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03/03/2017

COMPORTAMENTODEMATERIAISGEOTÉCNICOS

UFRGS­AtividadedeEnsino

HorárioseVagas

Identificação

ProgramadePós­GraduaçãoemEngenhariaCivil AtividadedeEnsino:COMPORTAMENTODEMATERIAISGEOTÉCNICOS

PeríodoLetivo:2016/1

Níveis:Doutorado,MestradoAcadêmico

Créditos:3

HorárioseVagas

TurmaVagas

Horários

Professores

Períodode

docência

A

20 Seg16:00­18:00(07/03/2016­27/05/2016)

LUIZANTONIO

07/03/2016à

DepartamentodoProgramadePós­Graduaçãoem EngenhariaCivi­PPGEC­CampusCentro

BRESSANI

27/05/2016

Qua16:00­18:00(07/03/2016­27/05/2016)

DepartamentodoProgramadePós­Graduaçãoem

EngenhariaCivi­PPGEC­CampusCentro

Súmula:

Adisciplinaenfocaoscomportamentosmecânicosbásicosdosmateriaisgeotécnicosclássicos:

areiasfofasedensas,argilasnormalmenteadensadasepré­adensadas.Adisciplinasegueos conceitosdedivisãodesolosecoesoloscomáguaapresentadosnolivrodeLambeWhitmann paraaseqüênciadosassuntos.Sãoenfocadososcomportamentostensãoedeformaçãodos materiais nas condições drenada e não­drenada, com diferentes trajetórias de tensões. Os conceitos dos principais ensaios geotécnicos e a interpretação dos resultados nos diferentes solos são apresentados (ensaios de cisalhamento direto, ensaios triaxiais e ensaios eodométricos,emespecial).Osprincipaisconceitosapresentadosediscutidossão:trajetórias Ko e seu significado, resistências de pico e de grandes deformações, resistência residual, módulosdedeformação.InterpretaçãodeensaiosUU em solossaturadosenão­saturadosé discutida. É feita uma introdução ao comportamento de alguns solos especiais: quick clays, soloscimentados,solosnão­saturados. Objetivo:

Capacitarosalunosainterpretarresultadosdeensaiosgeotécnicos,aentenderasdiferenças

entreosdiferentestiposclássicosdesolos,aperceberaimportânciadastrajetóriasdetensões.

ConteúdoProgramático:

1Introduçãoàdisciplina,conceitosbásicosdetensõesentrepartículas,tensõesnamassade

solo

2DiagramasdeMohr;aspectosgeraisdocomportamentotensão­deformação,diagramastxs´,

introduçãodoconceitoclássicodeK0.

3,4Ensaiosbásicosdelaboratórioparadeterminaçãoderesistênciaaocisalhamento;curvas

tensão­deformaçãodeareias.

5Conceitosdastensõesefetivaseaspectosdetensão­deformaçãodeensaiosdrenados.

6Resistênciaaocisalhamentodrenadodeareiasfofas

7,8Resistênciaaocisalhamentodrenadodeareiasdensas

9Comparaçãoentreoscomportamentosdediversosensaiosdrenados.

10auladeexercícios

11PROVAP1

12 Aspectos do comportamento drenado de argilas normalmente adensadas (deformação e resistência).

13Resistêncianão­drenadadeargilasnormalmenteadensadas

14 Comportamento tensão­deformação de argilas normalmente adensadas em ensaios não­ drenados

15,16Resistênciadrenadadeargilaspré­adensadasesuarelaçãocomaresistênciadrenada

17Comportamentotensão­deformaçãodeargilaspré­adensadasemensaiosnão­drenados

18EnsaiostipoUU

19, 20 Resistência ao cisalhamento residual. Comportamento de outros solos (estruturados, saprolíticos),resumogeraleintroduçãoaosconceitosbásicosdoestadocrítico

21PROVAP2

MétododeTrabalho:

Aulasexpositivas,exercíciosediscussãoemgrupos,trabalhosdepesquisa

03/03/2017

Avaliação:

COMPORTAMENTODEMATERIAISGEOTÉCNICOS

Umaavaliaçãointermediáriaeumaavaliaçãofinalcompleta.Aprovaçãoseobtivernotafinal

maiorouiguala6,5(aprovafinaltempeso0,8namédia)

Bibliografia:

Lambe,T.W.eWhitman,R.W.(1969)SoilMechanics­SIVersion.JohnWiley&Sons,1969.

BRESSANI, L.A. (1995) The measurement of external axial strain in the triaxial test.

GeotechnicalTestingJournal,18,2:226­240.

BRESSANI,L.A.,BICA,A.V.D.,PINHEIRO,R.J.B.&RIGO,M.L.(2001)“Residualshearstrengthof

some tropical soils from Rio Grande do Sul.”. Solos e Rochas, revista Latino­americana de

Geotecnia,ABMS,24,2:103­113.

RIGO, M., PINHEIRO, R.J.B., BRESSANI, L.A.,BICA, A.V.D, SILVEIRA, R.M. (2006)The residual

shearstrengthoftropicalsoils.CanadianGeotechnicalJournal,Vol.43,4,p.431­447,Missauga,

Ontario,ISBN1208­6010.

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