico, entre outros que dei- xaram sua marca e muitas pessoas vão a exposi- ções vê-los. Os patrimônios podem ser bens imateri- ais como uma dança, o Frevo é um patrimônio cultural. A cidade de Olinda necessita de maior preservação de seus patrimônios como vasos e contentores no Sítio Arqueológico. Espero algum dia poder deixar uma mar- ca para os humanos do futuro que possam pre- servar os patrimônios deixados por nós e enten- dam nossa cultura e construam a sua para uma boa convivência.

A cultura heterogênea

A Diversidade de culturas é uma de nossas riquezas

Por Maria Heloisa F. De Matos - 8º B

T udo em nossas vidas gira em torno da cultura do passado, presente e futura. Dela extraímos muitos conhecimentos e

muitas lembranças e assim registramo-la em livros, fotos, vídeos, objetos, monumentos e através de gestos e costumes que nos é passado durante o tempo. Nós brasileiros, convivemos com uma grande interculturalidade, onde dife- rentes expressões culturais próprias da herança e diversas tradições podem conviver harmoni- camente, sem preconceito, fazendo com que sejamos um país acolhedor e diversificado. Atualmente, como resultado de certos processos históricos, sociais e tecnológicos, a diversidade cultural tem se concentrado numa eliminação gradual das diferenças. Assim, podemos perceber que a partir destas diferen- tes culturas e antepassados surge uma espécie de cultura comum global, que reúne em uma

mescla de diferentes culturas. A cultura tam- bém envolve o estudo da história e é através dele que podemos avaliar e valorizar as pesso- as que tiveram um papel marcante nesse con- texto. Um exemplo, disso foi o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que além de ser o primeiro presidente negro desse país, permaneceu oito anos no governo sendo um

presidente pacificador; ele, com certeza, serão estudados nos livros de história, assim como Fernando Collor, Dilma Rousseff, Fidel Cas- tro, entre outros. Nessa diversidade cultural, cada um contribui de diferentes formas no mundo. Se pararmos para pensar, as diferentes opiniões, crenças e costumes resultaram no que somos hoje; imagine se vivêssemos ainda como uma

Monarquia

Se não exigissem algo melhor

A sua marca no ambiente

Não deixemos uma marca de destruição no meio ambiente

Por Maria Eduarda 8º D

À s vezes as pessoas ao redor comentam que o planta Terra esta muito feia, mas são elas mesmas, ou amigos dela que

faz o planeta ficar assim, com essa cara. O meio ambiente é um ligar onde a gente vive, precisamos cuidar disso tudo, precisamos cuidar da nossa casa, do nosso lar. Às vezes jogamos lixo na rua, nos terrenos, nos chão etc. isso está muito errado. Uma simples latinha de refrigerante pode causar muito estrago muitas vezes em caso de chuva. Se cuidarmos do meio ambiente como deveria ser cuidado, o mundo estaria com mais cor, mais vivo, o Mundo, o ambiente está muito cinza, pouco cuidado.Até os animas precisam de um ambiente melhor para viver, para ser melhor. Se nos, seres humanos não

cuidar do ambiente, o mundo vai se desfazendo aos poucos, o que é muito ruim para nos e para todos. Uma gota de água pode valer como um rio de água. Precisamos cuidar dos animais, das plantas e de todo ser que existe no mundo, além do mais, vivemos por causa deles. Se não fossem as plantas, não respiraríamos um ar bom, se não fossem os animais não teríamos a carne ou ate mesmo uma diversão em casa. O mundo nos ajuda a viver e temos que ajudar a tudo isso. Então deixe sua marca, uma marca boa. E não deixe a marca de destruição que já esta deixando.

E que marca deixaremos?

Por Giovana Ferreira- 8º C

P or definição, marca é o ato ou efeito de marcar. Quando se referimos a marca que os países deixam, referindo-se a cultura

dos mesmos, podemos usar como exemplo os Estados Unidos, que têm a maior pontuação de individualismo do que qualquer outro país estudado. Já os italianos, marcaram a língua e religião brasileira, pode-se perceber isso ao se observar os sotaques dos paulistanos, mora-

dores da serra gaúcha, do sul catarinense e do interior do Espírito Santo. Marca também pode ser a impressão deixada por alguém. É importante que deixemos uma marca boa para a sociedade, por isso, devemos, por exemplo, cuidar de patrimônios históricos, sabermos e respeitarmos nossa própria cultura e a cultura do outro, diminuir a criminalidade, coisas que chamam atenção para a própria sociedade do país ou mesmo do exterior. Como a marca que deixam os países, tem a marca que deixamos em nós mesmos. Por isso é bom refletirmos que marca estamos deixando por onde passamos, será que real-

mente estamos sendo exemplos? Será que se formos embora deste mundo, seremos lembra- dos por sermos bons, verdadeiros e praticantes da paz? Temos que ter isso como reflexão diá- ria.Tenha como desafio pessoal, marcar a vida das pessoas positivamente, como com certeza alguém já marcou a sua. Use como seu exem- plo, as melhores coisas que já fizeram para você, na vida de outra pessoa, para que ela também possa se espelhar na sua atitude e agir com amor na vida de outro alguém, fazendo uma rede de pessoas boas. Um bom exemplo em relação a deixar uma marca, é que ela deve ser profunda, por exemplo: uma pegada, só dura por bastante tempo no solo se for verdadeiramente profun- da, ou será levada com o vento. A tatuagem, só marca a pele das pessoas permanentemente pois é realmente profunda na pele, e é como ela que devemos ser. Devemos nos empenhar suficientemente para fazermos o bem, de mo- do que as pessoas nunca mais esqueçam o nos- so ato.

O que acontece com as nossas lembranças

Mariana Corrêa de Lima Reis - 8ºD

T oda vez que penso no meio ambiente vem aquelas imagens do computador ou do livro de geografia, mas não lembro

de momentos que vi da natureza. As pessoas que conheço me dizem que vão passar a tarde em casa, como pessoas que passam um dia in- teiro no quarto imaginam o meio ambiente? Quando estamos vendo nosso celular, vendo TV, usando o computador, vêm aquelas propagandas de coisas que nós até nem preci- samos, mas todas aquelas edições, cores e bri- lhos fazem com que nós queiramos o produto, quando paramos para ver nossas listas de pedi- dos passageiros está gigante. O quanto teríamos que tirar do meio ambiente para atender

os desejos de todas as pessoas? Aqueles desas- tres ambientais que vemos nos jornais é só a ponta do iceberg. Aquelas lembranças que temos de praias e campos, que vemos nas férias podem ser facilmente destruídas. As pessoas que produzem notam menos ainda, que mal elas produzem a esse mundo, e nem se impor- tam em repor, pois acham que o dinheiro pode repor seus erros. Elas iludem cada vez mais e destroem cada vez mais, assim vemos cada vez menos a natureza. Uma memória linda e sim- ples é destruída por uma selfie consumista, quando teremos uma lembrança valiosa de no- vo?

OPINIÃO DO PROFESSOR Prof. Vìctor Giorgi História 6° e 7°Anos N a contemporaneidade, é lugar

OPINIÃO DO PROFESSOR

Prof. Vìctor Giorgi História 6° e 7°Anos

N a contemporaneidade, é lugar comum a constatação de que os biomas do pla- neta correm sério risco de desaparecer

ou ter suas características drasticamen- te alteradas, haja vista os impactos negativos ao

meio ambiente derivados de práticas humanas diversas. Em nosso país, tais problemas estão vinculados à persecução do lucro por parte de indivíduos e grupos, que, dentre outras ações, exploram a natureza de modo impiedoso, ob- tendo madeiras, minérios, entre outros elemen- tos com alto valor agregado, e desmatam de- terminados trechos de florestas para aumentar os limites de seus próprios latifúndios, para o cultivo e a criação de gado. Nesse sentido, a progressiva destruição da Floresta Amazônica é o caso mais emblemático. A história nos permite observar que a devastação de nossas matas inicia-se com os primeiros empreendimentos dos portugueses invasores, que, por intermédio do escambo ou da escravização de indígenas, extraíam enor- mes somas de pau-brasil, madeira utilizada na confecção de móveis e com a qual se obtinha um pigmento avermelhado (cor de brasa, daí o nome de nosso país) adequado para o tingimen- to de tecidos. Em um segundo momento, por ordem expressa do rei, os colonos iniciaram a produção açucareira, o que igualmente signifi- cou uma redução enorme da vegetação nativa nordestina para a instalação dos engenhos e canaviais em áreas próximas aos litorais. Esta- va dada a largada para uma longa trajetória de exploração de nossas riquezas para fins ganan- ciosos, a qual, infelizmente, ainda não termi- nou. Séculos se passaram, e nosso país passou por intensas transformações, sobretudo nas regiões Sul e Sudeste. Indústrias e grandes ci-

dades, símbolos da modernidade, se desenvol- veram, mas em muitos casos de modo desorde- nado e explosivo, o que contribuiu para que novos problemas ambientais surgissem. Para que tenhamos a dimensão do estrago que pode ser causado por intermédio dos humanos, esti- ma-se que a Mata Atlântica, o bioma de floresta tropical que abrange boa parte da costa do Bra- sil, tenha sofrido uma redução de 93% do perí- odo colonial até hoje. Em tal cenário, torna-se fundamental o estimulo ao debate, bem como à formação de pensamentos críticos e ações conscientes nas escolas, espaços capazes de formar possíveis agentes transformadores, isto é, indivíduos que não somente compreendem a origem e os im- pactos de problemas ambientais e socioeconô- micos, mas que, com efeito, intentam estabele- cer soluções para os mesmos. Diante do questionamento, “qual a sua marca”, proposto pela Semana de Movimento pela Vida aos alunos, procurei, enquanto pro- fessor facilitador, levar os alunos a refletir so- bre a impressão que querem deixar no mundo, tanto no âmbito das relações sociais, como também em suas interações com a natureza. Dentre as inúmeras e excelentes redações reali- zadas pelos discentes, selecionei quatro, as quais, acredito, traduzam bem o lema das ursu- linas Serviam (Servirei), bem como seus valo- res intrínsecos.

as quais, acredito, traduzam bem o lema das ursu- linas Serviam (Servirei), bem como seus valo-

QUAL A MINHA MARCA?

A marca que eu quero deixar no mundo

Por Raissa Balthazar da Silva 6º D

E quero ser bióloga, quero resgatar a-

nimais em risco de extinção. Como animais aquáticos: leão-marinho, baleia

jubarte, ariranha, tartaruga marinha. Esses e outros animais que sofrem risco de extinção,

ajudando na limpeza e preservação de rios, lagos, praias e florestas.

A marca que eu quero deixar é proteger

a natureza, como: não desperdiçando água,

reciclando o lixo, economizando energia elé- trica, tomando banhos curtos e plantando árvo- res. Quando compramos nossa casa, plantamos sete árvores que hoje estão enormes. Hoje eu e a minha família temos consciência que deve- mos preservar o meio ambiente. Na minha casa, o lixo é separado em orgânico e reciclá-

u

Mariana Ramalho Alvim 6ºA

V ivemos num mundo complicado, com incertezas e dúvidas. Aquilo que é justo e correto muda a cada instante e para

cada pessoa. Neste mundo, escândalos ocorre- rem a cada minuto e enchem a internet e redes sociais, a presidente é cassada assim como a prefeita. O que pensar do futuro? Já passamos da idade de nos vestir co- mo super-heróis ou defensores da justiça. O mundo não precisa de salvadores da pátria, de

mulheres-maravilha ou “batmans”.

Precisamos pensar em mudar nossa es- cola e nossas casas. Começar pela nossa família

e nossos amigos e assim deixar nossa marca.

Estamos precisando de pequenas ações, que sejam corretas e verdadeiras, e que sirvam de exemplo para aquele que convivem com a gen- te.Que tal pensarmos em sermos alegres e sor- rirmos para aqueles que encontramos no nosso caminho? Que tal buscarmos reduzir nosso consumo de água como medida simples de con- servação dos rios e aquíferos? Que tal desen-

volvermos formas adequadas de reciclagem de resíduos, com a geração de emprego para a população pobre? Que tal tratarmos nossos

vel, nós utilizamos a água da máquina de la- var para limpar a casa e lavar o quintal e usa- mos descarga ecológica. Inclusive, minha tia e a minha avó fazem bonecas e abajures com material reciclado (garrafas pet). Eu faço tra- vesseiros e roupinhas de boneca com retalhos, quem me ensinou a costurar foi minha cunha- da Carol. Um dia, meu irmão falou que sua namorada sabia costurar e me perguntou se eu queria aprender, aí me levou a casa dela e me ensinou a costurar. Desde então, eu faço travesseiros com retalhos e costumo dar de presente nos aniver- sários. Se eu não for bióloga, quero ser estilista ou artesã, pois gosto de criar, deixando assim minha marca.

esgotos e, com o lodo gerado, produzirmos adubo para a agricultura familiar? Que tal de- senvolvermos campanhas de recolhimento de óleo usado para que este não seja jogado nos rios, e se produza sabão para ser distribuído para a população carente? Ações simples que podemos fazer em nossas casas e que mudam a sociedade. Então, não devemos pretender sermos perfeitos, tam- pouco sabermos de tudo ou termos todas as respostas. Devemos contar com amigos ou pe- dirmos ajuda. Trabalhamos em equipe. Isso não nos diminui, pelo contrário, torna-nos grandes. Fazer bem feito com responsabilidade, dedicação e amor, não significa sermos super- heróis, mas sim seres humanos que deixarão nossas marcas como exemplo para aqueles que nos cercam. Esta é a marca que pretendo deixar para quem comigo conviver. Sempre buscar a justiça e o desenvolvimento sustentável, onde o equilíbrio entre o físico, espiritual e cultural é importante para um mundo melhor, onde o crescimento social seja baseado em ações de preservação do meio ambiente.

Leonardo Luís Gaiotto de Carvalho 6ºB

S e pararmos para refletir sobre o que dei- xamos para as pessoas que estão ao nosso redor em nossa vida, seria tudo que fa-

zemos diariamente, tanto em casa, na escola, como com nossos amigos e familiares. Se pre- tendemos viver em um mundo melhor, temos que deixar de sermos individualistas e nos pre- ocupar mais com o meio ambiente, principal- mente para as futuras gerações, para nossos filhos. Temos que manter o equilíbrio entre o homem e a natureza, que é essencial para a

manutenção de nosso planeta Terra. Temos que plantar mais árvores, devemos cuidar dos ani- mais que estão em extinção, e conscientizar os empresários da importância de não poluir os nossos rios. Com isso, deixar um planeta bom para se viver para as próximas gera- ções.Também devemos incentivar às crianças o gosto e o prazer com a leitura, para que não se tornem humanos alienados que leem pouco e não possuem interesse em fazer algo melhor ao nosso país. Primeiramente, devemos mostrar a

Pedro Leite Paiva Bezerra 6ºC

E u gostaria de deixar uma boa marca. Não apenar uma marca em branco. Pois gostaria de deixar meu legado, ou mos-

trar como eu enxerguei meu mundo. Pois eu acredito que cada pessoa enxerga o mundo de uma maneira. Um dia, gostaria de me tornar um escritor e imortalizar minhas ideias e pensa- mentos em papeis. E inclusive deixar minha criatividade e meu propósito quando deixar esse mundo. E um dia também ser reconhecido pela sociedade, mas não por fama, e sim por bons contos e inspiração. Mas por ora, apenas quero estudar para me tornar alguém produtivo, enquanto não posso seguir meu sonho. Quero ser alguém que irá bater metas e viver em um melhor estilo de vida, em que eu possa respeitar meu lar, minha natureza e todos ao meu redor. Gostaria começando com uma reciclagem de materiais já inutilizáveis pela minha família, ou guarda-los para eventuais trabalhos de escola. Penso também em doar brinquedos e roupas sem uso por mim e pelos meus familiares. Doações para a caridade sem- pre que as condições financeiras da família possibilitar diminuir o consumismo geral de

importância do amor ao próximo, para que sempre haja diálogo entre pais e filhos, orien- tando-os sobre sexo, drogas, para que tenham uma vida saudável e de respeito ao próximo. Com isso, as nossas futuras gerações serão sociedades sem vícios, com amor ao pró- ximo, respeitando uns aos outros. Devemos construir e principalmente dar um rumo para o mundo melhor, com mais amor, mais respeito e principalmente muita gratidão. Por isso, deve- mos nos preocupar mais com a construção de um mundo mais acolhedor, onde todos terão os mesmos direitos e deveres. Ter um mundo com menos sofrimento, desigualdades e desrespeito. Pois as mesmas mãos que são capazes de des- truir, ferir, julgar e matar, devem também ser capazes de reconstruir, transformando o presen- te, com pequenas atitudes e sentimentos, uma geração menos egoísta e com mais união. Pen- sando nisso, devemos por o amor e o respeito ao próximo acima de tudo.

bens de meus familiares.Também estudando, penso que contribuo com minha parte, mas sinto que eu podia melhorar ajudando com as tarefas diárias em casa e fazer meus deveres e trabalhos o quanto antes possível, para evitar quaisquer tipos de acumulação. Falando em acumulação, o pensamento de ajudar a minha comunidade onde vivo, com mais latas de lixo recicláveis e mais avisos orientando sobre os perigos que o lixo, a água parada, sujeira etc. podem causar ao nosso ambiente no dia a dia me vem à mente. Outras ideias sobre o uso racional de água também me vem à cabeça, pois como o Brasil é um país com bastante dis- ponibilidade de água potável, acredito que nós não tenhamos dado um real valor sobre o uso dela. Há países com o nível de água muito a- baixo e realmente necessitados, e nós, brasilei- ros, devemos contribuir com a nossa parte para ajudar esses países, não apenas fornecendo uma quantidade de água, mas aproveitando-a corre- tamente. Acredito que poderia deixar essas i- deias no mundo. Acredito que eu poderia dei- xar essa marca

Laura Balduíno - 8ºB

A s vezes não paramos para pensar no que fazemos em nosso dia a dia, nossas atitudes, o que praticamos durante o

dia, e isso nos leva a fazer coisas não tão agra- dáveis ou boas para o nosso meio ambiente. Às vezes quando ajudamos as pessoas, reservamos

um tempinho para regar aquela plantinha no nosso jardim, fazemos toda a diferença, afinal, esse é o mínimo que podemos fazer por um

Qual é minha marca?

Por Sarah Cristina Marques Beltrão 8º B

H oje em dia podemos perceber muito, as marcas que nos seres humanos estamos deixando na natureza: a ex-

tinção de espécies de animais e plantas, as queimadas que além de destruir os biomas também destrói á moradia de diversos animais como os pássaros. Estas ações não prejudicam só os animais ou os biomas e sim a nos mes-

mundo melhor e mais prestativo. Devemos sempre procurar ser um alguém melhor, acor- dar todos os dias com um novo pensamento, e com certo entusiasmo para ser um alguém me- lhor, pois acredito que o mundo só se tornará melhor, quando você for o primeiro a mudar. Qual é a sua marca? Pergunte-se isso todos os dias.

mos, às vezes o esgotamento ou a extinção de plantas como a árvore Pau Brasil.A água é um recurso essencial na vida de um ser huma- no; a água doce (única que o homem pode in- gerir) existe só 2,5 % na terra e a maior parte está congelada em geleiras que com a intensi- ficação do efeito estufa, faz com que a geleiras derretam e não se pode mais utilizar está água .

Qual é a marca que você quer deixar no mundo?

QUE LEGADO QUER DEIXAR PARA AS FUTURAS GERAÇÕES?

Por Yasmin Carvalho - 8°D

O meio ambiente é um lugar muito im- portante em nossas vidas, por isso de- vemos cuidar muito bem dele.Hoje em

dia nós humanos não nos importamos em cui- dar do mundo, a gente desmata e poluí sem a mínima necessidade. Você já parou pra pensar o que seria da gente sem o meio ambiente? Pois é, não seria- mos nada! Sem as árvores não temos frutos e nem ar puro, poluindo as águas não teremos água boa e filtrada para o nosso consumo, além de muitas outras coisas. Nós devemos ter cons-

ciência que se hoje a gente desmatar e poluir, amanhã nossos filhos e netos não terão um mundo bom para viver. Antigamente o que era verde, virou prédios, águas cristalinas estão poluídas. O consumismo é um grande inimigo da natureza, causando um mal enorme não só para a natureza, mais também para nós huma- nos. Então antes de você comprar algo sem necessidade, devemos pensar no que vai acon- tecer com o meio ambiente. Pense também no mundo que você quer para você, seus filhos, netos e todos que ainda virão ao mundo.

A minha marca na natureza

Por Muriel Zanetti Clemente 8°A

V árias pessoas acham que apenas jogar lixo no lixo é deixar a sua marca, mas

na verdade não é só a ação de jogar lixo no lugar certo e sim pensar que se você joga o lixo na natureza pode haver varias con-

sequências ruins para ela, como poluir a água ,

o solo, e os animais podem se ferir. Se pergunte "qual a marca eu quero deixar no mundo? " se é uma marca boa ou ruim. Existem vários exemplos de boas ações

para a natureza como reciclar, proteger a fauna

e aflora da poluição, plantar novas árvores em

favor das que são retiradas , e ser consciente de seus atos na natureza. Nós cidadãos devemos

exigir do governo: mais parques, mais formas de desenvolvimento sustentável para não com-

prometer a geração futura; que o governo tenha uma boa consciência antes de fazer qualquer coisa que comprometa a natureza pois ela é essencial para a nossa vida. Outra coisa muito importante é a extinção, que é causada quando um ser humano mata um tipo de animal em grande quantidade. Por exemplo se um veado entra em extinção o leão também entra em ex- tinção pois o veado é seu alimento, assim pre- judicando a cadeia alimentar. A minha marca que quero deixar ligada ao meio ambiente e a extinção, é que vou aju- dar a natureza, quando houver oportunidades plantar mais árvores e em relação a extinção, ser uma pessoa mais consciente de tudo que os animais sofrem por nossa causa

Como deixar sua marca?

Maria Heloísa Fischer de Matos - 8º B

S abe quando você tem aquele seu melhor amigo que estuda na mesma escola que

Mas ás vezes chega um momen-

to que isso a de mudar: a escola não é mais a mesma, porém vocês continuam sendo amigos

e mantendo contato; isso quis dizer que de uma

certa forma você e essa outra pessoa tiveram uma amizade marcante. Quando algo desse tipo acontece, temos a boa impressão de que mu- damos a vida de alguém fazendo bem para essa pessoa.

O ser humano já mudou muito o mundo, ou seja, ele deixou sua marca; ele desmatou, queimou e criou a tecnologia, mas também cuidou e ajudou. Quando lemos um jornal ou assistimos á televisão, vemos muitas notícias relacionadas á política, á ciência e ao meio am-

você

biente, e essas notícias já fazem parte do nosso cotidiano, e algumas delas serão lembradas pela história, portanto, já outras nem serão citadas. Se pararmos para pensar, são poucas as vezes que vemos quando uma pessoa faz o bem para a natureza ou para a sociedade sem querer ga- nhar um lucro ou coisa do tipo, e isso nos mos- tra que ainda temos que melhorar muito. Nas nossas vidas ocorrem muitas mu- danças constantemente, sendo elas boas ou ru- ins; entretanto há muitas pessoas que não têm acesso a certos benefícios. Por causa disso, a população podia tentar ser mais útil para essas pessoas; temos que aprende a arriscar e tentar fazer diferente, dar opiniões, realizar mais a- ções e fazer do mundo um lugar melhor. Por isso, deixe sua marca nele!

QUAL É A SUA PEGADA?

Por Giulia Rosa Andrade - 8ºD

N o longo de nossas vidas deixamos pe- gadas no mundo, inclusive no meio

ambiente, podendo ser definida como positiva ou negativa. Os principais fatores que interferem negativamente são: os desmatamen- tos, as poluições do ar, dos rios e dos solos, com a falta de tratamento e reciclagem adequa- da do lixo, pois assim ocorre a contaminação com substâncias poluentes aos lençóis freáti- cos. Outro fator importante a ser citado é o a-

quecimento global que causam o calor excessi- vo no planeta, prejudicando a fauna e flora de maneira geral. Se quisermos deixar um mundo melhor para as futuras gerações devemos nos empenhar na conscientização e educação ambi-

Uma vida, uma marca.

Por Alexandre Catapani - 8°D

E m minha opinião, a vida teria que ter menos poluição, desmatamento, quei- madas, desperdício de água, entre ou-

tras coisas. As pessoas hoje em dia só querem saber de tecnologia, criando automóveis polu- indo o ar através da fumaça, sendo que se u- sássemos menos os carros e utilizássemos mais a bicicleta, o mundo estaria muito melhor. Outro problema para o meio ambiente é o des- perdício de água. Uma gota de água per- dida, mas constantemente representa 46 litros por dia. O descuido com a água poderá acabar com ela. Encanamentos furados podem des- perdiçar até 96 mil litros por mês, com um furo de dois milímetros. Precisamos tomar banho em menos tempo, desligar a torneira enquanto escova- mos os dentes, entre outras coisas que desper- diçam água. Podemos reaproveitar a água da chuva para utilizarmos de uma maneira boa como: Lavar bicicletas, carros, regar plantas,

ental de nossas crianças, incluindo palestras informativas sobre os impactos causados pelo pensamento racional do ser humano, e o mais importante, que é a pratica das informações recebidas inicialmente na escola, colocando lixeiras de coleta seletiva para que ocorra a reciclagem, aviso de NÃO desperdício de: á- gua, energia, papel, etc. Assim como disse CHARLIE BROWN JR.: “ENTÃO RECICLE SUAS IDEIAS, E QUEIRA PROSPERAR! PRESERVE A NATUREZA, PARA SEU FI- LHO APROVEITAR. ENTÃO ERGA A MÃO PARA O ALTO, FAÇA A DIFERENÇA. ES- TEJA SEMPRE EM PAZ COM SUA CONS- CIÊNCIA!”

lavar calçadas, entre outras coisas necessárias para acabar com o desperdício de água. Outra causa de um mundo ruim é o desmatamento. Nós acabamos com o habitat dos animais para utilizarmos a terra em cons- truções e produção de materiais visando ape- nas o lado financeiro.

dos animais para utilizarmos a terra em cons- truções e produção de materiais visando ape- nas
OPINIÃO DO PROFESSOR Prof. Fábio Rossetti Geografia 6° e 7° Anos V ocê já percebeu

OPINIÃO DO PROFESSOR

Prof. Fábio Rossetti Geografia 6° e 7° Anos

V ocê já percebeu como existem pesso- as ou eventos que ficaram marcados de uma maneira especial em nossas

lembranças, e consequentemente, nas nossas vidas? Seja por um ato, por algo vivenciado ou por algumas contribuições que esses fenôme- nos tenham feitos em nossos caminhos, e tor- naram-se algo ímpar, inesquecível. Os seres humanos são conhecidos pelas suas singularidades, portanto, munidos de ca- racterísticas exclusivas. Por mais que existam pessoas com conformidades físicas e de atitu- des parecidas, não existe DNA ou impressões digitais iguais, o que confirma que somos úni- cos. Por termos essas características de ex- clusividade, todos nós deixamos marcas, ou

seja, cada um possui um legado individual.Por mais que possamos pensar que não possuímos grandes qualidades sociais, posições hierárqui- cas e outros status, todos nós temos caracterís- ticas que são vistas por bons olhos por outras pessoas, ou seja, retratam nossas marcas pes- soais. No entanto, é importante ressaltar que ao longo das vivências humanas, de suas rela- ções sociais com espaço geográfico, essas ex- clusividades únicas estão sujeitas a alternân- cias e influências externas. O importante é seguir seus ideais, mesmo que eles estejam “contaminados” com interferências de outros seres únicos. Tenha princípios de fazer o bem, de servir, pra você e para o próximo. Sendo assim, que tal pensarmos em algumas marcas e características positivas para contri- buirmos na vida do próximo e assim possamos ser lembrados com exaltação no futuro. Seja bondoso, pratique a paz distribua alegria, tenha Fé!! Desenvolver essas características não é algo impossível e também sabemos que nunca as alcançaremos por completo, porém deve- mos buscar o equilíbrio e nos condicionar a pratica-las, pois somente assim estaremos dei- xando nosso legado para o futuro e poderemos ser lembrados como alguém que fez a diferen- ça. Portanto, deixe seu legado!

nosso legado para o futuro e poderemos ser lembrados como alguém que fez a diferen- ça.

Artigo de Opinião

Vitória Colantonio Witzel 8º A

P ara o meu trabalho de

ciência com o tema (qual a sua marca), eu decidi falar sobre o Japão.O Japão é composto por ilhas, entre elas se destacam: Honshu, Hok- kaido, Kyushu e Shikoku. Sua capital é Tóquio, seu PIB de 5,8 trilhões de dólares e popu- lação de 127,43 milhões de habitantes (2007). Quando falamos em Japão, logo pen- samos em tecnologia revolu- cionárias, empresas com ma- nufatores, grandes exporta- ções. Porém tudo tem seu lado ruim. Como por exemplo sua terra: o uso do solo. A terra arável de 11,64%, cultu- ras permanentes de 0,9% e 87,46% de outras. Além de ter perigos naturais como: as atividades vulcânicas. Pesqui- sas comprovam que o arqui- pélago japonês tem 110 vul- cões, tendo alguns ativos e inativos. Além da forte ativi-

dade vulcânica, também exis-

te os terremotos e tsunamis,

causados por placas tectônicas

que estão abaixo dele. Porém

o que vem agravando com

mais frequência atualmente, são os problemas ambientais, tais como poluição, chuva ácida, entre outros. Com todo esse desen- volvimento tecnológico, as empresas estão visando cada vez mais o comércio e seu lucro. Assim acabam “pas- sando” despercebido todos os desastres ambientais. Todas as árvores, matas, florestas destruídas para construírem fábricas que acabam poluindo nosso ar com suas fumaças cheias de produtos químicos. Sem falar na água desperdiçada para a criação de fábricas e seus produtos. Ninguém mais está pensando nas consequências de suas ações. Se cada um de nós

pensarmos em deixar sua marca (em um lado positivo). Mesmo sendo peque- nos pensamentos, nós pode- mos mudar. Se eu pudesse deixar minha marca, começa- ria no reflorestamento de cada árvore derrubada, de cada folha cortada. Há tantas in- dústrias neste mundo, porque não fazer uma indústria de matérias reciclados. Recolher todo esse “lixo” e usar para construção de novos materi- ais, sem precisar colocar um dedo na natureza. Também defendo o pensamento de reutilização de água na pro- dução industrial. A água já está acaban- do, e sem água, não é possível haver vida. Eu tenho em men- te um pensamento ambiental sustentável e quero fazer dele a minha marca.

é possível haver vida. Eu tenho em men- te um pensamento ambiental sustentável e quero fazer

Não seja só mais uma pessoa, deixe sua marca.

Gabriella Leal Do Valle 8º D

P enso que quando se trata de meio ambi- ente o assunto é bem sério, pois hoje em dia a natureza está muito devastada, os

rios e mares principalmente. Nos dias de hoje as pessoas estão ligando pouco para isso, elas jogam lixo nas ruas e quando chove um plásti- co sequer faz a diferença, pois eles causam en-

chentes que destroem vidas de muitas famílias. Os rios e mares são fundamentais para nossa fauna diversificada, o Brasil tem uma variação enorme de animais lindos, mas que por causa da poluição e das queimadas morrem inocentemente e por nossa culpa, pois somos nós que causamos esses incidentes que afetam gravemente nosso planeta e nossa diversida- de.Na maioria dos mares há esgoto que são

jogados como se não fosse afetar em nada, mas que afeta e muito. Vamos supor que uma tartaruga ache um chiclete, e pensando que é comida ela mor- da, com certeza ela não terá quase nenhuma chance de sobreviver, pois ela não conseguirá tirar o chiclete da boca e muito menos ingerir, pois eles possuem uma cola que para alguns animais é difícil de remover e então por causa de um chiclete uma tartaruga morre. Além dis- so, as tartarugas dificilmente sobrevivem pois quando nascem tem uma longa caminhada que

é repleta de obstáculos e de predadores que

dificultam a sua chegada ao mar então preserve

o meio ambiente não seja só mais uma pessoa , deixe sua marca você também .

EU ESTIVE AQUI

Maria Júlia Chimello de Sousa / 8ºA

O que significa para você: ”DEIXAR SUA MARCA”? Bom, para mim signi- fica fazer algo que será lembrado pelas

pessoas. Mas, esta única frase possui, na verda- de, dois significados. Existe o deixar a marca do bem, que é cuidar da mãe natureza, dos a- nimais que estão desaparecendo, cuidar de pes- soas que precisam de você, etc. Porém, existe também, há a marca do mal, que por sinal é o que está sendo mais praticada ultimamente:

devastando florestas, colocando pobres animais em extinção, tirando a vida de outras pessoas. É claro, fazendo isso você vai conseguir deixar uma marca, a marca da tristeza. Você já percebeu que quando liga o noticiário a maioria das notícias é de acidentes ou guerras. Sim, hoje em dia é o que mais a-

contece, mas existem outras coisas, além disso, por exemplo, quem disse que não existem pes- soas que estão neste momento tentando salvar animais em extinção ou florestas que estão de- saparecendo, mas o que dá audiência são as tragédias. Resumindo, você pode deixar sua marca (do bem é claro) nem precisa se juntar a uma ONG famosa, ajude quem está ao seu re- dor, pessoas do seu trabalho, sua família, vizi- nhos, nenhum trabalho é pouco se for feito de coração puro, faça com que sua marca seja lembrada, sua voz, nunca duvide de si mesmo, sua capacidade pode te surpreender. Se você tiver condições de levar educação, amor e cari- nho a locais onde a pobreza toma conta, faça isso! O mundo precisa de pessoas como você, a mudança começa agora!

PROMESSAS DE VIDA

S ão as águas de março fechando o verão, é a promessa de vida no seu coração”. Assim cantou Tom Jobim

numa referência aos ciclos da vida. O verão é tempo de chuva e tomara que em março chova

Apesar dos

dias mais longos, do calor escaldante, faltou chuva em muitas partes do País. No Sudeste, até os peixes sentiram a falta d’água e a pira- cema ficou comprometida. Em alguns rios, toneladas de peixes morreram. No mundo das aves a falta de chuva teve como resultante uma diminuição da quantidade

de alimento, já que a oferta de insetos caiu jun-

to com a falta de água.

Para nós, o risco de desabastecimento e o racionamento em algumas cidades nos força- ram a economizar água. A partir daí, começaram as especulações Nossa mente não aceita a falta de previsibilida-

de da vida. O ano tem quatro estações. Na pri- mavera e no verão o tempo é de chuva e quan- do isso não ocorre as tentativas de explicação quase sempre vão parar no El Niño ou em al- guma teoria catastrófica. Como a passarada, ao contrário de nós, vive

o presente, só resta adaptar-se à realidade. A

assim, as aves buscam água nas bromélias, as caixas d’água da mata, nos riachos e igarapés. Com menos insetos, se alimentam menos e talvez a reprodução não seja tão boa quanto num ano de fartura, já que os insetos são uma das principais fontes de proteína para os filho- tes. A falta de água nos assusta, nos preocupa e nos leva a pensar em desequilíbrio. E isso é um aspecto positivo. Quando alguém diz que as abelhas estão desaparecendo ou acena com a extinção de uma ou outra espécie não ficamos

e muito. Este foi um ano atípico

tão preocupados, não é mesmo? Temos dificul- dade para entender as relações de independên- cia. Mas sem água sabemos logo o que signifi- ca. Precisamos dela para matar a sede, para nossa higiene, na produção de alimentos, na indústria, ou seja, para tudo. Contam que Tom Jobim escreveu águas de Março quando estava construindo uma casa. E

a chuva atrasava a obra. Daí vêm os outros e-

lementos da música: “ É pau, é pedra, é o fim do caminho

E podemos aproveitar outros trechos da

música para nossa reflexão. “ É uma ave no

céu, uma ave no chão, é um regato, é uma fon-

“É o fundo do poço,

é o fim do caminho, no rosto o desgosto, é um pouco sozinho

E justamente o fim da chuva significa a

conclusão da obra, daí a frase final: “ É a pro- messa de vida no teu coração”. Para nós, a promessa de vida hoje é justa- mente a chuva! Que ela faça valer a letra da música. Que as águas de março fechem o verão enchendo nossos reservatórios e que a falta que tivemos dela seja uma lição definitiva para to- dos nós. Precisamos construir não uma casa, mas uma consciência de conservação se qui- sermos manter as promessas de vida em nossos corações. Para encerrar mais um trecho da letra de Águas de Março, na tentativa de explicar a falta de chuva: “É o mistério profundo, é o queira ou

não queira.”

te, é um pedaço de pão

”.

Texto: Ciro Porto Revista: TERRA da gente A AVENTURA DE DESCOBRIR A VIDA

OPINIÃO DO PROFESSOR Prof. Tiago Silva de Oliveira Professor e Psicólogo - Pastoral ISU ensar

OPINIÃO DO PROFESSOR

Prof. Tiago Silva de Oliveira Professor e Psicólogo - Pastoral ISU

ensar na Campanha da Fraternida-

de como um mecanismo de mobi-

lização social é pertinente e atual.

Neste ano essa valorosa iniciativa nos con-

vida a refletirmos sobre o cuidado com a

vida no sentido mais amplo possível. Quan-

do falamos de Biomas estamos nos referin-

do ao conjunto de manifestações vitais em

um determinado espaço. Este raciocínio nos

leva a enfrentar uma crise de raízes profun-

das pois quando falamos de vida também e

inclusive falamos da vida humana. Somos

interdependentes e nossas ações e presença

estão intimamente ligadas. Isso nos faz pen-

sar o quanto necessitamos de uma ética do

convívio, um novo paradigma econômico

que priorize a dignidade da pessoa humana

antes do crescimento. Saibamos priorizar

aquilo que mais importante.

P

Em sua Carta Encíclica “ Laudato

Si” o Papa Francisco nos lembra: “O

paradigma tecnocrático tende a exercer o seu

domínio também sobre a economia e a políti-

ca. A economia assume todo o desenvolvimen-

to tecnológico em função do lucro, sem prestar

atenção a eventuais consequências negativas

para o ser humano.” Este pensamento nos

oferece uma proposta de vida pautada nos

valores cristãos em especial na sobriedade,

valor esse que abre portas para uma compreen-

são ampliada de justiça. É preciso uma “con-

versão ecológica” – evidencia o Papa na sua

Encíclica – uma “mudança de rumo”, para que

o homem assuma a responsabilidade de um

compromisso para o cuidado da casa comum.

Um compromisso para erradicar a miséria e

promover a igualdade de acesso para todos aos

recursos do planeta.

Isso também é cuidar dos Biomas brasileiros, é

manter relações fraternas com a vida em seu

sentido pleno, generoso, sagrado. Somos

chamados portanto a abrir em nós os espaços

necessários para esse novo olhar diante das

mazelas trazidas pelo egoísmo humano.

Assumamos juntos esse responsabilidade e

cuidar da vida que se manifesta a cada olhar,

cada respirar, cada gesto. A vida é Dom de

Deus!

esse responsabilidade e cuidar da vida que se manifesta a cada olhar, cada respirar, cada gesto.

BBIIOOMMAASS

A importância dos Biomas do Brasil

Por Isabeli Mosna Sertório 8º C

O s biomas, neles vivem os animais, as plantas de onde tiramos o oxigênio para respirar, o que seria de nós sem os bi-

omas? Precisamos de tudo o que contém para termos uma vida adequada, mas parece que

muitos não percebem a importância dele e tudo

o que ele contém, mesmo com tantas propa-

gandas e avisos, certas pessoas continuam a ignorar. Degradamos o ambiente para satisfa- zermos nossas vontades, nossos desejos “A é só

uma árvore, não vai fazer falta”, claro que vai,

é uma árvore a menos para produzir o ar que

você respira. E os animais, precisamos de todos

Por Vitória Diana Betiol - 8°C

S e formos parar para pensar, nós estamos acabando com tudo que há de bom no mundo. Por exemplo, estamos acabando

com as árvores, poluindo os rios, e tantas outras

coisas, que não dá para escrever em um simples texto, mas sim, no dia a dia, que vamos nos deparando com esses problemas. Temos que deixar marcas boas no nosso bioma. Vou deixar a minha marca, em preser- var o meio ambiente, jogar o lixo em seu devi- do lugar, que é simplesmente no lixo. Mas essa pequena ação não é somente eu que vou fazer, mas sim todos nós. Não precisamos gastar água de modo exagerado, mas sim de modo consciente e no que realmente precisa. A água é um bem tão precioso, e não damos o valor que ela necessa-

eles para manter o equilíbrio ambiental, sabe aquele chiclete que você joga na rua se um pás- saro bicar aquilo ele pode perder a vida. Água, nosso bem mais precioso, parece que algumas pessoas se acham no direito de desperdiçar, enquanto outros lutam por um co- po de água. Sobre jogar lixo nos rios, acho um absurdo, você está poluindo a água que pode te fazer falta e ainda contaminando o solo e ma- tando animais. Reflita bem antes de jogar qualquer coisa na rua, nos rios, pense antes de sair cor- tando tudo, pois as futuras gerações vão sofrer muito por causa dessa marca que você deixou.

riamente precisa. Temos que cuidar dela, como ela merece, para que possamos ter o privilégio de poder consumi-la conscientemente.

Temos que cuidar dela, como ela merece, para que possamos ter o privilégio de poder consumi-la

A M A Z Ô N I C O S

Leonardo Luis Gaiotto de Carvalho 6º B

A Amazônia é a maior floresta tropical do mundo ocupando quase 50% do território brasileiro, onde crescem

2500 espécies de árvores e 30 mil tipos de planta. Inclui os estados o Pará, Ama- zonas, Roraima, Amapá, Rondônia, Acre e par- te dos estados Maranhão, Mato Grosso e To- cantins. Seu clima predominante é o equatorial

úmido, com temperatura elevada e muita chu-

va. É nesse bioma que se encontra a maior ba- cia hidrográfica do mundo, a bacia Amazônica, onde se concentra cerca de 20% da água doce do planeta. Seus principais rios são: Amazonas, Solimões, Juruá, Madeira, Japurá, Tapajós e Branco. Sobre a vegetação há três tipos:

- mata de terra firme: localiza-se em regiões

mais altas, mais longe dos rios, onde há casta- nheira, mogno, angelim, andiroba, etc.;

- mata de igapó: localiza-se em áreas mais bai-

xas, próximas aos rios, cresce os cipós, arbus-

tos, palmeiras e vitória-régia;

- mata de várzea: são inundadas apenas em

alguns períodos do ano, onde há o cumaru, se- ringueira e jatobá. Na fauna, o bioma apresenta várias espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes, e invertebrados. Existem muitos tipos de maca- cos como os cuxiús, cuatás, barrigudos, entre outros. Também há onças, esquilos, peixes-boi, bicho-preguiça, botos, antas, porco-do-mato, tatus, tamanduás, galo-da-serra-do-pará, etc. A região é composta por:

- povos indígenas que foram os primeiros habi- tantes, onde suas terras são invadidas e tomadas

por madeireiros, garimpeiros, fazendeiros e grileiros;

- populações ribeirinhas que vivem da pesca e da caça, e atualmente, sofrem com a invasão

dos garimpeiros devido ao despejo de mercúrio nos rios;

- comunidades extrativistas, que vivem da cole-

ta de produtos da floresta, como fibras, frutas e

resinas. Um dos principais problemas é o des- matamento ilegal e predatório. Madeireiras instalam-se na região para cortar e vender tron- cos de árvores nobres. Há também fazendeiros que provocam queimadas na floresta para am- pliação de áreas de cultivo. Estes dois proble- mas preocupam cientistas e ambientalistas do mundo, pois em pouco tempo, podem provocar um desequilíbrio no ecossistema da região, colocando em risco todo o bioma. Outro pro- blema é a biopirataria na Floresta Amazônica, onde cientistas estrangeiros entram na floresta, sem autorização de autoridades brasileiras, para obter amostras de plantas ou espécies animais. Levam estas para seus países, pesquisam e de- senvolvem substâncias, registrando patente e depois lucrando com isso. O grande problema é que o Brasil teria que pagar, futuramente, para utilizar substâncias cujas matérias-primas são originárias do nosso território. Com isso o desmatamento, as queimadas, o contrabando de animais e de plantas silvestres, a disputa de terras, os assentamentos humanos, a caça e pes- ca ilegal estão contribuindo para a diminuição da nossa floresta, que já perdeu cerca de 20% do seu tamanho original.

ilegal estão contribuindo para a diminuição da nossa floresta, que já perdeu cerca de 20% do

Por Bruno Sgarbossa 6º D

É um conjunto de ecossistemas interligados pela Floresta Amazônica e pela Bacia Hidrográfica do Rio Amazonas. Uma de

suas características é a extensão territorial, o- cupando mais ou menos 50% do Brasil, sendo a floresta mais densa do mundo. A quanti- dade de animais e vegetais é muito grande, com mais de 2500 tipos de árvores e 30 mil espécies de plantas e vegetais. A fauna possui cerca de 20% de toda a quantidade de espécies já cadas-

tradas, em todo o mundo. Os principais povos que habitam o Bioma Amazônia são os Indíge- nas, os Extrativistas e os Ribeirinhos. Indígenas: A população é dividida em 6 troncos linguísticos, Tupi, Karib, Tukano, Jê, Pano e o Aruaque. Os índios vivem da caça, da pesca, do extrativismo. Extrativistas: Eles vivem da cole- ta de produtos naturais de uma forma sustentá- vel, sem afetar o meio ambiente.Ribeirinhos:

Eles moram nas proximidades dos rios e nas palafitas, vivem da pesca, da caça e da coleta de frutos. É no Bioma Amazônia onde vive a grande maioria dos ribeirinhos Brasileiros. O Bioma Amazônia localiza se nos es- tados do Pará, Amazonas, Amapá, Acre, Ron- dônia e Roraima, também partes do Maranhão,

Tocantins e Mato Grosso. A temperatura vária entre 22ºC e 28ºC, ou seja, é elevada e chove bastante. É o chamado clima equatorial úmido, que caracteriza algumas áreas próximas a Linha do Equador. As principais espécies de animais do Bioma Amazônia são: Arara vermelha, Anacã, Harpa, Papagaio- de- coroa- vermelha, Capiva- ra, Preguiça- de- três- dedos, Sucuri, Onça Pin- tada, Tartaruga da Amazônia, Jaguatirica, Ui- rapuru, Sagui- Imperador, Quati, entre muitas mais. Sobre os tipos de vegetação, estão: Cam- pinaranas, Matas de Terra firme, Matas de Vár- zea, Mata de Igapós, Formações Pioneiras, Re- fúgeos Montanos, entre outras. Segundo o IBGE, entre os anos de 1997 a 2013 foram desmatados cerca de 248 mil Km2 da Floresta e do Bioma Amazônia no Brasil, que corresponde quase a área do estado de São Paulo. A principal causa é a ocupação de áreas de reserva florestal por diversas em- presas estrangeiras e nacionais, que são atraídas pelo governo que deseja aumentar a economia, principalmente, da região Norte.

e nacionais, que são atraídas pelo governo que deseja aumentar a economia, principalmente, da região Norte.

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Por Mariana Ramalho Alvim 6º A

O Cerrado é um bioma que ocupa, apro- ximadamente, 24% do território brasi-

leiro, o que lhe coloca como o segundo maior bioma em extensão do país, ficando atrás do Bioma Amazônico. Este bioma é tão impor- tante que no dia 11 de setembro comemora o Dia do Cerrado. O clima predominante é o tro- pical com característica de duas estações bem definidas: uma chuvosa, entre outubro e abril, e outra seca, entre maio e setembro. O Bioma do Cerrado abrange os estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul (incluindo o Distrito Federal), partes do sul do Pará e Maranhão, interior do Tocantins, oeste da Bahia e Minas Gerais, bem como o norte de São Paulo onde a cidade de Ribeirão Preto se localiza. A vegeta- ção predominante é, em geral, de pequeno porte, com galhos retorcidos e folhas grossas. Os prin- cipais arbustos encontrados no Cerrado são pau- santo, pequi e lixeira. Entre as frutas nativas do cerrado brasileiro destacam se o baru, buriti, cagaita, araticum, pequi e mangaba. As princi- pais espécies de animais encontradas são anta, cervo, onça-pintada, suçuarana, tatu-canastra, lobo-guará, lontra, tamanduá-bandeira, gambá, ariranha, gato-palheiro, veado-mateiro, cachor-

ro-do-mato vinagre, macaco-prego, quati, quei- xada, porco-espinho, capivara, tapiti e preá. A diversidade de espécies de fauna e flora é bas- tante elevada. Estima-se que, mesmo com a des- truição de boa parte do bioma, existam ainda mais de 10 mil espécies de vegetais e cerca de 1.300 espécies de animais. Infelizmente, em função do avanço da agricultura nesta região, principalmente de soja, o Cerrado vem dimi- nuindo de tamanho com o passar dos a- nos. O crescimento da pecuária de corte também tem colabo- rado para a diminui- ção deste tipo de ve- getação. Os solos são considerados bastante ácidos e eram impró- prios para a agricultu- ra. Entretanto, através da modernização do cam- po pela inserção de novos insumos agrícolas, o solo tronou-se produtivo. Esse processo foi chamado de Revolução Verde e ampliou a agri- cultura no Brasil, mas o resultado foi à de- vas\tação parcial deste bioma. Para a manutenção dos rios e da biodi- versidade do Cerrado é preciso que as políticas nacionais de produção agrícola repensem as suas ações, pois muitas espécies de plantas e animais estão em extinção, juntamente o próprio bioma.

repensem as suas ações, pois muitas espécies de plantas e animais estão em extinção, juntamente o

Por Afonso Augusto Louzada - 6º B

O Cerrado é um bioma que se localiza na parte central do Brasil. Ele ocupa 23,9% do território, sendo considerado

uma savana semelhante as que ocorrem no continente africano e na /Austrália. Sua vegeta- ção é variada, composta por árvores de cascas grossas e troncos retorcidos, além de plantas de baixo porte. Neste contexto, o Cerrado é reco- nhecido como a savana mais rica do planeta, já que por sua vez, detém 5% de toda a biodiver- sidade mundial.Nele estão contidas, aproxima- damente, 4.400 espécies de flora exclusivas, 837 tipos de aves, 67 de mamíferos, 150 de anfíbios e 120 de répteis. Além dos aspectos ambientais, o Cerrado tem grande importância social. Muitas populações sobrevivem de seus recursos naturais, incluindo etnias indígenas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos, babaçuei- ras, vazanteiros e comunidades quilombolas que, juntas, fazem parte do patrimônio histórico e cultural brasileiro, e detêm um conhecimento

tradicional de sua biodiversidade. Porém, nas últimas décadas, este bioma se transformou em uma importante fronteira agrícola, fazendo com que o Brasil se tornasse um dos maiores produ- tores e exportadores agropecuários do planeta. Isso quer dizer, no entanto, que o Cerrado é um dos biomas mais comprometidos do país, com muitas espécies de sua fauna e flora em risco de extinção, como por exemplo, a lobo-guará e o tamanduá-bandeira. O bioma foi um dos que mais sofreram alterações pela ocupação dos seres humanos. Cerca de 80% de seu território já foi transfor- mado em áreas de cultivo e pastagens. Além disso, as queimadas, naturais ou não, veem provocando desmatamento e, consequentemen- te, perda da biodiversidade. Hoje, existem vá- rios programas do governo e de ONGs para evitar tais riscos e proteger este bioma.

M A T A

José Francisco Rios Filho - 6º D

A T L Â N T I C A

U ma das principais características da Mata Atlântica é ter uma floresta fe- chada e densa, com muitas árvores de

diversos tamanhos. Destacando-se as árvores altas que proporcionam um ambiente úmido e favorável, com rica biodiversidade com vários tipos de plantas e animais. A Mata Atlântica está localizada nas regiões Leste, Sudeste e Sul no Brasil. Esse bioma possui em sua fauna diversos tipos de animais como cobras, maca- cos, tamanduás e outros. E em sua flora diver- sos tipos de plantas como palmeiras, bromé- lias, orquídeas, etc. O nível de devastação é grave e foi causada principalmente pela colonização que tinha como base a exploração do pau-brasil,

depois pela expansão de grandes fazendas de café, cana-de-açúcar e gado e também pela urbanização e crescimento das favelas. Devas- tando a Mata Atlântica até o litoral. Hoje a devastação ainda acontece pela poluição dos rios, a derrubada das matas, as queimadas, entre outros fatores. Conhecendo esta realidade poderemos fazer nossa parte cuidando da natureza, o bem maior que Deus nos deixou. Fazemos isso toda vez que jogamos lixo no lixo, não poluímos os rios e mares, não desmatamos as florestas e cuidando para que nossa diversidade cultural presente nos biomas passe para nossos filhos e para os filhos dos nossos filhos, pois os bio- mas são nossa maior riqueza!

Por Murilo Vieira Wiezel - 6º C

A Mata Atlântica é um bioma de flores- ta tropical que abrange a costa leste, sudeste e sul do Brasil (estados do Rio

Grande Do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso Do Sul, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Rio De Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande Do Norte), leste do Paraguai e a província de Misi- ones, na Argentina. As principais características da Mata Atlântica são: presença de árvores de médio e grande porte, formando uma floresta fechada e densa; rica biodiversidade, com presença de diversas espécies de animais e vegetais; as árvo- res de grande porte formam um microclima na mata, gerando sombra e umidade; fauna rica com presença de diversas espécies de mamífe- ros, anfíbios, aves, insetos, peixes e répteis; na região da Serra do Mar, forma-se na Mata A- tlântica uma constante neblina. São exemplos de vegetação presentes na Mata Atlântica: palmei- ras, bromélias, begônias, orquídeas, cipós, brió- fitas, pau-brasil, jacarandá, peroba, jequitibá- rosa, cedro, tapiriria, andira, ananás, figueiras. Alguns exemplos de espécies animais da Mata Atlântica: mico-leão-dourado (risco de extin- ção), bugio (risco de extinção), tamanduá ban- deira (risco de extinção), tatu-canastra (risco de extinção), arara-azul-pequena (risco de extin- ção), muriqui, anta, onça pintada (risco de ex- tinção), jaguatirica, capivara. Infelizmente a Mata Atlântica é um dos biomas mais ameaçado da atualidade, pois encontra-se em processo de extinção. Isto ocorre desde a chegada dos portugueses ao Brasil (1500), quando se iniciou a extração do pau-brasil, im- portante árvore da Mata Atlântica. Atualmente,

a especulação imobiliária, o corte ilegal de ár- vores e a poluição ambiental são os principais fatores responsáveis pela extinção desta mata. Um estudo feito pela ONG S.O.S Mata Atlânti- ca e o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), apontou que o grau de desmatamen- to atual da Mata Atlântica foi de 235Km2 entre os anos de 2011 e 2012. As florestas foram as mais prejudicadas pelo desmatamento com per- da de 219 km² de vegetação. As principais causas do desmatamento estão ligadas à exploração madeireira ilegal, pecuária, agricultura, extrativismo vegetal, ani- mal e mineral. Desastres naturais também podem alte- rar o clima e vegetação, porém não se compa- ram à atividade humana. Outro fator importante a ser citado são as represas das usinas hidrelé- tricas que, embora ajudem a gerar energia para as comunidades, contribuem para o desmata- mento. Dezenas de hectares de terras precisam ser inundados para que sejam construídas as usinas, o que pode causar decomposição e libe- ração de gases, auxiliando no efeito estufa. Essa prática causa impactos ambientais negativos nas regiões e favorece a exploração de madeira e construção de estradas. Porém, vale ressaltar que existem atividades socioambientais de vá- rias ONGs, que tem feito excelentes trabalhos na identificação de áreas prioritárias para a con- servação da biodiversidade, isto é prioritário para a elaboração de estratégias que permitam concentrar os esforços e recursos disponíveis de modo a nortear e subsidiar as políticas de orde- namento territorial e suas ações pró-remturação de Mata Atlântica.

C a a t i n g a

Por Sofia Camargo Klan Wilde - 6º D

A palavra caatinga é originaria do tupi-

guarani,que siguinifica "mata branca". Este bioma ocorre nos estados Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Piauí e norte de Minas Gerais. A caatin- ga possui o clima semiárido com temperaturas são bem elevadas, em média, de 25ºC a 29ºC.

as árvores ficam cobertas de folhas. As plantas das caatingas são adaptadas ao clima seco e a pouca quantidade de água. Entra as espécies mais comuns estão a amburana, o umbuzeiro e

o mandacaru. A fauna da Caatinga é bem diver-

sificada nela têm répteis e, roedores, insetos, aracnídeos, cachorro-do-mato, arara-azul , sa-

O

homem já alterou 80% do bioma. Atualmen-

po-cururu, asa-branca, cutia, gambá, preá, vea-

te

36 Unidades de Conservação, que não permi-

tem menos de 1% de sua área protegida em

do-catingueiro, tatupeba, sagui-do-nordeste, entre outros animais.

tem a exploração de recursos naturais. As secas

O

desmatamento da Caatinga é um pro-

são cíclicas e prolongadas, interferindo na vida de uma população de, aproximadamente, 25 milhões de habitantes. As chuvas ocorrem no inicio do ano e o poder de recuperação do bio- ma é muito rápido, surgindo pequenas plantas e

blema ambiental de grave impacto e está asso- ciado, principalmente, ao processo de desertifi- cação da região Nordeste do Brasil. Por isso, precisamos de ações dinâmicas que visem à preservação e a sustentabilidade deste bioma.

Por Kaique do Nascimento Rossi - 6º B

H á aproximadamente 260 milhões de anos, toda região onde hoje está o se- miárido foi fundo de mar, mas o Bio-

ma da Caatinga é muito recente. Há apenas dez mil anos atrás era uma imensa floresta tropical, como a Amazônia. Para conhecer bem esse bioma do semiárido brasileiro, basta fazer uma visita ao Sítio Arqueológico da Serra da Capi- vara, no sul do Piauí. Ali estão os painéis ru-

pestres, com desenhos de preguiças enormes, aves gigantescas, tigres-dente-de-sabre, cavalos selvagens e tantos outros. No Museu do Ho- mem Americano estão muitos de seus fósseis.

Com o fim da era glacial, há dez mil anos atrás, também acabou a floresta tropical. Ficou o que é hoje a nossa Caatinga.

A Caatinga ocupa oficialmente 844.453

Km² do território brasileiro. Porém, fala-se em mais de um milhão de Km². Estende-se pela totalidade do estado do Ceará (100%) e mais de metade da Bahia (54%), da Paraíba (92%), de

Pernambuco (83%), do Piauí (63%) e do Rio Grande do Norte (95%), quase metade de Ala-

goas (48%) e Sergipe (49%), além de pequenas porções de Minas Gerais (2%) e do Maranhão (1%) O que é muito pouco. Nos períodos sem

chuva, cerca de 8 meses por ano, ela “adorme- ce” e suas folhas caem. Depois, com a primeira chuva, ela como que ressuscita.

É a essa lógica que seus habitantes têm

que se adaptar. Portanto, aqueles que ainda acham essa região inviável, ou a têm como um

deserto, demonstram um profundo desconhe- cimento da realidade brasileira. Cerca de 26 milhões de brasileiros habi- tam esse bioma, sendo que aproximadamente 38% vivem no meio rural. Essa população tem um dos piores IDHs de todo o planeta (IDH significa Índice de Desenvolvimento Humano, uma medida importante concebida pela ONU

(Organização das Nações Unidas) para avaliar

a qualidade de vida e o desenvolvimento eco- nômico de uma população).

P

A

M

Por Sabrina Scandolara 6ºD

N o Sul do estado do Rio Grande da Sul existe um bioma chamado de Pampa. O Pampa é o único bioma brasileiro

que ocorre em só um estado, mas ele também ocupa, além do Brasil, mais dois países: Uru- guai e Argentina. Mas o que é Pampa? É uma área com o campo nativo mais plano, formado por várias espécies de gramí- neas, capim e pequenos arbustos. Nessa área, a vegetação é considerada pobre em espécies, mas é rica nas áreas mais altas, como nas en- costas de morros, onde existem pinheiros, ca- breúva, angico-vermelho e cedro. No Pampa, nós podemos perceber que não há seca. No ano inteiro tem chuva. E no verão altas temperatu- ras, mas no inverno são congelantes, com gea- das e até neve nas áreas mais altas. Sobre seu povo muitas pessoas se confundem, porque muitas falam que gaúcho é quem vive no pam- pa, mas não é bem assim que funciona, o gaú- cho e a pessoa que nasce no estado do Rio Grande do Sul. A fauna é bem variada. Tendo mamíferos como: o Tatu, Guaxinim, Zorrilho e Graxaim. Mas a duas especieis de risco de ex- tinção: o gato-dos-pampas e o preguiça-de- coleira. Entre as aves temos a Ema, o Cisne-de- Pescoço-Preto, o Marreco, o Perdiz, o Quero- Quero, o Sabia-do-Campo, o João-de-Barro, o Pica-Pau-do-Campo e por fim a Coruja- Buraqueira (Ela recebe este nome por que faz seus buracos no chão). Mas não é só isso, já

que faz seus buracos no chão). Mas não é só isso, já P A foram catalogadas

P

A

foram catalogadas mais de 500 aves lá no Pam- pa. Sobre os mamíferos terrestres, existem mais de 100 espécies, entre elas esta o Veado- Campeiro, Furão, Graxaim, Zorrilho, Preá e muitos outros. O Veado-Campeiro e o Cervo- do-Pantanal são algumas espécies ameaçadas de extinção. No Pampa, muitos falam que lá só tem churrasco, mas também tem muitos peixes. Foram catalogadas mais de 50 espécies, entre eles Lambari-Listrado, Lambari-Azul, Tamboa- tá, Surubim e Cação-Anjo. Já que tem peixe, tem onde pescar. Os mais importantes rios são:

Uruguai, Santa Maria, Jacuí, Ibicuí e Vacacaí. Esses e outros possuem boas condições para navegação contribuindo para economia da regi- ão. Embarcando no assunto da economia do Pampa, temos importantes culturas como, a de Arroz, Soja e Trigo. As principais atividades econômicas são a pecuária e a agricultura, e nestes últimos anos o turismo cresceu nos cam- pos sulinos. Tudo que é bom tem algo de ruim. Infe- lizmente, de acordo com o IBAMA, no ano de 2002, restava 41,32% e em 2008 sobrou apenas 36,03% da vegetação nativa deste bioma. O principal responsável pelo desmatamento e pela degradação desse bioma é a atividade de agro- pecuária extensiva, aumentando o processo de arenização do solo e também o desequilíbrio do ecossistema.

de agro- pecuária extensiva, aumentando o processo de arenização do solo e também o desequilíbrio do

Por Tiago Banks Gomes Da Silva 6ºC

O lá, vou convidar você para viajar um pouco sobre o bioma Pampa - território sulista do Brasil! As atividades econô-

micas desenvolvidas na região do Pampa, ou seja, a agricultura e pecuária, marcadas pela expansão das pastagens e dos campos de culti- vo, são os principais responsáveis pelo desma- tamento e degradação desse bioma. O resultado é o desaparecimento de espécies nativas, au- mento do processo de arenização do solo, bem como a invasão de espécies que levam ao desi- quilíbrio do ecossistema. O Pampa, também denominado Campanha Gaúcha, Campos Suli- nos ou Campos do Sul, sendo o único bioma presente somente numa unidade federativa, ou seja, ocupa mais da metade do território do Rio Grande do Sul. A fauna do bioma Pampa é muito rica e diversa, caracterizada por uma grande varieda-

de de aves, mamíferos, artrópodes, répteis e anfíbios. Exemplos: onça-pintada, jaguatirica, mono-carvoeiro, macaco-prego, guariba, mico- leão-dourado, sagui, preguiça-de-coleira, ca- xinguelê, tamanduá, jacu, macuco, jacutinga, ema, etc. Ademais, pesquisas indicam que a flora do Pampa apresenta aproximadamente 3000 espécies de plantas, algumas delas: louro- pardo, cedro, cabreúva, canjerana, guajuvira, guatambu, grápia, campim-forquilha, grama- tapete, flechilhas, canafístula, etc. Por esse motivo, é preciso conter as atividades de expansão agropecuária na região, ampliar as áreas de reserva e conservar ao má- ximo o que ainda resta desse importante bioma, pois os seus recursos e as suas belezas naturais podem esgotar-se um dia.CURIOSIDADE: O termo pampa é de origem indígena e significa "região plana".

P a n t a n a l

Por Pedro de Almeida Lourenço 6ºD

O lá, me chamo Pedro, e estarei aqui para explicar um pouco sobre o bioma do Pantanal. O Pantanal é um Bioma que

abrange aproximadamente, 2% do território brasileiro, com uma área total de cerca de 250 mil quilômetros quadrados. É conhecido por ser a maior área inundável do planeta e ocupa por- ções dos estados do Mato Grosso e Mato Gros- so do Sul, além de parte dos territórios da Bolí- via e do Paraguai. Nesse bioma há cerca de 3.500 espécies de plantas, 124 de mamíferos, 463 de aves e 325 de peixes. Como exemplo de aves, temos a garça-branca, o socó, o curicaca, arara-azul- grande, tucano, ema, periquito, beija-flor, pa- pagaio, gavião e várias outras. De mamíferos, temos o veado-campeiro, o bugio, o cervo do pantanal, capivara, anta, tatu, bicho preguiça, tamanduá, cachorro do mato e várias outras. De peixes, o pacu, o jau, a piranha, dourado, piau, pintado e várias outras. Temos os répteis: a cobra-boca-de-sapo, a cobra d'água, a jibóia

constritora, o cágado, a sucuri, a iguana, jacaré- do-pantanal e várias outras. De plantas, desta- cam-se os ipês, acuri, aguapés, orquídeas, angi- cos, figueiras, etc. O Pantanal é uma das áreas mais impor- tantes para aves aquáticas e espécies migrató- rias, como abrigo, fonte de alimentação e re- produção. Apesar de sua beleza natural exube- rante, o bioma vem sendo muito impactado pela ação humana, principalmente pela ativida- de agropecuária, especialmente nas áreas de planalto adjacentes do bioma. De acordo com o programa de monitoramento dos biomas brasi- leiros por satélite, o PMDBBS, realizado com imagens de satélite de 2009, o bioma Pantanal mantêm ainda 83,07% de sua cobertura vegetal ativa.

Para finalizar, o bioma Pantanal é con- siderado como reserva Biosfera e Patrimônio Natural Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Por Lorena Amorim Carvalho 6ºA

O Pantanal é popularmente conhecido como o paraíso dos animais. É o menor bioma brasileiro e ocupa o sul do esta-

do do Mato Grosso e o noroeste do Mato Gros- so do Sul, assim como o norte do Paraguai e leste da Bolívia. O bioma é um verdadeiro mo- saico de espécies de vegetais, florestas, cerra- dos e campos, etc. Por estar próximo a Amazô- nia e do Cerrado, o Pantanal sofre influência direta desses dois biomas. A vegetação é muito semelhante à Amazônia nas áreas alagadas e

parecida com o Cerrado nos campos não inun- dados ou nas matas da galeria. Em regiões que quase não alagam, aparecem tapetes de gramí- neas, como capim-mimoso. Já aquelas áreas que nunca alagam existem árvores grandes, como a buriti. Uma curiosidade muito interes- sante é que a ave símbolo do bioma é chamada

tuiuiú e pode chegar a 3 metros de envergadura. Além dessa ave incrível, o Pantanal possui vá- rias espécies de aves, peixes, mamíferos e rép- teis. Na maior parte do tempo, o clima é tropi- cal, ou seja, o verão é quente e chuvoso e o inverno é seco. Há também seus povos tradi- cionais como: indígenas, quilombolas e vários outros.

Apesar de tudo isso o Pantanal tem sé- rios problemas, um dos principais é as queima- das que podem ser causadas por raios ou atos criminosos, elas afetam gravemente a fauna e a flora. Outros problemas são aumento de fazen- das, garimpo, construção de usinas hidrelétri- cas, pesca e a caça predatória. Isso está causan- do a retirada da vegetação, erosão, e a contami- nação de rios, afetando o ciclo da água.

C O S T E I R O

Por Otávio Biagioni Melo 6ºB

O bioma Costeiro localiza-se na área de transição entre o continente e o mar. Como o próprio nome diz costeiro

refere-se à faixa litorânea, área próxima ao mar. Esse bioma estende-se por mais de 8 mil quilômetros, do Amapá ao Rio Grande do Sul. É o bioma mais habitado do país com mais de 130 milhões de habitantes, o que representa 65% da população. Apresenta uma grande quantidade de vida animal e vegetal como a baleia-franca, boto-cinza, baleia jubarte, tartarugas, peixe- boi, mangues, bromélias, orquídeas, entre vá- rias outras. O mosaico de ecossistemas do bi- oma costeiro é riquíssimo em biodiversidade. Mas esse rico bioma está ameaçado por práti- cas de exploração econômica humana, intro- dução de espécies não endêmicas e outras ati- vidades insustentáveis.Muitas áreas vêm sendo protegidas por unidades de conservação, como

o Parque Nacional Marinho de Abrolhos, na Bahia, e o Parque Nacional Marinho de Fer- nando de Noronha, em Pernambuco, mas a extensão territorial protegida ainda não é sufi- ciente. Os manguezais são protegidos por le- gislação federal, mas a fiscalização é precária. Assim como em outros biomas, a conservação desse bioma brasileiro pode e deve ser melho- rada.

é precária. Assim como em outros biomas, a conservação desse bioma brasileiro pode e deve ser

Isabella Ragazzo Leite 6ºA

A costa brasileira tem 8.500 km de ex- tensão. Ao longo dela há diversos e- cossistemas. O bioma costeiro é a reu-

nião desses ecossistemas que existem no lito- ral. Esse Bioma ocorre em 17 estados, e aco- moda mais de 400 municípios distribuídos do norte equatorial ao sul temperado do país. Composto por manguezais, restingas, dunas, praias, ilhas, costões rochosos, baías, brejos, recifes de corais, entre outros, possui diferen- tes características e em cada um desses ecos-

sistemas predominam o solo, relevo, clima, fauna e flora distintos.

O bioma Costeiro é riquíssimo em bio-

diversidade animal. Existem inúmeras espécies de peixes, mamíferos marinhos baleias e golfi- nhos, e também várias espécies de tartarugas, e cinco entre essas espécies vivem em aguas brasileiras. Essa faixa litorânea é uma espécie de berçário do mar, é nela, principalmente nos manguezais que grande parte da vida marinha

se reproduz. No bioma Costeiro também exis- tem mais de 100 espécies de aves, algumas são residentes, outras migrantes. Além de fornecer parte dos alimentos consumidos no planeta, a zona marinha responde por diversos recursos minerais, com destaque para o petróleo. A vegetação litorânea está desaparecendo em virtude da desordenada ocupação humana na costa, resultado da expansão imobiliária, aterro dos manguezais, pesca predatória e ilegal, po- luição pelo esgoto, derramamento de petróleo, e o desmatamento que acaba provocando o desmoronamento das encostas, turismo, redu- ção dos recursos hídricos, corte de madeira e mudanças climáticas. É preciso preservar os Biomas para continuarmos existindo, assim como todas as espécies de nosso planeta. E para que isso aconteça, é necessário que todo esse ecossistema colabore entre si e se interaja. Precisamos conserva-los, para assim conser- varmos a nós mesmos.

O bioma além da palavra:

Por Giovana Magalhães 8º C

E scutamos falar de bioma em todo lugar, mas o que é isso afinal? De acordo com

dicionário, bioma é o conjunto de

seres vivos de uma área e é entendido também como conjunto de ecossistemas terrestres, mui- to importantes para nós.Se acabarmos com um bioma onde vivem abelhas, por exemplo, e estas forem extintas, morreríamos em 4 anos, dizem os estudiosos. A cada ano, o mundo urbano cresce e a natureza diminui. Como po- de um ser humano desmatar sua própria casa sabendo dos riscos? Se todos contribuíssem teríamos um mundo melhor. A música tema da Semana de movi- mento pela vida esse ano é “I was here”. Sua letra nos faz refletir que marca quer deixar no mundo. Seria ela suja destruidora e egoísta ou preservadora, limpa e prestativa? A música é perfeita para a mensagem que o evento quer

o

deixar. Para ajudarmos, devemos, por exem- plo, reciclar o lixo, joga-lo em seu devido lu- gar, reutilizar as embalagens, não poluir e ter- mos responsabilidade para com o meio ambi- ente. Parece difícil, mas temos que tornar isso um hábito e fazer uma rede de pessoas boas.

A natureza é frágil

E é nosso dever cuidar dela Porque ela é nossa casa E toda a vida vem dela. O que as pessoas destroem

A natureza tenta recuperar,

Mas é tanto lixo Que parece que não vai acabar. Todo mundo fala Que reciclar é difícil

Mas devemos nos acostumar E tornar isso nosso vício.

Qual a marca do patrimônio da vida? NOSSO PASSADO COMO MARCA

Por Gabriela de Lazzari 8º A

O patrimônio público, é muito importante

para qualquer cultura , crença , tradições e etc. Em Ribeirão Preto , temos vários patri- mônios , alguns que já foram ate derrubados como o Casarão Mudoco , o primeiro edifício

de Ribeirão Preto ( Diederichsen ) , o Palace-

te Camilo de Mattos e o Casarão da Caramu- ru .

Historicamente, patrimônio entende-

se por tudo aquilo que o homem produziu.

Podendo ser uma casa, um museu, uma esco-

la, entre outros. Portanto, desmanchar, que-

brar ou danificar um patrimônio é igual a apagar parte da história de um local. “Apagar uma história” é um termo muito forte , você simplesmente perde parte até da sua vida , imagina que fez o patrimô- nio , eles também acabam se perdendo no

tempo , caindo num mar de esquecimento . Devemos com certeza zelar pela nossa histó- ria.

o passado de uma pessoa define, em boa par-

te, o que ela é. Assim, destruir seu passado gera uma crise de identidade (não sabemos quem somos e teremos dificuldade em plane- jar nosso futuro), o passado, sempre tem in- fluência direta com o presente, portanto,

sempre deixe uma boa marca sobre você.

Talvez, deixar a sua marca não seja tão fácil,

o tanto de gente que espalha amor e felicida-

de por ai, às vezes só pela presença, ter uma família unida em tempos difíceis também é muito bom, manter a estabilidade na nossa vida também. Minha marca para “o mundo “ e as pessoas que conheço, vai ser a força de vontade , se você não achar que vai dar certo , tenta , ten- ta de novo e de novo se for preciso , fazer da vida sempre mais , nunca menos e é claro ,

espero tirar com frequência um sorriso do rosto das pessoas .

, fazer da vida sempre mais , nunca menos e é claro , espero tirar com
OPINIÃO DO PROFESSOR Prof. Rafael Silveira – História 8 o ano. N este ano letivo

OPINIÃO DO PROFESSOR

Prof. Rafael Silveira História 8 o ano.

N este ano letivo de 2017 a escola sugere que sua comunidade repense a atuação do homem em seu meio natural e social.

Na disciplina de História entendemos que uma boa relação das pessoas entre si e com a natureza se dá a partir da compreensão de como se dá a construção de nossas identidades pessoais e cole- tivas. Dado o conhecimento deste processo, os sujeitos se tornarão mais conscientes acerca da preservação dos diversos patrimônios coletivos existentes na sociedade. Assim, entendemos que tudo que a humanidade produziu historicamente se torna cultura e que esta, ao fim e ao cabo, é NOSSA MARCA. Vivemos em uma época de padronização de gostos, hábitos e comportamen- tos, muitas vezes modelos importados de outras culturas consideradas “superiores”. Todavia, alguns dos hábitos destas culturas ditas “civiliza- das” e “superiores” nos levaram ao consumismo e à intolerância ao que é diferente. Podemos ser permeáveis à outras culturas e, assim, aprender com suas experiências. Contudo, não devemos negar nosso passado, seja ele bom ou ruim, pois nos legou a possível convivência entre antagonis- tas e nos ensinou a ver que há beleza na miscige- nação de pessoas e costumes. Os erros que nos envergonharam também devem ser lembrados, e não esquecidos, para que possamos superá-los. Assim é na História e na vida de cada um.

Temas transversais COMO ENSINAR PRESERVAÇÃO NA ESCOLA

De 5ª a 8ª séries Cada um tem uma história

1. Peça aos seus alunos que façam um levan-

tamento dos locais, construções, relevo e recursos naturais do bairro ou da cidade onde moram e, depois, desenhem o que observa-

ram. Proponha que, em grupos, eles montem painéis contando um pouco da história e da geografia do local.

2. Num outro dia, organize um estudo do

meio para alguma cidade histórica próxima à sua (se houver) ou leve para a classe fotos e livros sobre lugares como Olinda (PE) e Pa- rati (RJ).

3. Compare os dados coletados nos dois tra-

balhos e levante discussões. Por que as cons- truções utilizavam determinados materiais? Por que as casas são diferentes de um lugar para outro? O relevo interfere no modo de vida dos moradores de cada cidade? Os alu- nos devem pesquisar as respostas. Junto com eles, produza versões, relacionando a arquite- tura com a economia, a sociedade, os costu- mes, o local e a época dos lugares analisa- dos.

4. Peça aos alunos que conversem com pes-

soas mais velhas (avós, vizinhos) e pergun- tem como era a cidade na época em que eles eram jovens. Oriente-os a tomar notas e de- pois, em classe, a compartilhar a experiência com os outros. No final, conclua atentando para a importância da história oral, aquela que não se aprende em livros, mas pela con- versa entre as pessoas de diferentes gerações.

Presente em:

O MEIO AMBIENTE TEM SALVAÇÃO

O QUE PODEMOS FAZER PARA MELHORAR O MEIO AMBIENTE

Por Fernanda Ap. Ferreira Fonseca - 8º D

N o começo de tudo, desde os primeiros sete dias da Terra, Deus criou toda maravilha chamada meio-ambiente.

Possuía muitos vegetais, de todos os tipos. Também possuía muitos animais e nenhum chegava perto de estar em risco de extinção. Deus criou tudo com tanto amor, tão feliz pen- sando em nós, para destruirmos? Não! É até mesmo uma questão de se colocar no lugar do outro, pois sempre que precisamos de ajuda, é a Ele que pedimos socorro, e por que nós des- truímos o que foi feito com tanto amor? Por que tiramos as árvores de seus devidos lugares ao invés de plantar outra? Por que colocar fogo ao invés de regar uma planta? A popula- ção vive dizendo que devemos respeitar o meio-ambiente, mas o estranho é que elas mesmas não respeitam então o que adianta? Se ninguém tomar iniciativa sempre viveremos nessa ''guerra'' contra a extinção e a devastação das áreas verdes. Julgamos aqueles que matam os animais para fazerem bens materiais como bolsas, casacos e sapatos, mas não nos damos conta que estamos consumindo esses produtos que não temos necessidade de se obter e po- demos além de diminuir o consumo que gera o

desperdício. Também podemos evitar a extin- ção de muitos animais através da atitude de reduzir O consumo é um fator juntamente com outros, que provoca a destruição do meio- ambiente. Sempre queremos comprar lápis novos no começo das aulas, mas já parou para pensar naqueles que estão lá na estante, que também ocasionou a devastação de árvores para fazer a madeira que foi utilizada em sua produção? E ele ainda poderia ser usado no- vamente, assim tendo uma atitude de reutilizar, porém você ''tem'' que comprar novos, que terão o mesmo processo e a mesma função dos antigos. Ainda falando sobre o consumismo, sabemos que ele produz o desperdício, geran- do mais lixo. Hoje em dia são poucas as pes- soas que separam os lixos, o que dificulta as produções recicláveis. Então, se começarmos a dividi-los, ajudaremos aqueles que fazem ati- tudes de reciclar. Devemos ter ações práticas de reduzir, reutilizar e reciclar, pois só assim preservare- mos nosso planeta e teremos uma melhor qua- lidade de vida. O consumo consciente não é importante apenas para as economias de casa, como também para o meio-ambiente.

de vida. O consumo consciente não é importante apenas para as economias de casa, como também

O MEIO AMBIENTE EM RELAÇÃO AO BRASIL

Por Nicolas Ferreira de Faria 8ºD

O que dizer sobre o meio ambiente? Uma coisa tão maravilhosa sendo es- tragada pelo ser humano. A floresta

amazônica,um ecossistema tão maravilho- sa,grandioso,mas o ser humano,será que está influenciando na floresta amazônica? Claro que está desmatamento, por exemplo, está mu- dando o nosso clima, provocando o aqueci- mento global, tornando nosso clima um pouco descontrolado, clima quente em épocas frias e vice e versa. Você parou para pensar para onde vai o lixo? Existem vários países que dão um lugar ''apropriado'' para o lixo, por exemplo: aterros sanitários. Más você já parou para pensar,se o Brasil faz isso? Não, a maioria dos brasileiros tem um pensamento''se só eu der um lugar adequado ao lixo, não vai mudar nada no nos- so ambiente''isso é mentira, dê exemplo aos outros, em questão das outras pessoas verem

você fazer estão atitude boa e vão ver que a- quilo que elas estão fazendo é errado. Você já viu o que o lixo faz no meio ambiente, talvez não, pois muitos seres huma- nos fecham os olhos nessa que tão, fingem não estar acontecendo nada, o Brasil possui leis fracas para proteger o meio ambiente, por e- xemplo, a barragem na cidade de Mariana em Minas Gerais,essa barragem desabou,destruiu todo o ecossistema ao seu redor, o pior é que nessa barragem possuía metais pesados, que futuramente dará câncer aos moradores das cidades que foram atingidas por essa''água''que virou barro, sabe o que aconteceu com a em- presa responsável por isso?. Nada, pagaram uma multinha que não da pra fazer nada em relação aos estragos fei- tos, indignante e eu acho que isso é uma pouca vergonha.

Poluição Sonora

Por Luiza Ament 8ºB

A poluição sonora é um grave problema ambiental nos grandes centros urbanos.

Com o crescimento de cidades, indús- trias, etc., estamos cada vez mais expostos a diversos tipos de poluição e ruídos. Esses tipos de ruídos prejudicam não só a nossa saúde,

mais também causam problemas no ambiente. Segundo a OMS ( Organização Mundial da Saúde), o nível máximo de ruído que o ouvido humano pode aguentar sem prejudicar a saúde é de 65 decibéis. A partir daí podem ser causados pro- blemas desde estresse e insônia por causa do barulho até a perda irreversível da capacidade auditiva. Este problema é facilmente observado em quaisquer lugares urbanos. Este problema é causado por buzinas, fogos de artifício, trios elétricos, entre outros barulhos. O excesso de /ruído afeta o sistema nervoso dos animais, fa- zendo com que eles fujam de lugares, por e-

xemplo, zonas florestais que possua, por exem- plo, constante passagem de automóveis. Quando isso acontece, vários ecossistemas po- dem vir a ter um grande desequilíbrio, afetando algumas cadeias alimentares e colocando várias espécies animais em risco, por exemplo. As pessoas tem que saber da importância desse problema, e tentar diminuí-lo, pois ele traz um grande problema não só para o ambiente, para a saúde também. A minha marca é que cada um se ajude, fazendo com que a poluição sonora diminua para não trazer problemas à saúde. O simples fato de quando você estiver no trânsito, não buzinar sem necessidade ou até mesmo fechar os vidros do carro para não ouvir barulhos, vai fazer muita diferença! Se cada um fizer um pouquinho, conseguiremos acabar com esse problema tão grave que é causado por nós mesmos.

PAPA FRANCISCO – ENCÍCLICA “LAUDATO SI” MEIO AMBIENTE E DEFESA DA VIDA “ A desigualdade

PAPA FRANCISCO – ENCÍCLICA “LAUDATO SI” MEIO AMBIENTE E DEFESA DA VIDA

A desigualdade não afeta apenas os indivíduos, mas países inteiros, e obriga a pensar numa ética das relações internacionais (…) O aquecimento causado pelo enorme consumo de alguns países ricos tem repercussões nos lugares mais pobres da Terra, especialmente na África, onde o aumento da temperatura, juntamente com a seca, tem efeitos desastrosos no rendimento das cultivações. (…) A dívida externa dos países pobres transformou-se num instrumento de controle, mas não se dá o mesmo com a dívida ecológica.”

Enquanto os problemas dos mais pobres não forem radicalmente resolvidos através da rejeição da absoluta autonomia dos mercados e da especulação financeira, e atacando as causas estruturais da desigualdade, não encontraremos solução para os problemas do mundo”

“A humanidade é chamada a tomar consciência da necessidade de mudanças de estilos de vida, de produção e de consumo para combater este

Aquecimento ou, pelo menos, as causas humanas que o produzem ou acentuam. É verdade que há outros fatores (tais como o vulcanismo, as variações da órbita e do eixo terrestre, o ciclo so- lar), mas numerosos estudos científicos indicam que

a maior parte do aquecimento global das últimas décadas é devida à alta concentração de gases com efeito de estufa (anidrido carbônico, metano, óxido de azoto e outros) emitidos, sobretudo, por causa da atividade humana”.

“Sobre muitas questões concretas, a Igreja não tem motivo para propor uma palavra definitiva e entende que deve escutar e promover o debate honesto entre os cientistas, respeitando a diversidade de opiniões. Basta, porém, olhar a realidade com sinceridade para ver que há uma grande deterioração da nossa casa comum.”

“Em vez de resolver os problemas dos pobres e pensar num mundo diferente, alguns se limitam a propor uma redução da natalidade (…). Culpar o incremento demográfico em vez do consumismo exacerbado e seletivo de alguns é uma forma de não enfrentar os problemas. Pretende-se, assim, legitimar o modelo distributivo atual, no qual uma minoria se julga com o direito de consumir numa proporção que seria impossível generalizar, porque o planeta não poderia sequer conter os resíduos de tal consumo.”

http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/ency

clicals/documents/papa-

francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html

O que eu faço para mudar o mundo

Por Leandro Del Picchia Torriani- 8ºC

P enso que para um mundo melhor seria necessário todo mundo participar, mas

atualmente isso não é possível então eu já começo fazendo a minha parte. Como moro em apartamento, é necessário fazer reciclagem, pois somos um prédio ecológico.

Junto dos meus pais, nós separamos o lixo

orgânico do lixo comum, sei que não é muita gente que faz isso, mas você já parou para pensar como o mundo seria se todos fizessem

isso?

Uma situação que me deixa com pro- funda tristeza é o desperdício de água, as pessoas deveriam parar para pensar se o que elas fazem é certo, um exemplo muito triste é

o da música ´´ I WAS HERE´´ que mostra

crianças que não têm um copo de água para acabar com sua sede, elas ficavam em uma multidão para tomar um copo d’água, en- quanto há pessoas que desperdiçam para la- var a calçada, o que não há necessidade, pois quando chove isso já fica limpo. Em casa eu evito desperdiçar água ao máximo, uma coisa

que eu acho impressionante é que as pessoas

reaproveitam água da chuva para lavar roupa,

a casa e até mesmo a louça, há também pes-

soas que constroem cisternas para armazenar água para realizar esses deveres. Se esse des- perdício continuar, a água doce do mundo irá acabar e sem ela não somos nada, pois é a fonte vital do ser vivo, estima-se que uma pessoa consegue ficar cerca 7 dias sem co- mer e cerca de 3 dias sem beber água. Outra coisa que me deixa bastante magoado é o desmatamento, as árvores aju- dam na purificação do ar, ou seja, eliminam as impurezas.

Com as árvores tudo na vida é mais bonito, quando criança gostava de me pendurar nas árvores e não quero que meus filhos deixem de fazer isso porque o homem destruiu a na- tureza, a fumaça das queimadas pode preju- dicar a saúde de muita gente, pois nela há impurezas que não fazem bem para a saúde, uma das coisa que eu acho incrível são as reservas extrativistas, que faz com que o po- vo da região retire a matéria prima da planta, portanto que plante um nova no lugar, se todas as empresas de móveis fizessem isso, as florestas não estariam totalmente destruí- das, se nós tivéssemos consciência , poderí- amos evitar o consumismo, pois essas empre- sas que usam matéria prima vegetal só conti- nua produzindo se tem gente que compra caso contrário estariam falidas, não estou dizendo que não é para usar, pelo contrário, use de maneira moderada. A fome é um problema gravíssimo, quando vejo crianças ou ate mesmo adultos pedindo esmola na rua fico muito triste e dou moedas para tenta ajuda-los a comprar algu- ma comida. Quando morava em outra casa, havia um senhor que morava em uma praça em frente minha casa que sempre ia lá para pedir comida, eu e meus pais nunca negamos um prato de comida à ele, pois sabíamos a boa pessoa que ele era, mas infelizmente ele acabou morrendo por conta da bebida. De- vemos pensar nas crianças em qualquer lugar do mundo, que nesse momento estão passan- do fome e deveríamos oferecer a eles um prato de comida para fazer com que eles se sintam bem.

O MAIOR PATRIMONIO DO MUNDO É O HOMEM.

Maria Luiza de Lucena e Melo Pierini 8ºC

O mundo esta em constante transforma- ção, entre elas a evolução humana. Em todos os tempos, em qualquer

parte do planeta, o que deve ser colocado sem- pre em primeiro plano é a vida. A vida do ho- mem que faz das suas vontades e de seus ide- ais o destino da Terra.

A maioria das culturas não é atemporal,

ou seja, ela é afetada ao passar do tempo, mas precisa estar adequada ao contexto e a época. Há décadas atrás, os encontros pessoais, ti- nham como referência as praças, onde as con- versas, as novidades do cotidiano e os relacio- namentos aconteciam a cada dia. Os anos se passaram, e em pouco tempo, toda essa estru-

tura social está transferida para um aplicativo.

A influência de outros povos, sobretudo

com a globalização, está marcada na historia do Brasil. Dos índios aos dias atuais, passamos a ser responsáveis por todos. O mundo pode está em constante disputa, mas unido nos seus valores. Como jovem estudante e com a propos- ta de um mundo melhor, percebo que uma forma de deixar minha marca no mundo, é cuidando e valorizando todos os nossos patri- mônios, pois eles serão passados para o maior número de gerações. E essas informações serão perpetuadas por muitos anos e a identidade do nosso país nunca será perdida, guardando sempre as nos- sas raízes.

Gotas de Orvalho

Giovanna Domenech Dinardo 8ºD

N o meio ambiente encontramos várias

formas de vida, se- jam elas grandes ou pequenas. Tamanho não é documento. Na água, existem as mais dife- rentes espécies, tantas que os cientistas nem descobriram todas elas. A água é a nossa principal fonte de vida. Milha- res de pequenos córregos são poluídos todos os dias. Rios,

lagos e mares também,

tudo por conta dos benefícios humanos. Nós matamos mi- lhares de espécies inocentes, limpas, só para nos mantermos longe de nossa própria sujeira. Damos aquilo que não quere- mos, não vamos mais usar, para não usadas e reduzir seu tempo no banho pode não apa- recer muita coisa, mas se todas as pessoas do mundo fizessem isso, iríamos economizar bas- tante. Seria bom se toda essa

água que economizaríamos fosse convertida aos países mais pobres do mundo, onde não se há água, em certos lu- gares da África. O Bra- sil tem o privilégio de ter mui- tos rios para podermos cons- truir usinas e conseguirmos usar água como fonte de ener- gia, já alguns países usam meios artificiais, que contribu- em para a poluição do nosso mundo.

Sendo (in)diferente

Por Maria Luiza de Lucena e Melo Perini 8ºC

V ivamos o agora, porque o futuro é depois. Muitas ONGs, projetos polí- ticos, escolas, estão pensando em

como economizar água para que no futuro não nos falte, estão pensando em formas de reuti- lizar, para a redução do lixo, e também pensando em formas de plantar mais árvores, para que assim aumente a quantidade de oxigênio na Terra. Entre- tanto, no meio de tantos planos, a sociedade acaba tornando-se cega para viver

e enxergar o próprio pre-

sente. Enquanto, pensamos em como economizar água para que no futuro tenhamos abundância dela, há pessoas no nordeste brasileiro, por exemplo, que precisam fazer uma longa ca-

minhada, por dia, para conseguir simplesmen-

te um balde. Ainda mais, precisam reduzir a

quantidade de liquido por pessoas nessa casa, para que tenham pelo menos água até o fim

do dia.Além disso, quando pensamos na redu- ção do lixo, ou na reciclagem do mesmo, e- xistem pessoas que vivem no meio deles. Es- sas pessoas não tiveram tantas opções e opor- tunidades, sendo assim, utilizam o lixo como

casa, ou como um meio para buscar comida. O plantio de árvores é uma coisa que muitas ONGs e escolas se preocupam. Porém, en- quanto árvores demoram em média de 10 a- nos para ter vida, existem pessoas que dese- jam viver, nem que seja por 10 minutos. Ou seja, a nos- sa preocupação com o futu- ro da vida no planeta, nos faz esquecer que homens do nosso lado pedem so- corro para viver uma vida digna, nem que esta seja numa curta duração, como por apenas 10 minutos. Portanto, quero deixar mi- nha marca aqui no presente, ajudando a me- lhorar o agora. Não quero ser mais uma pes- soa cega, que acredita que apenas o “amanhã” é válido. Logo, ser cego é também se mostrar indiferente aos problemas atuais. Quero mostrar a todos, que a socieda- de e os pobres necessitam de nossas preocu- pações e ajudas para terem oportunidades de viver o agora. Além disso, a partir dos meus atos, quero ensinar a valorizarem os momen- tos, porque o momento de mudar e marcar o mundo são agora.

partir dos meus atos, quero ensinar a valorizarem os momen- tos, porque o momento de mudar

Nossas atitudes e o meio ambiente

Por Lívia Maria Saggioro Monteiro- - 8º D

H oje em dia, nós não cuidamos bem do meio ambiente. Ao pensar que antes o mundo era inteiro constituído de ver-

de, modificamos quase tudo para a constitui- ção de cidades, estados, países. Porém, muitas

vezes o destruímos sem perceber. Quando consumimos em excesso estamos destruindo o meio ambiente, uma vez que para a construção de tudo, é necessária matéria prima, então quanto mais compramos, mais as indústrias tem que destruí-la. E na maioria das vezes compramos coisas que não necessitamos .Sempre existirão objetos ou peças novas no mercado que oferecem um benefício

a mais do que a versão anterior. E a mídia, por sua vez, divulga e queremos compra-lo. Ge- ralmente são coisas que não necessitamos, então devemos ser mais racionais no consumo. A natureza vem sendo muita desmata- da, às vezes ilegalmente para benefício pró- prio até em áreas restritas e protegidas. Assim como existem pessoas que fazem queimadas, algumas são necessárias e autorizadas, porém certas pessoas a fazem apenas por fazer; des- truindo o habitat de espécies animais e vege- tais. Portanto, essas pessoas que não tem consciência do que fazem devem pensar um pouco mais e parar de destruir nosso planeta.

A reciclagem no mundo! Você já reciclou?

Por Giovana de Toro Fortino 8ºD

T odos nós sabemos que a reciclagem no mundo não está muito bem, pois são poucas pessoas que se preocu-

pam em reciclar hoje em dia você vê muitos lixos jogados no chão ou até jogados em bueiros. Mas e aí agora te pergunto: para que servem lixeiras nas cidades se quase todos jogam lixo no chão? Nós temos que ter respei- to com o nosso planeta, jogar lixo no lixo e não em praças, bueiros. Com muitos lixos nos bueiros acaba entupindo e então quando cho- ver fica tudo alagado. Você já parou para pen- sar se tivéssemos um planeta bem cuidado, limpo seria maravilhoso. Pois, além disso, iria ser tudo mais calmo. Acredito que se todos nós já vimos alguns lixos coloridos, você sabe para

que eles servem? Sim, eles servem para nos ajudar a separar os lixos a reciclagem como por exemplo: eu estou tomando uma lata de guaraná e ai não quero mais, em vez de eu jogar na rua eu procuro um lixo na cor amare- la, que é própria para jogar alumínio e metal. As cores dos lixos são vermelho para plástico, azul para papel, amarelo para metal, marrom para orgânico e verde para vidro. Então quan- do você tiver algum lixo vê se ele encaixa em uma dessas cores, pensa como vai ficar mais fácil o trabalho das pessoas que separam o lixo.Então pense e recicle vai ser melhor para todos nós. Ah e o Planeta Terra e os animais agradecem.

O começo e o futuro do nosso mundo

Por Victória Tasca 8º D

A partir do meio ambiente foi como as coisas começaram a se formar, miné-

rios, rochas, biomas, e ao longo do tempo o ser humano foi degradando e destru- indo. As pessoas não querem saber se o meio ambiente está sendo desmatado ou se está in- teiramente bem, nós somente sabemos “usar” a natureza de modo para que seja fonte de di- nheiro, e ao perceber que está dando lucro, cada vez mais retiram de sua origem, sem pen- sar se é um material renovável ou esgotável. Muitas vezes usamos materiais da natu- reza que se esgotam e não percebemos, só i- remos dar conta disso quando chegar o dia em que a fonte for completamente destruída, e

para ser produzido demorará milhões de anos,

por causa do orgulho da população de querer tudo para si. Com isso, vemos hoje na rua que a maioria, mesmo sendo contra a sua vontade, joga lixo no chão, polui lagos e rios, infecta ecossistemas e nem ligam pois “ouvem” que prejudicam o meio ambiente mas não “veemnada. Não vemos nada porque não queremos, temos um olhar desinteressado com o mundo e deveríamos ter o olhar de importância com o mundo, pois além de ser o nosso mundo, será futuramente de outras gerações, e devemos dar uma influência boa para os nossos sucessores para preservarmos, porque não estaríamos fazendo o bem só para a natureza mas também para nós.

Artigo de Opinião

Nathalia Arrabaça 8º B

S obre a marca que deixarei no mundo creio que será boa, pois

na medida do possível eu faço minha parte, procuro ser paciente com as pessoas, simpática e entende las. Sim eu tenho meus erros como qualquer ser humano, mas a cada dia que se passa tento ser melhor. Sei que, sozinha não consigo mudar o mundo todo, porém só de me esforçar já faz

a diferença, você já imaginou o quanto um simples ¨bom dia¨ ou ¨oi¨ pode mudar o dia de uma alguém pra melhor e talvez até incentivalas a fazer o mesmo. Não espere que o mundo piore ou algo do tipo, para só então começar a agir, ou que os outros comecem a agir para só ai fazer sua parte, faça ela. Como já disse creio que a minha marca será boa o suficiente, pois quando eu

tiver uma filha (o) quero olhar para ela(e) e lhe dizer que: ¨O mundo é assim, mas não fui igual a ele, agi diferente sem- pre fazendo meu melhor¨. Eu quero deixar minha marca e ela será boa, e você, qual vai ser sua marca, que pensamento ou sentimento você quer deixar para quem te conhece quando você morrer.

COMO CONSTRUIR SEU PAÍS?

COMO CONSTRUIR SEU PAÍS? 40
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ÁGUA- LÍQUIDO PRECIOSO Professora Percília Paschoal de Almeida Ciências – 7° e 8° anos H

ÁGUA- LÍQUIDO PRECIOSO

Professora Percília Paschoal de Almeida Ciências 7° e 8° anos

H á 54 anos ( em 1961), o astronauta russo Yuri Alekseievitch Gagarin, primeiro homem a ir ao espaço na primeira via-

gem tripulada, disse: “ A terra é azul”.

A cor a que ele se referiu é, principalmente, dos

oceanos e dos mares. A quantidade de recursos hídricos existente no planeta é gigantesca. Se-

gundo a Organização das Nações Unidas ( O- NU), é provável que haja 1,39 bilhão de metros cúbicos de água no mundo. A água que circula hoje é a mesma que mo- lhou os dinossauros. Está em processo de eterna reciclagem: evapora, desaba como chuva, escor-

re para o fundo da terra e retorna à superfície,

voltando a evaporar, num ciclo perpétuo. O pro- blema é que um recurso renovável não se man- tém inesgotável e de boa qualidade por todo o tempo. Agrava-se o fato de toda a água potável representar apenas 0,02% desse líquido de todo o planeta. Devemos analisar e multiplicar, consciente- mente, a necessidade de preservarmos evitando a escassez, pois é previsto um déficit de 40% no abastecimento de água até 2030. ÁGUA e VIDA: Por que a água é importante para os seres vivos? Todos os seres vivos que habitam o planeta Terra são formados por células. Estas, por sua vez, possuem organelas, partículas que mantêm as células vivas utilizando inúmeros tipos de substâncias. Uma dessas substâncias é a água. Nosso planeta é o único no Sistema Solar a apre-

sentar 71% de sua superfície coberta por água.

Essa substância é a mais abundante na constitui-

ção da maioria dos seres vivos, podendo ser en- contrada em porcentagens que variam de 70% a

95%.

Preservar é a palavra, pois somos responsá- veis por tudo isso, mas sempre apontamos o de- do para o outro e, assim, nos distanciamos de nossa responsabilidade. Diante desta imagem, é impossível deixar de incentivar ações que pro- movam o direito e o dever de preservar a vida, a biodiversidade animal e vegetal dos biomas. A conscientização e a motivação para a necessida- de da recuperação das fontes de água potável, rios, lagoas e banhados através de atitudes con- cretas de despoluição, replantio das matas cilia- res e redefinição de seu uso, é o nosso compro- metimento. Penso que devemos nos envolver em novos hábitos com relação ao ambiente, ca- pazes de compartilhar boas práticas de sustenta- bilidade socioambiental, incentivo ao controle social. A Campanha da Fraternidade 2017, nos conduz à realidade dos biomas brasileiros e às pessoas que neles moram e, mais preocupante ainda, é que o Brasil está entre os países que mais registraram estresse ambiental após alterar

o curso natural de rios. Entre as consequências

dos desvios estão uma maior degradação dos ecossistemas, com aumento do número de espé- cies invasoras, além do risco de assoreamento. A prática de conservação de insumos, especi-

almente a água, não é um assunto recente, mas a vida exige, hoje, agora e para amanhã, uma mo- bilização para combater o uso no seu limite má- ximo só porque pagamos ou porque a maior par-

te

da população faz a mesma coisa. Preservar a qualidade de vida que se manifes-

ta

nos biomas, a beleza indescritível da biodiver-

sidade, requer pensarmos culturalmente não so- mente em economizar água, mas economizar tudo. Precisamos, nos educar para a economia, pois o nosso país sempre teve abundância de recursos naturais, convivendo diariamente com o desperdício, inclusive de alimentos. É necessá- ria uma urgente mudança de postura, uma mu- dança cultural de toda a população no que se refere ao consumo de água, líquido essencial em todas as manifestações da vida. É devido à atividade humana que o mundo já convive com cenas como essa, onde os mais frágeis, já sofrem os seus efeitos.

Preservadores do Brasil: Irmãos Villas-Boas Entrar para história, às vezes, depende da coragem de se

Preservadores do Brasil: Irmãos Villas-Boas

Entrar para história, às vezes, depende da coragem de se arriscar.

P oucas histórias são tão espetaculares quanto a dos irmãos Villas-Bôas. Filhos

de um advogado do interior paulista, Orlando, Cláudio e Leonardo, nascidos na dé-

cada de 1910, tinham tudo para acabar na capi-

tal como altos funcionários do governo. Mas

decidiram mais por impulso juvenil do que

por ideologia – partir para “aventuras tão ou- sadas e generosas que seriam impensáveis, se eles não as tivessem vivido”, como descreveu

o antropólogo Darcy

Ribeiro. Graças a seu ímpeto, a cultura (e a vida) de milhares de índios brasileiros foi resguardada. Era começo dos anos 1940. Inspirada no modelo americano

Central era algo tão remoto quanto a África. A disputa por espaços nacionais, em evidência na época da Segunda Guerra Mundial, justificava a expansão rumo às manchas brancas do mapa. Caberia a caboclos anônimos, de preferência obedientes e sem instrução, adentrar as terras e fincar bandeira. A notícia da expedição ao oeste, bati- zada de Roncador-Xingu, chegou ao interior de São Paulo. Os irmãos Villas Bôas embarca- ram em busca do desconhecido. Para garantir uma vaga na caravana, usaram de um subterfúgio: bota- ram vestes de pe- ão e se declararam analfabetos os recrutadores espe- ravam mateiros rudes, não jovens intelectuais de braços finos. Re- provados na pri- meira tentativa, foram aceitos na segunda. Tal co- mo os bandeiran- tes, que desbrava- ram o Brasil no

Tal co- mo os bandeiran- tes, que desbrava- ram o Brasil no de ocupação, que não

de

ocupação, que não

se

preocupava com a

sobrevivência física ou cultural dos índios, a ditadura de Getúlio Vargas planejava ex- plorar os vazios demo- gráficos brasileiros. Os cerca de 40 milhões de

habitantes do país vi- viam restritos à faixa litorânea. O Brasil

século XVII com o intuito de capturar índios, os irmãos partiram numa nova marcha às ter- ras nunca alcançadas pelo homem branco. Desta vez, os índios não foram vítimas. O enredo de aventura e drama dessa vi- agem é narrado no longa-metragem Xingu, que estreou em 2012. Dirigido por Cao Hambur- guer e produzido pela O2, o filme faz mais que reconstruir a saga dos Villas-Bôas. Ele desnu- da os dilemas éticos dos irmãos, que se questi- onavam sobre o impacto da chegada do branco na cultura indígena. “Pela primeira vez, essas figuras importantes para o Brasil foram colo- cadas num patamar digno de suas trajetórias”, diz o fotógrafo Pedro Martinelli, que conviveu com os irmãos por três anos. “É um filme ben- feito, na medida. Sem clichês de índio pelado e pôr do sol.” A aventura na Floresta Amazônica, o desconhecido universo das tribos isoladas e a viagem a um Brasil distante da realidade urba- na provocam empatia imediata. Trazem para o presente uma história sobre as quais as gera- ções atuais só ouviram falar. “A luta dos Villas Bôas era aprender a viver no planeta sem des- truir, com respeito aos índios”, afirma Ham- burguer. “É uma história atual e urgente.” Os irmãos interpretados pelos atores Felipe Camargo (Orlando), João Miguel (Cláudio) e Caio Blat (Leonardo) de imedia- to assumem a liderança da expedição, e a a- ventura ganha um tom de seriedade. À medida que a tropa avançava, a presença de tribos iso- ladas torna-se mais constante. Eram civiliza- ções sem contato com brancos. A responsabi-

lidade de estabelecer uma ponte entre esses dois mundos era assustadora. Os Villas Bôas tiveram uma postura impecável. Sob o lema “morrer se preciso for, matar jamais” – uma herança de Marechal Rondon, que três décadas antes havia enfren- tado matas parecidas com os mesmos objetivos , eles não só conquistaram a confiança dos índios, como foram eleitos para representá-los. A epopeia teve alguns percalços. Sem caça e com falta de víveres, os homens da tro- pa passaram fome. Foram atormentados pelo esturro das onças famintas. Juntos, os irmãos tiveram malária mais de 200 vezes. Sem falar nas tentações da carne. Leonardo, o mais novo, infringiu uma regra clara da expedição: se a- paixonou por uma índia. Foi expulso do grupo.

O próprio Cláudio, o mais idealista deles, re-

petiu o erro do irmão. E acabou pai de um in- diozinho.

Ao final, os irmãos entraram para a his- tória por confrontar os interesses do governo brasileiro e proteger as tribos da civilização. Sua principal conquista foi a criação do Parque Indígena do Xingu, em 1961, território do ta- manho da Bélgica. “Uma reserva natural onde a flora e a fauna intocadas guardassem, para o futuro, um testemunho do Brasil do descobri- mento”, escreveram. O parque continua um santuário. Além da mata exuberante, preserva 50 aldeias, 16 etnias e 6 mil índios. Não fosse

a coragem de Orlando, Cláudio e Leonardo,

esses povos provavelmente não teriam resisti- do.

Presente em: http://revistaepoca.globo.com/Mente-aberta/noticia/2012/03/villas-boas-os-herois-do- xingu.html Trecho do livro dos sertanistas pode ser lido em:

A Revista Ecocêntrico é uma publicação anual fruto do trabalho interdisciplinar dos profes- sores e

A Revista Ecocêntrico é uma publicação anual fruto do trabalho interdisciplinar dos profes- sores e alunos do Ensino Fundamental II do Colégio Santa Úrsula de Ribeirão Preto. Direção do Colégio: Irmã Helenice de Souza. Coordenador Pedagógico: Prof. Me. Fernando Herrero Lomas. Editor Responsável: Prof. Me. Ivo Di Camargo Junior Redação Trabalhos com alunos realizados por:

Ciências Prof. Esp. Percília Paschoal de Almeida. Geografia Prof. Esp. Fábio Rossetti História Prof. Me. Victor Giorgi Prof. Me. Rafael José Silveira.

Sobre os trabalhos:

Os trabalhos foram realizados no primeiro Bimestre de 2017 pelos professores de Ciências do 7° e 8° anos, de História do 6° ao 8° ano e Geografia do 6° e 7° anos do Ensino Fundamental II. Os tra- balhos foram selecionados e editorados pela disciplina de Redação e primou-se por manter ao má- ximo a escrita dos alunos, ainda em fase de aprendizado e muito esforço em pesquisar e, por isso, ainda podem apresentar incorreções ortográficas. A revista pretende e primou-se por demonstrar a capacidade do estudante de realizar pesquisas e produzir textos de cunho acadêmico. Orgulhamo- nos demais de nossos alunos e parabéns a todos os que participaram, sendo selecionados ou não para a publicação. Uma nova atitude para com o mundo é possível.